TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº179_12_10_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº179_12_10_1975Número da edição179Data de publicação12 de outubro de 1975Número de páginas8GeoCoordenada -22.09842814870596 , -56.527151264501846 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº179_12_10_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto AR O Dir<'lúri!, '.lruuí(•ípal da. "Jliuuc•a Renovadora Nacional ENA de 1ela ViPla, lcnrto 1m1 vh;la o Etlitorird pulJli cdo pela Tribuna da Fronteira no. 178 vdleão de /l0/75, e torna público o se gulute: 1. Som rnziio upureute o ,Tornai Tri buna da Fronteira, no Editorial antes re lerido, faltou com a verdade, distorceu luto~ l' pred[pôs a opinifio pública cc•nlnt o Diretório Municipnl da Arena. 2. O Direlc'lrio não pretendeu e nc•m pretende exonerur o l't>Hponsfivel pela CIRETRAN nesta cidade, ou quem quer que exerccw cargo público, sem coneur so, neste ~lunlulpio. 3. O Dlt·elórlo '.llunic!pu! clu Jreua nfto costuma fazer e não fez "Polilicallm". ão costuma fazer e uão fez mnanobras de Poiitlqueirns, e não conta com ele menlos desse "gabarito" entre os seus pares. Polilicallm. Política de Roças, fazem us pessoas que não tem as qualidades ne- eessárias para se mantr num nivel ele vado de procedimento politico. 4. O Diretório Municipal da Arena, como Órgiío de direção P açt1o na for ma da Lei Orgânica dos Partidos Politi cos (url. :t.!), por sr.i· o Parlidu do Go• vérnO e, por conseguinte item o cargo de bem representa-lo no ;1lunicípio. l'ITl vfr tude do que, rnio nhre milo tle HIJILH prerrogativas e rlc seu dever le zelar pela causa pública l' pelo bom ancl:unen to do Serviço Público, tudo em beneficio dn colellvldado e do pr<íprio preHtig 1n do Governo. fi. Por isso que assucur contra a ARE N, .lunkip;tl l'atm:1 HClll t.:ornprorneão, leva a cI·et· qiw tal expediente tem JJíJI' objetivo outros interesses ainda inconfes sados pe!a Tribuuu da Fronttlira. n. O que fez o D;rctório ''ª ire:ia. com relaç:i.o ao icran', e is o não é egredo para ninp1en, foi receber e en caminbar ao Orgio competente, queixas formuladas contra o serviço e !lua qua- lid:ade, em contudo pretender exonerar seu lesponsvel 7 É verdade no entanto, que esse Jornal noticiou em tua ehiis de 30 07 7», que a "Prefeitura loe«l sina!i zou as ruas de Bel Vista', edição de 13 974, noticio e condenou 'ma- eira com)o vertos mtu{orista contiuzti seus veiculo peiis rus do entro da ei dade." pedido ao Sr. Hesonsavel pe l,t CIETR! "tomar medidas para co, ir os faltosos" udiantado que un repor tagem iria lazer a anotação das vha dos veiculas que cometem tais i!rações to prejudiciais e peritosrs para nu co midade na edição de 22 ) 74, fez a e: da "satisfação pela oportuna muedita toada pelo lustre Cel. Coma!an!e d» 10° .C.. mandando colocar varrirus nas nas vias públicas' p m »u!iztr o serviço de Transito d cidade..." !Continuo n.:i últi.no págl.1c...) íl FUNDADOR E DIRETOR RESPO:'S, VEL: - I" ALDO PEREIRA ANO iV Redação. Oficina e ,dminisll·ctçüo Hua Duque de Caxias S N Bela Vista. 1~ de Outubn, de 1975 Bi->em unário O grande acouteci menta do ultimo fim rle semana, foi n Iestu pro movida pela Diretoria do Sessenta Esporte Clu he, para comemorar o seu Jubileu de Prata e que teve como lvcal a C:bncara da Sr. Goeth Escobar, um local que muito bem demonstra o bom gosto do casal an fitrião.', Pudemos sentir, atra vés do aconte-cimento o grande espirito de uniiio entrn a direção e os a déptos de" sa tradicional ftRfNAn Diretório Municipal de Bela Vista Oficio nº 055/75 Bela Vista, 8 de Outubro de 1.975 enhor Edito1·: Tendo em vista o editorial publicaria nesse Joraal nu edição nº 178, de 5 do corrente, sob o titulo de CIRETRAN, tratand') de assunto rela cionado com este Diretório Municipal e sua alu ção frente a um problema relacionadc com_o Ciretran local O Diretório Mu::ncipal, em reumao extraordinári~ levada a efeito em data de ontem achou por bem rebater e contestar as afirmati vas alí contidas, para o que fez um pronuncia mento, que consta do aueo uo presente. • Rogamos a gentileza das providencias de_V. Ss., atendendo ao que dispõe a Lei ' 5.250/67, artigos 29 e 30 inciso J: para que faça pubhcá-lo e para que tambem, fazendo usa do direito de resposta que nos é assegurado. possamos escla recer devidamente os fatos aludidos na ediçao antes referída. Fiori Murano p/ Comissão Ex.ecutiva do Diretório Munici- pal da Arena em Bela Vista. Ao Jornal TRIBUNA DA FRONTEIRA. N/ cidade. Agremiaçflc, Esportiva de nossa cidade. que tinba como coordenador geral de lodo o trnuall.J<> o di nãmico Dr. Carlit1bns, 'ice-Presidente do Clube. O Churrasco O Grande numeco de simpatizantes do Clu be e a elevada presença de convidados foi agra ciada ao meio dia coru o grande churrasco, que teve a direção do Sr. Arsilei Lageano e sua equipe e se constituit1 num dos pontos altos da festa. Farto e delicioso foi a equipe do cburr&s co alvo das homen:igens de todos os presentes. O Cerimonial Após o churrasco. forám todos convidados a p11rticipar da hora so Iene do "Parabens a Vo ce", onde um Grande Bolo confeccionado pelas damas sessentinas, es tampava um campo de futebol e uma Quadra de Voleibol, si.ntetizando mais uma vez o bom do gosto do pessoal. Abriu a cnimonia o Presirlen te da Agremiação o Dr. Eli de Araújo Barbosa, que agradeceu a presen ça dos amigos do Ses senta à magna festa. e .nalteceu a participaçã.o sempre u.tua,nte do Sr. Goetil e da D. Dominga à frente do Clube clurau te estes 2'l anos e com ênfase final dizia '•que o aniversário do í:-=e::isen ta é o aniversário 1la d dade. porque o Sessenta representa esportivameu te a pr::pria cidade de Bela Vista". O recinto estuvu totalmente torna do pela emocilo, pela lembrança de .25 anos passados, qusndo o Dr. Carlinhos, usa· da pula vra para a sua sauda ção, p o r t a n d o um livro histórico que alem das primeiras Atas do Clube (Grupo dos Sassenta) continha também a relação dos sócios fundadores. com muitos nomes "ja .saudo t:-os" para nós. No de senrolar da sua fala, o Dr. Carli11hos homena geia o Sr. Goeth e sua esposa, como ·•os alicer ses bases da vida do clube'' e que o Sessenta deve à eles a sua exis. tencia de 25 anos. O ter ce!ro orador da cerimo nia foi o Sr. José Giau cy Flôres, Presidente da Liga Esportiva Belavis tense, que com a vpz embarga.da pela emocão, disse haver conhecido de perto o inicio da existencia do Sessenta e foi testemunha do deno dado trabalbo do 'r. Goetb e doi- i;eus com panheiros. Enalteceu a presença do ( Iube ··cu n;o esteio da LEB'', pe la sua tradição ,'desporti ,·a, fez considerações a respE:ito du desporto be la ,·istense de agora e le antes, saudando final mente aos cürigente;; sessentinus e espech,1- meute à sua Mola Mes tra, o Sr. Goetl.Je finali zando com o lançamento da candidatura do Dr. Cario, Sá de Medeiros (Carli nho)' à Presidencia da Liga, para o exercicio que se inicia ará a 3I de janeiro vindouro. O Dr. Pedro José Pnlmie ri' levou a efeito a ~ua suuda ç.ão em nome da Camara Mu nicipal' dizendo à certa altura que a Camara é a representa ção do povo e que a sua au dação representa a a manife tação do povo belavisten-e à grande data sessentina...!" A ultima ,audadio da bela ceri 1nouia coube· ao diretor da Tri bu.na da :Fronteira' jornali,ta lvaldo Pereira' que trouxe o seu aplau:,:-o à briosa Agremia çào. cnultecc:rulo o ,·alo.r elo t.rabalho conjunto para a (."tJll secção dos nobres objetivos" e que o eenta. é dentro do desporto local a mais conere ta tradição. Muito linda e ema clonante a Cerimonia o ficial do Sessenta Espor te Clube. Trilua da Fronteira ela Vista - !!t 12 de Outubro de l''g' de Hoao D}atista Flores -- l':!rahritm c:olocado J1a hora Peças para lodo o tipo de Veículo ·Agradece a preferência" Rua J'ilud Hebuá - 789 Bonito Mato Grosso Jornal "Tribuna da Fronteira" (Bi-:-i,•111,u1úriu fun,lu,lu 1·111 2."i/2/721 legistro no Cartório de 'Titulos e Documentos n.o I)o Propriedade <la Empresa GráHca • Tl'ibuna da Fronteira CG O320126/0001- Inscrição Estadual 13059232-.» Oirt·torn: Maria Estela V. Pereira Expediente Diretor e Editor-Chefe - lvaldo Pereira COLAllUHAUOHES: Adalberto R. de ant'A nna José Joaquim F. 