TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº201_17_03_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº201_17_03_1976Número da edição201Data de publicação17 de março de 1976Número de páginas12GeoCoordenada -22.10253958474871 , -56.52164914986937 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº201_17_03_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUNOADOTt E DIHETOR : o V Hedaç,1o Oíiciua e Administração nua Duque de Luxlus 8/ 1 l!ela Vistn, 17 dr Março de l!l7li t-:eurnnórlo ."201 Duas figuras do Go verno - o govl.'ruo Gur clu Neto e o prefdto Castro Piuto ol'erecem hoje subsídios amplos para um revlgorurnenlo amplo da AHENA no muuic!plo e nu região. O governador, pelo seu curlsrnu, atitudes pró prias ele grandes estu- tlistas, prima por urna ~ ndm!nli:iração voltada ao )J()VO, e como mela primordial o homem e suas necessidades bási cas. O pt•efeito, nomea do pelo próprio governa dor, jusliricundo o acer to de sua escolha. deu um en[oque dlnamico à sistemática admini!'tra tiva do município. Ern poucos meses, regulari- zou a situação interna da . Prefeltui-a e fazendo ele suas ubras um chama- lar o governo em diver me11 lo à classe politlca, sos municípios mato consegue aliar o já propa grossem;es. despPrlou ludo conceito: admlnislmr em muitos líderes are com a polllica e pelu poli- nl&tas, "adormecidos no lica. É a cobiçacln uniáo sono dos acomodados", -· POLITICA E OBRAS - o gosto pela politica ili que em puuco tempo foi namlca e uío preconiza alcançada neste torrão da pelo eminente Presi •Jo imenso território ma- dente Geisel. O nos o togrossen~e. Garcia Ne- governarlor faz uso da to, através de sua !ou- imaginação 'Criadora e vávei medida de insta- com bso o st>u parlid,, a• 6E 9 G0WE#NO O ESTADO E MATO GROSSO D U R A N TE 0 $ !A$ 1 8 , 1 9 E 20 DE MARCO E 1976 ~ . 18 DE MARCO DE 197w: À• 09,00 hom, • (Quinta Feira) Hcccpç,io no Exmo. r. Govcrn:i dor Dr. Jos(· Gnrci:i 1'ic1o, e Fua comitiva. no ucroporto militar. Às 10,00 hor,s • Ato solene de imtnlnçâo do Go Ycrno do Estado, em 13cln "istn, no Greruio "'l'cdro Rufino,,. Às 11,00 lwras • lniC'io do funcionnmc1110 do Go verno do Estado no prédio c= colar --lJr. José Fragetli" onde funciona n Ücol:t f:stadual de l.o Grau ·Ester ilva" As 12,00 horas • Almoço As H,00 honu • AUOIENCIAS As 17,00 lu,ras • Ilomcnn:;em da mocidade oo Governo do Estado As 18,30 horas - Inauguração da Cnsa cio Artcsiio As 20 00 horas - Exibição dr. filme ,obre ilnlo ' Gro5F0 1 no Cinc São Cristo,·ão, entrada franca. A• 20,30 hor,u • Jun lnr DIA 19 DE MARCO DE 1976 (Sexta Feira) s U8 uu7,orns . - nuuo~ ''.to prédio dn Escola ' ,lun1cipal "Slo Geraldo", no bairro de .:gua Doce. As 09,00 hor.a• • Vi,itn no Seniço Municipal de Cadastrnmcnlo Pessoal e no lo· c.~l cln futura· Escola Municipal ele Artes e Oficio, • As 09,30 horas - Inauguração da Escola Municipal "Cnsielinho Encantado'' • Jardim • de lnfnncin. e Pré-Prim:írio. As 10,00 horn, • Visita às nn,'lls inEtalaçües da usina. elétrica, garagem munici pai e oficina mecanica As L2,00 horas - Almoço As 1-l.00 horas • AUDIENCLS 1« 1U,00 horas- Sessão traordinaria da Camnra ~luui<-ipal Iu..1u:::urnçào da Pr:u .. a "Castro ,l,t· .. •• .. t.·0111 e1u·ontro do povo C'om o E:uuo. Sr. Gon::rnador do Estado , :!1,011 hora- • Juntar As 07,00 hora- - Hipida visita aos polo, iniciais de sericicultur:i em Bela Vista. .-s 08.00 hora• • P:utida parn Jardim • cumprindo programa com a CEH 3 pnra instalação da E•cola Tl-cnica de Hodovias e Pontes A• l:!,00 horas • Hetorno e Cburra,eo popular Comitil•a com n pnrticipaç-jo ela Gnvcrn.1mentn.l. As 15,00 l,oras • Partida pa.r:i Ponta Porl. As 20,011 ltor.1~ • Exibiçüo de filmr~ ,dbre -'low Gro:::,o, no Cine S~o Cri::10,·üo. eu irada Cr.l.Ilca.. AUDIENIAS sr As uudicncias :is cntid;,cles e :u•, fr;.. Prdci tos da Região, devem er solicitadas com .::intc:et:.dt'ncia ao Chefe do Gabinete :lo Go..-crnador, bem como as reivindicações que devem ser apresentadas por ecrito. ARENA- se solidifica e g-unlla nova feição u me dida que o povo se cous dentiza que 08 suuii in teresses e!:il.l10 !irudo u tendiJos. Fique ciente, Dr. Garcia Neto, cm Be la Vista, atra,·és de pro nuuciameutos intellgen te!l e i;Jn<'ero , atitudes otimbta.i, o prefeito Cas tro Pinto eleva e digoi fir-a a ,ma gestão. Pola r1zaodo as ateuçõei;, a Princesu do Apa" res ,-ur ,!<" Ih> 'Tnúrio ]"HJlitic:o e, .. tndual e uacion~tl; e tudo in• dica uma nova e-calada de-rn , olvimentista para a região. Temos muito o q/ reivindicar, mas tambem, temos ruuito p/a gradecer. Muito teurpo ficamo marginalizados, faltava-nos um líder, não aquele conhecidos alepto- de :'laquiu,el <jllt' ··Jnnc;a,au1 <"onforn1e u ruu-i ca·•, ma- Jídt"rt."~ autt'udco- t· que j .. ,:i sem o povo em pri u1t.·irn Ju;rar. n:io .. r, prlo j,!t.·· al, ma- tambem e principal mcntc:, por um dever de cons <."it·nt·ia. Encontramos te lí der na pessoa do atual prefei to e prova disso, t a tua ter na bu,c::t daqudc ponto próxi mo à perfeição. 0 nosso prefeito, eco lha do senhor governador e <lo consenso politico local, vem preed,cndo estas qualidade, que o faz um homem: diferen te • e como humt'm difercnlc nrm empre o rnprcendido. E-re JO:,:,O Hl·.CADO, ,..,. nhor go, ernador, não t! 1:6 um agradecimento pelo muito que está fazt-ndo cm brndi cio de ~lato Groil--O, t~ muito maio;. é UlU >incero )IUI'ro O UHIGA UO pela nc•,;iea,.-iio do Dr. Huben de Castro Hin to. Que as lideranças políti cas locais e da região, mante nham um diálogo franco e aher·to com V. E.."Cci~ ,,ue abordem os interesses ii de seus municipios mas que nno s-e esqueçam: ete ano é um ano polit.ico e crd.aw a poUtica é uma nobre arte, mas... a nobre política; :i que V. Exe.1a vem fazendo DEVE •en-ir de exemplo. Como V Excia falou na posse do pre feito de Tres Lagoas, Hamez Tebet..É muito í:.cil criti car o governos, mas é pre CJSO que no, lembremo<., e olbcrno• a nossa volta. Vere mos que o nosso país é um 0ais dentro deste inferno de 1nsegur:inça q-uc é o mu.odu ele hoje. Nesta hon, é pr-eciso que nos lembremos, que o povo •e lembre pa.ra que al guns pos.