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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº477_24_02_1980
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A
,
ODE EVERBI
Pu ni ante na
monte de Ders, Dr ds
pchi ascer to h{te
do malnba mle
Para certas pese0na
o mil não velo pela ho.
mv opatle cu lopatla
dos outros, mas pela
antipatia proprla.
•
f
1
!
i
O prefeito municipal de Bel11 Vista. Ely
d" Araujo Barbosa, Informou ontem que conse
gulu junto ao governo do Estado, um auxilio na
ordem de um 1,5 milhão de cnzelroA pura aten
der o setor de obras da Prefeitura. Alem desse
auxilio, Barbosa disse que Bela Vista terá uma
9gencta regional da Saude, que atenderA os mu·
nlolploe de Caracol, Porto Murtlnho e Antonlo
João. MuHo entusiasmado o prefeito belavlsten
se aUrmou:"Eu não disse. Tudo era queetilo de
tempo e de sistema de trabalho. O governador
Marcelo Miranda dnrà todo apoio no povo bela vis
tene e nós retribuiremos com muito trabalho vl
sando a construçilo de um estado forte. O slogan
do governo .Conqulftnmo11 um Et1tado, vamos
contrui-lo no é uma utopia, mas uma r,rnlldu
de e Bela Vista trahalha pra Isto.
Delegacia R. de Ensino
O prefeito belavlstenoe Informou tambem
que "a permanência da Delegacia RE1gJonal de
Ensino em Bela Vista é ponto pac1fico. Ela uten
derá o;; munlclplos de Porto Murtloho, Caracol e
. .ntonlo João". Serà. Instalada ou~ra DREC em
,Jnrdlm, atE1ndendo os munlclplos de Guia Lopes
Nlo11 quE' ~ Bonito. "Agora tudo fteou delineado e
no seu devido lugar, disse o prefeito e as posai
bllldudes de crescimento. prosseguiu, 11ão alenta
doras''. Flnallzanrto, Barbosa tllsse ainda que 'na
próxima sena estarão em nossa cidade o8 en
genhelros encarregados do levantamento para.
Implantação do asfalto comunitário". Ê outro so
nho dos belavistenses que a atual Administração
concretlzarã.
V-isita de Valter de Castro
O Secretãrlo de Saúde de MS. Dr. Vclter
de Castro estará em Bela Vista na próxima
quarta feira, juntamente com os seus principais
se8sOres. Na oportunidade, visitará o Hosoltal
São Vicente de Paula e verificará qual11 as âuas
necessidades mais p~ementes. Segundo fnfcrma-
ções do prefeito Ely do Arau]o Barbosa, a ecre
tariu do Saúde concederá um verba pura ten
der as relvindicaçõss da diretorla do hospital. A
vletta de Valter de Castro é do uma i.portancla
pois uqul será Istaluda uma gencia regional
de Saúde e o ecretrlo ver[lera, ''In loco" as
condições de Bela Vista, teus problems, o quats
as soluções paru os mesmos.
1
A0S LEITORES
Carnaval Belavístense
Na edição de quarta feira pnbli
caremos as fotos do carnav>1l belavls.
tense de 1980. Está sendo frnpressu ,em
Campo Grande, umencarle especial com
4 paginas com os principais destaques
do cnrnnval. Reserve o seu Exemplar
da Tribuna da • Fronteira de quarta
feira. Serão publicadas as fotos da
rainha do carnaval, foliões mais ani
mados, pr.inctpals fe.ntaslas, etc.
Geisel se declara feliz com progra
ma do ros e acredita .no sucesso
Porto Alegre-Em jantar com e,
Governador Amaral de Souza e deputa
dos ei,itaduats e federais gaúchos, o ex
Presidente Ernesto Geisel afirmou estar
"muito satisfeito" com o programa do
PDS, pois ele reflete a preocupação do
Governo em atenoer as aspirações popu
lnres, e abre perspect!vas de sucesso
ao seu novo Partido de apoio.
Depois de ouvir um relato do Go
veroador sobre a adesão macfoa dos
ex arenlstas gaúchos ao PDS, o General
Geleel disse ter ficado entusiasmado
tambm com a participação de jovens
no Partido, e comentou que o trabalho
de areglmentação política fica facilitado
quando a aoão do Governo e o progra
ma do seu Partido "estão voltados para
as questões soetaf11''.
Dr. Nelson Derzi
CRM 23-882 - CPF 4198.88.33.7.37.
Especiolizudo em CLINICA MÉDICA na Santa
Casa do ruo de Janeiro e CIRURGIA GERAL
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Campo Grande Mato Grosso
O Ministro da Fa
zenda, Ernane Galvêas,
revelou ontem que os
banqueiros de Nova
lol'que, em seus contatoa
com ele e com o Minis
tro do Pianejamenta,
Delfim Netto, indi::go.rarn
"por que o Brasil oílo
recorria ao Fundo Mone-
• tário Internacional" para
satisfazer parte de suas
neces5ldades de emprés
timos externns.
Galvêas afirmou que
"essa opção não interes
sava, nem fazia sentido
pensa? nisso agora''. E
garantiu que o Brasil
tem condições de levan
tar os empréstimos ne
cessários ao equllibrio
do balanço de pagamen
tos junto aos banços
oficiais e privado.s. .as
taxas de juros a sei
meses no eurodólar
que regula 70% da divi
da externa - subiram
de 14,75%, para 15.70/
' • V ' ,O·
EDITAL D
Tr!una_a Fron!!ma
------:-::::---
ZILLOT11
CITAÇÃO
Do rn: Roque Bandro Gaún, com»
przo de 1» dlac,
Eu, o no11tor Onvn!-lo Hodrlguor,
de Melo,
,lutz do Dlrollo rln Oomorcu do
Bola Vista, E+tudo do Ms, na forma da
Lei, 0to.
tu cidade do Bola Vt&t11 M11.
Crtórlo do 10 Otlelo, nos 06 d1os
do ms de fevereiro do nno do 1980.
Eu, (Pedro Vcrglllo da Silva) Esc. quo
o dalllogrnre e ectbscrovo,
Osvu1do Rodrigues· de Melo
Julz de DIrelto
li
• ti e filh
0
Do Mlguol Lontl o t
arelho+ Snit!rio»
varen, Frrfy,,}?"" ~is.u, Tinta»
Tabo galvaniza'0,,, etc:
bombas para gnua
9 foe 108
lua Augnsto Mascarenhas 0% " "
Mato Grosso do Sul
Aquldauana -
1
Faço snbor o ru loque Snndro
Guina, brsllelro, solteiro, pintor, rel
tlnnlo no Rn.lrro Antonlo ,loõo, TI!'Pla cl•
dude, filho do Annnis Gnúnn o Eutrz!a
(l,1rnl11 Q.n.(lon, QUO por C'Ate tluizo o o
1
õiio " õii, s iíiéi is [}ity de
por Rou Promotor lho move os tôrmos
de uma nço penl como incurso nns
penas do ruo 121, $ 2%, IV do Cócllgo
Penal, por delito prntlendo contrn Aris
tf1l0H Orlls, uo dlo (4 de setembro de
1!170 Pn1 u rua Volunlnrlos da Pótrln,
st ldnde, tudo nos t0rmnos da do
núncln de [Is, 02. o Dr. Osvaldo Rorlrlgues de Melo,
E com o rAferldo réu !lo encontra Juiz de Direito do. comarca de Bela VIs
,,m l1Jgar Incerto ti nllo subido, mandei tu, Estado de Mato Grosso do Sul, na
expedir o presente editn I com prazo de . forma du lei, etc ...
15 dias, pelo qunl fica CITADO pra Faz Saber nos que o presente edl
comparecer perante este Julzo' nn sala tal virem ou dele conhecimento tiverem
das audiências do Edifício do Forum, expedido nos autos de Exeouçflo n.o
iludo à run Coronel DIas n° 948 no 62/77 em qu é exequente Banco do
próximo dlu o5 de março de 1980 às Brasil S/ A e executado Rtchardt Kunt
lri,00 llorns, afim de ser INTERROGADO Bulko, que se processa por este Julzo e
e responder oos rlemnlR rnrmos da alu- cartório do 2.o Oficio, que em seu cum
did ação penal podendo, ontflo, ou 110 prlmento e ·atendendo aos mais que dos
prazo de três dias oferecer alegações uutoe conatu, pelo presente edital que
,~,;crltns e arrogar testemunhas. tudo será afixado nu sede deste Julzo e pu
sob pena de revelia· e de conduçllo bllcado na formo da lei, fica Intimado a
coercitlva (nrtlgo 26 ho do Código Prooes pesson de .Rlchnrdt Kunt Balko. para
o Penal). E para que cbegue ao oonbe reaponder os termos da referida ação,
olmento do referido réu, mandei xpedir sob pena de se prosseguir a suu revelia.
o presente edital que será publicado Auto de Convorsllo ·do Sequestro em
pela Imprenso Oficial e afixado na por Penhora fie. 33. Aos vinte e sels dias do
ln do Forum local. Dado e passado nes mP.s de de~embro do ano de mll nove-
centos e set~nla e nove, nesta cidade de
Bela Vista, Estado de Mato Grosso ào
Sul, em cartório no Edntolo do Forum à
rua Coronel Dias n.o 944, e em cumpri-
mento ao despacho de fls. 32 do MM.
