TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº162_09_07_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº162_09_07_1975Número da edição162Data de publicação9 de julho de 1975Número de páginas4GeoCoordenada -22.10273839250589 , -56.53219625156775 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº162_09_07_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto F NDADOR E DIRETOR IUL'PONSAVEL: - IVALIO PEREIE A lledação, Oficina l! ,dmini tl'ação ... lG:.! ANO iV Bela Vii.ta. on de .Julho de 1!)7j lli-:em1111 tlo Hua Duque de axius 8 N Declaração ao Povo Declaro ao povo em geral de Bela VIRta. que a 8ocleclucle Agro Ltda ele quidauana Mt e Ford Flnnncluclora S/ ,, depois de terem llRaclo e abusado de meu nome e rle meus Serviços se desligaram de mim dizendo que nilo. poPsuo nen hum vinculo empregatício de represP11la('ilo e nem se responsabilizam por atos cometido~ ou que eu venha a cometer em nome de ambas us firmas. Este é o agradecimento por tudo que eu fiz para ambas as firmas. E aproveitando esto quero dizer que realmente n partir de tll/07/1!175 me desliguei por completo das Referidas Firmas. Bela Vista, lllt, 01 de julho de 1!J75 Assinado: Alvaro Pereira Rua Duque de Caixias, 1.285 A Diretoria cio G SPR avisa ao seu Quudrn ocin.l e L•'requentudoros, que as me as n,~erva das para os Bailes dos Dias 1!) e :w, Bailes de AnivErsârio da cidade ele Bela Vista, não serão validas pura outras Programações. A Diretoria 1MDBR1L, DEVER UE TODOS, RESPONSDBILIDIIDE DE caoa UM RASIL: D MAIS NOVO SÓCIO DO CL BE a,·o ICO PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA Programação para os Festejos do dia 20 de Julho pela Prefeitura Mu111c1p .. il horas - Asteamento da Bandeira Local - Pruça A varo ;lasca renhas. - Revista Civil e ililitar pelo Comandante cio 10 R.C. e Prefeito :!uni cipal. - Desíile Civil e ~lilitar. Bela Vista. 8 de Julho de 1975 João Estevão de Castro Secretário Murilo Melo Filho ()uai o maior J'e,nd~lo ,lu humanidade: as 2500 bomba atómica- que os Estados ni dos e a Hás»ia mantém reto , ·adas nas uas 120 u-iuu .. ou u pro,á,el futuru homha hra ;.ilcin1'! Qual o maior flagelo que JH .. ~a ,-obre o mundo; 111Í"'H·ii. intcrrnntirwutai-1, 01'" 111inutc11u·n, os katiuschas, ou OJ. nos::os fortwtr:--:--onda tia Bnrn·ira ,)o Jnfernu'( Qual a maior ameaça que flagela o homem: o-e petardos lança dos obre Hiroxima e agasá qui há 30 anos ou a homha brasileira que, na _melhor das hipótese, ó existirá no co meço da próxima dí·t..:rulu. po is pem temos em quem Jo gá-la! Verifica-s, pois, que toda s·a onda contra o acorde nu ,·lt•ar BrJ..,il-Al.-mnnha t--:-i:1á muito t·l"tranha e esquisita. Como re,,n•:-ália. o Prt· 4idrn te Gerald Ford mandou uma m~n::ugrm Je lt•i ltn Cong:rcl" i:o omt•ricano, C'tdnrando um ponto final no monop61iu du governo em mnlérin Jc urânio r enrurajando n indú:-tria pri• ,ada dos E~1ado$ Unidos n Vt'nrlcr hilhõc, de d6lorcs de urânio enriquecido a toda:- os ct•ntr-ai~ nudt•arci- do mundo. Ele foi mais além: admitiu a pu,sihilidadc de emprc,::ur n bumba atômica numa novn :,:ucrra dia Coréin. No t·111nnto o New York Time, ?-t" dava o dircicu de con:otidt·rur uma tra :?