TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº249_21_05_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº249_21_05_1977Número da edição249Data de publicação21 de maio de 1977Número de páginas6GeoCoordenada -22.10762897511418 , -56.532526764778794 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº249_21_05_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUNI 1 R 1 fundador: I valdo Pereira 21/5/77 Ano VI N.o 249 Bala Vista Mato Grosso DR Tendo lixado definitivamente resl dêncln nesta fronteira. renunol~I o cargo cio Redator Chefe de IMPRENSA. DO PO VO. de Fatlma do Sul, e de seu repre sentante junto t imprensa de Cumpo Gran de. [ J. Barros, Rég. 83 nüo façam provocação esses mendigos de dignidade, que pela frente bajulam seue .. chefes" e por trás razem-!h"B as oaveirai: ... Em tudo naipe humano há axern plares quo por suas lndoles f> ações dfio E por vir n pelo, comunico à cida- us 'podidas dos eu8 valores. De sorte tle que lnlruompo, teroporllrlameote, mt- que, sendo outra minha lormaçfio para nhu parllclpaçlí.o no jornalismo políllco a convivência soolnl, deixarei o •,~hefe' lol. Como vfl o hiitor, vamos em com- ou os patrões e seus alcaguett's de ant!.1 p8s0 de tranelçü.o, tempo orn frio. ora câmaras, na sua aflitivu penitência de quentti ... e enquanto lsE10, as peri,pectlvas palxõeR e oapr-lchrs anômnlos, pelo de sucedem-se lmprevlsivels e coofns11t1. Há l!llBtl'oso caminho em que vão, Inclusive Intui de espíritos aluclnado11, no terreiro os que Prolbem subordinados seus de do Partido, quE' maiR pareae um balaio estaolonarE'm 1 porta do f-fotel ora sob de gatoP, do que urna organização de minha administração. Gente que só vê comULhll.o social, cuja única razão de o ponto preto. Gente quo d1:sconíia até Inspirado no seotlmPnh de respeito à ser é a salvaguarda dos direitos da co- da própria sombrn. Não sei por que me liberdad,~ de imprensa e no da opinião munldade, e e11colher sábiamente seus ofendam e provocam. Desculpo elegan- pública belavistense, vunho à presença representantes. temente essJ.s pobres manifestações rle de V. Sª. orerecer os fatos abaixo. em Nesse deplorável conflito de men- almas vielonárias, que a pen~s se n nun- resposta à publlcnçiio tH>l> o títulu .. Rnu tnlldadea iodl11clpllnttda11, de apetites mee- ciam imperfeitas. bo no hospital", inserida em sua erJlçãc, qulnhos uns, nudaciosos outros, e 1.mbnl- Ia11isto em que meus artigos r.iiío ele do dia 1 do mês em curso, e <le nº 247 ternos todos, estão a gerar-se A a fer- gem nenhum bode-expiatório, em parll· tº Ch,,gndo que foi uo meu conhecimen meolat· l'nfezadns encrencas pf:ssoais e cular. Apenas por mero propósito de co- to por responsáveis pela administração maqulavéll.CRS que nlio darií.o outro ra- operação dvertm, e a tempo q u e do Hr.sp1tal São Vicente de Paulo e de sultado seullo ·o de comprometer uinda ao Partido responsável pelo nos rn LIP.sti- um furto na irnpor!ilncla de CrS 2.000,00, cnnit os interes,;ei1 do povo, em n11fa.sto uo político lhe está faltando o víuculo imediatamPnte, cvmo titular da Delegaci jogo de ambições que se não são espúrias, de unidade que lhe d., torças pura recu- a de Policia local. acione-! o sist·!ma po também não são legítimas. Isso p"lrquc, perar i,ua 11utorldade, e para mnlborar o liecil para a descoberta do autor do delito. alinnl n verdade é que nesse rlegradante Conceito em q u e somos tidos l'l fora, e Corno e de praxe. a primeira provldên tumult,, de nrrojos mandonistas e at1tudea possa sobrepor a ambições audaciosns e cia tomadas foi a da investigação do fa bUrontes em que (segundo dizem por ai), crivllaçõe~ oportuni1t!ns e cgorêntricas. to. iniciando-, evidentemente, pela, tur- 11 .,!)orlas fechadas" e em ,,visitas secre- pensamentos nobilitanteR e idéin1- e ações rnu. que estivera de plantão naquele men tas" compram-se e vendem-se .,solidar!- não de impulsos petulantes porem dig- cionudo dia. edades" e pcrrnutam-,..e .,apoios" em tro- nos e capazes de atrair e r1,conquishr A turma de plantão era constituídll por ca de .,c9rnpenseções .. ,hti. tudo a de6ejar c1,mo já escrevi. - a rugldla simpatia Jo1;elitQ 1 Eva e Rosa, pe&s1>as eEC11tla que fo j em termos de respeito e de escrúpulo. do povo, e assim nos leve•n a construção rnm as primeiras a Rerem sindicadas. Confiando no alto e pra com o bom nome da cidade e a e uão destruição, como se está levando, '[,a sindicância rtisultou qur Joselito pil·lto de justiça de V. tia. soberania do povo, e até dn dignidade talvez premeditadamf'nte, u pr1z política e confessou- se utor do furto, isso cerca t.