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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº596_10_11_1981
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"A mão
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O prEf0Uo m!'.lnlc!pnl de Bela
Vh;ta, b:ly de Arnujo Burboi,a (foto),
afirmou outem que "o governador Pe
)
,<iro Podrostiiíln rupondl' i:o orillcns uo
sou Governo eom obras." Pa.ra o pre
feito helaistenso, "ao obrns lnnçudu.s
receutemen1'e em Jnrdlm e Guln Lo
pos da Loguns, G u raiiposlu do go
vernador aos descrentes, aos que da
vidam, aos que lnolstem cm duvidar
1
do óbvio". A. esi;e respeito dls11e nln
da que 'o desenvolvimento deve e
J burmonloso p!1ra todo,; os municípios
' sul mtogrosenses, e isto ot ocor
• rendo. Todos oc municípios -,bi:ln rti
1
ccbeudo ,,s beneiíc!os dos arrojudos
·e5 planes de Pedrossiun, inclusive Bela
VIsa. Nossa cidade recebeu o ire
ceher ainda mais o aux10 valioso
do Governo do Ectado. Nós tetos em
pleno undarueato o Glilás!o de Espor
tes; a rede do energla elétiea foi am
e pllada e reformada· cm vários aeto
ló as; a amplação da rede do ubnsteci
meto de água; a implantação do sis
tema DDD: melhorln o aumento da rti
de telefónica com a implantação do
n!ais apan,ll.w,•; u Fuculdact:! de Fé
O rIes; a instalação ds pivadas em ta!s
de trezentas resldêneius; a rede de e.
nergia e)(}Iricu pCira o parque de Ex
Dos1ções; a construção da estrada do
Bonfim• urbnnlz!ição da avenida Teo
r doro S~tivs· auxílio para a pavimen
tnção uofáHtca e, urnu série do medi
d&l5 que visam minimizar o soirimen
j to àos mais carentes". Quanto B este
prr,b)ema, Ely de Araujo Barbosa ma
nlfeotou a sua oonílança de que
j
....... j
que trabalha
"malE cedo do que re pensa, nós atra
vú'l ele Ul!Hl políllcu rc,cl:.l !Jumnn11 o
w• • t·sló. 1Jtrndo fl'llo pe!J pro:;ldeate
lguiredo • ucL.br-remoa coe1 os liol
sões de pobreza e as gritantes desi
gutidades social".
DESENVOLVIMENTO Rl!:GIUNAL
O prefollo b!;IU'hlemie ocredl
ta que u nOsu rglão, com 03 prc•jo
toa do Governo Pedro Pedrosslun,
!efxa de pertencer ao vale do esque
t.:ilOl!G'.o, iar,ressando, desta forma,
entre os utciplos mais prósperos
do Estado. "No há preferência ul
gurna do senhor governador por esta
ou por uquele munleipio, existe, Isto
üim, um plano dd obras obedecB□do,
lógicamente, prioridades. 8G ca: Ré'la
Vl!:ta bú um Gcrviço perf.3lto de á
guu pura que rtlvlndicar outro? Se
exlBte boas ei.trndus vlcln:ti,;, para
qué relviudlcar outras': O oerto, o
coerente, é p!eitea1· aquilo qu0 não
, ,crnoe, aquilo de que o povo pn,cl
1 sa··. Enfáticamente o pr0felto da fron
1 telra d!z que "só os que nüo quecem
ver é que teimam em alardeur cri
ses e erroo. Grises e errns c-xlatem
quando se cruzu os braços e qaando
está em jogo não os interesses do
povo, illBtl de uma minoria"
Barbosa ucvear.entou alndu
que "o progresso não se alcança
uos saltos, ninguém é cangura para
viver saltando, é preciso huver ums
slstmnt!ca e um progrnma do Govt-r
lh) allcerç11do em bases sólidas, atra
véo de U!1l r·ealhir:::10 obj~tivo sem u
toplt:1, mufl coudize::ite rom us reall
dades reiceis. Nós, ruas do que
niguén, destacou - sabemos o que
fü,lü Vit.ta prechrn., quanto preolsu. e
como conseguir o que se precisa, o
que r.úo podemos fazer é admin!s
trar bnseado em sonhos de fantasistas
COLABORAÇAO DA INICIATlVA
PRIVADS
ProGsegulndo, o prefeito E!y
disse que este. empenhado em "um
programa de obras que visa atender,
sobretudo, n populaç!lo muis caren
te". "fot~ r:üo loplica, diz ele", ·em
r6fegur a 11egundo plano as ouras
urbao[stlcal:l, nós procuramos, dentro
de oossos recursos, executar um
programa racional. ~ preciso tara
bém que a inicie.Uva privada com
proenda. que a sua participnção é
de vttal imp-ortâncla para o cresci
rnento de Rela Vista; nós precisamos
crescer. Precisamos d9 nov::i~ €apre
gos. É preci130 que todos nós ~e
humos em !!lante que o deeenvol
viroento acelerado exige n part!ci
pação de todos. Precisamos crescer
eom; uma cer.a rapidez, e isto exige
de todos nós umn mobilizaç,lio maior.
ela Vista poderll reivindicar móis
quando produzir mais. E no tocante
u produção, essa tarefo. pertence a
• iniciativa privad ".
'Não estou aqui para dar
aula de ecoomia e muito menos
e a voz
!!----------
Dr. Pedro José Palrníéri
Legalização dé 'Terras, Inventários e
camas crirnionis (Juri)
Hut1 15 ,!e Novembro lt!O
Fonc- 235 Bela ViHa-MS.
dttRr eátudra para u tndústi-ln, pe
cuárla, comércio ou lavoura; ,1 m~·I1
tnliz119ão dt> objetivos 6 cto vHal
lmporrfincln, é preciso que lrnju e~st1
meutallzuçüo, mus ô preciso, o.clmu
de tudo, que Re trub::llhe e se ~ruba
ihe muito vlr,ando ntrnglD objt1ivoa
dt:llnt'udos. Só mentallzr no reol
ve, o mundo e+á chelo de sonhn
dores e do profeias, 01..&!'.I fnllando
executores. E fe.cll pedir maiG p?'o
~res':lo, mal11 justiça tiOClul, mais dls
trlbu!ç/10 de renda, o que é dlrlcll,
multo difícil, é lnlolor a reforma
dentro de casu, dentro de sua p, 6
pria empresa, disse BarboEu.
Pro!!FPguindo disse "Bcia 'lista
p~eclsa de muts lnóústrla!i, um comúr
cio raal,; ágil, maior prod11çil.o, lDull
Isto não é !.arefa do 8xccnHvo, nós
pt·eparnmos o campo, nlgnérn preclrn
Gemt::&r o colher. O progresso do um
munlciplo é reflexo du part!c!µaoilo
lle todos ao segmentos da socleclude".
Pam Ely, nós vivemos tempos
dHicels, a nivel roundia 1, rnus n!lo
adianta cruzar os braços e ulurdeur
crises, a hora é de trabalho, um tra
balho motor, pois naçla vence n forç!l
do trabalho.''
POLÍTICA PARTICIPAÇÃO
A nivel político, o prefeito be
11a vlotense afirma ser "um soldado do
Partido"', oua cundldatura a deputado
estadual nas próxima:s eleições õepen
de do governador Pedro Podross!an
"quem decidirá quem será eandtdato
de que".
Quunto aoR concorrente~, pro
váveis oandldauos a condiduto, Bly
disse que "o PDS é uo partldo abcr
to, coo. tdéins fortes, e todos ague
Perondi
o
que
teve
IJ
. . li
critica
les qe prutendem defender essas
1déla o bem vindo. E na soma dos
esforço8 que e consegue resultados
rtur!ldouror.. A obertun politlea ó,
11clr.rn ele tudo, das próprlns cllforcn
cu1:1 r,arllôt'.H-tuR um cliom1aucnto :
responsabilidade. A próprti erítlea
roflexo de um poslc!onum •nto r ttiJOit
sé.vel 03 lrrespontl'lvsl, elo roflet o
poatrnmenlo du oeu uu!or. É reflexo
de um polllolonnmonto é prccl@a.
também saber crttlear.
G povo j no e engana com
os falsos profetas, os arautos da des
graça. O E!ltudo de Mato Oroseo ao
Sul ó jovem, forte, muo ~recisa u11ur
a força de todos os seus filhos. Coa
Pedro1-s!an 6urglu a menh.1ll<lurte <liJ
que o progresso é função do todos,
nilo é só o Governo qua pomml. u.
1
re:>pooaabllldade de coudu!lll' '1 pro
cesso de!lon vol vlr!lontlstu, Isto ó fun.
ção de todos··.
O oe.ndlduto ela reg!llo à depu.
tado estadual disse que o "chama
mento maior nestes tempos é o de
participar, o de somar: sornar osfor
ços, idób.s o vontade, pols o momen
to é propicio para lnv1rntlr. Neoo1, aii
pec!o Bela Vlst0 é um ocuvite no!!
eoprealir!os d.s todo o 'Eeta<lo, pois
nqul o. conjuntura permite o surgi
monto de uov&s inctfislrlao o novau
empresas. A minba proposta, 6o povo,
é a de untr, é a d crescer juntos,
som ód1os, ra.ncorce ou diferenças".
F'in1:1ltzundo, Ely do A'ruujo .Barbosa
disse: "Na adminlstruç:Io pública
exlae a t::1tlo quo 9rebalha e a voz_
que crttloa. A mão que trabalha cn·
gueu pirâmides para a eternldade; a
voz qne ct·1tlca levou ~forla Antonie
ta à gn!lhot!Oll e Ttradeotes ao cu
dalalso•·.
atuação
O dcpl!tadc, foderal Emídio Pe
rondi - RS - (lrmãc do advogado Serglo
Pornndi) teve uma atuaçéo destacada.
e uma po.L'tlclpação muito importunta
no episódio ctu e.provação do "pe.cote
1
pre vlde.o.cíárlo ". Posiolonand O• lle des
de o lníaio contra o ''pucote", Peroo
di manteve-se firme e coerente até o
fim e foi quem conseguiu colocar freu
te e frente na mesa ele negociações
os lideres de todos os partia.os, e que
culminou com o acoi'<lo dus Uderan
ças par, a aprovação do projeto,
com algumas ernenctus. Peroedi hns
cou sempre a negociação, posição que
era defendida pelo mini1>tro Jair So
ares.
destaca.da
ú n I e o s quo oe nanUvorat:l
firmes contre a o□tas!lo o coe
rentca com suas con ctêacias".
O jornal "O Glvho", do Rio,
tiembéI!l destaca a pa.rt1ctpaç.Uo do,
depGtado Ernlíl!<J Peroncll •·que foi o
I::lf.:dlador do diálogo entre Oposição
e Governo". O Jornal lembra que o
µarlamentar gaúcho foi um dos dlssi
dentes do PDS na re1elçé.o do projeto
das oublegsnda& e que agora voltou
a Uderar o grupo d!ssldente, tendo
assegurado, hora!l antes do acordo
Uroado que votaria conira o projeto.
O Correio do povo, de Porto
Alegre, no. sua coluna. "BoletiCT de
Brasília", Yessolta que "Eidlo o
A atuação füme e mediadora do rondJi lutou desde o inicio contra
pari: mentar ijuiens~ mereceu dest-. o !}acote e, mais que isso, ioí quem
qus da imprensa d& capital e do Pais. conseg1.1ln colocar frP>nte a hente na
1) Cl'Jluolsta Sérgio Oliveira, da Folhn l mesa, os Hde:.-es dê todos os parti
da Turde, em sua coluna d Br bilia dos".
(edição de quatta-teita), entre 011lra::i , A Zeno Hora, de Porte Alegre
coisaR fl.l'i?rna: ••Mérito~, també:n paru I também o.estuca a panlc1pação d~
os três valente!-l deputados elo PDS Perondi nas negoelações, junto com
gaúcho, Calos Chisrelli, Emídio Pe Carlcs Chiarem e Alcebíudes d:e
rendi e Ale biades de Oliveira, os Oliveira.
1
1
. '}.
Jo o
..,
cho
Perguntando pela enésima vez
o ra banquefro do jogo de bleho,
o mlllonllo Cuntor (le Audrndo 1wlu•
10 com 0r,1m no cortumonto atônHo
r pórtt>r rl.:.1 }lovlsta VPjn: "/conlec0
quo 0u ôtgo quo sou hlchl'lro entro
quatro paredes, na Intimtdude. Mas
l.:1to nfio ó paro flttr publicado, por
quo LIU poRPo oolocor voo~n du lrn
prosn na cadela. Ninguém consegue
provar qno e11 Aou btrnquell o do bicu o.
(nº 655, p 21). ,Jf om entrevista à 18
TO t C1111tvr u0 fez de rogado, mu9
núo procurou dlrif11rcnr nem um pou
oo a tn1lrntdado quo mrwtóm com o
submundo dn contruvonçúo: "Biao
(oo oontrnventorns) silo homen~ paca
too, inleroOtCudoa II peno A em ganhar
dlnhn!ro. Murlel aomprc foi protegido
peloo oontmventores". (n!! 252, p. 2.6).
