TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº056_21_04_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº056_21_04_1973Número da edição56Data de publicação21 de abril de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.115541022017478 , -56.516523572257476 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº056_21_04_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto . Fundaior -· 'lv,ldo I', rrlr, ,.:iiiiiiiiim;;.;;.iiF.imii.,,:; Liberdade com esponsabilidade I» s» Me thijih ta li t &rw litil •·, .... l.. Ministro do Pluneiamento-Joüo l l V i O lnalllulo Bra>ll,lro ele Adm!nlstroç~o Munlclpol(l81UI) trvés de suo E,cola Nnolonul do Sorvlcas Urbano,, reolizarà om ,uo sede no Rio de J11nel· (r n pnrllr de ., de Junho, o lV Curso do Plnnejornento ;do Ação do:Gaverno Municlpnl. O Curso, que tem o po_troclolo do Ministério '.lo PlaceJarnento e Coordenoçllo Cerni, objetive tronirnltlr u técnlcne de elaba roçllo, e controle da execucilo dos prog,~rnae governornenhl• de rc,p 0nsebllldnrltl dos munl clplo,, tendo no orçnmonlo suo Paulo dos Heis :. ~ '-' peça tundamnental. Sua duroçiio é de dol• m,•,eS em tempo ln• tegrol. Durunl• o Curso 1er!lo discutido, com o; portlclpantes o •Modelo de Orçornento-Pro g10.mn• porJ munlciplos, f! o Mo3lo de Orçamento Pluria. nuel de lnve,tlmeotce, dois tmportont ,; d:icumentLR ~dita• do, pe:o 18, com o p&trocl nlo do M!NlPLAN. Poder ilo Inscrever-se ser• vic!ores do Prelcllura,, do or glioS e,toduals e reglonab do •s.lstencla o munlclplos, e dos Trlbunols de Cnolo• do E•:.•~- Veloso Sccretar1a de f. e Cultura oislii~ui livros niáálicos A Secretaria do Eduoa ç!lo e Culto1ra, ,om canvan{-, com o Instituto Nnclounl do Livro (INL), distribuiu ccrcu de 8.000 livros dlJillooB < m nosso reglilo na ano tlc 1972. Estes Ivros foram entregues s escolas Particulares, Esta du1,le e Municipais nas old11- dtR do Porto Mutllnho o Be lu Vlstn. O oontempln·lo dc,to uuo !oi o munlclpiu do J11rdlrr.. receba oda -li64 livros que at.-11dcitüo toéns ne es..:olas e colegls da iinh cidade. DlnomízanJo Rua j ,.rlr.dlçào u Delealo 'e Ensino Dra E nll p,,rr!ru de souza. reo•b~n do apeio Iategrol da Secreta riu, mudou. toda uma estra hnu LrCa.lco na setor educn olansl, lntel(r•ndo Porto ltur lfnho. Bela Vlslrt, Cnncol e Jmdlm ,t,-ulrn do contexto oJucacloual dl• e,l!ldo. Csdo p•rtlcl.cantc rcceb• rà um ajuda de custo no va lor de 400,00 men,ols. O Curso é inteiramente gr,.lulto. , 0 tntld•de• lnterc, sndee •m loálcer cnndldntos deverilo su lic11ur por tclegrnmn no lBA !, ~~ formulnrlos de io&crlçio pnrn o eadcreço: IBA.I. Ruo Visconde da Silva 157- Botalogo- Te!. 266-2132 Ead. Tolcgril.fico: lBAMBRAS ' 20000 . Rlo de Jeoelro-Gb, Nota Zéro ,., ·' 1 .. . ô - , . 5 Ao. Sr. Cios teclo de orictra Prefeito nomeado de Bda Vis ta, que não dá o de-vi do apoio 1-1 o «unico 'orgã~ de imprensa da cidade. ; hO Cc,J hc, ,.dur e t1~femor ? fe;enlo dzs Boas Causas Belvsiets.}ta Jota, em seu pagurus municzção f<;i.1P. S«.b2 otobr Edl, que quele que d:zesser o Po !it'co Frusta lo» é o único a eo!sborr cor suas Crôni cns e A:figo+ vmn nosso jor nal. Gk . .y, L,; ... <le .;eu Pro• ~,::· ... , un: 0).:10 d._. dlvu(o;u as idéias principias revlu do1:àrl0:, e nc.o nit:io de ofen der uu pessoa integra e hh-olt5,, .. •Cou;un:cnção Ta tal> por ser irradiado de Uu, , Err:b:..'.lr- e.:lroogcira, , l!J,'rtc:e ru .:ar C:.!:lnho de sua parte; o,tossiu, malhar um dn_cr cobborado d1 Ao Vereador José Gla. Tua.é na!hsr tolo o cy Flôrcs, que desconbecen- C,;rpo ReJator13J do Jornal. do a ética de bom profls,ional Nota Zero..... """"""t "" do as14+7» Novo cinema em B. Vista Um conhcoldo l'mprcn.lr!o dê no8u, cldnude, procura um ter reno bem localizàdo, p/ cc" trulr um cinema á •t>ltura dos ~ balnvlsteus,s•. lnlur□, 11 a nossa reportagem» que» den- tro de pouco tempo terz::i0<: um novo cinema, com torces a omodiiages que o ttul no oferece>. Agu duremos esperançosos o Inicio das obras. N!!o dlvui;;nremos u uamu do din0,ulcn el!!llrl's:i. rio pols cumu se.bem •O Se i,:rcdo é n Alma do Negocrn• José Glnuc_y Flores Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 ancnetas ClO que sao capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono e as Recebemos seu carro us-.1uo como sinal - Vjeite-nos em • s sob a rllreção de Ornldo Flores Nogueirr. comprom:s:io OCIEDADE AUTO PASTORIL l:.tuu., i.gor~ RUA MARECHAL MALT. 325 - FONE lt!