TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº219_20_07_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº219_20_07_1976Número da edição219Data de publicação20 de julho de 1976Número de páginas16GeoCoordenada -22.10273839250589 , -56.532883237439584 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº219_20_07_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto l•UNDADOB E DIHEI'OH HESPONSÁVEL - IVALDO PEHEIHA ·A mesma únsiu de purticipaçilo que moveu a 'Tri buna" nos primeiros números impressos nu grn fica de o CORREIO do Povo (aproveitamos para parabenizar o conrracle Fernando Snlcfonha pela implaotaçüo do Sistema OF-SET) continua ar dente na clrnmu íntima de nossu missão; a de bem informar o leitor. No dia 20 de Julho de Hl7-l inauguramos o nosso parquc gráfico e iniciamos a escalada' rumo a emancip:içiio. Hoje, 20 de ,Julho de 197ü, planejamos novas invesliclils no setor gráfico e editorial, numa harmonia de li-abullJu e de confiança nos destinos da Princesa do pa Com a posse do dr. Ruben Abott de Castro,' Pinto, nasceu umn nova esperança que o tempo se encarregou de tornar reulidulle. Algumas arestas surgiram, PI'Óprios de homens livres e idéias diferentes, mus eoru o mesmos propósitos o de. colaborar ativamente para o crescimento de Bela Vista; sem que com isso 01·,idás amos o papel principal da impren a responsavel e li vre: o de informar sem partidarismos. As relo ções da TF com o Executivo beluvistense süo as melhores passiveis, o clima de respeito mu- 1 tua existe acima das maledicencias de muitos que almejam ver o ·'circo p,egar 1·ogo'' só pa ra assistir o incendio ele camarote··. Esperamos que a fogueira surja na mente de Ctlda individuo • e se transforme numa motivação a serviço do 1 progresso <lo ilunicipio. Hoje, Bela N'ista encon- 1 ti-a-s" eugalanada para comemorar o seu 5Sº a niversario de Em!lncipaçi-Lo Poiitica. Aprov"ilu.- m_os pura saudar efusivamente o distiuto homem publico Ruben Abotl de Castro Pmto nao so pe lo muito que tem feito em prol do "verdadeiro despertar de Bela Vista" mas pela maneira dig na e sincera de seu relacioúamento C<•m a im prensa. que no mc.,mento nada o a.bsorve mais do que a missão que lhe foi confiuda Prefellut·a ~lum cipal - e receba, mais uma vez nobre amigo, o apoio incondicional da Tribuna, pois sabemos que nossos ideais coadumm, o de ver uma Bela Vis ta melhor. Fe!icitaçõ2s senhor Pl·efeito, extensivas à sua senhora, Dona Clotilde de Castro Pinto pela dedi cação em pról do ensino be!avistense. :;_' l ' · --=u; t / ,,- ··• ,:~-="' •'<l:i·,l ''/! ±- É . i j( .lf" '/ f I ' . •- - --------- --- ------~ P.1ra.bc11izo o lnborios-o povo b!:'lavistense pela passa gem do 38.o auiversõ.rio de e{llauclpaçilo politica : do município. Aproveito da oportunidade pura re novar minba fé no ho mem fronteiriço, que es creve com letras maiús culus a história de ~ua terra e d~ soa gente. Aqui, o sentimento de brasilida de toca fundo os cora ções, e aqui, todos de vem buscar novos alen tos de espera:,ça e de patriotismo. Parabens Ri-h Vista Deputado tfüaldo Rarem ·, , i :, 1 Documento Perdido O Sr. Odilon ilurce los Penzo extraviou seus documentos: Carteiru de ~locarista nº 24777. proa tuãrio nº 5919S e Cartei- ra de Identidade nº 91332. expedidos em Ponta Por MT. Publicação que se faz para obtenço da -,n via Bala Vista. 170776 Preço deste Exemplar CrS 2,00 Rdif1caçüo o artigo Prte«li no em Cui±hu o!e es tá arrebentou na tereeira e iua, lia- se; deb! to! e ! qual ·riu,a or:de e'á Aaiüu. ria se 1aslha. ''A :i::i;:So cspt.CJ que cada uni v++,ru o swv dever . 'jemo: mine:1 tos e trabalho; de nes a tu±uagio dependerá o iuturo do Brasil Se cata brasileio se cOns cieizar disso. o d>s [ett ·r do rasil ct:rcia chogcr..í mois c::do. Gil-o Si!va Santo Auicc!.o ,'dair icgyb Hazire Vil:-o.a G. Outra Luiz Carlos Ded WV!demir Goncalve Leio E-coar (ri to,·ão Il.1rnos Eder Ribeiro Vera Dutra <cFun.cioncrrios da TRIBUNA» . . Turimat: Coun•nio com a Prefeüura de r.:~ la Vista - Vindo r:le Cu ia bá. esteve nesta Cià:ide " Sr. Antonio G.C.ílernardi nc, assessor de Turismo. que trouxe o convenio entre a Turirnat. Er:i bratur e, a Prefeitura de Bela Vii:;ta, o qua! fel as31nado pelo Prefeito Ruoeu de C11stro Pinto. Mensagem ------------------------ ------------- A Igreja atista de Bel:.i Vhita courrrntula-se com a sua cidade, pelo ll'llllfiCUi'bO <lo seu 56° nulver.;ário de emanei- paçüo, fazcnclo votos pP la suu prosperidade, eu futuro hril!Jaule, IJob a providência tle Deus. Que irmanados todos no mesmo ideal façamos de ela Vista a cidade varonil, cbel:l de amor, uuil1o o que sobre-tudo, Deus possa vigia-la., e guardá-la de lodos o perigo!-'. Nesta oportunidade temus o. alegria ll subida honra, em convidar a Mas o conto que neste canto eu conto, não 6 neuhum "co11to do Vigário". Conto neste cau to o conto da verdade. Paru lerubrJ.r-lbe algumatl coisas importantes. Por exemplo: que a Imprensa - o Jornal - é umn dos meios de comunicaçiío .social de que a religião nío pode prescindir. 'Tem jornul na ci dade Graças a Deus. Que sirva também pra semearmos algumas sementes. Sementes das quais a!umas "cairão em terra pedregcsa ou uo meio tios e.~pinlleirvis, 0u à beira do caminho". E não iuüo nadu. Mas outras cairão em terra boa". foi ns~irn clestlc o começo foi o próprio Cristo que:n disse. ümu oulm coit1a a lembrai:. Você n,leu em easa O folheto "DEUS CONO~CO,,? Não deu tem po ai::.du? Ofaa que lss,, é um côstume muito bom, que fará de voce tumbem utn homen hom. E Fe Yocê .ó. é bom? Eutü.o riciuú melhor. :llus tem a bistóri1:1 daquele qu~ disse que "amur demais. ser um bom rapaz foi o meu mal". Mlls it1s0 é 011da. Não vá no conto dele, que nen ele mesmo acredita nisso. E voltando ao !o!hcto. Na hora da "vivêucla" ele sugeria 2 pontos: Primeiro, dar mais vdor à palavra de Deus, ouvindo-a, lendo etc. E segun do, levar essa palavra uos outros. Como? Ori entando os filhos pelo Evangelho - dando um pou co do seu tempo Dhra a catequei;e em qualquer de suas formas (Curso de noivos, de batismo etc) lançando urna semente de cristianismo nos am bientes que você frequeuta. Falando francamen te, você está fazendo isso? Aliás, todâ a Liturgia du Domingo passado tinha um sentido só. um sentido de uma impor tância Iunda!1lerital. Era aquele grito de São Pau lo que àeve ser de cada pessoa batizada. "Ai de mim se nüo Evangelizar". Nesse ponto. para que ainda tenha alguma dúviclu, vai me.is urna palavra do mestre. '·Quem me confessar diante do homens tambem eu o confessarei diante do pa'. todos os belavistenses, autoridades, e o povo em peral. para assisti rem hoje, dia 20. um Cul to Cnutuclo, corn lulciu pro isto pura us 10 ll1<, como modesta cuntrl!Jui ção da Igreja. nas pro gruIações oficiais do aniversário da nossa el dade. Cotamos com a presença de todos. Parabens ela Vista! Parubens Prefeito Caatro Pinto! David B. de Oliveira Documento Perdido O Sr. Odilon [3urce los Ponzo extraviou seu~ documentos: Carteira de lIotorista n!l 2-1777, pron tuário n!! 69198 e Cartei- ra de Identidade n" !l1332. expedidos em Ponta Porã ;IT. .,; Publicação que se faz para obtenção da 2° via Bda Vista. 11/07,íô Comércio de Máquinas e Implementos Agrícolas "O que importa não é o que se tem, mas o que se dá ('I'ratorest dá condições ao agricultor para fazer desta terra uma seura de ouro) Não s o que se sab~, roas o que se E>osina (Tratorest ensina que 08 cnmmhos do futuro, a solução para os problemas que assolam a humanidade podem ser resolvidos pela Agn_cultura) nuo e o que se pode fazer, mas o que se fez (TRATOREST Iêz, está fazendo e muito ainda fará pelo lvoreiro, pela indústria agrícola, pelo Esl d 1 '1 . . . a o, pe o t, un1c1pio e pela Pátria). TRATOREST: Rua Seboio Crispiu do Rego Dela Vi»tu 20/07/76 Erros de Imprensa ERROS DE IMPRENSA Hadir Cianem Transcrito da Folha de Londrina (16-5-76) Há anos passados, -l lustre colunista da Folha de Londrinu publicou uma série de excelen tes artigos sobre temas blbllcos. Um deles versa va sobre os Salmos de Ouvi e tinha por titulo «O Salmo Imortal». A Folha estava ain ela na era do linotipo, e o linotipista, num cochi lo desastrado, uo invés de salmo imortal, com- pOs «O Salmo Imoral». O autor ficou profunda mente agastado e, no ar ligo seguinte, verberou contra o descaso do lino tipista, em um tema de tamanha relevância his tórica e literária. Desne cessária a explicação e sem razão a mágoa do arllculista. Afinal, todos os leitores haviam perce bido que BP tratava de um Salmo Imortal e não Imoral, por se tratar do Rei Davi e, também, pe la seriedade e categoria de quem assinava o ar tigo. Estes cochllos ocor rem, frequentemente, pa ra desapontamento das pobres vítimas que as sinam a matéria da co luna, mas acabam no a nedotário da imprensa. N6s mesmos, em nossas cronicas temos sofrido também os aza res de alguns despauté- rios. Pior tem acontecido com outros. Contam que no tem po do estado Novo, o in terventor federal da Bahia tomou a delibe- Aberto dia e noite Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna ilt. Rua MEL de Leontina do Prado Ferreira ProdutQs aituenticios r,m geral, bcbiclns, secos e molhados la.tarius em geral 13 de junho Jardim Mato Grosso rução de ir ao interior Inaugurar nm posto de saúde. No regime esta- 1loaovisl!l a rnlha funclo nava para valer: o DlP e a Policia Polltlca não davam trégua. A bajula çáo ern u tonica oficina lizndu e qualquer tipo de contestação dava ca deia irremediavel. lJm jovem médico pleiteava norneuçãp para o posto e procurou, por todos os meios colocar-se em evidencia perante os ho mens do governo prese tes na cidade. Alí se reu niram lambem, os pre feitos dna região postu lando beneficios para os seus municlplos. l1as o interventor teceu, peran te eles, uma série de considerações quanto à priorlda:ie das rodovias sobre quaisquer das de mais reivindicações for muladas. O jovem médi co pegou a deixa e es creveu, sobre o discur ·o do interventor, um arti go altamente elogioso, a que deu por titulo "A solução é esta". Mandou oublica-lo no semanat·io da localidade, recomen dando muito que o co locassem na primeira pá gina e com destaque. Mas o tipógrafo de- satinado ao invés de imprimir "A so- lução é esta", imprimiu A solução é besta". O médico, boje clínico pro vecto e afumado, ficou furibundo. Correu à re dação du gaztlta, esbra vejou e exigiu a publí cação de uma errata, com muito destaque, pa ra salvaguardar a sua reputação de escritor e candidato a chefe do posto de sáude. Ficou tudo combinado. e no domingo subsequente, quando o novo numero do jornal circulou, a er rata apareceu estaropaJa em letras bem grandes na primeira página e di zia: "No artigo do dr. Lucas, sobre o discurso do sr. Interventor, onde