TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº216_27_06_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº216_27_06_1976Número da edição216Data de publicação27 de junho de 1976Número de páginas16GeoCoordenada -22.10762897511418 , -56.531936336270846 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº216_27_06_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUNDADOH E DIR~fOR RESPONSÁVEL - IVALIJO PEREIIIA ANO V , __ R_e_d_a_ç_ã_º_• -º-f-ic-iu_ª_· s_e_A_d_m_ln_l_st_r_a_çll_o_, __ B_e_la __ v_1_st_a_27 de .Junho d e 1 !l76 ___J Rua Duque rle Caxias S/N Semauárlo o 216 o PETROLEO EM INTON O JO O Campo Grande - Diário da Serra Cento e cinquenta milhões de barris de pe tróleo com possibilidade dP explomçllo foram descobertas em quatro jazidas localizadas no municipio de Antonio Mini tério do Exército 11 Ex - 9a. HM - 4a. DC 10. Regimento de Cavalaria ·•Regimento Antonio Je,ão" CONC Joiio pelo técnico sue,::o Rudolph Heins Gerwiog. Esta acusou a exis tência do "ouro negro·· em relatório entregue ao prefeito da cidade no último dia 10, depois o SERVICO MILITAR • Destinado aos estu daates dos 1 e 2 ciclos dos estnbelecimento!-1 Ci vis de Ensiuo iléciio, esta sendo lançado em todo o terrllóri "> nacio nal o Concurso anual, que é patricionado pela Diretoria do serviço ,li lihu·. O tema escolhido foi: "O Serviço llililar como fator Pioneiro na ocupação Física do Ter ritório Nacional" . Os 19e 2 colocados no ambitoi: naci.onal se rão premiados com crS 6.000,00 (seis mil cru Zeíos) e CrS 3.000,00 l tres mil cruzeiros), res pectivamente. PREFEITURA MUNICIPAL Edital No 09/76 - Sec. Adm. - 24-06-76 De ordem do Exm. Sr. Prefeito Municipal. Dr. Ru• bem Alberto Abott _de Castro Pinto, torno Público o presente Edital, para que Sr. João Antonio da Silva Sobrinho, com Pareça nesta Prefeitura Municipal, dentro de 30 (rinta) dias a contar desta data a fim de tratar de assuntos de seu inte rese. d Prefeitura Municipal de Bel" Visia• '.IIT.. ::1 ,le Junho e 1.976 José Maria de Barros e Vasconcelos Secretário Administrativo de concluir. uma sér!e de pesquisa na região. Antonio João, sltua do na fronteira com o Paraguai, podera se tor nar um centro de P.Xplo raçilo de petróleo caso venh!lm ser confirmados os estudos do sueco Ru dolph, segundo os qual, as quatro jazidas apre- entam potencial sufi ciente para que sejam efetuadas perfurações de poços. As Jazid·ti,, situadas nas im diações do Posto Fis- cal e na regiüo rlenoml nada de ,langaba, tota lizam 150 milhões de barris, possuindo a maior delas 75 milhões a 700 metros do solo. euem-se reservas menores: uma com • milhõe a 709 metros de ·olo, localizada ao or le da Manguba e ouln,s duas. próxin,as ao r>os • to Fiscal, com 19 e 5 mllhõt!S, respectiv:1mente a 600 e 900 metros de profundidade. Cópias do rela orio ED TO - 2 Procuramos evitar um jornal independente. litares, premios de CrS vigoroso, alheio a grupos e a partlúcs pr,lilic:1s. 2.000,00 (dois mil cruzei-. Un jornal QUP. t'Spelha ucima c!e tudo. sua ros) e Crs 1.000,00 (um • fé no homem, no progresso da humanidade; na mil cruzeiros) para os : aplicação coerente dtt jus1iça e du leis; na evo 1e 2 colocados e Oi- : lução htli-rnonic:t <la ;,c,c:ie.1acte. i.o cresrirnento plomas de Cooperação global da região e principalmente, no despertar Meritória ao autores cios dus polencialiclactes deskt terra onrlP. uas-:emoR, cinco melhores traba- . crescemos e onde descausaremos 110 b.;,rço da lhos. eterniclaàe. Não é facil trilhar o caminho <la li- O Concurso cousiRtirfl , berdade, ela, ás vezes, exige renunrii1s e p1·i,·ações de monografias sobre- mus no final, a vitoria é a tranquilidacle da co o tem proposto. a se- siênciu. e a satisfação do dever cumprido. Mais rem elaboradas e etre- uma vez se faz necessário Explicar ··b~.m·· a gues entre .Junho e A- posição da TRIUNA. Parafraseando um anuncio gosto de 1.976. de um jornal da grr.nde impre-nsa: voce conhece um Os vencedores rece- bom jornal µelas opiniões que ele niio tem e as berão seus prêmios no opiniões da TIUBUN !'. siio os fatos aco•1te-eidos Dia do Reservista-16 de quatsquer prismas, mas fatos; as interpreta.ções dezembro. l'icam a criterio do leitor. Os interessados em participar devem procu rar a Seção de rel11ções Públical' do tQQ RC. on- Ha verá ainda' no de receberão instruções amblto das Regiões l1'i- pormenorizad'll'. • (Major) Roberto Clavilhe cir<'ularam. ontem e-m Cuiaba; uma vez que seu autor, o técnico Gerwing, encontrava-se na· Capital do Estndo e foi localizado pela Im prensa io,·al que se a pressou t--m dar divulg:i ção ao as uuto. EDITDRIDL - 1 Traduzindo em miu<los, não seguimos a li nha emedeb!E>ta. ou are-nista, seguimos a linha dis informação, e Ili) CISO da informhÇÜ" politica ela se processa nos dois partidos. Lógico e evi d .. nte, noticlarmoR ratos, comentários e análises dos politicos filiados ao Movimento Democrático Brasileiro e Aliança Renovadora Nacional. Não es.t'lmoto mercantilizando a informação e não fa zemus do jornal um '·balcão de venda de hipo crisias" . Estamos fazendo um jornalismo sério e nossas paginas estão a disposição ·e todos os t.-lementos quP soluções para os problemas que assolam a comunidade, independentemente- de suas cores políticas. desde que uiio firam os sagrados princípios emanados da Revolução de Março de 1.964 e acima de tudo coaunem com os interesses maiores da Patrin fora disso, Vamos Trabalhar, pois: "Homem de meu tempo tenho Pressa" Nem sempre o jornalis ta tem à sua disposíçiio fatos certos e eviden tes. Não raro couta a penas com elementos inco:npletotJ, que deve tra baihar para redigir a • noticia ou u. reporU!.gem. essa situação é que o profissional se revela capaz ou incapaz de ver na obscuridade ou na comp!exidade da circunstâncias. para bem orientar os leitores. Procede então da mes ma maueira que o me dico clico, diante da cloença ainda indefinida. que não obstante preci u remediar. Pode-se então falar de i11tniçào jornalística. que, Dresen te, faz o bom ou mes mo o grande profissio ual. A intuição nos diz que na última reuniãr~ do diretóri<: da Arena municipal, fatos desa gradáveis aconteceram, pducipalmente, no to cante a "harmonia de idéias e de objetivos" rios elementos perten centes uo parti.io go vernista. ,proxima-;;,e o período t!leitornl e os arenistns belavistenses ainda ··aão se encontra ram•·. É de extrema ne cessidade uma tomada de posição dos homen;; que dirigem a Arena local, que <·ons.:ientes de seus deveres. deve-m procurar um "ponto comum" onde as idéias divergentes conurjam para um consen-o onde o re,ult.:ulo maior é a Soma, pois no momento, o que importll., realmente. é So mar, pois a divisão trará "ma leficios ao pan.ido" e algum falará por isso. U.·la Vi.ia '.l.7106176 Política e Cioverno CISA DO ESTUDANTE Discurso pronunciado pelo deputado Sergio Cruz (sessão de 10-06-76) No flua! det1te co- l'lo voltar tanto no lem ll'P11lúrlú sobre o ensl- po, se quiséssemos ficar ,,o Bnperlor, volto a(ls em 1973 ti consultar os meus leir.pos de jornu- mais da Cfimara Munl llsrno, para relembrar clpal Je Cnmpú Grande. movimentos que incre Lú vamos encon lrar rei mentnmos em ('ampo terados apelos da profes Oroncle, nos idos de sora elly Hache, ma l!lli8, qu11udo ntruvés nlfeslações dirigidas às de artigos pnru o unll- mais atlas uutl)r(darles go Jornal do Comércio do Ensino em Mato l' crônicas par:.. a Há- Grosso e no Brasil. vi ,lio OHusorn. mlnho pri- snndo aqulsitnr moradia melra estiu;iio nu clda- para o universitário, rle morena, defendia- vindo de outras cidades 111<,!l ti Cnsn do Estudun- e de outros Estadc,s. lt". N11o seria necrssá- Está alrdu muiio POSTO sno CRISTOVio de Theobaldo A.moral lavagem- Lubrificação • Troca <lc Óleo Borracharia- Balanceamento de Rodas Ruu Conde dr Porto Alegre u Bela Vista Mato Grosso ECDNTO LllNCHE O ponto de encontro da Sociedade murtinhense Rua Dr. Correu 562 Porto :lurtinho ilnto Grosso rerente para ser esque cido com tanta facilida de, um Expediente des la Casa ao Governador do ERlado, de oulof'ia do eminente Deputnd. José Amando solicitan do u construção da u sa cio Estudante CulabA, Campo Grande, Doura dos, Cvrumbá, Hondonú pollR, Aquldauana e Trêô Lagoas. E. foi no ajuntamento das propos tas pussadas com a preocupação no presen te que. 1•presen1arnos - este Oeputarlo e o De putado José AmauJo - um projeto de lei criun dl) " 'i lema Estadual de Hubitaçilo Estuduu til". O prnjt:to Habites. elaborado após um Nesuusllvo trabalho· ele pesquisa, que no levu a todas as cidades on- - de funcionam línlvel'si dade Estadual de tlato Grosso, está em trans missão nesta Casa e se rá, como dissemos em sua justificativa, a co laboração dt:sle Podei· ... será um trabalho, um SArv!