• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº535_26_08_1980

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l
•:d1to,·: f'lwfe lvr.ldo Perf'fr~i Ano IX Nº 5:l'í Tnço/Quarta 20/27/Agoslo/80 Beln Vl~_ta :luto Gro o do ~ul -------=-----------__, _
Seus feitos terminam na últl­
ma fue d Guerra do Paruguut.
quando apo1·tu uo Rio como supre
rno benemérito du Plltrlu. Era o
uentro convergente de tudo. Flrn1ara
r1efla1tlvomente a lmortolldade e
com elu, o cortejo de louvores e de
Reclomo·
ção Tra-
bolhisto
Lua pagina 2
Injúrias.
Seu ego está preso ao concel
to positivista de Augusto Comte: O
homem só têm um direito: O de
cumprir o seu dever.
Em 23 de março de 1.869 é
11.le conferido excepclondlrnente o ti
_tulo e u corôa de Duque. A rlJstln•
ção, que nenhum oulro brasileiro
atluglu, alçou-o aos olhos do povo,
como personagem de lenda.
Neste 23 de agosto de 1.980,
dia do Soldado filho de Bela Vista
que é pedaço do paloo da Retirada
ornali
da Laguna - alçamos nossa vz
- Glórlu no fnclllo Mnrochol
- Glória no Patrono do Exérelto
- Glória u Caxias, um soldado
de dimensões gigantescas.
(página 6)
"Na redação profusamente ilu­
mloodn. estão _v;;ztnà quuse tr,das os
mesas Jornalistas solitários redigem
as notlelas de última hora. Quase
todos os acontt.-cimentos do dia fo-
ram para a compostção; a edição de
nmunhli estã pralicarneote pronta.
Esperando um colega vou dedllhanclc,
na màqulna a decepção de poucos
momentos atràs, não haver parllci-
COM/UM1ICE@
Ao povo de !iiela Vista,
Caracol e Antonio loão
.- época atual exige grandes
desafios e una sistemática de trabalho
baseada, sobretudo, nu análise de mer­
cados. Vivemos tempos difíceis, mas
ncroditarno~ no poder ele realiznçüo e
no imnglnuç!ln dor empresários brosl­
leiros. Após estudos, verificamos que a
regiüo da lhciu do Apn é uma das
mais promissoras e que oferece per­
pectivas do progresso a curto prazo.
Buscados nestas pesquisas, e
no dcspcrtor das cldudes fronteiriços,
resolvemos ampliar as nossas atividades
nbrlado mnis uma loja, desta feita cm
Belo Vista, que atenderá todu a região.
Somos uma dos mais tradicionais casas
ligados uo ramo de auto peças para
todo e qualquer tipo de vc-ículo. Breve,
mullo breve, estoremos com vocês,
pnrticipando do progresso e da vida
fronteiriça
JARDIM AUTO PEÇAS
Luiz Carlos da Silva
Diretor
pado da entusiásttea feitura do jor­
nal. Aqui me int em casa. parece
exagero mas repito: aqui me sinto
mais em casa do que em minha
própria casa. Uns dizem: "Gastei
mullos anos da minha vida numa
redação de jornal". Prefirn dizei·:
"Qu1:1.nto a mim. foi ali que ganht 1
a minha, em muito sentido'.
(Pagina 8)
Na últimã págin.::1
C MPD PIIRI o
Campo Grande (MS) - A
Superlotendênole. do Desenvol vimen·
to da Região Centro-Oeste (Sudeco)
assinou convênio com o Centro de
-----------------
Escritório le tvocacia
Sergio Roberto Peronrli
CAUSAS
DíRElTO AGRA RIO - INVENTÁRIO
CÍVEIS
ESCRITORJO. - Praça AI varo
~fnscnrcoba, ?
kts vGa Ms }
-- ------------2..'
NTII DER 0111
RUMO
o

Leia na última página
SUFDCB O F
FRONTEIRA: 1
Integração Empresa Escola (CIEE),
no sentido de ussessoramento no
projeto do "Curso de Especla!tzação
de Técnicos de Programus de Assis­
tencia ao Artes&nato, já em execu •
çüo. Segundo o profº Lulz Ouima
riies Mesqui do CIEE, o conveoio é
de multa importancia para o artesa-
Gampo Grande (MS) - A Su­
perintendên"cia do Deeenvolvimento
da Região Centro • Oeste (SUDECO)
acaba de assinar Convênto com o
Governo Estedual no senlii:lo de alo­
car recursos para a construção de
um prédio, em Três Lagoas, para o
:iuuclonumento da Casa do Artesão.
A ajuda da. SUDECO será de 5Q0
mil oruzelros, em parcelas de
nato, já que o tipo de trabalho que
está sendo desenvolvido por força
do convento, pode garantir a sobre
viveneia do artesaoato em si como
expressão cultural, e do artesão,
cnmo homem".
Este novo projeto da Sudeco
é uma experlencia "piloto" que
258.200, 191,800, e 50 mtl cruzeiros·
O contrato foi assinado em Brasília,
participando do aio o Superintenden­
te Geral da SlJDECO, René Pompêo
de Pln!i, o Governador Marcelo
Miranda e os Secretários Hugo José
Bonfim, Paulo d~ Almeida FagundeR,
Augusto Mauriclo Wanderley e Ge­
raldo Antcnio NogUbhd.
A primeira pareela
1 ao valor
,
proeura der-inir metologlas adeque.das
e instrumentos operacionais capnes
de .prestar, aos progrumas d­
estimnlo e orientação ao artesanotu
uma maior consiatencia. partie
paçáo do Centro de Integração
Empresa-Escola ser a nível d
gerenciamento e cooperação técnica.
