TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº153_08_06_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº153_08_06_1975Número da edição153Data de publicação8 de junho de 1975Número de páginas4GeoCoordenada -22.105998799750566 , -56.52819456096087 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº153_08_06_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL:. IVALDO PEREIA A O iV Redação, Oficina e Administração Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista, 08 de Junho de 1975 Bi-emandrio ) A Arena deve fazer esforços pura conqui tar os jovens. Por que só o ilDB tem cupucidade de atrai-los? No se exige que a Arena mouvpolize toda a juventude brasi leira, mas deve atrair pelo meno • metade dela Também não se deseja que os jovens exerçam atividade políticas den tro das Universidades, porque elas devem ser exercidas dentro da Are na ou do MDB, de acor do com a preferenciu de cada. Mas o que se e pera é que a juventude bra sileira, sem prejuizo dos seus deveres escolares, participe cada vez mais da vida do País. Presidente Geisel Por tres vezes conse eutivas, nos ultimas dias u Presidente Geisel diri giu-se aos moços: uma em Milano no Rio Gran de do . ui, outra nc Pia nalt0 no receber um gru po de universitários e a terceira em Patos de Minas. -É um erro achar que os jovens estilo aliena dos. Pode ser que alguns tenham idéias extra va gantes. Mas outros são bons e integram familias como todas as nossas. Uns e outros precisam ser orientados. ü jovens são idealistas e assim devem continuar sendo, mas devem também ser realistas. A sabedoria da vida consi te em do sar bem estas duas coi NOSSO RECO Resposta ao Jota Jota O poeta acorda no amigo Jota Jota. o poli tico ressurge e o cidadão esbraveja contra a ia· vestida da razão. O espaço é curto e o assunto ilimitado, mas tentaremos em sintese, responder a carta que o "velho guerreiro" enviou à Reda ção. ilestre das noites frias e dos "tempos quen tes", não Yamos polemizar e sim, dialogar. De antemão tomo a liberdade de aconselhar-te "a ler As Dezesseis Derrotas Que Abalaram o Bra sil", do jornalista Sebastião Nery. Após a leitu ra deste livro, teu espírito estará preparado pa ra receber as "idéias novas". Vamos efetuar aquilo que a juventude politica de nossa terra tanto pede: O Diálogo. O. amigo recebéu a men sagem e se manifestou. Olimo. Atingimos o nos so objetivo, (chamar um dos lideres da Arena municipal ao diálogo). De fato. a olitica é uma arte e arima de tudo uma nobre arte. ilas coe rentemente deverá o amigo reconhecer que a arte. nãl) é estática, e sim, mutável, como mu lí:.vel é o tempo. Por ser politica uma arte nu tável e pela dioamica do eleitorado (não pensa, no passado e sim no futuro). o amigo deve con vir que cs bomens que a fazem, devem acom panhar o ritmo. Estamos a par da legislação eleitorul amigo ,lota Jota, mas não aceitamos e nem aceitaremos os "esclerosados" de idéias, amigo: de idéias ... Não aludimos a tua pessoa: um velho jovem", pois o admiramos como poli tico e homE:m ... é o nosso mestre, não? jornalis mo é como a politica, dinamico e mutável. o jornalismo moderno está acima das paixões e das "contigencias". Jornal independente se faz assim, permitindo que os urticulistas manifestem suas opiniões, mesmo não recebendo o voto fa vorável da Direção. Nós aqui na TRIBUNA "vi- vemos" a democracia e democracia amigo ve lho, é a "livre manifestação do pensamento" (em nosso caso:. jornal). Há uma ressalva que de ve er feita, para que não surjam dúvidas e mal entendidos. O termo aliniegina