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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº331_13_03_1979
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Diário
egio ai
ft PEDIDO
Câmara Municipal de Jardim
desrespeita Tribunal de Contas do Estado
!talo Bc.,rioli.
Num rlngrante desrespeito ao
'l'rlbnnal de Contos do Estado, o blo
co elos urubús. reuniu-se, exlraordl
nrlamente, no domingo pnsdo, s
oito da manbfi, (Isto com mêdo de
que o povo comparecesse em massa)
e, lloslenlmento à cldncle, àqueles qu~
os elegeram, na [)odrlrlíi.o n que ·es
ti1o aooRtumndos, decidiram que os
protocol_os de entrada dus prestações
rio contos do Executivo, núo firam
vólldos. Mais uma vPz demonstraram
sua Ignorância, e total burrice. à
respeito dns normas legais e buro::
crálcns existentes no País. Allás Is
to 111 é novidade, tratando-se de
elrmrntos desmerecedores dos t!U·
fróglos obtidos, reh·ógrados, que que
rem a todo custo, impedir o crescl
me nto, o desenvolvimento de Jardim
para (pobres coitndos) continuarem
sendo donos da cidade.
Nós, nem ao menos compare
cemos a mais esta reunião do!' Uul
doR doi:: Urubús, porque já sttbíamos
do antemão, o palhaçada que nlí se
iria relizr. Os Incapazes, como até
hoje nada fizeram por nossa Jardim
iavejosamente, caluniosamente, deses
porndnmente, ao sentirem a hostlli
rlnde do povo. ao sentirerrH;e inde
sejáveis na cidarle, agora num des
vairo total, tentam de todas as for
m:is, absurdas. aparer::er nos noticiá
rios dos jornais, inclusive, pagando
para aparecer nas primeiras páginas.
Pobres coitados, eles, infolizmentA,
devido ao pouco ·alcance, ao paupér
rimo disceruimentv, e visão que pos
suem, tentam agora. nãn só prejudi
car a populocão de Jardim. mas tam
bém aquele que lhes deu uma lição
d trabalho, de honestldarlP, de ope
rosidade, nosso prefeito Fernando de
Fritas, que se mostrou muito mais
ca!)az. do que todos eles juntos,
nting.indo, inclusive, ao próprio go
vPrnador Harry Amorim. que tudo
tem dado e feito por Jardim. Não
omospoliticos, no entendemos desse
jogo. mas temos já a certeza, de que,
cmbura tenhamos sidos taxados de
venats (e o procesrnremos por isso,
pois terá de provar o que afirmou,
e temos a consciência tranquila de
quf' não poderá fazê-lo) aquele cida
dão sim, é venal, corrupto, anormal,
pois entrou num esquema num pro-
-~~i:;so absurdo, de desprestigiar nos-
so governador, través a pessoa de
nosso prefeito Fernando de Freitas,
do ltno l'lorloli. o do respeitável oi
dado José Destéfanl, pessoas estas,
das qunls eles lll'io sfo dignos nom
ao menofl do limpar os s11patoa.
Estu. 6 a realidade jardlnenso,
vamos cerrar ombro111 e lutar, contra
estes maus carô.ters. corruptos. vcna-
1s, Infelizes, d~generados, quP tentam
a todo custo, impedir que nossa ci,
dade oresça, se desenvolva porque
eles são rnosquinbos, empregul&las,
velhacos, desnJ:turados, e outros
adJetivos mais (será que lllP. i:;a ber/i.o
o que slgnlflca adjetivos?) Não dignos
de Jardim nem deste povo, que
anseia. que desesperaclamente busca
través seu líder Fernando de Frei
tas, (palavras dos próprios seuretá
rios do governo) melhorias para a
cidade. Será isto um crime? Ou será
orime, os covardes agressores do
povo, reunirem-se medrosamente aos
domingos, às oito horas da manhã,
para que os munícipes, àqueles que
lamcnta,·clmente os elegeram não poderem
participar da palhaçada? O povo
que julgue! Queriam caçar o prefeito
por não ter prestado conta:!, e agora
que prestou, que se confessaram in
capazes de aprová-los, porque a co
média gontin110? Blocos dos urubus.
o povo de Jardim Grgulbosamente
lhes envia mil quilos de carniça, para
que se alimentem, encham suas pan
ça8 e deixem de prejudicar o cres
cimento de Jardim. os protocolos, da
entrega das contaa, de Fernando de
Feitas ao T.C.E.
,TardinePses fiquem tranquilos,
de múos dadas oom Fernando de
Freitas, porque somente ao governa
dor Harry Amorim, caberá a decisão
final, e ele está eonosco!
Preço deste exemplar
-EMPRESA JUR[DICA CYRIO FALCÃO
Causas
Cíveis
Comercial
Criminal
Sergio Roberto Peronrli
Pr f eit ra nicipal
de Jardim
,larrllm em 02 de março de 1979
Exmo . Sr . Prsld nto do TH
bunal de Contas do Estado de Mato
Grosso Cuiabá MT.
Prezado Senhor.
Cumpre - me pela presente en
caminhar u V. Excla, ni; pr •1ltlçfü·s
de contas dos exercícios de 1975
(bnlnncetes), 1976, 1977 e 1078 (ba
lancetes e balanços), bem como o
balancete do mos de janeiro de, 1979,
que foram encaminhados à Camara
Mualclpul do Jardim, em data de
lG .02. 79 , para 11 devida npreciu
ção, tendo em vista estar aquela
Casa Leglslalivu investida de poderes
para o recebimento, dado :ws te;mos
de recente ucordão desso Egrégio
Tribunal.
No entretanto, em data de
hoje, pelo oficio n- 02/79 recebeu o
Poder Executivo, !l lnoumbêncln e111
remctê • los, o que o fnz neota mo
mento, de acordo com o teor do
mencionado oficio anexo, diretamente
Egrégio Tribunal.
No ensejo, apresento a V . Ex-
ela.
Cordiai1; Saudações
Fernando Fraltas
Prefeito Municipal
Tribunal de Coatas do Estado
Serviço de Portaria
002972
Deu entrada em 05/03/79 neste
Tribunal os documentos de Balance
tes referentes aos exercícios de 1975,
1976, 197, e 1978, bem como Balanço
Geral de 77 e 78 e tambem bal. de
janeiro de 1979, da Prel. Mun. de
Jardim MS.
CuialJá 05 de março/79
Obs. Para qualquer informa
ção Fineza Trazê - lo
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
Serviço de Portaria - 002973
Deu entrada em 05 / 06.' neste
Tribunal os documentos de Balanço
Geral do exercício de 197(i da Pre
feitura Municipal de Jardim 11S.
Cuin.M, Oõ de março / (de 1979)
Obs. Para qualquer informa
ção Fineza Trazê - lo.
Educação
e Polhca
Com eu lindo templo
totalmente hio de ereles e
pesos do langelho de t.ri»
to fel comemorado domain 'o
19 h o quadragésimo ter
eira unverrio das brunira
lere]a B tista de f!, l 1 Jlll
f
E«aias, hinos insplrn
tios, presentação do wfinado
e belo conjunto coral dir{rido
pela Pastor da Igreja e, fal
mente, a PregaçMo da Palavra
de Deus pelo eer«trio Fe.
utivo da onenão [atua
rl,· M,1111 C:roHO ,lo Sul l'r.
