• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº333_15_03_1979

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O preRente 110.nd11do de Sr.gurança,
Interposto com o caráter munifeHtamente
preventivo pelo Sr. PreMto MunlelpRl
de Jardim, busco obter, de!ldt> logo, me­
dida llmlnnr contra o Vereador Prealden­
te da Cíl.mera Munlclpul de Jardim, sob
o fundnmento das razõ~s e documAnlot1
apredeutudos.
A ameuça du qual se quer preca­
ver o lmpetrante, diante dos »tos e fa­
tos descritos, resultu clara e objetiva,
através da dooumentaçíio anexa.
Decorre, ainda, de i.,ugestão emo­
nad11 do 1'l'lbunnl de Contos do fütado
de Mato Grosso, consub!.'tanclada em o­
ficio, diante de Irregularidades por parte
da Prefeitura Municlp11J destA Município
uelxando de apreeentlr na Ior::!!a e no
tempo devido, sus contas anuais, rela­
tlvns aos exercícios de 1975 a l!J?S.
Etu•n lntervençiio, ndemule. procla­
mada na Constltuiçiio Retadual e Lei Or­
gO.nlca dos Munlciplos, é dr. rato de com­
petência da Cfimnra Munlc!pal, e se en­
contrn oorporifi<'nda 11a regra do Artl­
go 142 da primeira e 122 da úlllmn.
Tem ela um nitldo caráter repres­
i:tvo o 1,upetlvo, buscando regularizar
pendênclus, cessnuJo tiio logo ulc11nçnda
a medldn ubjetiv~da.
~º entanto, comprovadamente (
Impdrante, nn quiilldude de Prefeito
Muuieipal, fez chegar até ao Tribunal de
Contas do Falado de Mato Grosso ei;~ei:
bnl,10cetei; fl bulançl'R rP~ulnriznndo,
dest-a formo, n pPndêucln ruot1vndo1·u
du pretensão. contrh 11 qual qut>r i;c pr<>•
cavar, contas e,;,,as, ademuh,, abrm1gen­
do até mesmo u gestio anterior, <'O·
mo re soltou.
A Intervenção, poi;; assim colocnda
a pur de se con;.liuir um desngradávPl
ln<:ldenle r,n vida polltfco udmlnii,tmtlva
do !11unlclpfo e da estar atingindo a atunl
ndmlnlstrarllo, por atos da anti>cedente,
perde ogora a suu objetividde e viria
também a s~ constituir em um bis ia Idem
posto que fl.8 contus r<>clnmnrJns já fo­
ram upre.entodas e se encontram jlí. Plli
poder do mesmo Tribunal de Co11t•1i-.
Diante do exposto, com funda­
mento no artigo 7º. II da Lei 1633/51 e
7!l9 do C. P. C. , hei por bem deferir a
liminar requPrldn, para o fim de dt·ter­
mionr ao Sr. P!'PRidP.n to d1:1 rumara
Municipal de Jardim. que S(; obsteoha
de P,dar cumprimento ao dlaposto no
Artigo 122 de Lei Estadual nº 3.?701Gri,
Muito bem, vamot'> combater us
erosões' em ugumas pai tes do setor
urbano da nossa cidade Jardlnense,
oes er.iuo realmP01e num está~lo ndiun·
alo. O povo está aplaudindo fervorosa­
tnente us idl'!ías geniais do.: mandatários
do n, vo Estado gigante. Se todus as
rnctaa otimistas que foram traçadas atln•
~Irem o ponto c::lminante das realizações
não muito longe, teremos aqui. um ver­
•lade!ro J-nrdim. O povo espera que .º
logo continue que o querm nã > seJa
Pa•bngelra, p~is só assim conseguiremos
b:..alr nrssos inimigos. Vamos atacar os
Pl':lll.S vitalt1, acabemos imeúltstamentc
com oi- inlmlgcs do progresso, penetre­
m· s profunclam1:nte nas altas esferuR
urtrnlnl11trat1tvas ~ lentemos conquistar
con!hnça. Confiamos no progresso e
e,tnmos espl'raudo anslosamrntl' u vmdn
ds boas novos.
