TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº319_22_02_1979 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº319_22_02_1979Número da edição319Data de publicação22 de fevereiro de 1979Número de páginas4GeoCoordenada -22.11999383809455 , -56.513574219628445 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº319_22_02_1979 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Vil Meu Ranchão Aberto Dia e Noite o o e o ,s e· 1i do ) Diário Regional CI llC!Jl , em ll l I Vi-t·1 • tnt<>· nio Joo- Poro Martinho- Jr din . Guis lopr da Laguna • Bo nito. eaque Ponta Forà Umpo Grande, 3 ,.J Umo oomlssll.o da novo dlretorlo do Asilo dos Dssnmpre.dos [ol, n últi ma sexta feira, à reunião do Rotnry Club, o lá aol!clton o nuxíllo daquele clube de serviçoti pnru colaborar m,üerlulmente, morulmente fl com làélos, pura norma lizar a situação daquela instituição. No ticiamos, o fulo na edição de outem, com a manchete "Asilo em Situação Desespe radorn", q1ie n.ereceu por purte de D. Clotilde de Castro Pinto, uma corta, pu blicada nestu edlçãc,, dizendo que a 61· luação do Asilo é normal. Qneru lêr a carta de D. Clotilde poderA nchur que o nosso jornal Yunta~lou n notícia, ou como ela diz "exagerou". Acontece que os por bi vozes da nova diretoria 1-racuram um quadro ruim, verdadeiramente desespera dor, aleg1111d0, inclusive, problemas de ordem muterlal. Foi sollcilodo, à um mé dico presente que atendesse o os doentes do Asilo e que lnt1ircedesse junto ao~ oatros médicos para fuzer o mesmo. Em dotermlnudo momento, foi dito que at?! p1oblemus de alimentação existiu; o q1a dro pintado pelos diretores rol mesmo D3sesperador, e com u carta de D. Clo tilde, fiCIL no ar urna dúvida atruz, prin cipalmente ao~ rotutianos. De acordo com a carta, o Asilo dos Desumporados ne essita de muita pouca coisu, pois lá eles pcsuem tudo. O trabalho dos novos dfretores junto ao Rotury, ficou na de pendencia de uma expllração mais rea l!sta do que o ABl!c; nec11ssIta realmente. Parece-me que os desencontros são de ordem administrativo e o povo, aq1eles que colaboram com a Instituição merecem por parte da diretoria, não ais uma explicação, mus una posição d+frid. Quem está com a raz? A ver. d'e dos futos, apenas a verdade dos fats? O Asilo está mesmo em situação desperadora, ou os novos diretores uin da uão t-e bteiruram da Reol S!tu9<;à<> d? _mesmo? São perguntes, perguntus que no, fazemo)- e que o povo tz, para co nh cer uma verdade que já se delineia no horizonte e que, 'ulvez não seja a '"~~ Jade de alguns mas é verdude e a dada ão duite meios termos. O que fiL-i pode haver, repetimos, mais uma z, é existir o dedo no gutllho contra a itpreusa. Nós nilo pode,emos nunca d turpur os fatos ou publlrar notkias .veridios. Respeitamos o trabalho de ,l. Clotilde, ac:, ta mos as idéias dos no ,·.s diretores. color:auão lnr:lusive o jor }' gratuitamente pura uma campanha 1 ~ mob1hzaçao popular e agora ficamos Como peixe fora d'gua: nos debatendo F" um pouco de ar. Até prova uo con .,ár10, pata nós, alguem deverá dar uma 'llcu@lo convincente, para dirimir as cuvId,1s e rlareor o céu que se encontra üUbla:lo no P.llSO do Asilo. ----------------- Preço deste exemplar CRS 3,00 O Gremlo Pedro Rufiai), de Bela Vista, está organizando o carnaval. que este ano, seguurJo o St:'U prePJdente, Sgto Cluudlo Alves' "ser!'