-3 ca- _SUB"" _r o sRosso Tf!IBUNA DA FRONTEIRA ff Nossa reportagem cs teve om Viriilil no porlemo~ so o rico Município do Ita- • porã, opor111nidaJe em quo munlcvo dlvotso,:s contatos com uutoiidndas e povo da cid11do Podrn Boniln. É conL,gianle o ontu11i asmo daquela população ide alista e trabnlhndorn, dlan, to do progresso do seu mu• nicipio, em todus as rodns do bato papo, repartições pú, bllcus, estabelecimentos bnn• cários, todos commtam a be- les noturna d cidade, qua do a ilumlnação a mercá rio dá um colorido todo es pecual ás avenidas e puça, constratado agora com os oslabolechnentos comerciafR, o ro11ldl:ncia11 lnmb6m ilumi nadas. Cidadãos paMlos com 11u11s fom1li11s, ao entardecer, após nm:iuh1tr a terra o dia totlo, lomnm 1mas condu ções e díri:.:em•se 110 conh'o urbano, a fim de deleitarem se com n belezn dn llumi• nação enquanto os filhos pas• Arfovoldo Maria Bento, . Iílho de José Maria Bento e de Dono Ollvlo Pnulo, paulis ts de Dracena, herdou de sona pala a flbro e dlncmlsmo q11e tornurom pofislvel a edl llooçoçno do portentoso EstH do ele sno Paulo. Bnndelrunte por lndole, em 1051 enxerga. va. o promle@or luturo de Ma to GroEeo, e mlgravn poru 11 cld11de de ITAPORÀ. não veio aó, trouxe consigo as pessoas mala qoerldae, sua esposa Dona Nadr e seus (Ilho,: An looln, Morin de Fá.Uma, Al borllno. e Albe?to. Pcrsonnll dude cnllvnnte, honradez, al io Eeplrlto humanitário !!ze ram com que Arlovodo tor- Vocl.s, acredito, nio st: cs que€eram das sábias palavras da quele f1lósofo j.; falecido que cs· creveu tão bacana máxima que sempre encabeça nossos utlgo,. Ê um pens,mcnto ,ubllmc. Ume novl da de. Nosso aml· so Emllio dos Anjos voltou com oulra carta multo comprido con· tando o desfecho do ruposta que o dei no n° 50 dt:&tc jornal, clt,ndo· dclelhu do ocorrldo d, pois, para as minhas conclusões. .. TrPntctc'iO na integra a aua e.ar• a. Sabiá da Sera, 23 de Mar• co d 1973. Amigo Dr. Crano. Bela Vista. Cumprindo teu con srlho sal multo mal ao querer bancar o moclnho de faroeste com a mlnho mulher Eufroslna que outro dia deu uma briga co migo, m.as ama briga de leio. Dr. , vou- diur, nós somos de• ss casais ponto e 'Virgulo, que is vtsts O homem é glgnte e o mulh<r anil. pcls aqul cm cosa é contrário, faço o papel de pon to e a Eufrosina a virgula, coma uma ,lcf•nt• de s••nd.-. No adiantou querer fazer frçs por que peguei uma surra e olê. o Jot F,.,cr ,e ÍiHlliC dt naase querido por toda a po pula<;llo, Eest1 conceito adqul rfjo através da aplicação de suoe quolldades Jevarnm-no a exercer o cargo de Juiz de Paz durante 4 anos. Homem de seu naipe n!'lo poderia ficar 6. margem da po lllioa e neln Ingressou em 1972, pnra o esos.lad& de um pnl,llco no alto aenlldo da P•· lavre. Polllioo que lrnaemite no elmplioldad11 de eune palavras um Imenso idenl, e prolundo reepello oo eor humano. Vloe Prele!lo no pcrlodo de 1962 a 1966 dentro do poeeivel, co laborou no desenvolvimento d queride lTAPORA, e num besta aqui, iambcm tomova a de le e ainda meli•me ns loucura de cnfrrnl.1-lo na hora da briga; quando cometou o discussão cio mandou me calar a bõca dinndo Ah I Ah I Ah 1 •hl l,mbre1 do seu conselho r disse pra ela bem duro, quesi gritando, Ban, Bac, Ban ao que ela mz deu um em Purrão e fui parar debaixo de Uma .lrvo,e do quintal, e ela foi se ,p,oximando. Ouan:lo levei o empunic lrmbr,i da consoante que o seu con,dho mondou que acrcsccnlauc e quando um gosto de represália eu quiz lzer Bana. Bong, Bang. mas foi na plmeira pol,vra da replicou com um sô• cO no meu qutlxo Que até lem brei do Casius Cly que dizem ur multo vale:ntc e dual vi.ses foi 4 lena. • O,. aquele 1ôCo me acabou com cs dentes de Cima e de baixo .. a unsueir4 derramou e: só ic:mb,o daquela '1cra que e,curc ccu a vlta e e:u via s.altar um montão de estrelas na ramagem ds rvore que ficou que nem árvore de natel fóra de tem po. Àhi. tive atê sorte de dormir um sono repuredor, porque acor- seiam e brincnm nn ptaça príncípnl. Iluporu 1>ou1 Juvhh ,d guma peln sux situação pry vilegiada, pela fertihd«de do 1111.is terr113; pela cnpaclda<lo de trabalho do seu povo, projela•ae a panos largos outro ns principais cidndes de Mato Oroaeo. 0 1 otimismo do conf!unte no governo te do Sr. Aryonldo Bento, apoiado pelo povo atuan Murin Poder reconbeolmento do lub(1rl0Ro povo d!I terra adotlvu, fot eleito prefeito em 19i3. Hoje Ituporã recebe de braços a berton o visitante que quer ver a puiançn de sua Agcicul cura. Pecunri!l e o tremendo esforço em colocar a cidade como uma das mala produtoras do estado NECESSIDADES URGEN· METAS BASE DA AD- TES DO MUNIC!PIO MINISTRAÇAO ARIOVALDO MARIA BENTO. 