se lê "A solução é besta" leia-se ·'A solução é ... •• - Caros leitores, não posso produzir o pala vrão que saiu impresso na errata; tão sujo que se torna incompativel com a delicadeza da crooir.a. 0s próprics cro nistas do espisódio de Carnbronne nün seriam capazes, talvez, de repro duzir em coluna de jor nal, a sujeira horrorosa que o impiedoso tipógm fo deixou gravado na memuravel errata. Não raro, porém. o cochilo de um impressor pode redundar na expres são mais bela de uma frase, no mais fino lavor de um verso. O semanario ·O Sertilo", de Lençois, du rante muitos anos, maan teve uma coluna cbara distica, na qual colabo rava a fins flor da juven tude estudiosa da região A me iro Salles, José David Alves, João d'Es quivel Ganem, João Pina, . dentre outros. Carla um deles catnva, nos dicio narios especializados, as chaves mais raras, para RELOJOARIA, EAMO de A. F. Melo Consertos de ,elogios em geral Relogios de ponto perímetro - olímetro Velocímetro Colunas "icicncia e responsabilidade a serviço do cliente' Rua Marechal Rondon - 513 - Jardim Mt PosTe se CRISToVÃO f de Theobaldo Amaral Lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de ·Rodas Rua Conde de Porto Alegre s/n Bela Vista Mato Grosso deixar atônitos e deso rientados os demuis con correntes. Mesclavam a amabilidade com a Iro• nia, fina, mas impiedosa. Em meios aos emb:.i tes. Amsríno dedicou a João Piou esta cburadu: «De puro tecido ri'! veste um reJ» - 2 e l ( Solução: Meroveu). O tipógrafo, ao Invés de duas e uma, imprimiu duas e duas. João Pina, apesar do cochilo, matou a cha rada. Mas re pondeu com mord::.cldade: «Ao .meri no, que, por um cochllo, atrbuiu quatro silabas a Meraveu», e, com a de dicatória, a charada: «E dificil um justo udoen tado 1 e 1 (Solução: malsão). Mas o tipógrio come teu outra cincada. pois em lugar de dl!icil, im primiu déficil. Amerino, extrema mente vaidoso, perdoou a emenda. Assumiu a res ponsabilidade pelo cochi lo que lhe fora atribui do, mas revidou com ou tra seta ervenenada. «Meroveu com qua tro sílabas, Foi cochilo do escri tor; E «deficilmente» con fere. Na opinião d o se nhor? - 2 e 1 ( olução: penada). Lindo, sem dúvida. O mesmo ttpógrafo que escangalha um texto po de também ser causador de uma obra prima. Venda mais seus produtos anunci ando na "Tribuna da Fronteira" IGRIPORi LTDD. Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas Adubos e Inseticidas Sementes Certificadas Representante Exclusivo TREFLAN t Rua: Crispim do Rego 180 Rela Vista Mato Grosso lida Í•tn '1.0/07/ih ----------- Revolução Antigo Comandante «h• ílnterin 155111 do ·Grupo _Panasco Alie em operações de guer ru nu ltalrn, paru un<lc foi muito jovem a,n,lu. como Cnpilào comis,ionu<lo. o autor ,lo prcH'lll<' nrtii:o foi, po,teriormentc, nprrciu<lo In,trutur (Cu11111ndu11te ,lt, Uu11·rin) <ln eademia Militar das Agulhas Negras. Muito admirado e estimado pelos Cndctt·•, cru um pnilriio de rigor e justiça e, 1wssa função importuntc d,• preparar ~crnçõt·• ,lt, futuros Chefes, teve, entre FCUF- uuxilrnn·~, o cn· tà<> Tenente Jarhas l'u,sarinhu. O General Hélio Lemo,, foi com·idado por "Letra!< cm Marchn" pnrn coluhornr ne,tu c,liçilo especial porque integra o quadro daquele que, indiscutivelmente, mais se destacaram no prq,uro, nu cclosio e 1111 lutu pcln monutcnç:)o ,lo• itlcnis rcvulocionurios de 31 de março de 1961. Pertencente à famosa Turma de o vcmhro ,le 1937. <JUC tantos e tito hom Chcfrs ~•·rou sob a égide do Marechal Mascarenhas de ,,tomes. o venerai Hélio Lemos comonclou, com II i t i cl a e i,n cjn"cl profidêncin~ a Artilharia Di,ision/1ria ,ln 3.n Di,is5o rlc Exhci cit", com p:mulu cm Cruz Alto (HS). ~ln-. o pon to ulto 1le ,cu Gcncrnluto parcc,· ter ,ido a Chc fiu cio C,·ntro de Üorumrntuçilo do Exército. 011 de imprimiu u c,se n11w! 6q:ào clinâmica ele tol porte que dt.•u conhc•·imt'nto <lc ~ua imporlâncin e con,éqlic.·ntt· rt•~peiro, a tudo o exército: i-ub o. •Un Chdin. o C Doe. Ex., até t ntlo incolor. ino tloro e int-ípido, mlquiriu ns l'OnlClérÍftic..,s Uc111 11ítidus e furo,; do 0.11 de ultu importânriu ["'rJ um Exército n,odcrno - umn , cz que jú nào H! t•ntetu.h· umn forc;n Armntla qut" nào Sl' preocupe com a constante descoberta, guarda e pesquisa de H'U pn'-"'.ulo. • , Transfr, cncin do Gcncrnl Hélio Lc 1no._ pnr-~ n Hc:-ena. por força de dispositivo lc al, interrompe o monumental trabalho que ali clé t.lc:-cn't,lvin, no duminií' de ~un maior pu jall'.:l fi~ica C mental. ' "Hecolhc-se o Hupusu Prnt,·n<la". Sempre foi dito e repetido que o objc ti,o principal clu Hc,olu~iiu ,li: :n de março cr-.1 o De-envolvimento do Orn:--il. t•mbora nR nçõc:- ini ciai~ tcnhn111 ~ido rcnliz.ru.lu~ conlr:t u ~uln·crl'-àO e u corrup·:lo. Mas, é necessário acrescentar que o ob jcth·o princir,nl não é simplesmente, o Jcsenvol vimento mas, sim, o Desenvolvimento Equilibra tlo. em todos os campos tio Poder Nacional e ade quadamente tratado com n ~egurança Nt!ccs:;ária. O De,t't1'ol'imcnto Equilibrado inclui também, como finnlitlndc prcpon<lcrnnlc, o Desen 'ovimenlo ocial, que compreende a pr(lntoção do Dcm-E•tnr cio Ilon,cm Brasileiro. Este é o aspcctl' fundamental que define o Modelo de Dc~cnvolvinn·nto 'uc Y~lll sendo perseguido pc la Revolução d.- J de Março de 1% I, isto é: A Democracia Social Brasileira. Pura n1clhor l"Jtructedzarrnoc: t"!-1'-t" mo <l,•lo, poderíamos esclarecer qu nào seriam ad rnitidnE-, nor ex., medidas de desen ulví1nento uo campo ,·éonõmico, ,1uc embora contrihuinclo para t•11ric1uccimenlo <la~ r-m{1n·~a:1-, não rci-ultt•1u na necessária Distribuição e Hen<lu, au homen lira sileiro. Para ajudarmos a implantação cles 0 e ~!odeio Socinl é importante <JUt· tenhamo• be111 l iretente qu,• o espírito individualista, gerado pe o liberulis1J1,> ut6pico ,. pelo capitalismo liberal, ,. o cspirito r,u!icalistu !!l•ra<lo pelo, cxtri,mismos ,!e esquerda ou direita, coles uliaclos <lo rntulita s;i~mo b11ro<·rático, ,·t'1n cedendo lug:ar a umn til) ,·., filosofia de vida. Filo,;ofia c••a mui, consen tãnca com o caráter do Homem, colocado na tn ra pela vontade de Di,u~, que lhe <lo,,u o Livre Arbítrio, precioso pntrimíinio do e,plrito, atribulo inulienÚ'cl de sua mente. que us i<leolo;.:ias ex6ti cas tentarn dc;truir pela vio!i'ncia hrutal. p/ do miná-lo, e assim, é, só assim, conseguirem extin guir do munt.lo 3 prátie:.1 da verdadeira demora eia. Isto por<fUC jumais porlcrá ha, cr clt>mocracia sem o devido respeito à <ligni<lu<le Ja pessoa lrn mano. e procurnrznos alinhar alguns pensa 111C"n(oS que balizem ou carnctcrizcn1 o marcha da Hcvoluçilo de .'ll de mnrço - .'.IIJ!Ull• deles jú in corporudos ao Modelo Politico Urn,ilciro e outros uindo por ela perseguido repetiríamos os e guintes' - A Legitimidade do E,tndo Dcmocrá tico 13rusilciro é (·ss.-ncial à sua própria força. O E,tado deve ser sufiricntt.'111entc for· te para fazer-se respeitado, mediante o nplica ção de leis atlcquatla, a <lcfo a ,la, imtituiçõc,, purticulnrmt·ntc daquelas que 'Ísum n itnpeclir a atuação de subversivos que tentem destruir a naçilo brn,ilciru. 0• üircito,; e a,; Libcr<ludes 1111.livi<lu ais devem ser cuhi'ac.los e re:-:pcitn<lo~ para que E-t! não <·aminhe para o totalitarismo .. - A Igualdade de Ouortunidn<le; <le,·e ser obj,•10 ele prcocupaç~o permanente <li, todos os cidadãos. - A Tecnocracia e a Tccnolo"ia não de 'Ctn rcpn:,cntur um fint cnt si mesmas, nem tr::1n:iÍormare1n·5e cru i<lt~olo;.!in, ma..; conHituircm upcn:i,, in!itru1ncntos <lo dc::-cnvolviruento. - A lnformação nà<> <l~,·e <livul"ar a Desinformação ou Meia V cnlade isto é. não Íiode deturpar us vt:rdudcs política$~ sociui~, cconôtni cas, estatísticas. fiscais internacionais etc., para nào cau,.'.ll' pre1u1zos no dcscnvoh-imento cquili brado. - Prom,,ção <ln ·cre!lcimc-nto t•conôtnico npeuas Pdo Cre~cimt:nto cnt si, não intere!"~n no hon,cm bra:::ileiro. Por esse motivo é que não t: 1 n1fírit.'nt<• u p11blil'uç:1o do; ,alon• rio l'.'iB (Pm duto iacional Uruco); t! imprescindível tambem '!'"' e avalie e divulgue, os valores do l' L (Pro duto Nacional Liquido) i-to é aquele- fetiamen ce di,tri)midos ao homem ,It, forma d,rt'IJ ou Ili <lirt>ta, , i-nndo uo uumruto <le suu renrfa pe,.oal ou de bem estar social. ., Produção ,lc l.leu, <leve vi-ar n atender ás ju-tas necessidades do homem corretamente es ,:oimadas tio supérfluo• par-J e, itar o de•p•·nlicio• ÍnPrt'nte a:- e-oc1cclade:-, de con-.urno, o que s,)111cu• te d,,," intere<,ar ao lucro i111:•crupulo,o e a cor• rupçao. A Ilabitaçüo, u .s,i,tê111·ia n Sa(1de, a Edu<·a· çào e o cmprc:,:o, coin ~al:lrios co1npatheit-, «levcru ser objetivos perseguidos com insistencia, visando a renlizar a ju,tJçn social e a atender a, a~piraçiíe, de todo, o➔ddadiios. -A Alimcntaçiio de crianças e de familiai marginalizadas deve requerer a ajuda urgente e cun,tante do Estado. -A Administração da Grande Empre•a de,e e-Lar li::a<la ao intnc,-c nacional, cabendo ao E- tado_ a orit'nlação. de cal forma que ela pa-se a 1o.crv1r, realrnenre, a con1unidude brm-ilcira. ~ohrt'· tuJo no campo social, paralelamente no Ft:U pro :.:.re:-l'IO e enru1ucc1mt-nto. -A• Empre,as de lédio " pequeno porte d ... vem prosperar em Fetor pr6prio, livri, da con· correncia com a grande empresa, sendo, para e-e fim, orientadas paru o atPndimenlo das pequt:na< encon1encJnF1 e de cJu(ros ~etores de consurno, que lhes Ft:jnm compen,adorc•. -Todas as empr.-,a, dev,·m t>xcrcer ação co• munitaria em coordenação com órgãos da ndminiii tração pública, repeitadas as necessidades justa de tn'eetuncnloii.. ., Dt:•centr:ilização do Desenvolvimento não de,:e ser procur:i<lu Eem que seja adequn<lam .. nre articulada ao desenvolvimento regional. para o prestigio aos Governos estaduais, evitando--e ações diretas das superintendencias que deveriam itur-e melhor como integrantes do óq!ào <le plonepmentc,. e coordenação federal. -A Multiplicação Descentralizada do, )leio;; de Pa;!Ull11:nto. , ln<liscriminac;ão do5 Créditos e a Corrupção devem ser combatidas e impedidas para que se não desprestigiem e destruam as fi nanas nacionais, prejudicando o desenvolvimento - , Par11c1pa~ao <lo Estado no Campo Economi• e?, ent ~~ter ~uplementar, pre,·ist.a na Constituí ção Brasileira, deve er cuidadosamente regulada por dispo-jsõe-e ei s a, á d, ·..q." e tem a presença desordenada : atl'1 ª?es pú ficas " privadas. Nesta partici ,.,. cão deverá er corrigida a atuação goistà d • pitalismo Liberal. pela con.oli<l.'