.l o melhor do Sudo este". O conjunto que abrllhaaturá as quatro noites de folia, é composto por músicos oriundos de vá, los estudos do Brasil, profissionais registrados na Or dem dos úicos e com gruncle experi ência em resta de carnavul. Em breve entrevista o Sgto Clu ur1lo disse que·• foi construido um novo prédto, onde funcio n .. rá a churrn queira e uma tanchont'le. Quase todas as mesas já se ~ ncontram reservodns e a procura tem sido inten sa". Com relação ao problemu de egu. rança interna e externa, o prtisldente afirmou que "o Gremio é um clube que prima pelu ordem e já est:10 prepara doR os homens _que se enl!!ll'reg<1rllo de ze lar pela segurança do folião. Aqui todos BP Jtvertern trunquilarnente, brincando ti sambando a oolt~ toda sem receios de qualquer espécie''. Deputado apela Municipais Frisando que a atual metodolo gia política da ação rstá oprlrnlodo a classe intelectual capaz de transformá-la o Daputndo Sergio Cruz, líder do MDB nr. As~embléio Con<.tilulnte, condenou os resp0osá v€ is pela bumilbante f' vergo nhosa situação em que e encontram os professores municipais de Bela Vista. Segundo o Parlamentar, o próprio sistema se eacnrrega df' prender em suas malhas as clcsses intelectuais, Inclusive os professores. que se tornam escr iza dos pelo sistema. O prof P.ssor municipal por exemplo, pertence a uma das classes mai,; saerlficadas do pais, quando deve ria estar entre us mais remuneradas, já que nu e strutur a g e r a 1, o;; municípios oiio pos- suem automla inte;;ral, e assim. ali.o re compensam justumente o trlibalho s11cl'i f1'1ado do magistério e ele vinculado. Serglo Cruz deplorou abuso que vem sendo coaetido com professores municipais em Bela Vista, que chegam a ganhar a desculabrosa e zombeteira quantia de 700 nruzeiros mt!OS!ils. Escritório da Advocacia Sergio Roberto Peroncti CAUSAS CÍVEIS DIREITO AGRÁRIO - INVENTARIOS ESCHITORlO - Hua li de Outubro ( Ao Ludo da Ciretran ) CONVITES, ME AS E .IE1 "ORES O prazo pura pagamento das me tias reservadas é até 1rnxta feira, os con vi.es deverão ser solicitados na secretu rla, sendo que há necessidade <1a opresen• lação por um Sócio. Estes convites cus tarão 500,0U por noite. Com relação ao lngre!lso de menores, o sgto Claudlo dls se que seril proibido a entrada de me notes de 14 anos nos bailes noturnos e m mores de 3 anos nos matinées. o In gresso de menores de 18 anos só será pnmitldo com o ncompanhamento dos peis ou responsáveis. No Matinée só será permitido brincar no salão os mt!aurc11 na faixa etArla de 4 à 14 anos. ÓCIOS Os Sócios em atraso com suas me11salldudeR rleverilo cc,)oca-lai; em ola. t> sexta feira, na Secretaria do Clube. O carna vai no Gremio será o melhor !lo udoeste, paru i to estão se desdbran do os diretores do tradicional clube rio Sudoeste. por Professores Para o deputado, esEes &busos '-Ó podem ser contlrlos através da refor-· mulaciio integral rlo tnl:lino orlent11do pelc