1) Complemenloçllo Ener glu Eletrica (Urubupuaga) de! já noitinha com ,la na beira da cama com uma baciasinha pondo salmoura com acoól, pi menta • lõdo que dizem ser mui• to bom para qutbradura. D,, que sOÍtlmrnto, que dõr, qu• deses• pêro, mas sou homem e ndo quiz cho:ar d• dõr porque na certo levava outra. Dr. Chranc, vou contar pia ser sincero desde aiança ,u era d<mals guloso apesar de pequenino auen do havf• bõlo ou doeu em Ies tinhas eu só pegava 0s maiores, só queria dos grandes porque enchia a barriga mais drprusa; aulm fui cre-sce.ndo 4té que egar rei a namorar, só queria garota gr,nde, gordn e carnuda, tálo de taquara. nd:o crA comigo, quando precisei casar, já estava na deta encontrei Eufrosina 411.1c não era bonita mas tinha carne como va:-d de Jeroguá e me atrevi num bsi lc a convida-la para ballar e de .. ngraçodinho meti de dizer que es'ave apaixonedo por ela Pois bpezar de- pequenino Dr. 4quda montanha tapou a parada e não me largou mais no baile. qutnC:o parava a müsicn ela queria pi u:or na sala ao meu lado, vi lo- Legislativo, faz com que o! gãos governawentai., voltl'r.1 as vistas pata aquele m fllCipio, A atual adulnltruçlo vem preocupando-se lo só com o centro urbtno do c1. oode, mus, prlncfpalmtnte com reparo e bettur de ro dovias nlim ds der escoamen to de grande produção sgrt cote, o setor educaclonol es to venu merecendo especial carinho por parte do Chcle do Executivo de Itapora, (Trnns. da Folha de Dourados) res 3) An•ortlz~çllo doe de bitos da saterlor admlnlslra ço. 4) Limpeza nn cidade ó) RePlauroçllo das Es tradn8 Munlolpals 5) Regularlzaçllo do Ser viço lnteroo da Prefeitura. A) Estradas 8) E,colas C) Rede de Esgotos ITAPORA - DESENVOLVI 2) Ampllaço das Es colos e Quadro de Professo- MBNTO - UNlÃQ go QUt jd e,a ciúme, pr,s outras não dançarem ccmlgO e já mie am,e;ava dc:b,iga se me. agarra, .. se com outa: namorada_ Ji viu Dr ? Foi um. i>cus nos acudo Dr. Eu"folava pro ,la: vemos senta que vou beber água ela me eríiava um beliscão de ficar roxo. como vi outro dia, uma porção de rodelinha, roxas na pcma • nunca.mais me livrei dessa anta animalisada que de tanto querer bem quesl ac bou de vez com o marido. Dr, 11 mulher é tSo graude que as petnss dela parecem doi; troncos de aroeira, os braços dole_cepoa de"jece.raudá aos pretos, a pelturra é ccmo mu ro de fortaleza, capoz de der rubar aramado ile fàrpa sem aranhar ·e o;mnque. - hà, Dr. o muque quando fechado pa tece boleadelra de guasca, qunudo bote qcebra mesmo. Agora com essa experlêocla Gs surrn que revel estou re st1vhJo;fugir delu Dr, porque não quero bsnca r o Cusius m,m. de pensr.r. Vou prepa rur tezreno par fugir e como jà sei o n° do telefone do ecUt0rio, quando cle;;it em Bel VJt, Vou conr no +e nhot a IInhas p ripeis. O por que ficou Dr, e que es tu banguela de eim e de balxo, no poso nem lalnr, porqu.i :i lln;,•1.111 1 ;,"1>1 di'Kh•l• verd, toda hora quer alr pura Ióra e tenho de empur rala com o dedo; o dentMt, qunnto, no vai pedir pra arrumar os dente. Dweram quo o Dr. l{os'l ó o cnafa !Ja. raleiro. Vou Jó. E•lou resolvido Dr. vou luglr. O que o Sr. acha d" tur.fo luo Ur., tu o»so fazer umo. queixa Pras rntor/jade& ou tenho de ficar qult!Jnho P sumir ? Hesponda-me Dr. BELAVISTENSE: De você depende a <ontínuacão da Triboba em nossa <Idade COLABORE O oa:fgo Emlllo doa Anjoe. Reaposta: EmJl!o, ,ou pslcc.logo e ao ler lua primeira cartu JA estava sabendo que apanhu da mulher, ,eu melo kIla. De mel, 11lnd• me enche com esu carta do lamaohu da lua mu lher. Mas como fiquei Indig nado com a ação dela lhe dando bell1cAo des:le aolt,fro e ,urra depois de casados, entl lá Ili o que preclsu saber: Dizia o seu colega lta llaco, o grande psiquiatra GI ANBULLARJ: Nno lil pior ani mal mala •xlrelagacte e capr _) cheio, do que uma mulher cJu menta. A besta domestica-se com a espora e a mulher só a paulada. tá 7 Seu Emlllo? Crie vergo nha e n1o fujas da tua º"'ª• que deve monllzá-la como ho mem. O remêdlo ai é pau mes mo, tome, coragem t, vire a medalha, pau nela, Bua mulher precisa de spanhar pera ser domesticada. Não tem bang nem nada, você apanha um bom porrete e senta-lhe nl13 horao de briga, maB honre e, tuas calças, se não aguentas um porrete apanha uma vara e mande. surre a mulher pra valer, meta llie vata, de-lhe paulada a vnler e ullm garan to que ela del.xa dessa ,:r J cheso e Ilcarâ que só um pffo. de-16; depoJs de&ta nAo me v,nha mais com quexumes, o que tia prt,clsa mesmo é de pou, com !aso vai ficar man sinha. e olhe Jà, quem ssbe se ainda não terllo a ,upre,a do sparecimento de um rebento. N•da de levar o c.uo llll au torldadu que elu não tem un guento para passar em que bradura,. Passe !