>Spero a melhor acolbi alheia, pois o que se vê, ou dePcobre no social dea~e mesmo povo. Sei qu,, o escre- das 9:c,o horas ria manhã do dia 1° do da a este relato, levando leva e trnz ela alcoviteirice i, por trás vn e por que e1ocrevo. ,,te o leitor que mês em curso. Isto cc,ncluido ai! demais o à publicação, por ser dos ,bastidores", é um torpe desprezo estamos profundamente, e talvez irreme- p .. Psoas foram liberada&, tendo-se em con- um imperativo de judiça pelas fórmulas de soclabilldarl", que se diavelmeote, incomp11tibilizadoe na área ta quo apenus permanecerem na Delega- e da maior relevàncla. destinsssem a finalidades mais nobres e federal e na sem projeção po siliva na eia local pt-lo espaço dP dua6 horas, ten- periores de espírito e menos plebéias do área estadual e na àrea municipal... do sido ouvidas convenientemente. que es8s reles quizilss pessoais que tre- {osso quadro politico e simrlesmente É de se evidenciar que nenhuma andam despeitos acumulados, viaganças péssimo. E quem fala por nós é o vento das pessors acima identificadas, inclusi ha tLUitos arquitetadas, ódios long11rnente I Face potll a e_s111:! e11cuso_ proces110 d_e I ve o propno autor do furto, sofreram incubados e ameaças soezes. (Mensagem corromper por baixo para fiesr por ci qualquer ameaça, quer fisicu qur moral, anônima, .por tel~fooe, deixada no Hotel ma, o que a expenênc1a, a observaç)l o, isto porque. como autoridade polwrnJ Panorama onde resido arueaça-m& de os falos e a intuição aconselham é uma aleita ao cumprimento da lei e das oor- .prisão se mexer com o chefe"... ?). parada, a ver o que virá na contra par- /mas atinentes à Segurança Pública, no Honestamtnte não atino com ll tida que já se esboçum em prenúncios aceito a violêncin em quulguer das suas idealidade dessl! ~hefe" Portanto em de expurgai; D!l nova estrutura da cúpula formas. Respeite, e com veemência o boa hora. não idem a espionar-me, partidária. E por despedida peço licença afirmo a integridade física e moral de em ver com quem converso, nem se para sugerir aos futuros lideres que te- todos aqueles que por desventura são metam a misturar-me em seus fuxlcos e oham sempre em vista estl' valh1s11mo detidos para serem smd1cados. e sábio aforismo: Quem semeia Ven • tinia colhe Tempestade. E para os luga res tenentes do autor fote!Ptttunls dnque le proc.isso, nllo recello Código Penal mus recomendo confessionários porque aeus peaados eu Rei quo s.o muitos. Leia e Assine O Jornal Tr i b u n a da íl Fronteira O) o Isto posto, Julgo ter prestado voluntáriamen te todas Informações re ferentes ao furto no Hos pital, salientando pois, niio ter rundament(l a de núncia levada á V. Sa. - ilustre jornalista - de violências que teriam so frido &s sr11e. Eva e Rosa, destacanJo·se que duran te a permanência das me,mias na Delegacia de Policin encontravam-se presentes tanto a Dra. Marilza Pinheiro eomo o Dr. Hélio Loureiro, rer peclivamente, Presidente e Diretor do Hospital São Vicente de Paula. Quero manileatar tiH• de já os meus protestos de elevada etia e dis tinta consideração. José Loureiro Delegado de Policia J l d. 20 de Julho (Aniversário de Rda Vista) lançaremos uma edição especial com 80 pagmas. Será d .º- 1 hª • t6 • Uma edição para ser arquivada com carinho. Uma história de Bela Vista fatos e fotos uma elção us r1ca, d • • t f? il d • • d d . • dores curiosidades do passa o os p1oneros, repor agens com as am ias tra acona1s .e e seus primeiros mora , • . f • b l • • nossa cidade. Galena dos pre e1tos e av1srenses 3ela Vista de ontem 8ela Vista de hoje Nossas fazendas _(&otgs) homem que estão constru- indo o nosso progresso - sta edição já está sendo elaborada 0 comerciante, irdus triai, ;uarista, homem público, etc, que Reservar uma Página Receberá_a Edição Enca- na ' pec dernada. Belavistense Ajude-nos_ a Escrever a Historia de nossa idade. N P d . ossu·,rem fotos documentos curiosidades históricas que procu• ota: e imos aos que P , ' . 