Ministério da Educaçà· e necess rlarnente. de mudanças ao allnbumento político, desenvolveado-Re autonomia plf' na aos municípic,s, e extirpando os ví cios trazidos por pretensos protetores do ensino que, nu re111idade, não pas8em de capacho du regime capitaliste». Solicitação Solicitamos a presençn em nossa redação do senhor Dorival Conde. para tratar assunto de seu intPresse. Maria Estela V. Pereira O conhecldo empre sárlo t:,,tun,ba, proprle tá1to d Churracuria Meu Rant:11/lti, inaugura• du recentemente, prepa ru um esquerr:a oura os 11 dias de cu rn•,1 val. Se gundo f) Cutureb,i "os cllt>ntes ter!ln à suo dls posição durunte 24 horas por dia, os nossos servi ç0$. A Churrascaria, que veio preencher uma la cuna no SPlor. está l!en· <lo o ponto de encontro da pesous de bom gosto. Voce que mora. em Jardim, Nioaqu?, Porto Murtinho, Guin Lo pes, Antonio João, eoflm Ieltures de outras clda des, quando visitar Bela Vista, niio se esqueça, Meu Rnnchfio é vlsltu obrigatória. liate o Asilo Com referencia a :iotlcfn inserida na edi ção anterior, para diri mir posslvels dúvidas e má lnterpretuçõe!', pedi• mos à Comlssão que foi ao Rntary que nos des mintam. Que não foram tlohcitar auxmos, que não pediram uma cam panha de mobilização, que não dlsserdm que a slluução do ruesmo é dlficll. e que não p1o<:i ram para os rotarlan, s presenten se assoclare .a como sócios muntened ,_ res. Para nós, até proa ao contrário, a situuçf. o do ASILO é desesperado ra (pci:i jõ. chegou a faltar alimentos) e isto quera firmou foram os Novos Diretores. É a verdade. Bela Vista MS AVIS O O Banco do Brasil S/A., na condiQão de exPcutaote do Serviçr, de Comp:mrnção de Cheques e Outros Papeis, comunica que, em deco:-r,'nc 1a doR feriados de Carnaval, os depósitos efe tuudos com cheques. nos dias 23 e 28·2· 79. poderão vir a ser Ii b2r11dos •sômente »pós a sessão de devoluções da Cãmu.ra de Compeneação, a ser realizada no dht 1-3-79. José Terron Splna Gerente Aroldo Pedrino Guedes Gerente-Adjunto Apelo .. o População Bi1l11 VIAln MS., 20 de fevereiro dr. 1.9?9 Ruben A.A. de Castro Pinto, o qunl jó. Sr. ílerlutrr do "Trlhu1111 da Froulclra''. havia lldl'rudo u com;lrucão e crinç1ío LI r:om ntençfiu uo seu jornul Trl- do Hospital e do Ginásio, deu a sua bun d Fronteiru, de 19/02/79, U!!!. pe- mno, judou na oqulslçfto cio tem•□o, quouo urtigo, cujo titulo, em letra grau- fz u pfantu, ujudou ncs l'cgi~t1 o,:, nu das, diz: "Alo de Desamparados em organização das mutirões, nas plantações ltunação Do+e?peradorua", Sinceramente, das árvore. e, enfim, de um terreno fiquei 11clmlruclu com tnl expressliP. Ou bruto hoje leruos n Chflrura. o uoço, um u Trih111111 (•xugerou nu puhllcldudc, ou pequeno nçude, o casa, a luz tltstrlca, a tal ComlHsllo da novu Dlrotorlu du orgunlzoçüo, os plano u escrituração qual fuço parlP, " quu nlng1Jem uutorl- de tudo, e mais do que tudo. a simpstia r.ou Ir pedir uxíllos, pelo menos por e 11 ajudu. <'xpontfineu de todos os booi; nquunto, PXngerou e tlrnmatlzou umn BelavJstPnses. ttltunollo, à ponto de mostrá-la oomo de• A Sociedade purnou o ano de &O!.Jll'l'lldorn. Assim senil o, e. como sócia 1.978 sem dividas. ('r mo lodos os anos rundullorn " m<.