YERBll Dll SUDECO PRRD iRES LAGOAS
de CrS 2;';8.200,U0 foi liberada DR
assinatura do convênio, endo qui­
as : duas restantes serão - emitida~
após o relatório füico financeiro l•
entrega do atestado sobre o térrin
elas obras. A SUDECO vai prestar·
a.inda assistência técnica a Casa do
Artesão de Três Lago, através do
Programa Nacionel de Desenvolvi.
mento do Artesanato.

ca €cio UNIVERSAL
Professor Hermógenes
A tertflldade do SI]Anelo germina
oançs, enção que a Luz cnta e o
Amor torna unlverrul.
Só esta canço ilente pode cobrir,
com ternura, A eneofoni dos deoibéls do
ego, do ego que buru poder, mndar,
ter, cumular, fazer. que tenta fugir do
vzlo, da dor, do medo, da solidão,
Só Uldude vence a dlonún-
IND
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Só a luz que no d sombras, re
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brotn do dentro, se cootrup
rosa llborduda ra.cll dos llberlloos.
I, ensinada
86 o Cançlio Unlverss ' t e
1 oro! das es r •
por Deos, entoada P
6 0
e Rolno pode
las, escutada no 11.mugo do desva'irudos
colar os ais dos humano
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Jardim: Rua Tenente aernardes • 2.028
Tribuna da Fronteira
( Fundado o 20/2/72
Rcgiuro no Cartório de Til. e Doe. a.o 1066
CGC-MF 03.?0l26<il000l-90
!ase. En. 130592343
Administração -Maria Estela V.l'crcir,,,
Editor • Chefe • haldo Pereira
Departamento Comercial • Alvaro Pereira •
Redação A4ministraçllo e Oficinaa· R
Duque de ésas / Bis ia iisc, }
ASSINATURAS
Bela ' ina, (anual)
Dem11i1 Muaicipios
Gr$ 200,80
Gr$ 1000,00
. "01 _ conceito1 emitliioa em
assindos não exprimem, pece,, artigos
oplnllo do jornal. • r amonto, a
Fundador o Diretor leaponsael
lvaldo Perelra'
RECLIM •
ÇÍO TR •
BIILHISTI
Na àudlêncln. dt'
julgamento devero e­
tar presentes o roclu­
rnante e o reclamado,
Independentemente do
cúmpareclmento de seus
representantes - assim
está disposta a novo
redação dada ao art.
848, da Consolidação das
Leis do Trabalho, em
projeto de lei apresenta­
do à Cfl.mara pelo
deputado Pacheco Cba­
ves (PMDBSP). Estaba.
lecc a prapos!ção que é
racultado ao emprega
dor fazer·se representar
pelo gerente ou qualquer
outro prepor to que
tenha conhecimento do
fato, desde q1o no
exerçd na empresa as
funções de advogado. O
empregado só poderá
fazer-se representar por
outro empregado perten
cente à mesma catego
ria profissional, ou pelo
sindicato em caso de
doença ou por motivo
poderoso devidamente
comprovado.
Oração ao
Divino Espíri-
to Santo
Espírito Santo você que
me esch1rece tudo que ilomi­
nal todos os caminbos para qoe
eu atinja o meu ideal, você qoe
me dá o dom divino de per·
donr e esquecer o mal que me
fazem; e qne todos os ins­
tantes de minha vida está co•
migo, r.n quero neste curto diá·
logo, ngrndecer-lbe por tudo e
confirmar mais uma vez, que
eu nunca quero me ,eparar
de você por maior que seja a
ilusão mater-ial não •erá o mí­
nimo da vnntade que sinto
de um dia estar com você e
todos os meus irmãos na glória
Perpétua. Obrigada mais uma
vez (a pessoa deverá fazer eslil
orução 3 dias seguidos sem
fazer o pedido. Dentro de 8
dias será alcançada a graça
Pg mais difícil que seja) pa-
hcar assim que receber 6
graça·
M. E. V. P.
1 }.f,
MDNOEL RODRIGUES IEG Ria
Advogado 1
CRIMES
A Vt.>nida Duque de Caxias 697
e
Jardim
TERRAS
ato Grosso±do ]
1
-
..

Ttr A da 'rontelru
COLUNA/ EVANGÉLICA
O AMOR
O Evangtillsla Jollo, diz, no Copl
tulo 3 Vero 16, do sen Evnngelho, o
i;ogulntn "Porque Deus amou o mundo
ADVOGADOS
Dr. Pedro José Palmlerl
Arlvo,:acia em geral
Ruo lõ dr 1'ovembro, 17 - Dela Vieln • M ::i
Dr. Godo lanlcelll Rodlnl
ADVOGADO OAD-MS 1451
Causns Civeis, 1'robulhi!tn, Inventário
Av, Duque de Coxins, 069 Jn1"dim M:,
Dr Joelson Martinez Peb::oto
Cnuaas Civeh e Criwlnoi,
Hua L.o de maio, 1/n Jnrdlm - AS
Ivan Afonso dn Costa Marques
Advoonciu em Oernl
Ruo Voluntório dn Polr!u, 376 • Cone 210
llelo Visto M 8
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CIRUROIAO DENTISTA
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Comult6rio, R. lllorechnl Mollet, 742 - Fone 1333
Residrnci-a: H. Mnrechol Mnllet. 748 - Fone 141
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Dr. Laucidio Valdez de Barros
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CRO • 557 • Cllnico de crinnçns e Adultos
atende-se com hora marcada
Av. Duque de Caxias 508 Jnrdlm MS
Dr. José. Geraldo I Loureiro
C!rurgillo Dentista
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Dr Sergio B. Pellegrino
CRM 346
PSIQUIATRIA
Ora. Solange A. Pellegrino
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Doença dos Nervos
R11a Marochal Mallet, 567 - Fone L522
RestdêocJa: fone 2107 Aquidauana M8
DE DEUS
de tal maneira, que deu o seu Filho
Unlgeolto, para qoe, lõdo t.quêle que
nêle crê, nílo pereça, mas tenhu a vida
cteraa·•. O ApoRtolo Paulo, escrevendo
sua carta aos Romanos, aslm se ex
pressou: "Mas Deus prova o seu emur
para conosco, em que Cristo motreu por
nós, sendo nós aloôa pecadores" Roma
nos 5:8. Vejamos algumas razões porque
o amor de Deus é tllo grande. Primeiro,
porque é dedicado u todo o mundo, a
todos os hcmeos; em segundo lugar
porque ollo poupou o 11eu proprlo FIiho,
mas deu-o par morrer em nosso lugar.