Afld: 2081.
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Po.-to Ít'~o, det,•1 mino ao ~urtórlo
que drpolq de O. R. A ri<ta:
1. Eoc,1rui'lhr-,e expedft•ntPli ao
Exmo. SL Govnruudo1· c!c Estado rte
Mnato Groso do !-ui e Pres!uente da
Câ•nurn Muolclp!Jl d., ,Ji,rclím. dnndo-Jhe!::
conta detilH deci~:10 liminar. ao primeiro.
por oficio e ao segundo por Mandate,
juntamente com 2 via apresentada
pelo lmprtrrnte r r"sprctlvtii; cópias
para que. d,, pos~e ,lt:'IU". 11,, prnzrJ df'
J(1 (rJez1 drns, pre,t,• ,11; lnfo
01naçõeb que
achar necesaru,
2. Depois, vistas no Dr. Prom,)te,;­
de Justiça d.1 Com ,na ou uo ,.-u
i;ubtistuto;
3. Por último, cumpridas PFt-as
(]n(erm1rr('ÕP!l, VC]te"'l•me C'0!1c!U· OS.
4. Cumpra e.
Jardim. 12/m1.trçotl979
.João C~rlcs Dr;..ndc& G:::rct;.
Ju!?. dt! Oirt!llo
Figueiró e# F:guirzi
103 CM{
BrRsllla • O futuro Ministros Jak
Soares, da Previdência Súciul, réct--beu
deputados da Bancada Sul.matogrossen­
Bt.: no Congre~so Nacional. .
Jaír Soares. quP tnmbPm é deputo­
do federal. após apres,·ntur linhus gf:rais
de sull ação no !'.!iuisLP-1 lo que irá ocu­
par no Govt:lmo Figullretlo, nfirmou que
irá prestigiar os dt--putud0!- ~ul rnrit1,gr0s­
senses em suas rciv!ndicaçÕl'B em favor
da populuçüo previdencilíria. bPm como
oará aos padumeutare:l o apolo pollticn
em sua área de inflé ia pura um me­
l:.: .>r eutrosaml'nto do~ órgãos :rglcnais
ligads o Mistério e o representantes
federuid de Mato urosso do Sul.
Após a exp'l!':lçii.o do :.linlf:tro Jnir
Soarl'B, que agradon sbremaneiru os
parlamentares presente,;, o Depulncio
Rubem Figueiró apre~entou 'h<' um p,tíorl
rlA rPivíndiuaçõr-,; no tocnnte n prPrnnça
mais ef tiva d, Preidônei± ocinl sobre­
tudo em seu Estado. Pediu Figueiró 1:
Crlaçil.o àC' Delegaclu Htgi<'nnl do lNA!IS
em Campo Grandt>; 2. lmplnnt1tç!io elo
NPS do sistema da livre ei::colha pqra
atendimento médico bot-phalur aos mu­
tuá1·ios. a fim evit.ar-sP o ··f, oomeno"
dne filas; 3 . melhor ntl nd:mento do
FUNHUHAL. a fim de que. pelo ~inelll11
da llvre escolha oi- médicos e odoutólo•
gos. uh·m du rêae hospitular, us;;ista
coovpnfentemente o emprPgado rural.
'Tabm apelou que ,Hja estendido ao
Pmprrg;irlor rural os beoeJicios do
FUNRDrüL.
Alnd!l quanto ao Fuorur..:.l. pédiu
n opel"ec
1l1n:.lll1.uçüo dos hospitais de
iinlema e Aquidauna, construidos há
:·proximr,m, nte- dC'ls, eno~. sem
funclenumento te hoje. d .Apoio, do
linls~drio no!- mu.ii<'ípi0s Rurais (aqueles.