~h·cis erros do ff0Yc:::r no-e todos os :;o, e ruo~ t:r ram • ~<'Jam clesculp:idos. por que acima de tudo o governo esta aqui presente, dando paz, r.,,gu:n,.nç:, e trabalho a todo, O!it ht:15'i!rirn.s-. Ih Vi.ta, I/0M7o RONIA V LH N • O TIRIDO Altevir Alencar Amor n mocidade é uma foliclrlude. ,'mor nu volhlco ó uma malu qulct>. Diz o povo que velho nllo tem amor, tem mania ... O senhor José de Jlmelrla nfio era própria ruente velho. TilJbu uns quarenta e poucos anos, emborn sua npurllnclu niio fosPe tão jovial e a gravada por uma ucen tunda calvície precocfl. Diz-se-ia que envelhece ra em plentt mocidade, em face de urnu exlsten ciu cheia de lutas e preo cupações, tendo subido, em vinte anos apenai-. de OJ)flrúrio ,, indusll'iu! Casado com donu Corinu Nüo linha filhos. Sua re sidêncin era um senhor buugalô siltncioso, des falcado que é do baru lho u lentudor de criau ças e uõolcscentes. Em coutrupartida acolhe rum, de há muito tempo 11 pai de ,José ele Almei da, coroinha de qua-e oitentn •·primawru," npo:::entactc :lo Estado, conservador e cltclo de broncas. Este era velho uo duro. Tinha a cab,·clnha branca co mo um rtoco de neve. Mas andava aprumado, peito e1:1turado. duro. E conversava com seuran ça. "Seu" Domingos ra rnment(l saía de cusu. Quando o fazia, era de chapéu, colete. gru vadu borboleta e bengala. Mantinha a elegância adquirida nos primeiros anos deste século. Quando uma velha governanta demitiu-se do emprego o silêncio aumentou mais ainda na mansiio dos Almeida. Pu seram anúncio nos jor nuis, procurando- empre gafa para preencher a vaga deixada pela se nhora que nüCl mais su portou os achaques de "seu" Domingos. .pareceu, entre ou tras menos, digamos, qua lificac!a::;, umu c'.mmada Zulmiru ... um pedaço de mulher. Ora, de "empre II.III MI RMEIM Fundado em 25/02/72 Editor - Chefe - 0salde ]reira Gerente - ilsen ôila antes 01€))A$ Chefa - dfoic.-i,, tftdolr Pagine;ão - dilie d. eaa Impressão - fui Carles D&te Composição - Vagi Gazime Q'ilsen ô. Dutra Departamento de Circulaçilo Departamento de Cobranças Etit-r Hibciro Colaboradores · los Joaquim Ferreira Souto, Dr. Aroldo Medeiros. Hosita Tosa Gome, los Glauey Fl6. res, J. lefrey Diretor Responsável - Cs:lde D2reia TRIBUNA DA FRONTEIAé uma publicaçao da Empresa oráfiea 'Tribuna da Fronteira. R. E. !A'IEO! 1II1 15A4-! Diretora- Maria Etela Nelasquez Pereira Hedwção, Administração e Oficina-. - Hua Duque a. Caxias -n Bela Vi-ta Mato Gros-o ·A opiniões emitidas no- artigos assinados não represen am o ponto_dr vista do j»rnal, podendo até ser contrária a este. A opinião do jornal, acha-se expresa nos Editoriais e nos comentário não assinalo." gado boa" para "boa empregada" hú uma diR tilncla quilométrica. É mais ou meuos a mes ma diferença que existe entrn ''l1omem grunde" e "grande homem". Zul mira, morena jambo, ul ta, esbelta, Júblos Ire mendamente sensuais, cabelos negros "como a asa de graúna", tinha um busto que mais pare eia duas maçãs daquelas de Cr$ 3,00. Era boa pa ca: rebolativa, alegre, ca tivante. Filha de um ale mão com uma negrn, se gundo disse na "entrevls ta" com dona Corina. A madama, como é lógico ucllou que era dose pa ra elefante. A moreca era boa demais. Pensou; contratando-a, estava talvez, tra zendo uma onça. para dentro de casa. Além do mais. Zulmira pediu Cr_S 250,00, sem dormir no emprego. Quando José de Almeiila botou os o lhos am P-lma da "can didata", quase cai para trás. fulou com os bo toes de seu pijama: "is to é candidata a miss". Ouvi o diálogo dela e <la esposa e saiu de flni nho para o jardim e ali ficou, de cócoras, fingiu elo cuidar das roseiras. 'omo dona Corina "amar rasse" em CrS 200,00 e pedisse que a "domésti cu" voltas e à tarde pa ra outra conversa (pediu tempo pra pensar... ), quando a moça, de saí da, passou pelo jardim da casa, José ele Almei da (já com idéia ele jeri có), girou a cabeça e fa lou a m e i-v o z: "pode vir trabalhar que eu lhe dou por fora os CrS 50,00. Mas não diga este detalhe à patroa. Fica só entre nós dois tá?"... ' Zulmira já estava no emprego há uns vinte dias, tudo correndo "so bre os carreteis" como di "seu" Iborahim Sued. Num sábado, com José de Almeida na usina, dona Corina foi ao salúo de beleza (sempre o fa migerado salúo de bela za) pegar" uma meia sola, pois à noitinha ha veria um ché das Damas de Caridade, "only for women", no ''Granf Club De vez em quando tele fonava pura para casa. dando incerta, para ver BP José de Almeida ti nhu voltado a pretexto de apanbar alguma coi saque esquecera. Sabia ela que ''tal pai, tal fi lho", Que o pai de José de Almeida, na moclda de fora um tipo vamri resco, só não comeu as verdes. Marcara época. Pois bem ... Ao retornar. maquia da, penteadn, manicura da, m a s s a g e a d a ... São Paulo. 24 de fevereiro de 197G. Prezado Ivaldo. Como em outra o portunida 1es, não pode ria deixar passar "in a!bis" esta data de gran de significado p I o ami ·go e, tambem, para a "Princesa do Apa"; o natalíciu da querida TRIBUMA da FRONTEI RA". Acompanhando o ex traordinário progresso deste jornal. tendo con dições de tes1ernunhur o arrojo e o espírito em preendedor do amigo lvalc!o que, atra vês da «Triuna ia Fronteira», vem desempenhando um notável trabalho em prol encontrou aglomera dos à porta de seu pala ccte. Desceu do curro aflita. O velblubo, ''seu" Domingos, tinha sido le vado às pressas, numa ambulàucla, para o pron lO-socorro. Que foi que uconte ceu, Zulmira? Diga logo, pelo amor de Deus! Foi o velhinho. ma dama. Ele me agarrou pela cintura com uma força enorme. Parecia um louco. Me deu uns vinte beijos aqui no pes coço [ e mostrou o lugar, para rerimir dúvidas J. Eu fiquei apavorada, cor ri. Ele foi me perseguir caiu da escada e que .brou um braço ... 