é<lin o falo dt• o Urn~il ter ncc~so no Clube Atômico. Quase ao memo tempo, os dirigentes russos anunciavam uma escalada eminente em matério de no,·u:- t poderosos armamentos nucleares. '."o cn tnnto. o l'na,·da tinha o rle: planlc de acuar a união cio militarismo teuto-brasileiro. Ondr. r111ju. a E-Ínl't•riclutle'! Ou n ,·ini-rno'! A verdade que e to rUH(HHllt·rirnno uo Ut'orrlu Bru-il-,lt'11rnnh.1 narln nrni- Fi~nificrnn, ronformr ,-:ilir-n lou o Clrnnr.-1.·r Azeredo da "iheirn, do ,1ur uma tt·nt .. lli , 11 )ara dt"Farmar o- jJ t1~-ar muros e para armar ainda mais os armados, Esse veto, todavia, ó ser. viu para realçar r rngrande crr a , iróríu ,la dip)on:nciJ r do~ negociiulure~ hra-ilt·irn ... li,ler.ulo, pdu ltomar,11 i. p. los Ministro- higeüki Ueki e Paulo Noguriro Bati8ta t' pelo Professor Herásio de Carva lho, soh " i spir.iiln rli eta rio prt·sidcntc da Ht'pública, c1ue UFl!-im FC 11111nife-tuu numa eh· claração erita do pr6pr iu punho.· .... O :1çordu e o protocolo complementar que acabam <f,. ser assinados em Bonn são de i:r-Jnde impnr1âneia p:ira o <leH·n,·ol,·imcnln tecnulór.J<"O e industrial rio Bra,il. !Õlt's no:ot dão n po/"-ibilidarfe dt·. t:m futuro pr6 imo. utilizar a t"nt=rgin nuclear nas sua .. múl tipln.; nplicaçõf', de: natureza pncificn. em larga escala e em t.·on<li~·ões econumica-:. e. u: sim, iníluirüo. rlt·cii,.homt"nlr para o pro~re:ifo nacional que todo:- dcFcjan1Q.- "". E:-te-- cpi ... ódio de agora ~erviu para confirmar a cun vicção de que nenhum país len1 nmir,os ou alindo:t para clcft'nd.:~ru. ou clar•lhe, OJUda 11:i :ipcna;;i. Ínll're~t-t:!'i a prc:-er var. O episódio serviu tnmbém para mostrar ao Br-J:oil 'JUC ele: n:io e:-t.ii prugrc d,ndo numa câ11rnrn Íl'<'lrnJn.. ,·orno ~e e:-ti c::.:-:e numa rru mão em familia. Pt:lo cont1ú rio de cnfrrnt.a hoje uma competição inter«acional que t"qui,alr II u111u gtJt·rrn: ,lf .. pu ta de mercado-, café oluel, têxteis, protecionismo contra nu .... n .. pro,lurn... n, illo111c·11ru no- prrços das eportae -l u;,:rí~,.1:t ... 200 111ilhal' de rn~1r territorial. ) de·envolvimento por -.11a IJrt',pria narurt'~a u111 e~íor to bélico, que nada tem de impatico ou de agradável e on,I~ nJu hJ :-o1i:. .. rgo; nele, os c.·oncurrr11h·., ilurio--o- , tio alijarnl11 do Jhil"n t· <!11 t'<'IIU ,,... concorrentes derrotado-, . , t'r<larl~ {· ,,u,• att' 11:'.i pourn rr-mpo u llra-il t'fn uma coisa á-toa, ·m eira nem hei rn: u111..1 "'implt•.. nrn11,·J1a in-t' rida no mapa da America do ul como uma repressão .em imporrancia. O:- hra-il~iru- conhecedores das verdadeiras pott"11c-iulidJdt's- ,f., paí- ,.,, foi 1..1 am chorar de , t'tµunhu por , t:r o c1ur (·ramo.i; t'JII z do que deveríamos ser. Snbt"mu-. a:,:ora 11,ai- Ju <jUl" nunca tfUt" cada rrn•_jo ,·11Írt'11 ta :-oziuha o 1-t·u µrópriu dt"-i tino, pois nenhuma nu1ru lu lnrá por da ou chorur.'.i a .. u:1 desdita. Quem abe de nós !-umoi- nó:i rnc .. mes. Quem de cidt: n .. orle ,ft:" um po, o d-, próprio. atru,é, de lura-. e-forço .... trnbalhu. produ,:·511. lidt•rc~ ~ dt:citõt".... :;obrerudo de decisões como ta, de as sinnr o nrordu uuclc•;1r. reaíir mando a ~Obt.'runiu ru ·iunuJ e p:irtinclu para definitia emt..nt:ipação política t" e-co11t, micn fü•Yista ~lanchete .., ,1 ·" VISITEM BELA- VISTA POR OCilSlãO DI IV. EXPOSIÇÃO ACiROPECUÁRIA E FEIRA DE AtAOSTRAS - REDLIZDÇDO: CLUB on LOCO PHOMOÇÜO: SINDICf!TO RURJIL - COLDBORIIÇllO: GOVERNOS FEDE RRL, ESTADUllL E MUNICIPIL DIAS: 26 a 30 De JULHO (+» ti .1 ,J ili 11 d,· 1 ! , .. , Tribuna da Fronteira ll•·l,l 'j._j l l 1. 