<1-: p,ffcos ret:urE-os flnuncell'c>B e sem
um,i, rêdP bú~icu de o tfndimenl11 a
suúde do homem), :través de r.çüo
cooJunta com us Pref12itur11s para a
ifütalaçilo de sistemas de ussi,tência
rné,licu e ho,pilular a população rural.
jz/-do a·e+-i67o do ··- ioe da
ci, s s. cri i icsr
t,:.oalhadm· rural ara e bertura d?
riscos de acidenu-s de qushll!d ordt>m.
F:na!Tc:t3. slitu oput:&Figuci3.
o interesse do :1ir.lstro ,Joir Soara,: para
fi. lituaçào d. UNABEi, sugerindo que
em ~lato Grn;so do Sul suf! a:ui1çüo se
aa atrvés a s cetra de d ·enol1-
me,1to dos l".?Cur-;o, hU!D!UtOS. E.CI"tlSC'3itan­
do que a FUNABMI deve.ie ser um ór.
gü -cúul: ce ums.tena,atraso qual
p:·ogram1:tr1., e d1:::11bm r.:ir.11,so;; fiuuncei­
:?;.; e: h 1 ,;, no:, nar;-, que·,., l'h1l1.ldes OUE'
]a ,.tuam no trabalho do bem estar do
/n9servi'izem ccm esse apoio fe.
deruL
Algumas considero
finais encerrando e a apre+rn.
t•JçJo dr• fil6-nfo., ud!'pr,,~
O rtt'opl111nnii..uHi (- 1Jmn.
renova» do plutonfmnn, ori­
gluad da ú!tia fase p/ta
gorizute, qt ntra»a por
1 í-c-t1l1J, o 1J1•n· ·wH'nto ftlo• (,.
flrn cio Oddenr,· d1cg,,udo
ur{• a (•p ,..,, :1111 ,1
Como o limo artigo
por nú1 p11!Jlk,,rl" nn T. fron•
1.-irn ,l,· f, I ! 1 /10783rimos
opurtuni,itulr ,1,... t"SpLH1Ur.,
t.tdi:l <•nrrci11tt' de J1l(
1
iu
4 fllJê tem
ena.. ori;.:.1·11 .. uu ill1li;.:u A< u·
dem#a p!atonfca, qun to E­
preuipno e enóerates fundem
u irfl-ín pl.,1bnk:1 dn flE,I
com a idéin pitagóricn do UM,
rubordinutdo primciiro u Re.
guda.
, cnraot<'rl•tka ,lo llt'O•
platonismo «t ibuico ao
du suprema perfeição e
renwlidd, e derivação por
ordem descendente de todo
o c.xi-,terite.
:'IJ lntcru::oo dr Plntàn
o Plotino. i'-ft• cnn,idemrlo
com•• o maior , uho rio "co­
pla'cnimo, há uma zre de
Iil6-ofo,. qu e relaclonan
C'Om di,·cr<Uij corrente• do
penc:nme11to.
( orno ('XpreEF/iO rnprerna
do sincretismo religioso. o
nopltcrismo e desenvolve
E::10 quatro fases.
J.n u do nle;,:nnddnl,rto
romanl) (~ecl I. l I J) rom
Plotino,
2.o u fria (soe. IV e V)
com Jãmbliro, il qual perten •
cem Jullnno. o Apóstata. e
llipatia de iIexnndrin:
3.11 ,. ttfenleoEe (•t'C, V)
c-nm Prorl<>, ,·nm •eu< <ll•cl­
pu!rR Plu!llrt"<,. Du!!:!á,do e
Sirrr,Hrio, ,. n
-1.a J do, ueopl:i(õnicos
latloo,. relac!Ónadu• com o
t:r-loki•rnu. curu CulcfJio,
,1arréblo <! Bo(·cio.
) neno - platonismo !Dan.
18'l" luta a<•cf.a contra O e-ris ..
tianismo, mas ntravé« da»
obraa de Sunlo Ago•tinbn e
de EFcoto Eri(l!!t~na, t1P11t"troo
nu mfi,ti,·n. mf'd:c:-H1l nlé o
século X I 11. q,wndo a c,,r­
rente aristotélica conseguiu
Impor .-Fe.