Manoelino Nogueira.
Pelo que pudemr» »a
ber toda cldade estava on
vidada para estu efeméride e
nquls quê por qualquer mo
tivo deixarum de comprecer
pcrrlrrnm umn cxcelentf' fe-111
à Cristo Jesus.
Lá estive na condição
de Crente Batista e Hepórter
desta TE órgão que deu o dá
sempre seu apoio aos diverso
credos religiosos desta cidade,
como. por winal não poderia
ter de outra mnnt.'irn.
Parabéns Irmãos da
Primrira Jgrda JJ5li•tfl rio
Bela Vista e que ta lreju
con1iou-, n ,er 11111 fnrol n
fo,·or do Nome dr Jr•u•. Cria10,
o Nosso Mestre Filho de DE.
U'·, como bem disse o Pastor
Manoelino em teu maravilho
o ermo. Parabéns o manos
do Coral que é «sem sombra
de dúvidas o maior e melhor
f?rupo vocal rcli:ziow de nona
comunidade e região Para
bens Pastor Jeremias e Avan
te na Luta Pelo Evungelho
de Cristo.
Para
Meditar
Hoje. graças a Deus,
o coragem deste moço
idealist1-1, o lvaldo Perei
ra, seu jornal já é gran
de - É um cHárlo; Isto
basta para mostrar sua
tenacidade, seu valor, e
dizer isto, não ó lançar
confetis ao que vem
realisando, mas. ul'.irmur
a ve:-dade rdletidu no
espe1ho do tempo - Pro-
fessor Gnmuliol Stumpi.
Negócio de Ocasião
Vende-se uma Lonchonete
Bar Lanches Marcou
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tl11C{ I' •
D!! 10 H AI
TRIBUNA DA FRONTEIRA
Oir 111r - ll1 •at r •• <.I ol . l••I • J',-i,,ra
ll ,1 , r,r. IL.ih H r " ,
llLPAHI li '!O< OM! llt 1 l
Chi !e; Alvro Pereira
Daria! Conde
OFLCI: <;
Chef,•: Gilum :-,d-;,, t:hnto
lon Pereira de ::-oun.
Redação Administração e 0fins: Kua
Uuquc de Caxias +/ bela ia Ms C. P.23
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la página 7000 por em de «oluna
Uilimn Pgina 60,0u por ( ,u ,le colun~
P:'.lgioa, Jntaru1:u :.,0,00 por m de coluu
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na série anterior realizasd
no ano pa ado e dedicad
eu grande [arte to+ir4
folclórica e popular· al, as
intérpretes brasileiros pat
ciparam ao vo ou tema tra
vações, «ntre eles a ptnlut
., 1111 l Sl<"ll Schte. E •li.
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do governador H. rry Amorim eu
Secretário de Segurança, e o há
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vel pt se povo 1 to rlt .,,,o! nc! .
l.xerwvels e v,eilnt , as rota
de/culpas oficial sequer merece! ouvi
dos pols ns forças policiais, por lnncrc
ditável ··colncídfnei ', surgir, na Lnf
v rsldaclt: com• por 1,J .. auto, qunt'le!•
etudnte», pro!e+seres e funclonrles
pacificamente estivam reunidos para
decidirem sobrs um reivindicação se
quulqucir oouotnçUo uoUUc11.
O Depuf!ldo Scrgio Cruz crllloou
os oxceseos comefldo1 por po~cadorês
lrrosporrnavcis o prcdudoros r> condenou,
tamMm, n atitude do órgãu fl!1cullzo,dor,
o lNA 18, a quem acusou de se exceder
froquentemeate tirando inclusive o ga
nha - pão de pt,scudores cooperntlvndos
quo têm na pesca seu único meio de
vida.
Explicou o líder oposiolonistu que
"os predadores devem ser punidos com
Escritório Central
de José de Arruda Pinto
Contabilidade em Geral
Aberturas e encerramento de firmas,
Contratos, Distratos, Declarações de Imposto
de Rendn, Pecuâria, Agricultura, Preencbi.
meu10 de nutorlzação p/ dirigir ,•elculo, e
demais serviços afins.
Rua: Antonio Maria
Coelho, no 350
Bela Vista - MS.
"OBS: Antiga Ruidêocfo. do Sr. José A-.eli
no e Silva"
OFI
s ta
rfa de
no mo
h
d
da
ato de
pulio
pon elas,
nfo podem
co Q & 'fl
da Ju 11e
que r mon
agora e bor t ',
cem o aval do e as
Depululo ~ .
Lid r do Ml>U
todo rigor, nas também o órgão fiscal!-
2.ndor deve obriga tórll'I rnenlu nr,lonu r
crHério111 nc ri dos qua xiio prejudiquem
a lnooool.eti."
O Depuln<lo ouviu g, deuúacla de
uma comissão de pescadores d Coxlm,
quo acusaram o INAMB de tor promovi
do urn verdadeiro CtHOl'IVLJl do nprorr11õtri
coulra µcscadore11 coopornlivados daquo
la região o que vivem exolualvam nte
da poecu.
Convênio Beneficiará mais
dez Prefeituras
Sob o titulo acimn, o "Conelo do
Estado", nu edição 07. 03 • 70, noticia
que cerca de 41 municípios foram beao
ficiados, com au.xíllo para reparos cm
pontes e estrada&, eavolvendo recurflos,
de ordem de 20 (vinte) milhões de cru
zeiros, divididos cm ootas, de acôrdo
com a necessidade de cada região.
Oxalá, ebegull n vez do nosso
muaicíplo firmar também tal coovÇtoio,
pois c.s nossas Estradal! Rstaduols: Bela
Vi.sta - Curacól; Bela Vistn-Pontn Porã,
praUoumente jlí ncnbaro.m.
JE OO(IDlf [L
de João Freire de Üliveira 1
Ambiento Seloto
Antonio João
Refelçlie Caseira O seu lar em Antonio João O Hotel dn Fronteira. Hospede-ae no Jeane Hotel e int-se
em sua Casa. Padrão de qualidade
Rua Amambai com Bela Vista
Mato Grosso do S.ul
O sonho tornou-se Realidade
,gora em Bela Vista, Existe umu Ghurrascnria onde você nod,ará levar sua
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Aquele algo mais em Churrascaria
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Fua Duawo_de Sal A o lado@aias_o_Estadual) ela Ys!a '
( Equtoe TF }
r l
IH'I p JuH, '
"Quuur!oouco t1l'll' fl,;;•r'
1 1 e r .rt ''º o r J •
'jotnl Independente. zf»ta)
(J!ur,i; J-Jllot, drom<ilJrgo
O TlLllALIIO eósmlca de
to trabalho é uma formo genero
a,rvlr Deus e aprimoriT o J•lt' (>
,. ! <] o· (1 l10U1f'lll. • '
inda no ter!!"%' sais ftc:ltr1l• nu
ao lado dc on1.<; 'J,
0
' to eouqul ,ltl
tidoto contra o mal, poqu"} Espirito
1 ( .. t•·ulúvL'll' corn <JUl ,
vu[o1 II«MiU' a l' tlhC tpllna a
corrige s imperfeições
voutouc.
M!ALII;ENCHAS .
