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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº368_25_05_1979
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J
N(•m Hf'rnpn• º" dudc,A clp 111'1.·
em vendn do um fd6ia ex1ta
da ressonaneiu de um jornal. As ve
zt•s, o que ele diz, u u posiçi o
pol'Unle de1ern1lnados fnlo!l, lrrndia
Uillll lnfl11l11cl11 multo m1,IOI' do que
o tu uce+o parente, DIz Gnulean'
"nó~ AlllDO!! o ()Ili' fiizemOF,, e .. obre
t:rclo o que l'nz<'mOH para m11dur o
que somos". Nos Identidade resI
de nu luta e na 11çno. Nós aos defi
nlmos u partir do de»fio de vencer
objPtlvoA dollrwudos, no camr.,, edi
torlol e no dtlH ldélas. NeRtPs lP!lll)OS,
e r>t>rilt1 lel'rn APJ'/J que 1J jornul pode
reivindicar umu função melhor do
que inflamar consciências e revelflr
a 1·eulldadP? Rt>Rpll11flPmos: 1,0 jornal,
em nt,I11 VJr;tu, cubl-l o dever e a
responsnblllclade de propiciar o de-
bate visando orientar, p1'lnclpnlmente
na queAtüo política, os jovens, prE>sas
fãcél~ de pessoas cujos lnteres1;es
nom 1:Hirnpt'P espPlham o interesse
cole!lvo. A força e o entu!'iaF>mo da
juventude devem SM nproveltado!' na
con,:truoão de um município mais
próspero e AObrt-:tudo de uma socle.
elude mafl:l justa e hurmôuica. Ao
jornal, que não (, !RENA, e muito
mE>nO!:l ~1DB, mus campo de idélas,
cabe u respnn1Nbl!idude de buscar
o debute 011 busca dn sínte!'e que
trnrá f!nulmente a P ,Z ne'-'t!l terra
que ora vlvt• momentos de divisão,
de ódios, de runcores e de persegui
ções. Poderemos chegar, pelo me-nos
perto daquilo que se clrnma CON
SENSO, palavriohu tão u-ada mas
que não trouxe a p,,z e a hvrmoniu
oo povo de Bel11 Vista A contribui
ção patriótica dos elrnmadc,s lntE:>le•
etuais du cidade se fuz necessária
para sensibilizar os poderes estadulif,
e federai<; r:t1 busca da almejada e
sempr1: necessária estabilidade. Vi
vemos momeutos de "gurrra". Penso
_que rsta é a contribuição que o jor
nal poderá pre:-tar ao povo belavi!'·
lr.nAe. Não existe grupos ou fucções
na direção da TF, aqui é, realmente,
um campo !lvr?, finde as idéias po
dem e devem ser fontes de busc:1 e
não de choques. Ao Sf'ohor governa
dor Hrry Amorim, um bomem que
prima pelas palavras francils, C!1.be
neste momento, O DEVER de agluti-
'
nar RS forças vivas da comunidarte
dispersas pelos desencontro11 e pelas
Injustiças.
/retitc e ira cu□
ola pr[esses
·Jx .. cdn e
hniliar .,s
ovo Juiz no
,omorco
Não queremos com isto des
rerneitar o senhor Castro Pinto atual
prefeito de Belu Vista, mas a su6
permanênc:ia frente a chefia tio Exe
cutivo tornou-iie, polítict1::!lente. inviá
vel e nté mesmo contrArrn Hos inte
r·esses políticos ilo povo belavistense, um po"11
amante da p11z. 01-l fatos ocorridos esta
emana com passeata!', ameuças de
greve e desrtispeito à autorldude, e
• são prova~ con::ret>ls lle que o s<>nbor
prefeito não i;oube conduzir, políti
camente, as diversas corrnntes do
tnunicfpfo. Pecou nu eHcolha de seus
Dr. Késio Loureiro Pinheiro
- ADVOGADO -
Rua 15 de Novembru S/N
..r • Bela Vista. Mato Grosso do Sul
ª"ª 26 de
Agosto, 384 - S:ila 24 Fone·
+650 - Campo Grunde MS
axilares; pecou por re +fstar de
velho corpnanh iros, pecou por con
[ar em demnsia em isas próprias
forçw, qu»tudo ntgum administra
sózlril10. Semrou ve•rt•>R, hr,j,· coilJP
tempestades. É a imutável Iel da
causa e efeito. Aqui fazes. aqui hás
de pagar. io concordamos com s
manifestações feitas na Ecola de
Arte1c1 P or1clos r multo m•·no;; f'ffi
frente u usa do senhor prefeito,
po!s o desrespeito à autoridade que
bra as regras do joo e induzem u
mzsma utoridade u 1.ssumtr posi
çõPs rnrlic•tls. ,l~uem foi o culourlo
de culoenr rws runs mf'nlnm; <' me
nlnus dc~sfllundo aos gritos e prnvo
cnande a renução de auem já se spe
rn,·a tu! tipo dt• ren1;11o. U pa,;udo é mestre
em liçõet'l, 6Ó nüo aprende (JUPOJ
n!ío quer. Aos prol'e~s.,fl>s demltlde,R
fa!to experiência e mrlhor "orlen
triçào" pois tenham <'I rtPZd, o próxi
mo prefeito uilo entrará como sal
vador d11 pátria e sempre. ficar( no
íntimo de sua consciência um brado
de alPrtu. Et!lll opinhill pode não re
presentur o ponto de vitila da maio
riu, mas temos o direito e o dever
dH emitl-la e esamn, prontos para
debate-la com quer que i-Pja. a qual
quer horn, em qualquer lugar, sob
quait:quer clrcuuslilucias. (IP)
Nestfl mor.üPnto, quando u .socled!i
de belnvistAnse se 001;011tra traumatizada
por aco11tecimenws que não espelham a
iudole pacífica de seu povo, é necessá
rio que os hor,1ens de maior projeção
mantenham ll cabeça fria, nnalisaoúo os
os fatos "com u lógica o não com o cora
çilo" para resolvermo;; os nossos proble
mas coerentemente. Conversando com
um advogado, nossa amigo de loC1ga
data, traçamo-..-lht' 11m quadro até eutào
não vislumbrado pelo memno. Sem entrar
mos no mérito da que~tão, a n,s;rnito
duo atitUdC:'s do ;;enhor prefeito, isto fi
cará a cargo da ju,;tiça, hnuvt" e muito,
um Desrespeito uo Cargo as cidades
pt•quena (e até mesmo nas grandes) o
nrefeito, o juiz e o delega Lio são pet:!
SOdS qnP possu»m "o earisma do cargo"
e u
4
uI, em 8c•la Vistn, abriram um cluro
no respPito que se deve ter pelo chfe
do Executivo. Não cc,ncorda mos com o
senhor Castro Pinto. médico, politico de
loaga data, mas o respAIto à sua posi
ção semµre existiu om nossos artigos,
em l'lOssas posições. Amanhã ou depois,
ponerá estar na Prefeitura um Ely de
Ara ujo darbosa. r◄:vilásio :'ltirand&, Fio ri
Murano ou Jos/. !arques e, talvez. repi
tam as mesmet'l mamfestaÇÕ=S- Somos,
politicamente, contra o prefeito Castro
Pinto, r>pt-timos: somos favoráveis !I.O
uumento de salários para os professores_
municipais; somos favoráveis às manifes
tnçõc, da cln,~e. tle,de;que !egalmente e.truturnda,
somos contra a. Bagunça, A De,;or!lem
A 'Jiolt>nciu (dizrm que houve agres:;ões
à alunes) e. acima d~ tudo, .somos cou
tra o Abuso do Poder e a Agitação.
Creia, leitor amigo, foi abertc
1 um gr,,ve
precrdente.
(} PI'! I it munieipa! de Hel Vst,
!uben de ttro ['nto, n!riu com
qu ixu rime cifra a diretora Ioita
Hcwiw Ron Gomes, Osvi}to Auu to
Unu,e-. l' ~r. li, r,,., JH'l' • 111'·,1<,:,1 d1• n1011,•,
(;QJl(J'U iJf,l prof ssoras '«a Í,JJ·i 1 1,1 lJl,1
Borges, Sandra Maria dos antas Ho4ri
gues e Ol!emir Ounu, por incitamento
a greve, contra 'TVadu da tosta iurqu·
po incitação à gwve e aesue+!o à at
t0I ldiid C• e contra muiR •1e vintf' pr..:.-oiis,
fa1olll!Ht'H e amigos dos r!enuncl;1do,;.
OS FATOS
Umu pas.-eatn pP!'cnrreu a cldu
de, integrada por estudantes m solida
ri dade u diretora da Escola de Arte 0
(if1eios. Ro.,ita Ro ·a Gome,.:, que forn
demitida peln prC'Yeito municipal p11r
r.oovenlencla cln l? rviço, soll'.lndo fogos
I' aos gritos de ··qul.'reP1os a H o;;lft.," fo.
rnm a•é a re,,I-!ência do prefio e ali.
segundo te;..t~muohas. 111anifP1<tnram !H'
contra a atitude do chefe do executivo
que há poucos úias rlemitira lambem os
intE>grantP.A da Comi:;;;:lo que fora a
Campo Grande pedir aumento c!t.-' mllá
r!os e pagamentos em dia uo governa-
1Jor Hai ry .6.mNim. O prPfelto alegou
que houve desae:atoi: e desrespeito à
,;u,1 p1--,soa por parte de alguns aluno<: l'
pessoas que participavam da passeata
Entrou com queixa crime conrra
os mesmos e tambem contra Osvaldo
AuguE>to Gomes e Sr. Borges que Begundo
elP, o Hme:,.çaram de morll:'.