Através da irlode média.
varo-: er a influência do
neoplatonismo na Academia
pbtõnic:1 d.? Florençz. na filo.
sona. natural de Giurdano
llruno e: nt. ;"'!.;1ti~mo rla c.:colo
ele CumhriJ,'.!e. E. no fi!o;ofia
modernJ r:o ideali,mo romiin­
tico de Schelling
NoF;a pr6xirr.11 publica­
ç.1,o com Plntino
o++a oferta anterior
ao, aluo» do 2o gr.íu de
unia lenbr:na para aquele
íJUc:- prim ... ir() nos mo:-:tr-.1r o
eu "Dsier" de ·tudnte,
com todo+ os nrtiros obre a
mnt,,rb que já ÍOrnU pu.blica­
<los, contJnu-: ~· nó.
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Tribuna da Fronte ira
( Fuadodo o 20/V72 )
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CGC-M F 03.?0l266100Ul·90
lnsc, Est. !30592313
Diretora Propriet.ário •
;lnrin E,tela V. Pereira
TRIBUNA DA FRONTEIRA
Diretor - Rcclotor - Chefe: !Ynlclo Pneirn
R~doror: ltolo Uorioli
DEPA KTAMENTO COMERCIAL
Chefe: Alvaro Pereira
Dorivnl Conde
OFIClNAS
Chefe: Gihon ilvn Santos Pereira
llson Roberto de ouzn
Rednção Adminis1raçilo " Oficin1u: Ruo
Duque de Caxias /n Bel Vista M. Cx. P, 23
PUBLICIDA OE
l-n pá~inn 70,00 por cm de coluna
Ultimo Pógina 60,0U por cm de caiu nn
Pó.gina1 Internas 30,00 por cm de coluna
ASSINATURA
Bela Visto, (nnunl)
emeslral
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Número rio dia
Números Utrosodo•
CrS 600,00
4fl0,00
CrS 700,00
4,U0
5,00
e Política
cho e tulo 3 é logo lá...
..J sei é lo lá, que estes burros
destes sapos vão trocar de roupa qun,
do acabam de tomar banho nestas lagos
podres desta cidade to boa pru nós
blchcs, mas que o« homens tão tornndo
um inferno com +ens carro peat ns
buraco e tornando os buracões, como
este dos elefantes arima e outros que
infelismente, não tom:mos conhecimento
ainda mas que tenho certeza existe os '
milhurtJE por estas h•rnda~ •
-- Se aquela molrcada l de nhar
fosse viva nflo jognvn pedra em nóspc!R
somos nós que llmpamos o campo puu 1
eles caçar passarinhos ou jogar futebol
sem que um dia se desru nse.
Pois é, mas Isto vai cnbar pvi
o gc,verno tá dando duro noa homeDR '111
prefeitura parn limpar e tapnr tudo quan-
to é buraco e mais hoje mais amaubl mi
chegar um metido a engenheiro e quern.l
calçar ruu ,fazer eFgotos , roçar o malv ~ r
qut-lmar o capim cuplnado e, pergunto ,
1
I
onde é que nós vamos morar?
- Não se prPocupe Isto vnl demorrr '
multo ainda noso netos talvez não alcan,
cem ete mau tempo ... futuro.
Escritório Central
de José de Arruda Pinto
Contabllldade em Gero!
Aberturas e encerramento de firma,.
Coatrotos, Distrato•, Ueclnraçõe1 de lmpo,to
de Hen<la, Pecuãriu, Agricultara, Preechi-
meto de autorização p/ dirigir vículos e ?
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Rua: Antonio Maria
Coelho, no 350
Bela Vista - MS.
"OBS: Antiga Residncla do Sr. José Aeil- [
no e Silva"
FIQUE DO LADO DO MAIS FORTE
FILIAIS EM:
ESCRITÓRIO DE VENDAS· .
