TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº046_10_02_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº046_10_02_1973Número da edição46Data de publicação10 de fevereiro de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.118721619281263 , -56.52270668964961 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº046_10_02_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ), #gmrmp; sgga9 pg p €° is%iE.li#t ü lt# %, filllM, mna 1 ae te aiiales. oi leite é a ais s» smuito, iwos: [leranus te alo o isolo e iltil ih#itse. «Líbercfode com . espoíls@bfüdad » !· PD.LnVflflS PHOllüilC!nílllS PHG SB. nmm LUIZ Pf IEIIA, SESSfiO SOUl!E Of POSSE OOi PREFEITO E V!CE-PílEFEIIO DE SlúílOlfirmm •Ao turmionr meu me.n dato de Prefeito não posso, deixar de dirllr minha pu!il vru õquolt s quo ,.,ru LIH!l coo fli1rnu1, lluudo-wo ,1 vltorw clclturul o que pt!rr.iit_!u qu1•, Destes Ire ator, p:d sse dr multo de mlobus ,.<[1 li~ud<J, em levor Jo mtrnlc1p:o, únlot, munelra qul! vnho Cio ugm- (_ doeer essa confia çe. Eu :,oho qu,• liz oqus pudo deixo o cargo con trunqulllda de, culaente volto dedi cr-me Htelrano te uo meus fazeres particulares e à 11- 11h·, familia porque o curgo de 1>n·felto permiliu-'ll' rozer. eu fiz. O vereadores, 03 neUs uuxíllures. silo Uh lllSlClliUllh!lr.. tio qut111to me oslarc..:I puru úar minh,1 coolu de rec:.<Jo. Dolxo ulg:in;m; d,vlda, Pllrú o llllU GU!J~tlluto pugur; m.is l!!mbêm 1elxo algum dl- 11belro puru elt reueller' e multo muls que isso, _lodo6 es lflo 'UIHlo u encrglu eletrlcu, us mqinus, us v±atures, que enriquL•cernm o putnmonlu du prtilelture, que mo dcroru condições do fazer muito ser vlço o quo cooliuuorao tra bulhando sob a udministração !lo amigo Jo:lo Lemes. Elo vai nzhur . umn prc tciluru o;:guulzudo, por quo pura i6So ccutrutamus Ulllf) Iirma especializada; elo v6l euc,,utrur servidores o íuu c:unárlos treiuadoo noe dlíe rl!otes Jetores u•lwlolslratlvo~ purqu e <luront:i mlolrn i:eeta 0 eles treine:rum o auflclente e cu corr, o ri~co desse trol u '.e:.to. Nl.o lovu t:ugu« do in gum, e e deixet algum a:nt :~-•- ou ulô um • morador .do muic,pato nlo satlsfito 0ot go, p1.1ço t}Uc:? ruo perdoem, orquo no exerclelo do cirzo :/uitas vezes o os obriga 1os a cnuts:ir o coraçãu nmt- 1.uull, o :,glr ele ,:cordu coni a lei; cs;:oro que o meu sub, ttfuto no tenha mnuits dessas contrgrie:ledes. ,o dcscj 1r co sr- ,Jcüo LlmCS [cllc1dt1clet1 no bllU rnun,1u10. ponho-me tí eun lu- 1cir,, disposlç!lo, porn dor u m!nhu p,,rle dtl csopornçlo n..1 urn dlvl<ludc ndmlnlatrnti v, ois me considero um dos responcvols pela sua vi tori:.i cloltornl, Aos ·aious • !uoclooárlos que to também teus umlgv, op1'?oento rnlohns despedidas 0,..,,,occenrlo a muito colobo r~ çllo que me derum, judun- 1:o .li .cuwprir meu dever pelo compromisso$ atsumido com os que roe ele;:;ersm. Faço tsm!Jóm um pedido quu li partir do._poaGo do Jolio Lemen .ião bllJII mo!s Polltlca quo utvlde, mos o Polltloo quo on~ todos, autoridades o o'povu, em favor do progres Stl ele Siodrohlodla. Multo o- 1>:igado• Sugerimos ao Presidente_ do Cl~be do Laço de Bela. Vistci, à enviar com an tececíêncía, as programações daquela entidade pal'a serem publicadas, -sendo assim até c,s apreciadores desse esporte de outros municipios viriam prestigia-los Ventla seu Prnúulo únuncianào neste ór~ão Nota Dez ---- (,. - . O Sr. Rooulfo P,-rcir,1 d1 Si!v.,; Prefc!ito eleito do Guin Lopes da Laguna, que só aceitou receber a Prefeitura Municipal, pós a vluda de um Técnico Con làbil de C:impo Grande>, p.,:·~ efetuar o. devido levanta mento. «Dura Lex, Sod Lex» & & a, & & Nota_= Zero Ao St!rviço de Rel:i.çõ~s Públicas du Citmnra Mu nicipal de Bela Vista, que por ocasião da posse c!os no vos vereadores, não euvlou cou vite ou c!rculnr, à Re• dação do Jornal Tribuna dn Fronteiru. E.... depois dizem, os nobres Vereadores que a Jornal niío dá o devido apJio à Edilidade. Êstradã de Caieira Todas ~s máquinas da ente! p&ru solidificação des Prefeitura estiio sendo em- sa vilnl estrado que serve preg:1das na melhoria da es· um:i rlas ruuís importantes trada dn Caieira íPiripucú), industria do municipio .. numa investida. contra os Esse tabalho já está "$}7,7;° Pp!g; h revisto o ri«eito m.as cop osns e uvns, 11- de obras para o exercicio clusive alargando os aterros j 197 3 que também ,erão mais ele-: e ' • v11dos, constrn~ões de Pon- Dessa manuelrs o sr. tilhlies, novos boeiroe ele P1efoito v~i fazendo nqui-: concreto e tnnls obras de lo qne p r o m e t e u. Clu~e f soorlivo Oelavistense Eelll de parabene o l3e Ju vteteose molhorand<J sem pre. ngor1; oom II aquisição de umu e xcelente oamora !rlgorlflon paro diversos tina ,, mal1! mesas e oadelrna de !ór□lco. Aepeoto mal, oi:radavol à viGta e 1.10 conforto. o esforço é do sr Pro oldente Pinto do Almolda, quo e desviar da soa ati vidade l!Omcrolol, emprega suu uteaçüo ao querido club quo deseja eleva-lo a uma on tegorla wel11or que muitos do Est•Jdo. faeo, Sr. Presidente. toca r,ro !reate locrementon do o:,'.que é nosso, que a ooa ~Ino é crlnr e progrn,Hr. PREFEITO CLOVIS M. DE 8LI- - VEIRU ESTA TRABALH4HDO Com o llm de lacllilar pequenos lovradores de Nun ca-te-vi o senhor Prefeito acompa~hado doo angenhelros do Projeto Rondon visitaram ctlversas chácsraa nao cerca nia.; da cldade e extralrsm bocados de terra que serio enviados para exame de acl. dez pelo Engenheiro Agrono. mu AHredo Sta!lge do 1.1'.E.A - c.S. da Universidade Fede m! do R. de Janeiro, kllometr 0 47, na Guanabara. Do resultado do exam e "'mpregará lertlllzsnte opr o prlado numa ajuda necessàr la a esses briwos·trabalhadora E Teremos. assim. em breve um cinturão verde nesta cl cnde. aRBORIZncão DA CIDADE A Prof•itura está provlden cl•ndo o plantio dll arvores oroarnentais DKS ruas do cidade. étimo medl:la. Cidsde quen te como . esln, quanda chega o colar, o sombradnha amli:a de umo fresco ramai:em faz bem e é reoan!ertanle quando o ao1 cau&tlcanle aporta OJ traoscua tes de nos;as ruas aem nenhum r.btJno que os protejam. Eia medida é tamibem hlzie nica porque as arvores pudfi cam o ar que rdplramos. 