•mhrn du Diretoria desde tem escrila orgunlzda, desde a RIIU fuo o luiC'lo <lu Sociedade, e~rlnrcço que o 6uçúo. Tem contador, conta bunctu-Ju nu "Abrigo de Desamparados de Bela Vista" %unco do Brasil c!Psde a fundação, regfi- fundndo e mantido pela "Sociedade E- troe, arquivos completo, cbõcaru própria. vnngéllcn de Proteçllo aoJ Desnmparn- Não emprrstu objetos núo mundu dinlwi. dos de Belu Vista", se mantém uté esta ro puru !oro do Estudo, e presto rontuF dotn como mnucl11m os seus estatutos, às enHdod<•s Federais do Mec nnualmen dando ussl~ttlnclú total e lntPlromente te. Coopera com todas ns entldudes, no grutultn à qualquer Individuo que nece11- sentido de melhoro r Bela VI tu no pro site do um ubrtgo, seja por horas, dias blema de pedintes, emigrantes, menores ou uns, ou mesmo até o fim do vida abnndom1dos, e supre os Cdrênclus dos sem dtiitlnçllo de ldu.ie, sexo, noclc,null• mols pobres. dude, credo religioso ou político, e ad- Estõ sempre cooperando ou rece• vindo de quolquer clusse trnclul. e. uma bendo cooperaçúo das enlldudes aqui casa nbartn nos necessitados e tambem existantes, e é muito conceituada pelos à todos que qu~refl' vlPltá-lo ou ajudá-ln. familias belavistenses. Nilo vemos qual é o desespero a- Falia de luxo ou oecel!sldu<le de tuol; todt1s OI! lnternudos tém cama, rou- aumentar a construção, e o conforto não pns, alimentes, .remédio, médico, hospl- nos conta que seju c11lnmldnde ou sltua tallznção aqui, em Cumpo Grande ou çllo deaesperndora. O obrlg~ nllo tem Culabá, silo vlsltudos, são presenteados, dívida~. tem crédito, tem sóc!os e ajuda recebem visitas de )tentes de todas os e simp11l111 de toe.os. Qual é o desespero? religiões, de 1:-studantes de grupo jovem oliclos assim, r. Redutor, só Católico elo. trazem de~gôt1to e aprensüo à qutm não O Abrigo tem séde próprio, boas noe tem faltado ounco com sua ajuda e lo!!taloções Sanitários, varandas e csl- sua pre11ença no A brigo. Assim sendo, çadas poro nndnr, nlnf?uém dorme no Sr. Redntc.r, ROJlcltn suas providências ohüo, e, i:e não tem luxo. pelo mrnos no sentido de publicar no mesmo esp4ç0 encontram lã; repouso e pnz, tPm rádio e com o mesmo destaque em seu jornal paro ei;cutnr, e até televis!lo· A-;, crlnn- esta resposta que devemos dr pe-lo ças vo à escolu e tem ainda nulos e menos por expre sar a verdade e a gra llvros Jtndos pnrn estudar no abrigo .. tldllo à tantas pessoas que nos ajudam Qu_al é o desespêro? através destes anos de modestias, dis- O Abrigo tem horto, roça, gnllnhe1- eretas, mas constantes atividades. ro, pasto, chácora própria, com luz elétrica e empregados para servi-los. Toda roupa dos brigados e do ahrlgo é lavada. oosturnrla e consertada no Abrigo. Ninguém sai, nem nuncu saiu para pedir esmolas. Quando e-stilo doPntel:! os médicos vilo _lá, quando podem vir no consultório ou hospital, vem de carro e acompanhados; quando Internados vem limpos, trazem roup11s, sabonetes, pentes, causando admiração no hospital. Até enfermeira acompanha o doente, quando o caso é grave. Qual é o desespero? É claro que é necessário