TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº059_12_05_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº059_12_05_1973Número da edição59Data de publicação12 de maio de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.12126604542578 , -56.52820279399815 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº059_12_05_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto m'O li iwwwmi .,";G5..3,5 Seu A . ; "±' edi s.l O Presidente Grras tazu )lédicí com b,,Ml em t>Xposição do ruulvos tio Ml nhtro J ulio Barata do 'l'rn bahc, o Providencin Socí:il. ussinou decr,,to alll•ranclo 11 tubeln do saHtrin mínimo ;ia r diversas reglõss do Bra sil. No ~eu arlÍf!O lo, o <lc creto altom ,1 t.,btib nuleri· ' Gasolina numentu de .4 em 4 Mêses or. No 1:rligo 2o <l1:-: que os mcuor••~ do 16 an,.s nnntll perceberão menos de 50 <lo ~~làrlo mln!mo r,-gio1rn:. P.,.ra os ll'abnl h:dorl!S que tenham fíx,1do por Icl o m.í imo de jornada diária de trnb•Jbo cm menos de oito bo,as, o ,alíirio ml111mo s, rá fgnl o da no:z tbel2, Segundo explicações do secretê.rlo Geral do ~Jlnl~lé rio dos M!nus e Energln. Beo }omlm Mil rio B&li;IO, o . mo alda tomada pnrn a 1nnJor11• çno sobro a Q11.3nlloa 5º e 50 e 0osequência da forte tn- 1êncln nltlstn nos prêços do Óleo no MercDdo Inlern~clo obl. • Como " Brasil é cc•m prudor de Oleo o o venclu.sob 11 lormn do oombusllv,1 º" llncadu lnlcrno Brn,llelro, nilo hà outro melo do n!!., Sll eldVnr II prCQJ>, frt,uu o !:n genbelro MO.rio Butlltu. O úl timo aumenlo> dn gos~Unn ocor reu o 1º do Junuiro des o a no l 1 anntM DHrnDE CO:ISTRU- cno Dt PiJDOVIA BRAS!LII - A onolusõ.o de projel'> pnrn conitruçáo 11;, BR-103, 11!,!Ulldo oJ ciJ~drt, do Riu Brilllsnte e Duurudoi< rm M•,lo Grosrn, !01 snllcllo- • do uo ministro Morlo Andre t1.zZ:-!, do Tanaportes, pelo dopu'Ltl<, !c,!oro) Ural:ln Ba rém, d ARENA talo grcs snse. O parlamentar rersrl tou quo n ro>dovit,, com trll fego de 1.200 vieulcs por dia, ó responuàvel pelo es coemento de 16% llll CC{IOCI• mula «gzleolu do Estudo. Ape ijar disto, e,a•,. tuílclonnndc cm oundlçÕoJ p1ec6tlu~. o quo dllloult·• o :rnn ut'llza çEI<>. Falln npenns ettu lrnclio pru Dourados ter t'lc,,sso i.o s!tona rodcvlirlo nuclonl pn, lmcntndo. LA#epe f] é tfjf& 3j.%$.=" @li li ti@is. inimo multlplicaJo J>01 oito e di v/Jido por aqudc wàximo legal. No decreto preslden chli r,!1rm:1 s,, que o snlúilo miuimo r, gion ,1 ele Mato Grosso será ds Ct$ 240,00. A d.ária setá ele Cr~ 8,00, a hora "º' vi-;o C1S 1,00. me ~estina á cuHura is $ 15 «ilhes 13 O Ministro J nrbns PaE rn!Ínho anuuciou em Brasi lia. a aquisiçiio de uma ver ba supiomcntnr du ordc1.u da :!ii mllbõts da cruzeiros. que será aplicada ainda este ano nn ,,reu de cultura. EEsos re cursos conseguidos depos de entendimentos entre os Minais lros d Educação, do Planbjamento o da fazenda, s~rio som:idos aos 31 mí !hões previstos no orçame to do pluuo nacio::ial de cultura. rnve Amor, H' hoje no fosse am da ta ~s:gutf:cr.:ív,1 por:. tí, talvez o dia seria um fgu,,I n tantos outros. Hole por mis que me ese force não .:on~lgo c!c.i:rnr d'l bentlr um voz.ia lnvnrlir meu 1liwo e, uma leva ou ,1-t do melaucolia vem en 'O! ver miuLa alu.1u. llojo ~eu aniversário e não mnls estás ~qul. Tudo aquilo quo dceejei dizer e ofertr te boje, ficam ~ó pra mim na lcmhrnnça, ue,im co:no uwu t'>P!trhnça malgrada que ajímenl<:i, por algum tempo. Estou bÓ, e uo ou• vir 11s ,nr.hicns qu11 foram nt!lsas sinto em mu rosto clm.s lngrimnR rolorcrJ, ~im, as minhas liígriruas foi am o!! unicas migalhas perrna- 1wntcs q'.le restaram dv Eslivewo" na rcsidêu cia do Sr. Abdala Snin (Papito) e coustatomos •in loco• a cura de um doente que portam li terrível mo léstia l'ubloes Pretos•. O • po:ludor da moléstia, morn· c!or <ln cidade de !:. Marin~á, Estudo do Paian~,' levou a 1:.iz concerol, ci,;6 rei e cnncetosa para complelnr o trutamei:to. Afitmou á. 11e- ttaknt» te tales a» h'aqui Um contrdbando de· 3:J0 mil outleroos !o( lotToduztdo oo Paruguui proveniente do Bras 1 1 segundo deuonolcs cl:1s ,,utorlds.des parugunla,. De vcê depende a continuação da liibm1c9 em nossa cidade COLABORE iô nosso aIlo:, ITojo tudo ó t11.d, sem ti, e déste nada constitui-se todos os momentos desta minh'vlda imutil o razia sem tua presença. IIoj:.:, qunudo a noite Vh'l', que tudo và p:.r>t 011- de e como qnizer, i,à ou itel ao me~mo Jugnr anelo 0111torn nos eaco11t1.ivamos J-{eviverd 03 momen tos (dizes q:.111 juntos nli passamos, mas sozinha e8- tarei boje e lr;•los os dias, poís, j,w,uls 'V!tnrf1~ para mim. :'J;;~ apesnt de tudo meemo Eal,cm1o que já mo esqueccsll', d'l !uudo do cotação deste meu nada de sejo-te tudo, pois ngora te quoro mnis do que te quiz. Helena Lopes Unrdim) pqrtngem o ,-itndo senhor < Este Homem ó um Snnto. Envia s Raizes Pagando inclusive Despesas do Cor reío•. ~ ossa intcnç~o, é, informar os leitores do tia ba!Lo humanitário que de eeuvolve o Pnplto niio s6 em Mato Grosso, mas em diversos países. Abdula Sai merece mttlor considera(ãO dos bdavlsteu•es. ve Eer rigoroca e lmedtate. O oootrnbando provocou uclrrodu;; .deb~tca entro o de· putudo Clorado ollc:Jall1t1 A Asoclço,do lndus- Cersr. Zacarias e o presl- triais Gr:.flcos comunicou a dlreçao Aduaneira que a re. dente do Pnrtldo Liberal pressllo ao contrabando de Redtc11I, deputado Justo Pas- tor Beoltez. COH~WONAHID CHlYflOlíl Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 e as mionetas C10 que são capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono Recebemos seu cnrro usado como sinal • Vl,ile-nos sem com-promlsso SOCIEDADE AUTO PASTORIL l:.td • sob a dlre9ão de Or:.ldo Jtlores .Nogueira a., agora RUA MARECHAL MALET. 