1 D ' e R e ERCI L ADVOGADO ESCRITÓRIO Rua General O-ri0. 825 Bela Vista Mato Grosso l!l Dr. Pedro Pillrnieri . FOI! MIO Médico Hua 1;1 ele No'eml>ro, /;) - Bela 'islu - MT ===HAROLDO MfDélROS=== AVO ADO O.U .. IT. l!il PF 008.29,5.870 Hua 1;1 de No'emhro 177 - Bela Vista Mt Ora. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Odo11lopediatria Prótese em geral - Raio X "Consultas ,com hora marcado" llua Cel. Juvêncio 237 - Jar<lin1 Mt. Dr. Késio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho 22l !kla 'í .. la li. Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amndorc.:" (' Profi,,ionaii- Praea e·l Cami-ão no. 53 GUIA LÓ± DAN LAGUNA ·+ • Representa~ões Cereal Ouro Ltda Adubo- ·TREVO" - In-eticida- - Banheiro Metálico "rertilizondo com Carinho o Nosso Terra" B,·1., i-r., • 11. Solgodinhos • Bebidos Nocional Londres • hamburger • Souru • Mote . Lanchonete mais eomple1a da <:idade Perfeito Serviço de Atl udimento !l,•l,1 Í•lll .li. 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Aula- Particu !are:- no periodo da Tarde 13 ,. 1 a i . 1 J • Mato Gros-o 1 -<<c x i i ;i: 8 Lanches, Bebidas em geral, ·orvetes :liudeza • e Bijouteria ... llu1d São Franci,co •Ü Ho1cl tia Cida,lt·• - A111bien1c Seleto Açougue VENCEDOR e Rapidez Avenida ··,tctlido pelo• l'ropridjrio,- Carne Fresca a Toda Hora Higiene i, L, ISEM E ETI Is '·Atende-se Dia e Noite" "Organização Bonifácio Jaquet e Filho" Eugenio Penzo 44 - Antonio João Mato Grosso r , E De José Destefoni 1 Vendas só no Atacado Coca-cola. Fantn. "I<atira·•, Skol em Jat:1 e gurra•a. Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Jacaré Ovulado A.rrrentino. Arame .Jota. ·ecos e ;lolburlob em Geral ' Vendemo- também o Oleo mais preferido da legião. O Famoso Óleo Marasoja ·o Óleo da dona de casa que sabe "A Casa da Tradição" ,henida E d Dezembro 16.J. Jardim lJt. ,rame Tribuna da Fronteira l+la Vi.ta f l (1! 1 IP .lch {os i «o·o ,-.' E. 1' I. : I m todos os bairros da sua cidade de. j ve haver um ou mais postos do Moliral 1 } Coso não exista ainda procure e, Comissão Mo. ' nlcipol do MO0RAL e ajude a solucionar o '/, /., problema Mostre-se lider na REGIÃO. j f /. ·'><.-y, CIIPR HOTEL Agora com Novo l'ruprie1{orio endo Atendido pelo esmo A111bie111c E-irilnmellle Fnmiliur Quartos com Pias - Apartamentos Rostouronto: "Comido Caseiro" "Ne Coracao de Campo irand" R. Rio Branco - 220 - Fone 4-2105 - C. Granrtr ~lt. TllPEÇnRlft MODEUIR de Juarez Rodrigues "Trnbalhumos com perfeição para continuarmos a ser o modêlo no ramo de tapeçaria" Heforma qunlqua tipo de móveis, Estofados, Colchões de molas, Capotas de Jeep, e estofamentos de veículos em geral. rende-se Domicilio Fazemos Orçamento em CompromiH'. Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-MI. Jornal "Tribuna da Fronteira" ( Ui-~rmnnúrin funtladn ,·111 :!..'>l'Vi'l.) legi- tru nu Curt6rio de Titulo .. t' Dnt·u11u·1110.. 11.u Jl)(,ó Propriedade da Empresa Gráfica Tribuna ela Fronteira GC 03201206/0001- Inscrição Estadual 1309232-.3 Dir,:loru: ,laria Ei-lelo '. Pt.