Juiz nos autos de Execuç!ío n.o 62/77 e
ajulz.ada por Banco de- Brasil S/ A contra
Richardt Kunt Balko, converto o eque8-
tro em penhora dos seguintes bens: Um
trator marca V a l na e t, 86ID
m o t o r MVM d e 8 O H P,
D2264 TV a nl! o. 226. 04. 10193, sistema
Sequestro
Tribuna da Fronteira
( Fundado a 20/2172
füogistro no Cartório de Til. e Doe. n.o 1066
CGC-l1F 03,!'0126610001-90
Inec. Est. 130592343
d
M lo Grosso do Sul
Poder Judlclflrlo - Estado !%,, ã 2 6reio
Comarca de Bolo Vletu - ar r
0
Intimação de Conversão
de Penhora
Administrnçlio .Maria Euela V.l'ereirh
Redutor • Chefe • haldo Pereira
Departamento Comerclal • Alvaro Pereira
Redação .Administrnçllo , Oficina8: Rua
Duque de Caxias /n Bela Vista MS C. P. 23
ASSINATURAS
Beln Vista, (anual)
Demais Municipios
CrS 800.00
CrS 1000,00
"Os conceitoa emitltlos em artigos
osaiuisdos nlío exprimc>m, necessariamente, a
opinião do jornal.
Fundador e Diretor Responsavel
lvaldo Pereira
do
elé*rleo Booh pneu dianteiros 750x18. e
trazelroe 18. 4. 80, de 6 Jonos; Um tan,
que de Flber-Glass. moroa Fatrltol. equi
podo com 2 pneus 650x16 de lonas ()
capacidade para 2.000 litros, que encoD
tro-se furado; Um arado bfdraullc~
marca l:laldan. tipo super tatú de 3
dlsoos de 18. Do que para coni;tar lavrei
o preeente termo, qua val rlevldnmente
assinado. Eu, Goethe Escobar Nunes,
esQrlvfio do 2º Oficio datilografei. subs
crevo, nsslno. O Escrivão (a) Goethe
Escobar Nunes. Despacho de fls. 32
D e r l r o o r e q u e r I m e n t o/
de fle 31 via de consequenclo, lll.vre-Be
o termo de conversão do sequestro em
penhora, intimando-se. edltaliclamente o
devedor. B. Vista , 20/12/79 (a) Dr. Os
valdo Rodrigues de Melo. Juiz de Direi
to. E por esta e na melllor forma de
direito expedlu-i;e o presenle edital que
será publicado e afixado na formn da
lei, e o seu prazo transcorrerá da pri
meira publicação assim pnfeita a lntl
maçllo. Dado e passado nesta ~idade de
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do
Sul, aos vinte e ! seis dias do mes de
dezembro do ano de mil novecentos e
setenta e nove. Eu. Escrivão do 2º Ofi
cio, fiz datilografar, subscrevo
Dr. Osvaldo Rodrigues de Melo
Juiz de Direito
O sonha tornou-se Realidade
Agora em Bela Vista, Existe um1:1 Churrascaria onde você poderá levar sua
esposa, seus filhos, seus amigos e sentir-se realmente em sua própria cnsa
MEU
Churrascaria
COMPLETO
Rua Duque de Caxias (Ao lado do Glnasio F.stadual) Bela Vista
Aquele algo
RODIZIO
mais em
MS
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Vara ai construir u reformar, enfio dê ma chegaditla na FERRIMIS,
Na "Ferrdn,b;" voce encontra tudo para sua construça.o, como Telhas, Lajotas Coloniais, Tintas,
Azulejos, cimento • I
FERRAMIS O • Jeitinho Amigo de Construir ' ca '
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FERRAMIS
Rua Mareohal Mallet 1020
. .
A qu@lava.na
Telefones: 1699
0 1006
Mato Grosso do Sul
----
Estado do Mato Grosso do Sul Comarca dé Bela VJ&t&
Cartrto do 2° 0ti@lo
Edital de Citação com prazo de 20 dias
Dr Onoldo nodríg11e« de Melo, Jui1. de
Dlrello dn:,comurcu rlo íleln Vi,tn, Esv.ulo do
Mato Grosso do Sul, n forma da Jel, ttc.
PAZ SABER aos que o presente Fdital
vJrem ou dele conhecímeoLo lívu,•m ,, inV'rt's•nr
poun que por purto de 3lt:-/AIAH MONTElHO,
foi movido uma Aço de Usurupin<i contra
EDHA HAMOS J A<'QUES, eumo Pnrontrn•~0 em
Jugur rr,cerro e no »bldo, tnmbm prn rus
ausente, incerto» e de+conhecido, expediu-se o
pre,onle fülirnl de citaçlo, com o prazo de vin
ie (20) dias, por intermédio do qual flam o
mesmos citarlo,, por todo o contt"ú1l0 dn pet./çno
e dospuoho do teor wrulnte; Exmo Sr. Doutor
Julz do Direlto da comrca de [ela Vikt Ms
),flnomur Monteiro, brn,llelro, de,qulla,lo, pecun
risrn, rr.«ídente á ru BAo Geraldo, 33. em D.-ln
Vist.J,Me, portudor do C:ó<lul11 de Identldode Hg·
n• 1130.882 (S·S.P/Mt) e cic 11, 006.'104.101-41. ~em,
('Offl o devt.lo respeito pernnto V.E,ca., via ,eu
advogn<lo que ee10 aub~crevo, ( mnndoto nnexo,
doe. n. 1), propor cootrn Edrn Hnmos Jooques,
brosllelrn, dePq1111ada, com proflsA50 o domicilio
Ignorado, a presente Aço do Uwucnapião de ter
rne pnrticulnr, com fnndumrnto nos art•. 61í0 e
seguintes do C6digo CIvll Brllelro e 04l e e
guintes do vigente Código de Proceuo Civil, e
pelo's (atoe fondnmentoa n seguir aduzidos: r,
Ocupa, o requerente, desde o ano de 1951, "nni.
mus «dominus", wem interrupção ou oposição, pu
blicamente e 1ern viulêncln, umn gleba d11 ,~rrn
pnstnie o lnvrndiua, com n nren de 479 hn
2"752 mts2 (quntro.!entoe e •ctenta e nove
hectnree 1 o i e m 1 1 setecentos
roa e sceeuntn e dols metros quadrados), da 'Fazen
da Touro Mouro, eitunrln nostc niunicipio e
comaren de B. Vlua Ms
1 devidnmentc trnnscri1a no
Reglalro de Imóveie local, em nome do requeri
da, com n nrcn do 600 bn, lqulnhenlos hec111•e~)
sob no 1.d26, fl@. 39 livro 3-U, em data de 12 de
srtembro de 1950 (doe. n.o 2 anexo), 20) r ira
ocupado pelo n•querente ó perfeiromenle delimi·
todo, conforme se vô pelo planta e memorinl de
critivo nne,cos (documentos n o 3e 4). e extrema·
da por tlruites bem defenidos, isto ó, cercas de
aramo liso, com postes de madeiras de lei, tendo
como conrinnntcs, no Norte, o Rio C!lrocol e terra
de Heitor Tienigno TorreA Snnches, ao Sul, eom
terras de Italivio Alves Vedovato, no Leste
com terrna de propriedade do requerente, e no
ÜdSto, com terras de Marcelino Oodoy, 3.ol Que
a ocupação da globo do luras, pelo requerente,
com a intenção de apropriar se. teve como ponto
de pnrtido <' foto dn requerida, logo após de,qui
tar-,e e haver ~e desfeito de parte de seus bens
tocou rumo ignorado, deixando o imóvel que veio
o aer ooupndo pelo requerente, totalmente aban •
donudo sem prcpo~tos. detentores ou administro·
doree, 4.o) E, as~im o autor sempre posrniu o·
o imóvel como verdadüiro e único dono, fazendo
inúmeros benfeitorias, tnii como cerc48 divhórins
internas e pastagens, exteriorisando clnrnmente o
animo de domínio .e tornando ll posso sempre
públlcn o incontestável, por tempo superior o
vinte (20) nnoe, sem qun Lquer inttrrupcão, 5.o)
Nestas condições, o autor preenche perfei1amen•
te todos os requisitos exl>{ldoa pelo art. 650 do
Código Civil Brnslleiro, para qu:: se declare, por
sentença, o domínio do Imóvel notes referido, il
favor do requerente. Diante do expo1to, pedem e
esperam que V. Exa. ao digne: n) deslgnnr
audiência preliminar para n justifiençAb
da· posse, cujo rol de testemunhas vai nbniico, os
qnllis comparecerão em Juízo independenttmente
de intimação (b) mondar proceder o oltnçao, VJB
Edital e de conformidade com n lei, de Edra
Ramos Jacques, brasileira, desq~itndn, profüslla
,. rlo,ofdlio l~norado•, em euj.o norne e,IA tra'!1&•
crfto o imóvel, c) mandar proceder a eltaçlo do
confinante: Heitor Ben'gno Torre Sanches; Ita
livió Abu Vedovarn e Marerlino Cndny, bra,i
efro, casados, pecunri+ta, residentes n«te muni
dpio e eomnron, rrn 10K propri,.fiade rnrnil! 1/ml
trofew com n Fnrenda Touro Mouro do rque.
rente; h) mandar expedlr editais de clraçllt>, nlém
ela pe,eoa ,,u,, eará sranscríto o imóvel, Sr-11 F..dr11
Hnmo» Jacques, também para os rn« ausente,
incerto e derconhecido», com o prazo estabeleci
,Jo no n rt 23(!, fiem IV. do Códlgo de Proeeso
Civil: e) mandar cientiHcar, por rarta, o repre
ntnntes da Foundn Publicn da Unio. do Hsta
do e rio ~fonicipfn,' 1) intimar iloetre ltepre,eU",
tonte do Minlstrrio P6blíco' para abompanhor
.-m todo• o~ seus termos II pre,ente nçno; ir) afi
nal, julgar procedente 11 preente ação, em todos
oe seu lermos, declarando o domlo,o do autor,
H•bre o imóvel ohjrto da presente, ordenando a
oxpedição do mandado competente no Reghtro do
Imó,•ei• local, pnrn que regí11re o imóvel em no,
me do autor, após satisfeita» n obrigações fia
cai. b Outrossim, indica como meio» de pn,du
ç11o de provo,, além das j produridas, a doeu
mentnl, 11 tutemunhol, n perlclnl e demi permi
tidaa e admitidos em direito; Dá-se à preente o
valor de Or5 50.000,00 lcin11uenln mil oruuiros),
para os efeitos fiscais. N. Termos P. D~ferlmrn•
to! Belo Vi,to, 17 do agosto 'de 1978 (ui
n.o 1036 (principol) CIC n.o 0!I0.S!l8.44J.53
Dr, Ioohon lfnrtlnez Peixoto- OABIMT
Hol de testemunha: para na audiencla de Justifica
çilo. 1-Aureo Pires Piagetti, brn,ileiro, rneado, ta.