325 -- FONE 1N3 ca- AQUIDAUANA - l'úATO GROSSO '1'db111111 da Fronleirn Bala Vi«t i tatano luitil te ta»l si o li p (Cana»as ph pssaga t iasi mm:si±pies piir th loiiji Godoy _ y 1 ·ce-Pres 1·ctente-Osca.r Ferreira Leite ·- Secretárin-Hi>rmi11io B. Souz;i PresidenLe-lVlal'celino • Nantes Silveira. . Antonio da Silva Atuante Povo Politizado - Boa Administração V ~readores . lrineu Camara Caràcol e o Desenvolvimelto Bojo 1 •. de mnlo, oomc moramos, dois 11uonteclmeotos que entroloçum-so, pois, um é eleito do outro: Dlo dos Trubalhodorco e a•. oolvcr edrlo do Emsuolpoçno Polllloa do Munlolplo. "Eeto lo! lnl olo d11 dlRoureo pro[erldo pe lo Sr. Todeu Ocumpoe, nno uuou eatos poluvrns o "goro· dor do entus!osmo'' que é o Pre!ollo de Cnrscol, moo entendemos suo Mensagem nns onlrellnhus.'' Corucol dos perto poro suo res t poslçno de destaque no Estudo, hoje possui um Ginaslo us ruus !oram. patrolodue, o& terrenon buldlos tnconlrn•ae llmpoe, e o que ó lrnporlunte: o pncoto e trobalhttdor Corncolense recebo o lmll do Progresso: n Enorg18 EINricul/1. Atualmente Curnool tem pou· oo psrn olereoer, mne equl vnleolo a multo, pois olere oo a vontode que traoelor ma e_ oon,tról. Tempo do Prodoeste, do Proterro, de Provslo, ·.tempo do desportur Csrooolense, ópoca do Pre· feito. «entuslesmo Tadeu Ocumpos. O povo escolhe as DIre trizes que levurio ao desa b1 ochar .ioonõmlco de Cnra ool: Podur Executivo, Logls lotlvo ,e Povo andom llgudoe por ums [orço que supera oe obstuculos: O Desonvolvl merto. O lmportnnle ó dei xar basee para o Futuro: só• lidos ., vlll.vels. Os obstâou los pnrn o Desenvolvimento dn Regina e/lo muitos e de multo !ôr~·o, mos cstno sendo venoldoe, homens de todo olosse social motivados para e ooupaçllo, trnoelormam o Melo e uc estruturas Mentais Arouloas. A boro ó de oons clênolu Nuolonul em tôrno da nectseldade do Desenvolvi· weoto e dn partieipaçlo. E u hora declelvu. Agora ou nun• oo. É umn corrido centro o tempo. A pedra !undnmtrnhl do progresso lançada por 'Ta deu Ocumpos, trouxe uma a llrmaçllo do ot!lsmo da ccn !lanço no grond1oso Tuluro de Cnraool''. Dlo l"'de Mole, o vizinho Munlclplo de Caroool, come morou atu S• Aniversário de Emencl;:,oçao Politlca. Foi um dia festivo pata os Caracolenses. , . -X- A Preleituro MunJclpal, otrevEB de ,rn dlnàmlco Prelelto Sr. Tadeu Ocampos, o!ereoeu o lodo Populaçao e Vlsllanle.t: Jogos na quadre de E1porlt, no Compo do Munlclpnlldode, e compcllçõe• no Clube do Loço. O Insigne Prelelto, lnsugurou a REDE de Energlo Elétrico, cumprindo des&b torm•, uma pro messo feita hà 2 meses, -X- No almoço o!,recldo ns Autorldodes onotomos a pre,ençn do Sr, Clovl• Marcelino de Ollvelro (Prefeito de Belo Visto) sr. Oswaldo Turlnl (representante do C:i.moro Municipal de Bela Vbto) Sr. Oscar Ferreiro Leite; Hermínio Benigno de Sou z0 Antonio do SIiva (V.readores de Corocol) Copttiio Botelll (repres,nondo o 10• RC) que ofereceu um lindo Troféu á Equi po caml?en do C?lube do Laço. e Dela Vl,h•, Copltilo Mosqueiro, Pe. Pedro, lho. Enll Perclro de Sorza (Delegada de Ensino) e o Sr. Promotor Publico. -X- A Estrado que ligo Belo Visto a Corscol em ótimos con dlçõt,. Pnrabrnlzomos a DBRMAT por otender umn n1plra• ç!lo anllgn do• Coracolense,: ESTRADA TRANSITAVEL. -X- Juventude prestigiou a disputa aclrrodo no Clube do laço mas OIimplo, Morto, Morçolla, Peco. lvette Lino e Goozoga provnrom serem os melhore•. !25x20) -x- 0 bom do clube do Laço de Be1o Visto continuo sendo o lvette Lino: E o •Peló• do laço. HORAS 07,00 mlSlll r<>lene . 08,00 Ha1tumeoto du PaVilbOo Nocional os.:m n.,rn., QAcolor. clube do lço de Caracol, e Bela Viola. 09.00 Lançamento da Pedra !undomcntal do Ho&pltal Oeral de Caneol. • 10.00 Torneio Inicio do clube do laço do Caracol ., B. Vhta 12.00 Cb.urra,co na ■t,àe d• Prddlurh 13,00 Declsiva Fins! dos laçadores por equipe. Torneio relrmpu[o de competições esportiva {futeboi de ,alio) vclley-bol masculino " feminino. Equipes locais e vsl tuntes, Confuso ... tudo é conhuo, e quosc nodo entendo. As ,ma· gens se confundem, as vozes sã0 quase como o rumorejer das 4944+ corr~ntes: ninguém entende. Nodo ouço, nada vejo, porem Deus quiz que agora neste momento derradeiro eu tenha muita Paz, e em minha Mente pc,moncço tfo cl•r• como • Luz do Sol. • Tua lmo• sem • oo, meus ouvidos murmures multe, frases: pouo ouvil tua voz. Posso alé sentir o calor de tuas mão~ ao apcrtartm •• minhas num descspuo louco de reanimar meu ser, Já quase sem vida. Mas. , n4o 5 e preocupe Amor. morro por ti para que possas vi-1tr sem sentlrts pena de mtm, porem, Vívcrel em ti, no teus gestos, no teu caminho, viverei a tua vida e tudo que sentires tombem ,cn1rr1. Parto agoro sem rumo e Jamel, voltarei aqui, porque pauo • viver aqui do neda poro o nada. Sem ti e sem vido parto 090,a, mos ... Irei feliz por Que csllve