continuar trabalhando: Tirando o mato pl:mtando administrando e 111elhorando ~ que E:xste'. e fazendo o que faltar. É certo q::e em outras ocosiilo e até exagerada às vezes, o manutenção diminuiu alguns dias enquanto a Sociedade Evangellcu sempre se manteve pela fé em Deus, e no des .. jo de se-rvlr, nasceu de um desejo /allãs de uma gaúcha) D. Dorála Roéha) qué se tornou reulidade com a adesão de 19 pesoas, inclusive duas missionárias cariocas, todos membros da igreja Batista, e, que, llderadcs pelo Dr. Clot:lde Gon~Hlves de Castro Pinto 8ecretnrln Orlentndor11. Nota da Re:laçi1o: Se existe uma pesso&. em Bela Vista, que admiramos, por sua cultura, d1oamlsmo, edurnçüo, dedicação e profunrto senso de responsa bllldnde, é a senhora Clotildi-1 d~ Castro Pinto. O seu trabalho frente à ·ecretaria de Educaç!!.o o Cultura é reconhecido por todos e até o Governo Federal. há poucos dias, Incluiu Bela Vista entt'e us cidades • apenas três - onde o slsterr.a educacional serve de modelu à outros munlc1plos. É uma vitória de Bela Vista é uma vltórhl de D. Clotilde de Castr~ Ploto. Após nos posicionarmos com re ferência à atual Secretaria de Educação do mu01c1plo, deixamos bem cloro que a nossa lo_tençüo ao noticiar a ~iluaçào do Asilo, nuo foi a d<! fazer seosacionali.,mo ou faltar com a verdade. o quadro pin tado pelo comissão que foi 80 Rotur Club, sexto feire passada, foi O pior poi sivel, ti visando não fazer sensacionalls• mo (: que suavizamos a matéria. Não haveria necesldede de D. Clotilde svll citar a publicação de sua_Fuu_com o me+mo destaque, pois, o Diário 'Tributv da Fronteiro, procura pautar a atua€o utravés de um rigoroso critério de ir parciiilyde e amor à jus{'iça. Com os nossas respeitosos cumprimentos, augu ramos à D Clotilde saúde, paz e contl nuidade na sua ges!ão, agora, que fique bem c'9ro, nós unc nos omitirem1os em relação os fatos contecidos em Bela Vista. Que a carta enviada à 'lrl· buna, publicada acimu, seja também e vladu à Comissão, e que u mesma, quan <lo for ao Rotary, ou solicitar auxilio, pinte um quadro RPnl. St•gundo D. Clo tlde, o A-1lo está muito bem. Publica mos sua csrtw não repel tundo a Lei de Imµrpn,.;:.:, polt1 o caso niío <'l'U pura Isto, mas !'lmplesrnenlP, pe lo rt•spelto que devemos à sua pesc;oa e pP!o dever i-agrado da imprensa de tam bem ouvir a outra parte, em ugressões se-m irnposlçõeR, com respeito e compre emilo pelus Idéias divergentes. Tribuna da Fronteira ( Fundado u 20/2/72 J FUNDAÇÃO Ialdo Pereira DIÁRIO REGIONAL Propridade da Gr:ofíco e Erlítoro Apa CGC-llF 0.t?Ul:l66i00Ul-90 In-. Est. 130592313 Diretora Maria Estela V. Pereira TRIBUNA DA FRONTEIRA Dírttor - Hedotor - Cbeíc: lvaldo Pc-reira Hadoror: !talo ílorioli Gerente: Gilrnn Silvo Sunto~ Redação Administração e Oficinas: Rua Duque de Caxias e/n Dcb 'i,t.a :IS· Cx. P. 23 ASSINATURAS Dela Visto Jardim. Porto .lurtinho Donito Nioaqt:e Corocol e Antonio João CrS 800.00 Demais Municípios _ CrS I.0IJ0.IJ0 Observação Os artigos publicados com assinaturas dos autores não traduzem ne. cesíriamente a opinião e pensamento do Jornal. Sua publicção obedece ao prop6- suo do, dcbotts