TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº047_17_02_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº047_17_02_1973Número da edição47Data de publicação17 de fevereiro de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.117449388986444 , -56.52339370269317 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº047_17_02_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto I 1 u si lilo é a ta»si te ts selinzlo, jlws: {lenanus ln alo o jsmal e o ileal Mlaistsz. «IOIRAIIME II IS?ISIIII- ADA VIDADES EM#j]O. Cartas 4 Redação e perventln Prefeiutrn Municipal de Jardim e En!ou a fase do entorpecentes (por isãnla tensivo tuáfleo de iolor do contrnbandistas) se' bem peccntus os viciudos e co- que uma grande parte trun· ereiautes do ramo que sita pelo nosso ;territorio e ativaram esse comercio ili- que uma fração é vendida cito neta cidade, chegando no Brasil, para a desgraça ao cúmulo de teutrem pas- de mútos infelizes que che• sàlos do Paraguay pela garm esse grau de,humi ponte que liga a essa Re- Ihação causada por essa ter- públic,11. r!vcl o maldita droga. E 111u nto dc»umaoo e Já hi te,npos ntràs um etlmioso que revolta o jornalista nmericnno da re espiritos esclarecidos qus vista 'TIME> dos Estados vbm ncss,, p:ocediu1euto Unidos oscrevera um artigo umll aviltnnte ruaueirn du lulmiunate demuocinodo o levar á tlliseria o torpor Governo do Pnrnguay pe]!l uma mluori..: de uossa po- indiferença que nutria por pulação que abate, desmo- esse comercio que abrangi rnllz,1 e cnfruquece fisica e fimutto loter~nctonal através • · I t úc•"llerando-a de seu ternórlo, obrlg11ado morattuet.e, 'a o próprio Presidente Strosoe- extraindo-lhe s fneldades ner a se defender por melo viris de que mjs upree:e da Imprensa, moe fogora ee eis tanto preclsa para ele- tomos testemunhando a vera var bem alto o ore do oidade <lo :lenuuoía desse co- B il, merclo repugnante que stin- osso caro ras. go as raias do inverosímil, E sbido quo esse co com grades prejulsos para 1ercio é dirigido por es- o uooso povo: t rnngclros ,·c~idcutos no As autoridades brasllel Paraguay e que a demauda ras empenhadas na contensão . '>. dessa condenavel atividede na? visa apcnus .º nosso devem dobror a vlgllllncla, Pis como prlucipalente 3eve esmiuçar as providen os Eatados Uu1dos dn Amll- cios nos mlnimas revistas de rica, o urntor consumidor de ln0pi» Documentos perdidos D0aminoneas Palhano perdeu cs :locumeotos de sua cnml enete Ford F-350, Ano 1969- chosslu N° L-A18tHT2:1656- e Cnrtelrn do Motorlsto expc d1clu em Aquldauano. Publica ção que ec foz paro obt<nçüo de 2 via. Jardim Mato Grosso Reunião do Clube de Caça e Pesca Dto 21/02/73 ás 19,30 ho ros no Club Belavistense reu nião do Club de Cnça e Pes ca. Coovidamo1 to:ios os • A1- 6ociooos. J osino Pinheiro pessoas, veloulos de qualquer tipo e outras maneiras de locomoo!lo, até de objetos que venham do outro lado do Rio Apa, pois acobertados pelo cinismo, os t rallcantes tentam ludibriar os vlgllentea. Quulquer civil, policial lunoianárlo pfibllco. soldado do Exército, homem ou mu lher que tiver conhecimento dessa prUloa proibida por lei, deve levar Imediatamen te no conhecimento do Sr. Dr. Ivan Afonso Coste Mor qnes, Delegado de Policie, ou ao comando Militar da Fronteira (1()<> R. O.) "para os Imediatas providencias cabí veis. doo do' assim umu pro va lrrefutlivel de Interesse pels delesa da oaç!lo br&sl telra centra o sanha de tão Inescrupuloso comercio. Essa medida acautels dora vis evitar novao per das de v!Ja& como no lutuo eo caso acontecido hã dias em Pedro Juan Cabatero em Ponta Por. Precisamos agir sem clemencla contra esses desalmados que vlsom lucro [àcll com a desgraça alhe1a. Nilo devem !Jcar Impu ne nenhum desses mnlletto res, pois ai em do lucro fAcll e clandestino, alada deprime n vicia do que lhe, caem na rêde. Cadela para eles, Leitor amigo: ha em tio a asintra Mledatá» Jardim, 1° de Fevereiro 1973 Of. Clr. oº 01/73-SEC Do Prefelto M. de Jordlm Ao Sr. Diretor do T. Froolelra Assunto: Comuolcaç!lo !az Presado Senhor: Tenho o salíefoçllo de co municar a V. Excla.' que oo dlo 81 de janeiro do corren te ano, tomei posse e assumi as !unções de Prefeito Muni cipal de Jardim, para o qual fui cleilo há 15 ele novembro de 1972. Em 1° de Fever,lro de 1973 O!. Cír. Nº 01/73-SEC::. Do Presidente da Comara Muni. clpol de Jordim Ao Exmo Sr. Diretor do Tu buna da Fronteira Asounto: Comunlcaçllo foz. Prezodo Senhor. Temos a honra de comu nica, a V. Exda. que. em ses são solene realizado em 31 de j ooelro próximo pasaado foi eleita e empussoda a MESA que dirigirá os trabalho• dl!s te Legislativo Municipal. du rante o primeiro pedodo Le gislativo, biênio 73/7 4, d~ Lo:- Nesta oportunldade colo co-me ao dispor de V. Exrcia., naquilo que estiver ao sleao, ce deste modesto Chefe Ere cutlvo e e,pcro conter com o vosso indlcrinável apolo e co lnboraç!lo. Sirvo-me deste contato liminar. para vos apresentar oa protestos da respeltr111n considerações e dutlnguldu estima• munldpallstiu. Eraldo da Silva Prefeito Municipal Câmarn municipal de Jardim gllatura 73/76 e que ficou u,lm constltu!da; Presldont• Zaury Bartollno da Cruz Vlce-Preildtnte Edmllcon Brum Escobar 1• Secr•tarlo Eroondo Martins Barbosa 2° SEçretarlo Morio Lucla Corres Guerra ApreseotamoJ a V. Eiccla no oportunidade os nosso, protestos de eleveda •sllma • consideração. Zoury Bartollno da Cruz Presidente ltilt ilalussais te lia e Ri I Avisa o povo desta focalidade que nos' dias 20 e 21 das 8 ás 18 horas, estará aqui uma UHIDDDE VDLAHTE DE ilBREUGRlfll Para [ernecer Abreugrafia (Chapa dos Pulmões) atim de constatar alguns càsos de doenças transmissiveis, o povo dere comparecsr Os que trabalham no comércio são obrigado! por Lei a ter :sua Cnrkira de Saúde. , l MIHININI IIRAI ra indo até no~sa loja, você vai ter tàda liberdade para