TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº269_06_11_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº269_06_11_1977Número da edição269Data de publicação6 de novembro de 1977Número de páginas12GeoCoordenada -22.12381042563998 , -56.51377552008321 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº269_06_11_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto QUE O POVO SEJA DCM 1NFORMIDO ' Sela Vista - Mt - 6 a 11 de 11 de 1977 - Diretor N.o 269 ANO 6 M A. 1 ( 1 p Responsável: Ivaldo Decroto Lei N. do 29/4/1969 os Pcroira 560 os Arlig-u l l • 0 P:·dc.:llo eleito juulameotc curo o to, por quatro 0110s, 110s Lei Fl•<leru 1. ~ Úuico: Nos municlpios ele faix1:1 de fronteira ou declarados de Segu. moça Nuciomtl, c,s Prefeitos He~ão sub,-lilllidoE>, em seus impedime11los temporário·, pelo Presldenlo da Câ moru. Artigo 12- O Prefeito é substitui <lo p e l o Vice Prc,Icilo; o u, nu fHlta dêsle pelo Presidente da Cü nrnrn. u) durante seus impedimentos; b) uo cfso de vucâ11ein do curgo. e pblO rest11ute do período governa mentl § Únieo - Vetado Al'ligo 13 - Serão nomeados pelo Governador, com prévia a provação: a) dn Asnemhl~iu, os Prel'eitos da Capit1;1! do Estado, o de Aripuuo.ã, e dos ?llunicípios considen1dos estüuci as !Jhlro minerais por lei estadual; !íunicipal ú Vico Pr:,fei· lêrmos du b) do Presidente da Repúh!icu, os ProfeitoA dos .Junirípios dechrado.; de iute1Têf.se da Segurança Nacion 4l. § 1° A oxonerução dos Preft"ilo, de qu trata a letra "a" deste urtigo, será procedida livremente JHdo Goverua dor; para os da letra b, ol.JS<'t vn r-se á o clisposto nu Lei Federal ' 5.419, de 4 de JuIJho de HJG8. § 2° O Prefeito nom ado sera snubs til11ido peio Presirlente d:.i Cuma111. se o impeiinento não for superior a 3) dias. !:i 3º Se a uusên ia fôl' por prazo superior ao previsto no purftgrufo untorior dará li O prf'fcito pré vi r1 ciêucid ao govenIauor. para efeito de ser nomeado sub--tiluto ob;;ervada a letra B deste arti{!o .. Artigo 2o O prefeito reRidirú □a sede de municipio, dê!e não podendo ausentar-se, sem práviu liceuçtt da. C'ârnura por mais de 15 dius con;e cutivos D..i ;,u,, r ... daçt,o o- .1rtl ~ .- :l, e 4, caput, da Lei n. 6410 (), de 4 de Junho de 198 O residente da República, no uso da atribuição que lhe confere o $ 1° lo Art., 2° do Ato Institwionol n. ("). de 1:1 de <ltzemb:·o d • !fJ(;8, liL' crC'to: ilrt. 1 Oa 111 li[.?or.. 3. e 4, caput da Lel n. 5.449, de 4 de Junho de I968, pasumn a vigorar com a egui!e re dução: Art. " Nas faltas e impedimentos oiio superiores rL l;iot, (:JO) tli'l!l. os Prefeitos nomeados paa os Mluni ipi os declrados de interesse d» seu rnn@na Nneionl serio sbstití p toma do dispo-to tu Lei Orgà+1c dos :i!ur!cípios $ 1°O Prefeito que ti; r !e s au- 5t>rtlat· dn sele do Município, por pra zo superior ao previsto ncste :.rligo, d:Jrá ciêocia prévi'.l ao Governador io respectivo Estado. para I feito da ser nomeado um substituto. $ 2 Dentro do prazo <!A cinco (5) <lias a contar do recebimento da cv municuçf.io refo1·ida no parágra!o nn tei-ior, o Governador do Estado deve rá submeter o nome do Prefeito su bFlituto à aprovação do Presideute da República, por intermédio do Mi nisti u da Justiça". " . .rt 4" Os Pr·e[eitos. 11omea.dos nos termos dos artigos anteriores, serão exonerados quando decairsm da con fiança do Prt>sideote da República ou do Governador do ERtado''. Art. 2Q Ê~te Decreto.Lei entrará em vigor oa data de sua publica(rÜO, revP-gadar.. as disposições em contrário A. Costa e Silva - Presláente da República. Camora não PE HT? Em sessão r,rnlizada Jia 7 p. p. a a liceoça de 3o dias, e logo após Gu.marn ?lluuicip11I uegou uovo pedido outra ele Go dias, consultarnm o llE de licença ao prcf:cilo C1:1hlro Plulo, Cíl..N que não viu irnpedlmenlo no que se eocontrn hospitalizado nu ci- caso. Ê irn:_:iortunte l'risar quP o pre dude de Curnpo Grande. O prefeito sidente da Cflmaru fez o possivd municipal, que está de licença, con- para a concessão ele mais esta licE>n cediaa pela Càmu1·t1., por noventa çu. Em determinado momento, o ve dias, solicitou por interurédio de uma reudor Ely disse que .,o requerimen p r o c u r H ç i.i. o, no v a licença to l'oi puss1:1 do por procuração o que para tt·atament0 de saúde, nf! qual àemouslru. inclusive, u impossibilida- rião foi atendido. Presentes na sessi:io de do pr·efeilo nssinl'll·." GRANDE PH.OGRA 'J!AÇÃO Esp' 1 rtiva os vereadores Ely do Araujo Rurbo- Em contacto com o prPsidente da sa.. Getulio Lino Noedi Leite Laran- Dúvidas Liga Esportiva Belavistense, Dr. E!y jeira, Osvaldo Tutini e Nivaldo da tle Araújo Barbosa, o mesmo nos in- Barros. No inicio dos trabalho:::, 0 ·, sr : «. formou a respeito da grande progra- presidente da Cftmára, Osvaldo Tu- Os vereadores demonstraram dúvi mação esporliva marcada para os tini, pediu aos verrador.ts que olhas- das na aphcaçüu da lei, 0 , ftcou de-1 d1!1S 14 e 15 de Novembro. Além da sem com cariuho a matéria e que ri<lir!C) que se fnça_ u_ma nov_a consul- p, esencu do Major Maravieski, da os ânimos permanecessem 'H!t·enos·•. ta • 1º DECRAN. Duvida mawr é _ ª FMD, Bela Vista receberá as vi&ilas Esteve serena a sessão. Os vereatlo- do utual prefeito substituto que Ião 4as delegações de Aquidtrnana, com res Ely de rujo Barbosa, Getulio { sabe realmente qual a sua itus!o· seus quadros de futebol de salão, Lino e NoPdi Leil•i Laranjeira, votu- j Pica 0~ so.t. O povo, mais uma, vez ire! voleibol e futebol, que enfrentarão rum c:rntru a concessão de mais_u- esquecido _e marginalizado. Qul se- os selecionurios beluvisr.enses de vo- ma 1· S .,. do o vereador EIy ria a opiaião do povo. Ou eSlu 0 P 1 • leibol e futebol. ' 1eença. egun • 1· ·- ,: a a·t hal"n"a? Os verea - d A • B b • "E uma Irnora 1- mao nno pe~ ' "' v • • L • PROGRAJlAÇAO d ;d nlUJO ur(·áosae. passando em B~- dores, representautes do povo, de- CºB (-.r u e o que es s ,, . tt d t Dia l.J: Palestra no e. .unjor ln v· t " Di reador que e vem tom.tr uma a.1 u e coeren e e a- fa.re.vieski) ,,,,a. Isse o rvere;% pobre, gir com firmeza. A sugestão do verea- Dia 14 Demonstrn,.,uo de Handebol tna mrnslve, um rnumcip . . • • dor· Ely de Araujo Burbosu de enviar v como Bela Vista, pagar dois prete1. ' (equipe da Campo Grandti:') os ~ #ios "Minhn urgentemente um comunicAdo ao se- Seleç;io de cleibol (Faro) de Aqui- os e, enfático tl • • _ nllor Governador deve Eer acatada. conseiéneia guia o meu voto, ,}. or enquanto tudo são _dúvidas e dauana x Bela Vista te t • N- s contra conce • '- Selt:1,,iio de