TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº292_18_06_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº292_18_06_1978Número da edição292Data de publicação18 de junho de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.107907295854336 , -56.512401493996066 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº292_18_06_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto T R 1 B u D 1 F o E 1 1 pundador: lva1do Pereira [no 1 T6a25-6-T8 G Vise VII N.O 292 ãa@o Grosso do Sui (emat Doa Grupo Gerador para a - EXPOSIÇDO O pecuurlHln EdsoD fores, da Coml são Or. anlzadora da 7 Expo bel Informou ú repor agem da TF que o dr. Carmelfto Torre, diretor da Cemut, doou um gru po gerador pura o par que de exposições. e. rundo More o presi dente du Comlst<llo, Lutz .ldl, oateve em Culu bfl. e manteve os rn·lmPlros contatos com o diretor da Cemat. Os engenhel ros jú llB encontram em Bela Vista, vl!mndo a ins lolaçllo do grupo gera dor, e com Iso Comis Hlio da iU Expobel con ogulu um grande vitó ria, pois o problema da energia elétrica r.o Pur qull, foi solucionado de [Initlvamete. Sucam inicia Vacinação em Nioaque e Jardim A superintendêucio. de Campanhas de Saúde Pública Sucam, uiravé do Dlf,lrlto do órgão om Campo Grandes, iniciou vacinação contra a febre nmarnln nos nunicipio8 de Nloaque t- Jurdlm em crianças com seis mese3 acima e adultos. A di vulgação foi feita pelo chefe do distrito, dr. E dyr Pedroso O,rnblan, em Campo Grande acrescen lundo que as equipes de vacinadores rlr sloc,uru m se 110 início desta sema na para a sede dos res pectlvoti mualcíplos. Segundo Daubian, a vacinação em Nioaque t!rã inicio na sede do munlclplo e depois II s uqutpes de vacinadores estarão deslocando-se para as escolas rurais e fazendas, prosseguindo nesse trabalho até o dia 5 deste mês. Em Jardim vacinação tambem te rã Início na sede do mu nlclplo, prosseguindo-se ilepois para a zona ru Tal, encerrando-se no dia d, na Fazenda Santa Cura. A vacloaçilo será 1 "eaUz11 da das 8 ás 11 e das 13 áJ 17 horas. VEREDDOR ' RUBEN O vereador Nivaldo de Berros da A. rena, na última sessão do legislativo, o licitou à presidência que enviasse of1elo ao deputado Ruben Figueiró, lítler rio Governo nn Assembléla, enfocando o e ráter precário de noRsa!! estradas, tieguu do o vereador, há mnals de um ano vem balulhuado pela construção de um passo no Rio Apa, ao ludo da Ponte, na escra- CASTRO PINTO É CftNOIDATO Sgupdo informacões de politlcoa ligados ao Diretório Heglonal da Arena o jovem advogado P,1ulo R<.rnato de Cas tro Piato, é car,dfdato 11 candidato a de putado estadual. Ex Assessor Juridloc, da Prefeitura de Campa Grunde e ex DE Mf EM (Campo Grande-Correio do Estado) Um surto epidêmlco de meningite menlagocórica está grassando na cidade bru11ileira de Bela Visto, no Mato Groeso do Sul, com reflexos sendo anotados na cidade paraguaia de Bella Vista, se guado iaforniações divulgadas e m Campo Grnnde pelo advogado Carlos Medeiros, que esteve n a cidade brasí!E:>ira, o~ fronteira com o Paraguai, em companhta do deputado federal e médico Walter de Castro, ax-presJdente da Comissão de Saúde da Câmara e que ficou de munter um cootato com o minislro Almeida Machado, da Saúde, pe dindo providências urgentes para o de eencadeamento de uma campanha de va cin&çã o na localidade. Os médicos do hospital São Vicente de Paula informaram que duat! crianças morreram enquanto que nove estão in ternadas no nosocômio, e tratamento; duas delas o de Bella Vista, no Para· ,guai. Os médicos estilo falaudo em surto epidêmico e indicaram que já enviaram "S.O.S" á Secretaria de Saúde do Estado FIZ REIVI 01 AÇÕES FIGUEIRÓ du que llga Bela VJ~to a Pou~u PorU, prt- •,• .rnnlim. Nn. 11wsrn11 ~,;: !lo, junto r.om 0 ra passagem de ado e até gora nln- veredor Afonso Dillon, Nivuldo de Barros guém tomou providénclas. Além das es- enfocou u precariedade dos serviços o. tradas que ligam Bela Vista a Cal·iras, ! fere·idos pela Vtaço Cruzeiro do Sl Bela Vista Ponta Pori e ela Vista a ' no tocanutw as agências rodovlár4'' Caracol, sob u responsablltdade to 'l' rodo' rs, exe DERMAT, o vereador pediu também pro- cesso de passageiros, horários não Cum vidências à CER.3 para malor conserva- pridos, preço de tarifas intermediárias e ção da estrada que liga Bela Vista u limpeza nos sanitátlos das a'netas. Diretor do TURl'.1AT, segundo A mesma fonta Ca.etro P/ato é o can,lldato natural de Rela VMa. Nat:i últimas eleições o jovem político recebeu uma votação maciça em nossa cidade e poderá rnpe tlr o feito, se de fato for candidato. 1 N G I T Bfll YISYA mas que até agora nenhuma providência positiva foi adotada. O advogado Carlos Medeiros, natural de fiel11. Vista, lembrou e m Cam po Grande-, que há nacessiditde do desel! cadeamento de uma campanha de vaci nação, urgentemente, em Bela Vista, que tem cerca de I4 mil habitantes. E expli cou que quando da Campanha nacional, em 1976. os habitantes da cidade de Bel la Vista, Do Paraguai, tambem foram vu ciados pelus equipes brasileiras. o que deverá ocorrer também agora. Os médicos do hospital de Bela Vis ta indicaram, ainda que não divulgaram a noticia do surto epidêmico para evi tar um apavorame.::lto geral das popula ções das duas cidades. Após u m contato com o ministro Almeida Macha cio o deputado Walter de Castro :!everà ter informações sobre o que o ministério pretende fazer em favor dos brasileiros e até dos paraguaios, estes últimos mul to pobres e sera recursos. Oito casos de meningite em Bela Vista Segundo Informações do Dr. Cícero Goncalves, diretor clínleo do Hospital São Vicente de Paulo e do Dr, Carlos AI herto Ocar'iz, da Saúdo Pública <lo Bt,l!.1 Vlst•1 (f':(raguul). foru rn constatudor; oito casos de meningite mueningocócleu nos dois ultimo es, em nossa cfdado, IA poucos dias, :ma criança internada no Hospital, não resistiu u terrível doençu e veio a falecer. Oulra foi parn Campo Graode em estado grave. O chefe• de, Posto de Saúde, Dr. Flori Mura, , solicitou e vinda de um sanitarista, la Secretaria da Saúde, ten do o mesmo nfírrnodo que não se trnta de um Furto, mas de casos eepóradlcos. A população encontra-se apreensl va e teme que surj!.lm non•s cas.ia. Pro vl,'.