N""" " "" " " ""
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Amambai,
Agora
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em Bel11. Vista, Existe um Churrascaria onde v •
seus filhos. seus amigos e sentir-se rei, 'Se poderá
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__________ _(Ao 1ado do
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vreta "Euterp-" o ·') f de Julho" tn­
do como c<,n<lulor e cor,,;::lin·1n> J:>se
Alexandre Cereito Lew. depois Viscon­
de de ão aivadvr dos C»1p+.
Ret.!re-;iaran; ao f'tlfl•i do 1lio d
0
Janeiro n 'Ia 30 de tbe daquele
,,no. O e .s>Jinl'nto tlnh, ~•ct1, CPli>hr:::do
l m "tipo! •i;, m :m de :.1 iu t- '! ; .. OC'l 1-
dor repr=suado pelo prlcp' e
usa.
l/J51 • ~l,1rllo Afon~o de Souzu pai:­
+a ptoeuruço à <u,mnll, r Án, Pimen­
tal, para adt1trar ses e g0cios, h·
clusive os rlat{vos s suas cepitan!s
oo Brasil.
lG02. Cart:.i rfg'la c.,;:rdeud« .
('ilmura d..- S. Luz <10 lul'hnl.lfio () prl­
vil, glo Ja C'ftrn,. r11 ,111 !'ort ,. "Os cid,1·
clãm! equiparados ::ios municípios ~o
Porto eron, co11sld r,,dns 11<,brei.; e assim
podiam puss11r proc11r:;çãn de !>' óprío
punho: e ok membros da C'úma1 a pt•diam
sentar · se em cadeira de espaldar al!o,
nilo (-Stando o sr.cram(•nto ex1,ost0.
1700 Estabelecido Rgimnto para
u8 minas de oUl'o, rlodo em S. Ptlulo
p~lo goveroador o cuµilão geot'rul úu
Hepartiçllo Sul. Arlul' de . á e Meneses.
1861 . O chefe .te e;;qu;,drr1 Jo:iquh
José Inclo, vcotd d lt.h::.úmc, le,m::
posse do carg0 de füobt; G dn .l1arll,ho1.
1032 - É'ista L:z:do sol ·t+
cteml,;sfío da cbdaturu (.e P. J:ci.i do :.w
de J ti o Piro:
(Colabcraç.in Jo Pr, f. ~tumpf)
ocrento
Pe-rdido
,To.·, • 11 C(H•,tJCl
Xavier exarou os 'o
curn,,:•l(., d 1 : ·nl •
:,·1·• "(lJ,,n·ol { Ll {.)í
1
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•,~. - ;rin YJll - l>J-í9 - N.o 3-l ..
la ... ---
Por Nancy
J.NTAl-l fE:lTJVO
Na Iteunto Festiva do Rotary Club nu
remana pp, rel«trei elentes dms.
0dila Salmente, w Srw Barra que esnobava
11
111 .-hiquénimo vcstirln prdo. Nclrr. 11u•J
cxíbi11 11111 longo tiuqucrn. Tnrnb~rn por 1(1
c,p1urnma111lo •imputln a K/,tiu, que por
nal está fellefssim espetando eu +egundo
hahy
N/:WlMENTOS
No»wo prabens o br Freitas o po
pela "ched" de um zaroto,
MUITO
feliz thmhéuo o cnsnl Torron ,. ~ru. e. m o
111ucime11to de uinh um menino.
QU EII
vetir.e bem'? Nlo hekite em chegar até na
Dotique Charme e lá comprove que t
ela pos+ul artigos finíssimos par enhorus,
senhurhn•, uvalheiros e crianças.
ALMOÇO
Dia desses ulmoçando no Meu Huncho, vi
u Suzuki (do Junllml e ulgun amigos.
Onttm, rcglFtrd oluwçondu por ló o Vice
Prefeito de Jur<lim CO!ll vários amigos.
ANIVEHS,HlOS
8/3 Comemorou ncsrn cllo seus 14 nninhos a
mP.nion N(11li11 Mnrçollll.