contigo nos meus dr•r•deíros mo• mentes de vld,. Amonhã, não verei quando romper a au,ora, pois iHnio m•I• olstirtí e quando outro crepúsculo uhlir i• Eercl umo recordação a mais para ti, Tudo foi tão belo •té . a goro, mos, • • partirei 11 ! E pena que, quando ia receber seu último beijo, cor drl ... estava sonhando , . , !!! Proibida Pesca com Rêde A SUD.l!:PE comunicou no Ooverna:lor José Fru gelli e no Secretario Paul<> Machado, du Agricultura, que uüo será pormitido em Mato Grosso até o final des te n:io n Pe8tU Fluvinl com a ut;lizu,;ão dú rêdes e ou tros materials desse típo. 1) Governador José li'ragelli baixou Decreto proibindo a exportação do Pescado para fora do Estado até o dia 31/05/73, podendo este prazo ser prorrogadv. Srs. PESCADORES Tendo chegado o conhcimento da Diretoria do Clube de Caça e Pesca de Beln V1stl, qUti pesfoas ines• crupulosas fizeram uzo ele. REDES de P~SCA, cujo m~ teritil está proibido pelo Exc,o. Sr. Pre~1dc_nte da_ Repu blica, em caravana de pesca, sem que parn isso est1vei;sem nbiiitados por esta Diretorla. Resolve n me~rna Dlr,;l01ia advertir que niio vacilará ema tomar atitudes legais para proibr esse abuso, tão prejudicial ao dC!,envol vime.ito de nosso pesca, nos Riod ;!e notsa jurisdição. a) A DlRETORIA. p 6 MONY s O Vencedor, no proptlo O mundo eocial é umn momento.da vllórla, tem• a lula cuóllca de forças que es sensnçllo de umo derrota (Pie. to, inda é procura dcs u- lro Ub11ldl) perlori,s equlllbrlos de direito X-X (P. Ubaldl) f: neoesellrlo (azer o bo- X -X mem nntes'de; fazer progru- No é esteril sdversf- mas sociais, e fazer euees dade como diz Rens, nem programas 'sómente_par fe- de beus como diz Cbuteu zer o bomemi(Pletro Ubaldi) briand. Vem de nós mesma, X- X da possa !perfeição, de nos- ... Ums trapsormçc su igsrunein. (H. BubienseJ poderA ser eempre acompu- X-X nhndn da edlticço de cu QUANO ALGUEM É tra .(Maquiavel) CAUSA DO PODER;DE OU- X-X 'fREll, ARRUINA-SE, POIS Para conhecer a nnture- AQUELE PODER VE'l DE za dos povos é necetrio ser ASTUCIA OU FORÇA. QUAL prlnclpe, e para conhec~r 11 QUER DESTA E SUSPEITA doa prluo1pe■6 ueoeeshrl11 AO :SOVO PODEROSO (Ma- ser rio povo (:Maquleval) • qu11>.-el) X-X X-X Fiz para voce Amc,r, um Poem tritlsuito, mas ur;o Udl 0111Je o perdi. Procu• rel mu!to, mus ... de nada odf. uotou. 1.'o 1 uma penu meu bom! Ohl Sim foi una grande peoa, pois eh, lhe dlrlu tudo, tudo aquilo que oenll quncdo te uentastes de n im. Ago ru nn•J ael mure expor o Fen, llcento trlslonho que renll aoterlormenta. polo voco re gressou, e n vida tombem com voce voltou. Era u□ • poema, Jfado, enleltodo do coróo, umu:corôa' feita.coro esptnhoa pootlngudos, oom só que puseram na cabeça de Jeeus. Quando tu te ausenta8. o mundo parece _deabar, e » tormento começo arn,sar tu- do nquUu que ainda restrj dos nossos momentos de ll mor. Sei que nllo precedemos bem ornando fSB!!D. Sei que serio um vexnme, se aquelel que n!lo avaliam os senti· mentos humanos, aqueles que desejar ver ruina de seus sernelhontee, soubeEsem do nosso ldllío. Mas ... nado dis rn lnteresstt. NIio h/, dlobel ro no mundo que possa colll· pensar um minuto que pas, ao uo seu Indo. Sou triste, multo triste, e ~igc; pela vida !ora. até o momento em que Deus ,e compadecer de mim, e del xar voce só para mlm. Tal· vez eu seja egoísta, s,não gosto dez viver srim. Des preso 11 VJ,ia ;obsouru, e º) mim mesma lambem W.aldl- go meu coração tolo, qutl nllo soube escolher; sim! nSo soube escolher, e ;por [sso ogora minha vida aerá um e- terno sofrimento. Meu rosto está transli· gurado pelas noltes lnsooes que passei peoe ... ndo em ti. Minhas noites mal dor.das lrena!ormaram-se ussim. Pe sei coisas e mil pensamen toa v!lo. em minha mente ulloro. Tenho a Impressão mor... de que Unges ao di• zer que me ama■. Vou procurar m11ls mn pouquinho, o poema que eE• crei, para que na próx/! vez, tu poss:ls lê·b tumbeJD . .l ROBÔ Viajar na Viação Daniel, é wl a$zen / tt O ônlbns que fez B IID· nlrn. Belo· V lata-Caracol. no dla 28/04/73 pp. num verda• delro 11ten.tudo li vida dos pssageiros, suiu de noss Cidade complermemte se Freios.'O M,,torlstu fazeudo verdadelra g In 4stlc4 com as archas, usava •Motor poro frear•. A DER· MAT deve tomar providtDOlaB urgentea no sent!do de proi bir e:ses abusos que pede ro acarretar desgraça ao4 passageiro. RepE<Umos: Vlaj&r na Vição So Dnfel & Com prtt.r pusag .. n, para a :Uor1 • (/ Tlbuna da Fronteira ---------------------------------------- Dela Viu" Maío de 1973 «M o E TRISTE, MAS ..... A CONTE CE ! ! ti Dràco t nolto. , , o luo proteodo Ilumino us egun lronqulfes do rio, .. EslrelnB no 1Jrmomenlo dao lmpressno de um enx:nme de vogulumea. A lgrejo oo longe porece umu cldode de luz, Col<,rldo. lrrodlonle, A• ondos monaoe do poético rlo provocam um ruido semelhante á chuva nos telhados de polho. Deixei o cidade por um cominho tortuoso, lnsreme, bus cando maior conloto com o nalurezn. Duscando paz. Hermo. nle. A quietude, o som melodioso do noite, u comunbllo do esplrllo com a naturezo, proplclo o momento mllglco. A luz torna-se vlslvel. Luz do luz. luz da mente. Sinto o corpo leve, o e1plrllo voa de encontro ao conhecimento do e Eu, eteruo, A dl'.! vldo que voguenvn pelo labirinto de minha men