• • 11 1 q e r1re-.unço1:A, crilú•
{' i11 l l' Í " IIH V il l uc o. 1 édl'O lll·
.., , t despeito e descre + ',
11l11s I bo
1
1 Oll,
1
. uentos tiepri
ui«etugão e medo, 1",,,, e sitie
mentes e tentações nl
tnm durante us horas vazlas...
EXl:-iTE
"1Jrloc1.1·· rle trnbulhur,
mull11 gc:ntc quo 1111ca
de comunicar, de ]ministrar, de pul '
<lo UIIJOI', PIC', ele. S!'.c1 poSHOHS (]~O
ensm qu estdo trabalhando. q0n40
iia i·culitllldc l'Filfl.o ntrnpulhnndo. Não !i O
deVL' brlr,c11r com o trabalho •••
O THABiLHO
se nllcerça nas Lets de Amor que regem
o unlVPl'SC',
Trnbullrn o verme no solo,
homem n! trrra e o pai Ufl galáxias.
A vida é um hino à dlnftmica do traba
0
-
lllo. N!:io ll(l em a natureza o óelo. .
aparente- repouso ds coisu traduz, a
pobreza dos sentldoR lrnmnnos. A vldu
86
ngitu Clm tudo a parte. O movimento
é lei uulver:ml, em tudo prnseute.
'
AGORA ,
l n(
rróc'o de utlvogflt!P col.lror d1vl-
e e ,.., ' , 1 om mcmó-
d
, "ol"uem·· por u, ao u r
a, .' ser que já se esqueceu do
rln cur o• "' u D J 1
d dvogodo jardinense r. • oe bUll
#k, Pen6? @s tamtem roer4;
mos entrevtsta-lo. Conhocemos uma 'bel%
1111,tórla, ele ruobll.lO no contou. ~oder, ~
mos tambem entrevistar o Dr. Kzio
Loureiro Pluheiro, clr. podo, la r u I a r
mullu colrn ...
MAS, ACONTECE . .
que oó primnmos polo respeito, p11~u
cldRde e diretos lndlvtduuls dos cldadao.
E quanta coisa, meu Dous. nós sabemos
Até assinatura do jornal (quando era
o 3 00 por mês) "alguem" deu Canseira,
como bem o diz o nosso a'.!!lgo Osvaldo.
Mas, vamos em frente...
PARA QUE 1dds" e
não surillm ml!is ''mal enten I o~ , .
clleguem' a dizer que montamos a nossa
gráfica com dioheil'o de algum partido
politico, publicams abaixo uma relesa9
de noi-sos assmnates Ou1 o, que_ col,1 bo
raram Expontaneamenle (e estao colu
búraodo) para Aumentar o nosso Parque
Gráfico, e nós, em troca, demos-_lhes
assinaturas perpétuas (de pr..i para ftlho)
e estamos cumprindo a risca as nossas
obrigações. O nosso potencial ~e. En~l
vlda!JH>nto, tambem é de 90%. D11tcul_da
des? Lógico. 1,,to é comum em negócios.
Mus é bom nunca se esquecer: Rela Vista,
Na 'Região, é o único município que
possui um jornal Diário. E se Deus
qulsn, brevementa passaremos a "off
s~tt" Quer Vivlir Verá ... Nós Gostamos
do. Luta.
NOSSOS ASSINANTE$ OURO
Tales Mascarenhas
José S. da e. Marques
A VIDA
de nossa empresa tem sido uma vida de
utus dt:J multo trabc1lbo. Nós adotumo!:I
o tr~balbo como um1:1 forma dfl oraçl:io.
Belo Vista é una cidade pequena, mas
com um coração imenso. O seu P?'O é
nm povo bom. Agora que o nosso Jornal
passou à Diário, upó,; 7 anos de cir-cula
çüo ininterrupta como serounário. é ~o~
que se faça um retro!tpecto 1/o l01c~o
Imprimíamos o jornnl em Ponta Poru,
na gráfica Correio do Povo, depois pas
samos a Imprimi-lo em Aquluanana, no
jornal O Puntaneiro. Foram anos dHicels,
de muito t r a b a I h o, sacriflclos,
ruas ... o Supremo Arquiteto nuncn nos
Abandonou. O nosso grande amigo Lulz
Carlos Nazuret, na época gerente do
Banco do Brasil. ofereceu-nos a oportu
nidade de adquirir a nossa gráfica. Após
alguu!- meses de "diálogo" ele acreditou
na gente "' em Julho de 1974, inaugura
mos as oficinas impressorall da querida
TF. ouem acompanha a trajetória do
jorou1 deve se lerr.brar que o nosso
Editor Chefo, nu époco, já prometia urn
Diátfo. Ai está em cul'tas palavrns, a
''pequena história de um jornal v<:>nce
dor".
emana Pasada
Jemo um livro, (ele passou de mllo
em mão na {edição) do escritor Jac
ques Delnrue, a hJstória do Nazismo. Por
Jign.rmos alguns fatos, do 1a7.1smo. ol.
gnuns métodos, e anazando as personali
dades doentins doa ruPn~broR do Hl
RElCH, que ficamos IPmero~os. Ser~ que
os adeptos da Raça Pura ainda teim"")
em sobreviver? Sim, leitor amigo, ex1s
tem os adertos, f<lmpa1iz:1ntes e pral1coo
tes. O NazlR100 não foi extetm1nado. O
perfil do Nazista: Primeiramente, ele é
Rucistfl. Depois os einais que os denun
ciam são us secruinte!I: Arrcl!am-sc o
Monopolio da vefctatle, são Boldos de
ModéRtio. e Humildade; São Prepotentes,
Mentirosos, Amorais, Falam em Amor
e Justiça e praticam o Ódio e Iniquida
de.
Pródigos em louvorPs pr,ssoaia
exagerados a demonstrarew, como fru
to mau, a árvore de que procedem.
.'inda voltaremos oo 2saunto ...
Policia presta
Bela Vista, 12 de março do 1979.
Ilmo. Sr.
J ornalistu lvaldo Pereira
DO. Diretor da ··Tribuna da Fron
teira"
Nesta
Senhor Diretor
JUSTIÇA SEJA FEITA A "Tribuna da Fro!!.teira'', edição
Um amigo de f(,. filho de famllia do dia 9 do corrente, inseriu na su:1
tradicional de Bela Vi;;ta, nos eontou que primeira página a nota "Polícia não co
uo último dc,ruingo o senhor Oscar Rc- 11borou no CHSO Loubet" levando-nos a
drigues de rraujo, em entrevista à ZP- vir à presença c.!e V. S. oferecer o 130·
23 citou " um fato ligado o nos;;o Edi- guinte esclarecimento:
tor- e este fat'.' dizia re<;peito à dh·ida ". 1° - que, a Polícia. através do Sr
O nosso bom Amigo Oscar, espírita con- Mário LoubAt, irmtlu da inditosa vítima,
victo, teósofo, ee.tud!o<:o das ciências tornou conhecimento do desaparecimento
ocultas, e companheiro de bate papos desta após 24 horas desse evento;
do E±i!2r (ares?i!o destes suntcs) é 2o -que, embora fosse nc:te de
um homem bom, simples a às vezes in- sexta-feira quando lhe fora comunicado
genuo, Muitas vezes nosso bom migo o desaparecimento, imedi9tamente o si
Oscar foi miado, lesado em sua boa fé. gnatário, que é o titular da Delegacia,
No caso desta entrevista, o nosso bom dt> Polícia, tom1,u as necessárias provi
amigo Côc:ir esqueceu de dizer que u dêncin!:', fazendo seguir em ueligência
citada conta era conta da Empresa e para as cidades de Antonio João e Ma
que o Editor se responsubtlizou pel mes- rucajú, o investigador Francisco Carva.