'uuto Dr. Hlaroldo Medeiros Enripid,•,: Fan·iru lo-ita lo-a Gomts OICINAS Gerente - ôilseon ilea 8antes PRESSÃO - éncte «date chl) [ COMPOSIÇÃO - Jeae Carlos ''lzquez, 'agi G aine 2'ilsen i. 'Puta. 'us C. pdé, de 'Reare As opiniões emitidas nos artigos asina«dos não repreen lt111 o punto de vi-ta do jornul. podcn,lo n1é ,..,r .-ontrúriu, , êste. I opinião do jornal, achar expressa nos Editoriais e nos comentar1os nlo assinados Assinatura Anual: Bel Vista- 80,00 Outros ~l1111icipio, L00,00 Redaçilo, Administração e Oficinas: lltrn Dn<Jlll' de Caias s/n Bela Vista Mato Grosso Perto do Colégio Castelo 13rnncol POSTO SI LTDI , bcrto diu e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de Taunay Esquina Floriu no Pdxoto P,•rtu ,ln IJntH'O ,lo 13ra<i] Guia Lopes da. Laguna Dr. Helio Loureiro de Almeida Cirurgião Dentista -- RX Rua Antonio Maria Coelho. 22l Ut'la Vi,-La Mt Horário: 8 ª" 11 horaf Fone 1-5-2 INDICADOR COMERCIAL Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amarlore.-- e Profissionais Praça Cel Camisão 110. 53 G)4 L02Z5 DAN LAGUNA •• t. Representações Cereal Ouro ltda ,<lubos "THEVO" in,eticida•. ,emenle• Fertilizando com amor a nossa terra Trutor.-s Valmet e lmplemenH,, A(!ricolas em Geral (Tn<lo para Lavoura) Hun 15 <lc 'uvembro 512 13da 'i,ta • :Ir Agora com ovo Proprietário sendo Atendido pelo memo Ambiente Estritamente Familiar Quartos com Pias • ,purtomento:a Restaurante: "Comida Caseira" ",:No Coração de Campo Çjra11de" R. Rio Branco - 220 - Fone 4-2105 - C. Granrle :lt. Auto Mecanica lndependencia Üe José Hipólito de Mdo Oficina Autorizada Ford Willis do Brasil ··Mecanicos com cursos de Especialização" Hua Cuiaba s·n e Avenida Il <le dezembro 385 Jardim Mato Grossc cnsll FLORES Eletro - domésticos, Cal. çndos. Bijoutniai-, /rli gos para o lverno, ma lus, 'J'ccldoH, JH'CtlC'íll<'ll ,. uma infiniducle de arlig-o. para Emllclezar o seu lar. CA A FLORES "A Casa de Sua Economia" Rua Pilud Rebuá 56 Bonito - Mt TftPEÇJlRlll MODELll R de Juarez Rodrigues Trabalhamos com perfei ção para continuarmos "a ser o modêlo no rn mo de tapeçaria" Heformu qualquer tipt1 de m6veis, Estofado~. Col· chões de molas, Capotas dr Jeep, e estofamentos de ,deu los em g:eral. Atende-se Domicilio - j Fazemos Orçamento sem Compromisrn. Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-MI. KM - 54 RODOVIA JARDIM PORTO MURTINHO E CRITÓRIO: Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) "Uma Empresa que acredita no Sudoe&te" Jardim Mato Grosso 'Tribuna da Fronteira João Ballesteros Neto T 10 E f ° Dia destes, em Ja uariuna vinte km dis tante de Campinas, eu assisti, eu vi, um cida dão comprar uma caixa de laranju-llma por ctols cruzeirn1:1. O mesmo lipo de lar11nju G veudldo em Campinas, nas feiras ou supermermercad o s, a quatro cruzeiros a duzia. Numu caixa vêm perto de oito dúzia que, a tjUU lro crnzeiros, vamos encontrar triala e dois cruzeiros. Porlan to, numa caixa de luran ju, o atravessador ganha trinta crnzeiros. Agora, com a des culpa du geada, os ven dedore.s, sem critério al gum, sobem indiscrlmiua damente o preço dos µrodutos e artigos de primeira necessidade, sob a alegação de que a mercadurla uão existe ou esté dificil. Assim ocorre com o feijão, o ar roz, o milho, a batata, a carne, o café, enfim, com tudo aquilo de que precisa para manter a carcaça em pé. Tudo aumenta, tudo sobe e a culpa e o cul pado de tudo isso é sem pre o governo. A lactai- o Dr. Valter José nha é sempre a mesma: Rodrigues Coutrera, Juiz o salário aumentou mas de Direito da Comarc:t de nada a<lianta; tuao de Bela Vista, Estado de já est~ suhiudo. "'ó uma Mato Grosso, nu forma coisa a gente não. Yê_: da 1.-i, etc; quem sobe o salárto e o governo, mus quem Faz aber a lodos sobe o preço da merca- quantos o presente Edi dorla é O comerciante. tal virem ou dele coube Os gananciosos, preocu- cimento tiverem, que no pados com O lucro [ácil, dia 20 de Outubro de é que criam essa situa- 1!175 ás 9,00 horas, no ção grave p/ 0 povo. átrio do Forum desta Co Contudo, 0 p()VO marc1t, o Sr. Porteir_o acha que é O governo O dos Auditórios, João Ht culpado. Como pode O lario Perera, levará a governo refrear a sanha praça os bens penhora incontida de lucro dos dos nos autos de Proces inescrupulosos, daqueles so de Execução que Cla_. que pouco ou quase na- Itaü de investimento, Cré da dão ao governo e dito e Financiamento mo que, de forma. direta,· ve contra It-meu. Satis~~ acriticam e ieva o po- Gomes._em ;9%}}Ç,," vo à miséria? êste JmzC' e ar no o Pararelamente a isso o 1 Oficio, e não have nd o cidadão não se incomo- licitantes foi designado I . • c1· 30 de outubro de da en, pagar dois cruzei- o a ros por uma dose de 1975, ás 9,00 horas para pinga, mas reclama quan a eventual segun d a_ _P" do pág um cruzeiro e ça, sedo os segui"f?} noventa centavos um li- os bens penhorados. tro de leite. Nilo lamen- bas (sessenta e qua~~ la pagar quinze cruzei- hectares) de t_erras ~te tos p/ assistir a uma tais e Ivradias, pa ,. Partida de futebol mas da Fazenda "Machorra I ' tw Mr icipio, confron '<ctama do governo e diz que neste MumI ' ;t •ses«ns ris cato @senis si- ando ao }@E};;" a dez cruzeiro, um livro com propne IH e . ara o cessão ão iiio. torgaitse edgg!%,3,2;;, %? Quando o governo Sul. com propr e a e lhe assegura o Fundo de Clóvis Paim Rosa, e a Garantia férias upoe:en- Leste. com propriedade adoria por tempo de de Alexandre Feitas, de serviço ou doença. quan- vidamente cadastl'ado do o governo, hem ou mal lhe dá asssistência médica, se tudo Isso a contece de acordo com os seus interesses ele não elogia o governo, mas mal atendido no INPS uma úuioa vez. tanto basta p/ que pon ha u boca no trombone, maldizendo o governo. Quando o govemo asse gura ou abre a posslbi lidade de o operá rio utli quirir sua própria casa através do IJNII ele re clama dos juros e corre ção e, de contra-peso, aparecem uns atrevi d o s politiquei ros, metendo o pau na quilo que se faz em be nefício do operário. Enfim tá todo mun do reclamundo, falando em crise. falando em situação diíicil, etc. e tal ma a verdade é que lodo o muuclo a11du bem vestido. bem calçado, comendo do bom e do rr.elhor. le·rnnclo uma vi da que j:unaii; Ronhnrnm. J tônica é esta: 111,,..,,J,, o pau no govf.'rno. falar em distencão, em abolir o ato institucional, em li berdade e outras coisas mais. O governo é bnrn demais geute. Esse Al-;i esta enferrujado. Fosse o governo lançar mil.o dele cmo deve, a co meçar por Campinas, muita gente estaria ago ra reclamando ja sorte. Mas essa gente ai está metendo o pau no go verno e se locupletando com as coisa desse mes mo governo .... Saravá, meu pai. Relia fetenatina to inasil [slado de Maio Grosso Poder Judiciário Comarca de Bela Visla Carlorio do to Olicio EDTML DE FIJÇ cow o lNCR.- e .devida meote trnnscrito no re gistro Geral de Imóveis desta Comarca sob o 11" 20.553, a IIs. 49, do Li vro 3-L. cujo bem foi a valiado em CrS 35.0O0.00 (triata e doi mil cruzei ros), valor por quanto será levado à praça pa ra ser arrematado por quem maior lance der acima da avaliação, sen do a venda feita a vista ou mediante fiador idô eio pelo prazo de 3 dias. Referido imóvel já se encontra hipotecado ao Banco do Brasil S.A .. conforme inscrição n 1416, à ris. 05, do livro 9-C. E para que nin guém alegue ignorância Ioi determinaria a expe dição do presente Edital que será afixado no Fo rum local no lugar de costume e publicado na forma da lei. O que Cum pra se, com inteira obser vância das prescriçoes legais. