TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº191_23_12_1975 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº191_23_12_1975Número da edição191Data de publicação23 de dezembro de 1975Número de páginas18GeoCoordenada -22.106295198437483 , -56.533436212165114 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº191_23_12_1975 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1 1 FU'AD AOR E DIRETOR ANO IV Itedação Oficina e Administração u« Duque de Caxias S/N 11 Jorge Borges de Souxa (,Jo[io l'c>-,Roa - l'arnll>a) ''inte e cinco de de- virtudes, desde a humil- , morte e o sacl'ití- zembro. a cristandade dade mais uprema à cio de Jesus e ainda e• o espiritismo comemo- car!dade mais sublime. para os mortais viveu rum o nascimento de De suas palavras e- tes umn mistério ineom Jesus, o Espirito da Ver manava a maior per preensivel. dade, o Espírito perl'eito suaçi"lo; suas p,.ll'áhc,lus Só depoh, da deseu ei..re os per!e i t os, tão belas, continham carnação do e;;pirito. o Espirto magunimo sempre lições de profun quando a inteligenciu li qe sómente levado pe- do amor ao próximo. clé 'l'P do invóluero carnal J,, ca1ldacle. que (• o a- prol'uuda justiça, do ma- ficat mais purificada e l1lCJr dos homens, deixu is completo desprendi- leve, far-se-a a luz espi a mansão celeste, dei- meno dos bens (erre ritual e compre e ide:·üo xou os púramos ,/11 suprt- nos e davan, u Deus a toda a grandeza d'este ma felicidade p exem- mais sublime recordu- sacrifíciv. . pl!Hcar os homens, para ção ele amor. :leu irmão medita. comover-lhes pot· sua E os homens? Niío embora ainda uih1 com loee palavra os cora- só deixaram passar por preendas, sobre a mor ções empedernidos do sobre !'eu~ corações ns te ele Jesus, medita so mai. suas palavras como, ir- bre seus padecimentos , 'lrturle. a obediêa- rilados com o poder sobre l•umtrnos ~ pede eia is sábias leis de De que ele ia exercendo so lhe que te perdoe as us há muito haviam a- bre a mulliclão que cl'Ele muitas faltas que come bundonado a terra. O a- se acercava. o condena- teste também. mor ao luxo, aos prnze- rum à mais Ignominiosa ,Jesus, o mes1re doR res h muito havia subs morte aos mais crueis Mestres, escuta sempre lituldo no coração dus sofrimentos. as humilde s e fen•o homem; o •U:"?!or de Deus. E Jesus, o meigo rosas preces dos seus a Jesus, o nlho de Nazareno. o Rabi da migos. ampara-os e des Oeus, sofrendo por ver Ualiléiu, que, sob a ca tribui-11.tes as forças de o castigo que iriam so- pa da humildade, escon- que ue:·essitam. [rrr aqueles pobres iu- dia () supremo poder di fo:izes, ·baixou à terra viuo, que com um gesto Para exortá ·los à peni- poderia derrotar m,s prr, têncla ou encnminhn- seguidores. tu d o sofreu 1os para o bem. pará o progresso elos Sua vida terrena foi espíritos infelizes que o exemplo de _todas us viera salvar. Continua em ple110 •lesenvolvimeuto a nossa campanha de Assinaturas Ouro. A meta de 100 assinaturas em todo o Sudoeste, vai se tornando realidade a medic.la que os leit,,res se conscientizem da necessidade do crescimento do Jornal. A imprensa ê uma organizaçilo comer- cial como qualquer outra, e que, para ser livre e independente, precisa apoiar-se em bases eco nomicas próprias. Nossos agradecimentos às se gumtes pessoas (Assinantes Ouro Triuuna): Ara cy Moreira Mendes Gonçalves, José Loureiro, yd~ardo Ocariz. Amaury :lonteiro :'ltascarenhas, 0ão Loureiro Pinheiro, illanuel Rodr/gues de Mi randa. Pedro Jo&é Palmieri, Volk Fernandes llun teiro, Perl de Almeida :leio, Zoé Loureiro Pi pheiro, Tibiriça Loureiro de Almt!ida. Jacmto Rodrigues de Miranda, Pego Lc.ureiro de Almeida, José Carneiro Junior. Atanasio de Al ;eida Melo, Luiz Fernando Nunes Ronr!ão, Elias arbosa, Gilberto Alves Correa, Késio Loureiro ~inhelro, Osvaldo Coimbra Grubert, Valter Esco ar Nunes, João Vitor Vaz Guimarães, Corumila Lou_reiro de Almeida, André Tadeu Ocampos, llelio Loureiro de Almeida. Casa Pecuarista f Jar· ~lm), Carlos Medeiros, Abrão Zacarias e Salva- or Rodrigues de Assis. Nossa reportagem tomou. conhecimento '•in loco'', de que ll ,rena da histórica ~ioaque lan çará, cnmo seu candida to a Prefeito no próxi mo pleito. o jovem pro fessor e jornulistu Alie vir Alencar. Nós. que conhe cemos o curriculum-vi tae deste dinâmico· inte lectual nfirm•imos. sem temor de errar, que qualquer ilunicípio se honrará em ter um A dministraror de tão pe regrina qualidade e de tão elevudo gabarito: poe ta tlmérito, conhecido e admirado em tocto o país, jornalista fecundo e orador de longos re cursos, estudante de nível superior, professor e militar do nosso glo rioso Exército. Podemos sentir de perto o quanto o r,ovo daquela cidade gosta e estima esse "filho adoti vo··. Nioaque confia nes te rapaz. E a ser ver dade esta noticia que «TF» lança em primei O já internacional lll<'nte 1·onlwt·ido ,licl:1l la Sain (Papito). recebe diáriamente cartas com provando suas curas de cúncer. ~o dia l(l próxi mo pa:-:,rndo, Papilo re cebeu de um l'unciouârio do .Jr,rnul ":--.oticias Po pulares" a i;c>gnintl' ear ta: '· Prezado Pa pito:. Es ta é a roto !fotogral'ía unex) de nossa filha Marisley que estava com leucemia e que graças ao senhor j esta coir pletamente curada. Pa pito que Deus lhe dê forças e saúr!E para contiuuat· cura11do as pessoas que o procu ram eom s~•.as rnizes e dom só qul Deus poderia lha rlar. Esta eura de uossa filha é nl'lis uma testemunha rl e qu<:1 o ~e nho1 com suas raízes po- ru mão. isto é. Sé real mente ,ltevir Alencar aceitar a indicação ele seu nome. não temo!' dú vidas que sua vitória se rá esmagadora. por for ça de seu ta I e n t o, de sua humildade e de sua juventude. Neste ca- dera uiu lar u humanida de dos males que a - ige. Deus lr pague P'a pito. m dia levarei a .lnrislcy par:l vi!;il,l-lo é +ó que posso lhe dizer'. A carta recebida pelo apito, esta a dispos ção de todos na Galeria Pros. Médici; numa pro va cabal de que 'alo está e passado, al guém está recebendo beneficios e deixamos aos leitores o julgamen to dos fatos, mas que e xiste algo, existe. Preca deste exemplai ' só, não só Nioaque ga uhará um excelentF Pre feito. mas toda esta re gi:i.o ,;e heneficiará ('Plll a atuação deste brilltau te literato, no qual o povo nioaquense deposi ta suas mais caras eta peranças. • ossos sinceros agradecimentos à equi pe das Oficinas pela dedicação, sacrifieio, "esfor ço risico" e alto senso de responsabilidade. por terem impresso esta edição de Na tal Manual mente ..... por exclusiva Falta de energia Elétrica. Reconhecemos o ésforço dos funcionários rla Usina de Energia Elétrica, mas .... Iilagr nem Santo está Fazendo. Deseja a todos os seu associado,-. amigos simpatizantes Um Feliz Natal e Prospero ano Novo Que · o Ano de 1976 seja o ano da integração de Jovens e velhos, marchando Juntos para o crescimento do n/clube (:' - Mensagem ' [·, J Senhor! ensina-nos a trabalhar mais, produzindo mais, e a produzir mais, a fim de conquistarmos reeursos rualun•s. purn dislrilmlr o au_xilio sempre muls amplo de tua ;11íserlcónllu. E ensiuu-1108 Senhor, a descu11sa1· meuos, pedindo menos. A fim de pesarmos menos em nossos semelhantes, paru exigir menos, de modo a no-, t<enlirmoi-: mt110:: { ITaeos para servir em tua bon<lude. El i.:3 sermos mais úteis e que sejamos seupre menos nós, Senhor! Tunto quanto nos seja possível receber, concede-nos mais trabalho para El clianle ele li. sempre. ..sslm seja lrmanados num ideal cristão. juntos fizemos- no ano que ora se finda. a oração no trabalho. No uno que agora se inicia, pedimnos a proteção da Causa das Causas para que possamoR continuar :io carinho resplandecente da realização. 'ossa oraçilo é o trabalho. e voce Leitor. nosso obj1•tivo principal. Que os sinos dobrem. uumu homenagem sincera pelo apoio e . compreensüo rec1,bielas, s,1o ··Tribuna da Fronteira Feliz Natal e Próspero Ano Novo Ivaldo Pereira - Maria Estela Velasquex Pereira Gllson Silva Santos • Adalr Aniceto Jorge Pinto Outra - Wilson Geraldo Outro Naglb Ha:z:lme - João Carlos Velasque:z: Luiz Carlos Dedé - Eder Ribeiro a fim ele que Pompllio Miranda • João Vicente Ocampos estejas mais em nú,;, 7é' O m hoje e os votos da equipe .· [:) [:) Exposição l' 1 ~ , 1 1 .' 1- 1 L, 7 í - çao u DE VI 1 ·E}alavete referente ao oimvnto fianveiro da Ia. Lpoiio Agropecuária_e lira de Amo-tas_de Mela j, 111 . r• .,li,a,l 1 1111 JH·ríodn dt• 1:í n .~O ,1,· J,dl, 0 19,., . lrealização Ulule do Lavo de lkl:, Vi,1:1 l'rnnlll'ilo ::,i111l,i1·a10 H11~,,I d,· _ll,·h i-ta laboração Governo Federal, Etauduai- e municipal omi·do Executiva Wolke Fernandes Monteiro (preiden lrl. Dr, 5ide» Monteiro Ma-carenha-. 'Tale M. 1(1,(',,r,•rd, ,. indieato Iural de Bela i-ta !la. Exposi1:;io /197S B.d1111,·1·te 1lu H1•(•ti1n e 1/t•-:w•n•, rda,•111,· ,,,, lo, j. tento Financeiro da Ia. Exposição lyropecuária e Feira de mo-tra- de Bela lista - Mato Grosso uh Total l l -Oli- í.i I ',- oíi-í:i F ontei ln! !'.!o Olil!