POLlCIA ~AO P.-RTlCIPOU
O rit-legado dl:- Policia c!E> 131-la Vis
ta, José Loureiro. dis-e desconhecer
u particlp:ição de -policiais mi!llares ou
investigador.-s no caso, tendo a{Irmado
inclusive. que que ndo levar rn três eFtu
dantes à cadeia o i:oldadn de olautão
uão ~coitou ri dE>tt>ncão alegando que re
cebia "01 dens apenas do delPgado e do
comi! dante do destacamento". Enfatfv.iu:
"iaver-êlgarlores ou poli~iaiR mllitarE>s não
pat·tic. ;inrarn do o•~orrido". O delegado
está ouvindo as pessoas intimadas para
d::.r continuidade e.s queixas formuladas
pelo senhor prf.feito,
O POVO ESTA REVOLTADO
Inúmerai- pessoas procuraram a
nos;;a redação para reclamar da atitude
do senhor prefeito. alegando que é uma
'·medida arbitrária e que não coaduna
com o P:-pírito pacífico do povo belavis
tenst''. Ouvimcs tambem pessoas que
hipotecam m ii'ref;lrlta rnlicariPd>1de
llO chefe .:lo Executivo alegando que
''houvE> desrespE>ito Ee 11meaça à integri
dade rlo senhor Ca;;:tro Pinto" e que
"foi aberto um gr..:.ve p!'ecedente. De
veriam J"t''-peitar o prefeito, se não que
rem n-speitor o homem. A situnção em
Bela Vistu está confusa. conturbada e
o boa ~m comum. o cidadão que traba
la, espera que as autoridades esclare
çam < ,:; fi:t.tos que estão repercutindo
mal no Est.-::_cto.
Sergio Roberto Peronc1i
CAUSAS ri VEIS
DIRF:lTO :GRARIO lNVENTARIOS
E-iCRITORIO - Rua 3 ·de Outubro
Ao Lndo da Ciretran )
Beln Vista
0 1'r:bunnl de ,Ju,;(f.
ca do Ftad de Mto
iro so do ul, utoriz li
Ires-Ira:tento do Dr
("r, <' .,1111,
1 ~1,1, :11,
,llL/ •! l l lliíl'lrt ,i tJt• l'o, ·
l'J ' urmho pata co.
lU 'fí"l q t 11 'ht.l ,,t,.
qU" IH', du• • , ,lrn ,ç,r,
«. colam!d+de púbiles
nqu le ruutcipio O Dr
(rwr entino já e fl·
eutta em nossa cl4ado
!' a equipe TRIUNA
ulneja ao mesmo, 0to
de boas vindas. Eta:os
ds s ordens pura o
que for necesslo.
üS
O vereador Gctulio
Llno. rJo :lDB. rll:;'ie qu~
o Hl'1thor prefeito muni
cipal. C11-.tro Pinto, nil.o
paga o su!siduos desde
Fever,.iro· Alega L!uo
que í&to ~ fnndmis:;ível
pois os vereadores tra
balham e merecem re
ceber o jasto salário, o
que rilo vem ocorreudo.
A respeite; dos últimos
acontecimentos, G·tulio
Lino disss "» briga de
arenista'' e o :1DB E>Stá
~fii,btindo de caruarotEI
mas apoia a- reivioói
caçõei; dos professores.
O prdeito ~ 11oroer1-
r10 (pela ARENA) sem a
participaciio do povo e
este é o resultado.
Houve Arbi
trariedades?
1) Os >1.lunos e acorr
panhente-, que estiveram
se manife,,tando em fren.
te da ré'sidência do pr.
feito ·municipal, "cfet •
deram o prefeito com
p:lavras de baixo calão
tentm·a:n invadir rei
dência, desrespeitaram a
pessoa du prefeito e i:t·
gituram o ambieate" pa·
lavrai:: pronunciad111- po~
pessoa ligada ao prefeito
municipal.
2) O prefeitn Castro
Pinto em companhia de
s1:u;, auxilfar·ês, todos
de arma na mão, amea
çaram e chegaram u
empurrar violentamenk
uma estudante menor de
idadP., levando - a pari,
a delegacia" p3lavras dE·
um integr:rnte na pasc,ea
ta.
Es:;es . iio os Ia tos.
deseneC'nt-r-ados, cheios
de ódios. d:e ameaçai:-.
Com quem está a verda
de? O povo quer a ver
dade dos fatos. Estamos
prontos para divulga-los.
Limite de
poderá
velocidade na estrado
ser acima de 80 km
O llmlt:o du veloold11<lo de 80 qul•
l)metros ns «tradus deverá cnir, O
mitro do 'Transporte, Elseu Heen
«te, confirmou, em entrevista coletlvnu que
concede, que eis e limite poderá er ul
ternado, permitindo-se mo veloeldude
na e+ttdnus. Ao meto tempo, ele en
atIzo que o Irnn#portes coletivos serão
etimuhtox, com os transportes idivl
dunls o!rendo restrições, entre ns qual
um,, innl,~ (11i-vu11u Tuxu llodovlórfn Unt
ou {TRU), bloqueto de vas puru nutomó
vel, pedylo e ctubolelmento pagos.
Els Resende falou ulnda obre
w8 perpectivuxs dnu construçle naval brnu
lleira, detendo u necessidade de o Bru
Mil r.utrnr Uf{l'"f➔Mlvnwunl!i no m1•ro1:1CIO ln
ternelonal nexo setor pru atender uss!m
qun lt•rminC'm uci 11tunls 1•ncomendas
l'eullr.udnr., a eupaoldude loHtaladu dos
Negócio de Ocasião
'ende-,rn uma f.azeodloha, den
tro da tuea do Progrumu de Desenvol
vimento dos Cerrados (Polocentro), com
272 !.ta, situada os margens do c6rrego
Sanga Bonita, pegando 2km de água e
distute destn cidade apenas 60 km;
1'endo 50 hu. já desmatado e grndeudo
com aproxlmadumente 25 ha. plantudos
com Brnchlárla Oecumbens Austra
liana. O restante da área ó formado
de campo e cerrado leve,, podendo ser
fuolhneute trabalhado com máquina
; Docun.entação r~m dia, lnclu~lve com
cadela domlnlal. É toda cercada. Preço
2.500,00 por ba. Condições: A vista. A
ceita-se casa de entrada em Bela Vis·
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Tribuna da Fronte ira
( Fundado a 20/2/72)
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lnsc. Est. 1305923,13
Diretora . ~hria Estela V.Pereirn
Hedotor - Chefe • Ivuldo Pereira
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Redação Administra'.ÜO r- Oficinas: Rua
Duque de Caxias /n Bela VistJt MS· Cx. P. 23
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ASSINATURAS
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Demais Municipios ·-····-·--·- CrS 700,0U
Número ,lo dín 4 00
Números utrnsudo,; s'.oo
Fundador e Diretor H.-sponsavel
lvuldo Pereira
VELOCIIJADE f<: llE'>TfllÇÕE.;
obre o Imite de E) quilómetro
de velocidade nas e«tradns, o ministro
dlse que mesmo com alteração eontt
utio ·endo levadns em coai l·ração
nus norms de vurunçna estabel cid
pelo DNR que, eundo le afirmou, vêm
ns8eurundo um menor indiee de aiden
te ns rudovis brasileiras. Reconheceu
Eleu Resende que a velocidade ótima
pari; dur o menor con,,umo de comhu ·
tlvo1~ (fl<rntro da campanlrn de rnclonalí
z;acilo) vnrla de• veiculo pura vefulo e
que o runde consumo está no conges
tionamentos dos centros metropolitanos.
Por Isso o uso do transporte Individual
será restr!Dgldo oas cidades.
Gremio dos Sub-Tenentes e
argentos "Pedro Rufino"
(Fundado em 09 de Abril de 1961)
Levamos a, conhecimento de nos
sos assocladoB que no dia 28 de Abril
ele 1970, por oca:;lão da As.;emblé!H geral
Ordinária, foi realizada a eléiçüo da no
va Diretoria, para o blênlo de 78/80.
Foi eleita u r,lrnpa composta pelos
seguintes membros:
Presidente: Clauàlo Dittl' Alves
Vloe Presldeot<>: Rusevelte Luls Melo
sobresa
1º Secretário: Paulo Jun Yuno
2° Secretório: Edson CeF-ário da Silva
1º Tesoureiro: Arl Burbos11 Patta
2º Tesoureiro: :,fdney ,José Vida!
Orador O[iclul: Adalberto R. de Sant' Anna
Híbli'otecárla: Síria GuP.de& Correa
1º Vogal: José Alfre:lo de Aruujo
2º Vogal: Lulz Carlos Tadeu Alfonso
Viedes
CONSELHO FJSCAL
Relator: Onofre Dlao dc1 Sllva
Secretário: Antonlo Alves
Iº Vogal: .José Dubr.s Moreira dos Santos
29 Vogal: Hortêneio Escbur
CONSELHO TÉCNICO
Diretor: João Kollfe
Secretário: Oldemir Ossuna
1º Suplente: Djulma Sllvestre Fernandes
2° Suplente: Fernandes .<lves Gomes Filho
. Claudio Dias Alves
Presidente do GSSPR
amisaria JB
Tredl:;fo e Curantia nos Tecidos que u:,a,cons.:ig,radJ
pelJ Pcsqui:;:i PGb!lei! de.:.cfo 1957
RUA 14 DE JULE'), 2.104 CAMPO GRANDE
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E chega todo,; os dias à sua cidade. Ou a auu rai;a, se
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Não Toem o pslmos exemplos
que o overno federal vem dando 'n dI
fieil "urte" de fazer politlea. rào e en
ontrariam pretexto para himluuir o im.
pado cnnH11do por lnipl'nfl:l(J:t ioici,1llv11
/ da hut1c1.1rlu da Arrua, na Ar.sc1J1bl(
1f11
Letslutlva, de Ms, ob a liderança do
dep. 'Valtomiro Gonçalves
DE Fato. Dez ,11•pu1,1d0H, exc:l11lndo•
e Hatez 'T'ebet e Pulo Suldnutuha, fir.
uruIn um 'documento,apoio ob conli
J
1
:õ1•H
0
' rm o qual. (11• rnnu<:kn nua e crna
cobrurnm dn exJ
0
cutlvo, uma "pal'liclpu
ç!lo" QUI' BUIIH l·Xcrl6nclHH, com t:-llft'mis
,no, dcaoml1111rnm •·vnlorl:t.uçflo dua po•
,, IIIIC<>ll",
1
Por "vnlorlzaçilo dos politico" de-
l'o-se entender o ruteio de cargo" públl·
cos, proporclunulmente 11. votaclio que
cada grupo urenfi;ta obteve 11as ele!çõeP.
