• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº517_06_07_1980

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Ano IX N 517 f)
Desdf as 4 horas da manbfl., de
sexto-felrn, o romul do Paraguay em
Delu Vlstu, Eduardo O!'nr:z. e o
d vogado Serio Pero.di, e movI­
mentar,Jr.J 111, t-t•:1II<10 rir• llhPr: r O'l
jovens .Jo11o, Pedrinho. Ton!o, Ale.
mão, Z::ca e- outro C]l.Jt' ..... t·n nm dett
dos no Dtstuc11n•('ntr> do Exr•rcllo í'<l·
rugualo m Bella Vi+t,fós os irei
dentes oc
11rridos no Cui-!-i□o, qulntu
Ie!ra a noitP, qsrnnclo fq! ro, :.to o
pecuarlsta Tullo LourPiro t- J'..-rido
gruvcrnente Sebastião ZacarinA Filho,
o "i/ego", por Bold1iclos p:1rnguaioi;_
Velo de Concel(;ão, especial­
mente pura ouvir o~ impl!c11'lo!' G
Auditor .lllitar da r<'gi,1,_. é o jJajc,r
D!oatal<.>, que prometellim ao 11uvo­
gado que os rapaz~s seriam liueru
elos ali'> a& 19 horas. , nr:~c;11 repor
t11gern, juntamente C'om Ser~io Pf-'­
roodi, acompunbou toda a mo vimen­
tH.ção, apurando os fatos e procuran
do de todas as formas colaborar
para & ràplda lib-~ração doo rll::ldos.
Fomos bem recebtdos elo Capitão
Oscar Scbulz, no .n.eroporto, de
manhã, quando este agul!rda va a
vinda dcB oficiais de Coaceiçilo, e
tambem no Destacamt>ato, por todas
as autoridades alí presentes· Eles
procuraram auxiliar o O0s5O trabalho
sempre frlrnnd0 que "a imprenrn é
um Guxíliar valio~o na apuração da
verdade e no congrl'..çamento Entre
os povos·•. Comentários desnecesBà­
rlos, pois a Tribunl.l. da Fronteira
sen.,pre pautou a sua atuação através
de um criterioso S('DSO de justiça.
o
, .
rnn
OL
No Esta«tio Oe(avio
. ,•1d1 111.1.
X 1° de M il
x 6. Uftiàl
cumprindo o d1•'1•r. Sl';!UOU<' lnformo­
çõe3 d1• h, jrJ l'll ,, o r• nhor Nego,
rJp;.c:onlsl'ct•rl<Jo ~-- f(•J!r .• ; 111lllt 11·1 H,
o!ende; o O!lado. P d!mo decul
pus. Foi um la,entivel Incidente.',
O ~ajor Diostule, encarregado
de proceder as investiaações a res­
peito do incidente, profériu uma
breve alocução na presença dos
senhores Consul Eduardo Ocariz,
advogado Sergio Perondi, jornalista
lvaldo Pereira, Delt>g.:1do Especial
ria Policia Fi<derel, representante do
-Governo do Estado, pecuari!-tti Luiz
Aldi, Assessor cto Governo Carlos
E_dy Sá Medeiros. delegado de Poli­
cia d1:: Bela Vista lko Chamorro
apito Osar Scbulz, Delegado d~
Gov~rno d~ Paraguay, e autoridades
de Bel!a Vu,ta. Disse o Militar:
i _"Brasileiros e paraguaios são
{maos, vivemos irman..,JO. oor laços
nraternos t: estamos empenhados
uma escalada comum. O q;.ie huuve
no Cassino, foi um peouPno incidente
} @o dever4 provo&ar ual ·te-
i os. Estes' jovens %tiveram aqui
o destacamento, para pre-tarern as
'formações necessárias e forem bem
";}ados e n'aguem os mal«estou em
oasmento alguw. l!co rnrnhtts descei­
• . pela morte do senhor 'I'ulio Lou-
3,],3.,e tos irume.ntos em Nego
co arie.s. Só qutm Já Eervm a putrif~
a 1:!1° sc!dado, poaeria enteodH us
çoes dos militares que estavam
Q , SE UM
MASS, RE...
Ouvi:nos alguns dos jovens
JJ3 estavam detlds e 08 BIS pro·
nunrlamentú,- rler rn: u e,1tPnder (]UI:'
o incllii'ntf-' no C,,1<' !no poderia lf-'l'
e t:anformudo uurn ,'Wt>f:SC'C'P. l<;ts
alguns destes pronunciamentos;
PE>drlnhu "Estuvamos sentados
na mena, pt-úindc, u rf'ft>ii;ilo. Pm
altos brados, quando um !-0hfodo
chegeu ;wrto ele 116.; ,. oerliu que
par.íF,ernn!; coril n b<,rulbo. O Nego
cãntlr:iuou falanrlo alto. ma1; IRto é
seu costume. Ai o i;ol,Jado voltou
novarncntP, e se desentenderam. O
Nego tirou o seu fuzil e Pie foi cha­
m!:l.r· mais Bol,Jados. Eles chegaram
atirando pré tolos os lados. Foi um
Deu::; no'> acuda. O '! u!io uão estavu
com a gentL', ~1e E'h(ava i-m outrh
mesa. Entrou µrn·t apaziguar os
animos e foi morto".
,João ''Chegamoti nc Cas-
Eino, como ele co"IUU:(•. Bri::icar:do
com todo o mundo P gt'itando. Pedi
roo!' o jantar e com,> o rn e s m o
est?:!va demorando a
i;er s..-rvidu. c,,meça.,:10., 1:1 uater
na meg& e g!.'it; r para o Lopes (gar
çon). O Nego esoar-rou num prato
que cnilJ, e ai entrou um soldado.
Parece que eles se desentenderam e
o Nego deu um tapa ao mesmo. Ele
foi buscar mais geme, e o Cu!-sino
virou p:aça :ie guerra. O ?edrinho
levou dois tiros que passaram ras­
p:rnào. O Zeca levou outro. a sua
sorte foi que eie escorregou. A bala
passou raap1:.ndo a su_ test&. '.1/ós cor
remos t': fic:.:.mos es~onêicos num
qu&rlo. e só ouvirros os barulhos
das armas sendo eng?ti!h·das e os gri
tos. Aqui +sto os brasileiros. ai
com as miius para ciUJti ! um
suldado apontc.tJ a arrua para o meu
peito. Ele já ia disparai· qmrnôo <JU •
ví o grito de P.:.RA. Acho que
era um oficial.
z~ a, d I s e q u e
cu u entender que o Nego
m&is vis!:i(Í(l pelar; soldndo:s,
desde que chegamos ele
uu mnrcnçio. Qunndo começamon a
pedir o jantar, e o Nego quebrou
um JH 110, lll'liii'nt.ilrnt•nh>, o olrl,ttlo
chegou e pediu que ele para«e. O
Nego dleutlu eom o toldado e pas.