.lr·iio d 1'i . • •. uh,mo Bra ·1 • d > o • eo l .:ip1 1 • d . d SL caro. atequado a eonjuncur.i nncio• na. d e, en ° também ser concretizada a participa ç-..io o emp_regndo nos lucros das en,prefao1. (Continua na página segu~nte) ., CALENDA.RIOS PARA 33UI R FRITEI ) "Produtor "Uma do Murtinho Empresa que acredita no Sudoesle e no Novo Mato Grosso" Cakáreo Bodoquená" km 54 Rodovia Jardim Porto Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oziente) Cx. Postal 08 Bela Vi-t 20/07/7 Política e Cioverno Depois de furta pu blicidade respeito a vin da 11 Mato Grosso do Presldtmle Nuclonul da ARENA, o Sr. Presidente do DlrtitCJrio Regional a tenciosamente mandou telegrama ao Diretório Municipal convlclundo-o a mundor representante seu parn a recepção da quele pnrlam','lnlnr e po Jltlco no aeroporto Inter nacional de Varzea Grande no dia 2G,G. Real mente buvia chegado a Cuiabá representantes de quase todas us Cl(udes de Mato Grosso e no aeroporto era notado grnnLle ufluencla de poli tlcos que aguardavam aquela autoridade que encerraria no dia seguiu te o 1.o Semlnó.rio de ELA ISTE SE: lute por melhores dias aurnentandn o cu colégio eleitoral. Do Eleitor depende o Progre . o de uma Re gião. Homem não qualificado como elei- tor é homem esquecido. Valorize-se va lorizando a sua região. Estudos politicos promo vido pela Ala Jovem da ARENA- AJA. A euforia tocou a raia do mais contagian te entusiasmo dos arenis tas ao receberem com palmas a pessoa slmpáll cu de Franceli110 Pereira. Com o prograna pre parado, Culabú foi séde, durante dois dias, de de bates entre as mais ex pressivus personalidades polilicas do interior, c!o Governo do Estudo. par lamentares e represen tantes dtJ Dirntórios com S. Exu. que nessas visi tas aos Estados brasileiros vem conferindo u situação da Are nu, e/ vista U próximuf.l elei ções de novembro. Um dos pontos altos da visita foi o encontro as _ Laboratório de Análises. Clínicas R. Antonio Maria Coelho 359 - Fone 547 - Belista - Mt . Credenciado INPS IPEMAT ' Dr. Ciro Beolrnr Torres Gallo Far m-Bioquimico Bioquimica - Hematologia - Bacteriologia - Urinálise Parasitologia - 3orologia (Toxoplasmose)- Liquorlogia Cultura de 'rina • Dia±. Chagas • Enzimelogia ---- Laboratório de Análises Clínicas "Louis Pasteur·• Cx.- Postal:!- Fone:152 - Jardim - MT Mais uma opção como auxiliar no diagnóstico em ur eneia Médica, atende-se u qualquer liorn do dia ou noite. Técnico . ·Resp. Luiz Gomes Bezerra, Fr. Quimieo - CRF - 20: 055/62 15 horas, na assembléia com politicos urenistas como Pl'efellos. vcreaoo res, deputados e demais representunt!.ls dos dire tórios municipais. Depois de bem su cedida apreclaçllo sobre o cnmporlumento do Partido por todos os Estudos que já percor reu, S. Exa. quis saber dos representantes pre sentes como estava a situação du Arena em suas cidades, pelo que o Sr. Presidente do Regio uai, Dr. Enio Vieirn foi indicando as pesi!Olld que rela!J,riám ourante tres minutos, as ocor reucias mais salientes com referencia o pleito que SP; aproxima. De um modo geral, as decla rações foram otimistas a não ser alguns repre sentantes que tiveram dificuldades em fazer um relatório, mesmo simbolico, mas realista. O fortalecimento do Partido ficnu amplamen te testado comn o resul tudo positivo verificado nessa maratonu que foi uma prestação de contas do responsáveis em cada • município pela vitória da Arena, a 15 de novembro. Real mente é o que vai acontecer. A noite, no Club Dom Bosco, houve a olenidade do ,mcerm mento do l imposio de Estudos polilicos promo vido pela Ala Jovem da Arena-AJA. Discur sos do Presidente da Ala (muito bom), de um universitário, do sr. Pre Ieito de Cuiabá dr. Rodri gues Palma, do sr. Go vernador do Estado e finalmente o de . Exa. o Sr. Presidente Nacio nal. da Arena, que em espetacular oração, ar rebentou a atenção de todos, tal a eloquencia, profuncfo conhecimento do tema que debateu e a quase arrogancia de suns a f irmações expoetss com elevada sabedoria. S. Exa. regressou no dia segurnt1• paru Amsllia, levando :is me lhores imprecs,;ões ela culluru. ltospitalldade e comunicabilidade dos matOgrossenses, além do seu arraigado apeyo uo Partido da [evolução Arenu. lota Jotv rP p 2, pi h.i E:s Prof. J. Barro Depois que meu ranchão deixei nu Cancha, dez anos faz que nunca reais f'U vi. as serenatas das suar, corre 1eira8 e meus canúrios ... nunca mais ouvi! Depois que meu ranchão deixei nu cnchu, e o roseiral. que nunca mais eu vi. a:: pombaH-rolas ao morre:· do sol, e os papagaios ... nunca mui ouvi! Depois que meu ranchão deixei na cancha, e os bentevis, que nunca mais eu vi, as juritis cantando ave-marias, e as saracuras. .. nunca mais ouvi ! Depois que meu raochão deixei na Caacbu, os rouxinóis, que nunca mais eu vi, e os velhos guk5 dando-me notíci..is das madrugadas ... nunca mnuis ouvi ! Depois que meu ranchão deixei na Caacba, . e os c.,rdcai;., que nunca mais eu vi, os queros-queros e as arapongas, e as sururinas ... nunca mais ouvi! Depois que meu ranchão deixei na Cancha, e meu pomar, que nunca mais eu vi, as sinfonias dos meus passarinhos na voz cio Apa ... unca mais ouvi! Depois que meu rancbão dfixei na cancha, e seu praiõeF<, que nuoca mais eu vi, aquelas alvoradas domiogoeiras de vocês todos ... nunca mais ouvi ! ... E depois que deixei nossa fronteira com seus feitiços d'alma guarani, nossos luares cheios t.le guarâoias ... e de harpas tristes ... nunca n,ais ouvi ! Este poemet•; foi dedicado, em Aquid·auana, à eminente professora Dra. Nely Loureiró a quem transmiti o .;argo de Diretor do antigo Ginásio Es tadual de Bela Vista, por haver sido ncmeado pa ra o Colégio Estadual Cândido ~!ariano, de Aqui dauana. ERCIO E CE E COLI LTD li ,, Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional lela Vi.ta Z0/07/70 Diversos (Continuação) Altevir Alencar Finalizando a parte sobre o que foi dito com respeito a Pitúgoras e uu escola é essa a rela- çlo dos números. . Ili Quanto us poluri.taclPs: 1) Lim1taclo e - mitndo· 2) Par e impur (o 2 é o primeiro nº ~ar e o 3 6 0 primeiro _impar; 3) Unidáde e_pluralida de· 4) Esquerda-Direita; ) Masculino-Feminino; 6) Quietude-Movimento; 7) Réto-Curvo: 8) Claro-Es curo: 9) Mau-Bom e 10» Quadrilatero-c~longo. Quanto ao Simbolismo: 1, Raza1J; 2, Opl nião; 3, Santidade; 4, ,Justiça; 5, Matrimônio; G. ~ principio da vida; 7, A Saúde;_ 8, O amor, 1 U; ami zade; 9, Justiça em grlí.u supenor e !O, o Numero sugrado e Perteilo. . Quanto ás mullrnres famosas como pitágo- ras temos: Timyca, Flllys, Cratesicléia, 'Teano, . Lastenéla. Abrotéllu, Execrutéiu, Filiasia. Tursems Pisinode, isteadousa, Hoiõ, üabelyka, Kaleanckna, Ekelõ, Keilonis e iluia. 111 - ELE TA Importnção gregu e principal_~enle Jônica, nnra Q Sul da Itália. Flm·eceu em Elem e é Xeno fanes o seu fundador. o quul nasceu em Colofon na Asia menor. Refuta o politeismo e o Autropoforruismo e Admite u unidade de Deus. egundo Parmênides o principio primordial das coisas é o Ser. Z!!nüo. com suas cavilações e paradoxos preludia cs ofütas, que seguirão nu ordem a es tas notas. Parmênides natural de Eléiu, eus emas. "E Mister dizer e pensar que o ser é, pois é poe sivel que seja; mas o nudn, uün é passivei: isto, é o que rogo consideres." Xenófanes de Col1.,fon - é um predeces soi· dos Eleatas. "O Con::eito cio ser, uno e lavaria V'c!l. p~rmnnece com eleatas, fundamento de sua doutrina. Zeno 'de Eléin, é con iderndo por Aristó tele , como o fundador da Dialética. Seu método é o principio rte conti-adição. Milisso de amos. Mantem o conceito eleá tico da unidade, da eternidade, dn homogeneidude da unilormidadt- e da imobilidade do Ser. «1 u próximo nº nbordare::nus as ictéias dos Sofistas, para ctepois então entrar no Segu:::rto Pe riodo da Filosofia Grega.» Gostaríamos de saber otravéz de cartas à redoçfto desta folha da receptividade que esté ten do este nosso modei-to esforço de conduzir u Ju ventude cursante do 2 Grau, com os nossos ex alunos e estimados leitores. Ao dezesseis anos RORERTO trabalhava num jornal. como garoto de reoação. Dava seu duro durante o dia e, para variar, estudava à noite, num colégio de subúrbio. Estava termi nando o ginasial. De o rigem humilde e nebulo- O ponto de encontro da Sociedade murtínhenso· Rua Dr. Conea Porto Murtinho 562 Mato Grosso fRIBUIIA DA fROIIHIRA Fundado ern 25102./ í2 Redator -Chefe - ,.Joaldo /lcrrira As opiniões emitidas nos artigos assinados na representam o ponto de vista do joronl, podendo até acr contrárias a este. As opiniões do Jornal, acham-se expressas nos Editorais e nos comentários nüo assinados" TIUBUNA DA FRONTEIRA uma publicaçao da Empresa Gráfica Tribuna da fronteira. EE. H. UIL±± z1-2 Bela Assinatura Vista Demais lIunidpios rua. m. ll!:lii!l.J Anual CrS 100,00 CrS 120,0 o Redação, Administraçno e Oficina, . Hun Duque de Caxias /n Cx. Postal 23 - Bel Via- Mato Grosso p;4>+-- - -< ---coo-o-o-o--2${ m. • - . . . - ~ , ( a s a Pe e u a ri s ta ltda *- i ~ Produtos V clcriuúri,,. e A::rfrolas, Fcrrngcns, ~ l ,rtigos de .Montaria e lllnteriuis de Cotstruçfo ~ j m Geral f XI. Av. Duque de Caxias, 606 :i l'> x.i } c.e, roe: 1s7 0oca a.} 8is.soo<z<<o.o<os<o-<o.s s<soo.os.os2: t.linis léria da nuricullura · lnslilulo Nacional de .lnitra t Relam Agi - 11/CRn Coordeníidoria Regionzl de Maio Grosso - CR-13 Projeto Fundiário Jardim - CR-13/T - 7 (DF) Senhores Proprietário Rurais O Instituto 'aci,,nnl de Colonizarão e Reforma Agrária• llCHA. atravé, do Projeto Fundiario Jnrdim, vem promovendo n ratificação das alinearões e concessões de terras, feitas pelo Estado de Meto Grosso na Faixa de Fronteiras, com amparo legal ao l.o do_Ario o.o da Lei 4947 de 06-0-J.-66 e Art. l.o do Dec.Lei a.o I414 de 18.08.75. Pede-se a colaboração dos senhores Proprietários e possuidores, a qualquer titulo, de terras situadas na faixa de 150 km ao longo da Fronteira, para que compareçam no Projeto Fundiário, cm Jardim -MT, onde poderilo ,,btcr maiores informações n respeito do pro cesso ra1ificat6rio. A regularização fundiária na faixa de fronteiras é tarefa da maior importância no contexto d4 Política Agrúria Nacional e, sua realiznç.io virá proporcio nnr inúmeros beneficios à coletividade, representados por mnior bem estar sociul, garantia de créditos bancários, se. urança nos _negócios imobiliários, etc, bem como posi1;1, ará um melhor conhecimento e controle dos imóvis situa dos na faixa de Fronteiras, com vistas, até mesmo, à Segu rança Nacional. ORS: O Projetp Fundiário Jardim, com sede em Jardim MT à Av. Daque de Càxias n.o 989, tem Jurisdição so bre os seguintes Municípios: ltiluag [pgtel, _ lastitio [parte], ltoi fá, Rela Vista. filo, arar.l, ia lopes d lajua, krti, lararájir, li da !parle). Nroaque, Poria ldurlmho, Sidrolandia (Darle], e Te reaos (parle L Procure a sede Regional do Incra e regularize seu imóvel Rural. sa nilo alimcntavu HO nhos muito altos para o futuro, se bem que o Destino, em seu silên cio eloquento, lhe ace nasse com um Jug:ir ao sol. na maturldude. 