peceiro, resideotfl nestn cidade; 2-Jono Manoel
Rodrigne1, brasileiro, cosado, induatrial, residen•
tn em Bela Vl,tn-MB; li-A tonocildn Ercobar, bra•
«ileiro, ca·ado, fane. publico aposentado, residen.
te em Dela Vhta M,. lestemonhu que compare•
cerio na audinci deignda independente de
intimnçi'lo, DESP.CIIO DE FIS 46v·.RealmeotP
auhte rnzfto no iluetre uprePrntantfl Ministerial
no que concerne ãe frregolaridodes do preernte
feito. Entretanto, entendo nlio eer o ca11 de extin
guir o pr-ocf'~so, e sim chama.lo a ordem' para que
na irregularidndu sejam devidamente rnna
das. Assim é que: a) em face da, irregularidades
d-n citacilo edital, anulo-o. via ne comequencin
determino seja n mesma renonda. poblioando-ee
o edito! uma vez no órgão oficial e doos vezu
no jlrnAI loco!, c~m o prezo de vinte di111(art.232
III do;'CPC); cite-se o confinante ltalivio Alve1 Va
do,•oto por carta orecatório para a comarca de
Dourado,, neste E,tado· onde re,ide, conforme in
formn a certidúo de fie 17v
1 do Sr. Oficial do Jus
tiçn. fornecendo o A· o respeotivo en,ft•reço. c)de
verá o Sr, Escrivfio cumprir o estabelecido noin
ciso II do li.ri, 232, do CPC. lntime-4e, Bela Vh•
to llS,21/jnneiro/1980 fn( Oavalbo Rodriges de
Melo-Juiz d.i Direito. E, para que chegue no co
nhecimento dos intereuodos e ninguem posso B·
legar ignorancla, mandei expedir o presente edital
o; forma da lei, Dado e paesodo ne1ta cid11de de
Bela Vista, fütado de 'Mato Grosso do Sul. aos
trinta diaa do mes de jnnelro do nno de mil no•
vecentos e oitenta. lu,Floriodn Benltu auxiliar
judicinrio, o dntllogrnfei 1ub1crevo.
Dr. Oavaldo Rodrigues de Melo
Juiz de Direito
Jeratas Gloriosas Erérci
(35° Alversrlo dos feitos da FEB nos
campos da lllí.lb.)
CASTELN
Após a conqulsia de Monte Cas
telo, prosseguiu a ofensiva do Plnno
Encore. Euquanto os amerlcuuos IUVC'íl•
tl3m CustdD aluno l' ,fonte Delln Costel·
lana, u FEB atucnva as poslçõei; Inimi
gas de Monte Sopravso e Castelnuovo,
boluarte1, óltlmos de nazistas dcbrnç:1do.c;
sobre a estrndu de Pl .. tólu parn/ Vorgato.
Soprassasso, um sullente cm rocha
viva, eoqul9tado em 001:Hia1-1 lt(lhOH, flzc1-
ra nossas maiores perdaR nos lrJAteR
meses ao Inverno defensivo. Cnstelnuovo
completava. u!'slm, o pnpi'I c!e Monte
Castelo nessa olenslvn limitada com quo
o IV Corpo buscava alturas, observató
rioa, lfohas de partldu, p1 rparnudo u
grande Ofenlva da primavera.
A manobra consl1,tlu no Isolamen
to do ponto forte de SoprassasFo e no.
convergéncla db dois ataque8 sobre> Cos
telnuovo: o prloc1pal dl>ebordava o Sexto
no lombo das cristas - c,utro, lançado
para frente. pelos mineiros do Onze,
atraindo cuidados e fogos do adversàrio,
para de1.1afogar e soltar a ação de cima
e, depois pelas banda:! no estA, envolver
o lugarejo e cortar a retirada ao defen
sor arrancando do chão.
NJo cbstante o valor combativo
do Inimigo e a excelência de suas posi
ções, o ataque a Casteloouovo desenvol·
veu-se com segurança e relativo econo
mia de Yldas, executando-se destemerosa
menta a mais bem cc,ncebld& ação tátil
da campanha brasllelra na ltãlla.
Pisando o chão rudentemente coo
qul11tado, ainda p,:msando nossos reridos
e arrebanhando os prlslonelroR, o pracl
nha foi encontrar, nas antigas posições
germânteas' uma crnz singela e esta sl
gela lnscrlção:Aqul jaz um herói brasilel
ro". Era a sepultura do companheiro
numa ação de patrulha. a quere presta
va homenagem o anônimo e valoroso
11oldado alemão.
Eis o belo lado da vida castraen
se pura, praticado pelo Inimigo, que nos
lembra o Duque de Caxias, nos feitos
antanh?, sempre pronto à reconhecer o •
valor do lnlmlgc.
Hitler e sua nefast&. politlca nada
tem a ver com isto-o soldado ale>mão
e seu comando como tambem os nossos,
rP,presentam o aacrlffclo pela Pàtrla-a
e'átrla de cada um.
Stumpf
Major reformado
Solicitoçêío
A Sra. Fliz Garcl
Barbo.a, sll!ta com
uthencla a ptesença da
Sra. Mar! das Neves
Senwald em Ponta
Por - 4s.
Oração ao
Espíri- Divino
to Santo
Espirito Santo voe que
m esclarece tudo que iluai
na rorlo• u• t•,,miuho• pml <Jlll
eu atinja o meu ideal, você que
me d o dom divino de per-
doar e wqureeer o mal que m
fazrm, e que todos os in
tant» de minha vida está co·
mniygo, u quero oeste curto diá
logo, gradecer-lhe por tudo o
coníirmar mai• urnn va, que
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fée finos•· segundo M exlgênclfHl l11ter-
111tolonnle.' De exportador ou auto-fluffcl
ente de produtos alimentres, o País e°
tá pnsando a dependente da importação
desses produtos. Enquanto confisca n•a•
ls de 50%/, do valor do curti exportado,
concede ubsfdlo nos alimentos Importa
ctoe cu cm outras palavras, deeutonde
neeossldade do @xportdor nnacional
e atende às exJgênolas do produto e8.
trangeIro. Sabe·e que o conflsco deses
tImula o o subsidio ajuda.
Ninguém aonsegulrA válida e sen;
eatamimte allrmor que o homem poderu.
libertar-e~ de sua dependência direta ou
indireta da terra. Ainda não 110 dcrnohrlu
qualquer melo que torne dlspe'laávelll os
produtos da terr. Mesmo O!l animais ~09
mares, doe Jagoa e dos rios vivem na
dependência da grunde laboratório Insta·
làdo no solo. lnfellsmente, o conheclmen•
to deste, verdade fundamental é subesti
mado ou esquecido, havendo multa gente
que, durante anos, nunca ouvf·1 falar
leso uma vez sequer.
Quase cem 'por cento de tud_o quan
to ee ou:rn e ee lê em jornais, revistas,
livros, rlldloe, televisões e outros meios
de divulgação Ignoram ou dlio a ld~la
de Ignorar oompletamente os questoes
agrfoolee. Tão gra-nde Jhel?0U u ser esse
rtescat-o. quA a juventude urbana, em sua
grande maioria, não eE1tà, entendendo e
&entfo,dn a realidade e a lmportânola
deesae questões. Parece mesmo que o
surgimento de tantas carreiras profissio
nais, para euja habilitação se 'crl8m
tantas f a e. u. l d a d e e, concorre
para 6 g r a v a. r a s u b e s t !
mação ou a Ignorância do problema.
Todavia, é preçlso retormer o OI
mlnho dos campos' {esJahelec.?'r a Impor
t().n<?la das atividades rurais, rever a or
dem vigente dos valores eoonomlco soei
ale, s~g_nndo sua slgalfleação para a
vida tndlvtdual e coletiva. O grito dos
estômagos vaelos s.obrepõe-se e todos
oe demais, porque. comer é o direito
natural· Irrestrito. unlversalmante acelto,
e ,a o b te n q ã o de a l l rn e n t o
é a primeira m.otlvaç~o dos seres vivos.
Esta. realidade biológica é verifi
cada sempre,- como primeira condição
de sobrevivência. Todas a comprovam e
ninguém tenta ni>gá-Ia. Entretanto, a
constância desaa ,•erlflcaçílo está levan
do o homem a sub.estimar o valor lmen
se de sua slgntficaçao. Dai, por certo,
TURI
0
meno prezo 11 que está sendo relega
<ln u produçúo-. .
Poaem parecer descabidas esta3
cons!derações, principalmente num su
plemento e#peclaulmente dirigido a ugrl
eltore e crladore.
Entretanto, vendo-se a crei;cento
Influência dos recurso prumoelonals dos
centros urbonoa e o grunde atraso em
que se encontram os melos ruruls, sente.
se que há urgente necessidade de rea.
cender o interesse pelas attvtdades ugri-.
colas, como Imperativo da sobrevivêela
e como o grande recurso para arrancar
o País da perigosa situação em que se
debate. De fato. os homens da terra
têm de sentir que são lndlspensé.vels,
porque suas atividades fornecem, antes
de tudo, o8 Jndlspensâ. vele alimentos.
Tudo Isto é eobejnmente sabido,
mas foi passado para segundo ou tercei
ro plano, tornando-se neceesárlc um
verdadeiro trabalho do consclenllza9:lo
que abranja todos 11s camadas soclals
cta Presidência da Repôbllca nos male
humildes trabalhadores, Joro. e ulém de
toda e qualquer dlst1nçilo. porquti Dilo
bá quem sobreviva sem comida e não
há comida sem atividade agr[cola.