te, lorno,,e cerlozn, certeza do vldo ,teme. Surgem lmogen1 do pouodo e recordações 6• tornam vivos, oomq eco de uma épo ca em que u ser humano ainda eslavo ligado á natureza. Olho par ss estrelas como se ali em cima encontro,se o solução do lnlcma, •levo os broço, em direção do céu.. , sinto o fogo conaumir es entranhas, a mente torno',eu Centro de Atreçilo. Urr barulho povorosammte estrugé perto de mlm. Esboço o gesto pueril, de turnpor o• ouvidos, e fechar os olhos 6 luz demoalodo, mos , . . estou for do tempo e do o,poço. O lnex premlvel está em mim. E,tou no tun órbllo. Senhor, No teu omor, tem piedade de minha fraqueza. Sinto o luz mover-se em dlreçn.o e• trevas, é a força de pco•lração que redime e levanta. Vejo o turbllhno do amor projebr-se do olto para baixo. O sublime quer de,cer a minha mente, eu queimo uma tocha. Não sei mais compreender. Avanço com o olmo !remente, apertado, na üosta de me compreender, de firmar e registrar este, lampejos do e,p!rllo. Só um Instrumento divino poderio norrur lllls eohos O meu ritmo Interior •ufooo neste morrasmo que é o expressilo huma na, as luzes se estloguem, brilhos •e O?n!Uodcm e se perdem. Els que minha olmo volto par• caso do corpo. A aeoso ção do Luz pn,sou perto e o meu Eu Se dluolveu ao seu ar rebatamento. Tenho nos olho• urna poeira de ouro, no, ou vido, cântico, celestes, cm lodos os sentidos. uma sublimação suprema: O diotlco ces,ou depois de seu último paroxismo. Es tou no escuro. Retorno o cominho do co,a. Estou no escuro, mos no recóodllo de minha mente uma luz começa a brilhar. Meu !ardo torne-se leve, as arvores silenciar minha psnagem, um belja-llor ;,oueo em meus ombro,, umo voz martelo meu cérebro . , . Bu ,ou o Caminho, a Verdade, e • vida. Numa pre ce muda olho o ~éu, já cão vejo ••trelas, njo o sol, luz for. tlsslma. Calor imenso e sorrio, sorrio pelo momento màgico. - Obrigado Senhor, Elerog Crladqr. pot fijuii lz antianal» Na Scuio realizada die 11 de abril pp. n • Assembléia Lc· glslotiva, o Deputado Rubens FI gueh6 teceu com,ntdrlos ,obre a propalada RedcnÇio Tcrrlto· rial da Amazonla M1togroncn• se dentro da atual Pollllc• efe tiva d• Amazônia legal. Afirmou o pelamentar que não se deve tapar o Sol com uma peneir pois os fatos estão ai o Indicar que modificeçõtS tansccdcnlcs na estrutura turllorlal do Pais ocorrtm cm breve, e; devemos nó1 Matogroncnsu que: tanto j,I demos em favor da Integrida de Nacional, nos preparar psi· cologlcamenlc pua dar a nossa contribuição TenllOrlal cm benc· Ílcio da Ideia maior que é a grandeza do Brae1I. • Nao digo em que me is pire», paro que pudesse redigir ut• note, mar • mult• l:<nlt •• be o motivo . , . E triste mais acontece ain da em nossos tempos, gente que faz suas sujeiras. roubos, etc. e, quando é ducoberto, apelo cul• panda e oul,os. Esse lípo de pessoa é con siderado como um animal, mui• las vuu põe • culpa dr 1uas malandragens, em pessoas que nio uíllt m0lr, que descensam cm per, e.. com es9s atitu ... des procuram desonrar uma Me móls. Há os que choram no velório da pessoa cgm o mais descarada fingimento, e quando 01 Autoridadu descobrem el- E X r [ O I E li l E [apus» Inata filia IMPfiEIISn - PULIDIDAOE Dirctor•-Proprid.irlo Maria Estele V, Pcrclro J0MIL (( lfllBUHn.oa.FROIHflRn» Rcdator-Chrfc• Ivlo Pereira Colaboradores: Redação e Administração Ruo Barão de Melgaço S/N Bela Vista Diversos i. Grosso Aulnatura anual <;:r$ 50,00 Dr,ull Münlcipio 60,00 Propagandas Indicador P,oíiuionol 0,00 ;,or cm d, coluno Prlmtlra p,igina 13;00 por cm. Último página 10,0o por cr. O Jornal nio ,e responubili• za pelos conceitos emitidos em colunas assinadas Este Jornal é composto e impresso nas Oflcinus do «Correio do Sudoeste» A qu 1 d a u II na Mt . Móveis em Geral • Colchões de .l•fola e Espumo - Travesseiros de Espuma - Máquinas de Costura «SlNGER> BELA Vlt1T A MATO GROSSO Livraria e Papelaria Progresso Papeis em geral - Livros em branco - livros escolares Cadernos Louças e artigos pura presentes em geral. 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E triste mtu acontece, acon teceu e queira e Deus que no aconteça meis E!iário Xale Brum (Cescol) GIL Marcos Saut Advogado Dr. Pedro Guilherme Advogado Jardim Bonito Avenida Duque d~ Caxias, 591 Mnló Gro11-110 Dr. Pedro Palmiere Advogacia em geral Rua 15 do Novembro. 170 - Fone :237 - Belo Vlsla Dr. Fiorl Murano MÉDICO Rua 15 de Novembro 75 Bela Vlala li ras ME: te ili "sois flh Aguardem para breve a nova Casa de Peças, assessórios para qualquer veiculo ao lado da &asa de moveis Progresso BELA VISTA MATO GROSSO - Dr. Roberval Borges Medico CRM-MT-209 GIHECOLOGISJ4-0BSJHRICl4-CIRURi!ÃO GERAL Consultório-Rua Cond& Porto Alegre 309Tel-215 Rela Vista - .llaLo 6 rosso j Leia e • ssne « Revista do Sudoesf e .. Tribuaa da J,'rontelra Bela Vista Pazla 4 -------------- INDICADOR_ COMERCIAL , POSTO OE SERIO ESSO l ,, De Lázaro Ortiz de Moo.cs Gnsolian - Diosel - Toda linha d11 lubri• fie11ntea - Luvngem - l..ubrlficnçflo troca de olao - Anexo lanchonete I. 