'l'u· duvia, o rapaz era p0é ta. Já rasblcavu seus sonetinhos. E ser poeta é uma coi à muilo séria. Namorava uma mo- ça, digo, era unrnoraclo por uma moça. Digo as sim porque IRENE linba vinte e três anos. Não era feia. Rel«tirnmente inteligente, estudava 0- doutologia. IRENE per tencia a tro.dlcional fa milia local. Ela mesma teceu toda a irama emo clooul, povoando a ca beça do garoto de ilu sões e fantasias. Pondt-rado, sensato em alguns lotantes (por que todo poéta é doido varrido) , muitas vezes ROBERTO dizia que não vislumbrava sequer um fio de esperança naque- le namoro ( ele c:i:Jamava romance, não era própria mente namoro), tendo em vista er muito pobre sustentando mãe viúva e irmüozinbos menores. J. RENE, nestas ocasiões, refutava seus argumen tos, acrescentando que o amor estava acima de todaR estas coavençõt?f' sociais, todas elas tolas e banais. O namoro ía para a frente (que ele não era caranguejo para andar para trás), embo ra meio encobertn · aos olhos do mundo circun dante. A garota não que ria que suas colegas de faculdade soubessem do "romance". Ora por ou tra mandava cartas a ROBERTO, umas cartas replenadas de promes sas de amor perene, e terno. Perfumava estas cartas. anexando-lhes uma flor, geralmente um trevo de quatro folhas trabalhado entre as pá gias de livro. Duas a três vezes por semana passava pela redação do jornal, falava a sós e ligeiramente com o ra paz, entregando-lhe vin- te ou trinta cruzeiros (era o do cigarro) . Te lefooa va. mandava c;s.r tões-postais. Quando es Lava .. com a cachorra", telefonava umas cinco vezes por dfa. Os encontros do ca sal eram furtivos, sem pre acobertados pelo manto negro da noite. (ConttnuaJ ;; ., l t.lte tir (ontinu.aço) 01:orn· que ri.O ilEl1- TO trabalhava bem no jornal e nua garota, Ti aha a mãos ligeiras. Jlexível, e a boca i11een dludu pela ardência ile uma juve1JtU!líl Rolltúria e deserta de ufetoi-.. De modo quP, 11esser, instan tes nüo ti!ndo muita no ção elo lllcance de 1,eus at(Ji:l, "Ull1USSl:IV'l" h·ene como quem prepara tri go para lazer pastéis. Elu também aes!:'es ins tuntes, iu ao outro mun co e , oitava. Com quin ze minutos ele "bolina" a moça subld pt:I08 mu ros ele coslus, suíu dull abraso du e cansada, exausta, suada, trêmula. Mas sempre recomendan do ao garoto que guu r dasse reservas, não dis sesse nada u ninguém. <lalor-cllt>fe m:inrJPu cha mar o jovem a seu es critório: ~leu rilho, voe-e tem evidentes inclinações poéticas. Está Pstu1lancio é trnhalhado1·. Olhe, o o amor é unia t'lor atra ente mas que, pum oi poélas, só vieeja à ueira elos abismos. Aquela se nhorita que vor•p namo ra estfl lhe bot!rndo pa ra tr{•.s. Anda de mflos cindas com um seu cole ga de estudos. Observei inlo hoje- quando estive na faculd·Hie de Odonto logia vis1t:rnclo seu Jirt! tor. Presta atenção: não seju uspimnle n carro, rapaz! Pode ir trabu lhar ... RO HERTO pediu dispensn do resto do expediente, foi à Cfl$ll. fez um pacote dns car tas e pôs o relógio no bolso, Entrou num bar e começou a beber cacha ça. Bebeu muito. Picou alto COOIO o diabo. To wou du cauetu e esae veu num papel, qualquer coi a. Leu e decorcu o que escrevera. Para en curtar a conversa, saiu do bur cambaleando em direção à cus~ de IRENE Lá um belo dia Ire ne deu de presente a Roberto um relógio de ouro que encontrnru num velho baú de casu e que pertencera a seu fa lt:cido avô. Era um tal de "Patec Pl.lellipe''. Es- te relôgio correu algu mas vezes numa rifa que Roberto inventara. Esta rifa corria ;;empre aos sábados. num bar de péssima fama, exis tente em frente ao jor nal onde trabalhava. To da vida quem "ganhava" era Jorge - outro meni no de redação que o restituía num local pré determinaclo, isto, depois de I eceber a metade do "apurado" na "ação en tre amigos•·. Certa feita '> relôgio caiu de uma mesa ao cbão, quebran do a corda. Ficou para do por falta de verba Para o conserto ... e sa iu da rifu que já estava. ficando manjada. Ora, três coisas a gente não consegue esconder: fu maça, tosse e amor. To dos no jornnl subiam do namoro de ROBERTO, embora uioguem comen tasse. Numa tarde o Re- C!Jegou, bateu pal mas. IRENE atravessou o jardim da man ão. em dizer palavra, Roberto entregou- lbe o pacote e o relógio ... e o papel. Gi rou sobre os colcanha res e se retirou por ci ma dos próprios passos até d e s a p a. r e c "' r. la úllirnu vez, dentro do véu na noite. Sôfrega, tremula, Irene recolheu -se ao seu quarto. Ab~iu o pacote de curtas suas olhou para o relógio pa rado e li>u, com olhes em lágrimas imersos, o que estava escrito no papel zinbo: lenrnr Vim deixar tunas 'artas l••u,; i'0ll':ttot-. Flores já murchas e cartões-puslJi,;... As tuas curtas úmi!as le extratos. , um p 111Jre coraçüo que amou demais. DeYoJ,·o-te, a del"pe:to dos malt.-atot-. Estes presentes que não quero :nais. E has de lembrar de mim, nos eutre,,to.:, Lendo os meus versos tão sentimentais. E este relógio de ouro que me deste, Que. se presente assim tu não tiveste, Tiveste o afeto de ut sincero atdor ... Toma c relógio que fi eou parado, Talvez de dor. talvez envergonhado De haver mnrcaclo us horas dese urnor! ilaonel fü itos extrn viou seus docu mentos, Curtdra de 1- denlictacte para estran geiro expedid:i. em Goi auia, Registro de 'as cimento, -:;arteira de Re servista. Publicação que se faz para obtenção da 2 viu. Mala Perdida O Ex-Treinhdor de Jardim o "Paragua io" Brito,; pede o obsé quio ele entregar sua muln cxtr.n·ind:t à flia. João T(o saem Jardim. pois a mes ma contém recortes de jornais e documi!:::tos de imma importância. O PRESIDE! da comi s« 'o Di- re!ório Municipal do dovima,o [eroe·tio ir! siteiro [h5- do uniept» @e a, t - do de Mato Grosso, a !ermt da legil ç.o elo rol vigente, convoca os senhores Mie«abro do li. retotio luvicia1l e o r. Delega lo de 'a vii » • eomnaee-em a OE'CÃO 4{'N{CIP Ai a re Jlí',ll" .( 110 li•t :_::j dt• .1•1'11 J rJ 1 (',)l'l'c'!!lP ;1111> t. • 197U, ás 9.00 horas, a tua eb 'o Cri«pim do {tégo, N" 389 (Clube Esportivo listes) nesta cidu!e, para as deliberações da segui te. OfWEJ lH) D,. Escol ie candidatos do P'ai.lo u Verea.lo- res à Câmara Municipal, de Gela Vrsta. pu:a us eleições do dia 13 qe Novenbo de 1+7vi ela Vista, ML. 1» de J±Iro ·e 197i. D, Carl Edy de Medeiros. Presiiente da Comissío iecuivu. Ri@': Eleln M Mi- (slh» ? # 3 Gs1 ti'er Jdsi - de hsb - si» t 1! $i sé Rodrigues Centrer, Juiz de Direito da Co r7arca de Bela Vista, Es tado de ,!alo Grosso. na forma da Lei. ett• ... Faz ·abr a todos quanto o pre:;ente Edital virem1 ou dele conhecimento tive rem. que no cli,t 10 ele A gôsto de l!i7H, :ís 9,0n horas. no átrio du Foi um nesta <.:idade. o Porteiro dos Auditórios, ,J oãn Hi lario Perera, levara à praç11 us bens penhortl dos nos autos ,Je Proces so de Execução que ('ia. ltaú de Inveslimento, Créditn e financiamento move contra Orlando Ro drigue , e não hanrndo licilantt's desde já fica designado o dia 20 tie Agôsto de 1!176, ás 9.00 O Doutor Valt er Jo cia de Cr 4.000.00 (q tl'O mil t!l'U'./,l'ii'O'-), ··,do: por q u a n t o er d levado à praça para ser ,u-n-mataJo por qw·.11 maior lance der e o!'Pr!a o!'erec.:er ac:imc1 riu a ,·a Ji;u,;fio. 8P11clo a 'erirl.t feita à vista ou medi:r li t1-1 fi;t,hr idôt:PO pelo rzo de 3 dis. E oara que inguém alegue igao rància, foi rletermi1iadu ; expedição do presente Edital que sed ~tfixatl.1 e puhl!cado na io;·ma du l<!i. O qu .. cumpr..i-!,e oosen·a,Jas LIS pre,;cri ções legais. Da·lo e pas sado !lPsla c.:id:.ic!e e Co mnarca de Bela Vist, Estado de Mato Grosso aos 2 dias do mês de junho do ano de mil noYecento e setenta e seis. Eu, Pedro Vergilio hora:- para u eventual da Silva (Escrevente ju seguuda praça. sendo O ra , entado, o datilogra seguinte o bem penbor11;- rei e assiuo. do: Uma casa de madei ra, c.iberta -Je telhas, e dificada no lote de ter reno urbano numero 63- cln da rua General Osó rio, medindo l5x:10 me tro-, devidamente trans crito no R.G.I. sob o :;;" 19.623, à fl:;. 272. do li vro :1-j. cujo bem foi a valiado pela import<.io Dr. Valter José fü,cJri gues Contrera. Juiz de Direito Preço deste Exemplar Cr$ 2.00 ---------------- -----------~--------------------- NOVA RUA -- A Pre[eiluru constrói uma nova rua, ligando u a venida Teodoro Sativa u. Estuçiío Trnu-,m!ssora ela TELDLT. Dentro ele poucos dius, o belavlstfluse terá mais uma ru11 trnfegt'lval, à t'Ull dlspoR!ção. Ligará a cidade i: Praça do Nbanclepá. Numa bomrna gem às figuras históricas de Belu Vista, no eu nuscer, a Prefeitura convencionou dur o no me de Rua: Frauclsco de Azevedo Pedra, o baiano ilustre que 8e encantou cm estas plagas e aqui e radicou, 1elxando a geração dos Pedras be lvistenses (Pompilio, Penedo e Pedro). t·ede de Energia Elétrica da Usina local às Esta çõeR Hoceptora e Trans missoru, num comprimen to linear de quase ::3.000 melt·os. Nestas condições, dentro de poucos dias, se Deus o permitir. !3ela Vista terá a grande sn tist"ação d<, poder falar à distvcinu, co qual quer eanto do no;;so l3rnsil. 1 OT A ESCOLA - Ain da e ·tp mes. serú inicia da a c,rnstruçii.o de mais um Escola. Terá seis salus de aula e as de peudêncius a•miulstrati ·as indispensáveis. Para tanto, a Prefeitura com p1·ou do Sr. Aeirio Ma ciel da Silva um tcrrenu de 120x 120, entre as ruas Marechal Deodoro e Barão do Triunfo. E a oportunidade que se a- bre para mais de 400 crianças ali estuda1·em. 5ervico de Telefone Interurbano Servtços de Teletone It e r urb a u o - CrS 200.00!l,Oll (duzentos mil cruzeiros )- esta é a quan ti:.t que a Preh,iturn Jlu uieipul de Bela Visla está ga laudo para que o Belavistense tenha o ,11reil·J d,; possuir um te leione interurbano u seu serviço. O povo precisu se concieutizar que 1} cida de lhe pertence. E pre ciso que ele participe da sua vicia. cumprindo us suas obrigações ct., cidudíio para com o erá rio :'llu:iicipal. sem o que a múquina administra ti va nii.!> pórle funcionar. A Prefeitura vem fa zendo a parte que lhe compete, num esforço inaudito para cumprir o seu Clever. ssim é que no setor de Telecoruu uicaçií.o. está fazendo tudo quanto lhe é possí vel pura que não perca mos esta rara oportuni dade de ter o teldone interurbano na nossa cidade. A Prefeitura saldcu todas as dividas da ud ministração passada pa ra com o Fundo Nncio nal ,te Telecomunici.ções e está agora fazendo todus as despesas para dar a infra estrutura axl gida pela Telemat. como a construçãu e instalação das estações receptora e traosmissora da Tele mat e a E:,Xpunsão da O Doutor Vultel' José Rodrigues Con- • trera, Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista, Estado de MT, na rormu da lei, etc; Faz saber que por êste juizo e Cartó rio do 1.