•rcirn Expediente Diretor e Editor-Chefe - Ivuldo Pereira Colaboradores - Diversos OFICINAS Gerente - C,i/,,,,,, .5ilv,, .S,111tc>s IMPRESSÃO- aio date Chefe) COMPOSIÇÃO - Qdile fuis de Seu:a ·Chefe» 2'ilsen ô. 'pua. lese [2. 'pata. .±ais C. D&de. d Rises "A- opiniões emitidas nos artigos assinados não repre-en tam o ponto de vista do jornal. podendo até er contrária a ste. A opinião «do joraal, acha-se expres-a nos Editoriais r nos comentários não assinado" LUC o Vimos, da exposição feita no 1 artigo sob o titulo acima que são pro 111lti1-wra: as oporlunida dei; do um bom 11.provel lamento dos cerradões cio ;ifato-Grosso, aliú8 situados a maioria em terras ub rrimas, capa zes do oferecer muita produção de alimeutos. É sabido que a Ser ra Bodoquena que corta os mtmiciplos de Bonito e ;1liranda (contemplados com recursos do Polocen tro) de Sul a Norte no udoe te matogrossense, tnmbem se eiaparramo ao Sul nos municipios de Bela Vista. Caracol e Porto Murtinho, prin cipalmen1e neste último que deade. a Fronteira com a Repúblícu do Pa raguay segue em formi dáveis contra-fortes até juntar-se na formação da Borloquena propriamea te dita. região do Alto Rio Perdido, onde estão a mais férteis terras de cerradões nos (res muui clpios citados. Ai, ja existem gran des plantações de café devido a altitude reque rida para esse cultivo, ou :leja o fator ecológi co exigido pelo l.B.C. Isso é ma prova de que os cereais ne;;su re gião produzirão satisfató riameute, romo está a contecendo presentemen te com as grandes safras de arroz, trigo. soja e milho nos municípios de Bela Vista e Caracol e em menos escala no de 2.o o Ultimo Artigo Porto Murtinho. E a ocasilo dos po liticos nossos congressls tu!-', do rcprese1,lan[Pi; rias populações clE>'-!'i':i tres municipios reivindi carcm junto do Sr. Go vcrnucior Dr .. José Garcia 'eto, o empr !!O d(• meios do Polocentro 1111 região, visto que ele ciis põe de verbas para ins talar novos polos alem dos 4 consignados para Mato Grosso. Isto vital para o aproveitamento de rico solo para a cul turu de c reais como tamb m importará na construção de estrada,; vlcinais, arrnazens e ou tros melhorameutos na região, que assim trans formar-se-á em grande produtora de alimentos. multiplicanrlo as milha res de toneladu • de pro dutos da colheita deste ano, devendo ocorrer em r,rnssa, no l'uturo, a,; le vas de interessado<; e migrantes com suas ma quinas agrícolas na aza rama do plantio de cere ais. Ai está a lembrança para os homen de ini ciatlrn, aqueles que c!e sejavam a chegada da grande hora esperacta de de muito tempo para o desenvolvimento destas promissoras terra da lindes bra ileira. Além do setor agro pecuário, temos em Hela Vista uma das maiore e melhores minas ele óti mo calcáreo, onde pode rão ser montados grnn. d·s t vinhos para t pro ducio de rre'ivo d» , olo que forueveto, vot 1 runde facilidade de !Ili! jl •ti•', O, l lUI 11 ipt l do Sy toe te além dos da região de Maracaja, Ponta Porá. Dourados, lguatemi e Naviraí, po dendo levar o produto de caminho diretamen te da fóbrica ós l,1vou1,u; em qualquer desses mú niclp!os, com grande eco 11omia. Tenho certeza que o .'r. Governador voltará sua,; vi la para estas promissoras bandas, da das ns suas poshihili<la des, como lambem para demonstrar que de fulo é ele Governador de to :ioR os matol-{rosSPíliH:'H. Assim esperam. ,Jota ,Jotu .