TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº340_24_03_1979 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº340_24_03_1979Número da edição340Data de publicação24 de março de 1979Número de páginas6GeoCoordenada -22.11999383809455 , -56.5142605188406 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº340_24_03_1979 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Diário egional ------------ CIRCULA e Mel i.t - Auto- io doto Porto - Maninho- Jr dim - Guf Lo da Laguna - Eo. rito. Nioaque. Ponta Perl Campo Grande. • Dando continuidade ao eu pluno de PXpantiüo, o Banco Flnanclol de Mn. lo Grosso • o banco qu0 ounhece a nos- 8a terra - louugurou ontem u Rua agên cia em !!OSPU ctdude, com a presença do vloe-preRldente Itullvlo Coelho, 'do dlre tor superintendente Ludio Martins Coelho membroR da dlrntorln, gerentes de ugên clus, uutoridades civis e mllltHl'el! e cen teuos de pessoas. O senhor Denis Peixo to Ferrão, relações públicas do Bnnoo Financial, convidou o vernudor Ely de Araujo Barbosa, presidente du Câmara Municipal e o verrador Osvaldo Turlr1I representando o Sr. prefeito municipal. pora deRcerrurem a fita lnuugurol e logo após o Padre G u 1 1 h e r m e procetleu a benção do eRtabeleclmento, enfocando o ('aroter humanltórlo do grupo Financial, que prima pela asslstên. ela hO homem m'ltogros!lense. lnloial ment(>, p'lra saudar o evento, foi convi dado o senhor Haroldo dos Santos Gomes, beillvistPnse, gerenlo du ogenoia do Financial em Pontn Pnrfi. Os prnnun olomonlos: Veio para Ajudar (Huroldo tlos autos) estar aqui neste momenot, como membro do Poder Legislativo municipal, repre sentando a pessoa do Exmo 8r. Prefeito Munfcfpal, que por ruzõos llholos do sua vontude não podo aqui comparecer, mal! eu tenho certeza que e nüo fosse moti voH bustante justo, ole eatnrfu lambem aqui, neste momento, parllclpnndo co uosco du ulegria, da sattefução, de ver mos inaugurada mais estn casa de crédito em nosso município. Meus senho re8, multo emborn nós enbemos que ncuntecimeuto;i cumo e11te nllo tem rolu- 9ão direta com u divisão do Estndo, mas Indiretamente podemos dizer que tem. 'Porque nem umu Instituição de cré dito lançaria suus agêncaR sem antes fazer um estudo minucioso par n veriiicor as p o rSp e c ti v a s d o êxito, us possibilidades de promessa, (pto me fuz crer, meus senho res. que é em consequenola da divlsl'io do Estado, que o Exmo sr. Presidente da República, num uto de intellgenoio, dividindo para somar, criou Mato Grosso do.Sul e Mato Grosso próprlumente dito, trazendo (>ntúo, maiores beneficioa para ambos os 85tados. Esperall'OB, portanto, que este Bo::co venha ser em nosso munlcipio uma máquina propulsara de progresso, que vfubu. trazendo os seus beneflclos ao agricultor, comerclonte t ao povo em gero!, propoM!onundo maiores mPioto oura desenvolver os 1-eue empreendimentos. Quar0 nesta oportuni dade oon'gratulnr - me com este povo, por mais esta função. Agradecemos ns autoridades, que com seu trabalho, comeguir!IID que fosse irnplontndo em nos,11 ter ra ID!lls e,111 ca,a do crédit••· Portanto, meu Re nhores, eu quero deixar uqui 01 meus votos de boa rindna ao senhor gorente (Tareiio), 0os se nhores funcionários desta agencia, e esperamos, poh, que eles tenham uma feliz gesto e que e til b11nco venha 1cr um beneficio de todos nó,". 1 1 : "Como belavlstense, militando uo Financial hA muitos anos. hoje quando acontece a inauguração de mais uma agencia, justamente no município onde nasci, o momento é de multa alegria e atisfa@ião. Alegria e sutistação porque assisti muitas gencius germinarem, e esto banco, genu!namente matogrossense, dá prova de confinça e amor à terra belavlsten11e, ao seu povo trabalhador lrm!inado com oG lrmll.os paraguaios, os quais convivem conosco primando pela amizade o rrateroidnde. / oportunidade é previa, bojo Bola Visto começa a crescer: ni:io tooos dúvida. u ocasião é para pensar PO progresso e no papel que o Financial desempenhará no selo da comunidade fronteir!ça. O Financial Veio Paro Ficar E Ajudar. Tantc no comércio, como nn indústria, na pPcUlí ria, na ugricul~ura, n purllclpaçHo do Bnnco Fina.nolol na vida frontfllriçn. ser benéfica. A atual fase é de desenvolvimento, o inteaso progresso que atravessa o nos so Et<làdo, que com o advento da divi slo ganhou ovo impulso. O Estado fi cou menor no tnmuuho, mas maior na for ça do trabalho. Já alc'lnçou Bela Vista e chegará intensamente, a partir dõ>sla data, o almejado progres&ci. Do nossa parte, alm do alogra e satisfação, sen timo-nos comprometidos com esta inuu g_uração, que pode ter certezn a direto• nu, será de suma lmport1mcia no cot1tex to global de grupo Financial. Como be - l@Istense estou orgulhoso desta condi "ªº e Juntos lutaremos pela oportunida de que nos concedem. Nossos ngrado cimentos aos que aqui vieram prestigiar a Inauguração e tenham certeza. o Finan cial vela para ficnr e ajudur. j YE E 1f ~ (Representando o Preteito Municipal ! ''Sinto-me bastam1e honrado em t Presenças Registramos as presenças, no ato innugu Tal, dos senhores: Fior Murano (presidente do Diretório da AHENA); Dr. João Cnrlo,. de Moraes (chefe do Po.io de •6dc) Sr. Gcro.ldino (c:creote do Braleso) Sr. Claudio (gerente da Caixa Eco nomica Federal) ~r. Terriio (gerente do Banco ,]o DrMil) Sr. Milton Rosa; Dr. Robervnl Ilori?eB (presidente do Sindicato Mural de Bela Vi) Sra Oirn Urhictn (agente da Receita Federal: Pecua rista Sebastião Zacarias, Sr. Ocar Rodrigues de Arnujo; Advogado Pnulo Renato de Cutro Pinto; Ado·ado Pedro José Palmiri, rereador Joé Sipliclo da Costa Marques; Peeunrista Kézio Loureiro Piaheiro; José Avelino e Silva; Erilásio Miranda (Exator Chefe) Pecuarista Manoel Ro. drirues do Miranda; Advogado lvon dn Coala Marques, Advogado rgio Roberto Prondi. au toridades paraguaias, representantes de classes e centenas de populnrrs. BAREM, "Ludio Coelho conhece esta região. Esteve aqui em cima de um cavalo comprando bois" O deputado federal, da Arena, U bo ldo Sarem, pr1;. t.l..: ao aco inaugural da instalação da ugenet do Banco Fi mrnciul elli Bt'ln Vista, proferiu o seguia• te discurso: "Umn das grandes virtudes que vejo nesta iuugutaço e u de que u Bunco Finan11ial coogregu em ::-eu melo. congrega em sua diret :riu geate exclu sivamente mntogrossense e gente que o gm, nqul