ma. Esqueceu de dizer tambe!ll, que lo- lho, ainda, cornuiiicando-se com as suas
dos os seus negócios são entregues a cungêneres daR dPmais cidades por onde
um procurador e este é advogado. Isto p"dr-sse transitar o veiculo e o seu oro-
devido BS suas viagens e a uma certa pLtetário desaparecido; •
comodidade que ele bem o merece. Es- 3º. que, não cessnm um momento
queceu de dizer tambem o bom amigo siquer as d1ligéncias policiais, mantendo
Oscar que esta coutd impcl'tavu em se em perma:iente contact
1
) com as nu-
25.000,00,e que já foram pagos 16.000,00 tras {u eai; que se encontravam enguja
iaclusive estamos pagando Juros. O nos- das nas dlligênci&s e, em permanenLe
so bom amigo Oscar. o homem que con- vigílância, estas sempre de caracter si
ffau em nós, no princípio, não foi o Pai gi:osc:J.t-, com vistas à descobertas dos
b r
ua:
1 111@'
Hello
::-,,drH Y nb a
Ke to Lo Pinheiro
Araci Mend Goçlv+
Mário Hattlane
Amauri Matereha
Pedro PnJ•nll'l'iJ
,José Lour, iro.
Jo..,(• (.;orneiro ,Jur lor
Oct1.wio L d(• .ltncld.t
p~go Loureiro du .lnwtllu
Oscar Araujo
Audrf> Tadf·U Oeumpos
Justo Tdeu Paiva
,Je.r·ialo Mirunrln.
Atangzlo M I»
Joias Pinheiro (Bouito)
Jvo V&.raur- (Bo::iíto)
!varo ~rascarcrnhnf-
Jofio 1ai;cann1Jutl (Jonlim)
fatos nos quais estava envolvido o
c!csararecimento de Agencr;
40- que, na quinta-leira, dia n
dt>e.:te mês, recebeu ioformeção de que
havia sido localizado o corpo de uma
pessoa na fazenda "São (?eraldo", e di
rigia se para o local na vmtura da P:-1,
quando roí oferecido pelos Taxistas con
dução doe.: mesmos, aceitando-a, e ali
chegundo procedeu de acordo com as
norn..as legai~.
A Delegacia dispõe de uma viatu
ra, a qur..l Sl encontra ha roais de 20
rlias em reparo eru oficina desta cidade.
T~duvia. para, ni'io furtar ao eea dever,
notadamente. num caso da naturna do
ocorrido, requi!'lit0'J. a viatura da P:1,
empre~audo-a nas del1gênc-ius para a
elucidação da ocorrência, sob o perrna
nente trabalho do invei;;tigador F'ranci&
co Carvalho.
Assim, fica esclarecido a opinião
pública e oferecida a fa.nilia enlutada
cio sempre lembrado Agenor a, versão
do trabalho da Polícia, sempre vigi!ante,
apesar de contar com reduzido número
de elementos, par .. assegurar gar11ntia e
tranquUidade a todos os Belavistense ,
esperanrio contar com !:I. bo::i vontadt e
e c3lvborução de todos, de::::nei.ndo
todos os fatos duvidosos, principalmente,
contar com a lub.:iriosa classe àos
Taxistas.
Cordialmente
José Lour?irü,
Del. Polícia.
rr
,1
,1
,t t ' l 1-Jl"I 1 •lt •. ,
A Prir ra reri
(desa lei referre se a
da eidnde de sã, sal
de ·Ia primeira Hlaçio
Hrail, ordenado «e a
dana dos preso par
ca« forte, própria pura a
rurda e vigilância dos de.
r,nto, •
I721 Fundação da A.
demia Brasília dos Fqu.
idos em» alador
1739- O brigadeiro Io
sé da ila Pae toma pose
do eovrno do anta Uatorin 1
117-- Eleico da junt •
re-.olueionárÍl de Peramb ,
eorupo•la do pn lft• J,,;lu 1'
Peoa de Mel Montn, r,
p Domingos Teotónio, Jores j
Martins Pessoa: desembary •
dor Jo Luiz de Mendon; .
corc,nel lJll0tl Corn·iu d•·
Araujo e Domingos Jcsé Mar
tin-.
Prof. Stvph
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Classificado
Ivan do ::--la,cimentn
Mais ma vez tenho que
f.,lor d., bda cidude de lfon •
to. Desta ·;ez !alarei do E•.
pMte e do• esporti<to• d1_ Ci.
<lade do Padra H. •,Jtdelr! '·
e falllrei em nome dns ale;:
e diretores do G. E. CLCl
de Bela Vi1w que j,,
garam e perderam de dois '
;';m parn o Club l,'ollio de B, •
nito, mn! chegaram botaod
Bonito nas altura•. Con:;0 '
bom falar bem. Dizia n rJp~
;!.iadn que tudo mn Bonito í-.
realrnent<'. bonito. ua- ru;.•
praças até das Igrejas os m
niaoP falarn:n. Que be:ez...
Mas o as-unto do rornt
(, o Prcfeiw clt Bonitv. u!w'
o mais jovem de IS •.
rnh cz do B r 11 s i I e o
enlunto de ama ,·j.Jo foro dv
comn.:n. Já dizia Zé do C
Antiguidade nem no qurtz
• velhice só aquela que re
peite a , outn1e ·ele , c:cN,r ••
jov<,m e pÜi! n d!!!po!Íç:io <l .P
te sua experiencia não ego' ••
ticn.
Seria bom que o po
lcmbras•c: de-te~ Lomen,. L !I
e maus, e de-se - lLe; a pag
nas época propriu das ele!ri
e como sei que o povo ;•oJ
ser pobre ma- nJo é b•,t~r
como muita gente pen-:1, I- •
aí €- au!': oclto one nJo d •,<'
moa • esquueer do lfome:>
de Borito que tornou aquel
cid de b_btt:.1, el e coerentr
com eu belo e sugestl
110::ne: BO:ITO ...
egio ai
ft PEDIDO
Câmara Municipal de Jardim
desrespeita Tribunal de Contas do Estado
!talo Bc.,rioli.
Num rlngrante desrespeito ao
'l'rlbnnal de Contos do Estado, o blo
co elos urubús. reuniu-se, exlraordl
nrlamente, no domingo pnsdo, s
oito da manbfi, (Isto com mêdo de
que o povo comparecesse em massa)
e, lloslenlmento à cldncle, àqueles qu~
os elegeram, na [)odrlrlíi.o n que ·es
ti1o aooRtumndos, decidiram que os
protocol_os de entrada dus prestações
rio contos do Executivo, núo firam
vólldos. Mais uma vPz demonstraram
sua Ignorância, e total burrice. à
respeito dns normas legais e buro::
crálcns existentes no País. Allás Is
to 111 é novidade, tratando-se de
elrmrntos desmerecedores dos t!U·
fróglos obtidos, reh·ógrados, que que
rem a todo custo, impedir o crescl
me nto, o desenvolvimento de Jardim
para (pobres coitndos) continuarem
sendo donos da cidade.
