TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº303_24_09_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº303_24_09_1978Número da edição303Data de publicação24 de setembro de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.110451917155956 , -56.51975091253796 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº303_24_09_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto EIRA ~ .. , 1 1 mh.alei nwar a h t I f 'f. Cjulio da Bendetti ex-diretor de "la tapa, d Turim) fvando Pereira 1 _ lao VII jl[ií 303 1 24-9a1-10-78 , COMENTIRIO 1- a r. e, ) .· o 1- de Os O• ,á rs, ul _oue O· e, Es de os tra roo· e- pois re ·m, os, de O Renhor prefeito munici pal, Rubon do Castro Pinto, nle ou, por diversas vezes, que o uos80 jorna 1 nllo lhe dá a m 1·e cld11 ooburlura, duvido no fu to do n Prefeitura níi<> poPsulr di nheiro para pugnr. Senhor pra lelto: O sonhar talvez desconh<! ç que Inúmeros oldudãos "afir mam·· o <:ontré.rlo. Nus "rodinhas" o comentário é aue a Prefeitura Sustenta o jornui. Ao duas opi niões são lamentáveis. Os da "rodinha" esperado A, pois só quem tem lPmpo pRra flcur ftlU rorll nhas é que pode emiti-los. De socupados, vagabundos, sujeito~ deaprepnrados, esses ~lm porlem vomitar s sujeiras que levam n'alma. Os do BPnhor, slmpler;. mente, lamentáveis. A prefeitura deve possuir um setor contábil competente pra saber que no loiclo do ano fez um contrato com a Tribuun. Por um preço justo, poderia uté dizer, nquém do qu~ cobrum os dernnis jornais. O senhor n!io m:rndn rna lérlne porque não quer. Nós re- conhecemos que o atual prefeito conseguiu trazer para Bela Vista a Cemat. u Telt,mat, e ugorn. n Caixa Econnmlca Federal. Já pu- íllP,ílO de M5 bllcamo, lsao por diver11as vnea. Talvez o chefo do Executivo n!lo !ola a Tribuna. No tocante a Culxn Economlca, ~aviamos um repórtl"r para entrevistar S. Ex cla. Iurellzmeote de não o on cootrou. (Ê multo dlficll falar com S. Excia ... ) O aoseo semaná rio vive com verbas o:lundas da publlcillnde comercial, osslnaotes e ln!c!a tiva privada (reportngen11 com pecuarislt1s, !11 vourelro11 1 etc). Quando o débito supera a receita, o nosso Bi!lor gráfico cobrn o "deficit". E. aviso uos na veganteFt: oem serviços gráficos a Pl'efellura executa em Bela Vista. Pretere executa-los em Campo Grnnde ou Aquldaunna. Mas, mesmo assim, nunca deixa mos de elogiar - mer,~cld!tmente ou crllií.·nr . qu&ndo necePsárlo u atual Administração. E contl nua remns procedendo de~ta for ma. Faz parte do "nosso caráter e de nossa personalidade". So mos justos. O nosso compromls· so é com o leitor. Com o povo que noR apoia. E8se povo mara vilhoso que ounc11 deixou de nos apoiar. Procuramos corree;iooder. Hoje, editamos em Bela Vista, O vereador Nivaldo de Barros, sentindo o drama dos lavoureiros e pecuaristas bela· vistenses, enviou uma memorial à Rrasilia, 'endereçado ac Exrno. Sr Presidente da Rt3pública, Minis tro da Agricultura f' Diretores do Banco do Brasil. A atitude do Vereador, ao se interessar pelo cruciante problema, despertou lllolivações maiores na cidade, ao e muitos, já pensam em tomar atitudes idên~icae no tocante aos demais setores. Os lavoureiros e pecuaristas, aguardam as provi dências que serão tomadas por nossas autoridades financei ras. O vereador jA nceb1m reli· postu da Oiret<>rlu do Banco do Brasil (nublicnda na página 3 ... ) promeh;ndo essas providências. quatro jorn11ls; nona gráfica pos• 11ul filial cm Jardim e 1,stamo• em viu do abrir outra em Bo• nlto. É Bela Vt■ta se deataoando no ramo editorial. Com 111orrrt elos. Coma multa Ita. Ma a nobro mooto. A noua polltlca 6 a ob j11tlvldade. O nouo comproml11!0 é com o povo. A repelto das pblfcidn de11 polittcar., lna.,rlmea propa· ganda de todna os candldato11 que nos procuram • da Arena o do MOA • poh amboa i;!!o parti· doe legal■. Mereoem todo o 0011- so respeito. Crltlearomoe ou elo glaremot1 quem quer que soja, pol1:1 Somos Livres. Saiba o so bre chefa do Executivo que não nos move interone algum, a não ser transmitir o fatos ver dadelros. Não temos nuda contra a 11ua po111oa. Somos contra 11 sua política. Somos 11ontra. a ra dlc111ld11.de. Somo• a favor do diálogo. A propósito, S. Excis de.veria se entender eom a Câ mara Municipal, no tocante ao duodécimo, pole aquela Casa tie P.ocontra em débito com a Tribu na e- nlega que S. Exela não manda a verba oeceseárla a qufl lhe pertonee. Escola Jarbas Municipal Passarinho O Exm•. Sr. Governador de Mato Grosso, Dr. Cussio L+tte de Barros, atendendo à solicitação do Prefeito :1uaiclpal de Bela Vista, determinou a vinda do En genheiro Fl!cal do D.O.P., lota do em Campo Grande, Dr. Allton Eller. o qual em companhia do Prefeito estsve 110 dle 22 do cor rente fazendo "ln loco,'' o levan tamrnto petlelal da obra destrui da. De posso deste laudo téc nico o Sr. Governador do Esta do haverá de tomar as providên cias cabivel5. Dr. Ruben Alberto A. de Cas tro Pinto Prefeito MuJl.ieipal. 11 • SUCESSÃO DE CASTRO PINTO IVALDO PERETH.A A propósito do artigo an- 1crier, r,cebcmo, -lo prcíriro nomeado de Bela Vi+ta, Fuben de Cutro Pinto correponden cis onde S, Ereia sfirms que "cata cet6ria de qur o preírito de Bel• Vi,la junto com o ■ru filho rugaram n firha do inscriçio no partido é uma vil mrntira.". Diz ainda que nó, ot•mo• "pretendendo ••· aumir páhliCJ1met.t, a pat,rni• dade d•otu meutir .. dif. razoe" O senhor Castro Pin to prossegue afirmando que "cowporeceu à Convencão da ARENA como ,imple, • e,pec• tador, No era convencional Nio prenunciou e nerri rmitiu qualquer opiniio em plenário. Não fea nenhum comentlirio. Continua dentro do p•rtido, com a ARENA nrdadeira, oriunda da bi,tórica e ,audo • a UDN, 6nico partido que pertenceu, dentro do, udio1 princípios politieos que sem· pre nortearam sua ida". 0 prefeito trcc comcnt..