5 f J 8 d !veremos todos os originais. Os professores Gamaliel itump e •. arros rem•nos... evo d d . 0 peitÓ de nossa história .Reglitre O desenvolvimento de sua empresa; de Pua fazen- estão encarregados de coletarem ª 0 ~ 11 r il da, 0 progresso de sua cidade. - - / 1 ) l CONHEECA AI NWOYM LIIH OE TRITORES E IMPLEMENTOS IGRICOLIS . MISSEY FERGUSON .- .« -+ ~.t -.)5.s VAMOS H IR A AGRICULTURA DO IAM4M/ O DO RASL 1 1 AMA ,UM : ., APOLIHARIO NOVO CONCEITO ., - , MAQUINAS ACiRICOLAS LTDA. IISSISTÊNCIÍI TÉCNICA Rua Teodoro • Sativa s/ n Bela Vista - Mato Grosso Matriz: Rua Marechal Floriano, Esq. c/ 1.o de outubro, Fone 139 = 421 Ponta Porà .,, Mato Grosso Filial: Amambai - Escritórios de Vendas Antonio João Carar:ol e Aral More ira 1 CHIRM de Esmilda Proença (Didi) Artigos finos para Senhoras e Senhoritas, Bolsas, As últimas novidades da moda brasilefra. Compra diretamente das fábricas das f amosas maras: BOUTIQUE ' Gledson, Cori, Bayard, Deblu. Charn Boutique uma palavrinha sempre em moda Rua Antonio João 256- (em frente ao prédio do Banco Itaú) - Hela Vista - Mato Gnosso - os_!!_z !!:- Tr ibuna_da_Frontetra I valdo Pereira Geralmente, o Redator.Chefe de um jor mal, e«nite suns opiniões e comenta os fa tos do cotidiano na coluna nobre:; Edito rinI, mas, atendendo a inúneros leitores (jà os temos) "bateremos um papo, me no e no Intelectualizado", todos os fins , de eemunu. É muis uma coluna fixo. que procura e o n t u r o que acontece na região, fatos, causal!, gente e algu ma colsa a rcsµello do jornallsmo(nos t cachaça). Acho importunte o fato do " repórter dividir com os eus leitores não uponas Oi aconteclmt,ntos !lrldos, mas também o colorldo,o sentldo(comu ele o vê) o u vl1l11 de uma ocorrência. O re pórter que nsslrn procede põe em con tato pessoas diferentes e acontecimentos Inesperados. Um <los ideais ros empre sas jornalísticas é fornecer dado8 pura formar um11 oplnlúo Inteligente, meta pri mordial das Indústrias de comunicações. A melhor blstórlu do mundo niio terá nenhuma utilidade se uno se pode trans miti-la ao nosso jornal. E nem sempre podemos transmitir aquilo que realmen te acontece no nosso redor. Não se tra• ta de censura, ulgune Intelectualizados poderão deduzir, mas de uma Infrn-estru turn jornalística que exige repórteres e correspondentes ativos. Esta mos rormau do essa infra-estrutura e poucos jornais em !foto Grosso u. possuiam. Daí derlvu algumas falhas (nunca omissões) do nos so corpo Je reportagem. Política biregulo informações de emedebistaw tradiciona is, o representante» do MDE i Câmara ainda não deram o sinal de sua graça, ou seja: nio dis. eram porque lá e+tão. Eu digo: Estão lá para exer nn·m o dever sngrndo ,la OPOSIÇÃO, acontece que o« dois vereadores são jovens, Ingresaram a gora na politica e estão recolhendo subsídios pa ru, num {uturn t•r6ximo, exercerem com brilho su as_funções. Já dizia o velho amigo, mineiro e po litico de carreira: "Se não tens o que dizer, nlo di gas nada, pois de besteiras estamos cheios". E as-. sim. Os meninos estão aprendendo e logo entra rão em ação. Vamos dar tempo no tempo. IMPHENS. Muito bom o Jornal O Pontunciro, de Aquidoun na, dirigido pelo bom amigo Lima e atualmente contnndo com n colabornçüo do belavistense José Gluucy Flôrcs, Louvúvel u sua atitude de abrir no vos mercados e buscar umu liderança no Sul, con correndo com o grandes jornais de Campo Gran de, Receba o amigo nossos efusivos votos de su t·esso e conte com n coloboroçüo dos jornais da O fl J I V A P E (Tribuna da Fron- teiro, Correio Jurdinense e Tribuna i urtinbcnse), FESTA Beln Vista pnrou no último sábndo porn festejar o aniversário do Dr. Carlos Edy S6 Medeiros. O conhecido ndvogndo ofereceu um'cburrosco cm suo residência onde (estive nessa) os amigos festeja rom (e c1ue fe!ln) o acontecimento. O que tinha de "wisky" nio csliÍ no gibi e a festa foi de arrom ba. Fiquei de ir ao Clube Belavistense (reabertura) mas devido n "festa" do grande u,oigo Carlinhos só pude "retornar" domingo de manhã. Entendam ... "De vez em quando precisamos esquecer as má goas da vidn e receber os fluidos da eternidade" (Palavras de um "figurão", na festa) 'o enfoque, n cobertura