ço pres.ad•J pelo Legislativo aos e tu dantes de Mato Grosso. Quando apresenta mos o projeto d Habitacão Estu oantíl, não o l'lzemos esc11 vacando méritos. A proposta, pela boues fülat.le que revela o seu contexto. procura, busca apenas a solução o preenchimento de u ma grande lacuna na atividade estudantil de Mato Grosso. No entan to, qual não foi a nossa surpresa, ao ler nos J cr nats de Campo Grande, do . ':'ihmo domingo, 11 noticia de que, atenden rlo pedido da Arena ,Jovem. o Sr. Governit dor decidira pela nons truçáo da Casa do Es tudante em ollos clda rles de Estudo. E a so presa maior foi exata menle conslnthr que o porta-,·oz da noticia foi o llder do Governo, foi um colega Deputa1o, um colega do Deputado iérgio Cruz. um cole- g-u di-1 flepurudo ,José rmanrlo, um Deput.a,10 que. por sua função de liL1er vive o dia-artla teste Prlameuto com muito ma;s intensidade. E a supre ·a não será tio upreedente se não partisse de um Deputa do, pois sabendo das limitaçõrs u que esta submetido o Poder Le gisitivo, não seria es Lrunbavel a desinforma çào rio !:>r. Governador na cêreu da alivirtude • parlamentares. Partindo de um deputado. que ármo tru tau lo zelo pe- lo exercicio d e sua função eletiva, sou c:ornu m a a o b r a para desprestigiar, uin da mai . o trabalho tão pou:·o di~ulgado, tão pou co ac:rcd1tado do,., reprn seu_tante do po,•o. E a urttculação é de tanto Primarismo. rt!vestida de ~unto deboche que. ao aves dc se atribuir a revindicação aos dire tor10s ne:ademicos, t'llli dades que sempre luta ram pe!a Casa do Estu daute, já que aos Depu tados pode perfeitamen te ser este mérit:, dá-se a primazia do pedido à Arena Jovem. Não que u Arena Jo,em não te na o direito de pedir Muito pelo e:ontrãr· • Ale . 10, a na jovem pode e de ve pedir. Assima como deve ser aterdida. No eutanto. Casa de Estu dante, e isto antecede ao bipartida.rismo, antecede á Arena jovem, por um principio ellco e n,oral pvr um principio de res peito aos diretórios aca dêml<:os e oq leglllmos repre entunte do povo sobrepõe a qualquer In teresse parlidátl•>R, está acima de qualquer pre tensão µurarnenle Alei torai e não deve ser usa da apenas como mais urna promessa poliflra em ve:pera de eleição. Eu lamento o que tcou teceu, () quP está acou tecen,10. mas nã•> e pe ra vn outra coisa. Agora va,uos espe rur que a Arena jovem seJa contem;;lada com a !Jalerni;!u<te do rrRtaU · ranre da Cidade Univer sita ria. com o recoube· cimento do Curso de Engenharia da Universi dade Estadu·d e com a extensão das redes ur banas de energia elétri ca na cidade de Campo Grande. Era êste o meu pro nunciamento. DOCUMENTO PERDIDO . Foi extra Vl!!.da a f'11 r leira de Identidade para estrangeiro. permaneute, Modelo Hl 112 3684. per- (encente a Elo < Sn • anc e }{9tero. residente em ela Vista. Publi<'ação que se faz para obtenção da 2ª via RECEBEMOS FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA I" ""ee v NA iisuii _i mori#a .1977 •.• ..N%ME9Mj vau tua "U E - 0 ov1a Jardim p ma mpresa que acre:iita no Sudoeste e N - orto Murtinho E . no ovo Mato Grosso" , scritorio em Jardim_ Avenida Duque d C . e axtas ( ao lado --------· do Hotel Oriente) C • P.otal 08 bela Vi»ta 27/06/70 Politica e Cioverno 1 N T E R ,p R E T A N D O ... Dr. Jac6 Stein DEMOCRDCIII E O RI 5 OU O DECRETO 4 77 este planeta em que vivemos, sômeute nu sociedade humanll. encontramos o governo chamado democrático. Entre as rormlgas e abelhas, por exemplo qne tambem vivem em Roeledade. nunca se ou viu dizer que tenham trocado seu Ralnudo por um regime democrá tico. Porque isso? Porque no llmago da democracia vive a chama da liber dade. E livre NÓ pode ser um ente inteligente e racionai. Entre as for migas, não há democra eit porque não há. liber dade. Na socledude hu mana, porque existe li berdade. a melhor formu de governo é a democrá tloa. Entretanto, toda a liberdudo tem llmitt!s . Não é absoluta . .-Lé o mar, que é imenso e livre, tem us al'8ia. da praia para segura-lo. Nós lambem temos que ser segurados. Temos nossas areias. E se niio formos segura,1os por prin cipios, por leis ou nor mas. seremos egurados pela policia ... Por aí se vê que a democracia pura não existe. Oemocrnci:1 s,Hu limites é utopia. Existem diversas for mas de governos demo- 1.:ráticos. Exii-te a demo cracia popular, a qual posiiui apeaos o nome de llt.>mocraciu. pois em re gines totalitários nio há liberdade. Existe a democracia lib_era 1, 011 :!e Impera o exagero de 11- bertlnugem . Existe a democracia oclal, que é u nossa 1 rlemocracla. Onde há li berdade com responsu· bilida de. Interessante é notar que toda a forma de de mocracia tem sua pró µril deresa, sua prote ção. A democracia popu lar é definida pelo tacão do tirano e pelos cam pos de con..:entração. A democracia libe ral procura suu autode fesa o peeguismo, nus greves clirigírtas e n&s ubveuções preparada!!. A democraciu social se defende com ato lns tilucionuls e com decre to tipo 477, que uão ão tt>tmírlos por aqueles que nada devem. O , 1 ;í e o ,tecreto 477 são apenas proteçã,i para o povo, contra a subvert<ão e a ttnarquiu. O povo quer lrnbu ihar com tranquilidade e ,wgurnuça. O povo sa lHl qun o progresso só pode ser fruto du urdem pois sem urdem não há paz nem progresso. O NACIONAL BONITO E MIRIND RECEBEM BJUDfl PI a Preço de te Exemplar €r$ 2.00 DR. FIOiil MURBNO MÉDICO •• Atende pelo INPS e IPEMAT Horúrios: Mnnhà Hu,<pitnl . 13:00- 16;00 hs: Po-to de Saúde 16:00- 19;00 hs: Consultório R, 15 de Novembro, 75 - Fone 178 - Bela Vis-ta. O Governo do Es tado de Mato Grrr.so. atru vés da ecretarlu. de Educação e Culturn, tem fornecido ajuda fi nanceira para vários muoiclpios do Estado, in clulnclo-se na relação Honito II Miranda, os únicos do sudoeste que foram beneficiados. a longa lista de municipioc, beneficiados (mais de 30) predomi naram os municipios do 1 orle de, Estado. Dos recursos curre- d NOVO "DEUS" AA OAEI NOVE Urna conceituada re vistu ulemã-ocidenlul re vela o ··culto da per o nalictade" que e desen volve em torno do dila dor marxista da Coréia do Norte, Kim ll-5ung. PREFEITURA MUNICIP./l Decreto - EDUCflCftO ados para a área da Educação Ili) jfunlclpio de Bocito ;:!t>staca-se a queles destinados à um pliação dn• Escoln• Rurais. ·Para· n municlpio de Miranda as verbos foram p/ arr.µlíaçãc, e rerorma de diver8os e ·tabelecimentos dE' en sino na rede municipal. obras que vem eendn realizadus 'Jb a clmà mica admiaislração do Prefeito Mirandense E riberto Gimenez. Dirigente supr+mo do Partido Comunista norte-corea:io, II-Sung de (i;-l anos. está sundo mais cultuado do que Stalin e ilao. Ele permi tiu que fosse foiheadu a 10/76 de 2 de Junho d· 1976. A respeito de novas verbas. informou fontes do Palácio Palaguás que o Secretário Lou remberg Ribeiro Nunes Rocha deverá realizar nova1< aplicações para a Eclucaçfio nu área mu uicipal. com recursos proveoieotes do Polama zonia Promuniciplo , alem do ~xcesso do Su lario Educação. quota Unidade Federal. a lem de outras Verbas Federais. ouro sua está!ua de 2} metro de altura. situada per.o da Capital_! ' Dá nova deno- minação _ao Colégio Téc nico de Contabilidade Muieipal". o ... Rubea A . .bbctt de Castro Pinto, Prefei to Municipal de Bela Vista, Est. de Mato Gros so, usando dps atribui-, ções. que lhe, cão confe- . ridas,.:em Lei. ·etc. Considera.ado tts ncvàs ,denoíniuações (1. 0 e 2º Graus), introdu • zlelas pela Lei o.o 5.G9:!; - Considt>rando a exigência <ia -Secretaria de Educacão e Cultura do Estado para 11plic,1- ção daquelas novas de Os ol>jetos que II ung toca nas suas a presentações publicas ou são protegidos por um véu ou colocador em redomas de _vidro, com a data em que !oram usados, mesmo que se trate de uma cadeira. um cinzeiro, 0u 11n1 fl"ero lupif ... nominações necessária às Escolas Municipais, Nos ônibus da cai- etc. • tal norltl·coreana. ,,s ctc',is D e C ret a primeiros lugares atrás ART. 1:- O Colégio do motorista nunca são Técnico de Conabilida- ocupados. Pintados de de de Helu Vista passa branco e enfeitados com a fenommar-se "Escola flores. esses assentos de 2 Grau dr. Joaquim vago simbolizam que o Murtinho". noo "deus" está tum- ART. 2 Esta de- ben viajudo no vei- cret.i entrara- em vigor culo ... na data de sua publica- ção, revogadas as dis- Venda mais seus· posições em Contrário. José Barros produtos Secrt de Administração Dr. Ruben A. Abbott de Castro Pinto Prefoito )lunicipal anun ciando na, ··Tribu na der Fronteira" COMERCIO E CEREIIS . . UNIÃO AGRICOLI LTDlm ,, Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VIS'fA" Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte lntemaclonal 3Ml.1 Ensino A Secretaria da E duração e Cultura de M[T' deverá equipar, den- estabelecimentos eco ro de breves dias, 1! lares com conjuntos de CI ISM • N S ESéOLIS tau farras parn u que t!Pl'Yirào apresentação 1 2) Primeiro leriodo da Filosofia_Grega: _. As Escolas: Jonie. Pitagorica e Eleitia O- ofi-ta°. , l.a Jônica Os Jónios antigos, especulam o principio básico do (lniverso, ou .eju u materia primitiva de que se formam todas us coisas a) Tnlt· ... l"OIII a ideia da agua geradora de todas a- coisas; b) Anaximedes conlue que o primeiro principio o r t• n ,·idu m sopro e) Auaximanlro· em a agua, o ar porém um +elemento indeterminado que se pode tran formar em toda as coisas, ) Jônos posteriores ao contra rio dos antigo-. procuram re-oler o problema do movimento e da tran-formação dos corpos. w. flerclito. tudo se acha em perpétua mudança. u relidadre um vir a ser continuo. E sendo o fogo elemento movrel por exceleneia, é rele o principio básico de todas as coisas, b. Fipedóeles- Todos os corpos ào cn111poslo dt> ,r, Agua. Terra e F, gi,, em pro11ur(:Õt>S diversas. As nudanças resultam das combinações ou sepumçõe,- ,testes eleml'nlos sob nçilo do Amor !IU do ó,lio e) ,naxngoras - com a concepçio das partlculni:: minim:,~ as homeomérir.s, com pl'úprie dade rlifl'rentes, mas lrausrornrnçõ~ pr,,cluzidus po!' um1I l1!telige11ciu di tit:.t11 e superior U<' mun.:lo :!.