gnnha, nqul aplica em favor do p o v o matogrosirnnse. EPta grnn· de virtude, que nos dá como exemplo o R1nco Flnnnclal de !foto OroBS(), servirá corno exemplo lambem para o povo de Bela Vista, que aqui hoje recebe esta Qnsa de crédito. Como disse, o preslden te Figuéirado, agora em que n<>11 Iremos inlclnr um nno oxcesslvamente ;:agrícola e pecuirio, um II no que a a grlculturn o pecuaria torá to rio n oolo do Governo Fedem!, o que é necessário é que nós fuçamos u produção para PXportar A produzir divisas pnru o noiiso Pu!R. E com a Inauguração do Banco Flnaccial. aqui om Beln Vi6tn, junto com n relvio dicaco deste povo ordeiro. não só de Rela Vistn, Brasil, mas tambem de Bella Vista, Paraguay, nós temos a certrza que o crédito será elevado para todos 011 s r s. e o m e r o i a n t e s, fazendeiros, chacareiros, pequenos pE>cuaristas e grandes pecuaristas. Quero nesta oportunidade, cumprimentar a diretoria do Banco Financial, através dos eus diretores aqui presentes, o sr. Lódio Martlni; Coelho, homem que conhece a nos regio, homem que há mais de 35 anos conhece todo, o Sudoes te, todas as fronteiras, am cima de um cavnlo, comprando bois e ajudando a fazer com que a sua familia prosper111,se e hoje, com seu dinamismo, seu tirocí nio, dirige o Banco Financial. Outro diretor, o senador Jtallvio Coelho. hoje voltando à sua vida privada. homem que substituiu o lnesque<.'ível SPnador Felinto Muller no enodo da República. Homem que foi, sem dúvida, o melhor entre os tres senadores que Mato Grosso tove até rn?S. O homem que fez parte da comissão de Justiça; homem que tratou do problema agropecuário, homem que fez parte da CPI da •mergia nuclear e que hoje, está conolulda, ele tambem velo aqui, não como Senador. mas como vlee-presldente pura r.oe prestigiar e nós que representamos Bela Vista com toda n honra e com todo o prazer, oom toda a dignidade. nos sntimos devotados para dizer: Boas Vindas-Banro Flnanelal. Bela Vista vós recebe de braços abertos. Ludio confia no progresso belavistense O diretor - rnpcrlnlcndente do Baoco Financial e Presidente da ARENA mtogrossense. Ludio ilnrtln, Coelho, ennltcccn o rrahnlho do poro belavirtense na construção de ma so. ciedade dinicn enfocou a missão que o Oowrno Federal ddincou ils ºº"ª" antoric!11dcs ~iundo o cre,clmemo harmooio,o de todoc os municípios matogr»cases. Disse o senhor Ludio Coelho " ... eu me sinto plenmente a vonl!ldc para conversar com os õéohores. Hoje é um dia muito feliz. rsl!ll"los encontrando nm,.,os de longos anos e encontrando ta m b e mn os reus filhos, porque bá lon<> o• anos e,tn JrUri,nda d e 35 anos baixo ainda no existia quando aqui rrnbalhalímo,. A abertura do Bnnco l''innodul nqui em Bcln Vista wm con firmar os estudos feitos que aegura um desen volvimento trnquilo para esta região" O diretor supuintrndente do Finnncial enf.;'con o papel do hanco na ,ocicdnde, 'ºruj!I mi,,ão priocipd é a d .. incentivr a lavoura, o comércio e a indú tri". Traçou um breve perfil a respeito da hl-. tóri do banco e reafirmou os propósitos de "cntinur n semeadura, pois o Brasil é uma ter ra frtil". Finalizando a_sua locução, Ludio 6Lo disse que 'D»l Vi,ta representa mais u marco n histórica trajetória do Banco, ge numnnmrnte matogrossense, que confia no homem belavistense e no progresso da regido". elyi Viemos para Integrar O 1<en11dor Itollvlo Coelho, vice presidente rio Banco Finan clnl. afir mou que foi multo dlflcH ronsegulr n cnrtn patente para a lnstaln cão da agencia em Bela VJsta. devido n rígida política do Banco Central. Disse ainda. que o papel do Banco Financial núc se restringe unicamente a íinanclnmentoi; para o comércio, a agricultura e a pecuária, favorece mos, tnambem, o setor educacional e até u Integração. A lnstnlaç/io da agllncla em Bela Vista. segunr1o o sena dor, é "a concretização de um velho sonho" Em seu pronunciamento, Italivlo Coelho, destacou a amizade que nos une ao Pare.guay, e. em detarminado momento, enfáticamente, afirmou ... "viemos aqui para inte grar, pura lutur ombro o ombro, na solução dos tlHiouldndes; estaremo1:1 juntos na vitória e 1 r m a n a d os n o un1co pensamento de vencer. Acreditamos no desenvolvimento desta fronteira. Disse ainda ... quando chove, as colhei tas melhoram, e as es tradas pioram. Quando não chove, os estrados silo transitáveis, mas a co lheita não sal. Italivlo Coelho res saltou o trabalhr> pionei ro do FlnanciBl em nos ;io Estado, e citando o prPsidente Figueiredo. disse dfl sua confümça na agricultura o na pe- • euáría ma togros;:ense. O ílanco FinanciPl, finali zou Italiio, nascido e <'rindo nas barrancas do rio Paroguay, em Corcm bá, vem expandindo as suas atividades a Inte grando o homem, dan do-lhe condicões de me lhorar o nlvel de vida e consequentemente o pro gresso da nação brasl• leira. Precolaste exemplar $ 4,00 Tribuna da Fronteira lemci te asião VENDE-SE Dr Edcmar Gregorio OorndoroH, Motores Estnclon11rlos Talhu do 2, 4, íl, 8 e 10 toneladas, Tmto• re11 lJ1111doB CBT e Wuhnet, ml'lq11ln1111 do F.ritelrn D - 4 e outr1111. Motores Turbina• dos para energia com 900 KWA tornos maqulnn n vnpor pura luclústrlu o outros maqulnór1011 pnra lucltotrln 1rn11nclu, Acol t1H1c Propot1lne Combinar no local Rua Dr. A.mndoo Sllnt<rn, 91. Porto Murllnho MS. Escritório Central de José de Arruda Pinto Contabilidade em Geral Al,erturn, e encerramento de firmas, Contrato,, Dlurato,, Declnrllçõo• de lmpo,to de Ioda, Pecuária, Agricultura, Preenchi- 1110010 de aulorlzn~lo p/ dlrli:lr veiculo• e demais ,orviçoe afio,. Rua: Antonto Maria Coelho, no 350 Bela Vista - MS. "OBS: Antiga Rraldêncfn do Br. Joaé AYcll no e Silva" Tribuna da Fronteira ( Fundado n 20/2/72 ) F lJ N D A Ç A O lvaldo Pcrtira DIÁRIO REGIONAL Proprlcdad11 da Oráfioa e Editora Apa CGC-JU' 03.:101266/0001-90 lnac, Eot. 130592343 Diretora Proprietiría Maria E,tela V. l'ereira TRIBUNA DA FRONTEIRA Diretor - Redator - C hefc: I uldo Pruira Rcdntor; lta.lo Borioli DEPAKTAMENTO COMERCIAL Chde: Alvaro rcreira Dorival Conde OFICNAS Chefe: Gihon Silva Santo, Nlhon Roberto de ouzn RedaçAo Admini1tn.çilo e Oficiou: Rua Duque de Caxia, ,ln Brla Viata MS· Cx. P. 23 PUBLICIDADE l-a píi;ina 70,00 por cm de eoluna l.llt.ima Página 60,0U por cm de coluaa Pâgi11u lnte rna, _ 30,00 por cm de coluna ASSINATURAS Bela Viata, (anual) Scmealnl Dcmai1 Município, Número <lo dia Númoro, lltrandos CrS 600,00 400,00 Cr$ 700,00 4,00 5,00 MEDIT Todo ser humano é um universo particular, plono de expcr!C!ncl111 própria•, vivida~ f.' _~r_ntldu1 personalisticmente. 