Medltti bem o leitor noo termos
desas duas intrlunte entreviatn. Na
prlmelrn, fica morldlaoaro1:Jnte claras
convfcçllo dou beolutn I mpunldado ex
perlmentada pela conhectda tlgura do
tJoçelte oarlocu. Um 1,Jmples telefo-
Antonlo C. d
n+ma lhe bastarla para bot r detrás
dur-i gr,Hfo8, jornull t, 11 lnc(,r odo11, no
quo fíO 11upó~ Ul •rcô dOli conthlOII
110LórloH, >sl!{u; que maotilrn cC11,1
pollcluls, polificoR o ló jnlrc11. Aind
multl lntrlgnnte ó o trxto d ,. •gun
ela ontr;;vJi.1Lu: nllo li quem, up68 !ô
la, no fique com a rensnçáo de que,
1
pelt1 munotru com q e Ca11tor se re
roro à "ooutmveaçfio", stu seria al
go como umu lnflll utcOo consagruda
0 plenamonto fooort.da no melo uoclul
do Rio dll Juuelro. Benemérita utõ!
lnorlvol n sem-cerlmônfa coroo
tudo ocorre. Os mula Importantes jor
nula o rovl!itas do Pais publicam os
nomes de todoti os banqueiros, dor;
poo!nlo quo lhe dilo guarldu, aunEi
áreas Geográflca6 de lnrluôncla (quur
telrü.o por quurtolrão) o ondorcço de
talhe dos d u o ''f o r t o l o z u s"
(mu, número, andar), ampl!la fotos
doo locais de npostao, o nada noon
tece. Ou melhor, acontece quando no
Holas de Impacto relaclontdns ao lo
go de blcho-oocno o asParrnlnato do
Iv1ot..ir· Campos
artel-- tanhm as manehter da
rnd Ipreni 4. Aí, eom multo alar
de, a polic!a "estoura" alguns pontos
do jogo llegnul. premi bléhetrot (
arrnt .11 m1 idtti;. ó c:.Aro, não o tub 1
tõ . ) t> 13vtiúE· u:...1 o· outr ·for
leza'. Depois de alguns dias bem
treinados dvogados tem todos 08
ó lido':! do cadeia tudo volta
como antes no quartel ds Abr
Fol exatamente o que eonteeeu n.
semana eegulnto à dn morto de M
riol.
O onvolvlmento de poHelrils e
polltlcou com a contraveoç o já é
por demais notório. Pior quo tudo
são oo iodfolos de quo oa tentàculos
da oorrupçúo tnlum utlngldo tam
bóm o PoaoP Judlclnrlo, derradeiro
bustt/io do. 1noralldudo póbl!cn e po
1
1Jivolm0nto n ~ltlroa espernnça do tos
tulca•-se o Jmpórlo da Lel no Rio de
Jonolro. Se uo trata do om ou oulro
' d , lo io 1
mettment t
(ia nfio <·
Tudo 1,.. o
profunda inquiett
bem. E: quanto ut
0He é ju!g,,llo e e
ne contra egur
µc,rqll,' comµô,1 li, l
lderada ofen iv a
:rJo. }uíLLH drJ.c guar
flllí .. Klm pnl ulo 1
so no atentsue f'l,
públ!Cll.
O Hrar.ll todo enthe -,e
dignação e nojo ante o qaa
dor que ucnba do fl r :ltn t do f
tinua agurdando, Impuefente, G'
adotadas medidas do xesí'
ao1·_ contrn r1 podridão q11e carn, ,
antiga epital, ••
(Plam1)
Cine São José
Agoxor com nova direção
Os áUlmos lancamentos dos principais produtores
Naolonals e lnternaolonals
Anexo: Bar e Sorve teria Bossa
laiz [lerto Ova
"0 ponto de encontro"
Nova
Bela Vista Ms.
Otica Científico
Moderno Lah-0ratórJo Optico
garante a esecução porfcjta
de 8U8 i'eOOita de óouro.s
Óculos • Jóias - Reló-ffioa
Troféus - Pí'esentes Finos
14 de Julho, 2-10 Tels:: 82-·2522
Campo Gmnde - MS
:l-ti'.DICO
Cardiologista
Rsoecinls1.11 em Clfrti~a ~-ca e Ma.ue om Oardlõlo:i.i. poln U Ji p p
• Professor A8'!tint-:mto de ohtíca Méhd a U F MS
Doenças do COração e dos Vasos. Pressão alta e sr
repereussões. Gardop:ntta 6crl:átrica {Doença dos idoses•}
ELID'RO€-ABD10GRAUA
Ctetoerorzctria (roa de E»orço), Eletcardigrafia D'ntpca. HIOLTER]
0eotPO ae ~hooh-ttp e BndooriROlo-gis de MS.
Rna: Hui Barb-0sa 0.-0 l08 Fone 908 9 8- (Conmltõtio)
€ompo Grande -MS
Zihemar êgtoy
Advogado
Causas Cíveis, Cí'iôln.nis, Puoblcmas
de Terras, Inventários.
Rua 3 de Outubro • 450
Bela Vista • MS
.f?tarar da Silva Dutra
ADVOGADO OAB/:ilS 2.509
Cnnsaa Cívoh e Criminais
Direito Agrário, inventários, divórcios
e separações
Escrit6río o Residência
Rua e oroncl Ponce n.o ~ 834
1 •
Bela Vüta - : Mntf• Grosso do Sul
1
Tribuna da f zontoit,
t Vun<bdo em 20/'2172 }·
e. G. e. - MF 03.201,!2;85/00C
Registro Título o Documentos n.o l
Redação e Adoioi1traç5o:
Ra Duque de Cerios s/n
Ofleins: faa Duquo do @xias s/:
Bela Viem 'S
Doto7a.
Morto E!lt0la Volnsque!3 Pt!idr.
Bd1tol:'-Choio: lvaldo Torclt
Departacat» J ra1d;t6o:
Dz. Serg'o 3 no Paromd
AS3EAT PS
Anual (Bela Vi11ta) _
Dcn=io Municripíos _
1000,
2000,l
Fundador: lvaldo Pereira
Posto Ferre ira . [I
Gmrolt.na, óroo Diesel, 6100 Dubrifümnte
e B'orraobaria
Atende 24 horas :por dia
BR 267 Km 55
Rodovia Jardim a Porto Murtinho
Posto Leai [I
Gasolina, Óleo Diesel Óleo Lubrtlicante
e Bormohm·ía.
Atende 24 horas Por dia
Porto Murtteho -
-:------------------
Caan de Alvenaria, próxlon a
enfermaria do
1
quartel. Entrada
er$: t5U.000.00, • :H'8Bt&çõas men
st:lis de cr$: 9.500,0D junto 4
CEF.
Aceito cauo, ete. Tratar
com 80T Alvar s no 10 JW.
1 ______________ ...,
Dr. Fernando de
Freitas Elias
Médico • CRM 351
Clínica Médic::i e Cirurgica ,
1 Rua. Gu:a Lopce, 828 • Fone 2l:
~ isi.u - M,1to Gn,?:JO do~
1 ~'..1,:' .... '----
E
Afirmando CJUA apesar dn11 tno
gtiYelB conqull'tas dos jr)rnHllstaa e
do sooloda!lo com relação tl llbordn
1ft, do expresofio multu arbltr1:1rlodn
do l'lnda ó cometida pelo reglmo
cora baee na Lei de Imptenau e na
Lel de Segurança Nacional, o deputa
do Roberto Orro (foto), do PMDB,
oon[l'ratnlou-oe oom os lornallstos do
!Modo na pMoagPm do Ola do Pro
teto contra as leis de exce{)llo.
Para Orro, n homenagem gaa
n Aoooctaçao Profissional Clea jorna
LIBE
listas de Mato @rosne do f//ul pt 1
tou A emór1· tf<• Vl diulr Horog,
morto web torturus no DOL-COD •
197õ. foi blllltinll 1l,rulf!11:itl n do
gran <ie co05ntenllzt1C o do joro!
ll;i • 11! que ente no &flU cllll·a-àla a
meça da Lel de Impr ou chi L 1
de Segurunç Naelonal.
Vladimir HP1v.og • n!fl'cnoo. Or
ro- pode ter .:iorrldo, pornn sua Jut
continuo, o ll metor provu qtte lo
mos c11eso ó quo os joru' l11tas do
Bras!l lembram a morte neste dIa
26, olnda protestnodo oonlrn os res
qulcloF daquele mesmu polltlcu ro
presslva e terrorista quo noabou tru
1
zendo u morto de Vlado 3 t. unool
Fiel Pilho denlro de urau dependn
,
ra. Glaci Vieira Outra
CRM 961
Clínica Medica - Doenças de
Senhoras Parlos • Controle
Cfi.noor G1necológico
.1Hendimcoto de 8Pgonda n ecxln feira
manhã: 8 hs às li hs tnrik: 14 ils 16;3o hs
Roa Coronel Ponce, 331 Dela Vis10 MS
reter,
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d'> Kx rcl:o.
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lr . ,,
ç o
tort
que
Ihant
b +t pdo-o#
do• lallmid 1tórloot,
elulvnonte Impwdt a li
so de Id {as e informçat
Quando da nona jv ntude e
sua despreoemrpçl4o feliz, vi.mo
sob culdii1os infínlloi;, pro!rç o o
o,..irlnho daqueles quo nos tro,~xN m
à vida. 8 mais: daqueles que durante
todu n sue vida, somente pemaram
om nos fazor fel!zce e rcnllzildo~.
Mus, em detormlnudo dia
Deus os ohnmn à. moraõn Pterna. Cà
ficamos u lubr o sós, u luta Ir.glória
du atmdede. sem o prlvllóglo do
nmor daqueles que p11rtlram. MultnR
vezes, ,ta.o cedo, ~ue soo.ente recor
daçõoR vugas nos delxaram e assim.
tadelêvel0, elas permanecem onoseo.
Parllrum e dormem nurnu
mansão do pnz e alegrias.
Você port!u aeRI□, paizinho,
como numa vlugem qualquer, cheio
de otlmlilmo e fé. Decerto coutlaua
do mesmo modo, em sun nova e
misteriosa morada. Longe, de nóo
distante ngorn está. Ou talvez, Hio
pe:rto, tal cvroo o sinto chmtro do
oomQ!:o, Iluminado ,;,ela razüo e pela
Fé, com qoe você me enslon os
primeiros passoti.
Por !soo, hoje, com a !nabal~ vE:l
purang, envio 9ar
dta dc q dormem eterntuente,
[men a teraura do meu afet, om
e ta 'snação no(Algiea da u
prvseng miga, que tanto mareou o
meu despertar. E como se, da Est
çt.o, eu eontluasse de pé, olhando
o uccntH?do p r vorê, PAPAI!
Ol dt1 fiinuúo
Marte Iz bel Borba Bispo
Ivan AfonLo da Coata
Ma.raues
Neote MOs a FERRAMJ~ esta concedendo um Desoonto
de 15% em todos Oti Materiais de 0onatruç{nl
Na .. Ferram!~" vooa encontra tiJd;o paro sua costnuçl,
00:m:0 'i'€lhas, LeJ~tus Coloo.ia1s, Tinta.s, Azuletos. Ci.meclo, .Cci.
FF.ARArnS O Jei.tfnho Amigo de Consirelr
Rua Mcoe'üal Mal)et 1022,
Aqukxe.oa.na -
Tulefoneo: 1600 •e 1086
Mato iliioow do SnJ
CausOJ C.[vci!: e CriminaiB•
Inventários, Desquites, Divórcios
Lcgali:wçrlo de Tcrrn~.
Escritório: Ias Atonlo Maria
Coelho, •128-1 coe 210
±e·idéels: fua Cui:b4, 468
Dra. Vera loureiro Tinoco e Dra. Vilma da Silva
Agrobelvi
Adubos, Sementes, Sal, Saio ~fn~rols para o Gado
''11gr:icultura e Pecuária é com a Agrobelvi''
Materiais de ConstruQllo, Exaluslvlda~o: Lajotões, Solar Clazarado de
Primeira Qualidade .. Todo· a Pronta Entrega.
Agrobelvt - Escritório: Rua AatoGlo João (em frente ao Bradesoo)
Ar18zm: BR-060 Km 2 Bela Vista MS.
Compra e Venda de Cereais
Inventázlos • Legalização de terras • fü:crituras Contratos - ( Cobranças
Execuções) - Divórcios • Pensão Alimentícia
Rua Antonio Maria Coelho 221 • Fone-215.;
Bela Vista - MS.
Ürro pede telefone poro Bonito
Orltlcanclo o fato de Bonito,
com 11 mil habitantes, contar apenas
com um posoo telefõnioo, o do!)uta.ào
Roberto Orro. do PMDB, pediu na
Asserabléia Legislativa, que a TELE
MAT providencie a im:talação de
servlç0 ~elefônloo domiciiiar.
Segundo o parlamentar o po~
to telefónico tem se mostrado insuf!
olente vara ntenúer as necessidades
da popul~ção de Bonito, sendo o co
méroio o principal sPlor atingido pela
falta do serviç.o tclefônloo ~omicillur.