1IR,Eg BUS do desenvolvimento da reg1ao Sudoeste m&to grossense e, em especial de Bela Vista. Amigo Ivaldo: aqui da "Paul!céia Desvaira da" rejubilo-me com to do o povo belavistense por mais um ano de vi da da sua. da nossa Tribuna da Fronteira, es tendendo minhas feHcitações a todos q/, de uma ou ou tra forma, ajudam a fa zer deste jornal 11 ala· vanca que propulsiona o progre::; o de Bela Vis ta. Rogo a Deus 'que as sim continue. Um abraço ex- corde do amigo. Dr. João de Oliveira Rodrigues. LJl]ll Aberto dia e noite Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna :m. REVENDEDOR AtJTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: 1 de Maio . 563 Jardim - Mato Grosso l -------------- 01 _ ''Em 11oni1 dt• povo dt' Car,H·ol. 'li i11 rninliu·, Garcia N,!to 11 Seerc•tarluclo. O povo de Iela Vista e L'» ) reglio acompanha ua pro!icuna administração e acrPÍlita as metas estabelecidas, ANDRÉTADEU OCAMPOS PHEFEITO 'Jl ilClP.L OE 'ARACOL (jlJ•• l:l/ 1-lJ,t }l')lil11 ., l' ,1 '•Ll I a !tn! ti o de poi'Lt t ',.) por dar-nos a op,,1 tu r) • X.,[:] Lo32±?±gi g 2 cx? 2 & ~Ji,ll'Y.}li';i'Y.}Jlr O mo:11enlo {• propkio. ,:; conjuntura,- :-ão fo'<1rá ·Í-. / Heccbeurn,- S. Excia o (;overnac.lor Gorcia ~elo. Iuito já foi + «na«7 72 , et e no- o, l s . . - n ., 3 tJ ► ,. ,. /' ~ dito e mito ainda há o que c.lizer. É de fato o /!º~·ernac.lor do povo. gosta de ver os problemas de pPrto. Uu.~ca ,-oluc;õ~ ... nunca !:-l' c:-quec1•11Jo qnc r1 meta prioritária é o E,-tumu,- orf!nlho,-o,-. lógico . E::,leja em cas:: Sr. Governador_ _iota o pulsar dos fronteiriço;:: em tet· a primazia de receber hóspede t,io ilu:;tre. l10m,·rn. l 0 [:] coraçõo_ g 1 l el« «t Mi 17u76 ·-------------------------- Mensagem T0 G0SS0 POR V Sl - O TE llO 11, por suas peculiaridades inerentes a diferentes regiões, por seus inúmeros problemas, pela busca incessanl tlc t.rnluçõcB e pola cxplosüo de progresso, necessitava de um governo diferente, necessitava de um homem qu unisse u política social a politlca de obras. Surgiu essa pessoa no Engenheiro .Jot-1(• Gnrcia Neto. Político e 'Técnico. Técnico e Polillco. Fazendo o governo do povo para o povo o participando dos problemas <leste povo. V. Exela. senhor Governador, merece o respeito e admiração de todos os matogrossenses. Boas vindas, fazemos nossas, as palavra- de Schwartz "...vamos pensar confiantemente, aF confiantcmcnte ... " e com o Presidente Geisel •... não go··to de pessimistas. e sim, de otimista... " n l ., ~ ZENO MARTINS GAZOTE g s E? 2 Prefeito Municipal de I ioaque 3 ~,(7J~ c-mmev·-----·------Càs(K, .. (7J}E(7J-- -·--··-··· _ -~m&G•- .. - .. __ - __ - - .. -.- - - -. Cill!!lX®! !sY.Jimj DE JARDIM À BELA VISTA O que representa o Governador e seu secre tariado, em visita a uma cidade. Simplesmente TUDO Lógicamente para o lado certo e legal. O povo ele Bela Yista ilt., deve se engalanar, vibrar pela deferência, e· o destaque polillco-social que isso representa. Também os municipios vizinhos se irmanarão a tü.o grandio so acontecimento. Sr. Governador Srs. Secretários. Estamos satisfeitos pois vindo aqui, vs. is. sentirão df perto u nos su luta, o nosso patrio tismo, e a nossa vonta de de ver um Mt saltan do e vencendo os obstá culos a cada dia que passo, pois, confiamos nos senhores, no nosso presidente, e no nosso Brasil. Sr. Governador, nús so querido Garcia Neto prezado amigo. ' A luta nú.o nos exal ta, pois sabemos lutar lutamos sem sermos fa náticos. Digladiamos sem exageros, mas com as armas próprias para ca da espécie de batalha. A vitória não nos embriaga - Pois sabemos vencer com humildade pois respeitamos os nos sos adversários. A derrota não nos abate - Pois sempre par ttmos para outra, "saber perder é uma virtude" não esmorecemos, se per dermos, perdemos em pé as no sas cabeças estiio sempre erguidas, os nos aos olhos fixos em um so ideal. pois se O ;;osso adversário é forte, forte lambem somos, se O nos so adversário é lutador lambem lutador somos' Só que temos uma van tagem, nosso invulnerá vel ideal. Ideal sacro pa ra c/ nossa Pátria, nossa certeza pois confiamos em você uarc1a Neto, confiamos em nossc Presidente ISSO É TUDO. ' J. Refrei Ouca Dominhalmeale a partir do próximo domin go, às 8:03 horas. o no vo Programa RacJi<,foni co. pela Rádio Local, "Fé Para Hoje" um ofereci mento da Igreja Batista de Bela Vista para o seu deleite espiritual. sempre na direção do Prof. Da vid Bonfim rle Oliveira. Pastor da Igreja. T r • ,, Uma Firma Que Ajuda a Construir· ª Nova BELA VISTA" Crescemos de 11.,, - D d maos a as com o AGRICULTOR e O povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional JJ, 1., i• ta, I7/0M/70 Homenagem Amanhã será instalado em Heh Vi-ta o Governo de Mato Grosso que _aqui perna IICCt'rÍI 111(· " ' iu 20. 0 Fmo. Sr. Governador José Gareia Neto virá acopa nhdo de sua Exma. Esposa D. Maria Ligia de Harros Garcia, como tambem de todos os 5rs, Secretario- de E-tado, che fes de Autarquias e Diretores de Repartições do seu Governo, além, dos Srs. Parlamentares da esfera Federal e Estadual. Essa deferencia do Sr. Governador instalan cio uqui o seu Governo durante 3 dias, é reco nhecendo a polenciuli dncle economica la re gião e de te ~lunicipio, o que muito no honrn. lambem ctemon trar aos :!lutogrossense que a eficlêucla do sPu Gover no nüo é apenas deli berando em palucio com seus assessores dil·etos, mns tomando contato com o povo, sentindo seu aasceios e dando soluções a cu os atinen tes seu desenvolvimen to. promovendo junto da populações de dil'e- •rentes regiõe os meios de expunsilo das suas riqueza que síio de po tencialidades illmiluclus ns entudus na pecuaria e agro-industria. Para u nossa cida de, esse acontecimento rnurcunte e de relevan cia incomum no i,eu as pecto sócio-polítioo-eco nomtco, traz ao belavls ten e uma saudável eu foria, pois ·. Exa. va loriza nossa fronteira como ponto convergente de suas atenções volta das paru esta regiilo rica e promissora, jus tamente quando uma das mais felizes inicia tivas é levnda a efeito pelos homens empreen dedores, com real apro veitamento, a mecani zaçlo da lavoura·a pro dução de alimentos em grande escala. Se Mato Grosso é Visto lá fóra como pro dutor de matérias pri mas p/ as grandes in dustrías de Süo Paulo e outros Estados, agora é ele cogitado tambem Para a solução do pro blema ,Ie produçilo ln- tensa capaz de suprir o mercado