'Temos, na toa individuall aço, crlaço», próprias de toda natureza, ão Hlnçôc• próprio• o diliccí• de 1ere111 tran,mhtdn1. Damos través de ntitudres extra, uma aga vi,ão do 110K80 munrlo interior, Ar polavrn,, como veiculo d11 comunlcnçüo, silo iosuflcientea para rrtrnt este unlverso indivdunl, Jnmah nlguém poderá dizer que conhece hem outra pouoa, pois n lndividuullznçr.o_ O 11nuso incomunlc1n·el, ·e■tc muutlo em que vivemos 0 exorcltll.mo1 nosBO• conheoimenloB, emoçõe1 e 11entlmento•, rcprcBenf~ um pnno dr fundi) que n,sumo o tom a npnrêocia que dnmos a dr. f:, porta~to, um mundo dilcrf.'nlo poro oudn ,or hum11no, 6s o colorimo• com o no,so intrrlor, Na "id, de rolaçõe1, um •or humrno caminha de encontro ao outro ser " diflcilmcute 110 encontro de outro ,er, SAo univcrao, opoalo• por quc11i10 do oobruiv~ncia. Mesmo aquolc que ogo paulvn mente aplico I!. nulo • defean. . : A 1u1 experiência sendo diferente, 1nmnu coa,precnderi a experiência_ do outro. A vida social pressupõe um convivio, Convivio que a história tem demon~trodo •er arllflc1ol, pou homr.m dr milborc• de ano• atrá, c11ntinu11 aeguindo o, me,mo, cam1oho,. B6. separação agora, como houve no pnuado. lo é um entendi mento peuimi,ta. f: umn oomtotação. Uma Hldêncla, Jamais saberemo, realmente o m6,·cl de umn açAo, Ele é interior 6 profundo e rnrislzndo no omálgama duplu do ;er humnao ,_uatéria esp{rit,. 'E mal, espiritual porque a matéria assume a for ma que o e,plrlto ou que n uléla lhe dú. J•.nlrc Lnnto, cases universo, po1sonh nilo s!lo totalmente inoomunicavei,. O amor é o elo de unfilo. O que 6 o amor? O amor é uma nlitude nlio r,tudadn, pre concebido. 'E um nto de afirmnçiio ~ de qua1e rcbeldh, A mar é 1tr rebelde contra ll auto ccn aervoção. Amor é doaçllo, é dc,proendlmcnto. O ,er humano quando nmn •• trnn,llgurn, nlio 16 exterior, como lmcriormentc. Dita.se • ,ua sabe doria o ao sorrir das Ilusões ele abro uma porta imenn no seu univer,o íntimo. Mas..', ó aquele que ama penetra con,ci entemente por e,ta porta, C11um-sc o, unlvcroo, qunndo há amor no cmendimcn10, Residencia Em Bela Vista Cr$ soo.000,00 Vende-se Residência bem locali zadu a R Antonio ,lolo, 842 (ao lado do Bradcsoo). Tratar com Moaoyr- Bco. do Brasil em O Lopes da Laguna. kampa Desenhos Oe■enhos • Arquitetônico, C6pia, Hclliográficna De,enbos Pt'lblicitnrioa TopogTífico, - Ducnho• e Plano• cm Geral Scrgio Ramão Kampa AT, Bnull • Ed. Cin,landia - Slll« 20l • l• Andu Ponta P.irã Educação e Político A Copllnl Cultural Bra li 'Ífll 0 mo dP Ja11uiru tem uovo Pr feito. Até aí nad demals [ que todn as capitais tiveram mudança de +eu executivo mestre. Demais é que este Prefeito, também, é nomedo. Ora, fala rá alg-uôm, todor- on prefeitos de capital são nomendo e mais um menos um Da4o vul alterai' nadu. Vol i::im rllrel cu· Vui porquo é politiea do MDI não aprovar prefeitos nomeados e como é que deram seu bim ao hm1el I(lohim, Prl'f<'ltO no meado por Chagas Fre!ts governador elolto lndírclamentc µola mnlorln, que sfi9 omecleblstaR naquele Estado agora bem malor com n fusão com o ex-E tudo do Rio do Junl'lro. Cndõ u morol para nio aceitar prcfC'ltos nom1•::;dos, OndP tõ. u coPrencla puru exigir mutlançu do jogo quando o placar lho é adverso. Existo em MS um deputado esta duul que multo admiro pela i;ua franque za o lntelig,rncla para com os desllzcs públicos dos ndversúrlor. e mesmo este pobre sofredor deputado ão MDB n1l.o tem argumento para sustentar a defesa do que acontece no Rio de ,Jnnelro onde o MDB manda e não peJe paru mudar o jogo pois Isto lhe tirará uma serie de grn-qdes e polpudns vuntagens do poder. E , isto ni gente, plmentr. no olho do vizinho é r<>frer;co. Gó vele crltlcnr, exigir e brigar pela mudança de> jogo ou das suas regras quando somos minoria do contrário é melhor »polar o Dr. An tonio de Pádua Chagas Freitas para ter como aparecer e enganar os trouxas nas próximas eleições. ilnto Grouo:do Sul Ivan ascimento Oração ao Divino Espíri to Santo Fspfrito Santo você qae me esclarece tudo que iluai. na todos os carinhos par que ~o ntinj., o 1t1('U idral,, o<"ê 'lllt me dá o dom divino de per doar e aquecer o mal que te farm; r que todos os ins. tantes de vinha ida «tá co migo, ru quero r:r•lr curto d,i logo agradecer-lhe por tudo e confirmar mi uta ez, que eu nunca quero me pirar de você por maior que +ja a lulo material não +eri o mí. nimo da vontade que tinto de uu dia estar com você e todos o meus irmãos na glória Pupétua. Ohrii:oda mai, uma vez (na p«soa deverá fazer esta ornçfio 3 diaa ICJ!ttido, ,crn far.cr o peclído. Dentro de 3 dias será alcançada a raça, por mais difícil que uja) pu• hlicu auím que receber a raça. M.E. P. , ELA VISTA O mundo é pequeno· ele cabe int • num grande jornal. E chega • #s cidade. • ..-~.--.,,) ~.,c-í,• ·=3 ° Ou à E= J'· ~I ' •• .. ~- - sua casa, se você é nossos assinantes. ij 3ar e A 1 .,. o••'" L 9oll O• 0 a ij • 0 0 ~•O,e ~ O EST~DO DE S.PAULO, UM JORNAL DE gr4 ?±E a9=TE9 "5.zE] 1 M . .. p9) @ »A 8f3} Produtor do Calcário Bodoquena .. - USINA - Rodovia Jardim - Porto " Escritório de Vendas administração: Avenida Duque de Caxias Centro JARDIM MATO GROSSO SUL 'T'rIun d Frontlrn Estado do Mato Grosso Comarca de Bela Vista - Cartório do 2.o Oficio Emenda EDIT D CIT C - Z0 DE 20 DIA' propoe Dr. Jollo Cnrlon Brondeo Gn!'cla, Ju:lr. do Direito da oomareu. de Bela Vlstn Estado de Mato Grosso, formn dá lol, etc ... Paz Snber os que o presento F.dllul virem ou dele conheclmonto llve rem, com o pruzo· de vinte (20) dias, que Cltu Nolirnn Postauo o sun Mulher Dn. Mnarin Luiza Libórlo Postuue, bruslleiros casudvn, rnsldoutcs em lugur Incerto o nfio subl.:lo, pnrn comparoccrom i<m ,lulzo o rnuntrl'slur-Ho nu1:1 rnrmoa do Prooosso tlo Execução u2 24/78, em quo ó oxoquonlo Oanco do Bra~ll S/ A., tudo confórmo petição e despacho ubuixo trunsorllos: Excolenlitrnlmo Senhor Dr. ,1 ulz do Dil'eltu du l'umaron de Helu Vista Estudo de Mto Grosso, Banco do Br11sll Sooloduch1 Anônima, Banco Oficial de Cr~dlto, Órgllo da administração Fedornl Indireta (art. 178. Inclso I, do Dcerelo Lel n° 200, de 25/2/67 elemento Integrante do sistema fluancelr > nnclonnl, Membro d<> Conselho ~fonotnrlo Nacional Membro da Com!sslo Consultiva Bancá rla, Instrumento de Execução da Política Credlt!cla do Governo Federl. goznndo do favores, Isenções e privilégios, inclu sive fiscais, que silo próprios du Fazen da Naolonnl (orls. 1,íl.7, 19 e 50, da Lel n° 4595, de 31.12.1064), com o foro pri vativo da União como mandatário desta o nus operações que a lei especifica (artigo 70, da Lei nº 5.010.de 30.05. 