TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº271_20_11_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº271_20_11_1977Número da edição271Data de publicação20 de novembro de 1977Número de páginas10GeoCoordenada -22.118721619281263 , -56.51789759834463 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº271_20_11_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto te r BS 1al endo slnnl es ár• tnl brasl a EX• Ja u ga lncla oce é cabe rá, Pesca e o ande da EE7.. a E.9 2o te @"s, Procurem a Redacão. ) Números . f ti l t,l Limitados QUE O POVO SEJA BEM E..E . I' N F o R M A D o Bela Vista - Mt N.o 271 ANO VI ' 20 a 26 de Novembro. de 1977 Diretor Responsável: Ivaldo Pereira l Baile Ha ·[ori ague pre is .verl de ºº urdo ema- 1ç par- se " auto· i ªº ente Olha malandro, hoje vou te contar coisas tristes. Chega bem pertinho de mim, esque ça um pouco os Seus problemas e comece a viajar pelos caminhos da vida .. os espí ritos "dóceis e acomodados", aos intelectuais de orelhas de livros, peço encarecidamente; não leiam este breve cometário. Ele chei ra Vida. E cheirando vida, transmite sofri mento. Visitei a Cadeia Pública de Bela Vis ta. Lá., onde são guardados os "deserdados; pela s_orte" e pela incómprensão social. E Isso ai. Os maus existem porque os ~bons" nio são "bons" suficientes para guiarem os "maus" no bom caminho. Qual o bom cami ~bo? Nilo sei nem como escrever ... é pois e ... mas vams lá. Cadeia Pública De BP la Vista está caindo nos pedaços. Buracos no teto, celas sem cocdiçõea de hospedar qual- quer tipo de bieho, se bem que ela existe Jl'.1-ra "guardar" seres humanos - como já disse deserdo dos pela sorte. Lã e!'tá tudo errado ... falta tudo, mas tudo mesmo. O es paço concedidu pelu direção do jorn:il nüo dá para mostrar o que ola precisa. Precisa de tudo. Quando chove, os funcionários da Delegacia são obrigados a carrPgarem os lllóvets de um lugar para o outro. Está tu do caindo nos pedaços ... mas calado mes mo. O maior perigo e isto não é sensacio• halismo- é desabar o· prédio em eimu dos Policiais. Aqui já veio o Governarlor do Es {ado, Deputados, e Senadores, aqui o Prefei- .- j ..... Pedro Pedreira to é nomeado, eofim, com tanta gente de peso na política. ninguém enxerga o proble ma d11 Cadeia Pública. Vou citar alguns i tens. resumindo as necessidades da cadeia local: IJ Chove em todos os compartimentes ... To dos. 2) Os banheiros ~ão buracos infectos ... sem condições. 3) Armas ... bea::. Deus nos ajude ... que nii.o venha marginal pura cá. 4) As celas ... as celas servem, tal vez, pa ra guardar animais, nüo seres humanos. 5) As viaturas não podem sair em diligên cias ... ninguém Vlli pagar gasolina do bol so para Zelar Pela Segurança da Coletividade. 6) Soldados ... 4 homens que faze.n milagres. 7) Material de Expediente (papeis, fite) nüo existem. 8J O prédio está condenado ... vai ruir a qual quer momento. Então vamos fazer o seguinte (o tipógrafo bota bem grandão). . Cadeia Pública de Belll Vista E Uma Ver gonha É Um desrespeito A Sociedaàe, Onde, Dizem, Vivem. Os Seres Humanos. Nosso a pelo ao senhor Governador do Estado, aos deputados, ao Secretário do Segurança, e se este;, não resolverem. apelamos ao Seohor Presiàente da República.' .. Pelo amor de Deus, nos ajudem ... 17 O Senhor Abdalla Sain, mais conheeldo por Papito, receberá o Diploma de Honra ao Mérito, a ser concedido por este jornal, por relevantes serviços pre tados à comunidade bela vistense. Papito, que está merecendo a atenção de diversos órgãos de imprensa do paí,;, vem se dedicando a pesqul:.a da cura do cancer através da aplicação de raizes medicinais. O nrgenrlno libanes, há. pouco tempo recebeu urna carta da Londres, onde um labcratórlo solicitou a remei.11a de suas raízes. Além do intenso trabalho desenvolvJ do em pról da construção da Capela Espi_!'Ho Santo, ele realiza bingos e colabora ativa mente com as inll!iativas dos padres reden toristas em nossa cidade. O seu nome está se tornando uma legenda e ele merece a dí:,tlnçúo que o jornal Tribuna rla Fronteira concede aqueles que se dedicam realmente no bem estar do próximo e da coletlvülade. APE!O O CHEFE GiT A é - $ O Carro do Ano. Procure Representante em Bela Vista: Nosdi Leite Larangeira T ambem temos carros usados para venda. Esteve era nossa redação, o senhor F e·r u a n d o A I Y e s G o m e • F i 1 h o, chi,fe da 18º Ciretran, • na ocasião, prestou diversas informações a res peito d;; seu trabalho. Com refe:-enc1a ao prablemo. de Menores Dirigindo. Alves Go mes afirmou que as "multas serão rigorosas e os pais que permitirera aos seus filhos me nores dirigirem veículos devem se conscien tizar que curro pode ser una arma", O chefe da Ciretran lançou um apelo: "Sonho res pais, não permitam que os seus filhos menores dirijam. As multu nrão rie-oro1H N5e reclamem quando forem pagar suss ta xas rodoviúrias". Bela Vista- Mt. - 'Tribuna da Fronteira Pronu e DO DEPUTADO Reccnlemente nn cidade de Jnnlim, onde ao lado do clepntaclo Vulter Pereira, participei de um~ renni,lo dn comunidn<le para tratar de diversos assuntos de inle rese regional, pude sentir de perto, pude viver em •ua nngustiorn ,1leni1u<le, as questões mais prementes, envolvendo Guio Lopes e Jardim, <luua cidades, irmàl no crescimento e 1,0 sofrimento. Jardim, em que pese o dinamismo de seu prefeit.o, <lescmprnbando ma ln• refo de forma n mere,·er elogios até de •eu• adversá rios, não registra, nem mesmo a título de bons inten• çõr.s, n pnrl1cipnção do Poder Púhlico Estaduol. E não lamentamos esta ausência como imples argumento pa rn critica nos 6rgãos do Governo, pelo contrário, o fa- 1.cmo1 como advertência, pois nào é concebh·el o si lêncio ante o tumauho de,scaso nrlministrativo. A cidade, que é uma du <JUC registram maior índi e de crescimento no ovo-Oste atravesa aguda crise no setor de abnstecim:·nto de água. ma boru é n mo tor que pifa, outra hora é o poço qne seco, todas as horas é o desespero de uma populnçiio intcirn, nn on• gutiate corrida da gota d'água. O hospital do cidade, os postos de gasolinn, os moradores, todos j.1 npelorom puro toe.los e, além ela promc,sa ele imediatas providên cias, desinteressadameate feita pela ianemat, demogó gicamente anunciada pelos representantes do Governa dor, os canos continuuu vazios e os torneiras passam a figurar nas residências, inclusive nas mais humildes como humilhantes ohj,·los de u<lorno. Mas qual seria a soluçiio para o problema da falta d'água em Jardim? A resposta é simples. Até a gurizada do colégio sa be. Está no Projeto Novo Oeste, de nossa nutria e nunca foi levado a sério, porque os governantes e.leste Fstado, desgraçadamente, não levam nada a sério, além, nnturalmc.nte, de im,-,liatos compromisrns eleitorais, configurados cm nom,·.,çõe• fáceis, obras que não rc oistem ao perloclo de eleições e do exerclcio fácil dn dialética ele palanque, "n<le teoricamente tudo tem si do pooslvcl. mns na prática, tudo é Jificil e inviável. Jardim, Guia Lopes ds Laguna, Aquicluuana e tantas outras cidaclcs deste E-todo, vüo assistir o espetáculo degradante da lata d'água na cabeça, enqunuto perdu rar a pouca vioão polltica dos mandatários desta terra. A solução está no aproveitamr:nto <lo potencial ilo rio Mimada, para os casos ele Jarclim e Guio Lopes. ilo há outra solução. Cavar poços, trocar peças do motor, trocar o motor, trocar o poço, nada disso vai resolver nado. Estaçilo cio Tratnmento de Aeua é uma rcivin<li cação que Jardim e Guia Lopes da Laguna não abrém mo, E falo neste momento em nome da povulação daquela, cluns cidades. não especificamente para tratar cio problema ela falta ,!'água, mas pnra lembrar á Ce maat, ao Governo do E-tado e o. mais quem possa in teres,ar, que o sistem de distril,uiçiio de energia elé trica é absoleto, anti-econômico e, em razão disso, al tamente projudicinl ao desenvolvimento regional. A solução é a h'i dr e I é t ri e a que "e hegar á como redenção para a maior "ama de problemas estruturais, sobretudo no setor de industrialização do calcâreo dolomitico, cuja dificuldade atual tem tornado em qua se desânimo a iaiciativa pioneira de empre sários que investem na região, porque, acre ditam no seu potencial de produção, capaz de assegurar não apenas u aplicação do Po locentro, mas atender, as necessidades do cakáreo industrializado no novo Estado. A energia elétrica permanente, ou seja, a hidrelétric11, e isso não é necessário dizer por ser obvio, por si só, representa, em li nbas gerais. o primeiro grande passo para o estabelecimento de programas de desenvol- SERGIO vimenlo compatíveis com o progresso daquela região que até hoje tem figurado como um palpitante e delicioso maná eleitoral e á1·ea de reticentes J)rovld(mcias de ordem admi nistrativa. Citei apen11s dois problemas mais urgentes da Jardim e Guia Lopes da Laguna para mostrar que o Sudoeste não :nuifl vai tolerar a posição n que tem sido colocado [requen temente, qual seja a de pe<llr pouco o con B"gu!r nada. Estou autorizado a reivindicar em nome