dos problemas municipais e de refletir os diversa; tend~ncin• do pensamento universal. Dr. Laucído Valdez de Barro,; G;rurgião Dentisla CRO - 557 Mt. Clinica de Crlan~as e adultos - Ralo X Atende-se com hora mnrcadn Con,ult6rio Av. Duque de Caxias, 508 íAo L:.du do Banco Fio»cr. )223D0031- MA10 63OSSO A Prefeitura sívvnlei. pa], utravés da Se. ereta;i de Turismo pe lo para o bom senso da populaç/lo bcnltt-Ll!5(', :Jn· ra que nos ajudem preservar nutun•za do oos:-c:> munlcfplo, prlucl palmente com relação às grutas, que lo as mais delicadas ubros que a natureza nos pre enteou. Multas pessoas, In consclenteR dos danos e prejui;r,os que us gru tas podem sofrer, que bru m em ,wgundo,; UH pedras e pontas que le vnraw anos para as for marem; ou mPsmo n·1dam no Lago Azul, e1-quec1:-11- <lo que e sua úgua é mineral e po!Avel e de que temos um belisslmo (Rio Formoso) que é ótimo p11ra banbo. Vlennc!o preservar o que nossos filhos ou ne tos não conhecem ( e têm direito de conhecer) é que estamos preocupados com 1:1. depreção do nos so m&lo ambiente. Por!,· so JJPrl'mos que quando forem ü. 'l gruta&, fiscali zem os outros e em:lnem, se precf,;o fõr, que a na tureza demorou anos e anos para fabricar aque la beleza pra os nos olhos e que cada pedrl nha tira ln, nilo é a gruta que perde, mas sim tc dos nós e os que vêm utrás <!e nós. Portanto pedimos 1 (quatro) pequenos favc res para os quê forem visitar as grutas: 1.o) ão delxe-m que na dem no Lago Azul. 2.o) ão deixem que a· tirem pedras, pois, ou· tras pe soas podem es !ar embaixo. 3.0 ão deixe que que· brem as pedrae e poutaB- 4.o) Não deixe que f3• çam barulho~ estriden• tes (tiros, etc.) pois ressonfincla pode faclll· tar um desabamento. ~gradecendo sua a· tenção e colocando-me à disposição para qu-l quer eventualidade ps te sentido, subscrevo-me Atenciosamente Hélio G. de S. Madureitll Secretário de TurJso: 0 Honllo - MS J tt Agora esposa, O sonhe tornou-se Realidade em Bela Vista Existe Ch seus filho ' uma urrascarlu onde voeê nodl:!rá s, seus araios e sentir-se reulmente em sua Rua 1 - MEU levar sua própria casa Rua Duque de CaxiRb Aquele algo mais RODIZIO ( Ao em Churrascaria COMETO lado do Ginaslo Estadual ) --------- Bela Vista MS ' ------~ , 29279 --~---------- -- ELE vestir, é 11111 rle Peu, geo10, l1ahltuai,, como o elegante falar. Pode haver tanta beleza, cm uma fra,e wleunte, como em uta estátua clá-rica, porque mbus são expressão de uma modalidade e+piri tual uh~olutamcnle ~llpr-rlor. 1 A RLEGANCIA ; uma. vlrturl,-, eomu n Bondnde, "• qunRe, poclti ra dizer-se que e semelha uo geuio, rnl é 0 vodcr ,k cncun«o t•, elr. 11Lnu;fio 'JUU dela emana. É uma virtude conquiotndora c1J1110 o ,,nJor, só que ignora sua conquista+, e llllo chegtl li saber nunca, que os vencidos por ela, morrem ,rm "':ª•~nart·,11.,1, a auu dnrnlu; todu íorçu da À JÓIA MAH. VILUO A ,k~fnc111, csrú t:lll l,tnorar que u p .. ~suc. dn; paluvrn~. í, o ó pie.