1966! oom ~ode em Bmsllla, Distrito Federal o ogênola net1tu cidade e comarca de 9ela Vista (mt), via de seu udvogado e procurndor que esto aub1rnrov0 (dec.j). 01,m esorltórlo nu ruu Guia Looes n° 404 na cidade de Ponto Por, Estado de Mato Grosso, onde recebe intimações (ort. 39 l CPC), rospellosomente vem a presançn de Vossa Excelência propor o presente execuçli.o forçada oontra Nelson Postaue e suo mulher, donn. Morin Lulza Llbórlo Postaue, braslleiro9, cas~dos, êle bancário, criador de bovino , elu de lar, residentes e domlolllndos no munlciplo do Caracol, cc>rnarca do Bela Vista (MT) pelas razões de fato e de direito que Lassa a expor: 1 - Em 16 de março de 1977, os Exeoutados, torauram-s9 deve dores do Exequente da lmportll.nciu do 420.000,00 (quatrocentos e vinte mil cruzalros). pela emissão da incluso cédula de crédito rural plgnoratíclu. e bipotecárlu EPJ 77 /00149-x, titulo de crédito regulado pelo Decreto Lei n 167. de 14.02.1967 com vencimento para 16 de março de 19 2, sendu, no entanto, pravt~ta amortizações periódicas anuais, de acordo com a cláusula "Forma de pagamento'' constante da cárlula. 2. O orédito destinou-se ao finanr.tamento para aquisição de 350 (trezentos e cinquenta} vacas de média mestiçagem nelore, des tinadas à orlaçlio. e que seriam apascen tndos no imóvel de proprledadfl dos executados. Foram pactuados juros à taxa de 15%/ (quinze por cento) ao uno pagáveis 30 de junho, 31 do dezembro e na Uqulda-;!Io da cédula, juros esses elevâvels de 1 % (:ín. por cento). em caso de mora (art. 5º e únic'> do Dec. Lei 167 /67), cientes, ainda, os emitentes, de que, a inadlmpllda a obrlgaç!lo, i:upor taram a multa peusl (que não se con funde com 11 verba honorária cfe. Julga dos do Tribunal de Alçada Civil do Estado de S. Paulo vol. 22. pág. 110/124) de 10%/ (dez por cento) sobre o débito, por aplicação do dlspo&to no art. 71, do Deç. Lei 167,167, além da obrigação ~e responder pelas· demais d e s p e s us que e v e n t u a 1 m e n t e, tivessem de ser realizadas pelo Supl!can· te, objetivando a segurança de seu direi to oredllórlo. Assim é que, de conformi dade com o nrt. 4 do precitado D.L., abriu o suplicante, com o valor dr. cédu la, uma conta em nome do!! emitentes, Vinculada à operação e que, prasente mente. registra ~ tialdo negativo de CrS 4i0.668,00. 3. A mencionada cártula en coatra-se devidamente Inscrita sob ne 540, às ns. 231 e 2-430, IIs. 430, livro 02, em 21 de março de 1977, no cartório lo llegistro de Imóveis da comarca de Flela VI«ta (Mt), onde e localizam os bens hlpotecndos l' upcnbudus. As lm é que a garnntla r,Jlll do lnfltrumento cm npreço sentou so, definitivamente, cm: ) Pe. nhor oedulur de 12 grúu e som concor rêncla de terceiros: 30 vacas de criar a erem adqulrldac; Mm o crédllo aberto, de média mestlçem nelore, com Idade de 3 a 5 auo ·, preço ualtárío CrS 1.000,00 CrS 350.000,00. 60 vacnR de crl111·, média meFlllçagem n Jore, preço unltúrlo de CrS 1.000,00 ... Cr • 50.000,00 75 bois do média mesllçngem oélore, 2 anos de tela. de, preço . uni tório de Cr, 1.200.00 ... CrS 90.0IJ0,00 75 bois de médlu mesllçogem uc.>lorc, Idade de l ano, no preço uultó.rlo de CrS 800,00 .. Ct·S 130.000,00. b) Hipoteca cedular de 1º g1·ó.u e.> sem concorrônclu de terceiros: Imóvel rurnl com as seguln tes caraeterísticas; Fazenda Santa Lulzu ou MJrugem locallznçfio: distrito e muul clplo de Caracol, comnrcu de Bela Vista (Mt); àreu o confrontações: 1.600 hectares, limitando-se o norte com a Fazenda São Murtlr.R; no Sul com a fazenda Silo Se bastião; a Leste, com terras do Sr. Arno Ormuy e a Oeste com n Fttzenda Burm Mansa; de propriedade dos devedores emitentes, adquirida por esc. púb. de compra e vendr. de 27.9.76 e matrlculaclu sob o nº 430, às fls. 430 do livro 2 do Registro Imobiliário de Bela Vista, com preendidas us benfeitorias ex!Atentes, a V'.l!iada em CrS 1.751.000,00. 4. Ocorre, porém, que os mutuários executado8, usundo de artifícios pouco recomenrió.vels. lançando mão uo que se presume, iclu slve, de "notas frias", n!io aplicaram o financiamento nos fins ajustados, por qunnto nllo adquiriram o gado a que se p1·opuseram fazer com o empréstimo con cediclo, contrariando, destarte, o que dis põe o art 2 do D.L. 167/67, que rege sobre os títulos de crédito rural. Assim é que, inadimplida que foi a obrigação convencloondn, por parte dos executados (no nplicnção Jo crédito pnrn os fim e na forma jus tada (importou'ese procedimento no rencimento cxtru-ordlv/1rio rln opernçilo e eun imedialn exigi• bllirlnclc, indrpendentemcntc de uvieo ou interpe lação j,1diclnl ou C'.'<lrb Judicial, nos precisos ter. mos do nrt. li cio precitado dispositivo lcgnl. 5. Pelo exporto, está a dívida como e demonstrou, ,·cncidn e ninda nilo rcgulurizndn, nada obstante os ingentes esforços do suplicante credor, nesse scUlldo, De 10rte que, embasado no nrtigo •li do Decreto Lei o.o 167/67, combinado com o, de nos 585,lll e VII e 646, c■tc, do C6rligo de Processo <::h·il, que o Po■lulnnle inleDtur, como efetivamen le intcntn, cnntra os Sra. Nehon Postnue e suo mulher Da. Mari Luiza Lib6rlo Postnue, já qua lificndo• de Início, n pre•enle execução, n fim de compeli.los o pagnmento da clh-idn demonstrada pelo "extrato" dn conta vinculada à operação, referida no item 2 in !toe. mediante a expropria cio de bens. 6. Requer, dessa forma. digno-ir. Vossn Excelêncin determianr n citação dos deve dorro aclmn pnrn pagarem n dlv!dn especificada no valor de CrS 470.668,00, acrescida dn multa pcnnl contratual de 10% (dea: por cento), mai, verba honorária e despesa judiciais, dentro do prazo de 24 horas (nrt. 652 de C.P.C.). pena de penhora ,obre os bens ofertndos cm garantia da códula (nrl. 655 § 2.o do CPCI, independentemente do nomençlio. Os devedores deverão ser cientifi cndoo de que tcrilo o prazo de 10 (dez) dias pa ro se defenderem, cao nilo paguem o "quantum debentur" no prazo assinalado, através da oposi ção de embargos (ar. 636, C/C o "de o.o 738 do C6digo Processo Civll ), ocnsiilo cm que serão ad vertidos do que o seu silencio implicará. na pre - unção de lerem aceito, como verdndeil o todo o ulegndo pelo autor (art. 285. 