interno e sucl ar u necessidude li mentar de grnnd!' parle <'a população brnsllelrn. • Já está cotado co mo o mnlor produtor de arroz do Brusil Jú eru e é ulnda um d•is P'Uis lmporlnntes centro de criaçito ele bovinos e multo em breve expor tará lambem mlnl!rlo de ferro, manganês e ou tros. Süo fase11 ,1e pro gresso que se sucedem ativados pela dinamjca cio Governadur Garcia ela Neto que mais quo multa gente, conhece nossos problemus, sabe dirigi-los para as solu ções e gera essa explo são continua de suces so em todus as Iniciati vas oficiais e de Emprn sus privada . por exce lencia, nos ilimitados campo d e atividade produtora. e o , r. Governador durunte esta fase gover namental, quiser por a pro,·a a capucidade cri adora dos nossos em presarias, dos homens de negocios. os pecua ristas, o8 agricultores e industriais de 13ela- Vis ta e região, é dar-lhes o apoio técnico neces sarlo, a opção de cre ditos diversificados, ener gia elétrica farta e barata ( Urubupungá ), trans portes e vias permanen tes e terá a respGsta imediata de maior pro dutividade, interesse maior nas questões da pecuaria de fina qualida de, maior produção egrí cola e industria desen volvida. Aqui poderá ser de senvolvida com excepci onal vantagem a indus tria da carne, instalando um Frigorifico; u produ ção do calcario moído PREÇO DESTE EXEMPLAR CR$ 2,00 para corretivo do +ólo e outras que visam a granu deza do municipio. das até agora por seu Governo, novas outras de importaucia que da rão à sua estada nesta fronteira, o cunho de realce, magnitude e o ª relevo que o po•:o de soai, du Olgoissimn es Bela Vista deve %1pres tur-lhe, como penhor da wua gratidão u esse ho roem público que, mais que Isso, é amigo Jfl tortos os matogrossen- Cube. nesta ocaslio uos Sr Empresarios, en trarem em eontulo com os Srs. Secretai los do Go vernuo pura o encaminha mento de projetos que sejam de Interesse recí- • proco pura receberem o estudo e aprovação cio Sr. Governador que vem para aqui cheio de espe ru rrçus novas p/ somar us conquistas consegui- la vossa transitória aqui, volume dos atos e soluções be néficas que ides resol ver em nosso beneficio vossa preSeIIÇ pe- posa e .. ricleulcH auxi· liares, a satisfação e o reconhecimento dos be la vistenses ull.o tem lí- se8. rultes. Sr. Governador: Pe- permanencia Ao instalar o Governo do Estado em Bela Vista, demonstra o senhor governador Garcia Neto o interesse que desperta o sudoest.e, e mais ainda, a Intenção de atender a torlos os municípios matogros 'j e1 ffi senses, numa exemplar manifestação do dinamismo de ru seu governo. Junto com o povo belavistense, em nome do,; morudores de ílonito, enviamos à V. Excia e ecretariado os votos de muito sucesso e o nosso São os votos da: Prefeitura Municip-al de Bonito Jota Jota 1 1 a ~ ' Liel Brum Jacques Prefeito Municipal de Bonito El!@o: i E] Opinião vo 10 R Combatendo os que +e preocupam com o8 problemas de Reguran • ça lnternra, <lunilo-lhes 11lmensÕl'il p/ eles supe rio1 e8 àquelas que lalt! problemas realmente me recem, há quem recorra ao próprio presl1lente d 1 Hepúbllcu quo, em declu rçio recente, afirmou que a politica do go verno busca orlentur-se por um muxlmo de de senvolvimento com um mlolmo de segurança. Também nós considera mos Inteiramente valida a diretriz presidencial mas nem por Isso, co mo parece notório, nus descuidarmos e deixamos de alertar p o probl? mn da segurança por consideramos que há excessos de lespreoeu pação em relaçãú a ele. Pura que todo esteja mos de acordo, enlilo. o que falta é cosegulrmos identlducle eh, opinii1o sobre o que deve en tender por ·•ess'3 mínimo àe segurança". pra relom:.ulus, HI:! ca ruclerlzam pelo empre go das tôcnlcas p' u conquista das mente, pelo ullclumento rios 1- nocentes-úteis e todos os demaiR auxilltll"P.b bem comu pelo gradati vo domínio dos ·stulan tas e dos trabalhadores pi utiliza-los como mas- sa de manobras cri ando um clima revulo cionário que proprlcla, então, o surto das for mas violentas Lia sub versão. Desconsideram u sub versiío quanllo esta se limita 110 campo idfloió gtco, como fase prepara tória ela subvcr ão nr madn. Alguns chegam uo cúmulo de dizer que o Partido que se opõe à doação de maiores cuidados com u subver s:1o é o responsável pe lo clirnu de truuquilida de de que desfruta. O Paí>< que jn se cuida que os ntos purlidúrios trans corram em boa orrlem. Ora, o que ocorre, é juelumente o contrário: eles transcorrem em bou ordem porque o clima existente no Pais é de segurança. Se, ao invés disso vingas sem muitas da teses defendidas pela agremia ção, o que ocorreria ? l o melo estudantil com u derrubada do Dec. -177, que adrngam, em pouco te_mpo as ati vidades subversivas, que j se desenvolvem sob a forma de puntletagem, recrudesceriam - até che gar às greves, passeatas, tomadas das uuiversi dades, sequestro dos diretores, etc ... como acontecia antes da Re volução de GJ. e como acontece em mitos ou tros poises, e disso a imprensa nos apresenta Aqueles que só vom risco nu subversão quan do ele é vi ivel e expio sivo e se munife ta atra vés das guerrilha e ato de terrorismo, no obser varem a ausência de tu i s a t o s no Brasil consideram que o risco é pratieamente nulo e portanto não há preo cupações maiore p,' a segurança. Tratando-se de pessoas que ignoram multas vrzes proposila· damente, us formas di versas que assume a subversão e os fatores condicionantes da iegu runça, já que muitos se recusam sequer a con i derá-lns, quanto mais a estuclu-las, ficam sem saber que u subvorsão é 11m processo gradativo, cujas rases iniciais, sem farto 11ollcl(ulo. E. cu tüo, tudo c ·tarla nn melhor dos mundos, pois esturiu assegurada "a presença da juventu du no ,l!