TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº598_27_11_1981 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº598_27_11_1981Número da edição598Data de publicação27 de novembro de 1981Número de páginas10GeoCoordenada -22.114904893954307 , -56.52476772878032 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº598_27_11_1981 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto F t Pe ,..,,.., .tJ X utico .,. sera construida -prct<1 ,;oc!al, procurando orlar nos t, il l't. 11 o,i JÇiívH vll'ur1du formal' au. ·Iro de lideres pura atuação 1111 ' l 1 (h pl1.nos n, 0br,rn por ,. ,·, e lll<'. 111oi-:, t- lc•four.,1, eni,r e! tica, urbanizçlo e psv!mnen ,, . , l ,l•!c1 . t.id1•s f'm rltrnu do , . 1 • I· nr•i-r_ :d No tocante a pllvt 1 a láltrea n puralizaçlo des oras d corre das chuvas que e!ram O prefclto EIy d Arrj (»t ), roltou de Cmpo Gunde, a#ó varios ontutos mantidos nu capital, :--,.,, rnus forças !'tcdobmd !~ " ,, • •:· e A 'llí1 nuur.u imbuido &os p 'vp ±0° ,l'lhol'nr aiud,1 Ia}S O @p12e/ +0"° ). rbano-cnlt1m,1 ul' ! •h '! ·,·r. É intenção do pieis i . r~nse dE-se;,ni!Yt•r, :. p:.' e!. • • 1. l o, uma estutégla mais dià gie n; em Bela Vista ultlmsruent1:-, ma1:1 Jogo i;erllo rdnkla dae. MlB, a grande novldu.de, é quo 13orboe durf, lokto, dentro <:rn br vo, n con truçlfo dr. uma nrnd rna bl blkltoca r• musou, segundo wuar-. p~la vrns, prC?cl:ltimo!l legar ao íuturo a i muaorn an ela Vta de ontem o de hojo, somos uma cl<lurt~ histórica, pi eamos um bOlo herólcu, u nof.l-;t•. blbll vl, La ,j.,:., 1!s b q:! p cl...., v". o nova bt do do s tuno a P I <dCTB. 1Ul'., l vro . <1t1e , 1 lllrtórk ~ r·r~ ,1 3Im e a, mn · , o mui ll. C SPA b ,__ "l - 1 . f • 1 • '-' 1 1 1 : ' . : . ] , d 4 o« L., O presidente Figueiredo ee. miuhou 'ao C ou gT ,, ,; : ,) u Jll' • jeto que trot.1 das zelr.s I ;o a!s, para aprowv.gão em1 ti.. e d urgência. Consta, (-Uti(! cut:.:.; ,· ,' dldas, insulação de vetos de ',, redor até Governador e u vb.gc :, doi- p-.!ril<!_o., r>oW1c,:.: r:,: ·,,:· 1, tem cb-io ,., ..:L:;.·, ·!a,,.,_ Sgund pzláv as do ministro da Justiça Ab!-Acks! " 0p0!og queria noti coioenr n•i p '!','dé'. : 'J: 1 Jodo qt:':l o n0!3ilO pn:Udo nJo p.:::- j 1 1 ··-~ t i Loteamento c'o cal 1.h•ivhlcgi0<.:0, Airn nob- ds ele ista, Lz, Agua, Telefone. "Oxto a "gola V ra Ctu dos nr illo, up,;;l':lle!"cado f.>r.... tio.; • lú e Centro E portivo de Bela VL e •. • --otes financiados em até 20 meses ·ocure: Em reendimentos e Imobi •rto.-·"ela Vista, I, : ureom o Gssro ~Utom Ros:::., ei;i su:: re;:;idc'lclD.. opr er:d-· .ntos e I.ooLIL.:'.!!ü~ Jaln Vista, ( em rrenu LO Bkctc~cc] Poucas unidades a veuda Além da afinidude que exls t'nt,•.: n B,·c11-il e o t'nraguny, mao ! tot,os com u vizinhu Nação diversos :i ,,g.- llWli ussintenct2lê e projetos em . t: m ·J•t<,s, fXC:illi,lo de Itaipú. Aqui freira o mos uma só famíllu. B. iliros e pafllgunios convtvendo, ltai!I!Ü,1icum2ntE-. E comum o cuso.men Ui o cotando das ações. O projeto i a iivmv será aprovado, quen1 vi -.·. _. '-'"!. ". Po:c out:·o !ado, o senedol' T .Ido eves e o deputado_ lJ]ys ·-e:- Gui::unrJes, PP e P:1D8, resnec tive;ente, já 1iciarum entendimen •.:: • y;,-,,n.,:1 a l'.ormqção ct·e uma , t:. ;_ .. ' úntcu das opo.::içôes para curu bser o que elos chamam "mais um eusuismo do Governo para ganhar O voto ,inoula eo foi defendi do pr.!o~ pr!ncipuii, lideres do Go '-'•:l'CG a p:-i::- vários governadores, e, ,TIO Í'l'il..:ce-lino Pereira, de Minas C 'r!'.L,, dizendo que a medida ó 'coe l'c :.:u, 0 :leitor deve • votar uo b.o m ,:71 e !'O partido, nas ie!.éias e pro g,·.,□~s du.; par!idos··. 'í□culaéo o voto de vereador até Governador. não resta a menor CÚ'-'Ül:l que fiesré ma!s difícil a vitó , L C:is vpo1;içõe em 82, Isto porque. sob. "tu 1.) no intcrloi', o eleitorado 1-:.0 3cornp..1nhe. psrtidos e sim can cid±tos. Nu CL'50 do Mato Grosso do Sul a . :.1.·1çITo sB complicará para as c 1,c,,i.,:õe,,_ re.srnrá um único caminho :, FUSÃO. 1 to de brasllcHros com paraguaias e vi ~ vcrGa, oumn lntogrnção raclul que forja o homem forte. Nlio Gomos oocp tos dus teorias arianas de purezu. Pa ru nós 11,to nos parnce col3U dP pa ranóteci. Há p3ucos dias o JORNAL DA PRAÇA, edHado em Ponta Porü, pu blloou uma interessante matéria a res peito da merenda e•colur. Ln, como aqui, bruslleiros e p aguaios convi vem colllO Irmão:.. E Ponta Poro se gulu o -exemplo de l -c1la Vista, o e xemplo·_do Pi:efelto Ely de Araujo Bar boo,- que doou maré'ncta escolar para erlaoç2s de Bello. Vista (Paraguoy). Atruvés do. Cumpanlla Nac10 al de Alimestas Bs0lar, CNA. es colne de Pe<i.ro Jmrn Gabullero est11o recebendo 2.150 quilos de alimentos. Segundo lnformaçílo da super, visora tla CN All, Neide E~guib, no pró.Ximo ano serà asalnado ~ovo oon vênio objetivando assh,tir cer,ca de 600 alun'ls cum a merenda esctJ!ar. A recies~& de alimen!os é feita trimss tralmente e os gêneros são: arroz, a çúcar, charqu8, canjica, leite em pó, macarrão, óleo de soja, caojiquinha e iuba. Quando o prefeito de B. Vist!l. reivfnõieou ( e foi a~endido) junte ao Governo do Estcdo para a alstribui 1 ; 1 çüo dn merenda ~m Be--lla Vista (Pa 1 ragu::iy) surgiram olgumas crlMcas. Poucas, mas surg>am. Hoje, repito, 1 novumonte, palavras de D. Helder 1 Câmo.rn, o bispo que considaro a mn-1 !or poronr.ialldad!i' religlosa-soc!nl do B r a s !l: "Gente grande. Gente i- lustre. Perà •em se cansei deoepç o 1 e espante t • quecendo os grandes ps ----------- ---- -- ra conversar, um Instante, eom os míuéos ... Criõlo ni"io 1.li..::,,<J <,:.:. oao f: 1tra no céu quem o e Aze peqeto como us crianças""? A!!tem. TRIRU'.A DA FaO~'TfüRA, m ·Is 11ma ·,;,z, o quv j:1 se tc.r11!, t '& atçãu, {..:;B e0!.:.t!:lcdo in!czr..n 6s jaato ao coméne!o, Indús- tria, t..lSISOOi&QÕti:i.. pro!iE-iCD ÜG I!heris, o p±ra stz .ãe ca8 Iras s pessoa qu: D2as se cessucrm cm =ls ta no ccrrP.ntu a.no. Ur<itíl fdt:-. h2Vlr~ : OU homenagem especial. pblle: re mos umZ1 repot•t3geo, coo: f· !os e biog afie doA h:-:menee-ee.·'.ea, reg!strando assim o ~rao, lho tj_Ue esgs pessoas desnvoivem ne comunidade. 1 ---- Dr. PG.irn Jc:;:, Pal.:ü{ :i !. e gallzçlo de Tera. . !n, eiuQ: io _ e ==:u eri:-..,_..,., -,:,., / ~.