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Com olgun• presente, abulo,. Com s,us filhos vivo~. Sobe, bicho, o suo lomb~m e,ló chorando. Porque niic pode &orrlr. Porque nno tem por que sorrir. Ela está derrotada. Elo olnda nllo morreu nó porque tem o esperança de fo. zer você nascer outro vez. Sobr; bicho, mãe é assim m<amo. Lembre-se dela hoje. Voce n3orpreclsa provor que 11lndo é filho ddo. Mos voce pode começar provar o você mesmo que é um homem. O que ela Hempre quis. O que elo sempre sonhou. Sobe, bicho, é bocono oqucla empolgoçõo de ser homem dentro dod padrõ•H de hombrldadu que a mente Infantil ~ doente de seuJ amigos coo,trulu. E b110,rnu provar •uu:mnchlco ou euo llberdndc fuman do O prlrnolro p11011u. tomando II prlmolra bollnlm, opllonn do li. prlmelru plcudu, E um snrro p11ra euus 11wlgos. Mos scrA quo tudo isso é b)can11 para u sua namoradu? Ser que prova pura eln quo você t mais homem do quo os outros que você chu quudrudos. por fora? SerA, bicho? Sua mlio. hoj~, ponsu no menino que você foi. E que olu nunca contestou. Mnn quo desejou um dío, gerou num momento de ornar. Até começor perde-lo nuua guerra. paro a qual elu nuncu esteve prepi.rudo. lnlollzmente. Mus não se esqueço de uwo ooillo muito lmportonto: soue amigos lonm O.iVdrdos qu11ndo llr&rum você delu. Nüo for11m leais. Ele& usaram urm11s qu~ 0111 dbconheclu. E que de,oonhooB até ogoru. Foi umu guerra desleel. Denonests. Por Isso hujd ela snnte. E solre. e espdra, também. Esporo qu" um dlCl voce volte " aor n ori11nç11 que [oi rozlb dn v,d~ dela. B quo um dia val ser tambem u Ta ziio d e suo vldo. Você vol Ker PAI?. Volte, bloho. Volle hoje. De este pr~ocnle parn eh, no DIA DAS MÁES Volto a ~~r Ilibo dela. Elo só quer você. VIVO. LY o O maior gorila do mundo o e.Gorila berins:,!.!I•, medo metros de olturn a pc:-1" 300 qullott. seu redoto ó nas florcstn.s ~otnbr_los o inóspitas do Znlro nas proxlm1d11dc.c dos mentes Viruga e da retão do K•buzf. -X- o lh•ro e O Fantái'illco Vôo d U O•lvol,,• do Rlcbonl Bocb. " 4oia a iiss 4+ "»st ttc11es" nos EEUU. -X- l'lol•F•do do Policln do Jur. d1m EX01'ElU!>O. -X- O Sr. Toobn.tJo Amnrnl lnirin u contudo do novo cinemu. Mals um VIiÓRIA do sempre alerta c cvolulh"o 'TRIBUNA. OA FRONTEl, RA", XX Dnvld LJ.ng. rico fazendeiro merleano, desapareceu misterioso mootc; em ptcon luz do dl~ 110b o olhur aflito de sua esposa e seus tJlbos, pB:il~ounca mn.Ja , o perecer. (Uno Grnndcs_:HnlG'fflDS do. Huma Dldlldo) XX Fl descoberta na A!rica uLa pilha 11tõmlea naturot quol~rtartun ... clonado tivamente ate 10 milhões do nnos otros.. A nattchl~ rol' dlVUl• Jl'Gdól Dõl Academlu do CMncllu da 1-'rnnço por Francis Pc.r:ia, oho tun• cloottrlo dn Cornls~:lo ::.de .... E:nergfa. Alümlci:a e proro,sor do Co16g.lo ·do França. - XX DIa 26 do molo escolheremos ll • Mlss tlnproa..,. do Bc.lu Vb.tv uue rcprcseot.urA nossa. cldudo no V Congresso de Jornalistas Protis Elonois. no Coacurso ~lls! Jmprt:1.s!l Estadual. XX pra-d pata tcebt oe jornalista do tu 'n r. r.;: do, 1kb VI ,3 tlll• 0 Goro Portuues orce. le no rsilente M@ll a ma!s n! ta condevia;ão de Portugal. Aquidnurull KcrA p:ilco do V Congresso, a Princesa do Sul pre. XX !'rnod•co Xovler /CJll('O) rr• cebcrfl ,,i.e mCH o Ululo dó .()tdn• dlio Paull,1110,,. XX A l'h,tllp, c,ltl lo.tJJlando Lm )fonuus, :ia t.rtfi da Zonu FJ'1'ncu umu no'll t.ilJClc:a dNllnniJ.t ,.l pro- tluçAo do rAdlus porlAt<I~ ,m dl, vn10, tnrnonl&os o modelo/4 dJfc. 1'6nlcs ut1Jb.uudo uu,lérfo prhnA nu.• clonai nu proporçno de 00" 0• XX Oura Trudint e Konlliroku empresus japonesas, In»ta'ro a prlmelm Ubrtco;ac Rulos X XX Em 1 !Jli3, o llrasil exportou três mll e welcontos dolires cm· Cnmorlo. AI~ Sttembro de 1972. tra Aumentou para quinze milhões de dolnrcs. XX A Usloa de I1bn soltciru, cu, Jo funcioonmeoto, úo ucorllo com o organograma de suas obra, ó ocorr1.•n11 em fe:vernlro do proximo ano, começur.í. o produzJr t•nc•rgla clHrl,n no mh de Junho próximo t1nlcclpauJ.o cm ccrcu. de oito me es data de sua inauguração. XX Bula Vlslu terá representa çfio do fuorurol se-~uodo Joformn• ções da CONTAG. XX O Deputado Fodcral Abel A vila defendo melhor a11.lárlo paro. rufessore de 1 e2 gruu. XX Bemt com ova estrutura criou novo~ d::purlumeotos: Crédl· to cerni, do P.1triruõnlo e. do Cré .. dito llural. XX Folcccu o jornoll,ta Josú ,Jay me F. de Voscoacclos. XX E merccldamuonte conhecido o nomo do •Vur-o-Pcsc.' cm BeJ6ru do Pn.râ. como ponto do embR.rque e desembarque de mcrccdorlas t.ra zid»s por omba.rcaçõe.s pequcons. O que pouco• uberu é quo C3.!h! nomo derlva do um outro Imposto no tempo dn i::ovcrno colonlnl para rc,::ulnmcotar os se-rvfços dt1 ndunoa: cVcro~Pcso1, isto C, ver o peso ver dBddro das mercadorias, o peso G" ; cor tos4o 4 r»sr XX Acordo do gds BoUvlooo pro vi Sl~crurgí11 na Fron.tclro. Brosll Boll'Hl XX O prttZ.o J)tltu ttcolhlmcato do &!ll4rto cducaç.Bo é oté o dia. 31 do mnlo. XX. Escola de "plnlum Corumbn/ c-n,c expora cu1 JU:iuoçilo: capll!ll e.lo Porngua(· X.X Uma equipo do Pcsqulsodorcs cnecos ptodu.ztrum umo vuclna ao/ tuopn., quo !ol testada com rcsUI/ lados posltl1'o::O nn Et!op!a,. t::0J:t1ndo rn!ormou o puJodJeo •SVc.nska Dsbladol>. X.X O Jornal progres,o de Dou/ • • «» v XX O Deputado Lopes Lins, aca/ ba de lnaçu o 11cu utumo l'Cmnaf cc •Caminho .dn LonHl> e.m nolto ~~- nulogra(o no Hot.et Compo Orun[ X.: Japoneses iuicrcss.