º J PITAGORlCA. 1 )Pitugoras é ,, [undndur da escola. que põe o ele mento pl'imorc!ial das coisas, do numero "Nascido em 'ano., em Crofona rund'lu uma assocl·Içilo ci enti!ico-ético- polilir11. Os pitagoricos ufirmur,Im a esfericidade da terra e Oi! rlemui corpo a rotação da l~rra e a revolução cios corpos cele~tes. Em morl, o conceito de harmoniu, as práticas acelicas e ablnenciai!'; com relação a metempsico• !-'e é u reincutnoção dos A mas. egundo alguns Yoi Pitágor:•s. discípulo de Fe récides de iros e dt: Anuxágorus. inda que Yusti di a a citação dos nomes dos Pitagoricos ilustrei:. Os citaremos encarecendo aos aluno de 2° grau (Continuação) que nos derem a satlsraçüo de ler estas modestas linhas, irem aos infóllos Enciclopédicos cuidando ele conhecer algo a respeito daqueles citados que mais lhes despertar ínteres,;e, Ei-los: Cercops, Pe Irônio de Hllem, Bromino e Hipaso de Metaponto Caiifouio de Caídos, Demoçedes de cr_ofcna, Parme nlseo de iletaponto, Epicàrnio de Siracusa, Icco, Paronio ' melaias (me. lre de Permentdes, xulo, Boidas, Treasialas, 'Teodoro de Ciren+, Eurito rle Crotonu. Lys!R a quem se atribuem os" Versos À_u treos ", Arquipos de Tare_nlo, Opslmo? de ~e9u1m Fui e as de: Calcedonia, Eaopedes de Qmo . Hlpocra tes de Quios. Oct-lo de Leucaia, Nieetas e Ecfanto de 'iracusa Xeaófilo dél Cálcis, OiocleR Equecrates Polinaslro, Faulonio, .-rio Proso de Cirene, a miclas e Clênias de 1'urenlo. Damônio .Fi111.i11s de Siracu sa imos, Miônide,, Euframor, icónio de 1'areoln :!- Oi cipul0 de Pilagoras(Proximos e posteriores 1- Filolau 2)Arquitas de tarento 3 Aleinen de Cro foua 4) Hipodam de ilileto 5- Teofrasto G- Cri lóxe- 110 de Tarento 7- Epicarmo ae Cõs. - Heraclioes de Ponto 9-Endemo 10-Dlcearco de lessenia 11-Duris de nmns 12 Andrônlo 13 Teapompo 14-/antes de Cizico 15-Andrócides 16- Hipobofos 17- Eforo 18- Diorloro de Eretria ln-~toderalo de Gades 19-Apolô nio de 'Nana 20- icômaco de Gerasa. As idéias e os pensnrnentos filosóficot1 de Pitágo ras encontraram éco lambem n& inteligeacia femi ni:!a, senão repa semos para gáudio da mulher pensadora dos nossos dias o nomes ilustres da • mulheres rio passado que sentiram a beleza do Cúnceilo filo;;ófico de Pitagoras, como sejam. dos Colégios . em festl vidades civicas. A fan rarriis que i;erão dlstrl buidar1 ac.s estubí'lecl ruentos eduraclonais t•J· rilo 21 instrumento . ca da uma, dentro do ga barito juvenil. A distribuição da11 12 fanfarras faz parte do programa de melho ria do departamentos de esportes e educaçiin física dos colégios e, também. para que haja malcr bril!lantitmio nas festividades e desfíleR t!Scolares, por ocasião das comemorações cí vicaR. Incentivo eguudo o "<'Cretá rio Louremberg Kunes Rocha, a orientaçár, g,1: vernamental no KetI s Educação prevê o inces: tivo e aplicação rle re cursos a curto prazo nas áreas de esportes e civismo, notadamente por -r o Governadcr Garcia ~{pln um dos maiore!:I iocenti vadorei- dos: espc,rteil em Mato Grosso, em todas as áreas. Preço deste Exemplar CrS 2.00 l 1 Jll % o , í ' l t' "LAMINA DE OURO" 1 ~ (•. 3 . 1 GESMllDMENTO 1 • ! São Po.u!o Tupã Fone 2751 1 l1c!to Grosso Bela Vista (Hotel Panorama) • ____________ ..._ .... _-_-_-_- _-_ -_ -_ -_-_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_-_-_- -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ - __ -_ -_ -_ -_ -_-_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_-_-_-_-_:_-_-_-_-_-_-_-_:_-_-_.....J_ 1 , Nascemos p'ara servir e crescer Madeiras de tod-:x a especie {Peroba, Jatobá, IPê, etc) Pronta entrega Detoca Terraplanagem Açudes --- Embl'.iramento Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 - Bons preços IVENIDII MOVEIS DELBB ========== MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMESTICO5 SBMTDS E ZftNCllNELLA LTDI. DUQUE DE CDXIIIS 446 EM CiERAL JARDIM-MI Cieral INDICDDO ~- IOllCYR M. MOREIH 1 Médico veterinário lllOlmO: Casa n.o lil • Vila Mililar BllA VI Hft II» Ri5:D Dr. Horacio (ardin d os Santos Cirurgião Dentista DR. EVERALDO A. ROCHA M[DICO • CRM 400 Mf Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 856 Porto Murtinho M. HAROLDO MEDEIROS 0MB • MT :183 Cl'F U0H-295B70 Rua 1f'l de Novembro 177 - Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda (jrella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontc>pedialria Próte~e em geral • Raio X "Consulta com hora marcada' llua Cel. Juvêncio 225- Jardim Mt Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA OE OLHOS 302: 23)103))0 MAO)N €C03l0, 328 1.0 2A)DA3, ?0NJ± ±)D9))4. 3+33835 Campo Gran;!e Mato Grosso RUA OR. fORIO • MURIINHO iiiil. 2» MAIO GROSSO SERGIO ROBERTO PEiUUHJI ADVOGADO E CRITÓRIO Rua 3 de Outubro (Ao lado da Ciretran) Bela Vista ilato Grosso .:_::::. DR. GIL MARCOS SAUT Advogado OAB/IH 951 R u I e . M a no u l.A 0 3 2 I I M - II I , DR. JOSE lllftNfiSIO NETO Advogado Escritório: Av. Duque de Caxias, 788 Jardim ?lato Grosso lnacio (juitte Melges Cirurgião • Dentlst::: C R O - 126 - .! T Atcndc-■e pelo INPS - IPEMAT • IPASE Rua Duque de Caxias - 2s9 Jardim - MT SERRARIA CASTELO Compra de Madeira Bruta, Venda de madeira Serrada Antonio João - ML. De Antonio Remo Penzo De quem a calp.a? Um garoto de ape na onze anos de idade morreu recentemete nu ma cidade gaúi:!1a, vitl· ma dt' gravNi queimadu rus, Ate aqui, um futo triste, porém não raro. Ocorre qur o meni no tentou Imitar o que assistira na TV, em pro grama de alcance nacto nal, no qual um homem embebia suaR vestes em álcool, ateava fogo e de pois atirava-e numa pls eia, em n±da sofrer. em virtude de um prndu to químico que neutrali zan1 o calot·. 'e:rlo-se soziuho, o infe liz garoto, impressionado com a prova na IV der ramou álcool sobre i e pôs fogo. Morreu dois <fias depois. c,>m honiveís queimaduras. Amigos do Urso ... Ecologia, defesa de es pécies em extiuçilo. etc .. ão temas da atualidade. Entretanto, nao se deve exagerar. Nos E.U.A. su cedeu um !ulu sintomuli co. Ourante a construção de um oleoduto no Alaska, um enorme urso polar. em e tudo de bibernaçüo foi 1:n<:ontrndo em sua loca. Que fazer com o a uimal? A ecologia guu hou a discussão; os tu bos Iorcim desviados do traçado original· o que cus teu apenas 24 mibões t!e ctólares ( cerca de t:i0 milhõei< .Je cruzeir,,s). Uesta forma, o urso po de continuar tranquila mente em seu profundo sono hibernai, para grau de satisfação de ,;eus amigos ... Tecnologia àm;ricana para Noscou Desde 1972. os EU A venderam à Russia cer ca de 1Ci0 maquinas <le precisão. as quais o dem fabricar a "bola m!nlatura" . usada em sistema de millseis múl tiplos. O joraal "Washing tou Post". que difundiu ess11 inexplicável ajuda c.:nnplr.ta a noticia com a informação de que é difícil manter o segredo do processo industrial. porque muitas empresas norte-Americana operam na Európa e Jnpão, on de há funcionários co muni&las. Geral , Cesar Gouveia ,H re1:1luR iunlnns ntiu em seu climx na co memoração de ão João Butistu. O precursor do Messius é aprrsentndo sob II forma de um rne nino de cabelos loiros e encumúolndol' e sua erí gle encontra-se no alto do 1t111stro, t>lemento ne cessário du festa. n noite fi'iu, em t,,rno <la fogueira. reune se o dono da festa - que eostumu ter o mesruo nonie do ,mntu - pnrentes e conhecidos. A festivi inde é bem demarcada por tipos diversos de co- • mictus e bebidas, de acor do com us várias re giões brasileiras. !os Estuclos do· Nordes te, hú toda espécie de rlerivados ele milho. Be be-se nguarclnt,te com frutas d» terr. Na região centro-Sul, os :ilimt•ntos principais são churr,,sco. pinhlli:>, bata ta ti ••ce assac!a, pipoca, !!.mendolm torrado. O ''quentão" é a bebida. tracllclonul. ' : RI a IQ E Em meio u cliverti meutos, espocar dos fo gos de artificio, a foguei ra crepitante é o centro de cnnvergenciu. 'ela se realiza uma verdadeira Instituição nacional: o comparlrio. No dia de São ,João - em geral camemorado na véspera. 23 de Junho duas pessoas snl!nm a fogueira e a partir dai, pussam u tratar-se pura SPmpre de "cClmf)adre" ou ''comadre". As reluções entre os dois. em certos casos. chegam a ser mais for tes que os laços de fa milia. Preço de::tc Exemplar CrS 2.00 Cuiabó •- O Oover oador nnrcia ~etc· au torizou à Companhia tle Saneamento de Mato Grosso. ANEMIAT, que i•oicle us obras de asseutamento na rede de destribuição e fnea us ligoçõPs domicilinrPs de água em Aquidaua na, Miranda e Porto Murtirho, obras que custar/lo cet'ca d<! 