írio, a re1pcito de 111n ndministraçiio, cita a Lei de lmpr•tua e ped. que repeitemos o +eu pastado bi,tórico. Com r,■pcito ao inci dente de Campo Grande ('' rasgaram a ficha de inascri tio no partido), ea notícia foi veiculada em" A TRIBU NA, jornal rdit.ado naquela cidade e lran1mitida a nós por peuotu dignu (areni,t.u) e, o preft:ito. que 1cmprc cita a Lei de Imprrnsa, deve ,ohcr que C' ,lgilo profi .. ionol é uma que,rilo de ético. Oev• n101.11 resguardar l:l oo.ua fonte de informaçio. Se o fato foi ianrldico, fica retificado com •• palnras puferida• pelo oenbor Castro Pint.o. E o no, '° confrade de" A TRIBUNA paua. por mentiroeo. &Aflim como, as peuoat que no, in formaram. N61, 1cmpre rcepci• t a m o s o "p a s s a d o biilórieo d o o , 11 ll " r Castro Pinto, hja vi+ta a opi niio emitida no artigo ante rior. Nio concord,mo, com o presente. I»peitamo a pero humwna. io concordamos cem o polfrico. Con,idrtamo~ a us administração regular (já o»firmanos por diversas ve r»). Quando ele dir que per tence 4 AHENA, uoriunclo da hi1lórica UNO", chegamo, n fcar abismados, Para nós, a Areno íoi, é, e ,cmpre ,,r6 um partido oriundo ri• Ren1- luçõo Je Março d, 196 l, reali zada par extirpar da vida pÚ· hlia o, m•u• bruifeiro,. 01 demagogos, os corrupto, que, antes de d4, rasaram nos partido, !UND . .PTB, P5D, etc, etc). O qu nio aceitamo (e o povo está conosco), e nunca aceitaremo, t o rontinuhmo na rhcfia do Executivo heln• vistens, a inda roai .. quando o prcfeil? é nomeado, ia•, pa• rece que, denlro em breve, a oz oberana do povo será ouvida nas urnas, e o prefei tos das áreas de segurança serão eleitos pdo vote, livre e de· mocrático (pala"Tra& de nouos maiores que, gradativamente conduzem o Bnuil paro a normalidade democrática), He,. peitamo,, repito, a pessoa bu ru•n• do e H. Caolro Pinto, mas.., rontinuamos com a mesma opinfão: Sua 1uct1Ffio deve merecer, a portir de •:o ra, estudos apurados da cloue p<>IHico local, viundo oferecer no fotun, P r e • i d e n t e da Rrp6blica e oo Governador florry Amorim, rnb,idio1 am plos para a cacolha do bumeru certo para exercer a chefia do Executivo· f: a noua intenção. f: a no .. n luta. f: o nouo de• Ter. De Iwprenu Livre, Sobe raon e Democrátic:1. CAIXA ECONOMICA FEDERAL EM BELA VISTA Há ,·ó.rio, ano+, que os mos cópias das correspondenci belavistenses vem pleiteando a a enviadas), Hoje a agéneia é instalação de uma agencia da uma rulidode. O prédio onde Caixa Ecoaomica Federal em fu.acionará está sendo refor• noua cidndc. Quem acompanha mado, e todo ia dica que e "º"º jornal, poderá consta- brevemente Bela Vi»ta recebe tar que rárias reivindicações rã mais uma instituição de foram encaminhada, à Bra1ilia crédito. O mérito cie,t.a insta· pelo Diretório dn A R EN A, lação se deve ao atual prefci pela Câmara du• Vereadora, lo. Ruben de Castro Piat.o, ele e p « 1 o ex-prefeito Clovi1 consegui c,oncut.izu o idr.al Marcolino de Ollnira (pouui- tuo reivindicado. ADVOGADO &S&3)t)D Rua 3 de õitibro (0 12O DA 13: 13AN) - Mato Grosso do Sul D,. e arloF -Edy Sá Medeiros OAB- Mt. 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados .. Causas _ Civis Criminais Inventar1of. Trabalhistas Rua Rui Barbosa, 2774 C-1 Fone 4-6683 Campo 6rande Mato Grosso Rna Seba■tião Crispim do Rego 319 Fone "2!_Nela Via Ne to Griso RESTIIURINTE CASSINO PARAGUAY ;mblente Seleta - Bebidas Nacio nals e Importadaa - O maior atratiTO da fronteira . D1ve:.-11õeii Som. Visite Bella Vli:1ta (Paraguai) e conheça o RESTAU RANTE CASSINO PARAGUAY. Bella Vista Paraguai BIG-LIR "O Comercio Joremi de Mato Grosso. do Sul" Basta levar o seu documento O seu crédito ó aberto pelo já Fameao Crodi Big. Sem Juro!! e sem Fiador e vecl tem 1 aao para parar, eu dine Big-Lar Conces sionário Ultragaz entrega automática plantão aos domingos e fe rladoa troca de botiJão pequeno Aeauiteneh, técniell permaneate Seção de peças especializadas Rua Vereador Jardim Romeu de Mato t'Aedeiros S/N Grosso do Sul Edital de Citação com prazo de 30 dias O Doutor Osvaldo Hamanzinl, Julz de Dlr•lto <ln Comarca fifi B l Vl11tl, füh •• d• M11to Grano, 01.1 forma d 1 1 lo. Fz Saber que por to Juízo Cn.rtórlo do Iº Oficio tramita 011 nulo 4e Dlvórolo 011· lo - no consonul, re querido por Celestino Freitas, contra Sil v6rl11 Vllnlha hcltus, do t "" ~egul11te. Exm" Sr. Dr. ,fui;,,, de Direito dn Corn,1r oo. d1t Bclrl Visto - Mato Oro~so Sul. Ce lotluo Fl'ellne, hroell ·Iro, crnnndo, nI{rl cullor, reNlclent o domlcllludo nesltt cl dnde e comarca de Bela Vista (MS), vem por sou procurnrlor, lufru ,flrrnndo (coUl eserltórlo sito run 3 de outubro 1!)2 He~tu cidade O AH/M'J'/ 1.180), expor o requerer a V. Exu. pedlclo do Divor cio Dlrolo Não Consensual com base no $ 1 do Arllgo 5º du Lei 0.515, do 2G do dczomhro do 1!177, contra nuu mulher SilvérI Vilnlb Freitas, brasileira, casn du, do prolls6fio Ignorada 1·e&ldento e rlomlcllludn em lugur Incerto e não 110- bldo, pelos fatos e fundamentos, assim discriminado. 1 Casou-se nesta cldnde em du ta de 12 de julho do a no de 1949 eow Stlvérla Vllalba Froltns, ntuulmcnlo em lugur incerto e não sabido, conformo certidão ora Inclusa; 2) Após um uno de couvivlo murltul, em mendoA de agosto de 1950, sua mnulher, dospare, digo desa p11receu desta cldnde. sem nunca ter da do noticia do seu paradeiro, assim per manecendo até eslu data, e que, o moti vo para que a mesma o obunàonnsõe, talvez pela su11 doeuca à ópoca e por de&amor ao requerente; 3). ::'elo expos to, o Suplicante, nos termos do urtigo 40 1°e 3 c/co $ 1° do art. 5% todos da Lei 6.515 de 26 de dezembro do 1977 vem requerer o divorcio com base na separação de !alo M mais de cinco 1100s, Tribuna da Fronteira - Sli:MANARIO - ded que, pels circuntneias exposta bsolutment Impossível a rveonrtitul- Q• o rln vida em comum com sua legiti ma mulher, haja visto, o nbaodono do lar da mesma peremptóriamentu, há qu1111 lriuttl 11110 . lgunlmt·nte, como pro- v da existência da separaço de fato seu iulcio e dUt'JÇilO, bfl quus trinta. <l· 1 no qu 11lndn pordura, o rcqu r ote. o ferece seu rol d« testemunhas; no final dNiln. devidamente d111crimlnudo . Res 1 8/llta '1umbóm, qu do C'urto coovlvio murllal não houreram filhos que Ine xistem bens a partilhar. Assim, requer a