1 : 1 1 1 r : l 1 j , '.I 1 ,1 1 ,: i' 1 ) CDNC[CIONARIO CHf Vff íllIT Vindo até nossR. loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 e as ca. mionete.s C10 que são capazes de fazer qualquer loucura. pelo seu dono R~cebomos seu carro usnt!o como sinal • Visita DO! sem compromisso SOCIEDADE AUTO PASTORl.L btdn.; agora ,ob a dlrc,ção de Or,tldo F'ores Nogueir RUA MARECHAL M,L"2T. 325 - li'ONE lt'-43 AQUlDAUANA - YÁ'l'O GROiSO - T!d» moi ra Boi Vista 10/2/97 ~----------· E8TUDANTES e PROFESSORES exigem a criação da «Blb1ioL3c<:. l'úb1~{;tt» «Um pui5 "~ forja com homens e hvrn:.,, (Lolrnto) --·-··- ·······-··-········--··· ············-·---·····~----··-·········-·-----·- • •••••••••••• ••••••••••• li: ... aqui cslamoci novamente, paru comuulcar-lheti alguwa.~ tran,;a8 de nossa Sociedade .I'. Circuhll!o pela Rninha do Ap:i a linda J uçara, ncompanhadn ue sous Pais e IrmfloS. $ Foi uru SU a briucadeiro dns Criançns, no domingo 110 GPR. Em futuros próxlmos Ifola Vista terá otimos ballarinos! I 1 §&§ Vocês notaram que 1 N1c11. ~nda toda eufórica, so por C 110 , nlgt.~m > là do Sul está de volta •••••• sS ' O Ed,,ulrlo Snlomão ficou mnie ouchuto coro sua nova wao(•!rn do peuteur os Cabelo, fiu ... (iu •••• ~ .r. & É legul vermos como são dinümicos os jovens com~ ponentes do P r o j e t o- R o o d o u. Parabens. ~ te ~ Algucm andn na m:iior <paquern> com n charmosa O t i : i n ..... & ~ & Andam desaparecidos de nosso meio r. turrua de iove11:1 do P u r a g u ll y. Quo aconteceu? & ~ & b'icou jóin. Bon idél,1. Anexo ao Boss Nova Bar, UIUI LA N C J-1 O N E TE, era o que faltava &§& É ... as férius e~lão acab ,ndo, muib gento que vae • o outrJti que voltam, mesmo assl os jovens Bclnvisten ~es iuíciam st'll periodJ Escol.ar com aquela vonl11de d13 aprender c,1du vez mais!!! Otimo. &§& •rr1,11scol1'(1u dia 3 pp. o auí 1'crsàrio da ra. Per- ciliana Pinheiro Mni<cnrenhas, esposa de uosso nmigo Sr. Ah•uro, :llasc:1renhas. Felicidudc8. %retestaste#eperene#ge#a#ERRA±ERRAR9g é , fil1 Novo Biir e :Hotel do TIÃO E ~ 00 ~ AmlJJcntc fomiliar· Higiene- Dormitócios ! fili atcndimcnlo pelo proprietário ~ ± ~~ ((Sua casa em SlDROLANDIA» i Avenida Noroeste - 454 S!drolandia-MT ~ fill ~ SÉ#E#geeIKEKKEEsse#SR#K#ERERKSK ME&A E Organiza;ão lr áos Jaques Matadouro .Rio Formoso CASA DE CARNES POS'rO SHEL Em Mdlbourne, na Aus trália, s no punidos moral mente as pessous cujo nnê olmcnto tenha oustodo a vi da de su11 genitoru, N11s oerlidõee do Registro Civil é !elita a ~eguh.te anota9iio. •O nasolmonto ouatou 11 vida da própri'.l roii.e,. XX Ne.s lndiue ürlentols Ho laodeoa6, a noiva e narcoti zada por um membro do sua familia e levada, sobro COLUNA -----FEMININA PH.03 SílPnrns 5f Gü'!Ht- pg gg p@@n12 ui.ili ô f:o2l'à Shoo c;;ro bu,::i,u, I:: !tu±çta lei4 r c_o!veu e. tuc.:tJr I ll'atm.:wntc os 6:1p.i L~~ IIJ!obl!UlilcOli, c;e,ccbrl□dú que eles ev'am a peruns hudad do dono. A pesquisa é tio m,Jiur int 1 ~s:•. ~ C0~10 EL!!S 8, - An- l,s de w .. b 11sdé1, 6 :;rcclEo situar se ge;zaficamenle pa r.i 1mt• nd,r 11 linguagem c!cs sap':ltc,. O amçncano, por exemplo. tem os s,.paloB rna!s !impus do ruundo, o que ig- nlilcu quo e,tó. querenao ugrud,,r. O rr,,noêi: é rn11!0 loctlvldu:1li1,t.i, me.la liberto o ce5pocup4;o Quatro tipo!: O domC:o (J bem zeloso d perio!ço o tém sempre em cuc:i :ot.o o u:uterlnl ne César;» pura cuidar is sa ;:.;;:_o . i·n!re o·; llrlc:1:,_r.s é con;: rad .J lu_ nlt, eh 6 er á 1 1 :iu;·; d, mul110 • orn.:dn com oJ s::p,l !; 6Ujv?. Por Js,o·- 1 , els uai.a te là descalços 1 cOi.J o ,:.ipto.; no ct·,bro. !.. O.n;is é css único: j ] Pi·sué» ng ti!aso se ctc: k, 1 Lv ... ]. ião chegam ±. 5g l cu q:e egzaxai sra±d I l i lil,nlli,11~nte e ..iss!rn m·oi;mo PO IO:vC3 pro!iin:!3 fJnal,:::cnlc, 0 br~sllciro. d pequia do ioe cre bu- l r.:.t; ;!iz CJ•Je el:! é CUidadc- Avenidu Noroeste, 701 _ ~ 0 e.-,.., º" t ::.pn 03, go •t;:. de- '..... "". lesas9, iz.s», e !rata f%hj te hImi] geme.so opere»;suco@. l, U Ut, lo,o i-c·,·cla sn:mentas 'ro. -Motorista que dorne no a:tis, c:s de aura- volante, :icorda no céu. u_: a~ ri.:: h •. e . º -Rico czbeludo é <P',:. V0z é"' ,lulh:ar frentex,; pobre cabeludo é S" e ,e, .udo q.:e pelo ,relaxado>. 6.pato :e com±ec o homem ele temé pcde revelar --.J personli_de da mulher. dsit, garvss qu: gota de snór descalça é um mouco ui/cil.a. A mça nórel- cate Jve o @espreocupuds ,- i e r o c:s 8 a n ~~:·:·º d: si.lia llo.'.:s:o. que "3a/ mestra o pei:o do pé. Mas s mulher qs dora sepaís :fitados, tome culL~uo com eJa {lolc é !alsa e ~mb1ciusa ... Servi:· parn crescer BOIHTO M. I. TRADIÇÕES ESTRANHAS uma co.delro, pala caGa dt1- rante tres dlas aute3 elo e:_. samento. XX Na Chln•1 é co!ume raa n sepultura ao de funto o nome do médfcc ou~ o tratou • XX Na Cbioa, bú século.·, é delicadeza tirar os ócu!as para cumprimentar cs smlgcs Adair Gauna rle Bnldí' • Cerveja (Antnrtica GuarnnàCocu Colu Fanta Katira Agua Lindóia Mini-Chopp. "Vedemos bnrato pura -1lull.ier de rico é •esposa, mulhc:r d~ pobre é •muié,. -Rico de bermudu està u:i. moda, pobre àe bermnna .; escandulo. -Namoro de rico é na<íon tê>" nu!.!