TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº193_18_01_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº193_18_01_1976Número da edição193Data de publicação18 de janeiro de 1976Número de páginas8GeoCoordenada -22.106526529540336 , -56.53068034231615 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº193_18_01_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUNDADOR E DIRETOR RE PONSA V.C:L: IVALDO PEREfRA ANO IV Redução Oflclun e Admlalstração Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista, 18 rle JaneiI·o de 1976 Bi-Semaoário Nº 19:J ESClllREC IMENTO O Dí6rio du Sc-rrn, rlc :-ll/lV75, publica ~ob o titulo "Bela Vista: jornal imprc•rn a miio", umn notlc-in do (corres pondunte) <JUC nilo condiz com n rculidndc- rio" fotos. Nilo sei 11uem é o corrcspondcnw do Diário da erra, nesta cidade 5ó sei que e trata de umn ele mento que .nio é nmigo ela verdade. A notícia é totulmen tc- inver(dicn. Se nilo n•jnmos. O Dcpur tnmento Municipal de Energia Elétrica de Bela Vista forneceu, durante o ex pcdiente iln tarde de 2k Ener ia para u Gráfica da Tribuna ria Fronteiru. Ali~•. •'niio há fnlta de Enl'rgiu Elétrica em todn a cidade". Tem havido, +im, um determinado raciona mento de Energia, em vírtu• de de e-torem pnra<lo,, em pane, dois motores usado- da Usina, que estão sendo repara dos. ,, ' MovimetJtuções no sentido de exonerar o chefe da IRETRAI recomeçaram e agora com maier ímpeto. Enviamos ao í)ir. do DETRAN, Ten. Edn Xavier, por intermédio desta coluna o seguinte recado: ·•o moço é íntegl'O, honesto, compelente e merece todo o nosso respeito e colaboração. A bora é de somar: somn.r esforços, somar idéias e não DE::;TRUIR. AE, acusações contrn o cbefe da C!RETRA de Bela / lsta são infundadas e os "politicos' devem e PRECISAI fazer política, Alta Politicu. púis o ano de 7G é estritamente POLITICO, e repetimos. "Vamos somar esforços" Se existe algo que deve ser reito para melhomr o serviço <1e transito em nossa í!idnde, é cola boração de Cada Um em Bem•l'icio de Todos. É, pois é, parece que tu<1o vai rec•>m · çur nov,,mente . . . Estamos ai ... As noticius publicadas pela TF mereren do o apoio dos demais jornais m11togrnstienses. A união l'az a força. Quunto a edição de Natal, foi imprt's!'a a ,IÃO mesmu (quem duvidar que pergunte aos DEZ funcionários do «Tribuno») E. pois é ... Ruas estão sendo patrolaclas, energia e !Mricn melhorando "dia a rlia", prefeito atuante e nüo ndmiti1Jdo ínterFerêní!ias negativas na sua aclmioistraçiln. parece que desta vez Rela Vista 1 vai progredir. Somar Pessoal, omar ... E, pois e ... , Recebemos e já está funcionando, uma nova irnp·essorn; a Empresa Gráfica Tribuna da Fronteh·a., vai cumpriúdo todos os o!)jeti•os tra çad.os. Cada vez que subimos mais um degrau na escada da emancipação, !emhram,o-nos das palavras • do eminente Presidente Geisel: "V'o gosto de derrotistas, gosto sim de otimistas". O " caldeirão politico" da Princesa do Apa está começando a {erver. Os artigos publica dos !!esta edição ela Tribuna oferecerão bastante subsídios para uma análise realista da situação politicu do município. Leiam as •·eotreliuhci " e siatum a "magia" tia politica belavistene. A Gruta do Lugo ticu'' gruta, expressão Azul localizada oo muni- usada µelo pessoal de, cípio de Bonito. mereceu Projeto Rolur. Nu próxí do capa especial na re- ma edição da TF trans vistu Embratur. Ampla ereveremos a reportagem reportagem foi publica- citada. <ia u respeito da "funtas Falando em Bonito, o prefeitc daquele pro gressistn município, Liel L1rum Jacques, assinuu um contrato com a 1'ri hunu p.ua publieuç:1" dP rnatérit1 ele i:1leresse do município. A aclministrn çiio Liel Jacques vem se destue:ando como urna das mais aluantes do Estado. '.lluilo bem assessorado por uma equipe c,1esa e dinâmica O prefeito realiza obras de vulfo e clPixará a "cu a arrumada'' para o eu s•.!ressnr. É. pois (. .. Antcnío João, "a ter ra de heróis" utra vês de seu diuürr,ico prefeito Adão Hei ode· Xavier. tllmbém assinou com a TF um eontruto de pu blicações. O povo de Antonio .João agradece ao Governador Garcia Neto o :tcerto da uomea ção do jovem prefeito, pois em curto espaço de tempo o mesmo norma lizou a situação da Pre feitura e pleiteou /unto ao Banco Nacional de Ha bitação financiamento na ordem de CrS 3.000.000,00 para am pliação. da rede de ener già eléh-ica, • construção de uma biblioteca. coloca çi1o de guias e sa ;·getas e posto de saúde. O pro cesso para o financia mento já se encontra na epla nu da Presidência da Republica e tudo in dica que brevemente a população de Antonio João verá mtlborar o aspecto da cidade. Além do financiamento citado Adão Herodes conseguiu também um auxilio na ordem de 70.000,00 do Governo do Estado pa ra pagamento de um grupo gerador e recebeu 138.000,00 da Comissão de Faixa de Fronteira para o Serviço . de Água do· cnunicipio. E. pois é, adcniuish-açilo se faz as sim: COM OBRAS. O, mo1orr• novo, nuo e»tão em fa-e de montagem, como erroneamente diz o cor respondente. Estão funciona non,Io. Tauto u-sim 11111· na noite de Natal foi acesa. toda a iluminação pública da ci,la de faro que ~ó aronll'Ct'U no dia de sua inauguração, há mais de quatro ano+. Os doi"I g-r11pu:o1 J:(·raclon•tt "º'"º"' n:lo íorum "rrcencenu~n te transferido-s _pel CEAT para 11.-la Vi,t,,, ron,n mol<lo amente faz cre r o tal corr .. • pondente. _Ele. foram_adquiri cios pela Prefeitura de Bela Vista. com auxilio financeiro posterior à ua aquisição, do Exmo. Sr. Governudnr ,ln f:.;c do e do Exmo r. uerinten dente da iuleco, través do ür. Can11dito Torro. flirdor da Cemal. l'rdeito rle llrln ísta. há seis mee-, nomeado pelo Exmo. Sr. Ernesto G .. i, .. I. por indicação do Governador do Estado, por rr a área de e gurança, tomei a iniciattva de solicitar á Cemat ne-a oca+ião que asumi-se a reponsabili dade do Setor de Energia Elé tricn em ela i-ta. A--im -e expre-ou o Dr. Carmelito Torn:s: •Sr Prefeito, a temat não encampa serviço defieitá rio (t"11conlr•.·i o H·njç,, ,Jt .. lu:,; com 11111 dHi.-il m,·11,al dt' 1 o.oc,o,oo). A Cerat s6 irá p/ «ela -ta, quando a energia de U rubupunga lá chegar e a pre visão é que isto aconteça no final do ano <le 1977. Aé lá, o ir terá que carregar es te andor que, por sinal é pe ado.. Então fica esclarecido que o sistema de Energia de Bela . 'í,t.a é de re•pon,aLili<IJdt' eclu-ia da Prefeitura de, lle la Mista, que não -ó rerode lou tocla a estrutura intera da Usina, como adquiriu dois grupos geradores cania, novo de 25o KWa. cada e como e tá arcando com todo o ouus de um sistema arcaico e defi Prenso que o Diário da Scrrn dt"veria , FnhHitnir, quanto antes, eu correspon dente O<tUÍ em Bela. Vista. por . que enviou tal noticia, além de mentiroso, é pt:eonhcnto .. Conlialmente Ruben de Ca,tro Pinto MI E ç "Produtor- do alcáreo Bodoquena" km 54 . Rodovia Jardim LTDil Porto Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Dela i-ta, I/Ir7o ---- sise ::,ub Total TOTAL 1.U,,o,n DISCHIMINAÇ,o l) - Heceita ) Htecebido de venda de Lotes 1) . Venda de lotes pi 11,•stuu rantes; 11) • V cn,ln dt• 6 lotes u CrS B00,00 h) . V ,•mlu de 1 lote ll CrS 1.000,00 •l.ono,uo 2) • Venda de lute• pura Co• ,nércio u) • V enda de 20 lotes a Cr 500,00 lu.ono,uo 3)- Venda de lotes para yo ião de máquinas agrícolas ul • Vemln Je ÍI lote~ u CrS 1.UOOJXI 6.000,00 .1) • Ven,lu ,lc lote• p/ Uauir< • li) • V cmln de 1 lote II CrS 100.00 l<><>,011 h) • ' e mia d,· 7 lotes CrS 150,00 l .0511,00 5) • ' cn<ln ,lc lote< parn Cníé ' e Lanche• o) • ' cndn d.: 19 lotes a CrS . l<Xl.00 1.900,00 11) • It ... -ct·hi,los ,!e I cncl c-<lore~ umbuluntrs 1.