- Concessão de publicidade não implica em compromisso politico ideológico" Assinatura Anual: Bela lista 80,00 Outros Municipios - 100,00 Redução. Administração e Oficinas: Rua Duque de Caias s/n Bela Vista Mato Gro-o (Perto do Colégio Ca-elo Branco) POSTO S!lNTll ClllilRINil LTD!! Aberto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: I.ancboncte Avenida 'isconde de Taunay Esqui:1a Flori,1 no Peixoto 1-'c.·rtu do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna GR DEC G Cf E TO TO Mt. Campo Grande, (SE DLAT)- O presdente do C'Pntro Comunitário do Lar do Traballlaclor de C'umpo Graucle. sr. Era mo de Lima l'iuho. endereçou oficio ao governador Garcia :--eto. em nome da diretoria da entidade. expressan d•i agrarieC'imento "peb olicitude com que tem atendido :JS IIOl'SilS rei Yincllc:ições. principal mente quanto à uomeu ção de mais um médico, um bioquimicr1, uma ze ladora e três atenden tes para o Posto de Saú de que· funciona 11aquele populo o núcleo. e ta oportunidade - diz o pre iclenle elo Ceu tro Comuoitârio Lar do Trabalhador ern seu ofi cio - queremos resi-altar ao nosso ilustre chefe e líder inconte te u excep cional boa-,·ontade e a juda que permaneo(e mente temos recebido de seus ilustre, ::sses. o res, David Balaniuc e .-11lônio .-IYes Duarte. re pecth·ameate cbere da Casa Civil e ;-iecretá rio de aúde. que não têm medid'l '.esforço:; pu ru nos at•rnder em to dos o· momeutos. casa de ilie à. lelaite Ferrros, Clrnpas. Tubo·. Tintas, Azulejos. Vidros. Conjuntos :ÍnitArios. Arames, Ferragens.. E uma Infinidade de Artigos paro o Cliente Exigente. ANTZNDIDO O 2±50Al ±ZClALI2ADO Temos Cimento para prunta entrega em Grande Estoque Hua Cel. ,Juvencio 81:i Guia Lopes da Laguna - Mato Grosso TRIBUNB DA ··úrgfio l11dcpcn(l1;111LP a FRO TEIRII Serviço da no IV .. lela Vista MT. 090775-- N" 162 G CID e . ,,✓, • • • • ' ·1 ' ' . 1 .. .r. ,., -1.•' •• 45' %% ,. Governador Garcia Neto Cuiabá. ( SEDDIAT) Em breYe pronunciamen to, que fêz no final sole nidade de posse cio sr. ilarcilio de Oliveira Li ma no cllrgo de Con:et! lheiro do Tribunal de r.ontas, que preencheu a vaga decorrente da apo sentadoria de Rachid Ma med. o gorvernador Gar eia Neto enfatizou que " com a vinda do Dr. ilurcilio de Oliveira Li ma para u Corte de Con tas cio Estado, nós ga nhamos um excelente ju iz mas perdemos um grande politico ". E reme morou sua vida profissi onal, como médico, .. o seu extraordinário espi rito de humanidade ", u firmando que "?-Iurcílio sempre i'oi médico dos pobres, que se forma varo diáriamente em lon• ga fila àfrente de seu consultóri,, aos quais atendia gratuitamente". Foi a partir do seu bis turi - continua Garcia Ne to - que o Dr. :'llarcilio de Oliveira Lima ingres- Governo Manda _Apreender Pesado llegal E Distribuir i 1-1TUI,ÃO CAIt menta am decretos esta ordem governamental + duais que regulamentam apreensão do pescado jy a pesca e a comerciali- devidamente transporta zação do pescado. do. à , 1-,r,1li1:1r:to ja 1, LEGISLAÇiO tá sendo exercida por todas as repartições e agentes do Fisco Est dual, especialmente nos Postos Fiscais