}oro de pobre é em bãixo da ponte. -Casamento de rico (i oulace, c:isumento de podt·& é cemendur os trapo;;,. -Pobre sem trabalho é vu- gnbundo; rico sem trabalho ó <play boy>. --------------= ......;......;:__.....:. _ Um estabelecimento de confiança - A que yende po!' menos e serve melhor entregas rápidas a domicilio «Nós acreditamoi:, em BONITO» rnncu Dü llBERDADE liº 130 B mmo MI. -------------=--------------- vender sempre> -Pobre só vai p'ra frente quando a ;:iolici11 vai ut1:..s· -Rico que roub:i é <ustulo pobre qus rouba é maludo -Cncn de rico ó <leito•; cama de pobre é < tnrimb.: > -Carinho de rico é beijos; carinho de pobre éudentacfo, -Rico :ionh3; pobre teDl pesadelo r l _) C9l B·. IEM COM iJ ê-. n E y V Sf ~ E SE. PAGUE EM DIA SU S ME ,. Tribunn dn Fro11(olrn e • • que Fazes jc w Mato Gtrosso t) Fzer Jornal no interior !Jom sallomue 'quo o lurelu lngcnlo 1, sucrlllcudu, nu ,iihioriu tlus vezes, vlllmu du tncumprecnçllo e da lgnurilo• eu do meio em que utua. Enuuonto nos grandes centros Rio, Silo Paulo eto. - os jornula formnm imensos oom pi+xos, verdadeiras Indutris de Comunicçno, em Mato Oroaso só exl,le Jornalismo dovlfo o amor à Inprenua!dos nhnugudos jornullstns ooesta. duanoa, olusse Inbcrlosu que em meio n tuntu !alia de re curso, nlodu consegue eeore ver, e com talento, diga Ne de passagem. lluftos órgllos s6 lunclonurn;e ciroulum normal mento porque o horóico Jor nulista,"feito homem dos «T lnRlrumontos•, nu base da lm provlsupo, redige, Imprime e sul upregoundo o resultado do seu lulmr. o Jornal. Indis pensável elo de integração 1,•vanJu o noticio e propagun du 11 cullura. A fnlta do meios financei ros o um problemn cruciante e esperamos venhu Hor solu cionado com o curo do de senvolvimento quu rcvlgorn e dá vida nOVll a todos ºª setores do Eetndo. Com o In or~roento da Industria e rio comercio, n propugandu será umu lente do rendo, que ute aqui tem sitio quu"e nulo não cobrindo os custos do pupel polo eopuço ocupado. Por tudo quo vem fazen do pelo ongrnndeolmenlo do Estado, lutando contra as mentalldaclts tucaahns e en Irontt1ndo opressões <los que colocam o Interesse pnrtluu Jar uclmu do coletivo, a Im prenen mutogroeseuse meroce o apolo dos quo realmente al mejum um Molo Grosso digno de um Broall grande. Floa, do maior co menor joruol do Eetudo, o preito de grutldllo o os votos de um futuro que loQli jús á llbro dos homens quo neles mllltam. Trunscrllo de O Rotolro Orgilo du AME que tem como !::>lrettrr do Imprensn o Jovem Mnrlo Marques de Almeida, _ ___ .............., ! de Pedro ·.Mnlngol l CLIENTE AMIGO Não se esqueça <le que o sucesso <lv hlé<li- l ! co e a cura do doente dependem <ln conciên- ciu do Fnrmacêulico. l ;~!:i!n ll~o:~~!i~ff~fi=~6 i Sidrclamlla M. Grosso o sacos e. oi o-te GEIIA IACOAL O Preço da Carne ijt 1MI0% ido o i« los ta la As diversae providências udo tr.daR no~ últimos dine, pu ru conter a ondr, altista no setor de allment11ç!lo, dellnem a llrme doolsllo governamen tul do nllo permitir aumentos dc;controlndns dos preço, de nrllgos esnenclnls tl. dlotu da populaçllo. Sem cmhurgo do se11lldo em!ueotemente cons trutivo. que hoje, us reloções entre o poder público e as forças de produçllo, o gover . no mo,trou. ntruvés <1110 de termlções do Conselho lIone- fárlo Naclonul e do Conselho Intermlnisteriulde preços, que não abro mllo do seu dever de fscullzur, e uté mesmo de punir, procedimento que ge rem soc1 lticíos ao povo. Nu mu ecomomla ullerta e demo• orlíliou o lucro ó reoonhe cldarue'nte_ o grande !ntor de motlvaçi.lo ~mpresarlol. Ma~ x.llo ó a molivn vnçilo '.mice. pois toda empre sa deve kmbém ter u:n sen t'ldo:de re:;ponsubllltludeaoolal que u [ustifique E foi o senti da soclol que prevaleceu na declzüo do Conselho Monetá rio; dr suspender temporarla mente s exportuções de car ne, O uumentn do consumo muuafnl ·ao produto estava úeterminundo umu elevação de preços, terdenei que be nefteiou os nsucs produtores coa rias substanclus, ultl mnutente. !us constituiria Iniquidade sumeicr o consu- ·or brsllciro uo Lesmo Jogo dos !orças de mercado Imposto no consumidor dos paises mala desenvolvido€: A começar pela dilerençu uceo tundu de poder aquisitivo en tre um o outro. Nilo ae pode dor trotamento Igual a situ aço desiguais. Ao suspender na exportuções e adotar ou trus medidas destinadas a repor o proço :ln carne em nlvcls mais acesslv~Is a bol sa do povo, o governo usou os lostrumeatJo ao seu a!cun- • ce pura mostrar os cominhos do lucro nllo silo apenas os de elevaçl!o de preços. O melhor uproveltamento das lotulacões e o aumento·de es cala da produç!lo, reduzindo custos lfxos, levam mula se guramente l'l Iucrutlvidade do que a simplea deoisll.o de aumentur preços. Foi est11 tnmbsm n mensagem que o Ministro du Fnzenda transmi tiu aos industriuls do setor do ullmentnção, ao recebê. os em eI gabinete. Conci tou-e e u relstir uos aumen tos do preços das matórlas primas. porque nl!o baverli daqui por diante. !aollidades, pura tranlerir este auen tos aos consumidores. O go verno eslA empenhado numa oleasivu tolo! oontrn o resl duo lnflooJonário, o Isto com preende, também, combuter a mentalldatle orludu pela in Uuçllo !le aceitar tranquila mente os uumenlos sem rn zürs plan;;ivea. A <qulpe do P,ojeto Ron• don KI, destacada para Gula Lo pcs da Laguna, vem desenvolven do um Trobalho d, . pho- Seja servindo os necessitados de Me dicamenlo al efetuando Palestres o grupo está allcercando um con ceito de P,ogresso. Emviamos cs nos.os valos de fdix Trabalho, e e:pramos que as árvores que : tão sendo plantadas dtem bon• Ílutos.' o Lagunen,e empreende• dor e atuante, Senhor Redator-Chefa Sendo leitor axsiduo desse fabuloso Jornal T,lbuna da F,on• tira, parabenizo pelos maraviiho sos artigos nêle contido Gostaria de saber porque ndo sai mais as crônicas •Aque le Ab,aço• assinado pelo seu dônimo •Pé de Chinelo> Sendo sô para o momento, desejo-lhes auspiciosos prog,essos Um Leitor Prezado Leitor: Ae cronicas «Aquele Abra ç0° que levavam,o seu dónimo Pi de chinelo eram feitos pelo Dr, Ely de Araújo Barbosa. e o mesmo deixou de pertencer ao quadro de colaborado,es devido ao; inúmeros 4faz,rzs que sua profissõo exige. Espcrondo satisÍozc·lo, agra d,ce:mos os elogios e ao mtsmo tempo colocomo-nos a !tu lntc:i ro dispor. EXPf OIENTE «IRIBUIA UI FRIEIRA» Di,etoro-PropridórJa Malia Estela V. Pereira Redator-Chefe· Ivoldo Pereira Departamento de Relações Públicas Jones Yclasquez Colaborado,es: Adair Gailno Geraldo P. Sobrinho Alice P,d,a Nunes J. J. Soto Heleno Lopes José H. Flo,cs - Couespondcntes cm: J•rdim, P. Murlinho, Bonito,;Gulo Lopes do Laguna, Sidrol&ndlo. O Jornal não se responsabili za P•los conceitos emitidos em eolunos assinados. Dr, José Jurandir de Oliveira irurgido Dentista Clinica Geral - Cirurgia e Oduno Pediatra Rua Dr. Arl Coelho de OilvelL·o nln Dr. Ruo Pilade Reuois 428 Dr. Pedro Guilherme Advogado Jardim GIL Marcos Saut Bonlfo Avenida Duqu~ de Coxia5, 5!)1 Ncl G:csso Dr Carlos Edy Sá de Medtiros A dvog&do BolaVjsfa D Pd ":,Ji.. r. e <o r±ir!ere Advogacia em geral Rua 15 do Novembro. 