daquela gente que honrosamente represento nesta Cusa. Rrlvindlcar sPm ex clusivismo. Reivindicar sem pedir favore Reivindicar exigindo. Reiviudicnr desafiando. O Sudoeste manda dizer aos homens que recolhem os seus imoostos, que quer apenas os seus impostos de volta, materializados em obras e serviços dlgr,os da capa~idude de produção de seu povo. Não queremos o pa trolamento na estrada depois da chuva. que• remos o asfalto para as principais rodovias de penetração. Não queremos maia um poço artesiano parti. ter água no inverno, quere• roos estação de tratamento d'ãgua, com apro veitamento do potencial de captaçãc,, de nes sas fontes naturais, não queremos mais urna sala de aula para quebrar o galho de meia dúzia de alunos, queremos escolas o sufici ente para que não haja limitação do número de vagas e todas nossas crianças possam es. tudar; não queremos motorzinho para dar luz a um pedacinh•> da noite. queremos a exten são da hidrelétriea para termos energia co mo têm a maiori11. das demais cidades do no vo Estado. Enfim, a doença que empalidece o nosso progresso e anuvia nossas perspec tivas de integração imediata, não pode ser curada com as doses homeopáticas que esta mos acostumados a engolir. O remédio para os problemas do Sudoeste está na uplicação de programas eletivos na área. E por grandes coisas que Yale a nossa lu ta, inspirada na capacidade reivindicatória de milhares de trabalhodores da região mais esquecida do Estado de Mato Grosso do Sul. 1 IO Estamos ·elaborando tradicional Edição de ENVEEM AS COSTU MEIRAS MENS A CENAS. RESERVE SEU ESPACO ., a Natal. Brasil em COELH-0 tres o, l ' J 1 ! '. -- -- ··~"- ... ._)',., •• .,Á~ ~ fusos Ili BOTO PEÇ francisco D. Carvalho Rua Teodoro Rondon, llQUIDllUINI 667 Fone 1395i MllTO GROSSO Peças Originais; Ford, Willis, Mercedes, Wolksvagem, Chevrolet; Acesaórlos, Material de Pintura, etc .. •. Et-pecializada em Trato~es Massey Ferguson, C BT, Fiat. Breve uto Peças Universal em Nioaque. L Brasília, SDIRP - Sob o argumento de que a medida colocará o território nacional em posição_de maior inter vivência sócio-político económica, o senador Italivio Coelho (ARE- N A-MT) apresentou projeto que reduz de quatro para tres, os fusos hor:'.l.rios exJstentes no p~ís. De acordo com a proposição, são o;; segmntea os fusos horârios a serem ebedeci dos: o primeiro, caràcterizado pela hora de Greenwich "menos duas horas•·. compreen dendo o arquipélago de Fernando de Noro oba, as Ilhas de Trindade e Martim Vaz e Penedos de São Pedro e São Paulo· o seuun do, caracterizado pela hora de a'reem'vich "menos tres horas" compreendendo o Dis!ri- t~ to Federal, todo o Litora! brasileiro os Esta- ! > dos interiores (menos Amazonas e Acre) e 0 } Terntóno do Amapá, o terceiro, caracteriza- D do PP-la hora de Greewieh "menos quatro ho- ta ras", compreendendo os Estados do Amaz0- tr" nas 8 Acre os Tenitórios de Roraima e 1 1t Rondonia. , Os JUSTIFICATIVA s I Para o representante matourossense, o De ereto 2.784, de 18 de junho d 1913, que divi diu o pais em quatro fusos horários é falho. vez que não i;e apresenta consentaneo com as necessidades geo-econômicas do .mazo, nas e Pará que têm partes de seus territórios em dais fusos diferentes. Por outro lado, 0 Acre acompanha o fuso horário da Co.Iôm!.>i 3 e Peru que no entender do parlamentar, 0 coloca totaimente desvinculado, ema termos de integracão sócio-econômica, das régióe> , br,Hnlei.ras q1;1e. lhe são nfins. Italívio Coelh 0 I sugere. por último, que o antigo Estado de Mato Gross.o, com a divisão politiea em dois Es_t11do11, iique situado no fnso horário de Bra· 8ilia, Goiás, Minas Gerais, São Paulo Pars na, deslocan!!.o-s; da região Noreste, "par? uma em que são mais intensas as sul' • relações comerciais, sociais o ' ·is". l 1 a B~Ia. Vh1ta • Mt. 'I'rlbunn da FronlP!rn .----------------- ----- --- --- ... f E V A agricultur-J só é forte quando é mccani:wda. Mecanize sua ]ayour-J com Mass..:y l 'crguson. Do desmatamento :i colheita, a maior..: mais compk:t.i linha de máquinas e imp'emetos agrícôlas do l3ra,íl. Converse com o rcvendc<lor ;fassey Fergu-011 de sua região. Estude com ele o.equipamento mais ad..:quado r"-"e- . , • . . . ! .-. ·. . . . . . . .. : .. - ~ .. t: .. ·4. • • • •• "e%Esse,$$f ,Mi&f -:_,/L~~- ~ ';f:$fl 2, iEi : ~ • ~ • . • -2±G3te± te $$r" E# a giga±;3. s.S « • ":._ ', . -- '- - E@#@@±@@932%±$,%2±%2$%%$$f±&5#..a. 52é@?g.±%2$5 .,..ê:?'.,,...-.,_,c,:~ -..,çr. ,. -,-..,,. ,.:~·.; :· 23232355$_5Z€Z@zê2c&ɱés±S±t@@G; A AMA Apolinário_ Máquinas ~grícola=> Um Novo Conceito Rua Teodoro • Sativa S/N Bela Vista Mt. Filial: ma e em para a sua Iam,·:::::: a melhor forma de se obter o fin:rnci:uncmo. ,pio1·cito.: o credito que lodJ a red..: b:mcária c.,tú lho.: ort:r..:cendo. Plante m:ii.,;. F7 V-o/ Massey-tl=erguson do Brasil S,A. lTDA Assistência T ér:nica m? ..- .... UI!! J ã j tarac I e l ral M reira !,___ / Bela Vl,ta ~ Mt. - Tribuna da Fronteirn Serraria Bonito e ,, Apolo Escritório de Contabilidade Apresentam fJ 0 Podro Pedrolru Alô povão de Jo.rdlm, Gula Lopes da La guna, Nloaquo, Porto Murllnho, Ponta Porá, Aquldauanu, Bela Vista, Caraeol, Antonio Jo ão e Boulto. Esta semuna o "colunão·• ''vai sair do aórlo" ... muita gente "querendo cbo gar no pedaço, mas com muito grilo'' ..• 009 Aviso Aos Navegantes: Pela primeira vez, "vamos dar nome nos bois" ... esta coluna nií.o é escrita e multo menos "ponsada", por um ou por dois ... ê isso aí ... Pedro Pedrei ra é pseudônimo de um Grupo. São várias pessoas, descompromlssadns ·com o poder público, econômico e ato, quo visam, acima do tudo, Informar Sem Medo... frisamos bem: toda matéri:, antes de ser publicada, passa pelo "crivl•" do diretor, jornalista I vnldo Perolrn .. •. estamos entenditlos? D8D9 A maré não ei;til. nada boa lá pelo9 lados de Bonito ... recc·hemos duns cartas, da Pre feitura Municipal assinada pelo Secretário (não tivemos o prazer do conhl cer o personagem) _e outra do senhor Prefeito Padre Rooswelt Sá de Me deiros ... carta n1ulto educada. por sinal. .. Puma resposta à mateia publicada na ediçilo de 30 de outubro, 11 ref;>~ito do problema de ter ronos para a agência do Bo.nco do Hrasll ... a sor instalada nnquela cldarlo. f«0a A Lei de Imprensa, Nº 5.250, de 9 de feve reiro de 1967, em seu artigo 29, " faculta o direito de respost l a toda pessoa natural ou juridica, órgão ou . entidade pública, que for acusado ou ofendido em publicaçüo feita com jornnl ou periódico ou em transmissão de radlofus!io, ou a cujo respeito os meios de intormaçlio e clivulgaQáO veicularem fnto inverídico ou errô.100, tem direito a re,pos. ta ou retillca9ii.o". No seu artigo 34 n lo! diz o seguinte: "Será negada a publicação ou transmissão da resposta ou retificação: li Quando oontiv1!r expressões colunio11as, di fame tóriaa ou injuriosa,s sobre o jornal, pe riódico, emlnora ou -agência de notícias em que houver a publicação ou transmissão que lhe deu motivos, assim como sobre os seus Responsáveis, ou terceiros; IV- Quando e referir a terceiros, em con dições que criem para estes igual direito de resposta ... somos muito unidos), apenas transcrevemos uml.l noticia e, ournu prova cabnl de nossa bou fé e dos princípios básicos que regeu nosso tra.bnlho, publloamor- também a , .. ~ers~o ' dos homens que dirigem atualmente a po lítica de Bonito. Para responder ú que é a montlra precLsumos sn bar o significado da vardarl~. Qual é a verdade? Quando o se nhor diz que o nosso ..fo!ormaoto'' agiu de má fé e no mais das vezes mul intenciora do (credo, cruz credo) e deoprovido do quais quer sentimentos comunitárion, o senhor de monstra um primarísmo que chega a er lr rltaate. Nós, nunca publicaríamos uma lnfor• mação oriondu de fonte duvidoso. O nosso iníormnnte Sr. Secretário pessoa de destaque na comn• nida1lt> bonltense, merece crédíto ILLUTADO é um homem do POVO, jó. deroonolrou pos suir espíril" comunitário e o que é mais im p0rtnnto: é. um político do realce na bela ci dade do Formoso. 