não foi alu são á pessoa de Bela Vista. Para o bom enten dedor, meia palavra basta. abiamos que era e é candidato a Presidência do Diretório da ARENA. e não discordamos de tua pretensão. E justa. É coerente. Quanto a renovação por favor, acompanhe nosso raciocínio. Não pre gamos a renovação quanto a 'idade cronológi ca" e sim a IDADE MENTAL. O amigo foi bas tante feliz na alusão as luzes, mas não se es queça que o brilho apenas não traz benificios. E preciso ser LUZ para guiar e não para ilu minar "estrelas" e atrair «vagalumes». Amigo dos velhos e dos novos tempos, estamos rodeudos de «vagalumes e estrelas». Queremos SOL, para iluminar a comunidade, não luz, para "clarear" os partidos. O importante, amigo Jota Jota; é, segundo o Presidente Geisel.· .. a;;render lições tanto dos sucessos quanto das derrotas". afirmou ainda o Presidente (e repito) ".. a ARENA deve arregimentar os moços e as moças e essa arregimentação cabe sobretudo aos Di retórios municipais". O fundamental é que todos os politicos da Arena. reconheçam que estamos numa "fase de transição", " a tão preconizada abertura só poderá ser feita,... se os políticos "adotarem como linha de conduta", os postula· dos da Revolução. A revolução não foi. Ela é. E continuará sendo. ilas ser revolucionário, não é apenas elogiar os lideres do governo ou fa zer a "politica de grupo". Ser revolucionário, é ser um auxiltar constante da PÁTRIA, zelando por suas tradições, produzindo, apontando os erros e os enganos, é viver na pátria os ideais do nacionalismo, sem que isto o leve a posi ções radicuis. Mutação amigo Jota Jota, é fato, de progresso. Voltaremos ao assunto ... saxs. Este é o conselho mais de um homem que de um presidente da Re pública. Tenho sempre muito prazer em conver sut com os mais moços pois eles encontro um alento para a minha 'a rela dificil e cheia de responsabilidades. Assinaturas "0 UR O" Dando continuidade a politica "agressiva" ele nosso Departamento Promocional, Iniciaremo· a par.il' ele umuu!Jã, a "Campanha Assinaturas OURO Perpetuas ... Nosso representante entrará em contato com pessoas da sociedade e de tradição em Bela Vista. para fornecer maiores detalhes a respeito. De antemão, podemos afir mar que se trata de uma iniciativa cujo fim é tor nar o jornal "Tribuna ria Fronteira" um órgão de àivulgação mais dinúmi co e moderno (tamanho standard", melhor im pressão, etc) Haviamos dito, e repetimos, que o jornal não é propriedade particular. a Empresa Grárlca Tribuua da Frou teira responde juridica mente pelo mesmo, mus na verdade, 'Tribuna é patrimouio de Bela Vis ta. As Pessoas que rize rem a Assinatura "OU RO", terão um lugar e terno na Galeria do jor na!. Tribuna nasceu pa ra crescer. Sua politica empresarial não é a de um meteoro, que por onde passa deixa um caminho de luz. Tribuna quer ser uma luz perma aente. Contamos com voce ... DECLARAÇÃO O abaixo assinado declara que extraviou os ·documentos do veicu lo m&rca Willis Over land cor -verde puJma :i po PicK-Up motor nº B5-215.010 Chassis . .. 