º Oficio IJlOVe o::: terrno1:1 de uma Açiio de Execução por Titulo Extra judicial requerida por Cia. Itaú de Inves limeuto, Credito e Fi naneiumnento contra Ar celino :!achado e Geral dino Vieira de Almeida, <lo teô1· seguinte: PATROL.--t11ENTO DE RUAS - Para que ke la Vista possa receber, no dia io seu aniversá rio, dia 20 do corrente, terça-feira. os seus isi tantes. to:las ruas ela ci dade 10mm novamente patroladas, numa exten são Norte - ~ui de mais de 5.000 metro da Agua DocE:: ao S,-.rrudinho e de mais 3.060 netros o en tido Leste-Oeste. Para conservação desta. ruas, é preciso que o Poprie tário colabore com a Pre feitura, ~on. ervando-a limpas e planas, não jo gando nelas por exemplo as águas servidas das su 11s casas ou ctos seus estabelecimentos, forman do valetas e erosões, que enreium o aspecto da ci dade e prejudicam o t1·á (ego dos veículos. PRAÇA ULMERINDO XA VlER - E a denomína çilo qu~ a Prefeítura deu á praça, aonde se acha instalada a Estação Re ceptora da TELEilAT. Exmo. Sr. . Dr. ,Juiz de Direito da C marca de Bela Vista-Mt. Cia. Iaú de Investimen to, ré:lito e Financia monto, com sede Da cu pital do Estado SP. à Rua Boa I ista, 17G. nes te uto representada por seu advogado que esa subscreve (doc. 1 ), vem C()ffi í'•rndameutu n<> art. 5185, inciso I, do código ele Processo Civil, pro mover a presente Ação de Execução de Quan tia Certa Solvente. con tra Arceliuc, :.iaclltLdo, brasileiro, casado, pe cuarista, residente nes te Municipio de Bela Vista-Mt, e coutm Ge raldino Vieira de Almei da. bras., casado, pe cuuri ta. res;deute neste municipio de Bela Vis ta-:'llt. pelos motivos que passa a expor: A upli eante é credora dos su plicados da importância de CrS 9.1 5,67 «nove mil, cento e oitenta e cinco cruzeiros e sessen tu e sete r.entavos» re preséutnda por uma no ta promissória, emitida pelo primeiro suplicado e avaliznda pelo segun do ldoc. 2), vencida, protestada (doe. 3) e não paga, viocularta ao contrato (doe. 4). Bal dados todos os esforços para o ;·ecebimento a migável da dívida. a suplicante outra alterna- tiva não tem senã<' a presente Exlc'cução re querendo a V. Exu. se digne mr.ndar citar llS suplicados para paga rem o débito principal ele CrS !1.185,67 «nove mil. cento e oitenta e cinco cruzeiros e sessenta e sete centavos». acres cido ele Juros de mora desde o vencimento. des Trata-se de uma ho menagem a um cidadão virtuoso que viveu em Bela Vista, cluraute mui tos anos. aqui ccnstit11iu uma familia di.-tintn e honrada e aq"ui prestou reais ser viços à comunidade. fffi pesa de protesto, custa judiciais e honor&rios advocaticios que forem arbitrados sob pena de. não o fazendv em 24 hs: serem penhorado tan tos de seus bens quat tos cheguem e basteI para eoluçfi'> do princi pal e mais encargo5s (urt. 659 do CPC). fic:rn do cibl'tle logo intimados para oferecerem embar gos à presente na lor ma da lei. Recaiudo a penhora em bens imó veis, requer-se, desde já, sejam também inti madas as esposat- .doH suplicados. cumprindo-se assim, o dispositivo con tido no $ 1 do art. 669 elo C'PC, exµedindo-Re maut•arlo para sua res peetiva inscrição no He gi':;tro de Imóveis com petente. Na evect:.mlida de ue nüo v!rem a ser encoutrndos os suplica dos, requer a supli unte que o !::ir. Ofieial de Justiça promova o arresto dos ber,s dos devedores, tantos qun tos bastem para a exe cuçii", consoante dispCls to no art (653 do Cócti go de Proce:;so Civil. Requerendo os benefi cios do art. 172 e eeus parágrafos, protesto pe lo depoimento pessoal dos suplicados sob pena ele confissão, inquirição rle testemunhas, vistori- as, pericias, juntada de novos documentos e demai provas 'lm di - reito admitidas, atribu indo-se à presente o va lor de CrS 9.ll:>5,67 e mais encargos a serem apura.dos opo:rtuna:nen- te. Nestes têrmos, p. deferimento. Rela Vista, 12 de de:zembro de 1975 (a) p.p. Dr. Pedro José Palmiéri. D e e p a e h o. DRA. -cite-se o réu pa ra pagar o débito em 24 horas, sb pena de penhora. lnt. Bela Vista. 15/12/75 (a) Dr. Vslter José Rodrigues Contre ra. Certidão do Oficial ae Justiça. Certifico. haver em cumprimento ao mandato retre e sua re!.'pP.itável assinatura. ter me dirigido aos lo cais: Bela Vista, Cara col e Alto Caracol, não encontrando o paradei ro doa aenhores Arceli no Machado e Geraldi no Vieira de Almeida, que encoutram em lu gar inr.erto e não sabi- do. O referido é verda de e dou r<i. Bela Vislh «Mt» 2I de janeiro de W7G. O Oficial r!P. ,J ui-1- tiça «u» Mario Euripe des Mamede. Despacho. Vistos, etc. Def!l'o o po dido de uncsto. Expo ça-se Mandado de ar resto. Int. Bela Vista. 25-02-76 «u» Dr. Valter José RodrigueR Cootre ra. Auto de Arresto. Aos vinte e seis dias do mes de fevereiro do ano .de mil novecentos e seten ta e seis, nesta cidade e Comarca de Bela Vis tu Estado de Mato Gros s0, nós Oficiais de Jus tiça, em cumprimento ao Mandado de arresto, 1os dirigimos ao Hauco !tu~ /A., agência desta cI dade, e sendo ai proce demos o arresto da irn porancia de Cr$ 6.035.00 (seis mil e trinta e ciuco cruzeiros)que se encon trava depositadu uu con ta corrente do Executivo Arcelino :l!aclwdo, cuja imporlancia depositamos no Cartório do 1° Oficio a diposição da preseute Exeeução. Proced,mte C"'utras diligencias, uneG ta mos também o seguin te bem imóvel perLen cente ao Executado Ar celino :!achado: Lote rural n 144. do Núcleo Colonial do Há, com a área dr! 6 has (seis hec tares) devidamente trans crito no R.G.l. sob o nº 12.9,'>:5. ás Ils. 87 d o livro 3-G. Feito o arresto do referido imóvel, deposi tamos o m e s m o em mãos do Depositário Pú blico desta Comar::a, Sr. João FJilario Perer~. que assume com responsabi lidade do seu cargo. Na da mais. foi encerrado este auto, que depois de lido e achado conforme vai devidamente assina do, inclusive por duas testemunhas (a) Guilher me da l:tnsa; t1lario Eu riper!es :iamede; Pedro VergUio da Silva; João Hilario Perera. 'Testemu nhas (as) Claudionor Ro drigues e Osvaldo Eche verria Baita. Por inter médio do presente Edi tal, com prazo de vinte dias. ficam citados AR GELINO l1.-GHADO e Gernldíno Vieira de Al meida para oporem em bargos à presente exe cução, sob pena de re velia. O presente Edital (Cont. na pág seguinte) ) ..) Sociedade HFOQUE: ( l ) Bacharelou-se em Economia, pula Faculda de1:1 lntegrarla!i BenueL do Rio de ,Janeiro, no dia ri p.p. o ,Jovem bela vis tense Antonio A. Urble- 111 Cuporossl, a ele de sejaIDQS sucessos na curreirn que abraçou. J00A4$ D3 0030 Foi comemorado em grande estilo os 50 anos de vida conjugal do casal: Pompilio Pedra Eurlqueta. Inúmeros coo convidados de outras Plagas flzeram•se presen tes, tanto brasileiros como paraguaios. O dia 14 foi sauda <lo com ineaquecivel se renata. Ao meio dia utll suculimto churrasco aos parentes e visitantes. A noite a Igreja de corada com discrição e originalidade recebeu o casal para renovarem as promessas do matrimoni o, após a missa de ção de Graças, os anfitriões (o casal filhas e genros) abt·ll'am as portas do G.P.R. para um delicio so jantar onde a deco ração do Clube como a mesa principal eucau tou a todos. O jantar foi servido ao som de musica (con junto Paraguaio) !pós o jantar, servi ram em lindas bandejas decoradas, bombons e do ces e por fün acompanha do de t:hampauha o bolo. A abundancia dos comes e bebes foi do a grado geral. As madames e srtus llpresenturam-se c o m muito charme e elegan cia. 22+2 No dio. 5 p.p. n Ra dio Z.P. 23, da cidade vizinha de Bella Vista Paraguai, completou 5 anos de atividades. Para comemorarem a data organizou uma brincadeira no C.E.B. Foi suces ·o total. Parabenizamos eu diretor Valério Penha e sua equipe. O C.E.B voltou a brilhar como nos velhos tempos graças a perseverança e otimismo do dinamico Caluréba. Os homens mais só brios porem elegantes. Ao casal desejamos que brindem muitos a- nus de feliz vida a dois. sis Aniveisários do mês Dia 8 Euoly de As- Dia 17 Eda Cardi- na! Carmem Ne li s Dia 18 Osvaldo Gomes. Dia 6 Olimpio Re calde Dia 28 Sgto Gerey Silva • 30 Sr Onir Serra L. Ola 15 ,Jaqueline Barros (Fil!Ja do Casal aul de Banos e Sra. Georgiu Loureiro Alegrando o ambiente (Filha do casal Antero Húbado p.p destaquei: Loureiro e Zeli Veco - Lenira, Guego - Ce cilia, Major Alves e Sr", Nenito Perrupato-Hilda, 1lvio- Marilene, Preto Magda e grande nume ro de jovens que ora estão em férias. Documento Perdido ', O Sr. Odilon Barce los Pt•uzo extraviou seu!' documentos: Carteiru de Motorista n 24777. pron luário uº 59198 e Cartei- ra de Identidade nº 9133'2. expedidos em Ponta Por MT. Dia 11 idney Esco bar Dia 13 Ana Maria Lopes Publicaçii o que se ,José Glaucy Flores faz pum obtenção da • Dia 14 Gi!son Silva ~u via autos Bala Vista. 05 07 76 - ( A , (Continuação) será afi>rndo 110 Fr:rum o 110 lugar ele co ·turne e publlcadn ua l'orrnu da lei, para que não se a legue 1gnoruncia. O que Cumpra-se, observad'1s as prescrições legais. Dado e passado nes ta cidade e comarca de Kela Vista. Estado de Mato Grosso, aos vinte e um dias do mes de Ju o!Jo cio ano de mil no vecentos e i::elenla e seis. Eu (Pedro Vergilio da ilva), Escreveute ,Jurameutado, o dalilc grafei e assino. Dr. Valter José Rouri gues Contrera .Jui7. de Oil'eilo Venda mais seus produtos anunci ando na' ··Tribuna da Fronteira" A C0MISSA0 ##Erro De Bela Vista, Mt. Através de eu pre sidente e de todos os membro: do Di_ retório, Saúdam ao glorioso Povo de Be la Vi!-ta pela passagem do Aniversário da Cidaàe. Dr- Carlos Edy Sá de Medeiros PRESIDENTE. Mensagem o .. Purnhc-nizu o Julwrin .. n pu, o belavi-tens pela pa .... :1;_!t'III dn .)B.n aniversário de Emancipação polituca do municipio. A "Princesa do Apa" , Í t' lioje 1 • ,,·u, mt'lhon·s din•, O contexto desenvolvimnenti»ta do novo J11110 (;t<»rn, fozt'111 tlt• 11,·la 'i,111 um eemplo a ser seguido", Borrac~aria ~ia e noile - lubri!ican!es a preca de lornecedores surrn rnoc11 Df íllrn ''Equipe Técnica a serviço do Cliente", Avenida Duque de Caxias - Jardim - J!T "A conjuntura iuterna ' cional trouxe ao Brasil novos desali o. o repto lançado aos brasileiros, é o de encarar face a f,ll'<' os p1·ohlerrrn1- e bui'cur ·oluçõe:1< alravéf. de, um clima de 1 ' orcll'ffi e de tl'Jb:tllw. Até o momeulo O!>(HllJO vencendo. ,1 ]} Nosso papel nu história Íj é gruudloso, deixuremo!I às gerúções !: ruturas um legado de libra e do trnbalho. l 1 Hoje, Bela Vit-ta. pequenlnu célula nu } grande organismo chamado Brasil, co- PAR ABENS BEL A ISTENSES ! -are 1 I 1/ Xos a ciducle também l enfrenta desafios novos, problenrns e ·1 !/ circuflstãnclas, mas, aqui, tambem, o es- ! 1 ~~ rr n i ri jfrl íl'õ8) f.fü~.r ·l r ~,1~1 : :, pirito de lula dos b,.ISJleiros es~á pre- . rrHr ~~ ] 11 u f.' ! 