e 'em tercelt'a ,Jlmensllo porque oferece,
gratuitamente, vida eterna a todo11 011
pecadores.
Caro leitor: , Voce sabe que é pe
cador; voe sabe que, pelo fáto de ser
pecador, est:.s separado de Deu:!, ainda
que sejas. honesto, bom chefe de famllla,
bom pai, cumpridor dos 11eus devAre11;
voce sabe que de acordo oom a11 Esorl
turas Sagradas, Ró hà um caminho para
voce se reoonolllar oom Deus.
Aceite, pois, o Senhor Jeaus como
teu Salvador, e, quando passar uns
umbraes da eternidade, será recebido
pelo Senhor Jesus que te saudará com
estas. palavras maravilhosas: "Vinde
benditos de l.Deu pal possuí por herança
o reino que vos está pr11par11do desde
a fundação do mundo "Mateus 25:34-DV
FOI VOCE
Arlinda G. O. Marques
Lembra-se? Fazia um calor tre­
menão, um sol abrasador, quaudo você
chegou até aquele casebre e se deparou
com aquelas três crlancas delirando de
febre; ali ao, lado bem perto, uma se.
nhora que mal tinha forças para falar.
Tudo cheirava à mais estrema pobreza
e miséria!
Você não perdeu tempo ... - levou
ai;i au médico e tratou-as, alimentou as,
até que edtivesdem sãs e salvas.
Passou o tempo, quantos anos?
Não p)sso precisar, mas você está ven­
do estas duas moças robostas e bonitas,
este rapaz forte e trabalhador? Está
vendo esta senhora sadJa que traz uma
porção de pacotes oos bra9os?
Eu sei que voce não os ve, não
pensa mais neles, nem se lembre mais
daquele dia de verão.
Faz tanto tempo ...
Mas o tempo não envelhece e nem
consegue apagar o Amor ... ele perdura
atraves dos seculos e é sempre novo e
sempre lindo.
Que bom, podermos ajudar e so­
correr os nos11os semelhantes; esta é a
maior sabedoria, aquela que conduz a
verdadeira Yids,
Voce talvez nem se lembra mais ...
as, o importante é que foi você quem
lhes salvou a vida.
Carta
..
a Redação
Divino
O1 ° 1198/10/SDS/DEC Em 20 d
agosto de 1980 do ecretrio de Estado
de Descn olvimeto oelal, endr o
Avenida Cal6geras, 1625 - Ed. Suo VI­
cente de Paulo
Ao Editor-Chefe d:::. Tclhunn d Fron­
telra de Bel VI«tn
Asunto Agradecimento (az)
Senhor lidltor-Cliefe,
Vimos agradecer a Vossa Senhoria,
a oolnboracõ.o preelnd11 atravt-a du
dlvulgaçtlo feita por 011se joronl, nos
díoP õ e 6 agosto, a respeito da apre­
sentaço da Orquostru Sla!ôolcu, t all­
zada nes'!e Munlclplo, no dla 02 de
ugoato úhlmo.
Aproveitamos o ensejo paru rc,ltc
rar a Vossa 8enhorla os noso protes­
tos de elevado apreço, 11ubsc,~vendo-nos
Atenclosamont~
Augusto Maurício da Cunha e Menozeg
Wanderley
Secretário de Estado do Desenvolvimento
Social
llm!! Sr. I valdo Pereira
DO. Editor-Chefe da Tribuna da
Fronteira
Bela Vista - MS
Oração ao
Espiri-
to Santo
Espírito Santo você qa
e esclarece tudo que ili­
n' todo« o» caminhos para que
eu tinja o lllt'II i,lr«l,, ori qn<'I
ou· dá o dom divino de per­
doar e esquecer o mal que me
fazem; e que todos os int­
tantew de minha ida está co­
migo, nu quero neste curto di­
logo, agradecer-lhe por tudo e
confirmar mais uma vez, que
eu nunca quero me eparar
de você por maior que seja a
ilu+lo material não ser o mí.
nimo da vontade que into
de um dia estar com você e
todos os meus irmãos na glóra
Perpétua. Obrigada mais uma
vez (a pessoa deverá fazer esta
oração 3 dias eguido sem
fazer o pedido, Dentro de
dias será alcançada a raça
por mais diffeil que eja) 1 U·
blicar assim que receber n
raça'
O. A. L.
SETEAGRI
Ernpreeudiwt:ntos & Agrimensura
CGC MF: 003201324/0ol Inscrição: 13059:l:34-0
Direção: Nlv11ldo de Barros
Projetos para: Constraç1lo, Loteamentos, Curvas de N]veis, Medições
e Ratlficnções de Fnzcnd_u.