>em sea Emllio, até outra vez. Serviço • Ordem e Dr. Crano E.'T. Amigos, cor essa ktlomélrica éorrer;pcndtod• d" Emllio, fiquei •cm ecpaço pa.ta publ.:c,,r tantas outr11s carta• recebidts que Itca::n psra ou tra edlçaP: Mililn: União Desenvalvime1ta leilar. - 4loalize SI nssinarura 1 TRIBUNA DA 1' HOl(Tf.:lllA t Vi«ta ,i $ --·- _,.----·--~- -·---'----- --- - -1,,.. amara Muniipal de Belo Vista Mt Indicador Profissio ,. Projeto de Lei dustri d D16p0e obre a Lenço do Imposto predial e territorial cm ex-combatentes das Y'orças Kxpdlclonarinas Brasileira du 2> gunru llunJli,l. A Câmara Municipal de Hela VIsta, aprova rt, 1e Ficam Isentos dos impostos predits territoriais, os Imóveis de proprledle dos ex-combntentes da 2 Gu rru Mundla!. quo, tenha participado eletivamente em operação bélica das Força Expedt lonárls Hraslleira. que no estejsm nuferindo amparo efetivo do E«lado, Artigo 2 .- Ela Lel entrara em vlor na data de sua publlcaç4o revoadas as disposições em contrário. Sala das e»0os, 0) do abril de 1973 Dr. PoJro JoYé Polml•rl - Vereador rns1mcnnvn G:ol;nda C,lmnra de Vereadores do Bel& V1,ta, o Projclo de Lei, que tenho a elevada honra do submeter à lastre apreciação de VV,156. cncontrn-se ao abrigo dn Coo•tlluiçno Yedernl. A Constituiçlo Federal, prescreve em seu rt. 197, incisos «a» «b» • •e•, oslabllidade, se lunoloaó.rlo• público,, sem o exJgCncla do dl•• posto no $ 1° do art, 97, aposentadoria cor proventos integrais aos vin to e cinco uno• de eervlço clellvo, •••lol~nclll métllco, hOS?lla tur e edu, ciiClonal eo carente de recursos. Como •• ,·crlllca no pu•tulndo con,ll• luclon•I o Eliwdo rccooheco • ua inarredvel obrigação de omparar os aeu, noolonuls. <tu• ano •• lurtarnm ao npNo da l'Alrlo. pura oferece• rom o oongue do btHllclro no ullur do• horola. Contudo: 00111 totlos os brasllelros, ex-combatentes, da F.E.B., pu deram ver amparados pelo l!stndo, pela torma prescrll4 ua ::onaUtulçilo em empregos público•. esl•bllldodo tunclono 1 e ,po,onladorla ao, 25 ,'nos do ecrvi<;o, por terem em função de suns ttvidades bl!-ltcae nos campos dn Europa, conlraJ<lo loumera~ molC8tias, sendo a. mais comum a rucatul com caractcrliJUcas de neuroses. , oossn crnnde maioria, o Estado nüo lhes podo trooqucar n ei • seus famllloros, ra.aJs do quo re. curSoe mtdlcos., h0!pllnlu.re1 e medlcamcaofi; contudo, üsdcs recursos não 01 livraram da fome e do desamparo material. Na verdade, embora n Lei Conslilucionnl nno tonbu provl•to anti. vomonte o coao de lsençBo lrlbutárhl, uos ex-combatentes, contudo dou lhes vnntngcns mulorce, quo por mà aorto muitos na.o se encontram cm •ltuaçl!o de gozar, mos lntcrprctnndo-sc a Lei pelo principio de equidade, rates de sobra assiste aos fundumentos constituclonais deste Projeto de Lei. Na reolidod.e é um dcvl'r pt1lrióllco, tl exemplo de que tem tida [cito em outros muntclploa. nilo delXur cair no o,qucclmento os heróicos bO.crlHclos doa nossos Irmos que lutaram nlo sómente pelo Brasil mas pela llbcrdndc mundlnL Com o presente Projeto de Lei nlo e pretende nmpnrnr aos ex-combatentes que por uma formo au outra Já tcnha•mpnro.mtl-8 ,im aque les que nlo vieram ptos ao Brasll para se verem, agraciados com as vonlogcns de co.rgos publico,. llntn du Scs,ilos, 09 de abril de 1.117:l. Dr. Pedro José Polnleri - Vcrcodor Dr. GIL Marcos Saut Adv o Rua Plude Relol 428 9 a d o Dr. Pedro Guilherme Advogado Jardim Avenlds Duqu+ de Caxias, »91 Melo Groaso oluna espirita aa:leis ta #titã . , . Amai o vossos 1D lmlgos fozel o bem aos que vos tem õcllo e oral pelos que vos, perseguem e caluniam Por que ae vóa n9.o amais senao aos que vos amam, que re. oowpensn bavels de ter?, Nno Hazem os Publlc.aoos também o _mesmo?-E se vós saudardes 'sómente aos voe• aos lrmaos', que raieis nisso do especial'? - Nl!.o fazem oselm os genllos?- Sede vós logo perfeto como também vosso Pel C?elestinl é Perfol• to (8. Mateus, oap. V, ver. 44,46 e 48,) Pois que Deus possui a Perfeição !nllnlla em todas ae eolsne. n mà:.<ill111: ''.Sêde porleltos, como 'tambem vo~_ eo Pai Celestial é Perfeito • Tomada à Letra, pres,upõe- 10 a posslbUldade .de nUnglr o PerfelQIIO abaoluta. Se IOB· se dado à c.r!11tura ser tam bem perle.lla quanto o Cria• dor, el11 chegaria a igualá-lo ... e ... o que (l •inadlmlestvel, M 0s homen• a quem ee dirigia Jesus nilo compreen deria ·eesa d.Uercnça, e ELE ae liínltou a ,apresentur um Modelo, aconselhundo-os a se tJB!orçarem por allngi-lo. Por tnl!! palavras deve-se ent·en der u Perfelço relatva a de que 8 Humunidade é pos alvel e que o proxlma . da Divindade Em que consiste essa pcr.leiç,lo? J'esns disse: 'AII cs vossog inimigos, Ia zeis bem aos que vós odei am, oral peles que vos per- neguem" ELE desl!'oostra ai, que o essencial da perfeição ô s Caridade • na sua mais olla