5.922100 1S4. Publicação para requerer segunda via. Cassiano Clarindo da Silva Tribuna da Fronteira Bela Vista Mt 08 de ·Junho de 1075 1 DICBDOR COMERCIAL Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amadores e Profissionais Praça Cel Cami ão no. 53 GU)2N LO22$ DAN LAGUNA 9)1. Representações Cereal Ouro Ltda Adubos "TREVO" . ln eticidas • Banheiro Metálico "Fertilizando com Carinho a Nossa Terra" Huna Sebastião Crispim do Rego 561 (cm frente a leceita Federal) Bela Vista - M. - LDNCHONETE SRCY Lanchonete que se impos pelo atendimento Salgadinhos - Bebidas Nacional Londres - hamburger - Bauru • Mate A Lanchonete mais completa da cidade Perfeito erviço de Atendimento Rua Duque de Caxias /N Bela ista M. ( Em frente ao Ginasio Estadual ) Charutaria e Bazar Americano Atucu<lo e no Varejo Rcpr<·sentnntc da ouui Cruz Aberto até as 22 bs. Bijouleria , Miudezas em Geral Avenida Duque de Caxias 525 - Jardim Mt. Auto Mecanica lndependencia De José llip61ito de Melo Oficina Autorizado Ford Willis do Brasil ··Mecanico: com cur os de E pecialização" Rua Cuiaba s-n e Avenida ll de dezembro 385 Jardim - ilato • Grossc ~NDICIIDOR PROFISSIONBL Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral Hua I5 de 'ombro 170 Fone 27 Bela i-ta MT DR. FiORI MUIUINO Médico Rua 15 de ovembro, 75- Bela Vista - MT ===HAROLDO MEDEIROS=== ADVOGADO Rua General Osorio, 541 - Bela Vista - llt. Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcado" Rua el. Juvêncio 237 - Jardim Mt. ADVOGADO ESCRITÓRIO Rua General O ório, 825 Bela Vista Mato Grosso Descoberto mais 2 Pocos de Petroleo ' O Ministro das Mias o Energia, Shig-oaki l 'e ki, informou ao Preside te Geiscl du descoheriu do mnls dois postos de Petroleo em Campos. O primeira chamado Hio de ·Janeiro-1 e no se gundo poço u/ resultado po iUvo foi encontrada a formaçãn de arenito semelhante as que já fo ram pesquisadas inicial mente em Garoupa. Da da a semelhança os tée nlcos acreditam que as suo s produções ultrapas sarüo facilmente na cos ta, 4800 barris diarios a pesar de não terem sido eretivados os testes de produtividade. Os indícios de que o pri meiro poço peiJqulsado ão bons, foram de pressão encontrada pelos téeni cos durante a sua perfu ração, sendo inclusive o brigado a suspen3ão do trabalho por varias ve zes. Segundo Shigeaki Ueki, a persistirem esses resultados em breve te remos condições de con firmar as esperanças de auto suficiencia de petro leo em nosso pais. De acordo com os calculos do ministro das Minas e Energia, prova velmente em 1977, o o ç0o de Garoupa estara produzindo comercial mente, embora a data ainda não seja definida. O prazo será definitivamente fixado quando a Petro: bras concluir os estudo, de implantação do sist? ma de 4 ou 5 platalor mas com uma produç4? de cerca de 50 mil bar ris diarios. CASA - SAO JOSÉ Vendas só no Atacado De José Destefani Coca-cola, Fanta, "Katira", Skol em lata e garrafa, Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Jacaré Arame Ovalado Argentino, Arame Mota. Secos e Molhados em Geral • Vendemos também o Oleo mais preferido da Região., O Famoso Óleo Marasoja O Óleo da dona de • di casa que xu o que quer "A Casa da Tra'ição" se Avenida ll de Dezembro 164 - Jardim - Mt. Trihuua da Fronteira llrla 'istn • •·;=~•)l'<,-X,-X,*·>< ·.>:<,X·;l<:'X, X X-X:'X- ·><·>< ><· X· >r< ·X- ;,< • ~ Em todos o. Lairro, da sua cidade de- ' $ ve haver um ou mais posto- do Mobral, i Caso não exista ainda procure a Comissão Mu- ;k j ·X nlclpal do MOBRAL e ajude a solucionm· o X { prnblema lIostre-sc líder na REGIÃO. I K " +3c&<-». .«<o-«o«<«« , .J TFEÇAII MI3EEL.A de ,Juarez Rodrigues "Trabalh11mos com perl'eíção para continuarmos a er o modêlo no ramo de tapeçaria" leforma qualquer tipo de móveis, Estofados, Colchões de molas, Cnpolns de Jccp, e ,·,tofumento, de 'Ít·nlo, <'Ili geral, Atende-se Domicilio - Fnzt·rno• Orn11111·11111 Ft!III Compromiss'. Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-MI. Dr. Késio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio faria C()elho 221 Bela Vista iIt. Jornal "Tribuna da Fronteira" (Ui, cmanúrio fundado em 251Ví2) Hcgistro no Cartório Jc Titulas ,. Documcnro, n.o 1066 Propriedade da Empresa Gráfica Fronteira • CCC 0:!201266/0001 - lmerição E-tadual 13059232-3 Tribuna da Expediente Diretor e Editor-Chefe - Ivaldo Pereira Colaboradores - Diversos OFICINAS Gerente - Çjilso11 Silvn 8111110 DíPRESSÃO - dfoiccto df.dair (Cl,cfc) COi[PQ IÇÃO - Jdilio cféq11i:10 de ó<•11za (C/,cfc) QUilsen 9eralde puta. dr Retro. Cege [2. !Durra "As opiniões emitidas nos artigos assinados não represen tam o ponto de vista do jornal. podendo até ser contrárias a éste. A opinião do jornal, acha-e expressa nos Editoriais e nos comentários não assinados A Concessão de publicidade não implica em comprnmisso politico ideológico" A;sinaturn Anual: Ucl:i 'i,ta - 00.00 Outros Municipios - 90,00 Redação, Administração e Oficinas: Hua Duque de Caias s/n Bda Vista ~l,t10 Gro,:,o (Perto do Colégio Castelo Branco) E Brasilia (SEDIMAT) A partir do próximo mês a posiç,1c du tarifa de. energia elétrica em Ma lo Gro,;so será dlf&rcnte da atual, quando será a dotada a nova tabela, se gundo estudo • que vem tiendo desenvolvldo!l em ritmo acelerado pelo Mi nistério das Minas e E nergia, em atendimento a reivindicação recente merte encaminhada pelo go :!rnador Garcia Neto ao ministro Shigeaki ()e ki. A informaçüo foi pres lada pelo secretário de Industria e ·Comét-cio de Mato Grosso, .:laçuo Ta dano, logo após avistar se com o titular do Mi- O Deputado Sergfo Crnz (N.D.B.) sugeriu à dire çií.o dn CE~lr Ta adoção de padrões populares pa ra instalação de energia elétri.:a em residências cuja renda familiar se ja inferior a três ,miá rios minimos e em esta belecimentos industriais. Em sua justificativa salientou que ''é notório o distanciamento entre • a Cemac e seus consu midores, sobretudo pe lo elevado preço da ta rifa cobrarfa". Acre centou qt.:e "o nistério das Minas e Ener gin, a<'ornp:lllha!lo do /,l netúrio de I'i:rn .. jur:wn tn e 'oonl<-naçàu Cit'l',ll do Estado, Bento l'otto. Redução Sensível Em trna uuJlência corn o ministl'O Shigeaki Hekl, .:laçno Tadano t>X plicou que a'l dificulda des de implantação de novas industrias são grandes em todo o EslH do, devido a 1J alto cut--to das tnrifas chi energia e lélrica cobradas pela Ce mat. As tariíaH em .lato Grosso disse ele, silo 90 , mais caras que as co desistímulo à implanta ção de industrias e o crescente aumento nos cortes dorr.iciliares. ~üo com,equência desta Ja mentá vel indii'er!!nÇa da concessionária de ener gia elétrica à obsen·ãa cía dE' um program'.l so cial". Aduziu que '·as cons tnntes mudanças tle pa drões. encarecendo ins talações e consumo, co11tribuiram ainda mais com a dl:'sumanização do serviço, impedindo um atendimento mais De Ore-te Flores Eletro • doméstico , Calçados. Bijouterias, Artigos para o laYeruo, malas, Tecidos, presentes e uma inrinidade de artigos para Embelezar o seu lar. Cc. FLORE "A Ccrsa de Sua Economia" Rua Pilad Rebuú 5ffü Bonito :'.:t. • CS'II FEZ3E" Centro de Orientação Escolar Direção: Prof. lIaria Loureiro Pinheiro Pré-Primário e Maternal Matriculas Abertas HOR,íllO <la,; 8.oo I-1, à, ll.oo h,. _-.ulas Particulares no período <la Tarde B e 1 a ,. ; , t a Mato Gro--o bradas em Goias e 1+" mais carzs que as cobradas pela E P, em :,0:,io l't111!0, 0 ministro jzeaki líeld. neo111pa11lii1rl11 il<' um assessor, eslieou 110 Hecrl'lúilo lnç:i'o !'a dano qu • o:· e-.,tud,i. c•111 elaboração pelo .linlHli'• l'io pel'fltiti:·ilo. jrt 1t p.1r tir do próximo més de Julho, umna redução en ivel nos preços da ener ia em