TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº160_03_07_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº160_03_07_1975Número da edição160Data de publicação3 de julho de 1975Número de páginas6GeoCoordenada -22.10464693272061 , -56.5287613222086 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº160_03_07_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUMADOR E DIRETOR ANO IV Redação, Oficina e Administração Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista, 0:3 de Julho de 107:í Bi-Semanário N 160 MOBRIL, DEVER UE TODOS, RESPO S LUDD C&MI É N .li u ;. .1 s0 p0 md al e 0é ·ei ce 90° e e. ão Ordinária- 30/06/75 Expediente: Do Vereador Carlos Centurião - Pedindo ao Sr. Presidente para considerar nulo o restante ela licença a ele conceàida, e que a partir do dia 30 de Junho já estárá exercendo seus trabalhos de vereança. - o&: Da Câmara Municipal de Ponta Ponta Porü - Ofício Circular Nº 87 /75, versando sobre "Regulari zuçuo Fundiál"ia nu Faixa de Fronteira", de auto ria do Vereador Angelo Perin, daquela Egregia Casa Legislativa. -- s é Do Deputado Ruben Figueiró - Com referencia ao não l'uucionamento da Agencia de Correios lo cal, aos só.bados e domingos, e nos dias de ema na, após às dezoito horas; Enviado uo vereador Carlos Centurião. o Ordem do Dia: Oficio ao vereador ..ngelo Perin, da Câmara funicipal de Ponta Porá, congratulando-o pela bri lhante causa defendida . -->9- Ao Deputado Ruben Figueiró, agradecimento bela atitude tomada com referencia a Agencia lo cai da E.B.C.T. (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) <----- Ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, ofício eaP-a minhando o documento vindo de Cuiabá, o qual tem como remetente o Deputado Ruben Figueiró, e como destinatário o vereador Carlos Centurião e que diz respeito ao mau funciameuto da Agen eia de Correios local. Sabado... Dia 6 ... Grandioso Baile no Gre mio Pedro Rufino Abrilhantado pelo ··Os Celestiais Prom~ção Emissora Mariscai Lopes ZP-23 RESPONSÁVEL: -- IVALDO PEREIRA Prefeitura Municipal de Bel Vi-ta Bela Vista. 03 de Julho de 1975 A VISO aos Consumidores de Energia Elétrica: A Prefeitura Municipal de Bela Vis ta avisa aos consumidores de energia elétrica desta cidade, que estão autorizado~ por esta Prefeitura a in talar os medidores padrão CEMAT sómente os eletrecis tas Armando Braga e José Maria Carville, não sen do válidas as instalações feita por quaisquer eletrecistas não autorizados por esta Prefeitura. Dr. Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal Ely de Araujo Barbosa avisa ao público que: a) Não mantem ne nhum vínculo emprega tício .::om o jornal "A Retirada da Laguna" de Jardim; b) Nüo deu nenhuma autorização a seu dire- torna sera.. «o" C/LEI0SCOPIO E Redator do referido fo- lll H liculário; c) discorda e repu- Transcrevemos (ver dia a forma desrespeito- pàg 3) na íntegra o artigo sa como trata o Dep. CALEIDO CÓPIO publi- F d Ub !d B cacto no jornal "A Retira 'e . a o arem; d 1 . a aguna" editado em . d) Discorda e repu- Jardim. Oportunadamen dia o modo ofensivo de te, ouviremos os edis jar tratar o Governador do dinenses a respeito do E st ado; . mesmo para uma melhor e) Discorda e repu- compreensão dos leitores dia a maneira debocha- e concedendo oportuni lia que trata os verea- dade aos egrégios inte dores e Prefeito de Jar- grantes d Legislativo dim, de se manifestarem a f) Não redigiu ne nhuma linha do referido jornal nem tomou co nhecimento prévio da matéria que foi publi cada; g) entrou com do- Posto de Saúde Comunicado Comunicamos do pú blico em geral que das 7 as 11 horas. o Dr. EI de Araujo Barbosa aten de ao público, das 12 a 1U o atendimento é feito pelo Dr. Fiori Murano inclusive atendimento do FUNRURAL A) Fiori Murano cumento bábll no forum de Jardim para ação ju dicial competente de im pugnação de seu nome do referido jornal. A] Ely de A. Barbosa "A Retirada da Laguna" respeito. Aproveitamos a o portunidade para parabe nizar o Dr.José de AJen car Botelho Di Piero, (Di retor do jornal) que nos faz lembrar o lema se guido pelos alunos da Escol~ uperior de Jor nalismo de Columbia, ho je grandes jornalistas: "A verdade Apeoar de tudo". VISITEM DELI VIST DR oca 1- O DI IV. EXPOSl(ÃO AGROPECUÁRIA E FEIRA DE AMOSTRAS REILIZAçiO: CLUB DO UlÇO - COLRBORIIÇBO: SINDICATO RURIL GOVERNOS FEDERtlL, ESTIDUJll E MUNICIPJIL PROMOÇÃO: DIAS: 26 a 30 DE JULHO Tribuna da Fronteira Bela Vista Mt. 03 de Julho de 1975 IDE MDR COMERCIAL ADVOGADO ESCRITÓRIO Rua General Osório, 825 Oela Vista Mato Grnsso Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral lua 15 de Novembro I70 Fone 237 bela Vi-ta ,IT SR. FIR; MM.O Médico Rua 15 de Novembro, 75 - Bela Vista - ilT -HAR0lD0 MEDEIROS= ADVOGADO OAB - MT. 1183 CPF 00!1-295.870 Rua 1 de ovembro 177 - Bela Vista ilt. Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Rua Cel. J uvêncio 237 - Jardim Mt, Dr. Késio Loureiro Pinheiro Advogado Htra ntonio Maria Coelho 221 Bela Vista Mt. Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas madores e Profissionai Praça Cel Camisão no . .53 GUIA LPVZ; DAN LAGUNA t. Representações Cereal Ouro Ltda Adubos ··TREVO" • Inseticidas - Banheiro Metálico "Fertilizando com Carinho a Nossa Terra" Hua ebatio Crispim do lego 564 em frente a leceita Federal) Bela Vi-ta - .lt. Lanchonete que se impos pelo atendimento Salgadinhos • Bebidas Nacional Londres • hamburger • Bauru • Mate , Lanchonete mais completa da cidade Perfeito erviço de Atendimento lua Duque de Caxias S/N Bela Vi-ta M. ( Em l't·ente ao Ginasio Estadual ) Auto Mecanica lndependencia De José !lip6lito de .Ido Oficina Autorizada Ford Willis do Brasil ••.Mecanicos com curso de E pecialização" Hun Cuiaba s-n e , vcnida ll de dezembro 385 Jardim - :lato Grossc e sa FLORES De 0reste Flore. Eletro - domésticos, Ca! gados, Bijout rias, Arti gos para o Inverno, ma- lns, Tecidos. presentes e _ uma infinidad de artigos para Embelezar o seu lar. CA A FLORES "A Casa de Sua Economia" Pilad Rebuà á6ii 1 Bonito - Mt Centro de Orien taç:ão Escolar Direção Prof. Maria Loureiro Pi nheiro Pré-Primário e Maternal Matriculas Abertas HORÁRIO das 8,00 Ih às l loo h-. Aulas Particulares no periodo da Tarde 1 B e J a V is ta - Mato Grosso Lanches, Bel.lidas em geral, Sorvetes Miudezas e Dotei São francisco Bijouterias ... Proprietários" ' ~ Carne Fresca a Toda Hora Higiene e Rapidez 3 ] nc,, ,[9 E ,5Eis , . 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Prefeito Municipal denunciado por "Falta de Decoro". fosse reali zada durante o dia, parn que o generoso Povo de Jardim 11iio presenciasse o "Enterro Moral da Edi lídacle. Feli mente, o Povo pode comparecer e diver tiu-se, assistindo jui·istas de algibeira clizeren1 que "não llú provas" e que, por essa rnzii o, votaram "contra" ... O r. Vereador Paulo Nogueira dormia, como sempre, de olllos abertos e partir:ipava de tudo, como se. tudo estivesse entendendo. a hora da onça be ber água, perguntado se votava a l'avor ou contra a denúncia 'encaçapou' o Prefeito dizendo i 111 e. se não fosse o Presidente da Mesa explicar, para ele como deveria votar o Sr. "Paulo Três Cocos" (para os amigos) poderia levar um pau, na saida, do qual, nunca mais se es queceria ... O Sr. Zauri Bartolino da Cruz votou como es perava que votasse 'in totum' Ele era e é a favor do Sr. Prefeito - faça sol ou faça frio. Identifica-se com a imagem do poli tico bitolado. Não é por outro mo tivo que o Sr. Vereador Zauri B. C. votou, há poucos, meses, contra dispositivo de Lei oriun da de Brasilia! De fato. Lei Munici pai garantia aos Srs. Vi ce-Prefeito e Presidente da Câmara a percepção de um pequeno pró-labo re (gratificação), representação pr6-luborc esia derrogado por Lei assinada pelo Exmo. Sr. Presidente da Repú blica. ,presentado, pelo r. Vereador Fausto Pei xoto, projeto pura corri gir a anomalia, mesmo assim o Vereador Z.B.C por pura politiquice, vo tou contra o ncsso Presi dente. É de lnscar!.,. 1 to posto, não foi preciso (sendo mesmo desnecessáriu, no caso) a "pressão estrangeira" para condieionor o voto desse iustrf' iereudor. Embora dente de que com pro1r.etia todo o seu futuro politico, o 'r. Zau ri l'oi leal ao eu "cupin cha". Na hora da votação o r. vereador ZBC, para dourar a amarga pilula julgou de interesse dizer que votava de acordo com ,, atestado de con duta fornecido pelo Sr. Cap. Alzerino, Delegado Regional de Policia. o qual la testado) informa vu que :nada constava contra o Sr. Prefeito de Jardim. llas, afinal :de contas quem é que disse que o caso da telefonista ten ha ido parar na Polícia? Pelo que foi dito à ROL, o caso terminou em Po1 ta Porã e, se a Delega eia de Policia rle là, to mou conllecimento, ou não, já são outros quin bentos ... O Sr. Vereador Faus to Giraldes Peixoto foi, segundo se