0&2 0 Bem ... aenhor secretário de Administra ção ,(la Pr~feitura. Municipal de Bonito: Suas "amávols" palavras seriio respondidas "o portunamente. Conforme reza ·o item IV, do artigo 34, publicando a sun amável e ed u cad a e e r t I n h a, p r o p o r c i o naremos a tereeiros respondernm à resposta du resposta, o que irá cauoar grando polô• mica, e o que é plor, uma, cisão nos qua dros da ARENA de Bonito. As "calúnias e inverdades" (quanto exagero) pubhcadns om nossa coluna pediam apenns explicações e não viaava degenerir o nome ou a honra do 111nhor Pretelto Municipal, por sinal nosso a migo. O senhor foi muito infeliz, talvez guia do por sentimentos de irrestrita fldelldo.de ao cargo que ocupa. O jornalista Ivaldo Pe Nlra. (No1110 chefe todo poderoso e dono mesmo da ORJIVAPE) pede ao senhor que não "desvalorize" os lotes que ele comprou com tanto sacrifício, e o que é pior, dcevu. lorl:r.and• também os terr11noa do grande ba talhador airo Fcntour.a. Ns no on!ss; mos as palavras do jornalista Sobustião Ne ry (a propó1lto, mand.amos uma cópia. de ■ua. carta à Folha de ão Paulo, nós, jornalistas, Saiba, sonhar sel!retário, procuramos o pre-. leito para ouvi-lo o. respo!to do "nebuloso ne gócio de terrenos" e niio o encontramos (e quande falamos n e b u l o s o, falamos con fuso e não vai aqui nenhuma insinuação mal dosa à honradez do prefeito, osso Amigo). W))S(! O que aoontece é que somos I N D E PEN D ENTES . . . nossa coluna não depende das Prefeituras para sobreviver ... o não temos compromissos com partidos políticos e não somos apadrinhados de ninguém. En tendeu? k16: Vamos fazer o seguinte: estamos pubtican• do a carta do senhor prefeitll e junto com ela outra do prefeito de Nioque (que beJeza de carta, não é senhor secretãrlo?) provando (so bem que não lhe deve;nos· satisfaçõe!! e muito menos provar coisas que o s e n h o r não entendo no caso, jornalismo) C]Ue o nos so papel de formadores a informadores da o p i n i ã o pú b l i e a merece e l o g i o s de pe15oa1 do nnipe do prefeito Alteir de Alencar (jornnlist.a, poeta, escritor e tantas coisas mais) O mo· ço é intelectual. Ao no.so i;rnnde en,igo Padre Hoosvclt lembrete, não foi nossa intenção ferir suscetibilidades ou provocar polêmicas e guerras que não pasarão de "batalhas de Itararé. Eu.iremos no. Prefcirnrn Mnnicipnl. na próxima semana, e 'conversaremos amigavelmente A nota explicativa a respeito dos terrenos, está pnbli cada na coluna <lo Editor não como.direito de resposta, ta, mas como direito que todo jornal ,dulto oferece ao político, quando se julga no direito de dizer "as suas verdades", se bem que a publicação desta matéria gerará no,•na re,postas e muita polêmien. pois o no,rn "informante". sem dárida alguma' voltará ao assunto. I.,o é muito bom para o jornal (como diz o amigo Di Pero: "mais rpirito")o mrsmo não posso dizer pnra 11 rlus,e polit1cn de Bon.ito (Arena) e à trnnqnili dadc da atual Administrção. Mas quem sai na chuva é para se molhar e nos parece que o horizonte mostra uma 'tempestade' •. até a próxima, amigos de Bonito. " <-«<3 . Só mais um lembrete: quando alguém se julgar ofendido por notas publicada« nesta colunn, por fa, enviem cartas Educadas, pois somos nuuito santiveis n palavras Grosseiras. E. principalmente, nio proenrcm ferir o nouo trab:,lbo Jornllllstico... e,cr4'n•ndo "bonitinho", com educação, com "[inese". nós oferece remos, não só o espaço que a lri de Imprensa faculta, mnas muto ma1s. "Tornou-se quase ua dogmn do Jornalismo a fGrrglo hi are e«da iors' tem a sua verdade. Eata tlosona te»envolve utuu eiuo conceito sobre n criatura humana: Cada cabeça uma sentença. Porém a multipli cidade dos meios de inforação, a instantaneidade da noticia comunicada no meno tempo is mais distantes regiõcs, velocidade que o as«unto adquire na eng nagem do jornalismo, nssim como a superação de a e,i tabu- da imprensa, fazem com que predomine noção da veracidade, segundo a qual uma informai» n à o é u m a i n for m a d o se n?o verdadeira.., con; isso qutreros mostrar qur procuramos Informar Corretamente, mas não omC perfeitos, Quando erramos, reconhecemos a nos« erro... +en: l'ressoe.. em ofensas.. em ameaças, com ju-tlc;a. Mais notícias, comentários e"sugestões" na colu4 Transa; da Alrlt-i:1'.., e n opini:lo Serena e firme rle nosso Redator Chefe na Coluna do Editor". r Prob!ema Institucional Estn coluna em uma das edições nnl 1 .1rio• res publicou uma nota sob o título "Probfe· ma' Inslit11clonal", focalizando uma pretons11 briga entre o atual Prefelto e i;eu yico, Iam· bém presidente do Diretório Muoic1pal du A· rena, no município de Bonito, GUl do Eatad~) de Mátú Grosso. A desinformação é um dos graves peca dos de jornall!itfl, p1inclpalmente quando es creve p:.!.!'!l um jornal de grande círculaçllo nacional, como é o caso da Folha de "Silo Paulo". Peca o senhor Sebastião Nery em vários pontos, pois quo o pref.r:ito de Bonito é· o padre- Roóswelt Sá Medeiros e nilo o senhor João de Arruda, que foi o caadidalo oposi tor no último pleito, em 15 de novembro de 1D76. A pretendldn briga, mencionada pelo co· lunista, entro o padre Roonwelt Sá Me~el-.i ~ ros e seu Vice, Josias Pinheiro de Almeida, jamais exisUu, 11 não ser na mente de quero informou o citado jornalistn. Prefeito e V!c~ trabalham em conjunto, para quo o IunICI plo de Bonito pole de atração turística, por sus belezas nu turais, po;;sa alcançar rap!· damente o seu grande futuro, Muito nos adnira que o sr. Sebustíão Ne ry, em sua nota, tenha incluído no arranca. rabo, por ele ou seu informante lme.gine.do os presidentes Nacional e Regional da Aren11, Acreditamos que com esse esclarecímento. publicado no mesmo espaço, os leitores to mem conhecimento da verdade e, principal mente, do fato de que também os profiGsio- aais da imprensa dos grandes ceutros 1!0018• 'f. tem as suas "barrigas". DE Evaldo G. Laranjeira #3E% EMA AE: SEiiENTES E:l GERAL. Os melhores preços da praça. Visite.-nos. ua Duque de Caxias, 1 O 8 O ; Bela Vista ,., Mato Grosso .,, - 1 I t Bela Vh1tn • M{. 'I'rlb d t '!d [rgnfofr 20.11-77 ! A. Pessoas de quase todos os países do mundo estão à procu ra de urnn ervu que só existe no pantanal mntogrossense. Es ta erva é n Cancero! e Incarol que misturada oom o cipó roxo "f conlc1<lo., nnlou de tomar a ml lagrosa erv mtvgrossensa de coberta pelo :u·que6logo urgon tino libanêr. Abdalt, Sain, aluul mente radivado na cidade de Beha Vi±ta em: Moto Grosso. Ili cinco uno· atrás o 11r qtieóJC,go, i.paixonado pelu nutu rílza, começou a pesquisar diver sas rulzec; di5eronte>s da l'uuoa do puntanal motogrossense e, depois de inúmeras pesquisas e tentutl vus. conseguiu um milogrn: uma pessoa já condenada conseguiu ,., reeupel'ur depnis de apllca çõ. s constantes da erva. A l,a,;c principal da i!lfusi.io é a raiz crrncornsa que é fervldn junta mente com o cipó-rei {que eou tem um suco roxo, da[ outro nome: cipó-roxo). E!;tug plantas só !Ião encontraàns naB malas virgens daquela reglúo do Eatado de lfato Grosso e apenas pes soas que conhecem muito bem o terreno podem colhe-la em seu habitat. Ao origens desta desco berta remontam à i d a d e s e 1 v a g e m d o coutinente nmerlcnno. Os indígonao costu- tJ J Um desse» que chegam ficou impressionado com a bimplicidntlc do lui:nr. No cnminho as cidades tinham o mesmo nspcclo, aquelns mesmas características e urn ro~eiro quuse mon610110, Era verão, bastante sol. a~ ru• as quentes e com muiln poeira, e naquela noite da chc· ,:ada o. c:insuço levou-o para a cama e dormiu. ~o dia ijc:;uintc foi à casa de seu amigo, vier:, de fora e peln pt·imcirn vez conhcrn eetn cidude. Tomou • nlgucs bnnhos no gostoso Apa, passou pelo Paptto, fot no cinema, tomou uma cerveja no Çinelundin. atravctõ!-OU n ponte, até tentou n sorte, comeu um bife coberto com queijo derretido ou churra,queou '"'. Gaúd10, foi • num baile no Pedro Hufino ou no Ilelav1stcnsc, num 2I dia que era Domingo assisti à missa e compareceu na _cd quermesse, ouviu Saudale ou Paraguaia Linda •••• con- '('Í· f --..,.ida mm-lhe pnrn uma feHan,;a O de nni, cr;:írio ou -por r.a.bamcnto e começou u gostar de tudo e qun,e todoJ. +p]»] Muita coisa haveria de fazer e do gostar naturalmente. Mns o que mais lhe chamou a numção, não foi n stm • ! plicidu<le e o desprendimento, e sim um _húb(to. Quan do me chamou n atcnçiio puru esse fato liguei-o logo parn o ato de se comer o chnrru;co com mandi6c 1. A minha i:erte7~~ era plena e arrisquei logo :, afirmnçãn: é a mnndiocn ... ? - Nilo é a mandi6cu, pois ela dr foto é i:ootoso e EU· bstitui em sabur e em ucomp:inhamento o pio, O <JllC ele foto me intrinarn foi o hábito do tereréé. Aí, imediatamente retruquei, defendendo afinal um c.>stumc aceito e repetido através dos tempos nao n ta área restrita, mas através desses dois estados hndct• ros recentemente ,livididos. Surglu o diilogo. -Voce é d;t11ui. companheiro, não entende ao que me refiro. No cnr.nnto não compreendo como numa ro da heterogênea de pessoas amigas todos suguem daquele mesmo liquido contido em um recipiente com era. Retruque, imediatamente tal argumento, frisando q essa maneira de tomar, tratava-se de um cerimonial, l l t • . + « w«nos««é ou cipó rei • pode curar diver sos tipos de Cfincer conforme ficou constatado por diferentes testemunhes, de vários lugares do muodo, que já estavam con denadas à morte, com seus dias Curam Câncer do Mundo MAIS ESSA ... de uma conduta de longa data passada d· pai para fi lho, próprio dessas bandas, umn nnturnlidade. . -Não me refiro a tradirão, mas sim o aspecto perni cio«o, o processo maligno de transmissão de doenças contagiosas. Até es.e ~nomento_ não tiohn notado a conotação da <la 'pelo _11nn_go e mni< uma vez, querendo ir além. dc monstrei minha dúvida pela segura afirmação ouvida e conttnue1 a escutar. Poi,; hem, êsse h:íbito determin:intementc não é salutar, não pelo valor do chá, da erva, nem talvez do ruc1p1cnte, nem tào pouco da árua e sim pela mn.neira propicia de se aJ,,.trar ª"" o:itr;;s a enfam,dadc de um Aguçou_a minha percepção,e desta feito, esse meu amigo médico já tomava ares técnicos e continuava a investida. Em tempos atuais, coa essa poluição ambient.nl, com esse» grandes aglomerados de pessoas, são toradas me didas, inclusive fiscalizadoras, pelo governo, carne enrolada em plaet1co, frutas Mcondi.eionadns, líquidos ensacados e engarrafados, .., visando alcançar um grau maior de higiene, assepsia, em detrimento da propaga çao. de. d?eoças que afetam significntivamcnt.e a uúde do individuo e de ,ma .fumília. A~orn comecC"'i a eate_n_der, e qu.n.se perdido com oa meus pensamentos, ouvi a exclamação Sensacional ... Que coninuem com essa tradição, csa necesidade mas cada um com os seus apetrechos - uma cuia, uma bomba, a chaleua, pode ser coleti,•a e continuem com os_mesmos papos, a mesma roda e o mesmo h.5.bito. Fiquei matutando, que "cara" pra falar coisas difíceis e inventar problemaas. A noite levei-o à rodoviária e quase expliquei, para ele, as virtudes do tereré, - mata a sede, congrega, é genial,_é tradição, um hábito, até quem não gosta toma... Ma o J.inho ern que o rru mento dele era outro,. talvez rua.is acccssirio, não ;t'Í. Embarcou, ab:mou da Jand11· e me deixou com O pc 0 da dúYida... NO!'iO APA • o .