-< '.!.:.!:!.7o 1.9no,oo 1..150,110 i.5,290,hlt IUCUlO .. .. . . F) E1111,n·st imo lfrcibi,lo l) Do Sr. Wo ke Fcrnun,lc, .lon!l•iro G) Hcl'ibibo ,lo Ban<·•• ,lo Brasil S1A, - A,:êncin de Bcln 'ist11 •·• IT 1) Auxílio pi compra ,lt· troféu, e gra- ,a~ào nos tnei-mus .. .. . ... li) U,·ecbi<lo de· V<·n<l11• d,· Aq:ol:t, 1) V,•11<l11 de ll Ar;:ola, a CrS So,uo 2) Venda de 1-12 ar;:olas a CrS 75,oo 1) H,•,·cbi,lo, de Venda,· ,lc lurq::ucirinhn, 1) Vendn d,· 50 111an;:11eirinhn; n CrS 300,on 2) 'Excl'~~o dr.. 5 ani,nai/' a CrS 2S,oo J) Hcc,·bido de ' cn,lu de E,pa~o., pi propaganda l) Vcndn ele 2 c,pnço, a C~ •loo,oo 2) V cnd: de 7 .:,pa~o, a CrS 2.'io,oo U Hecibo de lnscriç:io de Gudo 1) lnscriçiio de 215 rezes a CrS lo,oo ~!) Heccbido de Comissão Solo de ' cn• ,I:.s ele Gail;i 1) De , cntln de :;ndo efetuada à , i stn 2t De ,·cndn de t:nclo. efetuada com financiamento: Transporte D I :-- 1; li I 1 I N A Ç A o h leceita .) H,,,.,.l,ido dr enda- de Lotes 1) ,·nrln ,1.- lote, parn H,•,11111ru111,•,: al V,•ndn ,lt· (> lnt,·• a CrS llon,on l.Uoo,,11, b) Venda de I lotr a Cr$ l.000,00 l.ouo,on 2) Vc11dn dt! lott•i-, para t·o1nl--rdo: ) Venda flt• 2) lotes a Cr Soo,oo lo.o0o,oo 3) Vendas de lote p/ exposição de má quina"l n:.:rírola ... : n) ' t'ntlu dr 6 loll•.; n Cr$ 1.oou,ou 6.ouo.oo 1) Vrruln d,· lot,·, pi Ba,.ure,. a) V,•niln d,· 11111 lott· 11 CrS 1011,nu loo.n" b) Vc1ul11 ,).. 7 lnll•s a CrS 1:;0,00 1.o.ín.,,n .i) V,•11da, ,k lot,·, pi Caf., ,. Lanl'ht's: :1) 'e11cln de 19 lol<'• a Cr$ lno,oo U) Hcc<'hi,ln ,lc ',·111l,·1lore, ,11d,11l11nlt'> C) ,rrc1·,11lnçt10 ele 5 :Noi1,•, ,1,, Hod,•io U) Arr,•,·n,laçilu ,l,· ,·,·1Hla ,lt· 'Otn, p/ ruinhu 2.B81.oo E) Arrecadação de 5 dias de Estaciona- 5.9.)5.uo 71.:!6u.oo 2.Son.oo 7>So,on le.650.00 1.=i.ooo.oo 125.no Hoo,oo 1.750.00 2.150,00 S.600.00 a) De finnncinmcnto concedido ~••la A:;êncin tio Banco do Ilrnsil ::,/,, de Guin Lopes da Laguna. . . :!:t-189,60 h) De fi11a11ciame11to conc<:di<lo pela Ai:ência do Ilnnco cio Ilrusil SI, de ) C,,mpo • Grnntlc .... --··-·-·- ·--·-····-- 19.8.50.011 e De financiamento concedido pela A~êncin do Banco do Bnisil ::,I .. •lc Ilda Vi~ta 87.IBo,on N) Hc,·,•bido ,i;; .. ···;·~IJ°ti··· ele cxpo,iç<ics anteriores saldo d I Eposiçao/1973 -1 Saldo da li[ Expo,,çãoll97-I li) Despé8a •• lago aos abaixo. conf. nornR e recibos 1) Casa lntcmaciunal: l'iot.a;; Fiscais ~.''~ 019 o2o o•J·J 1-11 7171 7199 7197 L51 7-158 7-166 7-170 7-19-L 2) Casa Primavera -- Notas Fiscais 3.315t0 . 1 ,. ~·o: 1579 :n 7h8 3:.!l :!u 3:!122 :l:.!1-12 • ~'l.',7 :l29;lo :2951 e Nora de 2-1-06-75 s/11 269,ov .1 E,púliu Ulmcrin,Jo X:n icr Pinh,·iro. -1'.. Fiscni,; n·o n:1.1 ll-11 11-1.S 11-16 1151 1200 1209 1213 1232 L22 1353 t35il 1.o98,7o 4) Livraria Bossa Nnva - No- as Fiscais nº· 3o18 3o2B 3o3l JoHt 3o87 3122 3125 5) Empresa Brasileit:;:;:·· de Cor-- 157,50 reios e Telégrafos: Recibos n~ o~ 19-10 oo 1941 026237 o2!ili5!i º;~!_l~0 0260:tl 02b2,l7 0266.'i 026266 0 -,b-12 e recibos de ~elagem de :l-lo,12 -J.699.Sl , ' TUTI. c:on·e;;:JOadc11t:i<1 de·: 11-nli-7:i rn-01,-,~, tí-íJli-7:í ti) .Jorn11! Tribuna ,:a ra: H!:!<'ibo:; n'' 0 Jf:i 1 oo 1J2 100 7) Poslo lpinrnga Lttla: Fif.!c:ii'i n·'' (í!i:!~> (ilj'.l7 22317 223373 22391 8) lJiuallex - l,1lorei- <· 1<0111- IJu Lt<la: olaH Fi ·,·ai..; n'' 7Iilil 71lli:i 7(i(j(i 7li!i7 D) Ca:-a dai; Tinl,18: ~otai; Fj..;. cai:- n·" Hí(i tF,7 :!oo lo) Hes!aurantl! .pa;ec-ida: tas de Uespet--a 11" Hf;S tom 1308 1151 li) Tipograt'ia e Uvral'ia ,J·o;·a da Lida: Notas l•h;cais 11" 11.->07 1-lllll J. Hio!i SUli TOT,L Traui;porte 1.233.00 Continuo no página seguinte tt 4 d4 o n,n,, 1 ! r t, '11 S! { r, ( ,)( j , 1· Mas m no 111 Í 'it ,, • j r ( í li (11 Ili ,., l. •t,·: rn" 1111!> 1 (lLJ. 1' e li f' H f 1! Jl .II· ?ll.111 l :,•' l't •·" IJ, U· 1 k p' z@ri ,, 1,,,1,. (J Coluna Espirita Sua ,lc:riJ'oàO num momen 10 n·•pnu,ft·rá pelo, ,ru- di,, futuro!'. Nüo ,,. prrt·ipitc•. , m,·rlita~àu Ih,· ajudar:, a diFct•rnir t.·0111 clareza t· '-<"• µurança. _. indeci,-fí.o prolong:ula ante uma posiçao a assumir, µera a cornplicução do problt'• nrn <tlle deverá :-er rnfrc-rHa• cio. por n1ais adia.lo ()t'tma ncçn. , Nao cultive rt.·ccio..:. Ore t' consul1t• o Evnn ~rlho. np6~ o qne nào tarde cm Jcmn!-ia n dt•finiç;'o. • Aja com elegância me-- mo quando uJianre de cir• 1..~unHância:.; pcrtubadora;.. :'o i o-11 !$3.00 19. 1 )9,1.0..! ão reaja movido pela »aixõe- inferiores. T«dos somo- chamado-, inc,·iaa,t•Jnu·nte. a ft" .. trrnu• nhos que aferem os alun~ .. in,li, iduai .... na {Ktura da .... , o• lw;;io dt~ l'ada uru. Quando não tenha co nht•(·in1t·nto dt• um:i o·«•rrf·n· cia desagradável, ouvindo a narra âO l'OIII ue,·t·----ária cnl ma , uct' não e:--tá t'Jll eundl <;Õ~·a de a,rnrnir re-pun,ahili datle. O ,1.--,·•Juilihrio do, .111- troo; ("011tam1na tambt."111 º" que- pnrtit:ip:un t·moeionalmrn te do plohlcma, ohn11bilanrl11- lhe• a lueidrz. Harrnonizt·---r: ante-. t· t11•·11ÍJ1t1 t' ((• .llflU l I • , { li 0!1t hlhetinho para o I'spin oi tào ta lmy r-rio, pois tem ó aninho. pe«finde llíll hrinqaehunuhs. J chegou 11 ..1Ld. e 1•Jt , ,it, .,tt n !, ti. 11..:1, ITOl!'V·: líilll.f' pir_tt,,d,, 1111·no, p.1t .. , l'I, ... "i', p ,l 'rn'I. eu ·ou pobre. unu potinl«o, r1 111 f.1t11 111 .. li•11.1: . 1 11· : 1 11rqu. ove nã» e atente! Eu acho 4IUt' O(t' 11.,0 ;.Lº Li ct•· 1,n111. nw- t·U •~o-to llllllt.i .-h , 11r , •. pi 4e! o a,o que r ou peulir pela ultima ez. toe pio uve tu,ler. eu nu,n Jl,.J, .. , •LI ;..:o-l,11' 1f.- d( 1'. J,, r·puta que nu ·on antent 1, 11 fdlro. J. H.-fn·i 17 l.lll,011 Dr. Helio Loureiro de Almeida Cirurgião Dentista RX 0A: 2AN)10MIO M)AIA €O±LI0, 22) ±LA VISTA MI ?ON 15+2 Horário: 8 às 11 horas 14, à,, 20 horas Aberto d:ia e noitt: Borracharia :- Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: I ,auchonete 1 Avenida Visconde de Taunay, Esquina Floria no Peixoto Perto do Baneo rio flr-1,il Guia Lopes d:i Laguna :lt. n.io -e envolva.. para ajudar (·0111 t'Ít' ;.H.;Jo. Entre o equilibrio + ,ft ... a .. frr- lllt··tlrb upt"11u- u111 p~•(IJt•no p.1 ..... 0. Pwlor ,. t'•l'jllrl:do )Jt'j)<'ll· dem de quem cu!tia honor.a J,íli,ludr ~ iu-t'u .. ah·z. O tJUt"' ,oc.'t' euhiu .. re Lt-I<li::1 ou --t'rt'nirlade-. «-Xlt'rio riza--e, quando voce for te-ta do. no mo111enao de -ua po1.i c+ perante a sida. -(e .. ;:u.udc·-:--~ cln ira. fuj:1 do, rno11w1110- da ubdclia, liberte-e do mui c;ue trím:i residir no .. t•u himu. ~üo a, in:1:.:rc :--u:.1 .. hc,ra--~ mediante a utentacào do dim.1 pe, .. rirnif-t.a. t·u1 1it••corr(·n ia de amigo-, -itu.ações e ati tude-. Faça sal irHt•riormt·n,t'. .- l(Uando <e d.-cidir p.-Jo hr11l n.:io rt'cue. não H' urn·r1t·ndn. iãu exija -antifiação do- outros. ~lelhur.:--c: pri111.-irn t' a prenda a dt'cidir t' u"ir 4.'flfll JeFU::-, t'n1 qu:1lL1ur-r con}untur:-1. Marcos Pri-co (Página p-icografa pelo médi um Dialc!o P. Fr.1nco t'lll 02.07.(,S. nn Ct·n1rn E-piri1:, .. Carninh,, riu H~dação". c:11, Sahador. lhhia.• Leia e assine D O TEIRll O JORN l Mensagem RN D Fausto Pinheiro , !Plll I] li 11.l l'l'll'llO dos Evanelhos, hó va rias revelações partieu lares que nos presentam detalhes sempre piedo sos sobre o tuscimento rio Salvado!', Dentre essas visões se C'o11la a que levo Só ror Maria de Agrreda. couheeida mística espan hola do t1éculo XVII, De seu livro "A Mistien CI dacle ele Deus" êXlrní mos os seguintes tópicos relativos an Natal: "O pnlncio que Deus ha Yla prepnraclo para hospedar no mundo u eu eterno Filho hu manuuo, era u mais po bre e humilde gruta de elém. Era constituida de uns penhascos sim pies, sem nenhum ntruli "º• e como tal, era uti liznda UiJl'llUS parn abri go de animais. Nossa Senhora o São José puserum-se u lim par o lrwal. clt'ixa11do-o em orem u com suave lragraciu. A entradnu da guit, o custo esposo acendeu uma fogueira. pois nuqueht uoile l'azL muito lrio i:trltl recolheu-se a um cant'l <la gruta. on de havia pulha seena, Sen tlu•lo aproxlmul'-Rtl a ho l'ôl cio parto relith-riiíllO l'ntI·ou cm êxluHe que foi o mais alio e admirável d,· toda sua vida. São ,JoHô urastou-se para fi ear em proluntdu oração C'ercu de uma hora depois, Maria sentiu e viu que-: o corpo d<• DeuH -Menino se moviu em eu virginal seio, onde havia permanecido du rnnte nove meses. Este movimento da criuuçu 111io i,ó c a u s o u u Virgem Mãe nen hum sofrimento ou dor como, ucuntece com lo elas as mulheres, mus ao •!onlrário, deixou-a em grande júbilo e ulegr·iu Incomparável. Com os olhos eleva dos para o céu, as mitos juntos ao peito. cleu ú luz o Salvador do mun do, Deus e homem ver ducleiro. à mern-uoite de um domingo. Os urcan jos São Miguel e São Gnbril'I que a tuclo assis iam em rorma corpórea tomatamn o menino em suas müos com incompa rúve reverencia e :,pre Henlarum-nn aos olhr>s da lüe San tis. ima, Ma ria eu•.iio envol·pu-o em l'nixas. DR. I0n C. PI.MIEIII CLINICA E Ultl'H<;L UE OLIIO.' t • u..« c·mo. t23. 1» lua: Antonio Maria .oeI • - Em«dr, Fone Súbitamente, dez mil anjos em forma humana tampo Grande encherulJI <ln e pleucio1· L-------------------- a g-rub, uriorn11clo i-eu criatlor rclto homem t:: rorum depois avisr os pasl(ln•s com aquele 110 ,·o cflnllco: ''Ulóriu a De~•s nus alturas, paz 1111 terra aos homens de boa vontade!" !:-ilo José, que des perlara de um êxtase Se voce está triste -:hamudo por Maria, ado porque perdeu seu amor, rou proruntlumente proi, lembre-se daq1·ele que trarlo o Deus-Jn!'unte, e não tem um amor para depois, estreitou-o em perder. seus braços. Se voce se decepcio Em ·eguldn, enl!