êaclae urgc·ntes devem ser tomadas por nossas autoridades. ROIARY HA [XPOSHAO Na última sexta. feira, reunlllo se manal do Rotary Club, Ioram tratados diversos assuntos de internsse da comu nidade. Pr2!!eote a reunião, o pecuarlsta Edson Morees, pertencente a Comissão Organi:i:adcra da 7ª EXPOBEL, que fez uma breve explanação a respeito dos trabalhos efetut1dos até agora, e, oilclal mente, convidou o Rotary Club para co laborar com a mesma. Na próxima reu nião ficar~ delineado qua!s serão as a tribuições do clube de serviço na Expobel. JORNALISTA - IVALDO PEREIRA Comunico prezado amigo teor telegra ma envido Secretário Saúde Estado so licito prezado Secretário providênclas urgente sentido averiguar veracida;;l.e sur to meningite municípios Bela Vista g Bonito vg já constatados nove casos cli nicos vg tres óitos pI comunico outros sim que iguais prc,videnclas formalizan do junto Ministério de Saúdii filli! vr.ef. nação massa pt ABRAÇOS: VALTER DE CASTRO SERIO ROBERTO PEROD! ADVOGADO ?$CRI O)O- Rua 3 de Outubro ((.!,'!@ [!,!,'!@© @!,'! €)373.42)) Bela Vista Mato Grosso do Sul Dr. Carlos Edy Sá Medeiros OAR- Mt. 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados Caus - Civis Criminais Inventários. Trabalhistas ~ua Rui Barbosa, 2?74 C/1 Fone 4-6683 R.lllpo 6riinde - Mato Grosso ~no. Sebastião Crispim do Rego 319 Fone ....'.!1 Bela Vittta Mato Grosso ____ ..;.. _ Bella Vista TE CASS1NO PARAGUAY ,mbiente Seleto - Bebidas Nacio nais e Importadas - O maior atrativo da fronteira Dive::-sões -- Som. Visite Bellu Viola (Paraguai) e conheça o RESTAU RANTE CASSINO PARAGUAY. Paraguai BIG-LIR "O Comercio Jovem de Malo Groll!io do Sul" Basta lêvar o seu docume•ato. O seu crédito é aberto pelo já Famoso Credi Big. 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'T'als notícias, enfocndo u Maçonrí 0o mo um lodo, fuzern co,u que o leitor me nos llVIRUl!O )JOSS•I gen!'raltzur um pro blemu cujos protugonltus representam peus uma ()l'CJUl'llll parecia e nüc o todo da ~J,1çouurln. Com a única flnu1- dude de preslur a nmiRU colaboraçüo no sentido de IH'l' c&clured<l1L n oploliio pú blica rlrsta fronteira RO•Jl·e o Hssunto em tela, dldglruo-noH à V S. u quem solicita• mos, o bem da VHrdude, divulgação noR jornalll de Belu Vista, Jaraim e Porto Murliuho da segulnll· uotu: ''MAÇONARIA: A HE:VI DA VERDAUE" Ultimamente, lmpodantet. é,rgãns da imprens~ jnrnulisttcu nocional vem divulgando com mulla frequência notíclos sobre dls11ensõPs, de1rn1andob e outras lr regularldndes na Maçonaria B~aslklrn, citando mesmo ultos dirigentes e figu re.a de destaque, cujas atitudes nteutum contra o conceito e o decoro da 01·dem. Maçõnlca. Para a maioria doP leitores, que certamente penija em Maçonaria como um todo hnrmOnlco e uoei,o, o sensacio nlismo da tais notícias que citam a Ma· çonarla de um modo gim1I pod.- levar a uma. utllude de drscrédlto em rt-luçüo n uma Instituição que prege rigidos pdró es' de conduta e moralidade, p ... drões ,Jue 11üo a base das suas flnulidadeR em prol da humnnidnde. Com u finalidade d~ di rlmlr dúvidas, ·a Loja Estrela do Apu uº 9, de· Bc:la Vista, vem a público pura dl· vulgar os tieguintes esclarec1m1mtos: a) no Brasil existem duas c,rgani znções mu<;ôuicas bem dlslintui::, indenen dentes e >1utônomus, e sem nenhuma· JI. goçüo entre si: Grandes Lojas e Graude Oriente do Brt1Ril (GOB); b) multo embora tenham ambas suas raízes ossentndas em princípios rl losóficos comuns. tem, entretanto, dlft,. ranças 011 aplicação desses princípios e n3 conduta de seus membros; e) c!e longa data, em razüo das suas constantes crises e dissensões, vem o GOB sendo objeto de rr:anchetes dts favoráveis no. Imprensa nocional; d) o grande e único ret1ponsável par esse lamentável estado de coisu11 é e. GOB, ns pessoas de alguns dos seus dirigentes, particularmente no Rio de Janeiro; ç - o C LU e) Berenfslmn 1.!l'l.1Udú Lota do E Lado úo Mulo UrO!RO úo Sul i;orn II ó d e ti!Jl e:, mpo Grande, é uma tradicional Instituição maçónico, leal, reular e inepen dente, nenhum laçáo de direito mantém com o OOB, t• 11ão tem uo 11huuw purtlclpuçün n(·lll qurih,quur rospon,ablll• cJodei. UIHl lame11tflvcl'J ocorrências dlHlUH!a iDll· tllulçllo que ferem fron tal e profundameute as mlleuurc!' lradiÇÕl'II da Ordem MnçOnll.!a; f) a Loj11 Estrela 1l0 Apa nº 9, em con sonfitJcla com us demais Lojas JurlRdíclonadcrn á Serenlsslma Grande Loja do Estado do Mato Gros llO do Sul, ao prestar t a I s cRcl11rcclmeutc,s, deplora tnh; ocorrência& e, fiel ás orlenloçõe:i e diretrizes que vem rece bendo rl11 !'eus cllrlgenteP 1·eaflrma seu propósito de continuar somando esforçc,s para colaborar na lurera de melhQrar e engrundecer esta l'rontel· ra, e de continuar hon rando o nome e a tradi· çii n da Moçonatla univer sal. (Que o Grande Arqui teto do Universo usim o permita; (a) Zall Barros de Araújo - Yenrrável ifostrc. Nu plena certeza de podc·rmos contar com a compreensão e apoio de V. S. para que as nossa8 plavrase de es clarl'cimeuto cheguem ao gru ade público desta lron teiru, antéclpamos agrn• declmentos e rGgumo8 o Grande Arquiteto do Univer.so para que ilu mine e guarde a pessoa de V.S. junto dos eutes muis queridos. Fraternalmente Z:ily Barros de Araújo VeneráVf:l sfostre rreco ~esle Exemplar Cr$ 4,PO GRUPO GERADOR Uma das primeira:; couqulst.ns, da atual Comissão, foi a de conseguir junto à Cemat, malR próprlumonlc com o Dr. Carmelito 'Torres, doaçãe da um Gru po Gerudor, puru ficar permanente no Parquti de Expc;lllçõer;. Foi uma grande conquista. sem dúvida alguma. Os pri melros cntatos foram mnntldos pelo pre ;,ldenlu da Com ido/lo, Lulz Aldl, que o.ao vem medh,do e ,forços para concretiz1r dlver.