1p:11n1i ~l ,: sente, e vamos vencendo gradativamen- • ·luJn[:h tfj T'. . .: 1P ~LJI ~ te a luta contra a e~tagnuçiio. Nosso,; i votos de suces,rn ao pr,.ficuo administra ., , dor Dr. Ruben de Castre Pinto, ao povo : e às autoridades que fazem desta terra urna "Sentinela do Brasil". Comércio de Tratores e Máquinas Agrícolas Adubos e lnsenticidas Sementes Certificadas Representante Exclusivo Treilan " Irmana-se às come moraçõos do 58° aniversário de Beln Vista, enviando à cada belavistense, especialmente ao homem do campo, seus melho res votos de sucesso e de in lt·msu. participação no deseo-..,o] vimento regional." "Aqui o futuro está presente, e o seu nome é TRABALHO" Rua Crispim do Re!!o - 180 - 8.-!a r· t ( ~ , 1s a Mt) . - Belavistense: 1 1 Maria Hatillani Presidente rla AHENA. Municipal. Serviços Autcrizados Volksv1Tagen Revendedor Pneus Revendedor Copagaz - iID@ibUD !m fill Firestone I 1 1 I > ) eh Vista 20/07/76 Rotary - ROTIIRY E SEU SIGNIFICADO "Rotory é um ldoal em ação". Rotary significa con sideraçlio e auxilio ao próximo. "Rotry é a expe rfônola de homens de crenças diferentes, opi niões diferentes e de ua olonalldades diferentes, moldando-se em compa nheirismo, onde quer que se encontrem". Muitas outras defini ções poderiam ser acres cantadas a essas, diferen tes em terminologia, mas semelbautes ew seus coo ceitos. Fuadalmentalmen te, Rotary é um compa nhelrlsmo mundial de homens de negócios e profissionais que acei taram o Ideal de servir, individual e coletívamen te, como uma verdadeira base para alcançar o sucesso e a felicidade na sua vitla pessoal, de negócios e da comunida de. Em Rotary, a consi deração ao próximo é lida como a base de ser vir e ser útil a outros é a sua forna de expres são. Juntos constituem o ideal de servir rotário. Para conseguir êsse ideal, Rotary auxilia os homens a desenvolverem ns suas habilidades, a Um de prestarem servi ços em suas ocupações e nas comunidades. Rotary nüo é uma organizaçiio secreta. Ro tary niio pretende suplan tar on interferir com qualquer organização re ligiosa ou política. Seu programa de atividades está em harmonia com tôdus as religiões e niio Interfere em absoluto • com as convicções polí ticas dos rotarianos. Ro lary espera de seus só cios leald<ide para com a rellgiiio e para com a Pátria. Rotary nasceu dn Idéia de um homem sol túrlo desejoso de amlza de e companheirismo. Despe início, os ideais de Rotary de amizade, de companheirismo e de serviço a outrem, espu lharam-se aos seis contl neotes, sendo aceitos práticamente pur homens de todas as raças, de muitas reigiõed o dife rentes cores polltlcas por mais de 654.500 exe cutlvcs de negócios e profissionais em 146 paí ses e regiões geográfl cus do mundo. Rotary Clube O plano de associação em Rotary é original e único dentre as organi zaçõe de erviço. Os Rotary Clubs procuram fazer com que os seus quadro sociais sejam um verdadeiro ccrte transversal da comunida de, em suas atividades e interesses, elecionan do homens qualificados para socios. cujos locai de negocio ou residencía estejam situad0s fna co munidade 'e que se dedi quem pessoal e ativamen te a negocios, ou profis- ões, reconbecidos ainda niio representadoA no clube. O rotarianos procu ram exemplificar os seus lemas"Dar de i Antes de Pensur ena i" e Mais se Beneficia Quem Melhor Serve," atraves das suas relações comer ciais, profissionais, soci ais e cívicas, colocando a obrigação de servir o próximo acima dos dese jos de vantagens pesso ais. O estabelecimento de um Rotary Club liga a sua comunidade a ci dades á volta do mundo nas quais outros homens organizaram Rotary Clu bs, a fim de dar expres silo ao seu deHejo de servir. A sua associação com outros Rofc1.ry Cluhs em base Internacional. os seus programas e uti vidades e a sua singular orientação no recruta mento de sócios, dão u Rotary e a seu clube permanencia e estabilida de. Programa de Rotary O programa de Rotary está expresso no seu o bjetivo, que é estimular e fomentar o ideal de ervir_ como bastl de to do emprendimento digno promovendo e apoiando: Primeiro. O desen volvimento de. companbei rismo como elemento capaz de proporcionar oportunidades de servir; egundo. O reconhe cimento do mérito de tô da oeupaço útil e a di Iu ão das normas de éti ca profissional; Terceiro. A melhoria da comunidade pela con duta exemplar de cada um na uu vida pública e privada; e Quarto. A aproxima ção dos profüsionai de todo Mundo, visando a consolidação das boas relações da cooperação e da paz entre as naçõeti. Flnalldabos Pouco depois da organi zação do primeiro Rcta ry Club, verificou-se que o Rotary poderia servir uma fioalldadA muito mais extensa do que o • seu alvo inicial de pro mover compreensão e companhelr!smo entre homens de negocios e profissionais. Rotary tor nou-se logo um fator im- portante nas mais variadas atividades em beneficio das comunidades, em trabalho .:onstrutivos para auxilio r r.rianças a leijudas, e menos privi legiadas, e ainda no es tímulo para a prática de elevadas normas de éti ca, nas relações profi ssionais e de negocio . A medida que os i deais de Rotary, de u mnizade e auxilio ao pró ximo fora-se propagan do de pais a pais, tor nou-se evidente que Ho tary poderia constituir urna força poderosa pa ra o desenvolvimento da boa vontade interna cional. Assim, através do seu alcance mundial de companheiri mo e amiza de dos homens de uégo cios e profissionais, uni dos pelo ideal de servir Rotary tem se empenha- MÉDICO Atende pelo INPS e IPEMAT Horários: ,lnnhã . 13;00 l6;00 hs: 16,00- 1900 hs: R- 15 de Hospital Posto de Saúde Consultório ovembro, 75 - Fone 17 - Bela Vista SERRARIA CASTELO Compra de Madeira Bruta, Venda de madeira Serrada Antonio João - Mt. De Antonio Remo Penzo do em fomentar e esti mular o desenvolvimenu to da boa vontade, com prensão e amlzade não sómente entre seus só cios, mas lambem entre todos os povos do mun do. ORIGEM e DESEN VOLVDIE TO O primeiro Rotary CIub do mundo foi fun dado em Chicago, no principio do Século, por Paul Harris, nm jovem advogado. Era sua idéia orga nizar um Club que reu nisse amigavelmente um grupo de representantes dos diversos ramos do negocios e profissões, um club onde o, soclos pudessem reavivar a a mizade, comoaniherismo e mútua compreensão que. quando jovens, ti nuham conhecido na vida de cidades pequenas, donde a maioria provi nha. Em 23 de fevereiro de 1905 o Rotary Ciub de Chicago se reuolu pela primeira vez. For mou-se então o nucleo para os milhares de Ilo tary Clus que maus tar de se organizaram em todo o mundo. Paul Har ris denominou "Rotary Club" n nova organiza ção porque originalmen te os sócios se reuniam em rotação em seus vá rios locais de negócios. O numero de sócios do clube aumentou ra pidamente. a tal ponto que. não sendo mais pos sivei reunirem-se no local de negocio de ca da um começaram a reu nir-se semanalmente ao redor da mesa do almo ço ou do jantar. Essas reuniões semanais são agora realizadas pelos Rotary Clubs ao redor do mundo. Cada um dos ho mens que se reuniu a Paul Harris para orga nizar e clube se dedica va a uma diferénte for ma de servir o público Essa base de asso ciação um sócio repre sentativo para cada ne gocio ou profissão tor nou-se uma das pedras fundamentais do movi ment.o rotário. Mensagem 1 . 1 1 1 •d WJ " la psszn Mica ode diz e a li pote mrt monlan~as, enconlramos um dos meios mais prálicos e sábios para alcancar o sucesso Mineração Bodoquena, produtora do cálcareo Bodoquena, é uma empresa que aore dita no udoeste. Sabemos que . a mais dificil batalha é a luta· contra a auto-limitação. Época de desafios; época de chamamento; não pode riamos limitar a nossa maneira de fazer indús tria: Produção -. Confiança • Fibra. Bem, foi pre ciso sermos um pouco audaciosos, mas quem na indústria ou no comércio, sendo tímido, leva o negócio a frente. Tudo isso é Fé, na região, no homem, nu governo e nas potencialidades do OVO MATO GROSSO ±l2 V$7A: $ N00$ Sr7o$O$ C0Mm) 223NY os ±LA A$324 62M0 2 $2240$ 10M1 2N)/±a5á- !f.ll©. Aproveitamos para agradecermos as valiosas co laborações de: L ui z C a r l o s a z a r e t, Ata nasio Gomes de Melo e Prefeitura Municipal. na fase de implantação da Indústria. u Fidelis Bortoletto Diret.or Comercinl Antonio Aranha Dir. Administrativo Og Kube Dir. Industrial Usina - Rodovia Jardim » Porto Murtinho - km 54 Escritório - R. Duque de Caxias - 6S0 Jardim - Mal Grosso ----- 4 &11 ) J ela Vista 20/07/76 Diversos DECLIRIDI I GUERRD ao JOGO DE BICHO ,, Começou a ser mon tado !!ffi Campo Grande todo um esquema para combater o '·jogo do bi cho" . Para tanto o se crrtúrlo da Segurança, Madeira Évora, manteve demorada reunião com os delegados locais, nas dependenclus da delega- ela Reglonul. Alem do delegado Jullo Ishikawa, delegado da Central de Policia e respondendo lnterlnamen te pela Regional esta vam os delegados distri tais do Amambal, Cru zeiro e Jardim Paulista. GftRCIII NETO: H LEMAT EST Acompanhando ao se cretario de egurança, da reunião ele portas fe chadas, estavam o major Zuzl Alves da llvu, di retor da Delegacia Ge ral de Cuiubá, e o dr. Joaquim Ramalho dos atos, diretor estadunl do Departamento de or- SEND'O PREJUDIC dem e Politica Social bate ao jogo do Bicho" DOPS. GOVERNADOR Logo o.pós a reunião que teve a duração de aproximadamente uma hora, o próprio Madeira Évora declarava que o assunto era especifica mente "o inicio ao com- r-;. HlllCVl!l M. MOim[!OOII 1 Médico - veterinário EIIOrnttO: Cm n.o rn - Vila lilililar MElI II5IM III» $R05 II - RI Endereço: Resid. 