-do!: nn e.x/ ~~) do mlofrlo do Urucum (Co/ XX . O Dopulndo G.:.rciu NNo tio/ ou na Cirara Federal, a palituea tnµda pelo Oo,·eroudor Ft11.c111 1ihan Guerra do Ipá Paraguay A.Historia conto o: fatos atonttcldos em tod!.ls 01 temp01 desde que o hcmtm ovov•ssou as fazes mais d,f,c,i1 d, vids no •to da conquista, • glória de ccn· sertar a conco,dld dos p<hos da Ttrro, am,eçodo por luta, int,r. mlnnvtls. Sempre houve a guerra, as disputas por h,gtmooias d, no çôes, por impcsicée: de reis e di tador<, qu, lmpuahom .,u podrr .i p010 da fo,ço e da violtncio convulclonando o mundo, t,az~n· do 6 dõr e o ,ofrimtnt~ oo oc• nero humano, fazendo despon tor OClmo da ÍOgUelro qui ott3• vem,a desolação, a destruição. em detrimento du conqui1t.H maís nobres du clvllluçdo Qut: tx,910 e slá a exigir uma paz duradc ,a pc,ra o rtsurg1mt:nlo de um mundo m,l~o, onde o hr mrm possa mprcger a torça reelizado ra da sua inteligencia em benehi cio do hum•nid, d,. Tambem o Brasil foi aras tado a lilUcrra devido essas on lfngencios externas tão contrarias i indoJ, do nosso povo Bmc,nte da oaz e- um, convivcn::ia de harmonla ent e visinhos. Em N:vembro de 1854 fa obrul•ment,: oprisionodo tm A,, ,unção por ordem do d,l.dor Solono Lopc:s 1 o navio br.>;llciro Marques de Olida que levave bordo o Presidente da Provin· cla de Mato Grosso, ferendo es te seu prisionei10, .,lém de ou tros ft.'ltos de origem politica, co meçando imcdlatJ>mcntc cJ inv,Hdo de noua Pau[.s; por tropas P•r.a gu•y•• no Sul do Pois e • fron te1ri!I àc Mato Grosso. foi uma luta que: dvrou 5 longos anos de p,fvctÇôts dcs ncuos combatentes, longe que tsttvom dos ct:ntros de abeste cimento e d•ma,mmco parct con• cluirtm 4 • gucrrc1 com rc,pidez 1 causando grandes perdas para em bas as pares, tendo e regstrur Como digno de nota, a bravura, o resistc:ncla e abnc:geção do, Eicc .. cito, cm luto. Estas fronteira foi invadida, Belo Vlst,r cst•v• •m podrr de, paragueyos qu,ndo veio de São Poulo e Minos Gtr•is • Colun• que deveria atacar o Praguay pe lo Norte peru amenisgr a luta em outro, frentes do Sul do P•ls. E,, sa coluna brasilei comandada polo brovo Cel. C•rlos de Mo· rae Camisão, cntrcu no territó rio P•r•guoyO • 21 d: Abril de 1867. num avenço dHicnl, sem re cursos de subi:tencia, em gado suÍ1cicnte e ainda o cJçJc fwtJ~ gantc do lnimlgo. até quz chega rom A Fncnda l..guna. do d,• tador Francisco Sclno Lopez, donde regrcssa,.,m to forte B,lo V«ta vinte dias depois, concer tando ah! o regresso ao Brasil iniclondo entoo • celebre J1ETI'. RAOA DA LAGUNA tão bem d:scrtnz_imortal obr do Vi+ condede ±auay, onds se rota o. e,tolc12m:, do sold,do brui leiro que ns adversidede lutava e.cm inc,cídiv-c-l brio ~ vdor va- li Mato de 1867 JOT, ,lOT.-. J • ANO II Bela Vista, 12-05-73 No. 59 Em corhnonlH roathudn na manhn do tQ último, no Pol,clo do Plunolto, o• presld<"nlc< Errlllo Gor. ratzu Mediei e Alfredo troessner ns.tn.rum dccloruçno conjunta do 20 pontos, nu qual manitostum n ldcntldode de 1>rlllcl11l0• e hlenl• quo presidem n condutu lntc-rnoclo Dnl dos doitl poh,on. N11 me6ma Ol'ilt-!íl.o, os cllnn cdcrÕR Mnrlo Clb.100 Bnrbm-a e 8u pena Pastor assinarum o trabalho pura upwvdtJmrnto llldructélrlco do rio Parans, medrante u constru çOo do Uslnn <lc Jluipu. Após a ostilnntura dOft doeu• mentos, os presidentes do Brastl o do Pnruguul trocnrum n, cnncun com que hnvtum chanceludo a de clnrnçffo conjunta. EIS O TExTO DA DECLlllJÇ!I.O •·A Convltu do 1tllt1 Excclônda 0 sanbor presidente du Hcpúbllca Federatl·u do llrutill, Gcnornl dc Ex~rcllo Emlllo Gnrra,luzu ll,Jdlcl tiuu ExcolOncla o >-e11hor prc:ddentc da República, do Para~uui, General de-Ex!:rcito Alfredo Stroesner, vl Nitou oflclnlmunti: BrabHlu. do 25 u 27 do nbril de JOT.l. Uuruoto n vl5ilo, que puteo tcou·o cordlnlldutle fellzmete exis. tcntO entre os dois puiacd e ~tus Governos. cujos Juços de nrnfudctl e ostreltm cadu vez mnals, graças no eaplrito· quo norteio suaa rcln' ç0es, os dois presidentes efetuaram exteoe11 troco tlc pontos de Vl,Stu •obre qucstõee de :mblto mundlol o reglono.1 o ex.umin:unm. com dHlda ntcnç!lo, o qundro du11 rc~nç0cs en· f.re o Brosll e o Poroi:;uu1. Colooidlrum, ou oportunldndc. em tlelxbr ooaelaocln tlu ntmoBfero fraterna cm que hO processurum as convcr1nc;Oes. tia ldcntldado, Junls urua 'l'Z reltcrudll, de prloclplos e ldral1 quo prc.ddclil o coudutu ln· ternaclonn Jlc seus pulsea, e do'I rcsutn'1os poetU..-os o quo chegaram Hobrc o ulual pnnoruma dns tiUU! relnçõcs e os poaslbili<lndes de um oprlmornc1tnlo crcJ:ccutc dn omlz_.• do o da cola.boruçlio brs~ileiro p .. - ragualn e, para esse efeito, convle• ram em subscrever a segulnto DECLARAÇ,O CONJUNTA 01 prcsldonteic dii Rc;>Ublica Fc .. dcrnllvn do Brasil e do Kopübllcn do P.:.ro.gunl 1 - M10Utstam sut1 contlno. ça no opor!olçoumonto Un . convl· võnc:la intcrnnclont1 ntrnvcs do primado do dlrelt.o e do uprafunda mento da B01ldurledtu1e cntto os E.s, tndos. A uasc pcopoHllo, rcssuHnm como principias tunJumcnluls clu.~ relações lnteroncíonnl~ a lg-un1d:i do jurldkn uoM EstnJos,, autodc tcrmtnaçllo dos po'0.i, u nno lctor. ,·enç!lo nos asunts interno8 dc,tl outros Enn.dos, o c:oopcruçõo [ra~ terna entre ns nuções, o reconheci• mcnto da paz e n --oncord{a como tu.tores cncoclo.il:i do proi::rcsso n soluçno das contro,,erslns por ml"Íos pacifteos, o respeito os direitos fun damentala da pessoa lumuna e condcnnçno de lodlls n.s modalldn des do vfolcncla que contra eles alentom. Rojcltam. nt-Eso contexto, ~ualqucr tcndencío no co.:igclamonto .