➔os ohjetivos traçad(.lrl pl'!a Co•nis são. ** PECUABISTAS PARAGUAIOS Edson Moraes, afirmou qu11 este ano, sr.rã graudr a presença de pecu ristas paraguaios. Mantevt> contalos em Conceição e Assunção, além de veicular mnttrlu publici:Arlu no "ABC COLOR" um dos grandes jornais do Parnguai. Alian do o dispensa de intermediários (impor tadores e exportadores) para o compra e veada de gado, por ocasião da Expo elç1lo, e a r11námicu do g_rup:; em dar prlorl<lad<J aos ~egóciot1, rica patente que a 7ª Expobel será um sucesso. TRIHUNA DA FllONTEIRA mais um>1 vez estará presl'nte-, ..-:o brindo o evento e divulgando uma dai. nussus maiClrei, 11 !rações: A Expusição. Circularemos cun duas edições especi,1ís. Uma no dia 20 de Julho e outra no en cerrnmento da Exposlçào. ~? 1 O ASSUNTO É CAMA RA O vereador Nivaldu de Barros, da Arena. re1l()lveu arregaçar as mangas e el'tá surpreendendo nté mesmo os seus próprios coleg.i.13. Nas duas última8 ses ~ã11s apresentCiu reivmdJ.cações de vulto e particip:.iu ativamente dos debates. Pa rece que o vereador (autor da mo,;ão de prote!lto a Tribuna) estava aguardando oportunidade pura demonstrar que co nhece o seu pape! o de vereador. (como diz o Pedreira é pois é ... ) ** A CÂMARA Solicitou informações ao MM Juiz da Comarca, a respeito da Comhisão Es- i, , ** ' Suite, Aparlamrn lM (C1sal e Solteiro). Sala de Recepção O Hotel mais luxuoso do Sudoeste Motel flauidauana Paloce '' O Cartào de visitas de Aquidauana " EDIT BANCO FINANCIAL O r •·t<loi· ~ival,lu de Bnrros, e11fo. v 'e n4 VI: d o crescimento de Beln tsn, e ' irsE que atravsa a Ptr , j,, co novo impulso n4 agrfevMn- , '' coniereto, oiíitou +a > fo.sse enviado uo.s dlr tófl'8 do flaur1 Fl nuncial e autoridades estaduís e fedo:b r , 1 pleltc-ur,do o !nstalaç'1o do um., r. 0n1%!}, qo Banco Finaucil em nossa c!- g ... now • ct· 1 ide. segundo o ve@dor 4p%""" ;" rá coroada de êxito, pois o d!retore • quele Banco reconhecerão o poterll que r 8presenla Rela Vista no ceu~rlo economlco estadual. 1 [ CENTURIÃO .- . O verador Carlos Centurião, I'dr do prefdto na Cilmc1ra, pediu :.n,ormr.r;_or." ao Ex·!cullvo r. re pc-llu rlo caráter pre. cório da escoln de Agua Doce, pdido reforras do prédio. O p!'f,[elto rnunlclp11 Informou que estó em seu plano de trr. balho a cooRlrução de urna nov:1 _er ·ola e quél uma simples reformos nüo iró se·. Ju::ionar o ouso. l GRANDE PílESENÇA Í Dl(7oo de elogios 11 "conscicntizaçiio l dos verei±dores'. Nas duas últimas ses sões a presença dos edis foi maolçfl. AI· go está mudando ... paru o bem. CENTUR!ÃO Solicitou que f:!s~e enviado ao Se nudor Rachtd Saldanha Derzl, moçúo de Hplauso,: pel ua bri:haute vitória rl Convenção da ARENA, qu11 ln?l,::ou-r. ~~- , nador biônico. Disse C~utum1o qu., a escolha do ewine1!le senador foi um re conhtcimrnto pelos seus 35 anos de tr"· balho na p(llítica nacio11al." 'IA.ÇÃO CRUZEIRO DO 6UL Os vereadores Afonso Dilon, Na. do de Barros e Carlos Centurião, solici taram a mesa que cr.viasse c!íci~ a'.l DER AT e a Viação Cruzeiro do Sul a respeito do péssimo atendimento da Em uresn. Citaram, entre outros, os proble mas da super lotação, do preço das ta rífns interrne,lílrias e das agências. Mais notícias da Câmara Municipal na o,.'1una de Pedro P!!dreira ... É, Pois é ... Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO - F'UNDll.DO E:l 20/2/7'!. Diretora )laria Estela V Pereira Reduror-Cht:fe hnldo Pereira Dcpartamenro Comercial: Alvaro Pereira Redacio Administração e Oficias: R. Duqm, de Caxias s/n. Beb. Vista :llS. . ASSI'.'IATOHAS A-imatura Anual Bela VSta Cr$ 202,0 Demais Municipios CrS ?50.0D Os artigos publicados com assinaturas dos au- •o~es ~'io traduzem o. opini:io do Jornal. Sua pu blie+cio obedece 1o propósit lo debate dos pre blemrs municipais e de refletir as diversas en deveias do pensamento nie;sul Fundador: Ivallo Pereira Tribunu da 1"ronteirn é uma publicação j da Grei e Editora APA l CGC-ME: 03.2.1266/001 90 I.e. E«. 1305234° Diretora - Proprietária: lar- E, • • Pereir+ • ~- !1 na. • stc 11 • ~ • 1 -- -- , I 1 1 ~ l , r 1 j~ j 1 Camara PEDI , e Pronunclnmeufo do Deputado VI- ó beneficente, e man!em ainda uma ! 1- domlro Gcnçalves ARENA Mt, referente ermidade. Mfa n ar r e eu d u ç ii 0 ! aos trablhos desta Camara Municipal. in s u r í o I e 11 1 r p u r mante.10, Sr, Preldenute tendo em vista a i(çio fIaneetr do Srs. D)ep1tudos, seus usuários, Os belavitense de mio- Reconbecenclu que o Deputado Fe. res condições procuram - porque podem deral jumuls deve se afastar de as 'are-lo - tratamento fora da cidade, e base, porque é nelas que nrnlde fl prin• ceulrori nn!ore:,. A m,1iurh. no ('ll{'iuto clpal motivo tle um repreentante em o graudu povo, fica sem atendimento. , Brns1lia junto aos altos ecalões da Re- Seria pedir demais que o governo pública, empre procurando corresponder volte uas atenções para este problema com os prlnclpuls lítlert>s doa municípios e destine verbas suficientes pare manter rnatogrc,ssenses. e melhorar o Hospital? Julgamos que tio. Hei11111 correspondência podernes No setor educacional, Sr. I'residen- 11usc1,ltur, assim, o próprio povo, suas te, o prohlemu r.fío é menor. Eni fül!a ansledadeli, suus necessidade primordiais Viata, que tem cm média 5 mil ostudun e, depols, tentar Interpretar suai! prlncl- tes, quinh(•ntos CRtilo matriculado~ ,1rn pais reivindicações pura encaminha-las curso de segundo grau. Mas cursos que ar, primeiro escalão do Govt>rno, 11 fim só habilitam em Contahilirlade. Secret.1- de solucionar os problemas eufrent.adoll rlado Educacional e Magisterio, sem ofo pelu nossa gente que tão longe Jlcu dos recer preparn que po~1,!bilílõ aú V<:stibu centros c!eclsórlos do Pais lur de Faculdades ligada ás Ciências. Há algum tempo recPbemo!