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, aos dezoi to dias do mes de setem bro ano de mil novecen tos e setenta t: cinco. Eu, Pedro Vergilio da Silva), Escrevente Jura mentado, o datilografei E> assino. Dr. Valter Jo-é Rodrigues Contrera. Juiz de Direito Eu, ·los· Avelino e ila, OIicil do Registro de Protestos da Comarca de Bela ista, do Esta do de Mato Grosso, nt forma da Lei ete. . Faço Saber aos que o presente edital virem ou dele tiverem conhecinuto que se encontrai em Cartório, á rus Coronel Dias, 98, nesta cidn.de para protesto por falta de pagamento e ou aceite o: seguinleH titulo,-;: 1)- Titulos apresentados pelo Banco do Brasil . u) - Duplicata nº 11i11, valor Cs J20,0), veneimen to 10,0975, eitida por Bordados Danielle Ltdna, contra Nilda Perfeito b) - Duplicata n" 11631, valor Cr» 230,00, vencimen to 10.00.75, emitida por Bordados Danielle Ltda., contra Nilda Correa Campos. 2] Nota Promissória Apresentada pelo Banco Itaú S,A. - Autobank 1" 4321 256287004, veocimen to 25.5.75 Valor CrS 18.8I3,92, emitida por Anibat Plazer a favor da Compainha Itaú de Investimeu lo. Crédito e Finauciurnenlo. 3] - Duplicatas Apresentadas pela Firma Ultrater til SI A. a)-Oupllcal.a n"° 8I66 IT, valor CrS 13.240,00, vencimento 30.06.75 emitida pelu firma upreseotaate contra Felic1an•J Hibus Triudade. b) - Duplicata n 6I68 IT, valor CrS 13.8 8,IJ0, veuc 30.06.75 em.ilida pela firma apresentante contra Arnaldo Rojas Frazão c] - Duplicata n? 162»Do, Valor CrS 4.974,00, vene. 30.ll 74., emitida pela firma apresentante contra Arnaldo Rojas Frazão. u) Duplicata n° 1I57 -DO, valor CrS 1.9I4.00. venc. 30.11.74, emitida pela firma apresentante contra Arnaldo Rojas !:<'razão. E por ter sido impossível encontrar os devedo res ou seus paradeiros, pelo presente edital que será afixado no local de costume e pubfü:ado pela imprensa local. intimo-os para pagarem a impor tanciu devida ou darem as razões de sua recusa e no mesmo tempo, na falUs. de pagamento ou com "ai·ecimento. notifico-os do competente protesto no prazo legal. Prazo de 3 d1as a contar da Publicação. Bela Vista-ilt. 09 de outubro de 191.>. José Avelino e ilva Oficial do Registro de Prole lo PROCRIAÇÃO UI t cusrsvão Dia 12 e 13 (Domingo e Segunda Feira} O' Dia do Chacal com Edward Fox - Censura (18 anos): preço unico (suspensos os ingressos para estudan tes (apenas neste filme) Dia 14 e 15 - (terça e quarta feira) Con!issões Amorosas colorido com Olga Benvenuti - censura (18 anos) Dia 16 e 17 - quinta e sexta feira- O Cam peão do Kung-Fu, tstrelado por Shin Zu - censura 18 anos Dia 18 (sábado) Do Odio ao Amor, com David Mac Callum, censura (18 anos) domingo vesperal (dia 19) Tarzam Enfrenta o Perigo, co~ Lex Ba.,''.tfl', censura li_vre . Dia 19 e 20 (domineo e segunda feira) A Vin gança é um prato que serve frio, :om Klaus Kins ki censura (18 anos) Dia 21 e 22 (terça e quarta feira) com Linda de Toff A Primeira Noite de um Homem aos 30 anos, censura (14 anosJ Dia 23 e 24 (quinta e sexta feira) Eles So 1Ia· tum seus senhores com James Garner. censura (18 anos) Não percam hoje e amanhã: O Dia do Cha ;;al baseado no livro de Frederick Forsyte - ten tativa de assassinato do presidente de Gaulle O Dia Do Chacal .PREÇO ur--rco Trih1111a da Fronteira Je!a Vista Mt 11 FRSI(ME UI SI!II CONill[ 00 BNH Rfflfi[ Cuiahá (t-;EDDIA'i'J José Laiz de Borges Gar cia, presidente da Com pnubla de 8,llll',llnento do Eslado de Mato Gros iw-Sancmat - acaba de receber couvlto dó dire tor do l'<anco 'Nar:lónui A pessoa que fica doente não esté por isso ra, e de que não se pode investir em lufra-estru da Habitação, Alberto em Riluução vergonhosa. Por mais grave que seja tura pot·que afio há produção. Klumb, para, juntamen a ,rnrermidade uüo é ela causa de vergouba. A Isso seria a pura e simples regressão aos tem te com a Direçã.o do pessoa atrnvessa uma fase crítica alheia à sua vo pos de antanho em que o desenvolvimento se dava BNH, participar, nos ER tade e gernlmente ela procura todos os meios pa tão somente em razão dai; leis naturais. Lados Unidos, do Progra ru curar-se. Hoje em dia os pises em desenvolvimento ma de Treinamento para o· mesmo acontece aos municípios. Passam têm um progresBo acelerado e no Brasil essse pro- o Saneamento no ano por periodos de crise, mas não pela sua própria gresso é verdadeiramente vertiginoso. Bela Vista de 1975, a ocorrer ueste , vontade e sim por força de circunstâncias várias. tumbérn precisa, quer e merece participar desse mês. a pauta do Trei odversas e inr.ontroiávflls. VerdaJeiros motivos de progresso. namento para o Sanea força muivr. Só o Governo e os estabelecimentos de crédl- mento no ano de l!J75, Bela Vista lü unos vem alravestmndo prolonga to têm possibilidade de, em conjunto, ca,Ja um fa- segundo ofício encaml da ininterrupta e crescente cri e ecouomico-finan zendo a sua parte, realizar a estruturação da ln- nhado a Borges, consta coira. As pessoas qufl para cá vieram há pouco fra-estrutura tão falada, tão necest1árla e tão recla- o Projeto denominado tempo já a encontraram em péssimas condições e mada. Transferência de Técno por isso não notam nenhuma diferença. Só o Governo e os estabeledmeatos de crédi- logla que:"ap;dvelta ás As pessvus que não têm relações de amizade to podem oferecer 011 meios econômicos financei- possibilidades de assls :·om o povo não lhes conbere os sofrimentos. ros para as empresas e para as pessoas aumeu- têncla técnica e inter Proporcionalmente ao número de habitantes o ltirem, diverslricarem ou melhorarem as suas atlvi- cilmblo de Informações dinheiro circulante no município clt.•ve ter diminui dades, aumentando a produção e a produtividade. no âmbito externo, e réa , <lo conslderávelmen!e. ó o Governo e os eHlnbelecirnentos de crédito liza sob a orientação ,'da O- muuíciplo vem tendo contínua descapitaliza podem promover, efetivamente, decisivamente, o American Water Works çilo.- Vejamos algutls de Beu fatore!': • • • rápido progresso de uma comunidade. Associatlon - AWW A, 1° - 1'odas as rnercadoriaB que compramos de É preciso, porém, que o Governo faça mesmo principal associação pro outros muuicipio • e estados, têm os seus preços o que lhe compete. E é lambem lndiRpensável que fissional americana no , constantemente aumentados. os estabelecimentos de crédito cumpram tlimbem setor de abastecimento O gado vacum, nossa prinr.ipal e q11ase única a sua beaemérlla finalidade. de água. mercadoria de exportação, nunca tem alta dP. nbemos que os flstabelecimentos de crédito Dentre as atividarles prnço. têm muitas modalidades de empréstirnu e de finan- do projeto, estão previs ::!º - • Vultuosa Importância é remetida mensal ciamentos. a bem os ainda que noutras cidades to- tas visitas, em dois gru mente para rora do munlcipio a diversos titulos das essas moddalídades de créditos funcionam. pos, dos dirigentes das de prevideucia social. ·' . • Sabemos que em Bela Vista existe crédito. iIas empresas estaduais de . 