·c•u na com a:gum11 coisa. na grnta um boi ao qual lerubre-be daquele cujo se juntou o jumentinho nascimento já foi uma que nosrn Senhoru havia decepção, montado nu viagem pa Se voce não conse- ra Belém. Ambo: os ni mais se colocamm ao ludo de Jesus. Assim esteve Deus feito homem envolto em panos. recli11uclo na mun jl•dourn entre dvis uni maiR e, desta forma. cumpriu-:-e à risca a pro l'ecia de ]saias ( t.:l): "O boi conhoce o seu dono e o jumento o e><tábulo de seu Senhor. mns Is ruel não conhece oadu e meu pOYO niio tem entendimento". ABIM ue passar nos exames. lembre-se daqueles que nilo tem condiçõei:, de estudar. Se voce está cansa do de trabalhar. lerub,e se daquele ungustiado que perdeu o emprego. ~e o seu trubalho exige renuncia. lembre se daquele que não tem a que renunciur. SEI voce reclama de alguma falta de comida. lembre-se daquele quE:, fami11t0. morrP sem ter ' . Helu 'isla ato Grosso Dr. I{ésio loureiro Pinheiro Advogado Hua Antonio Maria Coelho 22l Bela Vista llt. Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral Médico Rua 1'.í tle Kovernbro, Bela Vista - MT ===HAROLDO MEDEIROS== OAU - MT. 83 PF 8-295.87 Rua 15 de Novembro 177 Bela Vista Mt Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopedialria Prót se em geral - Raio X R onsu las com ora marca da" Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim .Mt. Laboratório de Análises Clinicas Dr. Ciro Benhur Torres Gallo lua Antonio Mria Coelho - 339 Fone - 217 Bacteriologia - Bic,quimíca - Hematolo!!ia Parasitologia - Sorologia - Urinálise b Pré - lup<:ial Pré - Natal Jane Mary um pedaço de pão_ Se um sonho seu fvl desfeito, lembre-se du quele que vive com um pesadelo constante. Se voce auda abor recido, lembre-se daque le que espera um sor riso seu. Se espera por algu iua coisa, lembre-se da quele que não tem por• que esperar. Se voce vai mal nos negóeios, lembre-se da quele que não tem o que negociar. >e voce está des contente em sua casa, lembre-se daquele que r.ão tE·m porque ficar descontente, pois uem casa possui. Se voce tem um amor para perder, um trabalho para cansar. uma i-enunr:ia a fazer. Um sonho desfeito, um aborrecimento urna espe rançu, uma comida para reclamar. lembre-~e ele agradecer a Deus. por que muitos existem que dariam tudo para esta rem em seu lugar. ··() ~lomenlo .. ,,, Eletro - domésticos. Cal çados. Bijouterias, Arti gos para o 1nverno. ma las. Tecidos, presentes e uma infinidade de artigos para Embelezar o seu lar. CASA FLORES "A Casa de Sua Economia" Rua Pilad Rebuá 5Gli Bonito - Mt fl,I~ i 1 ,, 2.l-12-i,j Mensagem Ao povo trabalhador e progre-i-ta de Antonio João. envio o meu fraternal abraço. almejando à todo- um Feliz Natal e Próspero Ano Novo ÜP'-cnvolvimcnlo é trahalho de cada um em beneficio {] de todo,-: juntos construiremo- o futuro. com trabalho. );{ amor, união. fazendo de no--o dia a dia uma maneira objetiva de participar'' ADÃO HERODES XAVIER Prefeito Municipal de ,ntonio .J oüu .. ,.. - Continuação T[lAN PORTE 19.996.02 :lo9.6io.2:I 12) Relojoaria Omega: Notas I~scais 1-Hiü 12-125 13-llo 13 ot 8.000.uo· 13) Gra11de Hotel Gaspar: No ta~ Fi,-cais nº 2288 2394 2ü92 1.119,oo 141 Industrial e Comercial de iiadeiras Batlilaui Ltda· Nota • fiscal 11<! o5 e Notas de mãe, <:e obra nQ 079 lo i>I o oo l) Posto Nacinal de servi-' 0s: .Notas Fiscais n° 1I7 118 119 J·'o - - naus« e coreto a • ""87.7o deiras Rocha e Battilani Ltda: Notas Fis~ais n· 0 072 073 5. 368 94 17) Grát'ica Puorobel; Recibos ' de pedidos n·o 4o7 472 473 :585 oo . 18 Casa lmperio l: No tas Fiscais ' 11 o 0139-lo ol41G8 Recibo de 04-09-75 666,2o 1 .. 191 cãsã·-·-êiãs'"KTt::ciüfõàs:-Notã ·- 'Iseal no 592 127 0) orieta Royal: nota a 'ooo 1 nao de obra n·o lll 350 oo 21) Livraria e Papelúrfa ... Pr°o: ' gresso: notas fiscais: 66o 666 g, 686 687 690 695 2182 171,oo ·> --1 Casa Jo Arroz: nota de "8-07-07 Sn. 20,00 t· 2 3) Çomércio e industria San ,Luzia: nota Fiscal n·o -1184 8,oo ?) Panorama Hotel: nota fis- . ca, 1193 ,..,. 25j itere@ao Ntsikaa: No4 "0·0o fiscais u·o 9 o 981 1255 5u5,oo 26) J. Kondorfer: Nota fiscal n.0 8494 . 6 5,oo 27] Posto São Cristovã·o .. Ncii'a fiscal n·o 5322 o,oo 2) Relojoaria Suiça: Nota fis- cal n.o 883 96 oo 29) Depósito Terrl!ta: Notas ' fiscais n·o 9o 129 97135 678,oo ::lo) Casa Pecuarista Ltda No- ta fiscal n·o 4977 450,00 31] Depósitos N-:-·-g: "Xoarecida nota fiscal n·o 369 • 60,00 32) Cooperativa Agro-pecuária Mato grossense Ltda: nota fis- cal n·o 3936 240 oo 33] Pito e ia Lida: nota ns- " cal 15119 55 uo 34) Agriporã Ltda: • nota - fiscal ' n·o 048 . 7o oo 35) A Escolar: nota .. fü!cai" n·o ' lo31 • 36 oo 36) Casa Libaneza ncta ... fiscal ' n·o 522 9o oo 37] Mercearia Suzana: ota ris- ' cal 1208 11,8'> 38 Folha de Mato - Grosso:... Re- cibo de 08-28-75 -- ........ -·--··-- 2.ooo, oo Transporte 52 .813, 66 Transporte 52.8-1:i,66 39) • Diário da Serra - Re.-. n.o 07-75-116 1.000.00 ,IQ) • Dr. Cissio Noronha - Ree. 34-75 6.565,5 'H) - Cartório do l.o Oficio. Rec. 18.Ri5 2.'i.00 Continua na pagina seguinte :lo9.6i u-2:l 309.67.23 IOI ESTAÇÃO REIO hA FOITEi . • ;;duha cidi,.de de Pd, :> Zc~•n Caballno. Parr.giln I rlesde o dia 15 do e;:n·-nte possui uma nova emissora de rádio, que já iniciou os Eeus serviços àquela Iocali- . dade fror,teiriça. A emissora tem o prPfixo ZP 31 - Radio .lburucuya e junto com a outra emissora: ZP 15 Radio Amambay, for mam o conjunto radio fônico de Pedro Juan Caballero. Enquanto isso Ponta Por-a, continua so !rendo o velho proble ma de não possuir si quer uma emissora. (Correio do Porn) Leia e ,assine TRIBUNJI D11 FRONTEIRII O JORNAL -- ll, ! , , , ,, ,' 1 1 •:, , --·----- Mensagem 3,r. : -- 0R.- .. ::::::-: ',~ ai- uma vez elegamos ao oá-is do atal e à fronteira do Hno Novo mais uma vez. olhamo para trás e olhamo> para a fre11t,·. A conjuntura é propícia. pelo pensamento e pelo sentimento. o futuro a DEUS pertence, e a nó. • Tudo de bom vai nascer agora. om o- no0> melhores voto- de Feliz Natal e pró:,pcro Ano Novo. -i 1 .. GRÊ 16 OS S .. PED O 1975 Uf. O D3. 0z MANO Presidente do Diretório Municipal da( ARENA ) Ao Ensejo das Feliclditdes de Fim de Ano, a Direto- ' ~ ria tio G. S. S. P. R. Truusmitc uo Seu Lídimo Quadro .'o- ?'-' . • • eia!. os Mais Efusivos Votos de Um Fclíz Natal e Cm Prús- _, pero no Novo. Que a ResHonúncia dos Sinos Natalinos, Fuça Renascer em Cada Coração as Esperanças Balda das, Trazendo Pura Cada Lar :.!ais Amor, :!ai,; Paz e Felicidades Ccju '.'.laior Fonte é o Próprio DEUS " Encarnado no Infante de Belém. ; No momento em que o pensamento se eleva, como um pássaro que desfere o vôo à procura de paragens mais altas, queremos expressar • a todos aqueles que se irmanaram co- nosco no pensamento e na ação o nosso reconhecimento e os nossos votos de boas festas jJ! FELIZ l L fEUZ o ovo Presidente da Assembléia Legislativa -- - Li +-+4. 2127 0i ., ('-) t;J K 9 Pensar, agir, ter êxito são t1 referem precisamente ao CXJ)l't'f.SÕe mesmos par@metros e pertencem u universos distintos. Como Goethe , nos dlsi;o: "Pensar é fácil; agir, difícil. Agir de acordo 1 1 1 ; com as próprias Idéias é o que há de mais diffcll no Mundo" ' Etitus palavl'On sintetizam uma Jilosoria e encerram i I uma v,,rdade, que 1 ✓j para um novo munclo e uma nova !'use. Neste NAT,L, que o CRISTO homem desperte em seu coração, e sinta fluir no ínlimo de seu ser, a verdade que liberta. 1 _j ,., ''ouvida", despertará o homem ; 1 feito Vice-Presidente do Direlorio ela ,ilE;,-1, ele Bela .'isla - :i1t. •• Em Deus que turio pode, espero hgmild mate cota 1. rcini<:iur no uno que , ra se iciu. minha luta em pró+i !o povo bel:avistense, Na amara, buscarei ão d·Irau!ar a horrrsa confiança em mim depositada, nem frustrar eneroos n-ei os e justas esperanças, olhos postos no bem estar crencenute do povo belavistense e maior grmdeza de Mato Grosso e rio BraRil" Vereador Afonso Dilon Nunes Lelta APENA ) ±« = *t i~ Marcada pela cele braçüo da Santa :lissa, em seu descobrimento, e sob a égide do Cruzei to do Sul, nossa Pátria. Possui uma tradição crista qne deve ser ca da vez mais aprofunrla da e enriquecida. Um cios sinais mais evtdentes de nossas pro fundas ligações à Civili zação(.,Cristã reside nas denominações religiosas de • grande número de cidades brasileiras. Den tre e1,ses nomes. desta camos a l.:>mbrança à crnnde data da Cristan dade. Primeiramente, te- mos o nome da cupitul do Estado do füo Gran de do Norte, por ter si do na noite de Natal de 1599 que se celebrou a prirndta misso, nu pe- queca capela, marco inicial dos primeiros portugueses, que assim iniciavam o povoamen to na região. Com o nome de Na tal possuimos mais dois pequenos povoados, um no Acre e outro no Pia ui. Há Belém, capital do extense Pará. onde se celebra • com brilho Mário A. Correa sempre crescente a fes ta de Nossa Senhora do Círio de Nazaré. No Rio Gru.nctr do Sul, no ex lrnmo oposto, existe a eidade de Belém Novo. Com o nome de Na zaré. hi,. várias cidades: no Rio Grande do Nor- • te, Bahia, Acre, Piauí, além de Nozaré da Ma ta, em Pernarr.buco, e a Nazaré Paulista. Por fim, em Goiás. existe a cidade de Nati vidade e no Estado do Rio, Natividade cte Ca rangola. «Agência Boa Impren:sa» Dr. Eelio loureiro de Aleida Cirurgiã.o Den!ista RX )A: ANTONIO 3AIA GOELO :2) ±LA V1A MI ?0N? 15+A Horário: 8 s II horas Il às 20 hora- Aberto dia t'. noitt'. Borracharia - Lubrificantes Diesel Ga ·olioa Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de Taunay Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna J casa SUDOESTE de Cmile ]. @elilate Ferros, Chapas, Tubos, E 1'intas, Azulejos, Vidros. Conjuntos Sanitários, Arames. Ferrugens uma infinidade de Artigos pora o Cliente Exigente. NIZNDJANTO OB A$021 2±€li122AD0. 