TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº233_31_10_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº233_31_10_1976Número da edição233Data de publicação31 de outubro de 1976Número de páginas8GeoCoordenada -22.103629043936255 , -56.531509265695924 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº233_31_10_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto EM DEZfM Eirã e Hall da Revista o l/e1ar;ã ■■■IG que rallará a circalar . . . Nós acreditamos no progresso da Região e Lançamns Um repto Ajude o Governe, 2. ajudar voce, trabalhe e encare o futuro com otimismo, pois, desenvolvimento exige luta e crença, no homern e na Naçêlo. R I U • d d· d E GráÍica Tribuna da Froí'teira ; evista ntegração... m arro!a o empreen 1mento a mpresa -------,----------------------------------- ~----·- ·- --------- SEMANARIO INDEPENDENTE Fundador e Diretor Responsável lvnldo Pereira 1 "'O VordCJdoiro,, Jornal não e limita a infur mor, 6 oplnotl vo também' (Herbert Mses] ANO V I N.o 233 Beln Vista -31 de Outubro de 1!170 - 8 Pf gloas - Preco d,, PXemplur C;·S :!,00 - FuudaJo em 25-2-72 Pres. Geisl pediu Mrena atenderam ... ayr .ssiva e os areistas Mais não entenderam ... Disse o presidente Ernesto Gel sel: "... vn le lembrar que a sublegen da deve ser bem compreendida e apli cada, para não gerar radicalizações e divergências insanáveis que JJOBsam pre judicar o 1,usso partido. E px·e-::iso que não se <!f vem fossos profundos e largos, que inpegam a indispensável união de no~sos cr-rrellgionátios. É preciso que a luta não sej11 de natureza n criar lnimi ç0s, cde amanhã não se possam apertar as müoa, que se vejam Impedidos de co operar em outros embates e lutas que o partido venha a travur. Cuo81dero isso fundamental, uma necessidade básicu, sr:1 quisermos o partiJo realmente forte, pronto para novas lutas. em Isso ire moe. para o dlvlsiooismo, que tanto nos prejudicou em outras oportunidades. As silll, é oticessãdo ter sempre presente que o nosso nrlversllrio é o partido da oposição, o M D B sendo contra Pie, portanto, que devemos lutar ". O presi dente foi bastante explicito, perliu urna campanha de alto nivel, sem vulgarida des e burbarismos, mas a ARE .- de Bonito não entendeu o entendeu mal. As duas facções. ARE A I do Padre Ro oswelt e a ARENA 2 de João de Arru da, estão travando uma verdadeira guer ra de ofensas e quase partindo para a gressõe,s ffaicas. O ambieu.e em Bonito está carregado e se os ânimos continu arem "quentes·• poderá surgir até mes mo mortes, pois presenciamos cenaR de violência só não chegando as vias de fato pela interferência dos maii: "calmos". Oo «polilicos» andam armados, esperan do a qualquer mc,mento um ataque do outro lacto. E ínadn..i&sível um ambiente destes e esperamos a pronta iterven ço das autoridade,; militares, pois, a policia local não dispõe de mdos para coi bir oi; abu5os de ambas as partes. O que esquentou ainda mais _osânimos dos po liticos bo11itE>nses foi a presença na clda de Bonito de, hà pouco tempo, dos senhores José 1'ragelli, ex governador, Ruben Figueiró deputado estndual e senador Mendes Ca nule que prestigiaram um comicio do Pa dre Rooswelt uma •·r-esposta·• ao outro cao,liàuto (João Arruda) que recebe a poio do prefeito e do ex-Goveraador Pe dro Pedro i,iao. O ex Governador J. Fra gelll em comlcio pediu ao povo que afio "ouv!sse as prornessns de pretensos can didatos ao gov. "numa alusão clara ao ex Governador Pedro Pedrossian, e o prefeito Liel Jacques disse que o Gover nadur Garcia Neto não fez nadt1 para Bonito e que a esperança d,? melhores dias é a divisão do Estado, e um novo governador, dP preferência Podrossihn, homem que levo o otimismo, a união e u política de alto nh·eJ ". egundo Informações de cidadãos "apo litico ·• do local, o que e tá conturbando n polilica de Bonito são os ataques pes soais e a "Rivalidede entre os grupos Frugelli e Pedrossian. O candidato de l.iel, Joüo de Arruda, já foi p::efcito mu• nicipal e conta com o apoio dos pedros siauistas e o Padre vem re..:ebendo a po io lllaciço do Governo - haja vista a pre sença de um senador, ut deputado e um ex-governador em seu comício. ··Voce me conhece muito bem. Sabe que sou contra a violência e, aci ma de tudo, contra u calúeia e a ofensa. ão quero (como areniatR) ver a divisão do partido, mas a verdade deve 1er dila -O Governo do Es,ado Não colabo rou Com Minha Administração e talvez, no próximo ano, graças no Polocentro, Bonito vá receber alguma coisa·'. (Pre feito Liel Jacques ao repórter). Bonito: Um pés imo exemplo para a ju ventude, ja "desanimada cou a clsse politica", são os fatos que vem uc nte ceado na cidude de Bou.t:1. Os •·políti cos" Bo!tensos demonstram com i;uas atitudes detõconhtcer eru o Fignificado e o lcace da função pública. Somos fervorosos adept0s da Politlc) e não compreendemos, existi, ainda, lemen tos que buscam ''exercer cargo público•· sem preparo suf1l!iente e stm bagagem Política. Criticamos os doi,; cirndidutus da AHENA à chefia do Executivo, pela 'ind1fereuça quanto ao desenrolar dos a contecimentos" e, critica mosainda algun@ candidatos à Câmara, pelo totaldes conheci mento das regras priroári>ts, não digo da política, mas da Educação. Sim-o que a::ontece na cidade simpatia é simples mente uma falta de respeito ao povo que Não tem a Obrigação de Ouvir As neiras. Que João Alves de .A.rrud;:i e P.i dre Roo11welt -como lideres que ião, pro curem O, ientar os seus "adeptos" no sentido de Conviverem Harmonicamente com os "adversários". Quem comnnda necessita ter suco cootrole para nas ho ras de crise ser o exemplo a seus co mandados. É uma regra primllria e que em Bonito tornou-se simplesmente um utopia. Lá, a política é uma guerra on de não faltam os infiltradores para jo gar lenha na fogueira. Ridículo e sem nexo a divisão da Arena e, haja vista 11 prepotência de alguns políticos boniter,ses (que deverilim ser cha mados H·irrorvsos), parPce que Bonito Neceszitu do MDB para unir a Arena. Doa a quem doer, não podemos C!llar quando a consciência nos obriga a dizer a verdade. O prefeito Liel Jacques está fazendo uma boa administração, isso é inegável e flS 1- 1•i:: 'uaversaros'' d ve dam ver ,, traballl:, dos demais prefei tos da região para comprovarem esta usertiva. Não o mos a flivor de João ou de Rooswelt, so mos a favor de uma p,>litlca Honeota e Decente e isso é o que o povo quer. Visitams inúmerns residenclas em Bo pito e Mentimos que o Povão o - povo que vota - não está j coocorda.eúo com a "politica de guerra" 1• Um exemplo de po lítico u ser seoguido: Orestes Flores - jo- l vem e idealista, que procura minorar a pressão dos aconte cimentos e que, te mos ubsolutn certeza -não concvróa com a política de arma . na mão. Vamos ·•es-1 Iriar os animos e mostrar, pri'lcipal mente eos jovens-se us filhos -que a poli lica e uns nobr .. erte - necessária - e não um seara de ódios e violencias. É dificil folar com o Prefeito ... Devido ao movimento intenso, ine rente a qualquer redação <!e jornal, quando preclsawo, enviar i>.lgul..Lia coisa à PreI.