cio aniversário ... Um arenista bela vistense, elemento de de8- Laque na vida pública local, há poucos dias atras criticou a linha Edltnria da Tribuna dizendo que o "jornal desde sua criação, vem procurando ruenospr<'zar e diminuir o trnb" lho do dil e tório du A rena, quan do deveria por Dever de Consciência os timular e reconhecer as lutas que o mes mo veru trnvancto para que nãn iie es moreça o poder politieo. "Não quero a qui entrar numa discussão sôbre a exten são dos serviços que o jornal deve ofere cer ao seus leltot·es. E suficiente dizer que 1 não acredito que os artigos dos jornais postoam, por si sós, oferecer dados sufi • cientes que permitam às pessoas reali• zarem empreendimentos de inteligência. O jornal incita o pensar grande. E um transmissor, e no campo politico, no vive de deduções, vive de fatos reais. Creia, amigo de guerra, que o diretório deve alimentar o jornal com fatos pro dutivos e reais, assim sendo, o que o amigo sentirá é o reflexo de uma ativi dade criadora reperculiod,1 no seio da massa e se tomando automàticamente Noticia. O que nüo podemos e niio deve mnos fazer e forjar informa.ções, sob pena. de perdermos a bandeira da INDEPEN D:f:NCIA A Comlst1ão de licitação do Décimo Re gimento de Cavalarin, de acôrdo com o Dec. Lei 200 de 25 Fev 67, resolve atra vés deste Edit11l act'ltor proposta para a quit,ição dos 11egulntes artigos para lorne cirneuto da tropa, no período compreen dido de 18 de Jul. a 30 de Setembro 1o conrnte ano. 1. C11rne bovina sem osso, 5%/ de dlan teiros e 5%/ de traseiros especiuls, para fornecimento da tropa: a)- ~fédla mensal de fornecimento (5.000) kg8 aproximadamente. b)- Média cJiária de entrega (200) kgs a proximadamente. 2. Pão frances ou de sal u)- Média mensal de fornecimento (5.200) kgs aproximadamente. b)- Média diária por entrega (200) kg, aproximada mante 3. Frango, com miudos, sem pés e sem cttbeça, com peso mínimo por unidade, de !..300 kgs. a]- IIédia mensal de fornecimento (1.200) kgs aproximadamente. b)- será foraecido uma vêz por semana. C)· Média por entrega (240) kgs aproxi madamente. 4. pescado fresco de 1ª qualidade nas es- LIVHOS pécies: Dourado - Jaú - Pacú e pintado, Hecehi e jú li o livro ·'A lgrej11 ante a escolado sem víeeras e sem escanas com peso va } sras+ onisas" d9_professor Plinio Corra ' rtando de 2 a 12 kgs. por unidade. le Oliveira. Edição da TFP- Tradição. Familia e a) Local de entrega das propostas: Fisca- Propriedade. E um apelo uos Bispos Silencioso·. j;/ ·a, Adi 6vvi st {ty 1zaçuu mrurs .ra1va. b) Receberá as propostae: Fiscal Admi· nistrativo. 1 c) Data da entrega da11 propo,tns: 30 de Maio de 1.977. d) Horário de entrega da proposta: Até 10,00 hrs, abertura 10,30 hrs. e) Critério de julgamento: de menor pre ço e melhor qualidade. !) Local de Informações: Fisc. Adm. ou Ser viço de aprovisionamento. g) Condições de apresentação: Estar ca dastrado no t0º RC e CGCMF. h) assinatura do contrato: 30 de maio de 1.977 CLÁSSICO - MODER O Inscrições: C r$ 100,00 Mensalidades: Cr$.150,00 Dias: 2a. 4a. 6as. Professora: Telma M. Loureiro Rua São Clemente - 88 Fone - 211 Bela Vista - M.T. Ministério do Exército Exército 9.a Região Militar 4.a Divisão de Cavalaria 1o.o Regimento de Ca valaria 10.o Regirnento ANTONIO .JOÃO E I TIL N.O 02/77 - CL li Quartel em Bela Vista Mt. 1J maio 1.977 Wilmar Nunes Viana - Maj Cav Presidente José de Rlbamar Cruz e Silva - Cap Vet Membro Silvio Romero Pinto üodrigue11 Secretário - 29 Ten R/2 lnt Telegrama en,la- da ao presidente Geisel pelos Depu- tad s Horácio Cer- sósimo e Edson Pires Acatando com respeito e simpatia decisão vocên cia referente divisão ter ritorial Estado de Mato Grosso vg representan tes que somos de Dou rados nesta Assembléia vg pedimos vénia trans mitir vocêncla fim de e vitar hegemonia preten dida por Campo Grande sobre os demais munlcí pios Sul Mato Grosso vg sugestão seja modi ficado di>nomlnaçáo no· va unidade Federação vg bem como capital mesma seja localizada área neu tra vg sendo constrrJda uma capital essencial mente administrativa pt esperando et!ta suge11lão receba :acolhlda vocên cia vg entendemos eatar contribuindo em fvor da harmonia social e em sin tonia perfeita populaçio região Grande Dourados com