Futebol de Salão d·e A· voto e • uo. ou . .. O mesmo único fato renl é este: Bela Vista es- quidauana x Bela Vista ova licença ao prelei.',Ai Laran- tá pagando dois Preleitos e isto por i a d d es No « ~ Dia 15 no Estfidio :Uunicipa Aqui nua.na x . I~serum os ~ere~ or verearlores prazo indeterminado, até que o se- Bela Vista (com u pro,hel participaç~o de Je1ra e GAtullo Lino. Os d cm nhor Governador reso)Yn a situaçiüo. duas fünrleirinluu bela vis tenses, antes de eonce er • concede €4$790 licenca > N0... ao G-11 77 A1pouton l'fonlll0B preparo do solo e plnutlo Engo. Agro. Tsmool elo Madoiros Em vlrtudo d11 sei· 1;1 soja uma cul turna que pouca proteção oferece os efeitos da erosão hídrica, e fator fun dum(rntnl, quo o propuro do solo e o plantio, sejam efeluudos em nível ou, pelo menos, cortando o 1ientldo dus flguus. Em função rio tipo de so lo decllvldnde e cumprimento do ln- çunte que cada proprlodntlo apresen· OLEO¾ PHOTEINA% ta, em particular, pude-se toruur neces- 21 3!) srio o termceumonto do torrono. 18,5 38,8 39 A calngem e a adubação de corre- 21 çlio devem ser buaeudur, em funçúo dn O pluntio davo ser efetuado utili· nális do solo. A calagem será ne- zando-se sementes de boa procedên oessárla quando se constatar que o eia e quundo o solo apresentar úmi· Indica de saturação do Alurninio for dade suficiente para uma boa ger superlor a 20%, calculando-se esi:e minnção: lodice, pelos teores de Aluminio, cnl· A pesquisa indico. que, pura a VH- clo 'f magnésio e potnssio. riedades semi-tardias, o espaçamento E' recomendá vel que o calcário a ctevc ser de 50 a 60 cm. entre linhas ner utilizado seja dolomitico e com com 25 a 30 sementes viáveis .por PRNT mínimo em torno de S0%. metro linear. A aplicação do calcário, deYe ser Em qualquer cai;o o plantio deve efetuada com 60 dias de anter.edêu- ser efetuado a urna profundidade de eia do plantio ou no mínimo 30 diai; 3 a 5 centimetros devendo o adubo _se o solo oferecer boas condições de cair em torno de 5 cm, ao lado e a- umldade. baixo da ·semente. Alndn em funçllo dos resultaàos A inoculação e.las semeates deve- q u a a aná!i,,e do s o lo apre- rá ser realizada utilizando-se 400 sentnr devera i;er efetuada ou uüo a grnmas de inoculantes para cadu sa ndubação da correção, usando-se co de 50 Kg. de sementes. preferencialmente, terma fosfato e Observemos que a inoculação de blpertosfato. ve ser efetuda a sombra, com as se- A adubação de correção é realiza I mented previamente umedecidas com da após a cnlagem, udmitiado-se a 12 titros de água misturada com a. sua aplicação até 20 dias antzs do- çucar ou leite para a quantidade ci plantio. A incorporação deve sor fei- tada de semente e, o plantio, reali ta com uma gradagem pesada a p!'O· zado no mesmo dia. fundidade de 20 centünetros. A adubação de manutenção, final- O preparo do solo p1·oprh:imente dí- mente, será fornecida conforme o re to deve ser efetuado com uma aração sultado da análise do solo. e. no mínimo, duas gt·adagens. A a- ração deve ser efetuaàa após a npli· cação do calcário incorporando-o. Uma gradagem pesada e outra com grade niveladora, seguida do plantio normalmente siio euficientes. O plantio. coofnrwe v ciclo da va riedade a ser utilizada, deve ~er rea• lizado no período ,le lº de Novembro a 15 de dezembro. As variedades mais indicadas paru na nossa região, com nas suas caracte rir.lica var-íetuls, 11[10 us scgulules, VARIEDADE PORTE l:C-2 Jndetcrnlioado liC-5 Inc!cterm)nado Pelicuuo lndetermrnudo fi'lor Hilo Roxa Mnrrom Roxa Preto Roxn. M'orrom Tribuna da Frontoiia -- SE!ANÁRIO-- '-' .N D A D O E .{ 25/2/ 7 2 Redator.Chefe Ialdo Pereir Os artigos publicado com assinaturas dos autores não traduzemn opinião do jornal Sua publicação obedce ao pro. p6«ito do debate dos problemas munici pai, e de refluir o. di,eua, tcndrnciu dos pensamento. Tribuna da Fronteira é uma publica,io da ORJIAPE CGC-ME: 03.200.763/O001-71 Assinatura Anual .Ll V CrS 200.00 Demais Municipios Cr3 260,00 Reda,;,io e Admini•tro,iio R. Duque de Caxias s/n bela istn • )foto Gro ag Oficina: Hua Duque de Bela Vista Cnxias s,'n Mato Grosso 0CUME;'TO PERDIDO Eàernar Wottricb declara quo perdeu sua Carteira de Identidade RG 584 458 expedida em 14/05/70, Porto Alegre RS. Publicação que Re faz para requerer 2% via Foi extraviada uma Carteira con tendo todos os documentos da ra. Mnria Amélia Rosa Pinheiro. Qual· quer informação na residencia da mesma ou telefone n° 267. Quem a encontrar será bem gra tificado. de Ubinujara Gomes de Campos· o popalar ·BITA" C h a p • a 4, Lt • r r. 11 e,. :::i, PJ n tu r a+, Solda E 1 • t r I e , M«cal C' a , :n o 1 ·r I L A I e n d e a q u a 1 q u e r h o r a d o d la o u d a n o i te. Rua nronso Pena Esq. 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Faz saber a todos quantos o presente Edi tal virem ou dele conhecimento tiverem:, que no din lo de dezembro de um mil novecen tos setenta e sete, às IA hrs. no átrio cio fo. rum, o Sr. Porteiro dos nmlit6rio1, Juno Ili )(,rio P'erera, levará à praça os bens penho. rados vos autos do processo de Fecuçao que ; Banco :mt >/A, moe contra Joio Ilefon-o } Pinliei1 ,, ifuruno e JoUo Loureiro l 1 inln•iro, em tr:1111itc por e.te Juízo ,. cnrt6rio ,to Lo Oficio, e no havendo licitantes foi designa do o dia 16 de dezembro de 1977, 14,00 hr, pura a eventual segunda praça, sendo os seguintes bens penhorados: Uma gleba de ter ras pais e ln, rndins dentro dos limites <la Fnzend , ,;ão Geraldo; parte dn Fazenda Va quilha de um mil e quarenta e oiro (1.0•Hl) lwctnr,·-. dentro dos s,-,,uintes limite,: ao Norte, com terras de propriedade de :Mario Bntilloni: Ao Sul, com terrM de propriedndd rle ,tl .111,zio loureiro de Almeida e Késio Lourei, .. Pinheiro; A Leste, com terras de propric,;.u]c de Aloisio Afonso Loureiro, A· tbuna,io loureiro de Almeida, Rnnliio Cabral e Dr. J,,Jo llge'l1fritz e Triimito Nunes e n Oeste, rom terras de propriedade de João 11- genfrirv. e Késio Loureirn Pinheiro, devida mente ,·mlnstrnda no INCRA de acordo com <l reciho, certificado de cadastro número 910.023·v0-l.383, dr.vidnmenle matriculado 110 llGI "b o número 812, uY CI,. 