##::.E" E".1 cin. II - Colncldeu1 nn ncccssl• dndo do lorllllcclmento dos Nnçõca Unidas como órg:lo mnntencdor do pn-z e dn Scgurooça lntcrnocíonal. Snc:lui.udo, nc!ltc conceito. a ■ec.u· r-nnçn, o uegurançtL cconõmlca, Isto e, u rc•pon•abllidado ••l1dar1a o coletiva dn todaA n• nuç0ctt no <fU0 diz respeito uo processo de desen' volvlmeoto. III-- Iteram a vrenela de qu~ ee reformulem equll!tUva• n:cntõ us tuls estruturas do co. mcrclo intcrnaclonnl, dando RC no, p1.tso~ cm de!ICUVnlvlmcnto condi' ç0es de etetiva competição través do melhor uct1atw nott mrrcados dos Plll5-!8 dt:sPuvolvidvff, m-::dlnntc !0r' talectmcnlo o omplia<;Jlo do Ml&lema de preferenclas gerais, da suprc,sil.o de medidos protccloni•ln o dn cU· rnluoçD.o llu quul(Jucr formo de lro. 1 • tamento dtscriminntôrlo na plica çlo aquele sistema. • IV Em foco ela lmportfincla que utdbu('ru us negocioçOe:J comer clafs, multllntorals, que 10 deeenro• 1orl1o no foro do J,!alt, u parllr do corrente :ino, 111unl!cst.Hnt n convJc' ç:to de que o3.pises em desenvol Vlmrnlo delas dcvC'm participar ple' n:uncntr, no Intuito de ol,lor mo· lhorcs condições para o numí'nto de !UJS TCOCltlUf de cxpotltlÇlío. V Con~ldcram lssenclul que a re:formuloçllo do 1,lt;t('mu monctá' rlo Interaclonnl asegure nos pal t1es cm dcsonvolvlruen(o mslorct recursa" para os invcniões e pa' rn o financiamento de seu comcrcio Internacional. ntrovés de mecanis mos que !ocUltcm cm seu bene[lcio n traferencla de capital. IV - Consignam o empenho de seu.."I ~overno, cm reforçar O!I mecanismos da organização dos Rs· Ll:ldos Amerlcnaos, a tlm do que es ta pottaa .1tlo~lr plcnnrucoto seus objetivos, scjsm os de índole pollll• cn, t-eJom do nutureza ccónomka, so• C'lul ou culturo1. VII Coincidem nn lmporU.ncla !umlnmcntal cfo proceaso do lotCJ::"ril• çno dn Aml.lca, Ln:tnn, como lns. trumcnto puru Incretncntnr o desen volvlnn:nto ('Con0mko-suclul e n solldurícda~o doa ;rnlscs nn área, o pom ampliar o com~rclo regional Assln11tnm. n oropó.slto,0:1 esforço, rcnllzatloa pelo Aesocluçllo Utino. Americana de Livre Comércio, rel tcrnnao o cmpe:tbn dos golernos ao sentido d~ :JPrlmornr o rovluornr seus mnezunatos. VIU EJ"p:-Cs6am sua ,uUsfoção pela ron.nclro polo quul ostâ eocüo implementado o troto da B:tcla do Prutn e rcorlrmam o propoalto p=lo rltórfo dos dois pulsei em conUnunr a envidar lodos os eato:cos no s o n t i d o dn consecuçio dot1 oHos TlnH a ,que se propõe nlco.ncnr JX. - Cousfgn:un, como alb· mente poRltlvo, o dinamismo das relocõ,i; entre o Brne11 e o Pnra guai e exprcssn:n sua s..1ttsfoçlio , peln nsslnnturn, boje,. por ,ou■rcs pccu,•01 MJnl11tros •leis Rclnçüos Exteriores, do Tr.;.tado entro :a Repu blica Fcderntin, do Br:isll e u Ro .. publlc:i do Pa.rnguo.1 pnra o npro- • 'cltnm~nto htdroclotrico dos recur sos bldro:1 do rio l'nrnn6. perten centes tm condomtulo no11 dois pa.lseii, desde e lncJuslvo o &:11to i:i:r.o.nde de Sete Quedas ou Solto de Gua.tr;i ntó n. foz. • do rJo Ig:u'1çU, com o qual e ubrr, dentro da mala franca, umpla e lenl co1nboru .. çfio entro o& dols pni1:10S' roa.Is P<'rs• pectias para transtornação ócio ecooomlcR d.:i tsei;:ltlo c paro. o do- 1u.-nvotnmcnto do Brasil e do Pa raguaL Ao mesmo tempo, rênllr mam que, no con:t.ruç.Qo o nn ope· rnçno desl:;r;., obro,, .os dois g-ovc.r. nos terão pre:ifDte! n. prcoct'Potfto de n!lo oc:istonar prcjulzu sen,lvel presam e desejo de quo O! rdo' ridos tudos contemple na postbt l:dade de fetri!teço do »stema. XV(I! - Reconhecendo ' de intress', inlu!ve parta a tele. • ct1munlc.!!u1:o n:. nta6?"1Cu do Sul n Integruço dos dois p.as stra ves de umn latema de mleroonda4, teclem que prossigamn os estu· dos prtinentes. XIX -- A Fim do mpllr as relações culturls entre os dols l)'liLef'i. julg-am dJjJnn, da muJor al.tnçllo JJl!i nc::od3çõe., teudeute-s aturlffznr e dlnamlz!lr o convêalo [ora da- sua respectivus juttsdiocs digo jurlsdlçõc. nuclonols, de confc•r· mldndc com 0tl cornprunllz!,.,0.i in· . tornaclonas vigentes de que o parte nmbos paises . X - C01ncldew cm utrlbulr. de acordo com a pollllc• de. Je,, 1 e reciproco entendimento em que fin 11cham empenhados seus g'OVt.'r. nos, n devida importância à ex+cu. çno doa trul,0U1os u cnrgo du Co. mlRsão Mixto de Limites o c.1t11c· terização de Fronteiras 1 r .. 11-Pu, ruaL Y - RrglBlram, como cxcm' plo do iienlhlo cada vez molJ pro• mnlsor da dlversttlcaçio dus reta' õe econômicas entre os tola psi , 0 trnbuJhus que vtm !:lt!nUo roaliz.::do11 pela Comlun.o Mbto de Comercio f! Invcsllmenlo!S u pela l'01nb•Oo ~U,te Especlul de Traos' porte o T 1uJamo. Ats■lonlam autos· sim, os ventoiens que tC'rfo pnro embo!I pJisci:, a cunclu-,,ao <lc ncordo.!I do lnterctist• reciproco. XIl - Exprimem aua solista• çúo pe)o cn,uwJnl111menlo du pro· ~rama do nç!lo em !uvor do Pur.J gual, no õmblto du ALAL8, cuja ruse inlclal cht:gou ao eu termino com n concludllo do. pcsquba do mercado brasileiro par u coloca çilo c.le produtos pnracu.o11o3 de ux· port..