Para o parlamentar a lmplao
tação do telefone domlc!l1ar i.rú re
presentar um grande estimulo pr o
comercio e outras r,.tivlàBdaa econô
rnlcas da região atém de melhorar o
padrão de vtda da população.
Orro disse ainda que a menu
tenção de apenas um posto te}efôni
1
co para uma cigade cem um:! popu
laçiío nurnerc:sa com.o Bonito s!gnifi
1
ca pr1Hic!imente desttoar o municip1o
ao isola□ento do~ demais munlcíp!o5
e do Pais.
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AHJL'JO-1
Conversando com o prefelto
Ely de Arrnjo Bnrbosa, ele nos di
e que o problema dos proprietário
m condições de pagar o usfalto e
rá 11oluclonurto. A Pri,fo,tura Munlol
pal tinunelará em té 60 lllOllf!A oo
bn nJo jurns 11.Cl'B!llvelo. rio tocor,to
,lOíl "rlcon", ofl ohuloa d1.1 granu, os
tea tem que pagar e psgnr normal
mrnlo. O quo nfic, podo ocorrer 6 nl
velnr 011 prLqurunntor,, q11t•rn ó rloo
t, m quo chlnr, ó 16,rlco, ó jnBto, e,
tiflndl rtl Oo!!tUH, ter multo dlnlto!l'O,
hojo om dIn, é Responsabtlldudo pe
rato a comunidude,
BNTÁO ...
",quelcrn" que vvem troean
do de carros, guslnudo o lulu u tor
to o o tfl?cllo, goalnodo rtoo de dl
nh6llro om feot1111, roupa□e oupórfln
oo o ulnda por clmu eauluncto ouo
fortuna a todo Instunte, estes devem
pngnr som ''cltlar''. Ou slo ricos
mnetmo ou so rleo do caoonto'? MI
nha filoso!la é t1lmplco: o rico tom
n obrlgoç!lo de pagar polo pobre. E:
nquelc neiróclo: tirar muUo do quora
tom mnlto, tirar pouao de qm·m tum
pouco o nno Urar onda do quom no
tem ondn, raulbo pelo oontrrlo, Dur
a quem nlfo tem.
POLfTICA
A parth· de Janeiro n oobra
vol fumar no campo polillieo, com
três partidos ostrutnzados em Bela
V1ot11, fn polftlca bolavlotoot10, aa
11182, vai onoudlr. Quanto n ololçl.l.o
por~ prefeltti, pcroe-o que o 00000
nnoleiplo nllo roooberl'l a ontooomla.
Contlnuarâ esoe orlt6rlo antltlo□o
crl'lt!oo do Profctto Nomeado. Uma
vcrdnà elra ô nriornalla. Um ntontue'lo
contra us conc,Jolêoclas. tfomocrlltleao.
AlJfALTO - 2
Pesol chega aqul mi Reda-
ç40 e vai gritando.
_ o ndoHo 011lfi uma drogu ...
_ Jauo ql!o oRIA nf nilo ó asful
t-o 6 1lssalto ...
' - Rucbou. Rr1chou ludo. Virou
urnr1 fuzaroa... •
-- Será quo o pesol do asfalto
penen 11uo u gente ó besta.
En l'lco 06 oecutaodo. Bsoutan
do o matutando. Olha, negóelo e
gulnte: O pausou! que estó. descon
tento com o uslolto dove falar com
o profelto, apresentar suus queixas,
aflrrnl o ngfallo 6 pelo sistema oomu
nlt(nlo, to doo silo reoponsô. vola. E
nlio ao osquer;inm dos vereadore11.
Vfio a Ctlmura o gritem, Gritando
ulguóm ouvlri'l o 000 ...
UM LEITOR ILUSTRE
No1rno ooluou é lido, porló
dlcaGJoato, por um Ioltor lluolre.
Trtilll·AO do qrofessor Orlando
Moncrclll ooord~no<Jor eatudunl do
MOBRAL. Posoou Unu, culta o ol
ta□onte onpuoltadn, o profensor
MoogelU sabe doo .::olaao, e conhe
oo profundsmonte aa dlfteuldadon
o na det1lgualdaáo6 rog!onaiB de
MS.
A PROPOSITO
Recabemoo do profoaoor Moo
golll, earta comentando umn notícia
Inserida na TF de 7 /12 do setombro
ando ougeriomoo a oria9ão de um
Conoelho de Doacnvolv1mento. Havl
amoa dito:
CONSELHO DE DESENVOLVI
trnNTO
(Tribuna àa Frontelra n 590)
O P0dreira vive voando pelos
caminhos da lmaglnaç!io e já dizia
CZ1A
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se erir colas eonuret»s'. Fleo A
pensar, e n onhar, quão átll se
rlll pnra P.el11. Vltl a f o r • ,.1,
c.1.o de• um C o n 8 e I b o d
Desevo!l ento, um n á e I e o
upurtlMu.lo do qual farlam parte to
das 1111 klteltgênclu e eapaeldades dla
poa[vols no muu!olpto, Jovantaudo pro
blernoa, elaborando eGtodos, troçando
dlretlze8 e oooBoleot!zrrndo o povo. Ks
60 nócleo poóerta subsldlur dt< mnoel
ra ohjellva o lotol!gente, Inclusive. a
uc;llo Leglelutlva e Executiva do mu
nlclplo.
CARTA DO PROFESSOR
ORLANDO MONGELLI
"Lellores ussfduos da shptl
ca ''Tribuna da Fronteira", sorvendo-~
cm todas as suas matérias c slmpati
zaotos da coluna: E, Pois é de, Pedro
Podrclro na edJ~l(o 7 a 1219/81, do
purou-ao:noo lmpor1onto sugestão,
coo o mulo; "Consolho cio Deoenvol
vlmento de Bela Vista.
O conteúdo ó dos mais expres
olvo9 o reflete a preocupa~llo do artl
cullota em sugerir a crloçílo do Coose
mo de Oeseovolvimente àe Bela Vln
ta de cunho, oomuoltárlo e aparll
dárto, que conturba com lntollgêoci
ao e oapaoldades d!sponivelo no muni
olplo.
Ocorre, genhor DlreU>r, que a
matérln nos chama maior atencão
pelo fato do que a fllosofla do MO
l'!RAL está exatamente calcada nos
motlv-os lev6ntados pelo seu oon
oel1ruaào jornal, tendo inclusive, entro
seus diversos Proj6too/Programas,
um ProffPnma exalu:ilvavente voltado
à AÇÃO COIUNITABIA, stravés do
qual, a oomunldado dlagoatlea a roa
lidado e bo6ca meoanlsmoo de soln
elo.
Caso seja de interesse deoao
jornal deopertar a comusidade para
o Btloglmanto dessa nobre objetivo,
colocsmo-nos à dl11poslçãe pars pa
leatras lluotr11t1vas e a posslblHdade
de um trabalho integrado com auo
rldades e oo for9as -vlvao da oomno1
dade, para <i desenvolvimento de nm
trabalho eomunltl'.l.rlo em Bela Vista.
Cremos estar, dessa forma, eo
laborando eom e!
tiva, eom s certez
trn ordinário.
Stinrio tÓ prna o .:i . ta, t 1
te rumo, lhe or protestos • ! •
levada t!ma Pro. Cal n
"" ,tensor Orlando Monge]
0ordenador Estadual do Mobra!ryg
VM10 / Lti'rA l •
Ollrn. 1,qul m B li'! Vi ta, t'l
nhwgo els ou et pesos, colereln
te, Industrlats e prolssionst» lINe1
que. oom rnullu lulu, cs. o centrtbliln
do p ra o desenvol•lm nto do 111 iltl
plo. o pesscus que eram emprez
1
e riquezas,trabalha e tabalbu
to visando queimar et p 11 e co
tt-ulr algo do du'tndouro. Nlio rteab~
ram heranças, não ganharam pa lot
ri!! nllo receberam dotes e não ganh
ran na vida "t:cll". So lutadores.
Estfio enriquecendo trabalhando de
sol n sol. E oquclo negódo de saber
administrar em tempos de erlse, Além
do crescimento lndlvlduol, estilo pro
porclooundo eruprego u dezenas de
pesoas e, este prot>lemu-FALTA DE
EMPREGO-ó urn dos mals graves m
Bela Vista.
VAMOS A LUTA-2
Crta ao professor Monge!H
é um estimulo, nós nceUamos o con
vlte e desdc1 jú agradecemos. O CON
1
VITB A LuT A foi aceito, profe~soc
Mongelll, vamos realizar essas pales
tras. Varno,i conolamor os bolavisten
ses Ilustres a kcharem eonosoo na
busca de soluções, na procura de alter
nattv&e, na luto. comum que é u lnta de
todoo. Para Isto eontf'S.mos com o RO
'i' ARY, sempre e □penhado nu delesu
dos nltoo inleress~o da B. Vlata, com
a Aoooela~lio de Pafg e- Mestres; com
os oenhoros vereadores, prefeito mu
nlelpal. comerc!Rntes, industriam, pro
flsslonuls Hberais, presidentes da
clubes, enfim, onde tiver um cldad!l.o
eonsolonte de suas respomiablUdadea
perante a comunidade, o chamamento
esM. feito. VAMOS A LUTA?
Voltaremos ao assunto. Por ho
ja é só gente e não se esqueçam:
Trabalhar sempre sem o propósito
de aer ou pa:i:ecn o maior ou o me
lher an~ Ofl demais.
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autor de projeto de lo! quo dr.clt1ra
do Utllldndo Pública o Oentro Comu
nlttirlo ''Proc~ldente Médlcls", da Coo
pbnmat, do Campo Grunclo juotlrloan
u do
fie;
o con
, 1lenc 0
dependLte de ra!{v..
POSTO DE EXATO;A FAZENDA
RIA E.· CURVELO, EM PORTO
'TINHO
'fllí,11.JAm d uutorh do Deputu
do Arr Rlf{O. lndlctç.'lo ao sr. Go
vcrnudor elo E hdo. rt>fvlndfcando 11
ln!iléllaçllo df' um Posto f·1,;cnl du
Exatorfa da FuzondH no Distrito de
Cu~volo. município de Por to furti
nllo. Em sua. justificativa 11c~nuou
o parlumentar ser a medida necessá
riu dlonlo do elevado potenclul eco
tiôrnlco que npre110nta u localldarle,
rr o•c(i da grund' produçfio ogr-foola
fl J.' cuárla desonvolvldu nos últimos
anos, e;ujo tributo, ICM, por oiío poo
slr n 1 ,cullrlado uma posto de nr
recudo9ão, a moama vem sendo reco
Ihtdn em Extorls o Posto Fiscals
do outroo muolclpluu, gerando sõrlos
prejulzoo para o aeu cnutJlclplo, ou
seja Porto Murtinho.
E, A
E CAM i
O senador Mendes Canale (PP
MS) previu que o oongresRo, a partir
de 82, teró poderes para funolonav,
Jafolalmente como Assembléla Naolo
nnl Cfomil
1
tulnto, para dotar o Pais de
uma Constltnlçüo que traduza os an
selos da sociedade, "ao contrtlrio dn
ntunl, outorgudu por umu junla mill
lar".
O fortuleclmento elo Congresso
pela poslçfio que tomou rejeltundo a
extensão doG sublegend&s à eleição
de goverouJorns e revogando os ar
llgos do "pacote'' da Previdência con
tr!lrlos as interesses dos upoGentados
ou oplnl!io do :ieoadar, poderá Beõr re
vitalizado u pn rtir do próxlmú pleito
com a renovação_de seus quadros.
Essa é uma questuo; Eegundo
Mende0 Conale, que poderá ser resal
vida ató meados do ano que vem.
kals urgente e Importante no momon
to atual, no sen <>ntender é a oomple
mentsção do quadl'o dns Blterações
na legisloçáo eleitoral.
"Temos que definir -asstaalou
os pontos que ulnda precisam ser r.l
torados, pura votll-los antes do re
cesso parlamentar, porque a justiça
Eleitoral necessita também de tiempo
para regulamentar as possívets alta
rações." Esse assunto, segundo Men
de3 Cnnale estará ua pauta du reu
nlão que o Partido Popular reallzorá
nos próximos dias em Sras!lla.
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Alta Resls!énela o Duzabllldade
Bonito
Bra«flla - Analisando a dee[so
da Diretoria d BNKRSUL que des
pedlu ruoclonArtos com reprnseotnçrio
Slaàlcal, dl!!~" o Deputado Ruben
FIgueIr6 (teto). PP.S:
"O exercfclo do manclato eln
dlcul turobém envolvo ccrla9 !muni
dades, sem as quals perdor1n 1,lgnt
flcoção. colocando o representante
eoh u coostnnto 11r:ieo.9n do perda
Prefeiturc municipal de Bela Vista MS
Portaria n137 /81 Sec. Adrn. cm 30 de
Outubro de 1.981
Dr. Ely de Araujo Barbosa, Pro
feito Municipal de Bela Vista, Estaclo
de Mata Grosso do Sul, usando de
suas A trfbolções qne lhe são Çooferl
das por Lei. eto.