adnürar cs novosOP ALAS 73 e as mionetas C10 que são capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono Recd;c.1 o~ HU crno usado como sinal • Visite-nos som compromisso SOCIEDADE AUTO PASTORIL btdn., agora sub a direção de Oaldo Flores Nogueira Rl,:- MIRECHAL MALET, 325 - FONE 143 QUIDAUANA - M...l.TO EIRO&SO p±!s : __ .... -~- ------· ·~----- t - Paraleus «<Tio Matiuba. !!! E genial a ua idéia de faer oic:doira cri«açuda todo domiugo no C.E.B. x-x Qeatiio o grito Caravaleseo no sibado p.p. 1uo 13du "1$luus1:. x-x Ma2 ... é do <ls1x.J,· 11 cuca rei veu<lo a 1cnção de al umas uls» de os sociedade, que uo vorem ra p do for,•, logo ... logo jú tlão em em, Que é isso!l vautor mnuczat, por cus4 de pouen, todnus levam fama, x-x Também alguns boy» derum parn fazer bnguuça no clbe. Isso é pase@ve! puta nenete e não pra br ados, Mrs respeito... x-x Cà ente nós, Após quels temporada ua cidade hla a:lbosu o amigo •Kinho> x-x . (.~nc bcLzn. A praia oatá ~upor ficqu0ntada tanta cois.i linda, que doi:rnm a vi5ta omb:iraçudn. x-x l<'lzcl'/,lll sues 15 primnverns 1:s gêmeas ::ilnrilda e Maricidn Lino. .- voces brotos, mil labnredns. x-x C«sais da semana . Siduey s G urncy, Miguel e Constancia, Murcio e l!'àtima. Mais cem Scrrnrias para Maio Grosso o Secretiirio Paulo Coe lho Machado, da Auieul turJ, disso em São Paulo que Mlato Grosso já ganhou .:eu1 uovàs scrrarins, aproxi cuaua mcüte, razflo pela qual grnnda p:J.rtc da !l1ndcira pioduzillJ msla Estndo cs! à sco,lo lUdustrialízuda na fon te de produção. A~redíta o titular da pasta da Agri cultura que as ::'.erradas da Prosidonte Epiltício, ern Suo P11ulo, e,lejurn euirentando sérios problemas diante des !11 preferencia por 1!alo Grosso. Vale recordar que o governo do Estado ofe• recen estímulos ás eerrnriss que deslocassem para Mato Grosso a fim de aproveitar n madeira existente em ter ritório ~fato-grossense Terho lido teus escritos na TRIBUNA ~ n'clcs sinto li tuo 1,bteza, o cr.1açiio compungido por um amor que não foi com pletr:, qu< "' lnccrftus do vld• O! vai e vem de cada um de no,, ausência do bem amado trans formarem suas sonhadoras luxózs ,:OI qulmc,1ts,saudaàe:s, sofrimento Para omrnho-lo tomo a l!bttda dc de lr•n•crtver •qui a b,lo poe ,ia •EVOCAÇAO• d, autoria da in1isn• pouls, Sylvla Ctlule dt Campo,, !ilha de prtomln<nte larnilia da P,ulicu, que no vere dor dos ano, quondo • Muu mois • •czMv•· fal,ceu com 10 anos »pens de idade' certamen te pr muilo tu amodo. EVOCAÇÃO •E eu cerro os olhos para verle ainda. Ainda e s<mprt cm mm sonho . . • ccitante. E eu me slntí ldlz . , menos tristonha. Evoctndo' " sottir' tu• im19em saudoso' Alguem' longt de tr ema os olhos e sonha • , , Hdrna· sinta • scnsibllldodc de'.Cd«tc. Continue com os teus uc,itos românticos' d:s sofurom de omor o gente· olercccndo n, alma sen• timentos nobrls Que tng,edcc.tm os de corações bem formodos Uma coles•• RELOJOARIA --TECNOS- de Luiz C. <ln Silvn RelógloR Teonos-Eska-Royce-So1ko e Oriente-Óculos de grnu o eombrn - Jóias em gural --- AI.ançus do tdos os preços. Anexo oficlua outorlzada para con,êrtoa ao Sciko o 0,leutu - tutlo pelo crcdJOrio. Os melhores preçcs da rcglllo· Guia Lopes na Loguna-MT -------------------------- Rua Visconde ele Trnnay 570 ViCENfE DE CARVALHO Olha; o sol v.ol morrer ... Foi uma tordt •ssim: Vutia • Ler• r• um lulVo mente cspl,ndo,. Eram todas de ouro •• flõres do jardim, E tu me confcsso,te, a sorri,' teu amor •. agora que utis ,ó· • longe escuta bem: Ouondo " torde c•lt' quondo o noite ·,Je, Nu,as horos d, sonho encanto e Juavldodc. Pen•• cm algucm que ficou acenando' distante. As.o s ts aso« < a., #84geia.9RR #g#OE#KK.#±SER2K#SERES# olndo te quer . . . m,:! l:f'a ..%:··c· ud #$ « CARTORIO DO I OFICIO > % A luo linda voz re tornou ro:s ~ oté ; Tabeliãc:Jo:;é t'.volín~ e Siiva ~ i$ Escrituras. contratos. procurações. reconheci:aentos de trma j OO regut,o de ,moveis, de Ululos o tlocumcnr.<:.s de prote,to • ;i·Í~.~:oi;.:) !:ffl anexo,. E.,;;tralmos lotocúpl!lS nn hora _ Autco:lc~da, ~ i Serviço rápido e eficiente )ili ffi Bela Vista M::fo Grosso ~ #K#SINES#S.se#asasse#SE.REASA±? e ©J ~((Q) l:.!.~. (.fü < A d; ;g 0 p{ggyppggg=#}aa« ti G>»s»±i j<5 Comercial José Paulo il i t a DE e • a n. e e i e· ã o ilj h .: a Jl j 'I Nantes 0MERO de materiais para construções Pias--Lavatórios- Madeiras Seradas-Azulejos ~mfofüJb@-ladri!hos - Tijolos - Çimento «VtúJtcs iíldo S)ijfª «on.strnir sua casa, o plano voc.ê é quem faz» Prn~linie o Comércio de e I o ft o L a H o I a Rua Sergipe 2C) SIDROLANDIA-MT. Organiza&o M·atadouro Rio Forn1oso CASA DE C/d{1 Ed POSTO Sf-!El. E'#I M. 1. APRENDA O S S;O À DISTANCIA Robu:o Nunca mais voce ouviu falar de roir., Mas eu continuei o ver voei: Em toda esll snuc,ade que ilcou Quanto tempo já passou E ,u não te esqueci Quonta vei.es cu p,nsci voltar E dizer que o meu ncnor no tia mudou Mas o silencio foi mior E na distância o e.mor mufou um dia Sem vocé saber (refrão) O que restou do no.;co o:nor ficou Nc tempo esquecl:lo por vucé Vivendo do que !amos oinrfo c,;lo!l Quanta coisa jã mudou !:ió nlio te esqueci (refrão) Eu só queria lhe dizer, que eu Tentei deixar de mar, não cnegui Se alguma, vezes voce p~nser em mim Nunca esqueç& de lembrar que eu Nunca te esqueci (refrão) 1 - Nt1 aula de portu gues, o aluno se preocu,;iava com uma noticia de Jornal enquanto o prof cssor cave. aula. A noticia treta de rou bo :le uma gelndelre. O pro fessor, que esore-.era no qua dro a frase: « O pJ! beijou a !Hhlnba• perguntou: - Marcos, qual é o bo jele? - Geladeira, professor rr ae A policia já tem uma pls- lts. • XX 2 - Papai o senhor po daria me dar cinquenta ceo. tvos para eu der um ho mem que • eslà al na frente cansado de carregar uma ci xa? - E claro meu filho !. Se.mpre devemos auxiliar os que precisam. Que é que esse homem crrega nsta calxa ? - Plrullto ... XX a - O professor zangou se porque o Sérgio eso~evo rn na provu a pulavra •atra vés com z. o qua é um erro, O Sérgio defendeu-se; -Mas eu já vi 11trnvés escrito com z vdrius vezes, pro!enor. -Eu t.amb('m - rumuti,u o docente. - Corrli.:i as pro vas de &ua turma ontem. Xx -l - A pro(l?ISOMI, 0D&· ne.va verbos: - Amo est6 no prcBl'D- J J e. i□el está no po,ei:do. A ra1_1rel está no futuro. o Ingre, cluno, que estuvc. o:rnixonndo pela Ofélia. querenJo ::iccli: rar-se, per;;untou: - Proies:iora, e msr sem er amado que tempo que e ? ' A 01é:i::. Fespondcu peb professoro· 6 - Ef tempo perditlo ! ! XX • 5 - Hs.vfo um menino que, nl!o lendo apronüido 0 ,. crever C!!rtcs, com1::çava-:!3 sempre da mesma forra: •É cum ln;eoso prazer que Pego na penn para escre- J vl,rh-lhe eaces mal 1r~çac'.a; a a-s:n. Val mn dia, ess:, menino aprendeu c'atilogrêfü: e resol eu escrever uma car:-u a uma c2lezs ,@ré se ezereve cartzs fama!lares ! méquiD3. Mas E> cru;o dele u fliatarlu Dcou plcr: u cana cor.::eçnvn assJ::n: •E cem lmtnso prazo: r que pegon pena psra a gevsr-lhe cts tul traçais linhas. Panne em dia a assinaturn teta; Tribuna da F'rontitu elIt KOl AS Dia 09/02/'3, sexta feir, não manj ndr. Peço no Leflor tllo do Bruxo,, o Bruxo~, (11: prornrur o Ely, lá no Contlnho ruiam óiuhos de cusu na tex- do Suçy, vle é Profesor no lo felra}. D de preprur o tsunto. Derà todas us cxpll Jornl, dornul e prepara ?). caçoe, Falel '/ lll-w, o nosso Jornal é prepa- Noro amigo Genlll •pn rudu, prL•Jlnrudu para o nml- r. cu quo vnl continuor, ele r.u L, 1llll' lr,ucrir nottolos " merece, wjcito l lumnno, e de tatos do colldlono. O negócio bcmpenho tuss Funções o Con de escrever é duro, vezes tento, preciso de ajudo, E, quem ntio somos entendidos, comenter no precisa ? h<il>r,· ou sdicB n Dlns• de Be- Jh I e•lovo eiquecendo. em lo Vi>to, t-xi'ge doote humildo· Jcrdlm o Pre!tilo Ereldo do flll·w tlH Dollce, umo ta refs ci- Silva, não uceitou receber a Te elópie, Mas ... sobe, Leitor Jor sourorlo, mondou vir um Té nul é ueg6c10 lntercssUnle. A cnlco compelente (moda). Jornol f!•·ne eu~rcvc, e nuncu diz o tm Jar:llm tombem parece que qm• rc-olmente penoo. Meu ue- 11eu Pslccce) •erli Inaugurado. f!ÓCIO é escr1,ver oobrc Pollll- Ua: grupo de Jordlnenscs che· e!! Hellglilo e Propagando, cs• gurnm n conclusllo· se tem Jor• cr;•vcr para Construir. Sonhos, nal em Bcl!l Vla!o, oqul pode ,•stuwos cheios do Sonhos, e, 6 ter nté dois. Eles alio sobem ealldude por mols cru d que q_ue nós tombem e teremo• dolu Ja, tem de ser ocflto. E o VI- E e guerro, Gente, bolalho de d,,. Nunca rui Cronlsto, sou mais Itararé. <hulnlhndor►• homem de con- Tem nôgo prêw no Qu&r tm:lu, d realidade, no tenho tel.' tráfico de ,mtorpecentes, 0 D,,m de passar poro o papel o 10º R,C., estA agindo com o trcd,os Jitcri.rius capt&doe máximo rlgcr. Pessoal ande pró• dn l'u~,ln dú Vldo. Primeira- caçoe trsftcantes>. Os moços ma:le n Culluro cio amigo oqul ochoram que Bela Visto em uüo .; gr~ntlc coiso, Segundo Perolso das BolinheB. Ferro ne mc·u pude,· eénzorlol, &ndo melo )es 11 Ele• merecem. dcslig11do. Nilo cOpto Mensagem, O Ulisses está apavorodo, só vejo O fulo e ... o fato ás no é pnro menos, o Cernovol versa no pode ter mensagem. etá se aproximando e o Ho. Entencfo,nm ? mcm eelA fazendo tudo s6zlnho. Bc!a Vi>tn {> ur:io Cidade Ó Gente, vemos IA ajudar o viva qul tulo ive,' As arvc- Belavistense. A festa máxima l'cs, 0 ,pu, 0 Céu .. , até as du •pegonldode• promete ••• pu,aobs vivt m, nem todo6 . • • e-o clulle precise de verbas : mu, ulgurnos nú?. vivem por (tutu) que u Oro. Motcr1a nao deixa O nos!o Pre(eito, (de !on Nós d~ Imprenso vivemos, na te digno), está prepe,endo íõrcu. mos vivemos 1 1 1 <tombem• um Boletim. tõ fa. Tenho umu porcilo de-no- lendo, é Psicose no duro. Fo viduies pura vocês. Novidades?: lndo no Sr. Cl6vte, ele já es- Tra!lr 3 nte prêso cm S. lá mexendo oD •µeuztnbos•, Paul~. ern ComHcinnlc em Bc- motivo.' 2ª EsposlçSo. Esposiçllo Ju V1~tn (Pizzorla Avieção). E é com o Olimplo, a turma do 0 nc,õa Propoi;ado quem Irá Club do Lnço e o Slndlcolo png~r 7 Tô fol&ndo que Jornal Rurol, os Homens vão fazer (, ,.,,gcclo fogo. Tô ui o cano. •coisas•. E,perem e verão. Ter e mos um novo Jornol no Cidcàc " umn Revisto. mols Pessoal, uuuardo ns Úlrtes um compunhe!ro que colabora• (é Carlos que não chegam) ,~ra p,rn O desenvolvimento. do comunicando n opinião de vo Princ,·sfl do Apa. Gostamos ,do ce, o respeito de Coluna. Não idéia, é sinal de, Progresso. be- esqueçam'. kolsas é um resumo Ju Viela com do,s J orno! e duns do Cotidlono, peço um pouco Roist, demcnstrará o fôrça de de Gju:lo enviem 6Uos Cortas, suo G!ntc. Daremos o nosso deem sugestões, !eçãm sues onõio 00 novó Ori:;ilo, se bem criticas, mos por favor, vivam q~c O ,•crdadciro opôlo (TUTU) o Jornal poticlpem, o Jornal não podewoa dar, (tombem un• é de yoceH, é de Bela Vista, e <lemo, utrllB) . . tudo que é nos,O tem que ser Outra novidade;· !nduatria melhorado. Até o proxlroa. castro «a feia_iets ", IVALDO nei;ócio de Col, o Cldetluo ~q Odsorvação: - «Koisas» informa de ultima hora:. Dr. lvau é o novo Delegado de Bela vista, o João da Pizzaria A,iação pede aos freqnautadores hnl.iitt'.ars que retorem... O negócio agora esti com nova gerencia... . Pnsmento O bom Cbrito não Berra> las lsiis ta iisi« n«oustt Rubens de ~lcndonç, grande e patrioticna obra. Se ele npenas Iizee a lição telegráft ca Mato Grosso Ama70nus justifi. eri quela nncdota que o meu cma.Icso Ami.;o Olm.ir Par.mhod )tontene;:ro, p:i:ro ,·cr Ramos Bucnlr z!UH,,-ndo. contnvu: ,que qnnndo HonJon terminou o crvto de 1. nls teleprátiaa. fincando o ]timo po::-lo no .A.rno::.oo:is!rccebcu urn rudio ra do Ministro da Viuçlo con idunao·o paru ir ao Rio de dunel- J v t· e ,m:lulo Mor.t.e:ne~ro." C!.lO lól o ploueiru do nada, I• o 1,oderla Lct