Essa é, ou será, a ''Regra do .fogo."
Para que se teolrn uma ldéla de
quo seja a proposta "SISTEMÁTICA DE
PARTICIPAÇÃO POLl'J'ICA ", expllcttnda
81ruvc'>,; de "ExpoRiçflo de :lotlvos",
tran,orPveremos, com ulgutHl comentá
rios os trechos que nos pareceram mais
~lgoHicatlvoH.
"Colhidos os resultadot- eleltoralil''
1, .. ) "fez• B<' necessál'lo estabelece' crl
térlus parn o ntendlmentu das reivindi
cações emergentes, quer dus Alas, quer
dos Pleitos, l11divldunlmeute".
'l'raduçüo: Os Ortodoxos (Frag<>lll,
Cam1le). Indep1rndentes (PPdrossian) e
Renovadores (Levy) dlvldirãP a "rupa•
dum·•, cm cada município. de acordo
com a votoção que obtiveram ns respeeti
vos Alas e seus reprei,ientantes . .' pala
vra rateio, se aqui empreg!lda, não des•
tou, nem do conjunto, nem das intenções.
( ... ) ·•cuidou • se, como não se
poderia ol vidur, de a tender, PR!i,iEIRO
PL! NO, os interesses rios Alas integran
tes tios Partidos ( ... ) "Foi aFnlm, c,
BOLO DIVIDIDO nelas Alas Ren<,vadorn.
lndependentl:' e D
0
emocrátlc,,". (O grifo é
IIURSO).
'j ( ... ) "Nem i;e poderia f3lar em re-
prrsentaçilo e. por consrguinte, em po.
der Iei'indicur, de quem não con~eguiu
eleger• se•·.
)!,lo quer dizer. apeoafl, que aqut:>les
pollticns que não se elegeram não têm
o direito de reiviadi~ar, ou me&mo, de•
dar qualquer palpite.
Para aumentar a fatia do bolo, as
,las Renovadora (Levy) e Independente
(Pedro!'sian) juntaram E-eus "trapinhos"
e apresentaram os seguintes ''indica dores
reais"·
l .•
Ala
ssim estamos atentando u
vos excelência urna valo 9 (;fllllrtl,nt•
çlo, queremos crer, que vui, una vz
uiotaoa, delinear o emtnhos e de{ir
um Cldllfl!Jl '.llílH'lllO [/<ll'fl () f{O'(·rJ /J (' p !·
ra os político. Será a rera do jogo.
(O rifo é nosso). Cumpo Grande 23 de
jar.eJru dl' HJ7Q.
!'111 l1illll políti<·o. dl-"-.l<' tipo j:,m,di;;
seria concebida per àqueles qu nos
Idos dl1 rnarç,, d
1.J !Dfi-1 ansel1H um por
urna l'l'.lt1lu JívtP. por ,Justiça :1,clal e
um Regime DPmocrútlco e;;cowm:.ido de
vicio, distorsões e cnsuist0o:.
1 unos e pussaram. Eis aí, uma
plida ostra de nosso progreso em
dlreçüu HO "HUlOt1tll'o·· regime do povo,
pelo ovo e parei o povo! ..
Acreditamos que o nobre deputa
do Oaevum Macedo ao trazer ao co
nhecimento de seus pares, <:i dn l111preu
su t,l) dooumt-nto presl<•U um serviço de
lnlereRf'O polítlco•soeiul, c:ervlço que em
11ad11 fere princí;ilos ou dh;poi:ltfvufl
éticos.
Cyrano de ílt>jerae
Solvo, melhor juízo, rvl(leaternenle.
Dr. João Carlos Ocariz
de Moraes
Clínica Médica e Ci:-ítrgica
Pré Nr.itu.l - Preventivo do Cancor
Rua Antoalo W! Coelho sill
(ao ladn do Posto Rio .pa)
Fone 215 · Belo ViFb. MS.
Posto de Acumuladores Soto
L
Renovadora Independente
Senado············-····· .. ·· 134 338
Câmaro. · ······· 103 187
Assembl. Legisl.---102 368
Total--· .. -··· .. • 339 8[13 (65, 4%)
Ala Democrática
Senndo··· .. ···········"·· 45 885
Câmara Fed 59 4?6
A!:sembl. Ll'gisl.··········· .. ••••••• 74 943
Tota1 _ 180 304 (34,6%)
Para terminar, ( cieputado Valdo•
' illlro Gonçalves encerra o assunto com
?: fecho de ouro:
DE VITüR SOTO
PcçtH e ,ceFs6rio, - Veicuhs Ford, Willy
Volks . Chc,·rolct • C,,n,crto, e Reformas de
Baterias • Co!Oc3•Gc Purubris11 nu Hora
Hun 11 de Maio - S!N • Cx. r. • .IJ • Jarilim .IS
Em Belo Vista • Posto de Acumuladores .Inter-
1 nu,:ionul • ( no lado du oficina Cumbaralamuia 1
Sindicato Rural de Bda Vista
1
Eleições Sindicais
IS
Será realizada eleição no dia
26 de ugoFto de 1!J79. na sede desta
entidade nara comoosição da Direto•
ria Conselho Fiscal e Delegndr,s. Re
presrntaates deveadn o Rt:•gistro de ,
Chapas ser· apreseotFtdo a Secretaria,
no horári,::, de 07 às !7 borni:, nn pe
ríodo de 20 (vinte) dias a contar da
publicação deste uvis 0.
Edital de Convocação da e!ei
çãe encontra-se afixado na sd· des
ta enti<la'ie. ao Kr1Jde,co, 8an(!O do
Brasil, Hanco Fiuaucial, Caixa Rco•
nômica Federal. Exalaria Estadual e
nii Pre[e!tura de Bela Vista.
Bela Vista ~IS. 15 de maio de 1979.
Victor Penzo
Presidente do Sindicato.
1 o nr ,J t
io
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1 ;.
lf 1 •Í ,!'11
retdans. bt o rvo i o'gu
+'alo Frnrt
Hua da Per!iu
ta-o Mo«ah r!
) flor
l! t,urra Mundial tolas latalhn }
l 1c frt.1 , lC;!,•ttt. .,
U !"(r<·,ilr, J ,..t, Jtlo
o Tiro r!eito
)lt t unl dr, l<>111ti-1,1
Ar-nal do 'Terror
"S ó C t • 1, T U li , 1. I! 1·'. J > A I A
;-.;ovos no111·1,o.TJ. .••
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que têm muita sede
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que é refrescar
a família inteira
com o sabor natural
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('D'lil,, O , ·,i. J; .. -.,it
tr. ó hsvtst ido
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,1111,1tfíll <I 111,;i,tc,rlllll'll•
lü i11! 1 iil ( llll "mullO
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Qlle H' p,•:., ,". ;!H•' tl
própio nitro desmen
ii11 ,~~o nfirmur11Jn (!ll"
lpen:•ll t>Xi Ir•. rtu pa'11'
lo ar.bs, a dovl1o
ele virwular 11 , <'l!dn rlí'
1>elról~o ;) PXl'CUÇJ10 <l•
projetos.
Em a,•it>m ( e:nbal·
xa«dor de Isrel o Ira
sil. Mosh6 Eeil., di
qaP 11 ,., 11 pai, 11:io crf•
(JUl' o 1irn,1l p,·l'í/11['1 a
111;,t:d,11,!ão .1q•JI úe um
escritórto da OLP, poi
trata se de 'uma org'
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piores que existem'.
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feijoadas aos sábados
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1
RUA 14 DE JULHO Nº 188 FONE 383 . 3509
TRI
Regulamento do Carnpeonato Oficial de
promovido pela Liga Esportíva
A Diretor!n d LIa Esportlvn
Bela vlte!e, visando regular nom
para a relzação duns competições -
porllVH/J rrnll ,un jurlfldlçfio, fixa o rf'gu
Intento Geral do 'Tornelo e Cmpeona.
to, que partir da ruiu pulJltcaçã.,1, rn
voa us dispolçet em contrário.
CAPITULO PRIMEIRO
Dn Purllclpaçllo tlOfi Clu1,es FI·
lln cl os:
Artigo 1%- Os clubes filiados à LA
Esportlva Beluvitense, tem u8eu
rllflo o <llrt-110 d:· ln1wrc•vor-lle para pur
tlclpnc;:1o do torl:iH e q11altique1· protuoçilo
!'sp0!'llvn l'NIIIZ11dll8 1111 cldurlt~. sob ll
orl(ont,1r,:t10 dlrPtn da Liga E .. portln1 lle·
Ia vi+tense,
$ Utco- Os clubes filiados do u
COl'<to com o 11r1l1{0 '.!.7, letm A, e que
no etojum com u vun situação devida•
mente realarlzudu o de pose do Alv
rfl rio funclonumPnlo ilo SRO, terlo seus
dlrl'llos ruRtrlloi; o l'H~lllumeotndos pura
cndu comJit·lfçllo c11peclflcumeute;
CIPITULO SEGUNDO
Dn In~crlçüo do Atletas:
Artigo 2º • É 111:nltado o número
de atletus que poclerfiu t!Pr Inscritos por
cadu ogrornluçüo filludn, pura as diver
sas mot111lldades etiportlvu que pratico.