14 Nat dourotüoJulinho Murano
4 Nesse dia foi organizado pela Eley um
nlinoço rnrprc►u para romcmorar n.11I, um
1L11n de vidn dn t..:0111rcbu. l'rcRt,Dle6 no a·
co1,leclruomo,ut Pu,mtliu•: V,•ln~~u.cz e t'rrdru.
Após o lmoço fui ervida deliciou torta.
11:l Fe,tcjurum /unto• o uniHn!(lrlo d_o Sr.
Mneco e as o n• ,le prura do cu•al Got'lh
e Domina. A festa conteceu nn bouilu
1111111900 do cal Manco- 'ice.
12 Elicl~ nc,;e dio, completou mal, um 0110
do vldu.
OOTI AS
poro orlonçu•, bljouterlcu de fins qualldades
ó a Boutique Chnrme te m p r a oce. Ao
rn com novo cnclercço: Huo Conde ele
Porto ,lt•grr, 35 Uclu Vi•to ~IS.
'CORTESIA DO ARMAZENS GERAIS UNIÃO AGRICOLA
l'AIIA
muilu gente que ainda não sabe a origem do
,no lntcrnnclonul <ln Crloaçu, oqui vui um
pequeno relrospéc10.
Instrui o menino uo caminho em qu~ del'e
nnrlor e ulÓ quondo envelhecer nilo Ee de~ -
virá dele, (prov, 22:6)
Agltum-se os meios polltlcos em
torno da escolha dos ocupuutes da cú­
pula admlnlslrnllvu do novo governo,
dando a lmpressao ele que es~u ei;colha
influirá declslvameut... uu eoluçllo dos
problemas na clonais. A enum ~ração duti
eredenoluis doR escolhidos, ou dm; apon­
tados como tais, revela as ru ízes dessa
Impressão ou os luterestce .. que a defen­
dem.
Em face das Incisivas declur~ções
do futuro Presidente, deve-se e, mais
que ls~o. porlP-se esperar rlestucaclo in­
crem1:1nto às &tlviclade,; agríc)las. Entre­
tanto, uão convém esperar demais, em­
bora se deva esperar b11stante, ao menos
na medida das necesslC:ades e <ie recur­
sos potenclalR, A defasagem em que se en­
contram todos OR setores da produç!l.o
só será sensívi>lmente anulada utrnvPs
de grandes esforços cojugados.
É iteresunte notr que lodo o mundo
t-ntende de agricultura, conquanto nüo
disponha muitos vezes nem de oopilul
purn empatar. Tudos os outros campos
r!e e.tividade ~ão regul .. meutPdos e muis
ou menos respeitudos, llti vendo conselhos
acionars e conselhos regionais pura su­
permt.-nder " füculizar o exercício da
profissão em todos eles. Entreta ato, a
:..gwmltura é exerrlda em campo aber­
to, sem quufi;qul'r restrlÇÕ!'f.-, sem encar­
regados ou assistentes técnicos repon­
,;á_vels. Não fossem os ~ervlços técnicot1
oficiais, tudo andaria à matrona.
. Pat·ece que o futuro preslrlt1nte
sentiu o problema da produção em toda
a sua lmport1loch1 e complexidade, ten­
clo sent!do !gualm<>nte u necessidade ina­
diável de enfrentá-lo " re1;olvê-lo. Não
pure.ce, por 01.tro lt:c!o, que tenclom•
.,•ora em 1eu novo tndereçn u ílr uclque
harme tem grande variedade de roupa'
tnfad»s, falda' e ute mosquiteiro- dr br,"
Voc'que está preparando v enxoval do bab
íuça u111u vi,itu 1) Uouttqu,- Ghurrne.