812, do livro n.o 02, cujo bem foi a ,. • 1 i n d o cm CrS 1.018.00,00 (m tnilhio e quarcntu e oiro mil cruzciroc), valor por quanto será levado à praçn pura •er 11rrcmn1nclo por quem maior lance der acima dn nvuliuçiio. sendo n .venda feita à vista ou mediante fiador iclôneo, pelo prazo ele três dia,. caso não haj11 licitantes na primciru prnçu, ou bem,, digo, ou o bem não akançctr lanço· euperior à avaliação, na scgun• dn praça já designada, a sua vendo ,crá a quem 111ai1 clrr. Õ referido imóvel já &e en contra hipotecado ao llanco do llrosil SI A, conforinc inscriç:lo número 1995, fls. 38 cio livro n.o 9-E. E parn que ninguém nlcgue ianorâacin, foi detcrminaJn a expedição do p"rcsente edital, qu1; será fixado e publicado na forma do lei. O que cumpra-so, com in teira obsen-:incio das prescrições legais. Dado e pnssndo nestn cidade e eomnrco ele Rela "Vista Mt, aos trinta e um dias do mês de outubro de mil novecentos e setenta e sete. Eu (Pedro Viq;ilio dn Silva) escrevente jura mentoJo, o clatilogrnfci e assino. Dr. Sidney Nunes Leite Juiz ele Direito em substituição Legal da Comarca ele Bela Visto • ilT. Câmara Municipal .de Bela REOUE IM - TO Face oos tuúornro!I agravos, º .. 1~ sgravos, _publicados no Jornal "Trl buon cl'cl 'fíront.eirn". em tornn d, 18 denúneias feitas pelo Vereador Ely de Araujo Barbosa, quanto ao uo indevido da Ambulfincla, rece:b!da pelo Presidente do Sindicato Rural de Bela Vista. Face a Comissão Especial de Iqué rlto dar Parecer sómente em torno do período vigente da Comissão (quit ze dias), se omitindo em ouvir o Sr. Victor Penzo, Presidente do Sidicu to Rural de Iela Vistu; {r. CIaudio nor Rodt igues, Age11Ie do Fundo Ru m! deeta cidade, i:cusndor daquele Presidente, qunnto ao uso indevido da Ambulância acusações reltas ao Vereador Afonso Dilon Nunes Leite, que também teve conh_ecimento . da entrega de leite com veiculo referido. Face haver tomado conhecirntJnlo, através do Vereador Afonso Oiloa Nunes Leite, que vim o Sr. Victor 1 - Conforme determinnçüo contida em Portaria n, 04/77. CM., afim doe: verificar irregularidade quanto uo mo indevido du Ambulânci:, recebida pelo Sindicato Hurhl de Bela Vist11 JIT, estn Comissão constatou o 5cguinte: n) Que a Ambulância se cocontrn,·a na residência do Sr. Presidente cio SinJicato Rural de Bela Vista, numa chácaru de ua propriedade distante do Centro 3 km aproximadamente; b) Que o uso indevido ela,, mhulância, não foi verificado por esi,,, Comissão. c) Naf investi::ações conHotou·se que a Ambulância se encontrava nn residência do Prcsldente cio Sindicato, por o Sr. Prefeito Penzo dirigindo n Ambuhlocla lpt em que chegura erta Augusta C a prc1ir inforruaçoer: pt-s11ou111. Face as declarações, cm Plttnãri reitafl pelo Verrndor Noctli LlWJ L ranjeira, quanto ao uso indevido d Ambulâtcia em épocas anteriores nomençüo da ComilHH1o. ft'ucA ao não conhecluwnto p r parte da Comissão destes fetos, me«. mo porque ela se omitira ao ouvh denunciantes e denunciados, confot me o exarado em seu perecer, or; giando o arquivamento do Inquéri 0 to. Requeiro n Mesa, uvido o Plen rio, o dearquivamento du materit em questão parn ave a Com:sssão possa aclarar os fatos, boatos e co. mentários des1:1iro~o• que desabonern os princípios dus func. ões do vereador. Sala das Sessões, 31 de outubro de 7 mvaldo de Barros - ARE A Vereador ,lunicipal não <Juerer recebe-la, íuce a rn,. viagem para Cuiabá, e de acordo com o con venio firmado entre Prefeito Municipal e o Sindicnt•> Hum!, a refenda A ml,ulnncia de veria ser entregue ao Chefe ,lo Executi,o r ot a• devidas acomn<luções. I - Como nada fõrn verificado, " fü, Pre siclentc deu por encc:rrndu a presente Sindi cüncia, determinando que se lavrasse o prt· sente _que vai assinado pelos tres membro. Bcla , isra )lt. Sul l7 dc Outubro de ]97 '· Getulio Lino - ?,IDB Pre,ideute Nivaldo de Burros Arena Relator Afonoo Dilou Nunes Leite Auna Membro I275SGS eI! UI!3 CJ E!JS COrCS Impressos Comerciais - estudantis - Serviços a Cores lnscrlç~o Estadual 13,088.446-4 cgc 03 570.314/0001-18 nun MllRECHnL FLC!mrno 1562 G1A FGã C S COMÉRCIO Mauro DA LBVOURI E REPRES.EHTACÕES .Jorge Gusmão • • Adubos, Inseticidas, Herbicidas, Sementes, Calcários Tratores Implementos, Colheitadeiras ldt3al, Cataventos~ ' Brevemente filiais em Bela Vista e Antonio João Avenida Brasil 2286 - Caixa Postal. 203 Ponta Porã - Mato Ford, 79.900 Grosso .- Bela - V Jstn Mt. 'rrllJuna da l?routclra !i-l 1-77 OPINIÃO Ao comentar o último romance de Jorge A,11uuo n oqu<'i u purl,lw)u da mnP>11 e do fermento, A função do romnei»ta não fer. ventar a m·u, isto é, n vda, ma apreen. tú-111 1:11 1·,uno é, por mais órdida que sejo. f função do sacerdote, do moralista do po• 1(1ir11, w·lo l'<IIII r:no, é 111011 rur n idn COII)() ,Jr,e +er, a enplo do fermento que trans forma a farinha em pão. Embora partindo mbm da observação da renlidndl', Uu 11 1e llior, dt ""' npai1111•111nçílo. Pois essa experiência da mas humana, elevada pelo fermento d,· pcrfcc1ibilHorle, {' 0 , 1 uc 1"11·01111111110:- l'fll tt111 no, o dq,ui111e11tn drn111f11 o 'aqu I, 1- 1 rc , • joen levitas que conhl't n1111. }H 1r quntro nno"', u horror <I,· urnn ir ,u-1 11 prl,i,o polítie11. O primeiro de pni111fl ·,, foi dado por um rlelrs. L'nrloe AJ. brrto ,.,. Lihnnio Cri@to, Frl·Í Bt··to, nns ir:1111s ,n1ftic: 1 Cartn• da 1 1 ,i,. o (,·d. Ci,ilizn~iin ),,.,il, 111. 19";''1). com a 1.n ,·diçilo j:í prntirn- • nte esgotada, O sedo veio agora a lu- at, acrescido dus cartas do +cus dois com Jl·•'il1t•i1 º"· Fn·i h o t• Fn-i Fernando, sob o ii1111o l ldico II Cn11to 1111 Fo(!ul'im kd. ,oz,•s, 1 J9:7). Anhos ese testemunhos representam a tontril uweo mais impreionnt dessa nova fore cl, Jgrcjn m nos+a terra. o is de unrn J: r:·ja u1i'-!tH·rf1tin,. upoiadu no Estudo .. romo J, i no lrnpérin, uté a condenação de Dum ,rnl No mais de uma Igreja livre ma; sn1:d1•l'iftn, dq,ois de J!l91. ilns d!' uma Igreja ,,uo. u purtir ,lt, 1930. mobilizon o; lei• gos d.1 clu,,i• ml·din pnrn u "nçiio eut6li1•,1r é o ruovi111e11to litúq~ico''. E utuulmt'ntc .. u par tir ilo ,undlio no plnno 11niHnvl e d,• 1961 no pl111•0 nuri3ttnl, ,e , ohn cada H'Z 1nnis pa• ra o pv» e seus problemas sociais, começan ilu n e,ercer a Hill tnitFào Íl'rn1t:n111iloru da rua•!'3 ,uciul. i,ppeciulmentc dcdirncla uqm·ln promo:1o das clttPscs populnrt:e, qnc João XIII .presentou como um dos tres sinais dus no,us tempo~••, junto 1 clescoloniz:1o e u j promojo fc111i11i1.1n. E que já Pio X:l tinha J promo, ido cumo sendo a transmutação da massa que ubson-e o indivíduo) cm 110,·o, 1 em que os direitos de cada pessoa sejam ga rantid,,. junto i promoção de111ocr:ít icn dn eoletiTirlnde. E01 li, ,o rcce11te, deFFa messe de novos fi lósefos pós - mnrxistns, que nos vem de F ran a (airda não secou de todo, digam o que disseren1, a velha fonte de nossa cultura trunsoceunica ... ). um deles, Philippe Nemo em seu L,Homme Structural, uos mostra