>' ares- A~slm, o estudauto que deseja dar 0011- poslu de uma lndagnção que fizemos ao t.lnuldade a seus conhecimentos, tem dua,;; Ilustre verendor arenlsta Carlos Centu- opções que são: suir da cidade lo que rlfío, do próspero .'.Iunlclplo de Bela Vis• óbviamente, desfalca o Município) QU ali tn. no meu Esh1do, ele respondia a per- perin.:.tnecdr ma tr·lcula ndo-se em Cu1 soe gunta '·Se você lostrn Deputado Federal, alheios à sua tenclêucia vocacional 1::, o que pediria para o seu Munlclplo" per- consequentemente, tornn'ldo-se inals lar guntn que lhe endereçamo11. E fll!arlam de um técnico frustrado porque Pxercerá os meus nobres pi.res, corno 2u, estar- profissão completamente l1iferente daque recldos ao tomnrem conhecimento da sl- ln pura ele Indicada. Estudantes que dese tuução a qno está entregue Bela Vista. ! jam estudar lledlclna, Odontologia, Far- All, Sr. Presidente, "xlste apenas macia, Engenharia, Veterinária, no teI um Prédio ou melho1·, uma re1Jidt1ncla condições de enfrentar um Vestibular, já adaptada que fllz as vezes de Posto de que ba:ie lhes falta. A cidade jú eom- ~lédlco, mas que não oferece condições pot·ta um Curso Científico. 1 para o bom andamento rlo atendimento Serltl pedii' demais ao Govnoo a ao público. Essa residência é destinada· instalação em Bela Vistu de um Colégio A P_µericulturR, mas que atende •lambém Completo? a tcdo!l os contribuintes do FUNRURAL. Julgamos que não. E o serv!ço de Puericultura conta só- Sr. Prel'ideute, abordPmos, agora, o mente coru dois médicos. Enquanto Isto prcblema da casa própria em Bela Vist,1, na cidade Yizluha de Bela Vi:ita Para- A cidade, com sua imensa área, mesmo guay, muito menos desenvolvida, já c- na zona urbana, conta ainda cow vários xlste o Posto com recurtiOB necessários terrenos bal<iios, por não ter grande ma a que se destina. ioria da populaçãíl condições do cons- Seria, portanto, pedir demais que truir suas residênc>ias, enquanto as àreas o Governo Braslleiro instale também um de expansão de Hela Vista pPI·manecem Poieto em BP.la Vista, que é a área de inaproveitadas. CentenaR de familias sem Segurança Ncionul? Julgamos que não. acomodações vivem de caridade em ca- Alnda no setor de saúde: a cidade sas de amigos ou pagando vultosas so conta com um Hospital, o São Vicente ma,; de aluguel em consequência da de Paulo, que pertence 11 Comunidade, grande falta de moradias. , . VI ITEM , ""' ·101%4 VISTI apvens que lhes de condiçós de pos suir suns casa pró;ria, através de Fian- ' j, unto do BNH. Sria pede dt'!JHll que sa ofereça aos [lavistenses o me . mo qu' ja ss oferece a tolas as cidades do i te:i? Para a sua casa própria? Julgamos que mão. bialente Sr, Presidnte, citemos umn c o ainda mais grave E o que diz repelto à Saúd Pub!te Fala-se muito, atunltente, no l!rn s,, n necessidade de dotarmos me dieia preventiva para evitar u plieaçào (lr1 med!einu curutiv11. l'ol,; hrm, om Jto- la Vista o J)(JVO 6 dllltoudo 11 vnclnor•l!lo contra as moléstias primárias, Faz-se Cll:UfJ'lflllO ,te varina COllll'J o Tifo, COI(· tra a Malária. Mus de que udiantum Cem pahs desse tipo, se a principal fonte dessus doenças, das endcrníus, é, follr1 ci'l Esgoto em toda a cldurlo'! Por várinu vozes s autoridades Feriernia t' E-lacluais iá tt·u!aram do as sunto. r1z('1aw planos, levantaram pro°Jfe• IDili-. ('(]LIIIClOnoram. mas tudo nã0 passou da bon ioterQ'io. porque r!e foto ah ~o fez. A ai!ade continun abandonada ne se tlC'!or. sem que se tome qualquer pro vidências peru err u d I e a r o m a 1 d< finl' ivn.r:r.eule. 5eu pedir demais a instalação de Rtde ue Esgolo em Bt•la Vista? Tt:rnl>ém jul~amos; que n ti o, Sr. Presidente. E por julg.u·moH a~siru, é que de nunciamoB estes fat05' para conbechnen- lo de toda a Nação, prlnclpalrnente dos títulares dus Pastas a que os probl(>rnas estão aretos. Temos quase certeza de que o :Sr. Pr.:siden te da Rep1íl>llce não Ct,nhecia a real situação cofrentad1:1 por Bela Vis ta, mas agora a sle uci; dirigimos pedindo que determine, com urgêccia, aos seus Miuistos, uos seus uxtliares diretos. prnvidências para atendimento destas justas reivindicuões dos Bela vis tenses. Era o que tínhamos a dizer Dep. Valdomilo Gonçalves - ARENA - MT. POR OCASIÃO 01 1 1 lPO:BEl l de João Freire de Oliveira Ambiente Seleto - Refeiçiiti Caseira O seu lar em Antonío João -- O Hlti!l da FNnteira. Hospede-se no Jeane Hotel e ainta-1e em sua Casa. 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DA MORTE OE VOLTIIRE (Frnnçois·Marie Arou·t) 10 de Maio de l77) "Fai Voltaire quem introduziu em França a aecinire de Nrwtone psicologia de _Loekre, dr r modo dando começo n Era «da Luz r, a 11111 nto de Justiça, porem, resla Will Durante ' irritará nos evpiritos esolstieos n nelu le Voltaire entre os prensador supremo, t legarão eles que o pensamento voltairiano era de • • • 1 1 • IJ10 ,i111 111flUPllf'l1l emprétimo, nào oryg+ ' foi imornl e clr,-truulorn • . , . Talavia ninguem na vida é original na ni.o r nt forma . Vurinmo?I O desenho de neordo com us no+a renines momentanens, weno ejumos; Spinoa, o mis profundo pensador moderno tomont os lementos »«encistas do eu penamtn to de Bruno, Muimonids e Descarte; Hams, defendeu em l'llR tese de doutorado, n molesta proposição de _que _rm Aristoteles tudo 1•rn fnlrn, e xrt'lo o que ele p,lhnrn <lc f lutilol Plati» pilhou, como também o fez Sl,nkcs reare, o que pôde e ondr_pode transformando as coisas furtadas em maravilhas de beleza, Vulrnire, como Uacon, 11 ncen,1in n t§UII velo no fogo que se lhe deparava": ms o Inegável é que fez tão intensamente brilhar este fogo que rom ele ilumi11uu o mundo· O que era opaco_ele fazia rdinte. Coi,ns qul' ! ,e vinham obscuras ele as fazia rlnrns como a luz do Sol e o quo lhe vinha rm desprezivais vestes escolásticas, ele as revestia de 111aravilhn1.1a íorma e o mundo us nt1s11n1l1no. Jamais nenhum homem ensinou tanto e com tilo superior maestrin. Será que <levemo• repelir o risonho filósofo ,le Furuey pelo foto de seu pcmu111eu10 eer ch verso do nosso? Cremo• que nilo. Apc•nr <la rccrudc,cêncin das nntigas fés que pnsrnciumo• hoje, n in{luencin t!c Voltaire per •i•tc. Todn Europa curvou•so ao cetro de suo pe· no; os grandes H<leres ruentni• do último século honrumm- no como i maior fonte de luz du é peca. "Irene" onde recebeu aplausos durante +una p,4 "" coroa de vinte minutos Cobriram·no com uma cor . 