±- Q) V) - e ,o o ,._ z u.. o -o 1,..... o o e: o.. ::) ...D o ,._ 1-- :t: - (1) 2LL e ,._ o ,(1) -, o (O V) e: o G ,._ ti) m <( _;o Q) --1 mavam usar estas planta para a cura de diversas doenças. CONIIECI1ENTO JND(GENA O corrbPci11ien1o de Ahdala, veio ele GUf.l gruudu cxp rloncta na rerrillo em quo esta ervas brotam, nos pantanais virens e desabitados. e de sua couvlvéu, ela com OI' indios qulrirl do Cbaco Argeulinn e com os Gua ranis da Fronteira do Bra li oom o Pa rn p,un i. a casa de Abdula exite uma ala que é chamada de xala dos mlluf!n•s. Esle cômodo u li t A cheio de fotogr..1fius e outras rt- l!qulas que comprovam o pc.dcr milagroso dat! infmiões. O clp6- rei foi encontrado. primordial, mente, no Chuco Argentino maa depois do várias pesquisas e de verificar que os morudore?t da regmo do p1rntanal utilizavam ralzl:'s purn aliviar suas dores e 11arat· tumore!l acabou por achar as mesmas ervas nas vizinhança da cidade de Bela Vlala, onde o arqueólogo reside atualmente. A crrnl!orosa foi juntada à lnfuailo por suas pr<i°priedades cicatrlzan• tos. Abdalla é cnohrcido entre o povo da região pelo carinhoso apelido de "Papito" poiR nilo cobra nada pelos remédios ts aplicaçõoa quo faz nos doentes assim como presta atendimento 11 qualquer pessoa que necessi tar da erva com qualidades cu r.ativas. PAPITO pede a todo:1 que preclsarem do mcdJcome:nto paro que e,crevem para sua. cf• dade natal ;:o seguinte endereço Rua conde de Porto Alegro n2 179 - Belo. Vista Mato Grosso (Notícias Populares, 11/1l/7i) r. Ivan Afonso la e sfa Marq es ADVOCACIA EM GERAL R. Voluntários d:i Pátria, 376 • Fone 210 Bela Vista Mato Grosso • 1 ENSE le Sérgio earique Marfins Apartamentos co~ ar condicionado. quartos com ventiladores, ambiente familiar e refeições fartas . HOTEL . FLU I E SE. Rua Teodoro Ro-ndon 865 O SEU HOTEL EM IQUIDIUINA Aquidauana • Mito <íresso 20-11-7 Bela 'Ista - Mt 'I'rlbana da Fronteira ) Edital de Citacão ) do Ilcpúblit-a Fc,lcrntin do Brn!ll Estado ~e lato Gro_,. lia Poder J11dici:írío Comarca tle Dela Vutn Carl6rio do l' Oficio O Dr. João Carlos Braudu G11rcin, Juiz ele Direilo da Coniatca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, na formn dn Lei, etc ... Faz Saber, qne por este Juízo e Cartório do 1• Ofi• cio, tramuitn os nutos de llcín1c:;roção de posse u, J.10/ '76. requerida por lido Luiz ,la Costa e ua mulher, contrn Djalmn Cbnvcs Corre11, do teor .eg111111~: Exm, Sr. Dr, Juiz de Direito dn Comnrcn de Deln Vista Mt. lido Luiz da Costa e rna mulher Rita Cândido da Oosln, brasileiro,. c11sndo1 enlre ii, proprie1úrio,, CIO 003.714.161. residentes e clomicilindos un cidade e Co• mnrcn de t>ourados, E11.ndo de Mato Grosso, por ECU butnnle JJrocurador e nd rugado no final a,1sin~do: (ln~ unmenlo de mandato nnexo nos nulo• no 99/7;,, de A· çAo de Re,ci1ão de Contrato da Veudn e Comprn, do Oartório do 1' Oficin dessa cidade e comarca, entre ns mesas partes), eoru escritório à Avenida Prcside111c Vargo», 469 - J.O anrlnr na cidade e comuca de Dou rados. Estado de Mato Grosso. onde recrbe inlimaçõee, vem ~ui .respeitosamente pc;antc V. Excia. propôr, co'ntrn Djalma Chnvr, Corrcn, bruilriro, cnrndo, pro· prlelúrio, redidcnte e ,!omicilindo no imóvel "Chicà~" , an "Taboca", nesse município e comnrca de Bela Yis ta, Ettado de Uato Grosso, bem como poulve1e pre- posto• ou sncee~ore1 do mesmo que acaso ,e encou • trem no imóvel, a presente Aço de Posse, fundada noe artigos 9'.2o n segui1ite1 do Código de Proceo Ci vil e demais aplicáveis à espécie, expondo, para no fi nnl requerer o seguinte; Lo São o, Suphoantes propn· etários d uma área ds ternu com 1.621 (um mil e circentos e vinte e 11111) hectíires, detcrminads por 'Parte dos imóveis "C hiciio" e "Tabocn", cadastrada Junto ao INCRA ob o n.o 91o.023,0063.392, adquirida 'por formnl de partilh~ extrnldo doa autos de inventá rio levado 11 efeito pr,r euc Julzo e Cnrtóno do Se gundo Oficio, por óbito de Mnnoel Francisco Gonçal v e I B11rbosll, inventário easc Já ter m i na d o e formal de partil11a cm fo•e de transcrição. 2.o. Que rdcridn irea, adquirida em fere reiro de 1974 por eecriturà púbhu de scsuo de direi to anexadae aos autos acima referidos, foi invadida, em nproximad:imente 07 (aete) de Junho do mesmo ano por Djalma Chaves C,,rrea que, nilo rc1peitnndo os li• mitea cxinentes dn á,·cn pertcccnte, aos aUlores, efeu ro"n, digo, efemou ma inv,u3o em toda a _propriedade pert~eente '1101 mesmo,. Em virtude de tnl rnvaoão, pro· pseram os autores aio de Reintegração de Posse con tra o Réu, ação essa que ficou prejudicada posteror mcn1c face a ~ompo1I •ão ami"á.vcl levada a efeito entre as partes, ocasílo em que o réu adquiri ao» 11u1orc1 11p·roximadnm1·11te 520 (quinhcnto, e vinte) hec tnrc• da áren 1nvndidu. obrigaudo-se aindn a rc,pcilnr ,..,__ n poue dos nlll0res t11 área remanescente, 3". Tal aqui- '~~içilo ae deu através de contrato p_aruculnr de compro mina do venda e compro, que deixou de ser devida• mente cnmprido pelo réu nos prnzoa nssinndos, ra:tào pela qual pleitenrnm os nutores a aua rcsci•ii<1, através • dos 'llUtos n.o 99/75, do cartório do Primeiro Olio10 des• sa comarca bem como a reintegr:içiio da pouc na área objeto do mesmo, tendo por bem V. fü:cia, julgar pre• cedente o pedido de rcacisiio, determinando outroesin que a retomada do imóvel fosse pleiteada por ação pró pria. Tal decisão foi confirmada, à unanrn11dade, pelo • EgN"glo Trlbaoal de Justiça do E'stntlo de Malo Grouo, com ll cmc:n• t~ 11eguinlc:: Contr.:tlo de Compromino de. Compra e Veada. - Resi- 1!0 • Nilo p:iga.mc:nlo de r,rutaÇUu • mors. do dc,·cdor • lOC'Otttnos. da 1ubordioaç-ão de psgs.mcnto O. outorga da eritura - pelação im provida • Rc:,dntle~1c o contuto ele comr,rom.iuo de compr:i e venda f1udc q11c o devedor, o.io cumprindo prutação ao _di", local. hor:J.. e: modo con,•ecioOAJoa, procur.s unell:& do ctulor c:.umcr-■c: da obriga ão, invocando motivo inidôn«os para justificar a mora (TJ-MT An. Giv. lf845 - Rd: Desembargador ?.llluro José Pereira". tl,o Com o tramito cm julgado da sentença proferido em J.>rimeira inatancin, coníirmndn pelo Egrégio Tribunnl de Justiça, em o6 de 1c1embre de 1976, tornou-se o rcqnerldo Dj.tlma Cbavca Correa, anteriormente quali fic_ado, e ntó aquele dia possuidor de boa fé, cm pos euidor de má fc, uma TeZ que, reecmd1do o contrato, Prazo de 20 Dias do, cria t!le devolver os autores a posse da área aos mesmos pertencentes, devolução essa que não ocorreu, embora procurassem o autores reaver a mesma. l+1m, caracterizada está data da turbação praticada prelo réu, qual eja, o dia to [«eis) de setembro de l976 (mil no vecentos e «etenta r seis). 5, De acordo com o rtgo 926 do Código de Proco Civil Biliro. o po+ui dor 14.'UI o direito a e r 111 ,1 11 t 1 d o n3, os»e em cao de turbação, e reintegrado no de esbu [í,, E, o artigo 928 do me»mo Diploma Leal, 3ta bel·e que; E+tando petição iniciiíl dvidamente_in: truidn, o juiz deferir!!, •em ouvir o Ileu, u expedição de mudado liminar de manutenção ou reintegração. 