-ltura, o fazemos por intermédio de carta levada em mãos e eudert:H,;ada ao Senhor Prefeito. Mas... (sempre exis te um MAS) o "funcionário da portaria" (ie) "às vezes" Não permite qur o uosso Porta<lur f11ca ,. respectiva entr .. ga. É lapossivel. e até mesmo prejudicial, dei ar um fuctonrio "LOTADO" na Pre deitara para AGUARDAR u boa vontade em a.tendê-lo. A cada dia que passa, r, Pedro Pedreira ca m.1is dificil entrJr em conteto com o cheie do Executivo. Alguma coisa ou "ai guém está agindo contra Ot! princi.1l01' das relações hum>tnas e, podemos garantir, ''não ,rnmos nós. Não temo tempo e muito menos "horário" pura ficarmos a disposi cão da Prefeitura para eotab11larmo os necessários contatos. Vamos mudar de A titucle? Ou entrará em vigor o regime do silêncio e do isolnmento? Segundo o funcionário que fica na por taria; "No é para atender mais os pedi dos do jornal". • e Inaugurada Sala de Cirurgia Jo Centra de Saúde ... (Bella Vista-Paraguvy - do correspondente) seu flho. Nossas con Com a presença de inú!...eras autoridades gratulações aos mé foi inaugura !a dia 25 pp. a Sala de Cirur dicos, prinacipulmen gia do Centro a.- Süde local. Antiga as te ao jovem Dr. Car piração do povo belluvisteuse o novo me los A. Ocariz. Ihoramento prvporc onará condições de melhor assistêucia ao povo paraguaio resi dente nesta frontei n. Foi com orgulho que " [),. et:•r do Po In. Dr. Carlos A. Oca riz, a srovo de en os sr-os. estercos ]TE Com eotusismo, r ·r.icums a destreza e capacirt:.idP. di, um cirurgião nn primeira cirurgia realizada no Centro de Saúde. Par tieipan..m da m<>sma ,·si rs. Ocariz. Oscar IRENI da Ros; e Carlus Nunes. Registramos a presença do pai do Diretor do CENTRO, que emocionado asalstia es t1abalhns de Tribuna da Fro1telra pagina 2 3t-10e PAH A VEREADOR riquevuer sem trabalhar. T'odas as emnas mI!hões do basilelros deenbolsam diuhel· ro, para encher a couta-corrcuto de uas luslguil'Icuatcs feliz1ndos ... e 011 cofre 1 do próprio govcruo. Accrtnr uu <':.portlva é mo dlíícll quo nem mosmo 01 que ll 1· dealiznram, dentro de um i.í11tcrna de raclo cíulo e de cálculos profundos «copiando 80 % da loteria esportiva dn Grú-Bretanhn, porque no Brusil 'nda se faz, nuda so cria, tudo se copia,,, obegam perto. 'Todo mundo faz onze pontos. Minha mulher, !Jll'J nunca foi 11 um estádio porque ela tem/ o que fi.zer em casa -. todas as ,icwat· '. nus faz 8, !:1, 10 e 11 pontos. Os 13 pontos ! que é bom, bulhufas! Cadé Oi'l "expirtos' do "esportfl bretão"? Será que os cobras não chegam nem perto'? Cadê Vicente Feo la? Os cartolas do Rio e SP? Mário Am~ rlco «que sabe de tudo», Jacinto de Thor mes? João Saldanha? Armandinho Marques ('li, ai!). Cadê os Julzes? Os comentaristas'! Silveira Neto, Osvaldo Viana. Cadc Pelé? Onde estiio os trl-campeões'? . . . 10 rá que ninguém acerta? ... O diabo é quam vai nest11! As casas lotéricas vivem constaofemente cheias de ap(lstadore11, cada qual o mais subido. No domiugo, estão todos com u ca ra de André. É melhor pegar este dillhelro e beber cachaça. Assim, pelo menos, 03 perdedores da esportiva estão sabendo p/ onde a grana vai. Hoje, dois casos relaclo· nadas com loterias: 1?)- Uma velhinha ch- mada Mary Brown (Maria Marrom), po, / ma destas guinadas doidas do destlnll, "arrastou" o premio maior da maior lote• ria dos Estados Unidos, em Maryland, no dia 19 de dezembro do a!!o paaaado: 6 mi lhões de dólares, ou seja, cerca de 42 mi· lhões de cruzeiros novos, ou, ainda, 42 bi lhões do, velhos. Mrs. Brown, com 77 anos / de Idade, nunca havia comprado um bilhe te de loteria. No dia 14 de dez. compr"u o de n. 0 09234256, série J. Não deu outra coisa. É tanto dinhtiro que o gov. n te americano tomou a lnlclailva de pô-lo -;ob sua custódia, no General Bank of Was!.J.u· gton. Pra que tenha uma idéia do vulto desta importância, basta dizer que, só o juro, na base de 1,87 %, dá para compre por mês, setecentos ,automóveis Chevrole., (,, 75 {no preço de Detroi). Perguntada na TV-NBC de Nova Iorque, se tivera algum palpite, a velhinha disse: "Eu sonhei que via so· , bre um altar um candelabro com sete ve las. No chão, havia. mah sete candelabros iguais. Aí eu multlpllquei: sete vezes sete ' cineoenta e seis (7 x 7 - 56). Sai de caa e comprei um bilhete terminado em 56. Foi só a conta ... " - Aqui também é o ca l so de se d.l.zcr: a velhinha só acertou por-1 que errou na multiplicação. 2 9 )· Anna Vago, caixa de uma firma de Milão foi condenada a j dois anos de prisão, por ter desviado J,5 milhões de liras da firma em que traba lbava. Interrogad:i no tribunal, Anna con fessou-se uma grande azarada, pois a dois anos começara a desviar quantias do cai· xa, a fim de apostar no n.o 71 da loteria Italiana. Aos poucos as apostas iam 1en- do aumentadas gradativamente, mas o 71.:_ )' Jamais deu o_ar de sua graça. No dia se- , guine á prisão de Anna não deu outro 1 bicho: lá estava na loteria Italiana o es pírito de porco do 71 ..... t i----------------------1 llRMllZENS GERAIS U· 1 -O ASRICOll l TDI . .. Uma F; Q · uma ue A1uda Construir a Nova BELA VISTA" Crescem11s de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e Avenida Teodoro Sativa o Pova Belavi&tense " "" " """· mo«·«-t a sra Atanazio de Melo (Atanazlnho) - M.D.B Nº 2203 • para vereador Monclar Rosa Correa N.O 2.201 1 r • para vereador ILDEFONSO PINHEIRO N. 2204 M.D.B. Cft !JHD TOS OI IRENI DA)D 3 0N)IM) DA OLJ/212.2 €a#os €e»yrun)ião O$2.A1DO Y0RI) eY ; 4A302000 9A930$4 010A€Y3 A±$ 92393270 A%0N O )L 0) 9N)2$ L)7G )931 18172 LA8.22))2123.2 3))y.2D0 D 3A3O$ J0$é 20A0U12 2±R3±1A SO7O J0é S2ALICIO Da &os14 0023 002$ 00ã0 1)070 LA12 9y' 2109 3y 2902 9y' 2908 3y' 2103 9y' 2903 9y' 2103 9y' 2907 98' 2903 3y' 2909 9y' 2010 01' 2839 LOTERIIS Os cantadores do norde- te brasileiro costuram repetir esta estrofe: Pedir dinheiro emprestado A quem não tem um víntém, Ê fazer careta a cego, Correr na frente do trem, Sacudir pedra na lua ... Esperar por quem não vem. Este "esperar por quem não vem", literalmente quer dizer: espe:rar por quem não ficou de vir. Quem quiser dur-se ao trabalho de aplicar dent"ro dos números de loteria esportiva o cálculo das probabi Udades, concluirá que é Inútil tentar acer tar, porque n. posslbllldade eviJente é