2.o parte-CPéJ. A fi. nnl, n presente será nceirn em todo• 01 ,ens ter• mos com julgamento precedente e, ria de coo• sequência, pagarão os Executados o principal ju ros, morntário~. multi ptlnnl. ,·erha houorária e despesas Judiciais. 7- Adiante o Excqucnte. com rclnçil > .ªº" juro~ contrntunis, que inex!str. nn es pécie v,olnc;llo à Lei do U,urn. E que a Lei -1595/ 64 embora não revogando aquela, ao dipor so bre a Pollbcu e as fustituic;ões )lonerárlu, Ban• cária,, Cr.-ditlcias, componentes do Sitemía Fi nanceiro Nncionnl, e•tnbelcceu normas próprias no que diz respeito às taxas de juros, de+contos comi .. õe• e qualquer outra forma de remunera ão, aplieaveis às operações e serviços bancários e financeiros; pelo invocado diploma, tais remu nerações, até então limitadas i 12%, (doze por cento) no a.no, passaram a se sujeitar, exclusiva mente, aos tetos fixados pelo Conselho Monetario Nnc,onnl (art. 4.o, Inciso 9.o, da Lei n.o 4,595). Tui entendimento já é do Colendo Tribunal de Ma@a do_E-tado de Suo Paulo (Apelação n.o l70.858 'in' Repositório de jurisprudência do Tribunal de Alçada. Vol. 19 pág 10/20). E o Pretório Excelso, eín vó. 10 lapidar do <'m1neale Ministro Luiz O.allottl, (Ac. Exr no54/l, publlcsdo no D. J apeno l33, pág. 509, d 23.07.44) assim igualmeute en tendeu. Pelo exposto e desde jí requerendo a produção de prova documental, períeil, tente munbnl, cujo rol protesto npre,,nrnr ltmpcotlvn. mente, depoimento peoal dos devedores, pen de confesso e revella, relvando se o direito de pedir a aplicação das pens irise penal que se tornarem cabível, com os inclusos doente. tos, dá.se à execução para efeito» fiscals o valor CrS -liO. 668,00. Pede Deferimento. De Ponta Po r (T) pra Bela Vista, (M'I). 22 dr fevereiro de 1978 (Ili Pl'. Dr. Alfredo Cuodldo Santo;, Ferrei. rn• OABB. :l7Ul8-ilf -J.7112. A. Petição de 1-ls. 23/21: Excolenil••lruo Scobor Doutor Juiz de Di relto da comarvea de Bela Vi#ta fatudo de Mato Grosso. O Jlanco do Brasil S.A., por ,eu advo• ado subscrito, nos autos da ção de execução forçada quo promon contra :'elson Postaue . e wun mulher, em curso por esse Julzo e cartório do 2.o . feito 21/78, respeitosamente rem a pre- 1ença de Vo,m Excelênci11 expor parll, n l1nnl, requerer: l . O Sr. Oficial de Justiço rncarrrga• do da citação, m sua certidão de Il, I7.., disse que o Executado há tis de 5 reses não com parece rm 1un propr)edarle. Diligenciando, então. t'ffi vdrios locni■núr, o encontrou. certifk,1ndo, finalmente, estar o me,mo em iu;!H incerto e não snbido· 2 • Assim, com ba•e ne1@a certidfio, requeremos fossem os devedores citados por edi tal medida Ja deferida por V.Exa. Ocorre, entrt-· tanto, que por lnp,o )MnentdYel de nos,a parte, sómente agora verificamo que o nandado fol baixado sem que tivesse wldo feito o arre+to do l.icn, do devedor. 3. Isto posto, requeremos se digne Vossa Excelência de chamar o processo à ordem e, antes de se cumprir o r. cleFpacho de Os 22, determine: a) de,entrnnhamento do man dado de fls. 17 e que entrega oo rne•mo Oflcinl de Justiça para que, nn lorma elo art. 65:1 e seu parágrafo, do C6digo de Processo Civil, arreste os bens do devedor' b) que ao realizar o ato._o foçn com a observância do que dispõe o rt. 655, parngráfo '2.o do Estatuto Procu,ual; e ). Com pridas e••ll• lorrnalidndee, digne V. Exa determi- n a r, e n I il o, , e am o E x e e u t 11 d o • citndos por edital, na forma de art. ú54 du lei objetiva Termu1 cm que, Pede Deferimrnto. De la Vista (ml) 7 de n~osto de l9i8 (n) P.P. Alfre do Candido Santos Ferreira - ad ,ogado. DeNpa cl.io de !Is. :/5. Petição retro: Defiro. Pri,ceda-se nn fot mo para os fins alí_requeridos I. B. Vis to 11.9.78 as Dr. Osvaldo Harnanzini - Juiz de Direito. O prescnl• edital será afixado no lugar de costume e publicado na forma da lei e seu prnzo, que correrá da primeira publicaçl!o, coo• ,IJerar se-l!o trnn~corrldos nulm que drcorrnm o~ vinrn (20) dias fixndo, e assim perfeita a ci taçlo. Dado e parado nesta cidade de Bela Vista Euado de .lato Gro,so, oos viole e nove dias do mes de dezembro do ano ele mil novecentos e setenrn e oito. Eu. Florinda Bcnfte• E■crivlio do 2.o Ofício, fia: datilografar, rnbscrevo. Dr. Joilo Carlos Brandes Garcia Juiz de Direito retas para, as estâncias BRA ILIA - O sc• nndor Lázaro Aarbo1111 (MDH-OO) nprestiotou dia 21 pp sua proposta de emaudn con11tlluclonnl, que restubolooo hS elol t;?Ões diretas nos munlcf plos considerados cstan clus hldromlnerals ou do interesse da segurança nocional. A propo!!tn contou com osslnaturns de 22 senadores e U2 deputados. A emenda revoga o parágrafo Lo tlo urtigo 15 da Con11tltulção Fede ral qu;, nfírmn: "Serllo nciniendos pelo governa dor, com prévia aprova erro: a) da AS1sembléla Legislativa, os prefeito dos capitais dos Estndoa e dos munlclptos consi derados estancias h'dro mlnerals em lei esta dual; e b) do pre&ld,rnte da Repúbl!ca, os prefei tos dosmunlciplos d0cla rados de interesse da se gurança nacional por lei de iolclatlva do Po dar Executivo." Prato deste exemplar SETEAGRI Serviços Técnicos de Agrimensura Representante: NIVALDO DE BARROS Medições de Fazendas para ratificações, desmembramento de áreas, loteamentos, nivelamentos e curvas de n1'veis. RUA ANTONIO JOÃO, 900 BELA VISTA MS 1. NOVO HOTEL . 7 .-l±!° "5ss a° ] 1 . - E sinta-se como se estivesse em seu próprio Lar: O NOVO HOTEL 1 CAIÇARAS está sendo atendido pelos seus novos proprietários WALTER E OSWALDA RODRIGUES • que estão de braços abertos para L receoe-losa i'õ;;~ d~~;d~~n~AIÇARAS ___ Po_rto Murtinho _ rv".ato Grossa~ _J Tribuna da Frontelr [da !U! "? INDICADOR ADVOGADOS Dr. Ivan Alonsu da Costa Marques ADVCICACIA EM GERAL lua Voluntário» d Pátria, 376 - Fone 210 Dol VIta Mato Grosso Sul Dr. Gil Marcos Saut Advogado Causas Civeis e Criminais Rua fillnlo Muller, 320 MII-IIS Dr. Pedro José Palmieri Advocncla om Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROSSO DO D1 . .Joelson Peixoto. -Advogadn causas Civeis e Cl'lmlnai'l Rua 1.o do Maio S/N Jardim - Ms. Dr. Késio Loureiro Pinheiro - ADVOGADO - PR O F I S S I O H A ·~~ Heitor Miranda dos antos ADVOGIDO OAB - MT IHS! Rua Joaquim Murllobo, 169 Porto Murtinho- MS. Dr.Deodato de Oliveira Bueno Advogado Esorltórlo: Rua 7 de Setembro, 230 Fone, 43-loG2 Residência: Rua Coronel Camisão, 54 fone, 431-1.116 Ponta Porã Mao Grosso do Sul Oficina Mer.