6.o. No caso presente, cocorrem_ todos_os requisito pnra 11 concossiio da medida initio litis"; Está provu dn n posse dos autores, transferida ao léu através de controlo de comprnmi•rn de venda e compra firmado cm Lo (primeiro) de novombro de llJí-J (l111m mil no• vcccnto• e eclrnta e quatro). Está provada a transfor mação da posse, de legítima em ilegítima, através da sentença_transitada em julgado em 6 (seis) de sclem bro de 1976: Está provada, finalmente, a data de e»bu lbo praticaclo, ou ej1 a dn111 em que transitou em jul gado a sentença referida. T.o. As«im,é a preent pa ra mui respeitosamente requerer a ._Excia. os dignos determinar a reintegração 'initio litis' dos suplican tes na áren de 1.62{ (hum mil sriscrntus e vinle e um hectares), determinada por parte dos imóveis "Chicão e Tnbocn", eitundo, nesse município e comarca de Be la Visla, Estndo de Mato Gro~6'J, expedrndo-,e º. com• petente mand.tdo de reintegraç5o e, após a efetivação da reintegrnção, requerem se digne V. Ecia. determi nar a cilação através du mandado, pua que o reu D jalma Chaves Corra, anteriormente qualificado, e re •idente e domiciliado no imóvel, seja citado, no pra• zo de cinco dias pnra conte•tnr, querendo, a presente açii<> de relntcarnção de pose, a qual espera julgada precedente pa;'a se determinar a rein1egraçiio, ern ea • r:iter defini1ivo, da poue cm nome dos autores, con• den~nd1>-se ainda o requerido no pagamento das cus - tns proccuunis e extra proce•rnai,, perda, e danos u - purúvci, em execução, honorário• de advogado na ba se de vinte por cento ,obre o valor da cauta, as de mais cominações de direito. I'rote+ta provar o alegado por todo o meio de provos ew direito permi1idas, in clusi,·e e principalmente pelo depoimento pessoal de rnp)iClldo, pen~ de confesso, ounda de testemunhas, juntada posterior de documento,, Tl6tonas, períciag, nrbltrnmcnto e t0dos os dom.tis, em excewão de qual quer um. Di à pre1cn1e, pnrn efeitos fi,cnis e do direi 10, o vnlor de CrS 2o. 000,00 (vinte mil cruzeiros. Termo• em que, P. Deforimento. De Dourados ih, pua Bela Vista. em 09 de dezembro de )976 (a) José Alberto de Vn,conceloo - Advogado. OAB MT .J.97. CIC oo-loo?.771. Certidão de Fh. 35. certif.eo nfinnl que deixamos de proceder a citnção de Djnlma Gba,·es C orrea. por que aegundo inform:çõea obtidas n:, sua sede, e1lc encontra-se anscnte, a procura de campos p:ira. compra, no orle do Estado de :foto Grosso, razio pela qual não foi citado. Dou fé. (a) ?ifario E u ri p e d e • hl ame d e O f i e i • n 1 d e Juuiça. Despacho de Fls. 38. llecebi beije. Cite·•<> por Edital, com prnzo de 2o ,inte dina. Cumprn te. J. p Bela Vista, 18/11/77 (n) Dr. João Carlos Brandes Garcia. E, pnra que não Ec nleguc Í_!lnorâncin, fui dctcrminndo a expedição do ·prt:sentc Edital, com prazo de Yintc diu, por inlermí:dio do qual ficn citado Djabu11 Cbavea Çorrea, pnra conlt:stnr a presente nçiio, querendo, no prnzo le"al. !ão $Cndo conletl4da a ação dentro do prazo lgal, se presumirão como verdadeiros 01 fatos articulados pelos :mtore,. O presente Edital será publicado na forma d" Lei e, nfixado no Forum local, no lugar de costume. O que Cumpra se, Observadas as Normalidades Legais. Dado e passado nesta cidade e eomnrcn de Bcln Visla, Estado drt Mr.10 Grosrn, ~o• dezoito dias do mes de noTembro do nno de mil u.:iTccentos e •etenu e sei-.. Eu, ·Pedro V da Silvn, E,crcvcnle Jurnm..-uudo, o datilografei • auino • Dr. Joào Cnrlo, Brandes Garcia Juiz de Direito Em Sub,tituiçiio si Hegi, . .ilitar R ofx rft U 4 D.C. x rclt JO' R,C. à O 10 Regimento de Cavalaria, devidamente auto rizado pela 9o legião Militar, venderá diante lei lão, no dia 05 de Dezembro de 1,977, à, If:! hs na sede do legimrnto. sito, à P'raça Cm. Pedro u fino, o material baixo: 6,0O (eis mil) Sacos de anisgem ao preço mini a~ CrS 5. I0U,00 (, inro r.uil e <JU!ltro•·e1110: ~-ru,c:lríl~): ' 50 (einroenta) Saco« branco o preço mínimo de Ur :;s,oo (Cincornln t' ciril'O ('rll/t'ln>~ /; . 250 (duzentas e ineoenta latas vazias ao preço mini ruo de CrS 600,00 (-ci,ccnto• cri_iniro~ e 320 (trezentos r vinto) litros vazios ao preço mínimo de Cr:S ]60.•)J (C''lltr> ,, •l''-!:fllll 1·r111.1·iru,) . O material acima poderá +er visto e examinado e los inten'•;c«lo, d,: 2.u :1 6 u feira <l:u (JfJ:oo is 16,oo horas, até o dia o3 de Dezembro de 1977. Hcaliza,lo o leilão e declarado vencedor, o urre matante será convidado a recolher de imediato 2o o/o (vinte por c.-oto) tio lanr<! de arrr1111le e completar o restante no prazo de H} hs, pcderi s o quiser reco lhcr o total do Janet• de imediato. O rnnt,•rial será entregue ao arrematante após reco Uiímeuto do 1111al do lancr mediante lermo de entre~ª·. Se o rrematante não recolher o retant do lance no prazo e,tipnlado, perderá o sinal de 2o alo (vinte por cento) pago por ocaslão do leilão. Bela Vista. ilt, I8 de Novembro de 1977. Brasil José da Silva Cap Cav Pre·ilente Cícero Gon~alves Co;;tn l,o Teu Med, Membro Andre Luiz Iios Garcia • Ap Of 1112 dent Membro Edital de (orreicão . Ordinário r O Dr. João Carlos B. Garcia, Juiz de Di reito, em aubstituiçilo legal, da Comarca de Bela Vista, no uso da14 atrib:1icões qu~ lhe foram delegadas pelo Exmo. Sr. Das. Sérgl? }.lartios Sobrlnllo, Corregedor Geral da Justi ça: Faz suber que designou os dius r e 2 de dezembro, &.s 8.00 horas, para inicio da Cor reicúo Ordinária a ser relizada em todos os ofícios o serviços sob jurisdição, fnclusive nos serviços da Polícia Judiciâria. Con vida-se Autoridarles, Membros do Miniotério Público e qualquer pessoa do poVv que . te nha reclamações n. fazer contra irregularida eles em qualquer Cartório ou serviço da Jus tiça, inclusive prisões e Delegacias ncercé do procedimento eu atividade funcional Ja • pessous subordinadas à Comarca, para apre sentarem-nas nos dias, horário e local fixa dos, durante o expediente normal d9 For~, sob panu de não serem recebldoc postenor mente. Os Senhores Escrivães de Paz e Juízes de Paz cl.os Dl11tritos, bem assim, os senhores cartorários dos municípios deverão compa recer também, nos dias, local e hora que fe rem designados com todoõ os livros, para a coneição. E para que ninguém n'legue ignorância, mnndou passar o presente edital que será pu blicado na forma de coi-tume. Beia Vista, 21 de novembro de 1977 Dr. João Carlos Brandes Garcia Juiz de Direito HI. h II de e 8 CI C( o di qu úo n cor llle F :'!IunJ Ins bro r á ta-+ welt de qua ire Br dade l'.la ~ u CHARM o de Artigos finos para Senhoras Senhori.tãs, Bolsas, ireta: 1et 1 e Ia Charm Rua Antonio Vista e e mpr Gledson, B uliq e João·. 256 T Cori, Uí a Esmilda froença (Didi) as últimas novidades da moda as fábricas: .Bayard, Deblu. awrin a se 1pre e m rasileira. ( em frente ào pr~dio do B. Bradesco) Mato Grassa da tsrl :robl etent , taro da A stad peca do e 1laçá@ "Sll várloi é e senbo! oposf ro d a rICl- 3AL» 0; osso l."Hta _. _i'v_tt_, __ ..:'l;..;,'ribuu í1 da Fro n teJr r [7 Nº 220/77 Interonuudo: sr: Oovnldo Turlol, PL·eaideote du CO.mnm Municipal de Bela Vista. Em 15. 03 77. Aflsuoto: Licen~a Prefeito nomeado, em prorroguçüo O Sr. 1 Jsvuldo Turlnl, P1·esidonte da Cârnnrn ~!uniclpll dtl Bela Vl11tu-:'.lt., solicita parecet· com reforênch, a prorrognçüo de llcenr,:a pu ra tratamento do saúde do Prrf<-ito daqu:·lc Município e se há um limite máximo pura se conceder liçença. Deseja, ainda, saber a té qunndo o município continuará pagando subsidios a o Prefait•; Jíccnclado como tam Mrn no Prefeito em exercício. Em at<:mdimento-i., sclicltaçúo esclar2ce mos-lbe qne a licença para tratamento de saú de constitui fato eventual e previsto na Lei Orgtlnicu dos lIunicíplos (lei nº 3 770 de 14.· 9-76}. DetE>rmina o urtigo 42 da lei supra c!tadn: Art. 42 - O Prefoito podará licsnr.iar-se: li- Quando it:J.poss!bllitado do execicio do cnrgo, por motivo de doençu, devidamente comprovada. Parágrafo único: Nos casos deste urtigo o Prefeito licenciado terá direito uo subsi dio o verba de representação. No caso em tela vê-se que a licença ra querida pelo Prefeito onconh·a ompP.ro legul, vez que o atestado médico comprova neces sltnr o mesmo ficar ofustado de suas ativi dadea normais pol' mois um período de 60 (sessenta) dias. . Não prevê a Lei um limite máximo em que o Prefeito poderá ficar licenciado, quan do n licença é para tratamento de sua saurle. Enquanto durar O afastamento do Prefeito, nfi..: só ele, como também o seu Eiubstlluto conUnu11rã~ a receber seus subsiclios, confor me determina a Lei. Receb<'lmos correspondência da Prefeitura Municipal de Bonito. esclarecendo a JJota Inserido na colu;;a É, Poi,; É ... de 3o de outu bro, a reapeito du doação de um terreno pa ra a agência do Banco do Brasil. Diz o par iu-voz do Pt·efeito·' ... quando o Pe. Roos Vell Só Meddros assumiu u Prefeitura, em 1 ° tle fevereire do ano em curso, não encoutt·ou quaisquer documt?nüJção legal doando uma área de terrus para que o Bunco d_o Brasil construisse a sua agênclu nu ci dade do 8011ii.o. Na rua Pilad Hebuú, esqui na com a r1;a Saut'AnncÍ do Puraiso. exliltla um lote de terra com Goo ruettos quadra dos remaues..:ente de urna área, da qu,ll fora tlonda, em ndmini':tmçfí o nntedor, uma par· (e para a construção do prédio .destinado aos. Correios e Telégrafos. Porém, o Banoo do Brasil, através de pessoas credenciadas, cste e na cidade e entendeu ser o terreno insu t 1 e l e n te p u r u a c o n s t r u ç _á o dn. ngêociu. Aos fundos, onde aoterior tnentt, exfotiam as gm·ugens da Preieiura, havia out1·0 lote que. nn realidade. podei-tu Ser anexado ao pl'imeiro para quH ulcançan } as dimensões pretendidas pelo Banco do Brasil. Et1tretanto, IUC'Smo. ussim, aquele Snco não o aceitou, pois quo o tenono lluo u.lcançarb us üxi_gêuci::i.s _ de seu tkpur i4manto de Patrimnonió. Configura-se, deste E}"do que o informante do articulista,_seja 6. ele quem for. ugiu de má fó, pois que u .:loo.