de 16 ucertadores pura 35,000.000 do apoEtado res, Isto é , de "6rradores". Por isso que h~ quem diga ser a loteria esportiva a maneira que o governo encontrou de co brar imposto de renda a quem está Isento. Como os rios só correm para o mar, po de quem quiser verJftcar que, mesmo na loteria estadual, ou ainda na federal, só ganha quem e rico. Ou, pelo menos, quem não é pobre. Mas vivemos na doce Hu e!l.o de um dia faturar o "bolão" da es portlva. Está bem coerente com nossa for mação mental; o negócio do brulleiro é en Colégio de Grão-Mestres da Maçonaria brasileira Diário de Cuiabá, Os iat«grantes do Colégio de Grilo Mestres da Maçonaria l:lrnsileira entidade que congrega cerca de 500 ljas maçónicas em treze Estndos dm Umilo, em encontro realizado na cidade de Cuiabá, capital do Estado de Mato Grosso. no qual foram examinados assuntos referentes à con juntura nacional, conturbada pela aceleração do sur to inflacionário e seu, consequentes reflexos na vi. dn 16cio-econômic11 do País, deliberaram fazer n pre sente proclamaçào, por si considerarem, como urien tadores de uma apreciável pnrreln de brasileiros, também responsáveis pelo equ,,cionnmento dos pro blemas pátnos: Verificamos que II Nação Brasileira alrn'eHn um período diC!cil, face à contínna ele,·nção do cus to de vida e a pressão que ela realizn sobre umo grande parle da populaçào, que se ,·ê prirnda dos mcioe neccssnrios de sobrevivencia. Considerando que a• CAusa• da atual problemática são tanto de ordem estrutural como de ordem conjuntural. o que as re monta a um longo período de tempo, concluímos que não podem elas serem removidas II curto prazo, as sim, como. independem de uma açào puramente ªO• ernamental ,por mais sibia e decidida que seja. Por esta razão. opinamos er imprescindível e inadiável u ma ação conjunta de todos os brasileiros, unidos por uma objetivação exclusivamente patriótica, sem qual quer conotação político-partidária. no sentido de com bater a inflação degradante e avassaladora. A viaão qnc tivemos do E.t de Mt, através de exposição de seu ilustre Governador, na qual foram revelados índices de desenvolvimento alentadores, in duziu nos à renovar nossa confianç.n na imensa potencialidade do País, conscientizando-nos de que só mente co'?'? pr.ro>1dode e dedicação se poderá vencer a fase cnttca que se no, opõe. Por este motivo embora ,nihamos difícil a repressão de sentimentos moldados em concepções antngon1cae. pnnc1p:1lmcnte cm momento que se pro cura, através das urn .. , uma definiçào política não con1_1deramos impo•sível a resposta dos verdadeiro, patriotas à presença conclamação, pois ela concreti. za uma leglt1ma asp1rnçilo nacional. Aasim sendo, cônscios de nossos deveres para com os mdçona e ~e~ furuiliues, hem como para com todos os brasileiros, manifestamos nossa f& nos destinos nacionals, desde que todos. em seus re•1;1~cuvos setorea de atividade, assumam a respon aabilidade que lhes compete para, como honesíida de_e_inteligencia, promover ó aumento da produti. vidade e duetplinar o consumo de hen, não e•sen• ciais, a fim de que, com uma melhor repartição da nq_ue~ •eJmm reafirmaClo! os postulados da liber dade, igualdade e fraternidade. Altevlr de Alencar 1. Bela Vista • M1'. Trlbu11a da Frontelri: 31-10-76 ______ ___,; _ INDICRDOR PROFI D. JOllCYR M. MOREIR Médico - Veterinário lllD[R[CO: Cm n.o !O - Vila Wlilar BHA VISfA Dr. Everaldo a. Rocha M[OICO • CRM 400 MI Endereço: Rs. R. Cel. Ponce 856 Porto Murtinho Mt HAR0LDO MEDEIROS úAD - MT !183 Cl'F 008-29-'>870 Rua 15 de ovembro 177 - Bela Vista Ora. Maria !!parecida 1. Grella Cirurgiã DenHsta (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral "Consulto com hora marcado" Rua Cel Juvêncio 225 Jardim Mt Dr. Joã, e. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 1° andar, Fone Residencia. 4-43 5 Campo Grande - Mato Grosso Dr. Horacio Cardin dos Santas Cirurgião Dentista RUA DR. r□RIO l:IURIIIIHO comn. SERGIO ROBERTO PERU!I! ADVOGADO Z$€)1O)0 Rua 3 de Outubro (ão 0 DA €C)21322») Bela Vista Mato Grosso Dr. GIL MARCOS SAUT AD)0620 08/41 $5 Rua ln. Mm'ij M. 032 %II! - IH Dr. José Atanasio Neto Advogado Escritório: Av. Duque de Caxias, 78 Jardim Mato Grosso lnacio Guitte Melges C.irurgião - Dentistc C R o - 126 -- MT Atcn<le-•c relo INP • lPDIAT • IPA 'E Rua Duque de Caxias - 289 Jardim - MT. 5 Laboratorio de Analises Clínicas llr. Ciro BC'nhur 'l'orn•s (i,11!0 l'l ! 1 Hlioqaímie- Hematologia - Bacteriologia· rináli«e H'ara-itologi· orologia Tos6pl·mo-e· Liquorlogia Cultur.1 de l r111:i - Diag. Chaas· Enzimol+riu Pc1ra Vereador Nivaldo de Barros para vEreador Gctulic, Lín<> 2 .1 t!iJ Bela Vista H.o 2202 ---------- , 233 Para ereador -$2-+08 980030308@& -+ G+±-< GcG&9c.- G 3 5±±&30os93080-9±0~ Móveis Avenida Duque de Caxias, 446 DEl 1 Díi(·::K•)f,t8€<-:c.,:;-::,;c;;:,;,.:,;,;:;)E!(-;:E(l #GG3-G---#--±G --0d-s±o<;-0-+ Estofados . Eletro-domesticos em Gera! SINTOS E ZANCDNELLD LIDO JARDIM Mato Grosso LVDll . Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso' Escrito rio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Po ,tal ít, e:4%10] LfiHCHES O ponto de encontro da Socle dade murtinhense Rua Dr. Correa N9 562 Porto lJur 1inho Mato Grosso ---· -----··--··----- ------------ L D ■ Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas - Adubos e Inseticidas SEM±NyT2$ €±RI?IDA 33R2Nyr23)/2 KClUJ)O Z?123) Rua Crispim do Rego, 180 Rela Vista Maio Grosso ---------------• .... Bel VIta - ML, Tribuna da Fronteira pagina » 31- J I t Para Vereador José Slmpli<io da Costa Marques ARENA N. 2110 para vereador Hermito de Souza REI 2302 Laboratório de Análises Clínicas "Louis Pasteur'' Cx.- Postal: 4- Fone:1!