3- Continuadamente é r_emelida considerável abernos lambem que muitas e muitas pessoas ti- saneamento, às princí 11nporlílncia em Jogos e loterias e outros. veram os seus pedidos de créditos indeferidos pais instituições amarica 4º - lnúmerns mercadorias são compradas de Sabemos que existe crédito em Bela Vista: nas no setor de engenha fora porque_ delas não • temos aqui produção. E mas só existir não adianta.' O que adianta é a coo- ria ambiental onde se quando aqui as temos, no comércio, ainda assim cessão desses ·créditos. O que adianta é incentivar riam obsnvados, disêu vao comprar 11_outros mumolp10~ por q_ne lá, mira , o aumento da· p,rodução, o aumento da produtivt- tidos e analizados os culosamente, são us mercadorias vendidas por pre dade, a diversificação das atividades, a melhoria principais aspectos de ços muito inferiores • aos daqui. qualitativa da produção, o desenvolvimento da co- planejamento, adminis Em nenhum dos casos há 1etorno equivalente mercializaçüo. E o incentivo se_produz com a fa- tração, execução e con A crise é tu.o: sério, tão _grave, que há inúme cilitação do atendimPnto dos créditos solicitados . trôle de sistemas de ras pessoas que há tempos não conseguem mais pa c_om· n a:mpla e continuada· divulgação das possibi- grande e médio porte. gur as sua ol)l idtls de gêneros alimel:rt1c1os e de , tidades de crédito existentes com a ampl d' ul r 1 • d bas tro ·tigos de • • "d d ,. - d . 1 _ . • a 1v - e acwna os com o a ou :r s ar I pr1me1ra necess1 a e. gação las instruções que possam favorecer üS cli- teeimento de água, esgos ·-d •deselJ'prego já é macabra realidade. entéSj e, porque nao, com. 0 oferecimento das di- tos e controle de polui - , Grande parte do povo está às raias da n,iséria versas modalidades de crédito.· • , . ção. _ É bem verdaae que Bela Vista não tem esgos Bela Vista_ está' atrasada de 20 anos, . mas ·se los, não tem calçamento, não tem energb hidro- contarmos com a real boa vontade dos Sancc s e elétrica, nioo item estradas, nüo tljm jndústrias, niio com a ajuda do Governo podemos em 5 anos ti- C f • R b tem produçã.cx, rll,tll'nt,COm.ercialização, 11ão /cm armaze- rar todo esse atraso. • : a e O usta namcnto I não· tem infra-estrutura p/ progredir Ist o é: .. u~_:Torn algumas indúst:rias, mas tão pequenas e Bela Vista (MT), lº.10:1r15:· em tüo péssima· situação que, quando falam em <':iuuústria, nüo são levadas em.consideração. ; ' Tem pecuária, mas em tão péssima situação ! ' que, quando falam em produção, rrilpt·•.é• levada Í-~.:"'.'.::_---------:-------,.., '"".,~.-:-.---..., g@ta..••- • •••. gRn- ngg MRQ{II3g ._ Tem agricultura,_mas ainda tio pequena e em • ô ll tSt! fiklllllll} (d e B e l a v i s t a ) tao precárias coudiçoes de produção, que também: : •• .--í:_, Preci a de Vendedora não é Jav.ada em couta, •. '.a • ; Tem armanezamento, mas insuficiente para a'' OFERECÊ: oB, , • :1tuai produco., quanto mais pra a,dos próximos telra - ássisí{"?,,j%"j - Registro em Car aos. 'Tem estradas, mas em, tão péssimas condi ·EXIGE: ?I m fico-hospitalar e outros. ções, que ml- tem permitido ;o escoamento da pro de cpp Carteira de trabalho Carteirinha dssao.je erg éjé@is._ r d i í i @ @ or mói@ p- oi .', ",cimgmito ou casamei res muito velhos, insuficiente, irregular, que mal ba ra . e dezono anos; que ten d4 vara, algumi.'ttnisaçio dom@sfica, e<apbé ',"? ,}? d as e boa.aparecia - cra ãe não pode ser lgxada em conta. • a:im. ·nc 1 • .1e rma on e trabalhou anteriormente • Eutão, de fato, pão temos intra-estrutura para OBSERVAÇÕES: - Inutil apres progredir. Mas é justamente por isso que estamos, requisitos acima. P sentar-se sem os atravessando séria.crise, econômico-financeira, A!'l As h ,, - _ ' população aumentou, extraordináriamente e o mui [? s interessadas poderão se apresentar .. iif@i@,@@g,@gye s tijejyieiis pro6ijo»ii? [7%"," ? Z,e 3g Aopg_pra ireciii. Então b .déficit de ciidjç@es de trabalho e de,ri eiddãe. ·asu 1as • llaqumas,• filial dest • da. E é çptra,essa sitiáçjo deficitária que nos ' a levantamos e_tos.debatg[ri@g. Não nos conforma mos de maneira nenhuma cõiio circulo vicioso de que nilo há produção por falta ~e infra-estrutu ÔMC O plantio do ca!é ro • busta na r-e!!ião Norte serviria de "'alternativa para o Governo brasilei ro compensar os prejui· zos causados pela receuln te ·geada na região s no ·entender do deputado Vicente Vuolo [Arena-M1) Por se tratar de UJilª região fértil - frisou - o Governo teria as segtll~ tes vantagens. diminUl ção da escassez do pro duto; ocupação da áre 3 amazônica; garantia d% abastecimento regi%""; e exportação do pro u to pelo porto dfl snnlii rém. ' ' ·: ·TRIBUNA FRONTEIRA . - ... - "O JORNAL'' OI 'l'rlliunr1 da Fronlcira 12 de Outubro de t!l7.í CiMDRD É OT CII COISflS VI ly ... Sessão do <lia 15/09,/75: lndicaçilu ele autoria do Vereador Afonso Di lon Nunes LPlle, foi apresentada à Mesa da Câmara Municipal, ver sando aumento dos ven cimentos doi. pensionis tas da Preíelluru local. ===: ,::,,::._ O Vereador Osvaldo 'l'urlnl, apresentou Indi cação u qual versou iso bre a necessidade de se fazer os reparos e pa trolamenlo da estrada que dá acesso as Caiei rns, neste ~unicipio. e ,, Sessão do dia 22/09/75: O Vereador Dr. Pe dro José Palmieri apre sentou requerimento pro pondo enviar ao nossos representantes no Sena- Hela Vista do e Câmarn Federal. indicação no sentido de se alternr lncidenclu, da Taxa Rodoviária no pais, pedindo que se fuça um Projeto, onde os munlclploB não pos suldorns de asfullo, so fram um desconto de 0% no pagamento da referida Taxa. o Se fez presente nesta essào o 1!,'xmo. 'r. Pre feito Municipal, que es clareceu problemas refe rentes comprn de imó veis para a po terlor doação a União Fede.rnl que destinará ao Minis tério da Fazenda para a construção do prédio da Receita Fedem! de Bela Vista, e também a res peito da compra de dois meteres para a Usina local essã'o do dia 29.0!J.75: Indicação do Verea dor Nunes Leite, sobre a necessidade de serem feitos os reparos e llm pezus nas sargetas da rua 15 de Novembro, em frente ao Prédio da Padaria Central, foi apre sentada à :lesa da Câ murn :luoic'ipal. » Uo Vereador José Glaucy Flôres, iudlcação no sentido de que sejam feitos os serviços de patrolamento da Rodo- . via Bela Vista - Jardim. o Congratulações ao Clube Recreativo Fle mengo, pela pas vagem cto primeiro aniversário de fundação dessa agre miação, foi enviado a diretoria daquela entida de, •malteceodn a boni ta campanha do referido M ! SERGI #OEAET FEROM ADVOGADO E C'RITÓRIO Rua General O.:-ório. 825 Mato Grosso Dr. Késio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria C()elho 221 Bela Vista Mt. Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral Rum 15 de: Novembro 170 Fone 2.r7 Uda Vi,1u .IT DR. FIORI MURllNO Médico Rua 15 de Novembro, 75 - Bela Vista - MT clube, sendo de autoria cio Vereador Nunes Lei te a iniciativa de tal g 'Bto. • Muda d Vereador Nu nes Leite, foi apresenta do verbalmente um re querimento. solicita11 lo do Secretário da Agri cultura do E tado de Mato Grn i;:o, a coustru ç/ío de Silos para aten der a armazenagem de produtos agrícolas du prv xima safra do .Iunil'íplo. Dr. Pedro José Pal mierl Presidente Osvaldo Turini 1 0. Secretário =HAROLDO MEDEIROS= ADVOGADO 0AB - MT 1183 Cl'F OOH-29S.870 Rua 15 de 1 ovembro 177 - Oela Vista Mt Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopecliatria Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcada"' Hna Cel. Juvêncio 237 - Jardim M. II.RAIO ME IIIIIES III.III Dr. Ciro Benhur Torres Gallo Rua Antonio Maria Coelho • 339 Fone - 217 Bela Vi-ta • .lt Bacteriologia - Bi<•quimica - Hematologia Parasitologia - Sorologia - Urinálise Pré - Nupcial Pré - Natal No começo de qual quer coisu. sja no 11- mor, nos romauces du vídosos, nos negócios, nos e t11rtos, enfim, t•m qualquer coisa que a pessoa e proponha a faz •r. ludo • rnuito Iú cil e bonito. Su b e m por que? Simplesmette porque "as mentirinhas' ainda estio "quentinhas" COCJS('l'VUlldO um pouqui nho do calor da verda de, que não é a verda de reul mas, us ;;uus ví timas. envolvidas em suas Ilusões, u·reditam que sejum verdadeiras. E só o tempo, com 1<ua calma e com seus acon tecimentos fatais, é que • lhe revela a verdade. Digo isto porque exis tem pessoas que, para conseguir realizar seus objetivos, iniciam seus planos mentiroFos a si próprias e, depois, o tem po é que lbe mostra, grutlutivumente, a verda rle real. Tudo aquilo que era bonito e fácil. ••vui caindo por terra''. nssim como os valores pesso ais, os sonhos dourados, as ilusões e grand<.