,1arnm 11:i Viut-. <ln fato, sendo que o
Ner.ro tirou o mo-;qul'lll o dele e IIH1
<IPU 111111 HOjl,tJ)O •. O ><Olrl. <!O ,alu 11
t•ntr11r,11n ontros que p 1 .. r.11r:i.m a
utlrer pá tudo que foi lado. Nós
nos fechamos num quarto e depois
l!0imo-.. todoH com ax muõJ purn ci,
mo, curr"í!nndo •J N<'1{0 que já lrn­
vlu recehld0P trl'rn lirua o o Tullo
eRtavll no chllo. O Tulio rer.d>r>u
dols tiros, ur no ouvltio n outro no
rwlto. Olha, ,:iJl'o 1nm fuzilar a gente
uli mesmo, mn1< ch1•~<,u um !{l'tl­
duado que riton tara que eles pu
raHAem. S o o il o f o ,; e ele
nós etarimos todo mrtos.
F,,moR bem tratador; no <k tac,1
mcnto."
tudo
era o
pois
ficou
Lamentável
Jncidente
l.
As opiniões uté o rno:nento .afl.o
;!ivergeote8, m:ii:l quu-,e todo' c-ão
uuà□im1 s em :.irtrmar que a direçJ.o
do Cni,f.'ino não podtriu. deixar Oi:l
sold&doc; Pntrurem nu recinto. Eles
deveriam ficar do lado d,: fora,
pois os lreque1tudore. do Cassino
não :;ão margloaii,, Fãc pessoas du
sociedade bela•!l8tense P que susten­
tam o rnesmo. O:i Fold11dol! JJ' ragual­
os não podRrlarn. sob bipot:Se algu­
mna, entr rem atirando como se PS·
tivessem num vako de guerra. To
dos os jovens e.:-ta 'am <.lfB..:.rmudcs.
Eles poder iam ter sido doli<.IOE, rui' a
náo tratadoB co:no marginais ti pe­
rigosos ioimí;?"us.
O povo belavit:tecse esperli
apenas que oe soldl'lL'os qui> pertici
p!l.ralJl cto "quase mar:sacre'' _t-jam
punido~. se bem que i,;to não vai
devoh·er a vida d~ Tulio Lo• n·iro.
A 1.Hreção do Casislno nrecl-3::i. rno:i
tar· um esqu...-ma àH-re.nte Ge 5egu
ranç2, não mais baseado no: iuzls
dos soldados guaranis, que possuem
o dedo muito leve e umna predisposi­
ão violenta a brigr_;: cc·m clientes
DESA R).1c Dos.
EC_
Paraguny em 111)r1 VI ta, que per.
11111111•1°1 11 ;!I l!o ,H¾ ptot:111•.11H!o ~olll­
clonar o prohlemn e lber r os
tettdos. Agradece tambm o dvo4·
lo rglo Perondi que 1 1111 o 111.J
t<Hl11 í11nüo :11, •i il<1Jll'l11 non d••tl<lo
"N . ase:
O incidente, qunse tragédia, quo
provocru 11 n10111• <!1.• 1'ulln l.011rl'lro
e delxou Nego Zaerlas às portus
da morte, deverá servir de lição,
que jumals deverá ser esqueclda
por estes jovens.
Um clele:-i, t11n (l01s dollc1oH, <lls,rn
'eu nasci de novo', que este nascer
de novo f.lçn com qu,• el<
1
fll' l•mbrn
das horas amargas que pnssou. Só
l>rn i poceró. tiabcr o qnc ncoo1ece­
ti:1 ,,,, I! ºll'" 1ove1111 (7) ttOl'H'Hf,Gm
1,·l r.oit•· Cl:i , lolc11cln, noite em que
Hel Vista prendeu replrção. f
um dura o trht1 llçüo QUE' deixa
om N.l lo, lllll ,rnltlo qu11 rnlo mal!-<
• ct:':. resgatado. a morto do 'Tulio
l,
1,urelr•>. •
agretsões
IVm tlo<1 dlBpur<•B de fuz!s
1+ltos pelo soldados paraguaios, no
Restaurante do Csino, nossa repor­
tagem apurou que o tnenor 'Tonho
Zacarias sofreu agressões ficas,
ineluive coronhadas do roquetão,
mu:r:-o.:; e of Pn rJ; mornl'l.
Agora, livre da "detenção",
alguns dos jovens envolvidos na
noite violenta estio coola.11do o
'que realmente se pssou no Ca sino",
A ve;:d de dos fatos, ?. verr!aJa TO,
TAL. ainda não foi apurada, apenas
versõe6 e a veidade parcial. O povo
bra.~Heh·o quer saber o que realmen­
te êccnt:cou. 03 métllcos que aten­
d<>ra=n Sebasliüo Zacarlus Filho e
Tulio Lour eiro poderão prestar in
iorrnoções va1iosas a respell<, de um
'ato que 1!:itá mereceL00 comentúrh,s
da comunidade fronteiriça:
Tullú Lout't,i!'o recebeu apenas
tiros de Tuzil? Oo recebeu tambem
tiro;, de rrvc.Iver? Quem atirou? Por­
que ütirou?
Para qn'3 o~ fato" s6}om real­
mente aclarados, em bene'ficio da
·erdude. as autotidad~s paraguaias
deveriam dívulgor os pronunciamen­
tos do'-1 soldados. Em~ tato niío é
rrpenaE um "pequano inc~dente'', 1>O1s
se1t brd.silelros estiveram a beira da
O povo de Bel Vista agradece
o capitão Oscer Schulz, por
s u u atuação. e q u e soube
se por~11r co:no _ OrlCL..L em qual­
quer circunstancia. Graças a sua in­
te:-venç!:lo ~ao ocone·.1 um r.:iess&cre
que poderia gerar consequencias
imprevisivis. Agradece tambem o em
penbo de Eduardo Ocariz, con~ul di)
lir
de
DOS
E"
mr>rte {' um !.Correu.
dtrocacia
Sergio Roberto Perondi
CAUSAS CÍVElS
OlíF.lTO AGHAHIO - I:\"E'.'.TÁRlOS
ESCRITORJO - Prat;a Aho.re
Mascarenhas
Bel 'j;;1a
l
l

UMI
011 lr,(:H porr,(-!?l!ldorPFI lkM(lC'rllltl
do carro e cumprimentrm o homem
(lllf' IMD'IVII iNf 1'•' •PUl!JC]O COIJÍO!'(ll ( J•
monte num pilozinho velho,
O V( ll!O 'l'iliu: ('JO, IJ11r.t111:l111:f{HAl"fl
do 110111 a sltunção do roubo e querendo
resolver o cn»o o quto ates postível,
foi diretamente uo a unto e perguntou
o nplar. Como o !,t•nllur CUOH'f'IIO !,ti
sentar confortavelmente num pozinho'
O epinu repondeu: Dedo que
, e· rt•llíf• n 1111 (Ir• pllll.0 (rdPtl1t•!lO
àquele pau que tem:pro et dentro do
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Tribuna da Fronteira
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legistro no Cartório de Tit. <' Doe. n.o 1066
CGC-MF 03.201266/0001-.90
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Administração .Maria E«teh V.lereir
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temente para o cnpl«nu, mas upesur de
wber que o !Jomnm nllo qn 1iontnrn no­
bre o Pau no ·oneula dmltir (jUCI
ele estivee entado confortavelmente.