170 - one 237 - Bde Vlda r, <alos Soiano Aluez Médico Cirurgião Rua Coronel Cnmís!lo 620 - iaola Vlsb MT. Dr. Fio Nu7eno :MÉDICO Rua 15 de Novemllro 75 ta. liia lliung Mame ice Clinica Odontologica Atende-se dia e noite - atende até ás 22 horas : AI lado de la Municipalidad B. Vish- Paraguay Redação e Administr4ç.;0 1 Rua Bo,ào de Mclgoço S/N Agora em Bela Vista o Restaurante "E.-T. Ao»sto coro· oo ·ili iVi2@Q 'd o, a Este J ornai é composto - e impresso nas Oficinas do ·1 aCorreio do Sudoeste .. A";d a u a n .i hll. Lanches - Plzzas - Servicos Alaste - Hglene - Bom Gosto - Ambiente Refinado 0 3:@(sábados e domaiugos musices paraguaias.) ±; PIZZARIA A VIAÇÃO Rua General Sonres da Racho Bela Vista X }.luto Grosso : 1 I 1 « 'I 1 1 11 I! 1 1 Tdb111Hi da Frontcirn »ela Vista 19/2/t7S l Pecuaristas a idéia surgiu de voês, depende sua exeu;ão. Bela Vista deve, e pode, e prec1s·a do seu Frlgorifico. «Mãos a Obra» Industria da Carne e Derivados Bela Vista póde montar um, Frigorifico 3°e ultimo artigo da série 1· li !l t ±..{ ~ , 4 Nu, e. tüe 'TI l l' •. 1 ,-"'• , e .a0s 'l' 1 . l • • o a' Ir, Procuramos rnzor o,clnrcct .. mentos nccessrlos no segundo r liKO do n° unturlor deste Jornnl hobrc t1 httlmHrl,a tla carne e ogorn nos propomos enumerar outros US!<UUlch tnmbl!fll i111porh.1utew como todn unu, tu(rn-ostrulurn quo Um(>ll• 10 todos os problemas dos snrs, crludorc,: lloouclumcuto {lil omplu mento enumerado), transporte, su úde do ~ndo, qunlldodo do protlulo con3lruç0o do novns estrndns no ruunlclplo o u molhorlu e conserva. clo dus J4 existentes, oraiz1ç4o de um a i,lemn de lr.iRoorto ndqua do o comunicações erfotente,, um stslcmo sunllArlo e vctcrlo5rlo lun clonondo com pcr!clçno o o. mo.nua, tenç.'i.o de um tf'b30ho tia melhor qualidade al~III do um bom controlo llo roç•s espcclul• pnrll o corte. E.Sta lnfrn-c!truturo conforme declnrnçõos do Dr. P,uto Coelho Machullo, sccrclt1rlo õc Acrioultura tio ti•todo, Jil existe om parte n :JouullzaçOo ~nnililrl•, principalmente tlrl ultoHo, tcltu cm todo o rcgiilo abrangida pelo CONDEPB, oléru do umo melhor dl,trlbulçllo de oaorglu clétrlcu o u cOOBlruçOo do Centro do Tccnolo~lu Vctcrlnórlu da Universidade do Estudo de Mato Grosso, Este Centro, quo torâ mol• do 7.700 m2 do areu con,trnldn o ()UO cusbró. corcn cJc cinco mllbOott Uo cruz.e Iro~, tcrà um laboratório de 111slmtnuçno Artl(lclul, um laborotó rlo pura l.ibrlcaçllo de vocinns con trn o uftosa, mttl! luborntóriol:I de nulrlçfio anlrnul, ::»tologln, puroel tolo;ia, microbtologlu, pesquisas clinlco:s o tecnologlu ti~ carno e do leite. !::'xl~le: tnmbém l,to funcloati• monto na U EM G um curso de vctorlnâr!n. que ci,;tarA to:macdu unuamente, 3 médicos veterinários como também existe na mesmo Unlvcrr,hloc.lc planos puu n lmplnn, lução do uma Escola tlo tgronomln o que jli du conla do uvanço quo o Governo do Estado imprimo na quedUIO tecnotoglcu Joorcnte u Agro Pccutlrln. Logo, do que ficou dilo de preende-Do t}LIO crn • pruz.o curto. os M:ohort'iil crludorcs terão todos cs• ses bonefieios que o Estado tem in terese de criar, construir e por á disposição dos interessudos nessa lacràttea industrl. Aqui mesmo ex.Is Lo: um csla bclcclml!nto mnnllodo construir pelo Minlterlo da Agricultura o Posto dn Froutolro que até boje Otilll. sem nonhuurn. tlOrvcntla, npcsnr u~ pos ulr boas Instaluções, ervindo apenas de moradia u um funcioná ro da conservação, tas que, se zundo informação do um <loputndo tudcrol, cog:ifa-sc drt suo Lrunsfo r:.%%%. 2 proveitumoato Imediato com tina ltdodo tlo nele ln~tulur um Posto de F1scaUZ'!JtGo V....to1·ionta -ou outro oru.lo utll a clnss~ que rcsc.ntc!!so da fnlto de meios oUclals que cul Lle-m da sa,do do s:ado, neste mu nlclplo. E' passivei que dentro de um no, ou pouco mtals que Isso, leremos cccra:10 cMtricu do Urubu. 11unco, o que trar:1 bO'UB promes as uos homens de negaélo aqui, além da ser- um lato n cooslruçao t,s!ultJCD da rodovh1 Brnsllla•Bela VJslu, que domondurâ Assunçno do Parazuay, com vora já dotadu a serviço do Ruu lruplnntuçOo co me;ado no Estado de Golís, com direção a Campo Grande. Este; melbornmentos de gran do valia, darão nora fisionomila u Bela Yislu, que com empenho dos Gc.nburrs pecuarisui.s. tr,:u:u;furma-ta.-à c1n urnu cldndo Industrial, pol~ com • foclild1J.dc da lmplllntnçao do rrl- goitlco, em breve espaço de tom- E Escola Ativa - desejo de um • Grande Mestre OFICINA po oulra• Jntlustrlais tamblim sera abate aqui de 00 reses por dia.' lnsu11odun para o nprovcltamcntar um· a lnclusio dos &nlmals dos dos tub-produtos, tal« como 2ortu- Ir.e, fabricas de sablo, farinha de munlclplos vlsinhos, o que d•ría "ºº-"º e o,sn para rnçOe• bolnnco, para ptrÍazer o prognostico de 150 nd.,s, odubo, oto. quo exlglrno no- ruu, como ·previmos no drtlgo vos cupllol• o numcro1os operários onterlor1 Isto sem muito esforço para mon<:jl!-1••· Ou lmportoncin social to. porque instalado o irigorilico, empreendimento, ninguom duvida mais gado aparecerá paro o abate. ".s%%.%.%....