co mo n morte de Deus" que Nietzsche unun ciou, 'Clll droencrnndo nu" morte du _homem pelo fatndo 'totulit:írio, ou mesmo s,mpJ.,s tne.ntc nutoritório, Por, outro Indo u função fermentadora da Igreja, não pode alhear-se da estrururn das instituições. Como diz Frei ho em uma de us cartas: "Ou Je,•umos n sério n oração da inl'Ocnçào do Esplrito Sdnto" que rcnorn• Tristão de A thayclc- o r{t H fnc-e da trrn1'"' ou n:io 1-r-rr1110~ lc•HuJu., l a ·rio, erremos apenas pregdores, cuja pa lavra no e reflete m atos. E no entanto, a palavra de Deus é via e eficaz. No po demos esperar milagre, lesto serin lf111nr n ! Deus, Sabemos que ele age através de nós, i6 sim poderemos chegar a um mundo[ novo, +ó sim poderemos dizer que temo» ma e+prrança escatológica" (0p. cit., p. B2) 1·. l rei leto, que ras uus Cartas da l'rio H" 1,tnF1ro11, no apena um autêntico pós rolo 11111..., uiruln. o Jlle 1rn<l11 te·m de in 111• p111h L'I, u1n µrnndt· ,. uutt':ntico escrí1or. Fr~i lll'lO rti)s re, ela t•nno t'IH ºrocfu n minhn , i dl o~ I11t11i; f'ltulr,fl ti,rrn111 H'lll{lr<· t·1111101 ohjrti,o a A('íio ... embora carregada de µron de nostalgia pela vida contemplativa" (i'. ,I:!), 1 E npt·ln cntilo p.-lu p11s•n1tt•111, 1 das palavras à ação; "las sar à ação significa metanóia, conversão, rup turn e CHle:--üo. Exi;;l"m•~c co1tiCÍênci;1 e cntn~ f!Clll. C,,11:icii·ncia ntuito!:I lern, vi, em ínlundo ! em pobreza, en» justiça social, em libertaçãe do hou,t•1u PI(•. l· nhu-Jhc,:; cornµ.<'1n para uvei- i rar as cnndi~·Õel'" nccr!-t5riu- pnru que es~u re no,·n·Uu Fe t•feti, e. Corn~"'rn {>ara reconhcct•r que é imposivel uma lgreja Evangélica dren lrn clu tlluul c:-itruturu. poi~ nccesFlurinrncnte u Jgrejn tem de entrar em choque com essa e .. trnturn. l'orI1;?CIII pnru oceitnr n duro rculi clacle que vl t:1110!-, nurun sot·ic,lnde nwtt·riu .. liFtu, onde o homem pto tem condiçõc~ de dPsohrodrnr cm Deus". (ÜJ?· cit. p. ,19). Esse depoimento de um Jovem dorninicnno_, ! que coll'Í'en por qnurro nnos com os horue11s em esperança, coincide com as palavras ric um· jon,m beneditino fnmcês, tnmbém rc• 1' cr111cna•ntc rcVt·ladn~: uNrio snbemôs Ycrtln• rlcirnmcntc tJUClll é Dl'ns se não ollrnrmo! pn· rn Jesus Cri.to, o qe Ele dise e fez, mas PObrt·t1Hlo como , iveu e com qurm. Ora, fr. sus foi aos pobres lo;,:o, é aí que encontra- 111os I eus. Se Deus está no espa;o d,nolirlão e da truufcrndêndu, Cf=tÚ it:nalmcnte no e::pa ço da pubrczu. Se querc•moa scn·ir a Deu;:, é mister fuzê-lo ondr. ele: Ycio: entre os po· hrcs" (Ghir.lni n Lntour, Des Moines et eles Homme!', 1977, p. 32). Frei lleto está hoje ,•iycntlo no mrio dos pobre,; ele Vitória e particirando de perto de uma dessas p.:queuns comunidu·lcs de ba!e, que r.:prcsentnm o sinal mais 'Ívo dessa rc novnç:io católica, entre nós, nessa etapa ntual dn evolu~~ão rcliirio5u <-m nossa terra, coto u Igreja ni triunfalista mas n1ifsionária, lo• miando consciência <li' ,eu dever social, t:io premente quanto o seu dever espiritual. Da importância dusa rcno>ação profunda da I greja t>III nossa terra, tivemos há pouco o tes temunho d o s u c e s s o r d o P n dr e L E F E B V R E. eu j a "is i t o e cuja permanência cm nosrn pnls, h:i 31) ano!, tan• to repr<·sentou pvra essa renovação. f: o que o Padre Co•m:io, sucessor de Lcfebvre, eicre ,·eu no fornnl La Croix (2. 8. 77), de Paris, obre sua recente stada entre nós, em on tato cor o ,erd .. dfiru ,.,,,o e n,.(J cú11l o pu gilo de integrista e reacionários, mo fez o ex-Arc,,l,i-po d,· llnrnr: "J· nq, .. ,n1,, MoJHI'· ulior LefrlHrt' J•t•rroni la rririfa. Lllin•, tive a rorte de participar de uma runiio no Hrn.:il, (uwando u rlt.11<1 (, 111 ,, úu ª"º cl1t ('l)fllÍIH."JIIP, (·onheu·ru!o a h•~--ri1.di 1l J(" di:1- quels que obteviem, cvmo podem, quan to 1JUt-' ,.>(.,f"u dJ rt"ndtt fht iouJ .Jt p .. r.i JV 1 dr,, nrnis ri<-o• ... lo , h.1o d11ro N 111v !'IU ,., cala nacionl, as Igreja. tmn nome da qv.d f.il.-i. u C.í B.U., ,. t:í Hrn,,r,· pr~•frll.- undt' ,. quando e trata dos direitos dos humens, das libt'rdndes rh i~a•. o, Jirtito- ,!,,- b, rador< às terras que cultivam, os direitos dos indii duo a ,nn identidttd!' cultarnl. Lm• 1;:nja lJO< folo rnal• nor ~'"' uro, (fUt.' pur ,uus cl~cltom· çõcs... Jami-+, talvez, cm toda a ua história a lgrcja se 1:11c·ontro11 a tn) p,,nco lnt situ.a. o idêntica às de suas origens. O l:'adrc Cow,ao reconlwren, d,· puto, o pop,-1 <JUC corne~om a r<'pn·-t'n<ar <'lllrc n6• e-a pequenas comunidades de base, que es tão revitalizando o catolicismo brasileiro. 'eu 1estemunlro é maii 1111111 pro,n d'.l importjn, ciu que ,,m o, depoimentos de-es nossos .. 1rê, mancebos hebreus' 11e,-e no,o volume de uma ubra ioconlt':-talelm~nte dns rnnis au• tênticns e rlus. mais paréticu, que ,e têm pu blicndo entre nós. Se u• problema• da noua ma>a social nos levam tantas vezes ao desa nimo, o qne no• salva é o fermento. cumo o dos autores desse Canto na Fogueira ou o dessa, humildes "comunidade de bu,e"' de nos!1o povo, tonto rnuis reprc"tõtnt:iti,o ,,uanto mai• rncriíicado e e,quecido. Cigarros, 11ovo. preço em Novembro Brasília (O Nacional) - Os cigarros custarão 30% mais caro a partir de 1º de novembro. Os da classe A que têm menor preço, passarão de CrS 3,80 para CrS 5,00. Os mais caros de classe K. irão de 10 para 13 cruzei ros. Os da classe B cu tarão CrS 5,50. Classe O CrS 5,80. Classe D CrS 6,20. Classe E CrS 7,00. Classe F CrS 8,00. Classe G nrs 8,80. Classe fI CrS 9,40. Classe I CrS 10.00 e classe J custará CrS ll,20. 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TÕdo esse conhecimento é colocJdo a serviço do agricultor através da rede de revendedores Valrnd e;· .e se ""utiliz.a de equipes de mecânicos e frotas de veítulo, . •an prestar atendimento direto no campo. -~~-..;."'é~ Conhecimento técnico, peças originais, ferrJ1 •n:J~ adequadas são a garantia que o trator Valmet sempr. esró a, seu lado trabalhando ~-------- --·--,; pelo aumento da _ -j produtividade . • l Confie na ·~Assistência Técnica _ 1 Valmet. Uma presença • - tão certa quanto a chegada das estações. --~~~ 11'1:!"..rcn.. t{r.::-.r•,nc.1Tr:llt-u Fira Mg tu ·1%is.Dut n 1 1 . , ' ' - i;i :':.:.~ ... ,. .." «ki;<z •s-$±&!se.$ % Co:w.ercial Guavira Ltc:a. lC IMPLEMENTOS SELE.KOMADOS TECNICA -PERMANENTE - ASSl·STEHCIA Matriz Rua Marechal floria no 2049. 286 f 1ne - CX. Pastai Ponta Porã FILIDIS: IIMBMBIH BELR YISTD MITO - • GROSSO ! 1 1 1 1 J 6.-11 77 serrarsa B nilo 17 E fipolo Escrttório de Conl. 