ção uiio ex.i;liu, nem na u<lminl&lraçüo Prior ou em qualquer tempo, desdo que on1to tornou-se município, cm 2 de outubro 1e 194&4, '.:0-11-77 :,J A aludida área, que proteo,wmnnte fora doada ao Hanco do Bl'asil, unc•xada uo loto dos fundos, porfuzcocto um total do 1.0li2 metros quadrados, foi permutada com o Sr. Agnol C:i.rneiro dll Ollrc>lrn coororrne u Lei Muuicipul a~ 2/J.3/77, de 18-4-77 drvida monlo aprovada pr.lu Cümnrn J!uolclpal. Em trocn, o s:-nhrr Ag-nol Curo:ilro dv O!lHiro o pt!Cutulsla u quem SJ rcYr.re a nota, doou à Preinilura Jiuniclpnl do Honilo uma ún•a de terras CfJm 7 (sete} ilt-ctareo (70.000 me tros quar!rado1;}, dellrnembrnda do sua ''fa. zen'a Mamai :", no Bairro Planalo, coIJ forme r:scritmu Pública do Permut!l, la vru dn no Escrivão de Paz do Bonito, em 2 do mulo do 1977, o registrada sob o nº 583, lí vro 2. em 4 de mbia de 1977, no Cartório do 2. Ofício de Aquidauana. Essa permuta foi feita no interesse do Município, pois que a CrSEIAT- Companhiu de Silos e Arma zén8 de Mato Grosso, [JUra u constn,çilo de um armazém em Bonito exlg-hl uma área de Go.ooo metro;; quadrados. Essa área de 70.000 metro& qmdradoo, permutada com o senhor Agnuol Carneiro de Oliveira, foi declarada de utilidade pública e desapropriada em 27 d~ a!)riJ de 19í7, a través do Decreto nº 005/77., e, pelo mesmo Instrumento, desmemhr&da, de acordo com o P.rtigo 2º nº 1, do Decreto nº G2.i'iü4, úe 8 de abril de 1958. Do dcsmembramouto acima referido, 60.000 m?trof' l']U'.!drad0f; f0ram <lo· ados à Companhia de Silos e Armazéns de ~luto Gro,;so - Cast>mat, pura a construção de seu armazém, obra j iniciada e qm, mui to virá benoficiur os ugricultoreu da região. A. área rc>mnneacente, ou seja 1 (umJ hecta re (1o.00o metros quadrados), foi doada •à Contrais Elétricos do :lato Grosso - CBMAT, para qu~- nele. constl'Uu a sua 5Ub-estuçã.u uboixudora, a fim de que Bonito, n m:.rtir· de junho do próxima ano, po,;su ter um per f'eito sefviço de luz e força. P e d r o P e li ro I r n. Nioaque, 17 de Novembro de 1977 Distinto Jornalista Ivaldo Pel'e_in - Saúde e Fraternldnd~ ! Agradeço-lhe, oeasibilizado, pela mntéria publicada em seu prestigioso jornal (edição de l3a l9 do corrente, assinada per Pedro Pedreire) e que diz respcilo a minha humilde pessoa. Redrnente o Prefl'ito Municipal de Nloaque gaohn 3 mil cruzeiros por me;:. Herança que nos Iégo11 a Càmara ;lunicipul do mandato pssado, a quem cbe, por le!, fixar os hono rários tio Executivo pura o quadriênio seguin te. Da fato, joYem jorn1:1listu, é de se perguri tur: Q,:e o Altsvir Vai Fazer Corn Tras HiI Cruzeiros Daqui u 3 Anos? Atruvós das pnginas da 'fribunu da Fron. teira ngradeço aos nobres Vereadores Oildes Mornes de Souza e Seb:1stião Ferreira Gomes, respectivumeute Presidenta da. Câmnrn ~:uni cipal ele Niouque e s-~crctúrio da mesma C:rna de Leis, que. por iniciativa própria, forrm ao Decrao à Consnltorlíl Juridir.n. da Se:1!:uu, tentar cor:igir ums incongruêucia desta natu reza. Cumpro ressaltar qe. cumprindo o ·rea.ju,;te st1!urbl de 40% um SecroLil'io da P::-at~iturn G<1.nhn CrS 6 1-15.0fl. enqu·mto que o clleie, aquol,, que o paga e que t'! o re~ponsú vel por tudo no '.1lunici:p!o, uiio c-bogA ;i ganhar a melnrle do que ganlum seus assessores diretoo o lmediat(•S. O qu p:.m os ou Ms eon:•t!tui um rnsullo, rnra mim ó um f to norm:11. ~r.~ :no porque eu iui e:;c;1, riU1:: do na oiiciiln do sofrim1>n- 10. C:om :1 ~Iil Cr.iz,•il·os um pal de frlmiliu. como eu não pode viver. Mns pode uorer com ho,10,itii'ludc-. Doni10, 07 ,fo uo, embro de 1977. Of. llo 199/77 Do: P'refeito Municipal de Ionito Ao; 5r. Ialdo Pereira DD. Diretor Ievpuns4vel da Tribuna da Fronteira., Oda Vi.ln - ;II!, f'rc111r!o ::ic-nhur:- Estranhanxos sinceramente a veiculação, pelos pre-tigio+os órgãos de imprensa da Orjivap, entre ele a Tribuna da Fronteira', de notas obre a no+sa ndni ni/traio à frente da Prefeitura Municipal de bonito, todas elas completamente de-provi!a de quaisquer fun. dai.sento+. Sabeu,o, njo •er V. Sa. o re,pon,:11::I ptla• opini ões emitidas, uma vez que, segundo o expediente, e»> tão_sob r-pon-abilidsdé do r. Pedro I'edreira, que a+ina a coluna E. Pois E.... _í;o cnla11lo. como ,.ru:prc uwuti,ernOil relaç<Je, mais que cordiais, e+turnos reretendo, junto a etc, uma co pia de n•,,or, re-postu, foun pel:t ~ccretunn de Adwrnu• tração, encaminhada diretamente ao responsável pela nota c qu eperamos seja publicada no mesmo e·paço, conforme precitua a legislação que regula o assunto. ser mais para o momento, certos de que pode rno.i; cnntnr co:.u eua uleuç.üo. upr0Vt'llamo, o eniCJ0 para apresentar.lhe nossos protestos de elevada estira e distinta consideração, Atenciosamente Pc. Hoo-11dt !iú mc<lcir••• Foi f-xtra vlada uma bolsa contendo todo!! os documentos pe,soals do Sr. Antino Lopes CartE>.ira de !dentidndo cxp~dlda em Bela Vista. Carteira Nacivnal de Habilltuçüo expo• dldn pala. 18ª Ciretrau, Titulo de Eleitor e r,pp e documeutoB do Dodge Dart PI a c a AE- i807 Cucnpo Gro.ade • Cor • BGW - 3 - Ano 1Y71 c1fodelo LL ::!3 Motor 318 P 21211 Serie - GO - 17760 Publicação que se faz para obteoçfio de 2., Via • CarteirnNaclonal de Hab!IHnção Pront. 11º 200 827 aul 000 8581 RG 415.700 Expedida pela Ciretran de Gula Lopes da Laguna. Francisco iI. da Silva Rua Corumbá, 42 Jardim Mato Grosso. Publicação que se faz para obtenção da 2!! Via. Paulo Roberto 8. Boeir .. declara que foi Extraviada sua CNH, ne 00 12066. PBU 20092.8 Publicação que se faz para obtenção da 2ª VlcJ. • Tribuna da Fronteira - • SEMANÁRI0- 1' U N D A D O EM 25/2/72 Red,tor-Cbcfe Ivaldo Pereira Os artigos publicados cor assinaturas elo• uutor<:5 1üo tr;id1tzem w, opinião do jornal. Sun publicaçilo obed~ce a.o pro pósito do deha.te do, prublewlll man.ici pais e de refletir a diversas tendências do pcn<ll1Ile1110. Tribuna da Fronteira é uma publicação d:i O!Ul"APE- CGC-~IF: 03.200.,631011111-7 t Assinatura Anual B V. Cr$ 200,00 Dcmlli• t.Luniripio! Cr:, 7.50,00 Hedaeio e Administração K. Duque de C.uia, •/11 .Bel.:,. 'iw, - llii:u Gr..ue Oíirin:i: Ru:i Duque de Crias s/'n Bda 'i-t.1 :U..10 Grouo B81& Vista• Mt. TTibuna dn Fronte:.,:lr:.:.::a::__ _ ;:;.;.:;,:.:;;,_..;_;;~;.._---- • Tratores Valmet e Colheitadeiras SLC Tão cerfa s.é .- quanto a chegada 4 ,9r das estações é a $ • 1 presença da Assistência j iécnica Vaimet. . : 1 ,.,,., , ,J· 1 í I Além de utilizar a mais avançada tecnologia para • /: ·' • • ~~] ' • fabricar tratores brasileiros, a Valmet (az: questão de manter • ··,' r •• J 1; 'um perfeito serviço de assistência técnica. _6. • 1 - 0 i r • ' Os mec:.inicos recebem treinamento na própria (áb_,,ica, -.:.-, ,. ~ , ., '.j .: , 1 alravés de cursos intensivos e altamente especializados qL',e ~ J cobrem todos os setores da mec:.inica. j _ J Todo esse conhecimento é colocado a serviço do • : •• - :- • 1 , .· agricultor através da rede de revendedores Valmet que se : ·} ..iiia de equipes de mecânicos e frotas de veículos para 1·. • • prestar atendimento direto no campo. :: ' , ... 7- _-:::;-~-;:::::::i Conhecimento técnico, peças originais, ferramentas , r·=-~.....:..-----=-- adequadas são a garantia que o trator Valmet sempre estará ao •• seu lado trabalhando .-------------, 1 pelo aumento da .,_. t ...• ·j produtividade. ,.,. .ç, i. Confie na • ! ✓);, ('~ (, ~I •. • Assistência Técnica • J.r-.._}.-·"" f:: ·•,~ Valmel. Uma presença ·------· -- -- tão certa quanto a chegada dls estações. 1'2filQ~~~ ~e." r Ct..-irc:..:- e. rrr_-, , rC:r:;;a~~i:itã1er-..,.,~!:.;1u-.,.t-,u-! .5 j 1 ..... ( f'~S._ • • • ...._. as. · 3l#e ah±± = • ' - . Comercial Guavira Ltda. t:I a Matriz Rua M a r e c h a ! F l o r i a n o , 2 0 4 s ; f o n e 2 8 $ • C x . P . 