RESOLVE
A parter de 03 de Novembro
de 1.981 os horó.vlos de expediente
da PrefeHuru Municipal de Bela VIs
o
Aprova o Orçamento-P!'cgr-amu
do Serviço Autônomo de Águe e
Esgôto de Bela Vista, Estado de
ato Grosso do Sul
O Pllefelto Municipal ãe Bola
Vista, Estado de .fato Grosso do
Sul, no uso de suas atribuições, e
c-om base no artigo 1o7 da Lei Fede
ral nl2 4.320, de 17 de □arço de 1964,
DECRETA:
Artigo Lo: Fica aprovado o
orc;iamento-programa do Serviço Au
tônomo de Água o Esgôto de Bela
Vleta, para o exercício flmmcelro de
1.982, cuja receita foi orçada eru
CrS 13.622.244,00 (Trezd Milhões,
S:;isoentos e Vinte e Dois Mil <!
Duzentos e Quarenta e Quatro Cru
zeiros), de confcrmidade com e, ane-
l xo n,o 2, e a _despesa. fixada em
j
MS.
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Lucas Lida.
Mantemos con,ênfo com: INAMPS
Banco do Brasil, Fusex, Previsul
Exames: Bioquimica, Enzima, Cultura,
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e,:. oll . 101111 tln"I 'l'
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ex/rciolo do mnndato S
E ere»cento.
"Até gora no fc ndd
o pelo d O f nllt1 di..; S i I de
Cru:npo Grnn,tr que m:rnl tn•!'!l'I
ontrrh o uto Iníquo ·tido
d read lo dos lidere. indleal,
que bu , na justiça, a alvguar
da dos direitos, quando o 'º
quBdramcnto do p s<1onl vem aendo
retardado bó quase dolri UMli! pola
Enersul.
Esperamos q e Ofl outorlctnde11
uperlores, tomando oonliaclm •nlo
densa denúncia, convença a 'apresa
Estatal Mato/'rossene u cumprir a Gel.
ta-M8 passar"o a ser os seguintes.
Periodo da Manhã:
Das 07.00 Boroa as 11:00 Horua
Perfodo da Tarde:
Daa 13:00 Hora!l us 17:00 llora!l
CUMPRA - 8 E:
Bela V!stn-"1S., 30 do outubro de 1.981
EIy de Arnujo Barbosa
Prefeito Munle!pl
6/81
Cr$ 13.522.244,00 (Treze ifühõos,
Setecentos e Vinte e Dela ~11 e Du
zentos e Qunveota e Qoutro CYozol
ros), conforme dlscri□inaç~o <!os
anexos l e li (quadros ''a" e "b'').
Artigo 2.o: F1oa o Servlço Au
tôi:tol:!lo do Agua e Hsgôto àe Bela
Vtsta, autol!'izndo s efetuar a aber
tum de oródltoo snplcmeota:'P.B às
11otaçõ.ls deste ori;iumento até o llmt
to de 40º'
0 (quaranta por cente} du
rêceUa eíitfmado, observando o diíl
posto no artigo 43 e seus prgra
tos, da Lei Federal n.o 4.820, d 17
de março de l.684.
Artigo 3.o: 1ntegrom este De
czeto os anexos menciono.dos no
artlgo Lo, bem como o;; dom is ins
t>ltuldos em Leí.
Artigo 4..o: Este Decreto entra
1
r em vigor na data de l.o de
janeiro de I.982, revogadas às dis
1
poslçõe~ em contrár1o.
Prefeitura Municipal de Bel Vt3ta,
23 de 1O/de 198l
Ely de Arsujo Barbosa
Prefeito Munictpal
Ora. Angela Maria C. de
Barros
Cirurgis Dentista - CRO 40878
Clioien Infantil
Hu Gui Lopes, 826. Fone 247
Colaboração do Governo do Estado e Pref eiturQ Municipal
A dlrC'torlo tlo Sln,Hcoto Ruwl
ac B&ln V111t rounln-ue ontem, nu
sede próprlu du.
1·11tlclu<h. com u
proi;crnoa do prefello municipal Ely
do Jrnujo ílurbosu; pr1111l1foote do
indlento Edson Medolros de Moral;
tesoureiro Abro rIo Zacarias;
neor Hortênelo Escbur e dos
weumntes eóclos: Flori Muruno, Tdol•
foullCI PfnhPlro, C1,rumllu Loureiro,
Eito Butllirnl, Marlo Lourl'lro, Ilenrl
que Escobar, Antonlo Urbletu e
Jrlht>llll.11' Gndoy, p 1r11 trat.ir de na
BllíllOA alltwnlee l TIOVC•tl lnvefitlmt>,:
lOA no Pnrque do ExposlçõAs Rio
Apa.
Seundo palavra de Edson
MorulR, ''o Slndfoato :pretende cons
trulr novos currnls no parque, poh1
oc; nxtstPntC'f1 jt. nfio oferecem con
diço?s devido ao uso prolongado
(dnnos) e aumento gradativo dos
1inlma!A nua exµC1s!çõuia, a· oada ano
Ruperundo todtttl us expeetutlvafl.
Parn F.rh;cn Mor 1fs, "alf>r.::i I! t18f
problemas, exIsto o da quuliánde do
ttolo, provocando em d!uw clmvo!1o
novu,i cJlffcultfadotJ, l"l'U folur uo
dosgnste do :uum do",
e fntençfio do Slndlcnto Rural
conPtrulr oluq:wntn o !rês currnl@,
com copncldade peru vinte anlrnnl:i
c11t!n, :ntlllzando-c:a mttdc·lro (uroel
ra, jatobó. ou lpl!) e ol.Jode«endo 1:1e
a um novo crHéTlo de dfRtr lbulç!lo,
proporcionando maior uglL!zaçflo o
fun.:lonulldude ao& expo81tor"'"· Foi
E1ollcltado estudos à Calux que· já
enviou o nte-projeto para o prefe!
to muolcfpul Pncamlnhur ao Governo
do Estudo. A obra terá um custe,
aproxlrut1do de 4 milhões d~ cruz...!
ros, Inclu!dos os serviços de terra
plangem e elaboração do projeto.
RECURSOS
"O Sfudfcuto Rural dt' Bela
Vistu rão possui renda própria; parn
uxecuhn us reformnt1 no patque, coo
h t•r,r I nuxl!m do govern dor 1' dro
Pedro an, e para Isto onv!damos
o nhor prtetto munlctp l Dr. El
para rvtvldtear junt ao govert
dor mala este auxílio", di. ora1s.
Pro guindo munlfe tou a su "cen
ll .. nçu. no Governo do Er::tud<• e pd
Prel't.Jlurn. qo, 1nmc11. He fnrlnram a
auxiliar a classe peuarlsta de Bela
VIsta'', o pefeito muntepl respon
deu que Irá pur. Campo Grundt'
amunhü (hoje) e prccurará Pl'Tll !bili
zur o ,,ovurn 1or no locante rw PJ
d1do d sStd!eato.
Pura o prt:felto "e xlste n pos
lllbllldudl! de p,,t1ros611rn auxlllur muls
umu vtz o :Sindicato Rur!" e se com
prumotl·U u co!Jbornr com a lniclaH
vu. concedendo uma vtrba de 600 mil
cruzelroH. P1.1r,1 elt> ··a rltunçúo do .És
tudo, este ano financeiramente, não
e~tó. boa mas no Inicio do próximo
uno tudo' estaru norlliullzado". Olr.se
ulnda que "Pedro Pedross!an, um llo
mem de viso, aber
forço do St ac9to
lnil•i •
iptar u
f 1. U 11
t ' o dinhetro d
o, pois não ex
t/va. e Pedro+alan
forreu n .. o 1rnlrá, fo
Edaon Moral.
Na oport r.ldncfo
O r,r
1
nuneiou e nteto das o,,
mentgço aetAltte no par,
teto do pró4mo ano ií,,'
da d!versas obras que está
cuçllo ( m Btlu Vletu, ~ •
• Flnalizuodo n. rcuui:io
agradeceu u presença de to4
xundo uo Dr. EIy a mMs«Ao 4'
uir junto ao Governo 1 ;
sa de liberaçao da verba .."
paro a rcfJrmu do!! currab.
.J
d
Visando a 'rnolor lntegracão
rlos jornais do Interior do Pais, bem
como a bm1ca de i;oh:tções a aperfet
çoamento para seus assuntos comuns
estarão reunidos em MarfngA, no Pa
raná, nos dl-as 27, 28 e 29 de novom
bro, diretores de jornais de vérlos
Estudos brasileiros, no 2> Congresso
Brasileiro dos J ornr is do Inierlor,
sendo que paralelmerte a este e
vento, ei-;tará se rt-Hllzundo o 1º Con
grasso Anual da /J djorl Paranã.
Os dois congcessos terão oo
mo anfittlão o jornal DIArlo do Nor
te do Paranã, cujo diretor· Franklin
Vieira da Stlva, é também presiden
te da Assoe!leção dos J orneis Vieira
da Silva, é também presidente da
A~soclação do Jornais do Interior do
Paranã - :djorl - PR.
AO1AÇÃO BRASILEIRA
O 2° C'Onf!'?!:',o Brusllelro dos
Jorra's uo ler.or é promorido fipe
Is A: 30claç.'.iJ Bra:::iL.!irB .dos Júrnals
do Interlor - Abrajorl, entidade que
regresenta l.020 jornais do interior
do País.
A Abrajorl foi fundada em no
vembro de 1980, quando da realiza
ção do 1 ° Congresso Brasileiro dos
Jornais do lnterlor, em 'ovo Ham
burgo, Rio Grande do Sul, oportuni
dadt1 ern que estiveram reunidos di
retores de jornais de 17 Estados bra
sHeiro, ouma conscientização de que
Sergio Roberto Perondi
CAUSAS CÍVEIS
DIRElTO AGRÁRIO INVENTÁ-
RIOS
ESCRITúfUO Praçu Álvaro
Mascarenhas
Bela Vista. MS
juntos, poderiam e n e o ntr a r
s o l u e õ e s para o desen vol
vlmento da lmprr>nsa do lntnior, tro
cando experiênclas, comungando dns
mesmas cuuas e bm;cundo o uperfci
çoEmento dos veiculoe de Informação.
A prtisidêncta da Abrujorf está
a cargo de Mário Alberto Gusmiío.di
retor do Grupo Editorial Sinos, de No
vo Hamburgo; Rio Grande do EIUL
PRESENÇAS NO CONGRESSO
Além dos diretores de jornais
de varlos Estados brasileiros, estão
convidados a participar repreE>eutan
tes comarci!!is dcs veiculos do interior
fornecedor6s de máquinas de impres
são e cte rnátérla prima par!i os jor
nais, bem como autoridudee; entre
elas Oarlos Atila, assessol' de Impren
sa e divulgação da presidência du. Re
públiea, que p::ofertrá palestra na Se.s
sS.o Solene de abertura do congres
00.
Também o governador do Es
tado do Paraná, Ney Brc.ga, já c1mfir
mou presença na Sessão Solene do
dia 27, em apoio aos jornais infierto
ranos brasileiros.
Oração ao
Espírito
Divino
Santo
Esplrito Santo você qe o:!C eschue.:e
tudo que ilumion todos os cc:::iinbos para que
eu atinja o meu ideal, você que me dá o dom
divino de perdoar e esq11eoer o mal que me
fowm; e que todos os insraotos de :ninha
vidu estlS comigo, eu qnero neate curto dtilo
go, ngradecer-lbe por tudo e ooofirmar muis
uma vez que eu_ nuncu .:iuero me sepnrnr
de voce por mor que seja o il-nsão ma.te
riu1 não será o mínimo da vontade que sint<,
de nm dia estar com vorê e todo<- os meu8
irmãos na glória Perpéw_a. Obrigada mais u.
~a ,,ez (_a pe !:'-Oa devera foz ·r e,1·1 orarão 3
dws eegmdos sem fazer o pedido. Demro de
diar. ser.i_ nlcançarfo u !!íRç.tJ por mais d i fl_
cil que seja) publicar n •,im que receber a
l;'l'UÇU.
O. A.-L.
A CIOADE SEDE
Marlngá é uma das prlnclpata
rtdades do e:~t.!.do do Paraná. com
aproximudawente 200.000 habitanteb.
DIetnte cerca de 40 quilómetro8
de CurHlba, capltul do Estudo, Ma
rtngó, nesta época de ano tem uma
temperatu:a méd'ia de 28/30 gr11na
centígrados e org1:Jha-se por ser
uma de.s cidades mais &rborlzadas
do País, possuindo duas reservas
florestais em pleno centro da cida-
de.
A cidade é aorvld.a per vt
diretos de ~ão Puulo, ou por lb~
d!retaa de Curltíba, pela Rlo-t·
alé!:! de li!:1has normels dG ó:'.i:..
orlundtls de vários pontos do E,
<lo.
O eervlço de b otéls e re:ti·
rantes é multo bom, bem oum
comércio e demais serviços béE!:
oferecidos aos turistas.