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CONSEQUENCIAS: 1°) - Perigo de Frear 3%) - Desgaste Irregular dos Pneus DOIS EXEPLOS : 1) - Um desequilibrio Estatico de 30 Gramas à 100 Quilômetros por Horn, Corresponde a uma Fortíssima :'Jartelada ~ll) - Vibração na Direção e Dificuldade de se Manter c Veiculo na Trajetória Exata Indicam Desequilíbrio Dínúmlco i 2'') - Trajetória Errada 4%) - Defeitos Da Suspensão e 5<?) - Vibração do Carro # G Normalmente se Deve Balancear à Cada 100 Quilômetros QA)D0 ALA)C±A3: OU Sempre Que Trocar o Pneu ou Notar Alguma Irregularidade CJ AL LEMBRA Os Freios Param as Rodas.mas ião os Pneus Que Param o Carro !!! « %TE. MM FREI. , Yéspern de Na tal nu França, durante o periodo medieval, era dia de grande jejum e mortificação, que termi nava com a grande ce ia. A mesa era enfeita da com ramos de louro. Mas antes de sentar-se, a familia procedia à bênção· elo fogo, sim bo lo de Cristo, a Luz ver dadeira que ilumina o mundo. O fil11c, caçula reci tava uma singela ora ção, repetindo as pala vras pronunciadas pelo pai. Ele pedia que o fo go aquecesse os pés en regelados clús órfãos e dos anciãos enfermos; que iluminasse e uque cesse todas as casas do Reino francês e que ja mais os incêndios des truissem as hab:tações nem osnavios, que nave gavam em mares longín quos. Após a ceia, to dos cantavam velhas canções de Natal. e à meia-noite, quandos os sinos começavam a to car festivamente, todos saiam pi asssistir à Missa. A noite de 24 p 25 constituia uma verda- Hamilton D'Avilo deira festa que se pro longa va até alta ma drugada. Os mendigos podiam esmolar com mais insistência, e eles também entoavam os tradicionais cânticos nu talincs. As crianças das janelas atiravam moe das de esmola dentro de popéis ou pequenos lenços coloridos Pi que fossem logo localizadas nu alvura du neve. No dia 26, se consu mia o "pão de St Este vào", uma espécie de panetone, sobre o qunl se colocava uma coroa de louros p/ lembrar o martírio. Em geral, os presé pios contavam com fi guras vivas, transfor mando-se em verdadei ros teull·os. Na região da Provença, se entoa vam os mais célebres cânticos de Natal, nos quais os atores que re presentavam os anjos cant.uvum sempre em . francês e os pastores em linguu provençal. «.ABIM> Na granJe maioria das nações ocidentais. o Sto. Natal é comemo rado com a maior ale gria . e liberdade. ilas, há povos ocidentais que não celebrarão a gran de data. senão nas cata cumbas. Referimo-nos à infeliz ilha de Cuba e u todas as nações cristãs que gemem sob () tacão soviético, atrás da "cor tina de ferro". Dentre as nações subjugadas pelo comu nismo, uma das mais sofridas é certamente a católica Litu!inia. Do livro «Maria, salvai-nos», traduzido e publicado na Itália, reproduzimos a seguinte pungente O ração de Natal, compos ta por quatro crianças lituanas, deportadas pi a Sibéria. Essa oração, em forma de poesia, traduzida p/ o portugues, evidentemente perdeu a rima: "Com os lábios enrege lados, com lágrimas nos olhos. atormentados pelo de sespero, prostramo-nos diante de Vosso presépio. O Divino Menino, acei tui as nossas súplicas. Aceitai o nosso tormen to nessa tristeza Recebei o sacrificio dos heróis, as lágrimas dos nossos queridos, êlS orações as preocupações pene tradas de dor! Conservai-nus todos p um futuro melhor. ' Concedei ;, felicidade do Paraíso aos caídos em terra es trangeira. pela fadiga e pela fome. Flavio Braga Pelos méritos de Vossa antissima Mãe e de todos os Santos. tende piedade de nosso povo. Com o coração partido Vos imploro: • abreviai os dias da du ra prova. E se é necessário 0 Sa crifício. pedi-o a mim. Sómente concedei-me a fortaleza e a coragem dos márti res. Amém'. «ABIMA» .- lia e lssi " Itihuna b mmteina " O JORNAL du 1 ';,.: 1: ,, • • '. 1 : ' ,, j tu. hzat do que Ia D0 CO- uao dos IHonen de Boa 'ou+ade Em ome J)'l,J ', )ensejamos a Todos 05 nas0 a±igo C'l!tllle .. é Jornece!ore Ulll ii Feliz Natal e um Ano i !ovo Pleno cl~ Realizações Matriais e Espirituais. ,, 1 dl t' ' / 1 . l l ' : ( ese:o de 'nos D)edas AGii!I ETOR i l ! ►l 1 --- -=:.:::_- __ --- -··- • -------- -~=====================•I<( 1===================== 1 ::J .) l( l Cue o exame retrospectivo do Ano que passou comproYe o mais positivo dos Saldc>s. Que as primeiras r,rospecções no Ano que vai entrar induzam as previsões mais otimistas em todos os sentidos. São os nossos votos de feliz Natal e um Ano Novo pleno de realizações. .J Ranolfo Pereira l Prefeito Municipal de Gula lopes da Laguna - - r.,:y--. i.,:J...,_.,_, À Ter.1o d 1 9 7 5 , e n lniar d e 1 9 7 ó , a todos que nos deram apoio, cola bora:ção e prestigio, desejamos =======x======= vE!>UTADO Hora:i1> Cerzósimo Mensagem # L01 IuESÉ MIIRIR ISIBEL JACQUES Hua Duque de Caxiai- n. 1323 3214 )13124 C.G.C. ( M. F. 1 Toei dos 0:1.20:!.o:wooo 1 Roupas Folias - Chapéus •· Sombrinhas Vestidos • Calçados • etc. Desejam, à seus clientes e aruigns um a:íEl!.O~ IN6: íJ 6:1!. -- _rn,·- - e próspero 3)0 3)O/O -B'.s % 1 1 ro:~:=======~=- =====<========~ Neste 1 ATAL medite no sacrifício do Meigo Rabi, e no mistério de sua vinda para redimir os homens. Fraternidade e Igualdade, para todos e que a men sagem de Nazaré se transforme numa oração diária, são os votos àe ,NDHP. TADEll OCUll'O: Prefelto Municipal de Caracol Encontra-se à venda ua Ranca de Revista do ·Gasco" Ao lado do Cine São Cri tovão APURAÇÃO PARCIAL as PERSONALIDADES DO ANO DE ELD ~s,a - E EG O Os Dez Mais é uma prdmrçúo da Tribuna e vlsa apontar as Persunalldndes e Organizações malN populares em Bela Vista e rel-{iüo. As apurações dos votos e publicação fürnl do,; escolhidos, sairá na primeira edição de janeiro. Os escolhidos receberão um bt>lis11imo 1ilploma. Proflsslanals Liberais Advogado- Ké,io Lourt'Íru Pinlwiro ;Jé<lico - Dr. Hohaval Bor~e• Pecuarista Atanásio Gomes de Melo Dentista- Dr G.-rnlclo Ho,a Econo111i,1u Dulio Co,1a ProfeHor (a) -- Claude l,·<lt'iro• Jornali•lu - haldo l't'rtira Contador - Julio Ara,hiro V elerinúrio - 01!1 io Loureiro Filho (Bela Vista) !Bda Ví,ta) ( U,·la Íslu) (Ela i-ta) (Jurdim 11,•l,1 i,ta) (B,•l,1 i,la) (Jardim) (ll.-Ja Vi,lu) Polltlcos-Adminlstrotivos l'rd,·ilo du H .. i:iào Su.Jo,.,1 .. •- Li,·l llrum J:11'1JIH'' Uonilo Vereador Pedro l'al111ini (l!t' a '.i-la Dirigente de Empre .. a - ::n 1uri de Oli,t"ir.1 Juu1,,r J.irJi,n Diretor(a) de Colégio Ilza tarnriro Homeiro ela Vista Dirigente de Futebol Jo-é Gluey Floe- Bela li-ta Gerente de Estabelecimento Bancário- Aug-to Guede- Uanro ,lo Ur:r, ri • llt·la ,. i:, Secrclúrio luni<-ipal 1!'rdri1urn,) • Em 111,lo B.irho-a . ]Jrd.rrr Deputurlo E,tadnnl - llul11·11 Fi,.u,·rio Depu1udu F,•drr,tl - L 1,,ii,lo B.;rÍ'111 DirÍ;.!t'lltc l'nrtitlúrin Fitiri lurano .rc·ua B. j .. f.t Dirigente de Entidade de Cla-- .,. - Jat·in'o Iir.,ndu B. 1· ;,1 Club,· dr S,·rvi~o - Hotnry Clnh d-, B. i-1a Comércio Eletrodo111í·-1ic<>- - )16,·-,i• De!La ~luteriul pi Consiruçõ,·- - Ca,a Sudot·•lt• Furmácia - Modera Casa Especializada e Tinta- Ca-a das Ponto de Tai o 3 loja de Tecidos Ca-as Pernambucanas Loja de Di-os-- Moveis Delba Luj11 ,lc: ,lulrriai-. E,_portÍ'o~ - Ca ... ,a Aparecida Hotel - llntl'l dos injau1,·, Auto Peca. Casa Primavera Gráfica - Trihuna da Fr ontt·in.1 Linchonett· - Cinela,ulia (,lo Ga,,·o) hrdirn Guia Lope- da Lsganva l:Sr1J j .. t:i l itlla, • 13, la i-la Bela Vi-a ll,-la i-ta J.,n!im li. 'i-ta li. 'i-ta B.-la i,lll IJ,·la 'i,u D·la i-ta Outras Atividades Hudinli,10 - ':rlério Penha 7.p•2.1 Grúfi-.,~o - Atluir Anicc,o Clubc E<porti, e - Fbnu·n••o de l.Jt:la 'i-la Clube Social Gremio P·à,, H afino alo de Cabelereira- Hamona • Empresário mais Destacado Amauri de B,lla i-ta 1:.1.:la i-ta B. i ta B. i-ta Oli'<·im Jardi111 Poro Sorteio d~ 10 assinaturas anuais Nome Completo <lo L,·itor Endereço .... -··- . _ Continuação IVA !EXPOS!Çlltli llGIUD PECUÜRli 13. F,·rnanclo Dias de Aud.rade: 1 Hc• cibo de 18.ll9.75 • 1. J00.00 11) • Fábrica ,le Gelo Polur: N. ,le clt·•· pesa de 31.07.75 260,00 t'.'",) • Nurci-.o Ortiz: Hrc·ihuo; n.o: 39/75 51/75 • S5l75 16) • 'icior Pruzo: Ht·cibo 11.0 87175 I7). T&reio Celestino Gonçalves · ReciLo 11.0 85175 18) • Honií1kiu Rodrigut•• An1u1w< lleciho d" 30.07.75. 19) • Dácio Cuhral da Sihu: H,·~il,o n.o 60175 50) - Joaeyr Marques Moreira • Hedbos n.o 67-75 68-75 51) • André Grance - Hr,•il,u n.o 76/75 :i2) • Srn-ro Ferreira • Rr,·ibu n.n 61/75 5:1) • lljalm:1 Silw,trc, F,•rnurulr,: R,·,·i• bo n.o 57/i5 5)- Jolo Figueiredo - H,·,·ihu 11.0 6117.> 55) - Nicolau Ferreira: lecibo n.o 65/75 56] - flnroldo d,· Va-,·on,-.-lo; Pinlu·iro: 250,00 2.500,0o 2.500. 00 7oô.oo IIJkOO 1.ooo .. oo Uoo.ou l.lon,uo 150,00 Lo,oo Hecibo, n.o 18175 • 6916.5 • 91/75 15.oou.oo 93175 9 lli5 • 98/75 6o0.0o 57) • Armnncln Hazime - Recibo n.o 70o/75 156,0 0 SB) • Waldir F,·rnundc.: Rcdbos n.o ' . 71/75 72175 600.uo ,>9) • Ruhrn, Pnd Lope,: Ueciho n.o 7-1/70 H.600 uo 60) • 'i~tor Pt._•nzo: Pura compra de cana, capim pagamento dos trabalhado- res da forradeira:- Recibos no: 26/ 75 '!.7175 16175, nns. 7817., ra.9sz.,.,, 6l] - Reinaldo _Campos Azevedo: Recibo de o5.o}.G5 Soo,0o 62]- Antenor Pares de linrro, . R.