Rua Antonio Morin Coelho - 2l08 - Bela Vista MS
SETEAüRl: Estilo e Objetividade
MAQUINA DE ARR Z P . ULIST A
De Sérgio Luiz Zanardo (Birigui)
Temos: milho, arroz separado, arroz 3í4. bica e kirela de
arroz, o melhor preço da praça. •
Entregamos na residência. - .Visite-nos:
aua ~arão do Ladário - Bela Vista - MS. Cx. P. 25 • Fone 19.6 l
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- Visite o Resta1trante Cassíno Paragaay
Especialidades:
da Casa
Bellà
Cassino
Categoria
Paraguay
Internacional
te
Parmegiana e Frango à Moda
Vida
Comercial· Cliper Ltda .
./
Está liquidando todo seu material de estoque, mercadorias à preço de fábrica
lecos e MolhadOi.Ferragens e 1001 artigos para a sua escollla
Bua Marechal Flui&Do, 684
Estamos Mudando do Ramo. - Aproveitem neHos Pretes
Ptat& Porl

Trbunn da F'ront»lr
JORNILISTD
José Carlos Oliveira
N redaçlo profusnmente Iluminn­
da, estão vzla que toda n mesu
Jornallst solitários redigem us noticias
de últimon hora. Quase todos os conte­
eiment do dla foram pura a compol­
ço, edição de umunh@ está pratica­
mente pronta, Esperanto um colega vou
dedilhando na mquin decepço de
pouco momentos utts, no hver pnr­
tleipdo da entulxtten feitura do jornal
qul me sluto em cu. parece exuero
mns repito; wqul m slto muls em cuu
do que em minha própria cusu. lias dtzrm:
"Gutel muitos uno da mthn vidu nu­
.. ma rt1úuç/lv dl' jornai·•. Pn•flro dlzur:
'{ 'nto a tim, foi li que ganhei u
minha, ot mu!tos entidos",
o~ velhos JoruullslüH nuooa Ae
referem 11,,,.8 tompoi; de sua mocidade
proflsslonal "m uma ponta de saudade
Usam uma fruso feita: "aquilo é uma
cachaça", É mesmo. Quanto a mim, não
sou velho jornnllsta, ma:í .sou veterano
Tendo entrado num joroal aos 16 nnos.
nunca mris saí deste mblente. A qual­
quer momento. p()'BSU ser o muis moço
11posentado nesAe setor em todo o Bra­
sil. Mt1s como nós lidamos com os im­
ponder vis do espírito, que se nrnnlfes­
tum e se exerOAm Independentemente
do estudo gemi do oorpv, é na maturi­
dade e até ou velb!ce que o jt,rnaliota
alcança o seu apogeu. Neste sentido,
nllo ee pode sonh1n-' proflss!lll mais gra­
tHlcant6, pois ela é tomoem, por exce­
lenela, a prortssão àos jovens, uma das
úoloas otlvldudes lntel~otuuls que podem
sor desempenhndas (e bom) pelos adoles-
ventee t a 1 e n t o s o s. Q u a n-
d o eutrn um garoto
procurando emprego e botando banca
de repórter, após observar os gestos
dele, o modo de folar, o seu senso de
humor e a rapldtlz dos seus reflexos
mentais, você pode tranqüllumente apon­
tar a cadeira onde ele áeve senta.r a
fim de mostrar o que sabe, Isso quase
nunca falha: antes que ele ponha um
teclo na máquina de escrever, todos na
redação já reconheoem nele um com.
panhelro, e a leitura do seu primeiro
trabalho há de confirmar essa hüulçfio~
·'Ganha-se pouco, mas é divertido".
Já não é verdade: nem sempre se ganha
pouco; mas continua divert!d!8s!mo emo­
cionante, lnesqueclvel. Aqui, agora mes-
mo, encontrei um rapaz que, 16 anos ___,
antes, era contiuo, e hoje ocupa um
cargo técnico de importâncla. Em nenhum
outro lugar, exceto no mundo do show- A 1
buslness, o exercício da democracia ca V e i no
pitalista se ostra assim eficaz. Como
não se faz um jornnlle.ta, sempre que
ele aparece é Inevitável que ocupe o Óculos, Joias, Helóilo,; presentes • Troféo,
seu lugar. As questões trabslhlstas, os Esportlvo
problemss pesi:;oals, nada dlsRo tem a
ver com li alta eficlêneia a que estão
condenados, sejam quais forem as eir
l'UnEtânciai. alheias às turefns que devem
cumprir. E por isso que às veze!.' con
templo com tristezu um garoto ou uma
mo9oila visivelmente tensos. mlsturondo
l'UBS dificuldades de vida com ns ncces
oll1udas da produolo da noticia. E11ees
no o lndn ou nuaca B?r!ln verrladel
ros jornallstns, O verdadeiro [ornllsta ó
11quolo que oempre truballlu alegre, eem
pro en1polgodo com aquilo que foz, sem
pro lutort1sHudo no furo trazido pelo
comµnohelro do mesu ao lado. Só nesse
ollmu, ull(HJ, é que e pode Jazer um
bom jornal.