express!lo, por Implicar a prática de todas as outras vlrtudte, Do, lato. ae ohservarmos oa resultados de lodos os vloios e mesmo :os eimples . de!eltos, , reeonbeoemos que no há um só que nl!.o altere mas ou menoe o sentimento da Caridade, por todos se originam do egolsmo e do or gulho que ul!.o n sua antitese pois tucJo quanto exalta a personalldaoe, destro!.. ou pelo menos entraqueee os elementos da lldima Carlda Je, qu .. sl!.o: a benevolência, e lnuulgênclu, 8 abnegoçl!.o e o devotameto. O amor do proxlmo elevacJo até 110 umor pelos Inimigas. nllo se podendo oonjug..r com ne nhum sentimento contrario 1 Coridade, é por !aio mesmo indicio de mulor ou menor superioridade Moral, do que ae Infere que o grau da Per telçilo eota na rozilo da Grandeza do Amor. Por isso Jesus npôs huver rspreeenl&· do nos seua Dlsclpulo1 as :egras dA Carldalle, no que elu tem de me.la aubllmado d1see:_"Scde Vóa perfeitos como vouo Pai Celestial''. "Reconhece-se o verdadeiro espirita pela sua tr11nsforma ç0 Moral e pelos esforços empreendidas pura dominar as 6Uss IncUnuções". (Evaogelho Segundo O Esp(. rlt;smo: AUan Rardec) Dr. Pedro Advoga eia Palmiere em geral Rua 15 de Novembro 170 - Fone 237 -- Bela Vista Dr. Fion Murnno MÉDICO Rua 1ó do Novembro 75 Dr. Roberval Borges Medico CRM-MT-209 GINECOLOGIST4~0BSTETRIC14·&1RURGIAO GERDL Cons~llório-Rua Cond& Porto Alegre-309-Tel-215 Rela vista - .Uato Grosso < Revista do Sudoesf e H poucs me«s « C!t. Don/to bra, Minereçdo S,A do Parani andou acertando ot melo de iostslt uma fI!sl nesta Idade 4, para o ptovettmnto do 1<Xcelente ui.kárlu do mun1cl •• pio e consegulu fsvóres d lre- , te1lura Munfclp•I co:no o mini- ~ mo de ]uda par a suas_int lação qui. Aguardn-se para . breve 1eu pronunclamouto. Accntece que duaa outro Empresas congeroas jà se in teressaram lambem na inatalu ç40 do moinhos pars pulver ZlÇÚD do colcáreo ln o.tum para corretivo do sólo, sendo, cooform• coruta, que uma dê i., (os nome, dos tirmae ião mantido• em segrQdos) já arren• dsram um waqulat.mo que exl.ie parado no munlclp10. O PRODOli!>TE dutlnn Jmporl?oclu elevada paro f1011n, c!omento da, in:10,trfos do cblcáreo, As Emprias organizadas que quiserem dedicur a se ramo de Jllvldade " tiverem buses de gor&nlla pora levan- tar um emprésllmo vull-Otu pa, 1 ra aqublção de msqulnbmo e ln•talaçõcs, não terllo nenhum prcblems ao wpreselarem seus projeto"" BANCO DO BRASIL s / A que fará estudo das prc po,tas com o mefhor lnterbse pois a, ln,tr.ções E:xlstente,, s0o as l:4al9 animadora,, dian- lr. lambem. do Jnterêoae do Covêroo em smpllar o rendi. mento do cultura de cereob. A• grande, lavoura, au mentam dia a dia • tendem a aumenlar temprc, para o que o Prodoe•te pferece os meios fl, nàncelros psru s homens de fmprê,a_que queiram lambem colahorar com o lavoura do Sul mulogroBB•Dse que já .. avulta cnecendo de quatida de ecurme de calcáreo todos os anos, pura corretiva, torcan.- do-,e a moagem da cal um dos mclhoru negócios na regijo de B,lo Vrsi... Por ou4o.lado, a Prefeiturs Municipal rstdl intercsuda .no m0mrnto das in1toloçõts dos u tabelecimentos agro-industriais, podendo dispensar-lhes algumas lacilidad,., Ourm andar depressa, _co lhe,ii bon, fruto,. o 1•lóveis em Geral • Colchões de .Molu e Espnrr. a Travesseiros de Espuma • .Máquinas de Costura «S11'JGER> BELA VISTA MATO GROSSO Livraric1 e Papelaria Progresso Papeis em geral- Livros em branco • 1 i,nos escolares Cadernos Louças e a.rtigos pnr1.1 prc.,enles em gerol. Bout.ique - Perfumaria BELA VISTA MATO ÜR0S::3O CASA PROGRESSO Materiais para con;,truçãu - ,eção nnitários-.Mnterial elétrico e uma completa de Secos e molhados . 1 ' ' Ml ws ME.. e tala Ises KIh Aguardem para. breve• a nova Casa de Pecas, assessórios para qualquer-veiculo ao lauo da casa de moveis Progresso BELA VISTA MATO GROSSO I 'l'rihun11 da ]'ronlclra Bcln Vfatn 1 N CA OH CIA !l POSTO DE SERVIÇO ESSO De Lázaro Orti de Mores Gnsoliu11 - Diesel- Todn linha de lubri ficnutes - Lavagem - Lubrlf:cnçflo lroc11 do oloo - •Anexo lnuchouote• JARDIM MT SERRARIA CASTELO DE nHTONIO REMO PE.HZO Compra de lludelra Bruto e Vuudu do Modclro Serrado - Agradece II Preferência ----------------------------1 Rua Coronel Morelrts s!a Antonio Jollo-MT Organização Irmãos Jaques Matadouro Rio Formoso CASA DE CARNES POSTO SHEL Servi: pt1ra crescer BOIIITO M. T. Comercio e Industria Santa Luzia (Casa do Arroz) de Ulisses Ploto de Almeida Seco, e molhados Latarias em geral - Màqutnu de bene!lcfo_de arrcz - compru e venda de e.real• Rua Antooto João 623 Sela Vbla Mofo Grosso Com trabalho adiquirimo11 progresso 1 ~l 9NNRRMENIR9MARRARMNNKNRMNMe$ 8$ • caroro.o ortc1o> ±g 'l'abollão: Josó Avotno o;,:Sttvn Kscrlturo.