Nós, nem ao menos compare
cemos a mais esta reunião do!' Uul
doR doi:: Urubús, porque já sttbíamos
do antemão, o palhaçada que nlí se
iria relizr. Os Incapazes, como até
hoje nada fizeram por nossa Jardim
iavejosamente, caluniosamente, deses
porndnmente, ao sentirem a hostlli
rlnde do povo. ao sentirerrH;e inde
sejáveis na cidarle, agora num des
vairo total, tentam de todas as for
m:is, absurdas. aparer::er nos noticiá
rios dos jornais, inclusive, pagando
para aparecer nas primeiras páginas.
Pobres coitados, eles, infolizmentA,
devido ao pouco ·alcance, ao paupér
rimo disceruimentv, e visão que pos
suem, tentam agora. nãn só prejudi
car a populocão de Jardim. mas tam
bém aquele que lhes deu uma lição
d trabalho, de honestldarlP, de ope
rosidade, nosso prefeito Fernando de
Fritas, que se mostrou muito mais
ca!)az. do que todos eles juntos,
nting.indo, inclusive, ao próprio go
vPrnador Harry Amorim. que tudo
tem dado e feito por Jardim. Não
omospoliticos, no entendemos desse
jogo. mas temos já a certeza, de que,
cmbura tenhamos sidos taxados de
venats (e o procesrnremos por isso,
pois terá de provar o que afirmou,
e temos a consciência tranquila de
quf' não poderá fazê-lo) aquele cida
dão sim, é venal, corrupto, anormal,
pois entrou num esquema num pro-
-~~i:;so absurdo, de desprestigiar nos-
so governador, través a pessoa de
nosso prefeito Fernando de Freitas,
do ltno l'lorloli. o do respeitável oi
dado José Destéfanl, pessoas estas,
das qunls eles lll'io sfo dignos nom
ao menofl do limpar os s11patoa.
Estu. 6 a realidade jardlnenso,
vamos cerrar ombro111 e lutar, contra
estes maus carô.ters. corruptos. vcna-
1s, Infelizes, d~generados, quP tentam
a todo custo, impedir que nossa ci,
dade oresça, se desenvolva porque
eles são rnosquinbos, empregul&las,
velhacos, desnJ:turados, e outros
adJetivos mais (será que lllP. i:;a ber/i.o
o que slgnlflca adjetivos?) Não dignos
de Jardim nem deste povo, que
anseia. que desesperaclamente busca
través seu líder Fernando de Frei
tas, (palavras dos próprios seuretá
rios do governo) melhorias para a
cidade. Será isto um crime? Ou será
orime, os covardes agressores do
povo, reunirem-se medrosamente aos
domingos, às oito horas da manhã,
para que os munícipes, àqueles que
lamcnta,·clmente os elegeram não poderem
participar da palhaçada? O povo
que julgue! Queriam caçar o prefeito
por não ter prestado conta:!, e agora
que prestou, que se confessaram in
capazes de aprová-los, porque a co
média gontin110? Blocos dos urubus.
o povo de Jardim Grgulbosamente
lhes envia mil quilos de carniça, para
que se alimentem, encham suas pan
ça8 e deixem de prejudicar o cres
cimento de Jardim. os protocolos, da
entrega das contaa, de Fernando de
Feitas ao T.C.E.
,TardinePses fiquem tranquilos,
de múos dadas oom Fernando de
Freitas, porque somente ao governa
dor Harry Amorim, caberá a decisão
final, e ele está eonosco!
Preço deste exemplar
-EMPRESA JUR[DICA CYRIO FALCÃO
Causas
Cíveis
Comercial
Criminal
Sergio Roberto Peronrli
Pr f eit ra nicipal
de Jardim
,larrllm em 02 de março de 1979
Exmo . Sr . Prsld nto do TH
bunal de Contas do Estado de Mato
Grosso Cuiabá MT.
Prezado Senhor.
Cumpre - me pela presente en
caminhar u V. Excla, ni; pr •1ltlçfü·s
de contas dos exercícios de 1975
(bnlnncetes), 1976, 1977 e 1078 (ba
lancetes e balanços), bem como o
balancete do mos de janeiro de, 1979,
que foram encaminhados à Camara
Mualclpul do Jardim, em data de
lG .02. 79 , para 11 devida npreciu
ção, tendo em vista estar aquela
Casa Leglslalivu investida de poderes
para o recebimento, dado :ws te;mos
de recente ucordão desso Egrégio
Tribunal.
No entretanto, em data de
hoje, pelo oficio n- 02/79 recebeu o
Poder Executivo, !l lnoumbêncln e111
remctê • los, o que o fnz neota mo
mento, de acordo com o teor do
mencionado oficio anexo, diretamente
Egrégio Tribunal.
No ensejo, apresento a V . Ex-
ela.
Cordiai1; Saudações
Fernando Fraltas
Prefeito Municipal
Tribunal de Coatas do Estado
Serviço de Portaria
002972
Deu entrada em 05/03/79 neste
Tribunal os documentos de Balance
tes referentes aos exercícios de 1975,
1976, 197, e 1978, bem como Balanço
Geral de 77 e 78 e tambem bal. de
janeiro de 1979, da Prel. Mun. de
Jardim MS.
CuialJá 05 de março/79
Obs. Para qualquer informa
ção Fineza Trazê - lo
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
Serviço de Portaria - 002973
Deu entrada em 05 / 06.' neste
Tribunal os documentos de Balanço
Geral do exercício de 197(i da Pre
feitura Municipal de Jardim 11S.
Cuin.M, Oõ de março / (de 1979)
Obs. Para qualquer informa
ção Fineza Trazê - lo.
Educação
e Polhca
Com eu lindo templo
totalmente hio de ereles e
pesos do langelho de t.ri»
to fel comemorado domain 'o
19 h o quadragésimo ter
eira unverrio das brunira
lere]a B tista de f!, l 1 Jlll
f
E«aias, hinos insplrn
tios, presentação do wfinado
e belo conjunto coral dir{rido
pela Pastor da Igreja e, fal
mente, a PregaçMo da Palavra
de Deus pelo eer«trio Fe.
utivo da onenão [atua
rl,· M,1111 C:roHO ,lo Sul l'r.
Manoelino Nogueira.
Pelo que pudemr» »a
ber toda cldade estava on
vidada para estu efeméride e
nquls quê por qualquer mo
tivo deixarum de comprecer
pcrrlrrnm umn cxcelentf' fe-111
à Cristo Jesus.
Lá estive na condição
de Crente Batista e Hepórter
desta TE órgão que deu o dá
sempre seu apoio aos diverso
credos religiosos desta cidade,
como. por winal não poderia
ter de outra mnnt.'irn.
Parabéns Irmãos da
Primrira Jgrda JJ5li•tfl rio
Bela Vista e que ta lreju
con1iou-, n ,er 11111 fnrol n
fo,·or do Nome dr Jr•u•. Cria10,
o Nosso Mestre Filho de DE.
U'·, como bem disse o Pastor
Manoelino em teu maravilho
o ermo. Parabéns o manos
do Coral que é «sem sombra
de dúvidas o maior e melhor
f?rupo vocal rcli:ziow de nona
comunidade e região Para
bens Pastor Jeremias e Avan
te na Luta Pelo Evungelho
de Cristo.