-,·ibo n.0 38/75 loo ou 63) - Adnir Canteiro: Ht•c;-ihos no.; -ln/";:; .. 50/75 - 5li 75 250 00 IH) - André Fleitas: Recibo n.o ' 33,'75 100.00 Continua no próximo número Leia e assine T8UNJA D FRONTEIRA 9 JURNDL Preço deste exemplar CR$ 1,50 Mensagem . + -:,. ,. , --- ,_. o futuro. De E-pírito aberto. Com hoa vonhde. Construamo-lo,; agora segundo o melhor projeto, debaixo dos mais altos iofluxm; com a njuda de Deus. Eles serão rundes e sólidos, ão os n050 V0t08, Câmara Municipal de Jardim Presidente - Edrilson Hrum Escobar Vice-Presidente - Fausto Peixoto F. Giralde Secretário - Zauri Bartolino da Cruz Vereaclores - Paulo Nogueira - Ernesto Lancia Caldas - Adelino Prates Lescano e Rômulo Ramon Yarzon o ... Zouri !3ortolino do Cruz Edmllson Brum Escobar Na agilnçilo cln vi da moderna, o Natal nus faz lembrar quase sempre presentes envo! tos em papel colorido, troca de cartões de Mo as Festas, mesas abas tadas, com muitas bebi Jns, etc. Mas, Natal é isso? Aliás, isso é Natal? . Houve. é forçoso re conhecer, uma Inversão de valores, resultado da crescente dessacraliza ção da vida. Para al guns, Natal se resume numa festa de crianças co?1 ão Nicolau, gulo setmas, brinquedos, bo necas, bicicletas e ou tros presentes vistosos e sempre caros. Para outros em número cada vez maior - o Na la é um simples pretex to para se fazer uma grande 'resta, materiali zada e embrntecida pe la ing,:stiio de muitos alimento,; e bebidas. Quem não terá vis to, na !eslu de Natal, ente rindo, aparentan lacto u:na grande sa 'isfaçüo? Mas tais pes oas pseudo-alegres não se enganam nem a .si mesmas: um tédio. uma mortal frustração lhes domrna a alma. ta ra zão direta com que em panturram o estõmago ... No dia 25 de dezem bro, após o lauto almo ço, a tarde apresenta, uitas vezes, um ar pa chorrento, tedioso. abor- recido, que se torcia maior pelo calor que costuma fazer, na época de fim de ano. Já observei pessoa que passam diante de piedosos e urtisHcõs pre sépio,:;, e rEoferindo-se à figura do Menino Jesus posto entre as palhas. exclamum: " Que engra çadinhu!. ·.." Parecem assim, resumir nessíl frase tüo banal ·toda a noção que possuem ou que lhes restou - da vinda do ilessias ao mundo PÍ a Redenção da Humanidade. Já se transformou até em cha,·ão consi<.ie rar que o "Natal é uma festa de familia". Nisso reside apenas uma par te da realidade. O Na tal é uma restu do es- . Silva Melro pirita em primeirissimo lugar. São Gregório, que viveu nos primeiros séc. da era crisuí, costuma va chamar o Natal de ·'nossa alegre primave ra". .Comemora-se o nas cimento do Messias com refeições· especiais, tro ca de presentes, cartõe . cumprimentos. visitus a legres, ele. tudo isso é bom, desde que não se jam meros exterioriza ções de uma celebração pagã, que afoguem o verdadeiro espírito reli gioso ela grande data. Pois. como canta u ma prece litúrgica: "Ho je, p_l nós, se dignou nascer da Virgem o rei dos Céus. p/ restituir ao homenr o reino celesti al". Nüo percamos de vista a luz da estrela que nos conduza, como aos Reis 1lagos. até Cristo que se encontra no regaço de Sua Mãe, a Virgem Maria, conso ladora dos aflitos e re- fúgio dos pecadores . PRIMEIROS MATAIS O BRASIL A primeir,1 comemu ração cio Natal em ter ra brasileiras data de 1549. A informação ofi cial procede do Parire Manuel da óbrega. sa cerdote jesuitn, um dos fµnda-lores de São Pau lo. Ele escreve de Porto Seguro, <lutando 1.1 carta de G de janeiro de 150. "Ne'ita festa ele . No tal, eonfessamos muita gen te. por graça de Deus". Outra rel'erência pio neira data de 1583, do Padre Fernão Cardim. igualmente jesuita: "Tive mos pelo N'atal um devo to presépio nu povoação (Rio de Janeiro), onde algumas vezes nos ajun távamos com boa vonta ele e devota música". Naqueles idos herói cos tempos de desbrava mento, o célebre Parire Anchieta escrevia um de seus poemas, dedicados ao Natal: ·'Finalmente., ó )lüe Santíssima, desfeita a grande meada dos séculos, soou a hora César Gouveia feliz do teu parto, hora por ti suspirada com to dos os frêmitos de teu pdto: Noite rtagruda. a úniea mais clara do que o clia". Pode-se asseverar. com egurança, que a resta do Natal no Brasil nasceu e se propagou em torno do presépio. armado com minúcia e cuidado, fo SP. ele com posto de ><imples pecas de barro ou de arlisli cos entalhes de maJeira E assim, permanece até hoje o Brasil, trans corridos mais de 400 a nos. a tradição de uma série de festas. que vão rlesde meados de dezem bro até 6 de janeiro - dia de Reis - centradas no mistério da Encarna cão do Salvador da hu manidade. (ABI) Tribuna da Fronteira O JORNIIL li, 1, i-ru. 21-1:!,i.í Men$0SCl li OLITíÍRIO Alteylr Alencar Vinha a passos lentos, cabisbaixo. Parece que contava os passos na calçada da rua cheia de ente. Em frente a um bar, purou. Olhou pu ru os dois lados da rua . . . entrou. Sentou-se 11 uu:a m1,Ha num canto tia !laia, afrouxou o laço da gravata, desabotoou o colarinho. - Garçon, por favor, me truz aqui uma Brah nrn ostúpldu mente gelada ! - PolH não, cuvalheh·o 1 Euqunnto bebia u cerveja, com interessarile i,;er!'11ldude em melo à ugilnçüo clrruudnnle, ob Sl't'vavu o vnl-e vem humano, com o olhar per dido uo limitado horlzonle delimitado pelo outro Indo da rua. Tinha nos olhos u trlPtezu incerta de quem enxe1·guvu uma coisa e pensava em ou tra. - Faz favor, garçon, traz outra ! Fazia calor. Era natural que fizesse, se está ames numa segunda feira ensolarada quase sulocante. (rgueu a vista e cousldernu, por Instantes, um ventilador suspenso do teto. Acenou com u cabeça mostran do que pensava com seus botões: ludo girn nes te muuclo .. , Inclusivo o próprio mundo glrn. Alguns freguesPs, nn mesas próximas, pules travam gesliculauclo. Outros, entravam, pediam. bebiam em pé no balcfio, e partiam. Pessoas a pressadas chegnvum, compravam cigarro , pngu vum e se afustavam numn conduta automática. O rapaz de olhar perdido e triste pediu um pedaço de papel ao gurçon. - Só tem papel· de embrulho ! - Serve ! Tomou de uma canela e tomou mais um co po de cervein. Retirou ele sua carteira de eédu las umu fotogrnfia de mulher. Acendeu 111,i um cigarro- a fumaça subiu em aspirais e logo se desmnnchou por fo1·ça da corrente que suin do ventilador -. Olhou demoruunmente a loto e põ- 1 la de volta na curteim. Pensou um pouco e es creveu no papel de embrulho: Penso em ti. Margarida. E into da ulmu Fugir, chorando, a própria mocidade. Meu ,·ulcilo Interior demora em calma, Mos pulsa dentro de mim, com intensidade. Vejo teu vulto em meio à densidade Desta população nervosa e incalma. Sinto falta de ti. A dor me invade. Oh! Vem trnzer-me da alegria a pnlmu ! Mulher, surge entre as sombras do meu sonho, E expulsa o pesadelo tão medonho Que lauto me atormentava e me apvora.. . Liberta-me da dor e da desgraça : Teu amor, é o punhal que me atravessa, E teu desprezo é a dar que me devora ! Leu o soneto. Releu-o algumas vezes, fazen do ligeiras correções. talvez para ser bem cor rente com as suas idéias. Assinou, logo abaixo: Jose Mavignier - Poeta, Advogado e apaixonado. J havia cinco garrafas vazias sobre a me sa. Um ciuzeiro fedorento estava cheio de poutus de cgarros. - Me dá a despesa aqui, rapaz ! Abotoou o cohlrinho, refez o uó da gravata. Guardcu o papel de embrulho no bolso Interno do paletó. Levantou-se ao mesmo tempo em que •·ecebia o truco. Na rua o mesmo formigueiro humano, o mes mo corre-corre. Indiferente a tudo, olhou pa, a os dois lados da rua. Meteu as mãos no bolso e saiu lentamen te, cabisbaixo, contando os passos na calçada no mesmo sentido em que vinha qutLndo entrou no bar ... e Bela VJ&la. (l'I'.}, 15 12 75 A vezes a gente diz: Mas que Chato.... As vezes a gente diz is- D so, sem mesmo uté, sen t!r o peso dessa peque nina palavra. De a<:orrlo com o "Pequeno Oicio11ú rio ela Lingua Portuguesa", eh COMEI'MAL Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amadore,; e Profi:,:-:ionai:-: Praça Cel Camisão no. 53 GUIA LOPZS DA LAGUNA + MI. Representações Cereal Ouro . Ltda Ferlillzando com amor o nossa terra (Tudo par Lavoura) gora com ovo Proprietário sendo Atendido pelo me-mo Ambiente Estritamente Familiar Quartos com Pias • Apartamento- Restaurante: "Comido Caseiro" "e eoae de Cae rande" R. Rio Banco - 220- Fone 4-2105 - C. Grande Mt. Auto Mecanica lndependencia D e Jo-é Hipólito d e Melo Oficina Autorizado Ford Willis do Brasil ·Mecanicos com cursos de Especializa·ao" l u a Cuiabá < -n e Avenida ll d e d e z e m b r o 5 Jardim Mato Grosso de Theobaldo Amaral lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Rodas. Ruu Conde de Porto Alegre sn Bela Vista Mato Grosso NU73 de Joo Bati-a Flore - Perabrisa colocado na hora Peças para todo o tipo de Veiculo "Agradece a preferência" Rua Pilad Rebuá- 789 Bonito • Mato Grosso Iii 10 Ly ... to quer dizer: Liso, ·PIa no, em relevo, e outras coisas mais. Sabe mesmo o que que quer dizer chato? chato é a gente ter o namorado ou a namora- da da gente e ter rle passar longe dele neste Natal. E as vezes u gen te até que tem vontade de estar perto dele, dar aquele abraço gostoso como só dois apaixona dos abem dar, e dizer num sussm·o: Eu te Amo. Chato, é a gente 'ter a mãe da gente, ter o o pai da gente, ter von tade de abraça-los, dese jar-lhe um pouco, da imensidão que eles nos desejam diáriamente, e não poder ir, por algu ma circunstancia que a adversidade do cotidia no ncs impõe. Chato, mesmo, é quando a gente não tem o pai da gente, é .quan do a gente não tem a Mamãe da gente, ou a té mesmo nem chegou a conherê-la, sentir o quanto é gostoso ouvir a doce palavra -: Meu FIiho! às veze , a gente nem teve o divino pra zer de pronunciar as doces palavras -: ''A Suo Benção, Momãe!1ssu é que é chato, meu ca to, meu cara. E às ve ze um filho fala, grita: responde, insulta, a sua mãezinha. (só damos valor a alguma coisa depois que perdemos). Outros. clamam, lem bram choram. blasfe mam, detlcabelam-se e. entre soluços, dizem: Perdoe-me, Senhor, por ter, por instantes, revol tando-me com as Tuas sábias decisões! . Outra coisa Chato, e a gente ler, ou me lhor; pensar ter filhos' ma que a verdade já os perdemos há muito. • E a gente vendo aumen lar sempre a saudade e a esperança de que ao menos o telefone to que, nem que seja na hora derradeira, e nos dê a anistia de tudo o que passou nestes casos imenso, frio e tliste. É aquela dor_ atroz que a gente vai sentindo e nao conta a ninguém é aquela vontade ·d°e en~ contrar, abraçar, dizer: Fehz Notai, Papai! Feliz Notai, Minhas Filhas. Preço deste exemplar CR$ 1,50 , ' l - --------- ---- --- -~ 1_,__;_,_1_:_i,_1_1.,_-.