comeuta, à boca pequena, na Cidade um dos principais mento res da derrocada moral da Câmara Munjcipal e teria cllegado. até mes mo a denunciar o nome de 'pessoas de influencia, mas honestas e respon sáveis, qµe desejam, co mo nós, afastar, o Sr. Eraldo Silva do cargo; de Prefeito de Jardim dentro da Lei! Instado ,1 votai·, o nobre Vereador apelou para esconder sua cora gem espiritual. para suti lezas de "julgamento com provas", como se a Politica precisasse de provas para aprontar uma das suas. o caso do Ten. Aoacir de Melo l!encles está ai para quen quizer, ver, jogado que foi às urtigas. elos r. Vereadores Eraldo ilva e EImilsn Esco bar, e, por pertencer. en tre outros deleitos 'menos votados. a e. ·ecrn 11da AnEN.- II (ex-P3D)!. .. Sabe o Povo e sabe melhor do que ninguém, o nobre Vereador FGP qual tem sido a conduta moral do Sr. Eraldo Silva e o que ele entende por comportamento ético de uma autori:!acle (decôro) O caso em apreço, dá Srtu. Cleonice Lopes Carneiro constitui a um estopim que tos levaria a todos os descaminhos morais do Sr. Prefeito Municipai de Jardim. Sofisma barato. im perdoavel, esse "Preciso de provas' - quando ele, ' ereaqor Fausto - sabe de tudo. Por ocasião da elei ção da Mesa da Cümara Municipal, esse ilustre Vereador aos assegurou que a eleição de Edrnil soa Escobar estava. in dissoluvelmente, ligado moralização dos costu mes administrativos [sic] eia Edilidade. Hoje, se sabe já. o quanto o Sr. Fausto Gi raldes entende de mora lização e como colabora para a sua prática. O Sr. Vereador Er nesto Lância Caldas, pro vecto e competente ora rador fúnP.b:-e. não foi feliz em a fatídica noite de 20 maio último. Convidado a votar, levantou-se, afastou-se, piganeou e, aFt,umindo uns ares de D •feusor do Ministério Municipal. fu gindo de sua habitual compostura ,·oca bular de cavalheiro fino e edu cado, enveredou por um camiuho áspero e perigo so, empregou expressões vulgares- "cantar ua mulher", en inou a me lhor técnica - [sem teste munha)- e, no calor de sua argumentação pro nuuciou o nome de nosso Diretor. o Dr. Oi Piero, ligando-o a um hipotético caso de a alto, também sem testemunha. oca ião em· que <J nosso Cbel'e começou a suar l'rio, com o ju to receio de que o nobre orador fosse reve lar algum acontecimento nada er.umênico, sucedi cto em a Granja Viscon de de 'faunay!... De todos os Srs. e readores de Jardim. o Sr. Caldas é e, mais iute ligente e o mais prepara do e, em consE'ouência o que mais sentiu - es crúpulos na consciência - razão pela qual crani ou abster-se de votar, 0 que quer dizer - não vo taria contra, mas nem a favor. Defendeu. sem brilho a discntível e Polêmica tese - sem testemunha não há crime - e deu o caso como encerrado. Acontece que o Sr. Vereador Edmilson Esco bar, presidindo a Sessão Fúnebre p0r não ter as similado as intenções de seu Ilustre colega., ou por pura maldade. per guntou-lhe: - "Minai. o nobre Vereador vota a f11vor ou contra a de núncia?" O lúcido Vereador Caldas olhou para o Sr. Cap. Q0A. S 2 da CER-3, oficial culto inteligente e finalmente educado cavalariano, que ali esta va, representando o Sr. Maj. Fise Adm. da 0M, constatar 'de visu', se tudo correria "normal mente", raciocinou por uma l'raçüo de seg-undo e votou sob mil tonela d:s de humilhação. - "Contra". Toda a sua argumen tacão. lodo o seu racio cínio acorr.panliado, com grande interesse pelo pú blico presente, foi por água abaixo. A presença simpáti ca. do 11fto menos simpá tico "scholar" Cap. Q0A Aquino. agiu como agem todos os catalizadore - precipitou a reação em termos de normalidade. fazendo com que o nobre Vereado:- c::!pitulas e, fra gorosamente ... ão nossos votos pa ra que. na próxima He classificação de Cargos do :linistério do Trans porte , o r. Ernesto Caldas seja devidamente recompensado pelos bri !bantes serviços, isto é, relevantes serviços pres tados ... Declarou o preclaro Vereador que ·tinha sido arrastado. para a Política e. agoris.. nos lhf s faze mos um veemente apelo reaja! reaja! r. Caldas, uão se deixe mais arras lar para situações t.