citoçílo do sua mullH•r, ntrnvé11 de edital om rnco estnr om lugar i~nornrlo, segun- do prll~crovo n lei procossunl, para que cont ale a oçüo no pIazo legal do quinze dlns querondo, . sob pena de revellu, o 110 fi1rnl seja J11lgado procc. dr.nte o p dido em todos o seus termos cuncedondo-Ae o <.livórclo ploltendo, con- rl 1rn11rlo-se seu :m1rido nns custas o ho· ~:oró.rlos advocHtidos. D. A. Il. esta P os documontos inciusoM, u rlundo-Ro à pre- 1-,ente pum oh,lt,)s fihcnis o valor miai- mo legul. Pedo deforlmeuto. Belu Vista 07 <.10 urrôslo de 1978 (a) Dr. Sergio no berto P'erondi. OAB,.IT 1.180 - CPF 119430980-00. E por despacho deote Juí- zo foi determinado a expadlção do p!e cente Edital, com prazo de trinta dis por inlcrrnéd io d o qual fica Citada a ro Sllverlu Vilalba Frellui para contestar n pr~sonte ação, querendo, soh pen~ de revellu. O presente Edital st-rá pubhcado na Imprensa e afixado no Forum local no lugar do co11tume. Dado e paR~adv nesta clclado e Comarca de Bela V!rita Estado do Mato Grosso, aos quatro dias do mês de setembro do ano de mil no vecentos e netenta e oito. Eu (Pedro ver gilio da ilva), Esc~evente Juramentado o datilografei e usr100. Dr. Osvaldo Ramanzlnl Juiz de Direito (20/2'i2) F U N D A Ç A O lrnhh, Pereira 1 Administração Hedaio e lmprc .. io 1h10 Duque de Caias ,ln Bcb Vistn ~I . Cx. P. 23 EXPEDIENTE Dirctorn Maria Estclu V Pcrcirn Editor h-aldo Pertira Chefe Departamento Comercial: Alvnro Pcr<il'3 l Gerente Hélio Guedes Corrica Registro Titulo» e Documento- 1C22CGC.ME;] 03.:?01266/00Ul-90 !use. Est. 1305923,1,3 'li ASSINATURAS BcJ. Viotn CrS 250,0U Dcm,is Municipios -- ·-··· CrS 300,00 Observaçõ,· Os arti;:o, publicados com assinaturas dos autores não traduzem nece««á ri:1.mcntc n. opinirto e pentamcnlo do Jornal. Sua puhlicnção ohcdccc ao• propósito, dos dcbotu dos psoblcmns municipai, e ele rc• fldir a1 divcrs:u ttndêuci,u do pcnsnruea. to universal. A R E N I / A ;..,; ✓ DEL GU 124 Uma Força Pelo Povo M D B I P f~ fJ I lJ (} OEP 11lI0 f EDERI M D B (yrio Falcão .. ti.o 107 MDB Mvooa~o; Prolessor lilulai da f acuidade de Direi h e ta tale; (r-oslin da {alt [sla~ual de [dumão; Yice-Presidenle da Ordem dos Mvogados do Brasil-Su~-Secão de Gampo 6rande. ,.._ o - o u o -- 0 LJ_ PREÇO DESTE EXEMPLAR CRS 4,00 Clínica E pecializa<la de Fraturas, Doenças Ossea e Recuperação . . . . . . tope:la, Inmllsjia, Resmllsj, letiin (sprtin, eJicina física, Cines1olmpia [lelrolerapia, fololerapia, H1drolerapia, f ermolerap1a. Dr. José Lauro Espindola Sanches C H '.li M T - 770 ME.fBRO DA SOCIEDADE LATINA lvenida Brasil, 1704 Ponta Perã- S. Ce! 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Produtor de Sementes "Agrobelv( arroz - milho - soJa - sorgo - sementes de pastos E- 0so 2 S Tis1i is l 1 17 MS e R r t, te n de tr 74 Je, e ~- ga a1 o aos Ret cré MO há Dre do t Só ( dos, lo M tá p como Vou J'ront Ira 17 p E R DA REPUBLICI A fl ( N A A Cmr Munlelpnl de Bel VI. til P.Rlntln rir !vlnfn nrnA'<" pnr HfH'Ovn. @lo (Unânime do Plenrlo, nn Reunlo do dIn 288/088/7 vom rwspeltosmvento dinte de V. Eela. .0xnor, p deles neoessrins urgente regular!zaco orPdlflnr ncPlru rlo Agrlc11llor ücrnlfl ll"l lo, Impedido que est d prossuir no ehamnmento 'nelonl; Em 1975/76, nsn elo, prim rlr1 no rloAA11volvlmr>ntn dn Agrleulturn, em rnzilo dP. fl<-r lmin<'nlcmento PPC'llúrlA. leu um snlto Investindo num plantlo do nproxlmnrlnmente 7 mil Ilec. A prorluç/in foi rle n 5(0/, A cus mnior fornm s flts de chuvas no tempn necessário o até mesmo maquinário, altamente sfi olenle para 11s colhollns. - f11; proocupnçÕP!!, ntó nf. não to rnm tino grnndos. em razio dns expllen CÕ'lR do próprio Age11te Ftnnncrlrn nrlAn tou-nos que 800/,, dos 500/, frustrndos seriam à responsabilidade do Proagro. Ató oi muito bem. Ti: 1:1. rrglilo a esperar pela !louidacflo ... ? - Rm Hl7(l/77. n RPglJ:o rntusiaR mA.da com ns propagnnrlnR, cloR Acrt>nteR FlnancP!ros, cnm os crMHoi- RPill llmltrs J)Hra ee Investir nn /grlculturn o nten d1rnnn 11 um r.1111.madn elo Governo que divulgou um SLOGAN onnrluno " Plnntt1 que o Governo Gnr»ntP " o fiz>'moR rm nproximnclamrntP 12 mil HPc. Nnvaml'n te tivemos um frustração de snfrn qu atinge a r.ifra de 70º' 0 • causada pelAs in tempéries. excPsPo de chuva no plantio A seca na. grana do arroz, milho, sorgo wjn, trigo. llqulrlrz. -- Por ocn«ln da V/«It qu nos fez o Reeretirlo d Agricultura, Dr. Maço 'Tndno, no Informara que o Governo P •dr>t?I, r rentemrntP hnvtn Jiberndo verbns para custeio elo Fnml!IR do AgrJ cultor e umn prerropa@o de divida por mn.ts 2 HllOB, 6 m QUCl Isto Villfl~e Jmpe. rlir n cnnthrn11oiío iio Reu trulrnlllo. Que em ndn irin projudice-lo no novos finn oln1110ntos. Lnmf'.lntavelmonte vamo11 no Banco o recebemos a noticia de lndefPri muato de propostas por diversas razões. - Os contrAtos com nBslstênclo Prongro. dasde 1975 RÓ fornm 1rnluclonn rloA, após l1'r !rio om Br,ullln, ~:ma Co missão, representando n Classe, envindn J)f'lo Sindicato R 11 r a J. Isto já em principio de 197 Adveio vento a dfida ao Aeri cultor. de juros +obre juro», desde 1975, do total rln dh ido. , liquirlaçào ,e r11contr11,·n rn~ovetnd11 em S Halo no ln Central. que t esta dnt, nem o Agente Financeiro de Heh Vista. nem o Bnnrn Cr.ntral rm ílrn•ilin. nrm u Muru(1rio e nem, nbsurdnunte, o órgão Prongro Hrw»ili sa l,inm rln falta d previdências e da liquidcio. E ngora, quem vai pagar o juro,'? O Ante Fina ceiro de Bel Vista, recebeu instruçór par co brr e impd nove contratacôe« Onde tá o res pon«+el? O Sr. PRO AGRO liquidou ómrnte dívida de 75 77. O que vemos É um wistido De'c,lor, l'-rndo ontrnrlo com juroe. 