. Os bancos passam a cobrar
CrS 2.86,;oo pon cheque devolvido
duat> veze2 13or insuficiência de fun
àos, multa correspondente à metade
do mu!or valor de rafc:rêricta, reajus
tado ontem para CrS 5.733,oo com o
novo si.l.lãrio mínimo. Ont1:m, fontee
do Baucu do Brasil informaram que
O sanudor Saldanha Derzl
(PP-MS) pediu provi-<lências ao minls
iro da Justiça Ibrehim Abi·Ackel
contra a onda de aventados de que
eatao sendo vitioas políticos do Par
tido Popular em Mato Grcsso do Sul
·'todos na mira de pistoleiros pugos
pelo govevnedot Pedro Pedrossiau".
O mais recente otentado RE'
,guudo reletou Derzi, foi pratlcado
coot:-a o l1der do PP na Càmara dE
Vereadores de Corumbá, Augusto
1
Gaeta, "emboscado p los pistoleiros".
O vereador rec beu um ttro a quei
em 1982 começa a ser irnplnn'.:
em BraBilla o cartllo magnefü: ,
pora transferência de fundos, !' •
1
,.
que será depols esiendida a te:
cs bancos, em todo o Pls; e
permercados, l'armacias, lojas a. õ
tros locai,:;, o cartão deverá su: -
tuir o talão de cheques.
ó,
h
EPIT
i
O S (ll
u
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5~% IRS
i;:i ; CEI
1 ' ti se
i,-;)
1
ma-roupa na perna, qua lhe cr.o:
fratura no fêmur. t
'
"O pior co m&ntc u o púrl~:~ l
tar viria fl ocorrei' mais tarde, q._
do a polícia ehegou ao loco!. ~-
• conseguindo prender o autor doº.:
tado, . .delmo Selvino de Lima, P •
rador regional da Justiça, qu~~ ,
gou a sua condição ce autor:-'·.
Horas depoie, o procuro.cor fel f··
uma emissora de rádio e oeu~ou •
membros do PP de formara::i 1;,,
i covil de ladrões".
lib dad a
impr nsa
(pgin. 3)
ttwa ,
• .._., CL
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, 1 1
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que
Ao
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I•
1
"A mão
r-
1
O prEf0Uo m!'.lnlc!pnl de Bela
Vh;ta, b:ly de Arnujo Burboi,a (foto),
afirmou outem que "o governador Pe
)
,<iro Podrostiiíln rupondl' i:o orillcns uo
sou Governo eom obras." Pa.ra o pre
feito helaistenso, "ao obrns lnnçudu.s
receutemen1'e em Jnrdlm e Guln Lo
pos da Loguns, G u raiiposlu do go
vernador aos descrentes, aos que da
vidam, aos que lnolstem cm duvidar
1
do óbvio". A. esi;e respeito dls11e nln
da que 'o desenvolvimento deve e
J burmonloso p!1ra todo,; os municípios
' sul mtogrosenses, e isto ot ocor
• rendo. Todos oc municípios -,bi:ln rti
1
ccbeudo ,,s beneiíc!os dos arrojudos
·e5 planes de Pedrossiun, inclusive Bela
VIsa. Nossa cidade recebeu o ire
ceher ainda mais o aux10 valioso
do Governo do Ectado. Nós tetos em
pleno undarueato o Glilás!o de Espor
tes; a rede do energla elétiea foi am
e pllada e reformada· cm vários aeto
ló as; a amplação da rede do ubnsteci
meto de água; a implantação do sis
tema DDD: melhorln o aumento da rti
de telefónica com a implantação do
n!ais apan,ll.w,•; u Fuculdact:! de Fé
O rIes; a instalação ds pivadas em ta!s
de trezentas resldêneius; a rede de e.
nergia e)(}Iricu pCira o parque de Ex
Dos1ções; a construção da estrada do
Bonfim• urbnnlz!ição da avenida Teo
r doro S~tivs· auxílio para a pavimen
tnção uofáHtca e, urnu série do medi
d&l5 que visam minimizar o soirimen
j to àos mais carentes". Quanto B este
prr,b)ema, Ely de Araujo Barbosa ma
nlfeotou a sua oonílança de que
j
....... j
que trabalha
"malE cedo do que re pensa, nós atra
vú'l ele Ul!Hl políllcu rc,cl:.l !Jumnn11 o
w• • t·sló. 1Jtrndo fl'llo pe!J pro:;ldeate
lguiredo • ucL.br-remoa coe1 os liol
sões de pobreza e as gritantes desi
gutidades social".
DESENVOLVIMENTO Rl!:GIUNAL
O prefollo b!;IU'hlemie ocredl
ta que u nOsu rglão, com 03 prc•jo
toa do Governo Pedro Pedrosslun,
!efxa de pertencer ao vale do esque
t.:ilOl!G'.o, iar,ressando, desta forma,
entre os utciplos mais prósperos
do Estado. "No há preferência ul
gurna do senhor governador por esta
ou por uquele munleipio, existe, Isto
üim, um plano dd obras obedecB□do,
lógicamente, prioridades. 8G ca: Ré'la
Vl!:ta bú um Gcrviço perf.3lto de á
guu pura que rtlvlndicar outro? Se
exlBte boas ei.trndus vlcln:ti,;, para
qué relviudlcar outras': O oerto, o
coerente, é p!eitea1· aquilo qu0 não
, ,crnoe, aquilo de que o povo pn,cl
1 sa··. Enfáticamente o pr0felto da fron
1 telra d!z que "só os que nüo quecem
ver é que teimam em alardeur cri
ses e erroo. Grises e errns c-xlatem
quando se cruzu os braços e qaando
está em jogo não os interesses do
povo, illBtl de uma minoria"
Barbosa ucvear.entou alndu
que "o progresso não se alcança
uos saltos, ninguém é cangura para
viver saltando, é preciso huver ums
slstmnt!ca e um progrnma do Govt-r
lh) allcerç11do em bases sólidas, atra
véo de U!1l r·ealhir:::10 obj~tivo sem u
toplt:1, mufl coudize::ite rom us reall
dades reiceis. Nós, ruas do que
niguén, destacou - sabemos o que
fü,lü Vit.ta prechrn., quanto preolsu. e
como conseguir o que se precisa, o
que r.úo podemos fazer é admin!s
trar bnseado em sonhos de fantasistas
COLABORAÇAO DA INICIATlVA
PRIVADS
ProGsegulndo, o prefeito E!y
disse que este. empenhado em "um
programa de obras que visa atender,
sobretudo, n populaç!lo muis caren
te". "fot~ r:üo loplica, diz ele", ·em
r6fegur a 11egundo plano as ouras
urbao[stlcal:l, nós procuramos, dentro
de oossos recursos, executar um
programa racional. ~ preciso tara
bém que a inicie.Uva privada com
proenda. que a sua participnção é
de vttal imp-ortâncla para o cresci
rnento de Rela Vista; nós precisamos
crescer. Precisamos d9 nov::i~ €apre
gos. É preci130 que todos nós ~e
humos em !!lante que o deeenvol
viroento acelerado exige n part!ci
pação de todos. Precisamos crescer
eom; uma cer.a rapidez, e isto exige
de todos nós umn mobilizaç,lio maior.
ela Vista poderll reivindicar móis
quando produzir mais. E no tocante
u produção, essa tarefo. pertence a
• iniciativa privad ".
'Não estou aqui para dar
aula de ecoomia e muito menos
e a voz
!!----------
Dr. Pedro José Palrníéri
Legalização dé 'Terras, Inventários e
camas crirnionis (Juri)
Hut1 15 ,!e Novembro lt!O
Fonc- 235 Bela ViHa-MS.
dttRr eátudra para u tndústi-ln, pe
cuárla, comércio ou lavoura; ,1 m~·I1
tnliz119ão dt> objetivos 6 cto vHal
lmporrfincln, é preciso que lrnju e~st1
meutallzuçüo, mus ô preciso, o.clmu
de tudo, que Re trub::llhe e se ~ruba
ihe muito vlr,ando ntrnglD objt1ivoa
dt:llnt'udos. Só mentallzr no reol
ve, o mundo e+á chelo de sonhn
dores e do profeias, 01..&!'.I fnllando
executores. E fe.cll pedir maiG p?'o
~res':lo, mal11 justiça tiOClul, mais dls
trlbu!ç/10 de renda, o que é dlrlcll,
multo difícil, é lnlolor a reforma
dentro de casu, dentro de sua p, 6
pria empresa, disse BarboEu.
Pro!!FPguindo disse "Bcia 'lista
p~eclsa de muts lnóústrla!i, um comúr
cio raal,; ágil, maior prod11çil.o, lDull
Isto não é !.arefa do 8xccnHvo, nós
pt·eparnmos o campo, nlgnérn preclrn
Gemt::&r o colher. O progresso do um
munlciplo é reflexo du part!c!µaoilo
lle todos ao segmentos da socleclude".
Pam Ely, nós vivemos tempos
dHicels, a nivel roundia 1, rnus n!lo
adianta cruzar os braços e ulurdeur
crises, a hora é de trabalho, um tra
balho motor, pois naçla vence n forç!l
do trabalho.''
POLÍTICA PARTICIPAÇÃO
A nivel político, o prefeito be
11a vlotense afirma ser "um soldado do
Partido"', oua cundldatura a deputado
estadual nas próxima:s eleições õepen
de do governador Pedro Podross!an
"quem decidirá quem será eandtdato
de que".
Quunto aoR concorrente~, pro
váveis oandldauos a condiduto, Bly
disse que "o PDS é uo partldo abcr
to, coo. tdéins fortes, e todos ague
Perondi
o
que
teve
IJ
. . li
critica
les qe prutendem defender essas
1déla o bem vindo. E na soma dos
esforço8 que e consegue resultados
rtur!ldouror.. A obertun politlea ó,
11clr.rn ele tudo, das próprlns cllforcn
cu1:1 r,arllôt'.H-tuR um cliom1aucnto :
responsabilidade. A próprti erítlea
roflexo de um poslc!onum •nto r ttiJOit
sé.vel 03 lrrespontl'lvsl, elo roflet o
poatrnmenlo du oeu uu!or. É reflexo
de um polllolonnmonto é prccl@a.
também saber crttlear.
G povo j no e engana com
os falsos profetas, os arautos da des
graça. O E!ltudo de Mato Oroseo ao
Sul ó jovem, forte, muo ~recisa u11ur
a força de todos os seus filhos. Coa
Pedro1-s!an 6urglu a menh.1ll<lurte <liJ
que o progresso é função do todos,
nilo é só o Governo qua pomml. u.
1
re:>pooaabllldade de coudu!lll' '1 pro
cesso de!lon vol vlr!lontlstu, Isto ó fun.
ção de todos··.
O oe.ndlduto ela reg!llo à depu.
tado estadual disse que o "chama
mento maior nestes tempos é o de
participar, o de somar: sornar osfor
ços, idób.s o vontade, pols o momen
to é propicio para lnv1rntlr. Neoo1, aii
pec!o Bela Vlst0 é um ocuvite no!!
eoprealir!os d.s todo o 'Eeta<lo, pois
nqul o. conjuntura permite o surgi
monto de uov&s inctfislrlao o novau
empresas. A minba proposta, 6o povo,
é a de untr, é a d crescer juntos,
som ód1os, ra.ncorce ou diferenças".
F'in1:1ltzundo, Ely do A'ruujo .Barbosa
disse: "Na adminlstruç:Io pública
exlae a t::1tlo quo 9rebalha e a voz_
que crttloa. A mão que trabalha cn·
gueu pirâmides para a eternldade; a
voz qne ct·1tlca levou ~forla Antonie
ta à gn!lhot!Oll e Ttradeotes ao cu
dalalso•·.
atuação
O dcpl!tadc, foderal Emídio Pe
rondi - RS - (lrmãc do advogado Serglo
Pornndi) teve uma atuaçéo destacada.
e uma po.L'tlclpação muito importunta
no episódio ctu e.provação do "pe.cote
1
pre vlde.o.cíárlo ". Posiolonand O• lle des
de o lníaio contra o ''pucote", Peroo
di manteve-se firme e coerente até o
fim e foi quem conseguiu colocar freu
te e frente na mesa ele negociações
os lideres de todos os partia.os, e que
culminou com o acoi'<lo dus Uderan
ças par, a aprovação do projeto,
com algumas ernenctus. Peroedi hns
cou sempre a negociação, posição que
era defendida pelo mini1>tro Jair So
ares.
destaca.da
ú n I e o s quo oe nanUvorat:l
firmes contre a o□tas!lo o coe
rentca com suas con ctêacias".
O jornal "O Glvho", do Rio,
tiembéI!l destaca a pa.rt1ctpaç.Uo do,
depGtado Ernlíl!<J Peroncll •·que foi o
I::lf.:dlador do diálogo entre Oposição
e Governo". O Jornal lembra que o
µarlamentar gaúcho foi um dos dlssi
dentes do PDS na re1elçé.o do projeto
das oublegsnda& e que agora voltou
a Uderar o grupo d!ssldente, tendo
assegurado, hora!l antes do acordo
Uroado que votaria conira o projeto.