Mnus deve er ussim Ril6fllro11 t·nttl)!11f!rlo.
Finulmente o dele!udo Irritou +e
com ll OOIIV('l'SI mOI( ( perf{IIIJlOtJ if'IIJ)H
clente: Bom homem, honesto e trubulhv
clor, por acuso viu puser há pouco por
eta estrada um fusca verde-bexl''
Ü Cllfllllll respondeu de uIu n:11
::rtru objC'llva o fluolutu quu uo dei
, uva dúvlclt,H: P.u vi. Em ~egulda contou
tudo detalhadamente: Eles Iteram sem
oomb11Allvnl e rr.o p1:dlrnr11 (JIH' llw Vl'JJ
tlOSSf' dUll8 V!lCllB puru rPl)OCfll' O curro
nl um lugur menos lbolnJo. Eu res
pondi quo n!lo vc11dln vucu 11e11buma,
ou nuncu veado vucu, eu sempre fico
ospcrn ndo o preco sublr, se vende el
que me nrrepenrlt-rel, porque logo o pse
co da vaou sobe e eu u!lo quero perder,
.!e forma que minhas v11cas vão flcendo
uqul comigo, euvelbeceudo e morrendo
por si. Mas vender, nunca, não suposto
ter prPjuizu. Doí que por essus razoes
eu aluguei duas vucus para eles, digo,
pura os dois bomerrn que estavam no
fusca que vocês procuram.
Seu Tlbúrclo ficou mu!to bravo
com o caplnu e o ameaçou, dizendo­
lhe: Então o sonho: não sube que hoje
/l domingo? É completamente proibido
vender combustlvel. O delt>gudo nqul
presente vai multá-lo severamt>ote por
esse de&respelto à lei do governo. To
mara quo com Isso o !lE'nhor aprendo:
jainals permt:a que um carro, :-cm ga-
Dr. Geraldo Pinheiro
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Presidente ela Repúbl1c1J. l rum tl
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11 cto 80 por horu. O ei_qJln ll !1.1 p
mo u l udo urn P r
luHLnr fflllh l.)ll]OIJ·RB rew ;; eIrelto
da rle tempo, o povo nno tEm dos
is proteitr conin os de6ma,"!,,, i.
poder6os, De«confortado, o CP' .,rr­
atou c do ioilo e ,"%"
dov,,tmeolo num fio de uiame
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que protoalu H cu1311.
(conttuuu no próximo número)
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rod r .J dl lirlo Com r • d
Editei de Citação com Prazo de 20 Dias
J)l'. (), ali!, H odrigue d Melo, Juiz de
go da Comsres de Hel Vi«ta. Estado de
1 r, ,~,., •. , clt, ..;,,J, n'l. forr. ~ d L 11'1. e,r ...
1
f',Í, A[EH Ruw que o presente Edital
,ro ou d,l conh .. t11'!1l'lllO 11,(f(IIJ tj'I~ 1 .-lo
r ,..,.n,,. , ia Olirpio Morai, brasileiro., e 11111,lJo
I"[,arlo. restdente e domirliado m la,sr iuer
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il) ,1!,:'11,, 1·,.u1 o I rJ, 1 ,1,. ,ín1,• (<111 •ll•'· l' ., ,
,agnder ao termo da aio de Divcrio direto
j consensual, que #e pro+a por ste duiro,
o.-l1lo p(ir I !,:,._, ogado, Muns podendo on­
i,,,
1
.!a, ,ol) pen/ de rnl"li4, no 1,rn10 ,1,,. '..'O dln,
Ut cvrrrr!i em curtórlo, após a trinação do
,o do edital. nos t+m- .. e ,J., 11t 1,rtlP 1C,,:1 a
1
J,elíç,fo e dl'•pacho • ~•:,i111r 1r.1a-cri,o•:
[y@do de fI» 02,0 Emo r Dr Ju!r
dr l}lrríto dna comarca de Mel Vi.a.M. Elia
vo•~do iorUI•, bra,ilrtro, ( 4•0cliJ, lldr• do l,H
~dente e domiciliada ne-t cidade e comarca
J
~, llelo '1'1~, •oh o 11101110 d., Justiça Grtuita
(docurnenru• tn,•lu,O? atrav/•, de doado no­
e±do, v'm a preenyu de . Fa., propor ow.
e 0limpio Morais, brasileiro, casado, comereià
pa residente e domiilido em lugar incerto e
olO a bido, Aça de IJ1'orc111 U,n tn 11.io ,•1111•
ual, con! ba-e na separação de fato com ini­
cio e !lnal de outubro de 1971 lant•·rior u :l'l ,Ir
pho de 19770, já há mais d cinco anos, arti:,:o
@Lo e 3o 49_C/CU o !:i I o rio nrl1:!11 :;.o, tu
doida Ir, 11.0 6 .. ,1.,, de 2<1 ri<' clC'zernltrn de 1977,
,spondo e requrrendo e •·•1111 di,,·rirninodo. I)
A
1
uplicunt1:1 contraiu matrimónlo com o upli­
ado, aos 2 de setembro do ano de 1974, ne-!a
cldodt' ,. comnrcn ,lo B,·la 'i-ta.,IK, 1eudo o nto
ido rgistrado .l• fl,. IIB. n.o 2.,11, liHO 11.0 B-ll,
do c11rt6rio do Hegí-trO Ci,il d,·,ta tidade, coníor­
l.De rertidão em ane'.o: '2) Paru<lu,nlmt"t1lP
1 eon
1
t,eu com o Suplicado por ·mente um (l) mês,
rendo o me•mo abandonado o !.,r t'onju;::il 110 fi
oal de ou1ubro do ono de, l9n. ,,m qualqut·r
motho ju•Lo (documento i11cluso1. :J) Desta d·
lm unifo conjugal, não adveio n,·nhum filhu, 11Jo
erisrindu qunlquer imóvel p1·1 en,:,·nte •w ca,al, no
h tendo portanto para partilhar: 4) Do Bouoriado,
, 1uplkantr, nos termos do artlµ-o IU. ~ ~ l.o e
3.o e/a e 1.n do orl. 5.o, todo~ da lri a.o tl.51:i,
de 26 de dezembro de 1977, Ycm rccp,crcr a '.