Artigo 3 - Poderão ser inscritos
11 tletus residente cm outros IJlU□lclploR
de,-de que s11tlsfaç11 m us exigências da
Lei dn 'I'l'Hllsferflncln e Remoção.
§ Úníco -- Quanto a p1:1rtldpnçilo
de utletus estrangeiros seró. respeltad11
a determlnuçllo em vigor, sendo o nú
mero de iseriço regulados psla legais
lnçilo superior;
Artigo 4º - O utlota, ao obter u
a sua ln~orlçüo receberá um número que
oonsturfl da 1ma carteira de a !lota
, muclor e que devera constar em todo
o expediente u seu re!'peito que troo&!•
tar pelo Liga Esportiva Eelavistense e
seus diversos poderes;
Arligo 5Q - Somente poderá ser
inscritos novos otletos, durante o primei
ro turno da tP.mporada <le HJ7P, findo
1~sse pruzo. será suspenso us inPcrlções.
No caso de entrada parn roglstro dt
nova inscrtcão d» LEB, deverá ser rea
lizado até 72,00 horas antes da compPtl ·
ção do Clube lnteressa~o;
§ Ún
1co - O utleta que participar
de um jogo, não poderá ser transferido
p11r•L outra 11gremiaçã1• duru::te n tem
porada em exercíc:o;
CAPIPULO TERCEIRO
DA PARTICIPAÇÃO DAS RENDAS:
Artigo 6º - ~erá controlado ex
clusivamente pela tesouraria da LEB e
a participação porcentual dos clubes, nas
rendas auferidas nas bllhete1·ias, terá
ai: ~,!guiutes, distr!buições; LEB recE-berã
20% da renda bruta, e da renda liquida
será distributdaA em partes iguais pelos
clubes participantes cta rodada;
§ Único - Cada i>quipe terá direi
tCl a 20 (vinte) iJ,gressos gratuitos, sendo
16 (dezessei) atlétas, Presidente, Massa
gista, Roupeiro e Diretor Técnico:
CAPITULO QUARTO
DA JU8TlÇA DESPORTIVA:
Artigo 79 - Funcionará de confor-
midade com o que dispõe o 'ódie
Brasileiro Disciplinar de Futebol "CHDl"
lJ tod l)fl OH Pl'OCJl'H<:Os-i 1,l' rú l' llf'tl IJJJ li h;i do
través d LEÍ, u Junta Disciplinar,
devidntente formlizndo
C,Plf(Jll) QCl:'JTO
UO OUti)!1O f>E rH.ll!Tf-W: .
.-rtlgo 8f> . Couqwlo uu Diretor de Arbt
tro 1111 LEIJ, través do seu Departume
to, lazer cumprir riporosmeute todas
IIR cloll'rllll1111çÕl'rl vlg,,ule na LEI, zelun•
rto flPl111ru1e pt<lo boin unJnmento do
u(vPI rlleelplluar do cortame, iwnclo obrl·
gatórlv o UHO doR CARTÕES Anwrdo e
Vermelho, de acordo com lJ lei.
C,Pl'l'ULO SEXTO
!JO C.MPEO.'ATO/1970:
Artigo !lº - O cerlnml' será dispu
lado m dois turnos, divtido em duas
chavo,- "A'' o "R".
CHAVE "A"
,ssoclnçfio AtlPticu Banco do ílrasil
ScsRenla EHpNlo Clube
Operórlo Futebol Clube
1º de Mulo F. Clube (Curoüol-iS)
Sociedade Esportlva Vila Nova
CHAVE "B''
Clube Esportlvo Beluv1atense
Clube Esporli vo Rec: Engenio Penzo
/Aat. João - l1t--J
Clube A tlétlco 1',ãutfco
Clube Recreativo Cuçu Pesca
Gremio ERporttvo União
F
REVOLTA DE PROFESSORES
Jornal de CnmtJo Grande oubllcou
com düstaque fato oéorrido uqut em Be
lo Visto, que cnusa - nus grande cons
trnugime!?to; o caso da rebeldia de pro·
fessores da muolcioalidude.
Sim, constranghnento pot trotar-se
de un. casn virgem aqui, de indisciplina
e desrespeito de escolares á autoridade
constltnida.
Os stnbores professoreE poderiam
multe bem tratarem dé' suas reivindica
ções diretamente com o Sr. Prefpito
;.tuoiclpal e hdvPz f'eriam atendidos sem
u necessidade de mandarem urna coml:1·
são a Cnmpo Grande bu~car provide:icins:
do Sr. Governador do Estado, alndu
mais, arrastando em sua lasensn tez
crianças alunas de escolas, que nada
:-:abem arrozoar sobre o conflito de seus
mestres.
Lamentamos o oconino, pois hou
ve eticanctalo e violeucia, ·prisão dP. pro
fessor, demisi-ões de outros e um exern·
pio nadu ccnfortadGr à nossa juventude.
Certamente, o Sr. Prefeito Muici
pal al~m das medidas já torou das, há de
resguardar nossa população de outra
inconveniente investida que fere nossos
fóros de civ!llzoçilo.
LIXO NAS RUAS
A cidade está sendo invadida por
montes de lix:> por
todos us ruRs, num ateE>tado rle irrespon•
subiltdade dos que ussim procedem, ti
rando residuos nas vias públicas, uumn
demonstr1:1ção de falta de higiene e com
preensão, pois trás as nossos visitante!:!
Futehol
Temporada
Belavístense
1979,
1
11·, r'fl Ir!'•·
'nico- ser cl "", onto
» h ve, po. Y
(03) equipes 'e caa ', turno decil
f'lliJ!lO,f)l'-l'l!!:rJqp•Jnll- (J fj/1
' 8 f' ]1 (J u V (' I' ( m1' equl-
r
º··11 i'<> 1" turno (ni,,h <lo ir(s
111, , 'fie· do t111rA
ps) para apontar o clasl" '
adot..«do us euints not18.
1° Saldo do Gol l
2 Nútero de vitória
30 Confronto Direto
4 Gal Alverage
CAP! ru LO SÉTJ.1O
Disposições Finais'
AI
ligo IUº . ,' Lfg,i 8sporttvu ~e
diversos de
lavtstense. através de svu na1quer
partam·ntos, não to9acbra ",".
t•xpcrlie11te que envolva iutero1rno o
lindos em debito;
cnrn u 'Tesouraria,
Artigo 1 lo . Üt< Cllf'Of: orniSS08 so-
rno r<'solvlr'oH pf'!a Din•torin e quondo
n grvldnude do caso ocorrer, pelo Coo
elho Geral, reunido puru twul fim.
Artigo 12"° • Fli::11 n•vogodn do
teõr ue regulnrol'aluçi.ío de 20 dt> no
vembro de Hl74.
CUMPRA-SE _
Bela Vlstn-MS, 03 de Mulo de 1979
Arsiloy do Amurai Lttgeuno
Dir. lJepartamento Técnico
Abrão Armoa Zacarias
Presidente
h visãc de um panorama negutirn, quan
do deveriam tomr iaterei'se quanto á
J;mpe:za da rlrladP.
Não só é culpa do~ citadinos. A
PrefAiturn tambem tem o seu onus de
mante-le limpa através s e u pes
t-•rnl e veiculos para isso dt>stlnndos,
con1 a 1toridnde purl coibir tu.is abusos,
1.rnt- ... ~la está realmente sujo, cheia
<' e monluros por toda a partP, inclusive
nas suidas das estradas. Caplnzais enor
lll!S tomando conta de tudo.
Mais mor a Bela Vista, meus pa•
tricios. mais cuidado de quem tem o de·
ver de nrante-la atraente.
AMERICA CENTRAL
Nicaró.gua e EI Salvador Pstúo na
ordem do dia corn suas riwoluções san
grentn s. PaíseE viziuho'i pedem uo
Estadcs Unidos sanções contra a ditadu
ra do PresidentP Somnza e em E! Salva
dor rebentnu umu revnluçio no:,: ultimos
dias contra a ditadura do governo ili
tar. Somado,- aos distúrbios que ocorrem
na Colombia. Chile e .rgentinu, vemos
que a America Esparbvla está convul
sionada. :lortPs, pri:-õPs. 11,-.,sssinatos de
11li11istros e outros crimes condeoávris
e:stào se sucerlendo nessas Repúblicas.
Rreç? deste exemplar
0S 4,00
-
Cha ui t?
reintci» diály
O porta voz do It.
maraty, conslheiro %
ardo Perica, dise que
o governo braile!ro .
está preprado par
dar proseguimento a
negociações Italpu- or.
pus. "As li que
r-<.rntlmoR pron'loM, d.11·.,
mos um vlso ao Par.
guai e Argentina', uhr
mou o porta voz, resa]
tanúc que• o a/i■uoto nfío
está parado, j qus ho.
vc. convcr,;açõoR oo•r,
võrlos setore-. <111 JJ·
ml11i1mucão Flg-uaredo.
como, por exemplo, o
almoço de trob:i.lho, rau
Jlzado na, semana pa~
ada, entre o chuncoll
1r
Rnrolro Sarnlvn Guerrlf.
ro e o ministro Césur
Cais, quando n quest5o
Itulpu-Corpus foi dlBCU·
tida.