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Co- uruut· nheça ionito e faça umu visltu ao • • • Apolo Escritório de Contabilidade... os _moços do lú são oxcelentes aun- ,· ,í o Joüo chegou trloes. diqse, "Acredite ·X:••>-c l uão un", Ili • M Esta coluna esta sendo atr ,, l s Dia feliz e conclusivo sob muitos «pec- I t' I· ' .. ,· p,t 1 0.c,ua- E.'( . . •, l . ·. to•. ~~rtúrw fov11re(·t a con,)u•l'w de· >'•llri- ds, tambem, pela Serrariu Bonito...} stu semana, infelizmente, ou feliz- os económico·, curdos escrito» contra· vendu de madeira serrada, forros,. m~utc, o É pois ó ... era mais 'cu!- Sucesso excepcional no amor. otc ... ~- umu dus maiores serrnrias j lº .. : Proble.rnas de. ~0l'reules_ de ~·eop,l-1 - C . N C F R da rcg1uo... ! ço (Isto quer d1ze1:: a dtroçao, "; • • 1 • . . . d t ]h [i yrf,, • o ; Ta! ra com algumas rrtaç@s, o 'ia à>'l<::,>,:/ 1 mt. Or, O epaTtamento Comercial será positivo. Concentre-se nas rnu- nti,ido- Bem. já fi 1inhx édi pediu passagem...) ides_é alcançará bons resultado-. ja mai» •• • z a m O a Ln' lll Com I pacien1~ e ro11-1an1e ru, urnvr. os u1rn11cia11tes agora, vou coutar os ê><:"'1:! = casos que fazem do jornal um ma- O verea dr Osvaldo Grubel'l !ln !'"/', LEÃO unncial de informações ... (c::edo que ARENA, de Jardim, vai responder us Livre-se de pen-atentos negativo» e nüo ) ceda à depressão. Ili influencias positivas e llaguagem acusações do J>rol'eito Fernaarlo de pnderLi cvncn:rinr ,~u• projeto•, C:oi;fie ')lo<':><>:, Freitas ... será aa próxima... no futuro. Abrem-se as cortinas e começo o espetáculo ... no circo da vida, os &rtiotas são os políticos que usam a yolíticu e não fazem u politicu ... Ra risõinias excessões ... <+3 Ficou gozado: a Câmara Municipal de Belu Vlsta mandou uma matéria para ser publicada. Esta matéria já ustuvu impressa, quando chegou um emissário dü Câmara pedindo o cao-· celamento da mesma. Não deu. Foi publicada. A Càm1na mandou outra mttléria. Tambarn foi publicada. As sunto: Arquivamento e OP.sarquiva mento das denúncias formuladas con tra o senhor Vitor Peozo. %2-3 O vereador Nivaldo de Barros pe diu que a Comiflsiio de iDquérito apu rasse realmente os fatos ... o Reque rimento do vereador solicitando o de ~arquivamen:o (pala vru feia) das de núncias irá conturbar o ambiente (do Sindicato), pois os integrantes da Diretoria esperavam era uma retra- taçãQ da Câmara Ê pois é. . . co- 1Deça tudo de novo . 3 OIha gente, vou parar por aqui. .. este nagócio não ·está obeirtrndo bem ... para o Pedro e quem quiser, N,:Ji><, illeu povo, leiam o Trivial Simples e u Coluna do Editor ... esta semana (como sempre) da ''pesadu" 1$l•'><" Até a próxima ... com a costumei ra página (inteira) do colunão ... 11O tícias quentíssimas ... Dr. José Ribamar da. Silva Partos, Ginecologia, Clínica Geral CRM RJ 17.937 -- CRM-MT 439/s CPF 058.043.377 Consultório .Hua 15 de Novembro, 481 - Tel 123 - BELA VISTA Preço deste Exemplar Horóscopo TO t'RO ()uno di.,1 cansativo om alguns obt cu-- lo e aborrerimentos, À «ituaio lhora te pode contar com boa« eonlusa lo pro- o(que atrito+, Cr$ 3,00 .1f VfRGEM Os astros favorecem seu êxito, muelho. ria de seu relacionamento t'Oln us ptuo:.,p: UlJ eu redor bem como com colegas e amigos, é½ BALA.NÇA Mercúrio seu signo propicia boas idéias« para alcançar resultados importantes. soluções prática- e reuniões com pessoas maduras. Fe Jiciducles na vida untorúiu ou conju~nl. e.o.:: ESCORPfÃO Tende ao nervosismo: mantenha-+e con trolado e trrHe a fodos com cort'!:ei;J. fe quitc:r obter cooperaçJo .. dic as rleci-i,es e iniciati vas importantes e tenha cuidado se dirigir. X SAGITÁRIO Outro dia po,iti-o com po .. ibilidade~ de conclusão de negócio imporrrn1e. i'iio adie o que puder fazer agora. Felicidade porn os que estão am:mrlo, ;.ü1, CAPRICÓRNIO Nüo •e assmte se não puder <'Oocloir um negócio: umnnl.ui tudo ,erá mai< fácil F,. vi1e c,:"cesso.; de qunlquer tipo. A AQUARIO Ocupe-~e e concentre-se em sous at1vt• dndcs com todo entusiasmo e .. energia e ,·en .. cerá um obstáculo que o , inhu preocu_paodo, '"<> <>-< 'ão sejo impocieme: tudo que lhe diz respeito est.ã tendo progresso. Os astro• favo• recem-no e pode conta.r bons resultado, e euce,so Mcial. PEIXES 0! A3I NNVE D PRAIA ' Novembro: Saída de Corumbs 4/11. Porto Murtinho - 6/11 - Conceição - 8 Purto Murtinho 1?í11. l Dezembro: Saída de Corumbá - 02/12 Porto llurtrnho - 04/12 - Gonce1iao , 06/12. Porto Murtin.ho - 08/12. Serviço de Navegação da Bacia: do Prata S 1 A: Sede em Corumbá; Rua 15 de Novembro, 32 - São Paulo, Avenida São Luis, 258-602 Rio Gua nabara; Av. Almirante _Barroso 6-s/903 Porio ·Murtinho Rua Joaquim Murti- nho, Centro '' fi lt-77 'l'rlbunt df Fronlolra -- .------------.:....:..:. ,, • . . M lho'' ,, Aqui, corn as Barbas de 0 Chego à conclusão qu as coisa O impacto da programço mael. ta. A partir dessa premis nada "},, ais importantes nós usufruimos em ça do diversas tendênclus e váris Is tem irnpol'lüocia. /r do 'fedelho 4os darmos conta; e as vezes pen . n1•Jr1oos Wm ln1zldo, ú crluuçLL cm quo per lurbJI' o rutebol <lo morrnau- mos berwo• possuidores dl!l dãdiY,.s particular, prejuízos do rnde monta. jo, fJ uoveln in!Br01iuúvol do palr1Ja, mepnr·es /lssim qu udo -0Iho o tele-. 1 1 T I l /1, CU"l'0011· ' ' • , "A!!rn<lit11-,qo que a trlvvJsüo tom o sorillf o , o , !.lqu o lU. • • ,., S visor mudo sobre a mesa improvisa- Jnrtueuciudo ele morwlrn pel'igoM.L llt.l g~m é rnooólor~u o iucOmoritL: 00 .. e-. l!i li>rubro-m do futr>l>ol ru,.1.l trun . crianças, os valois e o comporia- s, neste horário, sou eu, e entra O '{lo e distraidamente deixo esca mculo !los jovem,··. D,·nt1·l 1 O l u 07 p.,i e ,·ai a 111ile, fica o Y11ho. e ate O ~ 1 . 1 u n sorriso il'ônico. anos, nesta faixa etrin, os menores 'beo" j tem um lugar e já tece put II nssistem et média 23 horas de tele- alguns c montários, Na faixa nobre visfio por sernauu. C.:r,rnn bl•m dedu- to~lo~ inconscieutemeuL~ e9l1'io muli· ziu o urticulistu, s1~ th seonlat·ruos as la Jn de 1:1eus deveres tradicionais, horas do sono, i1·emos verificar que I pr,•so às progra,ucçõ~s C1H11prom 1 s ó urna atlvidadr• que prepondera IHL } sos indiáveis dos dias atuais. vida desses inocentes. Mas não ó só Puxu, baixo os televisores! isso, a submtssf10 uo vídeo, mnil11 Nem tunto, é urna ulertu, um aviso. mais e a qualidade das cenas e us As estatísticas nos grandes países ' tónicas das apresentações:' assasini- e uus grandes cidades - aqui ne Bra- Os 11!0s históricos violêncius. menti- sil a m»ioriu das capitais - Já estilo ' ) 1 t' ru;; ... ~leu Deus! ... Srr/1 que nilo é, npreseotando resultados ele cuuhn a- exagerú, puro a!arlsm,,? Poc!Am fie11r l lnt'roanre. E sinal qu;, algo deve ser estarrecidos, porem não irão negar feito. inclusive sabemos que os re~ essas exposições, pensem... ponsáveis estio atentos. Mas indubi- Para o pal, as vezes, até que é I ta velmente essa precuuçfio tem que comudo, pois as criançu1> LI,~ õlh11 no I ser !omudu ele inicw 110 lar, pelos vídoo é sinal de susflógo. 