Mato Grosso, de 11efec-i:.111clo consequ •11le• mente o comércio. a i:J dúHlria e ajpopulaçfio do E-;Lado em geral. {EMAT) din:lmic(), pdncipulnicn te ao iwtor industl'iul e ús reg-iões períréricas dos pri11cípaie centros ur!:illnos, onde i;e co11- eentram us populaçõc assalariadll1•;'', Finalmente acresceu tou que a oportunidade desta Pro;JOsiçfio eoíncl de com a manlf Pstaçãn do Governador Garcia 'eto, em adotar uma polí tica energética compa tivel com a necessidade de de,;envolvimento do Estado E' com o poder aquisitivo do cc,nsumi dor". Gci;el M,difica Código de Menores O PresidPnte Geif:el sanciJD!JU com velo par eia! um :,rojeto de lei aprovado pelo Congresso modificando o código de menores. Segundo o Pl'O jeto. fica proibida a en trnda de menores de J anos em boates. builes público e cougeuer-es· salvo quando e;:fiverem aco:npanbados de re ·pon sáveis. Preve também1 a proi biçáo à frequênci<~ de menores de ~I anos em casas de jogo. As penas aolicáYeis. segm:rto apro vação do Congre.;so, se ria a multu tle meio a dois st-.dári0s n1ínit1JO! sobre o estabelecimento que incidiu no veto presi dencial. --- - - Fert'l'OS, Chapas, Rua Cel. Tubos, Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos S:i.nitarios, Arames. E uma Infinidade de Artigos para o Cllcnla Exigante . ANTZ3DIDO 203 Z0AL ZZClAL?ADO Temos Cimento para prunta entrega em Grande Estoque Juvencio 815 Guia Lopes du Laguna - )lato Fer;·agcn::. O;·osso COLUNI DO EDITOR Carta ao Sr. Editor da "Tribuna da Fronleira 11 Prc·zaclo Sr. h·nlclo Pereira !li.D. Diretor da "Tribuna da Fronteira", e,tn. Li, com muito interesse, em deixar de· hnvor c,·rro ccp tccismu, o teu escrito na la. pag. do Jornal no, 151 tle //75, sobre a renovação do Diretorio Municipal da An·na Sem querer imiscuir-e em tuas idéis quanto a for muçilo de um Uirct6riu de Partido, de nnte mào vê-~e que o pn·zado compnnla·iro preipitou-e em fazer nlusões n certos fatos que realrne111c 11ilo cxi~tcm, como ulinhnrei ndinntc, ccrtnmcntc por 11:io cslnres cm dia com as altera ões da nossa legislação clei torai. . Quero pedir , ênin para descrever as coisas como sai ru,u c,critns no jornal, pois é de uma importancia que o público tome conhccimcnlo das minimas ocorrencius crn 110:;su ciclucle • principalmente, repito, "princip.dmente" c1ue~ tões politicn que ,lominn 10 ,lu 11opulaç:o cle 13clu isto 11n ora presente, quando o novo l'reft!ito afina com as llj'lpiruçõ,·s do {lCVO no tu Jll'Óprio de,envoh·imento e u aproximação da eleição do norn Diretório Municipal da Arena que dc,·c rcílelir o u poiamento das massas à esse Governador cliniim ico e reso lato que é o Dr. Garcia Ncto 1111 constru~ão cl,· um Crantle Mato Grosso e nu nosso n:lo menos valoroso Prefeito :1 u. nicipul, Ur. Cnstro Pinto. 1,. ~o está sendo feito e le,•uclo U'lllllc com muita serieúa<le e real interesse. Agor..11 vamos á questão: l'n·zndo Eclitor; parccc•mt' que a tun critica de certo mo do U<:t'itável, terminou por fn zer injustiças e u pior, mas pior esmo, foi u parte final cm CJUC fozes uma velada pro pzanda_ da reeleição do Dr. l'u111ncn pnrn a l'residcnciu Jo Diretório, mesmo le, anelo m conta o eu valor como político utunntc entusiasta de elevado idealismo e limpidas ideias, qaanclo ,·occ me,mo condena o ··rontinuisnH>,, co1no anli democrático. Sabes perfeita- 111cntc que a Constituição da da Hcpublica Fetlcr.itivn do Brasil nem siquer permite n rcdcição do Pn:sidente ela Hcpublica, Governadores, l'rc feitos. Logo, por analogia, c,·rto sena u ineligibilidnch, de CJUnlquer titular que man lc·c•:--e no ,::xercicio de cnroro 110 período antaior. 