-1.50,00 CI - Arrecadação de 5 woites_ d.- lloiki,, 25.290,011 D • , rreraduçiio ,le H·nda dc- volM paro Huinhu t.U!ll,oo F) - Arre,·adn~i'to de 5 dia, de estacionamento 59550,00 Fl - Emrrb-timo Ht-cebi,lo )) • Do Sr. Wolkc l··rnund.-,. ilontriro 71.260,00 1;J . Ht•ct•hidn do Banco do llrnsil :,., - Ai:ênria Ilela l'i,tn l) • Auxilio pura compra tle troféu.-. e 1,!í:J.Yuc;õr.,; nhs 11H!SIHOS 2.300,00 H)- Iecebida de Venda de rgolas }) • ' ,·u,lu ,!e ll ~ ar~olns 11 CrS 50,00 550,00 2( , enla de H2 ar;:olas 11 CrS 75,00 lo,660,0o l lk,·. d.- V. dt: ilnnguciri. 1) - Venda de 50 111:inguciri nbn., a CrS 300.0U 15.009,<>0 2) - Excesso de 3 animais a CrS 2.,,00 125,oo J) • Hrccbido tle ,·cmln de es paço- para propaganda l- Venda de 2 e-paços a CrS • -100,00 800,00 2) • Venda ,le 7espaço- a Cr$ __ 250,00 J.,::,o,oO L) Hc,-cbido de imcrição de gado 1) • ln,criçào de 2-15 reze• 11 CrS 10,00 2.t15o,oo il) - Recebido de Comissão 5 o/o de ,·cndn de gado 1) • De ven. de gado efe. à vis. 56.00,0o 2 - De venda efetuada com financiamento a) - Do finnnci,unento c<,nce ditlo pela A,:ênciu do Bnnco do Brasil SI A de Gui11 Lopes da Lagunn 23.489,6o (,l • De financinmento eoncc dido pela A,:êncin do B.i.nco do Brasil SI A. de Cnmpo Grnn ,Ir e) . Ot" financiarucnto co11l'C dido pela Agencia do 11.meo ,1,, Jlraail SI A de l)du Viola . Hí.lU11,ou - lecebido de Saldo de Ex posições Anteriores 1) . !:lnlrlo da li Expo,içün 197.1 2) • !:Jaldo da lll Exposi~,w 1.ô<i<J,:il :109.<>7,:l:lu 1971 li) • Despesa Pago ao abaixo, . ronfor me nota e recibos )) • Cn>ll lntcrnucionul. "º':::! fi,cui• no. u19 o2o o- 11-1 7lil 7199 7197 7351 7158 7166 7170 7494 33l5,1o 2) • Cnsn Primavera: notas forais no. 1579 3)760 32120 32122 32112 32357 3293o 32<J51 e n:>tas de 24/66/75 S/n )- E,p6lio Ulmerindo X_n,i':r Pinheiro: notas fiscais no. 11:11 111-1 11-IS 1116 llS-1 2oo 12o9 121:1 12.12 1262 1353 1358 1696,7 0 1) - Livra. Bossa Nova: not fie csis no· Jol!l 3629 303l 3o61 :lo87 :n22 3125 51 • Empre,n Brasileira de Cor reios e Telégrafos: Heci bos no. 0019-lo 001911 o2.'87 o o26o:13 026237 626265 026266 626281 026656 o'!67-lt e recibo, de selagem de correp'! dênciu " de: 11 / 06 75 1-11 06 / 75 16 / 06 / 75 18/66/75 6) • Jornal Tribuna dn Fron teira: reci hos no. o UI loo lol 120 1:12 199 •1.2.>-1,uo 7» Posto liranga_Lda; g" . fücois 6 6635 6637 _)Tio 22317 223373 22381 ll) Dinnhcx - Motores e Bom bns Lt<lo: notas fiscais 76M 766.'i í666 7667 9.l'in,,u, 9) Casa das Tintas; notas no 186 187 200 lo) Hc,Lauronte Aparecida. no ta_d Depç no. 888 loH lo7:l 308 1-15,1 1 Tipografia e Li..-rnrin AI vonulu Ltda· nota, fi,c. l•l5oi 1-1611 1-1686 12)- Relojoaria Omega: lotas Fiscais: 1í82 13125 1316 1380l 8.000,00 B). Grande Hotd Gaspar. Not Fi, n.o 2288 2.191 1.119,ou I- Industrial e comercial de ;lntleiros Battilani Luln: nota Fiscal n.o lo5 e Not!IS de müo rle obro n.o 079-lol 570.uo 15) Posto Narional de Serviços Notas Fiscais n.o 117 118 120 9.lo7,7o 16) lndúst.rin e Comen:io_ d': Mndeinu Rocha e Battilani Ltdn: Noto.• Fiscais n.o o72-o73 5~%8..9-1 17) Gráfico Pruprobel: Hcciho• de pedidos n.o -17,, -172 -173 585,oo 18) Cnsa Imperial Notas Fis : .-nis n.o 0139-lo 1-1168 Re<:ibo de o-l.09.75 19) en.., d,u Máquinas Not Fiscnl 59'2 1.275,on 20) Oficina Roy11l - Nota de milo de obra n.o 111 350,00 19.fiín,oo :llo.12 269,ou 157,So t:l<,,62 323.50 l9o,ou 619.:lo -183,oo o66.2o Livraria e 'apelaria P'rogr·:! Nota- Fi-cai- 6 666 671 6Tl 6&í <'87 69" <,9-> 2IH! 22) a-a do Arroz: Nota de :t1J.o7.7:; '/N . 23) Comércio e Industria Santa Luzia: N.F n.0 4181 21) Panorama Hotel 1139 25] Mercado _ iüsika%' Not Fis n.o 080, 981 125 2.li) J. K0rndorfer: Nota Fiscal n.o 849-1 27] Posto São Cristovào Nota Fiscal n.0 5322 28) - Relojoaria 'uiça: Nota Fiscal n.o 883 29] Depósito Terruta: Notas Fiscais n.o 97[29-97155.1· 30) - Casa Pecuarista Llda Nota Fiscal n.t> 49i7 31) - Depósito N. '. Apa recidu: ota Fiscal n.o 369 32) Cooperativa Agro-Pe cu ária Matogrossense e 11ta Fiscal n.o 393ü 33) Pinho e Cia Llda: ota Fiscal 15119 34.) Agriporü Ltda: Nota Fi,;cal n.o 04 35) A Escolar: Nota Fis cal n.o 1031 36) Casa Libnneza: Nota Fiscal n.0 522 120s8 37) ;fercearia Suzana: Nota Fiscal 12o 38) Folha de :lato Grosso Recibo. de 28/08/75 Soma a Transportar 17L,''" 2o,OII 8,0o 550.00 96,00 67U,ou <x,.1111 210,00 70.0o 9u,oo ll,80 2..ooo,uo 52. 43,üü (Continua na página :.1) :1o9.67o.23 TRABALHADOR DE SALARIO MINIMO TEM 5 MIL 184 NO SEU FGTS Quem recebe um salário minimo des de 1967 tem depositado hoje, em sua con ta vmculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, se não· realizou ne nhum saque, CrS 5 mil 184 e 10 centavos em 1º de abril após a correção monetá ria relativa a 1975, terá CrS 5 mil 464. Nmguém é obrigado a movimentar a conta do FGTS e quem jâ tenha recebi do a documentação necessária para fazê -lo deve aguardar até l.o de abril, pois em caso contrário, perderá a correção monetária e os juros de 1975. ., COMERCIO DE CEREAIS UNIDO IGRICOLA LIDA •• 1 • • •• "Uma Firma Que Aiu4a a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional Bel, i .,.,. 11111/71, :.:.----------------------------------------------------------- Balancete Continuação da página 2 SINDICA O , ' Suh To111I Totul 3) - Ulúrlo da Se,-rn: re- cibo o7-7G-11tl I.oou,uu lo • Dr, Cásslo Noronha: Recibo nº 3 11-75 6.5o5,So 41 - Cartório do 1° OIi- cJo: recjbo de 18-08-75 25,00 42 - Loju Jacques; re- clbo 11"· a7-75 G5,oo 43 - Fernando Dias de Andrarle: recibo de • t8-oU-7fi 1. k,,,,oo 44 - Fabrica de Gelo Polar: nota de despeza de 31-07.75 260,00 45 - Narcll>0 Orliz: rec. 11!! 3!)-75 51-75 55-75 2.So,oo 46- Victor Penzo; rec 87-75 ' 2.Suo,oo , 47 -'Térclo •·· Celestino • Gonçalves: rec. nº. 85-75 2.Soo,oo 48 - Bcnilácia Rodrigues Antunes: rec. de 30-07-75 " •l:!o,oo 49 - Dácio Càbral da • Silva: recibo número 60·75 700,00 o - Joacyr ilurques ilo l'ekn: rec. nC, 67-75 · ClS-75 • ' ' 8.1 l,uo 51 • A1,dré Grance: rec. no. 71.i-75 l.000,110 52 - Severo Ferreira: rec. no. 61-75 lloo,oo 53 • Djnlma Silvestre Fernandes: recibo uo. 57-75 1.1 º"·"º 4 - Joio Figueredo. • reo. no. 64-75 -~5o,,rn 55 - Nicolau Ferreira: re- cibo n 6575 15o,0o 56 - Hnrolclo de Vascon celos Pinheiro: it:c. n° 18-75 li9-75 91-75 93-75 94-75 98-75 15.oou,oo 7- .rmando Hazime rec. no. 70-75 -150.no 58 - Valdir Fernnudee: rec. n0. 717 72/76 6o.0o 59 - Rubens Pael Lopes: rec. no. 74175 ll.600,ou lio - Victor • Penzo: P / compra de cana, ca pim e pagameoto dos trabalhadores da ror rngeira: rec. no. 26-75 ,/ E 27-75 46-75 73-75 78-75 1.952.0 li1 - Reinaldo Campos Azevedo; recibo de 05-08-75 500.0o 62 - Antenor Paes de Barros. ree. no. :18-75 loo,rw 63 - Adalr Canteiro: ree. no. 4o-75 5o-75. 