'j F.u o div6rcio com llllse na eeparaçiín de foto
há mais de cinco anos, desde que, pelas cireun,-
' 1aados expostas, é humanamente impos•h cl
qn.Jquer tipo de recOndtitui~·iio da vida em co­
mum com s.-u legitimo mui<lo! l[!ualmeate, ro•
quer a V. Exo. n citação do réu Olyrnpio ,loraÍi
1lravéa de editnl, em face po•suir paradeiro cm
lugar Incerto e não ~obido, protestando, por to­
do e qualquer tipo de prov.i, como testemunhal,
documental e olotrn• que Ee fizeram necess;1rfo9
p.1rn comprovaç:io da separação de fato acima
mencionado, bem como intimação do represcn•
tante de Jlinistérlo Público titular da comarca
~lr!. participnr do processado. , derradeira, de,•
t Jn presente seu rol de ustemunhu,, que com­
porecerüo, independentemente de intimaçãc,, co­
~o tendo: a
1
Clovis Paim Rosa, brasileiro, comer­
eunte, casado, residente e domicfllado ne.ta cida­
d_e:_ b) Emílio Rocha. braellelrc. ca~ado, prGprie­
iario, lambem re,idente o domiciliado neFla co­
nm_ca; c) Inácio Ramão Pert:ira Gonçalves, hro.
dle1ro, caindo, comerciUC'te, residente e domicilio•
• nesra comarca e cidade de Bela Vista 115
D. R. A. est-4 com os docurnenros inclusos e go­
tt~do dos benelicio, da grntuidadc, atribui à cau­
~>,I
O ~alor minlmo legal. Espera Deferimento
b e a Visa, 28 de janeiro 1980 (a) Dr. Sergio o
d:r
1
0. P~rondi Petição fls. 15. Exmo. Sr. Dr,- Juiz
V Direito da c11marca de Bela Vist,i :'115 Elisa
zado Moraes, já qualificada nos autos do Dl­
•orc,o Direto aão Conscosuol em trâmite por
:
11
e respeitáYel Juízo .: (artorio do 2.o Oficio
~rn a presença de V. Exa, respeitosamente re-
1.a;.rer: em lace não publicação do Edital de ci•
do ao em tempo hábil oo Diário Oficial do Esta­
ta' nava cxpedJç:io do mesmo. fixando ooVll. da­
Par nudiencia de cimciüação. E.pera deferi­
n:Q~o. ~ela Vista MS 12 de junho de 1980 (nr)
Au·d. crgio Roberto Perondi. De,pacho da fls. 16
d" rencia de concilia9ão e julgawento paro o
li 26/08/80 às 15 bs. Cite-se o requerido com a
observanla do despacho da intul h j y
11
11ó l 1 11•l tlr. (>,,,.!4, IHhl11;ur• ,l 1, !,;
,ln,1. de Direito, F para que «cheire ao , 111 ,t
mrnto dos imtre»nd « e ndo p .,.,,n, d--. (ltt,u1.~
nlear lorala, txp di o presente e outros
que serio puhh wds e a!txados na torna da li
Dado e paado neta idade e cores de bala
V j t , Estado de t o Grosso d o a l , te
r ls dres do ,.,e• ,Ir Junla1) ti,, -,,ri ,ltt 1111I 1111-
l'rrnr, • t1 0111·111,, (11 1 }i,rlnlt.1 cnht. nu,,l,&t
judielirio, detil grafei, subscrevo
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ljlll' l11!1•L1m t'tlltl'.
., B. <·, n, !~. l•', Cl, lf.
li,uir.o Fln1t11cl ,1 , .A.
Nomes que ftelam eot :
l, ,l. I<, L, M. N, O, l',
1), H, 8, 'í', ', V, W. X.
' '/,,
i tH
1t1l<l Luu ll'o
'. l'lor 110 'l'rlhuli\:!o
Oração ao
Divino Espíri­
to Santo
Espírito Santo você que
me esclarece tudo que ilumi-.
tu torloa o~ <'amirdw~ para lfl.lP.
eu atinja o me ideal, você que
rui' ,B o ,!01111li,i110,to p<·r•
doar e esquecer o mal que me
fazem; e que tudos os in­
toantes de minha vda está co­
rru;;'), ,.,, 11111•r,> IIC""l.fl eurtt) dilt•
logo, aradeer.lhe por tdo e
confirmar mais tum vet, 10e
u nunca quero me eparar
.f,, vo, por maior que reja a
ludo material não erá o 1111.
niu,,, •h v11ntude 'l''e oi1110
,j,. U•U tfjJ r• .. far t iJIJI VIH'í:i •:
.:..,,dn1 o• fJJPu~ jr,11:io11 uu ullJria
Per ptu. Obrigada mais uma
vez ta pesoa dever fazer esta
oração A dias ·guidos vem
fer o pedido. Dent ro de :)
dia• •er' alCá11cod'u 11 ••rll<'ll
µor m,ri• diffl áue cjí •
bJi.-u a8sim que receber 11
7raça'
M. E. V. P.
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Papa, enordo n relldade
do nus.o mundo atual, 11111 palnvr t
o/len'dora pu.r o hotet, a Mlll!I
ril!, [ 'i , li11.1ÇO e (lll "lllu
r, 0 p 11J(l1 ll, cllz,
- Quem silo os pobrN1'?
"Voes slo u presença viva do
Senhor que sofre nos irmos mais ne­
cl t
1liltnuoE-. Jc~u!I contitrJO. u proclnmor
l.Jt•w-11,·en(urado5 os pobres de rspírilo,
os que oirem por II LUOl' da justiça, os
puros de cotação, os que trabalhs pelu
paz, os que suo cumµosstvos e conservum
u l'Spert1 uça. em Cristo So.lvudor. Quero
t'tirorujá-loi~ n srrem rico!:l em humtioid1:1-
de, em amor tl famlllu, em soliduriedude
com os outros, que vocês possum desen·
n,J·er cuds vtz mais ns possibilidades
do alcançar maior dignificuçúo hurnuoa
e cri~tii". (1o bairro "Los Minas", São
Domingos, ;_!(i·l/79).
- Qu(' ó no,• L, lgo'!