1 i.L> ba bri- seus ,·.•spousúvels. O~ pois não po ga, nem choro e nem gritos imró- t dem e não dev~m se omitir mas sim prio .. Pura ilust1o. Nnquolus hc,ruR es-1 co11scieutiza1·•se do perigo e ugir. mo sendo ntroiiinltJS teudêu::ia. rle É cluro que existem prn~ramns de uma importflllcia inestimável ao rie- grirnde valor educacioottl, bem como seuvolvimento futu!'o . .' imuginaça,i uns que se dest11ca.m pelo luzer pro o o sonho são guiaclo~ purn vaon•s porcionado, até ai tudo bem, no en normalmeute mnléf1ct)S e qur.Stl sem- tanto, uma grnude porte da divuiga pre descompassados com o devenvol-, çiio se caraeteriza pela pt•rniciosi vimento menlul. O gul'oto não enn- dade, pela falta de propósito e pelo segue receber un:ia g:t'llH tüo gn1utio 1 , 11peo destituído ele importância. de impulso~. e rm li'io pouco terupo. Pnl'ece até que uüo se go1;ta do se.:n prejuízo..;. A !3Uil mente rica sem l p1 ogresso e da evolução. :!as nií.o é condi(:ões de assimilttl' ria melh·n· j progresso é destruição de cacteres mH.neira e me:-mo c_onc1ilenur as _idé· , 1 I? irais especificamente dn j.uventude, ias para um 11preor11.zfldo ·omp..:!1vel. e bom que paremos f)Ol' aqui. Não é Eat:lo clrngamos à conctusão que j l'tllso purfürnismo, mos sim um ius se limitarn::os a~s pt·ejuizos rdusados. tinto de defesa em prol de nossos às crianças estaremos resolvendo o { próprios í'ilhcs. problema? Acrt>dito que não, pois l<· 1' .Em dias atuni~. muita :?cn1c, 11111i1n "ente n,cs lém de cerces; as atividades rnluta· ruo, daria tudo pelos "p"p~s" nas res, como o brinquedo de rua, grita- prtas, pelo tempo que se tem para rrn, p1que-a;.oondo, a l8ttmu, u uiva- conversai· -com a fumílin. e com os 8 . gação e u introspecço, o pior, atra- migos. Um canal mais humano de vês desta fobia televisiva, se é que um colorido menos afetado um mun podemos ussim chumar. desaparece do menos global. mais íoti:uo e nos o diálugo. Ninguém da fumília abre s0, sem os grilhõl'ls da "soc:iecadc mão do seu hoatio. N sala apens consumo" e sem motivações tmpró um objetivo, a apresentr,ção prec!ile. prias. 4los@ la € 1a1qJ23 ADVOCACIA EM GERAL I{. Volu11uírios da Pút riu, 376 • Fone 210 Bela Vista ta Mato Grosso ADVOGADO 3$)10210- Rua 3 de Outubro (AO 1D0 DAN €JAZ 1A) Bela Vista ;fato Grusso -MÉDICO- Consultório: 7 às· llhs 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde Funrural: e 12 às 15 hs fv1adeiras Brutas e Aparelhadas - Vigamentos ros - A~soal.hos - Batentes -. Guarnicõés ''Uma indústria que acompanha o Progresso Rua Santana do P araiso N.o 1 Cx.· - For. Bonito'' BONITO - M 110 de P. 1 GROSSO 'i !leia VJsta - M't. - Tribuna dn FronteJra n.1 t 77 ----------------------------- ,, e PA A ESPOSAS 7',lns reuuiões da Câmara Municipal dos autógrafos da Lei Gomplemon- Je Bela Vista (Mt. Sul), for apro- tar que cria o Estudo de :fato Gros- dos os seguintes documentos e a- so do Sul. tos deste legislativo: [) Iudfeaço de autoria do vereador a) Indicção 1" 25/77, de autoria do {Noedi Leite Laranjeira- Arena, no sen eredor Ely de Araujo _1arbos_A- {tido _de_inditear aó Exmi, sr. Pretéí reon, que solicitasse no Diretor Re. to Municipnl, a oxtoução da Rede E gionl do· Correios_e 'Telégrafos u trie o P'arque de Exposição A- iustalução de um T'eletipo e u in gro-pecuária desta cidade dieaçüo de um 'Telegrafista pu a,g) Iuicaço verbnl de uutori <lo Ageneia Ioel. , veres«der Getulio Lino-MDB, que o b) Requerimento da autoria do Ve- licita a colocação de "bueiros" riu reador Ely de rujo burbosu-Arena, rua rocem aberta, truusversal à rua uo fi0IJtido ae decretar Ferido Mu- Lemes Bug, dando aceso ao boh· nicipal, por oeusião da Assinatura rn Serrndinbo. da Lei Complementar Qllfl criH o Es- h- De aco'do com 0 Parecer dv o tado de Mato Grosso do Sul, no dis misüo Especial de Inquérito, apre ll de Outubro de I977. sentado em Sessão reulizada no Jiu e) lndic,1çii1• de nutorin <lu Vereador • 17 de outubro p p., ~ohre o use inde Noedi Leito Laranjl'iru-,1 ena indican- t vi,io dft Amliulància rio Sineltcnto Ru do 110 Exmº. Sr. 'Prefeito Municipal irl de Bela Vista por parte de 1=eu a iluminação doi; 1·uns (farão do Tri Pr:>sidente. NHtia Consta Que nesa uofc> e Voluntários du l'.1tria. l>oue o refrido Presidente. foi en <11 Projeto de Loi, que dispõe sobre camiuh::ielo o rquivo desta Câurnra. o Orçamento para o Exl 1 1·cíci,, Fluun- i- Indicação vel'bal de autoria do ve ceiro do Município do ano de JD?8. rrado1· Afonso Dllon Nunes Leite-A (Encuminbado pina a ~omissiio Es- rena. solicitando o Exm. Sr. Prefei peéiul de Finauçus e Üt!u1r.ento, pa- lo .lunicipu!, a colocnção ele tubos ra estudo do mesmo) silenciosos nus escapumrntos dos o) Portaria:; nºs ü5-0G/77. C.I. das u- Motores da Usina. tnbuições legais da Pr1•sidência ela Sala das Sessões, 27 de outubro de 77 l!esu, 11orneuudo os Veteadores Ely Visto: de Arnujo f3arbosa-Areua, e Noedi 1 Leite Lm·anjt,irn-/rnaa, pura rtlpre- 1 ,eotarern este Legislativo em Brasí- i LiR·DF., por oca::-iúo elas as inutur11s 1 Joi.io 'e tor Andcrson Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e Voreio, Ulc!A OílOASIZAÇ,O PARA SERl'IR ASTQ)IJO JO,O E ltEOl,O ' Ruo Sã o P o u I o S/N Antonio João MT RUA GENERAL 0Só.0 S/N Eu m'iiR go,to do meu marido... Ou,wdo l'U ~ico nervo-; e ele !J'i.O. Quando ele faz u, j11 1Jtt1 (o faz do que eu gosto) Quando a11 crli.:nçLJs o aeuSIOJ ele rabugento, e Invés de tornar-se tais rabugento ainda, confessa ,,Tem raz?o ()uaodo ele telefonu para c:1sa pergunt11ndo se houve corr!.'spoadên ciu mas eu sel que elt! realmente teltfonou parn l'alur comigo. Quando ele demora em pintar a ca so, o e:.. queixo, mas depois de 3 anos a pioturn uioda é per!'eita. Quando ele chega du serviço e diz que nüs quer jantar e reconheço o quanto ele está cuusado Quando ele conta para nossn cn çulinba a mesma estorinba, toda noi te, por um mês, poi·que ela tanto goste.. Quando eu estou quase trepando nas paredes de nervosa e ele me er. trega minha bolsa e ai- chaves do CIHTO Quando eu amanhece com gripe e ele mA mnndB- ficar nu carna e tele fona pera o 6BCritório avisando que não irá. Quando tem