%2"%·° coo + asco»s o+ o» ~orl!lco, por si só J/l desperla um, mio, dos senhores industriais essa i:rondc Interesso ao lrubalbadoreo· otlma oportunidade qu• •• aprt· cm 11!'orsas profissões nas obras, senta paro . tamanho empreendi º tllo logo lotclndo.a, uma leva de menlo. • !(ente quo daqui salrb. ~ procum p 1 1 1 1 de lrabolbo• cm outros cldades po-, ••• oca Is•· o. la vu; nio ru o:I voltorl prlnclpolmootc •• ha mtlhor· lugar que • beira do pc••••• que lidam no romo- da Ri Aa, na !azcndo do jovem cnrn•, que ,collr-•e-no mol• ª e dinamlco patr.io do Club l•ço vonlodo Junto do seus famllluos r Jost-.Albery' Marçola, • pouco quu nqul rc5lcJom, o serão ccntecaa qtlo vultorao parn n suo t.rra no- mais d. tru· kilometros da cida tul, lmportundo Isto cm mais co- de sem nrnhuma d1liculdade po· mcrclo, mulo empregos, mais casas a a Prefeiture mandar [zer uma do momdioe e multas outras quea• • d d tõo• ll~nJns no emprccndlmonto I ulra •' • Prlmtlra, embora ape• qua lnio gcror riquezas o rcullu no, ·encucafhade, propresso a esta fronteira. Naturalmente esse moço lfto Temo• exemplos cdlltc11nlcs , ligado • nossa torro e • aua pro paro citar: em ,quldau•nn, bá anos Closilo de pccuarhta, ba de receber !ol !undndo o :soladelro Klo Negro de Lraços abertos quem o procu~ u mar1:um esqucrdn do Rlo aqui. rar para a exeuçlo do plnno dauana, hoje muleipto de Anatá- abordado. cio; com o correr do tempo progre. • diu porque o ncgoc o é bom e há _Aeslrn em futuro proxlmo a procura do produto. A coustnncla cncr~ra de Urubupuogó oUnglrâ dos empreendedors fizeram-no aquela propriedade no. sua 0xt0n progredir lncessnnleineato attl que ção do eletrlllcação rural, como li o aba•lutlo lruendclro ,e Jn1ustrlal do desejo do"Goscrao do Pata sr. Laulelino Barcelos o adquiriu Asseguro que o preclaro Go. e o melborou com novos lnst&loçõos f vcrnodor Dr. Jo,é Fragelll tomará nbsorveudo qun.sl todo o gado da' o maior interesse nesse empreen rcgtno que nele obotla, nno domo• , dlmento., rttndo mulLo parn lraas[orma-lo cm Há. nqul .. um senhor ue n u um modero 'tigonttico quo muito ' constitiia iámiiíá aqui ,e.[], honrn o oudaruos,, cometimento seus querido filhos, aqui trabalha desse latellgentc gnucbo quo sem- há aos -conqulstnado merecidos pro norcOllou nos pouibllldades , promoções.lpelo seu- olnnmlsmo 0 cccnomlcns dn pecui>rla malogro•- naturalmente ,[1car-l uullnntc comi ... enti~ que de:'crla ,er . oxplornda o emprecodlmento: é O 00510 fn. sun 10'1lblr!ollznç!lo aqui mesmo 1 • .. canscwcl o migo .Luiz Carlos !'-Jaza º rcz. Hoje, o frlaori[ico Rio Negro r rclh, que nüo p0upa esforços c n e umn grcn1o ln<lustrln do caro, gerente do Booco do Drasfl ºs}~ um ustabclecimcnto que da rclovo "em atender sollc:ltadamoot todos u MBtO Grvsso ('Orno produtor a os projetos que vbem no- 8 ~ des e exportador des diverso» artugos· «alimento. Quem o procuha, ,"; provindos do gado c::lado cm aeu, 1 es,e llm, ccrtnment9 salr.1 dn ~eln vastos campos, rala toda envfdrnçada do seu "a Cu,to exemplo t b,m pro· , bJnete Com um ••rrleo de ••tls!a. . d ,. 1 V 1 1 ili çno por encontro, nele uma u!lrma- ximo te bela ''ista: o tigoi ico é4o _do entusiasmo, otimismo e PANTANIRO, de Guia Lopes : contia0ça nos deslJnos de Bela Vis do Laguna, Com•çado como P•· te no recusará n um otendl aves +ul+ders sr msnimo - ·{E,"?Z;:,,,"d«o o »» resr» lrlot• por• o abate de alguma, J dezenas de reses por mts, de- pressa lol aumentando • matança. , Belo VJata merece crescer 0 S,us produto, unham mercado 27%d/r 5g ·.aud iienslva certo e tal foi o crescimento do , 08 ,eus etoa !lllJos. soladciro que • visão do comu• , Os homens de Bela VJ ln <lente Emi!o Gel«late entro no anelam ranges neocie«,"i,"} negocio e dali entõo começou • ,Po-la no cnmlobo do Bra,U 'Grande. sua acenção até que empresarios mais alortunados organizaram • !empresa Que o. Jdqulrlu, tran,lo,· 1 mou-o e montou o grand• Írlgo· riflco qu• é hoj,, absorvendo o e godo daquela rrglõo, numa de monstraçãQ d• que d• fato o nt• aoclo é bom, dependendo ape- Na quuta p.!gina do n-45 1 na, de bs iniciativa e organiza• 0 .'Ugo Industria da Carne e De çiia no trabalho. rivados, onde está. aumentar _a Porque os homen de Bela materla prima pari a industria em Veta não poderão fszer o mermo? preço, outra linha adicione. Ga Constatou•st pela inlormação da i do exportado 34.000 reses. ExotOrla. local que 34.000 rcsu I M1!1•adiantc; onde· eSli. sahirem do municipio no ano dentro eles surgirá esta nova cam assedo, gado pera o abate. Fiou panha, le-se.' surgirá o lider aue assim provado qu• daria para o com1ndua, nova campanha de. No segunda coluna; onde jS 'ésa Cordinil, Nunes, Mirad, Mascarenhas, le·se.' Nune Ro don, Mirando, Mucarcnhu . etc. ELETRONICA Jota Jota Retificação . Santo T.omàs de Aquino (1226-1274), !oi o Uoulor An gélico, o prloolpet da Fllosoílo Sua obro morcn o :ponto cul mlooote da Racolâllca, cuja io fluoncla é nlndo preponderanl'! em sii lilcaofü. Mns aqui vamos abordnr os prloclplos lomiatrs dn Pe• degoglo, exposto oo Imortal livro •DE MAGISTRO•. Há sele séculos, !'!onto To- :%.. 