''Em <Jlv11n1or-. modor; podem os
leigos partieipur d mlsão da lreja
1 111 R,•11 npo~tnl,(JO. ::;,,, v, lfJ (l l!Oll!UUfúa•
de tomnndo parte, por exemplo, na cu­
tequee ou no 111•rvlço uarllnttvo, n ao
u,11~1110 t('1npn, 11llfDlll OlliT1lnllo1:1 IHll'[l U
u(!tlo 11011 r.,1nlfH>ll (]1J(• llt • t;/'lo e1p1•e1rlr.o:,.''
Wrnon de São Pedro, Hom 17/2M)
l /{t"i111dt• o l'!<f)IÇO pura 1111t<••11 111!1rl,.rlo
dado com Cristo, grande o espaço pru o
apostolado de todo, vpeclultl doli
J1•f1ro11. "l'Jvc fon,c, th .. ,.,•cJI', ·•rn p(:( ll·
gdrio, l'!,tava nu, dóNJII'. 1111 pril-iio, J!Pl'­
weutao", oprimtdo, angustiado, inevns
etente, incerto, tbndoado e teu;ado
(1111, til. já 1,0 nulo m•ll.'fllO)" É PUUrWP
o circulo de carência o necesfdadvs
IJllfl Me colocm diante de nossos olhos
qunnrlo q1H'rumo11 ''Bl'r ullw1 ior; uoru
'risto", ()lscurso ao La!cato de lomnu
:2G.
111 78).
Quem são os Jovens?
O jovem e a jovem devem ser belo
antP,; o iobre·tudo, 1uteriormente. S"""_}
beleza interior, quolquPr e••forço que,
tenha o cvrpo olljrto. nno comw~ofrJ
tornar V<'rdud<:lramc•11tP belu u1011 pe1;soa.
!for jovem lnifiea viver em sI tncoR·
nte novidade de espirlto. ollmenUH' u
co,itlnur1 buHco do bem, dar Iur/{OA uo lrn•
pulno pum o próprio u!)erfelçoamento e
r<'111izor umu perr.uvernote voul!ide de
<.l< rLçftu. (3ui<illca ::,no Pedro, Homa
tfí. tl,78). Vocfü1 pocnrnm e tran6mllem a
'',dPgrtu de viver·· a um mundo can6ado,
desanimado, deilndido... Un jovem sem u
ler1a e sem a esperança não é auté
tco · jovem, é um homem envelhecido
a utoF- do tPmpo. PoriHSO eu lhes dtgo:
lt'vcm, comnutquc01 o /r:adlem a ttlegrla
e a osp1-1ran1,:u!
(Au<llúaclu Gemi, Romu 12/11/78)

Prefeitura Municipal de Bela Vista
Em :J0 de junho do 1.980
Dr. Ely de Araujo Barbosa, P'refeito
Munlclp!ll rio Bela Vlt-to Estudo de
Mato Grosso do Sul, no Uso de
uu-s 1'tribuições Leg»IR:
DECRETA
Artigo 1%: F erlndo Municipal
dia 17 do mês dP julho, NU virtude
de uberturo da 91 Exposlçíio Agro­
poouéria de Bela VIsta, Et;tado de
a
Mu to Grosso do Sul.
Artigo 2; O presente decreto
eotroró. em vl::ror ou data de sua
publicação, revogunao"se disposições
em colllrário.
Bela Vista 20 de junho do 1.9S0
Ely de Araujo Barbosa
Prefeito Muntc!pul
• 11!
!}7 anos dl'I vfdu, r. ~
000
~ de Jut • HCU últ1 , ?
dl«curso fot no da,,
qu!' [Ili urofu o úlllrr, 11
mand&to: deputado pel
'1013 dn 2nhl:::. umu pr ,ro,
tsso de 1 democráttf'
de 13 minutos, defende nll
do Plelciíes diretas purc }.
torlOfi os mu ndutos, 1 ,o
c!u&tve Presidente d . s"o,
Retire: "
- Aprendi com a.10
que fnra da lei nllo l
anJv,1çúo Escolhi o e
mln!Jo mais difícil. o
oposição. Pr11ferl o fad
mula t'roco pura dele Pu
der o Ideal mais fort r~RIJ
a l!berdade. VI cair ,lio
Império e nuscer a R 1wrf
pública. tendo vivido t Jlt
dos os J1rnces llbertárlot1e1
de nossa Pátria.
Ae gnlerlas explodi
ram em aplausos. Sen
tou-so. multo digno e!Jí
i;eu terno branco e cola
rloho duro, perguntot
uo colega ao ludo:
- Olga com frnoqueê lf
zs, companheiro, eu I
brm? .
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Rcstcuronte com or «>ndiclonodo
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Du
7rego deste
exemplar

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PR0,,10ÇAO: Sindicato Rural de Bela v,, ?nteira
COLABORACAO: Governo do Est d d
, u o e Mutc, Groi,so do Sul p
Be
1'3 y;s+i~ e reteitura
!ro I ll~ • spera a Sua Visita
Agropecuária de
atrações
Bela
Exposição
MuniclpSl

l l, 'i t
'-J
O Pap _ ,Jo/lt.t 'Paulo II estt no
6
'1!(] ra ll. rollhÕf'5 de fiéis prestam a suas
teu l menagens ao Santo Padre e bebem l:1!:õ
1o da,,,g palavra- como se fossem elixir de
o l e de e9erança. D»se Sua Santdade,
111:dG ~ i1l B.-;1'1 Jlc,rlzontf•, qtH! "o!l Jovca, o:'io
i. uma ivem dotar filosofias mnterilIstas e•
lemocrt f.te provocom a lut:i de classes", disse
iefct mbemn que "a verdadeira e oncla do
21a8 rtstianismo encontra e nos santo Lvan­
dntos, lhos''. A visita do Papa, comn u wa
sldente lreseoça íhilcu lmprnc;s!1>011ntP, scuR
t1i:1currJos contundeutea o impr"j!nntlo, dt>
íl.'.lZ ooR lnduseru a cll:'iMl"(o➔mulor,•it.
,"""_ k santidade combate a vtol6neta. de­
e ltl,de as classes menos fa vorc<'lJo e
1
!bl o' noita o pensar grnnde o r>eni;ar com
flcll. tb1sto, um pensamento de :lmor e dt' pa1..
ir! o! • Mais urna vt-z 11 1:<oelPdtHie froutei-
rnra dt'rl,ça "'ncontr,1-lie P11luh.1.da, e "'té mesmo
ala fo urprrAa com mais llm ato de viol~ncía.
vi ca1rb rato ecorrldo qainta feira u noiw, no
sce:· a esturante Cassino Paraguay, quundo o
VIV!do
1
,ecuarisl!.1 Tullo Lvmelro rnorrl'U vl~irnH•
llb<'rt~,
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pelus balas de !..llll fuzil de um FO)da­
a.