ncontt<:ldo se Houdou com u. hU.3 C!JJJocldadc t1obrcnnturu1 não houves e reallzada es obra monumental q•,o íol II pncilJcnçno dos fodJos Construiu é bem verdade H.IJOU qullomotros <lo Jlull1u telcsr1i ficas través de sertões nunca dunle• pcuctrn<lo,,, foi certomenLe umn obra de vulto, ulm disso pa citicou ns tribos: borro, parccts nh:imblquartt, muaduruco,, lerrnt11 otaiém cardius, varoit, _tazannt naturts de dlverras regiões brasi leira, corrigindo multo erros do eo;rufia e etologia, classificando u~ raçott Jndlcenut1 e os caractcrct i:ernl• dos gru?OB llO!rDpologlcoa. aeiflcou e;uudo firma Carolina llennó Hlb,•lra do Ollvdrn: •por meio brando o humanos 40.000 lUdius u11indo us tribos entre ,1 e re concf!lautlo-utt com o:i Uraneos. J.in. vlou uo Museu Nuclonof, no decur so de suus expedições, mal8 de.., 20 O00 c,pi·clmc• rnge(ols. •Ulmul• e mlorru1" ulndo DJ1o estudados, por• u clu••lllcuçno clcnU!ica,. llu,tur111 •omenlo ue obres e os estudos e levuofamcntos Jeito, pelu Com1,.ao nondon poro creden ciar o seu cherc à grn!ld0o do1 brusllclru,. A obra de llondon é U!o grandiosa que no se pde medir nem ucllmllur - ela é o intlnlto. Vejomoe os eeludoe pubUcodo pelo Comlssào llondon: 1 Hélntórlo, Fcllx Froury, 1 U07; z - varinnte de do Ponto tlu Pedra •o UU,rlll. Joao Salstiuno Lyra, 1. 90S; Hcla!órlos tJo Scrvfcos 1utronomfco11, Renato Pertlru J.9119: Lcvont•mentos entre Zolatulaf, e ,Jurueno, E rnauoel Ama ron(e, 1.~09 :Serviço• sonllúzios, J. TannJ11r;1, 1.WU: Serviços SanllArlos Culo.:uu• e Pinto Rebelo, 1.009: Geo!ocln, Carl Carolcr. 1.0~9; Etno gráliu 2 '0lumes), Cândido Rondou Ex:,lornçno do Hio Jacy l'oraoa, Copl!Lo Co,Ja Pinheiro. 1.0IO; Bot,,. nico (Pariu Prlme,rn), F. C . Hoc hne, 1.010; Botanlca, Atlas. FC. lfoe• bnc. 1.910. Mlocrl1.!og1a e Geologia. Pcs, Leme, 1.Ull; Relorórlo do !;er vlço Jstronomlco, ,JoQo Soluslls.no Lyru, ... 1 910; Botsnlca (Parte Se guoduJ, F. C, lloehnc, 1.912; !lomol• e.. (Parle Qnann) F. C. Jloeboe , .. 1.912 ZoóloJ:ID (Tabanldcs). Adolfo LU(?, 1.012; Zoologln, Allplo Mlrooda 1.912; Zootor:la (Crustnceus) Cor1os Moielro, 1.111a: Zoolos:lo, .A!lpio Mt ronda 1,911: Zoologlu . .Allplo Mlnin, da. UH r, Botaolco e llelatürlo, F' C. llonhoe,rnti; Zoolocin, Allp(o Rlbcl• ro, !UH; Molusco Herm•n lllrlnJ? 1.015. llolanlco, F C. Robunc, 1 915'. Botonlcn, F .e . Hoehne, l.9ls; • no'. tanlcn, F . C . lfoehoc, 1.01>, Con ferencio, Condldo Rondon, 1.!JIS; Lcclurcs, alodldo, Rondon. 1916· Relalórlo de Zoolor:ia, MJrada m: beiro, 1.9m; Relatório de Boloolco, F, e· Hoebnc, 1916- Relsl6rto de Exploraçno de lllo lk~. Hor14 Bor boso, 1.916: llelatórlo do Serviços do Conservo~do dn linha, Hort.i Borhos", . , . 1.016; Exploraç4o de Cpmcmornçfio do Floriano oo Gua por, F. MortuE, 1.916. Relatório do Sen·Jço Sonlt.ár o, Melro de Porias. 1,0JU, Botunlca (!'orle ;• ), A. J Sompolo, l.016: Zoologlu, Adollo Dutk 1.916j Zoologia. Henrlque Arogfio, J.Y10;Botnnlca. FC llorhne L916 Aslronoruln. Renato Pereira 1.916; ElCplornçno .tos Rios Analy e Mnchnd.1.nho, Nicolau Harta Barbosa l.9JG; A Comtuno Ronuon e o Mu •cu Nacional, Aliplo RlbcJro ... 1.016, Returório de Serviço, A,lro. nomlco, Costn Pinheiro; 1920: Bota. nlcn (2• parte), J. Kulman, 192:!: Bo tuulcu (parle J~•i. J. K.ub!muo 10-.?:I FltoUsiooórnin do i;:at. de MrFc 102 A Potllh:uQllo dos PorloUnls J. Gcdlm, 1923; 8 Problema Indigé Dll do Brasll, L B. Horta Barbos• 1926; mupus de H1s1orln Natvn,f, B~ Um I'oes Lemes; mapa do· RJo Jau ru, Comls,fio Rondon: AI bum da Co mlsaD.o Rondon, 2 "O)u.me~ Ncsto urtigo luço com o mestre .!achado tlc .A66b no prcliclo da Mcmórtll.l Póstumas ,lo Brds Cubns. ,Que Slendhnlconfes,n,ac haver escrito um de seu, livros ()nrn ceiü- 1e1tofce pob ê que udrnlru e constern.1.. O que não udmira, nema preavei:en- te eonstcrnurA e se este Ih"'To nlo tl"C:- os cem leJtorcs de Stcnphnl. nem einquentu nem rinte, e, quando wulro dez:. Dez·/ 1'111,ez cinco. Eu garanto que este urtigo pelu menos terei dois leitors Os Professores ,Joúo Vieir~ o 1'11ulo Lombu. Para mim é quunto basta! Indicado O Estado» Comercio e Industria Santa Luzia (Coso· do llrroz) do Ulisses PInto de Almeida Suco. 3 tlldos -- Latarias etu geral M±quina de beneficio,de urrcz - compra e venda de cereais Bela Vista Maio Grosso Dr. José Ju1andir de Oliveira Cirurgião Der.Ust CHinica Geral Cirurgia e Odonto Pediatra Rua D,r, Arl Coellio de Ollvelro n'n Dr. GIL Marcos Saut Advogado Rua Ptlade Rebola 4..!B Dr. Pedro Guilherme Advoga o Jardim aon'.lo Aveuida Duque de Caxis, 591 i4te Grosso Dr Carlos Edy Sá de Mcd<:iros Advogado Boi Vjsla Mnfo Grc:;:;o Dr. Pedro Advogacia Palmiere em geral Rua 15 do Novembro. 170 - Fone 237 -- Belo Vfaln Dr. atlos Soleno ufez Médico Cirurgião Rua Coronel Comisno 620 - Belo Vlah MT. ! j ta Sela Vi:ii3 1 ----1 •. ~ : l i t Jo e• - """.'"" __;~..::__·11 .··,~~.--, .AI lado de la .hlunicipalidad B. Visfo- Parai::uny ';'" :a. 1 lo; 1 ) i 1 r 1 ; 1 ~ Dr. Fion Murano 1-IÉDICO Rua 15 de Novembro í5 a. lite liam iara ie Clinica Odontolog~-ca Atende-se dia e noite - atende até ás 22 horas C o lil I r a b :: 1 11 o d quirim1os progresso Agora em Bela Vista o Restamante que você esperava PIZZARIA lanches - Pizzas - Servlcos Alaezrte - Hlgfone - Bom Gosto - .Ambiente Refiu:ido ~~(sábados e domingos musicas ;iaragmins.) ~~ PIZZARIA AVIAÇÃO Rua General Soares <ln Rocha Bela Vista X .Mato Grosso surgiu ... de vocês, depende sua execu~ o. e precisa do seu Frigorlflco. «Mãos a Obr i, , 1 e! 'l'dhunn da Fronleirn Pagina 4 Bela Viesta 1l//9'9.