1 louros. Era a glória que inda mantinha io aquele moribunlo. CAMALIEL, STUMPF. ·OFICINll GAÚCHA doe biruja Go« de Campos· o popalr ·II " sola fttrlea Mwtla e Gettl CLIpu;to, Lant»ratei, PItr f Ate n de a q u a I que r h o r a do d la o u a n o e. Rua lllonso Pena Esq. llodoro Saliva INDICADOR Nietzsche <le,licou,lhe um dos eus livro, e bebeu à larga no copo vohuirinno: AnntoFe Frunce formou o seu c•pírito, u sua agudeza e o eu estilo, nos uoventa e nove volume que o grande s6bio deixou no mundo culto: t finalmente Brandes, velho sobrevivente de muitas butnlhus na guerra pela libertação hu mana, deu alguns dos seus últimos anos de vidu a uma biogrufia p~rdouvelmcntc i<l6ln1rn <l'> Gran de Emancipador de Fnmy. Asrim no din cm que no esquecermos de bonnir Voltaire não seremos mais dignos da Li- • herdade que foi o bantleirn dn rnu ,·ida. Fronçoi,-Marie Arouet, nnsce em Puris u 21 <le no,•embr~ de 169-1 oli mesmo falecendo nos 30 de llnio de 17i8, F.eo<lo ses restos mortais transladados a ll de Julho <le li91 rarn o Puntcon, onde repousam nomes ilustres da França, Em outras edições deste $emnn:íri<• Dela• ,·lstense que é u Tribuno <ln Fronteira continun• remos a trazer ao público um pouco mais do ho• mem do muurlo que foi Voltnire e cuja mais ve mente força de exproosào em nome das liberdades erum estas no origiunl frnucês "t erusez l lnfãmc Esmagai o infame, exprcssllo de upêlo público nos i'ntelect.inis ilumini•tns para que se unissem n êlc" Esmngucmos os fanàtio, e pnlifcs. rnus hip6cri lllB dcclnmnç,'eo, seus mireríveis sofismas, a htstó ria mentirosa, o amolllon<lo de absurdos. Nào J?Cr• mitamos que os posrnidor.-s de inteligência seium dominado■pelo~ que .niio a tem e geração futura no, deverá a rnzílo e a lib.-rdn<lc." Em 28 de Fevereiro <le I778 ditou uma declaração nestes termos: "Morro amando Deus, nmaado meu" umigos, não odiando n1cus inimigoe e detestando a superstição. Depois ao invés de mo.rrer, fez uma triunfal visita n Academia Fran C'C"1. Compneceu a Comédie onde representn,•am Dx . ..Joelson M. Peixoto -Advogado- Causas Civis e Crimluui:11 Rua 1.o rle Maio S/N Jardim • Mts Dr. Ivan ntonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Rua Voluntários dn Pitriu, 316 • Foue "tl0 Bela Vista Mato Grosso Sul DR. FIORI MURDNO -MÉDICO Consultório: 7 às llhs 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural; 12 às 15 hs Atanasio Advogado Causas Civis, criminnis, Comercifl.is. fo ventarios e Partilho.~, Regularizações de J,erras Juuto ao Incra Etc. Av. Duque de Caxius, 1/.o 788, Jardim - iIt. Fnzesda 2 de Ouro Guia Lopes d1 Laguna Mt, Dr. José Neto ·Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB / :lT 1615 Causas n1v1s e Criminais Rua Antonio João, 842 Bela Vi;;,ta Mato Grosso Sul [II0wz»sr1El ' ✓ ... : <- r ora • 1gPe t, l ez ELA VSIA, MOTE 'ARACAut is-l te A H"RI Bala Ylsla • #z2 r:5:0 PROFISSIONAL Dr. Pedr0 José Palmieri Dr. Ary E~cobar Ribeiro Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 Bll:LA VISTA MATO GROSSO 00 SUL e Dr. Laucídi,, Valdez de Barro:; c;rurglão Dentista CRO - 557 Mt. Cllnlca do Crianças e adultos - Ralo ?C Atende-se com born roarcu<lu Con•ultórao Av. Duque de Cuxin,, 508 (Ao Lado do Banco Finandnl) DAl;l@0P1 Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Ruo 15 de Novembro 8/N Para Todos ílela Vista .Mato G,osso do Sul Esporte Rua. 26 de Agosto, 384 - Sala 24 Fone 4-0650 Campo Grande MTS. Cicero Gnaçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Antonio João n.o 753 Rua Bela 'Vista Mt Sul EDITAL = Milton Loureiro Filho Rua Ary C de Oliveira. 262 Cep 79240 Jardim iiato Grosso Sul DE Citação SERRARI MADEIRAS IiJRUTAS E APARELHADAS Uma Industria que Rua Santana do Paraiso Nº 1 Cx. ? VIGAMENTO acompaeha o FORRO ASSOALHO rrogresso de GUARNIÇÕES BOMITO 1 Bonito Mato Grosso do Sul Tbn da Fronte'r 7.' EXPOSIÇÃO AG E ~ DM IIL DE 16 ll 21 DE JU H PR O MO Ç ã O: 'pf. e I Pi<.,a +bk as i 3»,} "f , · ;:. ~mv~ - .JJ' .. ,1 .. _,,1 f , .. ~t.,. ;. E' Si4 sOAt>- ·@} • Z': f. "te'4 - 'M .#a . z • ' ~ ' . . 9 ' ·1 $ %8%i4 .sé SINDICATO R · Rll P ATROCINIO: SEC ETA IA DE GRIIUL TURA D O E S T A DO DI MATO GROSSO Colaboração: Prefeitura DE BE· Ministério Municipal da de YlSTI Agricultura Bela Vista EMTAL. DE PRç O Doutor Osvaldo Rnmnnziui, Juiz da Direito da Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, na formu da lei, ele ... Faz Saber a todos quantos o pre ser.te Edital virem ou dele-conhecimento tiverem, que no dia 22 de junho de J 978, às 9,00 horas, no átrio do Forum, o Por- teiro dos Auditórios levará à praça os bens penhorados nos autos de Processo de Execução que Cia. Itau de Investi mento, Crédito e Fiuanciaoiento move contra Dario Colin, em trâmite por este Juiz.o e Cartório do 1º Oficio e caso não haja licitantes, desde já fi~a ' deJig nado o dia 11 de julho de 1978, às 9,00 horas, para a eventual segunda praça, U s~ndo os seguiatbs 0s bene pcnhora.do;i: m lote do terreno urbano