550 mil ..:ruzeiros. Nus tres cidudes. Mir1rndn. Aquiciauaua e Porto Murtin'.Jo seriio as entndos l:i mil e ôOO metros lineares de re de de ctistnbuiçilo de água. sendo 2 mil em Miranda; 2 mil em Por to Murtinho e 1 UiO0 em Aquidauu::a. Ligações PDS10 SDNTD CIIT!RINll LTDl! .. hrrto diu r noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de Tauny Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes d11 Laguna cnsn BIUL de Leontina do Prado Ferreira Rua latarias em geral 13 de junho Jardim e molhados ?.tato Grosso DOCUMENTO PERDIDO Foi extra viudo os documeutos da moto nuarca' Yamaha trail 125, uno· de fabricaçãe 1975 oQ do motor 487-100777, cor vermelha, de proprie dade de Aramis Galea no Branílilo Publicação que se faz para obten ção da 2Q via. Venda mais seus produtos anun ciando na THibu na da Fronteira" Informn a Sanemat que. uu prln,eira etapa serão feitas cem lii,ra çõos domiciliares em ,li rnda, cem em Porto :iJurttnho. deveuuo er maior o 0· 0 em Aqui dua na. Reputlica fteralin do Brasil [s!âdo de Maio Grosso Poder JJdiciário • Comarca de Bela Vis!a Car!oriJ do 1.o Olicio EDITDL DE LEILÃO O Doutor V lilter ,J u sé R_odrigues Contrera. Juiz de Direito <ia Co marca de Bela Vista. Estado de Mato Grosso, na fot·ma da lei, etc; Faz 111> ber a todos qu::nto o presente Edi- tl virem ou dele co ohecimeoto tiverem. que ao dia 2s de junho de 19i6, às 9.00 hs. no á trio do Forum desta Comarca. o Pcrteiro dos Auditórios. Sr. João Hi lurio Perera. levará a leilão os bens penhora dos nos autos de Carta Precatória depreenda pelo Juiz de Direito da Comarca de Nova Lon drina-PR, extraida dos autos de Reclamações Trabalhista que Manoel Loureiro de Carvalho e Outros movem contra Waldemar Lebedenco sendo os seguintes os btms penhorartos: 36 (trinta e seis) bois de 2 (ilois) anos de idace, sem defeito físico al gum, mestiço e zebu o8 quais foram valia, A Sanemut já publi eou o edital de licftaçào para referidas obras no Diário Oficial do Esta do e, segundo 111< previ sões, os trabalhos de''<'· rão er iniciados em cur to prazo. dos pela importância total de Crs 37.800,00 (li'iota e sete. mll e oito centos cruzeiros), valor por ouauto serão leva dos à leilãc, para serem arrematados por quem naior lance der. acima da avaliação, senão 11 venda feita à vista ou medi- note f1adc,r Ídôaeo pe ~ prazo ,de tres dias. ..... para que ninguém 11legue ignorância, foí determinaao a experti dição do presente Edi tal, qur será afixado no lugar de costume e pu blicado nu Imprensa lo cal. nos termos.dà Conso lidação das Leis Traba lhistas. Dado e passado nesta cidade e Comar ca de Bela Vfata. E<Jl de MT, aos dezenove dias do mes de maio do ano de mil novecentos setenta e seis. Eu Pe dro Vergilio da Silva Escrevente Juramentado o datilografei e assino. Dr Valter José Rodri gues Contrera. Juiz de Direito J CllBL REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: 1° de Maio 365 Jardim - Mato Grouo 1 J 1 j CD H I n1ldo Pereira suplemento ,lo Jornal - Tribuna da Fronteira ~ Semanário Cirntífit·o leligio-o e Filo-ófirn ''Eu Sou o Caminho, A Verdade e a Vide;'' (.Jesus Cristo} lldn Vi,tn - Mt 27/06176 1 N.o -16 ANO li Funda,lo em 2/5/75 SER Por O. Ft>rnando Gome~ e o mundo do homens quisesse ver o Parlre com os olhos do Evangelho, muita coi i-as seria e clarecida. ilas e sa é a tarefo mais clifícil do próprh Padre: dar olhos critl t:l'l~ ao mundo, niiu tanto para que o ll!uudo o compreenda, mas pura que co111preenrla Deus • que se fez nosso irmão. Cristo, o primein, Pa dre, continua nos wut:os Padres que ele me· mu consiilui partícipe de seu Sace1·do::io :11- ulsterial. Hoje, mais do que em outros tempos, o Pa dre é vitima de uma consplraçuo tácita, não tanto contra a sua pe:soa, mas contra a n,is so que exerce. em espirito de fé, sem uma visão clara cio :'ltlstério de l,risto, nem mesmo os Padres poderiam compreender pot·quo agem em nome e com poderes de Cristo. Talves por 'isso algun: desfalecem nua caminhada, olhan do mais para si mAsm,· do que para Cristo ou " pra a fé que auirnu a ua Igreja" , maioria dl)s cristãos, sobretudo cios ins ta!ados na vida ou acomodados ás mtoerms que envolvem o mundo. gostaria que o Padre fosse um anjo de carne e osso, acessivel. im pecuvel, incolor e amorfo, â. mercê dos capri chos e dos interesses terrenos, O politico o de ·ejarlu coaw 'l seu cabo eleitoral. O coerei nte, como o propagllndlsta ele .::ua mercadoria O grnnde industrial. como o pára-rai,o de seus lucros. O ditador. como o para-choque de suas nrb!tru riedades. Cdsto, porrm, o cnamou e o constituiu seu Ministro. Por meio dele, continua a viver 110 meio dos homens, cumprindo a Missão que recebeu do Pai: levar a Boa Nova aos pobres sarar os coruções contritos, anunciar u todos u redenção, dar vista aos que querem ver, de fender os direitos dos iojustiçndos, libertar os oprimidos. proclamar a misericordia Jo Senhor (Ct. Lc 4. 16-21 ). Ai está a chave do enigm, Apesar dos pesa res, o Padre, ml!ito rnais do que Ministro de Estado, é Ministro de Deus a serviço do Povo Sua força e eticienela silo de ordem diferente de tudo o faz a gran1ez11. e. o sucesso na or dem temporal. Surge, por isso, uma aparente contradição ou mesmo um oonjunt.:> de contra- diçõed, segunrlo o ângulo de visão de cacla um. O Padre, como tal. não funciona á base de recursos. O trabalho que realiza está subor dinado ao tempo, ao espaço, às leis, às estru turus. ma destina- e a conduzir os homeus ao que bá-de-vir e já veio. Situa-se fora cio tempo, além do espaço, acima da lei. dtsvin culudo 1a« estruturas que servew apenas pa ra regular ou ordeuur o que é transitório. ter reno, temporal. Como conciliar tudo isw? Co mo poderá o Padre convencer-se e convencer os outros de que, nes e aparente conflito, na da hã contraditório? Ao contrário, há perfeita harmouiu ~ntre direitos e deveres, entre p1·e sente e futuro, entre caminhada e ponto de che gada. Homem entre os homens.é ao mesmo tem po pessoa concreta, sensh, el, humana. carrega ,10 de falhas, eutreta,Jlo portador de prerruga tiva que os pocleru!io não podem alcançar, nem as urmus conseguem destruir. emelhaute ai) animal, ao veículo, ao leito io rio, trnnsporta por v~us st:m sentir, sem percebt:r. sem inuti lizar, os teso11ros do prcgress.o, du clvilizaçãe, e da ré. No é ele a santidade, a justiça. a paz. E, porem, o fio escondido e frágil que transmite.a energia e a luz d'quele que é Caminho., Verdade " ida. (Que proporção haveria entre o fiozinho de cobre e a forçn Jo ú!namu?) Portador J. Cri:-to pda mi..::-:io <ili(• Jhe foi conferida, sua grandeza seu "-tatu-"-eu cito, consistem em ser fel ao mandato, mnas sua realização como pessoa e ua felicidade residem no exercieio da vocação cristã, comum a todos os ho mcns, que e resumem em dar testemunho da morte • da ressurreição de Cri-to por meio do sofrimento, do trabalho rt!,pon>nvd, ,ia E,per.int.a dh·inn que nãn ilud.-. ão lhe basta ser canal. Deve ser concha a conservar a água, a plenificar.se dela e fuzê--ln 1ransbordur. O D.- cn:to Prebyterurum Ordinis no. 6,, relembra com as - guintes palavras o dever que tem o Padre de dedicar--e em favor dos outros: "Compete aos acerdotes, enquanto educ:idores da ~';• ctudnr, por si uu por. outrem, que os fiéis cheguem no Espiriro Santo a cultivar a vocação pessoal segundo o Evangelho, a uma caridade sincera e operosa e á 1berdade. pelá quál Cri-, nos hbcrtou· . Ser Padre é, pois, ser livre e libertar os outros, pa ra que todos po-amos possuir a " gloriosa liberdade d filhos de Deus" (Ron 8,21). O termo teosofia vem do grego e signifi ca llternlmt-ulc sabedoria diviuu. A ·ociedade 'l'eosófica é uma orgunlz.oçãn religills1, embo bora não seja no entido comum. Segundo u definiçfio da própriu ocledude, é "Umu ocie dade de pessoas de boa voutade de todas_as ruçu e religiões que lutam pelas reluçoes melhores entre os individuo e a nuções. A ·ociedade Teo ,')fictt esro,·çu-se parn que as pessoas encontrem a verdade espontaneumenle e organizem suas vidas em função desta des coberta" . Os três objetivo principuis da sociedade fi.u: 1) Formar núcleo da Fraternidade Univer ul du Humanidade sem rli tiuçii.o de raça. credo, Rexo, clua e ou cor. 21 Encorajar o es tudo da religião, da filosofia e dvs ciências. 3) luvestiar as lei desconhecidas au natu- rezu e os poderes !utentes no homem. l o pu:;sarlo, o terceiro item era dHt!rente: ·'Realizar umn invel'ligaçüo sistemutlcu !.los poderes misticos de vidu e da mntéria, ou do que e denomina usualmente ocullismo". Este parágr,1fo no esclarece obre o objetivo ver dadeiro da iociedade Teosófica. Embora suu meta eja unir os povos de todos os credos, a sociedade concidera algo mais importante as religiões que têm muito a dizer sobre os "poderes mistico do vida e da matéria" , A teosr>fl11 procura aurnnger a religião, 11 riioso fia e as ciências, juntamente com uma· parte do mistici,;mu. 1 um artigo escrito para The New chaff- Herzog Religios Eocyclopeclia, J. H. Russel diz que ,:,s ensmamentos da Sociedade Teosófica são •· ... ao mesmo tempo religiosos, filosóficos e cientificos, postulando um principio eterno, imutável, presente em toda parte, sendo a ori gem de todas as outras manifestações. Deste pricipio deveria periódicamente o universo in teiro, manife.;tando os dois aspectos de espiri ta e du matéria, da vida tl da forma, positivo e negativo, os rois pólos da natureza entM os quais o universo é criado. Estes dois aspectos sil.o instlpuravelmente unidos; por conseguintes toda matéria é anin,ada pela vida procura ex pressr-se pelas formas. Toda vida sendo fun damentalmente única com a vida da existen cia suprema que contém em germe todas as caracterlsticas Ela sua origem. a evolução é apenas o desdobrar destas potenciaaliddes di divlnas geradas pelaN circunstil.nclas criadas p2las diversas condições da natureza. O ui verso vi ivel é apenas uma pequeeu pa:·te deste campo da evolução" . De todos os cultos e seitas conheci.las, somente seis foram fundados ou fortemente influenclaclos por al!