-. contrntos,..proouraçõe,, .reconbechnentos de llrmaPI regl,tto do lmove6, do titu1os o documentos do protesto • ane'Xoa.. Rxlrnlmos fotocópias na hora - Autenticada■ RELOJOARIA -TECNOS- + erviço tápldo e efici te ~ 'y Bela Vista Mato Grosso gg #ggERARRRK9RKRRRKKERNKMKHK#NANE de Luiz C. da Silva Relógloe Tecuos-8ska-Royce- elk o e Orlente-ôcutos de grau e sombra - Jóias em c:sral - All11:iç11s da todos os preços. Anexo oliclna autorizada para con,êrto, do Selko e Oriente - tudo pelo oredlérlo. 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X-X Goitcl de ver domlngo e Odóclo ocomponhotlo do Sônia, que supresa hein l X-X, S,ta. llde Maria Murano Srta Solengc Urblcto pro· Sra. Marl• JêÍsé S. Dcdé feliz Sra. Dclfa Ocampos Acho que o No,1,on, está O Que Somos Quantos Somos Houve époco cm que fa. ler de slndlrelhmo de Trobo lhodores Ruroh em sioõnlmo de perlgoe até espantavam multa gente. De certo tempo pero cà multas pessoe já, ouvirem fa lar de sindicatos de.Trabalha dores Rurel•. out,oe ouvirem sõbre CONTAS e mels recen temente passamos a notar a existência da FEJAGRI. O quo somos afinal do conto? Os sindicatos de traba lhadores Rursb ,llb usdocla• sões de lovrodores,' que se unem para buscor dlea melho- "" auasé todos_ os Eslo· do do Brasil faltando openes um ou dolo, e,detem sindico• tos de trnb•lhodoreB rurnb, e também Fzderução congregan do êue1 slndlcalc.s. Em olgum estado o mo vimento Smrllcal ó mal• antigo e j6 cons•guiu atingir quaso os munlclplos, como é o caso do Rio Oronde do !:ui, Per numbuco, Sontn jCntarlne, Pn· ,anil Ceorti e outros mi. Quondo ~xist• mais de um +indicuto, organize se Botcndo um plá com o Ed valdo, note! que ti, está caido por alué quz está na cidade Maravilhosa. X-X Oba li domingo a. nôltt 1 vi um bale pipo ao 10m dr v,o• lão'. Jmnes, Nelis, David e CI da Coelho, x-x ELEGANTES DA SEMANA Sra. Ana Mala Vasconcelos Sra. Azilde lnsfron Co,t& Srta Sandro Barreto X-X CASAL DA SEMANA r<rnondinho e Zrnõbio Melalul ( hlilo ) Atendendo pedido de nos •o leitor da cidade de Jordiw José Carlos, reladonamoA abai xo o Quollro de Coluborderes do Jo1:nal • Tribuna do Fron teiro. Dlr,tor (11} Proprietária Marie Eatela Vdn,quez Pcr•lra Redutor-Chefe e Diretor Re,pon,àvcl I veJdo Pereira Colaboradores: Jo•é Jooqlllm P. Souto (B.Visla) Ad»ir G. Buldl (Cor.col) Grraldo P. Sobrtnho (B. Vista} ume Federaçllo, e quando existem mais de tres Federa ções no Pai,, organiza· ae uma Confederação. Os Sindicatos e Fed•ro çüo recunhecldos e autorlza dos n funcionar pelo Ministé rlo do Trbolho e Previdêcfe soclnl é o OcgBo mAxlmo dos Traballsiores Rurais, a CON TAG· Conltderaç3o do, Tre lhedores o, Agricultura, !oi reconhecida . pelo Preddente da Repúblico. Quantos.aomoa. então? Exlsle no Brasil 19 'fede rações de Trebalhadorê. na Agricultura, e n FETAGRl. é n Fedtuação:male;,nova, con .. tando com 20 ,lndlcatos • e aproximadamente 19 mil trabolhadore• .rurois •lndlc•ll• zdos e oom uma meta o atingir de 35.000 (trinta • cinco mlli assocfod~• nté de zembro de t.973. Aasuciados à 19 Federa çõtS cxhtentem aproximada mente um mil e aehceotos slndlcatc• de trobelhadoru Rurais e um total de_mais de um milhão e melo de associa dos. Helcnu Lope• (Jordlm) Tuca (Jor;llm) Paulo F. S. Sllv,irn Nantes (Sldrolândlo} Cop. Morlo Manlelro (Pre,I• dente do U.J.,.) Aqnidauana Eurlpedes Ferreira (LY) Silo Joaquim de Barra - SP Alice Pedra Nunco Bela Vista Correspondente em Porto Mur • tloho, Antonio João, Marac,jú, ltaporã e Campo Grandt. Estes elementos que ln• logram a •ua ' 1 'l'rlbuna da Prootelra" A Prcfplfurn levou n eleiLO uoLJtvel tral,nllv, re vonsttuldo o ramal da es trd de Mnrga:ldn, neste mnnieipio, que assim ficou lu tegrad11 llllll cl.Jamndas es tradús dn prnduç:io - por que, esse trabalho que fol acelerado empregando-se n:1., todo mnqui:iismo e pessoal teenco d Prefeitu ra pra que"fleasse pronta em tempo record pra es conr os produtos da lavou rn, foi ,alcançado, o que efetivamente trz uovo n:cuto "aos usuários. Co11vldndos pelo sr. Clovis Mnrcelino db Olivei rn• para visib-la, co:: sua comr,nnh/11 segulruos até onde se situa a grande planluçüo do arroz E! ~oja dos destemerasos gauchos que desgrrarum-o da terra natal par estas bandas de Mato Grosso trazendo con sigo o espirto de luta, a experlencih . no trato da terra e a teeníc no mane jo de enores mplementos que f,:cil1tarão .grande pro porçilo de pro dutlvadadc de cereais, o quL• importa di zer que eles trouxeram pa ra o nosso rincão, Nqullo que podemos denominar: trabalho ~01 ío e píoneirls mo, numa . demonstração