Quando cntrc,i noeoa engrenagem,
vi minhas ferrumenlos de trabalho: ve•
lhas méqnlnae Remlngton de fitas gastas,
enferrujRdae, funcionando debaixo àe
puucudu. Sentei-me diante de uma delas
e mo pus o domestloA-la. O efeito nllo
era ospetnculosso como o do Taquelro
dome,ndo o oovnlo brabo, mas a eenen•
çllo llra a mcemu, a vertigem do voquel
ro também mo enton,eola. Trabalhei sefs
meses, dia por dltt, escrevendo crônions
ou melhor, lnvent11ndo o gênero, pois eu
era um rupozola intuitivo e autodidata.
Não sabia alndu, por exemplo, que certas
coisas nllo se escrevem, por mo ioteres
sarem a ninguém e outras devem ser
publicadas de qualquer maneira porque
clelas pode depender o despertar da cons
clêoolo da comunidade para algum pro
blema crucial. Nosse !dilema se lm,creve
a aogúsllu prlvlleglada do jornallsta: ele
tem que estar semprP submetido a uma
severo autocrltlca, mas nunca esse doce
con11tronglmento degenera em autooensu­
ra. ( A cenrnra Interna se realiza através
de commltas, quando procuramos cllegns
não necessnrlamente mais experientes,
porém notoriamente mais sensatos.)
Aqui está a pequena coleção de ,
Dr. José Atanasie
- ADVOGADO
OAB - MS • 1579
Neto
A venlda Duque de Caxias - 7-80
Cx. Postal - 31 - Jardim MS
objeto■quo cn11stltuem um reconto ado
rl'l vel pars mim: n mtiqulna, a folha da
pupol o telefone, o cinzeiro, os clgo.rrods.
Nada' malN preciso para me alhear o
mundo, enquanto, paradoxalmente, mer­
gulho fundo no11 problemas do mundo.
Um jornolleta nunca está 16. b:le pode
estar solllArio. n,as esta e outra h!Blórlo.
Suu slluaolo é et1tt1r perpetuamente en
volvido nos tumultos da atuo:Jdade. Elo
proflssliozlaha dura, enfadonha e delicio­
sa, e mngolfloo!
Jorool do Brasil
TRABALHO
MENOR
casa LINZILLITTI
Do Mlguol Lanxlllottl o FIiho
Vidro,, Ferro,, Aparelho, S1111itÁrÍ01
Tuboa gahaniudo,, plulicoe, Tinta,
bombaa parn 6gua, etc·'
Ruo. Augusto Mnecareaba, 509 - fano 1083
A.quldauana - Mato Grosso do l
DE
,os empreeas com
roais de cinquenta em
pregados, será obrt adr.
a manter em seus qua
droe um percentual de
10% de meooreA de 16
a 18 unos- ó o quo
estabelece projeto de
lei apresentado peb
deput1:1do Sumir Ache..
( PMDB-SP), ora eru
tramltaqllo na Câmo.rr
dos Deputados. A en
presa que so negar a
cumprir esta obrlgaçd
de dar emprego a meno
res, ser punido com
multa Igual a vinte
valores de referencia.
Admitido, o menor só
ooderá ter seu oootratoJ
de trabalho rtsclndldo
por justa causa ou por
sua própria vontade. r
,
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<X
ido
IIOR CIBO-DE-GUE
REMINISCÊNCIAS
,
HISTORICAS
-
o
POLITI
Os eco dos cavalo de Junot,
.,,
8
ua orroncuda. puru Llsbôa, torouram­
e responaveis de quw, da poeira le­
untada e du oonsequente rugú da côrte
ortvguea paru a coloulu d'ull•m mar,
{4«cesse, urlso o Impérlo do Brasil;
tlavla, este só se tornou auç!lo, quun­
do Cixlas se fez soldado.
,'oa ~2 de Novembro de l!J0B, go­
mando dos prevllélos outorgado pelo
Alvará de 16 de Murço de 1757, que
ercncedla direltos excepcloaals às ftiml
,, s mllltares de estirpe, o pul encumi
011ou o uo Rio, onde, com cinco anos
o Idade assenta pruça como 1? cudete
11
,
1 tº Regimento de Infuaturla de Linha.
Inelutável 6 o fasulnio que u8
r; órlas militares exercem sobre as almas
iulaotle.
- Byron, sonhava comandar um
regimento de cavuluriu, mas foi poetu a
vida Inteira.
. - Teanyaon, o autor de "A carga
1 Brigada Lfgelra", foi um upulxonado
~
pela vida militar. .. •
- Balzac, entre outros, viu em
1do:o explendor da.11 lutus napoleônfca&.
- S.1belley, D':nnunzlo, Kipllng e
rntos nutros poetas imortuls, Unham
mos t1:1 ralzes du alma, fulgores de
rmus e batalhas.
Caxias foi um predestinado. N!l o
·ne tempo de sonhar, mas por ser mi
tar e herói, fez dentro de suu exlsiên
la castrense, o que os poetas não con
tegulram em seus sonhos, burilou sátiras
, poemas de awor.
l .
1 '
Filho <lo D. Mariana Oilodlda de LI
ruu e do Brigadeiro Francisco de Lima
o Silvu q11e. comandou o exército Iro
perlal contra a confeúeracfio do Equudor
em 1881 e foi regente do Império.
Teve por avô paterno o Marechal
de Campo Jos~ Joaquim de Lima e Sil
vo, cavaleiro fidalgo da casa rea! por
tuguêsu.
Seus tios, Irmãos do pai. foram
militares: três Mareclluls e um General,
entre os quais o Erüo de uruí e o
Visconde do Magé.
Outro tanto se verlrlca tarobem do
ludo materno.