- -- A voz de um parlamentar r , . . o. .e Dr. Pedro ]. Pa!mieri por ocasião de sua viajem Europa» Vlajem de estudos o pesquisa t i Uma Crônica filio e .. tJ,. • l Ili .1 uet Goctl,o tcrl3 d,to pela voz de seu per1onogem Fau,to, No comé co era o verbo ? Não I No co mdço, era ação ! E;sa íilorofia embora, ão posso ser a lingua gcm litcrul do pzrlamentar, repte scnta, modernamente; um princi pio que pehs contingcnclos do ,stado de dosptrlar da umo na ç4o, pata o progresso cm todos o: :ctotg de atividdzs, não po derá deixar d: impressionar o le gislativo municipal, do qual temos o honra de fozcr porte. J sc pzrdcu no tempo distan te a eólica legislativa. A retó rica vaza, scm mensagens de conteúdo prático c objetivo. Se remos na Cümara de Vereadores o ln1trum:nto d: ação,· pelo pro· grês0 ócio cccnómico da nossa •URBS• dentro das suu dimensões de pos;bllidades e ds precarieda de de :eus recursos humanos. Uma coisa é legislar pera uma nação e oul1a paro um Munlcl plo. Não ,.,;o pouca, a, f,u,taçócs do legi,ladcr 0o deparar com o prccoridodc de re· coros postos a sua disposição» paro ro,olvcr, o que cuidamos,., o mela principal de todo legis lador, revolucionar o cttado so clc·cconômico, possibilitando mc lhore1 dias ao homem falta de condições minims de sobrevivê ls. S±ri fácil ao legislado, te quc,ilor o atenç3o do Executivo. paro o ca,bekz•mento de uma tua ou pors o criação de um jer dlm, por, o nosso cidade. Con· tudo, :reio que leghlor, no con• leúdo da, otubuiçó« de um po• der quc parte dzsse pirâmide fe deakiva, que nos verte desde a União, Estado, e chega até nós Município; é obra mais va,ta do que simples chefes ou fiscais de obras de adorno e de eficácia. meramente volupluária, sem tra zcr nada de novo A, potcncioll • dad,s humono, de umo populac<io • O hom<m oco,tumodo a um baixo podrõo de vida social, aç uo o i.1 .at re mo 1 ç til e oc.· o, l ; 1 r, e lei ?ú 1 se e,« te, e· Fc ms 'l'ri•, - / ºª condicionsdo que se' encontra a uma alvldodt econômica, que nio lhe, obre ,outro, horizonte,, senio o de trabalhar como pdo ou co•· mo empreiteiro de outras ativida de, alint essa especialidade de exploração 0nlc• de uma região, ou •e conforma com o utado minguado de possibi'idades' ou abandona nu, pagos, para aven turar.se em outras reglôes, onde heja um merendo de emprtgo mols promissor. Em coasequEocla desae1 fe n6meaos, deteriora-se o con sumo de t6dos as infolollvoa privada~; refletindo necesaaria rnente no erário publico munt clpal, que pouoo ou quase na do tem o gravar, em matéria triJutàrlo, eavnslando os seu, cofres, lançando o• saus a'.lml nlstradorea no desespero o nu ma sempre crescente poaslblll, dade de molôgro, quanto a pra tlcobilfdade de seus plon01 de governo, por força da instabi lldad~ da receita, que torno as leia, orçamentàrlas, per;;aa qul xotescs e em nenhum val6r de prev!sno financeira. O Mualolpio que queira re. celta deverá estimular aa fon tes de produção, colocando a sua disposição uma polltlca de lomen lo, que até recentemen to êsse setor nüo Impressionava muito os Gôvernos muolclpala viciados que e•tevom por pa ternalismo oficiei de Governa dores. Quando no realidade o quo hoje devemos pedir é fl nnnclamento. ~paro que posaa mos.produzlr pelos nossos melo O setor erergêtico de Bela Vi to é bem uma prova da faltti clo do paternalismo do Gver ao Estadual. ao solução dl.U nlttva de nosaos problemu. Se houvessemos coaseguldo um finaach1mento para a coaauuol!o de uma Usina Hldroelélrlca qúan do essa possibilidade qua■e fõra posta em pré.Uca, hoje no eatarlomoe sangrados e!I! nossas llnançne muolcl pa1,, por um verdadeiro ce mitério de motoras, cujo cus to operaolooal até bem pou co ·acarretava um grande «deflclt» mensal a Prefeitura. No exerclclo de nosso mandato empre1toremos todo o nosso apoJo ao Executivo no sentido da. soluçllo doo problemas prioritários do Munlclplo em tudo quo re verta em beneficio do coleti vo eôbre o parUoular. Neue aepeoto solltorómcs as eegulnteeJ!provldenclae: 1° A CER/3: para que floollze os seue trabalhos Ini ol11dos e abandonados de for ma em que encontra acar rotondo problemas para oe moradoroa da Avenld Teo doro Sotlva e odjecênclea; 2• - A C:::BR/3; paro que mantenha em melhor estado de conservação o trecho do estrada Belu Viste-Jardim; 3• - Ao DERMAT para que mantenha em melhor ea. todo de oonservaçllo o trecho de estrada Bela Vlsta,Caracol ,4° - Ao Senhor Ministro das Comunicações: a implan tação do lnte-rurbano, llgando noa com Ponta Porll; -5•. - Ao Senhor Prefeito de Bela VLta: solllaremos o cumprimento de seu . plano viário, que já é do conheci mento publico, por ler sido publicado na Revista lntcgra- ço. - Ao finalizar queremos agra decer ao povo belavlstense a conllaoça em mim deposi tada, colocando-me á dispo sição de todos aqueles que qu,elram ajudar o 11eu llunl olplo, trazendo-me sugestõea que aoatarel com o máximo lntereue. . Multo agradeoJdo. Dr. Pedro J. Palmle.rl JÕANA D'ARC 1 1 Um estabelecimento d~ confiança l....:!, A que vende por menos e serve melher entregas rápidas «Nós acreditamos PI DIA LIBERDADE N 130 a domicilio·· em BONITO» • ••no MI. Eu trnho um nrnigu <le BeJem do Pnrà quo um dia mo' contou uma htstôrla de lascar o cuno. Contou que no Interior do Estudo um ca rnl mul'.o humilde fez umu plantação de meloocln e do cona noB luodos da 0000. A roca Já deles, entretanto tfcava muito longe do umn pequeno vllu, o, moamo por feso, de quando em quando era· otacada por índios que vlobnm roubnr canas e meleo elas, Quando os lodlos npn reolam o estrago era geral O pnu-de-arnra ciamava. po rem em dizer poro a mulher quo o estrago na plantação era !eito por aulo:.nls e que naquela zona onde mo.ovam n!lo tinha lodlos. A mulher olhava püra ele com olhoo arregalodoe e comentava: Zé, Deus castigo ... Tu lica nl dlzen do que aqui num tem lndlo ... Num tem oqul ó, o Zé Ucava desgraçado dn vldo com a in sistencia da mulher e as vezes eublo pelas parede&: •Mulé ohatn; que lnrllo que nodo; prá que lndlo qué cone? Tú já viu Jndlo come, cana mulfl• A esposa ficava nervoso e gritava., O pau-de.arara desgraçado Vamos mudar daqui, enU!o tú ounco visse lndlo comê cnoa? O Zé