56-75 250,00 64 - André Fleltas: rec. no. 33- 7õ • loo,oo 65 - Elvid Romeiro: rec nô. 37-75 7i-75 84-75 -125,o,, 66 - Adão Vieira de Sou za: rec. nó· 36-75 75,oo 67 - Germano Vurgas: rec. no. 82-75 180,00 68) Guilherme ria Ho,o: Heci- bos n.o 42/75 45/75 19/75 51.75 250,00 69) Homero Ilnlto. Hc,·ibr, • n.o -ll-7S 52--75 53.75 250,00 70) José l:'r-nzo: Hecibo, n.o -18-75 Sll-75 l'.3 lo,uo 71) Wolke F. Mon1dro. Reci- bos n.0 29.75 31-75 59.75 81-75 1)6--75 88-75 90-75 92-75 71.260,00 72) Banco do Brasil S/A: Do- éumenlos de despesa n.o OI 02 03 Hccihn,: dr 07.08.iS Jl.08.75 11.09.75 Hccibo, 11.0 l6q <· lo? , . . . . -1 l,60 73» Pedro Valente: Iecilo n.o ~-7:> 800,r:o 7-1) Sahino Torres: Hecibo,. "·º 02-75 11-75 1-75 13-75 20-i5 25-75 35-75 IO.'l-i5 ' 9i2,uo 75) Léa de Vasconcelos Pi. nltciro: Hrciho n.o O l-75 05-75 09-75 -175,oo 76) Emilio une: Heciho n.o 15-75 -1.oo3,2o 77) Husnlino Aquino: H,·,·il>o,. n.u 16-75 19-75 66-i5 6.5i7.So 78) Auto Peças Brasil - Notas Fi-cais n.0 f253 4212 9200 79) fü11lio Uifmorn de ,qui- clnunna Ltdu Hecibo n,o 18-11 3.Soo,uo 80 Aclilo Ferreira cln Sil'u Rccihus n.o 17-i5 2.:!-75 :W-75 30.75 11.75 63-i5 80.75 3.600,00 8) Jornal da Manha: lecibo 07.01.75 5o0.0o 82! liam J. Von F'ull,•rslch,·im 11cc. ó2/i5 H. .. '('. de 1L.08.75 1513.00 !l:l) Siné;io Lopr;: R,·1·. 21-75 I.Soo,ou D,·pó-ito l'nrlrc Cic.-ro. Hcciho 32/75 6.o 19.oo 85) Eraldo Dicli clu Si I ni: Hcc 13.75 262,00 86) Armando Braga:; Iec. n.o :!I .fl i9 95175 :!.:!uo ,oo 87_José Nunes: He. no: 0-75 [:,.~ 3 lu,ou !l!l) Posto lrubiru,sú: No1n Fie BE al 199 102.50 9 Fermiano do- 5unto: ler 01/75 20.,00 9o) Eugenio Gomes: Hcihos n.o 0} o6 68/75 90,0o 9I) Madalena Hodrigue Mar que-. Iecibo n.o 67/75 1A5,oo <.12) erviço de Alto alante [eterenes ' tede 2167.75 150.0o 93).- Jo- Clue Fores: He. no 83/75 • 361,20 9I) Carlos M+reio Monteiro fü·cihc>" -n.n: 9(:,/7.'", - ::!}IV, • ' 9-61Loo 95 - FramcÍECl ·ifarlellt' Xime nc;c r.-c. 'l"· 99ru J'.oou,oo 96- Elirabeth dos I. Hoeha: no loo-75 '.Soo.oll 97 1ar Sta. Afonso: not. fi-c. 159 1te0 98 1ar e Armazem Suo Jorge tlOl ÍÍ!< fl<l 6(,:1 .2oJ,oo 99 Po-to Hio Apa: not. fi-. no. .'!65., Joo.oc, l0o 5eha-tiüo Guedes Corra: rec. no. lo4/75 6oo lol) Orozírnb~ M:irooi: r..-c. no. lo2/7.'i Jo3,oo lo2) Areu icaor da Can ha rec. no. la3/75 o4o lo3) João C:irlos da !:i ila Assis: rec. no, l66/75 2J,0o lo-J) Ferrr.111de, AIH•.<! ,.,.,._ no lol 107175 a,,.,,o lo.5) Luiz Goov.ai:a de .r.rnjo rcc. "''- 7.'">175 9.8I(uw lo6) Cluhe do Laço cl.- Dela Vista: Percentagem devida, ronforme /Conveio stabele cido com o Si,ulic.1lo Hurnl de Bel vista, datado em 26 ' de M+io/75 rec. no. 6/75 67/75 68/75 69/75 16/75 11/75 29. lo.'i.:!9 • • J o7 - Importância a ser 1 emJregilda. pelo Clube do Laço no Pa,que- ,ie de Exposição, conforme o Convento acima cita- do... 29.16.'i.-'>9 Jo:i.279.71 Saldo que passa p, a próxima Exposição -J.:19o. l9 Obs: - Todos os docurnentoi; rere rentes ao presente Bah1.11cete. encon tram-se à dispo3ição dos interessados na. sede do Sindicato Rural rle Bela Vis ta - ilt, à rua Coronel Camil'âo n'' ,:iO nesta cidade. Bela Vista Mt. 30 de Novembro HJ7:i. V olke Fernaudes .Monteiro Presidente da. Comi"Riio Executi,a. ria IVa. Expo!'ição Agropecuária--7;i CARA V ANA ARENIST A Dia 5, às 10:30 h/, chegou ao aeroporto lo cal a caravana. arE>nista composta dos Exmos. Srs. Senador ltalívio Coe lho, Deputado Et;tadual Rubem Figueiró, Pres. do Diretório de Campo Grande Valdir dos San tos Pereira, Secretário do • Diretório Regional Jo:;é Pereira de Souza ~Iartins e Assessor de Imprensa do Dr. Gover nador. Francisco Pedro Godoy. Essa comitiva de ilustres homens públicos ,·eio a nossa cidade p/ prestigiar a inaugura ção da sedie' deste Dire tório Municipal da Are na, e lambem p/ ouvir a voz do povo belavis tecse, p/ sentir-lhes os anseios. para conhece-r as sas reivindicações. Compareceram à re cepção no aeroporto au toridades, membros des te Diretório e diversos representantes das diver sas classes da coletivi dade bela vistense. , A seguir dirigiran-se todos para a sede do partido. onde o presiden te deste Diretório, Dr. iori Murano, saudou os visitantes e deu por i naugurada a sede, di zendo de sua finalidade de casa de trabalho pos ta à rtisposiçilo do povo belavistense para nela serem os municipes a tendidos e orientados em tudo quant.> seja possí vel. Falou tambem o Se cretário deste Diretório, Sr. Nivaldo de Barros. lembrando dos esforços que este Diretório vem fazendo· para cumprir a sua finalidade, traba lhando pelo desenvolvi- mento do município, a lem de procürar congre gar os arenistas e de mdo envidar para o ~n grandecimento do parti do e do Governo. A seguir usou da palavra <• Dr. Ruben de Castro Pinto, DO. Prefei to Municipal, que disse do quanto já realizou. a pesar das imensas difi culdades, e do quante precisa fazer p/ ao dar povo bela vistense o atendimento que necessita e merece. Falou tambem o Dr. Késio Loureiro Pinheiro. que em brilhante e inci.: sivo pronunciamento, re feriu os problemas de ma.ior prêmencia do nos so município. Falou o Sr. Valdir dos Santos Pereira que disse da missão da ca ravana e da satisfação em rever sem, diletos a migos bi.lavistenses. O Deputado Dr. Ru bem Figueiró, alem do cavalheiresco atendimen to que dispensou às di versas pessoas que u pro currtram particularmen te. pronunciou eloquen te oração dizendc; dae realizações do governo, da atuação partidÍl.ria. do trabalho legislativo. Disse tambem que o .Exmo. Sr. GoYernador deseja vir instalar em Rela iísta o seu gover no, durante 4 dias, ainda Continua na Última Pág. t» o 1o5o Opinião . l.eva Depois de passado lum tempo, eis ACON TECEU do volta is pá inas da TrllJunu. Oconei-um muitos fatos importantes nesse espaço do tempo. mus unolnmos up,mns os ma is recentes e que mere cem regl,;tro especial. Celeuma da Luz Esto prnblemu é ve lho como o da sua pró pria inslnlnção aqui. hú mais de vinte nuoH. Ela nunca foi perfeita e uem completa em nenhuma nflministraçiio anlei-ior n que ai eslú. Nilo se conReguirh. melhGria e muito menos a perr.-içiio desse serviço, enquanto s9 insistir no uso fios motores diesrls. de p0u eu vida, difícil e curís siurn manuntençü.o, além de custosa e onerosissi ma reposição de peças us mts das vezes vin das do estrangeiro, ajun tadns à iacompelencin dos operadores impro visados Já é tempo do be lvistense compreender que dos males de nda ter, mais Yllo suportar o que vem conteeendo presentemente, sem ou- t l'O recurso imediato, até que Urubupungá nos lance o Alô! Alô! da sua promissora vinda bem prôxima, que trará t'on.;igo o retemperumen to recont'ortunte dos nervr,;. quunclo entiio esqueceremos de todos os inconvenientes do passado, dos quuis, o maior, é o desgaste do nos:ao incans!n·el Prefei• to. como se procura le vur a efeito agorn. nu ma obra de demolição dos planos e!aborudo e em execução pelos nos os governos, para que dias melhores nos sejam propiciucJos, no setor, Vamos aguardar. Fa lrnórius crilicus. intrigas, nada coastrem. Silêncio ! ! ! Presos, Justiça, a ridad e leligião Há algum tempo a lruz. anotamos a ruga da cadeia de alguns mnconhelros que apro veitaram a deixa da portinha do banheiro - que o pessoal bom da terra mandou instalar ali. Isto, Sem querer me no8prezar quem quer que seja ou mesmo di minuir o "valor" ela