- O avô era o Coronel Lula Alves
de Freitas Belo, sendo, ta m bem
Mureobals seus dois tios matemos.
Soldado por sangue e tradição,
Oalxas foi produto apuraóo de lnslgoe
ascendência.
Na velha rodovia Rlo-Petrópolls,
quilometro quatro, ergue.se um marco
assinalando u antiga t-éde da "Fazenda
de São Ptlulo'', solar dos Belos, avós de
Caxias. Nesse ·marco gravada em bronze,
a legenda altaneira: "uúdu, viajante, o
berço de Caxias, Sentinela dn PAtrla".
O jovem Luls viveu épocua de
profundas emoções, sem duvida, porque
viu com a fuga de D. João VI a pátria
caminhar um séenulo em poucos anoa,
• Por lsBo, i:-obrevelo u indepeudên­
cia mQdelada pela astúcia de José Boni­
fácio e concretizada pelo arrojo lírico
de D. Pedro I.
A 10 de novembro de 1822, a ca-
Jardim, um munictp1o que
avança acelerudamenle na produção
agrícola, acaba de receber u implan­
tação oficial de uma empresa Trans­
portadora, Revondedura Retalhista
de Óleo Diesel, que dará atendimen
to a consumidores dos municípios de:
Base de retirada: Jardim .
Distribuição: Bela Vista, Gula
[P8, da Laguns, Caracol, Bonite,
orto Murtlnho.
No Decorrer da pesquisa de
consumo de deriva:los de Petróleo.
e no deferimente do processo, o
Conselho Nacional do Petróleo, auto-
rizou a Agrossol Diesel, distribuir
cargas de óleo dlest>I até uma galo­
agem de 10 000 litros per veiculo.
NOTA; Os Sra. consumidores
devera.') fazer antecipadamente SAUS
cadastros e der.laraçilo de cotas no
escritório du Agrossol Diesel. ( em
frente ao Posto Atlantlc, ao lado da
Dersul)
COMUNICADO
O Posto Atlantic de Jardim
(tiob nova dirP.ção), denominado
Abastecedora Agrossol de Combusli-
vel, comunica que està funcionando
oom os melhores atendimentos da
região, no ramo de abastecinento
de irasolina, lubrificantes, e óleo dte­
sel (4oo litros por coneumldor),
inclusive eom serviços de lavagem,
lubrificação e troca de óleo.
Conheça nossas instalações e
sinta as vantagem;.
pela Imperlal contava com a presenç
do Imperador o de toda corte.
E o dia dr presentação de Nossa
Senboru, l:ITI o qual ficou OS'llnoladr1 pn
ra a história, a pomposa cerimónia da
benção da primeira Bandeira do Brasil
liberto.
- O bispo D. José Caetano da
Silva Coutinho, após benzê-la, passa-n ás
mãos do Imperador, êste, ao Ministro da
Guerra Vieira de Carvalho, futuro Mar
quês de Lajes, que por sua vez a entre
ga ao Tenente Luíz Alves de Lima e
Silva.
- O jovem oflelaI usstm distin
guldo, sente dnquele moment.o frente
que tiua vida deve ser votada ao SPrvlço
daquele pavilhão uurl verde, slmbolo do
dever e do Brasil Imortal.
Um ano depois entra em comhate
pelu primeira vez, contra as tropa8 do
general português Mndelra de Melo, que
não reconhecia a lndepeodencla !A esle-çe
ele com o Batalhão do lmpet:ador.
Dai para frente, S(ius feitos legam
a História da Pttrla um corolário de
serviços que vem dos Cerros ela Bahla,
do alto do Cabrito. epopéla decantada
em versos 1nag1strals por Castro Alves
os qu1:1is se sintetizam neste primeiro:
Era no Dois de Julho. A pugna
imensa
Travarn-se nos cerras da. l:3u hla ...
O anjo da morte pálido cozia
Uma. vasta mortalha em ?lrajá.
- Neste lanço! tão largo, tão exten­
so.
Como um pedaço roto do irifloito .. ,
O mundo perguntava erguendo um
grito:
- Qu9.l dos gigantes morto rolará? ...
SeuE1 feitos terminam nu última
fase da Guerra do Pat·agua!, quando a•
porta ao tio como supremo benemérito
da Pátria.. Era o centro convergente de
tudo. Flrmarn definitivamente a imortali·
dade e com la, o corcejo de louvores
e de Injúrias.
Seu ego está preso ao conoelto
positivista de Augusto Comte: O homem
só tem um direito: o de cumprir o seu
dever.
Em 23 de março de 1869 é lhe
conferido excepcionalmente o titulo e a
corôa de Duque. A. distinção, que ne.
nhum outro brasileiro atingiu, 11lçou-o
aos olhos do povo. como personagem de
lenda.
Neste • 25 da Agosto de 1.980, dia
do Soldado e do soldado filho ct~ Bela
Vista que é pedaço do puleo da Retira­
da da Lagum. - alçamos nossa voz:
- Glória ao inclito Marechal
- Glória ao Patrono do Exército
- Glória a. Caxias, um soldado de
dimensões glgantesc.as.
Prof. Sturopf.
Em 4:', Pinto Alotxo
salu pelo interior fut
dando o PSD. Em Glória,

110 ntlo, procurou t)
coronel Eduardo Campos.
General, eu estou
tio outro lado. !:<'ui uml·
go do Senbtu, sou uml­
eo do Mn@abeira. Não
po «o fier de seu ado.
Algumn governo já
velo a ua casa'l'
No., enhor. Eu é
que sempre tenho ido à
e9a do governo'
Ento por que não
entru p, ru o purtlrlo do
governo?