emergencia na família e eu sei que podemos depender dele Quando é ele que insiste que a fa n::ília toda reza o terço. Quando ele castiga as crianças mas 10 mintos muis tarde está com prando pieolé para eles Qm1ndo ele é expansivo nu. festa e tem a desceocia de sentir vergonha no dia seguinte Quando encontTa dificuldades arn comunicai· com nossos adolescentes mas sempre cooti!lU& tentando Quando ele me deixa ver suas fru- i quezas e incertezas para que possa awá-lo pelas fraquezas e fortalezas. Quando compreendo que ele sabe pgrqg22n {2I 7g;p7 ;ng todas minhas fraquezas melhor _que li' Siüi l.l.l l)li Li!ll eu e ele me ama do mesmo jeito Quando ele me diz que nossa ,•ida • " Lrif;' t p-a, juntos pode ser diiicil mas nunca Se:!s Sk:tia's - Mz "Trllz" - Ltrifitczulzs Is:licitas chata! M.ATO (jRºsso Daí eu estou tão contente porque. ele casou-se comigo! Osvnlelo Turioi - Arena Presidento - BEL.A VISTA Artigos finos para moda Cbarm Rua B e Ia de Esmilda Proença (Didi) Senhoras e Senhoritas, Bolsas, as últimas novidades da brasileira. {Compra tirelamente das fábricas: Gledson, Cori, Bayard, Deblu. Boufique uma palavrinha sempre em moda Antor,in .João, 256 - ( em frente V is Ia ao prédio do B. Bradesco) Mato Grosso D Jn, Vl_sla - Mt. - Trihuna du fcroot_elra --------'"---~~ e M . • ·ia entender NJo prec1 a ·xphcar, eu so que Pedro Pedreira • , ·elativa s torturas C:::oL Camnrgo acliri Don(mulus murn a clouunci~ 1 Dc°)l-COlJI. 110 Só ., om rlrponclêm:las elo tores.tontos s sras iüio diinéiro. "$4p914%,,13%,",,"" O assessor rio Jniprcnuu ela P1·c· r,re ·os" eonllnou o 'epu.a • '. llitlõuciu clu Ror>ública. Coronel Tofe-{íni. os familiares, _a reclama' • 1 • "' ' - ·ó ''"r11o ser o do Camargo, informou depois de ci! providências que s pode alficur de «impresslountes e sérlus mudas através de uni ioquerlto roa· u1:1 nnticlHs sobro as clenuncius de mentn severo, n fim dr• quo f;:itoj tol'lurns nn dopondencias do DOl- dessa natureza não fiP repitam. u CODI 110 Rio de Juueiru que us uu (Governo, através de sun liderang toridades !igads ao assunto estão no Senado, solicitou a apresentação atenlus e tomurfío ,em E=eus mve t s de denúncias do casos como esse e ele alunçilo, as providências que por- MDB transmitiu-o da tribuna da ventur vierem ser necessárias. C±mura a fim de que u violência . , ·~ não se reproduza, gera o do a v1olen cia, e a omissão oilo po;;sa ser mo- DOS JORNAIS . . . j tivo de estinulo de novos fatos ele Com rderênciu . as notrnws publlc!t· tortura. uns pelos Jornais o Est~1do do ~ao 1 ,:,,e* Paulo e .Jornal do Brasil e a de?un- UYSSUS BYSSU~l lNVOCAT ela do lül.er to MDB so!re a pris49 "d Frase ia.tina de origem biblica. df Rosallco Fernandes, 0 corone . . .. 1 ,b· 0 cha~rn o abismo Toledo Camargo al'it·rnou o seguitur: Stgite o i"} ,, mal atrai o rnaÍ ii gestora 4ereta, essoig %"2.#!!".,l" dois os row- le embora. minha oprnrno pessoa se- d Honoréede Balzac. ju irrelevante como eonteceria com ces e Está no Salmo 42,7. qualquel pessos de fornaçdo cristã ' que essu leitura é impressionnte e ;>!:;o.,o séria. ~üo leubo mew:; de UJutzur PANTA RHm BUU veracidade n::er-mo p0rque e co- Expressão grega q~e co~stilui nllecida a prútica de tantos presos o principal axioma da filosofia de de :ilegarem que conl'essaram sob Heráclito: tudo corre. O mundo cvo torturas, tanto para melhorar sua 1ui incessantemento. - pot-içiio nas 11rgani:l11ções subve1·s1- '>-<:* vas tL que partecem, corno para C<'D· seo-ulrem impresllfíu mni:, fa vora vel de 0 quem os deva_ julgur. - ESTARRBCEDOR O relato dos presos publicado nu Joroal do Brasil, é estarrecedor Não sabemos se correspondem a ver- 1fade. Os subversivos buscurn contur bar e deturoar os fatos. O Presiden te da. República é contra e combate as tortura:;. Üll fatos serão apurados. i>.,(;C>i!(! FREITAS NOBRE O líder do MD8, Deputado Freitas Nohre. informou que a propo:iito do noticiaria sobre torturas de presos politicos que o MDH tranbmttiu à Câ- POLlTICOS O líder elo governo, deputado Jo sé Bonil't'lcio pediu a de;nissão, urna vez apurada u culpa, dos agentes do poder público alvo de acusações de tortura contra presos. E 11Hrmou que a tortura deve ter sido reir.a por algum sádico e assegurando que as denúncias desde que sejum encami nhadas ao ministro da Justiça, serão apuradas, o deputado destacou que uão é possível que o presidente ou o mioi:;tro se transformem em cnrce reiros para saber se o preso tal. apa nhou ou uão. nário que as autoridades federais j estio fazendo as devidas verifiee ura apurnr s denúncias de tor:ur t 10 }{!o ele JunCliro. Rezende que f lou logo após a leitura do doeumn. lo Robro us torturns, lido po, ha ti, Montoro, ufirmou que 0 governo d presidente Geisel não só pune autores desses hediondos tipos d delitos, que reflelsm covardia, sul. gerin e brutalidade, mas ainda ma tem permanente vigilancia para que ratos de~!la n!ltureza nu.u se reprc,. duzaw. O líder g-overolsta no Senado, Eurico Rezende comunicou ao ple- ILIDDE de Soares e Soares "O VALOR N.i.0 ESTÁ N~ QUILO QUE FAZEMOS, lIAS NA !II A N EIRA COJ10 FAZElOS. Bonito Mt. rze Wridale de Gurib·,l<li Wcis 'Trindade Seco;: e l!olhn<los cm Geral • Ól~o rle Suju Tupã - Latarins· - Semente-. - Gran· de Estoque <le Caldeirõ~, e Caçarobs • Errn Mntt" Gaúcha - Bijouerias - Per fumarias • Pnpelal"iu • Snl Boiadeiro • . Ferragens - Arames - Artigos Escolares VENDA NO ATACADO E VARE JO, OS :IELHORE::, PREÇOS DA PRAÇA. 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Paulo de uma do ente canceror.a eh :-i79o!J2 500,00 24-lo Comprus linhas pura buz-11' eh 37.9093 8í10,oo 3o-lo Compras para asilo dos veih conforme nota eh 379094 54.8,oo Total 4.2fi7,110 Tesoureira.: Beatriz Helena G. Ma&carenbas Presidente: Ana Maria L. Oeariz Noto do li Exércilo "Tomando conhecimento da denún cln Í ll!1 IOil jornaitl por Maria C l'Í lf:1 Bárbar.1 ett,•n, ,.. que. qu 1111]0 esteve pr •. a ll'• DOl-l Ullf do li f<". (•r cito, sofrerá "eh»qaes elétrier"", o Comnn !:uite <lo li Ex :·.