futura admlniltra, ção novo Estado pt r11s peitosamente as) Deps Horácio Cersó limo e Edson Pires 1 i RUI MBRECHill e FLORIANO IMPERITRIX Impressos em uma ou mais cores Impressos Comerciais Inscrição Estadual 13.088.446-4 1582 estudantis LTDI. Serviços a Cores cgc 03.570.314/0001-18 PONTA - PORI MI. ] /laty • ['] - e V T SULT N PROTESTA CONTRA DENOMI NAÇÃO DE ESTADO DE CAMPO GRANDE O presidente da CAmaru Munlclpnl de Dourndos, veredor Sultan Raslan (MDB). bastante chocado com u declsfio tomada pr Sua Excelência o Presidente da Re pública com u divisão de Mato Grosso e a denomlnoçüo de Ei1tado de Cnmpo Grande, apresentou na última ~essiio do Legislativo um veemente protesto contra aquela d·cisão e tomou a iniciativ de enviar a todas as Cllmara& Municipais que compõe u Grande Dourados, uma so licitação concitando-as a se unirem ns te mesmo pensamento, enviando também os seus rrot.,stos ao emtnlente Presiden te Ernesto Geisel, ao Senado, à Câu,nra Federnl e à Assembléia Legislativa para que l denominação do novo Estado seja Estucln de Mato Grosso do Sul "porque somos matogrossenses e pretendemos con tlnm,r matogrossenses". A CO.mnra foi coeso e esse pronuncia mento o o vereador Juarez Fiel Alves a presentou também como líder do MDI3, 8eu& protesto nos mesmos moldes do v rendor Sultau Rasslan, assim como os ve readores Roberto Djalmn Rnrros o Celso Muller do Amaral (ARENA) refor',laram o seu pedido. DJALMA BARROS SUGERE O Plebiscito Ao s•Jlidnriznr-se com o vereador Sul tan Rasslan, o edil Roberto Djalma Bar rO (ARENA) sugeriu realização de um plebiscito na região da Grande Dourados para a escolha do nome oficial da 11ov11 unidade da Federação e endereçou solici tação a todas as Cürnaras Municipai!I da região olicitando a adesão ao seu pedi do endereçado d o Presidente Geleel. A CAmara de Dourndos, por todos os seus representantes se levantaram em pro testo e desejam a todo ousto que o no vo Estudo seja rea}m(•nte d•rnomlnudo ES TADO DE MATO GROSSO DO SUL. JUAREZ EXIGE: ESTADO DE MATO GROSSO SUL O vereador Jua1 ez Fiel Alves. líder do MDB na Cfimara Municipal de Dourados, endereçou expediente a todus as Cáma ras Municipais do Grande Dourados, soll, citando a promoção de uma campanha com relação uo nome do Estado sulino, cuja. divisiio ocorreu terça feira, lendo si do transmitido pela Voz do Brai;ll, com o nome de Estndo de Campo Grande e ca- pital o mesmo nome. . . ,Não podemos admitir que assim seja. pois quem nasceu na cidade de Dourados, Estado de Mato Grosso, ficurá s ·ndo na tural de que Estado? De Campo Grande? Perguntou. "Somos favoráveis, à dlvisiio do Esta do somos favoráveis ainda que a capi tal seja Campo Grande, mas não aceita mos de forma nenhuma que o Estado também 1<0ja denominnclo Campo Grande, oontint.ou o líder do MDB. "No meu entender, alertou Junre:;:, leso virá gerar alguns turuultos, pois o rnnto grossenee nato. continuará a se chamar filho do Ma1o Grosso do Sul, que por si nal foi e vem sendo o slogan de tcdos nós rRdi<'adoB nesta região do Estado. "A campanha 11 que me refiro surtirá seus efeitos, pois formul11ndo solicitação à Sua Exnelência o PrPi'idente da Re pública, General Ernesto Getsel, que por sinal vem visitando Dourados, aqui lan çou o PRODEGRAN e viu "ili loco" a nos sa pujunç, denomine nosso Estado do Mato Grosso do Sul, porque seri!i um descaso muito graocle um oovo Es tado com o nome de Campo Grande. Ao finalizar suas declarações, o verea dor Jurez Fiel Alves disse da percenta tagem da nossa arrecadação que atinge em todo o Mato Grosso, a casa dos 70% e perguntou "o que não será a nossa ar recadação no novo Estado?". E concluiu: ''não estamo!! tJedindo mui to e sim o suficiente para que possamos nos dedicar com mais entusiasmo em prol de Mato Grosso do Sul mais forte e com maior destaque no cenário nacional". ADVOGADO :«]0#])-- Rua 3 de Outubro "5o'ío à ±1A» Bela Vista Mato Grosso CELSO AMARAL QUER APOIO O . .S LIDERANÇAS O vereador C.:elso 1'fuller do Awaral, 110- licltou por sua vez o envio de expedien te aos senadores e deputados federais re presentantes de Mato Grosso no Congres r.o Nacione.l parn instarem junto ao Pre sidente Geisel a fim de ser efetivado o nome ele Estado de Mato Grosso do Sul, enviando-se também