Porque sempre fui
do outro lado, general.
Coronel, vocfl já vf.u
governadcr perder lel.
ção?
Mas também, gene
ral. eu nunca vi governo
na minha car,o pedindo
voto.
O general Dermeval
Peloto era o homem
forte do Estado na dita
dura de Vurgas. E gos
tl.l.Vli de colecionar coi
flatl rarus. Correu a no
tícla de que o interven­
tor tinha <lado ao gene­
ral o lustre de entrada
do Palácio da Aclama­
ção,
A cidade ficou indlg•
nadu, mas a imprensa
estava de boca lacrada.
Foi quando chegou a
nomeação do general
Dermevel Peixoto para
interventor de Pernam­
buco. No dia seguinte.
Wilson Lins, diretor de
O Impercial, deu a no­
tieia assi1.
Viajou ontem para
Recife e general Der­
meval Peixot<> Ilustre.
A'ureo FilhC', depu­
tado de feira de Santa
no, estava discutindo DI
AssembléiR. com Newlou
Macedo Campos, vice­
Jíder do MDB, q2e citou
Stuart Mil!.
Este não, deputado.
Este é gente do séculv
passado. Já era.
Por isso não, depu­
tado 'ureo Filho. V.
Ex.eia. também é do sé­
culo passado, nasceu
e 1899, e está aqui
me aparteando. V. Excia.
também já era?
Sebastiüo Nery
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.' 1r1J1rlootI1 rolou tiu11!10 <lo,
mingo no 0tvio F'ontoura, quando
defrontaram os del azante do
futebol Ioel: senta e Nautlco. O
Abro, de butuen, o Pervndt, +só de
jnel, 0 o povo uurlçando Ds
urquib acudas, esperanto o infeto
da prtida do 'guent coraçio''
O homtm de preto, o senhor
rbltro, Ladislau de livetra, umu
'smpntla" ds juiz já eshuv no cen­
tro do gramdo, juntamente com o
bandeiras, o Gtlson, de uniforme no.
vo e o Ulisses. Multa gente no e­
té dlo, c1•.mpflo lotndo, renda beirou·
do as 20 mtlhas, Imprensa falada e
.-scrlta cobrindo o jogilo de boln.
Presenç,1 du ZP :!3, uu·avés do relu­
to vibrante de Tito Livi Cuevs.
'fudo prontlnbo, e ní v esqundr!lo
do Se. senta entrou em campo. Foi
um drlírio, em segl!ldu o "pupilo de
titulos", povao vibrou.
Eru o jngo da mum rnhn. da
mulanJrgetu e dos craques. Muri
oota reluu. de pé em pé, e o Neutleo
partiu pura o tuque. 'T'aço, estre­
anJo o menino R1ourdo, um senhor
embulxnctor do futebol, sube tudo
e enslou prá rapnzludu. O rn,rnloo
•fico, rwutrú sua ate que uão ddxa
lembrançns do ,luare;:, o Gurrr.1.1 e
o Lulz (;Jaudlo, butt-lJdO elo trivt.>lo l!
com chirmne. O Sessenta estava
lntelrin.bo, 'l'oledão oa zogn, correo.
do igual 11 ru&niou de 15 ancB, o
baila z11guelr!lo Daniel (vule ouro), o
Edvaldo, o super Miquimba 0, jo
gundo com r1.1ça, com fibra, com
amor, o rçudo Ivan, o técnico
Carllnbos, o o·uJQtidor Jorge e o
São Vadora. E t11rubem a vc•lta rlo
Dr Joo Carlos, moço bom de
bisturi e que i,abe lidar com a
marlr.ota. Jogo nervoso. Jogo de
raça. De oattmba e de gloga.
No Lo tempo, o Se,tieota ex­
plorando os contra ataques, seguran
do no meio campu e al'repiirndo na
defeJa. O Nautlco tocando bola, de
pé em pé, tramando, organizando,
dando até um vareio. mas o tradi­
cional não queria exibição, queria
VENCER e por isto venceu. Jo
bdlante <!horur, quem não faz leva,
o ~eutlco levou três e fez um. Não
adiante jogar bonito, jog1H com ola
se. o importante é bola nu rede. O
Nautico jogou melhor, concordamos.
O Naulico criou mai~ oportunidades
de gols, concorda:os. Mas o 'es
senta VENCEU a partida.
Valeu a estrela de R.icsrdo,
no Naullco, e valeu mais ulndu o
exemplo de raça e de garra da
equipe sHsentin:1. t.ll!ti gaolH.irbm
nu raça.
Meninos, eu vi, logs uo inicio,
o Ramos soltar urna bol.!, l!rs:tioa,
1:'lcll, o fvon pressionar e o ,Jollo
'nrlos muobuour os corações aautl-
011110!'. Ern o primeiro. Terminou o
1.o tempo com l x O pura o esen­
tu, do Pretinho, do Tito, de A·rcllel,
do 'Teteo e o tirou do mooo Lulz
Carlos prometla voltar melhor.
Logo de cara, o flICAROO bo·
trt dois no bolso, montra a ginga, e
colou u murtcot» 110 gol de Vado.
ra. Eru o empute. Era a reaçlio.
Mus que onda, o Sesse11l11 estava a
mil por born. Abriu 11 brecbo na de­
fesu e o Joilo Carlos, novamente,
conferiu. Fez o segundo. Dai prá
frente foi um sufoco. Nautlco ao a­
taque, Sessenta nn defesa e de vez
em quando um cootrn ataque do
Sossento.