iulençilo dos seus pro molores. Fazer carida de é a coisa mais justa e humana, prlncipalmeu le "quando se tem em mira a regeneraçllo dos criminosos tarados, tmn guinários insensiveis, a vessos aos bons costu mes, difíceis de serem domados". Aí, n inten ção merece elogio. Dar ape11as excessivo ccrn f0rto, que muitos dos benf P.ilores não nos tem, é coutra-seusu. Po rém, vale a tentativa, quase sempre frustrada por culpu dos próprios. Para eles q11e jú chegaram n essas con dições, diílcilmenle va lerá o remorso. o arre pendimento que às ve zes, conduzem-nos ao perdão do Altissimo. A justiça dos homens é se vera, instável e falha. e, se a ela não somarmos os designios dos Institu tos Sociais mnis avan çados na educaçi1o e rer.claptação do homem culparia. nunca terem1os feito nada que possa eli minar da sociedade, ,,s bandidos que vivem en tre uós, irrecuperávE,is, renitentes. além de es tar sempre ameaçando vidas inocentes. .linha intenção uão !'oi dimi ui-los, deprimi-lo;; ou oclia-los. pois niio i-eri am couc1ições· adequadas aos Ossos anseios criS tãos. Vi. u causa mais pelo lado da ,Justiça. Lu tando contta buudidos durante longos anos e tumbem mantendo-os pre sos, collli suficiente co nliec.:iu,ento sobre o com portumento dos homens que Lorubroso estu<lou e aludiu sobre seus crimes em sua monu,nental o bra, com tanta proprie dade. Afastar um mau elemento de junto de nó, do meio em que vi vemos, é dever que se impõe a todo o cidadão que tenha respoasabili flade em defesa nossa, do nosso próximo, evi tando assim, males im previslveis. Esse compor lamento, talvez seja o mais importante ato de carid:ide que se possa praticar, afastando-os judicialmente do ambien te onde elrs alcançam campo suficiente para colocarem em prática os hábitos costumasses de 6Uas turas. 'ê-se que falo do criminoso em geral, sem citur nomes ou apelidos. Demais de vemos valorizar o Po der Judiciário, um dos três poderes ela Hepu blica, previsto na Cons lllulç!lu Federal, donde emana a Justiça, orgão que, por Intermédio dos julzes, rege e fiscaliza a açilo e conduta cio Individuo, no civil, no crime, nos liliglos, apli cando•lhes sauções le gais, quando cabíveis. sem o que aã(l teríamos garantias dadas pelo Es tadu. E conveniente que se leve ao 1;onhecirnen lo do público, o pronun ciamento do Brigadeiro Carlos ,lbe1-to Huet de Oliveira Sampaio, Minis tro Pref.idenli- do Supe rior TrllJunnl ililllar a cerca dessa aconchegan te e demasiada vontade de praticar a caridade e o bem aos encarcerados, sem r.u:.:cn. repito, sem nunca tomarmos conhe cimento ou lido em jor nais que estes caridosos, os tais que praticam o bem ruais que outr<• . religiosos ou nf'lo, te nhum se apiedado das vitimas que ficaram or fãs. viuvas desampara Lias em virtude do cri me. Por isso. acho bom que leiam lüo significa tivo prnnu11ciamento. de alta autorid::icle militar e presi•lente de uma da mais altas Cortes de Justiça de nossa pátria. Transcrito do D!ARIO DA SERRA de 12/12/75: '·kH.SlLIA (A'.DA-DS) ao tomar conhecimento pelos Jornais oe que auturiclaJes Eclesiásticas mantern como programa tradicional. visitar pe nitenciárias por ocasião das festas de Natal o Brig-adeiro Carlos Alber to Huet do Oliveira Sam paio, Presidente do Su perior Tribul!al ?llilitar, rez aos jornalistas acre ditudos no tribunal, um prenunciamento de carater pessc al em que rneva apelo às [grejas de todos os •cultos para que, em presença, façam esforço ecumênico para socorrer as vitimas, bem como seus filhos e viu vas. que soirerem e ain da sofrem a ação de atos ..:riminosos. O Bri gadeiro Oliveira Sam paio sugere que dirigen tes de: paróquias levan tem o número dessas vitimas e, <ler,ois de lo- calizá-las levem suas caridosas presença , su prirniudo-ibe.- suas neces . Idades muterinls e mo rais. E a seguinte a inte gra do pronunciamento do presidente do STM tenho manifestado com certa impertinência e de modo um tanto frequente, noticiado na imprensa, como ocorreu no dia oito do corrente por ocasião das comemo raçõe11 do "Dia de Nos sa Senhora da Concei ção" a assistencía reli giosa levada aos presi dias em carinho lnvul· gur. Quanta tristeza me causa essas noticias. Não que tenho como conde- 11ável tal procedimento Absolutamente, n ú o Mas, porque, antes des sa preocupaçüo. niio há um movimento nus direr sas Paróquias. levantan do o n de vitimas des ses presidiPrios para, uma vez localizadas, le var-lhes a caridosa pre sença a seus sofrimento materiais e morais? Ai, nesse terreno. é que a caridade crista deve mostrar-se mais complasceute. Não esque cer presos merece aplau sos. Mas eximir-se de socorrer os sucrificiados por facinoras da pior espec1e, recolhidos a presi<.lios pela prática de crimes odiosos. alem de constituir-se triste e xemplo, ainda demonstra sentimento de falta de piedade. no seu sentido lato. "Receio que como "ªº mdo as coisas, não será de admirar sejam os hospitais obrigados a0 atendimento prioritg no de presidiários até com prejuizos de suas vitimas. Quantas dessas não estarão sem nenhum socorro, neru médico ou religioso, passando necessidades, em total esquecimento? Não bas ta homenagear um agen te policial ou qual<p1er pessoa sacrificada pe los mais irresponsáveis tipos _de malfeitores, na ocasião dos sepultamen tos e, logo após, relegar as mulheres e filhos ao "Deus dará'' Esses são, com justa razao, os maiores revol tados, quando vem os a_ssassmos dQs seus ma ridos e pais recebendo benesses-até presentes- l'llC}UUlltO ue:nhu111:1 ;!ll lJ· ção se dá u seus pude eirnc>nlOH. Se volto a insistir nesse tema é porque o considero de gorando im port.D.ncla, dado o refie xo que se faz sentir na classe mais prejudlca;!:.i e porque acredilú. ainda. ser a Jgreja 11 maior for ça capuz de artlcuiur movimento de ln! enver gadura. Façamos preces ao Criador no sentido de que esse apelo tenha re percus:;ilo :ms Igrejas ele todo, os eullos, num ver da!eito esforço ecumê nico, aproveitando o eu sejo que e apresenta ao aproximar-se o dia de nascimento de Jesus Cristo". 'Terminou o pro nunciamt-nlo do Brigadei ro. im, o Natal, o dia de nascimento daquele que morreu na cruz p/ remir a humanidade que apesar de quase dois mil anos, ainda continua má perversa. sem a pie dade em seu coração, não compreendendo o holocausto de Cristo em beneficio da sua regene raçao, sem a coragem de praticar a Justiça, que foi o seu apanágio em nome de Deus. Esse problema é vasto e palpitante de controversais e estudos r.,rofuudos. uo qual senti mos as maiore1:< emo ções r. o trrmos de fazer comparações entre o clagma da igreja e a compustura de sem" se guidores e principais mautores: bispos, padres e até os fiéis. na atual conjuntura por que passa 0 Brasil e o 1DU11ilo. Oportunamente vol taremos ao assunto. pois esse clocurueuto é um alerta ainda mais valioso se levarmos em conta a subversão da ordem que traz em ativa vigi lancia o nosso governo. combatendo os meios buscados p/a sua execu çao. pelos inimicros da Pétria, com gravés pre Ju1zos para a tranquili dade do povo. Estejamos vigilantes.... Substituicão de Prefeito O Extra.ordinário Prefeito de Amambay Sr. Viol, foi substituido. (Cont. na Página 05) Opinião Ps • -·-----------------------.::!:.:::.:.::.::.._ _ I«eh Vi»ta 18/0l/76 IICONTECEU ... (Continuação da Página 04) No c o m e n t amos lho, um dos mais atuan Hllíll discutimos 11 causa tes representantes do que deu origem a seu Mt no Congresso Naclo fastamento brusco da nal. administração do seu A inauguração foi munfiplo. ótiina, com bons discur- Cassandru ou advi- sos e grande euforia, nhos acreditam ser em demonstrando a vitali vlrtude do ex-acumular dade da Arena de Bela de simpatias o Sr. Po- Vista. drossluu, que está re- Seguiu-se uma visi mando contra a maré ta à Usina eletricu, cons dentro da au que se tuçõet em unrlamento chama Arena, cujo to- e o tros setores da Pre moneiro chefe, em Cuia- feitura, a convite do Sr. bê, nilo permitirá que e- Dr.Cu tro Pinto, Prefeito la embarque. O ato de da cidade sempre a co transmlssüo do curgo mitiva acompanhada por mereceu a presença do inúmero companlrniros. Sr. Governador Garcia As 13 horas, o lauto Neto, que deu um toque almoço servido no Club de alto prestigio ao no- do Laço, ofereeido aos vo cacique como tambem a sua visitantes pelo Dirt., no presença não da p con- qual reinou muito entu fundlr com vagas preten sia,smo. ç,'i a respeito d,· qualquer ,notamos o interes cumpanha no extremo se desper ado por mui sul em luvo1· de licler tos nas reivindicnções aspirando divergir da que &iio legitimas aspi unidade arenista. rações dos belavistense sem contudo deixar de anotar a pressílo exerci da nessas reivindicações, fazendo com que os nos ses visitantes cem elegante e elo quentes pr::nunciamento fizernm o elogio do pe dintes. Foi um aconteci mento politico de alto alcance. no qunl houve divergencias, coocordan cia e ace tos viaveis, porque afinal. é Arena unida e agigantada. O certo é que por nossas bandas existe alguem com us barbas crescida e ns orelhas esquentando. Vamo: aguardar. Séde do Diretório da ARENA No dia deste, ina- gurou-+e a éde du Are na com grande compa reclmeuto de correligio nários e amigos. tendo PI maior magnificiencia do ato, sido convidadas pelo r. Presidente p comparecerem. uma re presentação do Regional do Partido e represen tantee da bancada no Legislativo e tadual e federal. Vierum por avião e chegaram pelas 10:30, os senhores José Ferrei ra de ouza Martins, se cretário do Dirt. Reg. Sr. Waldlr autos Perei ra Presidente do Dirt. Municipal de Campo Grande, os Srs. Deputa do Rubeu Figueiró, líder do gov. na Assembléia e senador Italivio Coe- Mas, no final, ja pe las 15 horas, quaudo deveriam regressar, o r. senadot· ltalivio Coe lho levantando o agape Jisse: "Ouvimos tudo que o senhores disse ram, quanto su:i recla mações e reiviodicaçõe , porém, nnda ouvimos dos benefícios aqui tra zidos pelos governos do Esta<lo e União. que são muitos". Muito bem Gostei. Tudo calorosos aeroyorto, partida. Até outra vez. RESPOSTA IRES PATIFES, CU JUS NOMES SÓ O NIVILDO DE BAR OS OS CONHECE. acabou em abraços no na hora da Jota - Jota Aberto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: Lanchonete 1 Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna 1lt. Ontem. quando está vamos, no Aeroporto lo cal, apó11 a partida da comitiva arenlsta que nos honrou, com sua presença, na instalação da série do Diretório Municipal da Arena, nes ta cidade, formou-se um grupo, aon<le estavam o Dr, Fiori Murano. o Sr. Nivaldo de Barros, o Dr. João Carlos Bran des Garcia e 1ma espo sa Sra. Maria Rita Mura no Garcia, o vereauor Glaucy Flores, o Dr. Ké sio Lourei:·o. o Sr. João lzidoro ' illalba, o Sr. ,José .Joaquim Ferreira outo e nós. A certa ullurn, o Sr. Nivaldo de barros, dirigiudo-se a ruim, elo giando o menu pronuncia mento nral naquela so lenidade, sugeriu-me a que mantivesse o povo sempre bem informado sobre os atos de nossa administração à testa da Prereitura e que só assim ele estaria em condições de derend!!r me de acusações calunio a a meu respeito, co mo por ex. esta: que tres individuos lhe havi am dito que eu liveru pago 11111 titulo bancário,de mlha exclusiva responsabili dade, com dinheiro pú blico, que teria vindo de Cuiabá, de tinudo ao pagamento de um do motores ~cania. compra dos pela Prefeitura de Bela Vi ta p, a Usina local. Quanta maldade, meu Deus .... Quanta injúria ... Quanta aleivosia ... lJal clita igoorancia dos ho mens e dos fatos ... Pare ce até que cheguei on tem a Bela Vista, que sou um estranho, nesta cidade. Devo dar, aqui, uma explicação aos homens de bem desta cidade que, penso, consliluir a maioria do povo bela vistense. Aos tres canalhas que constituem uma ex ceção deste povo, só lhes digo que tenham a coragt:m física e moral de se identificar perante mim, p/ que eu lhes pos sa dar a única resposta que merecem. Aqui vai um ligeiro retrospecto sobre a his tória elos 2 conjuntns no vos Scania, de 220 Kwa. cada um, adquhidos pe la Prefeitura de Bela Vi ta. A inicia tiva da aqui sição de ambos rol t-X· clusivamente minha. Sa bendo, em Cuiabá, atra ves da palavra abaliza da do Dr. Carmelito Tor res que a Cemat só en eam paria o sistema lé trico de Bela Vista no ano de 1977, pelo único fato desse sistema ser del'icitil'io « (e r u de 60.000,00 mensais quan d assumi a Prefeitura)» resolvi adquirir dois eonjuntos Povos, porque a Usina local só possuiu dois motores velhos. cujo funcionamento de há muito se tomara pre cário. Ainda. em L'uiabú. dei conhecimento ao Dr. Garcia Neto. D.D. Gover nador do Estado, da a flitiva situação energéti ca de Bela Vista e o que nó: pretendíamos fazer, esperando o seu apoio pe soai e a ajuda financeira do seu gover no. Adqull'ido dois Sca niu, após a necessária conr,orrencia pública, ur gia que fôssemos proeu rar os recursos p/ pagá los. do Banco do Brasil local automáticamente fará o depósito desa importam eia numa das conta bancárias desta Prefeltu· ra. Após essa transação só então oderá ser fei to, em cheque nominal. o pagamento à firmu que vendeu os dois motores parn a Prel'fitU· ra. Esta • a história, do cheque de 300.000,00, que corresponde à ajuda finanC'eira prometida pe lo Exm" Sr, Governador do Estado a Prefeitura ficou respon sá ,·el. pt>lo pagamP nto do restante de um dos motores. que esperamos faze-lo. quando a Prefei tura receper o imposto único de Energia E létTica. que está em a trazo, por falta de pres tação de contas das a d ministrações passadas. Vamos, agora, ao outro auxilio que rece bemos. destiuaoo ao pa gamento do outro motor Quando estivemos. Pm Cuiabá, tomanclu parle no 2º SF.minário obre o o plano Nacional de Via cão da Região Centro Oeste. consegui com o Dr. Jairo Ramos, D.D. Superintendente da Su deco. um &.uxílio de 400.000,00, p/ pagamen to do outro moto··. Esta ajuda veio em cheque do Bemat, em nome da Prefeitura de Bela Vista. Quando estive, em Agosto de 1975, emn Dou ractos, na ocasião em que o governo do Estu de, se instalou naquela cidade, obtive a ratifica çüo da promessa gover namental de dar à Bela Vista uma ajuda finan:,ei ra de 300.000,00, no que ordenou ao seu Se cretário de Fazenda que fizesse o atendimento imediato. F.ntretanêo. só agora, no dia 29 de De zembro de 1975, chegou ra o cheque do Bemat. em de nome da Prefeitura de Bela Vista, pagável em Dourados, 110 valor de CrS300.000,00. Este che que foi entregue pela tesouraria da Prefeitura na