o mesmo pedido aos nossos deputados estaduais. O vereador Valdeoir Machado (ARENA) solidnrizotu-se com Djalma Barros e Cel so Amaral, tendo na oportunidade o va. reador Juurez Fiel Alves, apresentado o seu protesto e dizendo do valor do Sul do Estado, cujo nome deve ser uma das ban deiral! elo!! políticos e da. população local. MATO GROSSO DO SlJL E MATO GROS SO DO NOR'I'E É O QUE O POVO QUER! JAMAIS ESTADO DE CAMPO GRNDE ( O Progresso - Dourados) ADVOCACIA EM GERAL Fua Voluntários da Pátrio, 376. Fone 210 Bela Vlsln Mato Grosso Geea L'MIES O ponto do encontro da Soda dado murtinhenso Rua Dr. Correa Nº 5G Porto Murtinho Mato Gr088O [w utorizato MM4IA #teticietas - Melares e Pepz 6eratores - Assistência Térmica Eu.s e Peças 905 Marechal Floriano, Ponta Porã .. iVt. ir0=«0r0E=E»#o±reze;reio;o<a;»+5»±#5±E0E0±0±K Rua Acessórias para todos os carros N acio nais parabrisas, escapamentos, rodas consoles etc. Instalações de auto rádios e toca fitas. Vendemos - Colocamos - Garantimos Rua Marechal Floriano, 905 Ponta ?orã Mato Cirosso Produtor do Calcário Bodoquena f<m. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho l "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso' Emil6rl• om Ja,dim - Avoutda Doque d• Caxta, (no !ade du Hotel Oriente) Cx. Postal 08 -------------------------------------------------------------------' a_!%z Frlua _da_Fronteira 16-5-77 GOMERCIBL GUIVIRI REPRE ENTINTE ' TRATO'RES VILMET E' COLHEITflDEIRIS LTDD. - SLC P E EN li i ! 1 1 1 i l l 1 1 1 1 l l - SLC COLHEIT IDEIRI nutOMOTRIZ - MíQns QE. COLHEM LUCROS Indústria Brasileira Ter umn Colheitadeirn Automotriz SLC é pos suir uma máquina que colhe lucros e também representa n conquista da tranqüilidade e se gurnnça na hora da colheita. Pois com a SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à disposição do homem do campo. Gente que, como "oci', está preocupa da cm assegurar a sua colheita. Assistência Técnica com profissionais alta mente especializados, treinados na !ábricn e sempre presentes na hora da colheita, com peças originais que nsseguram n garantia e qualidade SLC. Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em terrenos alagados, para colher com esteiras), ..24._2s4.04Mos oe « « « .. milho (parn colher com a nova Plataforma de 3 ou 4 linhas> ou outros grãos, encontrará um modelo de Colheitadeira Automotrlz SLC (do tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que lhe proporcionarão tranqililldade hoje e n certeza no amanhã. Por tudo Isso, os que já confiaram a sua co lheita a uma SLC acreditam no que plantam porque sabem com o que colhem. 8i8 '----COl_,ffR_CIAl_G_UAV_IRA_ll_DA.___, •.. !' 4 « • " % !/:~.,~· l·r•:•. "'- ._ ; .,...,llll<cl•-in' -~~J . ' § " ?%±' e • j Tratores V almet - Colheitadeiras SLC. - Implementos Selecionados • Assistência Técnica Permanente Matriz Rua - Marechal Floriano 2049 - Fone, 286 - Cx. Postal 180 Ponta Pora - Mt. L FILIAIS: DMDMBJII BELI VISTI EHFOQUE (FATOS E SOCIEDADE) COPI • lt Foi reaJlza,io um eoncorrldo chA om ho menRgem lia mãe11 promovido pela dlre torln dPl Ca14& da Amizade, a reunlã<> fui uo ■alã-o do elub Paroquial e contou com a presença de grnndo p? de mães. Houve aor teio de lindo premio• que foram doado11 pelns cu1u comercl11lt1 da cidade. Foram homrnngead1111 as mães do ano Sras. Rita Plnlielro e Roea 'l'tbcherane. Alguma■ jovt!ns declam11r11m. Dol• euxevals para nenem foram doados. um para u primei ra 111i1e braellelra qur, ganhaue baby do dia dus mãos em rllante, Idem par11 a mle pu rguaia. Para finalizar quela a gradàvel reunliio, após dellclo1101 sulgadi nhos, foi c11nlndo ''parubl'ne a você" e servido bolo. A rendi líquida Jol de 1.700,00. ANIVERSÁRIO Aconteceu o a n l versr l o do Dr. Crlos Edy do Sá Medelros (Carlinhos) Rm sua reeldêncl11 um grande nº de 11ml os compareceu pnru comprlmtmlá,lo. Ao som ele músicas puraguttlae (conjunto lo cal) foi servido um saboroso ohurra1co regado de multa bebida. Após o churru co foi servido o bolo que ora um moti vo piscoso. Aos anfitriões Dr. Carlinhos o sua e.1poe11 Beatriz os nossos parabens. - Club Esportivo Bela vistense Após u reforroa em que foi euhmetido o prédio, o Tradicional voltou a abrir au as portas no baile do dia 7 p.p. O eefor, ço do