•uate político e na análise da realidade no Pais", corno quer o d•>cumentál'lo doutrinário do partido. Com a suspensão da virilànciu nos sindicatos ·qiderançus do mun do operál'io" urr,, esta riam mais marginaliza das e os subversivos, poderiam Jispor livre mente dessas enticlndes de elas e, pura domiaá las, através da técnien do "enquadramento", a gitá-las e promover as mesmas greves e passea ta . melliante solidaríeda de com as rnlldades es tudantis. Estaríamos, en tão em pleno estado de ,lirci to como é entendido por tnis drculos, "Oznndo <lns pleni tu des "democráticas' e o _pais iria "rlemocráli cnmenle', para o cao,;, como acontecia antes da Revolução, fatos tão bem ilustrados pelo Cel Damusceuo nu sua pules tru no Ciclo da ADR. Es taria o País sob a dita dura das ma. sa11 mano brados pelo P.C. E agora seria interas santo saber dos defensores das citadas teses, se é real mente isso que entendem por "um mínimo de se gurnnça", se é uma si tuaç!n como e ta que acabumos de descrever. É umu dúvida que apre ciaríamos, fosse dissipada pois parte ponJ,·rávcl de u,na cúpu la vivem aqueles dias a zíagos, mostrou-se solidá ria com o que então a contecia e não confor mou com a Revolução. poder-se-ia coerentemente pergunts.r se de fulo d e s e j a m o regresso àquele estado de coisas. Outros provam o que então ocorria e aprova rum a nevolução. Como entender a sua atitude atual de se solidarizar com te e1:1 que conduzi riam fatalmente àquilo que então condenavam? Como entender que com batem atos do governo que visam a prevenir a volta ao estado de indis cipllna Boclal'? O que ele, ejamos de ruonstrar é que dentro cio "mínimo de seguran ça" hão de caber medi das preventivas que evi tem aquele retorno ª" ati,i dadee desenvoltas da sub versão ideológica. Sem pre há tempo para os democratas bem intencio nados reverem sua atitu de eventualmente refra tária ao estudo das ques toes de segurança e das técnicas utilizadas pelos Inimigos da demo cracia, para transforma remn as liberdades demo erátieas em armas de aulorletnmlnuçfio, bPm como em usar oi- Ilhe ruis como seus auxi liares. Estudem a11 técnicas subversivas, "abram a janela paru olbar o mun cto em sua volta" e de pois retomem a questão do "mínimo de seguran ça··, já então com maior objetividade. (Última Hora, Rio, de 27 Nov. í5) de Leontina do Prado Ferreira Produto-s alimenticios em geral, bebidas, secos e molhados latarias em geral Rua €1S1 BIUL 13 de junbo 380 Jardim llato Grosso Oração ao Espirito Santo Espirito santo você da vontade que sinto de que me esclarece tudo. um de dia estar com vo que Ilumina todos os cê e todos os meus ir meus caminhos para que mãos na glória perpétua eu atinja o meu ideal. Obrigado mais uma vez. Você que me dá o dom (A pessoa dexerá fazer divino de perdoar e es esta oração 3 dias segui • quecer o mal que me fa dos sem dizer o pedido, zem, e que todos os ins dentro de 3 dis, será tantes de minha vida es alcancada a graça por tá comigo, eu quero nes mais difícil que seja) Pu te curto diálogo, agrade blicar asssim que rece cor-lhe por tudo e confir ber a gra.ça. mar mais uma vez que eu nunca quero me sepa Publicado por ter recebi rar de você, por maior do uma graça. que seja a ilusão mate riu! não será o minimo ME.S-EP. Calçados para senhoras, cavalheiros, crianças, artigos esportivos você encontra na ~ ~ Artigos para montarias em geral malas, botas, etc. Avenida Duque de Caxias. 826 Jardim - Mato Grosso f l li, la i11,1 !1 • O'illl.1/';"(, Política e Governo G A u DE DE Mil·. Hrosilia [ANDA-O ) As lrêtl priuclpals te~es apresentadas por Mato Grosso na Conferêucíu Naciou 1 do Secretário de Segurnnça Públicas foram aprovadüs pelos diverso' grupos de tra balho da 1" CON ESP, ~eguudo informou o Se ~relário ,loislo .ladeira Evora, daquele Estnclo. Apó a s reuruoe das comissões, realiza das na ,cudPtnitt I ucio nnl de Polici:i, os Secre tários de segurança de todo o Brasll decidiram pela criação de Fundo Nacional de segu1•ança. mas com o nome de Funco Especial de Se guranca e que terá co mo objeti·0 priacipal o reaparelham<?nlo do sis leniu policial em uivei naciona I dando ir tlho re concli~!Ões uos profís sioaais da polícia. De a cordo com a te e do secr.-túrifl ~ladeira ra, O:l recursos Évo pura Lt fundo seriam prove- 11i.rntes da Loteria Fede tal, lmpoflto dP íll'1Hla. ,. ela Taxa Httclovlát·ia Única, HPlll ÔIIIIR parn o povo. As outras du 11-1 te se prova«las, f »ran a ct·laçiio ri.is polkia" JJJU· nieipaIs e uma noção e levamlo para 70; cta da Taxa l{o1loviarh ú nica pura os Estados. 0 coronel Madeira É vora pediu 11a th.:a:<ião !JUP i;eja dadn mniR fle xibilidade uos Estados no emprego de referida cola. No toeunte aos re ,mltados que JJl)rJerão ser ol.Hirlos com n rea lização da conferencia, o titular d pasta da Segurança Pública em :lato Grosso afirmou que u mesma PBtá 1,en do uma verdadeira aula com a troca de idt>ias e csclnreclmAntos, num perfeito e!1trosamento de todos os secretú 1fos. :ladeira E, ora que é rela or do grupo I dh; se que nté o J'r.!sente momento º" resultados dns reuuiõPs l'orn!11 os mais po!'it:vos possiYeis e uma séde de merlidas vi ando a melhoria da Segurnnça Pública nos estados deverão fazer par te do relatório final cla conÍé rê,a·iu. Mela Março de Vista, 1+76. 1 1 01. N 0 76- Nee. AIm. Do: P'refeito Municipal de Bela Vista. Ao: • Exrn". Sr. l'n• Rilleutc <la Cámar Muni clpal. Ass • Projeto de Lei ( eu cami11hu) Encaminho a V. Ex cía, o Projeto de L ... i N r2 76, de II de Março de 1976, que dispõe sobre uquJ,afc,:,io ele um terreno paru coustruçüo de uma Escola com eis alas de aulas, solicitaudo a apr,, vação por essa Egrégia Càmara. Atenciosamente Dr. Ruben de Ca ·tro Pinto. Prefeito Municipal Projeto de Lei N.o 02/76 de 11/03/76 ''Dispõe i;obre a n quisição de um terreno que especifica, para conR trução de els salas de aulas". Faço aber que a Câ'.!!ara ;1luniclpal apro vou e eu Prefeito ;]uni cipal de Bela - W., . au ciono a seguinte Lei: Art. lg - Fica II Po ·ter Executivo !llunicipal autorizado a adquirir por compra do Sr. Arei rio Maciel da Silva, por CrS 30.000,00 (Trinta ;'Ili! ( ru1,•irO'-'). !Ili lolt' d,· terreno de-sua propriedu de com uus benfeitoit. C',ltlil!-lraúo :,:, PrPÍt•Jltll.l Sob N" 2.000, 1' 'icuns t'l'iç-;, O ,·0111 1l fl FC', l d,. J I. IOIJ rnl'lru' qurJtlr,ICI0~ ('()Jn o. seguintes /imites. Norte: e a R Aforso Pe na ao "ul com o lute no !