determinado Pelo número 35, situlldo ao novo lotea menlo de que trata a lei 444, nesta ci dada, com a área de 600 m2, dentro dos 6t' gulntes l!mltes: Ao Sul, com o lote nº 33; ao Norte, com o lote n? 38; ao N9s- J cente, oom a rua W-3; ao Poente coro R Glote nº 34, devidamente transcrito no I. sob o ne 20.148, às fls. 64, do livro n 3 • K. Nos autos nllo consta ônus que pese sobre o referido imóvel, o qual foi avaliado por CrS 7.000,00 (sete mil cru zeiros), valor por quanto será levado à ,_ Praça para ser arrematado por quem d !llaior lance der acima da avaliação, sen o a venda feita à vista ou mediante fiador ldôneio pelo prazo de Ires dias. E, Para que não se alegue ignorância, foi grmitada a exédiç@o dó vresente tal, que será publicado e afixado na ~orma da lei. Dado e pa~sado nesta cida• • e com.arca de Bela Vista, Estado de Mato G'osso, aus vinte e seis dias do me maio do ano de mil novecentos e setenta e oito Eu (Pedro Vergilio da llva), Esererente Juramentado, o dati- ºil'a!ei e assino. • J D;:-. Osvaldo Ramanzlnl Juiz de Direito Foram extraviadoie os seguintes documentos do Dr. Edson Mondadorl: Carteira de Habilitação carteira de Identidade, CIC, carteira de 'Trab lho, Certificado Militar, Titulo de Eleitor, cartei· ra de Engenheiro Agrôno mo, Certificado de Regis tro de veicult>, elo carro Brasilla V chassis BA 511101 • a.no 1977, cor ver rle Indalá motor BN 287748. cheque Banco Itaú - Jardim - 777663 a 777680, cheque Hanco Itaú - G Lopes - 534412 a 534420 cheque Banco do Brasil G Lopes- série g 490 - 267103 a 2ô7110. Publicação que se faz p/ obtenção da~ 2.a vias. O Sr. Antonio Carlos da Cruz extraviou os do cumentos: Carteira lden• tidade Titulo de Eleitor CIC. Carteira Habilitação Cer'llficado Registro de Veiculo Taxa Rodoviária Certificado Militar Publicação que se faz para obtenção da 2.a via. Bela Vista - Muto Grosso do Sul Senhor Pre:ddente, Exposi9iio Agropecuária de Bela Vista - A pedido da firma "Alvorada Comércio Agropecuãrio de Importn,ção !l Exportação Ltda" e conlor.11e enten • NB YISTI Segundo informações do senhor Edson ~foraes, relaçõec, públicas da Co missão encarregada de organizar a VII Expobel (Expc,sição Agropecuária de Be la 'lista}, os exportadores e importado res presentes na Expobel não n<>cessit11- rão de firmas intermediárias para fechu rem negócios. Tal medida proporcionará maior e melhor iatercambio comer&ial entre pe. cuarh,tas brasileiroi:; e pataguaios. ilo raas afirmou que "estão endo enviados diversos convitP.s a fazendeiros da visi nha Repúblicu do Paraguay" e que "a atitude do Ban1;0 <lo Bnisií (CACEX) mo tivará grandes negócios na Expobel'': Disse ainda que o "grande mérito se de ve aos senhor José Carneiro Junior que pleitP0U junto no Banco do Brasil. AbaLxo publicamos a certa recebida pelo Sindicato Rural de Bela Vista a respeito do assunto: - Banco do Brasil S.A REE.: SeGex-78/150 ATE (AO PESSOAR Ponta P~rã (MS), 12 de maio de 1978. , > óis num poJe fartá na festança Ao Sindicato Rural de Bela Vista do Arraiá da E.lcola Municipal Serradlnho. Vai ser no dia 23 de junho, as 7 horas da noite, Baile, fogueira, aID.en doim, J.>ipoca, doc!ahos, queni.i!.o, cachor ro quente ... Tudo para se divertir a valer por a pena.a CrS 5,00 (adultos). Ajude a fücola Municipal Serradinho nesta promoção. Todos estão convidados. dimentoii telefônicos mantidos com a n0s sa Direção Geral no Rio de Jaaalro (RJ), informamos-lhe que estamos aguardando a orientação de nossa Sede para que es ta Carteira de Comércio Exterior preste toda a asr,istência aecesi;áría aos partici pantes da Exposição em pauta, a ser realizada nessa cidade, de 16 a 26 de julho próximo. Saudações, Banco do Brasil S/A. Ponta Porã (MT.} Aparecido Antunes Cotrim Gerente Francisco Sa.monek Ajud. Serv. Cambio Tuna dA Fruteira_ RI-CENTENÁRIO 01 MORTE OE VOLTIIRE. (François-Marie Arouet) Nusnldo JlPOJ clúvlda em Chfitenay, perto de Pari, em 2I de Novembro do 1iJt, perdeu n me multo cedo, em 1701. Üíl ,('Oll<'I CíllltllllllÍUffi lllllll fnruillu de mupgistrndos; o puf, François Arouet ra conselheiro do Rel, untlo notário rio Choll'let. Aos dezesels uno tornou sofre quentdor dn oeledude do "LIberIns 1!11 Templo" rnur:ldotl flll t,,rno do grun <lo prior de Vendo1o. Pru urrunca-lo u e8e melo vetos», eu puf envla-o uep om R~~ulcia t Ilolirndn; oolocum- no 1'1nnl montr num ntic11lórlo cio not'irlo da Pra çu de Maubert, nns nudu consegue dur lbe julzo. Em l71U, lendo es0rlto eplgra mu contr o Ieente, é exilado para Tulle; npós uma re?inoir!Pncla, Iim 1717, é preirn na Oustllhu. Durante ee retiro forçado come ça "u Henridu", eu grnde poema épl· co, e termina 11 tru~édiu de "Édipo". A repru;entnçllo desta, em 1718, repercute grundomente e proporciona-lhe uma pon t1ilo. É u PIISU nlturn que toma o nome do Voltaire. Os dados blogrAllcos i;obre o gran de frunces são enormemente valiosos pu ru que, aqueles que o niio compreeudem nlnda e sufloientemente, possnm nval!ar o homem nos seus diversos r.umlnhos, camlnhoi, de uma vida. que foi preciosa como já afirmamos, para as Rotas mura v1Ihosas e expleudentes traçadas e per corridas em busca da Liberdade Hurnunu. Ainda que seja nosso objeUvo c0n Uuunr dando tnformaçõea detalhadns so bre o que fez Voltnlre de suo vida em pról do pensamento humano através da sua vida, continuaremos agora porém a prrsentando o pensamento do erudito (ran ce, através de suas melhores cltaçõe~. l • Chorur. - Infeliz nquelc,, que 11:lo ,obe nmnr e jamnis conhecerá u doçura de rlwrar. «Epitres, XIX, vers 17,48) 2 • Chorar. • Infelizes aqueles cujo coração igno ra como se ama. e que jamais conheceram o dnl çor de chorar. (Aux Manes de .M. de Gcnoville, vers. 47/48,) 8 - Ciiincios - A falsa c.-lênciu crin Ulcm, u verda deira inclina o Homem dbnte d:, <liYin•ladc. (Dial.:,gne•, 2-1-10). 