O Correio do povo, de Porto
Alegre, no. sua coluna. "BoletiCT de
Brasília", Yessolta que "Eidlo o
A atuação füme e mediadora do rondJi lutou desde o inicio contra
pari: mentar ijuiens~ mereceu dest-. o !}acote e, mais que isso, ioí quem
qus da imprensa d& capital e do Pais. conseg1.1ln colocar frP>nte a hente na
1) Cl'Jluolsta Sérgio Oliveira, da Folhn l mesa, os Hde:.-es dê todos os parti
da Turde, em sua coluna d Br bilia dos".
(edição de quatta-teita), entre 011lra::i , A Zeno Hora, de Porte Alegre
coisaR fl.l'i?rna: ••Mérito~, també:n paru I também o.estuca a panlc1pação d~
os três valente!-l deputados elo PDS Perondi nas negoelações, junto com
gaúcho, Calos Chisrelli, Emídio Pe Carlcs Chiarem e Alcebíudes d:e
rendi e Ale biades de Oliveira, os Oliveira.
1
1
. '}.
Jo o
..,
cho
Perguntando pela enésima vez
o ra banquefro do jogo de bleho,
o mlllonllo Cuntor (le Audrndo 1wlu•
10 com 0r,1m no cortumonto atônHo
r pórtt>r rl.:.1 }lovlsta VPjn: "/conlec0
quo 0u ôtgo quo sou hlchl'lro entro
quatro paredes, na Intimtdude. Mas
l.:1to nfio ó paro flttr publicado, por
quo LIU poRPo oolocor voo~n du lrn
prosn na cadela. Ninguém consegue
provar qno e11 Aou btrnquell o do bicu o.
(nº 655, p 21). ,Jf om entrevista à 18
TO t C1111tvr u0 fez de rogado, mu9
núo procurou dlrif11rcnr nem um pou
oo a tn1lrntdado quo mrwtóm com o
submundo dn contruvonçúo: "Biao
(oo oontrnventorns) silo homen~ paca
too, inleroOtCudoa II peno A em ganhar
dlnhn!ro. Murlel aomprc foi protegido
peloo oontmventores". (n!! 252, p. 2.6).
Medltti bem o leitor noo termos
desas duas intrlunte entreviatn. Na
prlmelrn, fica morldlaoaro1:Jnte claras
convfcçllo dou beolutn I mpunldado ex
perlmentada pela conhectda tlgura do
tJoçelte oarlocu. Um 1,Jmples telefo-
Antonlo C. d
n+ma lhe bastarla para bot r detrás
dur-i gr,Hfo8, jornull t, 11 lnc(,r odo11, no
quo fíO 11upó~ Ul •rcô dOli conthlOII
110LórloH, >sl!{u; que maotilrn cC11,1
pollcluls, polificoR o ló jnlrc11. Aind
multl lntrlgnnte ó o trxto d ,. •gun
ela ontr;;vJi.1Lu: nllo li quem, up68 !ô
la, no fique com a rensnçáo de que,
1
pelt1 munotru com q e Ca11tor se re
roro à "ooutmveaçfio", stu seria al
go como umu lnflll utcOo consagruda
0 plenamonto fooort.da no melo uoclul
do Rio dll Juuelro. Benemérita utõ!
lnorlvol n sem-cerlmônfa coroo
tudo ocorre. Os mula Importantes jor
nula o rovl!itas do Pais publicam os
nomes de todoti os banqueiros, dor;
poo!nlo quo lhe dilo guarldu, aunEi
áreas Geográflca6 de lnrluôncla (quur
telrü.o por quurtolrão) o ondorcço de
talhe dos d u o ''f o r t o l o z u s"
(mu, número, andar), ampl!la fotos
doo locais de npostao, o nada noon
tece. Ou melhor, acontece quando no
Holas de Impacto relaclontdns ao lo
go de blcho-oocno o asParrnlnato do
Iv1ot..ir· Campos
artel-- tanhm as manehter da
rnd Ipreni 4. Aí, eom multo alar
de, a polic!a "estoura" alguns pontos
do jogo llegnul. premi bléhetrot (
arrnt .11 m1 idtti;. ó c:.Aro, não o tub 1
tõ . ) t> 13vtiúE· u:...1 o· outr ·for
leza'. Depois de alguns dias bem
treinados dvogados tem todos 08
ó lido':! do cadeia tudo volta
como antes no quartel ds Abr
Fol exatamente o que eonteeeu n.
semana eegulnto à dn morto de M
riol.
O onvolvlmento de poHelrils e
polltlcou com a contraveoç o já é
por demais notório. Pior quo tudo
são oo iodfolos de quo oa tentàculos
da oorrupçúo tnlum utlngldo tam
bóm o PoaoP Judlclnrlo, derradeiro
bustt/io do. 1noralldudo póbl!cn e po
1
1Jivolm0nto n ~ltlroa espernnça do tos
tulca•-se o Jmpórlo da Lel no Rio de
Jonolro. Se uo trata do om ou oulro
' d , lo io 1
mettment t
(ia nfio <·
Tudo 1,.. o
profunda inquiett
bem. E: quanto ut
0He é ju!g,,llo e e
ne contra egur
µc,rqll,' comµô,1 li, l
lderada ofen iv a
:rJo. }uíLLH drJ.c guar
flllí .. Klm pnl ulo 1
so no atentsue f'l,
públ!Cll.
O Hrar.ll todo enthe -,e
dignação e nojo ante o qaa
dor que ucnba do fl r :ltn t do f
tinua agurdando, Impuefente, G'
adotadas medidas do xesí'
ao1·_ contrn r1 podridão q11e carn, ,
antiga epital, ••
(Plam1)
Cine São José
Agoxor com nova direção
Os áUlmos lancamentos dos principais produtores
Naolonals e lnternaolonals
Anexo: Bar e Sorve teria Bossa
laiz [lerto Ova
"0 ponto de encontro"
Nova
Bela Vista Ms.
Otica Científico
Moderno Lah-0ratórJo Optico
garante a esecução porfcjta
de 8U8 i'eOOita de óouro.s
Óculos • Jóias - Reló-ffioa
Troféus - Pí'esentes Finos
14 de Julho, 2-10 Tels:: 82-·2522
Campo Gmnde - MS
:l-ti'.DICO
Cardiologista
Rsoecinls1.11 em Clfrti~a ~-ca e Ma.ue om Oardlõlo:i.i. poln U Ji p p
• Professor A8'!tint-:mto de ohtíca Méhd a U F MS
Doenças do COração e dos Vasos. Pressão alta e sr
repereussões. Gardop:ntta 6crl:átrica {Doença dos idoses•}
ELID'RO€-ABD10GRAUA
Ctetoerorzctria (roa de E»orço), Eletcardigrafia D'ntpca. HIOLTER]
0eotPO ae ~hooh-ttp e BndooriROlo-gis de MS.
Rna: Hui Barb-0sa 0.-0 l08 Fone 908 9 8- (Conmltõtio)
€ompo Grande -MS
Zihemar êgtoy
Advogado
Causas Cíveis, Cí'iôln.nis, Puoblcmas
de Terras, Inventários.
Rua 3 de Outubro • 450
Bela Vista • MS
.f?tarar da Silva Dutra
ADVOGADO OAB/:ilS 2.509
Cnnsaa Cívoh e Criminais
Direito Agrário, inventários, divórcios
e separações
Escrit6río o Residência
Rua e oroncl Ponce n.o ~ 834
1 •
Bela Vüta - : Mntf• Grosso do Sul
1
Tribuna da f zontoit,
t Vun<bdo em 20/'2172 }·
e. G. e. - MF 03.201,!2;85/00C
Registro Título o Documentos n.o l
Redação e Adoioi1traç5o:
Ra Duque de Cerios s/n
Ofleins: faa Duquo do @xias s/:
Bela Viem 'S
Doto7a.
Morto E!lt0la Volnsque!3 Pt!idr.
Bd1tol:'-Choio: lvaldo Torclt
Departacat» J ra1d;t6o:
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Afirmando CJUA apesar dn11 tno
gtiYelB conqull'tas dos jr)rnHllstaa e
do sooloda!lo com relação tl llbordn
1ft, do expresofio multu arbltr1:1rlodn
do l'lnda ó cometida pelo reglmo
cora baee na Lei de Imptenau e na
Lel de Segurança Nacional, o deputa
do Roberto Orro (foto), do PMDB,
oon[l'ratnlou-oe oom os lornallstos do
!Modo na pMoagPm do Ola do Pro
teto contra as leis de exce{)llo.
Para Orro, n homenagem gaa
n Aoooctaçao Profissional Clea jorna
LIBE
listas de Mato @rosne do f//ul pt 1
tou A emór1· tf<• Vl diulr Horog,
morto web torturus no DOL-COD •
197õ. foi blllltinll 1l,rulf!11:itl n do
gran <ie co05ntenllzt1C o do joro!
ll;i • 11! que ente no &flU cllll·a-àla a
meça da Lel de Impr ou chi L 1
de Segurunç Naelonal.
Vladimir HP1v.og • n!fl'cnoo. Or
ro- pode ter .:iorrldo, pornn sua Jut
continuo, o ll metor provu qtte lo
mos c11eso ó quo os joru' l11tas do
Bras!l lembram a morte neste dIa
26, olnda protestnodo oonlrn os res
qulcloF daquele mesmu polltlcu ro
presslva e terrorista quo noabou tru
1
zendo u morto de Vlado 3 t. unool
Fiel Pilho denlro de urau dependn
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ra. Glaci Vieira Outra
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lr . ,,
ç o
tort
que
Ihant
b +t pdo-o#
do• lallmid 1tórloot,
elulvnonte Impwdt a li
so de Id {as e informçat
Quando da nona jv ntude e
sua despreoemrpçl4o feliz, vi.mo
sob culdii1os infínlloi;, pro!rç o o
o,..irlnho daqueles quo nos tro,~xN m
à vida. 8 mais: daqueles que durante
todu n sue vida, somente pemaram
om nos fazor fel!zce e rcnllzildo~.
Mus, em detormlnudo dia
Deus os ohnmn à. moraõn Pterna. Cà
ficamos u lubr o sós, u luta Ir.glória
du atmdede. sem o prlvllóglo do
nmor daqueles que p11rtlram. MultnR
vezes, ,ta.o cedo, ~ue soo.ente recor
daçõoR vugas nos delxaram e assim.
tadelêvel0, elas permanecem onoseo.
Parllrum e dormem nurnu
mansão do pnz e alegrias.
Você port!u aeRI□, paizinho,
como numa vlugem qualquer, cheio
de otlmlilmo e fé. Decerto coutlaua
do mesmo modo, em sun nova e
misteriosa morada. Longe, de nóo
distante ngorn está. Ou talvez, Hio
pe:rto, tal cvroo o sinto chmtro do
oomQ!:o, Iluminado ,;,ela razüo e pela
Fé, com qoe você me enslon os
primeiros passoti.
Por !soo, hoje, com a !nabal~ vE:l
purang, envio 9ar
dta dc q dormem eterntuente,
[men a teraura do meu afet, om
e ta 'snação no(Algiea da u
prvseng miga, que tanto mareou o
meu despertar. E como se, da Est
çt.o, eu eontluasse de pé, olhando
o uccntH?do p r vorê, PAPAI!
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Ürro pede telefone poro Bonito
Orltlcanclo o fato de Bonito,
com 11 mil habitantes, contar apenas
com um posoo telefõnioo, o do!)uta.ào
Roberto Orro. do PMDB, pediu na
Asserabléia Legislativa, que a TELE
MAT providencie a im:talação de
servlç0 ~elefônloo domiciiiar.
Segundo o parlamentar o po~
to telefónico tem se mostrado insuf!
olente vara ntenúer as necessidades
da popul~ção de Bonito, sendo o co
méroio o principal sPlor atingido pela
falta do serviç.o tclefônloo ~omicillur.
Para o parlamentar a lmplao
tação do telefone domlc!l1ar i.rú re
presentar um grande estimulo pr o
comercio e outras r,.tivlàBdaa econô
rnlcas da região atém de melhorar o
padrão de vtda da população.
Orro disse ainda que a menu
tenção de apenas um posto te}efôni
1
co para uma cigade cem um:! popu
laçiío nurnerc:sa com.o Bonito s!gnifi
1
ca pr1Hic!imente desttoar o municip1o
ao isola□ento do~ demais munlcíp!o5
e do Pais.
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AHJL'JO-1
Conversando com o prefelto
Ely de Arrnjo Bnrbosa, ele nos di
e que o problema dos proprietário
m condições de pagar o usfalto e
rá 11oluclonurto. A Pri,fo,tura Munlol
pal tinunelará em té 60 lllOllf!A oo
bn nJo jurns 11.Cl'B!llvelo. rio tocor,to
,lOíl "rlcon", ofl ohuloa d1.1 granu, os
tea tem que pagar e psgnr normal
mrnlo. O quo nfic, podo ocorrer 6 nl
velnr 011 prLqurunntor,, q11t•rn ó rloo
t, m quo chlnr, ó 16,rlco, ó jnBto, e,
tiflndl rtl Oo!!tUH, ter multo dlnlto!l'O,
hojo om dIn, é Responsabtlldudo pe
rato a comunidude,
BNTÁO ...