ânica quarius RESPONSAVEL: Augusto Flávio (Pelé) SOLDA ELEIHICA, OXIGÉNIO, O- T O R E S E M G E R A L, REFORMLS D E L A - TAHIA , ETC Serraria Aquariu 5 RESPONSÁVEL: João Carlos Heforma de Carrocerias, Móveis em Geral Serviço ·le Conserto em qualquer tipo de :i16vol. «GARANTIA E PRECISAO" Run Duque de CuxlaH (antigo Wllll) Bela Vista MS Veículos Novos e Usados Compm o vcnde-so veiculos de todas us rnnr cas . Expcriencln 110 ru mo. Garantia total - ho nostldade- Quer vender o se carro? O comprar um o Km? Procuro o senhor Osvaldo Augusto Gomes à ruaSanto Afon so 1061. Bela Vista Mato Grosso do Sul Pre .o deste exemplar Cr$ 4,00 Rua 16 de Novembro S/N Av. Brasil, 1595.: Caixa Po tal 355 Bela Vista Mato Grosso do Sul Te!. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), Rua 26 de Agosto, 384 - ala 24 Fone 431-1646 (Residência) ~ 4-0650- Campo Grande s Rota rà lato mosso do Sul Hilda Abussafi dos Santos ADVOGADA Causas civeis - Comercial • Trabalhista Reoursos em Geral Rua 26 de Agosto, n.o 884 - Fone 4260518 Campo Grande Meto Groso do Sul Adalgisa da Silva Nery ADVOGADA Causas Civeis Rua 13 de ronio, 2282 Campo Grande M S Ricardo lllrandão - ADVOGADO • Cosme Morto te Soma Pio ADVOGADO Como Civeis, Cr!mino!s, Trnbolhistns, Regnlori• znçõcs d<" tcrrus junto no Incro. Run Dr. Corrco, cm frente o Praçn Thomáz Lor11njc!rn Porto Murtinho • Ms, ato Grosso do Sul MEDIÇÕES DE TERRAS EM GERAL -PABA RATIFICAÇÃO- DESMEMBRAl,IEIIT0S DE ÃREA, LOTEAMENTOS, lllVELAMENTOS, CURVAS DE IIÍVEIS, ETC. Grande expe-lência no ramo de topografia e ratificações, serviços executados de acordo com as exigências do INCRA o único escritório que conta com 2 (dois) egrl• mensores formados para garantir precisão nos serviços executados. E lembre-se senho res proprietários, na Agrisul você não contrata intermediários: IIA AGRISUL É GARAIHIA E PRECISÃO NÉLI0, AMAURI E OSVALDO RUA ANTÕIII0 JOÃO, 1011 BELA VISTA-MS MQUIA BE ARROZ PAULISTA DE SERGIO L. ZANARDO Elenice Pereira Carille Dilene Miranda Carpes ADVOGADA CIVEIS • CRIMI Al Hun 28 de Agosto, 360- Fone 624520 CAMPO GHA DE - M'- e =, eJSJIG Inscrição Est. 13051904-9 CGC MF. 03.201 A49/0001 Beneficiamento de Arroz 3/4 - Arroz Separado -Arroz SS - Milho - O melhor preço da praça - Entrega Rápida RUA BARÃO DO LADÁRIO-CXA POSTAL 228 Bela Vista ar condicionado Churrascaria Rodlzio pratos à la carte feijoadas aos sábados atendemos banquetes e festas em gerai Mato Grosso do Sul '- 1 • F AZIEND!Ellffel. lnsc. Estadual 13l63157/4 - CGCMF 03334612000109 - End. Tel. "FAZENDEIROS Ep ]EpE rrry2 VETERINA • RIOS• H !:'J•J rJ JI d !:-J r!:,.I.!: l.r • • MESSIAS MENDES FERREIRA Cred MA Por 25/72GEPA WATER? MANDES 5IVA CRM/n.o 0516 . PRODUTOS: - VETERlt,IIÀRIOS: Vacinas, S1l Mineral, Soro Anti Ofi'dico, Antibióticos, Antiparasitários - AGR [COLAS: lnsetici:las (Falido!, LA VC, Endrex); Herbicidas (Treflan, Basagran e Sencor Tordon 101 e Sccafix); Inoculante -- SEMENTES: (Arroz, Soja, Milho ''Cargil") SEMENTES DE PASTO: Colonião. Jaraguá, Braquiária e Gordura •• - RAÇAO CARGIL: (para Aves, Bovinos, Suínos e Eqüir.os) Pulverizadores JACTO • Representante dos ADUBOS !PIRANGA _ BALANÇAS AÇORES -SECADORES D'ANDRÉA Orientação de Veterinários: 'Gratuita"- maior linha de produtos agrícolas e vetcririos da Fronteira AV. MARECHAL FUlRIAfüO 9 519 TA PORÃ-MS -----------------------------··-·----------_..) P •· 1 'l'rthu .i1 d Fron t <>!r ---------- Foi colobradu nu. llfrcju Nossa Se nhora do nr,rnll, mhrna comemorutlva do 16º unlvorsó.rlo "Marcho. ela Fum!llo. com Deu pela Liberdade". A missa, onco mendadu pela União Clvlca Feminina, fol rezdn por monsenhor dolo Pheoney Silva. Cupt1l!lo 'lposontado, q110 em sou serm!lo, relembrou u HltunQllo ew quo o Pu!H vivia om 1961, o como o povo bra sileiro mostrou sun. fé em Deus, sindo l8 ruu1:1, "RCW nrmus non mllos, apenuR com rmn da fé ", Além do portlolpunteo do Moroha, realizada em 19 de muro de 19(i4, csll vernm presentes tumbém o secretário da JusllQll do Estudo, José Carlos Ferreira --- l CARICIA N ao Proprietate te levar Barbosa este ano cinco novos Fica bem aí, perto do !B1elavis!ense Municípios de MS CAMPO GRANDE - O Programa de Desenvolvimento dos Cerrados - POLO CE TRO, oplic.m'l e1:1te ano no nc,vo Estado de Moto Grosso do ui, rt1our1<os dn ordem do Cr$ 305 . 943 . 000 , 00 esten dendo sua ação para mais oinco muni cípios, de acordo com as informações do deputado Ary Rlgo. As novas aras a serem atendidas pelos recursos- do POLOCENTRO, com preendem as munioípios de Jurdim, Bela Vista, Caracol, Gula Lopes e Porto Mur tinho. localizadas na faixa do sudoeste Rua: Pilad Rebua, 1454 - Bonito • MS do Estado, reglúo cujos reclamos vom de longa data pelo abandono por parte Praça Agnor Carrilho, 276 Miranda MS Aos governos estaduais passados. Dessa forma, o POLOCENTRO praticamente e&teoderá 1>eus bene!icios a todos oi: municípios do Estudo, eom exeçJ.o du. região de Dourados, até ont!í.ó atendida Serviço rle Torno, e Solda em pêlo extinto Programa do Desenvolvimen- Geral, Eletrlca e Oxigenio Recon- to da Grande Dourados - PRODEGRAN e dicionamento da Implementes o pantanal que recebia recursos do Pro- Agricolas grama de Desenvolvimento do pantanal- Rua Nossa SenhoraJAparecida S.N. PRODEPAN. .s- l< - e • . _ Bonito -- ZM8 - [r.a» « - - ee-n» e«t -o ~ ~ • -•••------ .. - ,__ 1"-~~. ~ ,~---~,A,, -~r-J: d e i x e VI$IA-LA de Dr, Enio _Vargas de Advocacia Civil, Criminal e Traba lhista. ESCRlTÓRIOS !!DIESlHE Araujo l 1f IDlliü de Oliveira, e o representanto do 0o mandante do 11 Exército. Durante o sermão monsenhor Pho oney disso quo pela fé, "o povo brasi leiro. unl<lo, tirou o Pais da beira do abismo", pois r1 mnrchu "foi um pedi do a Deus do ulvaguurda da Fé, que estava send'l c.imbatidu pelo ateísmo e pelo comunlemo, destrulndu as familias 1> oi! tudividuois". Elo pediu nos presen. tas que essa paz, essa llberdu•lo o trun quilidade alcançadas " ejam conserva dus, tornando o Brnsll um pula