4-Chlme O sombrio ciúme, pãlldo e lívido segue com passo tropego, a desconfiança que o gula. (La Henriude, 9-2f>) 5-Classe Ê imposslvel, neste infeliz globo que os homens em socledaae não se dividem em dutts classes, uma de op'es sores e outra de oprimidos. Nem todos os oprimidos +ão felizes, Nem todos os oprimidos Hiio lnJellz<'s. A maior parte nasce neste eHtndo, o o contiuuo trabalho OR lmperle de sentir demsido u tristeza de sua conrJlçllo; IU:Hl, qunnrlt> l~so acontl'ce, en· tllo suqrem guertllH do partido popular cu11trn ~ purildo do Sendo em Roma. (Em o "P,·nsarneuto vivo de Voltuira, l!J7.) 6 Conelso É conveniente empre esforçar o mals para er Inter?ssunte do que e xulo; porque o eflpoctudor p11rd11 turlo, tnl'IJOS A<rnsaborlu. (Édipo, carta, 4.) 7-Coudenaçiio É preforivel te11tu1· salvar um culpado 1:1 Impor condeuaçllo a um inocente. (Zadlg, oup, 13.) 8-Conhocer.'l'emo conhecer-mo e não pos- 80 lj!nornr-me. (O Édipo, uto V, cena 2.) H-Conlglr-0s vloiofl do espírito podem ser corrigidos; quundo o r.oruçiio é mnu, na da pode mudú,lo (Charlot, ato I cena 3). 10-ov.rdlu-Um dos maiores àesgraçus das pessoas honradus é serem oovurdeb. (Citação de Vultnlre, feltu por Emerson em "Condut of Life"). 11-Crepúsculo-Ao crepúsculo dos meus dias, juntul, se vos for posslvel, a aurora. (Epltres, epitre de me du Chateie!) 12.Cristo-No sou cristüo, mas é para nmar-te melhor. (Epltre, à Uranie). 13-Culpado-Quanto mais importante é o culpado, mulor é o rnp![clo. (Sémlramis. ato V, oenn 8) 14-Culpa - ê preferivel tP.ntar salvar um nulpado do que condenar um Inocente. (Zadlg, cap 4%, 6) tú-Dei:conrtança-Quem desconfia, eonvlda a traí-lo (O euvres - Melnge Literaire}. 16-DtsslmulaQilo-Devemos distinguir entre fnlnr para enganar e calar para manter reeTV8. (Essai sur les Moeurs, 163.) 17-Dlzer-Faht-se sempre mal, quando nilo se tem nada para dizer. (Comeutalres sur Cornellle) IS-Errar (Erro)-Dizemos uma tolice e a forç~ de 1·epetí-la terminamos por acre d!ta r nela. tLettre sur les FrançaiP.) 19-Esperlnça-Quando turlo já se perdeu quando se n!l.o tem mais esperança, a vi da é um opróbio e a morte um dever. (Mérope, nto li, cena 7.) 20- Espirita-Quem não possui o espírito de cm 30 de Uaío de 1118 sua Idade, de sunu idade tem todas s desventura. XCV ) (Epill'(-6, • _ . , '>1-E,xperlüucia•Mnl sc começa a rnstr olr - t ntes que e um poueo, chega a morte, 1» " teuha uru pouco de expenênclu. {Miromnepas, I.) Em nosso próximo e modsto artl go +obre o grande Voltaire, continuare nos ccm ui- citações de sua lntehgênc111 fecunda e rara lembrando contudo desde jà O que dispo Dlsraéll em 'Curioslties of Literature" A prudêncla dos sábios e a expe- riência das idades talves possam sei pl'l'1:Hlrvadas para a posteridade, graças às Citações. Gumaliel Stcmpf. Pror. Leia Jornal e Assine Tribuna Fronteira Retirada censuro 'e o H T l f LUMIHEHSE de o da tres jornais Sem nenhuma c:.mu-_ nicaçúo oficial • np· _:w" um telefonema • fl I oll· cla Feieral wuspend '1 a censura prévia nos jol' nais "Movimento", "Ir! buna da Imprensa' e "0 São Paulo''. O C, ro nel Rubem Ludwig, av sessor do presidente Ge· sei, comentou em Bi_:lEl lia que es»a de lo "c·iroou o processo grn. dual ele levuntameolo d,1 censura" em órgãos ri 'l imprensa. Enquanto o "Movimento" se disp b1 a publicar tor.!os os f :ius textos até agora pribl dos, a "Tribuna" u: un clava, no Río, que I rn tentle processa.- o go·.-et' no pelo controle cxe .. ido até então. A uspen.são da censura, entretn :1to, não vale - ao menos pur enquanto - para as r'.: vistas masculinas. 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Ad11lhe1·to Vll'lrn, Adolfo Bntbon, Aluislo Afonso Lourelro, Antonlo Mort•no, ,o11l011lo Sllvelrn Xuvlor, Antbnl Cabral, Asturio de LAma, Alnnu zlo Loureiro, de AImeldu, Bràs Burbou, Crcllln Dnlvulle Lopt•~, Cl1111rl10 Inoceaclo Barbosa, Curumlu Loureiro de AImeldu, Durvl Coelho Barbo», Eletin.ius Temes Mrrnlrnlnno~, Emlllo :ilforeno, Estevllo RI· bolro, Gribuldi Rosa, Genéslo de Melo, Gonll Caberre, Gcnll de JRsl~. Hélio L. do Almeldu, Joio Vz Guimures, José Ata no slo Lemos Neto, Jose Butist dn Cu nhu, José da Fonseca Stnt e Filhos, Jo sinu do Souza, Késto Loureiro Pinheiro Lula Hurbosa, Murcos A vulo, Mu1·cos Gon çulves Brbosu, Miltlo Hibeiro, Milton de Melo, Nestor Antunes do Amaral, O cluvlo Lc,urelro de Almeldo, Olua Gurcln Pego Loureiro de Almelcln, Rucbtd S. Der zl, Hnmllo BulbuPnll, Humllo Cabral, Ramfio Torres, Reusllvu de Souzu Marques, Silvlo Zocor.,10, Simão Fruuco, Glzenuado Mnr• tlae, Telmo Aatoalo Albech Rossatto, Thlrsoa Lourelrc, de Almeida, Tlbyrlçti Loureiro de Alrneldu, 'I'upy de Amelrla Melo. Vampre F. de Souza, Vera Loureiro Tlnooo, Vicente Inocenclo Barbos, Wul demur Thotonho da ~llva, e demais de tentores de titulos sujeitos o ratificação abrangidos pelo Memorial Dascrllvo n se~:ulr transcrito, a apresrnturem seus titulo!! e demais documentos relaciona dos no urtigo 3º e seus paràgrufos, do Decreto nº 76.694, de 28 de novembro de 1976, pelo prazo de 60 (seRsenta) dias cor rldo!:l. eontudos a ptll'tlr das 7,30 horas tlo dia 26 de junho de 1.978 e até às 17,:-IO horas do dia 25 de agosto de 1978. A apresentação dos citndos doou mento!i deverá ser feita na sede do Pro jeto Fundiário Jardim, à Avt>nlda Dlll}Ue de Caxias, nº 989 em Jardim MT. A nilo ap,·esentuçãà rlos cltadoR documentos importará em restrições le gais relativamente aos imóveis cujos de tt-nt6res não se bablllturem no proces..,o ratlflcatórlo no prazo acima estipulado. MEMORIAL DESCRITIVO Partiu-se do ponto MP, situado na confluência do rlo Apa e córreg.:. Som-· breiro, por este acima até sua mais alia cabeceira, nu;na distância aproximada de 30.000m. situa-se o ponto MP 1; doí, com o rumo de 33% 00 NE e um distàn cla de 