>ws. us lindos coutos de fuáa, os intermináveis roman ce, são destruidos co ruo os ca !elos edifica dos na areia. Terminam c,,mo co meçaram: o Nada, Essa é a vida dos mentirosos. "Só vivem! de pouco momentos. Eles existem enquanto perduram suas mentiras. Quando perdem o papel no palco da vida, torça dos pelas circunstancias imprevistas, tornam-se rebelde!>, lIas deveriam saber que eles próprios é que são culpados pelo que lhe acontece." Digo-lhe que: A vi da real assemelha a um carteiro, que nada tem a ver com a boa ou má noticia que se oculta dentro dos enve lopes." Assim é a vida real. Hu ra e sublime. ão pode ser maculada pela perversidade que e oculta no íntimo de cada er hunano. No aceita... Mentiras. CASA - SAO ,, JOSE De José Destefanl Vendas só na Atacado. Coca - cola, Fanta, "Katira", Skol em lata e garrafa. Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Jacaré, Ov·ilado Argentino, Arame Mota, Secos e !!olhados em Geral. OI ' f ri'do da Hc!rião O FanJ<,,o Úlco :lara,coja -O 01,·o d:, don:i .i.,, cu,:, <JU" Vendemos tanbém o lo mais prete ' ' "A Casa da Tradição" Avenida li de Dezembro 164 Jardim MT. Os tres problemas vitais ao desenvolvimento de Bela Vista -agua- comunicações - energia elé tricu - estão sendo resolvidos pela ntual udmi nistr ação, dentro das limitações inerentes às exi gencias burocráticas, e a sistemáti<'a udmlnlf>tra livu do Governo do Estudo. O p:·el"<:,ito muni<'ipul, Ruben de Castro Pinto, nsRumiu o cargo em 30 de nhril de 1975, portunto, há seis meses utrás. Muito foi feito neste periodo, não surpren denrlo, pois reconhecíamos a capacidade do di uumico h o m e ru p ú b I i c o antes do mesmo aceitar multi eslu missão. Homem austero, Integro e consciente dus nect-ssldades belavistenses, Cas tro Pinto, "arregaçou us mangas" e começou a trnbulhur. Primeiramente, "anumou a ..:asa", com; r:ientízou os funcionários, traçou diretrizes e o dotou o lema "Trabalho Acima de Tudo. Está trnlmlhando o homem e podemos enumerar em tão curto espuço de tempo as seguintes obras: Pon tes, Bueiros, aberturas de ciqüenta e pouras ruas (integrnndo as populacõet1 dos bai:-ros al'astado da cidade), assistência às escolas (dinamizando o corpo funclonul), documentação gratuita p/ cen tenas de pessoas, inclusive, fazendo mais (iOO no vos eleitores e o principal. Pela SESP. consrguiu um motor novo Mercedez Henz p o Serviço de Agua; Ao Governo do Estado: dois novos grupos geradores, SCAIA, com capacidade de 500KVA, junto a Telemat: pagou as contas atrasadas do Fundo <le Telecomunicações no Banco do Brasil e na próxima semana este Cll"güo estará em con dições de tomar conta efetiva dos telefones lo cais. Os novos motores para a Usina de Energia Elétrica, já estão sendo instalados e tüo logo as condições técnicas o permitem, entrarão em fun cionamento. Quando o General Castro Pinto as. sumiu a Prefeitura, a descrença imperava no seio da coletividade belavistense, o futuro jó não estava tüo radioso, mas antevíamos umu mudan ça nu contexto ·local, mas não em tã,., curto prazo. r,epetimos: não nos urprcnde a atual a- i drninistrnçüo, já esperávamos o atual ritmo de trabalho, no uprende a rnpidez das açõe e o Homem de lleu Tempo Tenho Pressa, adapta-se 1 bem ao nosso prefeito. Nós estamos ao seu lado r Prefeito, nas horas boas (que serão muitas), e nas horas ruios (queria Deus que nüo aconteçam), por que a for ça que o move é mesma que move o nos o ideal: "Amor a Terra e Amor ao Brasil. .-. Patria é a União de Todos. lvaldo Pereira 2?-<coco«cscsck<o<o<o-<<o<<osoo s, i Em todos o bairro da sua cidade de- ~ j ve haver um ou mas postos do obral j $ . j ~ Caso não exista ainda, procure a Comissão Mu- ~ ~ nlclpal do MOBRAL e ajude a solucionar • $ roema, llostre-se lider na REGIÃO. ~ ~- l!f $ # o---6 -00 -c - 309±--35-s: > s.K :--la e<liçúo anterlo:·, publicamos um artigo a respeito da Clrctran lo cal, onde defendiamos o chE>fe daquela repdrlí çüo, Fernando ,lvcs Go mes. Dit;semos: "uão admitiremos polilicalha e muito meuos mauo bras de politiqueiros. A Ar<.'na muuiclpal, deve ria cuidar de assuntos mais importantes ao de senvolvimento do muni cipio, ao invés de ficar fazendo reuniões para exonerar ou nomear fun cionários. Por sinal sem peso para isso" Não ti ramos uma vü-gula e nem acrescentamos na da, simplesmente, deve mos uma satisfoção às pessoas que, sem mere cerem. foram atingidas. O cementaria causcu relemtcas (esperadas), pois "os jus tos pagaram pelos peca dores". Alguus arenistas deturparam nossas pala vras e não separaram o. "joio do trigo". A luta da Tribuna, é u luta do povo, acelerar o desen volvimento de Bela Vis ta (em todos os setores). Nós, apena nós sabe mos o quanto custa man ter um jornal numa cida de onde o pessimismo e o derrotismo andam de mãos dadas ( queira Deus que seja uma "cri se" pa ageira), pois a qui nesta terra histórica, são raros os otimistas de llnimo resistente, con truriando a fibra e o arrojo de seus primeiros moradores. Não somos contra o atual Diretório da Arena (segundo comentários), pelo contrário, reconhece mos o esforço de seu presidente para colocar as "coisas nos eixos". somos contra, e russo nüo fazemos segredo, ai guns elementos que na da fazem pelo progresso do município, nada en tendem da nova política que surgiu "pós Revolu ção de 1964", e vivem se pavoneando em bus ca de elogios e mereci- mnentos, Esses elementos lo ervas daninhas que devem ser PXllrpadui em beneficio do partido. Não merecem crédito, porque u força que os move é a da calúnia e da ingrutidilo. Simples e nefastas ervas •iuninhui-. Pedimos perdão aos lei tores (com senslhilidade mais apurada) se algu mas vezes usamos uma linguagem agressiva. É a vontade de acelerar o progresso, é a vontade de ver as pessous cer ta nos lugares certos, é a vontade de ver triun far a justiça e o bom senso. Nosso País. ado tou uma estratégia de deseuv()lvimento. e to dos são responsáveis pe lo sucesso da mesma. O mundo atravessa uma fase difícil e· nós brasi ]eiros, sem demagogia, somos a esperauç,t do mundo. Um fantasma ronda as nações. a fo me; um demónio está a solta semeando guerras e Jiseórdius, e nós, aqui nesta terra de anta Cruz, somos uma ilha de tranquilidade. Esta tranquilidade é que de fendemos. Essas estrutu ras (de paz, amor, traba lho) que ulmejamos pa ra nos os filhos, netos, o futuro ... e por isso, ca ro leitor, às vezes so mos agressivos. De ver mos tantos brasileiros e preocupando com quire las, quando as circuns tàacias exigem grandiosi dade, é que . nos revol tamos com os homens que fazem "politicalha". O . eminente presidente Geisel ,pediu maior "ima ginação criadora dos po hhcos ' e os politiquei ros criaram "fantasmas e pesadelos·•, Não critica mos os partidos, existem os bons Políticos, tanto no MDB, quanto na Are na, criticamos sim, os rneptos, os fantoches os aproveitadores, as mari oetes regidas por idéias ultrapassadas. "O jornal está avançado demais . está criticando demais", Pedantes. Parasitas. 