ão ... Fuja! fuja! fuja! da Po lítica! ... Apenas um varil.o de Plutarco na Câmara Muni cipal - o 1obre Vereador Adelino Mareco. Simples, modesto. levantou a cabeça e in diferente às nuvens ne gras que ameaçavam seo emprego. votou como Homem como macho!. .. - Votou - SIM - Voltou para que se aceitasse a denúncia da Professora. Cleonice, para que in vestigasse, para que se Cont. e - e Tribuua da Fronteira 03 de Julho de 1.970 Suplemento ..... Cont. da Página 3 apurasslJ OH "ilíeltos ruo rais" do Sr. 1-'rel'eito E raldo da Silva. E Porto Ah,gr , por Antonio .Jo:'io Hugo Ro drigues, especial du COil REIO DO O 0 -- Jor- 1mllHla1:i brn 'ileiro , reu- 111<10H uesta Capital, no periodo compreendido entre qua ria-feira e Há ba do da sem nu passada, nu X Conferência nocional dos ,lorn,11istas, decir!i ram enviar pedido ao ministro ey Braga, da Educação, no sentido de que fossem criadas la culdaclcs de Comunica ção em todos o E ta dos onde atualmente ine xi tam o cursos para a l'ormação de jornalis-· tas, inclusive para Mato G rnss11. A olicitação e pecil'ica que as l'aculda des de Comunicação de verão er criadas na universidades federais, entendende-e que para E - € Mato Gro so a cidade a ser beneficiada será Cuiabá, que pa.sará a l'ornec r prol'iHRionni de imprensa, formados pa ra todo o Estado. MT O envio do expedl ente ao ministro ey Braru, decorreu de su gesti apresentada pe los jornalistas Antonio Joüo Hugo Ilodrigue ·, Aroldo Marmo de Souza José Eduurdo Espírito Sa11to e Rubens de Men donça, componente da delegaçiio matogr11 sen se •, X Coererência, e imediatamente recebeu o apoio dos demai par ticipante do conclave, principalme 1!te dos re presenta n tes d os E tu - dos onde atualmente nfLo existem cur o de Comunicação oconendo. F · COLOIDE E ·M em consequência. gra e escas e7. de múo-ae-obra e:sp cializucla. Paralelamente, suge riu-se indicar ao linis t rio de Educação uma série de medidas visau do o aperfeiçoamento dos diverso cur os de jornalismo em todo o Pais, vi lo que quando deixa a escola. formado., o novo prol'í ·ional é ca rente da maioria dos prindpius :hásicos que po. ibililarão o perfeito exercido da profisf:'ão, pois lhes falta a verda deira. prática jornalisti ca. Durante a X Confe rência. realizada em Porto Alegre. a, delega ções i.,re ente foram cli tribuidas em quatro comi sõe de trabalho, que se encarregaram , estudar várias soluç para os problemas que nos dias de hoje af gem a vlasse jorualisj ca. Dentre os temas t tados durante o certa. me, destacam-s o sal. rio prol'i ional, a llbt.• dade de imprensa, o d} reito autoral • a formg. ção de cooperativas si dica is. que permitem a formação ele uma agi!,. cia noticiosa de âmbito nacional que venha a melhorar o nivel dos noticiários jornalisticos is empresas e também a ituação do profissi nul. ro finul do cone! - ve. l'oi elaborada a "Cur ta de Porto Alegre" que intetiza todas us dcci• sões tomadas. 1' . - . - . Adelino, chele de l'arnilia assumiu, súzínho, 11a Ca ' mara Municipal de ·Jar dim, a gloriosa respon sabílidarle de defender a honra, o dccôro e a de cência tios Jures jardi penses! Purabél!s. Vereador Adelino, P muito obriga do! Perca-se luclo. mn • !lnlve-He, ao menos, a Honrn! O !lustre Vereador Eclmilson Escobar Presi dente da C:lmara, deixou segundo nosso ponto de vi ta. uma impressão na da. lisonjeira. Consideran do-se que o Ten. Moacir Melo Mendes, ex-Prefeito cassado, !'oi, allsolvi do por sentença cio Ex mo. Sr. Dr. ,luiz de Direi to ela Comarca. es:e Vereador, possivelmente, com algum espinho na consciência, deu uma de prncleu le que. no caso, seria não licar mal com Da. ilari.1, e nüo ctescon tentar o r. João das a rapuças Anzóis. Sua pos sível Candidatura a Pre l'eilu, é de crer- e, foi, mesmo. para o tacho! O ilustre Sr. Verea dor Romulo Yarzon, uma das esperanças da Càma ra, agiu como e espera va que ugi e, tendo em vista, os comemorativos Se ainda não entrou, en trará, muito em breve. com seu jusfüicado pedi cio de baixa... Correto, muito correto mesmo. e não se pode exercer, em toda a plenitude, um mandato que lhe foi ou torgado pelo Povo. () ú nico gesto digno é Renun eia! _ .. Parabéns! O r. Eraldo da Silva tem mm indiscutivel mé rito - deu-nos a melhor das oportunidade para conhecermos o quilate da pedraria que temos em a Câmara ilunicipal Nas próximas eleições, só errará quem quiser! ... Em nossa edição de julho próximo vindouro publicaremos, na integra o texto da Denúncia a presentada pela Srta. Professora Cleonice Lo tes Carneiro contra o Sr. Prefeito Eraldo Silva , or falta de decoro. (Transcrito do Jornal A Retirada da Laguna] 1. A declaraçõe do presidente cio TI ão ao eguinte teor: "Como presidente do Superior 'Tribunal Mili tar. cumpri