{umas mulheres: a ciência Cristã por Mary BuKer Eddy; a Unidade por yrtle Fillmore; o Espiritismo pelas irmãs Fox; as Testemunbas de Jeová por Marie Rus sel; o Movimento de missão pela Paz pela ir mi Peny e s companheira Mary; e n socie dide Tt-osófir:a por Helena Biavatsky e rnnie He·unt. A palavra "teo ofla" foi usada inicialmen- te no terceiro éculo por um filó~ofo bastante • conbecido, Amónio Secas, que foi o mestre de Plotioo. i111 , na realidade. a teosofia foi criatia pelas religiões do Oriente, sendo fortemente influenciada por elas. Até mesmos os escrltos da Buda exerceram certa influência sobre as doutrinas; teusóficui:. O Carater oriental da o ciedade de Teosófica transparece claramente no fato de ua sede e ·tar localizada em Adyar ao ul da india. A. Sociedade Teosófica americana foi funfada em 1785, em Nova York, por uma russa, ma dume Helena nlavatsky. Helena Petrovuu. nas ceu na Russia en 1831. Seu pai era Peter Hahn descendente de uma familia nubre alemã. Aos_1T anos, Helena casou-e com o gene rul czarista Blavatsky. Ele era alguns anos mais velho do que ela, e Helena o abandonou apenas três meses depois do cassmeoto ão era urn_u muiher muito tolerante e possuia, além do mais, um temperamento explosivo. Dizem que se casou com o general Blavatsky para desmintir sua governanta. Esta, num momento de raiva, dissera que nem mesmo um homem velho como O general jamais se casaria com uma megera como Helena. Pouco depois de abandonar o marido, Heiena viajou àurante alguns anos. Interessou-se pelas religiões mís ticas e estudou-as formas no ·et«e Idia no Egito, na Améri Dete, na Indiu. regressar resiã, "!C e em outros paises._ Ao e fundou ill JU a_gum tempo em Nova York dois homen I a Sociedade Teos6fica com mais Jud e s, " o coronel li. S. Ollcott e W. O. d ".,}; amos acre@diva iore Quatro anos depois Helena partiu dos Estados Unidos, primeiro com c!estino à Indi: (Continua na Póglna 031 TEOSOFIA (Continuação da pag. 2) depois mudou-se PÍ Loodres. Foi ali que W. O. Judge dividiu a sociedade em 1895. Mais tarde a sua organização foi dividida. Igual mente em dois movimentos, a Fraternidade Universal ocledade Teosófica da· América. Judg(-1 dirigiu a ociedade Teosóflca de Adyar até sua morte em 1896. Madame Blavatsky fun deu tambem a Escola Esotérica de Teosofia, em Londres. Dotada de uma inteligência au toritária Heleua Ria vatsky fazi!l -se notar por sua presença imponente e seus olhos hipnoti cos. Dirigiu a ociedade Teosóflca cum mão firme até o momento da morte em 1 91. Alia rle certa forma, continuou a dirigi-la me mo depois de morta, graças, ás obra, que deixou, como !si Revelada e A Doutrina P.crela. Atu almente. muitos leosoflsta consider·am e la úl tima obra divinamente inspirada e fuzem dela sua Biblia. Aunie Wood Besnant, a quem ruadame 131avats ky associara o destino da sociedacts, dirigiu a organização até o momento de sua morte em Hl33. sendo o membro mais importante du o ciedade Teosórica Brilanlca, alem de exercer uma forte inrtuoncia junto à sede principal da ociedade na lndia. Fundou o Colegio Central Hindu em Benares, a India, em 1 '9 , e a liga Indiana em 19IG. foi eleita presidente do Coa gres o indiano, atuando àe manPira Jecisiva sobre a vida politica da índia. • A:rnle 8esaut respeitava religiosamente os en sinamnentos de madume lavatsky e foi sempre uma discípula extremamente dedicada. Pessoal mente .nnie fiesnnt era uma mulher muito religiosa e mi tica. Por exemplo. e.m 1925. a tribuiu a seu filho adotivo Krlslmamurti, o titulo fautlstico de Chefe mes siânico e RPene:arnação do lleslre :lo mundo Depois de sua morte, George Arundale e C. J nara Jodos assumiram a direção da Socieda de Teosóficn. A tPosofia não ensina as doutri da redenção e do castigo, e náo oferece per chl•> p.1r..1 os pecados a não ser través de UJ.1..1 série de reencarnações, uté atingir o De vachan, o conceito de céu dos te0sofistas. No existe tampouco a condenação eterna pura os l)flC'ados humanos, somente os terrores do ka maloKa, que é um equivalente do Inferno, um estarlll interme<!iãrio no qual ú pecador aguaI· da li reecarnaçao. Anule Resant escr.eveu que o kamalokn é" ...s ombrio, pesado, _sinistro. Os homens revelam ali suas paixões na sua nu dez mais hedionda... manifestam seus apetites insatisfeitos, seu odio e desejo de vingança "... Sobre a Sociedade Teosóflca, um autor obser vou:"A Sociedade Teosó[ica ensina possuir tre- objetivos principais: 1) formar um uúcleo da fraternidade humana, sem . distinção de raça sexo' credo, casta ou cor;2)Incenti7ar o estu do comparativo das religiões por melo da filo sofia e das ciências; 3) investigar as leis des conhecidas da natureza e os poderes latentes no homem, A aceitação de primeiro objetivo é um :equlslto para o individuo ser membro <la o ciedade; os outros dois são opcional . A socie dade não µossui ctógma oem credo, é inteira mente eclética e inclui entre seus membros individuos de todas as fés ou de oenhurna. Pxi giado dos 11deptos a pen as a tolerancia pela crença doa outros, como gostariam que os outros demostrassem pela sua". Os teosofi tas i<ientHicum Deus com o uni verso e nunca o concideram distinto ou supe rior ao mundo criado. Madame Bla vatsky dei xou isto bem claro num dos seus escritos. "Acreditamos em Deus-no Deus dos cris tãos. no Deus du Biblia? Não, Rejeitamos a idéia de um Deus pessoal, extracósmíco ou antropomórfico. Vosso Deus e tá em toda parte, no interior e em volta de cada particu la invislvel de àtomo, em cada molécula divi sivel. ossa divindade é o ser eterno em evo lução permanente, e não o criador do univer so." Annie Besant escreveu certa vez: "O ho meru é ~ma inteligência espiritual, um frag mento do divino vestido na matéria". E seu filho adotivo, Krishnamurti, afirmou: " ... vocei> são Deus e só desejam o que Deus deseja; mas precisam descer bem fundo para encontrar Deus no seu interior, e ouvir sua voz, que é a voz de voces mesmos ... " L. W. Rogers, no seu livro Elementary Phlisophy, disse o seguinte sobre a teos::fia· "Na essencia divina, no poder latente e na espiritualidade em poteacial, o homem é uma imagem d e Deus, porque é parte d'Ele. Encon tramos a mesma idéia ncs salmos, com _a afirmação sois deuses'. Se a idéia da imanência de. Denq for correta •. º homem é um fragm .. nto perfeito da conciência do ser supremo, e um Deus em brionário, aestiaado a levar seus poderes laJ tente a uma expresüo perfeita. A unidade da vida foi afirmada explicitamente por Jesus ... Podemos d1ze1: que a humanidade é parte de Deus como as folhas süo parte da árvores não do sentido de. serem criadas pela árvore como o homem cria uma máquina, mas o sentido em que são a emanação e a purte • viva da árvore. Foi desta forma apenas que Deus criou o homem. A humanidude é O cres- (Contlnua na proxima Edição) AA OS SEGREDOS DE VENUS O Planeta Veous sempre foi um enig ma para os estudiosos. E mesmo depois da visita das ondas automáticlls i[ariner-2 e 5 O CllMIHHO mandrie Cientifico, 'Religioso e Hiiosolice ANO li - 27106/76 - BELA VI 'TA - T , EU OIS ESTRELAS INVISIVEIS Uma das descobertas mais espetaculares da moderna astronomia é de que existem es trelas e outros corpos celestes cuja luz não é visivel aos olhos humanos. . Elas "brilham" com certos tipos de onda de radio, com luz ultravioleta e com raios X. Pura "ver" esses corpos celetites, é preci so utilizar instrumentos sensíves instalados em foguetes ou satélites artificiais, da atmorfera, que serve de filtro natural. Hoje em dia, já são conhecidos mais de 120 corpos celestes invisiveis, que emitem si nais de raios X. A lisia inclui, pelo menos, uma estrela. de neutros, um quaser, duas galá xias distantes e dezenas de estrelas próximas. . Foi em junho de 1962 que um foguete do Instituto de 1'e!nologia de Massachussets, Ian çado de White Sands, no Novo México de tectou a primeira das fontes invisiveis de aios X-uma estrela da Constelação do Es corpião. O mais ativo descobridor dessas fontes foi o satélite de Uhuru, lançado de uma plata forma Outuante ancorada junto da costa do Kênia. O Uhuru descobriu mais de 2P novas fon tes de RaioR X no espaço. • (Extraido de "Planeta".) norte-americanas. &_ Venera-2 i. 3, soviéticas, ainda ocultava muitos mistérics. Algumas des sas dúvidas foram 8gora parcialmente escla recidas por outra nave automâ llca. o llarlner 10, que passou junto a Venus no dia 6 de fe vereiro e voa agora para ilercurio. Segundo os técnicos do laboratól'io de jato propnli-fio. de Pesaden, na Califórnia, as Informações e fotografias enviadas pelo satélite provum que o planeta vênus está rodado por nuvens de vapores á cidos e que o processo de formação foi dife fer~ute do da Terra. Aparentemente as radia çõe solares exercem grande influencia na atmosfera venusiana, não só porque aquele planeta está