í2 - Jardim - MT Mais uma opção como auxiliar no diagnós tico em urgencia Médica, atende-se a qualqurr hora do dia ou noite. Técnico - esp. Luiz Gome Bezerra. Farm. Qumio - CKF • 20; 065/02 cinco de novembro Nasce Rui Barbosa DIA DA CULTURA CASA DO ARTESÃO 1 Quando bate o vento sul Que até o sol esfria Sómente meu poncho zul Consevu minhc leria Poncho o touca do Arlr·sfio Trazem sol pro coração Na minha cuca não ia.. lrmilo. CASA DO ARTESÃO D Pedro Jo,,é Palruieri r. Advoca<ia Agrária ., l ! J·. .1 t-. '..o,i para vereador Sebastião Godoy lREND €A03€01 MT. para vereador Tirson Ferre ira Leite BRENI i para vereador Arlon Xavier • Brum 2205 O dia 5 de novembro é- o dia consa grado à comemoraçil.o du r•ultura brasllel ra. Foi escolhida eRt'l d11ta por ser o dia do nascimento do genial Rui Jiarbosn em 1 49 em alvador - Bahia, tornando-se mais tarde sem dúvida nenhuma a maior express!lo da cultura que até hoje existiu em nosso pais. Estudou direito primeiro a célebre faculdade do Rcile terminando su curso em 8.)2. "Desde a mocidade, a começnr pela cam panha abolicionista, pois a su~ privellgla da inteligêneia e a sua variada e opulen ta cultura a serviço de causas nacionais''. Na 2.a Conferência Internacional de Haia (Holanda, 1907). em que tornou parte, co mo embaixador especial do Brasil, foi, no tável entre os mais notáveis pelo talento e pelo saber. Advogado, jurisconsulto, po lítico, orador e polemista de inegotáveis recursos. Represento! o 1:>eu Estado no 'e nado Federal desde os primeiros IE>mp.;,; da República. € um dos grandes classices da l gua. Foi membro da Academia Brasileira de Letras e seu presidente. É o mais co pioso dos nossos prosadc>res e 11111 dos mal! pu/eitc>s e opulentos manejadores du nossa lingu pois que a sua pena no jornal, nn tribuna nos livros. nas cartas e nos pareceres ju ridicos deixou cabais exemplos do seu ex traordinário poder de expressão verbal. Rui Barbosa morreu cm Petrópolis, Estado do Rio, a 1° de marca de 1923. Tra zldo seu corp~ para o Rio de Janeiro, seu enterro foi uma das maiores apoteoses que se verificaram na antiga capital. Quan do o grande Rui morreu, no dia l° de mar ço de 1923, os jornais assim se referiram ao fato: "Faleceu o maior dos Brasileiros" Jornal do Brasil ''l:!rasileiros em Funeral: Rui Barbosa A Apostolo da Liberdade - Morreu ·•o Combate" "A Morte do maior Gênio da Raça: Rul Barbosa"- A PAtria "Apagou-se o Sol'' - Gazeta de Noticias Curiosidade: Rui Barbosa adorava o ci nema e ia quase todas as tarde assistir lilmes no Cinema 1deal, na rua da Carioca Depois de sua morte, e durante trinta anos o Cinema ldeal conservou cativa a cadei ra em que Rui se sentava, com esta pia ca· "Rai Barbosa Francisco de Assis Diniz Ratlficaçiio Tilulos Terra Fuix11 Frontci:·,1 Hua 15 de overnbro. 160 Bela Vista Mato Grosso Dr. Ivan Alonso da Casta Marqves ADVOCACIA EM GERAL Roa Voluntário da Patria, 376. Fone 210 Mato Gro lRO ) 1-.----------------~ Bela Vista SEMANA DO LIVRO O livro é um dos nossos melho res amigos. Trans mlte couhecimentos, dá mulor clareza ao entendimento, nos proporciona ma iores possiba!dades, é um amigo que es tá sempre á noss11 espera para nos a judar. Por não eaber ler nem escrever O individuo muitas ve zes inlellzmente é enganaào e explora do. Se as condições de vida do Analla l:ieto Adulto ou ado lecente é para 11s suas po.;sibilidades de vencer, veremos que por não sabe rem ler' encontram uma série de dificuldades rara vi ver. Na atualidade, com a descoberta TRBTOREST - COMERCIO DE MIIQUINDS E IMPLEMENTOS GRICOLA Adubos TAMOIO e inseticidas - ur: $aso tiisi d ie» 3i Sementes seleciondas Bela Yisla Maio Grosso IGRO INDUSTRHIL BELA VI TI Nascemos para Servir e crescer Madeiras de toda a especie (Peroba. Jaobá, Ipê, etc) - pronta entrega - Bom preço Destaca - Terraplanagem - Açudes - Embeiramento ""dovla Bela Vista- Antonlo João KM 35 da imprensa os li· vros toraram se po pulares, pois OR r· • nuscrltos e o arw !: 1 1 batismo eram qw..·· J no total o muior li- vro. A primeira l· : blicução foi a obr 1 de Sílvia Lisboa: O» servação sobre• Comércio do Br~su.,,~. 1 .. -,, De 23 a 29 d) Outubro comemora se a Serr.ana. do B; :i sil. Sirla :u~!:sA~orrca li Escult. Do Posto Cultural. gzzpE@z@e] crístovão , de Theobaldo · 1 / Amaral { Lav_a~em _ I , Lubrificação ig Troca de ÓleJ 1 l Rorracharia 11 Balanceamuelo •,, de Rodas I Fu Conde dr I Porto Alegre s: I Bela Vista I :fato Grosso ter tese eu«alar Cr$ 2,00 r Bela ViRta • M'l'. Tribuna du Fronlelrn ---------------------------~----- -----------· ·- ·--- --- ------------ CURRICULUM Vil E - José Joaquim ferrelrn Souto 1 j 1 ~ , ' suas tropas e as baianas dos Coronéis Franklin de Alburquerque e Horacio de Mato!', que u obrigou rnlernar-110 na H.epu blica da Bolivin. Por esse merílorio traba lho e putrlotiAmo, mereceu os maiores elo gios dos seus chefes, do Guverno do Esta do e da Imprensa do Pais, noladamonte a do Estado de M»to Gros»o 13 - NeAse ano ele 1927 deixou o comando da. Guarnição e recolheu·r-P. ao Quarlt>l Oe neral da C'ir. já sob o Comando do Gene ral Jose Vitoriano Aranha ela Silva, no qual serviu até Noverubro de 1930, qunndo r e q u e r e u e x e l u A 11 o do Exer cito para tratar de suas atividade particu lares, sendo-lhe condedld,1 pelo Sr. General Ministro da Guerra em 31 de Dezembro de 1930. 14- Como Ex-tenellte comfssionado d.> Exército Nacional, pEl.'tencen uo 11. 0 RCI de Ponta Por!l. Com mais de 12 anos da serviço, conta dobrado o tempo de Ser vlço de Guerra prestados nos Estados de r.t'l', Goiás, Minas G. e SP, comundando tropa.em operi.ções no lot.-rior do País; 15· Serviu adido ao Quartel GenPral da Circ. e asi-umiu ali os cargos de Cmt da c.scolu, Delegado lilitar de Policia, Au xi!iar do Serviço de Engenharia e Secre tário da Junta de Allôtamento Militar. 16- Na vida civil foi comerciante, in dustrial e proprietário de tr&.nsporte auto motor que fazia transporte de cargas do Exército e do Comércio para as guarni ções e praças de Bela Vista e Ponta Porã; 17- Ingressou na política quando da Revolução Paulista de 1932, tumando par te ativa no movimento contra a Ditadura de Getulio Vargas; derrotada a Revolução sobr!:lviveu ás perseguições tenazes de se us ad versárioti, sofrendo prejulzos econo micos totais, tendo nessa ocasião operado em Bela Vista e região de Plo. Murtinho, também comandando tropa na tomada rle liela Vista como no atlque áqtJ.ela cidadfl; 1 - essa Guerra, formou se ao larlo do grundt1 U11l. Kllnger que o mandou bus car ern sua casa, reveldndo-se de grande capacidade de organização nas missões que lhe fura confiadas, nas quais demons trou sangue frio e grande poder combati vo; 19- Em HJ33, depois da anisti&. do Gover no didatorial, ajudou a organizar, em Campo Grande, o P11rtido eonstitucionalis• ta fundado pelos companhsiros de luta. Dr. Oolor de Andrade, Eduardo i·Iachado, Manoel Joaquim de ~1craes, Laudelino Bar celos, Ulisses de Lima, Leonardo Corrêa [autenomista] e tantc,s outros companhei :,:os de jorn11da democrática que eram va lore« da época, mais tarde aderindo todos a Aliança Libertadora Nacional, chefiada por Antonio Carlos de Andrada, de MIas Gerais; 20- Em 1934 transferiu definitivamen te sua residencii. de Campo Grande para Hela Vista, onJe montou industria de ma deiras com serraria, carpintaria e constru ções, tomando parte saliente nas constru ções· do Colégio Sto. Afonso e Hospital S. Vicente de Paula, tendo dedicado a este seu maior interesse; • • ... 