1 8 0 - Ponta Porã FILIAIS: EL Si .. TO GROSSO . ·pe ir Jf IJf:' lJ ,ri 4f+e> Ili tó ;o .!t',I rs q A ,lira E tU' ntr JW +lor; !t~c 9t Toh Hnri, Olll Maio• l fori Olfrllt de O I fci -'•hru 1 t'r lU 'P'Í<j por fJ e 6di( ta e d , in ru;:er rtirai', • for faruili, l•eoci;, da , mas n f; 1 anua4 tone, Íat; C( Para e bio do , da ai . Pais , é, p narn Obe, al e, "rlan d ess no ru rfetá • ln delJnq lticom ,0 ão , 'ão e Zes lllã~ ( ta ou ltibu 1 ilhos x OR de upe l'--. Tribuna da Fronteira .,,.. ,.... ...,.. _ 20/11(77 A toxíconrn11ia, <JIIC nos dias atuai» se ulustrn sem repeitar p a í s o u continente, envolvendo o mundo in teiro; so uz presente un nosrn wcit!dnrle, dt• tal fornu, que ndo podemos observá-la passivamente. E preciso que ajamos em defesa dos nossos filhos amigos, En tretnnto, não é uma tarefo fácil, pois são muitos os países e governos que não tem poupado esforços rrn co11trolá,Jn •em, no cntnnto, obterem rcsulrucl"• sutis íutórins 1 a luta que é truvadn pclu rcpre•FàtJ aos tóxico•, o ideal seria que e conseguisse interromper o fluxo nn• tes que ele chel!nssc no consumidor, se;a ele um vici ado ou um curioso no mundo elos tóxicos, o que im plica em 11u1 , icindo cm potencio!. Essn cudcia, deYemos interrompê la cm algum dos seus rios, que vão desde as fontes de produção nos centros de consumo, abrangendo um mecanismo ussás complexo: pr•>clutor; interrn"ediúrio nn fonte: trnn,p,ir tador; traficante; passador; viciado e, geralmente, do lesentes curiosos que, por nlgnm motivo. senlc1n•1JC com vontnde de dentrar ao muudo dos tóxicos. Talvez cja a focilicla<le de cornunicuçilo e u abun• dânciu de velculos ,!e informuçilo que eferecem farta mntériu sobre tóxico•, dc,pcrtundo, no ndnlcscente, a rnrio,idnde e n Yontade de conhecê-lo, oomundo u lsrn a fncilidudc <lc obtençiio, o que dará a ele, principal- ' mente no quo tenhn distúrbio ele condutn, n oportuni dade de cntrnr cm contato com o tóxico e che~ar nté o ,leio. E, portanto, sobre o adolescente que se deve agir. Sabemos que a adolescencia é um período ingrato por ser urr estágio de instabilidade e transformação física e psíquica de suma importância e que e caracteriza por fluxo e refluxo de sentimentos accntuarlos <lc nmor e ódio; <lc infcrioridnrle e mnnia de grandeza; de hon ra ~ desonra; de purezn e mnhlarlc; de outo-rnficiência e insegurança; de religiosidade e descrença; de alegria exagerada e tristeza; de esperança, com Idéias aventa reiras, ou rlc <lc fmimo. l'..nfim. é a pedro:, lapidorcorn a formação da personalidade, cuja liberação do jugo familiar e a separação dos primeiros objetos amorosos, a.rnciados no dcscobruncnto dos difucntes don:lnio• da vida e do ego, nbrcm um horizonte iruprcvish·cl mas muito bem controlável pela higiene mental. E preciso que e identifique, no adolescente, as cansas de distúrbios _no comportamento, sejam elas consentes ou organicas, pois é uma dessns causas que forá com que ele não apresente uma conduta normal. l'~ra cxcmplificur melhor, citarei uma cousa de distúr- bio do comportamento do adolescente que está relaciona da moda com fatores de suu infância• como J?Uis autoritários, rígidos e castrudor~s. isto e, pais com excessiva autoridade, que gover nam os ftlbos exigindo cleles perfeição e obediência a bsolut11 que é. em geral, a princi pal causa dos distúrbios no aduleo:cé'nte. A criança reage, muitas vezes, com submissão a esses excessos paternos, mas fica sempre, no fundo, um sentimento de revolta que po derá aca;-retar ambivalência como a indisci plina, revolta pelas aut'lridades levando até a delinquência, agressividade à 'sociedade to- xicomania, etc. , . ' Quaodo acontece haver puoiçfio física, en t~o será pior, pois esses defeitos já citaoos vao carregados também de sadismo e às ve zes, de masoquismo. Ser bom pai ou boa mae é m~t~ dtflctl que ser cienti;;ta, diploma ta ou po.1ttco e, com moderada razão é a tribuido aos pais o sucesso ou fracasso dos DllioL • Existem também outras causas de distúrbí º" de comportamente que &ão citados, como: super-proteção paterna e mimos exagerados; falta de harmonia no lar: fatores de ambien te escolar, educacional, social e cultural; e us causas orgânicas de distúrbios de com portamento do adolescente, como: faltu de iniciativa ou vontnde; dependência dos dema• Is; impulsividade, Imprudência, exagerada sen&ibllidude à critica, etc ... Portanto. é preciso que se identifique o distúrbio de comportamento no adolescente e oriente uma terapêutica para os mesmos, pois evitaremos, assim, não só a toxlcuma nia, como a marginalidade, u dificuldade de adaptação ao trub•1lho e à vld11 conjugal, ete. .. E a melhor arma é a higtêne rr.ental. No resta dúvida que. se possível. devemos corrigi os defeitos orgâniccs que, embora não sejam tão frequentes como os psíquicos, uma vez suprimidos, seriam um fator a me nos na constitulçáo de complexos. O actolescente é sensível à Inferioridade física. Deve.se ai;onselha-lo pondo em evi dência o problema do belo a do feio como questão individual, fazendo-o comprec-nder que certas pessoas são bonitad pura uns e feias para outros. e vir.e-versa. O nanismo afeta o adolescente que nspira ter uma este. lura elevada. Devemos esclarecê-lo que o ti po do brasileiro é de estatura baixa e a compreensão dessa questão fará com que ele aceite u1elhor a sua vida oa sociedade. Quanto ao complexo de inferioridade social, é importante que um bom col!selheir:, mos• tre-lhe a realidade da soeiedade e não aque la sociedade que ele vê com olhos utópicos. Tambem devemos cuidar dos htores que favorecem o bem estar físico do adolescente, como a boa alimentação, dormir de oito a dez horas por noite, o exercício ao ?.r livre e a higiene Sexual, pois são fatores que cen correm para o sadio desenvolvimento intele ctual e da personalidade. Fácil é gera r um filho, p o ré m, d!fír.ll, é e ri ar um v e r d,a d e i r o ho mem. A erucnçào para na vida é obrn elevada e árdua poucus são os pais que cstào preparados para tal lJ!re fo a l se dedicam com o necessária seriedade. A s mulheres, principalmente, deveriam aprender a ser me antes de o eem, pois não pode existir satisfa çào mmor na vida do que ter filho• que, por virtude valor, energia física e psíquica, adquiram posição proe minente e agradeçam aos pais por assim tê-los criado. a toxicomania emprega-se uma gama enorme de substancm <Jlle vuo desde o álcool etl!ico no ácido li férgico (L.S,0,). Entretanto, no n!cnnce <lo adolescente é comumente encontrada a maconha (Cannabis Sativa) e a cocaína, por serem as mais nsadas e por _erem com elas que o adolescente inicin seu caminho no vício. Sobre o assunto pode- se apresentar a seguinte síntese: 1) Connabis Sativa é um dos tóxicos mais velhos da humanidade, difundido em todo arnn<lo e· que afeta milhares_de pessoas. A planta do cânhamo produz uma substanc1n resinosa e complexa, particularmente abun dante nas folhas e flores. E«ta substância (: um tetru hidrocanabinal ainda não completamente conhecido de vido a complexidade de sua caracteristica química, o efeito da Canabis ativa é caracterizado por uma de pendência psíquica moderada, com pouca tolerância ausência de dependência física conhecida, Os principais perigos parecem ser: alteração do estado de espirito, do jutzo, da percepção e do desen• caclcimento do est.nd,, psic6tico temporário, Dr. José de Simone Neto Doses de T,0 mg ou menos, contidas num só ci. garro, provocam euforia, conduta disparatada e ligeira distorção sensorial; as cores sr tornam mais vivas, a música mais haronio-a, o apetite aumentam lentamen te; eses efeitos duram_cea de 1 horas, depoi, o in dividuo entra em sonolenia e, finalmente dorme Doses de 1-1 a ) mg provocam os me+mos »intome cima citados e mais distorção sensorial e alucinações visuais. Os efeitos da maconha ão rápidos e os fuma dores experimentados parecem saber usar uma dose que não lhes cause reações de+agradávei». Geralmente descobre.se o vicio com n história clinica, mna, dificilrnente, um conrnmidor, por vontade própria procurará um medico a menos que tenha »o frido urua crise de pânico e tt:nha bido lel'ndo no rné dico pelos umwigos ou pela polícia. >u+peita-se do vício pela euforia. conduta disparatada, coninntivns avere lhada+, taquicardia e um cheiro emellante a mato queimado na respiração. Na into:dração aguda nilo há nect'"o;i<lade de tratnmen. to: ,e ocorr•r cri,e de p:inico ou episódio e,quizofn1• nico deve-se recorrer à hospitalização até o íi m da crise, Parece, t a m b é m que o e o n u 111 i d o r habitua-se à muconhu e d e i x a de sentir seus efaitos após determinado período de uso, procurando, er.tão, tóxicos mais po tentes, ussim, a maconha funciona como pa<i saporte para o uso de tóxicos mais fortes, que causam maior dependência, tantü Iíslca como psíquica, e da qual o vicl11do dificil mente ~e llvrarr. 2) Cocuína ta mbem é um tóxico muito u sado 1:1endo, entretanto. urnnoi< popular que a maconha. O consumidor usa a cocaína mascando suas folhas, t:omo alcalóíd1:1 puro, na forma de rapé ou em inoculacão intravenosa. Nota-Ele a intoxicação pelo aspecto que a presenta o consudor. ansiedade, insônia, respostas bruscas, aumento dos reflexos pro fundos, podendo chegar a uma psicose corn ilusõPS e alucinações óticas. A cocaína nfio causa dependência física. 