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ral de Bela Vi ta.
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Atelda (Bela VI»ta)
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A pussagem do 89 nnl•
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TF que lnÍ!n't su em seu
t1no !.l, no lniolo de1<tu
década, seguudo suas
palavras: "década da
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prerlo Ovldo Poxsarl, diretor-presl
dente du empresa em entrevista a 'TF
di+se que "atuulmento os miores proble
Ians que Impelem mlor dinnminçlo du
empresa são as condições du estradns
tl-mato~roxonse",' ms ele reconhece
o ·forço do DERSUL, em proeuror "m!
utmnlzar o problemu."
"O Ektnudo do MS et em fase do
implantação, estamos construindo renal
mente um estndo modelo, disse Possurl
o todos estão consclentlzado de que a
tnrofa exlge e exlirá esforços conjuga
dos", Pru ele«, "o DERSUL tem pro@u
rlo tender todos os munlclplos, moe u
role vlárla sul matogrossene possul
nil'nos rlt- .200 Km pavimentados e Isto
ncnrreta lnúml'ros problemas. Mas den
to do possível o DSUL está colabo
ramdo."
Frisando, t>empre, e necessidade de
4
'coojugéir esforços", o diretor da Cru
zeiro do Sul que é tambem presidente
cto Sinctlcllo dos Proprietários de Empre
me do Onlbufl, afirmou que "a polltica
POOnomlca dn empresa para 1980 é a de
nmplinr e uprlmorar os seus. t>ervlços."
Atrazos e Rodovias
A respeito dos atrasos dos onlbus
qus fu.zern a linha Campo Graade.Bela
V 1alu e Campo Grande-Porto Mur Unho,
ele afirmou que Isto "decorre das condl·
çõoR das eetrndae, e multa11 vêzes por
ouu1H1 do nvarlae noe voloulos moo dei•
xon bem claro quo a sua empresa "é
uma duH q1Jo possui a frota mais bem
conservuda e operando com onfbus no
vos". E ldéln da Cruzeiro do Sul, ti.lo lo•
go ne estradas o permltem ooloor onl
bus monoblocoe no linha e oferecer
ulndn maia oonro::to nos usuárloe. No
tocante a ccnstruçlío de rodoviárias !.'m
Jardim, Bela Vista e Porto Murtlnbo,
Poesarl Informou que "o prefeito de Jnr
dlm Fernando de Freitas Irá construir
uma rodovll'lrla'' e que "a Cruzeiro ~o
Sul vai egunrdor unia nova leglslaçllo a
respeito do assunto para Inteiar a cons
truçllo da Rodoviária de Bela Vista".
Com referência a de Ponta Porü ele dls
se que nnquele munlclplo eerA construido
um terminal Internacional e a Oruzelro,
lógicamente, ocupnrA o Reu espaço, nlío
Secretário de Desenvolvimento Social em
visita à Casa do Artesão de Courumba
Acompanhado por algumas das
autoridades que o recepcionnram, quan
do de sun última Ida a Corumbà, o Se
cretário de Deeeuvolvlmento Social, vlel
tou a Casa de Arteslío daquela cidade.
Nu ocasião, acompanhavam o Se,
cretárlo, além de seus iss~ssores, emre
cs quais Almlr Fernandes-Chefe do Núcleo
Mini Usinas de Alcool em Bela Vista
comunidade, poderemos ultrapassar esta,
fase e Ingressar. realmente, num perfodo
desenvolvlmenUsta". "Não estamos de
braços crm ados, aguardando as tntcfati
v11s oflol11ls - prosseguiu - estamos
buscando alternativas, ti essa busca oon
tlnuarA até que sensibilizemos as liutorl·
Segundo Edson Moraes, o preslden- dades".
te da Famto ainda não se manifestou, "Nosso Sinrlicato, afirmou Edson Moraes
cialmente, a respeito, mas deu a enten- é uma entidade dlnàmll!a e procurará
,:er, num conta to pessoal, que hã viabi- atuar na comunidade em todos o8 eto
Jtdade p-ara o projeto. Disse ainda o res, vivendo os problemas e buscando
presidente do Sindicato Rural de Bela 1,oluções para os mesmos. O nosso obje
Vista, que precisa haver por parte do tivo não é realizar apenas exposições e
~~ovP.rno estadual um Interesse a respeito festas, m11s participar ativamente dos
pois as condições do solo para o plantio problemas belr..vlstenses. Elaboramo3
de canaviais silo excelentes, assim como diversos projetoe, Inclusive o da instala
u receptividade junto aos fazendeiro locais. ção de mlul usinas de álcool em Bela
Para EdsoD Mordes. "o momento Vista, e estes projetos s·erão dJvulgados
ue atravessamos é difícil, tudo decor- através da imprensa esorlta e falada,
rente das ultas taxas de juros bancários, para un maior conhecimento não só da
L1lla de finan-::lamentos e situação inter- nossos associados mas de toda a oomu
Daclonal mas somando esforços, unindo a nldade".
O - p r e s 1 d e n t e do Sln·
dicato Rural de Bela Vistu, pecuarlsta
Edson ~foraes, afirmou em recente reu
nião do Rotary Clube, que ~ncamhthou
u Famato projetos para a instalação de
mini usinas de âlcool em nosso munlcl•
pio
neco~sltando construir n sua rodovlârla.
"0 setor de turismo será agUlzado
ainda este ano e provavelmente será
Implantado uma linha para AssunçO
disse Possarl e que "a empreaa possui
onlbus novos para excursill}".
Finalizando. ele firmou que velo pura
'Mato Grosso do Sul olío parn vencer
lna vldn,', mas colaborar para o crescl
mento do Estado, pois em Araçutuba
poesult1 empresas dlnamlcos e progreflsle
tas. EofAtle9 dlAse "gosto de deanflos,
de luta e construir um Estado exige luta.
E um desafio que me apnlxonu".
do A r t e !i a n a t o cta S D S. os
srs. Breno Apto Bezerra, Jolío Quln
tlllo Ribeiro - Vereador, Nelson Dlb
Vereador, Ubiratan .C. de Campos Vere
ador e Presidente da Liga Esport!va de
Corumbá; Satlro Manoel Coelho Presiden
te da SSCH de Porto E:iperanca e Oa•
man Antunes da Costa Presidente da Ca-
sa Macôolca Caridade a Silêncio. •
Na Cuea do Arte!>ão, Rubens Nu
nes da Conha foi. rcoebldo pela Delega
da - Hortência Rolon Aguiar, que acom
panhou-o durante 11 visita, mostrando as
instalações e discorrendo sobre o arte
sanato da região, OA objetivos já alcan
çados e suas lllmltad&s poeslbllldades.
O Secretário Inspecionou também,
na própria Casa do Artesão, as obras
para a Instalação da Mini- Usina de Fari
nha de Bocaiuva, que estará fun.:ilonan
do plenamente, portanto produz!ndo, em
<lata próxima, dependendo openae da
Jnstalaçlio das mâquinas, que já encon
tram-se no looal, aguardando a vinda
de técnicos da ICMA - Camolnas.
Até o presente momento, a • fari
nha é produzida em peauena escala e
de forma artesanal, para· consi;mo local
e dae demalA Casas do Artesão do Estudo.
PREÇO DESlf f
CR$
EXEMPLAR
SJ~I
(Vitória) - Neste
ano, as plaquetas (sobre.
placas) a serem Utiliza.
das ncR veículos do Ea.
plrlto Sauto 11erão em
homenagem à Maçonaria
Universal. A esfinge se
rá um Esquadro e um
Compasso. O objetivo é
dlstlngnir os feitos hls
tórlco da Ordem no
Brasll e no Mundo. A
lnsplraçll.o fol do Sr.
Jorge Deveus, diretor.
geral do DETRAN-ES e,
seguudo ele, ··procu
ramos preetar uma ho
menagem mais do que
justa à Maçonaria, ba
seando-nos na sua alua
ção de junelro para fe
vareiro deste ano, quan
do nosso Estado pa11sou
por uma grn ve crli!e de
enchentes. A Institnição
maçônica lutou, lado a
lado, com outras_ organi
zações religiosas, de cu
nho ma ntróplcos e elu
bes de serviços•·. - "Na
qualidade de muçon -
continuou c alto funclo
nArlo do DETRAM não
poderia perder ll opor
tunidade, já que na mi
nha própria Loja, a Do
mlngos Martins, l}bservel
0 grande trabalho desen
volvido naquele momen
to em que nosso Etitado
era assolado por um
grave estado de calam!
du de "pública". l!lformou
ainda o Sr. Jorge De
vens que os simbolos
anuais para as sobre
plactis afio eeoolbidoe
sempre em torno de ai.
go representativo, como
por exemplo, "Ã Freira
s o Fradé" (Cachoeiro
de tapemti). e "?g2;
vento da Penha" ("Ala
Velha) etc. E conoJuJu.
''Para. evitar o cgréter
regional é que penssmo8
no Esquadro e Compasso
qu:? pão uma representll
ção Universal da nossa
sublime institu!9ão. Po
der-se-ia ter tide a M.éla
de simbolizar a homen
gero com qualquer .Gutro
instrumento maçonleo,
mas não atingiria tão
precisamente aos an·
seios gergn_ a m!!e%;;
sociedflde". (Agência e
Notieias Erasílls).
Banco
##l
O BANCO QUE CONHECE A NOSSA TERRA
O Financial está apto a resolver os seus problemas, converse com o Gerente
No Financial tudo é Resolvido na Hora.
To me uma atitude inteligente abra uma conta no FINANCIAL
Fins.nci
l------------------•- ........... ---------•-------_..-!