Para
Meditar
Hoje. graças a Deus,
o coragem deste moço
idealist1-1, o lvaldo Perei
ra, seu jornal já é gran
de - É um cHárlo; Isto
basta para mostrar sua
tenacidade, seu valor, e
dizer isto, não ó lançar
confetis ao que vem
realisando, mas. ul'.irmur
a ve:-dade rdletidu no
espe1ho do tempo - Pro-
fessor Gnmuliol Stumpi.
Negócio de Ocasião
Vende-se uma Lonchonete
Bar Lanches Marcou
Avenida Calógerao 1317 • em frente a-
CAUSAS CÍVEIS gêncin de Fiat • Campo Gra.nde MS.
Advocacia perante o Tribunal de Jus- Possui: 2 Frizza, 1 Estufa p/ sal-
tira do Estado de Mato Groeso do Sul: Sus- DIREITO AGRARIO - INVENTIÍ.RIOS d A Ih
tço Oral: Elaboração _de Memoriais; A- gado, pare· agem de Sucos, Aparelha-
dvococlu E~pecinlizado; Contntos P,mnonen· FSCRITORIO - Rua 3 de Outn.bro gem p/ lanches, 1 TV, 1 assador de fran-
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Adalgisa da Silva Hery
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Campo €irando MS.
Ricardo Brandão
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Av. Brasil, 1595.. Caixa Postal 355
Tol. Cod. (067), 431-1470 (Eacr.),
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Cnu,n Civei1, Criminais, Trabnlhi11aa, Hegulari
zaçõe, dr terrus junto uo !nem.
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Lo.ranjeira • Porto llurtinho • Ms,
Elenice Pereira Carille
Dilene Miranda Carpes
ADVOGADAS
CIVEIS - CRIMINAIS
Rua 26 de Agosto, 360 - Fone 6U-l520
CAMPO GRANDE - 1115
( 1 do a . t .2 1
tl11C{ I' •
D!! 10 H AI
TRIBUNA DA FRONTEIRA
Oir 111r - ll1 •at r •• <.I ol . l••I • J',-i,,ra
ll ,1 , r,r. IL.ih H r " ,
llLPAHI li '!O< OM! llt 1 l
Chi !e; Alvro Pereira
Daria! Conde
OFLCI: <;
Chef,•: Gilum :-,d-;,, t:hnto
lon Pereira de ::-oun.
Redação Administração e 0fins: Kua
Uuquc de Caxias +/ bela ia Ms C. P.23
.P(,Bl ICTUA OE
la página 7000 por em de «oluna
Uilimn Pgina 60,0u por ( ,u ,le colun~
P:'.lgioa, Jntaru1:u :.,0,00 por m de coluu
A S S T N A T l
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H A S
Bela Vista, [anal)
Serne•tral
Demais Municipios
Número rio úia
Núrnaro1 utrnz.ndos
Cr$ 600,00
4110,0'.l
Cr 7G0.l)(J
5.00
i.oo
M' ,ca rasil ira
fr ÇI
,.
,ra!
( o : li
leira s ,
a paricip iça4o de
los do ln lÍllllo, .
tio l'lnunlto ~ " ,!., < oru,, ,
tor lo Los' ardi. Cal
na série anterior realizasd
no ano pa ado e dedicad
eu grande [arte to+ir4
folclórica e popular· al, as
intérpretes brasileiros pat
ciparam ao vo ou tema tra
vações, «ntre eles a ptnlut
., 1111 l Sl<"ll Schte. E •li.
passagem pelos Ftdos Ln,
dos antes de regressar ar
anil, Anna Ste!la chi r
lizará lgamas Master.cls
a convite do lew Engl
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Grou o, por tropas armslas Poliel
[Htr, at tu a continuidade do si te-
• 6todo de for, e as ieliaç0
do governador H. rry Amorim eu
Secretário de Segurança, e o há
just!ftcntius nen atenuantes aceitá-
vel pt se povo 1 to rlt .,,,o! nc! .
l.xerwvels e v,eilnt , as rota
de/culpas oficial sequer merece! ouvi
dos pols ns forças policiais, por lnncrc
ditável ··colncídfnei ', surgir, na Lnf
v rsldaclt: com• por 1,J .. auto, qunt'le!•
etudnte», pro!e+seres e funclonrles
pacificamente estivam reunidos para
decidirem sobrs um reivindicação se
quulqucir oouotnçUo uoUUc11.
O Depuf!ldo Scrgio Cruz crllloou
os oxceseos comefldo1 por po~cadorês
lrrosporrnavcis o prcdudoros r> condenou,
tamMm, n atitude do órgãu fl!1cullzo,dor,
o lNA 18, a quem acusou de se exceder
froquentemeate tirando inclusive o ga
nha - pão de pt,scudores cooperntlvndos
quo têm na pesca seu único meio de
vida.
Explicou o líder oposiolonistu que
"os predadores devem ser punidos com
Escritório Central
de José de Arruda Pinto
Contabilidade em Geral
Aberturas e encerramento de firmas,
Contratos, Distratos, Declarações de Imposto
de Rendn, Pecuâria, Agricultura, Preencbi.
meu10 de nutorlzação p/ dirigir ,•elculo, e
demais serviços afins.
Rua: Antonio Maria
Coelho, no 350
Bela Vista - MS.
"OBS: Antiga Ruidêocfo. do Sr. José A-.eli
no e Silva"
OFI
s ta
rfa de
no mo
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d
da
ato de
pulio
pon elas,
nfo podem
co Q & 'fl
da Ju 11e
que r mon
agora e bor t ',
cem o aval do e as
Depululo ~ .
Lid r do Ml>U
todo rigor, nas também o órgão fiscal!-
2.ndor deve obriga tórll'I rnenlu nr,lonu r
crHério111 nc ri dos qua xiio prejudiquem
a lnooool.eti."
O Depuln<lo ouviu g, deuúacla de
uma comissão de pescadores d Coxlm,
quo acusaram o INAMB de tor promovi
do urn verdadeiro CtHOl'IVLJl do nprorr11õtri
coulra µcscadore11 coopornlivados daquo
la região o que vivem exolualvam nte
da poecu.
Convênio Beneficiará mais
dez Prefeituras
Sob o titulo acimn, o "Conelo do
Estado", nu edição 07. 03 • 70, noticia
que cerca de 41 municípios foram beao
ficiados, com au.xíllo para reparos cm
pontes e estrada&, eavolvendo recurflos,
de ordem de 20 (vinte) milhões de cru
zeiros, divididos cm ootas, de acôrdo
com a necessidade de cada região.
Oxalá, ebegull n vez do nosso
muaicíplo firmar também tal coovÇtoio,
pois c.s nossas Estradal! Rstaduols: Bela
Vi.sta - Curacól; Bela Vistn-Pontn Porã,
praUoumente jlí ncnbaro.m.