3) Ópio, t!XlTaido do "Papaver soniferum", da familia das Papaveráces, seus derivados contêm os ulca.lóide@: morfina, codeína, pa paverina, teb11ína, mPconina e narcotina. Sendo empregado como medicamento sob cuidados médicos, proporciona, aos doentes, inegii. veis benefícios. A opiomania é o vício de fumsr oa Inge rir ópio Pelos motivos aqui expostos, é que peço à nossa comunidade para que nos unamos to dos, conjugando os nossos melhores esfor ços e recursos para. lutarmos sem esmoreel mentos a fim de salvaguardar a nossa juven tude que é na realidade c baluarte da Nação e a continuidade da familia br:tsileira. Apre goando a nossa divisa de •·cavar masmorras ao vício·•. é tempo de demonstrarmos positi vidade do cumprimento desse lema. Tudo o que se puder fazer, devemos fazê lo, pois todos os sacrifícios são válidos para a luta sem tréguas que temos, por obrigação, mover cont11a tüo in!idioso mal. (NONO APA) ) Panificadora e Lanchonete C.ENTRAL Pães Pullman - Biscoitos ENTREGAS A DOMICILIO. de Gomes & Soares Bolachas - Torradinhas Agradecemos_ a Preferência. Rua 29 de Maio, S/N Bonito MT. CLUDE ESPORTIVO BELA VISTENSE A dinâmica Diretoria do CEB trcxe a seus associados u famosa orquestra Cassino de Sevilha. Realmente rol um e11petáculo, foi uma noite de eleganciu, u soclety bela vistense disso preoente. Personalidades dEi slntns lá comparrneram. O ambiente Hnesse vollou a confirmar a fama do tradicional. Entre as tanlus e tantas• no oslllo andaluz unotl!I. Tei ma, !.forlley, Beatriz !.11:!delros, Fátima H. Mel lo, Nells Ve)asquez, Marllete Rodrlgueg, Elia• no Chagas. Clássicas estavam: Suely L. Rosa, • Marlza Ollvelra, (conga em crepe branco), Ele cy Ro1111, Auren Rondão, Noely Gunzolli, Ka tla. Costa. Dançn:ide ao som do Cassino de Sevilha notei: lInneco llliron<lo. Nice, Hélio Dotilnni • Morlene, Oscar Salomão - Madalena, Miguel Devalles Holty, Veco-Lenira, Reinaldo·:fariza, Dr. Pe dro Palml~ri-Leda, Adalberto Santana-Ade laide. Curtindo aquela música ngr:.idá,•el tom bem marquei: Av, llno-Celeste, Gentil Vurgas Zulema, Corumlla Loureiro • Nilça, Sul de Barros-Elza, Antc,nio Urbieta-Diva (ela ele gante como eemp;·e). Monclar e Sra, A thanâ sio Melo e Sra, M acir Barreto e Sra., Peron· dl-Cristina. Não deixaram de comparecer, para assistirem o Show da orquestra: Sras. Filhinha Dutra, llarcolina Bianchi, Djalma Fermina, Eduardo Oeariz - Ana lIaria, La Frnnohi-Solnnge, Geraldo-Janice, Edmundo Luclene, meus crmpadres que resolveram sair da .. Toca'' M.:rques e Elizabeth. Baile da Cinderela Entre o.bcrto botão, entro fechada Rosa, um pouco de menina um pouco de mulher. A noite da Cinder •ln Ioi & coufirmoção de tão belo poema. Onze debutantes, onze bo tões de Rosa: Zul ika da Silva, Yolanda Gó es, Eliete Bonitez Nunes, Tunla Rute Ossuna, Flora Maria Velas quez, Elódia de Souza, Mª Vilma Cabanhe&, Mima Fleitas, Dalva Flores, Alcindu Alves e M Evanilde Cabanhes A essas meninas moças nossos t::inceros dosejos que seus lindos so.nhos se realizem. Bodas de Prata Foi ·comemorado no dia 12 a noite, com Churrasco as Bodas de Pro tu do casal Juli~ c Ev. Vieram parentes de Aqutdauana, Jardim especialmente para esse acontecimento. Foi uma noite baslnntc alegre p,u·a o casal e eeus famillare Dr. Curliohos fez um emocio nante discurso homenageando ,Julío e Evr •• A vocos nossos paru bcus, por tiio !lndu. comemoração. IBJ(ill Bela Vista viveu momento emocionantes, no cumpo esportivo, no dia 15 pp, qnnndo oqni estiveram os se nhores Carlos Orione (Interventor dn CBD) e profs or José Maravieski (Delegado da FMD). Na oportuni dade, foi realizado um encontro, no Clul> EFpnrtivo, das Liga, do Sudoe11c com n prescnçn de representan tes de Aquidouann, Bonito. iliron,h. Rio Negro e A nutó.cio. O professor Maravieki proferiu uma palestra a respeito da Nova Federação e suas implicações no meio s6cio-poHtico do Sudoeste. Ao Dr. Ely de Araujo Barbosa, presidente da Liga E,portivn lldaYi,tcnse as nossas congramlnções pela promoç.o. • 89-<< J6 se comentn que II decisão d:i 0:,rnarn Municipal não foi de ncordo com a Lei, isso no caso do pagamen to de vencimentos nos dois prefeitos: Castro Pinto, que estava de licençn e Costn Marques. seu •uhslituto. Se gn■do intcri:>retaçio da lei (por elemento ligado ao meio jurídico) a lei reza o euinte: O prefeito licen ciado continuará recebendo os eu- vencimentos e o e substituto, os zus iciuuntos, vu )a; ue Mercar° ,lor. Em Jar1lim, 11 Cümnra :lunicipal possui cm seu> quadros um Assessor Jurídico, Bela Vista poderia se guir o exemplo. Retiro Diu 14 teve lugar na Paróquia 8anto Afon so um espetacular Retiro para casais, minis trado pelo Padre Jcsuita Jo.ck. Foi grando o número do casais presentes. Tanto do Bola ViRtu, como de Caracol e Todos fora.m unânimes em confirmar o excelente aprovei ta.monto das p~lestras proferidas por Padre Jack. Em maio ou junho do uno que vem haverá outro Retiro, e Padre Jack estara presente. Soltando a Lingu,. No Baile da Cinderela, pelo menos os padrinhos das debut deveriam usar terno, pois somente dois deles trajaram-se adequa damente Dr. Roberval e Gersy, alinal era um baile onde o ambiente deveria ser mais requintado, aliás essa é a opinião da maio ria ... eu só transmito!!! Certas pessoas que tem ascesso ao clube (o certo era não ter) deveriuru ter um pouco de Traquejo Social, porque pela maneira co mo se comportam e prineipalmente quanao dançam é ;:-idículo ... Cruzes ... ANIVERSÁRIOS Dia 19: Rosita • Rosa Gomes, recebeu em sua reeidencia várias pessoas amigas que foram cumprimenta-la. Também nesse dia completou anos o Sr. Edmundo Benitcs (Veco). As primeiras horas do dia 19 Veco foi acordado com um:i. linda Serenata feita por vários amigos seus. A noite houve uma resta na chácara do Sr. Muneco lliraoda, onde notava-se a far tura de "comes-bebes'. Alegrando o ambien te estava o conjunto Safari Show. Foi uma noitada divertida onde parentes e amigos do aniversariante de Campo Grande, Aquidatu na e de Bela Vista Paraguay além dos ami gos daqui estiveram presentes. Ao aniversa riante nosaos Parabens O prefrito mnnicipnl de Beh Vista·, Ruben A. A. de Castro Pinto, reassumiu o cargo, após 90 dias de licen ça para tratamento de saúde. Polit;eco ligado diretamzn te ao Gonrnndor Garciu l'i.-to. C.1,tro l'into. ainda em r.icupernçüo. jú e<tá trabalhando e procurando sanar al guns problemas ligados ao setor energético. segundo suas palavas " ainda não estou completamente re-ta belectdo, mas com a ajuda de Deus darei pro .s.-;:ui mento às metas traçadas por minha administração", Interpelado a respeito dos problemas surgidos, o pre feito disse que não tenho nada a comentar. Quero trabalhar num clima de paz. Cumprir minhas obrigaçõ es e ser fiel ao Partido, o Governador e ao dienissi mo senhor presidente da República". A li;+a lierca -«lieitala pelo prefeito, e negada peia @ua.ata iunicps, +ou polêmicas no teio poli tico belavistense. O prefeito veio de Campo Grande, em ião do Governo, acompanhado pelo senlor Rui Sant' Anna dos Santos, Sub-Chefe da C,s Civil. ae e co seia bem hlermado Ano VI Mel Via Mi.- 026/11/77 -- MM 27l mm lW Eu, José A vellno e Silva Oficial do Regle· tro de Protestos da Comarca de Bela Vista do Estudo de Mato Grosso, na forma da Lei, etc... 1 1 Faço suher a0s que o pres-ente Editu v • ;em ou dele tiverem conhecimento, que . se encontra em Cartório, à Rua Coronel Dias, nº 948, nesta cido.de, para Protestos por fal ta de pagamento e aceites os seguintes ti tulas: 1- Duplicatas apresentadas pelo Banco do Brai! S.A. a) Ouplicuta nº 2588-Bl, valor de CrS 8.499,ílO emitida por Irmax Lubrificantes S.A., aontra a firma Agro Industrial Bela Vista LTDA., em data de '2-l/09/77 e vencida em 30/I0/77. bJ Duplicata nº 2.031, valor de CrS 1.8l4,_75, emitida por G.L. Ferreira, contra Carohna Antunes Ferreira, em data de 18/08/77 e vonci::la em 18/10/77. c) Duplicata nº 13.086-3. valor de CrS 3.000,00 emitida por Tela Comercial , Ltda., contra Arthur Theofilo Martins Netto. em data. de 14/07 /77 e vencida em 29/10/77. d) Duplicata. nº 13.090-2, vnlor do CrS 1.732.00, omitida por Tela Comercial LTDA, contra Arthur Theofilo Martins Netto, em data de 15/07/77 e vencida em 15-10-77. e) Duplicata nº 13.0f.J0-3, valor de CrS 1.732,oo, emitida por Telo Comercial Ltda .. contra. Arthur Tbeofilo Martins Netto. em data de 15/07/77 e vencidn. em 1G-11-77. 2- Duplicatas apresentadas pelo Luso Co mercial LTDA. a) Duplica.ta n.o 217-BV, valor de CrS 449,31, emitida pela Luso Comercial Lida., contra Nicanor Lima, em data de 07-01-77 e venci da. em 07-2-77. b) Duplico.ln n.o 108-BV, valor de CrS 460,00 emitida pela Luso Comercial Ltda., contra Nicanor Lima, em data de 12-8-76 e voncidu em 12-9-76. e) Duplica.ta n.0 206.BV. valor de CrS 845,oo emitida pela Luso Comercial Ltda., contra icanor Lima, em da.ta de 07-1-77 e vencida em o7-2-77 d) Duplicata S.o 109/BV, vulor de CrS 111,UO emitida pela Luso Comercial Ltda., conlr:L Nicanor Lima, em data de 12 08,76 e venci· da em 12-9-76, e) Duplicata n.0 205-BV, valor de CrS 2.060,00 emitida pela Luso Comereiul Ltda., contra Nicanor Lima, em data de 7-1-77 e vencida em 7-2-77. E por não ter sido possivol encontrar os e:nitentes ou sacudos, pelo Presente Edital que será afixado !!o local de costume e publicado pela imoren:;,a local. intimo-os pa ra pagarem a importuncia dos mencionados titulos acrescidos das desposas legais, ou darem u ra.zao de sua recusa e, ao mesmo tempo, na falta de pagamento ou comnarac1• mento,_ notifico-os do competente protésto, no prazo legal ~ Bo!a Vi;;ta Mt. 23 de :'ovembro de 1977 José Avelino e Silvu OIicinl do Registre de Protestos B r VU( COI ta d, ' Mu sol1 trat Sr. Co' Ses ra • do la!la Hub cret OutJ que la t1 a L rno Is bro. , Tesu biJ .. 3enut €ons Ao Vista Co- R Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº270_13_11_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº272_04_12_1977 Voltar para a lista de itens