{) a o Leste - brio do 'Triunfo e ao Oeste Com u Rua: Marechal Deodoro, medindo 1?0 x 120. Art" :.!" • J a11ul·dç,1o dt• que trata o Arllgo 111111' l'ÍOI', destina·r-(• Jl C'Oll'-1 truc,:.1o de uma Escola com Heis flal11<1 tfe ,,ui::-;. ,rt" :l" - A presente Lei entrará em vigor a dalu de Rua publlcaç·iio re, ogadas a,; dlsposiçõe em contrário. Prefeitura Municipal de Bela VJHtu- ~li. 11 de 03 d e l!J71i. Dr. Huben de Castro Pinto Prefeito Municipal 1 Compra de madeira Madeira Bruta. Venda de crrnda Antonio João - ilt. De Antonio Remo Penzo , Igreja ílatista desta cidade, com sede à rna 15 de Novembro, 375 se ntir-se-a .lionradu, com a sua presença e de suu Exma. Familia, para as sistirem as programações pela passagem do seu a níversário de fundação, no próximo !:'ábado, dia 20 do corrente às Hl:30 horas. Consta das programações, a mensagem ocasi'lnal que será proferida pelo ProU!auoelino L. Nogue ira, Pastor da 2 Igreja Hati&ta de Campo Gran de, e ecretário executi vo da Convenção lluti;; ta Matogrossense. Antecipadamente, agra decido pela sua coope ração. Pela Igreja Batista de Bela Vista. Prof. David Bonfim de Oliveira- Pastor M ,, EI MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMESTIC05 EM CiERA L SRATOS E Z3RCANELLA LI3. BVENIDI DUQUE DE CIXl~S 446 JllRDIM-MT !' 1 : .... 1 r - • -. ' ' ~ 1 ( i I, l t I J 1 ' 1 / 1 ·' 7 1 + ,., I ; ' t? i 1 ' 1 , 1 1, 1 r,. ' / /' ' l ! 11 I ., ~- .. ,, -~ ai.ti .J Noedi Leite Larangeira Escritório de Coutahili<lndv (Contador) Euripedl':. F,,1-reira Cnsn elas :Uu1ui1111s (Comerci11nt~ J 1 ,~,, ' .l L 1 Cilberlo lw- Corn·ia Receita Federal Curmnila Loureiro dr Almeida CaPa Agro-Vdcrin-iria (Comerciante) Smiio de Desmaias. Desloca, Acudes e Tmapl3nagem. firma allameale capacilada e idônea Jralar com - o Sr. Waller Escobar llunes no poslo Rio Apa lida Visto Mato Grosso ... ··-· - -~~--. ·1 i Pedro José Palmieri Rotary Club de Bela Vista (PRESIDENTE) Clovis Marcelino de Oliveira Mariza MoJas (COMERCIANTê) Afonso Dilon Nunes Leite r Camnra 1tunicipnl de B. Yi.-r., (Verearlor) Ili Vi-t, 17/03 Mensagem --------~ í:IX +E nu Jp6s 11 TTfivoluç[ío U(! JUl>l. surgiu u1na ll0'U t classe de Políticos uma nova forma de gov. lJllJU 11/JYU 111ane1t•a de encarar os problemas e soluções. o Gover nador Garcia Neto pertence a esta nova classe. Politi co na acepção máxima da palavra, encara os prcble- H mus com realismo e 3 t) E! 1 l : ' l t • l 1; i . i ' i' 1 ' i • encontra soluções. Que esta ) visita à nossa região } « seja um primeiro pus + 1 so para o despertar do SUDOESTE, so os votos do povo de Que a instalação do Governo do Estado em Bela Vista, Jurdim. ERALDO SILVll D PREFEITO MUNICIPAL DE l . ~------------ JilRDIM · MT ! , a · · ·-- ----- ·· _· .. ·· __ -- msm··· ----------- --- --- ....... · -- · -------·:::.-:::::.. ~~·0· ç : .. eja um marco do governo %j? promissor T 1 1 São os votos da: Prefeitura Municipal de: de novas realizações no Sudoeste. Raolfo Pereira <ln ilva - Posre siio CES!O de Theobaldo Amaral lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre s/n Bela Vista ~lato Grosso Multa em Inventário O inventário deve ter i nicio 30 dias após a mor te ria pessoa se, entretan to. nüo tiver sido dado entrada dentro desse pra zo, incidirá uma multa que é calculada na base de 10% (dez por cento) sobre o valor do impos to a ser recolhido no in ventário; Esta multa se rà sempre de 10%. seja qual for o tempo de atra so para a abertura do inventário. Sedução No crime de sedução pode-se representar pe rante Justiça Criminal Haroldo Medeiros contra o sedutor, até 6 (seis) meses após a se duzida ter completado 18 (dezoito) anos FGTS O Fundo de Garantia por 'Tempo de erviço consiste em depósitos mensais de 8% (oito por cento) calculados sobre a remuneraçtlo do empre gado. E s s a quantia compreende não só o sa làrio normal do emprega do, como também as gra tiiicações habituais ou es tabelecidas pelas leis tra balbistas. ,, ULTIMO IVISO O Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros comuni ca a todas as pessoas que se encontram com seus pagamentos em a trazo com as "Casas Per nambucanas" que procu rem inediatamente colo car em dia os seus pa gamentos, pois em caso contrario serão remeti dos todos os contratos p/ as execuções Judici ais o que implicará em maiores despesas p/ os deve lores. Ass. Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros. l l - JGI o LT "Produtor do Calcáreo Bodoquena" l km 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 8 111'1,, V i,1u ~Ir • J7/tJJ/76 Mensagem « s n#{} :1 . .,..,. V. Exia Neto, é de mãos dadas com e com o seu governo, um governo juto, humano, um Governo que vem pre11llgia1·, que vem colaboral', um Governo preocupado com o homem, um Governo que prima pclaR atiludes autonllcas de um grnude escudlstu, quo camlnham'ls rumo ao desenvolvimento. 1 ; Estamos jublJosos e confiantes; jubilosos porque j 1 V. Exclu fa;r, um governo para o povo, confiantes, por- ~ ; ()llfl s metas que V. Excla traçou, objetivum o cresci- ➔:rf 9 l tJ .1 mento uniforme de todas as comunas matogrosl,{efl,;es. ; ; 1 i • Prefeitura Municipal de Antonio João § 2 0 ~tt;'(A)U:_·_···_·· _- _ .. _ ••• __ • ~CTJ--·-····················· ·· ·· ·· --½~Rmo~m Tempo de progresso. Tempo de realizações, 1 Épucu de geslu!i e atitudes que epelam grandeza. Su 1. vi11da, ~r. Governador, é um provn coucretu do1s ol>Je• ': i 1 1 livos delineado quando de sua po!ii-e. V. Excla. Vt>io sentir a1-1 uecessldach> do J uni, . i il011lir o progresso que assola esta região, mas sentir . ,I principalmente, a revolução murcbur ombro n ombro I 1 1 ! com o povo. Boas Vindas Sr. Governador. 1 1 Câmara Municipal <lc Antonio João Argiléu de Mato- Presidente Arnaldo Marques - ecretárío orino Gonçalves Wilson Moraes Viana ·1 1 l -=---. -_:_. __ .. ~- .. ·-:.:.:_ ---- ~ - ...J E ri E t : . 