presidente, Sr.Abráo Zacarias e demais membros d Diretoria, foi com peusado, pois o ambiente esteve na me dida do passivei, selecionado_. Segundo comentâ.rlos o Bela vistensc volta a aer um club organizdo e de Elita. Parabellli o êxito aos dirigente&. A festa foi abri lhantada por um conjunto vindo direta mente de A,suncion. Cua cheia. Anima ção totul. Destaqu~l: Sr e Sra. Adernar Godoy; Rodolfo Pereira e Sra; Elias Li no e "rn; ~rs e Sras: Hello Batilane, Goe the Escobar, Djnlma Fernanlles, Cleones, Roque Paes e Corumila Loureiro u.com panlmdo de suas filhas. Antonia Letícia. Tenente Medeiros·, subiu ao palco o fez um pequeno lembrete em homenagem às mães. ~atei em animado bate papo as Sras. Diva Urbleta e Marcolina Bianchi. Antonio Lopes e Nair acompanha. vam au a filha a menina-moça JgaiaLe. Anotei tal"'• bém as presençus dos jovens casais: Ara. mls-Regina, Edmun.do-Luciane, Coruja-Ma• riza; os acadêmico~ Carlos Nunes e Henri que Flávio, Ramão-Claudete, Léo Renato Eloy Loureiro, Adernar Loureiro e Neu zinha: Dia 1lJ foi nomemoratlo o D111 da Cavalaria. O nosso 10 RC. Comemorou esse dia com· saltos e contou com a pre sença de grande n" de assistentes. Do jornalista Fernando Morais, com pre fá.elo de Antonio Callado, ''A Ilha" (um repórter brasileiro no país de Fidel Castro) "Igreja E Governo", Documentos da C B:Í extra-reolldnde llra.silelrB numero ,1 t><·'lKX:><i ,l<'rnallsta em ;çllo, compilado por dúardo Dnrrel, da Agir. De3 4«0 CO VOCAÇÃO E- O Papel do jornal o novo jornalillmo, iniciado por Normum Malller e Jimmy Breelln, é um velho es tilo de escrever, extremamente adapto.do á• condições de nosso tempo. Paira en tre tu cróulca, a reportagem e o depol mento. Não é uma nova con<'epcao para o jornal, nem uma neva linh,a dt'I traba lho uu atitude prvfiseional. E um gênero ao qual podem aderir os bons profissio nais. O leitor dA hoje niio quer apenas aaher o que acontece à sua volta, mas assegurar-se da sua situação dentro dos acontecimentos. Enriquecidos com oeta nova ur,gulação e 111tas int1,nçõee, chegamos bem mais perto do jornalismo Interpretativo e do Jor nallsmo lnvestlgatlvo, como diz Stelmberg: "Um acontecimento só será e n t e n dldo quando ae suas tendências forem Cfl· nhecldas·•. É a nossa busco, é a nCJ11su mis são, é a nossa linha. Bom fim de semana, leitor amigo. M!!.ee A coordena.dom do Setor 6, Sra. Lidia Velasquez, cumprimenta Todas n.s mães de suu setor pela data que Transcorreu em hom_enagem ao seu _dia EDITAL DE CO VOCAÇÃO A Dirclorio do Casa do Amiude convoca seus nssociodos paro umo Assembléia Gemi, n realiznr e dia 25/5/77 A 17.00 bs. no Salão do Clube Pa· roquinl. Aesunto: Emeoda de Est.ntuto. A DlRETOIUá De acordo com o artigo n•4-3 do estatuto da Beneficêncin Ho~pit.nlor de Belo Visto. convoco mÓs os ,enhores eócios pnrn o Aseembléia Geral n reali,wr-se no ealão nobre dn entidade no dia ?9/05177 ih 9 hs. para n leiturn do relotório do Pueidente. No tendo número rnficiente na primcirn cbn madn, lerá umn segunda 30 minutos após, confor• me nrtigo no 46, parágrafo único do estatuto. Bel" Vista lo de maio de l 977 (n) Hortencio 1 ° Secret5rio Edição conr 80 páginas - Dia 20 de .Julho. "EDIÇü0 HISTORICll" Bela Vista de Ontem - Bela Vista de Hoje. "[ s IA D o a t I M P O 6 R AN D [ -CAPllAL CAMPO 6RANDf- ANIS FAKER Hoje milhares de pesos da Região Sul, que compõe 11 "Grande Dourados , estão trites. O fato está quase que coo• um do, poucas esperanças restam paru que isto tudo não eju verdade parece um sonho, que deixaremos de dizer 'so mos mntocrrosst>nsr s . Quero nqul como vereador é filho desta terra, apresentar o nosso protei;to pc,lo nome do novo Es tado de Campo Grnd, somos prla Di visão de nosso Estndo com Capital em ('ampo GMnrle. QurrnmoM rrQ'lstrar II nos sa indignação, a noxsa tristezn, por este resultado, que a exemplo do Inverno que chega, edria e11per1:1nçao e ilusões. Somos dourndensei;, porranto matogros senses e não cnmpogrP ndenseR. unca iremos negar noss11 origem, é multa pre tensão par um município que hoje, on tem e sempre estnrá dependendo de no sa pujanca, quer da p!'CUárla ou a ngri· cultura. O que representa Campc, Grande na Economia Nacional? Representamo! mo,; de 600 mnil pessoas na Região da grnnde Douredo, e