,
ODE EVERBI
Pu ni ante na
monte de Ders, Dr ds
pchi ascer to h{te
do malnba mle
Para certas pese0na
o mil não velo pela ho.
mv opatle cu lopatla
dos outros, mas pela
antipatia proprla.
•
f
1
!
i
O prefeito municipal de Bel11 Vista. Ely
d" Araujo Barbosa, Informou ontem que conse
gulu junto ao governo do Estado, um auxilio na
ordem de um 1,5 milhão de cnzelroA pura aten
der o setor de obras da Prefeitura. Alem desse
auxilio, Barbosa disse que Bela Vista terá uma
9gencta regional da Saude, que atenderA os mu·
nlolploe de Caracol, Porto Murtlnho e Antonlo
João. MuHo entusiasmado o prefeito belavlsten
se aUrmou:"Eu não disse. Tudo era queetilo de
tempo e de sistema de trabalho. O governador
Marcelo Miranda dnrà todo apoio no povo bela vis
tene e nós retribuiremos com muito trabalho vl
sando a construçilo de um estado forte. O slogan
do governo .Conqulftnmo11 um Et1tado, vamos
contrui-lo no é uma utopia, mas uma r,rnlldu
de e Bela Vista trahalha pra Isto.
Delegacia R. de Ensino
O prefeito belavlstenoe Informou tambem
que "a permanência da Delegacia RE1gJonal de
Ensino em Bela Vista é ponto pac1fico. Ela uten
derá o;; munlclplos de Porto Murtloho, Caracol e
. .ntonlo João". Serà. Instalada ou~ra DREC em
,Jnrdlm, atE1ndendo os munlclplos de Guia Lopes
Nlo11 quE' ~ Bonito. "Agora tudo fteou delineado e
no seu devido lugar, disse o prefeito e as posai
bllldudes de crescimento. prosseguiu, 11ão alenta
doras''. Flnallzanrto, Barbosa tllsse ainda que 'na
próxima sena estarão em nossa cidade o8 en
genhelros encarregados do levantamento para.
Implantação do asfalto comunitário". Ê outro so
nho dos belavistenses que a atual Administração
concretlzarã.
V-isita de Valter de Castro
O Secretãrlo de Saúde de MS. Dr. Vclter
de Castro estará em Bela Vista na próxima
quarta feira, juntamente com os seus principais
se8sOres. Na oportunidade, visitará o Hosoltal
São Vicente de Paula e verificará qual11 as âuas
necessidades mais p~ementes. Segundo fnfcrma-
ções do prefeito Ely do Arau]o Barbosa, a ecre
tariu do Saúde concederá um verba pura ten
der as relvindicaçõss da diretorla do hospital. A
vletta de Valter de Castro é do uma i.portancla
pois uqul será Istaluda uma gencia regional
de Saúde e o ecretrlo ver[lera, ''In loco" as
condições de Bela Vista, teus problems, o quats
as soluções paru os mesmos.
1
A0S LEITORES
Carnaval Belavístense
Na edição de quarta feira pnbli
caremos as fotos do carnav>1l belavls.
tense de 1980. Está sendo frnpressu ,em
Campo Grande, umencarle especial com
4 paginas com os principais destaques
do cnrnnval. Reserve o seu Exemplar
da Tribuna da • Fronteira de quarta
feira. Serão publicadas as fotos da
rainha do carnaval, foliões mais ani
mados, pr.inctpals fe.ntaslas, etc.
Geisel se declara feliz com progra
ma do ros e acredita .no sucesso
Porto Alegre-Em jantar com e,
Governador Amaral de Souza e deputa
dos ei,itaduats e federais gaúchos, o ex
Presidente Ernesto Geisel afirmou estar
"muito satisfeito" com o programa do
PDS, pois ele reflete a preocupação do
Governo em atenoer as aspirações popu
lnres, e abre perspect!vas de sucesso
ao seu novo Partido de apoio.
Depois de ouvir um relato do Go
veroador sobre a adesão macfoa dos
ex arenlstas gaúchos ao PDS, o General
Geleel disse ter ficado entusiasmado
tambm com a participação de jovens
no Partido, e comentou que o trabalho
de areglmentação política fica facilitado
quando a aoão do Governo e o progra
ma do seu Partido "estão voltados para
as questões soetaf11''.
Dr. Nelson Derzi
CRM 23-882 - CPF 4198.88.33.7.37.
Especiolizudo em CLINICA MÉDICA na Santa
Casa do ruo de Janeiro e CIRURGIA GERAL
no Hospital da Companhfo. SiderúrgieB Nacio
nal de volta Redonda.
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
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Ulceraa de Estõmogo e DnoderA>, Gioecol6!!icaa
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Campo Grande Mato Grosso
O Ministro da Fa
zenda, Ernane Galvêas,
revelou ontem que os
banqueiros de Nova
lol'que, em seus contatoa
com ele e com o Minis
tro do Pianejamenta,
Delfim Netto, indi::go.rarn
"por que o Brasil oílo
recorria ao Fundo Mone-
• tário Internacional" para
satisfazer parte de suas
neces5ldades de emprés
timos externns.
Galvêas afirmou que
"essa opção não interes
sava, nem fazia sentido
pensa? nisso agora''. E
garantiu que o Brasil
tem condições de levan
tar os empréstimos ne
cessários ao equllibrio
do balanço de pagamen
tos junto aos banços
oficiais e privado.s. .as
taxas de juros a sei
meses no eurodólar
que regula 70% da divi
da externa - subiram
de 14,75%, para 15.70/
' • V ' ,O·
EDITAL D
Tr!una_a Fron!!ma
------:-::::---
ZILLOT11
CITAÇÃO
Do rn: Roque Bandro Gaún, com»
przo de 1» dlac,
Eu, o no11tor Onvn!-lo Hodrlguor,
de Melo,
,lutz do Dlrollo rln Oomorcu do
Bola Vista, E+tudo do Ms, na forma da
Lei, 0to.
tu cidade do Bola Vt&t11 M11.
Crtórlo do 10 Otlelo, nos 06 d1os
do ms de fevereiro do nno do 1980.
Eu, (Pedro Vcrglllo da Silva) Esc. quo
o dalllogrnre e ectbscrovo,
Osvu1do Rodrigues· de Melo
Julz de DIrelto
li
• ti e filh
0
Do Mlguol Lontl o t
arelho+ Snit!rio»
varen, Frrfy,,}?"" ~is.u, Tinta»
Tabo galvaniza'0,,, etc:
bombas para gnua
9 foe 108
lua Augnsto Mascarenhas 0% " "
Mato Grosso do Sul
Aquldauana -
1
Faço snbor o ru loque Snndro
Guina, brsllelro, solteiro, pintor, rel
tlnnlo no Rn.lrro Antonlo ,loõo, TI!'Pla cl•
dude, filho do Annnis Gnúnn o Eutrz!a
(l,1rnl11 Q.n.(lon, QUO por C'Ate tluizo o o
1
õiio " õii, s iíiéi is [}ity de
por Rou Promotor lho move os tôrmos
de uma nço penl como incurso nns
penas do ruo 121, $ 2%, IV do Cócllgo
Penal, por delito prntlendo contrn Aris
tf1l0H Orlls, uo dlo (4 de setembro de
1!170 Pn1 u rua Volunlnrlos da Pótrln,
st ldnde, tudo nos t0rmnos da do
núncln de [Is, 02. o Dr. Osvaldo Rorlrlgues de Melo,
E com o rAferldo réu !lo encontra Juiz de Direito do. comarca de Bela VIs
,,m l1Jgar Incerto ti nllo subido, mandei tu, Estado de Mato Grosso do Sul, na
expedir o presente editn I com prazo de . forma du lei, etc ...
15 dias, pelo qunl fica CITADO pra Faz Saber nos que o presente edl
comparecer perante este Julzo' nn sala tal virem ou dele conhecimento tiverem
das audiências do Edifício do Forum, expedido nos autos de Exeouçflo n.o
iludo à run Coronel DIas n° 948 no 62/77 em qu é exequente Banco do
próximo dlu o5 de março de 1980 às Brasil S/ A e executado Rtchardt Kunt
lri,00 llorns, afim de ser INTERROGADO Bulko, que se processa por este Julzo e
e responder oos rlemnlR rnrmos da alu- cartório do 2.o Oficio, que em seu cum
did ação penal podendo, ontflo, ou 110 prlmento e ·atendendo aos mais que dos
prazo de três dias oferecer alegações uutoe conatu, pelo presente edital que
,~,;crltns e arrogar testemunhas. tudo será afixado nu sede deste Julzo e pu
sob pena de revelia· e de conduçllo bllcado na formo da lei, fica Intimado a
coercitlva (nrtlgo 26 ho do Código Prooes pesson de .Rlchnrdt Kunt Balko. para
o Penal). E para que cbegue ao oonbe reaponder os termos da referida ação,
olmento do referido réu, mandei xpedir sob pena de se prosseguir a suu revelia.
o presente edital que será publicado Auto de Convorsllo ·do Sequestro em
pela Imprenso Oficial e afixado na por Penhora fie. 33. Aos vinte e sels dias do
ln do Forum local. Dado e passado nes mP.s de de~embro do ano de mll nove-
centos e set~nla e nove, nesta cidade de
Bela Vista, Estado de Mato Grosso ào
Sul, em cartório no Edntolo do Forum à
rua Coronel Dias n.o 944, e em cumpri-
mento ao despacho de fls. 32 do MM.