grande ulío nponus em oxtenaílo, mu.s, H!m na sua tó " . Polocentro beneficia DE FRANCISCO EL!O BA'r1LLANI PADRÃO DE QUALIDADE Em Bela Vista hospede-se no P A, ·o RAMA HOTEL PRAÇA A!VARO MASCMRENAS, S/N EEL V'STA/IS Campanha da Fraternidade Reserve o ta é 'e tetas A Igreja como Me tenta 110 bem viver de seus filhos, volta-se o. goro, atravós da evangcllzaçüo, a refrear o processo ucelnado de de sumanização, conclamando o homem u viver us Yordades do Evangelho. Preserve a terra que é do todos. Preserve o espaço de viver que ó de todos Preserve a água que é de todos. Preservo a ma1a que é de todos. Preserve o alimento que é de todos, Preserve a 1;aúde que é de todos. Preserve o ar que é de todos. Preserve a comunioaçllo que é de todos. Preserve a tranquilidade que é de todos. Preserve a justiça que é de todos. Preserve a infância que é de todos. Preserve o valor do trabalho que ó de todos que trabalham. Preserve a mcmórill do povo que é todos. 1y+i .. IS UQ efi mv. - édic ra 'icalo ele ema Jrli. Jardim - O Dr. IJcrhert Augusto da Silva, figura já merecidamente querida em Jardim por bo• vontade cm atender •eus clientes seja a que hora for, principalmente àquclu mnia cnrcnte•, lln.Al mente, consulu sua transe rência pura noHn cidade. Ele era sediado em Gula Lope• da Laguna, e ha já tre meee•, que vinha lentando radicar-e definitivamente cm Jardim, ogora graça8 ao Dr El6i Pereira, dil(nl,simo Se· cret.ário de Saúde, em ato oficial, teve ma tran.fuênola decrttada, e estará diáriamen te, de segunda a sexta atenden do pela mnnh~ no Po,to de Snúde de Jardim, e no Ho» pital Mnrechal Rondou. Esta é urna excelente aqui1içiío pa• ra Jardim, que aulm, dora• .-nnte, poderá contar com um excelente cirurgião, fíguru humana de primeiro quilate, e que por certo, continuará hendiclando 01 menoa favo recldo1 de Jardim. Otica Ponta a Rua Guta Lopes, N? 309 Ponta Porá Porã Especialista Ltda. Sala B Mato Gros110 do Sul RUA 14 DE JULHO, 2.014 =,a7p 2 ± t la. ÓTICA CIENTÍFICA éCULS, JÓIAS, RELÓGIOS, PRESENTES E TROFÉUS ESPORTIVOS AVELINO DOS REIS TICA OS ELEGANTES DA CAPITAL E REGIÃO CAMPO GRArJDE MATO GROSSO DO SUL e+ :..I I . , w f L O sonha tornou-se Realidade ,gora em Bela Vista, Existe uma Ghurroscaria onde você poderá levar sua: esposa, seus filhos, sous am.igos o sentir-se realmente em sua própria casa. m.sr. . Aquele algo mais em hurrasaria DIZIO COMPLETO Rua Duque de Caxié'd oido do Ginasio Estadual) Bela Vista MS Erem-érides O lmrnllelro que nsHlna o artigo quv trnnAcr<wo d,1 o O Entado do S. Puu lo de> domingo úlllrnu, Hlmph.,1m10nto co mo o Hr. ,T.n. da Capital, m1111 qllo nutu rnlmt>olc oump1 lu 1111 1101·m11r1 jornt.distl- 0118 mpotas pelo runde jornal brasl h·lr·o, moxeu o l'omrxeu num uosunto do oapllnl lmpo1·1/lur.lrt porn o momento poll!loo que vivemos e cn oRtou total meto com ele e possivelmente, multos brasileiros nossos conterrâneo, meu8 e <lolo V<'om o OUl:io pot· 0011n formo. Vejamos o que ele pensu o es crove: Sr. Redutor. Fala•H0 agora, quase quo sornonte om anistia e unlslla 11mplu e irrestrita, aos punidos pela revolução. Jnl!,tlu, diz o dlolont'lrlo, é o "os queohnonl:> lle crimes polittcos". E tom bem, o sinonimo de perdllo. Que dizer, preteude-se uot1 puni dos pela RevoJuçto, o perdiio, o esque olmonto dos crimes prutloudos. E entlio volturilo eleR a se apresentar como oi-, dad!lo dignos, lllb11dos. Por CPrto, os adeptos dn unlstla !hei; desejarllo, utnda, um concPlto elevado, tnlvez até maior do que aqueles que sempre respeitaram sempre cumpriram as lole. Que estimulo maravilhoso para que hnja ordem! Tomemos, para exemplo, dentre muitos outros, alguns nomes daqueles a quem desejam sejam nnlstladotl. Em me mória Juscellno ICublstscheck e João Goulnrt. Depois Luis Cu rios Prestes, Leo nel Brlsola, Francisco Julhlo, :11guel Ar rues, Jílneo Quadros. Mat:1 lembremos também: n!lo foi o g<>verno do sr. Jusoe llno que nrlonou violentamente n espiral 1 nflaclonãrla? n!ío se falou multo tnlou multo, não se comentou muito a respeito dos desvios de verbas, etc, des ta ou d ,l. q u e I a m n n e I r n, nne dlvereus obras feitas no 11eu governo? Nllo foi o governo do sr. Goulnrt de permanente ngltnçilo, causando enorILe npreensllo, desassossego, quanto ao destino polltloo do Hrnsll, levando as Forças Armdas no I! sto heróico de 31 de milt·ço pnru restr.hclec0!' n 01·d('m e tumbóm pura pr"vcnir o qu<•. r-o c!izln, uconlcceríu u 1° de m1JIO do l 9G1? E o/lo provocou ainda o aumento gulupanlu du lnflllçúo? E o !:ir. Luls Cal'ioc; Pre,tcs, que desejam regresse já o Brasil, quan do Bl-'nndor, nüo afirmou qun, cm cafio de guorru r~ntrf1 o Brasil e a Husslu, to mnrlu armas 11 favor dn Ru.,slu? Pode ria um brnslil.'if'o fc1zer tnl nflrmaçiío? Não foi o sr. Brlzolu um elemento ch~ vc, Influente: no govnno do Sr. Ooulurt e que orloutavn ·u agitação reinante? E ulnrhL, depolR de 1864, não esteve ePlrol tumeute ligado à guerrilhn no Sul do Pai!!? Nilo foi o r. Jullo quem ngltou o Nordoste oom a llgu camponcsu? Não foi um desrespello do sr. Jãnlo Quadros à nação, a sua renóncla à Pre sidência dn Hepúbllca, nté hoje nlio expllcndu'? Ainda mula tendo que deixar o cargo uo r:;r. Goulnrt, com a conse quenclu lmaglntí vel9, já que por suas conbecldus atitudes o sr. Goulart fora obrigado a deixar, nteriornente o Ministério do Trnball>o? E a grund" confusão e dP.spesas que a renúncia provocou? (i1Iulto bem a visados ao dara m aliás, os ministros militares do governo do sr. Jànio que não desejavam entregar o governo UQ novo presidente). "Nilo são verdadeiros esses fatos em qu11nUdnde e natureza, mlnlrna: todavia, a vlstu do que era comentado pela imprensa falada e escrita e pela voz de povo. nu époen? Nilo camrnrum fl não couílnuum causando sacrifício à ai;ião e- ao povo, principalmente à pur te mais pobr<>? E Isso não tem 1gnlfica Q1ío alguma'! E que punirão •· De Fat0 " tiveram por esses to A lnflnçllo, uma dae nefastas heranças dos últimos ao. v~roos, n c_ujos chefes desej11m a anistia, na.