=1 j Ena 15 de '.'iovar-!!.!"8 lEo f<one- 235 Be?u ''!,t.:.-t.!S. ------------- --- : ----- ------------------------ - - Cartões de ~!ltal, pronta entrega, é com °' G.:-ahc.e ::':. . Os melhores preços. os rne_!h.1:-es padrões. e aquele .:-ic s gc:!!. Faça o &eu pedido a Redação dsste J0rcal. t l 1 ' OH ltlldov de OJIO lçii.tJ llÍÍIJ f•. 180 mutto Alados e vil ou no v4 ti col!'7uç. o. L:~11 not11n l IJ, rt ,. J)fO(H:u ltlffi-80 lflttllll,~ tm fllllrnnhi r rn nA urn&• coml11140:ido o gonr '10, !llfü IHIUJIDIRltr,o O (! 1' tal nl tnaço ó0lo.e0onómlc. Um preto <:.halo como tubMldlo J)Mü f1 or.. nha l+ltorl qe IrA oxl!r do 'DE, f6rmnlo11, nrtt unhulJ, rolo oo,uJv 0 11 or e otr mod ,ltdndou do oo■vtrn er a opl!lo pdbllen: Atorluron 'ª t1uhu·llll tlfilOUII 11!'0 put1,1, ªº úpo,-Jçíl.o, o Ml>B. Al(&l'fi oo 1 ontn ltJVII de pt1.rlldo11, n or,onlc.tlo ro11t10U nas b 80ll o o (JUO ó mofa (ftr1V(I, l'O m!Vlcou i,o om torlun oo onmndoo oo clnll1, oom n únlou flnolldr,11!0 d ser conln1 uo purtldo do aovovno o l'US. Mevmo som nH oollguQÕtiB nfio vm oo m>11 lludli•. vom-so oootra mesmo oom n Rlr.11mlla polo ooudl 11nlo, T g rna k Oo purlltloo elo opoolç!lo, polo mt-nOll ao norrno Estado, nüo foat!lo d<.'vldurnrnt(l oslmtorodou. Jpouuo o -PMDB ororeoc ooodlçóos do lmodla Tribuna da Front h'a (Fundado em 20/21'7!! 1 o. e. e. - ~ui· 01.201.2a6;cço1 Ht•gl ,iro Tflulo e Doeurueuloa n.o 1066 Rcdo9no " A<foinit1rB91'o: Rlla Daqno do c'.io:ria, 1/0 Ifilnilo - ~ Oflcicu,: Rua Duqco do Co>1be. o/n Beta Violo MS D!Petora: Mano I?stela Vela9'qrrez Percts'n Edlto!'-Cbefe: Jvatdo Pereira Del)nrtamento ,JurlcUoo: Dr. Se1·glo .Rohnro Pornndl JSs-JN .HlJ!lAS Anual (Bolo Vi,ta _ Demoi~ Munlofpi1.1, _ 1600,00 260%,/0 fundador: lvolc!o Pomba Filiado o AB8AJOR1 e ADJOlll-AIS l11 rmru rnfnntar t1!l'', cnmp:,.n~ ., llfl ITII! f[l() ll&lfl condlttdUtl'" li tendida», O PT {Ao Deputdo Í' ; .vai trnto lo Grlos de Ollol10, nl 1 () U 1 uI~uJo oleltoral ea OOQ U M! sz de elgor um @ver4or. ",, ta pretenalo do Deputado nto " C rlo!l de OHvotr tr ,w la o•• c11n111dn.lo o CovtHJtl'HiOJ, pi,111 o ol•l torolic. q e o olegeu e .1970, hoje ortunoe no p J)[3 o fr oon • te, íkcite cio sos 4ato. %""? l!genu par os ! +«lplos lt ea p· ra o Eolndo do !.'foto ~roaso do Sul. b o pp que todos nós con oca Milenar Gal } Advogado Cousuo C1vels, Ortmtn.akl, Problorooo dCl Terras, Inventârros. Rnt 3 de Outubro • 450 Bola Vlotn • MS Gil Marcos Saut Bduooodo Causas €'(velo e €rllals Roo ~4 do Fon,oho ,s/n Donito- M0. ADVOGADO OAB/MS 2.509 Gumns Cíveis o Cnirnlnnls Direito Agrário, inventários, diTórrios e separações Escritório e Residência Ruo (3 orond Poncc, n.o 834 Belo ViFto Mnt1> G,osso do Snl 1 da ALBERTINO RVPJNO DB MATOS f ' Paes e biscoitos de ótima fabrigsçlo .- Jalgleine e qualidade Aceitamos eece□ondao para hstas Tradlglo, Atendimento e os melhores pre9os Padaria Caç!ula ·'Um nome: padrão de atendimento" Rtrn fü rào do L6darlo 4l56 - Fane 190 Bela Vista - l:i1 S a ,trn lfu t c; Dt. Lutz Alberto Ovaoclo #mi@grimoig?a êe do Su D. Sovgio BWelx 'Pinto D.:pceW¾se:i em Cle:.~oloiya. e U:!i-Re@i. denre d9 lns&. ~ .'1.'..rolof()'yia do Esta do de S. Ptrulo. Bra. Vania irrc!o de Oliveira Oastro Eeprclali,ru em Bnào0rinolag.b pelo lustíruto l?stadnol de Ií»oh..,t.?s e Ehtl~crinolo3ta· HJ. 1-'ôs graduaçllo em Endoorino}og'n e Metabotogia pela 1'136:-IU. CHBGK-UP • -Profilaxia das doopças cardiovaculares, Avaliação Sardiológica Itpertenslo . Aoortnl, Doença Coronarianu, Problema 8ardfu0o no p&denle }doso, h'letro-cnrd'iogrnma, Ci,lo ergometria ('este de esforço), Ele1re~ariliogri1l'fo Dlcllmn.":l (S1sremo HOLffERJ, Ecm.·ur, dfogrocio. , 1 E N D fJ C R l N O L O O I .A -Diabet-e11, Nutrição - Obe1ida:te, Estética - Dcpga da TheOtdc - DludrMos de Cres cimento. 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Prc•ldoole Vnqros, l29 Fone: 131-203? Poeta Poril o HOS r ª Joi ti11 '- ~n/0:i!l Foe: 451.230 Câmara IJITfíl rtfoto Gros10 du ~ul unieipol de N" 133 Sessão Aos dezesols .dias do mês de nov3mbro do ano de hum mll. no vecenoos e oitenta e um, na sola d!is seEJsões da Q'âmara Municipal de Bela Vista, Estado de Mato &osso do Sul, sob a preodQnata do Vovoa der A5uso Ilon 3nos Eolto, tendo oomo seereM,rt0 o VoJi'oadov Moo.qyy Paes Barret~, pli'aoente os aanbol'es Vereadores; Ido[onso ihgizo, do tulio ],1u0, Ctwl!:ai czontúv!ae, T!:."lfvefe'to de Danoa, .tooá mrovHoto dli Qoota arquos, e Osvaldo Tui!, fol oa llzndn mnlo nma seaoITo õ11dtnôrla d0st(J) 1oatslaf:iv©. Entendo no heri'i rilil li'Off!□o:!11al e he.v,rni!l'!.l "qCtQl!OW" o !isv. }lgo0SC~t1fo 01:i ruo□o -da "Douo", do~ §.)017 ubo11to 00 fro't,nTh,06 doo~ sassie, sichaima2to ta) latta Ie!fura da zt das sszao aRtaxla, que pesa em oago fol aprovado paz anl mld:ado. o a:xpoe!oo.tc oon:o.roo ooa segnlutes mutôli'irio: ~.irb Cl UnHl::, dos VeliaaóeL'G!il de Mat© 0~--osso ào Sl, iformando qo a Carteira de Identttica99.o do Vesaador encontra . se pi'Qnta bastnndo resebev· as füihes de oad:a Vei'ondou devidamente -:ne enohidas G.lonfo1ime rnod©lo anexo a emtg oarba; Oi:""S/N do Banco ?lnan oial S/ A, eomuntonndo a P.BeFJsftnra das looollõudes qil.6 rep1esent1Im .e as Prefoltmas que e> fü. 002:!U' WEJes reposenta e q110 tom sono ·valores t.amiferldos pov nosso intermêdlo: 6astn do Ministérjo da Fa:oE>nda oornnnioando que foi constatada ~ omissão na entrega da Relação Anoal de infol'mações Sociais (RAIS) e dlsa1HDO que es!a omissão exclui os i>rnpregados d11 partletpação nu distribuição dos recursos do Funde Prn/PASEP; m. n.o 207 /81 do Rxmo. Sr. PrefeHo rlnniolpal, respondendo solicitações, em atenção ao Ofício n.o 214/81 deste MglslaUvo. ORDEJ'.1 DO DIA: • Requeri mento de antorla do Vereador Oar elo V#e Ordinária los C1?ntuvião qüe envie .expedie: ao Exmo. 8.r. Prefeito Menlclpal, ~ Uoitn r.rio p2lu se[Ionàa vtn a !'GC ;' su ria oópta do €!onvõnio füro:~ coro nutor-làndes Po.raganlas. qu~ p· to em dbouso5o o spro-vaeUo, t aprovado por unanimidada. F! p74 em sogurrda votaçlo e dlscuse4! Pvojoto de J,<31 n.o 13/18, que tdlr sabre a compra de um teneno r bano nesta eida&e, seno± apor4 p mato»la simples em 2° (gz dtseusso. Nn6"a mai:1 havenl!o a tratfil Sr. Pvesidente em nome de ''Bêíll d-su pov encerrado os trnbnihos d-. fa sesl'lão. Aprovad-0 por unnnlmld!' e.m eessto _õr;i dia 23/Il/81 'J Cfü).ica f.16dica - Doenços de Senhozas Partos - €antro! -CâiiceF Gm-,.cuottigieo Atendimanto de segunda a sesta [i lDant,ã: 8 bs 1s khs ard«: 14 3s 1&,3ol nua Coronel Ponc4', ·33-1 Dela YiSIJ }S . . . .... ,-- ......,...