1.100m, uproxlmadu:nente situa- se o ponto :'11P-2, na margem esquerJa do ri.o Plripucu, atr11 vessundo este rio, segue por sua margem direita, rio acima. nu ma distância aproximada de G.OOOm, até encontrar o ponto MP-3, situado junto a cerca de limite da Fazenda Cllpão da Le- nha de propriedade do Sr. Irinvu do A· mnnral Cardinal, daí segue pele limites Sul rla citada Fazenda e na dlstanela aproximada de .70m, «itua-se o ponto lH'-4 na murem esquerda da BR.0) (Del V'ta - Jardim), daí por etn redo viu (rumo ,lurdlm) e nu d!st.flocli1 do 3.500m, !tua-se o ponto MP-5. D)este ponto defloto-He u rllrriltu, seguindo pelo esplgno dIvior du pus dou rio± Mlrnndn e Apa, numa distância de 45.000m, uproxt: mdmonte, nté encontrar o ponto MPi, 111tuado na lnt?rsecç/lo da rodovia Ponta Por/1 . ,Jardim com o lla!Ja de llm!te ln· ter. munlclpul Ponta Porã - Eelu VIsa. Dnl segue-se com o rumo de 51º 30 f-W e dlstfiucla de 2.300m. até o ponto MP 7. dui com o rumo de 7%00 SE e distância de 1.100m, ulé rncontrar o ponto .1P-8; dui com o rumo de (l:!Q 00 SE e dh1tdncln do 1.900m, o.tó Hncontrur o ponto MP-S; dai com o rumo de~ 3OQ 00 SE e dlslfi11- ch1 do 700m. até encoutrur o MP • 10 na margem dlrella do Rio Apa e por este nbutxo, até suu coa!Inôacla com o cór rego Sombreiro numa disto.nela uproxl. matla. de 80.000m, no ponto M-0, onde deu lalclo n oeacrlçilo deste perímetro. A área contida nos limites oclmn descritos é de uproxlmnrlnmente 76,690 bu (Setenta e seis mil, quinhentos e no venta hectares), tomando-se como refe-. rêncla mapa do Município de Belo Vista M1' nu escala de t:100.000 elaborado com base nas Curtas GeográUcns publlcad~ s pe!o Serviço Geogrtirlco do Exército em 1.973. CONFRONTAÇÕES Ao Norte: Munlclpio de Jardim e Fazen da Cupão de Lenha: Ao Sul: Rio Apa; Ao Leste: llunlclplo de Ponta Porll; Ao Oeste: Córre.go Sombreiro e parte do Rio Pirlpucu. Culnbá (MT), 02 de Junho de 1.978. Cel. Clovis Rortrlgues Barbosa Coordenador Regional do Incra - MT TRIBUJU1 li ,fRONTEIR Qe e s al ,., A, VII Beh is Ms . 143 678 292 ENFOQUE f D10S E SOCIEODDE Aulvernórlo,: 8 . Sru. A111lUrrllnu ,'11tune11 de Araújo, nessa data completo 74 ncs de exi-tencia, +sa simpatica Senhora i' mle do popular "Gaúcho", a ela de)a mos muitos auos de vida. 10 . 3 aoluhos <111 bonlla lviwa S. da Costa Marques. Os pais Dr. Ivan e Graça receberam o9 f•.mignlubos de lvana com •nuito cachorro quent<', r~rri[!Jtall· te+s, delleiosos doces cristalizados e um J!Ostoso bolo. Para alegria da criançada foram distrlbuldos baloes, e mu1tus Iem· bru11çlnh11s. Entre os lnúm..ros convida dos destaquei: ~lac!Judo llagall. Dr. Pe· ron<ll - Cristina, Fernandln~o • Zenóbla, Ledn Pulmieri, os vós corujns Sr. José o Dna. Fnblu, os tloR e priminhos de Ivuna, Maísu, Luizinho e Rosa Amélia. A lvanu nossos votos de muitas fehcl- dades. A Prefeitura Munic! pul de Jardim,criou um projeto de alç das ir- • dJoadus par.i Jneeotiv, r v morador a jardinar ua calçada. obedecendo l gun! padrões da untei rrnlltludc. como lutt?HrO iinima, distância ettr as Arvorei o outros Te qurs1tos. Iso pão stg niJictt que n rnornuor nllc po ·-a u•nr Hrn lnwgluu ço e dispor us plantas da monPlrn que a char melhor. Sc•gu111lo nll!llOS tóc nlcos, com;o em breve em Jardim irá prelomiar o coucrf•lo e o asr.11to, o correrá a fornação de u rua camudfl lrnperm;, t,t. fü,adora junto uo ol que provoca o reba'xu m,rnlo do lençol de tp1a. A crlaçilo dali calQ" dos ajardinadas em toda a cl.lacle podoró. ser um melo para resolver to 1 situação, jl que elas conBtíluli'üo um ponto de penetraçilo da água. 6-KG39< Nascimentos O Lar do casal Santana e Neuza está em festa com a chegada de uma Iluda menina no Inicio do mes. Parnbens. Adir - M Helena tombem felizes com 1.1 vinda de mais um gurotão. 0&-<G Casamento . .contec111r dia 2 de Junho pp. na Igrejt1 l111dre de Deu& em São Paulo o enlace de Antonio Pedro e Hllda llaria. Ele é Filho do casal Dr. Hoberval • Teilú e eln do casal Dr. Fio ri Mura no • Hllda. Ac nove caFu! desej11mos muito.!! alegrias. +-+-08-+ Baile O Gremio Pedro Rufino estará rea lizando dia 24 mais um SensacloDRI Bai le Caipira. Huverá quadrilhas, e muitas atrações. não percam. e Os médicos sistematizaram alguma!' normas que devem ser obedecidas pelos pais: 1 - Dar gu fervida ou com cloro pura n cri?..nç11; 2 . Dar alimentos de boa qualidade: l'3lte. carne, frulas e verduras froscail, ele, e em quantidade adequada, se por- sivel de acordo com recomendução médica. 3.Lavur cuidadosamente as mãos com &gua e subão toda vez que for li dnr com a crinnça; 4 - Nos dias quentes, colocar pouca roupa na criança; 5 • Lavar e ferver cuidado11t1menta bi cos, mmadeiras, etc. 6 - Manter a casa bem arejada, e limpa; 7 - Levar regularmente a criança no Centro de Saúde, ou 11.0 médico particular. s~ apesar da adouçãn destP.i cuida dos a criança e.presentar sinais de des! drataçilo, tais como dinrréiafi, vômitos, febre, sede tnteosa, boca seca, fontanrla deprimida, etc., suspender imeditttamentr:, toda a alimentação, fornecendo à vonta de água fervida e chás fracos. Urbanização para Jardim 1.º e ' "' s FESTIVAL DE FBNfARRAS DE BELA VISTA Promoção Delegacia Regional de Educacão e ) Cultura « 30 ftNOS ·» Com Manoh adubando dá * * * RUA DUQUE DE AMIA5, 1080-- BEL A V IS TA Vacinas, Antibióticos, Mata Bicheiras (em latas e spray), Vermifugos, Vitaminas, Sais Minerais, Herbicidas, Bernicldas, Inseticidas, Sul Comum, Sal Mlne:-allzado, Vacinati Antl-Rábica, Pulverizador, Plantr.deiras, Máquinas de Matar Formigas, Sementes Certlftr.adas (iaraguá, braquiária, colonilio arroz, sorgo, milho) - «A Casa dos Bons Negócios» * ~ - MS ------- l 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº291_28_05_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº293_02_07_1978 Voltar para a lista de itens