- do, r:rnud •• pt0,nmc,ntOP, A ekri,1ncin ó umu forma uugust11 da como u bordado mngnifico da dicção, embelece helez, e, no ter explleação, é6 rle·licio,o ml,1érlo e enobrece s mais cünclida• icléia,. que contem, Com isto quero dizer que, uma 1déin nún Belezn e oleg.lncin irrnclln1u 11),,0 ineRxpli- eejn bela oumo é bel11 unrn mulher cleAnudn, c·álrl <fllC !n,clnn; um :;u•lo e(c.,nnlo 6 mnie belo porque, n h,elezn da frase como u do ,•~~tido, que im gesto heróico, porquo está nú de to<lu Rervcm pnrn numenlllr e re•En!lar II h~leZII da lrtlidade; a el,·:;i'inciu nün é 1111111 lorç11, nem ldéi11, como n da mulher, cprn sem ela•. nparecc Fiquer um oH!orço, 6 um "que" do nuturnlldude riam em ma beleza lnnnimadu, que como o in/lto, mf,rmoro, tem Rcmpre ulgo de lumullr, dtt ~ o gesto efllúllco do mármore c o ritmo cndnvérlco. lmptrAvel das a, A ESPIHTUALIDIOE ú 11 nlrun dn 1•lcgunr!n; l' do esto elegante, um ge~ro espiritual. um11 revelação du alma, come, Ioda puh1vr11 elegante, é uma gruçn cspiritunl, uma rnvduçüo dll ulmn, porque 11 elogâncl11 verdod,·!rn, cumpr,i sempre o reu primeiro drvrr: Ignorar u si me~mo, porque uqude q11r. sube que é rlegante, deixa d,. sê-lo. O Pelronismo, o Brummcll•mo, o Dadismo, Jào no lundo um inunnte "lfemero, algo de uma 6po,:n em todne UR ep6cos e 11 lembrnnçn de r,liÍtUaP. ' UMA INDUME TÁRIA rleg11n111, não ó tenúo u 11xterlorlzoçiio de umn elc~âncin pslquka que a dlton; como uma frase elr~ante, nàn é s.-nilo, o espirltuul de um divino pcnumento que n linguugcm cobriu com véu 1mpolpúvel. Um ,·1:stir clcgnnto, não 6 senilo ll revelação dr uma lma elegante, d qual, isto de t· e• ,.s. [8· ll• L ,ell: . o.· me .l ,, nes me A A EUGÃNCIA de uma fruse. é mais dnrndnura qnc n ele~âncla ,lc um gealo, porqucl u frll•.- se e~.-rcve e travessa os tempos, e o gesto, h, ó efêmero corno os brnços que o esbo~11rnm, os olhM que fizerem trá1dcn ou os lahlos em cujo ritus, renpnrecsu e trnnspnrPccu por um momento n nlmn interior, rm toda sua trÓf!lca e momrntnnea revclnçüo. o• geetos impedveis de 8nroh Bc,nhnrdt. como os de ~lounet-Sliz, os de Gurrlck. como os de Tnlme... que foi feito dele,; <lernpurec~ram na bruma do tempo; dernpnrecerum como o ge to elegante rins telas de púrpura dns aeves de Clc6pntrn, dohrnndo-•e ao ,·ento aohre o Nilo, como •e cedes,em no peso do cnrpo do Cesor qne so lnclina,a rnbro II Hnlnha porn beijo-lo. UM GESTO elegante, é tüc> belo como '.!rn ro,10, ioda que lào !ugaz e fugirivo como a vi,;lo de !'l'urci,o no espelho uzul ,ln• aguas, em meio de rninútores INI4DOR PROF!SS!ONA ADVOGADOS Dr. Ivan fitílnsn da Costa Marques ADVl1CACIA EM GERAL Ru. Voluntários da Pútriu. 376 - Fone 2l0 Bela Vista Mato Grosso Sul Dr. Gil Marcos Saut Advogado Causas Civeis e Criminais Rua filinlo Muller, 320 BOUHO • MS Dr. Pedro José Palmieri Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VIS'.J'A MATO GROSSO DO SUL Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - llua 15 de Novembro S/N Bela Vista .Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 - S'.lla 24 Fone ~O Campo Grande MS Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado 'Esoritór!o: Ru11 7 tle Setembro, 230 Ftme, 43-loü2 Residência: Rua Coronel Camisão. 54 Pone, 431-1116 Ponta Porã t-Iat.o Grosso do Sul --=--...:..::.:.:, :::=..:-~---- Heitor Miranda dos .::::iantos ADVOG<