-_.-, ~ O_p_;_n_iô_~o ~---- DLER za ,., Sr: Lendo o edilorinl 1J,, hoje, ;!:J de 0ulubro, ,,olJ n lilulo '· Um Apelo ,111 1!01:1 ::ien!lo de Gover 11unl<•s o Governados ", re,olvi PHCrever-lhe parn r!izei· qu•• nüo HOU nem ingénua nem engajada, uµeuus umu mulher ma· ,lura, com mais rle 4:í a nos, cusada, rnfü• de cin co l'ilhos, muito vivilla, atuulizada, nem eu I ta tll"lll lncullu, apenas uma niàe ulemorlzada com o curso dos acoutecimcn te5. Sou leitora assiduu d1i JT e admiradora in- c 1ndlcional du linha se guida pelo "O Estado de io Paulo". Porém, sou • una das muitus mães a llitns que viu seu filho ser doutrii,ado durante es tes últimos quatro n uos t faculdade sem nada J,oJer razer. O doutrinador é um homem conhecido, na ci dde onde meu Hllw es tucla, como comunista, trt>inudo em Cul.Ju e na l{ússia. Durante estes a vs teve livre acesso u raeuHudes e ts repúlJJi- 1'as estudantis. Assisti ú mudança de meu r i 1 h o ciia a din, sofrendo sem nada poder fazer. Ele recomendava e <'r.·prestrivu leituras Mar xbtas aos jovens. lncila Ya-os a viajar para o l'h!le, Peru, pura ver pes , oas e coisos mitis de Perto. Sei que hoje meu !ilho e mais uma dezena ce rapazes tem seus no tes registrados c o m o subversivos, e eu 1 h e s PPrgunto: De quem é a <·ulpa ? Esse homem se roeitava de rapazes, 1:1teligentes, curiosos e t"mtestadores, menlalidn. des em [urmuçüo. Rapa :r.::s contestadores pela idade e pela curiosidade te coisas novas. Todo t::1iversltário já o é por t u.tureza. ile preocupa uito o futuro do meu rilllo e dos outros jovens doull'inador; por esse ho me111. Soubemos que esse bomt>m foi preso agora. como dizem os Sl'uhores. na calada da noite. Ago rn, pergunto outra vez. é esse individuo clandes tino ou n:1o '! 0lj i:;c11ho rei- ritlum l:iíl susto e a flições. Em susto e afli ções vivemos nós. mãe~ desses jovens que esti vernm o estão sendo dou trinados duruntt todos e ses anos. por esse ho mem, que andava impu ne pela cidade. Quantos homens não andavam im . punes por ai, duranlt• es ses anos. fazendo u ntPS ma coisc1, a'prnveitnndo as mentalidades em for mação cios nossos jo vens ? Acho que us autori dades até eu:::tarnm mui to a prender essas pes soas. que E-Pmpre procu ram faeuldarles. onde há rapazes bem dotudos in telectualmente, para ne ]Ps incutirem idéi:rn sub Vli':-sivus imporl/Hlas de outras nuções. E preciso que tanto o i1 D B como a ARENA fiquem de olho atJerlo, pois a in filtração continmi. On tem eles procumvam o l ilDB. que eru a oposi ção e por isso mais l'á cil para se infiltr:irem. J!ns, onde estari'lo esses homens amanhã. e nos sos filhos, o que ,;erá do rumro deles'? Terão cb:i n ces do seguirem na vida trilhando o caminho cer to nas suas profissões por um Brasil maior. u_m Brasil nosso, onde nuo haja mais polilicalha, mas políticos que pen sem em nosso pais. sem precisarem buscar exern pios lá de fora. mas a qui mesmo, como ,lúlio de ilesquita, um homem de oposição, um homem füme, nem por isso dou trinado por homens trei- T nados em outros paises'? Espero que essa caI ta ~eja plll>llcacla. poli; muitos pais alheios a on de SCll'-1 l'ílllll8 vilo e CIJU) l(Ul!lll audam, pos',au1 a~ sim ficar alorludos e <lC us filhos, +e possivel, se ainrla não eH!iverem dou trinnclos !lem fichados. possam fi(•r salvos. para couduzirem essa Nacflo a uma completa demo erntizaçflo. E preciso que u OSa geração não «e p,;queça que esses ui Ycrsitários seriio 110 fu turo os homens que iriio eoudUl,ir o nosso l'uís. Tudo que escrevi e verídico <· todos sabem como urr.a m,1e ou um pai é import:rnte junto às idéias de seus rilllos, que jú i:;c juigam aclultnis. po rem são ainda jovens i nrnturos em mflos indig as, Só não as:-.iuo meu nome por motivos óbvi os, porélll. como a liuha desse ,Jomal sempre pu blica o que o l('ior es cre,·e, espero ver nos próximos dias pelo me nos uma parte dessa mi nha carta transcrita no ,J ornai, pc,is as im µode remos alertar os pais be nev0lentes e menos avi sados. De uma miie com n coração arlilo e aos pe daços. Artigo publicad:> no "Jor nal da Tarde" de São Paulo o [J!'Oll)PJJ:.t ( 1 :t"> d!') as se agrava, cada vez mai ·, em tolo o IJlUndo trazendo sérias preoctu paçõs aos governos aos educadores e ás fa mília:,;. No Brasil. o proillc ma dos PntorpeP!.'Ul('S (, de µalpitar:te :itualid:!de e já assume lamentuveis c:arru:teristic•u,: soeiaf1-. Nossa juventude é vitima inPxperiente rlc> tralieuu tes inescrupulos e o5 r? flexr,s sociuh- (lo,: male fieios da toxicomania se fazem St'nlir em quulquc-r parle e n:1o só nus raI ,tes <'idades. Eu lt .- JJói-. a incide::cía maior 1Jiz r<>speito ao uso da mna c<,nlia. Em relação ao pro plema das drogas, alguns pontc,8 devem. cJ.., iLil'io ser Psdarecidas. a - Em primeir'l lugar cumpr>' notar que n,'io se truta. corno muitas vezes se pretende isl nuar. de um prnl.Jlema exclusivo da juventudP O prnblema é muito mais vasto e abrange também os adultos. b - O problema é mui to complexo, envolvendo Yários a:=-peetos que me recem o estnrto e a re l'lexüo daqueles que prn curam t-olucioná-lo. Es ses aspectos s?o de na tu reza cie n lírica, social educueional, lel!al, politi ca, preventinL, repres~i va e. de recupei-açuo. 9R. V0..E3 S. ±23E4.7% Médico - Veterinário rnamco: C%a n.o 10 - Vil~ Wlilar Wl! SI NAIO GROSSO 1 r· (l I f }l.!1 H'lil 11 :!,I matéria com objeivida (l(• 6 ll1l1!l(1 d!IJf'il l'lll ) tude das detele teias de t•,!;,i{í•,trcu:,, d· HJ'l'll('Í l de ur- notnenclatutu uniforme para todas as nações e de uma lei»la (,:fio Ílll(:H'ílll<'ÍOll,li, f/111 !'l palmente no (JlH' diz res J,eilo n, eolltralJando. Se a CDlo<'U(,!IÍ<J do problema apresenta dili euldades especiais, o eoti bate às drogas se recet te dessas mesmas dii culdades e exige cuida dos puta que possa 'T eficiente e p que alcan ee, realmente, szus obje tio. .lg-uu:- porrlt>s rle vem ser observados. a - , 1-,1 heclori:.l pnpu lar afirn1:t que (• inelllor prenmir úo que é re mediar. Isto vale, de to do especi,d para a lula CO!ltl'a ():-, tú:<it:O~. , ação preYt'lllÍ'J é St'lll pre muito mais proveito a do que a aeüo reprei-, ,-:j'á. b - O problema das drngas é. an!e~ ·:e tudo um problern:.i su<:ial e como tal deve ser tra tado. ,. - E importante ei tar todo sensacionalismo nus C'ampan!,a-; ct,rr:r.i as drogus. d - Os programas para rJHusilo nos Ieios de t:O municuçüo de massu de vem ser objetivos bem definidos e devem ser adequa<los ao µúblícri que deseja a tingir. Qual quer dramaticidade e qual quer exagero uas iufor mações divulgadas po dem suscitar curiosida des perigosas ou descré dito pura a própria ea m panhu. (Continua no próximo TJ.úmero) /' 't'~,X-)i<-~><-:x;x-x,-,,,::=-x•><>.l::-XC;,>::,~-""-)'c:;•::.;(-i>!,(-== >'<-->.<->-<->'<=>-<'s><,,><==~ -><->.<·Xc><-><-><->G><->.(;X-><, XK>< X-><:><-><-><, X->.<'><- ~ -X, X•X-X, * ±SEl. SR F i 1), 'l ± Á. 1. 1 ·, Lanches, Bebidas em geral, Sorvetes '.liudezus Hotd ::i.io Francisco • O Tiot,'I ila Cidndc• - :rnhicnLe Seleto Açougue VENCEDOR Hora e Bijout.erias ... ··A1cndido rdv- ' -· Atende-se "Organização Bonifácio Jaqu.et e Filho" Avenida Eugenio Penzo 44 - Antonio Ioào Mato Grosso Dia e Noite" e Rapidez i y 1. «»3A<-»·»G·«·«---€3.«K »·><><-<.o--c-<<-' -D<<--«<-.