-_ } ioeiso Kartinaz Peixol 1 • - ADNOADO - l !i:scritório: H.u.1 l.o de lfoio, J~ 7 1 , • • a l 1 J:irdirn .lato Gro=·'º ....._ _ Científico - Religioso - filosófico PERSEVERARAS Persistirás no bem. Ainda mimo qur ouças prodígio» acerca dos que we laurear fora dele, perseverarás... Ainda mesmo que os migo mais estimávels te convidem a abandoní lo, sob o pretexto de que pode ser bom simplesmente nlo fazendo o mal. Fundndo em I.' de Muio de 1975 1 P11bliraçã11 Meugal - l.ooo Exemplare• !""US O,_A VERDADE E A VIA" ESvS cI'' Editor: lvnldo Pereira [ Ao vl [ N.o 36 [ Novembro 1. BELA VISTA - !11S. ' 04/8 A Bela e 1981 Âf004 O. Helder Câmara 'isltnndo uma área pobre, fiquei {diz vendo que 08 Pohre, conheclum polo nome e snudnvnm com carinho o Pndrc rlnqueln Paróquia ... Quando lhe expliquei meu contentamento, ele comentou, com humildade e fnteli~i:nrin: "Con1entuwenlo o Sr, devcrin ter, não porque eles sabem meu nome e me conhecem. Contentamento o Sr. deveria 11•r se eu soubesse o nome dos meus Pobres e conhecesse a história de cada um deles .. ," Mas eu logo senti que elo conhecia casa a cas, e co nheciu os problemas de eadn Fnmllia, já estva estimulando cu. da Família e n Coruunidncle toda n enfrentar os problemas do ccd11 nm ... ''Ali mora o Bastião. Tem rinqueDLn e dois anos. Niio nrranjn mais emprego apesar de ter snúdc e ser forte. Mas Bas tfll.o ,e vira pra trazer comida prn farullia numero,;a. A,1ui '.!ID volta, bá três feiras; ele aprece nas tri:s e faz biscate, corregn peo... Vnltn Sempre com nlgo de comer para a esposa doente, puro a mãe, velhinha que mora com eles, e para uma filh, nbaudonndn pelo marido com três filhos menores. Naquele l:locnruho, com omn banda derrubada, moro Mãe Benta. Foi parteira durante quarenta e cinco noos. Hoje, está entravada e cega. Mos dá gosto ver como não falta nadn à Mile Benta. niio são ns mães ricas cujos filhos ela aparou nn horn de nAscer. ,ão 119 mães pobres que foram acudidos por ela na horn do parto.. ••Seis mãca pobreP, que moram neste Alto, se revezam e do pouco que têm nilo há perigo de esquecer Mãe Benta ... "Quando ela sai, com sna varinha de oega • e ela eonhe. ce te caminhos todos! - é um ronsolo Ter como é bom, como é bom ser bom ... •'Ali nnqu..Je mocambo dn oltüo mora D. Francsca, uma esposa sofrerlora. O marido chega bêbado pelo menos duas vezes por semona. Aí a ,·lzinltança n:io pode dormir com o barulho que ele fuz espaucando n mulher, e quase matando os filhos de tanto bater, .. " • E assim, meu Irmão Sacerdote que nasceu longe daqui. identificou.se de todo ~-0111 nosEa ~ente conhece sua paróquia palmo a palmo, pessoa por pessoa.. Digo. meio brincnudo e muito de verdade. que naquele Alto até os cachorros o conhecem e quando ele passa e eles la tem parece oté que o estão eira mando pelo nome ... • Como te entendo, meu Irmão. Tu te dás o todos: pobre ou rico, ninguem bate cm vão cm à tua porta. Mas como Cristo. vindo paru todos, foi morar com pescadores e não tinha sequer umu pedra onde reponsnr n cobt·ça, vir.~le morar com os pnbres mais pobres de tua Paróquia. Quando a água chega pela madru ada, tu a esperas, como tua gente a espera, E vai com tua lata apanhar tua água, como todo mundo faz no teu Alto. E niudn njudn a carregar uP latas das pessoas idosas e das renho ras grá v!dss. Já ouvi dizer quc fazes turlo por dcrnagogln. Demagogia que atravessa meses e dura anos! Compreendeste o~ TEMPOS NOVOS. E rnbes qne mais do que nuucn a boa nova, o EVANGELHO, tem que ser R~e gado com n VIDA, nntcs de sei; anunciado cem PALAVRAS. - E do J Impressos de alta Qualidade Em uma ou mais Cores » Notas Fiscais s Talões de Pedidos s Duplicatas •• Folhetos Boletins Cartazes Impressos de Grande Formato Circulares Diplomas Envelopes Timbrados Cartões de Visitas Convites de Casamento, Aniversarias. Padrão Rapidez Representantes: Porto Murtinho: de Qualidade Rua Duque de Caxias, S/N JARDIM: Correio Jardinense Tribuna Murtinhense • e Eficiência Bela Vista - MS. BONITO: Jornal de Bonito Antonio João: Jornal de Antonio João o 1 ,. -· ·- O CAMINIJO Brio Vi,tn - 1S. (História de Legaria) aundo é terra, pedras e folhngcm. Seus 1cntldo 8 Icvum-na ce gamente m direção aquilo de que necassita como nlimentn. Seu {1111co l111pulso 1ncontrolovel é o ll!)f'titr insucilivd. Além do•rn limitado nlcanco ~e consclênciu. oadu mni• parn n lu:.:urln eJ<istc Se por um breve lnstnnte pudé,oemos, por um milagre, nOI ~onrnmcor com a lugur1a e. dizer-lhe que cm din muito próximo ela criaria asas e voaria num mundo de luz e Iinrln, flores jamais voltando a +e arrastar nu tt'rro, ,ohrc 08 Pedro,, ,,ntrc ervas daninhas e ramo«dos, que além dessas coisas ncimu de sua n•bcçn hav10 11111 mundo co111plcta111cntc diferente. um uudo que Jam its havia visto, e que para esse mundo ela em breve tugrara como uma gloriosa crintura ulndn do utmo,frru prtior, poderemos_Imaginar qual eriaa observação da lugra! •· oce, ,l'•tao louc ,,! E➔.111 ob,crvu,iio nàu seria muito diferea- 1c du que furin n ruódiu drts pcsrnnH hoje c-m tlin. Eb continunrin •e ulimcntnodo. muntendo.sr absolutamente despreocupada, e totalmente alheia : mo:.:ulfi,·u transformaçao que a natureza platejara para proce,sur dentro de pouco tempo em sua vida se o hoem tives:e de nnuliiur n SIJU própria escala de consr1cnciu poderio surprc,·nclcr. se cm nela eni·ontr.ir ~runde pn· rufo e com a cala de con•clêncin du lurgurtu. Nosso univrerso parece vr uma incomensurável vastidão que • ., projctu 110 infinito sem fim. Todnviu, que há além des ta extensão de treva«, dessa infinidade de e,trclas. plo111·Lu8 e sistc111 H ,obr,,,? U111 uu1r11 1111111 fo. po-•ivclmeote uma outra di mentão na quul pos-amu•, np.), no;s.1 úlu,11a e final trun,iç,io de-te plano terreno, penetrar em algum estado có-mco magni fico que tenha eu complemento o muad inferior, com a l'ri salda da lagarta, e on le nós também nos transformaremos em cres superiores para receber as usas de uma cousei@aca intei rnm.