Agencia fo Banco d 1 Brasil local para cobran ça, não tendo, até hoje, 06-01-76, voltado com crédito. Quando ele for pago, a própria Agencia através da Cemat, pa gável em Cuiabá, che gando aqui o cheque no dia 03 de Novembro de 1975. Foi entregue o re ferido c h e q u e ti e 100.000.00 à Agencia do Banco do Brasil lo cal p/ cobrança, tendo sido creditado em con ta bancária du Prefeitu- somente no dia 11 'ovembro de 1975. No dia 12 de Novembro de 1975. um dia após esse depósito, foi pago integralmente, em che que nominal. à Firma Yendedor:i, o valor ãe um dos motores, na im- (Cont. na Página 6) Mela Vi-ta I/0/70 Opinião (Continuação da Página T E LO pentaneta de Cr$ 400.000,00 Entào, eHlú bem claru que o 1" cheque do 1e mal (auxilio da Sudecn) no valor de 400.000,00 chegou em Belu Vista em 03 de Novembro de 1075 e o 2.o cheque cio Hemat (auxilio do Gover nuclor do Estado). no vu lor de 300.000,00 chegou em bela Vista, no dia ) de Dezembro de 75 O titulo dn Bunco Ia de Cr$ 91.000.00, de minha exclusiva respun s bilidade. foi pago por mim, ao Advogado do ll:.:neo ltaú. na presença do MM Dr. Juiz de Di reito destu comarca, Dr. Vuller L,onlrel'll, tm SP.U gabinete, no rliu 1G de Outubro cle 75, ce,nforme recibo que possuo, em meu podei' nssinado por ·loels)n Martinez Peixoto OAB MT- 136. p.p do Banco llnú .A. A comprovação das dutas refertdus uciu pode ser feita, por quem estiver interessado, no Cartório do 1.o Ofício e uo Uanco do Hrnsil. e xumiando as extratos bu nc(1 rios da Prefeitura. 1 05) PIITIFES, IR e, nestas condições, tive que li·. urgentemente, u Campo Grande providen ciar u referida importan ela. Nu oporlunicJade, va li· me do meu crédito pes soal, sempre presente, recorrendo a um velho amigo meu quo, gentil mente, colocou à minha disposição u necessária importância, como aliás o tem feito comigo todas as vezes que a ele recuno. Esta é a pura verda de dos fatos. Agora, mais alguns esclarecimentos. sobre o critério que adotamos, na Secretaria da Fazen da da Prefeitura, desde que assumimos o cargo ele Prrfeito, em W-4-7fi. Prestem bem aten ção, aos que me lerew. Qunndo chegou à Bela Vista o 1.o cheque do Bemat. em 3 de Novem bro de 1975, que só foi depositado nu conta da Prefeiturn em 11 ele No vembro de 1975, u mi'nlla divida pesso&l com o Bauco Itaú já estava to talmente saldada, há mais de 25 dias pois fui paga. como disse acima em 15 de Outubro. N u n c a é demais r e R s a l ta r que o 2.o cheque do Bemat ainda não foi creditado pelo Banco do Brasil. Agencia local, em conta da Pre feitura. Apesar de ser assun to inerente à minha coo ctiçilo de pect..arista, alo da vou esclarecer este ponto. Fui tomado de sur presa com a cobrança deste título do Banco ltau, pois aguardava des se Banco uma resposta à proposta honesta que lhe fiz para o seu paga mento purceln.do. Por razões que desconheço, o Banco adotou o crité riu de cobra .. ça imediata Todo o dinheiro que entra para a Prefeitura, em espécie o em cheque é depositado pela te ou reira em c•rnta bancária com rubrica µ1·6pria, ua fgonciu do Banco do brasil desta cidade, dia riamente. A ordem ex pressa deste Prbfeito é que não fique oinheiro algum no cofre da Prefei lura. Todos os pagamen tos são !eitm; em che ques nominais, assinados pelo Prefeito e pela Te soureira. Proibimos ter minantemente cheques no portador e até hoje não adotamos o costu me rotineiro de certos Prefeitos de rurregarem no bolso os talões de cheque da Prefeitura com a assinatur::i, em confiança da tesourai ia. Na nossa administração, todos os talões ele che que da Prefeitura são guardados no cofre da Prefeitura. cuja chave fie, sob u guarda <la tesourara. Os únicos cheques que até hoje, sairam em meu llllUlEI peSSOI' 1, são os correspondentes aos meus vencimentos men- sais de P::eftito e, even tualmente, de diárias. quando viajo a serviço da Prefeitura. Quaisquer pugamentos da Prefeitu ra. repilo, são feitos em cheques nominais, com assinatura do Prefeito e da Tesoureira. em pro cessos regulares, que ti veram a sua ordem de empenho assinada pelo o UJ S NOM S ONHECE. contador e a sua ordem de pagamento, com as sinatura do Prefeito. vindo em seguida 0 Te cibo de qullaçüo da par- le credora. Todos estes compro vantes de entrada e sui da de dinheiro fazem purte dos balancetes mensais da Prefeitura que so apreciados pelo Tribunal ele Contas cio Eiltado. Diga-se. de pas sagem, que os balance tes estilo rigorosamente em dia e não atrwzados de seis meses, como en contrei, ao assumir o cargo de Prefeito. Esta é uma pequena liçãu de seriedade administrativa que endereço aos igno rantes ferinos. Quem duvidar, terá condições, através dos 1:aminbos legais, de exa mina-los nu Prefeitura ou na Câmara de Verea cJores. Cumpri, expontllnea mente. em 29-04-75, um clispositivo legal, entre gando à Câmara de Ve readores, a minha decla ração de bens materiais, uo dia du minha posse, como Prefeito. a q,.ml deverá e lar arquivada nessa Câmara. Por ela, se infere que sou um cidadão que não necessita usar de dinheiro público ou alheio para atender compromissos pessoais. Estes sempre os atendi desde os 22 anos de i<la de, quando me formei Prn medicina, e continua rei atendendo, vida a fóra, com o produto das rendas que, honestamen te, possuo. Mensalmente posso contar com os proventuA de General de Brigada RI do Exér cito Nacional, com os honorários de médico, com os aluguéis de pro- priedades em Campo Grau da ( oriundos de he rança que me deixou o meu honrado Pai Gene ral Dr. Júlio ilário de Castro Pinto). com os vencimentos de Prefeito com a Venda de lotes de meus dois loteamen tos em Jardim e de eventuais Vendas de ga do do rebanho de llli.nha fazenda. E quando tal renda mensul niio fôr suficiente, podert!i recor rer à venda de mais de t.000 vacas que constitui parte do rebanho da minha fazenda, de mais de 250 lotes que possuo em cidades matogrossen ses e, em última insta cia, da venda de 6.500 (seis mil e quinhentos) llecta res ele te nas ria minha fa;r,enda. cuja úl tima oferta ele compra por parte de nm grupo paulista. foi de 30 (trin ta) milhões novo. Pocle rei contar, ainda, com a ajuda eventual de todo- os meu- ir mão- e todos o- meu- filho que, graça a D)eu- e-tão em boa situação financeira. Perdoem-me os ho mens de bem. Estou fe rindo a minha habitual modéstia, por culpe. ex clusiva dos canalhas anônimos, cujus linguas pest!lentsa não aguen tam ficar 110 seu devido lugar. Não Fei como os cana lhas tiveram conheci mento de assunl96 puramente pessoais e que são comun aos ho mens de negócios, que costuruam usar o seu crédito pes oal :ios es tabelecimentos bancá rios. erá que os seus informantes não costu mam usar o chamado sigilo profissional? Infelizmente ou fe lizmente, só Deus o sa- be, o Nivaldo de Barros não me quiz revelar nem os nomes dos tres pati fes, nem o local aonde ouviu as suas infamius. Não quero pressupor, mas tenho quase certe za que tais individuos devem-me favores pes soais, talvez a própl'ia vida, sua ou de famllla res eUS. os Homens de Bem desta cfriade. nos colo camos à sua Inteira dis posição, para dissipar quaisquer dúvidas sobre a rrnssa admrnistraçao, como Prefeito. O que não permiti remos, jamais, que in dividuo inesrrupulosos tentem macular a vida de um homem. de pas sdo e de presente lirn· pos e que faz questão de sempre honrar o seu nome e o seu sobreno me de antepa;;sados ilus tres, quer de origem pa terna, quer de origem materna. para lega-los, sem nódoas, uos seu rilhos. Era o que tinha a di zer. Aos Homens de Bem peço que me julguem, com respeito e dignidade. Aos canalhas cles conhecidos,, o meu de - prezo, enquanto não os consigo identifica-los. Bela Vista. 