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·sos. t
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«'.ifl@-[i'í)~ ©2>®
l aldo P
o do F>,tr, o I rngualo. t' t>b. "!l:o
Z (' trf .t, ''Ilho, o ", ••..:o", fol baleado
:::rn.verta•nl!•. é ur alerta,
St1o t-,· ju .!lfJ.,,a fts 11llhl<k :ir
l>ilr lÍ.,f< e vtolentas do «olhados ljlll'
estavam de serviço no Casto., Todo
os elementos envolvidos no triste episódio
são e!lentes ass!duos do testaurun'e,
h>do~ o,; tur,rlon.hl1.H, (lo Cllt:a os conhe
Ct.'tll, trnni, nrnnl.i,-, f;('U?-; lt llli! 1 lHl • 1r
tudes e náo s ' íu:-tíTH'11tn. r1•f)t>!lt11<1 , o,
uto:; e a morte de Ttil!o Lourtlro tpic,
l'(•f{UüclO uma t,•S!l•llU11hn "mOl'Yl•U JW
1lnllo para que não atrasem", A vlol<'n
ela. i:,•r.i a vwll'!nel:' O l't1p11 pede a
Pu.1.. P,•rl•• 1 harmonHl. O l':1p11 Jo o
Paulo 11 v,•!lu o homens que prnc>uri"lll
1 convivencla preifeu Tulto Loureiro
morreu. Suu almn e oy ses uto' ,.,.ri'lo
julgntloH pt lo Crtudúr. Ntl!ô Z11cnrlnn
ctt·vorá guard,1r a lt•mbrnnça amor{t!l
doR momPulo~ dlfiel.'li; quanclo CultV(' a
belra cta morte•.
nt•sta-no;; o confiolo e u ospc~rnnça
de quP os vivoll, O'i quu sohr,wivarnm u
eslu tragédia, possam ser julgados pelos
vivos. Etiperumc,H que o Gomundo Mllltur
de Pedro ,Juan Caballl-ro rou1lzu u111
Inquérito rl~oroso pa~u upurur ,rn reb•
poosabllldade,,, i;e bem ,1ue iRln nüo vol
devolver a vida cíe Tullo Loureiro. MaA
a vida l:Onlinutl, e com ela a esperança
is
Desenvolver o
o.
de que os homem sejam nti filhos dt
Deus, mal coerentes com n miolo de
q1rl11111r,1r o 1)1 undo, do que · .. n .' ~, , N­
Ul li. d . ~ lHo l<i ,,, h•lo (tl,1 ,1 n li !lhlll
t11à.1•; p 'l: >1'Vt n 1llll, 1.l.t , loli11(.'!1.
PS; Citamos palavra l l"ljh l'.•HI,'.~ qt1,1ll'O
v@ze neste rio, ela representa, para
nó,, 1
1 q1llç,,, f>,1r;1 to(t.1 .~ hu111r,11t,l11t1', t
[orç que move e nos Ielta sempre, I
l'fO('llrul' tl ln;. 110 hm1h1 rio li rwl ,lt
, l•,Jumbrut.10., 11.in 1~ F,tr,•ln. dt) h11, 111r111
0:-1 ltl!'lh r1•ll1•:xo i. !' c•1«1' 1 1•ful 001no o
upC:lo <lo Crh,lll 1111~ tHl.-.t l (11111:l CJ 11 •
:-;nAl'.,, rlt'll}])rt' ('1lllillh,1r {) jO!'fl!d 11"º
(6 ui mero transmlsor do fatos, le re-
J)tNH'-1111 11 alma e o anelo da
oeledade, Nós inda uereditam0,
e 0 , o ,, e r e dI l 11 o e 11 : 1l t· 11 1
D. Evaristo Arns que nn 'flore vence·
rão os canhões'. Pedimos a cal hela
vtHleuxo, 0m pnrtlcllluT a<Hl lov,•11'1, qJci
fnç:ini ,to lno!tlt'!lb' ocorrldtl no C,1 ulltf}
tini ('XPmplo, um trlt,tl' o lrúgl<·o t-X•!nl•
µlo, ma.• 1111 crllnlnlrnY cio Pnl H1 o 11i,011 •
dveis. As vezes, ó dor nos Idlenu
rRlrnda ern dlr
1·çfl.o fl LlJZ. , 1•q11IJH
TRIHUNA DA FRONTEIRA deeja de
todo o coruçõo, que a ulma ardente de
T11llo Lo11r1
1li:o c•nconlte a P,Z, a [(tJt
MONA e o AMO! no selo da eternidna­
<le, cm compunl1ia do Pai e doa o:,;plrl­
tos celestes.
Cooperativismo
UFMS
JoãO
atende-se com hora marcada
1
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Dr. José Geraldo l Loureiro
Cirurgião Dentista
Clinica Geral - R-X
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Campo Grande, MS- O presidente
do. Organização dr.s Coo~era tivas dA
!fato Gi·osi;o Sul, Luít. Pachtily, anunciou
que ntá deAenvolvendo esforços no sen­
tido de que toda,; us cooperativas do
lit,tado se flliem à 8rascoop Fundação
Brasileira de Cooperativismo puRr<aodo
desta maot:ira a deofrular dos beneHcivs
oferecidos pela entidade, entre as quuls
participação oum'l. verbR de mais de 47
milhões dt cruzeiros resultaute de conve­
nio entre a Bral"coop e a Fundação Fre­
derieo Neumann, da Alem11nba.
E:,;sa verda será distribuida às or­
ganizações estadu11is de cooperativas,
pura contrat<:1ção de técnicos par-a pres,
tação de assistencb do setor. O objetivo
da organização sul-matogrossenEe, se­
gundo inforwações de racbaly. ê que
todas as cooperativas do Estg,do este­
jam filiadas até o próximo ano,
partlcip:rndo da verba que será distribui­
da anualmente,
O r"!curso teve seu valor fixado
em marcos, de mane:ra que, meE>mo com
& desvalorização do cruzeiro, ai; coope­
rativas continuarão a receber a mesma
importância reajustada de acôrdo eorn o
câmbio-
·arnplia
insi' a ações
PLANO DE TRABALHO
Os dirigentes de cooperativas de•
verão estar r e I i d o s no dia 5-
Dia. lntaroacional do -GooperaHvisrno -
para além dsi. er,urrater:nização elaborar
um caleodárlo de reuoiões mensais coI!l
vistas à formação de um plano de tra-
balho vo!tado par o fortaleeinento do
,:.l tema.
n pn3Hlden(e tia Ó(!,"IJJd ,jfi't: (linda
que a Ur•nfwoop prapura um fstena de
lllt'ormução parn Coop
11rnt111a,; • SíCJ - pa­
ra uma per!eltu lncegrnçllo ,,1.,., .utt or­
ganizações. "Agorn o co,,p,H <1J·ti1,mo
começa u udquirlr um Benl1'í
1
) ct,; 1:inpr,,­
&a", comentou Paehaly, a reiir.,"Jto do.