11nhrc juros por ntrazn d pagamento, oriundo da irresponm bilidade de QUE? • F.m c:-onfirmnç,1eca ns inforn1nçl1,:,s presta• ria, prln Oficinl rl, r.shinrtr rlo Secretário Dr. Muçno Tnrlauo, rcnlmcntc o Governo concedeu a prorrogação do vcncimrntn ria divida da og:ri .. ruhur, por 2 nnns, contrat:uloa <"' Yrndvei, a ~l ]ui. 78. rntrrtnnfo, como 01 rcprc,,ntarneo do A· i:ente Financeiro em Bela Viítn, ntio cumprirun n norma geral, talvez por esperarem a decisão rio proni:n•, qnonto • fnunciamento de 75 a 78, não rrmontarnm a. df,·ida, ori~infiria de uma C'>· lhritn. qur.. na Ppora <lera para rohrir o~ !oº/n pa gávis pelo agricultor. mais prestções de máquina e implemento• flUC 16;:icbmrnte fariam uma dh·i• rln total ,·onclvel cm 31/07/78. l•:•ta cmflo ,cria prorrogadn por 2 ano,. .. Temo, hoie, níio prorro!!ávci!I, 1m1noate rle oçf10 ju,liciol . dívida atrasadas e juros u pnos, impedindo o financiamenco da a■fra de 78/79. A H E N A ... PROAGRO - Dos Raldoi- 80º 1 0 da safra fruRtra das em 76/77. que seriam pagoR pelo Sepgurdo, Proro, além de não ser feita, também niudn n!lo havia liquida do OR prndentcs, refl"rentes n sufra rle 7fii76. TcmoR então ncumuJaroR, no Proagro. já dois nnos. sem ltqui!"!AC!lo, e com juros endo crescido sobre juros. - O Agfl□te Financilrlor não ~odorla solucionar o caso, pois estavam à res ponsa bilida de do Pro agro em Brlsilia Assim diziam. - Em 1!)77/78 . Quando o Agente Financiad'lr, começava II criar obstAculos Plrn o terceiro [lnanclnmrnf.o, por In fluencia de aJO'uns agrlcultorP.R influen tes, receberam~ oril'ntaçõe;; para conti uar a efetuar os cnntr11tos, Os fizeram, abrangendo um ren de nproximarlamrnte rte 25 mil Hec. A frustração foi maior. atingindo a caRa rlos 74.% ele percla na Regiií.o. Estão até ho je, sem as deviclaft soiuCÕPR rl0 Prongr? e seu vencimento foi a 31 ,lul. 78 - - Obri gtóri mente. Sabemos que S0% quem ai pagar é o Proagro, entretnto hoje 0 Agente Financeiro n1'io cl~u ntençno aos influentes. ficando os Agricultores da Reg!fo sem trabalho e em desespero Crédilinonceiro Bnnctírl0 e Comercial. - EM 1978/79 - !:-ERÁ QU~ V A MOS CONSEGUIR FINANCIAMEN10? • • • - Nilo obstante nos casos cri nd08 • há inúmeros Agricultores atualmente Preiudicnclcs credifiuauc:eiramf'ute. cri~~ do assim, um impasse do desnivel social. Só queremos saber elos responsáveis_. - D.iv(lrsos casos foram . soluciona· doa orn pelo Agente Fina nce1ro, ora pe lo Mutuário. entretanto a sua mato ria es· 1• , - - 0 sabemos a pendente a liquidaçao, na . • . colho liquidar uma vez que Já l'I! pro ' -- 7ê -7 78 'ou ns trustra,:ões de ro J: •stério da - Sabemos através do - ,01 Banco igrlculturn que nas inst:rucoeR do m Csisi. eisi dier»tacões,%,};" Se tratando do crédito pare grre ' lllo pode havê•'o de anos atrazados qu, todos os contratos pendentes devem li 'd çiio n'> nno ••r remontados para a qut 11 de 75 ' aguite. Estranham estes débito,,, de ' 78. A nova safra é o unico me - <'nnformc relotamo, a infelicidade na frustração dn safra durante 3 ano, et a««istidas polo Proni:ro. niio lir;uida~•• ,m tempo hábil li rnltnndo o cr6ditn do Acricnltor, hoj~ no• Yemos 1cm condiç-õe,- rlc prorroeoção, pura e iimplc,men. te por falto de capacid1dr rle p•~•mento. em ra• zo do curto prozo concedido para o montante dm dh·irlo. .. Pura ohtcrruo1 a benemérita prorr0:?AÇ.:io nos vem na obrigo de liquidarmos as dívidas em a.trnf;0, por falt~ de não Cl!tarcn:1 rctnontndus no contrato 77/78, (6nico que foz ju, a prorro. a;io). . A Benemérita, ó será concedid.:i se hnu ver CAP Prorrog:nção. _ A benemérito, MÓ será concedida se houver "Capacidade de Pagamt1nto". Qual será o Agricultor que lom?... Qual sará o pecuarista qui, a tem? ... Se para perder levou-se 3 anos. Por quo é que nara pngar, haveremos de levar apon1111 2 80')8? CONCLUSÃO E APEL.ÇÃO Sabedores de que somos de inú mero11 pequenos proprietários que na ta te_nçáo de aumentar seu patrimônio atre vés de maior rentabil.idade, vendo seu crédito pecuário restringido e até sus penso. não teve outra alternativa senão investir-se no planti<J da Lavoura, que na época, era o único meio de crédito ex pansivo e sem hm1te. O fizeram com a maior das boas intençõea e hoje relegado ao plano da indiferença com limilaçõM totais de crédito no Agente Financeiro, uE:lo simples fato de serem devedores o Governo. Nenhum dos Agricultores em débito, fugiram às suas respon11abili dadus e só ni!.o pagaram pela falta de colheita do produto e por aceitar a um chamamento de relevâocill Nacional. Es tã preste a ser aalonadit iudiclonalmente. - Seu erro foi Plantar? ... Sua Inge nuidade, foi Plantar? ... Nlio. Atenllla in teresse, Nacionais. -- fü:tamos apelando aos aenhores I' rogando a nosso grande Senhor, em no- mne dest, classe, a utengo neevi ária e urgente a solucionar o problema que na- bf da mais é do que questão de pr 110. LDOMIRO N.º 1119 -- Estas dividas todas formadas eIRAALO - l!XP tUfNCIA rnzilo do plantio dP lavoura'!, ?stfio irul- J-!C AH:SMo nentes de ação judicial. Vemos est Classe, sem o mínimo d garantia, ot6 rnP.smo i:em o dirolto ri oonllnurir pro prletó.rlos. Ou vende ua terras e liqui da sua divlda ou sorá aclon>tclo pnru através de leilão serem liquidadas. -- Que suja apurado o verdndelro respocsóv< l pela llquldez dos b0'J u <la parte frustrada das lavourai- da Rrgifi.o, por parte do Proagro, refertl□te 001, anos de 7':J/7G 76/77 77/78. no tempo hàhll con tratual, por que ocaHiooo:1 juro:'! Jad,•vl dos e hoje cobrados. A PRD IDO PARA DEPUTADO ESTADUAL V:1 ,emir Rese -e Qu seja reconsiderado o debita. dos ao responsável, após o prnzo (''>□tra tual, das safras frustradas de 75/76/7778, 1 uma vez que 1,le (os juros), deveriam terem encerrado à liquidação doH 80' 11 0 da resronsubilldade cio Proagro, 20°, 0 por purte de :!utuárlv. Mesmo que este não houvesse liquidado, deveria, por instrução do Banco sPrem remontados ao controlo atual ou não lhe havíam concedido ou!ro flnanci ameato. Nenhum V.utué.rlo foi aH~islido pelo Proagro, sem que lllf• fosse descon. lado, de aad11. flnanciami>nto, a porcAn tagem estnbeleoida por Lei. Que ~ejam suspenso~ a obrigato- M D B riedade de pagamento cios juro11 contra- tunle da safra rle 78 e acrescirle, por aditivo, prorrngado num todo. por 10 a11os N.o 1226 Que a prorrogação 11eja global e com o prazo de 10 anos, com juros máximo de 07%, assim como já o flzerarnm com planos pecuários (Pronape • ProdQpe Ale) sem correção monetária Leia e Assine Que e ajuda de custo de CrS 225,00 por H:ec., até hojll concedida a uns pouco~, quo obtiverarn aval (5). seja O .Jornal inelulda na re~ponFahilldadll Hipotecária da própria terra que orlglou o floancla- mento, e que seja concedida a todos, Tribuna da sem restrição. Vneador Nivaldo de Barros Fronteira Sala rlM St>Asões <ia Câmara Municlpal Bela Vista-MI., 28 de a.gosto de 1978. PEDI JUNTOS LUT RE OS O M D B Dep. Valter de Castro N° 103 Dep. Federal o oss GE TE M D B Dep. Henrique P de Freitas N. 1-028 Dep. Estadual A Pf,f)f])O tel a ttr h ta4 Tetsu Ar shiro an leu ( sh t m a l tem- Mo 1ti J Pl.!:DIDO Para Deputado Estadual Orhmdo ongem Esporte para lodos INDICADOR PROFISSIONAL Dr . ..Joelaon M. Peixoto -Advogado CnuAn CivlK o Crlmlunla Rua l.o do Maio ,'/N - Jurdlru • Mta Dr. lv n Af sn da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL lua Voluntários da Pátria, 376 . Fone 2l0 Dela Vista Mato Grosso Sul D . f ílO I URilNO -MÉDICO Consultório 7 às 11 hfl 16 às 19 hora «IPEMAT e INPS Posto de Saúde e Funrural 12 üs 15 hs Dr. José Atanasio Neto Advogado Causns Civis, criminais, Comerciais. In venturios e Partilllas, Regulurizaçóes de Terras Junto ao Incra Etc. Av. Duque de Caxias, .o 788, Jardim - Mt. Fnzenda 2 de Ouro Gula Lopes da Laguna ilt, Dr. Olavo Monteiro lascarenhas ADVOGADO OAB/ MT 1615 Causas í;ivia e Criminais Rua Antonio João, 42 Bala Viata Mato Grosso Sul Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado Esoritório: Ruu 7 de Setembro, 230 Fone, 43-1062 Residência: Rua Coronel Camisão, 54 Fone, 431-1116 Ponta Porã Mato Grosso do Sul A v. Brasil, 1595/ A Caixa Postal 355 Tal. Cod. (OG7), 431-1470 (E1cr.), 431-1646 (Residencia} Ponla Porã Ricardo Brandão - ADVOGADO Dr. Pedro José Palmieri e Dr, Ary E cobar fübeiro Advocacia em Geral Rua 15 dt Novembro 17 BllLA VJSTA MATO GROSSO DO SUL Dr. Laocídi,, Valdez de Barro:i c:rurgi o Donlllllll CRO - 557 Mt. Clinica de Criança, o adultos - Rolo X A1u1dt·ll cum loora marcado Coruuliório Av. Duque de Carias, 508 (Ao Lado do Banco rasei++» J42D)M)- 3)NO G10SÓ Dr, Késio Loureiro Piuheiro - ADVOGADO - Ruu 16 do Novembro 8/ ílola 1111111 Mato Grosso do Sul Rua 26 do Agosto, 384 - S:ila 24 F'nne 4-0650 - Campo Grande MTS. Cicero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio João n.o 753 Bela Vista Mt Sul = Milton Loureiro Jardim filho - Rua Ary C. do Oliv01ra, 262 Cep 79240 Mato Grosso Sul Modesto Luiz Rojas Soto Advogado Escritório: Av: Brasil, 2770 1 Residência: Av. Brasil 2355 - Fone 383 Ponta Porã Mato Groaso do Sul Dr. M. dos Santos Advoyado Maio Is» t o $2l ( s tri li ri r : M e i a B na s l , 1946 - P o n la P o r ã l,IS l'l DIDO Para Deputado federal Vote em João da Câmara (To t ó) N. 0 2 O 3 ARENII A PEDIDO Para Deputado Estadual J. B a n d e ir o N.o 1117 Lario a Lado eom Vooe e Pedrossiao A PEDIDO Para D e put a d o Estadual Washington Pri de Souza (M D BJ .° 4221 CQM PLAIg E WALIEi r---~~=======------------------------_.:_ __ __, --+ HOTEL AQUIDAUINft PILICE Suite, Apartamentos (casal e Solteiro) Sala de Ree .,, j • ·cepção - O Hotel mais luxuoso do Sudoeste _ H P AQUIDAUANA lotel lauidauana Palae "O cartão de visita de Aquidauana ,. r MATO <iROSSO DO SUL =- "ye ! E ] l1 d . or t 1 t p ± e a % t g d Pi p u. e n in sa pr - Bela Vlta• MS. - 'Tribuna da Fronteira --_.;..~~--e----,.--=-.,_--=~--- stamos . III - FILOSOFIA 11W ao Sós ... POLITICA 1 1 Documentos PERDIDOS o o '' Mantivemo-nos firrn •s: no povo buscáramos u força e a razio. Inexoá velmente como uma onda que ninguém trava, vencemos. O povo tomou u dire ço dna barca. Mas a ligo lá está, foi aprondiclu: Nilo buslu que seja pura e justa a nossa causa. E necessário que a pureza e a jutiça existam dentro de nó " (Agostinho Neto, in Poemas de Angola) Acho, uclmn do tudo que o político devo ser um puro. As pulavrns do Jgoslluho Nolo, oomo intróito n oto artigo, espe lhnm bom o nosso conceito do polltlcu. Por que escrever a repeito da polillcn'? Por que tomur umu posição definida num momonto onrle a maioria das pessoas proferem o alienamento dos problemas que assolam a humanidade' P orq u e ena j a r-s o na 1 u t a pela redenção do homem. Por quo contrariar o s poderor-os e a p o lar a imensa massa silenciosa Diz Edu ardo Gulcono que " us poR!;oas escrevem 11 purtir do uma neccssidado de comuni. cação o de cornun hão com os outros ara denunciar aquilo que machuca e compartilhur o que troz alogrio. As pes soas escrevam contra soa própria soll dão e a solidiio dos demais porque su poo que a ltterntura transmite r.onheci montos. age sobre a linguagem e a con dutn de quom a roeebe, e nos njucta a nos conhecermos molhor, para nos sal varmos juntos. Mas os outros e os demais são termos demasiados vagos; nos tem pos de criso- tempos de definição a ambiguidade parece a semelhar-se de. msiudamente à montira. Em realidade, a gonte escreve para as pessous com cuja sorte ou mn sorte se sente identifi cado: os quo comem mui, os que dor mem pouso, os rebeldes o humilhados desta torra; que o geral , nem sabem ler. Dentre a minoria alfabetizda quan to, dispõe de dinheiro para comprnr li vros? Será que tal contradição so rol ve quaudo a gente diz qul'I e!lcrcve para essa cômoda abstração chamada massa' Em tempos tfio tumultuados, o oficio de e:crever torn:1..se um perigo. Em circuns tàneins assim, ou a ganto recupera o orgulho e a alegria. da paln vra ou per de o respeito por ela para sempre". En tendemos que todo o regime político tem como meta principal o homem. Des pertar todas as potencio.lido.des iaerentE's 4o ser humano e proporcionar um pa drao de vida regular para todos. Nüo acreditamos que a humanidude possa Progredir existindo diferenQas " aherrn doras" entre as classes. Já dizia .