06 de janeiro de 1976 Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal Comissão PrQ-reconstrução da Divino Espirita Santo Balancete Demonstrativo da Comis são até 23/12/1975 RECEITA CAIXA: Saldo no Bco. Brasil S.A Cbás Bene[icientes realizados: Nice ilirandu Jurema L. da Rosa PROilOÇÕES: Cofrinho posto no Hotel Panorama Nice Miranda [Salgadinhos e doce;] H.endas Diversas es Total Capela ers 31.429,25 » 965,00 « 1.474,00 Saldo de CrS 40.832.,00 (O centos e trinta e d . • -, . uarenta mil, oito Banco do BrasU S.A.01s cruzeiros) depositado no Bela Vista Mt 23 de Dezembro de 1975 A Comissão a: 205,00 » 245.00 « 6.503.75 « 40.832,00 Jl Vi-ta, 18/1/75 Edital _l', Ili 7 EDITAL DE PR l Catório do to Oficio Eu, José Avelino e Silva, Oflolul do Regls tro de ProleRtos Comarca de Bela Vista, do Esta do de Mato Grosso, Nu Formn (la Lel etc ... Faço 'uber aos que o presente edital virem ou dele tiverem conheci mento que se encon tram em rat·lório, à rua Coronel Dias, 9.t78, nes ta cidade. pura protestos por falta de -pagamento e /ou aceite os Regulnles títulos: 1%) Titulos Apresentados pelo Banco do Brasil SA a) Duplicata nº 16:3/75-F vencida em 21.11.75, va lor CrS 15.792,93, emitida por Mecanica lndu.:trlnl Lldu. oontrn Dj,ilma Chn vcs Conea. B) Duplicata 11.l IG3/75-E vencida em 21. .75. valor CrS 15. 7!12,23 emitida por lnctuslt-!ul LL<lo.. contra Djalmu Cha ,·es Correu. 2°-] Tllulos Apresentados pelo Banco llaú .. A. A) Duplicata. n.o 871li9, vencirla em 30.09.75, va lor CrS 1. 5G, 16. emitida por Bateria. Mal1ory do do Brasil, contra Saíki Haradn. B) Duplicata nº 3li58 , vencli.lu em 28.09.75, va lor S 372,0(), emitida por Batterias :lallory do Sra sil Ltdn. <:ontr I aiki Rara.da 3. 0 ) Cbs. Apresentudcs p/ iirmu. Sbel Rrnsil '.i. A) cheque n.o OliSo 3, e mitido em 2(3 rle selem bro de 1973, valor CrS 3.090,00, emitido por Pos tos de erviços Bela Vis ta Ltda. B) - Cheque nº 0680 4, emitidú em 26 de selem bro de 1975. valor CrS ,i.090,00 emiti d a por Po,to de 'cn iço, U. 1,tu LTDA -1) Tit. npn·,en. p/ firma Zenit. ,uto Importadora Ltda cont-ra Luiz Carlos de Souza. B) Duplicata n.o . 18o3o A. vencida em 1(3.08.74, valor Crs 908,35, emitida Por Zenit Auto Importa dom Lttlu .. contra Luiz Carlos r!e Souzn. E por ter sdo impos slvel encontrar os deve doreR ou seus parndel ros, uelo JH'OFenle edital que será afixado no Lo cal, ele costume e publl cacto pela !mpren a local intimo-oi; para p:1gnrem a importuncia devida ou darem as razões de sua recusa e no mesmo tem pv, na falta de pagamen to ou compnrecimcnlo, notifico-os do competen te proles to no pruzo lt-> gal. Prazo ele :.l dias n contar da pulJlicaçúo. Bela Vista, 18 de janeiro de 1976 O Ol'iclal do Registro de Pn,teslos lRIBUHA DA fffOIH[IRA Editor - Chefe • .J.ialdo /Jmir,1 Gerente - Çii/s, 111 cSilva cS,1111,,s 0?)CI)A Chefa - dtniC<lc• dtdair Paginação - 1 ]Uilso11 Çjuald,, !Dutra Impressão • ..fuiz C.1rl,•.< !L),·di' Composição - Jerge Dutra, 0ao Carlos 'lasque t' .:Nagib ,'1i.'azi11u Departamento de Circulação Pompilio Miranda - João Vicente Ocampos Departamento de Cobranças Chefe - Eder Hibeiro Colaboradore José Joaquim Ferreira >outo, Adalbertu, R. dre ant'Ana Dr. Aroldu Medeiros, lo-sita Rosna Gomes, los Glaue Fln- rt••• Euripede, Frrreira, J. Hl'frt·y • Diretor Respuns:ivel - Jv,,/d,, /Jacir,1 TRIBUNA DA FRONTEIRA ums publicação da Empresa Gr!ifica Tribuna da l-'ront.-ira. Dirctoru - .lnrin E,1cln V,·ln<,p1cz Pereira Hedação, Administrção e Publicidade- nua Duque de Caxias S-n - Uda Vi,1n - Mato Grosso "As opiniões emitidas nos artigos a--inales não represem tam o ponto de vista do jornal, podendo até ser contrária a este. A opinião do jornal, acha-e cxpresa nos Editoriais e nos comentários nào assinados A Ddegacia de Pol. de Bela Vista solici ta aos orgnnizadores de brincadeiras dançantes com Tocu-Discos, Bailes com Instrumentos Preci sões e festa baile ou uúo. Velório, outros movi mentos irnmelhautbs que velham à Dei. Pol., retirar uma autorização GRATUITA com antecedência de 1 diu, ou na Ga.-feira se o pr>dido for para sába- do ou Domingo. • . . A merecida visa evitar a intromissão de elementos Armados, desordeiros ou embriagados. • , A Delegacia de Policia o - Espirito Santo, voce que me esclarece tulo, que llumi11a (odoN 01:i t·a minhos p11ra que eu ali11 ga o meu ideal, voce quu me clú o dem dj·j no de perdoar e esque cer o mal que lílP. fazem e quo todos os instantes de rniuhu viria esla co migo, eu quero neste cur to diálogo, agradecer-lhe por tudo e confirmar mais uma vez. que eu nunca quc>ro me separar de voce por maior que o weja ilusão material ão será o limo da Vontade que sinto de um dia est. r com você e lodos º" HJPrrt; lrmi:iiJ"' llil rrlúria fll'l'J)l'IU;I. Obrigado mais uma vez (, pessoa tle,·er(1 lnzPr esta oração 3 dias e ser:1 nlcanÇ'Hln a ruça, por mais difieil que seja). Pu blicar assim que receber u gruça. (Publicado por lei' r!-'ee IJido uma gra<;a). .! Z G de iheobald:> .O.moral Lav..1 11em - Lubrificat·âo - Troca de Óleo r » Borracharia - Balanceamento de ioda- nu1t Conde df' Porto Alegre s 11 ílela Vista .lato Gros:-o Dr. He!io loureiro de Almeida Cirurgião Dentista RX 0A: ANTONIO MAIA CGZL0, 2) ±LA V112 M)1 ;0Z 13+2 .Horário: 8 à, 11 hora:-- llk à,- 20 hora,- 3e"e< ><? Ea } asa Pe eu ar is ta Ltda i Produtos Veterinários e Agrícola-. Ferragenu-. • $ Artigos de Montaria e Materiais de Cor-trur;ão { } o crrot. l Av. Duque de Caxias, 606 Í ~ C. P. 2 - Fone: 157 Jardim ~1(.T. j t: ! #sss-. -<«--.s2.-----.ri DR. EVERALDO A. ROCHA 1,lfOICO - CRI,! ! Endereço: Resid. jass Porto 400 I.H R. Cel. Ponce - Mt- MurtiILlio p ##l "EIS DELE MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMESTICOS EM GERAL S!i TOS E ZBHCllNELUl lTDü AVENIDll DUQUE DE CilllllS 446 Cristiana Carneiro por tres meses em Sussex i·onin, 0 Jornal da Universidade de Wiscon in noticiou: "Conheça Cristiana Carneiro, que veio do Brasil para fazer um euro nesta Faculdade. Está em casa de amigos, aproveitando férias de verão, porém ela não veio pelo sistema de inter cambio. Seus pais desejam que ela aprenda ingles e conheça o Estados Unidos' A notlciu saiu a compauhadu de urna foto de Cristina, Fmbora Já tenha visitado várias localidades como. Chicago, Now York, Wasblogto11, Oetrnil, iltaml, por telefo ,rn cllsi,e à sua Mãe: "nilo vejo a hora de voltar à minha terrinhu Natl, igual a ela nenhuma outra". Em fevereiro seus pais americanos virão truzê-la e uqui passarão o Carnaval... eoons de Ouro: dia 4 pp. um dos cusais mais uuti gos da City: José J. Fct-reirn 'oto e sua esposa Tecla Cumelro Sotu, brlnd1Lrnm os 50 anos de Vicia-a-dois. Após n missa em Ação de Graças. inúmeros amigos e parentes do c sul, foram até sua rusidencla dar-lhes os parubens. Ao atuante polltlco