C"<-C'i<J
Tem sido feita muita propaganda em torno
do Aau lnternoc111nal da Criunça, UJWl npe­
+ar de toda essa divulgação, muita genie
aindu e·tá sem saber por que foi criado e-lc
Ano. Elt· w,s,·,·11 111,a,{•. cl11 H<:-,,luçüo
31/169 d Am·mbléia Geral d1H :açüe_.;
Unidas, em 1976, t n l o c o m i principal o bj e
ttvo lel'llr os puh,·• 11 uma rni-:in do., pro­
"rlllllllt em dejcuvulvlm1:ntu, u fim de pro­
nover o bllm·r>tar ria, criança• e •en,ihili­
zar as autoridades e o público obre as
necessidades espeluis das crlanas. Visa o
Ano lnternncionnl dn Crin11çu criar prn~rn­
mus que objetivem. mediei'.'ª /irútkus cm be­
neffcio dos pequeninos. o rnnl de 1979 n
Declornçno dos [l]reltoH du Criíln~a co,npl,...
tará 20 unos. E•bo <lerlaraç!lo rm por {1114-
lidude dar direito• ôs criança,, ,1,,,de o no•
mP e umn nucioonlitlncJo uté o til' criar Fe
um nrnhirnle do compree,1efio, toleráaciu.
nmizade entre a. pe,sous, paz o fraternidade
univcr.al.
DEl:)()00
Colocando de Indo o futor purnmentf' eco•
nómfco, o Ano Iteraionrl da rança e+tl
levando diversas áreas a se voltarem mi
para perfeita formação infantil. Entre .a
rinipai- direitos da ciança ta o Mzr,
a a 0N' exige no tnln11110 12 mc1rn1
quadrados por hbitan:e.
a
BOüTIQ E
Clrarnrt' uma pulflHinlu1 Hmpre ~m niuln
t' com rnuit11 nuviduc..- p.,ra ,occ H'r e
escolher Hnu Conde de Porto Alegre 7
fül.1 Ví•tn i.!S.
Todas as emissoras de televisão e»tão p0·
gramando atividades especiais para as crun·
ças, Ae editoras r,tllo looçnn<Ío lhro• de
contos infantis. Como parte das comemora­
çõ2s, o SEC promoverá entre artistas, nu
co11t·ur,o d<" um rarlnZ qur ,rrá miliz:,do
cow,, ,!wbolo da programuço,
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r.omprometAr seu governo com glgnoll s­
oas progrnmuções, muito do ogrndo e
c o n v e n i ê n e i n d u s empre-
~a~ multior.cfnnals, porém E:ntendu
ser mais útil o ltJvantamento econômico
social de reator porcentagem da popu­
la çüo e mu!s proveitoPu a lntegrbção
de vai:tas áre1::s produtoras, no avanço
do desenvolvimento nacional. A grande
potência, e pul verdadeiramente forte,
há de ser formado por menores regiões
aproveitáveis, mos despo vc,ada . e me­
nores áreas superpovoadns; ao mesmo
tempo, há de contar com menos nrqui­
mlllonArlos e menos mlserâvels.
abe,se que a mentalidade formn­
da e dominante das forças armadas não
admite dlscrepenclas e injustlçaP em
suas unidades e nos seu graus hleró.r­
qulcos. Essa form~ção há de exercl'r
decisiva lnlluência na governonça do
futuro presidente, envolvendoo igualmen
te os integrantes de seus muiR diretos
uuxll!ares e colabororlores. E isto íem
de implicar, obrigatoriamente, a promo­
ção dos meios de abnstecimento e d':'
subsistência elo camadas sociais menos
favorecidos.. como, aliás. ~c0ntPce no
seio dos forças armadas. abP o novo
presidPntP que o toque de rancho é
ouvido em todos os !ores do País.
Já está formado o futuro ministé­
rio, tendo sido todas as pasta!" confia!!•
do!" n profissionais ou Utuludos do r11wo,
P.HJnOR o dn agrlculturn, sob a alega­
ção de que Isso nilo é necessário. Em­
bora exl"lnm b~m mais df' 15 mil ogro­
nomos dlplomndoR no Puís rientre
o qua!s trc-ze já foram rr:!o!Jlros b
vinte e três fcrnm secretários da ngrl­
cultura :.<ó no Estado de SüG I·aulo uão
foi passivei, infelizmente, encontrar-se
um pom compor o novo ministdrlo. Ain­
da falta o preenchimento de postos do
seguudo escalão.