0 i.. ""' e. ·l'rc,iclcntc :'llcdici, qua~ ,lo consultado sobre sua pos sível rcclciçio, cleclarou n $CUS intcrlo~utorcs - que n5o ficnri:. 11cm mnis um só Jia além do seu mandato. Exem plo correto a seguirmos, nio achas meu amigo? Porque ou tro:,; não fazem o mesmo! V4. mos ser dcr.nocrut:19 na. cxten• são da palavra: vamos cfor oportunidade a outros aclmi ui,;Lradores talvez até mdho res não é? E«<a é a lógica ea sistematic1 ndotada pelos au tt:ntico:- rcvolucion.írius, sal'n exceção ao que tanto o amigo elogia. Estamos lutando para de belar egoi•mos que nos ,lifi cultam: os trabalhos estão e ,r rendo com rapidez e {havemos dc encontrar compreensão pa ra as soluções. Dizendo isso. agora quando - escrevo estas linhas recebo em nossa casa o com panheiro Walter Escobar Nu nes que viéra especialmente u,•111ar uquelas .li•tas "que es tão correndo" em mão,; de u renitas; na verdade, "autori zac::io colt·tiva para in•cri~üo dos candidatos e eu registros na Ju-tica Eleitoral du 17n. Zonn". E,:st• ciclucl,10, rlt· uma innivcl renuncia, pois estava in,crito t•,,mo IIH.'111Lro tlo Di ref6rio, o que poclrrin lc, 6-1,, à presideneia do mesmo, à miuha con~uha. uee-itou o cnr "º de Delegado á Convençào l(egionnl, por eu reconl1t:C'c:r no ,un pessoa a impnrtancia que quer esse cargo de repren entacão que exige traquejo. experJcncrn~, ,convncnc1as ro,n politicc:,, t'nfirn com os homens clr. Go,erno. ter ns •1trnliducle; essenciais para uma roa re prc:-entaç:lo e ilu•trac;:lo do nosrn Dirl'tório cm qualquer lugar. A compreensão ai, supc rou o egoísmo. Porque outros não agem assim, fazendo do Diretório umn homogeneidade ele icléins e vontntle:-, tio neccs!'árius ni::o• ru quando forças ocultas que rem empanar o nosso traba lho, a nossa união! Voe está intimamente . ligado no meu pensamcnrn. t: junto, lcrnrcmos clt vencida os obstúrulo; que nparcçn.n para prejudicar a nossa mar drn tào bem preconizada que está senlo t•xecutacla, como aquela memorável campanha que movemos na anti-véspera da eleição de 74, tão morali zala que surtiu os efeitos de scjados. Niio demos lrl'"Un; a dcnrngogos e corrupto;. Agora YOU nnolh•nr o seu artigo- perdoe-me amigo, certamente un c.:clcsorado (sem alusão a minha pessoa, como pecli,-tc) que andn <le luz upaga<lu não tenho com pctencin ou vez para tanto, ma~, at~ c,·o. Como já ficou <li to, as listas não correm com intuiros oportuni,-10,-. O a;;sun to é mesmo POLITICA pra valer. Tanto é verdade que candidatos são queimados na espectntivtt de ~crcn1 rc,.-istra• dos os melhores, sem que sso traga incomodo ou mal estar a no.;;sos cotnpanheiro5. Atrús jú dei 11111 exemplo dig no de l-Cr seguido. " Voce, amigÔ, foi in justo quaudo escreveu que •• não se deve ad mitir a interferência de elementus alienígenas pura a formação do no ~o Dire_,l'>rio'·. Ora, a lei e clara e proíbe a intro missão de estrangeiros em nossa politica. Alie nigeaas é termo que se refere a algo de fora, de outros paises. estran geiro. forasteiro e ou tras coisas assim. ::salvo se sua alusão é quanto o nobre companheiro de tantas lutas, o Sr. Adão Moreira, nascido em Por tugal, ma,- tã!l brasileiro como nós, pois para aqui veio muito jovem ainda. conviveu conosco onde constituiu exem plar familia em nossa sociedade,· está viuvo mas tem duas filhas edí c&.dissimas, além das ne ta-s, que exornam as fa milias bela vis tenses: mais de 50 anos convi vendo conosco e se isso não baste, o recente pi otocolo assinado pe los Presidentes do Bra sil e Pvrtugul tornam