Paraguai
situação de
Emergência
Asi-un<:ão • As auto
torid1Hle~ pargualafl en
carregadas de prestar
ns:,lstência à6 vítimus
das inundações do rifl
PurnguJi estimados em
25 mil pessoas estão dis
postas pedir ao gover
nc que decrete estudo
de emergéuci'l em todo
o país, diante do agrH
vamento dos problemas
que enfrentam: as águas
do rio continuam s□bin
rlo em multas província,;
situadas ao Norte (já
&tingindo 8.95 metros
em Forte Ollmpo), falia
material parn construção
de abrigos provisórios
e novos b11irros da. capi·
tal estilo sonde também
inundados,· 11umentando
ainda mais o úmero
de famílias des:ilojadns.
Acreditam os encarreg11-
dcs de prestar ajuda à
população, que os tra_
balhos seriam mais efi
cientes se coordellados
por uma coruissão espr
cia l.
As consequências
provocadas pelas en
chente,:; do rio Paraguai
vieram se juntar, há al
guns di&s, o tranEtbor·
<lamento do Paraná.
Suas águas começa
ram a buixar nas Iocah·
nades cte Encarnacioo.
Presidente Franco e Ya·
ciretá.
j
I
Economia'? Segurança'? Conforto'? Tranquilidade'?
0NAUS$
Alem de tm!o o que está escrito acima, voce aiuda será Servidc por MOTOR!S1'A:s Gabaritado:-;
Viaje de Ünibus... A Via~áO Cruzeiro do Sul
Renovou suá Frota para melhor Atender os seus Ut-uórlos. Linha para 35 Municipios de Nosso Estado
Viagem lntdigeute é com a Cruzeiro do Sul
1
1--------------------------·--------~-----------~--------------
N(•m Hf'rnpn• º" dudc,A clp 111'1.·
em vendn do um fd6ia ex1ta
da ressonaneiu de um jornal. As ve
zt•s, o que ele diz, u u posiçi o
pol'Unle de1ern1lnados fnlo!l, lrrndia
Uillll lnfl11l11cl11 multo m1,IOI' do que
o tu uce+o parente, DIz Gnulean'
"nó~ AlllDO!! o ()Ili' fiizemOF,, e .. obre
t:rclo o que l'nz<'mOH para m11dur o
que somos". Nos Identidade resI
de nu luta e na 11çno. Nós aos defi
nlmos u partir do de»fio de vencer
objPtlvoA dollrwudos, no camr.,, edi
torlol e no dtlH ldélas. NeRtPs lP!lll)OS,
e r>t>rilt1 lel'rn APJ'/J que 1J jornul pode
reivindicar umu função melhor do
que inflamar consciências e revelflr
a 1·eulldadP? Rt>Rpll11flPmos: 1,0 jornal,
em nt,I11 VJr;tu, cubl-l o dever e a
responsnblllclade de propiciar o de-
bate visando orientar, p1'lnclpnlmente
na queAtüo política, os jovens, prE>sas
fãcél~ de pessoas cujos lnteres1;es
nom 1:Hirnpt'P espPlham o interesse
cole!lvo. A força e o entu!'iaF>mo da
juventude devem SM nproveltado!' na
con,:truoão de um município mais
próspero e AObrt-:tudo de uma socle.
elude mafl:l justa e hurmôuica. Ao
jornal, que não (, !RENA, e muito
mE>nO!:l ~1DB, mus campo de idélas,
cabe u respnn1Nbl!idude de buscar
o debute 011 busca dn sínte!'e que
trnrá f!nulmente a P ,Z ne'-'t!l terra
que ora vlvt• momentos de divisão,
de ódios, de runcores e de persegui
ções. Poderemos chegar, pelo me-nos
perto daquilo que se clrnma CON
SENSO, palavriohu tão u-ada mas
que não trouxe a p,,z e a hvrmoniu
oo povo de Bel11 Vista A contribui
ção patriótica dos elrnmadc,s lntE:>le•
etuais du cidade se fuz necessária
para sensibilizar os poderes estadulif,
e federai<; r:t1 busca da almejada e
sempr1: necessária estabilidade. Vi
vemos momeutos de "gurrra". Penso
_que rsta é a contribuição que o jor
nal poderá pre:-tar ao povo belavi!'·
lr.nAe. Não existe grupos ou fucções
na direção da TF, aqui é, realmente,
um campo !lvr?, finde as idéias po
dem e devem ser fontes de busc:1 e
não de choques. Ao Sf'ohor governa
dor Hrry Amorim, um bomem que
prima pelas palavras francils, C!1.be
neste momento, O DEVER de agluti-
'
nar RS forças vivas da comunidarte
dispersas pelos desencontro11 e pelas
Injustiças.
/retitc e ira cu□
ola pr[esses
·Jx .. cdn e
hniliar .,s
ovo Juiz no
,omorco
Não queremos com isto des
rerneitar o senhor Castro Pinto atual
prefeito de Belu Vista, mas a su6
permanênc:ia frente a chefia tio Exe
cutivo tornou-iie, polítict1::!lente. inviá
vel e nté mesmo contrArrn Hos inte
r·esses políticos ilo povo belavistense, um po"11
amante da p11z. 01-l fatos ocorridos esta
emana com passeata!', ameuças de
greve e desrtispeito à autorldude, e
• são prova~ con::ret>ls lle que o s<>nbor
prefeito não i;oube conduzir, políti
camente, as diversas corrnntes do
tnunicfpfo. Pecou nu eHcolha de seus
Dr. Késio Loureiro Pinheiro
- ADVOGADO -
Rua 15 de Novembru S/N
..r • Bela Vista. Mato Grosso do Sul
ª"ª 26 de
Agosto, 384 - S:ila 24 Fone·
+650 - Campo Grunde MS
axilares; pecou por re +fstar de
velho corpnanh iros, pecou por con
[ar em demnsia em isas próprias
forçw, qu»tudo ntgum administra
sózlril10. Semrou ve•rt•>R, hr,j,· coilJP
tempestades. É a imutável Iel da
causa e efeito. Aqui fazes. aqui hás
de pagar. io concordamos com s
manifestações feitas na Ecola de
Arte1c1 P or1clos r multo m•·no;; f'ffi
frente u usa do senhor prefeito,
po!s o desrespeito à autoridade que
bra as regras do joo e induzem u
mzsma utoridade u 1.ssumtr posi
çõPs rnrlic•tls. ,l~uem foi o culourlo
de culoenr rws runs mf'nlnm; <' me
nlnus dc~sfllundo aos gritos e prnvo
cnande a renução de auem já se spe
rn,·a tu! tipo dt• ren1;11o. U pa,;udo é mestre
em liçõet'l, 6Ó nüo aprende (JUPOJ
n!ío quer. Aos prol'e~s.,fl>s demltlde,R
fa!to experiência e mrlhor "orlen
triçào" pois tenham <'I rtPZd, o próxi
mo prefeito uilo entrará como sal
vador d11 pátria e sempre. ficar( no
íntimo de sua consciência um brado
de alPrtu. Et!lll opinhill pode não re
presentur o ponto de vitila da maio
riu, mas temos o direito e o dever
dH emitl-la e esamn, prontos para
debate-la com quer que i-Pja. a qual
quer horn, em qualquer lugar, sob
quait:quer clrcuuslilucias. (IP)
Nestfl mor.üPnto, quando u .socled!i
de belnvistAnse se 001;011tra traumatizada
por aco11tecimenws que não espelham a
iudole pacífica de seu povo, é necessá
rio que os hor,1ens de maior projeção
mantenham ll cabeça fria, nnalisaoúo os
os fatos "com u lógica o não com o cora
çilo" para resolvermo;; os nossos proble
mas coerentemente. Conversando com
um advogado, nossa amigo de loC1ga
data, traçamo-..-lht' 11m quadro até eutào
não vislumbrado pelo memno. Sem entrar
mos no mérito da que~tão, a n,s;rnito
duo atitUdC:'s do ;;enhor prefeito, isto fi
cará a cargo da ju,;tiça, hnuvt" e muito,
um Desrespeito uo Cargo as cidades
pt•quena (e até mesmo nas grandes) o
nrefeito, o juiz e o delega Lio são pet:!
SOdS qnP possu»m "o earisma do cargo"
e u
4
uI, em 8c•la Vistn, abriram um cluro
no respPito que se deve ter pelo chfe
do Executivo. Não cc,ncorda mos com o
senhor Castro Pinto. médico, politico de
loaga data, mas o respAIto à sua posi
ção semµre existiu om nossos artigos,
em l'lOssas posições. Amanhã ou depois,
ponerá estar na Prefeitura um Ely de
Ara ujo darbosa. r◄:vilásio :'ltirand&, Fio ri
Murano ou Jos/. !arques e, talvez. repi
tam as mesmet'l mamfestaÇÕ=S- Somos,
politicamente, contra o prefeito Castro
Pinto, r>pt-timos: somos favoráveis !I.O
uumento de salários para os professores_
municipais; somos favoráveis às manifes
tnçõc, da cln,~e. tle,de;que !egalmente e.truturnda,
somos contra a. Bagunça, A De,;or!lem
A 'Jiolt>nciu (dizrm que houve agres:;ões
à alunes) e. acima d~ tudo, .somos cou
tra o Abuso do Poder e a Agitação.
Creia, leitor amigo, foi abertc
1 um gr,,ve
precrdente.
(} PI'! I it munieipa! de Hel Vst,
!uben de ttro ['nto, n!riu com
qu ixu rime cifra a diretora Ioita
Hcwiw Ron Gomes, Osvi}to Auu to
Unu,e-. l' ~r. li, r,,., JH'l' • 111'·,1<,:,1 d1• n1011,•,
(;QJl(J'U iJf,l prof ssoras '«a Í,JJ·i 1 1,1 lJl,1
Borges, Sandra Maria dos antas Ho4ri
gues e Ol!emir Ounu, por incitamento
a greve, contra 'TVadu da tosta iurqu·
po incitação à gwve e aesue+!o à at
t0I ldiid C• e contra muiR •1e vintf' pr..:.-oiis,
fa1olll!Ht'H e amigos dos r!enuncl;1do,;.