1 ' i : t ' f ! ·11 l ' 1 ± ! )'B: ).:'.i f );} 1 1 ' ] .. ' , l •? i r l ' • i .. J l O mundo aka vessa umn crise. Principalmente uma crise de lideres. Não su bemos o porque de tal fato. Mas sabemos que no Brasil, após a revolução ele ;Tarço de 1!J(-il. surgiu um nova classe. É rato real. E visivel e tante, e S. Excia o Go"ernad_or do Estado. "eio SO:iAR. é Pl'()missor. Bela Vista recebe um dos fc,rjadores. Hela Vista recebe_ o governuclor de tocios os :.Iatogros;;eo::es. üm lidt·1·. :Xiio vamos pedir. Vamos dialogar. Juntos. brasileiros com brasileiros. SOMAR. Isto é muito impor· '':', e J.:s. i: e : Que cle:-ta adiçiio resulle um resultado favorável ao senYolvimento do sudoe te. São os de- ,·o tos dn Edmilson Brum Escobar - Presidente •• 1 r ML i-ta, 17/0/70 CRÓNICA l' . , li INOICIIOOR PR Médico - Veterinário (IIIII(O:. (a A.A 1 - Til liIr BHA mm MdfO GROSSO + EERALDO A. ROCHA WKI- RI 4 I Endereço: Resid. 856 R. Cel. Ponce - Porto Murtinho Mt. HAROLDO MEDEIROS ADVOGADO 0AB MIT 1183 CPF 008-29.5.870 Rua 15 de oveillbro 177 - Bela Vista - '!T Dra. Maria Aparecida Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Zanda Cirella Odontc>pediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 225 - Jardim Mt Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 3021: 24091 09910 M040 €0l10, 32 1.0 23)D2438, %0)3 R32&)DZN€)A. 333305 Campo Grande Mato Grosso SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO ESCRITÓRIO 1 . 1 l Bela Vista Rua 3 de Outubro (Ao lado da Ciretran) Mato Grosso Dr. Francisco. Ferreira da Rocha • CRM/1562 Dra. Vania Maria P. Moreira da Rocha Clinica Méfüa - Genecologia - Pbsletricia - re~iatr1a Horario. ianhil 07;00 - 1L;00- Tarde 13-00 17-00 Rua Anloaio BELA YISIA Maria Coelho, 339. MATO GROSSO (Continuação do número anterior) 5) ·A dcpendüncia É a condição do in dividuo que se torna es cravo das drogas e Hem elas já não consegue vi ver, ou não vive psíqul camenlP bem. - A depeudêucia é fí slca quan<.lu as drogas, allerundn a químicu do corpo, exigem que a pes soa continue coni-uml11Jo tóxicos, caso contrário, morrerá. O tóxico, será par o viciado o mesmo que a água pal'n o pei xe. Dai, para sustentar o vício e sobreviver, o loxicõmano, com muita frequência. resvala para o mundo dos assaltos. roubos e crimes. - A dependência é psíquica, quando, sem a droga, o viciado cal em prufundo ubalirnento, em forte dei;ânimo, em ra ziio perdendo o interes. se oelo lmbalbo, estudo etc. A falta dn droga não o Mata, mas o deixa em lastimável estado psicológico. 6) Vicio e hábito Com relação às lo xicomanias, usa-se a p lavra • vicio" sàmenle pa ra as drogas que· criam a "dependência física", como. por exemplo, o ó pio. a morfina, a heroi na. A palavra "hábito" é rese, vada para as dro gas qne criam a "depen dência psíquica", como por exemplo, certos bar biluratos e algumas nu fetaminas, das quais a mais comum vem a ser o Pervintin. 7) Tolerância Um consumidor de drogas passa a achar di fiei! viver sem a droga, pois sem ela niio se sen te bem. Quer sentir os efeitos da droga, seu ar ganismo, porém, não rea ge com a mesma sensi bilidado, isto é, a droga não "produz" os efeitos desejados. O habituado ou viciado (que deveria ser considerado e trata do como doente) deve, antes, aumentar cada vez mais a dose da droga, para ob ter o mesmo efeito. Diz se que o organismo fi cou tolerante à droga. 8) EscraviJão (addictio) "A palavra "addic. tio" (drug-addict) expres sa a idéia de dono ou senhor e era usala pe los r manos no sentido de rendição ao vencedor q u e se to r nava proprietário do ven cido. Por analogia, subs t.itnl'ia rntorpecent" se torna dona ou senhora rio toxlcõmano, convrrtl do em escravo do vi·lo. É óbvio que o grau e u natureza dessa "addictio" ou escravatura variam com as qualidades ou e feitos do ven,;erJor ~ rio vencido" (,José Hilleit•ü do Vale). 9) Classificação dos psicotrópicos De acordo cum sua limo. Sr. Dr. Oswal do Turini M.D. Vereador Municipal Os motoristas de ta xi do Ponto n 2, abai xo assinados. vêm res peil '>samente apreeentar à V. Excia. agradeci mentos pelos seus bons oficios, junto ao r. Pre feito :lunlcipal q;;e cul minou com a construçE.o do abrigo, tão necessário p/ melhor dei:empenbo Tendo em vista que devert realizar-se no próximo dia 1U de abril vindouro as eleições i>ª ra a Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados re presentantes do Sindica to Rural de Bela Vista; Apelamos aos Senhores Sócios para que regulari zem as suas situações quanto a questão das mensalidades devidas ao mesmo, colocando-se as sim no pleno Direito de exercerem os seus votos Exclarecemos ainda que devido a diliculda de de se encontrar pes soas que queiram fa.zer a cobrança das Mensali tção sobre o s!tem ner voso central (cérebro, mente). as droga. psleo trópicas podem ser elas iíiudas em t,és grandes categoria. - estitulantes fo c·re bro funeivnua "mais e ))l'('t,<.1 "J; d e pr i LI e n { s (o <' é r e b'o funct» na (o eércbo fu eiona mais devagar'), - lucinóenas (o e+re bro funciona 'fora do normal") Daremos a seuir uma expllcaç:1<• 111:ii-; JJOl'ffiC!Jtll'tZarl,l dP. ca•la um de!'sei,; três grupofl. (CONTINUA NO PIÓXI VO N'MERO) de seus 1;.,•rviços profis ionais. 1:ie:111 mais, firmamns apresentando nosas a- tenciosas saudações. Bela Vista (MT). 05 de Março de 1976. Ramao Roju3 Ricardo Caniza rbrahão .!endonça Adair Graoce Victor Rojas Osail Ossuua Famáo Barbosa Alce biades Correa #E%Sr0 E BEL IA !R" Aos senhores associados dades em casa, 'fazemos o apêlo para que os só cios procurem numa de moostração de boa von tade pagarem as mesmas na séde do Sindicato. O interesse em com parecer e votar nas pró ximas eleições, para a renovação da cédula Di retiva do Sindicato Ru ral de Bela Vista, pode râ significar a demostra ção de que a r.lasse ru ral não quer que se ex tinga o único Sindicato existente no Municipio. Bela Vista, 10 de Março de 1976 Jacinto Rodrigues de Mi ra.nda. • Presidente Ouça a Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, todas as quartas feiras, as 15.00 horas.. Pe la Rádio Educação Rural de Campo Grande. no 1 1 ' t - ,,1·1·. - 17 0:1 7(; - º :_!l)I - lett lia ,, ( Dr. J!ubcu .llH:rlo ,IJlJ,,tt de Castro Pinto Prefeito Municipal de ti CIRCULA 1 - Como é do co nheeimento de V. Exo., uper dos esforços di pendidos pelo FUNHlJ H.AL. o· tn1bulhadores ruruis uposentados [ve lho~ com muis ele (i5 unas, ou inválidos eom lrla<le lnfl'rior. e pensio nista+] véu sendo viti mas, muitas vezes, {de individuos inescrupulo sos, desprnv1(tos de sen i,;iJlllclu!le hüumua, os quais, ssumindo u con dcn:': Yel co1111içüo de utravessa(dores, conse guem, habilidosamente, ou por meio grnsseiros, extPrquir dinheiro da queles beucrteiut·Ios, quando os mesmos pro eurum habitar-se a u poscntudoria ou pcusilo, ou qunnJo Yilo receber suas prestações mensais por intermédio ela!: rgcucius Bancária:. !