",quelcrn" que vvem troean
do de carros, guslnudo o lulu u tor
to o o tfl?cllo, goalnodo rtoo de dl
nh6llro om feot1111, roupa□e oupórfln
oo o ulnda por clmu eauluncto ouo
fortuna a todo Instunte, estes devem
pngnr som ''cltlar''. Ou slo ricos
mnetmo ou so rleo do caoonto'? MI
nha filoso!la é t1lmplco: o rico tom
n obrlgoç!lo de pagar polo pobre. E:
nquelc neiróclo: tirar muUo do quora
tom mnlto, tirar pouao de qm·m tum
pouco o nno Urar onda do quom no
tem ondn, raulbo pelo oontrrlo, Dur
a quem nlfo tem.
POLfTICA
A parth· de Janeiro n oobra
vol fumar no campo polillieo, com
três partidos ostrutnzados em Bela
V1ot11, fn polftlca bolavlotoot10, aa
11182, vai onoudlr. Quanto n ololçl.l.o
por~ prefeltti, pcroe-o que o 00000
nnoleiplo nllo roooberl'l a ontooomla.
Contlnuarâ esoe orlt6rlo antltlo□o
crl'lt!oo do Profctto Nomeado. Uma
vcrdnà elra ô nriornalla. Um ntontue'lo
contra us conc,Jolêoclas. tfomocrlltleao.
AlJfALTO - 2
Pesol chega aqul mi Reda-
ç40 e vai gritando.
_ o ndoHo 011lfi uma drogu ...
_ Jauo ql!o oRIA nf nilo ó asful
t-o 6 1lssalto ...
' - Rucbou. Rr1chou ludo. Virou
urnr1 fuzaroa... •
-- Será quo o pesol do asfalto
penen 11uo u gente ó besta.
En l'lco 06 oecutaodo. Bsoutan
do o matutando. Olha, negóelo e
gulnte: O pausou! que estó. descon
tento com o uslolto dove falar com
o profelto, apresentar suus queixas,
aflrrnl o ngfallo 6 pelo sistema oomu
nlt(nlo, to doo silo reoponsô. vola. E
nlio ao osquer;inm dos vereadore11.
Vfio a Ctlmura o gritem, Gritando
ulguóm ouvlri'l o 000 ...
UM LEITOR ILUSTRE
No1rno ooluou é lido, porló
dlcaGJoato, por um Ioltor lluolre.
Trtilll·AO do qrofessor Orlando
Moncrclll ooord~no<Jor eatudunl do
MOBRAL. Posoou Unu, culta o ol
ta□onte onpuoltadn, o profensor
MoogelU sabe doo .::olaao, e conhe
oo profundsmonte aa dlfteuldadon
o na det1lgualdaáo6 rog!onaiB de
MS.
A PROPOSITO
Recabemoo do profoaoor Moo
golll, earta comentando umn notícia
Inserida na TF de 7 /12 do setombro
ando ougeriomoo a oria9ão de um
Conoelho de Doacnvolv1mento. Havl
amoa dito:
CONSELHO DE DESENVOLVI
trnNTO
(Tribuna àa Frontelra n 590)
O P0dreira vive voando pelos
caminhos da lmaglnaç!io e já dizia
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rlll pnra P.el11. Vltl a f o r • ,.1,
c.1.o de• um C o n 8 e I b o d
Desevo!l ento, um n á e I e o
upurtlMu.lo do qual farlam parte to
das 1111 klteltgênclu e eapaeldades dla
poa[vols no muu!olpto, Jovantaudo pro
blernoa, elaborando eGtodos, troçando
dlretlze8 e oooBoleot!zrrndo o povo. Ks
60 nócleo poóerta subsldlur dt< mnoel
ra ohjellva o lotol!gente, Inclusive. a
uc;llo Leglelutlva e Executiva do mu
nlclplo.
CARTA DO PROFESSOR
ORLANDO MONGELLI
"Lellores ussfduos da shptl
ca ''Tribuna da Fronteira", sorvendo-~
cm todas as suas matérias c slmpati
zaotos da coluna: E, Pois é de, Pedro
Podrclro na edJ~l(o 7 a 1219/81, do
purou-ao:noo lmpor1onto sugestão,
coo o mulo; "Consolho cio Deoenvol
vlmento de Bela Vista.
O conteúdo ó dos mais expres
olvo9 o reflete a preocupa~llo do artl
cullota em sugerir a crloçílo do Coose
mo de Oeseovolvimente àe Bela Vln
ta de cunho, oomuoltárlo e aparll
dárto, que conturba com lntollgêoci
ao e oapaoldades d!sponivelo no muni
olplo.
Ocorre, genhor DlreU>r, que a
matérln nos chama maior atencão
pelo fato do que a fllosofla do MO
l'!RAL está exatamente calcada nos
motlv-os lev6ntados pelo seu oon
oel1ruaào jornal, tendo inclusive, entro
seus diversos Proj6too/Programas,
um ProffPnma exalu:ilvavente voltado
à AÇÃO COIUNITABIA, stravés do
qual, a oomunldado dlagoatlea a roa
lidado e bo6ca meoanlsmoo de soln
elo.
Caso seja de interesse deoao
jornal deopertar a comusidade para
o Btloglmanto dessa nobre objetivo,
colocsmo-nos à dl11poslçãe pars pa
leatras lluotr11t1vas e a posslblHdade
de um trabalho integrado com auo
rldades e oo for9as -vlvao da oomno1
dade, para <i desenvolvimento de nm
trabalho eomunltl'.l.rlo em Bela Vista.
Cremos estar, dessa forma, eo
laborando eom e!
tiva, eom s certez
trn ordinário.
Stinrio tÓ prna o .:i . ta, t 1
te rumo, lhe or protestos • ! •
levada t!ma Pro. Cal n
"" ,tensor Orlando Monge]
0ordenador Estadual do Mobra!ryg
VM10 / Lti'rA l •
Ollrn. 1,qul m B li'! Vi ta, t'l
nhwgo els ou et pesos, colereln
te, Industrlats e prolssionst» lINe1
que. oom rnullu lulu, cs. o centrtbliln
do p ra o desenvol•lm nto do 111 iltl
plo. o pesscus que eram emprez
1
e riquezas,trabalha e tabalbu
to visando queimar et p 11 e co
tt-ulr algo do du'tndouro. Nlio rteab~
ram heranças, não ganharam pa lot
ri!! nllo receberam dotes e não ganh
ran na vida "t:cll". So lutadores.
Estfio enriquecendo trabalhando de
sol n sol. E oquclo negódo de saber
administrar em tempos de erlse, Além
do crescimento lndlvlduol, estilo pro
porclooundo eruprego u dezenas de
pesoas e, este prot>lemu-FALTA DE
EMPREGO-ó urn dos mals graves m
Bela Vista.
VAMOS A LUTA-2
Crta ao professor Monge!H
é um estimulo, nós nceUamos o con
vlte e desdc1 jú agradecemos. O CON
1
VITB A LuT A foi aceito, profe~soc
Mongelll, vamos realizar essas pales
tras. Varno,i conolamor os bolavisten
ses Ilustres a kcharem eonosoo na
busca de soluções, na procura de alter
nattv&e, na luto. comum que é u lnta de
todoo. Para Isto eontf'S.mos com o RO
'i' ARY, sempre e □penhado nu delesu
dos nltoo inleress~o da B. Vlata, com
a Aoooela~lio de Pafg e- Mestres; com
os oenhoros vereadores, prefeito mu
nlelpal. comerc!Rntes, industriam, pro
flsslonuls Hberais, presidentes da
clubes, enfim, onde tiver um cldad!l.o
eonsolonte de suas respomiablUdadea
perante a comunidade, o chamamento
esM. feito. VAMOS A LUTA?
Voltaremos ao assunto. Por ho
ja é só gente e não se esqueçam:
Trabalhar sempre sem o propósito
de aer ou pa:i:ecn o maior ou o me
lher an~ Ofl demais.
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nlttirlo ''Proc~ldente Médlcls", da Coo
pbnmat, do Campo Grunclo juotlrloan
u do
fie;
o con
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dependLte de ra!{v..
POSTO DE EXATO;A FAZENDA
RIA E.· CURVELO, EM PORTO
'TINHO
'fllí,11.JAm d uutorh do Deputu
do Arr Rlf{O. lndlctç.'lo ao sr. Go
vcrnudor elo E hdo. rt>fvlndfcando 11
ln!iléllaçllo df' um Posto f·1,;cnl du
Exatorfa da FuzondH no Distrito de
Cu~volo. município de Por to furti
nllo. Em sua. justificativa 11c~nuou
o parlumentar ser a medida necessá
riu dlonlo do elevado potenclul eco
tiôrnlco que npre110nta u localldarle,
rr o•c(i da grund' produçfio ogr-foola
fl J.' cuárla desonvolvldu nos últimos
anos, e;ujo tributo, ICM, por oiío poo
slr n 1 ,cullrlado uma posto de nr
recudo9ão, a moama vem sendo reco
Ihtdn em Extorls o Posto Fiscals
do outroo muolclpluu, gerando sõrlos
prejulzoo para o aeu cnutJlclplo, ou
seja Porto Murtinho.
E, A
E CAM i
O senador Mendes Canale (PP
MS) previu que o oongresRo, a partir
de 82, teró poderes para funolonav,
Jafolalmente como Assembléla Naolo
nnl Cfomil
1
tulnto, para dotar o Pais de
uma Constltnlçüo que traduza os an
selos da sociedade, "ao contrtlrio dn
ntunl, outorgudu por umu junla mill
lar".
O fortuleclmento elo Congresso
pela poslçfio que tomou rejeltundo a
extensão doG sublegend&s à eleição
de goverouJorns e revogando os ar
llgos do "pacote'' da Previdência con
tr!lrlos as interesses dos upoGentados
ou oplnl!io do :ieoadar, poderá Beõr re
vitalizado u pn rtir do próxlmú pleito
com a renovação_de seus quadros.
Essa é uma questuo; Eegundo
Mende0 Conale, que poderá ser resal
vida ató meados do ano que vem.
kals urgente e Importante no momon
to atual, no sen <>ntender é a oomple
mentsção do quadl'o dns Blterações
na legisloçáo eleitoral.
"Temos que definir -asstaalou
os pontos que ulnda precisam ser r.l
torados, pura votll-los antes do re
cesso parlamentar, porque a justiça
Eleitoral necessita também de tiempo
para regulamentar as possívets alta
rações." Esse assunto, segundo Men
de3 Cnnale estará ua pauta du reu
nlão que o Partido Popular reallzorá
nos próximos dias em Sras!lla.
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Alta Resls!énela o Duzabllldade
Bonito
Bra«flla - Analisando a dee[so
da Diretoria d BNKRSUL que des
pedlu ruoclonArtos com reprnseotnçrio
Slaàlcal, dl!!~" o Deputado Ruben
FIgueIr6 (teto). PP.S:
"O exercfclo do manclato eln
dlcul turobém envolvo ccrla9 !muni
dades, sem as quals perdor1n 1,lgnt
flcoção. colocando o representante
eoh u coostnnto 11r:ieo.9n do perda
Prefeiturc municipal de Bela Vista MS
Portaria n137 /81 Sec. Adrn. cm 30 de
Outubro de 1.981
Dr. Ely de Araujo Barbosa, Pro
feito Municipal de Bela Vista, Estaclo
de Mata Grosso do Sul, usando de
suas A trfbolções qne lhe são Çooferl
das por Lei. eto.
RESOLVE
A parter de 03 de Novembro
de 1.981 os horó.vlos de expediente
da PrefeHuru Municipal de Bela VIs
o
Aprova o Orçamento-P!'cgr-amu
do Serviço Autônomo de Águe e
Esgôto de Bela Vista, Estado de
ato Grosso do Sul
O Pllefelto Municipal ãe Bola
Vista, Estado de .fato Grosso do
Sul, no uso de suas atribuições, e
c-om base no artigo 1o7 da Lei Fede
ral nl2 4.320, de 17 de □arço de 1964,
DECRETA:
Artigo Lo: Fica aprovado o
orc;iamento-programa do Serviço Au
tônomo de Água o Esgôto de Bela
Vleta, para o exercício flmmcelro de
1.982, cuja receita foi orçada eru
CrS 13.622.244,00 (Trezd Milhões,
S:;isoentos e Vinte e Dois Mil <!
Duzentos e Quarenta e Quatro Cru
zeiros), de confcrmidade com e, ane-
l xo n,o 2, e a _despesa. fixada em
j
MS.
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Lucas Lida.
Mantemos con,ênfo com: INAMPS
Banco do Brasil, Fusex, Previsul
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Gro 110 cto ui, mbo
ex/rciolo do mnndato S
E ere»cento.
"Até gora no fc ndd
o pelo d O f nllt1 di..; S i I de
Cru:npo Grnn,tr que m:rnl tn•!'!l'I
ontrrh o uto Iníquo ·tido
d read lo dos lidere. indleal,
que bu , na justiça, a alvguar
da dos direitos, quando o 'º
quBdramcnto do p s<1onl vem aendo
retardado bó quase dolri UMli! pola
Enersul.
Esperamos q e Ofl outorlctnde11
uperlores, tomando oonliaclm •nlo
densa denúncia, convença a 'apresa
Estatal Mato/'rossene u cumprir a Gel.
ta-M8 passar"o a ser os seguintes.