mais próximo do sol mas prin cipalmente porque ele não possui, como a Terra, cordões de radiação que filtrem essas radiações. O Vento olar rustija assim as ca madas superiores da atmosfera de Veaus, iu corporando-lhes grandes quantidades de bi drogenio. Werner uomi disse que as fotos en viadas pelo lariner•lO mostram a ação em aPpiral dos ventos nu atmosfera de Venus so prando do Equador para os polos, e confir mundo uma hipótese proposta em 1735 pelo ustronomo ingles George Aadley. EFLEXiO O homem é sempre livre para usar com responsabilidade própria, as forças naturais podendo retroceder até o abismo se não qui ser se esforçar pessolamente para realizar a sua hbertaç11.o (Pietro Ubaldi "Fragmentos de pensamento e de Paixão" + E?E7 Não adianta o auxilio do plano Superior quando o bomem não se preocupa. em rete- lo'. Antes de tudo, é preciso purificar o vaso humano para que se não perca a essência divina. (Bezerra de Menezes "Taça de Luz") A dor é nossa companheira até O momen to de nossa integração total com a Divina Lei. (Meimei "Dicionario da alma") Diretor Responsável Ivaldo Pereira Suplemento do Jornal Tribuna da Fronteira emanário Cientifico Religioso e Filosófico "Eu Sou o Caminho, A Verdade e a Vida" (0sus Criste) 1 20/06r.6 .o.):; ANO li Fundndo cm 21;.,175 J Dcln Vi,tn - ,lt _._, v _ _ _, _, _ "A história se a Hem em movimentos pen dulares e a comunicação se desenvolve, utra vés dela, de forma iJênlica. O vai-e-vem ritma do e inexorável é, pele meno , a melhor ma neira de representar vi uulmente ii 11ialética do crescimento -maturação -contenção dos pro cessos históricos, sociais e, nuturalmente, da comunicação humana. Aplicando-se o prinei pio do desenvolvimento pendular à comunica ção, pe1 r.ebe-se nele três tempos clisliutos. O primeiro tempo ocorre quu.ndo SA inventa ou se aperfeiçoa um novo veiculo; neste momen to, ele é seletivo, porque desconhecido. Depois de divulgado o seu uso, torna-se massificado para, finalmente, em nova fase e, evitando o desgaste, acomodar-se e conter-se outra vez. Assim fala o "papa do jornalismo", Alber to Dlnes, a respeito das tendências da comu nicação e Jo jornalismo no mundo em crise. Atendendo ao apelo de inúmeros leitores e após um estuJo minucioso das tendênci!l!l da comunicação no mundo de hoje, a Editaria de O CAMINHO resolve acompanhar (1,ão sn tra ta de copiur, mas de aperfeiçoar) a linha se guida por inúmeros jornais franceses e ingle ses: o de manter seman lmente um suplemen to cientifico -filosófico -religioso. É a ânsia de sempre procurar atender aos diversos tipos de leitores da TRIHUNA DA FRONTEIRA. Nos dias atuais, quando a genta olha o mundo e vê que o fantástico é tão real e o absurdo tão palpável, que a presença de O CAMINHO eolétic11 poderá ujudar a entender melhor as Ivaldo Pereira coisas ao no so redor. Há muito tempo pre tendíamos editar um semanário de tendências diversas, abrangendo todos os campos do co hrecimento humano, principalmente aqueles que ajudam o homne a despertar e fazer deste mundo um mundo mais de amor e, de harmonia do que um mundo onde as filosofias se cho cam. O surgimento de O CAMINHO não foi uma idéia momeataneu, foi mais uma semente que germinou após anos e anos de maturação. Continuaremos a servir as Igrejas através d'ls publicações usuais: artigos, circulos bibli Cfls, avisos, etc, mas, serviremos acima de tu do o ideal de Cristo: AMAR O PRÓXIMO CO MO A I MESMO. E o nosso próximo, o nosso irmão de escalada, não pensa e não age co mo nós; possua suas Tendências, possua a sua maneira de pensar, e visando isto é que O CAMINHO a partir desta semana passa a ser um suplemento semanário de diversas ten dências nunca esquecendo que o ideal que nos move é o de um mundo melhor e a mensagem prmclpal é aquela que permanece viva séculos e séculos após o ilelgo Rabi ter se sacrmcado pelos homens-por nós -EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA. Ouça as quartas feiras a novena de Nossa Senhora pela Rádio Educação Rural de Campo Grande 1 NBDI SE CRIO, TUDO SÊ TRllNSFORMD 1 F ME DO NTO Luiz Goulart Quando os olhos pousam numa peque na fragimentção do Universo, parecem ador mecer no efêmero da matéria que dizemos morta. porém, através da ligação de todas as partes frngrnentadas, o homem que coloca a sua mente no ponto exato da concentração, chega à unidade da Energia absoluta. Deus se completa, na sua volta cíclico em tudo quanto existe. E, circularmente. enten de-se melhor o Uni ero, se manifestado ou imunifestodo, desde que se coloque dentro dr. ruente a idade do infinito ... Se quisermos ter a nuçiio mais definida de Dens, iuternamente. nxemos a m1:1nte nc ponto lufinito da unidade· Teremos, então, a escadaria ascenclonal que ,•ai, rlestle n cogltaçiio ootidiuna, à umpli di'io Ilimitada, até o não entetJdimento do pen samento humano, que ua sua ascenção s e transforma em vibração e passa a perder-Fie no iuíinito, como claridade Eterno ... Tenhamos segurança Inabalável na U- R Sem qualquer prcblema u bordo, o .:::argueiro liberiano navega calmamente, io- consciente de que, há alguns minutos. estava cruzando as águas misteriosas do "túmulo d allO.ntico", o famoso " Triangulo das Her- mudas" Foi na primeira quinta-feira de De zembro passado, às primeiras horas da ma- nhã. llinut,JS mais tarde, dezenas de barcos de socorros corriam para a área, a fim de resgatar, das águas in[estadu de tubarões, os 24 tripulantes do cargueiro Drosia. Os primei ros dezesseis marinheiros salvo!' não conse guiam explicàr o naufrágio: Tudo aconteceu ti1o rapidamente que não tivemos tempo, se quer, para enviar uma mensagem de socorro". O capitão, entre os sobreviventes, explicou que o barco afundou inesperadamente. em apenas alguns minutos, apesar do "tempo bom com ·ventos moderados e ondas de apenas de • l metro de altura". nidade Eterna da Vida - Esse instrumento maravilhoso de uma só corda, que é a corda do Amor .. da Quietude, é da devoção no senti do exato, como Integração no Universo. EIs porque não deve haver, no instante de prece. a multiplícação dos problemas pessoais, nem a preferenciu por este ou aquele motivo. Que seju a prece foco de Luz dirigido à Unidade da vida, para que Deus raça da alma do ho mem a sua Morada. Sim. O homem prezo ao Infinito tem a morada do infinito em seu coração. O homem dissociado do Infinito é um finito de portas e janelas fe chadas para Deus. Necessario se faz, porém. que nos integremos em nossa alma, para que ela nao e traüsform,i numa mern Abstração. ossa alma não existirá para nos enquanto não a compreendermos como o per fuwe d_a vibração divina a nos impulsionar, a nos amimar, a nos tanger para o alto como bater de asas na vibração da Eternidade. UDIIS Reflexão Gostaríamos de ser, muitas vezes, o nu ,a, p" "#,pmos reroos.os ii!". .a o n um • me ou n urna peç.n n"o nos ao desempenho de uma 4' raro transportamo uimos, em larga espécie, mn. """""zens. S pos quado menos esperamos mund ~""Fatia. eniüo, mina-nos quase que eompletumente. nocsn cnaçào do- ."%2".%"%pk; ii« os «e • teatro interno ou mcsm~onta _ciue reprC$ent..amoa no • 1 à d' • extenormcnte. O que é mpiantaçi o a moda, senão a vulnerabilidd d a so eu'? Vestem-se, principalmente ale te nos que a moda contrarie até o seu 5k,, mulheres, mesmo Mas se é "Inoda . dize P r e sua dignidade... Eearo que, ate #"",,,g r aos fger? à sociedade. co ; ""scmos obrigasoes Os Caracteres firme suo d "" integralmente. Mlorente quid ie $?z; jflasneiado. forças interiores. Devemos e bito o cultuo das contribuirmo» coe no. j,,}, _ omo+-_ai de ra bem de nosso próximo{ ~'l ':t . 1 Ade definida pa nos levarmos no arastaã,"{}. 'iremos largas a duzem tanta • "ente à ã',"P e (6real»s que co dades..." fota Ie suas próprias quali- 9 E 'enhor. Hoje eu vi um mnrido surrar uma mulher. Vi umu mãe chorando. Vi uma criança traumatizada de tanto ver so frimento e desemor. Vi uma mulhor sem l11r, uma filha em casa. Vi um pai que nüu urna seus filhos, que não ujudn em nada, quando ajuda é a base de reclnmnções e lamurias. . É ... eu vi este pai comer e Jogar o reto da comida ó pura não dar para a criança . Eu vi uma netinha triste e desiludida Sabe?! ela é uma criança e precisa de amor. Vi gente em saber onde ir. pois a enchente já e tá hwaudo suas casas. Vi moças, nem bem moças, umas meninas que se entregam aos vicios e que querem ser mu- lher. - Vi o joven caminhar com tampoe nos ouvi: elo e com óculo escuros É ... eu acho que não queriam escutar a VAr dade e ver os seus próprios erro . Eu vi alunos que vão pura a escola e não as si te:n nulas, pois nu metade do caminho en contram- e com os outrns errados _e vão Juntos gomo cegos. É senhor, eu vi mães chorando, porque estio de iludidos com o filhus que criaram cou tan to carinho e hoje não sabem fazer mais do que dizer que da não pussa de uma quadrada. abe, eu vi também um homem que vai à igreja reza 'como Santo e, ao sair de lá começa a crílicar os outros. aqueles que tanto precisam de apoio e de amor. É , enbor; pC1r outro lado eu vi um monte de criança!! brincando de roda. Um monte de alunos assistindo 11t-, aulas. Um monte de maridos amando bUas mulheres+. Vi os pais se enlendeudo com os filhos. Vi o! jovens