-ristó teles, no quarto livro de Politica ... Um governo que queira. prosperar dtn•o cui dar de ampliar a sua classe média, re PUdiando o extremo daqueles que tudo Possuem, e portanto criam ao sou redor Uma barreira do desdém pelos demais, 11 outro extremo. d a q u e I e s q u e, nada tendo fech,1m.so numa barreira de Inveja" Não se trata de nivelar as clas se,. O nosso conceito abrange mais o Próprio homem. E a ossêncio. Jo cho.mn- elo "rtlho do Deu". Considero os males do muodo, emau11çõe1 do homem Inferior. Gostaria de ver todo o µovo, empenhado nn ulftgre atividade de construir a 11 IU<' mo. Sou oonlrn, os radicalismos de dirita e do esquerda. Todos provaram er contrários a.o despertar do· giganta. É pre[erivcl (11011 dono■do poder) umu massa acéfala. dirigida, alienada, do que umu massa Inteligente, empenhada na construção do um mundo ?nBlhor. Nih> se truta aqui, implementa, de política, ms, muito mls, é um problema do próprio homem. Lembro Quolst... 11ou1trulr o ho mem e o mundo ... eim, para GJntlrulr o mundo precisamos construir o homom. E as atuais estruturas nllo bu1cnm con,trulr o homom. É ueceuárt-, uma mudnoQa. Do conceitos. Do formllçlío. Já afirmei, por divorens vozes, o reafirmo:- nilo acre dito no comunismo ou no cnpitn llsmo, corno soluções definitivas. Cada povo de ve procurnr o regime qu~ preencha às suns nE>ceRsidades. Um modelo próprio. Fora disto, fala sompro mnia alto oe ln tereses de olasses. Sempro martela em meu cérebro a frua precisamo■forta- lecer n clqsse média talvez, num futuro bem próximo, o mundo seja uma grande, uma único claesP. média. Utopia? Não aei. A marcha da história é inttxoró.vel. E a história marcha a serviço do povo. Voltaremos ao assunto, pois aqui apenas esboçamos algumas questões báshiaa da Polillca. (como a entendemo). POLÍTICA A NÍVEL REGIONAL Aproxima-se o dia 15 do novem bro "O Ola D" - e com ele u eleiçõu ao Sonsdo Federal, Câmara Federal o Assembléia Legislativa. São vários 011 can didatos da regillo, em plena campanha, do MOR o da .-RENA, qno 01tlio mMecondo n preferência do eleitorado do Sudoeste. E de suma lmport/lncla de9tacar trê11 fa tos que interfirirão, necessáriamente, nas próxima!'! eleições. Pela ordem: 2) O rom pimento do prefeito de Jardim com a maioria dos vereadoroa; 3) O deegute do prefeito de Bela Viela, dovido, prinel palmeute, às divergências '!atr11 às diver sus ala da Arena municipal; 1) A divi são nn. Arena estadual (grupo Levy Dlos, Pragelli e Pedro Pedrosaiao). Pedimos ao leitor que 2.companhe o nono r.acior.lnio -eslamoe analisando a politicn a nível regional. No tocante a Jardim, o atual prefeito Fernando de Freitas, do 3DB, rompeu com a maioria dos vereadores e até o presente momento niio conti:. com a simpatia da chamada "ala pelibista", bojo integrados no MDB o comandados pelo volho caciquo Carlos Medeiros, que, lógicamente, apoiará o ■eu filho Cario• Edy Sá do Medelro1. Este oandid•to, por sinal, eonseguiu penetrar em dlversat áreas. até mesmo da. Arena, nos mu:aicí pios de Bela Vilta, Porta Murtinh• e Bonito. Na cidade do Formose, ande o prefeito (Padre Roosvelt) é da Arena, e irmão de Carllnhós, a. sltuaQão flYtá "mui o confusu". Segundo um politico local, 'a Administração Padre Boowvelt. está merecendo elogios até do Planalto, e panará. à hlstórJu de Bon!Lo. Somo, obri gados a apolar o seu lrm o, até memo por umu questão de roconhoclDento". Interpelado a respoJto du f i d o li d a d e p a r t I d A r I a, o cidadão afirmou: "Isso já era. O povo está enuudo do ARENA & MDH. El,te a no vai votnr oo enndld11to o nl!o no par tido'•. Sintomática estn situação, pois já 10 antevê lnúmerll8 opiniões semelhantes O povo Irá votar no homam e não no partido. a "Cidade Caçula", º! prinel pala candidatos à Assembléia ão os se guintes: Carlos Edy Sá de 1edelro., con ta com o apoio da Ilia tradiclooal do MOB (oriundos do ex PTB.} umn parte do ala Jovem, quatro ou cinco vereadores do MOB o a força pollti.-:a rio veteraal) Curlos Medeiro,; Almir de Moura, ad vo gado àquldauanense, do grupo ortodoxo (Frgelli) e com penetração na al reno vadora da ARENA jnrdinense; Henrique Piros de Freitas, candlda to u re11!1>lção (irmão do prefeito municipal) o mais vo tado no último pleito, (em Jardim) con corrern dlretam,nlo com CnrloP Edy (se rão os mah, votado11); Paulo SaIJanha, atual prealdent .. da Auembléia Legisla tlv&, está recebendo apolo de um grupo forte (Escobar e Cla); Ely de Araújo Barbosa, conta com o apolo de Eraa.ndo M,utln, Barbosa e toda a sua equipe. Em Jardim, n.rrlaoamos um prognóstico: 1) Oarln1 Edy Medeiroa; 2) Henrique Pi res de Freitaa ou Paulo Saldanhn; 3) Sal danha (ou Henrique): 4) Ely de A. Bar bosa e 5) Almir de Mom·a. O canrlldato de Maracajú, Arl Rigo, terá também boa votac,ão. Poderemo11 errar (a oolftlca é impreviaível) ma■, atualmente: pela or dom, ossa é a preferênc!a dos eleitores jardinonsea. No caso de Hela Vista. a situação ostá clara quase defloida. Vitó ria de Ely do Araújo Barbosa, seguido por Cario■Edy e Paulo Saldanha. A. bri- ga é pela diferença de votos. Acredita mos que o candidato arenisl:I. consegui- rã uma margem de 500 a 700 votos sobre o segundo colocat!o (Carlos Edy). Com re ferência ao atual prefeito, numa peaqui- 81 que detuamos junto a classe A o B o resultado foi o eegainte. Todos concor dam quo a sua administração foi regu lar. Esperam a sua substituição no oró xlmo ano. Aoham que, na maioria das vêze1, ele pecou por "inflexibilidade". Até e momento, esse é o quadro político nas principais cidades do Sudoeste. Na próxima adic,ão. continuaremos com o artige Pelitioa Regional, analiund o a eampanba para deputada federal, o sena- do e traçaremos um perfil a respeito da atual adalniatração (políticamente falan do) Castro Piato. [zen=ansa11Ej ' _,. Foram roubfos t- d 01 ocum l'l B do automóvI C-10- 77, co1a wguro total d proprlu d.d d Arai Moreira Mendes Gonçlves. Pu bllcnçllo qu s faz pura obt nç.o das 2.. via. Fazenda Margarida B I Vista -- !S f'omru roubado. os dueumeutos de Adiio do Sou.m; Carleira do Iden tidade, Curteir de MolCJ riatu, Tllulo d Ele!Lor, Carteira MIntstério do Trabnl!Jo ~ Cerlificlldo de Rc11c:>rvlsta. Publica cão que so faz para obtenção das 2.as vias Bela Vistn - S. Foi extra vi ado os documentos do nutomó vel Ghevrolet - CJ 1404 Pick Up • cor verdo Ano Fabricação • 74 Chassis ° C14DBR0940BP NO TRU. 711598:305 de Pery de Almeida l,follo. Publi cação que se faz para obtençúo da 2ª via. Cão Fila .. , .. Continuam desaparecidos uma cadela baia- brancas da raça Fila• Bra,ileiro, de I ano e 4 meses e um cachorro baio amarelo, de H rnese,, do Dr. José Atana1lo l'icto, desopare• cidos da Fazenda Az de Ouro• oo Km. 53 da Rodo,·ia Jardim llela Vista. 