1.2 de ooohe:imeotos da mente du mestre para a do aluno. o cu nheclmeoto é um processo de 1>pH!elçoamento íinterlor. Compara a ção do mes tre, o do médico, onde o mais Importante é o doente Mostra que só pode adqui rir o ciência por dois proce, so.' pela cção da próprio re llexno du intrressado e a Isto se chama 10 n invenção; e, pelo ouxlllo externo, que pres to o pro!esaor e Isto é então o disciplina. Em ambos os ca so,, quem descobre, ou redes cobre é o aluno, quer por ai, quer pds a cjudo do mestre. Este deve limitar-se a aux.lllar o aluno, e nao ln(undlr a cl, enclo. Resumindo soa doutrino pedagógico.' e) O nluno deve •empre ser colocado dlent~ de um pro blema. Deve possuir o• ele mento• pnra resolve-lo, lacum blndo o mestre ampara-lo e guiá-lo ca procuro da verdade, b) O mestre é lndlspens11- vel ao aluno, para que organize suo p~óprla experiência, rezão % -gem. porque o ciência do me1tr• ur a mal• complela po&slvel no assunto: ele é resposvel pe los erros do1 jJ,clpulo1, Como vemos slrlbul multa re1p0D58• !lilldode oo professor. e) Segundo ele o cerne da atividade peSIOul é e refle xão. Aprender ó rellellr pe1-· soalante,' Ensinur no é so ment• su@clter lmageno e eetl mulor a sua auoc1oçllo mecQ nlca p!I! memória, é provocar pelai palavras e pelu Jmagen1 • marcha de rertexAo do dhcl pulo. dJ Seu -mélodo •?a a «di pulntlo•, ensino de coopereçao Combinava os proceuoe lodu-' tivos (ou lição de desenvolvi,, meato mental) o .proceuo . de, dutivo, loglco o proceuo d_o aplicação ou llçilo de revlsllo, Dizia ele ·qu,, o enslnó ouim mJr:.lslrado, obriga, o alu no a refletir, a julgar e a com pletar seus conbeofmantos, -No Bresll eslé em vi gor a Lel 5.692, de 11 de 4gos- 10 de 1971. E,ta lei pretende der a escola aquilo que II co munidade e1pera dele: Um en sino prático e objetivo de a eordo com 01 necessidades do merc,do de trabalho e' também uma formação Jntel~ctual no sentido manter a dlgnldad; hu mana, sem deixarmos IH leva dos por um utlli11rhmo que massifica ~ colslfica o Homem Eis cs objetivo, da cilada lei. •euto-r~allzação, quall!Icaolo para o trabalho e preparo :;:,ara o exercício con,clente da cida dania •. sTe de Jozá Ltda. Ühzolin11 - Lubrificantes - Derivados, lavà- Borracharia - dia e noite, lrocR de oleo « Atendimento dia e noite >- e Acompanbnmoa o progres!lo de- Bonito> BONITO '.I MATO GR,OSSO •• !I ----------:----- BOSSA· NO Y A.BAR MELHOR ATENDIMENTO - É o ponto de encontro das pessoas de bom gosto r _, ta" l , .. , o p J dus ,lla. l .. ·r T<=cuico Jardim compctr.ute no Ramo Mato Gro■ao Comercio e Industria Sem.ta Luzia: s- ,. -u....i.,. (Caaa do An-o:a:) da Ullase" Plato de Almeida ] La urtus em geral • Má quina de benetelo de nrrcz compra a venda do cera ..._ .._ .. •I• Je&o: 823 Bela Ylala Com -trabalho a d q uirim os ll -_ l Maloo...._ progresso [ 'frlhut1n cfo Ii'rontoirn #ri lo impus» te Mela Ien mrecaãatão e controle Rio (AN) - O Presidente Emilio Garonozu Médlci, acolhen· do cxpoicão de motivos do MI nisto da Fazendo, assinou de ereto instituindo nova slStemállca de orrecodaçiio e controle do, Quantia; ,dmittda, como dedu• ção do Imposto d, Renda d,vl do pelas pc1soos juridicas, o ll<u• lo de incentivo fiscal ou oplica çào cm programas especiais. De acordo com o ato pre• sidencial, as parcelas deduzidas do Imposto de Rendas devido pelas pessoas jurldlcas " titulo de Incentivos fiscais ou as cor· respondente, a contribuiçiio pa· ra' programas cspcclaf,. na for· ma da legislação em vigor, serão recolhidas cm documentos pr6· prios conjuntamente com 0s par celas do Imposto de Rendo no mesmo estabelecimento arrecada· dor O, e;tob,l,cimentos arre• cadadorcs credenciado, somente normas ae f'Cebcrão a parcela do Imposto de Renda se o contribuinte com• provar o recolhimento do lncen• tiva e porcelos destinadas a pro• gramas especiais. ou a não obri- 9ação de faze-lo. O Banco do Brasil S / A, com o encargo de recolher o, incentivos. para d S U D E P E 1 B D F e f. M 8RA E R, cre d,ncíar.õ eitobelecimentos bancá· rios Integrantes da rede ateca dadora de ,,celtas federais, pa• ra também .lctuarem os rccolhí• mentos. O, demais incentivos e contribuições a pr0gramas se clols strõo .ecolhi:los ptla rede arrecadadora de recetas federais na forma dos credenclamenlos já existentes ou a serem providen· ciados, st necessário. O, atos ntcesdrlo, ao cumprlmtnto deste decreto ser.lo expedidos pelo Ministro da Fa zznda. iJtair Conceição Nantes COMÉRCIO de materiais para construções Pias-Lavatórios- Ma@firns Serradüs-Azulejos imbituba--ladrilhos - Tijolos - Cimento «Temos tudo para construir suo casa, o plano voê é quem faz» tsie o ti M 1O#LI IM I Rua Sergipe 29 · SIDR OLANDIA-MT. ---------·---------- e 1. Dragaria Brasil ' Variado estoque de medicamentos Pedumes finos • urtigo!! pnr:n prc!>ente~ <Nosso patrimonlo é você, por isso, procuramos 1:orvi-lo cnda vez mclhor- Prnç~ Coronel Cnmi::ilo - 27 GUIA (ORES LUA Mnm GROSSO lha» jwe 'iv na. titule limpa é laor te PROGRESSO 3 •)"lt 12 ii'.·, e J «o , .» > gora cada bilheto Lamat tem 1O lracdes o ct rs 20,00 ! tcdo ele Vec0 pdo far rico 'l 2nha Não dvida sua orte. Vocã tem T76 premis pra ganhar e ' ar$ 0 primeira premio do ~ S 20.000.00. E ainda desfruta da. as que a Lemat custeia: praças y o t.>!.porto, obr.u• :.;ocfai:.. A Lom.al ; 'ca todo o dinhcira arrocacbde> / vnda do blhot:, netos bons ! d4 1 quer dar que, o 9u ; oiro não sai deslo Estodo. Uma. é certa: com cs bilhetes Lomat - não perde nunca! O Homem é o !rufo do nanceiroa ou por dedlcnr-me meio ambiente - sim ou não? tnteiromente e com afinco ao Geralmente uma vez ou estudo, como Chopin e outros outru. lemos que enfrentar n que estudorbm horas a !to, e desogradável tarefa de procurar assim não posso s11ber de formo lucutlr umn passagem de Arll- alguma se serei capaz de métloa ou Oramlitlca na cabe- conseguir êldto. ça de uma crlnnçs que simples- As opiniões não são iguais mcnle recusa o aprender. A el&B divergem, pois cada um esse tipo de orianço podemos pena de forma diferenate, va • dizer que é de!eSperadomente rlan::lo aEsim e insistência so• Incapaz de •prentler qualquer bre o maior ln!lu~ucio do melo coisa dlfloll. Ou podemos res- ambiete, bem como o confiança ponder que é Inteligente, mos tot,I na inportãncla da heredi. demasiadamente pregufço,o, ou tnrledode. deslnteree,oda.jA primeira dA Eotea coisas eao Ilia dlllceis de como couso do !recesso o equi- ser entendidus. Por mis que pamento Intelectual: Inato o meditemos, que façamos com Sue careocla; a segunda põe psrações concreta,, nunca che culpo no icsuliclencia tanto geremo• e 1un& conclusão se patercal corno escolar, c,u r:n tlsfat6da e certa. A imlca !or !elto