procurando se enc ·trar Vi crianças sadias e alegres. Vi uma mesa po tu com tutlo o que pode-se imaginar. Vi uma igreja onde todo rezam de mão: dadas e falam com o coração. li um lugar onde não havfa calú.1i'l. Vi um lugar onde não havia falsidade. S&be o que eu vi Senhor? Eu vi você, vi todos juntos contigo. ' i todos num só, todos em ti. Como foi lindo, foi lindo ver aquele amor que voce plantou rena cer; aquela paz que voce trouxe, reviver. Como foi Iludo ... foi muito lindo. (Sânia) Em algumas de suas passagens. o Nevo Testamento previve o homem contra o que chama de ·• falsos prof é tas". No final dos tem poR-e estie seria um dos sinais apontados no Apocalipse - muitos mestres e líderes religio sos intestariQ.m o mundo, e milhões de pessoas serium iludidas por eles. Os chefes político lambem poderiam ser incluídos nesse rol. Quundo a humanidade estivesse dividida e a tormenutada pelas dúvidas, o Juizo Final -ou o inicio <la Era do Aquario estaria próximo. Para Paul Bruuton, em A Crise Espiritual do Homem, esses tempos ja chegaram, nesse livro (Editora Pensamento 262 paginas - tradução de Octavio Mendes Cajado), o autor lembra que a salvação " não pode ser encontrada fo ra de nós mesmos, mas apenas no mais fundo de nosso ser". A incapacidade hu:nana para· construir uma sociedade equilibrada e justa ''é essencialmente uma incapacidude moral" e qualquer revolução deve começar pelo espi- rito. Os problemas do mal os excessos da ida de da máquina, o conceito de felicidade o dom da profecia, a crise da ciência, üo alguns dos temas abordados por Brunton nessa obra. A busca de ulguma coisa, que pode parecer vaga mas é bastante real no íntimo do homem, é"" a grande tarefa do homem moderno. Paul Brunton lembra que existe a evolução, m•.1s afirma que esse desenvolvimento pode ser travado ou apressado pelo ser humano. A idéia de que 4 evolução cuidará de tudo deixa o individuo em estado de inércia. A mais freqüente das per guntas, entre os que tomam conhecimento da quela busca espiritual, é:Quanto tempo será necessário até que a meta final sej& atingida?"' A resposta, extraida pelo autor de toda uma vida dedicada a essa pesquisa:" Enquanto o eu supremo for apenas uma idéia, não conheci da e pão experimentada em todos os momen tos do dia, durante a vigília e durante· o sono a busca terá de continuar". CORDÇÕO, ULTRD-SOM Um aparelho capaz de filmar o cora ção humano com ondas ultra-sônicas. Essri O CIIMINHO Semanário Cientifico, 'Religioso e Gil0solice ANO II- 20/06/77 -- DELA VISTA - ~lT E S T D TÍ S TI CDS SOBRE DV NIS O Centro de estudos de Objetos Voa dores fio Identificados (EUA) deverá publi cur em breve um estudo estatístico e analiti co da grande "onda" de aparições de discos voadores ocorrida em 1973. egundo declarou recentemente o físico norte-americano 1•rof. J. Allen Hynek (criador do Centro), sua orga nização recebe em média um relatório por dia, proveniente elas mais variadas partes do mundo. Esses relatórios suo arquivados para posterior análise e comparação. (9 Centro montem uma linha telefonica p.:rrnanentemeu te aberta para receber relatório verbais de pessoas que tenham testemunhado um desses fenomenos. FUNDIÇÃO . A BTOMICD Substituir o carvão mineral pelo átomo como f~nte de calor para a produção do aço'. é o objetivo dos técnicos do chamado Clube Europeu do Aço Atômico. A operação já é passivei ma!' enfrenta ainda dois graves obs tácuhs: o alto custo dos investimentos inicias eu nece&sldade de ct-ntrais atômicas realmente poderosas.Os estudos prosseguem, e, a primei ra usina atômica para fundir aço pode funcio nar na Europa antes de 1980. noticia, que parece atingir as fronteiras da ficção cientifica, traz o aval do dr. Tony Whit tingham, do departamento de Ultra-Pons do Hospital Geral de Newcastle, Inglaterra. Esse aparelho poderá fornecer imugens em uma tela como as de tE,levisão, cinco a dez vezes mais uílldas do q/ qualquer dos equipamentos de foto grafia cardíaca atualmente em uso. Ao con trario dos ralos x us ondos ultra-sônicas não uletam os orgãos examinados. A imagem for mada pelas ondas serve para orientar os mé clicos na análise de lesões e outros problemas. - A S A LVAC A O • D DO TEMPLO O templo egipcio-greco-romano de Philae que esteve ameaçado de destruição pelas m_undaçoei- da_ grande barragem de Assuã-já nao corre perigo: está sendo desmontado pe dra por pedra e reconstruido mais adiante na ilhota de Agilkia., distante 700 metros do lugar original. O PERIGO DOS MOTORES POTENTES - DAS ASTRONA VEIS A Academia de Ciencias dos Est U . dos acaba de liberar urna verba de 7 ilh_ni de dólares (cerca de 55 milhões de c m . oei;: P a N ruzeiros) ;"" que a iasa prossiga os estudos sobre a in- uencm dos voos de astronaves arraoés das altas camadas da atmos!era da Terra.. Acred' que as emissões dos motores das grande ita-se tronaves do futuro poderão alterar "9s brio quumco e eletrostático da atmosf eq4- teraudo assim o clima do planeta O em, ª - tores em construção deverão red,]' "Ovos mo mnenos 10% as emissões dos mo{ em pelo • .ores «tuais. . Crônica .... as CDRTIS NDO ME M JI Altevir Alencar Recebi hoje duas cartas de leitores desta coluna .• Julgo se necei1- sárlo tecer alguns co mentários sobre estus missivas - que estllo. aqui sobre minha mesa de trabalho -, por sua singularidade. A primeira delas, cio senhor Hu.nberto Calanllo, que se diz esludunte d o ensino médio. Faz-me dois pe didos:· - Que fale aqui nes 11.1 seção a respeito da obra e da vida de Emi-1 le Bronle, autora dt, "A Casa. dos Ventos Uivantes" -- Que transcreva oplaiões e conceito de peasadores, com rolnçiio ao tema MULHER. Agrndeço, dr:. ma neira mais sincera, os elogios que o jovem estudante mne destina. Dizer q 11e nã() mereço estes elogios seria· cre tinice, porque todo mun do sabe e proc-lama que eu sou um cara fora ·de-sérle ... e eu te nho obrigação de acre ditar no que o,· povo diz, não é '?. Desejo-lhe êxitos nos el:ltudos. Mas, com refação uo primei ro pedido, sugiro que procure uma enciclopé dia e aprenda sozinho, a fazer eus trabalhos escolareM, suas pesqu~ sas. A prática aproxima a gente da perfeição. Quanto uo segundo, lá vai mecha: - •· A vida da mulher poâe ser dividida em tres rases: sonhu de amor. vida de umor. prnntn cte amor". - L. Boers . - ·•Inspinu· amor é incanssante aspiração das mulheres". - E. Bei sel IRIBm 04 fHOllfflRA Fundado en: 25 /02 / 7'1. Redator -Chefe • ,.J,,,i/do /Jueira As opiniões emitidas nos artigos assinados não representam o ponto de vista do jornal, podendo até +er contrários a este. As opiniões do Jornal, acham e expressas nos Editorais e nos comentários não a-sina«do" Tl'.IUUN A DA FHONl'EI I{, é unrn public.,çàu ilu Empn·,u (,ritfic.n Trihuna da Fronteira. C6C. lf. IIJ.lCI 5 C1-A2 IS L51 119224-9 Assinatura Anual Bela 'ista CrS 100,00 1 Dt!muis ~lunicipios CrS 1:20.0 O ledaçao, Adnini-tração e Oficina- - Rua Duque de Caias /n C. Hastal z3 Bela Vista - :lato Grosso - A boca feminina é uma rto1· cujo perfeito clesabt'ochar são as pa lavra8. EU TE AMO!' - Hamerllng - '"A mulher é um sei· de cabelos longos e Jrléias curtas". Sho penha ver - "A ruulher é um enigma que só tem de cifração depois do ca samento". - Calderon de La Barca. - "É cowlição natu ral das mutheres de pre zar quem as uma e a mar quem as despreza". - Cervantes - "Conselho de mu- lher é· pouco . . . ma3 quem o segue é louco". - Tayllrand - • '".fenos mui te fará 1) homem que te pen,e• guir que a mulher te seguir" - Baltazar Gra cian - "Os dois tipos de t essous mais insupor táveis são os homens que se julgam geniais e as mulheres que se julgam irresistiveis". - Asselln "A mulher é rni nha do mundo e esera ve de um desejo". - Ba lza<: - "A mulher sem ernura é uma monstruo sida de social tais a iucla que o !!ornem sem coragem". • Augusto Comte A segunda carta e um saco-rle-gatos. Não eatendi direito. Tem a forma de uma caixa-de paaca<!a:a. verdadeiro tratado de pornogrnfia. as,-inad1t por A nora Cul e. Isto me cheira a D- • eudôuimo. Pressnmo que se trate aa mulher. Diz. entre outras "11 ma biliclu- des·•. quti eu nã'l passo de um tarado, conquista dor de mulheres casadas judeu brmiileiro (?). mo leque safado, gozador barato ...e por ai vai. Deseja esta criutunl saber (não sei pura que). o seguinte: - Se eu sou carioca - Se sou rico - Se vou me candida tar a deputado estadual - Su jú levei uma 11una - Se pret<>ndo criar ver gonha na cara. R e p 0 S La S, - Não - Não - Não - No - Tambl'm n:1o. El. 3EIE .9u.cA 0 L M8 T3::LH5/#0, O J0mali:;la Hé:io Leite. um dos expoentes da imprens11 de lato Gros1:<u, atuulmente t'Xt'I' cedo utividades profis ~ionni:-. em Cuíabá e Cumpn Grande atenden do solicitaçã,, de i11úme ros de ,;pus amigoti e adimiradores irá cl seu nome à con·,enção municipal da Arena em ugôsto próxi mo corno um <los futuros candidato:,; à Câmara de Vereadores da Cicade Morena. ,lá mantendo os con talos inlciaii.. Hêlio Leite no rlia 1fi últimv foi a graciado no Lar do Tra balha dor com um magni fico Diploma. oferecido pela comunidade rlaque la vila. E no dia 23 último, juntu mente cum os ra di:lli!