da eCitlencia do bome:n brasi leiro nn conqaisla de uma fse nova do desenvolvi. mento ,,gricola em umn re gio ·ntes dedicada unica mente ã pecuaria. A estrada em apieço ficou com um aspecto no vo: larga, abaulada, com boelros, aterros de eascall.Jo e outros meios de seguran- Um sorriso no custs na da II produz multe. Enriquece oom elt,, a quele que o recebe, sem empobrecer aquele que o dá. N0o dura mala que um Instante. mae II sua recorda ç!!o é eterna, Ninguem é to rico que o poosn dispensar, e .nin guén é t!!o pobre que núo o z:o•sa merecer. Crlndor de lellcidade, em Casa, nos negocios, eCL:qual quer lugar, é sinal eensivel de nmlsade. • Um ,arriso aá descanso ao cansaço· , No desanimo renova a coragem e na trls!ezu é oon soluço. É o untidoto n±turi p ra todBli' as màgoas. ça, 0 que, tl m medo de errnr, podt.:rnos garantir que com pequena cousetva çilo !icnrá ela eru condi ções do trafego pernrnuen lti. aliás com dupla !inul!. <lnde, pois partiuJo ela cs trada BR AIT-B. VMa-Ca rncol, vai alcançar a E trnda Federal que partindo de Jardim dE>mauda Podo Murtinbo, entrocaudo na Fazenda Margarida, com pouco mais de 40 kílowe- tros, economizando em cer ca de 90 kílomctro11 aqueles viajantes que queira seguir desta cidade á de Porto hlurtinho ou vice-versa. Essa estrada deve «er reconhecida pelo Governo Estndunl como uma das vi cinnis prevista pelo PRO DOESTE, pois tem todas hS c,uaclerislicas exigida,; por aquele orgiio federal cinco (5) cidades do ;.sudo este matogrossense, serrin do-11.Jes para o escoamento da produção agrícola e transporte de gado de cor te. ~erece parabéns o sr. Prefeito )!unicipal pelo ma gnifico trabalho :::reaitzado nu reconstrução de tão v1- lsl via de transporte que passa no meio das planta ções verdejantes. Quanto a magnliic.a plnntaçlio de arroz e outro cereals, fica para outra vez ser focnlizada em entrevista com sr. Mnyer um dos agricultores gauchos pionei ros da mecanização cm grande escale. neste muni cípio. Jota Jota (Colaboràção L Y ... ) Rlis #e a las ii tis fãs te lw Ilha, na te te sr aiiasii • Tio Mateba Ma é um bem que n!!o se pode comprar. nem em prestar " nem roubar. Pois. somente tem vslor no instante em que se dà. E se vooé encontrar, de quem um surrlso eepera e nllo lhe tlá, seja generoso e de o seu .. Porque. pinguem tem ta.n:n :ieceeslànde do sorriso, Como aquele que ao, outros ailo sube dar. Sendo hoje o dia do eu anlver&árlo. peço lfcenc;11 P•· ra que e:a nome dos beavis- 11:nscs curuprlrueat0-lo LOUUo nlncerumcnlll. E você, tio Msreba que luz u criança JJorrlr, e ... e o que é mal belo que o or. rl10 de um crinça? Neste dia em que co1lle mu.ís uma Vor no jardlw de auo cxls ténch,, aós ebtemos oompur tllhando de bU" fellcldadu mas temos tumbem um llqu1: nbo de tristesu dentro de nós subes porque? Por que você vu.o ficando mala V!1lhlnbo e daqui mldB uns anos terem<t& que clama-l VOVÓ Mutoba. Mas Illlo ó por Isso que você vue esquecer de nós ué? Nós sabemos que ape Ear de estar rtcaa<lo velho nllo vae perder o seu ~splrl to de jovhlíd!1dll. TIO Matba, desejamos lbe muitos anos de vida e que 1ua lclu seja como 'um mar de roeu, ogllado peloe ondas da !eUcld,de. Eue e o a:eu desejo, e de todos qul presertes. Obrigado Tio lt.t.ebu, pela alegria que tem dado As erianças Belavisteases!! ROSELY fXPf filfHff Empresa Trihuna da f ronleirn IMPnrnsn - fULB!CIDllDf Dretona Proprietária Maria Estela V. Pcrc11• «JOfifffll• « lfilBUlln un_fHOIHflRAl) Redator-Chefe Ivaldo Pereira Colaboradores: Redação e Administração Rua Barão de Melgaço S/N Bela Vi:sb Diversos i-tf. Grosso Auinoruro dnu•I C,$. 50,00 On10,s Município 60_,00 Propagandas Indador Pro{uronal 8,00 ;,cr cm de coluna Primeira página 13,00 or cm. Ulia psine 10,0g o m. O Joel nao se responsabil za pelo ccnetos cmltidos em colunas assinadas. -XX- Para sorrir movtmeota· mos 16 musoulos: Este Jor:nal é composto Pora fechar a cara-- 58 aproximadamente. ' e imprsso n:lS Oficinas elo SORRIA SEMPRE (e «Correio do Sudoeste» que uoja por ec.,uomJa). A q u ; d a n n na M. ANO n lviu tas 1as h ide ds diminutdo, wsmn, a dr /pt mar de continue: r0 4 ade ,, .. tr.úu,lt,, nu,; 'J'-• • , or1 • ·t•··l 11.u ••• , " • liutndo mto ,",, publicas, á nolte, Iaeitnpdo e rUtt• du e11ltnh•, o ;,r l rc t l da O Ida da crlaças e- to Multpal de terioa que ',,,t is que finalmente +o coloca@é lulnarias sr4% ,''etiidas co a medds, e d . do a qun d/ío JJCL&>O pum or, Cll,,· j ~ (J..'- vdd1Htdr& u,Curl- D erzl recon , lZl 1 ' 1,tit.