856 400 MI R. Cel. Ponce - Porto Murtinho Mt. HAR0LDO MEDEIROS ADVOGADO OAB - MT 2183 CPF 008-295870 Rua 15 de Novembro 177 Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda Cirelia Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontc>pediatriu Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 225 - Jardim Mt Dr. João (. Palmieri ' CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 304: 4N'1 09910 M02.30123 €03l10, 42 1.0 401233, 02 33±$)Zcl. 3+3333 Campo Grande Mo.to Grosso Dr. Horacio (ardin d os Cirurgião RI! DR. PORfO MURIHIHO Santos Dentista $ERG R92ERA P%ERENI ADVOGADO E CRITÚRIO Rua 3 de Outubro ( o lado da Ciretran) Bela Vista Mato Grusso - DR. GII ·-···:.::::. . ..., MARCOS Advogado Ru Ii. Amup .o 032 MI8/./1 S5 - BO!llfO - lill # U. ISE ATARES! METO Advogado Escritório: Av. Duque de Caxias, 78s8 Jardim ilato Grosso lnacio Ciuitte Melges Cirurgião - Dentist; C R O - 126 - ..l! T Att,nde-■e pelo INPS - IPEMAT • IP.ASE Rua Duque de Caxias - 289 Jardim - MT. "Esta é uma arien tação direta do Governa dor Garcia Neto''. afir ma o ecrctúrlo. ''Segun do ele o crescimento e a prática úo jogo de bi cho em Campo Grande vem prejudicando en r,ivelmente a Loteria do E tudc,, Len,at. e a or dem é de combate-lo im placvelmete". Em virtude de "ordem expressa" do Chefe do Executivo do Estado, co mo salientou Madeira Évora, um esquema es tá sendo montado em Conjunto pelos delegados da cidade pura que Jiaja um combate intensivo ao jogo, a ser iniciado imediatamente. Uma série de medi das especiais estão en do tomados e estudos de combate direto ao jogo e bancas do '·b:cl.to". entreta1ito nada foi anun ciado oficialmente a não ser o que anunciou o secretário Madeira Evo ra. O fato do bacharel Ishikawa estar acumu lando fuoçõe;; de dele gado c,mtral e regional que confere a responsa bilidade de coordenar as medidas de "defesa da Lemat, contra o jogo de bicho", até a volta do titular Aloisio de Olivei ra. (DS) Documento Perdido André Romeiro ex traviou seu certificado de propriedade nº 120 926 expedido em 5/3/75 do veiculo marca Volkswa gem Kombi modeio Pe rua, tipo camioneta cor azul , n.o cbassis B-3o5 - 7210 ano de fabricação 1963. Placa FE 0823, ex pedido pela Ciretran ae Guia Lopes da Laguoa. Publicação que 'se faz para obtenção da 2 via. Preço deste Exemplar Cr$ 2.00 Dela Vi-ta 20/7/7 Diversos ,, RELI VI VII - ÁREA PRIORITÁRIA DE INTERESSE TURISTICO Comunicação q u e raz ao PreftJlto ele 1.iela Vlsl.u, o Direto:· da. TU RIM,'!', Dfl. Paulo Rena to de C·1stro Ploto. Culubú - MT. Nº ü88(il71i Data: 00/07 l7U !fora: 14,10 Deatlnalúrlo: Ur. Ruben tle Castro Pinto Prefeito Municipal de Bela Vista - JIT. S/N Lame11tavelmen Lt> irnpossilJliitnJo estar fü;lcamente em minha cldadt> nat.ul 111, lra11scur RO do seu anlverbário vg por estar na • presen te <lata na EMBRATUR Rio de Janeiro relvlndl- Continuação -A Vio]c,ncia, disseminada hoje em Ioda, n• nações do mundo, precisa ser pcrf,·iramcme cntcmli,lu 1_iam ser corrc111mc111c ,·ombatidu. O combale à nolt·ncia com :.plicaçào constllnh· FÓmentc da ,,iolcnciu, con1.otitui prática dcstruliva. Violc,nrin contra ,·iolt•nciu tem eu lugar e oportunidades adequadas. A :-EGUILlÇA NACIOXAL, 1rntuda em todos os campos do Poder acional, deve re vestir-se de aspectos particulares, quando aplicada no campo militar, com emprego de Força Armada Neste caso, coo é 6bvio, trata se da SEGUíl,,NÇA ~lILITAR própriumcntc di1a que por nutro la,lo nüo prt'seindt, ela co pur1icip3ç:)o de ações concorrentes, proinovidas em todos os lemais campos do Poder Nacional. Cub,, n, FOHÇ/S ,IDIADAS, como é C'i<lcnlc, u atuação relativa u SEGUIIANÇA ~!ili tar. Mas devem ser levlas em conta todas as n<j'üc~ cru rculiza'ii.o nos <lcm,,iE- Cn111pos do Poder Nncional. inclu-:Í't'" uipH•lus rcfrrl"ntc~ no t::.tnpr('"O dus Policia• Est.u,lu:1ia. "' O EMPREGO DAS POLICIAS ESTA DUAIS, nos casos de Segurança Interna deve pro c,•dcr <lu FOHÇAS AH !ADAS, consitlcrucln o vulto da ameaça. Por este motivo devem ser ade qudamente equiparadas e in -truidas, em todos os aspectos que valorizen a sua formação. llá porlnnlo um LlllTE DE Ol'OHTUNI- 1), D E entre o emprego das Forçns Arnrnd,is e o das Policias embora não haja limites entre elas cando assuntos •le inte resse TuriRmo de MT vg desejo fransmílír ao po- vo de Hela Vista - T 08 me:.:s mais sinceros efusivos votos de saúde vg Progresso el Paz el tllzer-lhes que o )luolci pío de B. Vista alt-avés do Decreto Lei nº 71791 de 31 de janeiro de 73 l fIT)fM B#!j L'!J et Resolução CNTlJR nº 817 foí incluido c,1mo á rea priorilúria i;e in!eres se 'l'urístíco PT. Foi extraviado os documentos da moto marca Yamaha lruíl 125, ano de fabrlcaçfio 197, nº do motor -187-100777 cor vennelba, de proprie dade de Armis Galeano Brandão. Publicação que se faz para obtenção da 2° vlu. <Jllunto nos aspcdo• ela Informução e o da l'revrn· riio Norrnulrncnte ns Força'! ele, Tcrn supt'rintt:n <l,·m o pl:uwjamcnto e a condução da, nç<ic• ,!« Segurança Interna nn maioria das areas do País cm quulr1ucr ai111:1ção ele nmeuça. O T• .. tl'HE.GU ,las FOHÇA::i AIDIAD.S im• põe consideraces de aspectos relacionados com n Formaçio Moral e l'rofi<sional de F<!Uo Con• ha tentes e com as consequências da utili:t.-11<.ào do Podt•r rnilitar. purqut: :!ua nt_<io não é cliplonlJtica. • O DESENVOLVDIENTO E O EMPREGO das Forças Armadas não devem afetar ou com prometer não só os aspectos morais da formação do combatente. mu5, t:uu l>rm, as modalidades de uplic,içào ,la• rcspccti,·aF doutrinn• de opcrai;õc,s militares para que essas Forças não invertam as priorid,dc, de ua missão Constitucional. Os Che fes militares devem estar atentos para evitar os dcturpaçüc,. ~ualmenle, n·-ultanlcs du infiltração de idéias subversivas. DEVE SEH ACELE!t:DA A CO:'<SOLI DAÇJO DA DE~IOCRACJA SOCLL BRASILEI HA considerudu a di-ponibilirlndc de prazo, pois o Brasil inda constitui um casis de tranquilidade nc,tc mundo rnmultua,lo. Condiçõc.; de instahili duclc, que porventura venham a ocorrer, difit·ul• tarão a realização dos propósitos ria He'olução. pesar de todos os fatores contrarios graças a Deus, a união elu; Forças Armadas e n-;; bon1 cntc.n<lirncnto entre os ch, .. f~:; re-.pon:-itveiE- pclo dc,11110 desta grande nação, a Hevol ução SDS Dr. Pnulo Renato de Castro Pln to Dlrntor da TURn!AT. IJra-ilPira de .1] de .lan;o d,· 19íi l ,·t·nt, no• pou• co; H! con•oli,lando, dentro do delinc:un.-nto <Jue acabamo• ,le npre,cntar, ••'f!U1tJo no,,<, e11te1uli me11to pc:'oO!II. Assim chegamos à conclu,:io ,Je <JUI:' náo foi feito em vuo, o .lovimenlo d.- 19(~1. Hepre· senta ele mais umn f,u-c da evolu .. üo do próprio Bra,il. Outra, fnse, se sucederão, ·ccrtunwnle. Não fos,.-111 homens dedrlirlo•, lídere, in· c::,nte 0te, rio pa•sado e do presente, que cle,tfo JíJ a .12 a110., ante" vinham preparando ,1 açJo que cclvdm t•m .11 de .lnrço ,Je 1961, não 1:,tarfomo, hoje no estagio de desenvolvimento que nos ene contramos, as vé-peras de nos transformarmos nun12 grande potência rnuu<lial, se Deus quiser. . Daí porque renfirmumcs que os chefe, ck hoJc de_, em .-,tar atento para impedir o boic-ote ao urgirento de nova lideranças, pois, certa· mente, os novos líderes do futuro, juntamente com outros já existentes e experimentados, facil mente mobilizado, erão aqueles que e apresen tarão e~poutancomcutc, no t"n--o da oc•orrencia de novos lances da [evolução, porventura necessários quo, cXIJam coru~em e tlcci,ão. A falta de líderf' poderá acarretar sérios problema- a marrha dct H_evolução IJmsileira. E,perumos t" dcaej:,mos que somente o m_c(hor nconlcta, porque confiamo; ou geração de dirigentes da nação e na juventude rnilttar. "Que Deu; abençoe o Bm-il~ ... São Paulo Mato Grosso Tupã Fone 2751 Bela Vista (Hotel Panorama) Nascemos para servir e crescer Madeiras de toda a especie (Peroba Jatobá, IP&, etc) - Pronta entrega _ Bons preços Destoca - Terraplanagem -. Açudes ··- Embeiramento Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 MOVEIS DELBII MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMÊSTICOS EM CiERAL SINTOS E ZRNCINELLA LTDJI. AVENIDA DUQUE DE CllXHlS 446 JARDIM-MI ll, 1., i '" ,!IJIII ,r;c, -------~---------~-------~~··_:_~?_:- ! ~W'. 1 (, í Hojc·: 20 de· Julho J'.nfl·cr1<úl'lc, du ci tlade, FestividadPs pro "ran,nrlus pelu muuici palidade para comemo rar u data. Desl'Iles de Escolas. a tos cívicos, inaugurações. Tambt•m é dia de re mc11101·a1·rnos os tempos pus±dos. Peitos dos nossos nnlecessores, le gando-nos um território disputnclo por estrangei ros; lernbraudo Llaqu·e les brnvos que Lrilhuu do invios sertões, aqui ed!Iicnrnm esln nore ,!ente citlade, cuj() futu ro cle grundeza conrta ram à nós, nu juventu de brasileira, que dure mos continuidade es s obra de construção dn nossa nacionalidade, corno nação livre, domi ando e civilizando es ta extensa fronteira do Brasil. Lembrando lam bem dos brnvos solda dos que :iqui tombaram, defondeudo este torl'iio querido, aqueles que assiualaram paginas bri lhantes da nossa hlstó l'iu pó.Iria. Saudade que ficou: Em • todos os nnos qu~ pussar.tm, ueste diu. o maior orgulho do be la vistense era ver a pus sageru, no desfile, entre outrns coisas lindas, do Celégio Sto. Afonso. cu jos alunos, com seu gar bo, uniforme azul e branco ruuilo bonito. suas bandeiras multico res, sua fo.afarra famosa, seus atletas de ambos os sexos aprumados, suas lindas nlunns <liciplina- das e aquela grnça ame uu da petizada miuda na cadencia dos tambores. Que belezn! Quanto en tusiasmo naqueles cora ções jovens! Quanto ze lo dos prnfessores e das bc:.uíssima!! Jrmüs de S. Vicente de Paulo! O ri gor dos Dlrete>res, quer na aprt:!sentação, como na disciplina ! Este ano não mai1:1 desfila o garbos'> Colé gio Sto. Afonso. Por questões legais, l'oi extinta essa institui çitc, do;; P,ldl'es Ilecle11- toristas que por mais de ,to a nos ta uto ler.1 sc,1· vido Bela Vista e seu povo, l!UlH' nu Jleliglüo como educando e instrn iudo gcraçõe~ de pa tri cios nossos que vivem !1esta front<'il'l.l. Dil'icilmente tornare mos a ver oul1•;t vez, mesmo simbolicamente em u lo cívico. o desfi le do Colégio Sto l'on so, que Lautos aplausos ill'lUIICUV,l. Prestemos com tes peito, uma homenagem u esses religiosos vetei tores IA peso das Irmãs Lueindn e Age lina, us plrmel.ra~ do cn Hino naquele Coll'g-io, ainda resilentes aqui e It pessou do boníssimo e estim:ulu P. Brnncl.lo, seu último Diretor. Já uusenle. cuju amizude deixou raizes nos cora ções bela vi ·tenses. Uma saucl.1de que fic,1u. Efeito,; da ln.,;t. do Governo cm U. Vi:-ta O Sr. Governador e sua opet'Ot<U equipe aqui estiveram em Março go verllando o Est. duran te tres dias, e muitos foram os beuel'icios de providências tomadas para o atendimento das reivindicações cio povo da região, p1·i11clpalmen te desta cidade. Os efei tos estão ct1egundo. A Telemat com ~s torres de recepção insta ladas no alto de Nhan depá. O nosso incausa s:'..Yel Prefeito já man dou estender a rede de euergi-1. cletrica -até lá para que seu fuacic!la meoto não retarde e ou tl'llfi p1·ovirleucias toma- O sr. Secretário dr.· Louremberg {ibeiro Nu- 11es Rocha tl'Ubalhou iu teusameate para sanar os problemas educacio nais da região e dá pleno u poio a Del. Regional de Bela Vista uo mistér de coordenar o ensino. Para. um melhor de senvolver do periodo le tivo, destinou dois con juutos gera<lores de e nergia elétrica os qua1s foram asseutados na E!'..:ola E:itndual de 1. 0 e 2.o graus Cel. Pedro Jo~é Rufino. em Jardim e Escolo Estadual prof. Salomé de Melo Rocha. em Gula Lopes da Lagu na. das para que o n0ssD telel'oue mude de aspec to imecliatamente e pos samos dcnlrn de poucos di:rn ligar u outms ci dades do Estude,, bem como . do Pais. Multo bo_m. De Cuiabó.. um Sr. Eugcuheiro da Cemut manuou dizer ao no,;so Prefeito. por meu int,.n· medio, que prepare um terreno de 250 x 250 mts, para nele sei· ina taluda a estação rcbai xaclorn da energia de Urnbupungii. puru. fins de 1()77. Uma promessa alviçareira. :lelbn!' ainda. A Sec. <le E<l. e Cultura funcionou com muito Proveito. Vejamos Oc:,mpo.;, P1·,•1,•ito ltwi, clpul. já Pi'O• ;ue•neir)U o ittcie és obras, Tom·m no muni eipio de Guia Lopes da Laguna, o )r. Lourem berz firmou conveio com a Prefeito Muntei pal. no rn!or de (',-; 250.000.00 «duzentos e cinqu,•nlu Júi! cruz, i l'Oi-l" par;, a reYoi·mtt r:orn nmplwc;-:ifl d•~ duas slas de au!