respondia. Aqul num !em lndio, muié, deixe de &ê besla. E num ndlanla gritar por que lodlo num come cano, quem come cano é vaca e outro! oohaa assim•. Era brl gn todos os dias. A mulher nlirmnvn que tinha lndlos nas redcndezas. O Zé alirmavn que não tinha. O foto é que e mu lher heuvere visto um lncllo pertinho da janela lá dela, e ele oté llnhr:. piscado um olho pora ela. Certo tarde O cual estava na co1lnba to• mando café rolo e comendo rapadura preta quando a mu lher viu um índio correndo dentro do canavial. Nllg ee conteve e grítou: ,Zé! ôla um lodlo lá, home de Deos,. O Zf jogou I rapadura no cb!!o e disse exasperado: cê muh de,greçada, ocê eaU vendo lndlo onde? On-Je?,. •Ola li não é um 16, Zé, é quotro. Quatro eu Já vi, vaí Já hom• de Deus; vai lá. O Zó multo cabreiro pegou um facão do cortar mato que estava atrai: de porto e saiu parecendo ge neral frsoces de Napoleão, E saiu resmungando: •Mulérlnba desgraçada tú te ficando ma luca, vou te mostrar de Utná vez por todu que aqui num tem lndlo. E lá se !oi o Zó. Nl!o daa:orou multo o mulher viu ums correria e uma grl· tarada dos diabo,. O Z6 cor rendo feito louco com uma porção de indios àrmodcs de ca,sete correndo atraz dele. Tlchn um lndlo baixinho que só acertava casaetada no p6 do ouvido do Zé, Quando a mulher viu aquele ::leseepero 1e apavorou. Correu também e fechou a porta deixando o ma rido do lado de fora. Os ln dlos se serviram. Deram um cassete baiana no Zé que o hemem quase morreu, Qun1o os Indica foram embora a mu lher abriu o poria e rrcolheu o marido que estava todo em pedaço, Então penalizada, per guntou,· cVlu, Zé? Aqui tam lndfo ou não tem?,. O lntellz gemeu balxlaha: «Tem• Trens. 0 Estado de, Mato Groi10 de Jozá Ltda. ~' Übzolinn - Lubrificantes - Derivados, .:_ gem, Borracharia·.~ dia e noite, troca de « Atendimento dia e noite.,, « Acompanhamos o progresso de Bonito> BONITO MATO GROSSO lava- e 45»a=«DE«HSaq 1 ~<D>fo São -l?úiz· de Luiz Jo5é de Souza (TININHO) . Fotos para Documentos _ Ca f Reorage:- Bsidos - p,,""go- s • 1 ,_ . noc 01 - <ver1ços artísticos e perfeito» • Anexo loja de armarinhos «O melh da praga» 1or preço I'una ds Fronteira (ij ~ DE AMOR AM[OH.. palavra mlca que enfeita nossa vida. AM;11 •. I o mnizn e únleo problema de todo r,er. Com arnor, ~ mol• ficll v)vor. l:irm urnor, ludo mu'1n do oõr. Vocé que cstA lendo 1·'.ite trLl.'ho, comprc,•nfferâ n c.:rnoçfio quo mo ul.loha no momoolo do pro• cur..r o 1notlo do lrunsmlllr nma man@ira plausivel, tudo áqu4lo que mo vem n'ítltllll a rchtH:llo do urnor. 0 mor d que voz fabure! lo), ser'wsim m termos gerala. Para tanto, tcrel que começar pelo unHH' mnh.·rno, o 111afa puro o verdadeiro utnor. Sabemos que para amur não é necessário que você ou 'qualquer ou(t De5504 )» álu. osos coraçes, acham em muito e»forço, o SC'f;t'O ~o tlc uin umor sc.m pur. As me, is pol as que formam os corações dos homens, edu cnndo bum o coraçfio do •ruo Jlllnho•. So cxlstlseem dczeooe ou até milhares de mies quo tivessem o condão de despertar no coraço,dos hiho11, um yrnndemor, já nio haveria no porvir guerras sangrentas,em lut·10 (rntrlcldu,, poupando usalm mull•• Júi;rlm•• e ho1·codo ,mols lcll• cidudo. E certo, que qundo o mor é minmudo ou nulo, nlo hd fel!cl dade, E Jlttrn,qno hllo nfio ocorrn ó nb:;olutumcnto necessário cato con• dlçlo: devemos nchnr mais tmpo para pen«strmos nfsso e procurare- 1110:1 o modo de enlnnr a umur mais o melhor, poro· tornor i gro.ndcs.os cotações de nos+os filhos, tlo grandes que bracem o mundo itelro êl nmnr rrth nu ,·oulndo o nfio na sen•lbllldnde.;Amor~oa lllbos não slgolticu uoc!-los com cuticius, mus tornt-los homens. Amar nlo quer dzer penas,no fazer ml aos outros, ó osto, utu sontlmento negativo. Anar significa estar atentos para nlo deixar e,cnp,r uurn oporluuldodu do lozcr u-n bem a. pessoas que do10:nocoe ltem. O ,mor co111 e,, molusculo, qtte cu acmpro digo, oslo sim: ... é qule que trz complicações par nossas almas. E,aquelo do.qual,de pcudo o n05Bo modo de viver, é como n selva quo alimcntll nosso ser Sem csto umor, dOIIIOH como plantas sem vida, que desfalece'a08 poucos, ó dor que dói tanto, o quo a gento não vé, parece um mistério, pola nem romódio pura ela existo. O umor é puclento, é benigno. Não é ambicioso o nem busca os eu próprios interesses. 'Tudo tolera. Tudo cr6. Tudo esporo., Tudo ofre, ó o mor que só acaba com a morte. O hlltOr é direto.menta lnstruldo por Deus, cm toda o clcncla; por Deus quo é o mo,mo nmor. Quando mul8 nodu restar do mundo criado, exlsllril' o amor, a unlcna bagagem que poderemos levar conosco pra eternidade. A lei do Amor o um grande patrimonlo da natureza. E a 'úclco forço I capaz de opor so o resistir o energla otomica. Embora em mntéria, nunca e possa pensar ter chegado no fim termino uqul n ton1ntlva louco do enviar aos queridos leitores a grando mcnBUf:!OJn do ;:,mor. mas prometo ul~o mais paro n próxima vcJ. Se al~um leitor dl,cordou de ulgumn coisa, oo !indar o leitura des ta mensapem, niüo levo a ml, pois são apenas fragmentos daqullo que "" ,·crdudo dcsuJurla transmitir. Se catlvor grilado. tlcsgrllu «cuc», Adslr Gauna do Du!dl Drogaria Brasil Variado estoque de medicamentos Pcrlumc:s finos • artigos para presentes ,;>fosso putrimouio é você, por isso, procuramos servi-lo cnda • vez melhor• Praça Coronel Camisão 27 GUlil'.LOPES on l.ll6UHn MnTD GROSSO as 30S$A4 NOVA BAR MELH on ATEHDIMENTO É o ponto d<! encontro das pessons dê bom gosto OFICINA (ª * CASA DO GAROTO ~ ConE(Mo: Televisores - Rádios - A parelhos ~ Co:nunlcações Técnico competente no Ramo Jardim ELETRONICA Mato Grosso HOMEM DE CONFINS Foi enoontrado'o cranlo ,do chamado Homem de Con!lns. A ossada foi dea:oberte sob uma camada de estolagmlle de uma prolundldede de 2 metros. O oranlo !az parte de coleção re preaentotlva de uma launo há 10. 