'Tri buna cresce, com san g-ue... THAB,Ll!O... , MOR.. LUTA. Voee, e pirito de destruição, ve nha conhecer nossas of1- cinas, veja a luta que travamos para manter nosso jornal (em tempo: nossas máquins 1oram fiuanrladus pelo Jlauco do Brasil) venha ver como nossos gráficos co locam o coraçiio aciorn. ela ambição, venha ver como se trabalha pelo FUTURO, pela PÁTRIA Aqui n.1 o impera o pes simismtho, passamos cliJi culdades sim. e INÚ:IE RAS, mas não esmorece mos, porque não visa mos caros ou elogios, visamos o FUTU.RO tl o DESENVOLVD!ENTO. Fi zemos a revolução, não usamos a revolução pa crescer, crescemos com a revolução, e mesmo que o amanhã seja um passo no escuro saltaremos tranquiles porque TEMO! FÉ e CONFIAMOS neste gigante, e porque co1.1tu mos apesar de tuoo. com o apoio de GENTE. gente, simplesmente ge te. que vibra, que chora, que acredita no RRA- IL POTE 'CIA, _gente, sim ples, mas B R A SI LEI· ROS ... "A Pátria é a união de lodos". Quem não anuncia vende, quem anuncia vende muito mais a n u n e ian d o na Tribuna da Frontiera voce venderá mais PREÇO DESTE EXEMPLA C$ 1,00 s de Cile 0. @lilate Ferros, Chapas, Tubos, E Rua Cel. Tg mos Juveneio l5 Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos s - 1 • aniários, Arames F uma Infinidade de Artigos pora O CI' t E . • •erragens 1ente ;xigente, 2r±NDI±N1o 0 sol zcl12a Cimento para pronta entrega em G , trl,.!.J..r). dos ta."; Ego«ve • Laguna Mato Grosso Tribuna da Fronteira Processo Crime n.0 91/74 Autora: A J Ul'il ica Pública Réu: Rafael IIainiux Vítimas: Tálio Loureiro e outros Prosseguem festejos dos 140 anos da PM Vistos. ele; O representante do llin!Htérlo Públlc<> ingrns sou ne lu Comarca. com Ação Penal Pública lu coudicionuda contra Ra fael Haminiux alegando que o referido cidadão o eupava cargo na Acar mat desta cidade e usan do de evidente má-fé emitiu várias cheques sem a suficiente provi silo de fundos, sendo que p/ u vitima 'Tulio Loureiro emitiu os che ques DV 2;i3U03 contra o Banco ltaú S.A. no valor de 5.000,00 e DV 253940 contra o Banco S.A. no valor de 2.195,00, para a vitima Américo Feliu emitiu os cbepue nº UK 85G883 contra o Bunco Itau .A. no va lor de Cr$ 10.000,00 e e UO-lol.793 contra o Banco Itaú S.A. no va lor de Cr$ 1500,00; para a vitima Ary Ricar do Brandão Delvalles emitiu o cheque n. 316614 contra o Hanco Financial de Mato Gros- o '.A., agência de Pon ta Porã no valor de de Crs 200,00; para a vítima Alceu Bulista Go mes emitiu os cheques DV-25392 contra o Ban co Itaú S.A. no valor de CrS 2.000,00; o cheque UO-101.797 contra o rues mo banco no valor de CrSl.5 0,00 e o cbeque. V-251932 contra o me - mo Banco Itaú .A. no valor de CrS 23.0IJ0,00, alegando também o Mi nistério Público que, to dos o cl,eques acima mencionados foram apre sentados pura cobrança devolvidos pelos estabe lecimentos bancários por insuficiêncilt de fundos. Capitalou o delito no ar ti g" 171, parágrafo 2o., item VI do Código Penal Brasi!t,iro. •. A denúncia foi rece bida (fIs. 2) sendo desi guado o interrogatõrio do acusado. O acusado foi citado através de Edital (fls. 17). Uma vez citado por Edital o acu sado não cc,mpareceu que foi decretada a sua revelia. Foi nomeado defensor dativo p/ patro cinar a sua defesa (fls. 20). Foi lançada delesa Prévia (fls. 22). Foram ouvidas as vitimas que foram arroladas tes temunhas na peça vesti bular da ação penal, a cul>er, Túlio Loureiro ( depoimento IIs. 33), A mérico Feliu (depoimen to de fIs. 3I): João Ba tista Del Vechi, médico veterinário funcion{>.rio du Acarmut (depoimen to fIs. 35) e Alceu Batis ta Gomes, (depoimento de IIs. 36) sendo o Minis téi-ío Público desistiu da ouvida da testemunha Ary Illcardo Brandão Delvalles (fls. 37-verso ). Passando o procedi mento p, a fase do arti go 499 do Córligo de Pro cesso Penal, nada [oi re querido pelas partos. . Em nlegaçilo finais o titular da Ação Penal pleiteia a condeuaçúo do acusa rio mencionando que u autoria e a mate rialidade restaram devi damente comprovadas atravé do cheques a pensados e ria prova tes temunhal colilida. A de fl'sa pleiteia a absolvi çilo sustentando a tese que os cheques foram dados em garantia de dívida e dessa maneira nos termos du juripru dência desfigura o este lionato, acre centando também que o acusado é pes oa de boa índole sendo primário em pra ticas delituosas. É o relatório. Passo a decidir. Demon tra o proces o que o acusado veio p esta cidade trabulbnr no E ·erilório da Acarmat e que valendo-se do pres tigio de ser funcionário público Iederal couse ruiu em pouco tempo de permanência nesta cida de lesar o patnmomo de honestos cidadãos desta comunidade. A autoria do delilo está comprovada atra vés da prova testemu nbal colhida. A materia lidude através tos che ques juntados as fls. -6- 7-8-9-10-11-12 e 13, sen do que todos esses che ques foram devolvidos por insuficiência de fun tos p/ respectivos esta beleimeatos bancários. Não obstante os che ques de emissão do acu sado que por si só se riam condição necessu ria e suficiente para de ereto condenatório, testemunha Tulio Lourei ro (fls. 33) diz em deter minado trecho do seu depoimento: "que o acusado deu um prejuizo ao depoente de CrS 80.000,00 (oitenta rnll cruzeiros) aproxima damente, que o acusado deu uo depoente vários cheques sem a sul'iclente provisão tle fundos, que o depoente reqcbeu os cheques e apresentou-os dentro do prazo regula mentar". A testemunha Amé rico Feliu diz em deter minado trecho do seu depoimento: de fls. ::J.t: "que o ucusndo deu um prejuízo ao depoente no valor de CrS 11.500,00 (onze mil o quinhentos cruzeiros) de compras efetuadas 110 :;eu estabe lecimento comercial me diante cheques que fo ram devolvidos por insu ficiência de fundos". A testemunha João Batista Dei Vechi diz no seu depoimento de fls. 35: "que o depoente tem co nhecimento que o acusa de deu prejuízo na Co marca referente a avais de carro e de títulos e opera ções comerciais, que o depoente tem conheci mento que o acusado emitiu cheques sem a su ficiente provisão de un dos; que o depoente ava lizou um titulo para o acusado sendo que uão sofreu totalmente o pre ]Uizo ísto porque a im lh,rtància foi paga com a parte de seu salário. Dessa maneira está cristalinamente provada a açit 1 do acusado. Não resta dúvida nenhuma no convencimento deste Juizo que referido cida dão denunciado deu um golpe economico em vá rias pessoas desta corou nidade e foragiu-se no Estado do Paraná tal vez para a cidade de Manuel Ribas, segundo o depoinu,nto da teste munha de fls. 35. Afasto· a tese da de fesa que os cheques fo ram dados em garantia de divida, isto porque tal assertiva não encon tra amparo no conjunto probatório colhido. Isto pôsto, dou pela procedência da denúncia e condeno o acusado Rafnel Gmiiur as penas privativas de liderrlade do artigo 171 combinado com o artigo 51 parágra fo 2Q e levando-se em consideraçilo ao artigo 42 do Código Penal fixo a pena base em quatro anos de reclusão e wul- cuiab [SEDIAT] O comandante-geral da Policia Militar de Mato Grosso promoveu home nem aos integrantes. em prosseguimento aos festejos dos 1lo no dn corporação. No quar tel do Comando Geral es oficiais rras e funciona lismo civil prestaram ho menagem uos recém-pro movidos 1"s sargentos. De outro Jado, no gabinete do comandam te-geral da PM, coronel Geraldo de Oliveira e Silva, promoveu o eles cerramento do estand:ar te que cobria a roto do coronel reformado Luiz Carvalho, na "Galeria de Tetratos dos ex-Coman dantes-gerai da Polícia Militar" Em seguida. os oficiais se deslocaram até o Quartel do 1 Ba talhão da Policia Militar onde participaram de al moço de confraterniza ção. Na oportunidade, o coronel Geraldo, coman dante-geral da Milicia, efetuou entrega de "Hon ra ao Mérito" ao cel Luiz de Carvalho pelos serviços prestados à. Cor poração e à comunidade rnatogrossense. ta de Cr" 100,00 (cem cruzeiros). Levando-se em consideração do ar tigo 51 par;grafo 2 do Código Pena! por tratar fie de crime continuado aumento a pena base em 8 meses de reclusão, fi xando a pena definitiva em quatro anos e oito meses de reclusão e mul ta de Cr de 100,00 (cem cruzeiros), scnde que u pena ambulatória dever ser cumprida em Estabeleci mento Penal do Estado. Nos termos do rt. 67. inciso I do Código Penal condeno ainda o réu na pena ace ·sória da perda da função pública. Lance o nome do réu no rol dos culoa dos. Expeça-se contrâ o mesmo mandado de pri silo. Ccmunique-se o Juí zo de Direito da Comar ca de Manoel Ribas no Estado do Paraná, local onde possivelmente se encontra atualmente o réu. Publique-se a pre sente sentença ua Iin prensa local nos termos Leia do art. 67, inciso Ill c..Io Código Penal. Tribuna P. R. I. _ Bela Vista, 25 de teira Junbo de 1!J75. Dr. Valter José Ro- seu, o drigues Cou trora .Juiz de Direito nal e Assine da Fron O meu, nosso Jor- H. :'IIedeiros • Lei das Contravenções Penais (Decr-Lei 3.688, de 3. 