Juiz nos autos de Execuç!ío n.o 62/77 e
ajulz.ada por Banco de- Brasil S/ A contra
Richardt Kunt Balko, converto o eque8-
tro em penhora dos seguintes bens: Um
trator marca V a l na e t, 86ID
m o t o r MVM d e 8 O H P,
D2264 TV a nl! o. 226. 04. 10193, sistema
Sequestro
Tribuna da Fronteira
( Fundado a 20/2172
füogistro no Cartório de Til. e Doe. n.o 1066
CGC-l1F 03,!'0126610001-90
Inec. Est. 130592343
d
M lo Grosso do Sul
Poder Judlclflrlo - Estado !%,, ã 2 6reio
Comarca de Bolo Vletu - ar r
0
Intimação de Conversão
de Penhora
Administrnçlio .Maria Euela V.l'ereirh
Redutor • Chefe • haldo Pereira
Departamento Comerclal • Alvaro Pereira
Redação .Administrnçllo , Oficina8: Rua
Duque de Caxias /n Bela Vista MS C. P. 23
ASSINATURAS
Beln Vista, (anual)
Demais Municipios
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CrS 1000,00
"Os conceitoa emitltlos em artigos
osaiuisdos nlío exprimc>m, necessariamente, a
opinião do jornal.
Fundador e Diretor Responsavel
lvaldo Pereira
do
elé*rleo Booh pneu dianteiros 750x18. e
trazelroe 18. 4. 80, de 6 Jonos; Um tan,
que de Flber-Glass. moroa Fatrltol. equi
podo com 2 pneus 650x16 de lonas ()
capacidade para 2.000 litros, que encoD
tro-se furado; Um arado bfdraullc~
marca l:laldan. tipo super tatú de 3
dlsoos de 18. Do que para coni;tar lavrei
o preeente termo, qua val rlevldnmente
assinado. Eu, Goethe Escobar Nunes,
esQrlvfio do 2º Oficio datilografei. subs
crevo, nsslno. O Escrivão (a) Goethe
Escobar Nunes. Despacho de fls. 32
D e r l r o o r e q u e r I m e n t o/
de fle 31 via de consequenclo, lll.vre-Be
o termo de conversão do sequestro em
penhora, intimando-se. edltaliclamente o
devedor. B. Vista , 20/12/79 (a) Dr. Os
valdo Rodrigues de Melo. Juiz de Direi
to. E por esta e na melllor forma de
direito expedlu-i;e o presenle edital que
será publicado e afixado na formn da
lei, e o seu prazo transcorrerá da pri
meira publicação assim pnfeita a lntl
maçllo. Dado e passado nesta ~idade de
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do
Sul, aos vinte e ! seis dias do mes de
dezembro do ano de mil novecentos e
setenta e nove. Eu. Escrivão do 2º Ofi
cio, fiz datilografar, subscrevo
Dr. Osvaldo Rodrigues de Melo
Juiz de Direito
O sonha tornou-se Realidade
Agora em Bela Vista, Existe um1:1 Churrascaria onde você poderá levar sua
esposa, seus filhos, seus amigos e sentir-se realmente em sua própria cnsa
MEU
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Estado do Mato Grosso do Sul Comarca dé Bela VJ&t&
Cartrto do 2° 0ti@lo
Edital de Citação com prazo de 20 dias
Dr Onoldo nodríg11e« de Melo, Jui1. de
Dlrello dn:,comurcu rlo íleln Vi,tn, Esv.ulo do
Mato Grosso do Sul, n forma da Jel, ttc.
PAZ SABER aos que o presente Fdital
vJrem ou dele conhecímeoLo lívu,•m ,, inV'rt's•nr
poun que por purto de 3lt:-/AIAH MONTElHO,
foi movido uma Aço de Usurupin<i contra
EDHA HAMOS J A<'QUES, eumo Pnrontrn•~0 em
Jugur rr,cerro e no »bldo, tnmbm prn rus
ausente, incerto» e de+conhecido, expediu-se o
pre,onle fülirnl de citaçlo, com o prazo de vin
ie (20) dias, por intermédio do qual flam o
mesmos citarlo,, por todo o contt"ú1l0 dn pet./çno
e dospuoho do teor wrulnte; Exmo Sr. Doutor
Julz do Direlto da comrca de [ela Vikt Ms
),flnomur Monteiro, brn,llelro, de,qulla,lo, pecun
risrn, rr.«ídente á ru BAo Geraldo, 33. em D.-ln
Vist.J,Me, portudor do C:ó<lul11 de Identldode Hg·
n• 1130.882 (S·S.P/Mt) e cic 11, 006.'104.101-41. ~em,
('Offl o devt.lo respeito pernnto V.E,ca., via ,eu
advogn<lo que ee10 aub~crevo, ( mnndoto nnexo,
doe. n. 1), propor cootrn Edrn Hnmos Jooques,
brosllelrn, dePq1111ada, com proflsA50 o domicilio
Ignorado, a presente Aço do Uwucnapião de ter
rne pnrticulnr, com fnndumrnto nos art•. 61í0 e
seguintes do C6digo CIvll Brllelro e 04l e e
guintes do vigente Código de Proceuo Civil, e
pelo's (atoe fondnmentoa n seguir aduzidos: r,
Ocupa, o requerente, desde o ano de 1951, "nni.
mus «dominus", wem interrupção ou oposição, pu
blicamente e 1ern viulêncln, umn gleba d11 ,~rrn
pnstnie o lnvrndiua, com n nren de 479 hn
2"752 mts2 (quntro.!entoe e •ctenta e nove
hectnree 1 o i e m 1 1 setecentos
roa e sceeuntn e dols metros quadrados), da 'Fazen
da Touro Mouro, eitunrln nostc niunicipio e
comaren de B. Vlua Ms
1 devidnmentc trnnscri1a no
Reglalro de Imóveie local, em nome do requeri
da, com n nrcn do 600 bn, lqulnhenlos hec111•e~)
sob no 1.d26, fl@. 39 livro 3-U, em data de 12 de
srtembro de 1950 (doe. n.o 2 anexo), 20) r ira
ocupado pelo n•querente ó perfeiromenle delimi·
todo, conforme se vô pelo planta e memorinl de
critivo nne,cos (documentos n o 3e 4). e extrema·
da por tlruites bem defenidos, isto ó, cercas de
aramo liso, com postes de madeiras de lei, tendo
como conrinnntcs, no Norte, o Rio C!lrocol e terra
de Heitor Tienigno TorreA Snnches, ao Sul, eom
terras de Italivio Alves Vedovato, no Leste
com terrna de propriedade do requerente, e no
ÜdSto, com terras de Marcelino Oodoy, 3.ol Que
a ocupação da globo do luras, pelo requerente,
com a intenção de apropriar se. teve como ponto
de pnrtido <' foto dn requerida, logo após de,qui
tar-,e e haver ~e desfeito de parte de seus bens
tocou rumo ignorado, deixando o imóvel que veio
o aer ooupndo pelo requerente, totalmente aban •
donudo sem prcpo~tos. detentores ou administro·
doree, 4.o) E, as~im o autor sempre posrniu o·
o imóvel como verdadüiro e único dono, fazendo
inúmeros benfeitorias, tnii como cerc48 divhórins
internas e pastagens, exteriorisando clnrnmente o
animo de domínio .e tornando ll posso sempre
públlcn o incontestável, por tempo superior o
vinte (20) nnoe, sem qun Lquer inttrrupcão, 5.o)
Nestas condições, o autor preenche perfei1amen•
te todos os requisitos exl>{ldoa pelo art. 650 do
Código Civil Brnslleiro, para qu:: se declare, por
sentença, o domínio do Imóvel notes referido, il
favor do requerente. Diante do expo1to, pedem e
esperam que V. Exa. ao digne: n) deslgnnr
audiência preliminar para n justifiençAb
da· posse, cujo rol de testemunhas vai nbniico, os
qnllis comparecerão em Juízo independenttmente
de intimação (b) mondar proceder o oltnçao, VJB
Edital e de conformidade com n lei, de Edra
Ramos Jacques, brasileira, desq~itndn, profüslla
,. rlo,ofdlio l~norado•, em euj.o norne e,IA tra'!1&•
crfto o imóvel, c) mandar proceder a eltaçlo do
confinante: Heitor Ben'gno Torre Sanches; Ita
livió Abu Vedovarn e Marerlino Cndny, bra,i
efro, casados, pecunri+ta, residentes n«te muni
dpio e eomnron, rrn 10K propri,.fiade rnrnil! 1/ml
trofew com n Fnrenda Touro Mouro do rque.
rente; h) mandar expedlr editais de clraçllt>, nlém
ela pe,eoa ,,u,, eará sranscríto o imóvel, Sr-11 F..dr11
Hnmo» Jacques, também para os rn« ausente,
incerto e derconhecido», com o prazo estabeleci
,Jo no n rt 23(!, fiem IV. do Códlgo de Proeeso
Civil: e) mandar cientiHcar, por rarta, o repre
ntnntes da Foundn Publicn da Unio. do Hsta
do e rio ~fonicipfn,' 1) intimar iloetre ltepre,eU",
tonte do Minlstrrio P6blíco' para abompanhor
.-m todo• o~ seus termos II pre,ente nçno; ir) afi
nal, julgar procedente 11 preente ação, em todos
oe seu lermos, declarando o domlo,o do autor,
H•bre o imóvel ohjrto da presente, ordenando a
oxpedição do mandado competente no Reghtro do
Imó,•ei• local, pnrn que regí11re o imóvel em no,
me do autor, após satisfeita» n obrigações fia
cai. b Outrossim, indica como meio» de pn,du
ç11o de provo,, além das j produridas, a doeu
mentnl, 11 tutemunhol, n perlclnl e demi permi
tidaa e admitidos em direito; Dá-se à preente o
valor de Or5 50.000,00 lcin11uenln mil oruuiros),
para os efeitos fiscais. N. Termos P. D~ferlmrn•
to! Belo Vi,to, 17 do agosto 'de 1978 (ui
n.o 1036 (principol) CIC n.o 0!I0.S!l8.44J.53
Dr, Ioohon lfnrtlnez Peixoto- OABIMT
Hol de testemunha: para na audiencla de Justifica
çilo. 1-Aureo Pires Piagetti, brn,ileiro, rneado, ta.