000 anos ,xtlnta. O profesaor Anlbal Matos orqueologlele de renome en• controu, em Mines Gereis,' [óe Séis que são vestigio de /uma dvlllzaçil.o dcsapareclde bá m! lenlo,, como, por exemplo, o cranlo de um urso que se pre sume ler existido há 30. 000 anos. ô cranlo do homem de Confins,é o mel• antigo fossil sté então encontrado. Já obje to de referencias em pobllca oões especlallzadas dos Estados, Unlddos, da França e de Mé xico. Escreve o saudoso profes sor Leopoldo Machado.·• A Arqueologia tem encontrado o divulgado em nosu terra e em ponto, dlveraoa, traços pro nunciados de olvlllzaçõea otiqub 1lmes, 11nterlore11 aos povos con ald<rados oa mais antigos de todo o continente americano como os Malas. os Astecas, o; Qulchuu oa Faprelas Clenti, tu autorizados acreditam que o Rio São Fronclsco, há conte- nas de seculos, !ora um mar Interior, que se tornou medl terroneo quon:lo o América •e desprendeu da Alri;)a. A Geo logia ainda d•monstra que vul cões extintoe:s:io Jndlclos de terras velhl~slmae, e vulcões ativos revelem terra.• moça,. No Bresll;s6 há ynlcões exlln los. iSegundo conceito clentlfi· co, montunhas baixb.s são alo• tomas db terras anhgoB, dado o fenumeno ds erosão. En: re• laçlio cos tolos europeus, aslátl cos e elricanos, as nossa8 mon tanhas pouco representam. O mais Intercssonte ainda é QUe o Rio Araguaia; na linguagem lndfgena. significa Mar Verme• lho - Hora mar; Guará - ver melho. Alfredo Maury, cncon· trou na Amórica tradlçõeJ • rea peito do dilúvio. O nnturalista Johan de 811lnt Clnvlen encon trou nas selvas bra,Uelru·gru pos de raços que sllo dada• como fundadoras dos Império• do Peru, e do Mfxico. Encon• trou também, tribos que allmen tam a lenda de ter B familia sagrada vivido entre seus an cestrais•. - Diz-seque há mnls de um eéculo o Rio. é ligado a Ni terói pelo trá.flgo de barcas. Te ria começado eGle serviço em 1 821. com barcn •Bragançn• Coluna Feminina XX E bom saber que ... ... o ncré,clmo d~ afgumal golos de querozene n gn,ra para •&patos deu 10 conro maior brilho. ... Os apatos, os cintos e as ho(,u de verniz, aer!lo conser vados mnclos se da vez e quaa do1 pnssarmos nelu;um.:pano ligelremente untado de ozelte fino, ... OJ 1apalos de comurça clara ,. euja faollmu1te, mab também !ecllmcnte se limpam usando um pedaço de miolo de pão dormido. ... para tirar uma manche de gordura no u,oalho rnee• rndo deve-o molhá-la Imedia tamente com um copo d'agua --..a"±:.% Lécsas Ld. g 0 cera. ... pedednho de carvão colo cado dentro de um reclplcnt.! por alguns dias, tirará do mu. '-------------=-------------, mo todo cheiro dengrednvel. Adalr E. Buldl obras que a Lemat custeia: praças { do e:porto, obra.o sociais. A Lammt apliCJ. todo o dinheiro arroc.,dadi> . ,f na venda do bilhot03, no,;les ~,,.. '' citados. 1,10 quer á<Zür quo, o tou j drnhcrro nlo .. i desta Etada, Uma 1 co,$.1 ó corLl: com os bílhol~~ Lsnnt ..... i--2 grau cada blhto Lcmut tom1 10· frações e cu;la Cr$ 20,00 ;l toco elo. Vc,;õ podo fi::ar rico •; oznho Não divida to1 zcrta. Vai tem 1766 premio: p Banhar o ' mais o primeiro premio de -<;:·,;. CrS 20.000,00. E aind.l ,dosín;(a daç "Lanchonete NOSSO CANTINHO .. 1 o % Sn1gados cm geral - Bebidas Ponto de encontro da Sociedade J ardínense DIREÇÃO AGORA COM NOVA JARDIM .MATO GROSSO pâra dar às panelas 2 Iltros de gus, 1 tablete de 1ab:to •minerva•, urna co• lber d9 açUc8r, 1 colher da vinagre. Leve ao fogo 116 derreter tudo, o deixe ferver. Depois de fria, esto puta fica talhnds, podendo então ser u&eda com 6Umoe rcaultado,. Pasta brilho fXPfBlfNlf « IRIBUH4 DA FRDUEIBA> Fundador: lvaldo Pereira Diretora Proprietária Mara Estela V. Pereirs Redator-Ch,fe• lvaldo Prrcíro Drpartamrnto de Rrloçõu P,blleu Janes Velasauez CoL,bo,adoru: Adalr Gaüna Gttaldo P. Sobrinho Alie Pedra Nunes J.J. Ferreira Boato Hclrna loprs Rrdoç.io e- Admlnislt,çio Rua Barão de /vltlg,ço S[N Bola Vista C,$ 50,00 Aninetura mental • 5,00 Corrupondentu rm: Jardim, P. Murllnho, Bonito,iGui• Lopu da Laguna, Sidrlindia. O Jornal· nio sr rupon,abili u p<lc1 conceitos emitido■em colunas assinadas. e;te Este Jornal é computo e impre1s0 nas Oficinas de uCorrelo do Sudoeste» A qu i d a u a 11 :a llt. EE DIA BELl· li· ·ADES ANO I BeJ.o.: Vlsta, 1-7-02-73 Jarttntn i. [as881,%311-u 3 tosse pó ns ele/çoes it lj io ovcrvro, o Povo e por ,111.1 c,ul<l Vurcalor t!I? )'t" ., u n< v<lr: --~-l'!Ü', ho ra em qu J rs < plnlõ• s •• , divtuem enri n#ah! t .A' [e:t 4. 9z. Paz r0. • que [0pi u traqut'- - tu!e tueo F3+ri o pro,'e' .. •. s•.1, ::;,·. Crul•~o i!a Gllv.,, Pr•- . ,,•,lu , :ull'.ct,iu', comp1111hoi ra ·dn Carro, pusas4lo uao uo ropate; o nmaohll de pu111:c do hoje, mGU 11',J', é n1,].,h111rr 1,m tof'.on os senti- •••• do:; par11 quo Jllr,li111 <Jncotllre . :,, u lUf(.:: li·> co;:llJXlO cio de- +eaw!!nento. Do o Pre. ~itl n'.c '.l'i("·ici: •Nã·J vlru pu r dividir, via pura mar' MHllHl' i.Eü•::, 1 •mur eerui·ço» ic·sita:nos tn Filcroira e es ,d ;a/o:a diicu!ô ±?e. pu s1,J.1s ,El.t:, r.1 cruz; perúou ,., .:muu,. Nó3 ln~!lul!i cnrss sres bur nos, ir/per li'», grau:nus rugou+ no cera4/, d vemos ta.bsn etdor nossos Inimigos e Incutir u• n,eutc o Gentlmcn- lu Jo uhi.i.u. J,iT11lnt-rP",: u YuZ úu ooue dcncta r, t I clln de aous ulOB lii,1pcmo' 1rnou nlmun, peneem COl:J lc, r,1,,Jum ll0 ncgutVIH• mo onr;;:ranua u v[dE com uu1 ~ rail' .10 nolJro que tem tll' •101· r:un,µr!tlu. Povo de n,inll,, l~rr,1. U onto rio rololrn :pnll·r cl~adfi.os do Brasll gi,suntt-, Jur<linenses, a bom e ie união, de pZ, unmu nos em prol du motu que uori pr Jj)ot·cionllrft o deson vnl lmunto: JAHDIM D1NA i•1lCA, nílu IJ!18tam worillcae, in<llquerci , oluçõoe, ajudem :iju•J.nrlv, uju~am 11 si mesmo. F6 ~n--D-•Ud, oonlian9a nos destinos de Jardim, !