e nosso colaborador, follcílaçõ1::s du Tribu u, extensivos ô. sua esposa. de Pmta; dia lO pp. Athauazío e Fermina, pa ra a MlsRa em Ação de Graças. foram conduzidos uo Altar, pelos rilbos, nora. netos. e purentes mais intiml>S, que lambPm foi asslsllfa por grande nú mero de convidados que lotou a lgreja Matriz de ~unto Afonso, por sinal bEtavu muit<' bem de corada. O ulmoc,;o na rPsiclencia rio casal foi su per prestigiado. Ü!' vúríos arrnnjos causaram ad rniraçilo pelo bom go to; o responsável por cria gões to lindas foi o popular irmão Chico. Parentes e amigos de outras Cidades compareceram pa~a ulegrnr o ambiente. A l'estu eRlendeu-se até altas da noite, A voes parabens... CASllMENTOS J 1 1 Dia 1 pp. casaram-se Djalma e Fermina. Ele conhecido runl!ionnrio do BH. eln l'uncionúriu do Banco lloú e ex-,lis, querida por tudos devido a S'Jll l.Jeleza, sim-pa th1 e simplicidade. Em eu vesti do de noiva sua beleza e eleguncin nfuscou a muitos que lá compareceram. Para esse aconteci mento vlrrnm inúmeros ca~ais de outra.; pluga Após a C'erimonla foi oferecido um laudo churras co. Ao jovem casal. felicidades ... Ontem ldilio e Paula disseram o Tradicional SIM na lgreja ~latrií Nossa Sa. da Cooceiçào em quidauana. Ao casal os pacabens da equipe da Tribuna. DNIVERSDRIOS Dia lo: Osvaldinho, que completou seu l.o aninho junto com us bodas de prata dos a vós (A thanzio e Fermina). Apagou velinhas rodeado de muitos amiguinhos. Felicidades... Dia ll: Atanaziaho elo, pecuarista e filho de tra dicional Familia Belavist<'nse. Dia 13: José Carneiro Jr., qur é um dos tradicio nais pecuaristas da terra e o!lo poderíamos deixar de enviar-lhe os nossos parabeos ... Dia 13: Carlos Alberto de Assis « : Valdenice Gonçalves Dia H: Com um boi•> surpresa ganho dos avós co rujas Oscar e lladalena, nossa afilhada Ana Karl na Salomão Marques, apagou velinhas comemoran do seus 3 aninhas, rodeada por parentes e amigos mais íntimos da familia. A você Toda a Felicidade VISITDNTES Os irmfios liélinho e José E. Batillani, trouxe ram para conhecer a Princesa do Apa, as jovens estudantes da Cup da Garoa: Eloisa, iIâ1·cia, e lo lnudu. REGRESSO Sub. 1'en. Doroty N. T. Machado, já de regres so, pois passou suas férias na Fazenda Jacarandá ele sua p r o p r i e d a d e em São ENFOQUE: FATOS E SOCIEDADE {f Gabriel .G.s. Junto com eles para uma breve es A BELVISTENSL vii.s, .« is«» «ris sii ,$iivg, 'T'ambem já reressou o conhecido 'Ten Couva ra, que passou as festas de fim de ano com a llla 110 H.G. •. Ew sua tourneé entre os várlod lugJres que visitou: Camboriú, Curitiba, São Paulo e Bra ilia (esta última não poderia deixar de vi ·ltur, NU.o é mesmo?) POSSE No dia 15 p.p com Missa na Igreja Matriz !e Santo Afonso, tomou posse o novo vigario da P'a róqula Pe. Ifaroldo IIarrlsson, Essa Importante ce rlmonla contou com a presença das mais destaca d1s autoridades da CicJudc e um grande n.o de pa roqulauos. Ao uosso. vigário desejamos o me11mo êxito alcançado pe!o inesquecível ex-vigário Pe. Rranclil•>, que oru atua em Ponta Porã, a ele tum bem ns nossos 11grudeclmeutos. TRIBUNil on FRONTEIRft "Órgào Independente a Serviço da Região" Ano IV Iela Vista MT. 1801/76 N 193 Prefeitura lIunicipal de llcla Vii-la Aviso aos Propriétários de Chácaras O Prefeito Municipal de Bela Vista, Dr. Ru ben de Castro Pinto, encarece aos proprietários de chácaras dP, Bela Vtsta, a necessidade de serem respeitados os e8paços reservados à ruas previstas " localizad11s na planta da cidade de Bela Vista e ,rnas circunscrições, a quais nilo podem tser lech:i. dos, em beneficiados. Agora mesmo. deu entt·ada nesta Prefeitura um requerimento do r. érgio Rego :'liir~nda. ca pitão do Exército, proprietário do lote suburbano 110. 2o3, que requer a abertura de ruas ntre es lotes 190 e 2o4, 190 e 1!-11 e 2o3 e 213 na Cancha. Casos iguais a este, existem vários, criados por proprietários de chácaras que fecham as ruas da Prefeitura. trataudo-aF como se fosse proprie• dade particular. Por tal razão, solicitamos o respeito à Lei por parte aos Senhores proprietários, pois que a Prefenurn, na medida do possivel, há de proceder a abertura de todas as ruas assinaladas na planta du cidade. Eela Vista, H de Janeiro de 1976. Dr. Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal. Eis na Integra o requerimento do Capitão Sérgio Rego Miranda solici tando a abertura de Ruas na Cancha Senhor Prefeito 1.0 Sérgio Rego iliranda, Oficial elo Exército proprietário do lote suburbano o.o 2o3 requer a V. Ex!! se digne mandar abrir as ruas entre os lo tes 19o e 2o4, 190 e 191, bem como • dar às rcas entre os lotes 2o3 e 2o4 a sua largura padrão de 2o metros 2. Solicito à V. Exa, também., fosse esclarecida a stuaçilo da rua entre as chácaras 2o3 e 213 que consta do mapa da Prefeitura, mas que na realida de não existe. 3. Esclar_eço á V. Exa. que quando da everbação na Prefeitura, o ace;;so ao meu lote era feito pelai' ruas que ora se encontram fechadas. 4. É u segunda vez que requer. Da primeira vez, feita em janeiro 1975 não hteve soluçuo. • u- Bela Vista, Mt, o8 de Janeiro dê 1976 Sérgio Rego iliranda (Conlinuo;úo da J e, pog: CtlRIIYllNA '1RENISTO no decorrer do primerio trimestre. quando (•r,ttlo pt·ocurnr:í solurior,at os principais problemas des ta comunidade. Depois de debatido, diversos assuntos do mais alto interesse do município, falou o llu.s tre Senador Italivio Coelho, de hu muito con siderado um dos mals atuantes senadores, o qual discorreu sobre a situação de dificuldades que atravessa o mundo, e qu< apesar dela o Brasil continua em frarH'O de senvolvimento. Fez men çilu especial uo proble ma euergétko de Bela Vista, que deverá ser solucionado a curto pra zo. Lembrou tombem da sua proposição de uma estrada ligando o rio Paraguai ao rio Parané, ao longo da fronteira. que, juntameute eom as linl.Jas tronco a elas perpendiculares, certa mente virá equacionar o problema de transpor te desta vaf.tll e progres sista região. A seguir o Sr. Pre feito [oi cem a comitiva e demais convidados fazer uma rápida visita à Usi na, à Garagem, ao Co- 1<!. io da Água Doce, eru construção, à antiga Es cola Normal Rural, à ex-Escola Ester Silva e ao Colégio Castelo Bran co. Logo depois os vi sitantes foram homena geados com um almoço no restaurante do Clube do Laço, o qual !oi ofe l'ecido pelo Sr. Prefeito e por este Diretório. Após o almoço o Sr. Adalberto Sant'Anna em nome do Diretório ~sou da palavra fazendo uma pormenorizad<1; comple t~ e reiterada exposi ção dos problemas que afhgetn a população des ta região. Falaram tambem o Secretario, S:r. Nivaldo de Barros, o Presidente Dr. Fiori Muranc; e o Prefeito Dr. Castro Pin to, sendo todos caloro samente aplaudidos. Todos os componen tes da caravana usaram da pnlavra, agradecen do a recepção e elogi ando a intensa atuação deste diretono mun.ici pal arenista, e prome tendo envidarem os má X1mos esforços no sen tido de que as suas rei vmd1cações sejam ouvi das e atendidas pelos poderes competentes. Diretório M. da ARENA Ur. Fiori Murano Presidente 1 ..J Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº192_04_12_1975 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº194_25_01_1976 Voltar para a lista de itens