vamos lançar hoje, nossa união com as t.lem11ls cidades do sul que não pertencem a região do gran de Dourados, para vermos no futuro quem será o nosso governante? Quem te·, rá mala eleitores, quem serà ruais .forte quam provará por dados exntoe a região de mais producão? Ao nascer ei,;te novo Estado cum esta denominnção, surge a qui no sul uma outra Culabá e sabemol:! muito bem. o quento seremoi, margi11a lizados por Campo Grande e o quanto i;ofreu a nossa Legendária Culabá. Aque les carnpogranàenses fonáticos, que ji_o je comemoram nas ruas cJe Campo Gran de esta. vitória, que não é simplesmente pela denominação ou divisli.o, mas em sentido de menosprezo pela velha Capi tal. Onde estão aqueles políticos que vinham aqui, a cot!vile:1 de nossos lidere& locais a cata de votos em propugandas eleitorais? Estão nos braços do µovo de Campo Grande. Será que amanhã eles estarão aqui de volta a convite de nos sos politicos, onde e quando estes vie ram solicitar opiniões a respeito da rfivi são? Fomos abordados a resp1:llo? Não. Todos nós vim o e e o u v I m o e pela TV morena, de que Dourados e Corumbá ~stavam frios eom os ooliclà· rios da divisão cum denominação de Es tado de Curnpo Grande e □ão E--tado de Mnto Grosso Sul que todcs nós esperá VAmos e guardavá.mos ansiosamente. Re almente não nos manifestamos, as:-lm como Fátima do Sul, Caarapó. Navirai Maracajú e creio que todas as demais que tem por cunho Mato Grosso esta mos produzindo e não temos tempo pa ra manifestaçoes, nossaH safras são a bundantes. Acaittmos as decisões do Go verno Federal para tru.balhar em prol de nosso desenvolvimento. O que Dourados, C o rum bá e outr.as representam pa ra o E<.itado de Mato Grosso? "O SUS TENTÁCULO PODEROSO DE SUA ECO NOMIA". Dourados, 03 de maio de 1.977. r -- Eliminatórias Sera. na Colômbia r Mt6naco, AFP/OEMT.0,, nio classificatório para1 do Mundo de Futebol de!j entre Bruil, lfolh-ia r Ptr.,'. rá disputado em Cali, 111 I' lúrubia, em julho próximn !, cidiu cm Mônaco o C Executivo da FIFA (Fdn Internacional de Futebol4 ciation). iete torneio sed sificnrão o dois primeiro, qunnto o terceiro deverá , pular Feu direito n parrír, G M undlal com o ,•encrdor J Grupo Nove, da Europa, ,. reúne s eleçõe da llurg Grécia e União Soviética. Il,_ tre ses trê selecionds. que elló unrlo aponiadc, mo favorito pura nir .-j ,:., so é o da Hungria, que no us últimos compromisos e vencendo, não dando chu para os seus ferrenhos d 1ários. Aproximndon,tnlr t mês antes do início de1;ri- Gr neio, a Seleção BrasileiradL qe rú oncentrar-se na cidade a Porto Alegre, Capit.al do l 110 G ronde do Sul. ode fri do o preparo necessário[ no conqmst11rem o torne1o,1e na sive já se adaptando ao d A gaúcho, que é muito id maç ao de cal Colômbia, a orl fan dna partidas, divulgado é: IL,t almente pela FIFA, coropll' 110 de o ecgninte progni111a: b si! x Peru (24 de julho); Bn, 1, 11 , x llollvia (27 de julho): eh, • ru x Bolívia (31 Je jnlbn~ 1i;(° n Dentre as 3 seleçõs (Bn" os • Bolivia e Peru), a que H ier mais possibilidade de e 'l +itu Bificar é a do Braeil 3o f da 1- cenro, ,eguida com grande .: Ra tagem do Peru (d5 por ctil de O selt:cionado da Bohn• Fal penas 5 por cento de eh•( Inr, Já está sendo indicado 1 com, especialistas como o fature cion dvenàrio do ,·encedc.r du (,r. po Nove, da Europa, ao /;:. Prc. eeta previsão, os me+mo] 'ar peeialist.ns lembram eolll ' tera FC da excepcional atnaçiio en Bolivia na primeira fave., lon sifiat6ria, quando cl._ Ha da Cop_a a forte e temfv " por leção Uruguaia, ante« spo' da como : favorit.n do . ; e como uma éria concorr" e pra o disputa do título" pr dinl. Por iseo, ••• e,pec11h•; estio temerosos ema falha? vamente em sua estira/! de n temendo uma nova •·,urpr~ Prlo por parte da fràil Boli" Preço deste Exemplar CR$ 3,00 a, aos Itei, ter do tod quel Ira• cor pectc est d.is que são 1JU_e 1 eco le , RECEBEM,OS CONVITES DE CISIMENTO, CONVITES OFICUHS, CHI DE PJINELDS, 1 IVERSIRIOS, 80D~S DE OURO E PR!Til. TODOS PROBUS, NilTURILMENTE. PRONTA ENTREGA sU li e e vid " tcr-á • 1 ca:r cid Esr od res, Uo Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº248_09_05_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº250_28_05_1977 Voltar para a lista de itens