meu dever solicitando um relatório a todas as auditorias do Rio de Janeiro a respei to da silua('ão dos pre sos à dissição da Justi ça Militar recolhidos ao Preidio da Ilha Grande. Aguard-o apena o relató rio pata encaminhá-lo ao Poder Executivo, ao qual estão afetas as execuções das senten ças, para as medidas julgadas necessanas, dando conhecimento ao plenário. Tenho como oportu no, do meu ponto de vista pessoal, abstrain do-me da posição ofici al, também fossem lem brados os que nada r e c l a m a m, p orq ue não têm a quem. São os familiares das viti mas desses criminosos aos quais se está dando tanta importância, alar- deando espalhafatosa mente muus tratos. Es quecemos . os males por ele prnduzillos e tantas familias. Viúvas e ór Yãos de agentes de se gurança e de outros ino centes andam por ai sem a caridade, apena moral, até mesmo de re pr•~sen lantes ela lgreja. Vimos missa nos pre i dios, que achamos jus tas enquanto ua<la vi mos em relação às vi timas do terror· Assim como o preso tem direito a tratamen to humano, o que tem a nossa plena concordân cia, suas vitimas, da mesma forma e com ma is forte razão, devem ser motivado da maior preocupação, dada a cir cunstância mesma na qual se encontram. É de se exigir, portan to, que_ os propagandis tas das torturas que fe rem O nome da Pátria no Brasil e no exterior encontrem a necessária !eaçao, nos mesmos me 1os de comunicação (im- preusa escrita, falada e televisada ). ali deveriam ser também retratadas. no mesmo pé de igual dade. as barbaridades con..elidas por insanos cnm10osos, inclusive contra inocentes crian çus, mulheres e velhos em covardes sequestros e atentados de toda sor te, bem '!orno de frios as assinatos, para satis !'ação de sádicos senti mentos, importados de outros paises, para on de vão esses criminosos em busca de torpes ins truções. Os que - agora recla mam maus tratos não podem esquecer o sofri mento e o abandono a que ficam relegados a queles infelizes,"' por eles sacrificados no cumpri mento do dever e, afé mesmo, inocentes que nada tinham a ver com a desordem. É isso que o povo precisa saber. Repito, se presos de má indole merecem trata mento humano, o que. dizer daqueles por eles f atingidos - oi; desme moriados, os aleijados. os cegos os paraliticcs e os mortos - cujas úvas e !'ilhas estão por ai abandonados? i!editemos sobre is so antes de aceitarmos explorações. 2. É imperativo qu se ressalte entre outros pontos, que o Presiden· te do ''Dl não se refe· re ao criminosoi, como preso políticos e si como à dis::,osição dil Justiça Militar. DÉBITOS nas· PREFEITURRS Projeto de auto"%? do deputado JnocênCI. de Oliveira, que prete de isentar de juros 010- ratórios. multa e corre ção monetária os débr tos das prefeituras I nicipais para com o I? tituio Nacional de Pre" dência Social, teve s inconstitucionalidade a~ guida na comissão e 0 parecer do deputado ~ sé Sally, aprovado g sessão , do dia o Junho. Trihuna da Fronteira 03 de Julho d 1973 a CllPRI HOTEL Agora com ovo Proprietário sendo Atendido pelo mesmo Ambiente Estritamente Familiar Quartos com H'ias - Apartamentos Restaurante: "Comida Caseiro" "No Corado de Came jrandé" R. Rio Branco - 220 - ?one 4-2105 - C. Grande At. TPEÇRII MODELAR de Juarez Rodrigues "TralmlbtllilOS com perfeição para continuarmos a ser o modêlo no ramo de tapeçaria" Hcfonnu qualquer tipo de 1116vcis, Estofados, Cokl11ics de molas, Capotas de Jeep, e estofamentos de veículos em geral " Atende-se Domicilio Fazemos Orçamento em Compromiss'. Avenida 11 de Dezemb,o 126 - Jardlm-Mt. Jornal "Tribuna da Fronteira" (Bi-Semanário fundado em 25/2/72) legistro no Cartório de Títulos ,. Docnnwntns n.o J0(x, Propriedade da Empresa Gráfica Tribuna da Fronteira CGC 03201266/0001 Inscrição Estadual 13059232-3 Diretora: Maria Estela V. Pereira Expediente Diretor e Editor-Chefe - Ivaldo Pereira Colaboradores - Diversos OFICINAS Gerente - (ji/s011 cSifoa c5antos IMPRESSÃO- dices «date Chel) COMPOSIÇÃO - Odilie quine de 8euza Chefe) Q'ilsen 9. pua. erge ]. pata. tuas C. Dd&, dr Reare "As opiniões emitidas nos artigos assinados não represen tam o ponto de vista do jornal. podendo até ser contrárias a ste. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais e nos; comcntftrio:- nüo assinutlos" A Concessão de publicidade não implica em compromisso político ideológico" Assinatura Anual: Bela Vista- 80,00 Outros Municipios - 100,00 Redação Administração e Oficinas: lua Duque de Caias s/n Bela Vista Mato Grosso (Perto do Colégio Ca-telo Branco) OPINIÃO L VR IMPRENSll DO INTERH)~ Ou entüo o caso da autoridade que, por pa gar a publicação de atos e fatos oficiais, queira pretender que esta mera e normal prestação de snviço, lhe garanta o direito de não ser alvó João Vieda Alguém já disse que fazer jornal no interior é um ato de bravura, uma demonstração de heroismo, uma temericla de, tantos os perculços, as injunções locais de toda ordem que - muito mais que as satisfações, a sensação do poder e a possibilidade de ]UCl'O financeiro é preciso en frentar na realização de um jornalismo decente Pela contingência mesma da suâ estrutura e ela sua razão de ser. vive a imprensa do interior Hi igualmente o ris situações que a da capi co da ;,romoç[o (muito tal nunca sequer experi- comum) de falsos valo mentou. A começar por re , falsas lideranças, um certo tipo de menta . em detrimento de quem tidade que entende qne efetivamente merece elo divulgar anúncios é aju gio e apoio. Seria esta, dar o jornal, ou que à então, a que já se come condição de anunciante çou a chamar de «im e assinante correspon prensa puxa saquísta», e dem supostos direitos e xercitatla quase sempre e privilégios totalmente por elementos subalter especiais. Corno o caso nos geralmente inimiza do cidadão que, pelo fa do com os princ:ipios to de ser assinante. da ética e ela moral. !s achou que tinha o jcrnal to é outra faceta a que a obrigação de publicar não ei::tá imune à im de graça na primeira prensa do interior. e que página. a participação só pode desprestigiá-la. do 11ascimento de seu A boa imprensa não neto. Quando lhe apre uá-de caraterizar-se por sentaram a conta, l'icou tais evidências. Nem por conta. .. mesmo como exceção. Antes, deve atuar com serenidade, objetividade, sensatez, correção, alta neria e dignidade. Não abdicando das suas prer rogativas por preço nenhum, nem delas abusando. Assim nã0 a tuando, acabará certa mente por perder a con sideração e o apoio da de criticas do jornal. E que dizer de certos con vites que em acompan hado do clóssico adendo: «você Vai lá na minha festa, e depoi publica uma notinla no seu jornal». Por outra parle, cor re também a imprensa interiorana o pel'igo ele querer transformar-se em palmatória do mundo em dona da verdade, em tlirigen le e não por ta voz da oµiniiio pública POSTO SftNTll CBTIIRINft Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna LIDA Aberto dia e noite Borracharia Lubrificantes Diesel GasoUna Anexo: I ,auchonete A veuida Visconde de Tanauy Esquina Floria no Peixoto Mt. opinião pública. E dilicil mente sobreviverá. Quando um jornal do interior tem a rara felicidade de atingir uma caminhada de cinquen ta anos, Hem qu tenha esmorecido, mas, ao con trario. se revigorado ca da vez mais o /generoso ap];1 uso com que e opi niüo púbUca já o brin dava no início da camin hada, é porque em ver clade exercilou uma im prensa decente. E digna (O Nacional- Posso Fundo) A politica salarial asfixiante elo Banco do Brasil para com o seu l'uncionalismo não condiz com o crescimento inter no e externo daquele es tabelecimento. que boje tem uma margem de lu cro superior ao seu ca pital social. Essa observação foi fei ta pelo deputado Antonio José (ilDB-BA), para quem os funcionários do banco mer'!cem tra:a rnento combatível cum a contribuição que prestam à entidade. Na Bahia, que citou como exemplo os funcionários dos ban cos da rede priv:tda ti veram um reajustamento salarial da ordem 43 0/0 enquanto os do Banco do Brasil foram aumentados em 310,0. casa SUDOESTE d ils 2. sl&late Ferrros, Chapas. Tubos, Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos Sanitários, Arames, Ferragens, E uma Infinidade de Artigos para o Cliente Exigente. A1ZNy)D0 203 $0Al ±AC)L)2ADO Temos Cimento para prunta entrega em Grande Estoque Rua CEI. Juvencio 815 Guia Lopes da Laguna- Mato Grosso J IBUN D "Órgão Independente a erviço da Região o IV ela Vista-- MT, O3 0775-" 160 Serie de 2 Artigos 4 . ' ' Devemos ser otimis tas. lealmente, a criação do Plano de Desenvolvi sento dos Cerrados-PO LOCENTRO-foi Ull1U das idéias muis l'elizes que o atual Pre !ciente da Hepul)lica projetou no ümlJilo da economia nu cional seguido dos seus geniais auxiliares da Se cretu ria do Planejamento e setores dos Ministérios do Interior e Agricultura