-11tr nova num 111untlu que jumnis ousarno~ sonhar pudesse txtir? Ou enterraremos a cabeça nuas trevas de noiso univer .., 111ini1,tur .. c,11110 uu, u,·e,truz, nfirmnn!lo que isto é impossível sintplt:,mcntc µor que, como o lngnrtn cttja visão náo ,·ai além das ervas, não somos capazes de ver ulêm riu; edlrela-it O hom,•m nindn não atiugiu o ponto cm ,ua e,·oluçào cm que pos,a a[iriuar que conhece a respostas para todas ns col as. 3oment pode .er gu111do pela! coi,as pdo; quai& lhe tern ~ido po,,h-el • ., urir11Lar, O C6,mico, ele muitas maneiru,a, ma nif,sro o l?i • ~ssim como é 0111 cimo é em baixo", e por melo dessa lei, tenta dar ao homem iutro-pecça» em ,uas atividades, ouxilinoclo o oaem a compreender que se manifestam nas reglos mais ele. vadas também têm seu complemento nus regiões inferiores. A lnguta é completante incapaz de perceber que E'! truasfor. 11r..1rir cm l>"•rhnl.-ra .. 'ião nb,tttntc, ns duas ,uo u11111 ,6 st•pnrnda, npcnus pelo l'coôrnc110 que teve lugar na crissalida; todvia, u durnr:1o dt> viclt1 ,fo lnaart~ e clu borbol,•ta 3ama1s fot 1111.:rrum• pids, apenas modifiezdá. No houve morte apenas transição. Ris "º vemos u muni[.:, t •~·ão de u1uu granude lei. , lu.,arta ·~urur: como bel.:za aluda cio 111und11 FuperiO!'. Faria Deus menos lo homem, que é supostamente feito á ua própria imagem! Parece sto impossivel? E mais razoável acre ditarnos que o Cósmico,em sua consciência· coaceberia mw U plano de evolução uma lei de transforuwtção que mal8 se 8e melhe a umn milagre para a lagarta do que se supõe as quali dades Jivi11:.ts da imc,rralidadc? Tuh·e1. pos-utrto, v<.:r na cri_áliua du lagarta um símbolo de nosso próprio estado de transição no Cósmico. período de repouso entre encarnações, uma espécie ris+lda Cósmica em m estado inativo de consciência aguardandoa pruaneceruo° "";',, o Cósmico realza nu per;oualid.,d, .alma reencaraaeao cnqaa • _ us udancas necessárias para sua adaptação a um novo corpo A • • to de novuo coodiçõe• ambientes de modo qu,: e a um conjuni · . d d is- l; 4 Terra, uma vez mais, em esta!o ie cons Possa cls reorf ,,k'Eáó, na époá d ilia rap-iças. ciencia Ias [esenol '. • '· :q, a, ] d • • 1·d 1 1.1lmn teriu tran,cend." o toc:os os a~os qunn o :i per-ona 1 nt e- . • l • · 1 • ' ·lhanca da borboleta, emergiria de sua crr. t,;rren111, e a, :.i semr > 1 • Eb d. d ., ál 'd r. ! ,, A abrir as asns em " ono,:n t er u e em um S I a .Qsmlca para · " 1 ' f' mtm:lo de luz oléro das estrelas e do alcance ( e nossa mui 1. nita ., mundana ir.augiuação. · ri o d m Rosu cruz AMORC é uma publico. A re11<t11 a r e • d cl _ b' 1 d-. . 1 ída 11 sem• os~inantes d e•tU anLes, cont.en o çao tmestra 1stn iu . d b .·-nc·icF mi•ticismo cartes. Ela d • • o ,·ersan o FO re cse ' ' • versos artgus • , . l'd O ceoti'nll& de milhares de - é editada em seis idiomas e 1 ª P r pe,soas em todo o mundo. QUE É O E : Quanto apectos do Eu expressa a nossa personalidade! Hepre. ,cntam ns uosus diferenre• dhpo,lçõu 01110 herança nos gees de,de n• elc111ent11res luto• pela vida ntravl·R das eu•, ou é o uo.-n personnlidndc uru legado de 11mo outra exiMi-ucia·t Tem o Eu (o de.peito tio forma em que o percehamoH) um úoico u•pecto'! Ou é o Eu npenus a consciência que reage uos mai» protundos e sutis Impulsos psíquicos que provém de no••O imerior't Quul o Eu verdudl.!iro·t E ,•01110 porlcmos. clie~nr a conhtcê.lo'/ A Ordem i-<orn,·ruz é urn :.:rupu fruterndl, uào Eectt'.lri(), de homl'n~ e mulltac, d,·, otorlos á invP~tignçüo, estudo e apltn,ção pr.ítiru daR leis natruls e c,piri1uui@. , Ordem e:s.i-te em 80 paí;e~. 110• ,•itHJO coauncutcs, Utio cltludt: tlu mondo e IJo cidades do l:lrn. Ili!. f: conhecido intrrnncionulrntntc como AMOHC, ,f/!fu de Anti~.i o Mi-rica Orrlcm lioFa e Cru, i,. Seu prop6,ito é tornar +us membros capazes d.- , i, rr em lrnr. 111oain con1 n~ forças criorivaA e ...:onstrutivaa de Lnherr:o, t' u~,int olcançareru ::iuúd,·, Fclicidadf' tJ Paz. l'ura obter informações .-~crcva paro: Escriba Dijor Grnucle l.ojn do l:lrn.il-Amorc Cun:o Po-rnl • o7 80.000-Curitiba- Paran{t Com União Fica Mais Fácil Carlos ,A lber !o do Oliveira Gerência de Programas de Ação Comunitária (MOBRAL) o rio mingo u turrlc. •frpois da reza. algum moradores rlt uma vilu clrnmudu .luquem, csrnyam no vc>nda do Sr. Joaquim. bc·bcado um11 "pinguinhu" e convc:~nndo. Heclumuvam da• difi culda lcs, dos tempos difícl'iP. "Parece até que uiio rnle mai, u penu trabalhar no roça'', diziam ele;. • , cidade fira di•tantc, a c,;;tradn t'etá cheio de bura,·os quando chove é um aoleiro +ó. Quanru@ veze,i ÍJmos ,·endcr nossa produç:io na cidude e ficú vumos ntolndos. A:.:orn tem esse moço que v~m de enrniuh.io comprur a produção da :.:ente t: Vtnder o <jUC n gente precisa. ilns é CU!!rll<;ndo, ele paga pouc,, e nodc l'aro. Até parece que o nosso trabalho vale menos do que o do pc,wol da cid .de". Enquanto conversavam. chegou o Compadre Antõnio. que já morou no .loquem e há uns três aaos e mudou p "ª outro ,ítin. Foi uma fecitn u chcgndu do compadre • ele é muito que. rido por todos, pois é homem de boas idéia- e de muita fala abtda Ele quer logo saber clns no,·idades e quando LOIDn co nbccimenw du situai;ão, como,çu o contar u ,ua expet iêacia: Pois é compadre3, nós lá no Riacho Grande, eH:,vamos iguaizinhos aos senhores. Alguns até queriam vender suas terri- 11has e Ir embora para a cid ,dt:. lus, vejurn bem aqui velo me no, nós temos o arroz. o feijão, n mnnrlioca e as nossas cria ,;õi-,. A no,~a ,ituuçto na citlndt' scri1 beo, pior. Hoje em cliu, ,ptulqun t-robalho exige conLt:cimt.nLo e o nos,o co11ltccirt'cn10 é lidar com a t,•rrn. Aliás, o nosso saber é Liiu imvorlantc quanto o rnber do doutor.;:;,. n(H n:io plantarmo,, o qu:: "PéE,onl da cidade vni cc,wer? - Compadre. o quê o ocnhor e,L:i falando é bonito, ma, ainc!a não vi a solução paru 11• no,•11• problemas. - Calma. Compadn• l,;ptd. agora que c•LOU inicinnrlo. Entiio coweça,uu• uno, r.-unir ,. ,liscutir procurundo umu suida. Depois de muito di•nllir. ou, ir a opinião de todos, resolvemos fazer uma cxperi.'