-<c'--N--»<»-é--o «-o«c.., 1.. bela i-tu, 23-127 Memagem , llSSEMBLEII LE LITIY O filho de Deus feito Homem percorre caminhos hoslls naqueles nebulosoH temp,,; uo cumprimento da sua mis são divina de redimir os peco doa da Humauldade e ensinar-nós o sentido crislão da fraternidade. As palavrus imorredouras do amudo Nazareno foram prol'eridas na escuridão espiritual da su épocu para dimen sionar e acompanhar o desenrolar dos tempos de nossa civilização em seu grallalivo processo de evolução moral e KÓ cio-e1:onõmlc,a. AR blbl<'as e imortais palavras legadas ao patrimônio dos povos representam, ainda e sempre, a soluçáo para todos os angustiantes problemas do mundo hodierno, pois elas se rosumem na expressão A:IOR. Amor em sua mais su m blime, nobre e verdadeira significação. $$ « Amor de se cultuar aos ensinamentos de Cristo como forma de tornarmos brando nossos corações, e lúcida a razflo motivadora das ações em nossa conduta diária. A impiedade qw• e alastra pelo mundo afora não se coaduna com a vontade expressa pelo Divino Mestre para ~ levarmos a munsidfL0, confôrto e consolo aos corações atribulados, de modo a comungarmos em fraternal união o anseio de sermos todos felizss em vida sendo úteis no nosso próximo pois, assim agindo ão só estaremos procedenr]o cristã- ffi mente, mus também conhecendo n sensação ou sistema da autêntica felicidade . • h, como esquecer que na humildade de uma mnnjedoura veio ao mundo o filho dileto da Virgem llaria para exe111plar a nossu conduta u apascentar nossas ambições, num simbolismo que vem sendo ignorado pelos senhores das guerrus e dos destinos dos povos - por tempos que se contam por silêncios - esquecidos ele de que mais absoluta cer teza da vida é a de que nascemos paru morrer. A data do nascimento de Jesus é uma festa para todos os povos. O alai encanta a' imaginação do'> no sos fi lhos e 110s impele u meditação. A cvmoçüo, provocada pelos hinos e chamamentos músico-comercial, sensibiliza nossos alos nu vai-e-vem da compras e dos preparativos pura a noite natalina. Entretanto, muitos dos 1ossos semelhantes estão a chorar, outros tuntos se ntri.tecem, a maiori a se locomove em contagmnte uegrrn, mas todos se auto motivam para comemorarmos o nascimento do C:,rc!eiro de Deus - ocorrido hti quasedois mil anos em Belém. E esta nossa mensagem é de fé e confiança no aprimoramento da nossa compreensão e no fortalecimento da certeza dP. er conqmstudu a perfeita Justiça oc1a,, pois deixamos que cresça livremente em nosso íntimo a de uma lrnrmoniu "' convivência fraterna de todos os h•>mens, bastando que se elimine a ambição desmedid e_speran~ t-;-:z e torturante, que se elimine o egoisml' opressor, para podermos vislumbrar a docp noção da felicidade· um a, msensa bemos ser esperança de encontra-la na plaiicte verdejante da vida. pois éla ocuiia no mais escondi@"<,,[,Z; [] c O Poder Legislativo, por intermédio d? seu Presidente, formula a população matogrossease os seus melhores vo- e1 i tos de uma !diz passagem de Natal e conhecimento de melhores dias no ano de 1976. S L D_~p_u_t-ad_o_N~e~~:~ ,_,mrn P_R_E_ID_E_·N_T_E ~I gemam===e= x an= x ax= serre MENSRGEM DE Nlllftl' O Prefeito de Bela Vista, Dr. Ruben de Castro Pinto, ao desejar aos seus munl<:ípes ANO 1 OVO de Paz, de Esperança e _de Prosperidade, faz sua a Mensagem de especiamente ao povo de Belu Vista. N atai de 197 5 % ' um FELIZ NATAL a um Le. Mar••, aedicada Ao povo de Ilc.l.,, Visb nouA ddadc quu-id.:.. Que Deu d' o espiritoe a id do verdadeiro Natal E que cm nóa •ubabl:& A esperança, a fé. o desejo real "r de Fnh:rnicLufc unindo nou.3. clCUdc cm torno de um ideal De progresso verdadeiro ?,;,Go viundo a6 dinheiro SG lucro material M.u núd.:t.moa por intc:irn de conservar a beleza de toda «na natureza nona riqueza natural que l:&nt.a '2.lt.. j:i lei: no mundo indusbi:ü ' um Pax Que de Jesus a lembrança acorde cm nóa criAnça que t-udn , em com amo i Tr.u.cacfo• no.. con~nça nu futuro da cidade onde com tranquilidade }ié t Festejamo» o Ntul ~ -------------- Z4·12•75 Lr. Mu. i,;Jc~~---- ·--- ····--·--······--··· ·- --·-· -·-··· ••••• --~G~--------·- --------··-··--~t::J l:::·-=-==··-==---=::::::::==:----- 1 ./ J j t ir4. 2-12.7 Memagem ------------------- 5083:E 0 5? r à g fé1 is umn uno se finda, luta únlua nws frutífera. llonradoR ;] +t " por termos <·onlaclo (!0111 c·lit>rHei, amig-o,. e bons fornece- ZÍ, # 2#t ,1 dores, aproveitamos o ensejo do NOVO AfO que se 11pro- 1 xima parn tle~ejar-lht>s multa paz e prosperi<lad<• 'l i l 1, l' 1 1 I ii ! ' i ' CASA ílNTERNACIO AL +- : decemo- o apoio a cotprven-ão e o e-títu lo às cau-as que idealizamos e formulatro- o no--o0- voto- para que o Ano ovo -vja reple to de novas e-peranças e de realizações vonereta-. Materiais para construção, tintas em geral, • ferragens, material elétrico, materi:::i para encanamento, fogões e artigos sanitários. Hua C,·I. 1'1111,·,·. 9 Fone 212 mm Mato Grosso i 1~. ,~ »' íl'. i ,:! ·.l 1 1r 1.: José Glaucy Flôres - VEREADOR j 1 Jardim (MT), Dezembro de 1975 Prezado Cliente e Amigo , Saudações C I .J ; L - Companhia Jardinense de automóveis L T D .-. Tem a condição primordial de prestar serviços rle e1omentda quulidarle até nun ca ex.it;iente em nossa região. "graças" as orien tações técnicas sisttmáticas e ininterruptas dadas pela Volk!'wngem do Brasil SI A. A preservação da boa imagem e qualidade de seus veículos. Para isto esdarecemos a boa manutenção: LA V A G E N S. - Temos pessoal treina do p/ executar êste serviço inigualável, pois a "C l J A L" usa p/ a limpeza um _detergente es pecial « À base de cêra 1iq1,;ida siliconizada " de ação duradoura, aument1rndo assim a durabilidade da pintura e elevando o brilho do seu veículo, neu tralizando a ação corrosiva provocada· pela ferru gem. L U B R l F l C A Ç Ã O. - O encarregado deste setor é altamente treinado, p,is a lubr'Jca çilo dos pinos, eixos e terminais. são feitos com Produtos especiais à base de grafite* dando as sim maior vida ns peças lubrificadas. Quanto ao óleo lubrificante temos o Produto indicado pela Volkwagen, cujo serviço é efetuado com especial atenção removendo determinadas peças onde a cumulam os resíduos e limalbaio, aumentando des ta forma o tempo de vida útil dv seu motor. Te rnos .a •>Ierecer na oportunidade um filtro magné tico que retém e impede a circulação das impure zas acima relatadas que provocam o desgaste Premamro. B A L r N C E , '.l E N T O - Temos tam bém dentro das Inúmeras vantagens que possa mos oferecer à noss:1 distinta clientela. o balan- l ceamento de rodas pelo moderni;:símo sistema e etronico Hobfimann. O qual dará além de muitos 0 ur.ros benericlos, maior durabilidade dos . pneus. naior conservação das peças que sc,frem a ação direta da suspensão, maior segurança nas estradas com perl'eit·.l aderência ao solo. Venl.Ja à •·cJ.JAL" e compr,ne o qcê a nunciamos. tomando conosco um cordial caíézi nho!!! ass. Equipe CIJAL IRIBUllA DA fROIIIEIRA Editor - Chefe - .J,ioldo /]mira Gerente - ilsen Siloa antes @l;!)«:ilRb'$ Chefe - dnicto dtdair Paginação • 'll'ilso,1 Çjernldo !Dum, Impressão - Luiz Carfos !Dcdé Composição - Terge puta, ?ae Cales ''lasqucz e óVagib (JCazime Departamento de Circulaçã0 l'ompilio :l'liranda • João Vicente· Ocampu• Departamento de Cobranças Chefe - Eder Ribeiro Colaboradores José Joaquim Ferreira Souto, Adalberto H. ,!.- :-ant'Anna Dr. Aroldo Medeiros, Hosita Fo-a Gome- José Glae Fl6- rexs., Euripedes Ferreira, J. R,·frey Diretor Respc,ns:ivel - Jo .hlc• f_lm:ir,, THIBll'.'IA DA FRONTEIHA é uma publicação da Empre-a Gr-.ífir.a Tr·ibuna du fron1..-ir-.1. Diretora • Maria E,telu V.-1:i,qne,: Pert·ir:i H.-cfadu. Admini•tr-.1rüo e Puhlirid:ulr· • Hua D1upw ,Ic- e,.,.;,., 5-n - B.-la Vi. ta Mfato Gro-o "As opiniões emitidas nos artigo-s a--inados não represen tam o ponto de vista do jrnal. podendo até ser contrária a rJte. A opinião do jornal, a, .. h:i-•:-r < 0 xprr:-,1 no-. Edituriai: e nos comentários não assinado- - FE.Ia &IGREL. de Juarez Rodrigues Trabalbumos com perfei ção para continuarmos "a ser o modêlo 110 ra mo dE' tapeçaria" Heforma qualquer tipo de móveis, Estofa«deu-. o! chies de molas. tapeta- .l Jeep. estofamento- de reíecu lo:- rm geral. :trt1<!,...... ... ~ a Domí,·iliu Fazemos hreamnto -r Compromi--o. Av~nida 11 de Dezembro 126 - Jardim-Mt. Declaração Sr. Dalnwr Godo_· da Silva declara que perdeu o cert1l'icado de proorierladf do VekuJo Marca Ford '8 Ul!O Hl!i0 Cor Azul e Srnnco Chassis :líotor F3;:-,AAO~- 528 C e r t i r i e a ri o n" ~:í-1 ü3 expedido em .- quirtauana :lato Gro:;;,;;o A present~ publicação É p rins rle requer-er a:!·'. Via do Certificado. Bela Vista 14 de De zembro de lD75. Preço deste exemplar CRS 1,50 A Loja que vende mais barato NZ$/Z MIL JJ)1Z AS CASAS PERNAMBUCANAS Z 1 À vocc cllcntc amlgo um feliz Natal e um próspero Ano Novo, são os voto; das CASAS PERNAMBUCANAS A MAIOR ORGANIZAÇÃO EM TECIDOS DO BRASIL' x ;i'. Y t·--<.-$ Que as bençãos do Menino Deus se derramem por todos os lares, e que a harmonia reine no coração dos homens de boa vontade, são os votos de Prefeito Municipal de Porto Murtinho E± Com a presençu da maioria dos sócios, o Rotary reuni·-se no res turante do Gaucho, ,p, mais um encontro sema nal. Na oportunidade, toram e1eitos o novo presidente e vice presi dente para o periodo de 1976 e 1977. Os rotaria nos, como já era previs to. elegeram o Ten. ,loacir llarques 1'lorelra para presidE,nte e o con sul do Paraguuy em Bela Vista, Eduardo O cariz. para Vice Presi dente. .:.:.:1.9:..... O atual presidente Pedro Palmierl, saudou a nova diretoria, enfo- cando o objetivos rotá rios e afirmando que. .. conl'io plPnamente que os novos comandantes levarão a nau à um bom porto" --...--.-..