de Incentivos ou outra, mo é considerarmos o here:l!la coisas mrts. riedade e o-melo ambiente co- C•rlamente, nemhuma eX· mo lcflut!néias de Jguul forca clul o outra. pois a criança po- e indispensável ao desempenho. de ser inteligente e pr~gulçoso A c;.r doe cabelhos, o ou obtu,o perseveronle. Mas a !J.lco. o cor dos olhos e 11 !or dhltnçõo entre e capacidade ça de uma criança são primo, lnala. por um lado, e o desen- dl2lmente herdado!, enquanto volvlmento des,ss hab!l!dades a suo •llaguo materna•, evlden por outro, Serve para definir t~mente depcnder!l do pais em concretamente o que se quer que a criança nascer e for cria dizer com hereditariedade e da e. portaoto temos aqui uma melo ambiente. delcrmlnoção do melo. Mas Nunca pode Be saber &o mesmo neste coso, o dhlinção certo ae o principalfstor na de nrlo é muito bem marcada. A terminação dar reollznções foi cor dos olhos e do cabelo, a herdo do ou foz pule do opor- altura. o peso e a força siio no• tunldede e por isso uns são tadamcnle detados pelo clima rico,, outros pobres, uns elcan- pela allmenlnção e pelas doen çom êxito e outros !raoossam. çns, que nutomalicomenle nno Uma colao é cerls, • d deixam de fszer pnrte do melo genialljade é ums questão que smbfente. A linguagem de qual tanto pode ser de trnnspírnçiio quer 1:l'pêde sé é poss[vel quon• e nfio de lnsplruçiio bem.como do a pessoa possui estruturu pode ser um g!nlo herdado inats d a garganta e das cordas uma granle capacidade inte- vocais. Em nenlum5doa casos, loctuol e um talento, bem co- portunto:a• n•tureza ou o edu mo o trabalho ãrduo de várias cação pode ser oponl:idas como horas do trabalho e eotudo. a única re<pons:lvel. . Etribuo porém e grande Em qualquer aço que parto, que e capu_cldade é mais pra ti camos 1 sempre enconlra ntribulda ao trebaltlo ãrduo de ramo~ tento inlluênclas da con que e sua capacidade superior. tlnuação inata como us do melo Como exemplo pessoal po,!o' ambiente. dar o seguinte: pode acontecer Pensando de outra manel que eu tenba cnpoéidad~ para rn. como por exemplo.' vida ser grande pianista e delxo de c!e um homem, chegomcs a ccn s-la por falta de recursoa fi• clusúo ele que ele foi ou é hereditlírlo eque se nllo comer e não beber, não reslstlrà e 11• to é parte do melo omblenle, Por conseguinte, n2o tem ne nhum sentido perguntarmo se a hereditariedade ou melo am biente é que tem mais lmpor taoclo pari. o deeenvolvlmemto, pois Uma -:lepende da oatro. Todovlo não é tareta fáell controlar-se ou padroniza-se o meio ,mblente a fim de con seguir requhito• experlmenlah satb!alórlo). O melo ambiente no sentido nato, compreende lojas as ln!Juencia• e:rterlorea que n!etom e criança em ue•• cl:nento bem eomo o adulto Jli maduro. Adnlr Gauna do !lultfi lonatsfita s a poli te lan t la» si "Lanchonete NOSSO CANTINHO" Salgados em geral - Bebidas O Ponto de encontro da Socíedade Jrdínense AGORA COI NOVA DIREÇÃO JARDIM MATO GROSSO Segundo arunciram fontes Jjgados a Secretaria da Agri cultura de Mato Gro,so a pre duçãe será Intensificado em to das as regiões ao seu cultivo no Estado. A ~rea plantada de ver à atingi~ este ano a caaa da 20 mil alqueires que exceda em 5 mil alqueire& cultivado~ no passado. A medida, conforme observou o lntormante, visa a divenificilm n prod11ção 00 Estado, que era euenclalmente agricola em termos de mono cullura, até pouco tempos atrj1 Agora, a polit!ca da Secretaria da Agricultura e do proprlo governo do Estado é lncremen. tor a díversllicação da produ • ção egrlcola, com a Introdução e o robustecimento de cultura como a do café. trigo e 00 momento, a mamona. 'Prefeit-ura: Colaborem om?e limpeza pública: Não joguem lixo na rua. Vida (Dctl1cLdo a o!guém} ANO l Bela Vista, 10-02-73 l .o 46 l f l P'-ru:-atu n~ mr:i3 clto3 per .. ~ono.ióodcs civi~, milltar2s e relinlos ontem presentes ncs te Couitíll n prcstigtornm R s1,lc•nidaee de entrego do tltulo de c!dodóo ho:1or5rio do Culob: uo jornull:b Pedr~ Rocho Ju cá 1 o verendor Evaldo Duorte do Huncs ,!estcoou ao méritos Of•,s~ois 110 ,cd,1tor•chcfo de G suco do ato Grsso> L' prc;idcnc~do Sindicuto do, ,lu,~, listas Profü ,iunols no E•- 1udo d~ Mula Grosso. Lembrou que úll eGtcyn repre:sonl!indo o auor do pro;,oeição, eprovoda por uor.nimi.fodo de concesão d" titulo, mas que os sues po leras core:pondicm plena tnt!nt~ n5u !;Ó com o penso· menta do Ve!ludc-r Emanuel Ribeiro Uau,iiuo, em mlssilo o!.ciul em J rão P~HOH, mus tumbém de todo o Legislativo O jornul •Con•do de Jm prens», de Caisbí, inícrmcu o uus lcH01: ... : cuiabaoo. Lembrou o Eúil are nista qu~ a outorga de titulo lrozia u□a rc!ponsob!lidndE maior ao jornnlioto Pedro Ro· eh~ Jucá pois a mencionado homem de imprensa d~ve con tinm r merecedor do respeito e da adrniraçiio d11 cidade que lhe prestou a homenagem ho norário. Rcrerlu-Se li isto o vereador Evnldo Duarte de Bnrros ao len:br,,r que a pJ.'· ericridat!e jul[1orà os oto ela legislatura que se encerra. Fato H is t ó r i e o •Realizamos hoje um falo h{stórlco>, enfatizou o jcrnt• lleta Evoldo de Barros. •E,tu foi o única Ce~sáo espedu 1 ccnvcc~:lo peb ofucl leglslotu to o únlcn cid9donia hoourúria concedido pelos <d!; que age m eocerrolll seu mandato. Ai cetá u rcspansubllldede maior Motru Hury Trunsn, 'ex p,c,:dcnte C:os l:~tuc!.as Unldos e u:n dos m3lore9 criminosos públ!co, dn hí;tôria:(reroember HJro,bimu e No[lasnh'i), Hà qu :si dois meJes em estado coo1ula,o, , itic::~ de lnsuficii:n ob co,àlcca, u:orrcu incan~cl ente., como :.emp;-c viveu, sen do 1:iumcda melnncolicnmcule no pf:tla só~dlclo d-, urna b!bltoteca ·de ladepcnrleucc, Mis,ouri, ,eu :é.indo N~t:l, dc;prczur!) pelos cornp:stdoh.s tl ocioo e.; povos do mundo, Se o inferno existe é q11LJI ccr:o <;uo nem 1:1 N~ 1. r.tre. como ruf.U Clt:rueoto ... Ar!:,: CE4nIs CIrk. uo dcs maiores @pwlits e /troniutic:, é de piai4o que o í'u~c;o ..!,, r.r . ..:n~. r,.;:.r, r utf> viucç vis satélite, que p ... r:..rH ir;l .J. f.:!!:.J-1:•ur_o t,!Q c:1nl t.m 0,02g02322a ,sggg2gpg gggg23237g2223291 @d é&ã ãE bSéG E 5A5CEAI: 5.R X7 já ~ lfil t, filj « CARTORlO DO F OFICIO » é :, 00 ~ r,·· ti T:,balifrn:José f,vcEn-J o Si!itJ 1. D Bscrllura::i, contra!os, proct.:.r:.içlk , rccenheimentcs do firmai (~ ,', rcr,lr.tto ôe imovc!s, de titulas do.umu:natos de p;-otl!