localiza dos nos limites de ào Paulo, Paraná Minas Ge rais e Goiás. Estabelece ainda a Portaria 1 7» que sómeu te por autorização do ór gão expedidor· a Dire toria dos 'Tributos Esta dunis, poderá ser libera do o transito do pescado o que ocort'PJ'Ú fHJllll'lllf quando f<H'l'lll curnprirla, as exigências da lei per tinente, mediante instru ção da Secretaria da A grieullura. Cuiab4, 01 07 7 (5E D[MAT)- om base em dispositivos legais e con siderando que nenhuma firma ou industria sedia cla em Mato Grosso tú credenciada a fazer •omércio i 11 to r ec;tndu,tl ou industrializ.ar o peseu do, o Governo do Esta do. ·travéz da Secreta ria da Fazenda, determi nou que o pescado ile galmente transportado seja apreendido e distri buido a hospitais, inusti tuições de c:arirlarlc. a;..i lO,' e quart •is. A medida e tá express11 e111 porta ria cli rnlg Jclll pela Dire toria dos Tributos Esta duais, assi1111cJa pelo btU titular. Lourivnl ,!on,iru da Silva. atende-a reco mendação da Secretaria da Agricultura e 1,e fun- sou na política. E como político - vereador, pre feito, cleputaclo, continu ou a ser aquele bomem . cios pobres, dos bairros mai humildes, que em polgava o povo nas pra ças públicas. E!l'1ossando as pula vras do Governador Garcia Neto, o conselhei ro João Arinos. presiden te do Tribunal de Contas encenou a sessão: ·' A politica perde um grande soldado e o Tribunal de Conta ganba um va loroso general''. O decreto 2i), de 1 de outubro de 1@71, do Executivo Estadual. prol be a saída do pescado do Estado de Mato Gros so no periodo de 1 de novembro a 30 de mar ç0. o entanto, nehuma firma ou -ndústria edia da em :'llalo Grossc. ci<ta credenciada a fazer co mh ·io inlcrl'st,,clual ou industrialização do pes cado pelo futo de nio cumprirem 11s ciisposlc,:õc•b do l)e,>artame11to Nacio nal de Inspeção de Pro dutos de Ol'lgem Animal. do Miu istério da Agrreul turn, rato que enseja a Estado de Mato Grosso Cartório do 2.o Também dirigindo-se ao recém-empossado. o conselheiro J oão Morei ra de Rarros decla'rou: ·' . Ex, senhor Couse lbeiro 1'Iarcilio de Olivei ra Lima, trás para esta Ca sa aquele repositório ele conhecimentos e experiên eia capaz de apresentá-lo como Juiz ideal ou seja, aquele que entende que o aireito é a arte do bem e da equidade" - "jus est ars boui et aequl". Comarca de Bela Vista Oficio EDITAL DE PRACA O Dr. \'ulter Jos(• guncla Pruça 'desig-no o Rodrig-ues Contrera .. Ju- dia 2 de agôslo de 1975, iz de Direito da t'omur às 9,6', no mesmo local. cu de Helü Visla. Esta- para s seguintes ben, do de :'.!alo Gros o, na penlwradoi;: uma casa forma da lei. etc... de re-=ideuc:ia. eoustrnid:.i Faz Saber a todos ;;arte de madeira e par quantos o presente Edi- te túbvas, com um salão tal virem ou dele 1:001.te comer!!tul: dorm1lono e cimento tiverem que 11a um Ra::'l.o próprio para séde clêste luiz.o. 110 Edi uçou:;ue, e respectivo Hcio cio Forum e Sala lote ce terreuo li";), quu da - ,ucliências. nu dia dra 11. adquirido eo1Jl'or 18 de ,1Tôsto de 1!175. me tran crição n() 2o.bu--l. üs 9.0o Sr. Porteiro 1Is. !), . livro 3-L. avalia cios rurlitórios .Joüo Hi dos por CrS 57.CioG.