-: Joucir: "Sinto-me or gulhoso, e até mesmo, me envaideço, pois aqui, onde todos são iguais, fui chamado pora co mandar lideres; dUicil substituir o companheiro Pedro, mas com a sua colaboração, procurarei fazer de 'Retari, uma missão a ser cumprida e com a ajuda de Deus, elevar bem alto o ideal de Pa ul Harris: Servir. O protocolo "ad hoc" Clovls hlarcelino, saudou os rotarianos presentes e o convidado J não Alcará eto. inse tor d" Banco Itaú. • ............. • .. .ll"(:-::><,:··--·-·· .. • O companheiro Pe dro parabenizou o com panheiro Genil pela sua posse frente ao movi mento Cursilbista de Be la Vista, enfocando suas qualidades de homem integro, leal, participan te e acima ele tudo. de bom cristão". Após as saudações aos pavilnões hasteados, todos foram convidados à proxima reunião. Extravio de Documentos Edson Lima da Silva extraviou os dor:umentos da Vespa cor vermelha ano 62, motor de nº VBIM-6377-BR. A referi da Vespa emplacada pe la ultima vez em 66, com a placa n! 01 Bela Vista Publicação que se faz para obtenção da 2a. via Leia e assine TRIUNI D FOTEI Preço deste exemplar CR$ 1,50 DR. EDVALDO A.ROCHA w ' Endereço: Resid. R. Cel. Ponce 1 856 -Porto Murünho i ' "_ II CRM 400 == COMERCIO DE CEREIIIS UNIÃO IIGRICOLII LIDA "Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Satrva ( Perto da Ponte Internacional ) Mensagem [:J}J, C:l [:]C:l [:] _ _ ,...;[:] EJ SÓ a LEMDT PODERÁ DAR A • OCÊ M F Z NII 1 f. ' sr ,g " tu tüt d% 5» W i A r. 1 {. ' [:) [:] El G SEMI, 1.,34l • ±g 8l IZE T LOTERlü DO E TA o DE MgT 3 9sso ' s o g E]if _____:_•_ G GG, G_ ---"§!{G . , , . a LEMAT SO OI EM Mil RESERVEM sons MESRS PllRD O "SUPER REVEILLION 75" DO G~P .R. - {GreÍnio Pedro Rufino) - abrilhantado pelo Conjunto "SAM8NTHJ" DE sao PIIULO • GREMIO: - "PROMOÇÃO- DE ILTO NIYEL" É, POIS É . 1 • terior é !llOleza P ois L.ilam lJUC fazPr JOl'JJU 11º líl d t·• 9 É4ta em fase te Iou4 E os motores novos: E ao te d , • ·Tribuna" vai vivento. get. Enquanto isso, ! j , ressores atinja até que o preparo flslco os 1mpr 0 • a "estafa". Os moradores da rua Santo Afonso, pedem providências urgentes ao prefeito municipal, no sentldo de mandar putrolur aquela rua. Diga-se abandonada rua Santo Afonso', pois nus !me dinações da ruu da República, um "pequeno abls 1110" provoca ucldontes e até hojo nlnguem to mou conhcclmc11lo... ó polfl ó ... [:] [:] Ui [:] [:] A Prcroiturn iluuiclpul exige dos Uduários dé onerla elétrica a instalação do jó. "comenta do" pudrilo Ccmut, até ni tudo bem e de acordo, mu1:1 o que u Prefeitura oferecerá aos que JÓ. lns talus·nrn o padrilo? Luz? llú "lon'g time" núo ve mos a "claridade" ua Princesa do Apa, [:] [:] m [:] [:] Falando em "claridade", últhnamente já po demos delinear os rumos politlcos da nossa que rida Bela V lsta. Alguns "acontecimentos" (noti ela ruim cone mesmo) fizeram com que o pes sol do M.D.B respirassem satisfeitos. O que es tú acontecendo? Com. a palavra os politicos. Alguma cot,m estt se passando. EIC:l}EGC:l Fulundo em polilicos, em dutu aiuda a ser murcadu eslnró. em nossa cidade o 0,m. Çtordc1 ,.N,,,,. Esperamos que os "donos do bola" íuçum us rei vindicações necessárias e não fiquem só na corte sia. Para o bom entendetlor, meia palavra ba ta C:l G U! C:l El Estu edição do jornol TRIBU A DA FRON TEIR,, foi rodada "munualmante", é isso mes mo ";!anualmente". 1 ossos agrudecimentns à equipe das oficinas pelo heroismo, dedicação, es pil'ito d~ tenúncia e ludo o mais. E, pois é ... de E«E Neste NATAL, lembrem-se de mim, é a cun liga dos C'omerdantcs belavisleuses. Vai mal a nossa Bela Vista. :. dose aqui é para elefante. O Banco Itaõ vai mesmo fechar as portas, em nossa cidade, bem 011te11dlclo, e tudo indica que Inúmeras firmas come1·clais, "mais , uma vez te ro prvjuizos. O que pode ser feito'? Com a pala vra os encarregados de cl'lur a Associação Co merclal. Alguma coisa deve ser feita e URGENTE [:] [:] m [:] [:] Vanos aguardar o novo ano e com ele no vas realizações, novas esperuuças, nao marn novas promessas, e sim, reais objetivos, delinea (los e reallzutl•>s. Esta coluna vollarú 11a pnme1 ru edição de ,Janeiro (se a LUZ PERMITIR) e cum ela, u voz do povo. com toda a sua [orça e com a proteção ela razão. Feliz .Natal e prós pero Ano Novo, são os votos da equipe ele reria çiio do E, POIS E ... NATAL DA Perfil Sunia Corina dit Silvo Floros: nasceu no dia 4 de abril. Atualmente lê o Livro Psicologia do E xit1i. Love Sto1·y é o filme que mais gostou. Simpa tia e personalidade é o que admira Plll uma pes soa; devestu o fingimento. Se dela dependesse, gos taria que houvesse nó mundo, melhor relação en tre pais e filhos, Gostariu que o· pais tivessem rliúlogo franco e humano com os filllos e estes pu ra com seus pais. 'Talvez essa falta de diálogo ocasione vários problemas nos jovens, que não possuindo orientações seguras cometem erros". Ser :,rquiteta 1:- um souho que há muito truz consigo mas se esse sonho ão se concretizar, quer antes de tudo, ser integra pura não decepcionar o que nela deµositam confiança. S:1nia é !ilha do casul Glauey e Ely. Esportista, sendo elemento indispen sável no Flurueuguinho. Possui o sen o nrtistico para desenho 1e pintura (ntuulmt·nte pinta bolsas, vestidos, almofadas, etc). O perril de Silnla foi traçado naturalmente, pois na ocasião se encontrava treinando numa redas de amgas. Nüdia Murçollu: nasceu em Santa· Maria R.G.S em março: Go&ttl de ler Livro de ;lonteiro Loba to. O mundo atual pura elu é maravilhoso; muito bons, ela considera seus pais. Quanto a profissão ainda não sabe, somente que deve estudar muito. Educação e Inteligenciu é o que mais admira em uma pessoa. Vádia, guro ta vivaz e espontàuea é filha do José A. Marçolla e Zélia. Vera Rita L. Pinheiro: Nasceu no mes de no vembro. Boas maneiras é o que lhe chama atenção numa pessoa. Love tory e o filme que mais gos tou. Romeu e Julieta. livro que muito a agradou. Há dois anos estuda piano, tendo como professora sua Müe. A juventude a.tua!, ela considera bacana rle urna maneira geral, pois apenas uma pequena parte e que não procedem corretamente. Vera RI ta pratica Equitação e tambem pintura. E filha de lradic1onal familia llelavislmse: Kêslo e Maria. Gos ta de música moderna. Quanto à profissão, atual mente. pretende ser médica. porém já havia pensa do em ser advogada. IDl [!A ''Órgão Independente a erviço da Região" Ano IV - Hela Vista MT.- 2312 75- Nº HJl ANIVERSÁRIOS Dia 9: flicardo :!elo e Curmen, comemoram o 1° aninho de seu l"ilho Ricardinho, onde receberam em grnncle estilo inúmeros amigo e "amiguinhos·· para o tradicional ''PurabP.1is à você" Ao lindo ba by. l'elicidades ... Dia 15 - Janes Velasquez » - Hemogena O. Radaeski » - Magda. filha do casal Major Alves e Sra, que reuniu amigus em sua residenciu, para Juntos comemorarem a 11.Jade du beleza e prirnave ra: seus 15 anos. Parn bens. Dia 22: :larcelo N. :leio; sem; 3 uninhos foi come-morado com laudo almoço, onde o bem ser vir foi o comentário geral. Ao pequerrucho, felicidades ... Maria Perrupato ta_mbern completando niver, recebeu juventude pão com-coca,a, para co memorar. FORMATURAS . Agradecemos os convites recebidos e parabe nizamos, _os Formandos belavistenses: Nagibe H zrme, J oao Carlos 'V elasquez. Luiz Carlos Dedé Carmem I ely Velusquez ltodos da 8.+s 2° grau) Honório de Souza Rosa e Sua Esposa Naly (if4 cina), Carlos A.F. de Miranda (Direito) • e 1 CASAMENTOS Vandir e Arcênia, no dia 20 disseram si" perante Deus e os homens. Os convidados foram rgp!g3%%93 a ,Fzeda do, sr. joão Pi&iro 1mnp 1c1 a e e om gosto do trajar de Ar ; • agradou a todos. cen.a Odocio e Fatima, lambem no dia 20, iniei · vida a-dois, com suculento churrasco. »i,,]""? seus convidcdos. Chamou atenção a beleza sóbr de seu vestido e arranjo na cabeça. r1a NOTAS Sediado em Campo Grande: Ibrain Sal - Razuk, do Depósito Simone fazendo _'omao negocios por Bel vista e idades vi4,,""lentes Pela 01ty, prove.alentes de S. Pauto· e h · des do Sr. Pego Loureiro, os jovens· rr'qw· .dospe Silvio. '· Imutes e Na Rádio ZP23 o Pr. de Manuel Arcelin de audieneia tem agradado a todos. p,P gran • ra ens ... CRIANÇA POBRE Dia 1 próximo pus sado, o Gremio Pedro Rufino através de sua dlnamica dlrc toria distri bulu roupas e carame loa à quase mil crianças pobres de nossa cidade A iniciativa partiu das ' senhoras esposas dos diretores, que trabalha ram o ano todo nrreca dando fundos pura mais esta eampauba allruísti· ca. Havíamos dito, e re pelimos, a diretoria tlu G.S.S.P.R. empossnda no iníeio do ano, dinamizou a estrutura do tradicio nal clube de nossa ida de, niio esquecendo a função social do mesmo Esta festa, veio coroar de êxito os_ esforços da diretoria e complementar uma frase publicada por ocasião da posse da mesma: «Nosso Jdenl é o Traball10. . r A Tribuna da Fron teira agradece a todos os seus colaboradores. amigos, anunciantes e leitores em geral, os votos de Boas Festas, registrando em tempo os cartões enviados por: úeputado Joaquim Nu nes Rocha (Brasilía). Dr. João de Oliveira Ro drigues (S. Paulo), De putado Horacio Cerzõ simo {Cuiabó.), Fernandes Alves Gomes, Deputado Ubaldo Barem (Brasilia) Deputado Gastão Muller (Rrasilía), Capitão Aldo Ramos (Rio de Janeiro), Deocleciano de Vascon celos, Moveis Delba (Jar dim), iletropole Comér cio de Papeis (S. Paulo), anig ( Materiais Gra ficos) (S Paulo), Sen. R chiei Saladanha Derzi íBrasilla), José Avelino (Bela Vista). Silvio Sam paio (Barra Mansa), Ce). Periandro Mota (Rio de Jant-iro), Jornal Fo lha - Mato Grosso Campo Grande). José Joaquim Ferreira Souto • Afonso Dilon, Cl6vis M. de Oliveira. e Dr. Késio L. Pinheiro, 0 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº190_14_12_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº192_04_12_1975 Voltar para a lista de itens