0obra-ee a J?ratifi caçiio: Dá-•e Cr$ 2.&0u,Otl a quemn entregar ou der notícia exata dos ditos càs, no e»cri tório de advocacia à Av. Du. 'j ue da C:uias n·o 788 ~m ardim, ou na Fazenda Ar de Ouro, ao km. 53. A cadela atende pelo no mr de llíoda, e o cachorro pelo nome de Sarnuca. OOCUME TO PERDIDO Sebastião Amado extraviou sua carteira de Identidade. Publicaqa:e qu• se faz para obtenção da 9+ ia Bonito MS DSI DO FIZENDEIRO Insc. Et!tn.dual 1S063157/4 - CGCMF 03334612000109 End. TI. «FAZENDEIROS> / t . , • . li'JJ!i:$~000$ li'J.lll:~©!i:$ IJ!!i:OOíH~O!nOO ,. WJ.l1ü!i:ifl ~~R1D!i:$ $Ji!.VJl 9 erJnOrlOS. Cred MA Port 25/?2GE:P_A _ CRMjn.!! 0516 P VETERINÁRIOS: Vacias, Sal Mineral, Soro Anti Ofídico, Antibiótieos, Antiparasitários RODUJOS: AG-RlCOLAS: Inseticida~; lFolidol, LAVC, Eodrex) Herbicida■; ITreflan, Baaagran II Soncor Tordon 101 • Seeafix) Inoculante SEMENTES: (Arroz, Soja, Milho "Cargil") SEMENTES DE PASTO: (Colonizo, Jargui. Braquiária o Gordura) RAÇÃO CARGIL: (para Aves, Bovinos, Suiaos, e Eqüinos) Pulverizadcres JACTO Representante dos ADUBOS IPIRANGA Balanças AÇOREg SECADORES D'ANDREA. .,» , :. Ih d dt .=,] "Orientação de Veteriuários: Gratuita maior m a e pro u os agr1co as e veterináris da Fronteira'' Ay. Marechal Floriano, 579 Telefones~ 4131-21934t -1838 Ponta Porã - MT -- PASSARINHO CONDENA "DISTOR~Ao•• l', opí11iRo ,lo 'lfnorlN Jurhu Pnaurinlio que vem atuando como líder eventual da Arena nas aunias do líder efetivo, Eurico lezende, n oposiçlo "pintou um quadro" do brasil que o d,·lxa 110 fim do ,liu, ''<'Oflt'PL11lo dt q1111 r,1ta111og no mais infamr dos países existentes nn fere da lerra, totalente corrupta", Esns consideracórs Jo ,;e,'in.<lor paranse oram freitas ao levantnr-s on . tra acua0e« formuladas por senadores do MH JQ HOYtfllU, Assinnlonu o vice.líder overnista que din • riamente, a imprensa transmite para a lação, in elusve través d 'Vor do Brasil, pronuncia mrntos de oposicionista+ nos quais a rena reee. l,e O Onuii de ser "o u+tentáculo de uma reolu do apodrecida, com um governo_pto e, mais rlo , 1 11<' iuo, 0111i1rn 11A l·orrupç,ln • y "17: o qur ouvimos ada da - 11ot<u:, 1 o JH tr1 a m c u 1 a r - 11 p n r n cptr, r1epou, n Arrnu ,l • bmcu voto, IIRS urnms. Como?" esse eu dsbafo, Passarinho referiu-r queixas do senador Direu Cardoso MDB.E5), ele. que há 111n «cerro do l111prcnFn crntrn o par• tido oposicionista. E complementou observando que c o m Arena n+o ocorre o m e s m o , m a ' palavras de crlli,·11 rio ~1D11 ,i11 p11l,l,~·n,lu, 11•1<• • matirnmtnlc- rofll dr"tnqu<' r é n partido govr uittA quem rC'ct•he º" ônu!l tlr ,;rr o su5ll"ntúculo de umn re, nh1·Kn frnrnH1uln". Eurnnlrn o representante arnista que as nunifcstu-;üe~ cmcdchistn, nt·orrnm "no 1uonu·nto em qur a a;io e prepara para o procco_dc nherturn drmocrí,llrn. que vai ncbar co11J a leis de cxccçiio, rom • inclt~iliili,lu,ln l!<"rpl'tun 1111• cn,1,;ndo,i e, postrriormrnlc, <lc:u·rA 11np1onlnr 11 plenitude dcmorrótic11·• Pnm cxcmplifir•r o tipo Jc •ti1u,lc _il, ''" posição, Pnunrinho cnndtnou um proru1ncu,men to do acnutlor Leit« Chave+, do MD par1acne rm que pediu a transcrição_no_anais _lo enado e.ln reportngcm rlt rcYistn 11me do~ l..iad~, _li· , ., nidoo, qno nfirnra exi11ircru "º UrnF>I 16 mrlho:• ; i< • • ,' de jon:ns entregues ao],abandono e a desgraça-à. _ tz~. :t:' O,----------------, - ---------- M; ~ lll mlfüfil [Il) [ IID fil IRH!ll I ~ lli1 lll [L íl ~ 1HID de Sergio L. Zanardo Beneficiamento de arroz - compra e venda de cereais - qualidade - eficiência - atendemos toda a região. Barão do Ladárlo Caixa. 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Por en qutrnto, nlnda nüo apnrrceu "o pai da crlnuc,iu". Vnmos aguardar ... O VEREADOR NIVALDO DE 13/RROS Em sun rlc'ivludlcoção às autoridades máximas ,1n lfopnbllcu, uo locnnte a normallzuçlo dn Prongro e créJlto para os luvoureiros, subiu na cotnção. Foi umu grando jogada rio Inteligente Nlvuldo. PUBLICAMOS A curta enviada pelo verenrlor ao Exrno Sr. Presidente da República o au toridades ligadas o setor. Aqui fica re gistrado O8 nOO SÍnCOTO Draben. A6- sim se trnbnlh.. A«sim se faz Política... GOSTARÍAMOS De saber quem 6 o rei;ponsável pel!l TV Morena em nossa região. Esse negó cio de televisão esln se tornando umn piada ... uma grande piada ... mas nloguem eatl achando raça.. • MUD,'NCA Radicais Rerllo impostas no próximo ano nos postos de chefia em Bela Vtsta. Multa cabeça vai rolar ... É rato por de mais conhecido que o nosso Governador, Harry Amorim Costa. é um técnico ... os que dependem da Poltlicn pura manter o cargo ... vüo rebolar ... ah se vão ... E O FOTÓGRAFO Da Tribuna. que cobriu o nnlvM~á rio do senhor Tibi deve 'lstar querendo aumento. Arlvlnhem por que? basta ana lisar as rotos ... FOMOS Intormlldos que o gerente elo Brades co. Sr. Santana, deixará Bel Vista. no próxima ano. SCI isso acontecer será mul to triste, pois o Santana colaborou eco labora para dinamizar o coméreio e a indústria belvistense. Bela Vlsia ingres sou em nova fase com n instalação do Bradesco. (Não tô queren 1lo empréstimo niio, é puramente dar valnr n quem me rece) Esse elogio é ext~usivo ao sub gerente e tortos º" funcionários subalter nos ... tudo gente boa ... E A POLITICA? Vai bem, sim senhor. Os prováveis candidatos à Che(la do Executivo não se m11niíesh1ram ... tudo é silêncio ... agora, o Povão gost<>u à beça ... PARA MEDITAR "Voce veste-ee em branco, calça em branco, brilha em branco. mas acontece que a sua existência na 'ij'erra paE>sou igualmente em hranco". Bru!lfa, 12 de Setembro de 1078 Exmo. r. JoF SIO'.lµllclo dt Co t M. D. PreHldento da C/lmara Munlulo&l de Bela VI»sta/MI Prezado Senhor Por recomcndaç!ir, {li) Sr. Mtnlalro o em aten,;llo à "Exposicão de Moll.vo!l" de. que trata eu oficio de 29 8 78, tenho a informar que após contato mnntldo com a Diretoria do Bnuco do Brusil S/ A foi mont11do osquema eepeclal de atendi mento nos ogropeeuarteta11 de■a região. :satm é que, conforme lofor111ações que uos foram prestadas pelo Gerente de Operações do rerertdo Banco, eerão e xa mlnndos todc,s os ca11c,s, com dispo,!