JE OO(IDlf [L
de João Freire de Üliveira 1
Ambiento Seloto
Antonio João
Refelçlie Caseira O seu lar em Antonio João O Hotel dn Fronteira. Hospede-ae no Jeane Hotel e int-se
em sua Casa. Padrão de qualidade
Rua Amambai com Bela Vista
Mato Grosso do S.ul
O sonho tornou-se Realidade
,gora em Bela Vista, Existe umu Ghurrascnria onde você nod,ará levar sua
esposa, seus filhos. seus amigos o scn!ir-so l'Dalmento ein sua própria casa
Aquele algo mais em Churrascaria
- tHHZ!O COMPLETO
Fua Duawo_de Sal A o lado@aias_o_Estadual) ela Ys!a '
( Equtoe TF }
r l
IH'I p JuH, '
"Quuur!oouco t1l'll' fl,;;•r'
1 1 e r .rt ''º o r J •
'jotnl Independente. zf»ta)
(J!ur,i; J-Jllot, drom<ilJrgo
O TlLllALIIO eósmlca de
to trabalho é uma formo genero
a,rvlr Deus e aprimoriT o J•lt' (>
,. ! <] o· (1 l10U1f'lll. • '
inda no ter!!"%' sais ftc:ltr1l• nu
ao lado dc on1.<; 'J,
0
' to eouqul ,ltl
tidoto contra o mal, poqu"} Espirito
1 ( .. t•·ulúvL'll' corn <JUl ,
vu[o1 II«MiU' a l' tlhC tpllna a
corrige s imperfeições
voutouc.
M!ALII;ENCHAS .
• • 11 1 q e r1re-.unço1:A, crilú•
{' i11 l l' Í " IIH V il l uc o. 1 édl'O lll·
.., , t despeito e descre + ',
11l11s I bo
1
1 Oll,
1
. uentos tiepri
ui«etugão e medo, 1",,,, e sitie
mentes e tentações nl
tnm durante us horas vazlas...
EXl:-iTE
"1Jrloc1.1·· rle trnbulhur,
mull11 gc:ntc quo 1111ca
de comunicar, de ]ministrar, de pul '
<lo UIIJOI', PIC', ele. S!'.c1 poSHOHS (]~O
ensm qu estdo trabalhando. q0n40
iia i·culitllldc l'Filfl.o ntrnpulhnndo. Não !i O
deVL' brlr,c11r com o trabalho •••
O THABiLHO
se nllcerça nas Lets de Amor que regem
o unlVPl'SC',
Trnbullrn o verme no solo,
homem n! trrra e o pai Ufl galáxias.
A vida é um hino à dlnftmica do traba
0
-
lllo. N!:io ll(l em a natureza o óelo. .
aparente- repouso ds coisu traduz, a
pobreza dos sentldoR lrnmnnos. A vldu
86
ngitu Clm tudo a parte. O movimento
é lei uulver:ml, em tudo prnseute.
'
AGORA ,
l n(
rróc'o de utlvogflt!P col.lror d1vl-
e e ,.., ' , 1 om mcmó-
d
, "ol"uem·· por u, ao u r
a, .' ser que já se esqueceu do
rln cur o• "' u D J 1
d dvogodo jardinense r. • oe bUll
#k, Pen6? @s tamtem roer4;
mos entrevtsta-lo. Conhocemos uma 'bel%
1111,tórla, ele ruobll.lO no contou. ~oder, ~
mos tambem entrevistar o Dr. Kzio
Loureiro Pluheiro, clr. podo, la r u I a r
mullu colrn ...
MAS, ACONTECE . .
que oó primnmos polo respeito, p11~u
cldRde e diretos lndlvtduuls dos cldadao.
E quanta coisa, meu Dous. nós sabemos
Até assinatura do jornal (quando era
o 3 00 por mês) "alguem" deu Canseira,
como bem o diz o nosso a'.!!lgo Osvaldo.
Mas, vamos em frente...
PARA QUE 1dds" e
não surillm ml!is ''mal enten I o~ , .
clleguem' a dizer que montamos a nossa
gráfica com dioheil'o de algum partido
politico, publicams abaixo uma relesa9
de noi-sos assmnates Ou1 o, que_ col,1 bo
raram Expontaneamenle (e estao colu
búraodo) para Aumentar o nosso Parque
Gráfico, e nós, em troca, demos-_lhes
assinaturas perpétuas (de pr..i para ftlho)
e estamos cumprindo a risca as nossas
obrigações. O nosso potencial ~e. En~l
vlda!JH>nto, tambem é de 90%. D11tcul_da
des? Lógico. 1,,to é comum em negócios.
Mus é bom nunca se esquecer: Rela Vista,
Na 'Região, é o único município que
possui um jornal Diário. E se Deus
qulsn, brevementa passaremos a "off
s~tt" Quer Vivlir Verá ... Nós Gostamos
do. Luta.
NOSSOS ASSINANTE$ OURO
Tales Mascarenhas
José S. da e. Marques
A VIDA
de nossa empresa tem sido uma vida de
utus dt:J multo trabc1lbo. Nós adotumo!:I
o tr~balbo como um1:1 forma dfl oraçl:io.
Belo Vista é una cidade pequena, mas
com um coração imenso. O seu P?'O é
nm povo bom. Agora que o nosso Jornal
passou à Diário, upó,; 7 anos de cir-cula
çüo ininterrupta como serounário. é ~o~
que se faça um retro!tpecto 1/o l01c~o
Imprimíamos o jornnl em Ponta Poru,
na gráfica Correio do Povo, depois pas
samos a Imprimi-lo em Aquluanana, no
jornal O Puntaneiro. Foram anos dHicels,
de muito t r a b a I h o, sacriflclos,
ruas ... o Supremo Arquiteto nuncn nos
Abandonou. O nosso grande amigo Lulz
Carlos Nazuret, na época gerente do
Banco do Brasil. ofereceu-nos a oportu
nidade de adquirir a nossa gráfica. Após
alguu!- meses de "diálogo" ele acreditou
na gente "' em Julho de 1974, inaugura
mos as oficinas impressorall da querida
TF. ouem acompanha a trajetória do
jorou1 deve se lerr.brar que o nosso
Editor Chefo, nu époco, já prometia urn
Diátfo. Ai está em cul'tas palavrns, a
''pequena história de um jornal v<:>nce
dor".
emana Pasada
Jemo um livro, (ele passou de mllo
em mão na {edição) do escritor Jac
ques Delnrue, a hJstória do Nazismo. Por
Jign.rmos alguns fatos, do 1a7.1smo. ol.
gnuns métodos, e anazando as personali
dades doentins doa ruPn~broR do Hl
RElCH, que ficamos IPmero~os. Ser~ que
os adeptos da Raça Pura ainda teim"")
em sobreviver? Sim, leitor amigo, ex1s
tem os adertos, f<lmpa1iz:1ntes e pral1coo
tes. O NazlR100 não foi extetm1nado. O
perfil do Nazista: Primeiramente, ele é
Rucistfl. Depois os einais que os denun
ciam são us secruinte!I: Arrcl!am-sc o
Monopolio da vefctatle, são Boldos de
ModéRtio. e Humildade; São Prepotentes,
Mentirosos, Amorais, Falam em Amor
e Justiça e praticam o Ódio e Iniquida
de.
Pródigos em louvorPs pr,ssoaia
exagerados a demonstrarew, como fru
to mau, a árvore de que procedem.
.'inda voltaremos oo 2saunto ...
Policia presta
Bela Vista, 12 de março do 1979.
Ilmo. Sr.