21- _Em 1944, tendo vecdido sua má quinaria a CER-3, foi seu Diretor na indus tria ali monbda, tendo tarnbem fixado em N1oaque • industritJ. de serraria própria parà atender a construção do quartel do atual 9 G.A. ali sediado quando então montou e instalou luz elétrica na cidade, ainda na époea do Territorio de Ponta Porã; 22- Ainda tiro Nioaque, em 1945. fi liou se á União Democratica Nacinnal, a cujo partido esteve ·ligado atê 1966; 23- Ainda na UDN foi candidato elei to vereador no quatrienio 54/58, nesse a nu db 1~58 101 candidato a deputudo á A~s,l'lmb1éi:l .Legislativa do E:'Lado. pelo mesmo Pa rtldo; 2.4- Em outubro de 19G1, foi nomea do Delegado de Policia d., Rela Vist>1, deixando o cargo a 30 de Janeiro de 1963 pi ss,mmir a função á Carnara de Vne:i dores de Bela Vista, pur ter sido eleito pela 2. vez ninrln nela UDON, fo: Pr si!e te do Dlretoriu ,Iunicipal do Parlidt, du rante 2 anos; 25- Em II de Novembro desse uno d.· 1953, foi nowl'laclo Promótorinterino da Comarca de Bela Vista, carga que exer ceu até o dia 2 de Fevereiro de 1966· 26- Atualmente pertence ao Di~etó rio Municipal da Arena. do qual foi Secre Naclonalidu<le: Brasileira Naturalidade: C/'ceres-ilu to Grosso Nasceu em: lG de Novembro de 18!lli Estado llvil: Casado Flllaç1o: Antonio Theodot·o Ferreira Souto e D. Paulina da Costa Souto Profisssão: Atualmente funciouario civil do Est. de Mato Grosso. Sec. da Fazenda. Instrução: Curso equivalenla ao 2° grau, do 1:01. São Luiz, dos Padres Franclscuuos (8eu maior conhecimento foi adquirido no Exercito) • 1 Sendo de familia modesta, muito jo vem ninda começou sua lula pela vida njutlando seus pais; inicialmente na indús trla m,Hlere'.ra e rle construção. 2 • N11 sua infanciu pobre fêz os cursos de instrução que naquela época correspon dia ao 2 grau utual, conqui:tado uo Colé glo São Luiz cios Pt1dres Fronclscunos e outros particulares, vindo a (aproveitar) aprimorar seus conhecimentos quando uo Exercito Nacional. 3- Aos 14 anos começou sua luta pela vi da, para ajudar a familia, escolhendo o ra mo profissional da marc ·narlu e constru ções: 4 • Foi conscrito do Exercito em 191 , ser vindo no 13° R.l. de Corumbá. Posterior mente snrgento depois de meses de pra ça e C0'1curso regulamentar, passou a ser vir no Quartel General da Cie. Militar. no qual teve a oeu P.ncargo funções de res ponsabilldu de; transferindo-se com ele p1 ra. Campo Grande em Fevereiro de Hl~I: 5 - Depois foi transferído para a Artilha ria, Rervindo nv 5.o G. 75 de Campanha. sediado em Campo Grande e finalmente . para a cavalaria, incluldo no 10.o R.C.I. em Abril de 1922 6 • Tomou parte 11tivn 0(>SSe me ·me• ano ao lado do Governo Arhur Bernardes con tra a Revolução da Escola Militar e p:J rte da Guarnição de Mato Grosso que acom pauhou o General Clodoaldo da Fonseca, lendo papel destacado na contra-revolta, recebendo do General, já preso. os maio res elogios e incentivos ao respeito às íns tituições nacionais, como Y .nha fazendo; 7 - Perttuceu no , 2º Esq. do 10° R.C i que tran;;ferldo Pm 1923, , serviu de ·oucleo para E orga_nização do então UQ R.C.I, hoje liº R.C c..l :! Ponta Porã, ainda no posto de 3° sargento; 8 • Nesse Regimento fui suce_ssivamente promovido em 19i>4 2e ' sargento no curto espaço de 3 mes ·s durante a revol:i Ç!io Paulista: 9 • Em 1!)25, no mês de Janeiro foi prómo Vido a sargento ajudante por inestimaveis serviços prestados ao Exercito: 10 • , t;, e 1G de Maio desse ano, defon deu, na Cabeceira do Apa, com alguns companheiros, o Depósito volante do Regi lUento que foi abrutamente ata"ado pela Col de Cavalaria do Capitão João AI berto, merecendo, por esse 5ato e outros, Promoçã.> a.u oficialato, por ato de bravu ra, viucto a ser, então, 2º Tenente em co tnlssão proposta do Major Bertoldo Klin ger, Cnt. das Forças em .Operações • uo Exmo. General Alfredo Melaa D Angroae, Qmnt. da Gü-cunscriçiio Militar d.• Ct1rupo Graude, homologa/a pel Sr. Mi+istro da Guerra· ll - Chama lo a ordem deste General ao seu Quart,. l G,1!. eu: Julho de 192.'>. u~surniu o comando clt! numeroso contingente que o l>erou cc,11tru a c,;luna de Luiz C!lrlos Pres lt•s QUt- iucursionavu no interior do Pais: l2. De Juuelto de 1926 a Junho de !927 foi cornund!rnte d,1 Guarnição de São Luiz de Cáceres, organizrndo uli, a resistencia e defesa. ela cidade por ordem do Coman ,lo da circunscrição e apelo do Governi: do Estado, contra a coluna Prestes que tentou ameaça-la. sendo derrotado por tario na estão ps+ada; .. 27- E atualmente funcionario ivil da Secretaria da Fazenda do Estado de MT. lotado na 10.º Delrg-aela Executiva Regional da Fazendo, com Séde em Potu Porll; 28- Em Mato de 1925, conquistou a pro moção uo ofelulato, em comlssão. "Por Ato de Bravura" na batalha da abeeeira do .'po. nos dias I» e I} dese mes. 2G - Ao ser dispensado do Comando de Forças Putríóticak de Cúcerei<, recebrn a serruinte citação tlogfc•sa, puhilcaéa no jor nj ·o Democrata", de 78 de 2 de Ju uho de 1!)27: (,Jornal pubJicado em Cui:!b1) Um Documento Honroso Apruz-nos inserir m novsns colunas o Boletim do ''Des:ue,1meuto L• ste" reto rente ao destemeros e distinto cotado uno Sr. Tem nk Ferreirn Sc-uto. Nos momentos anustioos de Cácres Yoi ele o pulso forte e inteligente que guiou st1biamenle aqut>l<-' punhado de bru vos patriotas cacerrnces. opondo resistn eia e perseguindo os 1ebeldeR de- Pn !:!les, correspondendo assim, ao aµ.Jo então l'or mulado pelo benemerito Governo do Esta do em defesa das ir;stlrniçõ i:; rt'publitio nu e do susego da fut.ilia magros ense. O Sr. Tenente Ferr, Ira Souto, l , ,1 'J em tão boa hora, no comando dus Ir€as patrióticas de Cáceres, pelo Exre. :r. 'Ten Cel. Sampaio, se portu tão glhurdu e bravamente naquele posto, que o i;t'U no me se lmcreveu na füta dos patriotos 1.,t:i recedores du gratidão do povo matogros sense, e especialmente d+ fanlla caeeren se bem cvmo do Exmo. Sr. Dr. :Ta!Ío Cor rê~. São estes, os termos honrosos do Bolet!Ul: . "Boletim nº 8-1, do Destacamento Leste Guarnição e fronteira de 0 Luz de Coa ceres F.O. em Mato Grosso - 23 tle Abril de 1927. Vil - Agradecimento e Louvor - 'fendo si do extinto, por ordem rnpe1for o Grupo de Patriotas dP.i;ta cidade, cumpro o grato dever '1e 11gradecer o 2° Ten. em comis~ão José J. Ferreira Souto, ex comanJante daquele Grupo os inestimáveis serviços que prestou à legalidade, de um modo ge ral, e em particular a este Cl 1mando, á frente daq_ueJe.; elemeutos que reuniu para defender a familia e a Hepublica. E louvo a sua itude de Oficial ín teligente e de iniciativa. de vontade e ener gia, revelada nos momen:os criticos de Cá ceres quavdo se houvu na altura dos mal ores elogios, fâzenc'o-se credor do ótimo conceito dos chefes, particularmente do Exmo. Sr. General Cmt. da Clrcum,críçâo Militar, como tive oportunidade de E:entir. Que o referido oficial prosi.