brasileiros e portugue ses, respectivamente, o que mudarem de pátria com direito a voto e se re1u votados, alem dos direitos civis. BraRileiro no duro. portanto. e nhum nome con 'la da lista qt:e possa trazer rlúvidas, todos são bra sileiros natos. TRIBUNA Dll "Órgilo Independente a FRONTEIRA tierviço da chei oportuna a tua critica quanto a intro missão de deputados na vida dos Diretorios, pois estou com você quanto o inc01,veniente que trazem, haja visto, o que está acontecendo em JAl:WnI - cerca de meia duzia de ''correa tes" no mesmo :Jireto rio, e dizem, uma que rendo sufocar outra. É a politica mal coo rfuzida po:· deputado, que muita: vezes impri mem &rientação no Par tido completamente opos ta aos gerais intere Fes, para produzir efeitos a penas no que lhe seja útil, visando vantagens futuras para si e não à comumdade. Já fomos vitimas como nosso correligionários daquela florescente cidade, mas, estamos libertos disso graças a Deu . ' E o mal dos politi cos egoistas, que feliz me'lte já supnamos aqui. • Vivemos urna fase ruim que já se abranda e quase· anulada diante a compreensão que es tá chegando. Como sabes, tem de pulado que quer edip sar o Diretoria. com graves prejuizos para o Partido, fazec.do "no!Ilea ções·· e outras coisas sem a necessária autori zação e contra-põe as aspirações dos politicos militantes e às· vezes aceita pelo Governaâor. C'>m reflexo ne(]'ativo no seio do DirP-tório que se julg.1 assim margi- nalizado. º Acho que o Direto rio foi e sempre será um sustentáculo do Po der Público. pórtanto deve ser presngiado pa: ra que tenb,a força e se ja respeitado • por • seus participantes. para a sua própria ascenção, o que seria correto no meu entender. Citas a ne'!essidade <la entrada de jovens na politica, como preco niza o Presidente Geisel. Ninguém está Ióra dessa Ano IV - Uela Visfa - MT. - 08, 0!i. 7,í - t' 1 1:-;;1 idéia e nssim não fosae como poderia b:.iver u continuidade das coi sas'? Nüo é só na poll tíca, em todas as ativi dades do homem há a necessidade de novnR ll clerançaR • que impulsio nem as indúst1'ias, o co mércio, as atividades pu blicas etc, Wo necessá rios como os elementos da própria vida. Mas, onde está essa esperançosa juventude de Rela Vista? Com rara exceção, en contramos a inteligente sen liorn D. Maria Hita urano Garcia, verdadeira revelação de pendor pt"la polirica. Hect" bemo•la ele bra,;:cn ubertos t·o mo uma dàdiva do céu, dada a aversão dos jovens pelu po litic-a Cultn, eomhari,a e "' luntáriosa, sc:rá 11111 dos far6i, que trará luzes ao no:õli .. o Dire 16rio. Outra que rect'ulemente aderiu á nossa convocação, é a tão ilustre advogada Dra. Enil Pereira de ouza. Dele ada legional do Ensino. co mo dinaruica na @ua ação iru pulsionadora na edncação dos nossos jovens. Ai e olá elu lado u ledo com os <liri"ente~ arenistas numa invulgar obra tle renovação CJUC se introduz agora nos destinos do nosso Di_rt>t6rio. _J,so é renoYnção e rejuvenescimento muito a gosto dos modernos políticos ~ que pregam a necePsi<ladc da mo ci<lndc de no:;,:a terra conju"a rem esforços para a nos4 grandeza.. ajudando -nos a reu nir um grupo de pessoas ido neas. úteis e acima de turlo possuidoras .de culr ara que é a base de uma verdadeira li dernnça. Como Yê,. meu caro a Arena de Bela ista procu ra npnmur.ir •e e espera en centrar valores para a sua renornçào e a juventude está aí muinto bem representaria não só por essas duas e mais outras rrpre.i,ntante; rio •exo feminino, que serão força-s imbativeis na nossa agremia ção politica. Amigo Editor: arguto. inteligente e ferino na crtcas, impetuoso no seu Jornnhsmo de idéias reno,·u doras:, como bonissimo no trato. Aguardamos a entrada de novos valore,; jovens, além de outros já inscritos. •· ~leu nmigo. _aqui não _pen amos em organizar um: D)ire torio de esclerosados, pois nao o;. ha. ::fabe;.? aqui na A rena ele B.