J ornalistu lvaldo Pereira
DO. Diretor da ··Tribuna da Fron
teira"
Nesta
Senhor Diretor
JUSTIÇA SEJA FEITA A "Tribuna da Fro!!.teira'', edição
Um amigo de f(,. filho de famllia do dia 9 do corrente, inseriu na su:1
tradicional de Bela Vi;;ta, nos eontou que primeira página a nota "Polícia não co
uo último dc,ruingo o senhor Oscar Rc- 11borou no CHSO Loubet" levando-nos a
drigues de rraujo, em entrevista à ZP- vir à presença c.!e V. S. oferecer o 130·
23 citou " um fato ligado o nos;;o Edi- guinte esclarecimento:
tor- e este fat'.' dizia re<;peito à dh·ida ". 1° - que, a Polícia. através do Sr
O nosso bom Amigo Oscar, espírita con- Mário LoubAt, irmtlu da inditosa vítima,
victo, teósofo, ee.tud!o<:o das ciências tornou conhecimento do desaparecimento
ocultas, e companheiro de bate papos desta após 24 horas desse evento;
do E±i!2r (ares?i!o destes suntcs) é 2o -que, embora fosse nc:te de
um homem bom, simples a às vezes in- sexta-feira quando lhe fora comunicado
genuo, Muitas vezes nosso bom migo o desaparecimento, imedi9tamente o si
Oscar foi miado, lesado em sua boa fé. gnatário, que é o titular da Delegacia,
No caso desta entrevista, o nosso bom dt> Polícia, tom1,u as necessárias provi
amigo Côc:ir esqueceu de dizer que u dêncin!:', fazendo seguir em ueligência
citada conta era conta da Empresa e para as cidades de Antonio João e Ma
que o Editor se responsubtlizou pel mes- rucajú, o investigador Francisco Carva.
ma. Esqueceu de dizer tambe!ll, que lo- lho, ainda, cornuiiicando-se com as suas
dos os seus negócios são entregues a cungêneres daR dPmais cidades por onde
um procurador e este é advogado. Isto p"dr-sse transitar o veiculo e o seu oro-
devido BS suas viagens e a uma certa pLtetário desaparecido; •
comodidade que ele bem o merece. Es- 3º. que, não cessnm um momento
queceu de dizer tambem o bom amigo siquer as d1ligéncias policiais, mantendo
Oscar que esta coutd impcl'tavu em se em perma:iente contact
1
) com as nu-
25.000,00,e que já foram pagos 16.000,00 tras {u eai; que se encontravam enguja
iaclusive estamos pagando Juros. O nos- das nas dlligênci&s e, em permanenLe
so bom amigo Oscar. o homem que con- vigílância, estas sempre de caracter si
ffau em nós, no princípio, não foi o Pai gi:osc:J.t-, com vistas à descobertas dos
b r
ua:
1 111@'
Hello
::-,,drH Y nb a
Ke to Lo Pinheiro
Araci Mend Goçlv+
Mário Hattlane
Amauri Matereha
Pedro PnJ•nll'l'iJ
,José Lour, iro.
Jo..,(• (.;orneiro ,Jur lor
Oct1.wio L d(• .ltncld.t
p~go Loureiro du .lnwtllu
Oscar Araujo
Audrf> Tadf·U Oeumpos
Justo Tdeu Paiva
,Je.r·ialo Mirunrln.
Atangzlo M I»
Joias Pinheiro (Bouito)
Jvo V&.raur- (Bo::iíto)
!varo ~rascarcrnhnf-
Jofio 1ai;cann1Jutl (Jonlim)
fatos nos quais estava envolvido o
c!csararecimento de Agencr;
40- que, na quinta-leira, dia n
dt>e.:te mês, recebeu ioformeção de que
havia sido localizado o corpo de uma
pessoa na fazenda "São (?eraldo", e di
rigia se para o local na vmtura da P:-1,
quando roí oferecido pelos Taxistas con
dução doe.: mesmos, aceitando-a, e ali
chegundo procedeu de acordo com as
norn..as legai~.
A Delegacia dispõe de uma viatu
ra, a qur..l Sl encontra ha roais de 20
rlias em reparo eru oficina desta cidade.
T~duvia. para, ni'io furtar ao eea dever,
notadamente. num caso da naturna do
ocorrido, requi!'lit0'J. a viatura da P:1,
empre~audo-a nas del1gênc-ius para a
elucidação da ocorrência, sob o perrna
nente trabalho do invei;;tigador F'ranci&
co Carvalho.
Assim, fica esclarecido a opinião
pública e oferecida a fa.nilia enlutada
cio sempre lembrado Agenor a, versão
do trabalho da Polícia, sempre vigi!ante,
apesar de contar com reduzido número
de elementos, par .. assegurar gar11ntia e
tranquUidade a todos os Belavistense ,
esperanrio contar com !:I. bo::i vontadt e
e c3lvborução de todos, de::::nei.ndo
todos os fatos duvidosos, principalmente,
contar com a lub.:iriosa classe àos
Taxistas.
Cordialmente
José Lour?irü,
Del. Polícia.
rr
,1
,1
,t t ' l 1-Jl"I 1 •lt •. ,
A Prir ra reri
(desa lei referre se a
da eidnde de sã, sal
de ·Ia primeira Hlaçio
Hrail, ordenado «e a
dana dos preso par
ca« forte, própria pura a
rurda e vigilância dos de.
r,nto, •
I721 Fundação da A.
demia Brasília dos Fqu.
idos em» alador
1739- O brigadeiro Io
sé da ila Pae toma pose
do eovrno do anta Uatorin 1
117-- Eleico da junt •
re-.olueionárÍl de Peramb ,
eorupo•la do pn lft• J,,;lu 1'
Peoa de Mel Montn, r,
p Domingos Teotónio, Jores j
Martins Pessoa: desembary •
dor Jo Luiz de Mendon; .
corc,nel lJll0tl Corn·iu d•·
Araujo e Domingos Jcsé Mar
tin-.
Prof. Stvph
Anuncio
Classificado
Ivan do ::--la,cimentn
Mais ma vez tenho que
f.,lor d., bda cidude de lfon •
to. Desta ·;ez !alarei do E•.
pMte e do• esporti<to• d1_ Ci.
<lade do Padra H. •,Jtdelr! '·
e falllrei em nome dns ale;:
e diretores do G. E. CLCl
de Bela Vi1w que j,,
garam e perderam de dois '
;';m parn o Club l,'ollio de B, •
nito, mn! chegaram botaod
Bonito nas altura•. Con:;0 '
bom falar bem. Dizia n rJp~
;!.iadn que tudo mn Bonito í-.
realrnent<'. bonito. ua- ru;.•
praças até das Igrejas os m
niaoP falarn:n. Que be:ez...
Mas o as-unto do rornt
(, o Prcfeiw clt Bonitv. u!w'
o mais jovem de IS •.
rnh cz do B r 11 s i I e o
enlunto de ama ,·j.Jo foro dv
comn.:n. Já dizia Zé do C
Antiguidade nem no qurtz
• velhice só aquela que re
peite a , outn1e ·ele , c:cN,r ••
jov<,m e pÜi! n d!!!po!Íç:io <l .P
te sua experiencia não ego' ••
ticn.
Seria bom que o po
lcmbras•c: de-te~ Lomen,. L !I
e maus, e de-se - lLe; a pag
nas época propriu das ele!ri
e como sei que o povo ;•oJ
ser pobre ma- nJo é b•,t~r
como muita gente pen-:1, I- •
aí €- au!': oclto one nJo d •,<'
moa • esquueer do lfome:>
de Borito que tornou aquel
cid de b_btt:.1, el e coerentr
com eu belo e sugestl
110::ne: BO:ITO ...