-taf< H rlP !'aula Fí lho e .Joel Sil·a J'.;i ai vo de honrosa humeua gem. no llest.aurn11te Pa noramieo, qu:alo re·e beram das miios d l!JU meras person<!lídudei; li11 das placas de prata ofe recicla pelos seus au,igos e admira'ores por oca sião da passagem 4os seus aniversários. Hélio LeilP- falando à reµr,rtagem salieulou que tudo fará pata cn responder à confiança que vem recebendo ela população campcgran deose que assim de.st>ja tê-lo como u,n dos seuq porta-vezes no legislati vo da Cidade :lorern,. BELAVlSTENSE: lute por melhores dia aumentando o seu colégio eleitoral. Do Eleitor depende o Progresso de ama {e_ gião. Homem não qualificdo como elei- lor é homem e,;quer.idu. loriz'lndo a sua região. lalorizt:-i-e va- TRBTOREST _ ·coMERc10 Dt f Adubos TAMOIO e inseticidas -- sementes selecionadas Rua: Sebaslião Crisoim ~o Rego 316 Bela Visla M3lo Gro.sin ______ ___;:;::;_..:.:.:.:~-...:,_-___.:; _ . f p f Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas Adubos e Inseticida.s Sementes Certificadas Representante exclusivo TREFLAN Rua: Crispim do Rego 180 Rela Vi:ata Mato Grosso Vereador poderá acumulàr cargo f sco!a São Arena O fu11do11{ufo pul>Jl co com lllUIIÚHIO eleti vo poderá ucunular duu11 ru11ções, qunuclo u ole1çuo rur pura verea • dor. Esta questão foi dtscipli11aclu, ontem. por uma Comissão Mixta do Congresso, que ulternu a Cuwitlluiçüu parn pPl' mlllr esse ar.11mulo de funções. Por outro ludo, () CongrbSS0, fOI' faliu de pronunciumeuto n uul cio plcnurlo. decidiu arquivar emeallu conf:l! luciouul que permite 11 remu11eruçui1 do vlce-pre feito, que ja é fixada em lei estadual. A decisão da comis síio ,lixta saiu úe uma upreciação conjunta de +ete propostas de emen- 1h1s co11slitut:io11uis. to das upretit:'1,wda:- na Camura por Depu1u1l<,, das dois iartidcs. A l'lllenda unificadora. j uprovadu, dispõe que niin h11n•rà afast:.imento da funçilo publica, quun do o servidor, (federal, estadual ou municipal) da udmh,istraçilo direta ou indireta for eleito ve rendor. clt•sde que haja compntlblli<lacle de bo mrios - hipótese em que ,;erí:im 11cumuladr,s lam bem os vencimentos e vuntagent'l. Ms esse ve rr:adur seria Impedido. no 1:1mbllo da acl111inlHlraç11o publica, ditetu ou inrllrela. de ncupur ca1·go 11m cc,mh; dio ou ele ::iceitu r t'lll· prego ou runç:1o, H11lvo por concurso. Se o ser vlclor foi· Pleito para Manauto federal ou es- 1 ,dual. tera que se urus tar da l'.inção publicn .. Cal'c ror tleito 1-'ret'eilo. embora tn bem se afas tando de serviço publi ,:e. podera optar por uma di.18 rlU:.lS l'lWIUlle l"ilÇÕeR. [transnitu de O Estado de São Peulo, tle J!l ll:> li!i.1 No em:bito estalal, deputaio Arton Reis, da Arenu. ja tomou pro videncis para efetil·nr essa medida r)., Comi, süo '.lixta rio 1'.,rngrei;so. S.meles te li; iuma rtdulga ,Je mo11slrnr;io dP shnpu tfa ao ensl110 de Inicia ção ,1gric'ola aos uluno:-1 da E ·cola Hurai Silo Ge raldo, de .-guu Doce, idt>allza e posta em p:·a tlt:a pe1'> uosso prefeito rir. Hube11 de G,:strn l'i11to. <1 Sr. '.lllton ~'JSU. proprietério da Firma: Comercial Import:,clc,ra e Exprtalota Bela Vis ta Ltrln.. nüo qul-. ven der -,emPnles de trigo para o pi rnlio pela pe tizadu. e sim, generosu mente ofertou uma saca do produto. parn esti mulo do goRto pela ag1i C'UllUll. O :---r. PrPfeilo, em oficio. ugra.lPceu Ps a valiosa c,1opPração. Ge-;tc, bom de ser imi tarln. "Orgiio lnclependentP à :-erviço da ílegi:lo" .-no ' - !leia Vi ta - :'IIT. - 27 6 ?li - N" 216 No dia :!:J. reuníu RP o Dirteorio Muniei pal ele Arena paru de liberar sobr • a data dt: CcnHoção fJ. e:.colbu dos cauclldalos a ver,·u dores la Gamara, fi e ,ndo marcado o dia 18 de Julho vindouro. Sao prováveis can didatos; A reeleição dos utuai!:I vereador<"' Oswalclo Turínl. dr. Fio ri Murano., .José im pliclo da Costa :'llurquei!, Carlos CPnturião t: .. fonso Dilor1 Nunes IA!l- TelPgrama clu dia 18. do sr. dr. Enuio ii r . l'resirlente do Dire t0ri,1 Ileg-ic,nal a,> i-res:cleote do Diretorio Municipal, comunicou u vinda. a 2Ll do cnrre11te. o Cnial>á. O() ~r. Deputado Federa I Francel,uo !'e reir,1. Pr~sideute Xacio nu l riu Are,icl e pediu representutes para a recepçfiu no uereoporto do ilustre int:nerante. Foi ele ignado o compa nbeiro :-;outo. que se guiu a :!5 para aquela cnpital. ,Jota ,Jota PREFEITURA MUNl(IP AL DE ELA VISTA , Dcln i,cn, 21 d.- Junho de 1976 De ordem do r. Prefeito_Municipal. Gal. RI Dr lubem Aberto Abhstt de astro Pinto, pelo presente ficam con'uluclo n comparecerem na sede da Prefeitura os rguinte contribuintes responsáveis para com o Fisco Municipal, (Lei n.o 603 d· IA de Fevereiro de 1973) afim de quitarem eus r-pectivos débitos, vencidos desde março do corrente ano. Advgados Dr. Kesio Loureiro Pinheiro Ur. Cnrlo, F<ly Sá ,1.- .1.-,lt-iros Dr. >ergi» Roberto Perondi UrJ. )lnrilza . Cnrnciro Pinheiro Odontologia' Dr. G,•rnldo J.- Souzn Ho-n Dr. nelin Loun:iro de Almeida Comuclos • .A lvaro Pereira Antonio Cuevas Anuclrtn Beniic-t- Ahorn_Jn A. l'c": de _lmportnção e Exportação Lula. ,11101120 M. Urb1eln Zavalla Importação e E.xpnrcatão Aurclia llrundào Ddrnllc Ari Ricardo llrnndào Dnrnlina Dorbo,a F.liza Ro<"ha Jura Erasmo Are Et-mnldina Loun:iro l'into Filomeno Aguero Martins aonornta E'rcita Horucio Benri.9ue llrum Importação e t.xporuçào São Marcos Lda h•o Lope• Bcnites Firnu, Calcario Jardim João ,ln Silva Barc,,to, João Paim Rodrigues Leonora Cristald Lu,o Comercial Lda :hnncl Gome• Canalho Maurício Nunes Maria A. Coronel Maria lzabel Jacques ~larin Curdoso Mercedes Martins Miguel Delalles Miguel Are Narci ... ,, Ortiz Neodemo Duarte Oliio Tamioso Oruritr.bo Muoni Paul;, Loubc,t Pedro Paulo Aguero Pedro -lnrtin,·, l'ires Hnmão S.. Hnju• Hamiio H. Pirei' Hoque Freie,; Sntvador llcnile>' Oldemir da ilva Coelho Vern Luci Lour!"iro Victor Fclix Hojus Waher Braz Pintor Antonio Waldi,nei dos S. Hodrigue• construtor Froriano Ovando João Moreira de Souza José Per.-irn Filho Lázaro Cns1aldo Cine São José e pedreiro cinema A1t1enor Sena Darcy França Vieirn Lopes José Thomas Lirnn•eiru Oldc.mir da Silva c';,etho Wnldemar Garcia leiteria Ahi•o da Ro,a Rocha Fabricio Pilar Diniz Jcny &nus da Siha Escritorio Maria Ely Rodrigues Antune• • costureira r.astorina Cardoso Dominga Bipoli1a Arce Hotel açougueiro e charqueador despachante Hotd !taro::• Prestadores José Maria E•cobar Carvilbe Serviços de Radio Bela Vi;r1a . Avaliador· particular Rito Loure1r<> de Serviços Radio Difusão' . contador Jairo de Vasconcele ~•ria 0,-lcru, Siha fl,lix .. auxiliar d rof. J Barn,._, Sec:ret. Admini•tnti", e tributação. te; ntiliíl 01{ candlda tos José Joaquim Fet reira Souto. Ur. Ely de traujo 1-lurhona ~i valdo de Barros, David fio11fim e Nol·di Lar,111- jelra. Outros ea11did11tos ainda poderão surir a té aquela dela. Edital de Protestos Cartorio do lo. Oficio Eu José Avelino da il ,u, Ufici.11 do Jlq:i,1ro de lmóveis e Protestos desta t·idad,• t" Cumun:a di- Urlo i-ta, do E-tado de Mato Gro .... o., na forma da Lei, freie ha {SE! III8 ""·r» sr os w· o prevente edital virem ou dele tiverrm conhecimento que se encontram em artó rio., à Hua Coronel Dia., nu a 9 l, ne-ta cidade, pata pro testo por Culta de p,1;..,lllH ulo e/ou aceite ou devoluçào, o "'eguintt::- titu?o•: l- Apresentados por Baneo lcaú !:,/ , a- Nota Promi- ,-uriu cf<, Concrato Credid1t"I, "·" 0 18.233654.00-3: en. 3ovo7o alor-aldo Cr U.ú.13.90; E- mitida por Haul l.lrit.-•, b- .ota Promi,rnri~ do Contraio Credichek n.o lllll-.W7o7-HJ<J-1; Vencimci.LO IU/IJ.1/,ó; 'nlor-Suldu Cr:S l.909, 1 lU; [mitidn por Jonc• .IourJ do Amaral 2,. Apresenwda Por Cre<li• card • Cia de turiuuo, Promo· çôe• e Administração. a- Nota Promi-,6rii,. n.o 09918- h,ndmento !5/UJ/75 Valor Cr:S 2.,J(17.20; Emitida por Amancio Hamon Homr-iro b • r<>lll Promi,soria n.u ()<). 711 • lencimento l-1101/7,; a· lur CrS -1.835.92; Eruitiua por Jarro A<lalbert.o Frrreira. .. J-_Apre•cntadas por For<I hnunctadoras ::,/, a• ola Promi@sorin o.o 09· 2: l V f"ncin1ento a vista: Valor CrS í58.0U Emitjda por Lirco Ferreira Ldtt:. b· ~ota Promi.;--órw no I5/24 Vencimento a u-ta Vnlor CrS :.'.100,UO Emitida por César .Folrentirn .rrt'douclo e.- Nota Promis@oria no 16/ 2-1 Yêncim<"nlo a VÍ!ita VnJor CrS 2.100,00 Emitid.a por Cé sar flort:ntim Arredondo. 4- Apn,sentadas por cam. panha Riograndenee de Adu bos, C.H.A. a Duplic:ita no 215J) Venci• mento 02·12.75 Vulor cr$ 74. 100,00 Emitida contra Armiu Bruno Lachmann . Duplicata no :2-17 Ven ~•mento O'Ll:!.75 ,·,ilor cr$ 60. 500,00 Emitida contra Armin Bruno Lichmann. Apreseatana por Ca,-,i,.ino Lo pcs·- a) Nota Promissora u.,, o]. Vencuncnto 3ofol/í5 Valor Cr$ ~.ooo, on. cmüidu por Floriano Benites.. E por ter sido impo;.síH·l encon1ar os deledorcs oa seu• parndeiros, pelo presente cdi Llll que sera afixado no local de costume e pnblicado pela m,pren,a !'!cal intim_<>'<>s para pag:,rcm a 1mportancia devida ou darem as razõeii de i"WI recusa e no mesmo tempo, na falt;a de J>aj:amento ou eompa• recimento .. D••li.fic,o.os do co1n !;:tcnte protesto no prazo Je- Pr:,v.o .1 dias e partir da pu• bhraç,tu. IJc.la 'i•ta-lh. 25 de Junho de 1.976. Cartorio do 1.o Oficio i I .. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº215_20_06_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº217_04_07_1976 Voltar para a lista de itens