- A fim de elimi nar esse procelimento tiio pn•judiciu.l aos mo dcsws beuericiários do meio agrúrio, o à ima gem du sociedMle brusi • lt'iru. tiollcitamo;. o obse quioso empenho de , 1-:Xa. no enthio de aler tar os trnbulbadores pre judicado, para que se ueguem a t•ulregar par- o L E 04/76 DE Dela Vista. Etado de Mato Gro • o. uo u· o de suas atribuições le- Trabalhador Rural que Recebe Aposentadoria ou Pensão do FUNRURAL Você niio precisa pa rr n«da pra ter u sua aposentadoria ou venusio o Governo Federal criou esse beneficio pura ser pago sem despesa para você. : Prel't>itura. a .- rencia do Banco, o Repre sentante do FUNRURI, expii<'am c·omo voce de e fazer para receber seu bene ficio. tüo ê preciso pagar Não deixe que sujeitos te ciaR suas mei.sallda tles de aposPotadoria ou pensiio aos lndiyidu os que os procuram ex plorar, orerec(•ndo-!hes, nstut111nente, intermedia ção ahsolutu meqte ctes necessária. 3 - Uma explicaçlio de um servidor habilita do dessa Prefeitura. em linguagem acessível, ser virá da orlentnc;üo para que os mude&los bene ficiários do PRO-RUitAL nfto HPjam ludlbriudc,s. , transmissão cio men sagem anexa, pela Ró clio Local (u , titulo de coluboruc;-üo) ~erú ele grande utilidade paru p:-oteçüc, nos trabulha dores ruruis aposenta dos. do :.luuicipio. 4 - , ação de '. Exa., oa forma que es tamos pedindo, será um ,·alioso serviço ofereci do ao no ·so País. Por esse relevante préstimo consignamos os no os melhores agradecimen- Com estima e eeva da considé!ração. Libero Massari Diretor - Geral espertos tomem dinheiro de ·1oce. voce não preci s deles. Nilo dê seu di nheiro u essns pessoas que querem explorar vo ce. Quem pode ajudar o lr>1balhndor rural aposen · tudo co:l!ru os explora dores sã» as autorida des - a p r e r e i t u r a. a A g ê n e i a do Ban co, Representante d o FUNRURAL o Prefeito Dr. Iuben de Castro Pinto, mandou t:oustruir us euintes potes no municipio. 1)- Ponte sobre o rio Sombreiro na B. IV. 11 em terras clt' Octfl vio Loureiro). 2)- Ponte sol.Jrn o Fio Liso a E. V. 13 (em terras de Gerei Barros da Silva). , .. :1)- Heconstmçito da ponte sobre o RI? _l m pucú, compreendendo vigamento e as604- lbo total. na B. V. 3 (terras de Fiori Mu- rano). , 4) - Constrnc;-üo de um matubnrro de mi n,e tros de comprimento, na íl. V. 11 (terras de Epn mlnond&s Escobar). ABHlGO PARA [OTOHJ 'TA Por inrli<'ação do vereador Oswuldo Turini solicitando a medida acima, o Pre!P1to co:;1-,(ruI~ u abrigo para os motoristas do Poto " 02 Abaixo a carta dos motorlRlas: RECONSTRUãO DO » ESTÁDIO MUNICIPAL O Prefeito Dr. Ruben de Castro Pinto man dou forner,er 04 metro de cal virgem para a recons truçilo do Estádio, bem como financiara a mão de oura com 02 pedreiros por c,,nta da Prefeitura. Bela Vista, :l'r,os de i ar ço de 1.97G. Exmo. Gen. Dr. Ruben Alberto Abbott de Castro Pinto Prefeito de Bela vii ta .IT Tenho a subida honra de expressar a esse Lidi mo Executivo :luoicipal, o recoob.ecimento e a gratidão do Sr. Eviláe.ill .liranda, de todos os mo radares da regiiio e o meu próprio, pela cons- íl truçiio da ponte sobre o Córrego Liso. Este feito, além de atender a um velho an seio de todos nós, muito favorecerá o transporte e a comunicação do!. que aqui mourejaa. na luta cotidiana em defesa do pão de cada dia. Com voto de que Deus na sua infinita gra ça proteja V.Exª da ba talha insana pela prospe ridad.- de nosso :.lm1ici pio e felicidade de todos nós mui respeitosamente subõcrevo-me J e rei Bar ros da Silv.-. E I J 10/03/76 ats, em fac de Is ta!aço doa Sede do Go. verno do Estado de M. to Grosso, nos dias 1,, 1) e 0 de Março do cor rete ano D J•; C H E 'l' , ,rtigo t·" - F...riado Municipal dia I8 de Mar ço de IDiG, para dar maior hrllha11!iRn10 110 ato solene de inugura ção, inédito p o nosso :.iu11íclpio, 110 Urcmlo Pedro Rufino. Artigo 2- O pre sente Decreto entrara em vigor na data de ua publicação rcvogan· do-se as disposições em Conlrario. Prefeitura :lunlclpal de Bela Vista. 10 de :Iarço de 107H. Dr. Ruben A. AI.Jbott de Castro Pinto Prefeito :luulclpal. Bela Vista [illTJ, 09 de :lurço de 197ü Do: Presidente da Li ga Esportiva Helavisten se Ao: :1.D. Prefeito Mu nicipal Dr. Rul>en A .. bbott de Castro Pinto Assunto: ·ollt:itação (FAZ) Valemo-nos do pre sente expediente, para solicitar de V. Sa.. de acordo com entendimen to verbal com esta pre si<lencla. nos faça entre gar 04 (qualro) metros cúbico de cal Yirgem p/ reconstrução d o muro do Estádio desta muni cipalidade, bem como designar dois pedreiros p mão r:le obra durante os trabalhos a serem realizados. ·ada mais tendo a tratar de momento. quei ra receber os protestos da nossa mais elevada consideração. Atenciosamente !lfoacir de Souza . Presidente llmo. Sr. Dr. Prefeito Municipal de Bela Vista -MT Os abaixo assinados, motoristas de taxis fo Ponto N 2 rua .füu··J.o do Ladario. ~squina C:;n de de Porto Alegre, vem peruntt! V.Excia. sen i;ibilizados, apresentar seus sinceros e profundos agradeciment'li:. r, ela construção de um abrigo, l)roporcionando aos prc fissionuis do ,olante, na quele Ponto. mais con fôrto nos e.eus serv;ços. Limitados ao assunto de referência, renovam protestos de alta estima e _distinta consideração. Bela V i s t a (l1T) 06 de Março rle 1976. Ramão Rojas Abrahão Mendonça Ricardo Caniza Adair Grance Victor Rojas Osail Ossuna Ramão Barbosa Ah:ebiedes Torres ) j f ' Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº200_07_03_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº202_28_03_1976 Voltar para a lista de itens