• çll'.o de se conceder prazos super!ore1 uos previstos nu Carla Circalar nº 373 do 1:Janco Ceutral, e realmeut" compali vele com 11 cnpactdade de pagamontoe 1 lnt11reseados. Nu que se rerero 110 Prongro tam bém, tomamos providência!! para quo 011 Indenizações rojnm processadas o mais rápido poasivel, ante a gravidade do si tuação em que S1'1 encontram 011 ruralto tas dessa comuna. Se, umn vez ;>uslas em prática as medidas de que damos noticia não sur tirem os desejudos efeitos, encareço nos sejam da:lns pormenorizadas Informações para que possamos octonnr novos dlspo eltivos de ajuda. Ao lntelrn dispor de V. Sa., apro senta Cordiais Saudações Alcyone de Souza Bernnrdee A11seseor de Crédito Rural da Saúde ne pro. muito bem hororm pú- DEPUTADO l ~•·pulado c1todual em ,Ju .. ,~~islruur .. : 1971-1 197.~. eleito rom 7 .-IOS v,,to• [7o lugar). 1975-19il clc,to cum 18.022 vo101 (l.o l11gorl 2 Ocupo as seguintes posiçõcs a Assembléia Legislativa 2. 1 l'rcsidt"ncia da Comissão de Cons titui~àu e Justiço; 2. 2 Prcsidêncic da Comis,üo de Hedação Final; 2. 3 Representou a Assembléis em vários congressos de assembléias interpala n__u·ntu_rl'F- rs.taclun1s; 2. 4 Fez parte da Comiuài, bpecrnl <lc E>tudo, do Di,·i,ilo Territorial de Maio Grosso. 3 Sempre bn1olhou pela• cau,n,; 3. 1 Criação d~ Estudo do Mato Grosso do Sul: 3.2 Assistência aos municípios, 3.3 Apoio à educação (mais esco las) +aúde (mis unidades sanitárias), implantação de ro<lovrn~; itstema <le água e 11aneamcnto nas pequenas cidades; energia elétrica urbana e rural; 3. 4 Amparo ao funcionalismo estadual, sobretudo ª"' p_rof~>Pore,; 3.5 'iolidoried,de à, reiYindicoções ,los '.'".'hcato, _do• Comerciários /Con::po Grande) 13nnca~1os (reajuste, ,oloriois no Boneo do Bra■il) Motoristas (Campo Grande), a criação de entida. ddes sindicais (garções e empregados de hotéis e _rcHnurnnt~s cm Cnmpo Grande) e sindicatos ru. ras patronais e de trabalhadores rurais. 4 E Cidadão Honorário ele 16 municípios Sul mntogrossenscs_. por relevantes 6Crviços prcuados às ·«na comunidade« 5 Pela ma otiYidode parlamentar é considerodo como um elos deputados mai, atunntca d l t Aucmbléia Lcgirlath·a sendo conhecido ªco:i:ª ~oepu1ado.Oprrário" 0 6 É candidato a deputado federal pela legenda Arena - n. 202 l. Pela Justiça Soclol no• campo, e nu cidad . 2. Por un apoio mais decidido à Acricnlturo ;•~ Pc:cuann; 3. Pela .m~lhor distribuição du renda nacional aos brasileiro; 4. Por um mnior apoio finnnc-ciro d Governo RUBEN FIGUEIRÓ Superintend'neia de Cumpunhas de 811údt Yúbllc , Diretori Re tonal d Superintenáénsl. MT Di»trito, de Campo Grande d =CAM OF SUCAM ET/N" 1.082/78 C. Grande, Em 19 de Set. de 78 Do: Slinhor Chef do OI trito de C. Grande dn CAM Ao: Senhor Pref ilo do 1'unlcí- pio de Bela VI»t Assunto: Com11ulcncil.!l (faz) S nhor Prerelto Atrnvél' do presente, lenmoK 110 conbecimPnto de V.s~. o, re aultndoa obtidos durante tl n• 11- za(:iio dos trabl!Jbcs d'.l V ctoa. VACINACAO CONTRA A FHBRE A.1AHKLA MUilCf PIO DE HELA VJSTA -------------- ..;:;.;;;.;..; __ ....,.. ,.... _ .o do OHDEM LOCAL!OADES çl.o Anti Amaríll gr ultta '.tu 1 ·!pi<>, di.rli;yido pelo Jflatr l>lico. Nesta oportunidade, quvre mos agrndecer toda col.boraçi4o e apolo pr 'ludo por '✓.S 11 • pur oeaeílo da e. ecuçll.o do11 no •oi trnb lho. no mesmo tempo ar, qu nprnv •ttamo11 do oportunld d par» apresenti.r s nossas, Cordiais Saudações Dr. Edyr Pedro«o Dubla Chore ~o Dtslrtto rte Campo Oranrl d 1 8 CAM. IJATA TOTAL V AClN. OI 02 03 OI 05 06 07 08 09 'º li 12 l3 1-1 15 Cidade Vila 'o ,a • Ett. Arte, e O li alo Buirro Ant. Jooo-E,c. Jarba• Pounrinho Bairro 'har6n - E-c. II Grau Joaquito Murtnho. E,c. CoHa Htuua E,c. Nur.ca-Te-Vi Ee. erradinho E,c. da Concha o Agua Do· Esc. S. Garaldo Ee. Bento Gonçalves Esc. Cnb,-ceira Alia E,r. Da111a Cuê E,c. Pedregal Fz Margarida Fan. Bom Sucoso ?2 n 24/015178 2.5108/78 2610817B 26/08,78 'n/03178 27/08/78 28/00/78 28/08/78 29/08178 29/08/78 30108/iB 30/08/78 .11/08178 31/08/78 31/08/i8 6,216 1.381. 77[ 386 21 582 325 ZZ'l 5<li ·UH 125 221 337 76 43 ARENA TOTAL......... 11691 ____ _,_ ,._;....; __ Pro::ran,ado: 15.568 Alcançado: 11.691 % 75,JJ FEDERAL N.o 202 Câmara é· Noticia Culabá, 20 de Agosto de 1978. Senhor Secretário: Apraz-me acu11ar o :ecehlll!ento do Orícív n 2 110/78. CM. datado rle 16 do corrente, com a qual V.S'I, comunlcou-roe haver sido aprovado o requerimento do Verea• dor Nivaldo de Barros formulando-me congrnlu· lações pela posse no h.::.nroso cargo de Gover· nadar do Estado de Mato GrMso. Sensibilizado apre sento aos nobres edís, e de um modo e,pecJal no Vereador Nivaldo de Barros, os melhores a· gradeeimentos pelo aten· cioso gesto, renovando· lhes protestos de estirul e_ distinguida considera· çoes. Cáuio Leite de Barros Governador do Estudo ,_ ' o d ( l I 1 é O, IlH e l S de o o Do 0 c, bt, -- N e 1 Financial 40 Anos de Bons S . rvIcos Financial o Banco que • Tem para º cliente exigente uma linha ce C I n h e C e O D S S a solução p.1ra aten~er todas as necessidades md!1seuta de financiamentos procure u emprega. ' ° Financial r erra 3l0 FINANCIAL 0 12MA É: «o F . . 1 A 'lifüJJ>© w D® :IDU.A'.rJll© s~ 'J~.~:'íc'.11 fl<l,'i.>J maneia gências em t d T .rJ.:1'1l.!..uJU -----.:.=.º=::.º_:_·~e~rr~it~ó~ri~o- N - 1 1aciona ---::.:.._ ___ ele tem a l r Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº302_17_09_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº304_08_10_1978 Voltar para a lista de itens