-iga na sua carrelr a com o meRmo entusiasmo e dedi cação, trabalhando pelo -Exér~ito, como vem fo.zendo, deixando eloquentes traços do seu trabalho-· honesto e inteligente algu rua.-: vezes anônimo mas poo~lsor. Cap f'in to Pacca; Comandante. Confere. (a) Gusta vo Muller, 1? Ten. Fiscal". Bela Vista, 9 de Outubro de 1976. José Joaquim Ferrc,ira Souto N.o 2.109 - ARENA Po-<ler Es!. de Mot:> C;o.;;<, Comarca do B. Vista Cartório do 2 Oflo Edital O rir. 'ali.-r ],,.{> l(,,.!·ri u es Contrrena Juiz de llin·ill• ,la (,(Jlllll<I'~ clr Deli Via, E-t. de IT. na forma da lei, ete. . FAZ SABER a todos quunto o pre senti' Edllul virem ou dele couhecimon to Ih ('J'(}]ll que, ll!l i-úde dl!sle ,fulw, no E llíleio do l"orum a Sal das Audr·nela, no rli 1 09 de novem bro de 1.976, s 9,00 horas, o Sr. Portei ro <.loH ;udJtódoi; ,Joi1o llilurlo Pereh·n levul'cl u pdmolrn praça dos bens pe nhorados na Ação Ordinária de Cobrança, requerida por Indústria Aro Pecuítia, contra Ma mel [a ero ano, en frite pio I ui z o de }r e - i d «e n ! e Venceslau, E-ado de à » l'uulo, e par',, ,., rnll/,1 ·,uda praa dei,gnuo o da) e teubro de 1, . s u) hora·, no mreno local, para o eguit,te b.o pt.«it+to' do; lôo (dou.s ii e trezentos t +eis) l.tua res de terras pastais e lavradia·, na posse Mor. rioho, clcntro cl<Ja limites da antiga Pose Ití, que l<'rrt r. ('oufi:;tlrução ele um pligno irregular de ,idamente reg.i•trndo no legistro de Imóveis de- ta comarca ob n.o. . . t6.09'2. fl•. 126,'·li,·ro 1-1. e aniliado por ·;ciEcen· tos e cincoenta e tre mil cruzeiros .. , . (CrS ... 65.3.000,00J. rnlor por quanto ,erá le,ado a pru ça pi St."r arrematado. pi <Juern rnuior oferta oferc cer acima da avaliação, sendo feita a venda à vi» to, ou mediante fiador idoneo pelo prnzo de Ire,; dias. E., pi <JUC uin guem alegue ignorância. expedi o preente Edital que erá publicado ua Imprensa Oficial do E tado e duas veres em jor na! diário, no forma da lei. O que Cumpra cum inteira obscnãncio da.s prescrições le:;uia. Dado e pasado nesta cidade de Bela Vista. Est. de }l'f, aos dez dias do mês de ••lembro do ano de mil nuvccentos e Eetenta. e eis Eu, Goeth Escobar Nune::, Escri ,·ão do Se gundo Oficio, o fiz doti lografar, subscrevo, dou fé. Dr. Valter José Ia drigue8 Cootrcra Juiz de Direito. para vereador Oscar Ferreira Leite ARENA 2303 Caracol J • e - Reis Vl11l.a - Mt. Tribuna da Froolelra LOTERIAS Os cuntadores do nordes- t.e brnellell'O costum11m rrpt,lÍl' eata estrofe: Pedir dinheiro emprestado A qul'ID uão tem um vintém, E' fazer careta a cego, Corrl'l' nu frent<' do trem, Sacudir pPdm na lua ... Esperar por quem não vem. Este "esperar por quem níio vem", llternlmente quer dizer: esperar por quem não ficou de vir. Quem quiser dar-se ao trabalho de aplicar dentro dos números de loterlt esportiva o cálculo das probbi 1ldade11 1 concluirá que é Inútil tentar acer tar, porque 1 posslblllducle evidente é de 16 acertadores pbrn 35.000.000 de apoetado res, isto é , de "erradores". Por isso que hà quem diga ser a loteria espurllva a manelt·n que o govarno encontrou de co brar Imposto de renda a quem está Isento. Como os rios só correm para o mar, po de quem quiser vo1 lhcur que, mesmo na loteria estadual, ou ainda na foderul, só ganha quem e, rleo. Ou, pelo menos, quem não é pobre. Mas vivemos na doce llu- s!io de um dia ruturar o "bolão" da es portiva. Está bem coerente com no sa for moção mental, o negócio do brasileiro é en rlquece1· sem tTabalhar. Todas as semanas milhões ele b~lll,lleiros clesenbolsam diuhel· ro, para encher a conta-corrent1:1 de uns lnslgnlflcanteti feliz11 rdos ... e os cofres do próprio governo. Acertar na esponiva é tilo difícil que nem mesmo os que a I· deallznram, dentro de um sistema de rac,o cinto e de cálr.ulos profundos «coplaneio 80 % da loteria esportiva da Grã-Bretanha. porque no Brasil "adu se faz, anda s.., cria, tuto se copia», chegam perto. Todo mundo faz onze pontos. Minha mulher, que nunca foi a um estádio - porque elo. tem o que fi.zer em casa -. todas as 11ema· nas faz 8, H, 10 e 11 pontos. Os l3 ponto,;; que é bom, bulhufas! Cadê os "exportes'• do "esportt> bretão"? Será que os cobras não chegam nem perto? Cadê Vicente Feo la? Os cartolas do Rio e SP'? hlf1rio Amé rico «que sabe de tudo», Jacinto de Tbor mes? Joil.l) Saldanha? Armandinho Marques (ai, ai!). Cadê os Juizes? Os comentaristas? Sllveh·a Neto, Osvaldo Viana. Cadê Pelé'? Onde estão o· trl-cumpeões? . • • se rá que ninguém acerta?.. • O diabo é quem vai nestt! As casas lotéricas vivem constantemente cheias de apPstodo1 Ofl, cada qual o mais sabid • No domlugo. est1lo totlos com a cn ra de André. É melhor pegar este dinheiro e beber cach..1ça. ,si:lm, prlo menos, os perdedores da esportiva estão Babendo p/ onde a grnna vai. Hoje, dois casos relaclo uudos com lotel'las: 1%)- Uma velhinha cha- mada Mary Brown (Maria Marrom). por u ma desta11 guieadas doltlns do destino, "arrastou" o premio maior da maior lote ria dos Estados Unidos, em Marylund, o dia 19 de dezembro do a!!.0 pu6aado: 6 mi !hões de dólares, ou ~ela, cerca de 4'2 rol· !hões de cruzeiros novos, ou, ainda, 4.2 bi lhões do11 velhos. Mrs. Brown, com 77 anos de idade, nunca havia comprado um bilhe te de loteria. No dia 14 de dez. comprou o de n. 0 09234256, série J. ão deu outra coisa. E tanto dinheiro que o gov. norl1 americano tomou a lniclailva de pô-lo sob sua custódia, no General Rank of Washin gton. Para que tenht uma idéia do vulto desta lmpo1 Ulncia, basta dizer que, só o juro, na basa de l,87 %, dá para comprar por mês, setecentos outomóvéis Chevrolet/ 75 {uo preço de Detroi). Perguntada na TV-NBC de ova Iorque, se tivera algum palpite, a velhinha disse: "Eu sonhei que via so bre um altar um candelabro com sete ve las. No chão, havia mal? sete cnndelabros lgu11is. Aí eu multipliquei: sete vezes sete cincoenta e seis (7 x 7 - 56). ai de casa e comprei um bilhete terminado em 5G. Foi só a conta ... " - Aqui também é o ca so de 8e dlztJr: a velhinba só acertou por que errou a multiplica o. 2º)- Anna Vago, caixa de uma firma de Milão foi condenada a dois anos dA prisão por ter desviado l'), milhões de liras da fima em que traba- lhava. Interrogada uo t, llmoal, Aunu con fessou-se uma grande zarada, ois a dois anos começara a desviar quantias do cai xa, a fim de apostar no n.o 71 d,1 lolc-ría Italiana. Aos poucos as apostas iam en do uurnentudus grudutivanH 1 utc-, IDLLll o 71 jamais deu o ur de sua graça. No dia guinte á prisão de Anna, não deu outro bicho: lá e tnva na luterla lt11llrurn o ei; píl'lto de porco do 71 .