OS FATOS
Umu pas.-eatn pP!'cnrreu a cldu
de, integrada por estudantes m solida
ri dade u diretora da Escola de Arte 0
(if1eios. Ro.,ita Ro ·a Gome,.:, que forn
demitida peln prC'Yeito municipal p11r
r.oovenlencla cln l? rviço, soll'.lndo fogos
I' aos gritos de ··qul.'reP1os a H o;;lft.," fo.
rnm a•é a re,,I-!ência do prefio e ali.
segundo te;..t~muohas. 111anifP1<tnram !H'
contra a atitude do chefe do executivo
que há poucos úias rlemitira lambem os
intE>grantP.A da Comi:;;;:lo que fora a
Campo Grande pedir aumento c!t.-' mllá
r!os e pagamentos em dia uo governa-
1Jor Hai ry .6.mNim. O prPfelto alegou
que houve desae:atoi: e desrespeito à
,;u,1 p1--,soa por parte de alguns aluno<: l'
pessoas que participavam da passeata
Entrou com queixa crime conrra
os mesmos e tambem contra Osvaldo
AuguE>to Gomes e Sr. Borges que Begundo
elP, o Hme:,.çaram de morll:'.
POLlCIA ~AO P.-RTlCIPOU
O rit-legado dl:- Policia c!E> 131-la Vis
ta, José Loureiro. dis-e desconhecer
u particlp:ição de -policiais mi!llares ou
investigador.-s no caso, tendo a{Irmado
inclusive. que que ndo levar rn três eFtu
dantes à cadeia o i:oldadn de olautão
uão ~coitou ri dE>tt>ncão alegando que re
cebia "01 dens apenas do delPgado e do
comi! dante do destacamento". Enfatfv.iu:
"iaver-êlgarlores ou poli~iaiR mllitarE>s não
pat·tic. ;inrarn do o•~orrido". O delegado
está ouvindo as pessoas intimadas para
d::.r continuidade e.s queixas formuladas
pelo senhor prf.feito,
O POVO ESTA REVOLTADO
Inúmerai- pessoas procuraram a
nos;;a redação para reclamar da atitude
do senhor prefeito. alegando que é uma
'·medida arbitrária e que não coaduna
com o P:-pírito pacífico do povo belavis
tenst''. Ouvimcs tambem pessoas que
hipotecam m ii'ref;lrlta rnlicariPd>1de
llO chefe .:lo Executivo alegando que
''houvE> desrespE>ito Ee 11meaça à integri
dade rlo senhor Ca;;:tro Pinto" e que
"foi aberto um gr..:.ve p!'ecedente. De
veriam J"t''-peitar o prefeito, se não que
rem n-speitor o homem. A situnção em
Bela Vistu está confusa. conturbada e
o boa ~m comum. o cidadão que traba
la, espera que as autoridades esclare
çam < ,:; fi:t.tos que estão repercutindo
mal no Est.-::_cto.
Sergio Roberto Peronc1i
CAUSAS ri VEIS
DIRF:lTO :GRARIO lNVENTARIOS
E-iCRITORIO - Rua 3 ·de Outubro
Ao Lndo da Ciretran )
Beln Vista
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ca do Ftad de Mto
iro so do ul, utoriz li
Ires-Ira:tento do Dr
("r, <' .,1111,
1 ~1,1, :11,
,llL/ •! l l lliíl'lrt ,i tJt• l'o, ·
l'J ' urmho pata co.
lU 'fí"l q t 11 'ht.l ,,t,.
qU" IH', du• • , ,lrn ,ç,r,
«. colam!d+de púbiles
nqu le ruutcipio O Dr
(rwr entino já e fl·
eutta em nossa cl4ado
!' a equipe TRIUNA
ulneja ao mesmo, 0to
de boas vindas. Eta:os
ds s ordens pura o
que for necesslo.
üS
O vereador Gctulio
Llno. rJo :lDB. rll:;'ie qu~
o Hl'1thor prefeito muni
cipal. C11-.tro Pinto, nil.o
paga o su!siduos desde
Fever,.iro· Alega L!uo
que í&to ~ fnndmis:;ível
pois os vereadores tra
balham e merecem re
ceber o jasto salário, o
que rilo vem ocorreudo.
A respeite; dos últimos
acontecimentos, G·tulio
Lino disss "» briga de
arenista'' e o :1DB E>Stá
~fii,btindo de caruarotEI
mas apoia a- reivioói
caçõei; dos professores.
O prdeito ~ 11oroer1-
r10 (pela ARENA) sem a
participaciio do povo e
este é o resultado.
Houve Arbi
trariedades?
1) Os >1.lunos e acorr
panhente-, que estiveram
se manife,,tando em fren.
te da ré'sidência do pr.
feito ·municipal, "cfet •
deram o prefeito com
p:lavras de baixo calão
tentm·a:n invadir rei
dência, desrespeitaram a
pessoa du prefeito e i:t·
gituram o ambieate" pa·
lavrai:: pronunciad111- po~
pessoa ligada ao prefeito
municipal.
2) O prefeitn Castro
Pinto em companhia de
s1:u;, auxilfar·ês, todos
de arma na mão, amea
çaram e chegaram u
empurrar violentamenk
uma estudante menor de
idadP., levando - a pari,
a delegacia" p3lavras dE·
um integr:rnte na pasc,ea
ta.
Es:;es . iio os Ia tos.
deseneC'nt-r-ados, cheios
de ódios. d:e ameaçai:-.
Com quem está a verda
de? O povo quer a ver
dade dos fatos. Estamos
prontos para divulga-los.
Limite de
poderá
velocidade na estrado
ser acima de 80 km
O llmlt:o du veloold11<lo de 80 qul•
l)metros ns «tradus deverá cnir, O
mitro do 'Transporte, Elseu Heen
«te, confirmou, em entrevista coletlvnu que
concede, que eis e limite poderá er ul
ternado, permitindo-se mo veloeldude
na e+ttdnus. Ao meto tempo, ele en
atIzo que o Irnn#portes coletivos serão
etimuhtox, com os transportes idivl
dunls o!rendo restrições, entre ns qual
um,, innl,~ (11i-vu11u Tuxu llodovlórfn Unt
ou {TRU), bloqueto de vas puru nutomó
vel, pedylo e ctubolelmento pagos.
Els Resende falou ulnda obre
w8 perpectivuxs dnu construçle naval brnu
lleira, detendo u necessidade de o Bru
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Sanga Bonita, pegando 2km de água e
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( Fundado a 20/2/72)
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lnsc. Est. 1305923,13
Diretora . ~hria Estela V.Pereirn
Hedotor - Chefe • Ivuldo Pereira
Departamr-nto Comercial - Alvaro Pereira
Redação Administra'.ÜO r- Oficinas: Rua
Duque de Caxias /n Bela VistJt MS· Cx. P. 23
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Número ,lo dín 4 00
Números utrnsudo,; s'.oo
Fundador e Diretor H.-sponsavel
lvuldo Pereira
VELOCIIJADE f<: llE'>TfllÇÕE.;
obre o Imite de E) quilómetro
de velocidade nas e«tradns, o ministro
dlse que mesmo com alteração eontt
utio ·endo levadns em coai l·ração
nus norms de vurunçna estabel cid
pelo DNR que, eundo le afirmou, vêm
ns8eurundo um menor indiee de aiden
te ns rudovis brasileiras. Reconheceu
Eleu Resende que a velocidade ótima
pari; dur o menor con,,umo de comhu ·
tlvo1~ (fl<rntro da campanlrn de rnclonalí
z;acilo) vnrla de• veiculo pura vefulo e
que o runde consumo está no conges
tionamentos dos centros metropolitanos.
Por Isso o uso do transporte Individual
será restr!Dgldo oas cidades.
Gremio dos Sub-Tenentes e
argentos "Pedro Rufino"
(Fundado em 09 de Abril de 1961)
Levamos a, conhecimento de nos
sos assocladoB que no dia 28 de Abril
ele 1970, por oca:;lão da As.;emblé!H geral
Ordinária, foi realizada a eléiçüo da no
va Diretoria, para o blênlo de 78/80.
Foi eleita u r,lrnpa composta pelos
seguintes membros:
Presidente: Clauàlo Dittl' Alves
Vloe Presldeot<>: Rusevelte Luls Melo
sobresa
1º Secretário: Paulo Jun Yuno
2° Secretório: Edson CeF-ário da Silva
1º Tesoureiro: Arl Burbos11 Patta
2º Tesoureiro: :,fdney ,José Vida!