·la Vi;:t.,. $Ó tem moços, começando por mim mesmo que apesar dos mew cruase 80 unos ten.ho a mente bem ventilada e talvez o mais idealista dentre muitos jovens pois estou nu Jic;a. não me cnnso e continuarei lutando parn o aprimornmt"nto e vi gor do meu Partido, para o Oem dos companheiros que 0 compõe, paro o bem do nos ~" po,•o, para exemplos ao.-; Jovens que refogam. que tem medo de compromis,os l-'Olll n política. Nossa liderança não é egoistu. Um exemplo dei aci ma com o compon.:nntcnlo do Sr. Walter. o seu espl.rito <le renuncia em beneficio do Par udo. o q_ue mu110 .° recomen da por tão bela atitude. lssim, somos todos nós e tudo faremos para a venda. deira integração do nos-o }e t ide, a fim de que, nele, t"XÍ•fíl111 fr.11.-rn,clucl,· ,. ,·11 111 • prt·t·u .. :io. Temos grande apreço pe los valorosos amigos que co laboram co11u-ro no llir.·tór:◄1 t• ~erít i.l,-:,.i,u, <·0111 t• .. 1wrid orgulho, o noso procedimen toe a liderança jovem ir à nós, com a sua força per uaia e gorante, t nuna 1111'•1110 teriru11n~ prnpl,,i,,, ,1,· rmagar a mocidade que a·pi ra progreo, ervindo sua Pi tria através do Partido do G t'rno. 'aruo-. omar, agigantan cio, com frrvor, ll ,lin,11;11 lle 11ovarlorn Nari,,nnl. Política, meu raro, (, d t'ncia I' orle, e o hri111e111 F6 a exercita atravz de sua proprla inrc:li;.:encia embrenhando-sr no., mcarJClro. 111ai, drfurn•. tomando co11hcci111cn10 :irra , t'• contato~ ('1>111 oi' pro bit•· 11100 mais complexos das cui as públicas, da ua adminis t rução hone,ra I! con;:tunle. É o homem esgrimir-+e contr:a a adversidade na con· >'ecução ele um principio no bre:. procurunclo ser úteis a 1'1'11• concíclu<luo, por meio de ideias são. conju(;a<la, u i,leiu• de outro•, mediante u intro'• 111c11lo cm 11111 l'urtido cleri· damente rcconlieciclo perarHt as lt·i• do l'ui,. Bõa poli 1ica Ee faz com respeito ao,; preceitos morai,. quando o civismo deve er a tcinicn de torlu atividade que bu•ca reali7.ar al"o em beue• ficio da colc1ivitla<le. sun li- berdade, ação e clefe,a, final• mente. o parimordio- da 9r ganização te uma boa socre dade, um bom gavemu. C<J/lf· lrurndo a f.dicida<le de ul!I porn .. ão se faz boa poliliCJ com alarde e de,aju;;res ío1r.r· nos, mas, com bom senso, hs bili<lade e muita união. Eis o que pret.er.dewo!. Agora, digo-te amiz ou candidato à Pre;idencJJ do Diretorio )luufripal Úl Arena de Bda Vii'la, seu• presunsão. em egoismo, b nidu de mim mcsa7o qualquer vaidade, mas confiado no' serviços que jii prestei e ron· tinuo prt",tando atrn,·é,,; ]oJI· os anos a meu Partido. Con fio cm meu comp:inheiru, que sabedio faz,-r justiça. Sem que_ aludas li minha pessoa, mesma esclerosado e com ú JUZ apagada como no seu ,Jizer, entrarei naquelll escuridão de que está~ cansado e resurgiri' 1 mais adiante, após a ri frega, empunhando :1 bandeira do meu PiJ!ll do, com a luz acesa e brilh11nte e o sorriso tal vez de uma vitoria que hão de dar-me os co!ll panheiros, por justiçJ, porque procurarei nã 0 decapciona-los. Com os· meus cUJll prlmentos arenistas. Até breve, Editor amigo. Jota Jota Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº152_04_06_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº154_12_06_1975 Voltar para a lista de itens