úl.tlmos 1:1conteciment~s.
LEHl E flSSI E
fRO itl
Campo Grando (MS)
A Uulverldndo Federal
de Mato Grosso do sul
jr ('Llll(1(!011 a coloçar
em prtfea parte do
projeto laborado pelo
reitor Edgurd Zard, o
de melhoria de eondlç0e
e [tala@0ew de equipa.
11Wlll11l .ml "C!1tl1Jllli<". /
l;oorrl<'lltl(lOfltl dl' n 'fl'll·
v1,lvl11t1'1tri lnl<>li(l'ild,>
ernH:lN luklllll I
construção d um prédio
nexo o Centro a
Ch•111
1
!1i i TluUl'1111 ,. ljHll
oonlarfl eoni IO 111,111
do m:1ln11 -t1 1ll1L ,. nrt-to11•
tro, com prazo de entre·
a pAra o final de do·
:1.Pmllrn. D,•ruro d11 1>'111110
loba l a u m,•l11C1t l!iH,
conll111111m :n1 obrn"l clr
Polloiukrl Odontol(l lca
e llotipl,tal Votorlu(Hl(),
bem como arnp,llnc;llo dli
setor de imprensa. agora
locnll7ndo no Estadio
P· dro Pedrossian.
At(', .l neiro rle Hl8t
u Unlvorslôado Feder·al
pusr.ará a contar oom
muiH 20 ::i1,lut1 cl:o uulu,
u1Hilt6rloa, luhorntórios,
Cetro de Proves8umen­
to d.l Dailo.1j, ouro au
rur1olo 1-JUb:itanclul em
tocJa u 11rNJ dv ''Gampus"
Esse trabalho de relor
:uw. o COli!ill/llÇf1o vai
allnifil' tumbéru 01- cen
tro universitários de
IJouwdmi, Tnrn Larroaa,
.',Juldr.nwoa 1;J Oorurubl.
PREÇO DP.6TE
EXEMPLAR
CRS ú,CO
·sETEAGRI
Empreendimtntos &
CCC 11F: 00320!3Ul00l
Agrimensura
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tda.
11ato GToss-e d!> Sul
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Voeo se lembra, meu amlgo, quando
qul cheguei, jovem, eheto de tdeIn,
enatwutw«mudo, procurando o meu luyr
.10 11111, 11,')
oe e lembra, me mlo, qunn­
(as e qautt vez· u o proeurel para
uma propagundn, um ttlnnturn, umn
colabora«cw.o!
''·C• • ,,,, ll·rnhr,1. lllPII nrnll,!'O, ,1Q1ll··
), 11111 1 Ili qu me d ll li lirollt li, l){llfl
honcn leve, ortidente, como era de
1 ,·li r, !IIO:
Pôs, puel ele jornul por
tlos nos no recebo.
'o,•t• •!' lt-n,h1 ,t, 110H 1,r-l11wlr(11,
l.llO~ 1111 'l'r:ll111111. tjllH!lilO 'Ol'il ('!'a pro­
pii, línfu ilo Hlll'IJ J'l•;.lllllTlil
1
do 011(Ll'JHl
t• l1Ót4, Jll'(ll'lll'II Vllll<lS li r1•pül'lllf~1'1ll, 1
ropgnds...
Vol't• ,.io lomhru dnqul'lllfl conver·
rs curt, A imnpregada de fe no
fullll'l>'.1
Voe se foi, e talvez, ugra, esteju
lembrando demitas eotsas, Dizem os
lll'tl1,1!mflri. O!'! bml1Rtna. os odtptoE< do
oeul!ismo, que qunndo a almnu lesencar
waruu ela se encontru perante u s;
mesmu e faz o rctro.:pecto de u exls
têucio l! comum o povo comentar:
- Fulooo mutrflll, Ero um homum
t"o bom.
f, ueu mijo, a ente passa a
er bom depol que morre, Mas voee
,wrnprn foi um t;urn h,>rn. Pll'ilYl<:ü.
Ante dn bon colei du vida. Do
hatu papo, dn cerveju mi, das rodas
o dnu juventude, Sabe, voce Olíll'l'OU por
engano, morreu pedido pz.
011'111
1
ai onclt> voo,• ••1<lt'1 11 vh;/lo (1
outru, ó uma oóllmlcn lrn111r,•111 <111 um
1nu11tlo 111nlo1. Sub11, PI 111 {I u v,•rda<lt•lra
vl<!a.
Tonho 11bsolut11 C'l'I tzu de que jfl
perdoou o rpz que utlrou, um r,t,ldudo,
'a erviço da ptrinu' como frisou um
oftelal paraulo. Gozado esse mando,
·•n fH1tvlç<1 <la pátrln'·. Vú l'Ull'ndm· tu!
oo ment fl ri o.
Eu uiíu CH~uu lrlull:', 1• 1uulto menos
lumentando a,_sua morte, A utu sente·se
feliz quando proevru alçvr vaos mnls
nliOl'l. ,s~im encuro II mort,,. A buseu
de paragens mnls ltus. Querla dizer
tanta cvl1<u, folar duR lt!mbruuçatJ, dt1s
r1.:cord11çõcH, mus delxu prn lú, f::stou
upenns procuruudo preslur•lhe uma ho­
menngem. Voce ~ UJl curu feliz.
Olliu, vou flcur por aqui, ucho que
..
-
Neste 'omingo terá prossegulmen­
to o Belilvlstilo 80, com mula um11 rodu­
t!u duplu, envolv!:'ndo us equipes do
Operúrlo x União e 1º de M,ilo x Vila
'.'O.il.
A equipo de Caracol jogará com
todo!- srus titulares e procul'ará se rea­
bilitnr du derrot frente uo Nr,utico, na es­
tréla, quuudo jogou mal e abaixo du crí­
blca. Touos os Sl:lUS jogadores rstão dis­
postos a j ogur "com muita raça e só a
vitória int.iressa ", segundo palavras de
Ader Godoi. Já o time da Vila famv·
sa. o Vila Nova, treinou a i:'emanti toda
e cofia na vitória. Vencendo este jogo
o Vila Nova assegurara a sua classiffça­
cúo para u flis~, final.
remio li quer a vil@ria
Apó;; o sua desastrada estréia no
Belavisto, quando perdeu para o Ses­
i-e-ntit pt'r 6 x O. os: pupilos d'! Cez2rio
querem apagar a mó. imp1·esão e ven­
t·er o Operário. Nilo ser& umu tarefa fá-
01!_, pol:; o trnrn do Jvun, l11:.1,t·que~ está
11flado e entrará tõm campo com a Ior-
1n'.u:ào <:ompleta. Provfn
1el111 ute o j)OO·
t ·:ro direito Beto, urun das melhc,rt's fl.