Orador O[iclul: Adalberto R. de Sant' Anna
Híbli'otecárla: Síria GuP.de& Correa
1º Vogal: José Alfre:lo de Aruujo
2º Vogal: Lulz Carlos Tadeu Alfonso
Viedes
CONSELHO FJSCAL
Relator: Onofre Dlao dc1 Sllva
Secretário: Antonlo Alves
Iº Vogal: .José Dubr.s Moreira dos Santos
29 Vogal: Hortêneio Escbur
CONSELHO TÉCNICO
Diretor: João Kollfe
Secretário: Oldemir Ossuna
1º Suplente: Djulma Sllvestre Fernandes
2° Suplente: Fernandes .<lves Gomes Filho
. Claudio Dias Alves
Presidente do GSSPR
amisaria JB
Tredl:;fo e Curantia nos Tecidos que u:,a,cons.:ig,radJ
pelJ Pcsqui:;:i PGb!lei! de.:.cfo 1957
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que o overno federal vem dando 'n dI
fieil "urte" de fazer politlea. rào e en
ontrariam pretexto para himluuir o im.
pado cnnH11do por lnipl'nfl:l(J:t ioici,1llv11
/ da hut1c1.1rlu da Arrua, na Ar.sc1J1bl(
1f11
Letslutlva, de Ms, ob a liderança do
dep. 'Valtomiro Gonçalves
DE Fato. Dez ,11•pu1,1d0H, exc:l11lndo•
e Hatez 'T'ebet e Pulo Suldnutuha, fir.
uruIn um 'documento,apoio ob conli
J
1
:õ1•H
0
' rm o qual. (11• rnnu<:kn nua e crna
cobrurnm dn exJ
0
cutlvo, uma "pal'liclpu
ç!lo" QUI' BUIIH l·Xcrl6nclHH, com t:-llft'mis
,no, dcaoml1111rnm •·vnlorl:t.uçflo dua po•
,, IIIIC<>ll",
1
Por "vnlorlzaçilo dos politico" de-
l'o-se entender o ruteio de cargo" públl·
cos, proporclunulmente 11. votaclio que
cada grupo urenfi;ta obteve 11as ele!çõeP.
Essa é, ou será, a ''Regra do .fogo."
Para que se teolrn uma ldéla de
quo seja a proposta "SISTEMÁTICA DE
PARTICIPAÇÃO POLl'J'ICA ", expllcttnda
81ruvc'>,; de "ExpoRiçflo de :lotlvos",
tran,orPveremos, com ulgutHl comentá
rios os trechos que nos pareceram mais
~lgoHicatlvoH.
"Colhidos os resultadot- eleltoralil''
1, .. ) "fez• B<' necessál'lo estabelece' crl
térlus parn o ntendlmentu das reivindi
cações emergentes, quer dus Alas, quer
dos Pleitos, l11divldunlmeute".
'l'raduçüo: Os Ortodoxos (Frag<>lll,
Cam1le). Indep1rndentes (PPdrossian) e
Renovadores (Levy) dlvldirãP a "rupa•
dum·•, cm cada município. de acordo
com a votoção que obtiveram ns respeeti
vos Alas e seus reprei,ientantes . .' pala
vra rateio, se aqui empreg!lda, não des•
tou, nem do conjunto, nem das intenções.
( ... ) ·•cuidou • se, como não se
poderia ol vidur, de a tender, PR!i,iEIRO
PL! NO, os interesses rios Alas integran
tes tios Partidos ( ... ) "Foi aFnlm, c,
BOLO DIVIDIDO nelas Alas Ren<,vadorn.
lndependentl:' e D
0
emocrátlc,,". (O grifo é
IIURSO).
'j ( ... ) "Nem i;e poderia f3lar em re-
prrsentaçilo e. por consrguinte, em po.
der Iei'indicur, de quem não con~eguiu
eleger• se•·.
)!,lo quer dizer. apeoafl, que aqut:>les
pollticns que não se elegeram não têm
o direito de reiviadi~ar, ou me&mo, de•
dar qualquer palpite.
Para aumentar a fatia do bolo, as
,las Renovadora (Levy) e Independente
(Pedro!'sian) juntaram E-eus "trapinhos"
e apresentaram os seguintes ''indica dores
reais"·
l .•
Ala
ssim estamos atentando u
vos excelência urna valo 9 (;fllllrtl,nt•
çlo, queremos crer, que vui, una vz
uiotaoa, delinear o emtnhos e de{ir
um Cldllfl!Jl '.llílH'lllO [/<ll'fl () f{O'(·rJ /J (' p !·
ra os político. Será a rera do jogo.
(O rifo é nosso). Cumpo Grande 23 de
jar.eJru dl' HJ7Q.
!'111 l1illll políti<·o. dl-"-.l<' tipo j:,m,di;;
seria concebida per àqueles qu nos
Idos dl1 rnarç,, d
1.J !Dfi-1 ansel1H um por
urna l'l'.lt1lu JívtP. por ,Justiça :1,clal e
um Regime DPmocrútlco e;;cowm:.ido de
vicio, distorsões e cnsuist0o:.
1 unos e pussaram. Eis aí, uma
plida ostra de nosso progreso em
dlreçüu HO "HUlOt1tll'o·· regime do povo,
pelo ovo e parei o povo! ..
Acreditamos que o nobre deputa
do Oaevum Macedo ao trazer ao co
nhecimento de seus pares, <:i dn l111preu
su t,l) dooumt-nto presl<•U um serviço de
lnlereRf'O polítlco•soeiul, c:ervlço que em
11ad11 fere princí;ilos ou dh;poi:ltfvufl
éticos.
Cyrano de ílt>jerae
Solvo, melhor juízo, rvl(leaternenle.
Dr. João Carlos Ocariz
de Moraes
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Câmaro. · ······· 103 187
Assembl. Legisl.---102 368
Total--· .. -··· .. • 339 8[13 (65, 4%)
Ala Democrática
Senndo··· .. ···········"·· 45 885
Câmara Fed 59 4?6
A!:sembl. Ll'gisl.··········· .. ••••••• 74 943
Tota1 _ 180 304 (34,6%)
Para terminar, ( cieputado Valdo•
' illlro Gonçalves encerra o assunto com
?: fecho de ouro:
DE VITüR SOTO
PcçtH e ,ceFs6rio, - Veicuhs Ford, Willy
Volks . Chc,·rolct • C,,n,crto, e Reformas de
Baterias • Co!Oc3•Gc Purubris11 nu Hora
Hun 11 de Maio - S!N • Cx. r. • .IJ • Jarilim .IS
Em Belo Vista • Posto de Acumuladores .Inter-
1 nu,:ionul • ( no lado du oficina Cumbaralamuia 1
Sindicato Rural de Bda Vista
1
Eleições Sindicais
IS
Será realizada eleição no dia
26 de ugoFto de 1!J79. na sede desta
entidade nara comoosição da Direto•
ria Conselho Fiscal e Delegndr,s. Re
presrntaates deveadn o Rt:•gistro de ,
Chapas ser· apreseotFtdo a Secretaria,
no horári,::, de 07 às !7 borni:, nn pe
ríodo de 20 (vinte) dias a contar da
publicação deste uvis 0.
Edital de Convocação da e!ei
çãe encontra-se afixado na sd· des
ta enti<la'ie. ao Kr1Jde,co, 8an(!O do
Brasil, Hanco Fiuaucial, Caixa Rco•
nômica Federal. Exalaria Estadual e
nii Pre[e!tura de Bela Vista.
Bela Vista ~IS. 15 de maio de 1979.
Victor Penzo
Presidente do Sindicato.
1 o nr ,J t
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lf 1 •Í ,!'11
retdans. bt o rvo i o'gu
+'alo Frnrt
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l! t,urra Mundial tolas latalhn }
l 1c frt.1 , lC;!,•ttt. .,
U !"(r<·,ilr, J ,..t, Jtlo
o Tiro r!eito
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1
RUA 14 DE JULHO Nº 188 FONE 383 . 3509
TRI
Regulamento do Carnpeonato Oficial de
promovido pela Liga Esportíva
A Diretor!n d LIa Esportlvn
Bela vlte!e, visando regular nom
para a relzação duns competições -
porllVH/J rrnll ,un jurlfldlçfio, fixa o rf'gu
Intento Geral do 'Tornelo e Cmpeona.
to, que partir da ruiu pulJltcaçã.,1, rn
voa us dispolçet em contrário.
CAPITULO PRIMEIRO
Dn Purllclpaçllo tlOfi Clu1,es FI·
lln cl os:
Artigo 1%- Os clubes filiados à LA
Esportlva Beluvitense, tem u8eu
rllflo o <llrt-110 d:· ln1wrc•vor-lle para pur
tlclpnc;:1o do torl:iH e q11altique1· protuoçilo
!'sp0!'llvn l'NIIIZ11dll8 1111 cldurlt~. sob ll
orl(ont,1r,:t10 dlrPtn da Liga E .. portln1 lle·
Ia vi+tense,
$ Utco- Os clubes filiados do u
COl'<to com o 11r1l1{0 '.!.7, letm A, e que
no etojum com u vun situação devida•
mente realarlzudu o de pose do Alv
rfl rio funclonumPnlo ilo SRO, terlo seus
dlrl'llos ruRtrlloi; o l'H~lllumeotndos pura
cndu comJit·lfçllo c11peclflcumeute;
CIPITULO SEGUNDO
Dn In~crlçüo do Atletas:
Artigo 2º • É 111:nltado o número
de atletus que poclerfiu t!Pr Inscritos por
cadu ogrornluçüo filludn, pura as diver
sas mot111lldades etiportlvu que pratico.
Artigo 3 - Poderão ser inscritos
11 tletus residente cm outros IJlU□lclploR
de,-de que s11tlsfaç11 m us exigências da
Lei dn 'I'l'Hllsferflncln e Remoção.
§ Úníco -- Quanto a p1:1rtldpnçilo
de utletus estrangeiros seró. respeltad11
a determlnuçllo em vigor, sendo o nú
mero de iseriço regulados psla legais
lnçilo superior;
Artigo 4º - O utlota, ao obter u
a sua ln~orlçüo receberá um número que
oonsturfl da 1ma carteira de a !lota
, muclor e que devera constar em todo
o expediente u seu re!'peito que troo&!•
tar pelo Liga Esportiva Eelavistense e
seus diversos poderes;
Arligo 5Q - Somente poderá ser
inscritos novos otletos, durante o primei
ro turno da tP.mporada <le HJ7P, findo
1~sse pruzo. será suspenso us inPcrlções.