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Delarue e podemos vcrl­
Hcur ali que 1:1indu e>..ís­
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fanático do nazismo ou
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O Brasil é lldo por
todos, pelo seu lnterela­
cionameoto racial e
pela vontade de seu po­
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olhar crt-do, rnça ou ou­
tra quulqun maneira
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O Cardeal Villot
morre aos 7 3 anos
C:IDAOE DO VATICANO - Oca­
deu! fruncl'>s Jean Villot, secretár' f
Estudc da Surta é, morreu os >," 1e
J ... -.:_ unnc:
em seu 11partumento nc Va tirano. o oi'
t- voz da Santa 6, padre Roma {
i u· dº ' • n
e ro 1, Is-e que o cardeal tere
"bronccpoeomonia dupl:J com áuml a
cor pll - ·• • ll.! v r a.,
o .,CbÇOPs .e que sen estad
agravou sub1tamentl- às rn hor>1s
O
fie
O cardeal Vllot pedira que
O 1
- , __
da Pol:clini.::.i Gem, Ili , d tn ai:::-;em
t
• cn e estuv in
ernado d :;d segunc!t1 - feira -
V11t!c 100. Teólrgo hbernJ Vill t _paro
0
vezes apoiou os que que.' oiversas
zor e rt'iormar H '"rt>j·i Er-·"lu UJodetni­
da lereis croncá i,"3rezo
Este@o em trd- Do:uiiea,"taro ae
!!ando - se dos assuntos ' encarre­
ternueicnais em dua",deiésticos in.
passado,_pós a morte ,},, """Os Do ano
VI e João Pulo I. Papas Paulo
O Hrasll só exige
d os seus filhos ou Cds­
queler, que fazem desta
le-rra sua st>gunda Pátr:a
que prflliquem o traba·
lho como rl'Jlgião e o
Amor como fé e até
mesmo tais exigenas
súo feitas de ma nefre a
deixar o Homem livre
com seu :'D.!us e PUU
co:11<ciEncia.
Delarua rm seu li­
vro faz umn auálisP dos
!Pnomenos decorren!e9
do nazismo e mostra
que todos ão ou prott­
cam a prepotencla ser!!o
julgados pela história
como traidorc•s de coos•
cienciaR e ladrões ~.'.l
boa fé alheia.
As pessoas que usan·
do dP. velculos de iorrr•
mação pública, e o que
é plor, vnlendo - se Co
ctinheíro público; já qu~
c·s l!CJntribuintes da pio·
gramação de rádios.
jornis e telavi-ão (9m"
cí..intes) e,blêm os sE.u-;
lucros através do povo
que compra ou gas:a ª"
mercad orlas ou servi<'º~
deste@ estabelecimentos
que de,lam, por pagE1',
exigir o mínimo de rs
pelto ao clleotP. que D
fundo é, realmente quel11
paga, para que deterinl·
ne.das pe'lsoas esqueçar. .,.
que s·omos responaávt!'
pela formacio e informd
cão do publico e nu""
devemog drL-:ar nos•
10
paixõPs ou tendenc
I

10
egocêntricas e dil81~­
rials falar ma.is alto P
111
~
nos tornareos meio~ ~
não fim para o que no;
propomos fazer qt e
9
,
)D formar jamuis defora,ar cl•
informzçõee como e s PP,
ma pudesse ,cr coníei'tad•
gual bolo crú com boi!9"
derreço a exteral de h",,
Igual aquele ditado poP,
que diz: Lfndo por íonr e P
dr-e por dentro· r'
Assim o Nazismo ,,.
adeptos dele até que cocb,
±s itera±reate em%,4»
lino de Delorne "A
1
rio Nazismo".
r
l
1 e
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Ili
ro.
Sch
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P,
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