é no Hum~!:!. e . . . u lmcnsld!lo t.!a {91•cfu que nos locu, 1oz me fitar, . C:,du Puvo tem o -0o, vrno quu wereoo, cada Cl- 1!udc tem o Ll<!cr quo precl e ,o t s de slgnos indica l"i..ir. o Sr. Er.:lllo pnrn pre!el tJ. Gt.!VCt!lOS ojudú-lu. por que o Homem uúo é senno, o FI iho e Deus, e uuxllinr nn Coool!tulçúo do Nõvo Mundo; Vcrc:idor Anlsl'.l Do Albuquerque - ~ L. ViTsiu ELA VISTA Conaeçam a Famo:m. Praia do -Apa as itda •. •.. • : " N.o 47 JARDIM: ettimulo ao Progresso O u1 po do pecnaristas, alu,dos ;,u sul..i·gerente do Bnuco Português, agenoin do Jnrcl1111, m11n1tveram umn ronuíão informal nn casa do pecuari~ln Anisio Albuqucr• qnt•. Ne~tn 'ronnifw foram estndadas formulas que be ne[:ci11:iuru Jnrdiru o toda . ;1 regi:ío O ::lr. Ànisio Albuqnor qu e, o nufitrii10 eleito ve reador, pecuarista c. defen sor I~rronllo dns aspirações jnrdinenses afirmou à reportagem: O problema do Jardim é UNIÃO, os comerciantes, Pecuarblus devem unir suns IJrças em be:.1e!lcio da Co• letividndo lej?lslramos :nn Reu nião a presença dos cirs: Laucidio Lu0aeir (pecnntls ln) Jo~ó Antonio Gonçnlves (snb gerente do Banco Por tugues) o Adão dos Santos Aibuqucrqne (pecuari11ta) Jse ilias tito l!'oi nomeado Oficial de Gnbinoto do Exmo. Sr. Se· crolilrio do interior e J ustl ça do Estado, o nosso bem qulsLo amigo José Afonso riuo durante nnos foi Geren te do Banco da Luvourn de Minas· Gemis e em Cuiatá posteriormente - serviu no Bum:o Financial de Campo Grnnde. Filho de Bela Vis ta, apraz-.nos inserir cm nos :m coluna essa distinção do Govêm:> do Estãdo ao nos so ilustre coestadoano. O Sr. Prefeito recebeu d Secretória do Ai::rlculturo dr• Mato Grosso, um bem orgoni zodo Boletim Informativo co bre o Loborot6rlo de Sclos de Cu!abà. f; mol~ um lnce1:tivo tlo Govêr.no Jo5é Frogelll aos ugri cultoros facilitando-lhes o exn me de e~los, o sou correçCio ~ colegtm poro uma bôs pr~du cno. Os eenhores ogrlcultorOB que loteresSBrem (devem lole resser) procurem maiores de talh,s e loformoçõcs na Secre taria do Pre!eilurn Munlclpol. U:no oportunldnde paro mell.Jor produzir; colheita moh r•ndoso, XX O Sr. Prefeito Clõvls Mnr collno de Oliveira está trab&• lhaodo. E@!á publlc~da o concor rê nela público paro os profis slonels que interessem oa cons trução de (3) Escolas Rursla no munlclplo. O~ dados dos construções e e1pedlic•ções, oa Secretario de O!>ros da Pre!cltoro. feli citemo-lo Sr. Preldto, vomo6 ocobor com o analfabetismo. AVENIDA PARAGUAY, o margem do Rio Apá Exteneo e beHsalmo µro i•lu esU!. exposlo no Prtlelturo õdunk!pal sobre o urbunlzação orborlzsçno e ejer<!lnegcm du Aveoldu Porsgu&y Os morgene do mejestoso Hlo Apo, ali mes mo onde •s nossos s,re!on vt1o no• deslumbrar na• lordes de calor o[erccendo uma vi se.o do belo e morovllhoso de tudo que este lerro tem. A?sim é bom Sr. Prefeito Flõres e mulheres boo it!ls, encemos da vida- Oh. LOJA DE ARMARINHOS D,re.;ãu de Dcolioda Amarilha Roupus Ielta5-Clnios - Anuguas - Blklnls Pt>t!umes e umu Infinidade de artigos •serv!mos:o cliente dentro dtt Norma: Educoçilo • e preço dom". , Rua Rio Grande do Norte - 586 Sidrolândia hl'r Clube esportivo Belavi stense N,m o,m •c•bou a bõa im· Prtuõo dtlxoda •o no•so publi• co prla noticia do mtlhoram,nlo qu, o B.lovi,trnsc • acabou de receber ~ j.6 o nono •migo Prcsl- d,nt, Ull11cs Alm,id., numa «u· loria inescedivel toma mtdidu definitivas pora o aron.io de um Carnaval maravilhosa. Va: u, um• ío/;11 candisrnk com a nossa jovtntud,. Alem diua, cstà plancianda paro Mor· ço r«ccnslruçio d-1 arquib.1mc:1d, de B•squctc!quc o:trmporal And sador do com.eço do ano fez ruir. Vamo1 1 hso ê bom e u :a· cadinhu eatio'frcmentcs por ch~ gsrrm nsu dias de folio. Bra ilia o overtr fedeta! deverá aprovar uueuto de l por cento ,lo ft.i1cion:,'.i. I.Ll•) 1n1Ll.ct CUllJ I ig~ncir. .: ;1 ... , lir 0 arço próxino, e{guudo ifornaço oficiais. Ex!1- t.:,ltJtu a rne~mn fontu ,j u , lava ileia!sete um. pn:ví.ã » pais tudo dv - 1;,io1fo 111nl w,u ;rnk o ;.1.ún cio leilo pt:lt> Pn~idun(,, Li, Repúbl11.;a d<.: t,1 ... utcr .i iu[1;; ção em 12 por cento, e te ano, a clev,·ç;io :le 1 :i 1,0: cento permitirá HO fllnci,JII,,• lísmo federal um «auLo re:tl do :J por c~nto ". ohtl 1 i;;1l:irio.:i do :ino anle:tior, mstgei eonlderda 1zoe- vel pios tzcicos do goret- ] no. Segundo eles, u cal pane pela manutenção de 12 per cento 11a e:fon.,;:.o tlc.s JJ!"LÇO~ de loúos º" b~ tores teria de quzlque fez- ma de tcpercut!r cobre }) novo, aumento.; ~:,bu,.j:; •• .. n;vel federul. Ispera-s 454e uiveis se.nelhntes sejam aprovados para os funcc nários plico stdunf. t'/1;. to Grosso Tera Sir,ósíc de ; l'.trl çé.o A imna a Campo Gren:Je - de 22 a 2-1 tlu corrente será rc:i.Uz.c! l neEta clduàe o 1° Sirnpó.i;r e:? Nutrlç:i□Animúl, sob o p:.· trccimo d:i Secret.:b e~ Acr:• cultura ac llUlO Gros,o, (Jc entidades 1~ pi:cutubtas de=:c Estado e do A,scclaç~o Bro!1• !tira dos Criadores :ie idor,. A cerl rnonio dr in,t..:kç;;u •=· 1 rá pre,ldida pelo govcrnldC: r· JgSÓ FwgeU,, inlcion:Jo-~c á, 9horas do dia 22, nu Hold Campo Grande Con,t~m do progcomn os segllinteJ co:>fc rencit,s: Dia 22 - Aproveil,1• menlo do ccrrndo ;,~rc ps.it!.• gn6 e sus zdub:ç"c, to r. { Lula Morli05 de FtL;tr.,, •fc• 1" no e peletlzaç!lo de een:•:ite; ( de leguminosas» dcS:. Susto Lunordelli, e .'M1:lh:>r!ltnent~ l de leguminoscs, do Sr. Af- i so Simões Cor~eu. D!o !!:J - ~Pesquise.,, ogro,lolcgkn;; nu Paotonab ào Sr Joequ!m Ccto· pos, Doe;as fieicz do , Sr. Walter Nsz:.rio, •Cai:;::or• 1 ciação de grapines e legumri- } nos25, do Sr. Francisco Cio- • tro Franco. Dia 2-1 - ,M.,nej_o / de pastent!n, pelo mct~::!o Vc:-, •in•, do Sr. Nilo Rc:n~n. 1· •Aplicação do metocio Voi,i" de pstugens>, do Sr. Jess Caries Assunção fl.u1y, ~cor:• ceito de ranejo intervivs e pastagens do S:. Geraldo Le- ma da Rocha. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº046_10_02_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº048_24_02_1973 Voltar para a lista de itens