10.41) Art. 21 - Praticar vias de fato contra alguém: Pena: Prisão de 15 dias a 3 mese Art. 35 • E'l1pragitr-se, na prática da aviaçilo a acrobacias, ou a voos baixos, fora da zona em que a lei permite, ou fazer descer a aeronave- fora dos lugares destinados a esse fim: Pena - Prisão de 15 • dias a 3 meses. Art. 59- entregar-se alguém habitualmente à ociosidade, sendo válido para o trabalho. sem ter renda que lh"' assegura meios bastantes de subsis tencia, ou prover à própria subsistencia mediante ocupação ilicita: - Pena prisão 15 dias a 3 meses. Art. 60 - llendigar, por ociosidade ou cupidez: Pena Prisão de 15 dias a 3 meses. Parágrat'o único: Aumenta-se a pena de um sexto a um terço, se a contravenção é praticada: a)-de modo vexatório, ameaçador ou fraudulento b]-mediante simulação de moléstia ou rleformidade c)-em companhia de alienado ou de menor de 18 anos Art 63:- Serir bebidas alcoólicas. I- R. menor de 18 anos II- a quem se acha em estado de embriaguez lil- ü pessoa que o agente sabe sofrer das facul dades mentais [V- á pessoa que o agente sabe estar judicialmen te proibida de frequentar lugures onde se consome bebidas de tal natureza: Penn:-prlsão de ~ meses a l ano. 8. Isso raz ePrto que "tr:ínsllo" llÚO a11cla liem. ,H cotreris, não obstante o sPrviço d<- i;i11aliza1,;.io levatlo u efeito pPi:t prl'l"cilum. conliuuam; menores e pes . Olltl hl'lll Jmhilila~·ão ('OJllillUam a dirigir veiculo aeinutosnamente ns vins públicus. Tutlo it-trn Píll al'ronlo:-o d~srespc1to ilh 1,,ji, dt> trirnsito e c,,m ri-;cv para n co- 1t,t1vicladl'. 1inda ngom, no SL'l último número. a Trihuna da Fro11teira publil'a um patéti l"(> apl•lo pal'a qul' o:- motoristuH 11ao at1·oprlcm as eria11ças. '.alurnl111cnlc por que pernislc o prnhlL•ma do excesso de velocidadP. E preciso que aluem ponha fim a esses desmandos (' .i ordcru L' a legali daciP 1,1• impouhnm 1:0111 a supn•macin da LL'i. O Uirt>lório da .RE'.'IA agiu dentt·o tio mais sadio espirilo demuerá lico, do mni~ eJ~vaclo proee1hme11to ele ~@rdiiio dos interesses da colctiviclncil'. O Dirotórlo c!lclnrece, pot· fim, que jamaíH pediu a exoneração de qualquer c;idadüo que ocupe cur{!o pul>llt:o nc_:,la cidade, e que tüo i-;omPntc por 1rnlic1t_a çiio de Exa o Governador. elaborou !ti'· tus tríplices para indlen<;iio ele nomes u Delegacia de Policia que se encontrava Yaga. IR!-O n,io "Í~nilirn. po1·(•m. que o UirPtório abra mão de !'IUU prerrngati'a, na ún•a do ~luuíciplo. dr indicar ,10mes ele JH'ti8oaH ídô11eus 011 até mesmo pedir a allcrução dt> cargoH, ticmpre _que -~ _ho'.i ordem e a moralidade do Serviço I uhl! co o exigir. poli; tem Hua atenção. e o seu trabalho po!ítiC'o ,ollüdos aoH mte reses da população belavistense. li. O r,•d:otor ,la Tribuna ,JJ Fronteira, r. J,aldo Pc:n~ir .. t. não teve nenhuma razio para ,, ... aear contra o Diretório Municipal ria HI•::' . ESPCIEERIO por ser o partido do governo, dereria agir como t11l. cl;1ntlo e"·111plui <lt· ,·01110 d,·, e- ,-er Ít"ll:t ,1 , cr da«leira politica revolucionária. E -eu dever zelar pelas coia- púhlu-;u- 1 nrn ..... c, ... t'Olll't'clt•tn -.11h"1tlio-. para dizer- o ,·011,rúriu. O pa-.-,.ulo par;,i ltÚ:- l· t· pt·riVnci;i. Fri -amos bem, que nada temo- contr;, o atu:.il pn-• .. i,l,·nh--. rnuito pc:lo t'ttntrftrjo). tlr, r11u, ... á ele obrigações que nunca poderão -r puga 4 -na totalidade. O passado para nós é experiência t· não ('t-quccr1uo"' o~ <pu-· fo:r.r-rn o Lr1u... tn., ... E,i::1tc1n o:-- Polili<1ueiro::». tb 11ur fa7,t"III l'olitiea lha e estes elementos ó trarão dissabores ao par tido. O trah.dlw do pre,id,·nl<" ,c-r:Í árduo, lc-r.Í que conduzir um grupo de bons cidadão, ma rntrc t·lt•1.. .... lau~ Polillcn ... f" no,; aqui eP.tu1nos tratando ti,· l'olitica. 5 .. E--te itt'rn, partlculurmt>ntt"", foi dr un1 maquiavc-li-1110 it toda pro,a: Até parece que o au1or intclectuul du re•po,ta, ;. um adépto da t:• cola do autor do Príncipe. :'llaquin,·.-1 fiarin au pre~o co111 a aplicnc;ão dessr" nluno, ele conseguiu captnr n própria es,encin da doutrina. He, oltou nu,. l'or ,uu insinuação maldosn ,prm n <la l'oliti ca de loça que tanto combatemos pelo seu total desconhecimento dn história ,111. Tribuna. Quem não conhece a nossa luta, os nossos problemas. há pouco tc-mpo rrali.tMnn, umn campanbn [As,i nnturns Ouro) ,·i,nn<lo ampliar n 1'ribunn, e A,·i ,o aos Navegantes: Graças no• qut: ncredilaru em nosso trabalho, uos qu.: ~lesmo ::iabrn<lo que ,., tnos de fora, "'que qucn.:111 n1udar tudo,.., oqui t=!o u1n10'- coninruindo un futuro, nqui con~tiluiruo- fnrnilin, aqui nasceram os nossos filhos, e uqui, .:stamos mostrando a força do Trabalh,•. A Cam panha surtiu deito tivcmoo suce,~o nb,oluto. com pramos não uma. mas duas máquinas lmnprrsso r~• e um Tt:;reno para a futura sede grópnn. ,. :--1m é que nos coteod!:!1110:- "'1ntegraç-jo , gente de fora, s,mi:uc novo. ,·ibrantc-, comtruindo, nju<lnn <lo, rolaborun~o. sem nlrnejnr c:ir::og p6blico,. C!-iecrar 1ncrcc1mentos, a não :,er, O de sua pró pna consciencia. Tribuna é do Pº"º e cresce co111 o po,·o. Tribuna pertence a nin!::uem, pertence a Bela Yi,t.n, e não admitiremos fn,inuaç,;e, mnlrlo ,as quanto aos nossos propô·itos... Nunca. Os in tereses que moYcm :i no:-:ita linb11 Editori:il :4ào confc-i.?-àvci~' n5o uirnmos d<" um t-~otcri tno faju to para esconder nossas intcncoes; Progresso, Ilnrrnonu,, Ju,uç.a, Respe>10, a verdade Bom scnrn 6- Ju,to t: corrente. b1ca111inhnr no _orgão con1pctc1_1t~ quchus contra o scrvi·o. n1:u lDL~e rentc e injusto, pretender exonerar funcionário- (sem motivo), E I,,o Foi Feito ... pois não é, u pruuetra_ vez que ~l~un~ hpotiticu:--" (sic) tentnrn fazer o Jogo da poh11calha. Como di,se1110, nu h)ln,!.'lo a y.:rcludc, •·é prt:cirn •epun,r o joio do trigo . Os JU,tos pagam pelo, pecador,:,:. . 7- A Prefeitura :l~;11icipal (trabalhando) sina lizou a; ruas de Bela i,ta A Pedido do Diretor <la CIRETHAN, pois cse órgão nem instalações posuia (recentemente conseguiu um prédio) fun cionava em caráter precário na Delegacia de Pol ia, e cremos nos, o sernço publtco de, e :5er e.xcr ciclo cn1 :,strit:i colaborn~:ão. :ó.:4 noLiclumos a verdade, 11'10 deturpamos os fatos Realmt:nt quando os FITflPALDI fazem de no-as r. . pistas de corridas, denunciamos, errado scrin O cou r4rio. Pedim9 Proidci; ma reconhecemo que u setor ~ fi_i::,:cu_ 1z:iça? e, e ser exercido por ~uardas de Trans110 _(1ncu trnte, .:rn no»u cidadt") 1odo, ,;nbem que o ,11';',~re_ Ccl. cmt do I0o. HC coln boru corn Todat. as 1mcatas que visar o hc:ai e•lar cb_ popub~::.10, o upn_marameuto moral, 0 dt: senvolvimento c a estabilidade: deturparíanos o fatos, se disséos o contrário. Mas... todo« de. vem reconhecer que o ClREl'RA.:' po,,ue pouco, recur,-ofl e Necessita de eob.b~rnt:.:io. {Juando clu roubo de um carro, quem sai a procura de--e ··Juriuli ... mo ,lt-, t· .. t•r al~uma t·ni,;a 11ui .. do tjllP c·a11t11r tH> ha11l1t·iru nu prnf1·rir -,olil6qui11--, t·mhora 11rn~nifirir111t·. 110 dr ... t·rto. l'oi.:.. t'lt<IIUIIIO º" filb:-o[n... pn1lt·111 Hf:,!ll1t1t·nt,1r que :t pintura ,.,i .. tt- oi1ula t}lW Ul'llhu111 olho hu111a110 pu ...... .l con templá-la, ão pode haver discussão de que o jornnti,ta-. r .. l'ft'C'tlt pan serem lidos que à ,·tnno ii,•tz,·lw ,1ur c:rlamou •·,111("' unha ou, ulo.:. • Prin1rir;IIH'1ttl". o elin·ito < a i1npn·n -a de :-:t· hrr f' o tlir,·ito da autorid.ule rr-p1111-..'nt·I eh• in .. fornu:r 1ll·,t•,n t'Ot"'..i ... tir. ll{,. um 1.