íio lário Perern. leYarú a (cinc••euta e sele 11Jii praça os bens penhora ~ei ·centos e seis cruzei dos na Execução que E- ros e ~e enta c:entaYosJ, lias Barbo a, move con valor por quanto serál eva tru Benigno José Perei da a praça para ser arre ra. em trâmite por este matado para quen. maior ,t uizo e Cartório do 2v oferta oferecer. acima @a Oficio e parn eventual se avalivção, sendo feita a E5s O Secretário de lu terior e Justiça de lato Gros o, Edward Reis Costa. l'alanrlo perante a comissão de .-gricul turu e Política. Rural da Cámara dos Deputados disse qur em seu Esta cio existem dois proble mas grnves de invasão de reservas iudiginas e que é necessária u ado ção de estranhos e a consequente geração de problemas sociais. tal vez mais graves, t:m seu alcance, dos que a queles que atingem os silvícolas. DOIS PROBLEMAS As reservas áe São ilu1·cos e lllerm·i são os casos principais em :la to Grosso, pois a primei ra, dos fndios Xa vantes, foi criado pelo presiden te :'11édici. ter.do o IN CRA levantado e demar cacto a reserva, mas mesmo assim se acha tomada por 26 fazendei ros, com todas benfeito rias em adiantado de senvolvimento e franca produção. A segunda trata-se de uma área doacla por D. A.quino. em 1919. aos indios Bo róro. . mas não exi te decret coustituiado a re ·en·u. Pelo estatuto do indio - at"irrnou Heis Costa - a área esti! a::; segururtu mas nada foi demarcado. Lá existem muitos posseiro e fa zentlefros tomando intei ramente a área, e é o proble:na ruais comple xo em race de ausência de reserva. Durante sua explana ção aos. parlamentares. o Se1:1 etario de Interior e Justiça de ato Gro - so, falou do problemas sociais que podem sur gir, allrmando que .. a lei é feita para ser cum prida. A sua quebra ge ra consequências que atingem principalmente o seu violador, mas que pode dele extrapolar, alcançanrlo a comunida cle que o envolve e que não teve responsabilida de na infração" E mais adiaute exemplil'icou venda u 'ÍHla. ou meclian te fiador icloneo pelu pra zo de tres cli:JH. E, para que ni11guém possa ule ar ignorancia, expedi o presente Edital que será publicado na Imprensa Ot'icial do Estado e duaR vezes em jornal diftrio. na forma da lei. O que Cumpra com inteira ob servncia das prescri ções legais. Dado e pa sado 11esla cidade ele fie la Vista, Estado de Ma to Grosso. aos quatro dias do mes de .Julho de mui! novecentos e setenta e cinco. Eu. Goetv E. Nu nes Escrivão do egundo Oficio, o fiz da tilografar. Aubserevo. Dr. Walte r,José I oôri gues Contrera. Juiz de Direito com a ameaça que pesa sobre comunidades im· plantaào por fazendeí· rus e colonos. Finalizan do. o ·ecretário Rei. Co ta disse que "a tendencia. naturalmente. é a de vir-se diluindo, no r.orr-er do tempo, n razão des a resen•as. com a sua revogação consequente e reinterrra· ção da terra ao Pa tri· môaio da União. O Secretário Reis Co ta, participou da reu nião J,residida pelo Dep. Pac!Jeco Cbaves repre· sentando o Governo de :Jato Grosso, estando presentes os Presidentes do INCRA. Lourenço Jo sé Tavares, e da FL' NAI Gel. lsmartb de A raujo Oliveira, além du Secretário extraordiná rio do Rio Grande do ·ul Enio Vilanova, Preside te do Instituto de Refor ma Agrária de Santa Catarina, Bimedito Here zio e o representante do Paraná. Dulcindo Sal danha. 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