ótO C ~ • >·· anexo~. Extrulmos fotocóp;..LJ r..: hor J - Autt:ntlCt!da, fz1 - '---· (; Serviço !á. L.io e dic:rnte ;...J "' 1 ,. füg B e la Vista fv'l :: í o G r o s s o ~ - ,- ~ a«st c, creste. Ais #&$K±E.e,ASEI9IR E2E#E3E,a25gEEIEEE3±SE3 os pJlovros do orodor, a Vcre- r-cor B•,nedito Alves Fcrrnz, Pre,ldeote da Câmora Munlclpnl do Culebil, convi:lou o proíe9• sor Aec!m Tocaotios chefe do Gobincte Civl!-do,Governo dü E,todo, a entregor o diploma de• cidodaolo hor,or/irla de Cui ob:i uo horoenogeodo. Em hll· guida o jcrnal'.,,tn Peàro Roei.la Jucá proferiu po.'ov,os rle ogr:i• decimrn!o pdo. homeo•g~IIi que recebia. Em Seguido, eocer rado o ,es1!io cs outorldsdes e o; em1goE presente, foram a braçar o hcmeoageadú, Orno:!,, numero de jcrnalistas cuinbs. nos tumb~m cSUvernm prestn ncs parn cumprimcn!ar o com panheiro que enlõo recebia a hOmLoagcm moicr da Capllal BEtn V!SHl URil UMíl f ilBRl CU DE cnlci:mrn Momo Pil Rll r-rnnuzi:mf E Cfil VIVfi Estevti por u:.tus vezes nesta cidade pnr!:.enteadimen t.; com o Sr, FrE!elto Muni• cipul o clduclio Herooay Fer reirn. reprosent~nte da llrma C'.!l!ilir.1 S/A Mineraçüa, In dua:rl!l. o Ccmorcfo do Curi llbn-Puruoá-que cst.l interes ouda (.W montar uqul um Oê• tabaleoimento do ceu rumo Industrio!: u exploraç!lo· du jaz!dc. de colc/ir-so Fora!!! oorôodos de éxi to oa eotendimeníos e o Sr. P1·e~elto Qóvio .Murcellno ele 0liv.iirn vul facllilàr 11 • Em• presa como□meles dlsponiveio pra que ela vnh com rspi- • Ccnv(n:a cem prazo de dez El<plora. o nosao calcflreo, trc:i onau, foi firmeuo Entre a hey.nrl;, ::il~So gtilm;~ lnterês Serztzria de Agdculturn cic ,e d~~·1do o em;,:egu Lmgrnn Mo:o Grocso o O Miolrnitio du de csccla dessa moterir•l Ct' ,g, !cultu:G ohjetiv~ndo u im- mo corrutivo do sólo, o qe ;,lnntc~ilo e cx1:cuçJlo dr, pra- JlNpcrcionr.ru grondo vant.a Jdo tJ,, lns:rninnç:10 ortifldal. gom P'HU todos os ngticultu O 1.Vüol5té:io contribuir± cor tores do tro Sul de .u to C...r,es.3d. Por:1Uén: L.o Hr. Preh itc er cangus'a lo tal uma nus:z.a sr. s suu mi. le:t:, .. Que e.llcgo a C!l btt: ..::, J ~, fobefüruo • e ocaberà com multi plicidade d~ ldiomss, pa!so; 1 Interesses e pattlúcs políticos O mundo da futuro - ,fü,c Clnrk-serfl uma sldoln global, com uma Hnguo univeri;,n! de• oomlnucla •Estodos Un!doa dn Terra, onde nüo havera auto movdr. ma, • upeoas bicicletas e aves espacioi+. Arthur Charles Cl~rk fez t1.i3 dcclorn çõcs em Porto Alegre, ande %teve pndlcipnndo de uma conferencia de cibernética. um:i on!1u e r:ro.;uloru àe ni· trocenio Hquirlo, ::::l 'o1Jo, ,.k 120 si! eu:e!es dia sua ais:natura matog':o!seose 1 1 1 i ., ' 1 A tarde IJOS pouca, vt1 ca rninhando lentoment~ p,ra o ,eu une). Uma tarde sonolenta e c .. , te que se ftnd •. O ctu, todJ wcobeilu e, negras nuvens que nào deixren+ sequer vermos neste da. a Luz primitiva do Sal, que muitas ,e z;es ilquecc o Co,ação do Al50.11, cujo a vida é triste e 6msrg, €. Lcm no peito um co,açdo dc~pc~ daçodo e ás vn,s tenld ,cccm· p6-lo, Ob:crvondo o f,nal do to:· de nc,lálglca, panho-m~ nGv,,• mente no, pesado, e minha Men. te confusa entre as Recorde@zs pcr•mbula, só no• Rcccrdaçõc, do lato ido, e vividas, Urna né va de amargura, vem envolver mc, pois aquilo que foi e f,ccu na pas,odo, loi olgo maravilhoso ~ sublime, Tenha a certeza,' i•· mais, terei lhidade de pcsu lo novmente. tm, por que e vc.ct. Jor11L11~ vc.h,.uá. numco . .' mi teri tua pte±en,, teu orri4 ca vente» tu aletc, ccmo no p@ do que hoje esta distente, e ele esta vccc pana dar vida o vda minha, t assim cu cralefz, Rcc1...rd· 111'! qu,.-, tudo L.ft • ce, m nada pedi em; Ircce mas uto ntlo buslou pJrJ e:u t.cr ve con!ontemznte junta mim. Muito o pc.fd.:>r:i, e nem disto epedc-me epzsr, do Soíni- ir...:r:•.o qu.::: mz deu sm troco, pois fzcndo-me cher, ensinou-me a v,vcc ho j ... 1Lcor de-me de você cem multes saudades, por que voei foi meu !.Ôhho que mC,utu sonhcndo, o Enle que: nonco ob,.cal, as lebras que não Bzi jei, a V,dJ Que Niio Vivi 1 1 1 Helzna Lopes ~;'i'Liel Jucques é o nu· vo Prefeito de Bon:to. O oatnlhador iucan~ável em pl'ól do orn Bon!to mell.ior nfümon à Report;:;gem dn Tribunu,· •~ada p,orneto, buscarei aliar todas ~s for ças produtivas da Rrg:ão ew benefício, não só de uossa cidade como de todo S u d o e s t e. § li § ;+;~'Roubos ele carro con tinuam. ll Policia Federal deve intervir cow o máxi mo rigor, pois a •quaan lha, de ladrões ;;gem cm todas as cidades de nossu Região. J § % ;,'!'Nossos ~ ,. Vereadores, tona:ata pose c Bela V;sta, sangue novo, que propo1l:Í(;r.:.ril no,•;. "Íbii d :, d e. § iR alto Pe;eira da Sil•J; e o r.ovo Pn:foito de-=:) Guia Lopes da Laguna, no~,os ,·ofos do uron boa g e s t ã o. ~JAd vogados de 2 vi ziu ho;,, l!iàade do Esta::lo do P.uauá, re:dizaru Est11àos pa r:i imp:anfar urna Industria calcár.;;;. e!.l.l Bonito. Os E.s h,dos esLüo b,istanto adlan tuàos. A lninstria já é umu R e a I i d a d e. . Um bar localizado em pleno· t;entro de Jurdini Óti.ma Freguesia p:,.gu:mánto Tratar com ivaldo na fü;d::içiio Documeuto~ Perdidos Dmi:noílC'3;; Palhnuo u1:: deu os dccutentos de su. Camionete Fctd !-350, Ano 1969-cu..sss N ,-181 H'l'2J63ó - e e rteir:i :lo Motorista expedida :r .Aqu:- dâu.. Publieso que se ;:, z par obeso de2avia. 'ardi Mia Grosso ir Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº045_03_02_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº047_17_02_1973 Voltar para a lista de itens