çflo o pela <lec)du de lmple' mcnt.ur o reíerldtl procranm no mais curto pruzo. XII - Monllestn c,pcdol ngrudo pelo estágio em que e en contr1t o projelu de co1!!.Lruçâo du estrada ncarnucion-Puerto l'rt:• sldente troessner, no qual colsbo ra o·• Dcpo.rlbWColo N11ciour.t de C•lrodo du lto~ogcrn, do llrusll. u que cooat.ltuirâ ••lemcnto UecJ0h•o no coote..''.:to ,Ja., ligações cnlro os dul• poises. XIV - Coincidem em que. para crlar novo:1 ~sllmulos no cam• po daa rclnt;õi:s ccouômJcuJ:j e:ntro os doJs pah,cs, e anorucnte convc• nlentc vir a c!:ltabolecer ~e um rt· gime legal por, cvlt.or a dupla 1rlbutoçl10. XV - jUIJlOm alwmcotc po, sitivos os projetos rea!zudos no cumpo do coopf:..rnçQo tccnlca e e.xprc3sam sua dech14o do .:impll.l• 101. Nesse sentido, con.:,ldl•ram do lmporfouc!a que se rc.illzr-m pnra o f'.iraguul. estudos do ,•labilfdade dn~ lndu~trlo.c,, sldcrurglcatt o pctr-cuul• mico, :: oa de um plano de desen voMincnto lntei:rol da região do Pa rand. XVI - Conslderondo "sltuo ç~o mcdltcmlnea.du Ropubllco do Pari1Q:u3J e o desejo da Re-pUbtica FederaUvna do Bru:U de ecvldnr to dos os esforços n. !lm de pe-rmillr á. ntlçllo lrmâ o mo.ls !ucll uce:JSc. aos pontos m:irlllmos bra.uldros, :.:.9.572%± tirmom ,ua determlonllo de c,m• tJnucar 11 impiemeour a.tt concc:,:iücs do tlcpós1tos fr'a.ccos, cocfcrhlns uo P.:.rngunl., nos por1D::l de Santos e Paranagua. xvn - ..sslnal:im a Impor la.nela de que se rcv·esllrúo, p .. ra us comun1caçôcs entre o Brusll e o l'uragua~ os estudos de vlabllldode u. ec.rc::n efctuado;pelo Oepart.imcnto Nndonal do Estrndns de forro, do BralL, com o propósito de entabe lccer uma Jnt,rconexilo de Rede C11mpo Orandt. Fenoviarla do Panc:aal, " purtir de Assunçllo com ri do Br.;.íllf, utr:.1· és de um ponto na !ron1e.lrn de ambos pabe:s. a.o mesmo tempo ex. cultural vgenut X-- Mamutestam ena de6 jo 1)1 1 (Jllt: Hnl l!fo 8 Af.: Hçôo r-1 lejarn u·.IJuR p.or mn!,; um:. c-.trflJ_. de rol±;era pavimentd, para cu Jo ftu a tutoridadea compete te de mbos palzes dotate, qupdc eatirem convententer, ts providicis necessárles. Feita na cidade de Drastlla os vinte e sefs dlas do ms dz •brll demll llOYeCClltOS C hCl,er.'.1 e trás" Sw,.donal o Show aprt· tentado por ey e Dino, sába do pp. no GPRII! -x-x- Nosst,l!I como o B,lavist,n• se não vibra com nada, até os arti1la pcrc,bu•m a falt• dt en• tusiasmo e apluss do povo presente. Gostamos imensamente da hrase dita por um deles. 'o /tista vive de aplausos disse iuo, por que ningutm eplau ia!' Um vexem, o s1ltnclo (até pa,e· ca velónuc), na hora do dcs!,1, dss g9rotas que ccm boa vconte de colaboraram e quase ninguzm •plaudiu!I O Belavislense inco moda;e demais com aqa:lo .. Que os outros vão pen±ar'' e +e retrai. Que é sol, seja voce mesmo. Onde quu que s,ja. vi bre com tudo aquilo que é nos• so!I! -x:...x- Fztmos votos que a nos •• próximo l-1-.íu B,la V;sta, t,· nho a iniciativa que Ieve 0 n0ss Ex·Miss Aurora Carvalho, que pa,tlclp.va atlvam,nte de lodo e quelqutr acontccim,nto 5ociBI como desíiks, etc... r, nunca por mais simples que [orse a promcçdo, ,,ntava ·se pua Í1car debochando daqutla, ciue cola boraram. Diz o ditado. «eauela qu, rulmrnte é bem dotada pt• la n•tureza (Bonita) jamais necessl· ta de esnobar para apetecer>, X-X-X Prc,tiglado o Baile das Nc+altista estavam: Antero-Ze J;. Tcn •. Crisplm Brazil e Sra. Van« Er,Jk., Dr. Murano e Sra: Jonc (áe Jordfm), Nair Duua, Emiliana T<rezinh• Lino, Mário Varges e Sónia. " As minas que coopera,am . I d+shlmndo foram. Jane, Nc, fina Emil,o, M,gutl,na e Drnizt• P.roben1, cd.bo,ando vocrs demon1tram simplicidade • ceie guismo e NO garotas conven- cldas • cn<ias de compluo, co mo hó mu,las em B,la Vista. -X-X- Tambem Circularam: H,ld• Moiia. El1z,bttt P,nhoiro, Edval do, R,cardo, Longo• Arl,ne, To· ny • N,di•, Crl1tino. Na EXPO de Campo Grande notei e nnotet Ur. Padro Palmlérl e Sra .• EIJz.etc Nabun Ricardo Va.1· c.oncc·lo•, llicar<lo ~!elo, Yrolian, Cel.•O Gomes; Harlley Vilsiba Jo[o Jlarbosa, FrttJma Sllvn. Ansel~ 1to· <Jrl-:ues. EIJoa, Rosalvn, X-X Pn:-ab~n• i1 EmJllanu Godoy, pelo s,u uolver.ãrio do dia 6 p. Mlt !al~cas s:ora Etelka e Mnrln Ce· le,te pelo oolverdrlo dia 1U pp. e p/ Noedl lancJelra sou oalver,lirloX d~ 11 pp, Vnmos ver ae osle noo, .D4 escolbu d• Mias Bolo Vista oiio boja MAU MELAUA pela tudo deptnde da responsai,IIJdndc daqueles que comoe s me+J"!dor !!! CASAL DA l>.BMANA: Kéalo e MarJa x-x-x X X SOCJE!JADE EM lllAli,CAJÚ Casaram ,,, no dJo '!7 de õbrll o• Joven.,: Êllo e Rosllene. Elll Secrel.4rh, do CoJeglo Normal, Ele. lunclooárfo do BEMAT. AJJ co,al milhões <ie íollcldades I ! 1 X X . Vibrando de !ellcJdades, P• lo seu.noivado ocorrido dla 27 yp2. llllro e Jólce. Ele. rrodutor do Fll' me ,..Colngnngoc• rod,do em Mara· Cbju. Ela c:ur,o.odo o Normal i,os noJvos, parab1a..s de to• dos o• amigos / I J X X O Presidete Garastazu Médiei, assinou na J 1, /; IJ Novo Comandante p/ a 9a R. Militar { do Exército, nomeado o @eaeral de Divissiio Tnsso Villa.r de Aquino, l:omauilaute dJ 9o Rtgião Mílitnr rndi:idu ew Atendido Rua Coronel Juvencio - 815 -- Caix:n Po:.19.I 36 per pessoai • especialisado GUlA LOPES DA LAGUNA-MATO GROSSO j Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº058_05_05_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº060_26_05_1973 Voltar para a lista de itens