peceiro, resideotfl nestn cidade; 2-Jono Manoel
Rodrigne1, brasileiro, cosado, induatrial, residen•
tn em Bela Vl,tn-MB; li-A tonocildn Ercobar, bra•
«ileiro, ca·ado, fane. publico aposentado, residen.
te em Dela Vhta M,. lestemonhu que compare•
cerio na audinci deignda independente de
intimnçi'lo, DESP.CIIO DE FIS 46v·.RealmeotP
auhte rnzfto no iluetre uprePrntantfl Ministerial
no que concerne ãe frregolaridodes do preernte
feito. Entretanto, entendo nlio eer o ca11 de extin
guir o pr-ocf'~so, e sim chama.lo a ordem' para que
na irregularidndu sejam devidamente rnna
das. Assim é que: a) em face da, irregularidades
d-n citacilo edital, anulo-o. via ne comequencin
determino seja n mesma renonda. poblioando-ee
o edito! uma vez no órgão oficial e doos vezu
no jlrnAI loco!, c~m o prezo de vinte di111(art.232
III do;'CPC); cite-se o confinante ltalivio Alve1 Va
do,•oto por carta orecatório para a comarca de
Dourado,, neste E,tado· onde re,ide, conforme in
formn a certidúo de fie 17v
1 do Sr. Oficial do Jus
tiçn. fornecendo o A· o respeotivo en,ft•reço. c)de
verá o Sr, Escrivfio cumprir o estabelecido noin
ciso II do li.ri, 232, do CPC. lntime-4e, Bela Vh•
to llS,21/jnneiro/1980 fn( Oavalbo Rodriges de
Melo-Juiz d.i Direito. E, para que chegue no co
nhecimento dos intereuodos e ninguem posso B·
legar ignorancla, mandei expedir o presente edital
o; forma da lei, Dado e paesodo ne1ta cid11de de
Bela Vista, fütado de 'Mato Grosso do Sul. aos
trinta diaa do mes de jnnelro do nno de mil no•
vecentos e oitenta. lu,Floriodn Benltu auxiliar
judicinrio, o dntllogrnfei 1ub1crevo.
Dr. Oavaldo Rodrigues de Melo
Juiz de Direito
Jeratas Gloriosas Erérci
(35° Alversrlo dos feitos da FEB nos
campos da lllí.lb.)
CASTELN
Após a conqulsia de Monte Cas
telo, prosseguiu a ofensiva do Plnno
Encore. Euquanto os amerlcuuos IUVC'íl•
tl3m CustdD aluno l' ,fonte Delln Costel·
lana, u FEB atucnva as poslçõei; Inimi
gas de Monte Sopravso e Castelnuovo,
boluarte1, óltlmos de nazistas dcbrnç:1do.c;
sobre a estrndu de Pl .. tólu parn/ Vorgato.
Soprassasso, um sullente cm rocha
viva, eoqul9tado em 001:Hia1-1 lt(lhOH, flzc1-
ra nossas maiores perdaR nos lrJAteR
meses ao Inverno defensivo. Cnstelnuovo
completava. u!'slm, o pnpi'I c!e Monte
Castelo nessa olenslvn limitada com quo
o IV Corpo buscava alturas, observató
rioa, lfohas de partldu, p1 rparnudo u
grande Ofenlva da primavera.
A manobra consl1,tlu no Isolamen
to do ponto forte de SoprassasFo e no.
convergéncla db dois ataque8 sobre> Cos
telnuovo: o prloc1pal dl>ebordava o Sexto
no lombo das cristas - c,utro, lançado
para frente. pelos mineiros do Onze,
atraindo cuidados e fogos do adversàrio,
para de1.1afogar e soltar a ação de cima
e, depois pelas banda:! no estA, envolver
o lugarejo e cortar a retirada ao defen
sor arrancando do chão.
NJo cbstante o valor combativo
do Inimigo e a excelência de suas posi
ções, o ataque a Casteloouovo desenvol·
veu-se com segurança e relativo econo
mia de Yldas, executando-se destemerosa
menta a mais bem cc,ncebld& ação tátil
da campanha brasllelra na ltãlla.
Pisando o chão rudentemente coo
qul11tado, ainda p,:msando nossos reridos
e arrebanhando os prlslonelroR, o pracl
nha foi encontrar, nas antigas posições
germânteas' uma crnz singela e esta sl
gela lnscrlção:Aqul jaz um herói brasilel
ro". Era a sepultura do companheiro
numa ação de patrulha. a quere presta
va homenagem o anônimo e valoroso
11oldado alemão.
Eis o belo lado da vida castraen
se pura, praticado pelo Inimigo, que nos
lembra o Duque de Caxias, nos feitos
antanh?, sempre pronto à reconhecer o •
valor do lnlmlgc.
Hitler e sua nefast&. politlca nada
tem a ver com isto-o soldado ale>mão
e seu comando como tambem os nossos,
rP,presentam o aacrlffclo pela Pàtrla-a
e'átrla de cada um.
Stumpf
Major reformado
Solicitoçêío
A Sra. Fliz Garcl
Barbo.a, sll!ta com
uthencla a ptesença da
Sra. Mar! das Neves
Senwald em Ponta
Por - 4s.
Oração ao
Espíri- Divino
to Santo
Espirito Santo voe que
m esclarece tudo que iluai
na rorlo• u• t•,,miuho• pml <Jlll
eu atinja o meu ideal, você que
me d o dom divino de per-
doar e wqureeer o mal que m
fazrm, e que todos os in
tant» de minha vida está co·
mniygo, u quero oeste curto diá
logo, gradecer-lhe por tudo o
coníirmar mai• urnn va, que
eu nunca quero me epar»t
de você por maior que +rJ4
'lu»lo material não »verá o uf.
nimo da vontade que sinto
de uw dia "•tnr <'0111 vorii .,
odos o« mus irmlos na glória
Perpétua. Obrigada mais uma
vez (a pessoa deverá fazer e»ta
oração 3 dias seguidos em
fazer o pedido. Dculro de :1
dias erá alcançada a graça
por mais diffcil que seja) pn
blicar ar vim que receber n
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tando muclçumente a obtenção de 'ca·
fée finos•· segundo M exlgênclfHl l11ter-
111tolonnle.' De exportador ou auto-fluffcl
ente de produtos alimentres, o País e°
tá pnsando a dependente da importação
desses produtos. Enquanto confisca n•a•
ls de 50%/, do valor do curti exportado,
concede ubsfdlo nos alimentos Importa
ctoe cu cm outras palavras, deeutonde
neeossldade do @xportdor nnacional
e atende às exJgênolas do produto e8.
trangeIro. Sabe·e que o conflsco deses
tImula o o subsidio ajuda.
Ninguém aonsegulrA válida e sen;
eatamimte allrmor que o homem poderu.
libertar-e~ de sua dependência direta ou
indireta da terra. Ainda não 110 dcrnohrlu
qualquer melo que torne dlspe'laávelll os
produtos da terr. Mesmo O!l animais ~09
mares, doe Jagoa e dos rios vivem na
dependência da grunde laboratório Insta·
làdo no solo. lnfellsmente, o conheclmen•
to deste, verdade fundamental é subesti
mado ou esquecido, havendo multa gente
que, durante anos, nunca ouvf·1 falar
leso uma vez sequer.
Quase cem 'por cento de tud_o quan
to ee ou:rn e ee lê em jornais, revistas,
livros, rlldloe, televisões e outros meios
de divulgação Ignoram ou dlio a ld~la
de Ignorar oompletamente os questoes
agrfoolee. Tão gra-nde Jhel?0U u ser esse
rtescat-o. quA a juventude urbana, em sua
grande maioria, não eE1tà, entendendo e
&entfo,dn a realidade e a lmportânola
deesae questões. Parece mesmo que o
surgimento de tantas carreiras profissio
nais, para euja habilitação se 'crl8m
tantas f a e. u. l d a d e e, concorre
para 6 g r a v a. r a s u b e s t !
mação ou a Ignorância do problema.
Todavia, é preçlso retormer o OI
mlnho dos campos' {esJahelec.?'r a Impor
t().n<?la das atividades rurais, rever a or
dem vigente dos valores eoonomlco soei
ale, s~g_nndo sua slgalfleação para a
vida tndlvtdual e coletiva. O grito dos
estômagos vaelos s.obrepõe-se e todos
oe demais, porque. comer é o direito
natural· Irrestrito. unlversalmante acelto,
e ,a o b te n q ã o de a l l rn e n t o
é a primeira m.otlvaç~o dos seres vivos.
Esta. realidade biológica é verifi
cada sempre,- como primeira condição
de sobrevivência. Todas a comprovam e
ninguém tenta ni>gá-Ia. Entretanto, a
constância desaa ,•erlflcaçílo está levan
do o homem a sub.estimar o valor lmen
se de sua slgntficaçao. Dai, por certo,
TURI
0
meno prezo 11 que está sendo relega
<ln u produçúo-. .
Poaem parecer descabidas esta3
cons!derações, principalmente num su
plemento e#peclaulmente dirigido a ugrl
eltore e crladore.
Entretanto, vendo-se a crei;cento
Influência dos recurso prumoelonals dos
centros urbonoa e o grunde atraso em
que se encontram os melos ruruls, sente.
se que há urgente necessidade de rea.
cender o interesse pelas attvtdades ugri-.
colas, como Imperativo da sobrevivêela
e como o grande recurso para arrancar
o País da perigosa situação em que se
debate. De fato. os homens da terra
têm de sentir que são lndlspensé.vels,
porque suas atividades fornecem, antes
de tudo, o8 Jndlspensâ. vele alimentos.
Tudo Isto é eobejnmente sabido,
mas foi passado para segundo ou tercei
ro plano, tornando-se neceesárlc um
verdadeiro trabalho do consclenllza9:lo
que abranja todos 11s camadas soclals
cta Presidência da Repôbllca nos male
humildes trabalhadores, Joro. e ulém de
toda e qualquer dlst1nçilo. porquti Dilo
bá quem sobreviva sem comida e não
há comida sem atividade agr[cola.