·unf1ito ,t>hr,.. o qth" aconteceu porque acontecene porque aon tcr1•u. CJlH"l1' [01 o respon- a, el prlo Jt'OJllrc-1mrnlo. Poilt· e .. tnr eerto, amigo eleitor, qut• a funt;ão tio jorn11li:-1u tnrn.t·hf' t·ada , t"7. 111oiq c'tigt·nte :) me_<li dot tUt' o patlrU.o da culturn a,nnça; t" u nt!L'r-.~Hla tlr e e deixar ao lritor u opinião finul do'- fato: torml·!"t! a tônica do bom jornal. A 11olhicu eh· un1 jornnl l· n ohjc-ti, idade, o nr:;!6eiu e~ utu bon1 joruitl é u honestidade, sua linha de opiniões, o ho1n scn-.u; e 11111 bo1n jornal -.ó ~t·;::ut• un1a ideo logia: a Ha,nn. O Editorial e o Fnlundo a V crda· ,lt• jl rstu, :un imprr»os •1uumlo r<'c,·hemos a Cur ta tio Dirct6rio da An·nu, rc-,pondcn,lo ao Editu• ril publicado 1111 Trihuna de ;'; do corrente, inti tnl11do Cirrtran. !'ião haviu nccc,~i,lade dt." o O1- n·tório fri•ur a Lei ,h· Imprensa pnru que publi eá«mos eta r «p o !'I t a . .N o :o, to n e!--"olu de Jºr uali,1110 nào é de tempo, ntrnz, q1111ndo os politi• eose os encarregados dos jornai s se degladia nn1 ~111 ~r-Jça pública. Nos,a e,.,.,la é a ,lo jornali,mo -éri&, evolutivo, responsavcl e consciente. Acompa hamo a e'oluçào do ten1po, e não e::itnn10~ Ía• undo do tempo uma sequência ,1.- recordnçõe,. Para nós o que i111porta é o umanhà, e D!' cxpc riCuciai- do passado são simplesmente c:cperiênci .. a,. l'urn u jorúal, n medida lJUe ele coloca Ycr· tlaJc cu1 primetru luµnr, ele crer-ce na direção .. t'U não dirl·i pnra o interior. ma~ na direção - do drculo daquele, 111u· •cntem e flut'm a, mdhorcs re coisas da ,iela. V,nno-c ao$ futost 11oi1 !lào eles o alimento do cotidiano de um Grande Jornnl. (Respondendo por Itens) 1- U,n,alo de uma 11ialéti,·a que no passado tan• to« malefieios causou à nação, nua pro,u cabal 'juc nincln proliít~ru1n no Din-.torio as idt!ologini de partidos extintos, os "arenisttas belavistenses' do Dircturio, (hcnl entendido, do Diretório) dizcn 11uc nào hou'C 111otivo aparente, como s nosso jnrnnl 'i',•-.,· de dcdu,ücs e não d.- fatos, A ver ebch· é o 110!"~0 contt'.'údo fundnml'nlal e as nossa" íontcF ,1,. informçõc--; Questão ,1,. Honra. !'ião 1,~ mos, e nunca tivcmo~ a intenção de indispor o públi,·o ,·nnLra n ARENA ou o .!.D.li. T,-1110,, " --t'mprc th,•mu-., a intt•nç-ão de- intli..,por o público comru n Corrup,ii<l, O Pe••imi,mo, . Pi,!iticall,a .. , E:-t:ii:nnc5o. t> todas a ervas daninhas que impedem o cn•i-icimcnto global da Princesa do Apa .. • 2- O, fofo• nào J>odet11 ;cr distorcidos quan do observados e analisados elo prisma da res ponsabilidade. lepetimos: a fun,·ã,, do Dirctorio í· Cnz.:r politica, nobre e alta politica, e mais umu vez está provado, o Dirt'tório reUht. .... !"O nnr-..t tra tar de a--untos contrários a sua missão ... fu ... a rc, posta à Trihuna Í! .. rná poliiica'" 3- O Diretório jú pretenclcu exonernr foncio »!,rios, (é infantilidade ne;:fi•lo, pui,; todo, cn, Be la ,;,1~1 pocle,:Jo citur exemplo,), coutinu!.lrá pre u·ntlt"ndo muitas vezes o conseguirá (quando u bem público tiver acima da politica incli, i dual) e. 1ufrhuncntc, cunt1nunrJ. crrand11. O rno mento é de trabalho, é de ·Arregaçar as Mangas" seg_uir o t:xcmplo do ChtJfc E'<ecuti,o que traba lhn, que mo,tr-.t Obrn,, que produz, que usa a ima,.,.in:.:u·ão criadora.. e .1 .. b DirNorio corno órgão de <lirc<;:lo e at:io n,1 Corm:i ,Li ki Or;::inicu du, l'nrtiJo.,; Politi,·o,: <:OYll.l ('O l) 11. l'f:! cu 11,,,..iteH 1nJ1JrÍn.-n .... ,·on> p d,tf 1 dq iciati a-, ni'r•n•:, .. e• ,1ir:1!J(l11 , ... ( 11ntr.J ,, ( tit'J JOfh 1 li ti, r to [hiretório r eo»tti de pulitico na erdl ra acpão da palavra, fazem política alia, eleva da, visando unuca r t•'t Ju ... 1,,H11t•ntr 11, 1n111t .. da coletividade propuguando pelo ptonr o, pe la ordem t· prlo !wr11 rr-t.1r d.1 JH1puLl,': 1 <>, t 1,, alem qur a .... irl pron·.lc·Ju!n, t' , tn •''111.:t'...c"lo para o agradrevinvento do 'artido. do Muniipi, .fo l•.•t ttl,, ,. ,1., '.11 . .i<>. h,111•· t'l'rlo • o Jotrul 'ltih11111 ,!., 1-r•1111,1r~ que -a a verdade dos fatos. ão ficareuos ja- 11 1.ii, iudií,•fl'lltt'• ,h 1111(1<·1., • ,l,--.111u11l.1, ri,· 11111.J.,. mento, voni o eunhu de intrigar e de-muralizar, ..-,u :.d,ri1no .. rn.1o ti<· uo-- ... 1 Ltr~(. •· ••!'-f.U1H; .. r11 t!• ,,.... 1L.1- 114, 1 .. n·•pn11 -ah»ilidade e limita@o+, J ,. ri-111. t(·1110 JH'"'u·· .. ufu·it'tltt·. i .. 111 t' .. uturhade 111nr.d - para nos t·o1iclu1.in110 - dentro da ltlu I fj, do Governo e dos ideais demoeratico-. Jlrl., Írlu, B d,· 01111,hro d,· l9í' >. l ,ori ,111r,111u l'rl.1 Co111i•-,1u 1 ,,.,-,11i,,1 ,1., 1:(" • l);r, •• 1/irio .'11111i•·ip.d d.- B,·la i-111 • IT. E.EIA ,ci,·td(I!' J, 111 ◄'flfllj1,1Ílll1a d,· ()llt'111 ..•• ."! q11:1ndn .. Ur,!1· um problema mais ·crio, um poblema "rin-ito criminal quem toma as proid·neia-. a .. l'7l .. n1111 ri ... o da própria ida. Que? illllO• ~,·r füc' n·nlt·~ (' J,J)ll1-.'! { A- correria« continuam poaqur quando o ,.1,,.(.- da .IHETH A pretende multar '" iufratu r,- ... e-ai rlil ,111tipalhl do .. upulitin,.."' t• ~,(". ('CIIIlO Órgão lndPpendeute a Serviço da Região .no 1 - Uel.1 . i,ta • lt. - l:YJU!j.j J.o Ii9 uma ilha cercado de ódio; pro,·urn mantrr a m~n ter a orderu, e mesmo contrariando estes politico .. t~,f'rl't' '-trn-.; funçüo dentro d:H lirnilacüt"~ iueren· 1.-, na circunlaneas. (.)uanto à puhlicuçilo 113 Triu11 na. foi uma homenagen .l Semana <lo T6n•iw. umn C:11npanha <le ,:,clarccimento. 1',ó, fJ:r.enw· a,•im, •·Colnbornu,os Com Todos º" Ór~Jo: nó· fazemos assim. indicamos medidas. criticat:o quando Yt'Ino◄o erro. 111ão no-, f-ubmrt<"Jll03 :t inten,,r, que não ,c-jam o bem informar u público . ? (::iic ..•. ) É preciso qu.- o, político• u: c?n-• ( ' c1ent1~cm de qut" tlue os lt'111po"- u,uda.r.Jm. a epº t·n hoJe e s.: traba( m ... e a da pc,litica do p10:;rr• so do desenvolvimento, do homem é que r.e11l01t11 lt'-, a Ordem re a Le:zalid:irle <,: imponlurn colll 0 Supremnc,a da L.-i . 10 A cun,cii'ncia é o l!ldhor Juiz, não yumo· ~gar pedra~ no pni;:-ndo, pào Yttrnos citar nome nmo,; dar ten:p? :io temp?· Continue ? Diretotl•' a fnzer ~ua Poht1c-·..1 e co11t1nu.o.rcw•J~ nos_,, ~,mprt <JUC for nece~~ário .. ,left"nclcndo oi-: interr~_,,es do 1'0'O. li ·•A YOZ que dnma no Dc-se-r:to~. , •. ,illl :.' veu-; entedemos no,sn rui,são jornalí,tiCll, De-ru nhecern o~ ~autore," da respo•l!l :i Tribuna o ,,ct' e_ ~tica Jornnlí,ric-::i. Em ddc,; dos En<'rado; vriu c,pios <l~ !ornnli,mo sério é pue no: mnnif<,P mos: feririmos- a Bica profissional, ;;e fic:í••<lllº" indiferentes as injustiças, mas saibam srs. arenist+ e algum dia o Diretor da Cirt-tran deturp1r·, nobr.: f'..un~·ão que ext:rc~ seremoi o• pdme.iro'" ,·omb?t_<:-los e Ele Sabe Disso. Quanto ao fa1-cr a 1: 0huca "adia acr.:<lito na PÕliticu de Obr-,.. Existem os bons mas os --uiuu~ marinheiro• l 11 lerão levar_o navio ao naufrágio" A- pular f lllJuno,us. (intr~as .: d.:smora(i,:'.;çõe,) jo""mº' '"' j "o de lixo_p' srg queimada- e e.qucid+ ? rº qu, tncrnera. Nao úlamo, em p,:,;o wor falamos em peso politico e isso esperamos '' 11 :1: próni:nns e_le.i,;õe, à v.:reançn. ). uderu o..· r y ot,ta,. a S1stcmu11ca de sua política uclot,llld,• U r Yerddeira poliica que tanto fole s lidere " • -~~"º ou rcspondcr-Jo por sua, omissões;. E.·1 1 <· que. ca,~a um me<li-i.: a respeito dessas pular-+ .' na pr6x1mn rcuniJ.o" lt·mbrrru-ze de t"'o!oc..::r- ri' pjUlU a< lll"CC ;;i<l:td<:- bá,ica, do :l!nnicip••· : rmula de colaborar com o Sr. Prefeito que?" e_nquanto ~ 11111 na.viu ~olitário forlt• JU:!-.: :-v!J· ro num mar de incompreen-ãre- Srn1daçc3c:~ Arcni.:-ia, [ val<l,, Percin, l{edJtor-Chde Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº178_05_10_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº180_19_10_1975 Voltar para a lista de itens