Além do volume de nproveitameato própria mente dito de vastas á reas até uutão ubauclo nadus dos ferteis cerra dos que existem nas di versas regiões de uosso E ·tuclo, ~ vultosa impor tandu a ser aplicada (12 bilhões de cruzeiros cm ,1 anos I equivale di zer que é um cios maio res se 11fto o maior laves timenlo que a ll11iiio faz visando o desenvolvi mento de uma área ri quissima como a escolhi da pelos planejadores, principalmente em Mato Grosso. Dos tres E ta d o s iucluiclos no Poloceutro, Mato Grosso é o mais aquinhoado, ganhando a escolha de quatro zonas distinta rio seu territorio para u exploraçilo da cultura de cereais e a implantação de novas la zendas de criação de bo vinos e outras e peciPs Lle animais, alén, dos núcleos populacionais que advirão dessa gigan tesC'a avançada para o progresso de nosso Es tado. Foi criada em Cuia bá a Comissão Estadual de Coordenação e Acom panbamento ;:!o Poloceu tro e disse o r. Elr.io Costa Couto, Secretário Geral do Planejamento da Presidencia da Repú blica. ao instala-la, que a meta do programa no período 1975/79. será iu corporar 3 mlhões de hectares de cerrados brasileiros ao sistema produtivo, nisso aplican do 12 milhões de cruzei ros. Do total, 7 bilhões em créditos, 3 em refio restamento e iuceutivos !iscais e 2 milhões em infraestrutura de suporte Em Mato Grosso, o Poloceutro deverá incor porar 1 milbilo de hecta tes de cerrados no siste mn de produção, assim distribuidos pelos 1 po los: 00 mil na Região tle Campo Grande-Três Lagoas; 15) mil na área de odoquena; 75 mil na regiào <le Xavanlina e 273 mil hectares na re gião de Pareeis. Como está bem cla ro, o Sudoeste matrgros sensene recebe pela pri meirs vez do Governo Federal, um grande be neficio que impulsiouará para o {desenvolvimento, <Inda a espetacular di mensüo do investimento a ser aplicado na Bodo quena (municípios de Bo nitr, e ;'ltiraudu) Pondo em destaque as quantias de que dis porá o r. Governador Dr. Garcia Neto pura a plicação em 110'os polos (-!Oº º de CrS 2.50u.000.U00,00) além dos -l existentes, ainda dos 2 i)ilbões destinados ú infraestrutura, caberá a Mato Grosso 00 milhões com os quais possibilita rão a implantação de 1.000 kilometros rle es tradus vir:inais, 200 mil toneladas àe capaci<lade de armazenamento de cereais, 400 toneladas ano de caleário e a construção de linha trou co de energia elétrica ua zona rural. Ai estão, em linha gerais, os motivos que nos alegram quando sen timos que os homens da Revolução não esque cem e envidam esforços O' mais reYelantes, para o engrunrlecimento du nos a Pátria, seja seu trabalho em qualquer Estudo da Uuiüo, levan do os meios materiais necessários para a con cretização das suas ini ciutivas t'elizes, levando a todos os -rincões não apenas esperanças, mas a realidade da hora pre seute, na verdadeira in tegração das nossas ri quezas. visando o ben. estar dos nossos irmãos interioranos. Parabenizamos o nos so Governador Dr. Gar eia Neto, pelo régio pre sente que recebe da U niüo, para o complemen to da execução de mas já iniciadas realizações em beneficio do nosso Grande Mato Grosso. Jota Jota Mais que piorável É o mento do 1lu mentar. S. Exa.. pequeno hurgues. i)cneficiúrio da oligarquia bovina na li derança do Governo. não tem sabido retribuir o crédito de coul'iançu que vem lhe c!epositan do o Governador Garcia Neto, e a serviço de sua própria vaidade pes soai e pela sua arrogân cia. prepotência, sistemá licamente vem contra rianrle a orientação re cebiria, ele buscar com a oposição um diálogo alti vo honroso e dignificante. A aproximação com a bancada da oposição, pela ação e desejo do Deputado R11ten Figuei ró, tem sido no sentido de valorizar-se perante o Governo e consequen temente aproveitar-se da situação. Conhecedor que o mos da personalidade política do Governador Garcia Neto e pelo com promisso que lemos com o povo, negamos terminantemente servir mo-nos de escada pa ra benefícios de ordem pessoal ou representar mos meros in trurnento d.:i satisfação da vaida de de quem quer que seja. Repelimos por isso seu primeiro pronuncia mento, como agora, por sabermos nele não estar expresso o pensamento de Garcia Neto. E digo mais, admiti-los seria desacreditar uo que fo dito pelo Governador na sua fala de posse. As criticas sensatas e construtivas feitas pe lo representante de Ma to Grosso na Câmara Federal, não ;desfiguram o Governador nem <les merecem a sua conduta pública, pois sua essên- Chegando da cidade tia Fronleirn. prla im prensa falada, escrita e tele visada, tomei ronhe cimenlo úo pronuncia mento proferido pelo De pulado Huben Figueiró, Líder do Governo e da J rena, na 'Tribuna do Parlamento Matogrossen se em sessão do dia 12 do mês em curso, utra vés do qual entre outras coisas, aCUPU C•>ID HUU proverbiul a1Togünciu e se utilizando de um pala vreado ofensivo a pe soa do deputado Federal ,n tonio Carlos a quem a ponta imprópriamente como articulador do a lijamento do economista Adone Collaço Sottovia da direção do Regional do M.D.B. triste. rle comporta tre parla- eia tiullu por ·erto a in tenção de colaborar pa ra o ·ngrandecimento do nosso Estado por elas clamou Garcia Neto na sua po ·se. • Entretanto, o peque- 110 príncipe, sem reIa do e sem coron. quis fa zer d la· seu "cavalo de batalha". Quis ser ele. o en cantador e deslumbran te Uirapuru. hipnotizando a todos com tua fala sonora. Quis ser, perante a opinião pú blica mato;gro--ense defen-or do Goveradur único redentor e pacificador da Arena. Acabou sendo ape tua, o próprio Dr. Pan gloss! O Deputado Huben Figueiró, Lider do Go verno e da ,rena se precipitou intespentiva mente ao falar de alija mente nas fileiras do nos n partido, quando ele desconhece que li jamento é substantivo que não é analiFado na cartilha do M. D. B. Alijamento, isto sim foz parte das rotineiras con venções da Arena, onde as verdadeiras lideran ças são proterida em detrimento de interesses espúrios. comprometidos 0 1 .1 comprometedores. Que o diga o pró pria Govcrrrnclor Ga reia Netn, rernemornndo Umü que o diga Pedro Pe drossian, rememorando episódios recentes que o digam eminente lideres do Ex-P. . D. no dias de hoje. abemos, A não é preciso que no digam: ·'Pedrossian é Areua". De uma coisa, entre tanto, é preci o que o ilustre Deputado Líder do Governo e ela Arena se conscientize: O M. D. B. é partido para ho mens independentes. Quanto ao ventilado alijamento do Economis ta Adone Collaço otto via, o ventilador do bo ato, é um ventilador sem categoria 'e que re frescou mal o lider do Governo e da Arena. O Deputado Ruben Figueiró. desabientado do calor democrático já que no seu partido as idéias não são postas a discussão, são ordens impostas de cima para baixo-estranha a posi ção do Deputado Anto nio Carlos, em partici par democráticamente com uma chapa para constituir o Diretório Re gional, de cujo veredi to não haverà vencidos nem vencedores, apenas idéias apresentadas, dis- cutidas para o aprimo. ramento e fortalecime. to do nosso partido; 4 que não constitui um posicionamento isolado do ilustre parlamentar matogrossense na Cama ra Federal. O que for decidido, em 'onvenção, repito, será acatado e respeite do por todos: digo mais aiuda, abraçado com to do urdor patriótico, pois unidos conquistaremos a p I e nitude democrática reclamada por todo o brasileiros. Pode estar certo 1, Deputado Hubeu Fig-uel ró, Líder rio Governo e da Arena, que no Movi mento Democrático Bra sileiro as idéias ·ão a presentadas para serem discutida , res::,citosa mente e com palavras, num diálogo caloroso mais fraternal pois ja mais transformaremo· nossas reuniões em ring de box. para medirmos força física, como já o correu em 'ão Puulo. entre os ·eus líderes, a gredindo-se mútuamente, de forma deplorável e r..-prová vel no conheci do episódio: Fragelli X Pedrossian. Tais atitudes. esteja certo. S. Exa., Deputado Ruben Figueiró, Lider do Governo e da A.rena. não faz parte de no a agenda nas converçõet. Portanto, é conYeni ente que o Deputado Ru ben Figueiró recolha-s_e ua sua pequenina posr ção de mero sub ervien te e chancelador de von tades upremas e medi te sobre os problemas cte seu partido que sã infinitos, aguarde sua tran formação totalitária para liberal, para então pronunciar-se a respeito das nossas democrátfoas disputas partidárias. E o conselho final: esta mos consciente de nos sa responsabilidade, dos nossos problemas e co mo resolvê-los, da mes ma forma. o eminente Sr. Governador, que nãr pode e não deve ser afetado por pronuncia mentos não encomenda dos feito com o expres so desejo de bajular. Dep. Jesus Gaeta PREÇO DESTE EXEMPLIIR CRS 1,00 1 ( r d c Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº159_29_06_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº161_06_07_1975 Voltar para a lista de itens