~ quo ru11c1or,aru .i 1i 1 ~11c_. o ~~ 0ª d~ antes. que vem a er mullas 1àm4 Vice·Literançd ena e la@ Rurnl próximo ao Jtllometro 50 da SH à insuguroda no pro :drno domln!tll n EaCGlo Hutal .BENTO GONÇALVES» que l'rcrolturn mun1ou c111utru1r o Correio e l e lema to l • No. 5G wl rodoVlt1 Aquldeulln!l llelfi Vi•• ta. O Correio serpre no hldn. D,Ese-uos um Hnhor qu O 1111111 carta 11 &i po6tu 1111 correio ew Culubfl o 22 do Fev,mlro, só chegou f.'JUI em l!nr. <lu Março um rota. Tele· rama ? utra tisteza. Quem paseur uru 1dcgrcma paro úiwpu Onrnde o sair _d• ônl• bus chega primeiro. Sem co mentários. Apesar d0g constantes d d trilas pura me- Veio da Capital do Etudo UUllil'DI06 uO o 0 lh1,r11r O SHViÇO B cOl811 00011• nua no mesmo dlspasio, nlu da co a trapalhada d ext geuc,a do GUIA POSTAL de a prse o número d cidnud' clestloátarla nos endereços, colPa Ião d!Ucil clll ooiaegulr l'!:eomo n,Y grandeg cidades, qusnt,, ruela para o uo do que moram O!l campanha. O caso do caria citada é tlplco. f 1 laia» a iaia ial ..-+ Como 1ecoul.iecimento no seu trab!lll.io e dinnmis mo, o ScnoJor dnldonhn Derzl - Arnna de Mto Grosso - a.:aba de ser re conduzido ao pôsto de Vice Lider do Governo da Ci mara Alta do pals, pelo no• vo Lider, Stinador Pclrônio Portela. Assim, o Senhor Salda- nLa Dzzi passará mais dois nnos no exercício da Vice Lideranç:i goveinnmental do enzdo Federal e, especial rnrnle com a Incumbência de coordouar as Comissões Mistas co Coogresso Nucío ::iul que foram couvocndos para exme de mté:las ur gentes encumlubadnc no Le gislatívo pelo Preslden te o sr u ologuJo Regionut de Com no Grnnde poderio bem estudar' um n,et~ d'I. /génctll 1l'c11l too Correio ter, já :eve untrs, un, plant~o uue dot:Jln· gos pura tender as pesou que pecesitum de canuni+- Hovo Cinema ~ara Bela Vista Médici. O senador S1.ldanba Derzi, que jÍI vinha ocupan do a Vice-Liderança ao tem· po em que o senador Filin to Muller era o líder 'do Govero, foi reconduzir.lo no pô.;;to pdo senador Pe h ônie> Portelo, em face do recoubecimento dos seus éritos pessoais. lulurcuçüos !urueciuos por por0 que ;ncrecc !é, oào conlu do que está p>. ra +ser eletivuda organizçlo de umu Firma ie gabrto tes ta c!dnde peru u ex(,lorn· çúo de um cmrma com lo~os .s requ!sitos dos ruis mo@teV nos. O nome do emprtearlo Hca om sigllo, ptH!l ver se sal 150 mil Crnzeims para Glóiit de ourados e SidroJândia Biblioteca Municipal No dia 9 do correole o Sr. Pretelto drn inicio à cm ponha do Livro para tl or gan!z~çllo da biblioteca dll cidade. Vamoe colaborar gente de Bel" Visl8, i;i:rque u que se dor agora em livros, ter~ m08 no futuro em Jon,ntude CUIABA - Os munlclploa de 150 mll cruzc!roi destina- sentido, já foi assinado pob de Glória de Oourndc• • SI• dos n execução du o,ovlço, de drolàndln, rec:iberào cudu um inst,i!oç:io e o:nontegem de equl- Govercador José Frogdh e em forma d, auxilio. do Go- psmento de rede de ener- vemo Esladunl. a lmpo,tnnclo glo elélcico. Dec,et.o, neste publlcado no Diátlo OUcfal. )) çõeõ rápidas, pois nllo con cebs que uma cidade como Bla Vista !:que com urna 'He pert'çO.o !mp·,rtbale como •L· , fechada durunte 36 bot11d por semana, tendo pessoal di+. punivcl. m,·~m,. Os bels'l'lslensas ao cam «Jer.BJOEoA de novidade e ui ruutéuu ae aivereõe~ pú bilu:. Aguurdtmo• com entusias- mo esse ncont,cfmeato e en• viemoR no,sue !tlfclt~çüer. uo• cld11dn,, que teve ID o feliz/ J iclcl,tlvu, noE!Ío 11mlgo e bom belavistense. PLANO IACIOIAL E AI MEmnçno ESCOlnR Acolhendo exposlç1o de mõtlvo, do• Mini>lros da. eu de. ?lnnejaroento, Educeç-ã:>, Trabalho • F1zenda, o PreSI• dente Méd!ci o,slnou Decr•l 0 Instituindo o ProgrlltnB No• clcmol de Alimeotsçllo e Nu riçar. TeIn como ol:jcti'l'o p:loclpai a m,lhori" das con dições d., ohmcnt.ç.lo e nutrl çib do povo brnsil.,iro . cullo e cstudloaa. os a:!ultM amantes da bou L<ituro, tambem saberão !requentar 11 bibllotec"' nos moc:entos dispoalvels, co• Ibe:ido novos conbeclmentoa. além das horus agradáveis juntos do amigo!. Jota Jota e o m u n i e a d o A Coletoria Eatadual d• Antonio João comunlcs aG~ contrlbulntc, da Pe:uãrlo qu• o pcozo para regu.larlz.açlí~ de inscrlçilo e entrego de Oecle· roç!lo de Po:uori1laa e Movl mcnlo Eccn&mlcc, é até o di4 30 de &bril: oulro&a!m solldta entrega de tolõ<>s e nota• tfs caJs. Ant.onlo Joéo, 16 de abril de 19i3. ... Ferros, Chapas. Tubos. 'Tintas. Azulejos, Vidros. Conjuntos sanitários e Srames, SI. Pneus, Par»risas, Ferragem em geral .. Enq..:un o espera ser utendido nós lbe olcrececuus ,u11 cuf.'.-.cinho,. i.tendido por pessoal especialisado OUl.- LOPES DA LAGUNA-11AT OOROSSO .. ,, Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº055_14_04_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº057_29_04_1973 Voltar para a lista de itens