.:11cia. !'ló, mcHno; irlamos à fc:irn na cidade, pura vender os no,~os protlu10,. Combi11am1,;: um lugar c<-rtn. para nade t•Hlos traziam 11 ,nu prnd11ç:io, Aí é nnotado. dirt:itinbo, o que carln um Lrouxe para vender e, também, o que é Para ser comprado ,JU cidade, - Conq,adrc Antônio. cu acho qne •!~t<•u enteuclenclo, uns do para a cidade e! os outro, cont inalim t rabnllumclo nas .u:i;; roças. - Ino mesmo, Compadre Diogo. Cada seaana vão dois pura a cidurl,:, quando a produçiio é muito gr:inde levam an, meninos para ajudar, Olha, compadre,, nossn vaotagrrn foi muito gruudc. Primeiro conseguimos vender tu<lo e por um preço bem melhor, bero superior ao que o atravessador pagava. t.nrn. bém, conscgulmo, comprar o que neces;;itamos pllr uru preço rnuis barato, nos armazéns da ciilade. Comprando em grande quantidade o preço diminui. Por exemplo, comprando um suco do ac;úcar sai mais em Cllola do que comprar nos quilo&. .e rc d J. ) 1 - Páµinn 2 j 1 1 K3 spor )KK ' j / Futurologia Ufologia Arcovimatologla Ficção Clonlifica ! j Discos Voadores Alravês dos Tempos 1 i O Apocalipse, A Luz da Vimatologia 1 ! 1 - li Pnulu llufim l Já se pa-oram quase !o0o ano» quando o Arco. ! nauta hse a doo o Evangelista: As Coisus Que Breve Devem Acontecer... O Tempo Está Próximo... isto por. i que é muito diferente o tetapo do céu (cosmos) com o { lc111po du l,·rra rnlu11vo uo nosso Ano Solar. Os deuses 1 _1 urt·ur)jos ou urc·o11a111us, vindo, de ,li,111111cs µalr.xin,, ro. ! nheciam e conhece técnicas aero.dinâmicas que lhes 1 permite atravessar o espaço cósmteo cm v,•locidadca ! oup,•riores u êloo.ooo quilôrnclros por ec:::unrlo. ! A 11rndcr11u Pnrupaicolo:::in lt'lll pro,t•ururlo nrrovés i d<• co111plicados csrurlns lnboratorini•, 11 • xiF<.:n,·w de umu · f ' !. 0r~·n IHllall!<'. t' que ptovocu feutim,•ntJ, pnrnnormui, ou tetrasensoriais, j ltcliµiõci; e filosofias eFotfril'ns ela ludin. cnPinaml '· através dos V cnrtas ílivros sagrado,) l,á mais de lo.ooo unn• <JUc o ,·,p!ri10 humano é imorinl {' n:eoenranr.se e, que <Jllnnrlo não está h·cndo na roupagrru rln carne. . vi"c nn qunrin dirnens,i1o do Universo Paralelo, mundo ] do espírito o nosso habitat natural mesmo que no exis. $? tisem mundos corpóre0P corno u Terra, o iJundo do ~YA E,:pfrito existiria evidentemento. T APOCALIPSE - C..PITULU 1 11 9 - ''Eu, João que 111mbém rnu vosrn irmiio (cFpíri10 1 : cr.mo todos nós), e companheiro cm bmcn du verdade ! i t•,riiri1unl cl,1 r.:ino de O.:us. t'SlaVu nu illrn rhnmndn I i ' i Patuos por causnu do Evangelho d,· Jesus. (Doa no'a ! i que 11n1111ci:1 u i111or1ulidad" dn alma). CAPITULO 1 V ! 1 - "O11,l'i e eis que estava umn portu nbertn no céu Í e urou vuz Ide ulto folantes) disse:- sobe aqui e mos- i 1rur-tc-ci as coisas que devem acontecer, l_, • 2 - •'Eu Fubi e eutrd por nqueln porra e vi uma pes- i ,on sentnda llUm trono ou pofl rona." i ;l - ••O trono iluminado do qUt: esta,·a ,cn1ado tinha [:,:, muitas luzes <las core~ do. p<·dra de jaspe (vários mu tzes) e snrdiinicn (mn<riz entre o vermelho e o alnrna· jaclu) e o Arro Celes<e estava no redor do lronu e era l vr.rdc como n esm,raldn, ; A Vimntolngia explica a porta que ee nbre de uma i arc<>nuvc, um ufo, o Arco t,eleste verde ao redor do i truno, sionificn que João entram numa sula redonda no l interior de um objeto voador. Um objeto que esrnva ! parado nu nr, tnl <JUEII o que Eztquicl viro. nne mnr- , ! tr:! "CDS do Rio Cobur. (Cop. l Livro de Ezequ,c-1). ~ ~ ~ - '·Ao redor do trono havia vitr e quatro trono; « El sentados neles vinte e quatro anciãos vestidos de t }jé branco e com coroas sobre suas c_aheçns," . ~ }i Explica se a presença desses vinte e quatro anciàcs i como sêndo os_doze filhos de Israel e o· doze Apó+to- lo! de Jesus o Cristo para perp tunrem o seu crstuams- i à i mo iubem, imeio, Levi, Judá, Zabulom, Issacar,_Dan. ' !.! j:•· Gnde, Aser, Nuftnll, José e Ben1om1111: os doze falhos !,,. de J ~có (Israel) estavam ve5tldus de branco e ee apre, j i ~ent;rom com coroas como reis da dor.e tribos: Se apre, ! • • ,euturnoi como espíritos, usaram a ectoplasmia e logo i i seguida nas suas últimas encarnações como: Pedro, , • em - ., • • T é B 1 M i i 'Tiago, Joio, André. Filipe, om , arto omeu Mateus, l l. _:,_!. riog: Menor. Simão Judas irmão. da Tiago _e Judas o 1_~car1ntt". 5 _ ,, Dianlc do trono saiam relâmpagos (luze_que i dem e ap8 .,11m) vozes (dr silo folantes). e ardiam : : acen ' • r d í • d ' ; ·::::;, _:_.,,:. ::~íi!?ºde, lâmpadas simbo 1zan o 1 sete esp rllos dia ':':. Ex lfca-8e oa relâmpagos como. ~zes que accn • p vam de um painel c,lctromco, t•m <'nnstan• am e npoga • . • d'f d 1.•• ; : , ·mbio com os mais liferentes pontos Io coa- , ! te Jnterca • . te «c« } } j;zii@.ppg:cru.yez.2. PI l e ·Je-dais que de~dc 08 pr1mord1os da :,: de a.ne as " º • r· 'd d T ' • ·1· - terri'coln tem certa a 1m a e com a erra ,!. • c1Vl 1zaç.10 • . • • d ± i 1, • desnecessário dizer aqui, que lesses sete }i Pla;"; káj ãsscra, íisei@iiioi • que.faud- ' y reI" ,4 igrejas, hoje simbolizadas nas sete rcligioes. El + ram u ■e e • .... + OOC:J _ ....... ·-····- .. -·•···----·-·---···-··-·-··-·-··-· ---·-·-··--·-ª O CAMINHO Funtl•do cm 1/5/1975 PuhlicJlÍO mcnul ds Grafia e Editor Apa CG<.: MF: 03 ;0l.tbo 0('01-90 Redação e A,lminl,lroç;io: l!uo Duqu, ,1, -:'o,;.,. S;N Ucln Vista - MS. E,litor-lle,pon,.,,d: J'AJ.OO PEREIRA -----------~ HISTÓRIA DA LAGARTA Por Mele A. Allison, P. R. C. (Trnn;crito <la Rc,·is<n da Orrlt-111 flo,a Cruz - AMOHC) Ministérios da Vida em nosso próprio quintal As maiores his<órias de mistério de iodas as épocaF têm sido escritas pel,, müe. nnlureza 4ue. por razõt:S própria,, <ao deixaao no homem u descoba1a dus re.po,ta, que o Fati,f.ir,;am. Sir Ar<bur Conan Doyle escreveu certa ocasião que o lugar mais Feguro para R<' esr,rnder um tf'Sourn era coloca. lo :'I vista de iodo,. hro é evideutt:mente o que: u mãe-natureza fez ao ocultar o miotério da res,urrclçlo ou rt:nascimento ao corpo da humilde e pequrna lagarta. E. embora posrnu:o~ pe.quisur os estrdas e galáxias por todos os meios ao dispor da ciência, verificamos que as maiores leis míticas e princípio!