Jogo: 12 dtl Mnio O x Gremlo União t
Ü,l ta: 24/08780
Local: Octávio Footoura
Julz: Ladislau de Oliveira .. .uxílla
res: Ulisses e GiJE;oa.
R,rnda: oilo foi fornecida
1.o Tempo: 0 x 0
2.o Tempo: União 1 x O, gol de
Afraoio, aos 26 mio.
GREMIO UNIÃO - Gíl.ocio, Lopes,
Zeeu, Mauro e Geraldo; Taclnba e
Sllvério; . 8lt:o (Afraoio ), Luucldlo,
Penedo (Prado) e Otávio.
1.o DE MAIO. Camaracanto, Toni•
nho Gludetoa. Renato ~ Rumão;
açupava e Alceu (Tingue); Callka,
Bernardo. Ada e Rubens.
Torcida do Uniiio em peso
prestigiou o •jogo da "Fúria'", a do
1 de Maio esteve calma, tranquila,
só no começo ... Oepoi!l, as bandell'BEI
ll·emularum. O Gremio, multo bem
orientado por Raul entrou em Chlll•
po com esqt1iima de jogo, defesa
firme, marcando em cima e não
E a galern com o arlto preso na
gurgaota. A do Nautlco 9eguroodo ...
esper11ndo u do Sessenta, no brado,
no. grita, pedindo a Deus que terml•
nastle logo a partido. E domingo
Deu~ foi Seasentlno, de quebra, nos
43 ro. mais um gol, um gol de pia­
ou do Curllnhos, ele recebeu a me­
nina e foi dar um passeio. Passou
por dois e cutucou na salda do Ra­
mos. Final, 3 pura o ::it-ssenta, l pa·
ra o Nautlco. E u festa começou. A·
gora é pegur o Uoiõ.o e faturar. O
objetivo é o titulo do Bela~•lstão 80.
JOGO: Sesseottl 8 x Nautloo 1
Loca 1: Otá vlo Fontoura
Data: 25/8/80
VóRA MERECIDA DO <iREMIO UNIÃO (0 l
1.0 DE MAIO: 1X0
dando risadas pro pEssoal de Cara•
col. no melo campo o maestro Ta­
clnha (como jogou o moço) mostrou
que é profe~sor e o Silvério jogou
com a alma, arrepiando os dentes e
mostrando toda sua classt.. Delesa
coesa, melo campo jogando por
música e ataque eovolventii, só po­
deria dar Gremlo nu cabeça. Mos os
meninos de Caracol com eçarum me­
lhor, só ataque, procurando explorar
a velocidade de Calika e Ruben5, e
o oportunismo de Bernardo. Mas os
atacantes do 12 de Maio não conse­
guiram furar o bloqueio do União.
No primeiro tempo, o jogo foi equi­
,l!brado, com leve pre<:lominância do
Uallío. No segundo tempo: Caracol
tentou, roas o goldro Canelo, o me
lhor • do campeonato, mostrou que
gosta da maricot11 e não a deixa
ficar no fundo das redes e nem che
gar perto. Pegou tudo, até pensu
mento.
O Gremio melhorou com a
entrada do Afraulo, o guerre!ro,
que soube aproveher os espaços e
sempre folar prá defesa da Oaraool
"too aqui, se bobearem eu faço e,
meu". E não deu ou'ra coisa aos
26 minutos, quando a galera pediu o
gol, Afranlo, com raça, ftbra, chuta
Juiz: Ladislau de Oliveira: Ban.
delrlubas: Gllsoo e Ulisses.
12
terupo: João Carlus, aos 20
minutos: l x O.
211 tempo: Ricardo, ao 14 m
(Nautloo) João Oarlos, aos 20 e Car
linho, aos 48 (l::ot1eenta)
sessenta - Vndora, Alemão,
EJvaldo. Duofel e Toledo; Mlqulmba
e Tonlnho (Aires); Carllnh0, Ivan
(Hermes), Jo(lo C1rnlos (Merlobo) e
Jorge.
Nautloo - Ramos, Sldronlo,
Lu'z Carlos, Ueleon e Rochloba (Jo­
sé) (Gregorio). Lulz CIudto e Careca.
Da Silva, Cabanba, Tfoo e Ricardo.
a bola, e quem mais estlvesse pela
[rente e marca o goh,ço: Povão
endoidou. O Raul ficou sem fale, o
Helder só ria ... ria ... ria ... e a
torcida começou a catar.
No ritino da musica do •·jA
ganhou'", no samba da pasada, no
toque de Tt1clnha, Silvério, Laucl­
dloho (o cérebro) "a Furla'' botou
pr quebrar. Quando o eel olão
marcava 39 minutos, o Ladisleu de
de Oliveira dA umu de mané e
termina a partida. Tudo bem. União
festejando, jogadores recolhendo
material e aí, men amigo, a cobra
fumou.
"LADRAO SAFADO"
Povão já estava indo embora
quando chega no pedaço (na mesa)
os diretores do 1 ° ae Maio, M-aneco
e Ademar, e botam o juiz no sfoco.
Ali saiu de tudo, desde ladrão, até
safado, o Ladlshrn pediu prá moçada
Jogar os restantes sete mir:utos.
Tudo bem, Jogo terminado, Caracol
perdeu uma batalha, ma-, não a
guerra. E o União featejaodo. Agora
é vencer os dois jogos (Sessenta e
Nautlco) e deixar o povão comemo·
rar a loucura da conquista.
3d,
ul
se!
,,odo
' •
ei
re8.
r.s,
co '
s!a8
O'.!
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1ogr.,
l!il
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