•• Allevlr do Alencar Casa Pecuarist d Pro.lutos eterinrl e Agrieohs, Ferra Artigos de Montar'a e Materiais de instrução m G..I v. Duque do a xias - 606 Fone: 157 .Jardim Mato Gros: o DR. ISftAC LEMO PRUJRNSKY F.x-,Heistcnte )lilirar de Clinica Médica na Faculdade de .Medicina de Süo Puulo, por <le•igna~:ão do .linisrro dr Guerra Ex-Chefe de Hcurnarologia no llo,pital <la Benefi• cencia de São Paulo- Ex-Assistente de Cardiologia da Clíni ca Obstétrica da Faculdade de :llcdleiua de São Paulo· Ex• Assistente de Gastroenterologia na Escola de Medicina - Cli nica Médica Cirurgia - Heumatolo±ia -Ginecologia- Endoere r.o'ogia - Gatroenterologia - urologia -Traumotologi - Fisio terapia Eletronica • Medicina Psico,somotica• )ledicinc 1 •por• tiva- Geriatria. 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Em Bela Vista - Hotel Panorama - em Jardim - Hotel Siriema 1 SERRARIA CASTELO De Antonio Remo Penzo "As opiniões emitidas no rtipos asina dos não representam o ponto de vista do jornal podendoser até contráriasa este. As opiniões do Jornal, acha-e xpresa_nos Editoriais e no comentários nlo assinado Tribuna da Fronteira" é uma publicação da Empresa Grafia Tribuna da Fronteira CGC. MF, 03.201.24/ 0001-90 Ir, 13059234-3 Assinatura Anual Bela Víeta Demais Munfcipios Cr$ 100,00 Cr$ 120,00 Iedação e Oficina - lua Duque de Caxias S/n C. 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Disse Llel Jacques que li ARENA I perdeu a oportunidade para ficar calncln, pois foi devei us infeliz ao tra zer elementos de pomm bagagem polillcn e alguns selil nonhumo pnra dar-lhes apolo nesta campanha e com isso trazer mais votos daqueles eleitores conscienciosos ainda Indecisos que não admitem a Fal eldade a Pobreza do esplrlto e o pranllo de ódios emanados naquela ocasião" (um comicio) Comício Armas ... A Prefeito Armas ... Armas ... Vitória ••• Os dois primeiros lugar, no torcio de P"! auedi»mo, realizado em Goiânia envolvendo cidade h lei16 Centro Oeste foram conquistado- pelo iiá Piro@urdi·m rui de Capo Grade- Após a exibição de liversas provas o_t! Li d sou Filho concuiu a la Clarificç+o trazendo troféus pra o conceituado clube e culhrn do aplauso de míilbsre· e milhares d _P"""_r 5e11tes uo arródromu de Gurnnrn nuque e om_,ni;o I 1 ., 9110 76 O Clube de Parnqued,nuo ensolarado d s '· • I 1 "· • Mf Á uias ele Campo Gronde é liderado pelo a)or ' á da Aeronáutica Iubens Marques do janto. Mas. ■■ E Polilica ... 0 Major Santo« é, ainda, pessoa influente na sociedade campograndene e conta com diros "!! tos ,le parn~uedat em ulto-mnr paro c_fetuur 11_tr11 1 mentos médicos urgentes como cirurgias delicadas pnrtos .,,e.. • 1 Exibiram-+e em Goiânia os seguintes atleta%. Mujor Hubens lorques dos Santos, Lmz de Sou1.a e O prefeito LIEL está revoltado com a vlndn do ex-Governador Fragelll, do depu lado Figueiró e do ieador Canale que prestigiaram um eomlcio do Padre Rooswell e segundo Liel" atacando e de ·merecendo sua administração e o candidato que a pola". O ex-governador Fragelll disse Da oeasll!.o "que o pove não devia ouvir pro messas de pretensos candidatos ac Gover no do Estado e que deveria spoiar o Pa dre Rooswelt que representa o governo do Estado". Ouvimos a fita gravadll do discur so e lembramo-nos das palavras do presi dente o. respeito das sub-legendas, mas. em Bonito. parece que "a luta é de vida eu morte", ... e são todos da Arenu ... é, pois é e-e@ Quando falamo que o cidadão d(we _ ter "armas e bgagens" para entrar na po lltlca, falamo11 nas qualidades morais, no espirito civico, nu cultura, e não nos 38, 32 EI demais calibres. Em Bonito presen clamos o "inicio de uma posslvel bata lha campal"' (sic) Bnrbaridade8 divergências que só poderão causar uma Drástica atitu de das autoridades se continuar este esta de de celsas. Conversando com "pacilícos moradores. senhoras e elementos alheios 11 polltto.1a, os mei,;mt,l! aolicll11ram que, por intermédio destn coluna, en viássernos um apelo a.o quartel de Nioaque para "in. terferlr em Bonito e desarmar os violentos" Coordenacõo Estadual Mt. • Sul Ao: Redntor-Cheft, do J oro ai Tribuna da P'rontelra Assunto: Esclarecimento (Faz) r. lledator Chefe Seoi.Io o Mobral um órgão prioritário do Governo Federal em que o envolvlmen to e a particlpaç!1o comunitárias são mo 13s propulsorl!11, t-l•ntimos, extraordmarla mente ao ler a publicação do Sr. Altevlr Alenc~r, que, talvt-z sem má Intenção, destruiu uma consciência de há tauto tempo construida. pusso a passo, pela comlssllo e pela imprensa nacional nesta cidade. Et1tam0t, ultra.passaodo a marca do 50 o/o alfabetizados. c.sse residual, po rém, está diíici:imo de se atingir: são re sisteotes em vários sentidos. Diante da mensag<'m d J oublic ,çiiu altamente "moli vador" temos quase certeza que não te remos mal.- alunos ero nossas classes, coi F n ba lante 'interessuate' para o desen vclvimento de nossa terra. continuar com 20 o o de anatrabel<•s e marc:ur passos. Diante de tudo Jsso pedimos a V.Sa que publique a matéria em a;:;exo a este com o titulo em tipo garrafais, para que se restabeleça u imagem embssada. Fa zer também outras publicações nos próxl mos números. E prefc-rivel não public11r na da do qne de!'trmr um trabalho de alta responsabilidadt> t> de grande dimensão num u c3munidade. Acreditamos plenamente que órgãos de comunicação te como objetivos firmar uma consciência educativa em nosso povo e não l'lmbassá-la, como foi o caso. Certos da compreensão de V .Sa. e de nossa prl'locupaçiio em mE>lhornr o p11drüo cultural de no,;so povo, Atenciosamente. José Ronaldo Teixeira Agente de mobilização Nota Oa Red. Pro1:urumoe, sempre. dentro possivel, colaborar com o Mobral O artigo cotado (crônica de Altevir Alencar) é de sua inteira responsabilidade. Quanto as pu blicações para ·•restabelecer a imagem em bassada',, o próprio Altevir se encarrega rá disto, pois, temos absoluta certeza, não foi sua intençiio ferir o i10BRAL. Repeti mos dentro do possivel publicaremos as matérias oriundas do MOBRAL. se ganha nas urnas e não a peso de ameaças e violênclus. Vamos mostrar que aomos civilizados o que estamos prepara dos para exercer o nobre direito de votar "Paz na Terra aos homens Je boa vonta de" ... ~ue os politlcos bonitenses meditem ll respeito e peasem em suas familias ... [é, o negócie é apelar para o ALTO, pois cá embaixo a situação está quente... em Bonito ... ) TIi ft R Filho, Djal Guieira, e como auxiliar d terra o J ·onru Cl,íudin l'er.-iru. . . • • • ,,,. "·,nd~ com o ,l111u1111•t110, ►1111 ' tqupe o» 4 a • e S atia e dedicação da e»posa do Major banto». ',, , -5 0leira dos Santos que sem medir nhora ara ' , ';j,o o sues,o do forças incentiva, apoia e abra com ,, clube que, inclusive, conta com diveros integrante> do ruunic-ipiu de llelJ 'i,ta. l O próximo tornei«, que terá como palco a ridad.