-s::1, ria Esc0f:t E R l a tl u a l Prof". S ..: 1 o rn é du ~.leio Ho.:llu. Cinuuenta J)Ol' cento da verba j(t foi liberada e aprovei canelo Oh dia,; de Iél'i:t:i, r.r. refoi ma p. e.,lú ,.:~a do feita. Pelo memorando 2S5- Drere 76 a Dra. Eil Pe. rdru de S.;uzu. Dei. R.c gioual rle Eclucaçiio e Areuu kc:-:l t''itá func:Ío;iando :-=o domingo. diu IS, !J lls, inicio da Conven çJo :Hu:iieip 11 jo Pai'li do da Il.evoiuçüo-,renn pam a eFc:r.!lla de canu didatas á vereadores lia ''Ele" Andou ai "Ele'' V<"io eu'úrico. diss<.'-me um amigo, rh- do as p t~ m p u s, quando 1 1, e pt:1·- guntarnm sobl'e o lar. çamento de suu candi datura em Cuiabl. Ora essa, mnis que Destinou livros rlidá justa derooa,trnç:lo. ticos de nivel I a V[ Por isso, certamente da 1.o grau, a todos os veio visitar o sub-dire aJunos das Escolas Es- tóriozi11h0, deitando uns tuduais e :l!uoiclpai!' c1,, tiçiiusiahos na fornalha Bela Vista e Pto. :11ur- da maquina para não en tiaho, além de fazer u- ferrujur as l'enugens ma complemeutaçü.o a outros municipios da Dt·ec. Firmou coovenio com a Prefeitura :[uni- - cipal de Caracol, ao va lor de (cento e quaren ta mil cruzeiros) CrS !Hl>.000,00 para a refor ma da Escola • Estadual de l.o grau dr. Ruben de Castro Pinto. Já li bercu a primeirn parce la da verba (50% do valor) e o sr. Thadeu Francelin,, em Cuiabá A propósito, muitos curiosos tem abordado a mim sobre esse c:1so Querem saber como foi. Vamos aguardar .Se o Sr. Ivaldo der espaço no jornal segtúnte, con tarei o que aconteceu. Esperem. ( 'll i [ d l ,l ;;olicilou 'i 1.1 , ! <·, J. l(' 1 O ei '.' 1•:. mi 0 de 2o r,a! ' o mnttnl +,0 de ·Jardim. O ;c. ·' de 2i-}·73, ubkica !o ao i).0 LJ.() li lj] ('): 1 ,, !'•' feril scala. com ln ili:acio Ie Pontes e E!tiicacües, que fe se l'JIC'<JC1:,, l:JP JH .),•Jl J furioamento desae matço do corrente ato no prédio da ±scola de lo grau Cal. Felicio, pertencente + CER-! A Escola !ueionará nÓs moldes do Si{c+i Estadual ie Eiueaã» e o p:>SS!l:!l ael!rlillbl,; ll· vo e loceate serão pt yos pelo Estado. O n0ss» Gove.o 1::;tú trairnlliu!Jrlo. Camara. que dispus:7o as eleições da } de Nove.abro vin!ouro. 'o próximo n.o m:is rlc!,,lhes. que tnml.Jeru necessita lubriticant. pois a turma estava re :r:1i,lu, um !a1!lo juru;·ú 0r falta da presença do c.:tle!·e, sem ::u..::tenul 1o0 pra no menos unas fofocas... !gora J)fJderá dtl!' iuicio pnca a campnnha de 7ô. 'ai haver tanta valer:tia por que ninguem St-C!Ul'H '> hon,em... Ainda ln-m que dos prós e contnu; tutlo durá. cerco. Documento Perdido O Sr. Odilon Barce los Penzo extraviou seus documentos: Carteiru ele ~Iotorista n!! 2-1777. pron tu'.irio ng 59198 e Cartei ra de Identidade n'l 91332. expedidos em Ponta Porã lT. Publicação que se l'nz para obtençào da 2 via Bela Vista. 2 ;07, 7ü - Higiene _ Conforto - Ótimo atendimento DO Refeições Caseiras - Espeto Corrido - você encontra no: o DE de Milton Xavler "O Hotel dos Boiadeiros o[erece toda a comodidade e possui um bar anexo a serviço dos hóspedes" Hospede-se no Hotel dos Boiadeiros e comprave: Excelanto Serviço Avenida Duque de Caxias -!9!> (ao lado d:l :iineraç.l:l ll:>doqu?ua), no centro da Cidade - Jardi-n - I.1to Grasse, P'rorna para o desfile do dia '2007 76, 55 Aniversario d emancipação política de Bela 1 i 111. 1 1 l 1 1 l Baile em homenagem à cidade no Gremio Pedro Rufino 22.) horas do dia 1!J-07-7H. AlvornJa festiva - llii..l 20 ás 06,00 llon1&. ;liiiAa Curnpal - 07,00 horas (Praça Alvaro Mscarenlas.) lfostoumer1to da Lnndt-iru - 8,30 horas Pra ça AI va L'O ~.1:rnearenha,i . . . .. Hevi. tu - 0!1,liD lloras Intet0 do desfile. J.,00 ]lrrn::- Lunç1.11nc•11to ua. Pedra l'undu nrnnlal do colf>gfo clt.! 0G salur de aulns, 1.ia ma M1nechul Deodoro. t(j 00 horaA - Visita à. Estação Rccepl(ll'a do Telefoa~ lnlen1rlrnno nu Pça. Ulmerindo Xavier 15.,30 horas Inauguração da rua Francisco de Azevedo Pedrn. 1G,OO horas Visita à Estação Trn1rnmissora do Telefono Interurbano, na Praça N!Júndepú. 1(),00 borus Culto :'llusicul em ação de Graças por mais um auiverslrio da cidade às 19,00 hor!ls, na 1 Igreja Batista. Dr. Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal , -,,2 9 v5 .,. (l:J!:l□ Hoje, dia ~O: de julho. aniversário de 11o!'sa querida "Prince::;a do Apn";o povão contente ven do a banda pussar. Contente. mai:; Cn11teute ~lesmo de se estar o prefeito Ruben do Castro Pinto(que por sinal mereceu Editorial ne,:ta edição). pois, grudutivamente. vê as •·melhorias prometidas" pelo Govemo do Estado tornurem-se reairlade. Está eoulnule, lamJém, µor ver o trubo.lho que seu fi lho Dr. Paulo Renato d& Citstro Pinto vem desen vo)·endo 1·;·enle ari Departamento de progrnmaç-ilo da TUR~iiT. O Hil10 da terra núo esquece o tor rii.o na tal.- e tudo 1az parn que o goYernc:, lembre tntnlwm das potencialidad~s turísticus <!a região. Hoje. ludo é alPgi'ia ... mEm Joia Jota ficou retraido pudera: o homem roi vedete em Cµmbú. O ''velho jovem" está prep:1.randv. ::i. sua campanha e tniio indica que na próxima legislaturn . eslará pre_s('nte ua egrégia casu do legislativo. ± Agr.ra: muito fôlego pam as gmndes noticias: Bre Ye. ~luilo Breve ... telefone interurbano gr.1çus ao e•Iorço du Preloito Castro Pinto ... Belu Vblu. inclu ída no roteiro turístico do Estado, grnças ao trahu.-. 1110 do Dr. Paulo Renato de Castro Pinto ...EM 1977 (promessa objetiYu) Energia de Urubupungá ...e O impórtanle: a Prefeitura imldvu todas as dividas da ndmiaistl'Ur;à<> passada pUia com o fundo Nacio 11al de telecomunicações, reformou e reestruturou Todas as Escolas Municipais, Transtornou o Prédio 1la Usina de Euergi:1 Elétrica (que por sinal eslÁ. juncio1u111clo e 13em ... ). putrola sistematicamente IS ruas rJa cidade e efetua uuYas aberturas de ruas oude se faz necessúrio. é a tlinamica Admiuistra gio Castro Pinto que dia a diu transforma o aspee ln da c·icladi:1 .. ±E± Quanto u politica, o mat· está tranqüilo r, as em bireações navegam calmamente. Vamos guardar o pleito e renovar u nossa Camara. Arena X M.D.B Esperumos que :lo coní'ronto saia homens íntegro,; dispostos u lutar paio progresso do rnunicipio.- 9; Dia ao do eorrenle t:ircularà o primeiro uúme rn do jornal "Correio ·Jardiuense". mais uma orga nizaçüo Tiunu a serviço do povo matogrossense. üDO ;!(i i(i Cuiabà - MT '!n 11 du julho rle 1D71i. Sr. Prefeito l1011ro-me em díri gir-me a V. Exclu. para envial'-lhe a mlulla sau dução ao povo de mi nha lena. nu sua ilur, trn pessoa. e dirigente má:..:imo dos destiuos dessa comunidade mu nicipal. . Quando Uela Viata comemora os seus 58 anos de emancipaçii.o polítlcu, nós que a par de dirigirmos um órgJo do Go,·. do Estado, que tem sido amplamen te pl'esligiado pelos be la vislem,es desde o seu funcionameuto ·como au tarqu!u do Estado, so mos honrosarue,,le filhoi; dessa terra de tantas e gloriosas trudiçõe!': de devotamento e amor à pátria uúo poderíumos E" 1O T no ondtil. Permitimo-nos soli cil r o. '. Exdu. lJUI' seja o portador desta manifeataçilo uo uos:10 povo, à iluAlradu Cilmu ra Municipal e a todas us demais autoridades coustituídn.$ du noflso muoiclpio, trnnsmítínr'.o llle" os vows que fa ze11108 de um progrcs-;;u cacla vez mais aceotua do. Oue todos os seus filhos, resi<lenles e ausentei- se cougre guem em esforços, e com o mesmo pen,mmeu to, numa i'rutuoHa unlüo, num!! troca de opiniõe,; Idéias e experiências e-u r:ontrem sempre os me ios que resultem no cres ceo te progresso de nos sa terra evidentes bene fícios para todoa. É com enorme su ti-fação que enviamos esta saudação, como belavisteuse, e cowo di- •·Orgão lndepeudente à Serviço da Região" ,no ' - Bela Vista MT. 20. 07/7G - r'iº 219 0MM l4 A)- GRUP.rilENTO de EDUCANDARIOS ESTA~ DLJS. 1- Fanfana. 2 - Carro Alegórico da DREC. 3- Escola Estadual d~ 1º e 2° Grau Castelo Bnnco -1- Escola Estadual de 1 ° Grau Generoso Ponce. 5- Escola Estadual de 1 ° Grau Ester Silva. • B}- Grupamento de Edncandarios Municipais 1 - Fanfarra. 2- Escola Municipal de 2.0 Grau Dr. Joaquim i.Iur tmho. 3- Escola Municipal de 1.o Grau Jarbas Passarinho. 4- Escola :-!uu1c1pr.d .Jardim de Infância e Pré-Pri mát'io Castélinho Encantado. 5 - Escc>la lIunicipal de 1 ° Grau Costa Reúna 6 • Escolll. lIunicipal de 1º Grnu Serradinho. • 7 - Escola Municipal de 1° Grau Nunca-Te-Vi 8- Esco1a r-lunícpal rle 1º Grau São C!en;enie. 9- Ese»la Municipal de 1 Grau São Patricio 10 Escola Municipal de 1" Grau Marechl óndon 11 - Escuta :u~nicipal de lº Grau Fugu4. 12 - Escola lJurticipal 1e l't Grau Pedregal. 13- Fscola Municipal de 1° Grau Agua Doce. 14- Escolu Municipal de lº Grau São Geraldo 15 - Esco!a '.hrnic_ipal de l" Grau de Artes e Oiicios Engenheiro Ga.rcm Neto. C) - Grup:i.menLo de Curros Alegoricos_ 1 - Cõ.SU d<> Artesão 2 - Caça l' Pescu 3 - Cocn-Cot::i. D)- Grnpamento :llecm1izndo Ag-ricola. E)· Grupamento de Cavaleiros Ciis. f,) • 10n Regimento de C'avalurin - G)- Crnpame:110 Hipomotorizuclo CiYil. retor do Serviço de Lo trina do Estado de MT em Vossa pesoa, que por seu amor á ela Vista, sempre se dedi cou aos interesses de nos:u l<'fl'a. Renovando nossos voto,; <le elevadu estitna e consideração A lenclot:aruenle. José Afouso 1-'orloearrc ro. Oração cxo Espírito Santo Espírito Sauto você que me esclurece tudo que ilumlna todos os meus caminhos parn que eu atinja o meu itleul. Você que me cJá u dom divino de perdoar e es quecet ·o mal que me ;a zem, e que todos os ias tau les de minha vicia es tá comigo, eu quero nes te curto 'liálogo, agrade cer-lhe por trdo e con lirrna1· mais uma vez que eu nunca quero me sep_arar de vooê, por mmor que seja a Husüo material não Eerá o mi n_irno da vontade que .smto de um dia es tar com você e todos os meus irmüos na gloria perpétua. Obrigado muiF uma vez. (A pessoa de verá fazer esta oraç1lo 3 dias seguidos sem di zer o pedido dentl'o óe 3 dias, será alcançada a graça por mais difícil que seja) publicar assiro ue receber a graça. Publicado por ter recebi do uma graça. Nice da Costa Miranda Candidates da ARENA Osva.ldo Turini Carlos Centu1·ião Dr. Eiy de Araujc Barbo sa José J. Ferreira Souto lg,2 S. cosi ir«ses ilou :'.'íunes Leite Noedi Larangeira -Toao Villalt>a iJ_oaci:r Cmz Barreto Nivaldo de Barros David Bonfim de Olivei ru Todos escolbido,; p<'· la Couvenção reulizde dominQ"o, diu JS, 7 7íi ) Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº218_11_07_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº220_25_07_1976 Voltar para a lista de itens