> có,ruicud e-1iio oculto,; em nof.eo próprio qu!mal. Ali, à vista de todos tiio logo rnibam onde ob.;;ervar • de• seorola se um drama <ln vida, trnobiçiio e renascimen10. a míeta morfo,;e ·da tagar<u <'m borboleta, o ímbolo vivo da natureza mesmo para os mais cépticos, de que ndo há miorte, apenas uma trans!ç.ao de um es<ado de 1;x1stenc1a pura um plauu de cons,·iêncla 1T ai,; elevado. • _ ~oncentrndn no corpo _dn humilde lagarta há um poder arnda nao clescober10, um fenómeno de explicação impossível p_clo liomem, o poder do renasc1memo, ou reseurn,ição. Ou se ra que poderíamos dizer que a borboleta é, na verdade, a !a!l'!lr- ta rt:t:UCDraada? 0 Naturalmente, se estivermos buscando fenómeno espeta cufo.r que !e manifeste aubiLnmerite corno algum estranho epec tro que saísse de uma esteira de tempo qua-iri-rlimen-ional pré fabricado. af1rmundo que cst.av11 rt°'tornando de um mundo fan- 1a,ma,. poderc~os •ofrer desnpOnlamentos e dei:ilueõe!; porém, se stvermos interessados em fatos que upresentaru 'um fenô T0eno verdadeiro que mesmo as nos+as maiores mentes cientí ficas não podem _tentar explicar mesmo c;,m suas cquaçôr~ quodndhuem1onats e su1111 lcorias do quantu 1 o 9elllimento natural de unido com todas m; _e se posdau rmo• d b • • d d 1 • 8 ! coisas, po cremo• esco rt c01Fas ver a e ramentc ,urprcendc-nt d s esperamos encontrá las es on e meno, 4o observarmos a nossa pequena lagarta se arrastando entre as ervas, um conccitn novo de •eu "d - 1 · t.i:ncia se no, revela Eta , t f pa ruo tola de cxu• • en e om.: teaae ao ~ 1 í . e manifesta medo e cautela. . • º· ,a or e a0 r, p!lra arrastar-se para as erva:º c~1tar ªulllao humana estendida, w111s aeo ledoras que lb í re cem segurança alimenlo, Suas reações b. . _ e O e. • diferentes das do hon,cm Qu nt Bsleas nllo sao muito b ·d • ª 119 veu, temos fu id d d 5 con teci o para a 1egurança dos conee·, 1 b' g O O e • são famili<1rc,? 1 0 e amentes que no, Por um momento, imaginemo-nos no mundo da lagar• ta. Ela apenas tem con1ciência de eu 6 - íisicaa, de seu bem ou mal catar Se II prprias necessidades al poderia dificilmente ultrapaua~ uo enxerga. •eu alcance Tiau• 1 pouco, centimetro,, S,u O CAMINTTO ------- i.st (Ccn!ÍfluJ~Ao de "Com UnlJo Fle:a M,111 F4cll'') Corr.parlrc, c11 nclio que a coisa pode dar certo mesmo, dr,ilr que totfOH c-oupcrcnr e uutn [!: o probl1•111n rl.1 1•,1m1lu como é que os senhores resolveram! Ou a estrada la ja estava boa! - ()ut: 11uJ11, 1:ompadre 1lii:ucl! A esrrnrln J;, era umu burn qucirn so. E,colhcmo& 1rêo repre., 11to111cH pum íulnr con, o •c- 11lwr prefeito, unlcs rlc comcçnrnros levnr oa nrnnlimclllOb para a ftoirn. O prefeiw no, ,·xplicou (Is dificulrlnrles ,ln rnunirlpiu que, como sabemos, é de poucos recursos, mas disse que faria o pos ivel. Foi ui que urgiu a idéia de se fazer um mutirão, tudos ajudando os empregados da Hrefeitura no reparo da etradu. F,oi 1111111 h.-lel.n, ,·ornpadrc,! Em pouc·oB din~ u t'-trurlu estava prontinha e ninguém e sacrificou. Quem trabalhava de manhã na roça á turde ia para o mutirio, Outros faziam o con talo, Até ns mulheres e crianças participaram, elas cozinhavam e o8 meninos levavam a comida tu a genle. (.;ompudn:, não vão penar que nós estamos com mnnia de grandeza, mas abe, estamos uté pensando em comprar "'""" ferramentus pra facilitar o nosso trabalho, da que estamos ga nhau,ln 111,1is tll11lrt'lrn, colamo, cconor11izunt!o pura c·o111prnr um 11r ,do e um pulv,•rizador. Todos ,·ilo Cúrllrihuir e d,·poia, nn horu de usar a gente faz uma c-culu. Cada um tcrfi o seu dia para u-ar o material que é de todos. . E. Corrrp:idn, Antô11io, nós poderemos npMvcitur n cxpc· ri~ncia do Rcnhor e fucr o mc,mo UtJUi no .luqul'r11. l:do ntt·~u.10, Cun1pn,irc Zécn. Agora, é i111portu11te apro veitar o cxcm pio e u!{ir <lc ucorJo coru o ;:rupo. Em <'ada lugar u- coisu• porl,•m ser porccidus, mos nào ,ão i~nuis • caria um t,·rn a ua realidade. O grupo 6e reun!nrln e di,cutinJo é que encontrará o caminho para resolver os nus problemus. é im p,1r11111to quP todo, p<1rlit'ipcrn e dêcm Hlll opllliào. Uoa sorte, com uniiiu fic:1 moi; fácil vencer, os ,cnhorc• , ilo ver: LUZ l SOBRE o CHARCO Lui:r. Goulnrt ~íui1ns vezes ns pal.ivrns humurras fiio 10111nJus por divi nns, :í íorça de serem repetidas. As consnrões sociais e religio a rum e repetem muitas verdade relativas e ilusórias re Vl'~tid:1~ de vcr•Jude ... E assim os povos aprisionado .ª , ,trunhus interesses, são como que hipnotizados pela monotonia das rep tições Pois faz se necessário sustentar, ás vezes, fantasias... Não c-on,ém q~c o; homens se libertem. Pois nlndn ha muitos c,crn vucrutus ele idéius dominantes, Disse Plu tào que '•Vão snundo frases em loagns di;cur50S Cilm l 'U<OS de hrnuze que,_percuti dos, cont inunm ,our enquanto não se lhes encoste u m:oo. O tempos são chegaJos ... Os povos acorJam o sono das trevas da i!:nor,incia e reivind,cam o direito de pensar e annh ~ur us doutrina,; que há séculos, vinham sendo mui •. lll_lPº:~os 1 , ,, ·,t·is < cultu·a rompendo ao barragens das hm11oçoes, e n que a .... r , • .•• • • • - 1 b c-h. 11 nuu às escolas e ás Univer,IJade_s, os ,,_cos •· pobres, rancos e o+ retos. A verdade vai-se universalizando horizontalmente, ct,l;rindo tcoda u face da 1crra, Penetrando, como. clandude, em torlo• os rcrluio,. ela trouxe á luz do +ol os arquivos das cren d • ' ~ •. lon"u d11to vem sendo expoHaS como prrnclp1os 1 Ct' S C] l. , ti C t:- • ' • _ • ' • '" "" . ;;: Í • ... religiosos, A verdadeira Ciência, unida á força eterna do e. r n ': J'b • iuclo U"Orn vai lnvcst1"ondo: e:6 ftcnrn de pé o que to, .J·' 1 er1o,rcl•dc' -[.; não •cr-io e•t~s os sinois claros, pntent<·s e<ll ver 110 YC •• • ' • • • f I C 1 • 1 . d Cristo que - pelos lábios de Jesus assim a uu: o. cuvota o , l'b 'I" uhec.rcis a verdade e a verdade vos 1 <'rlnra. d A bum:rnidnJe comrçou u peosnr e o pcm~ment<> a 1 • • 1 d á unido ao peo•amenlO - como ener;:;ra total do CO t'll'lt ti t: t.'t '- " .. L' ui, cr o! • • • - f 1 "d J F-rnmo· habirnndos n lamcoror ae: tnJUst1~a• e ns u s1 nc es d .. _ . cc 111 tru os fr;ico:i dcscn<o do,; ricos pelos pobres. dos po "' o,os • • • d , 1 M d a . . los dnt!ntes, dos felizes pt!los es.;raça, os... us, um dos ao> ", 4 e disso nus nlt·"rlltnos: hurnaolchde_ acorda coisa estamos eri +s r' ·h d. .:. t " ,·dade ji começa a iluminar os c rnrco, ::i~ mentiras. e o sa dI ver Pariir Só Sem re se está partindo, não apenas por ir ou para ser lcrnbrodo; s~mpre se vai, lcvu,se de bagagem uma mula de co- quem sabe. fr • hos ragew, Olha-se 30 poente e umNpoF 1 so :1 rente_ vc-ee novo or. , com" IJ a <'air. 1 1 0 1onzau1e ve-se um muro, o zonte. A cbu,_a tlbo e bnte e rebate na sombra ela mente. Aí u,uro é um cop I q olid·io unrrú,tin tristezuF. Turno a olbor cl 0 n vcuU> •· or " ' ' "' ' • f f tu o pai, tes me via obscuro, mus agora rue vc•Jo uce a ace uo eepdlrn qu<:: a' ,ua a cair mais fort.: ucrora e a chuva canta buvo con .m • • "' • d 1 • 1 c . t· 0 vt'liio <·ou.tum: voltar nao 1nr e r emars fito e agrganf, ·d .: uni pni "r' pelos caminhos e os covar cs nunca partiram pois os fracos morr"._ça do 6uturo. nem a au~êncil do poun· o «ou TZ e miubada do partir, do partir, ;,6: o d S o pre-ente, 1 • • é • r· 't 6 • o. ou . e!.. ara seu interior que 10 101 o e s G.l!lm caminho vai iretu p 1 11 , 3i seni!r pri·•ença de ,ori'- mesmo em voc,·,e 1udo ,i• lrao, formará cm pJz ,. uJ111lr. Ildlrrn. ale a J>t'na. Gil-011 Cuv:uti/ DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÁ O - 16/10/1981 Celebremos o Dia Mundial da Alimentação todos o anos ma todo mundo, ate que todo• OJt 1liru de toJot 01 nos Meam dias de alimentado para todos em toc:lu o muuJo. io dia 1iJ rle Outubro úliirno o munrlo l'clehrou o pri meiro Dia Mundial da Alenta4o, in-tituido pela Cunf.-r[,ncia d,e 1979 d Organização de Alimentação e Agricultura das aço Linidas, Obj·tvou esta promoção de âmbito planetário despertar u atenção do público para a natureza e a dimensões do pro bl.-ma ul,rncntnr 1111111cllul e fomentar a H,litlurlet;ode na,·wnol e intcruu..:,01wl na luln rorr1ra u fome, n ,ubnulr11,úo P "pohr.-za. J'ruticu,nenlc rodo. os pnhes c~:ehror&ro ,, l,ia .1luudiol da Alimetacão com diverras atividades ,. inidati,a•. E,ta~ Co memorações não se centraram obrigatoriamente no dia 16 fie outubro . que funeionou como centro de gravidade de toda uu cadeia de tidades.mas e expalharam por todo o uno rle 1981. Ucscl.: janeiro 'Í:111 ,t: rcali:r..1odu promoções de ,úrio• tipo•, <lenlro do mareo do Dia Mundial da ,limentnçiio, como ewi• sõ.:s de selos e mcwrl.,s, erlições de suph,rnentos eep~ciois de jornais e material infonnuti, o ,·u_riadu. coacurrn_i;_ e pro, o_, esco Jare6, pronunciume111os de _nuton_dacles ,e r_euawe- téc!'rca,. _E 0111ru, prumoçcie, c•J:io prel•tn, 0111du ate o f,m do ano. :o Hrnnl, por exct11plo. curnpriu-b<" e hegut em nndamento. uzna. progra .. muc;ào tle eYcntos tJUe inclui, expoeiçôes foto!!ráf1ca,. me.os n: donda,, opre,cntoç:10 de [rimes rnbre ºl!ricultura e oliw.-otnção e campanha• de ruo1ivoçào pupular !ltruvt'.:~ da inrpren•o, do rádio e da tt:lc, i-:io. , totalicluclc doM naÇÜt!S rnbernaas que integram a FAO, ao instituir esta nova data do calendário ofteial int,•rondooal, fizcrilnr·nn coincidir co111 o 1rnn,curso do anher,:írio dl' funda ç:io du Or,.,111,z11ç5o de Alimrnrnção f) Ae:ricul1uru daa i'iações Unida". C;nstituidu ufici:.rl111t•11t1· cru Quebee, l'.acadá, a 16 de outubro de IA45, por 4:2 Nações-entre elas o Brasil a FAO con lU lroje com H? pu(~e. em seu quadro, No !:i1stema das Nuçoes Unidas corresponde 11 }'AO a ru,pomahilidade de forll;ulur e execuar projetos de assistência técnica no setor da agricultura. da pecuária, das florestas e da peca nuos paises em desenvolvi, mcnto. Lumpri I u FAO em 19.:>::1 sua prrmerra décdc1o, e dela diziu P. Lum:irtinr, Yutes. ,i,u priuripd bistoriMlor; "!'ía medi da em que o, p!'ssou, st: lancem resolntameotc e lutar é próprio ria nn1urezn lrumun.i no sentido de aumentOr as riquezas da terra, de bu,cJr uo,·us e maiores oportunidadl'!< paro os mcuos favorecidos e de encontrar parlicipa,õt:s mais jmtus eulre ns naçõt>S, podemos e,l!lr ,eguroE qué um org,n_i.rno como a F , O, coru tucto quanto representa a todos os sernços que propor ciona será cuda vez mais necessaría". ' A FAO, a primeira entidaclr internacional a ser criada logo após o término du ::ieguada Guerra Mundial, é u maior anência iatcrn.1c1oaal do Sistema dss ..a~õc~ Uaida•, o uma semana mais antiga do que a própria OU. o Brasil trabalham atualmente, quase meia centena de especialistas Internacionais dr.sta Organização, di,iribn,dos por 17 diferentes projetos e es crttórios cn, !i uuidad&s da Fedcraç,,o. .., .. l O Mundo Pouco Conhecido Quão vasto é o mundo cm que vivemoi! Ele está li mi tudo pelos nossos ciaco sentiJoR reccptnres. Tudo que sabemos ela realidade nos vem u1ruvés desses cinco cuuais. !,e perdermos ou enfraque cermo, uma ou mais dessas faculdades seusoriai;, o nosrn mundo exterior se estreitrá Qu.,I. p0rém. a realidade, a exiFtência m:iis plena, que cssá uléru d:.: 11 ,. - .- cinco senudc>s'! l'os!'.uimns oolrns faculJades. pnrcinlmeute <l,•-:) -rtas, que nos propiciam um via lumbre ocasioGal de uma , ,. lidadc mais importante. Podemos desenvolver essas faculdade- para alcançar perctlpçào de uma existência mais eompleta, uqui agora. , Ordem Hoencruz é um grupo frnt.:rnal, não s'!Ctário, de ho Ínen; e mulheres d.:,,otados à investigação, estudo e npliooÇliu prática das leis natorlÜo e espiritua:., A Ordem em ?O paí,es. nos cinco continentes, 860 cidades do mundo e 130 cidades do Brasil f; conheci ria interoac;onalmente como .