· to ,:,,1,,, .1,1- nou i.l i,,ll'ili .ta upur;:çlo do fnt,,, ~! ado constatado n4o ser veridrena 4 infr pgo Maris Ceeilia ·teve de lidd UIJ DOl li Ex<!rcito, lJU ptri do de 1/) u 4 de urro to do e irrenl~ a110, sendo interrogada por uas ativida des liad s à suivers1o". "O filme tirurlo da ll<>tidn. e por ela referido em su'.1 denúacin, mostra o sen estado de nbsoluin tranquilida de e normalidade, comprovado, ;_iiorla, por declaração de ::eu próprio punho em duus laudas ID!!nuscritas, em que ate, ta o bom trat1meoto recebido du rnnte f'Ua detenção e interrogatório". ··o Cor,rnodaote do II Exército rea firma sua determinaç!l.o de não per mitir qu:::lquer tratamento desumano a oresos sob soa jurísdic·ão, no que é atendido por seus rsubordinados, sem a menor sombra de dúvida". "EElranb,, por isso. que os orgãos de impranrn dêern guarida a inver dades proferidas p0r ele::nentos sub versivos, cujos cusos estão Fbnrto jul · gados pela Justiça eompet..ente··. Despnle para a 1·ealidade ... Acorde ... Veja u fato e acI·edite: Bonito é a ter ra prnmissor_a ... Ê a_ Canail . : . ~eJa ine.l_igtmte .•. Faça um excelente negócio. Invista na Cidade Turismo ... Como. é fac1l... 17 M/$ MM.Kg POSSE L07EM3ERT? ~ • mm.4% l[H.W illJ ~ E.lO j Pertinho do conjunto habit!:icional do BNH ... Isso quer dizer ... Luz ... Agua. - .. Saneamento ... Asfalto .. _ Traduzrndo. valorizaçüo certa ... Tão certa como dois mais,dois,54o }, ' vedemos em suaves prest«soes mganais ... Re- ossmmos • • • • - 1· • ·.. V b co l ' . . , um bom nf'gócio Use a sua· inteligência . . . en a conos . peh~os. Ftáaça nndo sua visita investir em terras é dobrar o capital em Bomto es esper., " "" DELI Vi rontinue pagaI1do imp:istos em dia: o ·progresso pagará à cidade na mesma moeda. Administra~ão: Costa iYlarques ENFOQUE: FATOS o Iile Noite Azul, provido pelo Cen tro Civieo Prof. Wernek o CP.I. foi ani ma«díssimo, Ao sot do Mensys a euforia • ra total, H'or 1ft uotri. 01'. . .f,u11_.-,lurm dn <,ru .. a, Dr, lrajá Loureiro e Sra; Eto- 'Telma., Ínit morena Marilene Perrupato, Airton- l+ nia, Ieinan Marilin, Carlos .li, Z6.Ho«i nh, Silvio-Nrrilza, Alves e Mari Ely _a Srn. Nilça com '" (illrn,: I.c1kin e A1111J11111. (:!<,!:$) N 1 SCJH'.NTOS Uou rncnl1111 """ o casal Vaner e Etelkna Eeheverria e Elza também felizes co» a arotiuh que "dona cegonha" trouxe. #@$0 Fl,I DE '<L:.IANA O fim de +emana p.p,, foi ensolarado na oity. A pccliclu foi n pruia cl11 Ap~, 1nuito gente, muitos risitautes e também filhos_da terra que estudam em outras cidades. 'lo nrnndo "aquele" banho de sol vi ;lanunqclu. Jorge Iosa em cumpunhiu dumn loura, J(J:io Cnrlos Velasquez, Marissol e 1untos ... e tan tos .. , que curtium uo,rn prnin ensolnrndu ... t:il(',)ij() ANJVFHS,lUOS O gnrollio Sérgio Mn,corenhas J"<'C'ebeu em sua reidneia inúmero amiguinhos para co memorarem juntos seu uut. 15 primuveru• da rueuinn-rnoçn Flora )l.n Corinthians OURO: EU B.4N/0 NO CEREAL 4X1 FOI POUCO. O Corlnthlans assumiu a liderança "definitiva" do Campeonato Aberto de Futebol, uo batei· o Cerna! Ouro, por 4xt, domingo p.p no füira Rio. Os gol!, foram mareados por Miúdo ( 1) que está se revelando um dos melhores jogadores do campeonato. Mais uma vez, um "show" foi prepa rado para u imensa mussu de torce dores. O pau comeu solto na galera. l'm "baita criolo" levou uma cansei ra do Godofredo que parecia uma a mostra da São Silvestre. O que o cri olo correu, não está no gibi. Tam bém, se o Godô pe:;n, sai de em. Parece que o negócio começou porque a torcida do '·timiio" f-icnu atrús do gol do Cereal Ouro. rnenando o goleiro (filho do Godufrcdo) que, em deterwinndo momento, nüo_ aguentou as goznções e partiu pro pau. Somos contra a pancada.riu, mas 110 amndorismo isto é co mum ... "oulpn do espírito cxnltudo dos a tletas e dos torcedores." Vamos falnr de jogo. Coringão O Corinthiam demonstrou que é, sem dú vida alguma. o timc mais preparado uo Cam, } ,eonato. A[>rOYeitnudo a Yelocicladc do go ei,dor Miúdo, o timão c:nvolve os ndvcr•ário, e cria situações de gols a todo imtnnte. Contra o Cereal o negocio foi fúcil. O t(mc do Edcmar csfor,;ou-!e bastante e com isto SOCI D DE VIA ASSUNCIO lo«evelte Garcia, sua espoa da Adelfa curtiram alguns Purugunfo: . it.oltcivn SUCATA Foi o conjunto que animou o bnile pre,mo ido pelo 3o contador. Apesar dos trabalhos empreendidos pelos alunos da Es., 'Técnica 0 baile nio foi muito u1111nado, , p<11s não compreeeu n.o de pesoas eperadas, mas o csíurço o u boa vontade dos alunos merecem nossos elogios. vulori1.ou a vitória do ' 0 1imão". Finalista por outeripnçiio, o Corinthians está demonstrando que, 111esmo no urundori~1110, _o. Heeponsnbili~ dude pern e vale muito. Pru Frente Timão. Classificação Pontos Perdidos l) Corint.hinn~ e Cnçn e pescn O p.p 2) Cereal Ouro e Agricultores 2 p.p 3) Uuiiio Esponiva ,J p.p 1) Cori11thiat1s 6 pg 2) Caça e Pesca 4 pg 3) Cereal Our<> 2 p~ '1) Agricultores e Uni:io lruni e cur.ha dias a Cupitol 0 pg Próximos Jogos Cereal Ouro x Agricultores (Beira Rio) Caça e Pesca x Corintians (Octávio Fontoura) Últimos Resultados -- Tri 11 íl • d e (}, .' 1 /J. ' 1kla l 1.1 Corintin,u ·1 x Cctt!al Onro Cuça e Pesca 6 x União 2 J.., Caço. o Pesca, do Jo. ino, c 1 ai Ouro, do Eú nar e Corintht • do Gudoi e Eder; são as equipes q mais reunem cuodições par,1 eh :. rem a finalíssima rlo Campeonato f Futebol José SiropíícifJ da Cc,ta J -. ques, destes três; dois serão o; ., zardos e um sera o gruode c1rnp,, l Graode sim já. que o Camper,·d que forn feito para dar lazer ,1 t_ 1 grupo de esportistaa e divcrtim :d a todo. comunidade velo provur q_• tudo que for feito organizadam e terá sucesso gara nlido e, a liam ·-1 verdade, o campeonato est uma b leza de organização e se melhor ti anda culpas oão cabem aos !Joi:r.c.1 que o estão ca.Tegan?o à'l _cns:J•. Por Isto é que Já ve10 o cn 1 peão consagrado, e. qualquer que l!- '. ceber a Tr.ça, Simplícío Marques, ds três acima enumerados. se é quenl 1 ocorra uma ZEBRA, honra,la.-á di melhor maneira possível e prov:ir, que a Organização é a base de tudo, tudo: até do futebol, mesmo que e ja pelada! Ivan do Nacimcnto ' .1 (' e ;-; e r (. [ t Dia 2o o Clube do Laço reaUz'.m um Torneio de Laço, com a pal'i!<j· pação das equipes de Ponta P_ora. Caracol, Alto Caracol e Bela Vista. a oportunidade sE:rã.o entregues os títulos de Benemêri tos as seguintes pessoas: Lázaro Conêa, Pio Silrn, Arino Moreira, Pego Loureiro, Art1Ci' Mendes Gonçalves • Duarte José_d:, Assunção, por relevantes sP-rY1ço_ 1 prestados ao clube ( colu.boracão %, nanceiraJ. O Clube do Laço, aproÍ:l· l ta a oportunidade para convidar n LI todos que queiram assistir o grande Tnroeio de Laço a ser realizado e ' Garapuava (PR) de 8 a 11 d.:i deze!ll· bro. Os iuteressado!'l deverão procu rar a Diretoria. -----------------~--------u·-------------- PI I ! REECEAERÀ Na Lei a m Pró } r rm a· r f '1 E J l ' Ed icão ) ,,_,--.Jliil" X Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº268_30_11_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº270_13_11_1977 Voltar para a lista de itens