~ é n mae da mi1>ílria e dn fome da maior parte do povo, de quom os que ISTO PMIR 79N0% C9MIM... Estivemos em Cnmpo Grande on de pulsa o cornção politico do novÓ fü. ..._ t!ldo, o lã, em contacto com alguns de putados e elementos ligados ao governa dor Harry Amorim Costa, tomamos co he cimento que existe uma "real possi b11idade do prefeito Castro Pinto con•l nuar no ourgo. Alegam os "entendidos' Qllt:l Httrry Amorim não deverá eubstltulr todos º" prnft>llet. da~ aréas do segnrau ça, p1,is, alguns deks, já ~e entros>J.ram 9 a uova sistemática administrativn. Em Bela Vlsla, onde os prlnciouls can d1dat11~ tEvlltli-lo Miranuu, Ely cfe Araujo Barbosa e Costa Marques) à sucessão <lu .U~lr., Pmlo tlt:l euoontruru t!lll com pso de espera, existe, tambem, uma expectativa com referencia à cÓnttnut dade <lo atual prefeito. Alegando a situa ção estável dn Prefeitura ~1unlcipnl (sem dividas, funr.ionalismo em dia e capaci dade de endividamento de 90%,} os adeptos de Castro Pinto . (verea~ores, alguus membros do Diretório e "multa gente• do povo )consideram u sua gei:tlio õlnamlca e acima de tudo, muito res ~onsAveL ~fos, ,?utra ala, ''tambem com _ente do povo e reforçada nor vários deputados, vereadores e alguns membros do Diretor10, afirmam que "para Bela Vista progredir e destacar . se POLITl CAMESTE nc> Estado, é de extrema ne CPssldade a sai da do atual prefe ·1 " sta é a siusç cn teia tsi, • c1plo cons1demdn cl<> !'egurançu nacional onde u pohtica é [eltu nos bastidores. por falta jn p,nliclpação ativa do pov u1 d1ch,oes maiores da comunldaàe (IP) Castro Ploto no ludo do D» 'G s r. uey ,,ze- ,•edo Diretor Geral da C'xu. Economiou desejam a anistia dizem ser os defen ores? Que lóica é essa dos favorave.s tl anistia, um vez que lamentam a de graça. a miséria e a [ame e desejem n. lmpu11lr]ado oos rnulr;rcs rc pon vefs por ela? " ,uistia lJincla, de carnbullrnda? 1 ão tem cablmc11lo. É posr-ivel quu tonhn havldo, nus puiçõe, injustiças ou excessos, mas is AO é pos-.lvel Fl'I' rP□olv1do coro a rovJ• oáo dos procesr.o~. o quo é jualo e Jou, vuvel. Nesto caso, o punido injustamente ter{). n 1stabe)ocidu a rua dlgnldad" 1!m pedir p"rdão, Hc>m d"pender do favor. ActP11cenlo cu quo lrunscrevo o preente urtigo-cnrtnu dente leitor de " O Estado de S. Paulo " - Qual <lrler, ncol tnrln a revisão do proccrrno ou dos pro ce6BoR a que respond(>, poruntrt um trl bunnl ungido do plena coseiencia de Justiça? Quero crer, Isto purquo, rouvlvn ria u chama da opiniilo pública e pos sivelmente vlrla a tona muita coisa da qual só temos urna levo suspeita osrn a verdade. A grndeço ao cidadão credenelado pelo grande diário de S. Paulo o que Pscreveu e cumpro com pruzer o dever de tranFcrt-vê lo para leitura e ·conheci mento daqueles que por motivos que oúo me C!lbe definir, não tlvern:n n oportuni dade ele dele tomarem conhecimento. O Brasil antes de tudo! depois, o resto. Prof. Stumpf. NR: Coocordnmrs com o Sr. JR. plenamente Dr. José Atanasio Néto ADVOGADO Causas cíveis, criminai• e agrárina. e:,crit. Av. Duque de Jardim. M . Caxias, 878, Deputado Solicita patrolamento estradas das O deputudo Rob-~·to Orro. do :ID_O, aten1endo apélo da população be. la vistense e jardiaense, solicitou ao D_ERSUL que tomasse providêncins ime dtatus pura dotar de condições as estra das que ligam Rela Vi,;ta à Ponta Porã Bela V1;;ta à Porto !ilurtinbo, Bela Vistà à Cara.cal e Bela Vlsla à Aqulduuauu. O DERSUL se couprometeu a l:!nviar g máqumas, atndu esta !:!1:mana, pora a trolar os rPspectivas estradas que p encontram intransitáveis. A roa}, (rodovia?) que ligu Bela Vista à Pont! Poru e um eterno pr?blemu, cnuse.odo transtornos aos motoristas que se ven turam a transilar no "picadão". CADEIA PÚBLICA ... O, drputado Orro, veio coeiiprov·•r m l_oco • a situr çiio da Cadeia Públid~ que Já mereceu reporta<7,'m lia TF .. • eco foi o silencio das áktoridade. { {{"l "'Ud O fª "· VO• ., ., ro IcGu abismado com as e . diç@és_de mossa cadeia. chego« ", uftrmar que u mesma não serve "nem pura guardur animais, num verdade1r atentado aos direitos humanos". D1sse ainda que tomaria providencius junto Secretaria de Segurança Públieg, soj. tndo_ go shor seeri@rio que na,," Relu Visto paru sentir O drama d ª povo esqutcido. esse Aconteceu no dia 13 de março do 11110 de .. • I 9,; • J:,,, olta H:i J-.tnlt Militar. Ne«e dia os lunt da 'f, I. do llio tfp Jn11ri,n, comemoravam o anirerário da rendiço da e+qvslr4 tt'' 11l rn,l~. pro '" o , .- r n 111 manifestações de degrado ao nral comandante do estabelecimento e no ,0ver. 110 ,fo HC'pM,llen. l'rudro1a <l.- .!orai, d~ rrC 'll o inri dente nu Menagem preen. tada ao Cagre»o Nelonl em 3 de mio de 1895. Bor exc+os na tarde desse dia, 'i'Íll••e o cowandanlr (lJ eontinl!e11rlo d.. ,J,..Jij!or, 110 1 dia seguinte, ementa alunos que vHific:iu ,errm ,., principis autores das suadas, { 0 desligamento deses alunos, ] porrm, em vez de er pena ] t-xrmplar, foi ~fndn cnnfNIJ)rO• ducente; porquanto, o l retirar-e da E,coln, o Gen C'omnndaale foi rnrprcendldo , por uma Hrdadrira e 1 1n1ulruo11t ,·afu. quu lht danam os olu1101-prnça,, colocados nas janela8 t baluarte do ediíicio; ulrOrt• dt"11do o i:enernl rrunb r o» alunos e reprrf."ndeu- o, paternalmente . I,so pnre,m, rir, 6 nada , a leu, Pº'" no ,nrr ria r E•coln, em Prguirla fni novamente vitima da mais e,trepido,a vaia. e oindn nn dia seguinte, ao entrar na E•colo. encontrou 01 aluno,, então oficiai e praças, em e~1orlo de rompleta lnrnbor drnnção, dnndo /!rito, of,111i• ! vos a ele e 110 governo, execulando um plano previa• menle combin•do. O comon rl3nte • . . acompanhado rle força necea,:lria e deYirlamune autoriz,do, deu baixa ao1 aluno•-praças que nli Ft achavam e desligou o, ofi ciais.,• 1669 - BreYe do Papa Clemente IX aut<.>rizundo a fundação do Convento dni Freira• de anta Clara ,11 Desterro. em alvador, BabÍl. 1748 Morre em Lisboa . Bernardo Pereira de Berredo, !!Overnador e Cap, General ,lo, Maraahiio entre 1718 e 1722 e llUlor doa" Anais Hi116riro, 1 ,lo E•111d,, de J'llaronbão"' (Publicado eru Lí,boa em 17-19) 1855-- A vila de Moei das Cruzes é elevada a cale~;;. ria de cidade. 1 1870 - O 53.o Bal.Alhão de Voluntários da Pátria. depoi• de participar da Campanha do Paraguai. chega a Perna huc,, a" bordo~ do navio "ltapuru" 1912- Euclides Malta renuncia ao carn-o de aol'ern1l• dor do E+ado ã ia@ias. ' Prof. Stumpf. 1 -- SERVI.O ' > A EDITO- RA "APA '' ~ e l (, na, D D Mt. "r te o nl e, nt 0p1r de crn co Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº339_23_03_1979 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº341_27_03_1979 Voltar para a lista de itens