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)e, pelos, relvantes ser
viças testados à comnu
nidade, podemos dizer
jli wr t, , con ·tllul<lo c•ru
glória e patrimonlo eultu
ral de Bela Vi ta.
T!livrlçfl Laur·•!ro <k
Atelda (Bela VI»ta)
Sr: Redntor
A pussagem do 89 nnl•
versArio de fundação da
TF que lnÍ!n't su em seu
t1no !.l, no lniolo de1<tu
década, seguudo suas
palavras: "década da
deIso", é motlvo de
orgulho não eó dos be
lavstenses, mes do povo
sul-mato4rossense. Trl
buna da Fronteira ó
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Extensivo à u equipe.
Luíz Carlos SUva
(Campo Groude)
Sr: Red11tor
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emento de Mnto Grosso <lo Sul, o em
prerlo Ovldo Poxsarl, diretor-presl
dente du empresa em entrevista a 'TF
di+se que "atuulmento os miores proble
Ians que Impelem mlor dinnminçlo du
empresa são as condições du estradns
tl-mato~roxonse",' ms ele reconhece
o ·forço do DERSUL, em proeuror "m!
utmnlzar o problemu."
"O Ektnudo do MS et em fase do
implantação, estamos construindo renal
mente um estndo modelo, disse Possurl
o todos estão consclentlzado de que a
tnrofa exlge e exlirá esforços conjuga
dos", Pru ele«, "o DERSUL tem pro@u
rlo tender todos os munlclplos, moe u
role vlárla sul matogrossene possul
nil'nos rlt- .200 Km pavimentados e Isto
ncnrreta lnúml'ros problemas. Mas den
to do possível o DSUL está colabo
ramdo."
Frisando, t>empre, e necessidade de
4
'coojugéir esforços", o diretor da Cru
zeiro do Sul que é tambem presidente
cto Sinctlcllo dos Proprietários de Empre
me do Onlbufl, afirmou que "a polltica
POOnomlca dn empresa para 1980 é a de
nmplinr e uprlmorar os seus. t>ervlços."
Atrazos e Rodovias
A respeito dos atrasos dos onlbus
qus fu.zern a linha Campo Graade.Bela
V 1alu e Campo Grande-Porto Mur Unho,
ele afirmou que Isto "decorre das condl·
çõoR das eetrndae, e multa11 vêzes por
ouu1H1 do nvarlae noe voloulos moo dei•
xon bem claro quo a sua empresa "é
uma duH q1Jo possui a frota mais bem
conservuda e operando com onfbus no
vos". E ldéln da Cruzeiro do Sul, ti.lo lo•
go ne estradas o permltem ooloor onl
bus monoblocoe no linha e oferecer
ulndn maia oonro::to nos usuárloe. No
tocante a ccnstruçlío de rodoviárias !.'m
Jardim, Bela Vista e Porto Murtlnbo,
Poesarl Informou que "o prefeito de Jnr
dlm Fernando de Freitas Irá construir
uma rodovll'lrla'' e que "a Cruzeiro ~o
Sul vai egunrdor unia nova leglslaçllo a
respeito do assunto para Inteiar a cons
truçllo da Rodoviária de Bela Vista".
Com referência a de Ponta Porü ele dls
se que nnquele munlclplo eerA construido
um terminal Internacional e a Oruzelro,
lógicamente, ocupnrA o Reu espaço, nlío
Secretário de Desenvolvimento Social em
visita à Casa do Artesão de Courumba
Acompanhado por algumas das
autoridades que o recepcionnram, quan
do de sun última Ida a Corumbà, o Se
cretário de Deeeuvolvlmento Social, vlel
tou a Casa de Arteslío daquela cidade.
Nu ocasião, acompanhavam o Se,
cretárlo, além de seus iss~ssores, emre
cs quais Almlr Fernandes-Chefe do Núcleo
Mini Usinas de Alcool em Bela Vista
comunidade, poderemos ultrapassar esta,
fase e Ingressar. realmente, num perfodo
desenvolvlmenUsta". "Não estamos de
braços crm ados, aguardando as tntcfati
v11s oflol11ls - prosseguiu - estamos
buscando alternativas, ti essa busca oon
tlnuarA até que sensibilizemos as liutorl·
Segundo Edson Moraes, o preslden- dades".
te da Famto ainda não se manifestou, "Nosso Sinrlicato, afirmou Edson Moraes
cialmente, a respeito, mas deu a enten- é uma entidade dlnàmll!a e procurará
,:er, num conta to pessoal, que hã viabi- atuar na comunidade em todos o8 eto
Jtdade p-ara o projeto. Disse ainda o res, vivendo os problemas e buscando
presidente do Sindicato Rural de Bela 1,oluções para os mesmos. O nosso obje
Vista, que precisa haver por parte do tivo não é realizar apenas exposições e
~~ovP.rno estadual um Interesse a respeito festas, m11s participar ativamente dos
pois as condições do solo para o plantio problemas belr..vlstenses. Elaboramo3
de canaviais silo excelentes, assim como diversos projetoe, Inclusive o da instala
u receptividade junto aos fazendeiro locais. ção de mlul usinas de álcool em Bela
Para EdsoD Mordes. "o momento Vista, e estes projetos s·erão dJvulgados
ue atravessamos é difícil, tudo decor- através da imprensa esorlta e falada,
rente das ultas taxas de juros bancários, para un maior conhecimento não só da
L1lla de finan-::lamentos e situação inter- nossos associados mas de toda a oomu
Daclonal mas somando esforços, unindo a nldade".
O - p r e s 1 d e n t e do Sln·
dicato Rural de Bela Vistu, pecuarlsta
Edson ~foraes, afirmou em recente reu
nião do Rotary Clube, que ~ncamhthou
u Famato projetos para a instalação de
mini usinas de âlcool em nosso munlcl•
pio
neco~sltando construir n sua rodovlârla.
"0 setor de turismo será agUlzado
ainda este ano e provavelmente será
Implantado uma linha para AssunçO
disse Possarl e que "a empreaa possui
onlbus novos para excursill}".
Finalizando. ele firmou que velo pura
'Mato Grosso do Sul olío parn vencer
lna vldn,', mas colaborar para o crescl
mento do Estado, pois em Araçutuba
poesult1 empresas dlnamlcos e progreflsle
tas. EofAtle9 dlAse "gosto de deanflos,
de luta e construir um Estado exige luta.
E um desafio que me apnlxonu".
do A r t e !i a n a t o cta S D S. os
srs. Breno Apto Bezerra, Jolío Quln
tlllo Ribeiro - Vereador, Nelson Dlb
Vereador, Ubiratan .C. de Campos Vere
ador e Presidente da Liga Esport!va de
Corumbá; Satlro Manoel Coelho Presiden
te da SSCH de Porto E:iperanca e Oa•
man Antunes da Costa Presidente da Ca-
sa Macôolca Caridade a Silêncio. •
Na Cuea do Arte!>ão, Rubens Nu
nes da Conha foi. rcoebldo pela Delega
da - Hortência Rolon Aguiar, que acom
panhou-o durante 11 visita, mostrando as
instalações e discorrendo sobre o arte
sanato da região, OA objetivos já alcan
çados e suas lllmltad&s poeslbllldades.
O Secretário Inspecionou também,
na própria Casa do Artesão, as obras
para a Instalação da Mini- Usina de Fari
nha de Bocaiuva, que estará fun.:ilonan
do plenamente, portanto produz!ndo, em
<lata próxima, dependendo openae da
Jnstalaçlio das mâquinas, que já encon
tram-se no looal, aguardando a vinda
de técnicos da ICMA - Camolnas.
Até o presente momento, a • fari
nha é produzida em peauena escala e
de forma artesanal, para· consi;mo local
e dae demalA Casas do Artesão do Estudo.
PREÇO DESlf f
CR$
EXEMPLAR
SJ~I
(Vitória) - Neste
ano, as plaquetas (sobre.
placas) a serem Utiliza.
das ncR veículos do Ea.
plrlto Sauto 11erão em
homenagem à Maçonaria
Universal. A esfinge se
rá um Esquadro e um
Compasso. O objetivo é
dlstlngnir os feitos hls
tórlco da Ordem no
Brasll e no Mundo. A
lnsplraçll.o fol do Sr.
Jorge Deveus, diretor.
geral do DETRAN-ES e,
seguudo ele, ··procu
ramos preetar uma ho
menagem mais do que
justa à Maçonaria, ba
seando-nos na sua alua
ção de junelro para fe
vareiro deste ano, quan
do nosso Estado pa11sou
por uma grn ve crli!e de
enchentes. A Institnição
maçônica lutou, lado a
lado, com outras_ organi
zações religiosas, de cu
nho ma ntróplcos e elu
bes de serviços•·. - "Na
qualidade de muçon -
continuou c alto funclo
nArlo do DETRAM não
poderia perder ll opor
tunidade, já que na mi
nha própria Loja, a Do
mlngos Martins, l}bservel
0 grande trabalho desen
volvido naquele momen
to em que nosso Etitado
era assolado por um
grave estado de calam!
du de "pública". l!lformou
ainda o Sr. Jorge De
vens que os simbolos
anuais para as sobre
plactis afio eeoolbidoe
sempre em torno de ai.
go representativo, como
por exemplo, "Ã Freira
s o Fradé" (Cachoeiro
de tapemti). e "?g2;
vento da Penha" ("Ala
Velha) etc. E conoJuJu.
''Para. evitar o cgréter
regional é que penssmo8
no Esquadro e Compasso
qu:? pão uma representll
ção Universal da nossa
sublime institu!9ão. Po
der-se-ia ter tide a M.éla
de simbolizar a homen
gero com qualquer .Gutro
instrumento maçonleo,
mas não atingiria tão
precisamente aos an·
seios gergn_ a m!!e%;;
sociedflde". (Agência e
Notieias Erasílls).
Banco
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