No caso de entrada parn roglstro dt
nova inscrtcão d» LEB, deverá ser rea
lizado até 72,00 horas antes da compPtl ·
ção do Clube lnteressa~o;
§ Ún
1co - O utleta que participar
de um jogo, não poderá ser transferido
p11r•L outra 11gremiaçã1• duru::te n tem
porada em exercíc:o;
CAPIPULO TERCEIRO
DA PARTICIPAÇÃO DAS RENDAS:
Artigo 6º - ~erá controlado ex
clusivamente pela tesouraria da LEB e
a participação porcentual dos clubes, nas
rendas auferidas nas bllhete1·ias, terá
ai: ~,!guiutes, distr!buições; LEB recE-berã
20% da renda bruta, e da renda liquida
será distributdaA em partes iguais pelos
clubes participantes cta rodada;
§ Único - Cada i>quipe terá direi
tCl a 20 (vinte) iJ,gressos gratuitos, sendo
16 (dezessei) atlétas, Presidente, Massa
gista, Roupeiro e Diretor Técnico:
CAPITULO QUARTO
DA JU8TlÇA DESPORTIVA:
Artigo 79 - Funcionará de confor-
midade com o que dispõe o 'ódie
Brasileiro Disciplinar de Futebol "CHDl"
lJ tod l)fl OH Pl'OCJl'H<:Os-i 1,l' rú l' llf'tl IJJJ li h;i do
través d LEÍ, u Junta Disciplinar,
devidntente formlizndo
C,Plf(Jll) QCl:'JTO
UO OUti)!1O f>E rH.ll!Tf-W: .
.-rtlgo 8f> . Couqwlo uu Diretor de Arbt
tro 1111 LEIJ, través do seu Departume
to, lazer cumprir riporosmeute todas
IIR cloll'rllll1111çÕl'rl vlg,,ule na LEI, zelun•
rto flPl111ru1e pt<lo boin unJnmento do
u(vPI rlleelplluar do cortame, iwnclo obrl·
gatórlv o UHO doR CARTÕES Anwrdo e
Vermelho, de acordo com lJ lei.
C,Pl'l'ULO SEXTO
!JO C.MPEO.'ATO/1970:
Artigo !lº - O cerlnml' será dispu
lado m dois turnos, divtido em duas
chavo,- "A'' o "R".
CHAVE "A"
,ssoclnçfio AtlPticu Banco do ílrasil
ScsRenla EHpNlo Clube
Operórlo Futebol Clube
1º de Mulo F. Clube (Curoüol-iS)
Sociedade Esportlva Vila Nova
CHAVE "B''
Clube Esportlvo Beluv1atense
Clube Esporli vo Rec: Engenio Penzo
/Aat. João - l1t--J
Clube A tlétlco 1',ãutfco
Clube Recreativo Cuçu Pesca
Gremio ERporttvo União
F
REVOLTA DE PROFESSORES
Jornal de CnmtJo Grande oubllcou
com düstaque fato oéorrido uqut em Be
lo Visto, que cnusa - nus grande cons
trnugime!?to; o caso da rebeldia de pro·
fessores da muolcioalidude.
Sim, constranghnento pot trotar-se
de un. casn virgem aqui, de indisciplina
e desrespeito de escolares á autoridade
constltnida.
Os stnbores professoreE poderiam
multe bem tratarem dé' suas reivindica
ções diretamente com o Sr. Prefpito
;.tuoiclpal e hdvPz f'eriam atendidos sem
u necessidade de mandarem urna coml:1·
são a Cnmpo Grande bu~car provide:icins:
do Sr. Governador do Estado, alndu
mais, arrastando em sua lasensn tez
crianças alunas de escolas, que nada
:-:abem arrozoar sobre o conflito de seus
mestres.
Lamentamos o oconino, pois hou
ve eticanctalo e violeucia, ·prisão dP. pro
fessor, demisi-ões de outros e um exern·
pio nadu ccnfortadGr à nossa juventude.
Certamente, o Sr. Prefeito Muici
pal al~m das medidas já torou das, há de
resguardar nossa população de outra
inconveniente investida que fere nossos
fóros de civ!llzoçilo.
LIXO NAS RUAS
A cidade está sendo invadida por
montes de lix:> por
todos us ruRs, num ateE>tado rle irrespon•
subiltdade dos que ussim procedem, ti
rando residuos nas vias públicas, uumn
demonstr1:1ção de falta de higiene e com
preensão, pois trás as nossos visitante!:!
Futehol
Temporada
Belavístense
1979,
1
11·, r'fl Ir!'•·
'nico- ser cl "", onto
» h ve, po. Y
(03) equipes 'e caa ', turno decil
f'lliJ!lO,f)l'-l'l!!:rJqp•Jnll- (J fj/1
' 8 f' ]1 (J u V (' I' ( m1' equl-
r
º··11 i'<> 1" turno (ni,,h <lo ir(s
111, , 'fie· do t111rA
ps) para apontar o clasl" '
adot..«do us euints not18.
1° Saldo do Gol l
2 Nútero de vitória
30 Confronto Direto
4 Gal Alverage
CAP! ru LO SÉTJ.1O
Disposições Finais'
AI
ligo IUº . ,' Lfg,i 8sporttvu ~e
diversos de
lavtstense. através de svu na1quer
partam·ntos, não to9acbra ",".
t•xpcrlie11te que envolva iutero1rno o
lindos em debito;
cnrn u 'Tesouraria,
Artigo 1 lo . Üt< Cllf'Of: orniSS08 so-
rno r<'solvlr'oH pf'!a Din•torin e quondo
n grvldnude do caso ocorrer, pelo Coo
elho Geral, reunido puru twul fim.
Artigo 12"° • Fli::11 n•vogodn do
teõr ue regulnrol'aluçi.ío de 20 dt> no
vembro de Hl74.
CUMPRA-SE _
Bela Vlstn-MS, 03 de Mulo de 1979
Arsiloy do Amurai Lttgeuno
Dir. lJepartamento Técnico
Abrão Armoa Zacarias
Presidente
h visãc de um panorama negutirn, quan
do deveriam tomr iaterei'se quanto á
J;mpe:za da rlrladP.
Não só é culpa do~ citadinos. A
PrefAiturn tambem tem o seu onus de
mante-le limpa através s e u pes
t-•rnl e veiculos para isso dt>stlnndos,
con1 a 1toridnde purl coibir tu.is abusos,
1.rnt- ... ~la está realmente sujo, cheia
<' e monluros por toda a partP, inclusive
nas suidas das estradas. Caplnzais enor
lll!S tomando conta de tudo.
Mais mor a Bela Vista, meus pa•
tricios. mais cuidado de quem tem o de·
ver de nrante-la atraente.
AMERICA CENTRAL
Nicaró.gua e EI Salvador Pstúo na
ordem do dia corn suas riwoluções san
grentn s. PaíseE viziuho'i pedem uo
Estadcs Unidos sanções contra a ditadu
ra do PresidentP Somnza e em E! Salva
dor rebentnu umu revnluçio no:,: ultimos
dias contra a ditadura do governo ili
tar. Somado,- aos distúrbios que ocorrem
na Colombia. Chile e .rgentinu, vemos
que a America Esparbvla está convul
sionada. :lortPs, pri:-õPs. 11,-.,sssinatos de
11li11istros e outros crimes condeoávris
e:stào se sucerlendo nessas Repúblicas.
Rreç? deste exemplar
0S 4,00
-
Cha ui t?
reintci» diály
O porta voz do It.
maraty, conslheiro %
ardo Perica, dise que
o governo braile!ro .
está preprado par
dar proseguimento a
negociações Italpu- or.
pus. "As li que
r-<.rntlmoR pron'loM, d.11·.,
mos um vlso ao Par.
guai e Argentina', uhr
mou o porta voz, resa]
tanúc que• o a/i■uoto nfío
está parado, j qus ho.
vc. convcr,;açõoR oo•r,
võrlos setore-. <111 JJ·
ml11i1mucão Flg-uaredo.
como, por exemplo, o
almoço de trob:i.lho, rau
Jlzado na, semana pa~
ada, entre o chuncoll
1r
Rnrolro Sarnlvn Guerrlf.
ro e o ministro Césur
Cais, quando n quest5o
Itulpu-Corpus foi dlBCU·
tida.
Paraguai
situação de
Emergência
Asi-un<:ão • As auto
torid1Hle~ pargualafl en
carregadas de prestar
ns:,lstência à6 vítimus
das inundações do rifl
PurnguJi estimados em
25 mil pessoas estão dis
postas pedir ao gover
nc que decrete estudo
de emergéuci'l em todo
o país, diante do agrH
vamento dos problemas
que enfrentam: as águas
do rio continuam s□bin
rlo em multas província,;
situadas ao Norte (já
&tingindo 8.95 metros
em Forte Ollmpo), falia
material parn construção
de abrigos provisórios
e novos b11irros da. capi·
tal estilo sonde também
inundados,· 11umentando
ainda mais o úmero
de famílias des:ilojadns.
Acreditam os encarreg11-
dcs de prestar ajuda à
população, que os tra_
balhos seriam mais efi
cientes se coordellados
por uma coruissão espr
cia l.
As consequências
provocadas pelas en
chente,:; do rio Paraguai
vieram se juntar, há al
guns di&s, o tranEtbor·
<lamento do Paraná.
Suas águas começa
ram a buixar nas Iocah·
nades cte Encarnacioo.
Presidente Franco e Ya·
ciretá.
j
I
Economia'? Segurança'? Conforto'? Tranquilidade'?
0NAUS$
Alem de tm!o o que está escrito acima, voce aiuda será Servidc por MOTOR!S1'A:s Gabaritado:-;
Viaje de Ünibus... A Via~áO Cruzeiro do Sul
Renovou suá Frota para melhor Atender os seus Ut-uórlos. Linha para 35 Municipios de Nosso Estado
Viagem lntdigeute é com a Cruzeiro do Sul
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