- de Cuiah:í, no período de ll a 2l de derem 1 d 1976 rontorú com atletas do Clube de Para ro e { t,, d ·peclalente quedismo guias de tampo +rand· {], ol ·i o Major Santos e esposa, Senhora, laria Irra dos antos aos quais desejamos que sintam noa mente o sabor do sucesso e o goto da vitória com o seu ' Struto Cloud" multi-color. - CARA A EDAO OB éfil Senhor Diretor Em resposta a Crônica feita ao Mobral pelo ilustre Poeta e Prof sr. Altevir Alencar P.stou envlalldO e la para que o r. Publique em seu emanárlo- Conhecedores que somos dos méritos deste grande poeta que temos em Mato Grosso, em loaque propri11mente dito., grande professor que . ja nos serviu como colaborador em mmtas Es colas e jornais conforme vermcamc,s na Edição do Correio Jardinense N 10, além de muitos outros beneficios que ja trouxe a nosso Eatado. Fic11m0R isurpreendidos e nilo, pudemos en tender o porque da CHÔ lCA tll.CI co_ntrá.ria ao Movimento Brasileiro de Alfabetlzaçilo Fundaçilo Mobral. Ao ler a ja referida crônica· duas perguntas nos vieram n mente; A lº - O r. ALTEVIR é da ARE A? Ele gosta de igno rancia.. Porque? Talvez por que não possa entender certas coisas 9.ue faz ou virá a razer como Prefeito. E ilustre poeta não sabemos, não sabellios usar o palavreado que o r . é capaz, talvez por falta de oportunidadti de conti nuarmos nosso Estudo, mas vamos dar primeira oportunidade aqueles que vivem na Escuridiio da Ignorancia, vamos esten der a mão u esses irmO.us que até aqui eram obrigados a acreditar no que lhes era dito, a sujar dedos como animais pro vando ar.sim estar de acôrdo com algo que nem sequer conheciam, queremos crer que o nosso Ilustre Literato ní'l.o conheça fundo o que seja Mobral, pois caso con trário- não teria jamais deixado publicar tamanha prova. ou mesmo que tenha esc. tal CRÔNCA sem refletir, o que de fato acha mos lamentável. A CRÔt ICA UM TA TO PITORESCA pode ser inofensi-va pllra nós, mas quantos não ficaram receiosos de se afastarem de seus lnrea, quando hoje ja nos achamos muito distante do tempo em que os Homens eram meros Cães de guar• da como quis fazer crer o Sr. ALTEVIR a atilt:de correta. Rabemos nós todos, os brasileiros, que o Mobral é um doi maii,res Movimentos ja criado pelo Govêrno . Movimento ete que apesar de toda assistência dada, nesceuita, ainda da co laboração de todos nós, e peosãvamos que o Sr. ALTEVrn. seria um grande in ccntlvador ao povo de Nioaque, onde reside atualmente, para que fossem aprender pelo menos um pouco daquilo que antes não tiveram opartuoidade mas lofeUzn.ente o que vemos na Cronica do Sr . Altevir nãc é nada daquilo que esperá"amos, lamenta- mos este gesto INVEROSSIMEL contra o Mobral desmerecendo assim o SACRIPIC'IO E ESFORÇO que todo povo Brasileiro vem prestando a eeta Nação . Esperamos since ramente que o Sr. dedique um pouco de seu tempo par estudo desse assunto que infelizmente parece d .. sconhcer total mente 6 significado. Para realizar então nove. Crônica dizendo tudo aquilo que esperamos de u m I pessoa inteligente. Alvaro Pereirn Supervisor de Area do Mobral Mt Sul Voltando ao prefeito Liel Jacques ... o homem fez boa admlnl-:tração .. uma das melhores do Sudoe~te ... ~em recursos cons truiu escelas, pontes, estradas vicinais. u ma bela Praça pública, cAnseguiu convênio com o RNH e jé está em plena Execução b. coa,truçll.o de 200 OIStts ..• é, pois é ..• e aln.da por cima ... apoia o lider Pedro Pe drossian... e como apoia ... Bela Vista 5 X Miranda 1 Domin:;o p.p. se confron"1r:i.m no Es"1dio 01.á vio Fontoura, pelo CnmpennaLO Euadual de Amado res, ns equipe• da deção Je Bela Vioa e de Mimo dn. Vindo de duas derrotas. frente ao oroeste de :quidnunna e E C. Jardim, n seleção belavinense en uou cm cnmp'1 com firme propósi10 de vencer. As derrotas não desmereciam o trabalho de Kaliíe, pe la renovação que impô, cm no1so selecionado, e o seu trahalho foi corondo de hilo pela espetnculu vitória contra .lironda. Venceu Bela Vista e ,·enccu bem: 5 x 1. No primeiro tempo sentimos que a "ga rotada" de Bela Vist.n poderia ganhar a partida, ven ciam por :!xl c a equipe de Mi4da, com dois ou três jogadores bons, não suportava o ssédio cons lante dos atacantes belavistenses. Para o segundo tempo. Kalife pediu mais agressividade e os "meni nos botaram pra rolar. Os ;olo, forem saindo nor mnlmcnle c-om a plateia vibrando. e o final só po deria dar Bela Vim, na cabeça. Foi uma vitória da tranquiliclaile e da RAÇA. o que foh.ava ao time de B,la Vist:i. De.iacnmos o trabalho de Kirit6 na meia cnha, de Paulista (desta vez jogando mais pn ro o time), Toledo (que parecia uma muralha na de Í<"•al. Uaiano que cnlrou no segundo tempo e eoor denou a defensiva e Detinho que entortou os miran denses, Senador Salda- I llu Dc.r .li, rf'lntor "ª 'omissão do Fino- ças do Senado pro vou empréstimo ,-,ult dlado pt>lo Govorn1i Gurcla 1cto, do d, 1. milhões úl' d6lu1 l'e. ' < O Parecer do e ninente Senador rnu togroFseosc, roJ)J ll "entante da AllE1A i ·r foi de tal enverge' r,.1 que tr,in~fo1u11,u j 11 ::5ess1lo rlnquoh Comissão num me morável <Ji!(CIIBtlh<l onde prevuleceram 1 o Interesse e o pa triotismo do Rel11tor Salà11nl1n Derzl... Sua Excelôncla 0 8enlidor Saldanb:.t Derzi, mais uma vez deu mostra de l empenho e deu i;1•u intere se em dota,· Mato ürosso de i maiores recursos pu ra a grandeza o o progrestiO da Tt:rr:: que representa com tanto brilho. Candidatos da ren DE BONITO João Alves de Ar ruda- para prefeita y21224D 0%025 Oreste Flores - 256;.) 1 Manoel Ferreira de Rocha 2593 Jurema Ferreira de Jesus 2510 Afonso Ferreira -2511 Gabriel Assis • 2535 FRUTAS J Apenas 2 por ccn 1 to de cajú e manga. j' plantadas numa exrtenão d 200 kns de Rodovia Cuiabá-Sant.arém traRS • (' formoram se em árvor,· ! e estão florecendo. A in formação é do eowandan 1 te do Nono Bat"'1hão de f Engenharill e Con1tn1· j ção, corone.1 Isll!IC Suker / mano, ao falar obre a Campnnbn do Caroço de J Manga e Cajú, ln da [ há quatrn anos atráF pe· la sua corpontção • e coI tou com a participã dos aluno., de todos 9 estaheleciwenlos de ersu no desta cidade. Segundo de !l cau•a do peque:w aproveitamento das ír res frutifers se deveu depredação das mera por parte de várias pe' soas que infelizr1«n!' não tem e,pirito de C1 • vismo e noção obre " import..:inria dn con-rr'"-' 0 ão da naturrz.a. r tu Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº232_24_10_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº234_07_11_1976 Voltar para a lista de itens