I E $
CM MO
gurus do Operário jogará, mas u t>un
presença ainda não foi definicla. Outro
destuqm, na equipe do •'futi:bol discote­
ca" é o centro avante Dllte, que conlir­
mou a suu escalação. O Operário é o
favorito. m,Ls a vitória do Uoiiio não
está fora ctas previ<,Õe!' uos "entenrliáos
Vamcs uo estauio, neste domingo, e. us­
sistir mais umu vibrante rouuda dupla.
Belavistão 80
Classificação
CHAVE "A"
1) AABB
2) 0perario e Sessenta
3) Bela v btense
4) Gremio UnHio
CHAVE; ""
1 l N..;utlc;; o Va Nova
2) Caç:i e Pe;;ca e 1 ° de lJaio
3 pg
2 pg
l pg
o pg
2 pg
o pg
posso [zer n!gum cola pnra eolsboraT
C!OITI o crl,idor 1H H.,r• neuÕ<'!o dB oµrlrnO·
rar o mundo. btdH', l'll ltC'l N]Ho <1u1, os
ho111l'n, Inda prenderão. Espero que o
Geraldo retire da vida ns lições quo riu
,111Rlrrlt rJlw l1HTJl'llle. lll'ixo uqul a 1rna
mensuzem, que ó de ph, ri<• UrJl!II' e de
harmonia. Voee UNUA irlu querer »
1l'l11llçflu,· o Hl'U nt•góclo, s<'mpl'e, l'cl t,
PZ. Segundo a inhu flloofia, de vl·
dn e rltiou, nlo posso dizer descunC
t·m p11z, po!t;, purn w111, u vicrn é dia:nl­
c:1, u a vldu upó•; 11 morlt•, por umu
quetüo óiena, é multo mui,; v!Liu. Trl­
lhP o !leu caminho. pMcorrendo Utl eslra.·
das de luz do unlvt•rr,u e uque]P nbraço
umlgo TíJLIO. (IP)
EEI EEST
+$
o
A masslfloaçüo do esporte foi
upontuda pelo deputndo Hlldérico 011-
velrn WDT-8,) corno a gruude soluçJ.o
puru que º"' bri•11ilelros se interessrrn
pl'lu suu prálicu, através du criação
t1e umu comuni;Jado osportiva de~tinadu
a trnnsformur nos,;o l'uís Ptn um grande
centro olímpico: que, dE' um lado, pos
sibllite razoável mercado de trabalho
pnra os professores <16 cduc;.çiío física e
tõcnicus au,udore:,, e de outro incre
ruente o tlurgimento de um melhor ma
teria! lrnmuno êSpeclulizutlo no deAoorto.
Deütru t.lessu llll'tu de màssl[J­
cação do eeporte, o deputado oposiclo
ulsta dostucou o papel fundamental que
u l'&Colr, pode óL•sempenhar, "embora
ltimentuvelmente sua função em relação
ao esporte venha ::endo sofrível, sobre•
tudo pela,. prec~rlL•d11de de l:istalaçõetl
esport1vus . Da mesma forrn!i, i-egundo
urgumencou, os centros e!-tuduuis, fllém
de ~6t·em i11suficlentes para atender à
população, estão St' transfora::ando em
locais de lezer, cm detrimento da:; ati­
vldudes esoortivus.
"Se o govemo conjuaasse melho­
res esforços simullíineos e;tre os clubes
us escolus e os centros esportivos es '.
taduais, a massificação seru mais pro
duttva. Da u::esl!:a forma que se os go
~eruuutes. através dt?ste trinôrnio, levas
:sem o espote a todos, seríamof:l em
breve muito . re.~peltudos do ponto de
vtsta esporiivo- acrescentou.
Corrnolho:J Útci
Com ;ar!ar e
co sJvar met r
as m s
A emblagem co-
muro jô ó umu proteçll.o
cuntra a umldadC1 l' con.
eqüente mofo que Cos­
tuma atacar as fitas,
Ounrde ali pr•mpre na
c,lixa, nn vnlit:al, e ion-
1'.{P. de l'onleA de cu!or,
poiH as fitCil'I ee mogne­
lizam com altas tempe­
ruturas. VocO pode co­
locar sillL:u-grl (à vendit
em lojaii de áudio) nas
cuix!ls daR mas, ou nos
cr,mpurllm<'nloR onde
elas síio guu1·d1.Ldas, para
uvlllH' a umldudc. So al•
uma se romper, as lu­
jas eApeclollzadu..i fuzem
omPodati seguras e per­
feitas. Toque suas filas
duus vezl's por uno, pa­
ra munt.ê-lac:1 boas.
lm canse!lo ara o
grava!or não
estragar
DeoolE, de um certo
tempo de uso, as partes
mt'tállcal'l e as cabeças
mãgnétjcas, em cnulato
com os fitas, adquirem
um magnetismo perma­
nente: é o magnetismo
residual, qua provoc!!.
ruídos na gruvações,
perda dtts altas freqüen•
clas l:l estruga bem :de­
pressa o gravador. Por
Isso, é bom de5magneti­
zar o gru vador periodl·
camente. ' oce pode
mandar para algum es
pecialista, ou então fazê­
lo sozinha, comprando
um dasmugnetlzad0r em
lojas de áudio. Com o
grnvad,or desligado e
todas as fitas bem lon"e
dele. tire a cotertu~a
das cabeças magnéticc s,
sagure o dPsmagnetiza
dor a 70 centímetros das
cabeças, e ligue-o. Vá
aproximando até quase
tocar as cabeçati, e a[as•
te-o vagarosamente. E
só desligue-o· quanào
ele e;;,tiver bem longe
do gravador, senão você
pode produzir uma
magnetizaçiio permanen•
te e irreversivel. Se de­
pois disso o gravador
umda funcionar al, as
cabeças devem estar
gastas e, nesse !!aso,
preci3e m st>r trocadas .
J'
-
•••
JU1l
t
b,
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· E( J S A TE
O Financial está. apto a resolver os seus problemas, converse com O Gerente
No Financial tudo é Resolvido na Hora
Tome uma atitude inteligente abra uma conta no f1i~ANCIAL
o BA E C A