Periodo da Manhã:
Das 07.00 Boroa as 11:00 Horua
Perfodo da Tarde:
Daa 13:00 Hora!l us 17:00 llora!l
CUMPRA - 8 E:
Bela V!stn-"1S., 30 do outubro de 1.981
EIy de Arnujo Barbosa
Prefeito Munle!pl
6/81
Cr$ 13.522.244,00 (Treze ifühõos,
Setecentos e Vinte e Dela ~11 e Du
zentos e Qunveota e Qoutro CYozol
ros), conforme dlscri□inaç~o <!os
anexos l e li (quadros ''a" e "b'').
Artigo 2.o: F1oa o Servlço Au
tôi:tol:!lo do Agua e Hsgôto àe Bela
Vtsta, autol!'izndo s efetuar a aber
tum de oródltoo snplcmeota:'P.B às
11otaçõ.ls deste ori;iumento até o llmt
to de 40º'
0 (quaranta por cente} du
rêceUa eíitfmado, observando o diíl
posto no artigo 43 e seus prgra
tos, da Lei Federal n.o 4.820, d 17
de março de l.684.
Artigo 3.o: 1ntegrom este De
czeto os anexos menciono.dos no
artlgo Lo, bem como o;; dom is ins
t>ltuldos em Leí.
Artigo 4..o: Este Decreto entra
1
r em vigor na data de l.o de
janeiro de I.982, revogadas às dis
1
poslçõe~ em contrár1o.
Prefeitura Municipal de Bel Vt3ta,
23 de 1O/de 198l
Ely de Arsujo Barbosa
Prefeito Munictpal
Ora. Angela Maria C. de
Barros
Cirurgis Dentista - CRO 40878
Clioien Infantil
Hu Gui Lopes, 826. Fone 247
Colaboração do Governo do Estado e Pref eiturQ Municipal
A dlrC'torlo tlo Sln,Hcoto Ruwl
ac B&ln V111t rounln-ue ontem, nu
sede próprlu du.
1·11tlclu<h. com u
proi;crnoa do prefello municipal Ely
do Jrnujo ílurbosu; pr1111l1foote do
indlento Edson Medolros de Moral;
tesoureiro Abro rIo Zacarias;
neor Hortênelo Escbur e dos
weumntes eóclos: Flori Muruno, Tdol•
foullCI PfnhPlro, C1,rumllu Loureiro,
Eito Butllirnl, Marlo Lourl'lro, Ilenrl
que Escobar, Antonlo Urbletu e
Jrlht>llll.11' Gndoy, p 1r11 trat.ir de na
BllíllOA alltwnlee l TIOVC•tl lnvefitlmt>,:
lOA no Pnrque do ExposlçõAs Rio
Apa.
Seundo palavra de Edson
MorulR, ''o Slndfoato :pretende cons
trulr novos currnls no parque, poh1
oc; nxtstPntC'f1 jt. nfio oferecem con
diço?s devido ao uso prolongado
(dnnos) e aumento gradativo dos
1inlma!A nua exµC1s!çõuia, a· oada ano
Ruperundo todtttl us expeetutlvafl.
Parn F.rh;cn Mor 1fs, "alf>r.::i I! t18f
problemas, exIsto o da quuliánde do
ttolo, provocando em d!uw clmvo!1o
novu,i cJlffcultfadotJ, l"l'U folur uo
dosgnste do :uum do",
e fntençfio do Slndlcnto Rural
conPtrulr oluq:wntn o !rês currnl@,
com copncldade peru vinte anlrnnl:i
c11t!n, :ntlllzando-c:a mttdc·lro (uroel
ra, jatobó. ou lpl!) e ol.Jode«endo 1:1e
a um novo crHéTlo de dfRtr lbulç!lo,
proporcionando maior uglL!zaçflo o
fun.:lonulldude ao& expo81tor"'"· Foi
E1ollcltado estudos à Calux que· já
enviou o nte-projeto para o prefe!
to muolcfpul Pncamlnhur ao Governo
do Estudo. A obra terá um custe,
aproxlrut1do de 4 milhões d~ cruz...!
ros, Inclu!dos os serviços de terra
plangem e elaboração do projeto.
RECURSOS
"O Sfudfcuto Rural dt' Bela
Vistu rão possui renda própria; parn
uxecuhn us reformnt1 no patque, coo
h t•r,r I nuxl!m do govern dor 1' dro
Pedro an, e para Isto onv!damos
o nhor prtetto munlctp l Dr. El
para rvtvldtear junt ao govert
dor mala este auxílio", di. ora1s.
Pro guindo munlfe tou a su "cen
ll .. nçu. no Governo do Er::tud<• e pd
Prel't.Jlurn. qo, 1nmc11. He fnrlnram a
auxiliar a classe peuarlsta de Bela
VIsta'', o pefeito muntepl respon
deu que Irá pur. Campo Grundt'
amunhü (hoje) e prccurará Pl'Tll !bili
zur o ,,ovurn 1or no locante rw PJ
d1do d sStd!eato.
Pura o prt:felto "e xlste n pos
lllbllldudl! de p,,t1ros611rn auxlllur muls
umu vtz o :Sindicato Rur!" e se com
prumotl·U u co!Jbornr com a lniclaH
vu. concedendo uma vtrba de 600 mil
cruzelroH. P1.1r,1 elt> ··a rltunçúo do .És
tudo, este ano financeiramente, não
e~tó. boa mas no Inicio do próximo
uno tudo' estaru norlliullzado". Olr.se
ulnda que "Pedro Pedross!an, um llo
mem de viso, aber
forço do St ac9to
lnil•i •
iptar u
f 1. U 11
t ' o dinhetro d
o, pois não ex
t/va. e Pedro+alan
forreu n .. o 1rnlrá, fo
Edaon Moral.
Na oport r.ldncfo
O r,r
1
nuneiou e nteto das o,,
mentgço aetAltte no par,
teto do pró4mo ano ií,,'
da d!versas obras que está
cuçllo ( m Btlu Vletu, ~ •
• Flnalizuodo n. rcuui:io
agradeceu u presença de to4
xundo uo Dr. EIy a mMs«Ao 4'
uir junto ao Governo 1 ;
sa de liberaçao da verba .."
paro a rcfJrmu do!! currab.
.J
d
Visando a 'rnolor lntegracão
rlos jornais do Interior do Pais, bem
como a bm1ca de i;oh:tções a aperfet
çoamento para seus assuntos comuns
estarão reunidos em MarfngA, no Pa
raná, nos dl-as 27, 28 e 29 de novom
bro, diretores de jornais de vérlos
Estudos brasileiros, no 2> Congresso
Brasileiro dos J ornr is do Inierlor,
sendo que paralelmerte a este e
vento, ei-;tará se rt-Hllzundo o 1º Con
grasso Anual da /J djorl Paranã.
Os dois congcessos terão oo
mo anfittlão o jornal DIArlo do Nor
te do Paranã, cujo diretor· Franklin
Vieira da Stlva, é também presiden
te da Assoe!leção dos J orneis Vieira
da Silva, é também presidente da
A~soclação do Jornais do Interior do
Paranã - :djorl - PR.
AO1AÇÃO BRASILEIRA
O 2° C'Onf!'?!:',o Brusllelro dos
Jorra's uo ler.or é promorido fipe
Is A: 30claç.'.iJ Bra:::iL.!irB .dos Júrnals
do Interlor - Abrajorl, entidade que
regresenta l.020 jornais do interior
do País.
A Abrajorl foi fundada em no
vembro de 1980, quando da realiza
ção do 1 ° Congresso Brasileiro dos
Jornais do lnterlor, em 'ovo Ham
burgo, Rio Grande do Sul, oportuni
dadt1 ern que estiveram reunidos di
retores de jornais de 17 Estados bra
sHeiro, ouma conscientização de que
Sergio Roberto Perondi
CAUSAS CÍVEIS
DIRElTO AGRÁRIO INVENTÁ-
RIOS
ESCRITúfUO Praçu Álvaro
Mascarenhas
Bela Vista. MS
juntos, poderiam e n e o ntr a r
s o l u e õ e s para o desen vol
vlmento da lmprr>nsa do lntnior, tro
cando experiênclas, comungando dns
mesmas cuuas e bm;cundo o uperfci
çoEmento dos veiculoe de Informação.
A prtisidêncta da Abrujorf está
a cargo de Mário Alberto Gusmiío.di
retor do Grupo Editorial Sinos, de No
vo Hamburgo; Rio Grande do EIUL
PRESENÇAS NO CONGRESSO
Além dos diretores de jornais
de varlos Estados brasileiros, estão
convidados a participar repreE>eutan
tes comarci!!is dcs veiculos do interior
fornecedor6s de máquinas de impres
são e cte rnátérla prima par!i os jor
nais, bem como autoridudee; entre
elas Oarlos Atila, assessol' de Impren
sa e divulgação da presidência du. Re
públiea, que p::ofertrá palestra na Se.s
sS.o Solene de abertura do congres
00.
Também o governador do Es
tado do Paraná, Ney Brc.ga, já c1mfir
mou presença na Sessão Solene do
dia 27, em apoio aos jornais infierto
ranos brasileiros.
Oração ao
Espírito
Divino
Santo
Esplrito Santo você qe o:!C eschue.:e
tudo que ilumion todos os cc:::iinbos para que
eu atinja o meu ideal, você que me dá o dom
divino de perdoar e esq11eoer o mal que me
fowm; e que todos os insraotos de :ninha
vidu estlS comigo, eu qnero neate curto dtilo
go, ngradecer-lbe por tudo e ooofirmar muis
uma vez que eu_ nuncu .:iuero me sepnrnr
de voce por mor que seja o il-nsão ma.te
riu1 não será o mínimo da vontade que sint<,
de nm dia estar com vorê e todo<- os meu8
irmãos na glória Perpéw_a. Obrigada mais u.
~a ,,ez (_a pe !:'-Oa devera foz ·r e,1·1 orarão 3
dws eegmdos sem fazer o pedido. Demro de
diar. ser.i_ nlcançarfo u !!íRç.tJ por mais d i fl_
cil que seja) publicar n •,im que receber a
l;'l'UÇU.
O. A.-L.
A CIOADE SEDE
Marlngá é uma das prlnclpata
rtdades do e:~t.!.do do Paraná. com
aproximudawente 200.000 habitanteb.
DIetnte cerca de 40 quilómetro8
de CurHlba, capltul do Estudo, Ma
rtngó, nesta época de ano tem uma
temperatu:a méd'ia de 28/30 gr11na
centígrados e org1:Jha-se por ser
uma de.s cidades mais &rborlzadas
do País, possuindo duas reservas
florestais em pleno centro da cida-
de.
A cidade é aorvld.a per vt
diretos de ~ão Puulo, ou por lb~
d!retaa de Curltíba, pela Rlo-t·
alé!:! de li!:1has normels dG ó:'.i:..
orlundtls de vários pontos do E,
<lo.
O eervlço de b otéls e re:ti·
rantes é multo bom, bem oum
comércio e demais serviços béE!:
oferecidos aos turistas.
. Os bancos passam a cobrar
CrS 2.86,;oo pon cheque devolvido
duat> veze2 13or insuficiência de fun
àos, multa correspondente à metade
do mu!or valor de rafc:rêricta, reajus
tado ontem para CrS 5.733,oo com o
novo si.l.lãrio mínimo. Ont1:m, fontee
do Baucu do Brasil informaram que
O sanudor Saldanha Derzl
(PP-MS) pediu provi-<lências ao minls
iro da Justiça Ibrehim Abi·Ackel
contra a onda de aventados de que
eatao sendo vitioas políticos do Par
tido Popular em Mato Grcsso do Sul
·'todos na mira de pistoleiros pugos
pelo govevnedot Pedro Pedrossiau".
O mais recente otentado RE'
,guudo reletou Derzi, foi pratlcado
coot:-a o l1der do PP na Càmara dE
Vereadores de Corumbá, Augusto
1
Gaeta, "emboscado p los pistoleiros".
O vereador rec beu um ttro a quei
em 1982 começa a ser irnplnn'.:
em BraBilla o cartllo magnefü: ,
pora transferência de fundos, !' •
1
,.
que será depols esiendida a te:
cs bancos, em todo o Pls; e
permercados, l'armacias, lojas a. õ
tros locai,:;, o cartão deverá su: -
tuir o talão de cheques.
ó,
h
EPIT
i
O S (ll
u
$1
5~% IRS
i;:i ; CEI
1 ' ti se
i,-;)
1
ma-roupa na perna, qua lhe cr.o:
fratura no fêmur. t
'
"O pior co m&ntc u o púrl~:~ l
tar viria fl ocorrei' mais tarde, q._
do a polícia ehegou ao loco!. ~-
• conseguindo prender o autor doº.:
tado, . .delmo Selvino de Lima, P •
rador regional da Justiça, qu~~ ,
gou a sua condição ce autor:-'·.
Horas depoie, o procuro.cor fel f··
uma emissora de rádio e oeu~ou •
membros do PP de formara::i 1;,,
i covil de ladrões".