-'MORO. eigla rle Antiga e Mística Ordem losae Cruci. Seu propó,ito é tornar seus mew bros capazes de vier em har. monia com us forças criativaa e construtiYaS do niYer,o, e ussim alcnnçurem Snúde, Fclicidnde e Paz. Para obter inforruuções escreva para: ESCRIBA DIJOR GR..NDE LOJA DO BRASIL-Mi:IORC - CAIXA POSTAL 37 80.000-C URlTIBA-P .ARANA 1 Bua Pe.tlro Alvm~;; Cubro!, -t93 - Hoai1 PREFEITUR MUNICIPAL DE RELI YISTI PortarJa crt.o 138/81 Em 7 do Novembro de 1.94 Dr. Lly <to A.mujo ílarbo11a prefelto Mutclpal da Bela v+' &its4o 4e Maio Grosso a '{ usando das atribuições que lhes ti eonferldu por Lel: 1o RESOLVE.» :brlrt Inquorlto Admlnlstrotl para apurar o fato da oao» em que elo envolvidos os funelo • MS ndrlo. Andh Carvalho aln,, [4- clo a ed&e de l!otllH e rau t!.u Cardoso da IIlv, entre quelr apresontzdu J)olo f nolo!lblo fl!Jer-nllo Porelru B mbll. O U M P tt A - B E: Bela Vlate• 1,, 7 de More bro do 1.981 Dr. Ely de Arnujo J3.ar esn Prefeito MHlelpal Lei n.e 723/81 de18.11.81 "Dlflpõo sobro a compre do um Terreno Urbano neta CIdde." A CO.m11ra Muntclpnl 11A B.ila Vfat.11, 8Rtado do M,110 Grottao elo Boi, promulga Eu, Dr. Ely do lrnc Jo Barbooa,- ProfoUo .Muuiclpal, 6611 oloDO 1i1 soanlntl' Lei: A rtlgo 1.o) • F"Joa o Podor B xeoutlo uutorlzado a adquirir O Loto à~ 'l'erreno Urbauo n.o (H, Quadro n.o 19, ôetov n.o 01, da ROB 'Cutabll polo valor de Cr$: 600.U00,00 (Sets. OllíltOfl Sal! Cruzeiros), rteatlnado o oxpanllfio ela garagom dn Ptofoltura: Artigo 2.o) • Para nqslslqfio ,ro i:eri'eno const~nto no AvUgo 1.o, flen o Prefeito auto~lzado a n!llh:ar recursos orçameaMrtou e oxtra or çnmootflrloo. Mtlgo S.o) • Ilsta Lol onbard em vigoz na dutu de eua pnblla11çlo. Artigo 4.o) • Revoganse as dlspooIQõeH em contrlrlo. Ely de Araujo Barboou Prefeito Munlelpal lir::1 1!) de Noveol)ro 1.981 Afenso Dllon Nunes Leito. Prt' sldente da Câmara Munolpal de Be la Vista, 8etado dt Mo.to Orose10 do 8nl, no uso oe snns atribuições Le gata: R&SOLV Coneder fézlas'regulamentares Crdiologiste e ELETROCARDIOGRA Cieloergmttia (dr» de Fforg E!tu (Cm«r d, C, ek-up e E»doer d Hua Hui M rbor no l l : oa.- !lfl 1,1 , 1•: ••t:!',,, mwpo Gr ,1, - :, ,. , " f! portaria n-o 04/81 à fan<?lonO.:! Nalr de So 1 L J)fl • l'( ferent • ao pl ri do do 80/81, a oon to:- do <J!a '.!IUl 81 a 23.12.81. CU PRA-S Dela Vista• S.. Hl do ~ov Wl bro de 1981 Afonso Dllon Nt:rnee Leito Presldente CM1 Empreendimenkls Imobiliários Ltde. Oonsn'uç&o CivJl, Obras de arte, Pavteta9o, FADre de artefatos de eimf3nto, Terrn~lenagem, Déamatamento, Areia c.'.l Pedra Construçi'.lo de Aeroportos. Açudes, -~ beMnras de Estra-das José Colderan - Aparecido A. StLvc - Paulo Cafdaran DfRETORES - CHEIA 2~'ll8lõ:o 11. Rwt. Felicio Tarohay 824 • e,.. Post:il, 37-IJ Fonrs: -2885 • 22-590 • 22-5089 • 22-5109 Becritôrio em Bela Vista Inser. 56120.42848 • .4 B7909/0001-40 - C-EP 19100 • Presiitento Pl·odentc SP nua Antonlo Joilo, lOJI Ivan ãonso da Costa I-Icuques ... -..- . - Advogado - Causao Civeis e Criminais• Inv~n:srJos, Desquites, Divórcios o Lcgalizoçno de Terras. Escritório: Rm: Antonfo Maria Coolho. 428-h)ne 210 HesiÚnei:i: flua Cuiabá, 468 Bela Vista - ií.S fsritório de vocacia Sergio Roberto Perondi • CAUSAS • CÍVEIS DIRElTO AGRÁRIO INVENTÁ- RIOS F.SCRITÓRJO Praça Alvaro Mascarenhas Belo Vista. MS tf C'Dm.0 Na "Ferram}s" Telhas. Laj:otas FE-RRAMIS Rua Ma.1-ocJznl l1allet 10~ Aqu1dauan.a Neste Més a FERRAI? stí concedendo um Desconto de 15% em todos o Matertl de Oonatruçílo voce eu.contra tudo ]l[lUl srui. c. .ruço, Co!oruai.s, Tintas. Aznlej.os. Cincn.to, Cõl, O Jeitinho Am': de Constrair 1 'elefon.e!:l: 16:39 e 1000 Mato Gffi=S!J do 8nJ Cine São José Agoxci com nova direção Os nlttmos 1aDçamentoo dos pi-lnclpai.s produtores Nnolonals e lr.teinaolonats Anexo: Bar e Sorveterio Bossa Bela Vista Novo Hotel e Churrascaria Caflaã de Paclf.i'Co Salta A a 1 menLo com Ar Condicioundo • Gelodeira • Tclevisllo a Gores• Quuto • Restauranle P r n e Churr:iscario oom A1e11dimento Pcrsonu!i:z:ado • Ii:stncio.iamento Pr!vat,vo Guio Turfimco hospedo•f,e ov Hotel €a.nal, um_ do, mdho_ros do interior €LASSE "A" . Oategol'lll l11terouc1onal Pirad Rebuá, lí296 Bot1:Uo Agora íicou mais f~cil construir a sua ca:a - MAT:Sul envi:i o convite: Venha convor,ar cono9co. T.:mos tudo p:mi cona!Tuções. Comuna ou Reforme Com Economia Preço, Paradoe - Prazos Ampliados C oudiçõe, Especiuis - venha cono~L'O ... Constru:-. a Sua Oo9a . . . Vüii-e Ifoa Pedro ,'1.mm,, Cobro!. -,95 - Bonito • :lA'l'SBL 1 Q Etholuee o Hoglaaonto Itere da dhmna M u n f c l p ! . () Pret'ente da !Arara mun! e'pal de Hl VI»ta Esta4o d M Ia r, .h,,r m11 1 a 1'.dlll<lat.lfl, or:i A"- l!o Pie nu I, provou e L'U pwmulg-o r. rw utnte reolugo legtlutlvu: Oborvago. Aprovudo por uns nlmlllado om prlm0IN1 Jloou',?do o vot,1çJ'It). Em 20/10/81 F/r1O 1 DA C, 1All1 •.'tJl');ICIP!l, Onnftolo 1 Dlif3 [,'tJ~Çõim f)A oA J llA A.tUD A Ollmavu Mtmlolpul oom posta de... Vurodores, é o órg!o do Poder Leglslutlvo locl, exercendo funçõon l< 1f?lül11tlvBR espPcJflou1,, do fhi ullzaono Ununcolru e c'.lo controlo l'X terno <lo Exôoull'O, desemp<rnhrrndo ainda uu utrlbul('l'ie11 qut1 lhe t>fio pró prlao utluontes tl gestilo doi- ammntoB do fl□u eooll-Omlu lntornu. Al't. an Aíl funoõoa loglslafJvafi du CClrnara ,.1unlolpal consistem na 0- laboruçllo <lo Joia, decretos )(lffl@latl voo o resoluçõos sobre quulsquer mn télla!! do compernacm do Munloiplo. A.llt Sll As fuooõoa de flsooHzCl çfio financeira consistem no acou.pa nhllmcnto das ativldude:i rinuncerns do Munlolplo deseevolvlcht8 pelo l!:xe cutlvo ou pela próprio C~mura e no julgamento daa ooutns do Prefeito, ln tr.gradaa estas daquelatl da pr6pr!a Gilmnra sorn~ire meclfunt@ o :rnxlllo d-0 Trtbunul {lo Coatas do BJg~atlo (oo ôr!}tlo oqulva!on1o). Âilt. <lº .Ao funoõos õe ecntrolo extono da OOmero Lmplloum a vlgl !findla dos negócios do Executivo cm geral, sob os7prismns da oonsUtuclo nulidade, da legulldude e du ética po lítloo-ncfmf!ll8tratlva. uom u toruadu das mxedldan sanatórtas que se flze rem nrceHi:l'lrlaQ. ; rt. 5º .- g;. stilo dos assunto8 de Nionomla iotnn.i da Câmara ren lizo-se atrav~il da àlscipllna i-eglmen tal de suas utividades e e.la estrutmu ç.:!o e odmlu!straÇ)ão Ja seui:; servlços auxiliares. 0.ipttulo U DA SEDE DA 0ÀJARA Art. 6.o A G'âmarn l.lunlt!ipr.l tem suu r.ede no prédio o.o 924 dn R,ua Corouel Dias no DIRtrHo. sede d'o Muruc1plo. Art. 7.0 No recinto àe reuniões do Plflnárlo..,não podarão ser afixa dos gll3fsguev slrnbolos, quadros, fnixue, carl3,zes on fotograflss quo pliquem pvpagada polft&sa-psr tl ll111:::, 1~oc;,l6[flcc, roltglcrm OCT de 0ulo pzmoloal do pessoas !as ou oo eofl~ades tle qualquer navure 26. Parág1'81o -0.nleo: O disposto neste artigo não se aplica à colo onoão de brasão ou bendotra dt1 Naglo, do Esf:::do ou do Mnn!cfpro, na forma da legisln9üo epltoóvel, e bem essllil de obra artístios que vise prv servne a momórtn de vulto ern!ncrnto ds histórlt> (lo Pais, do Estado, oD do filll-rnlrup!o. Ai'b. 8.o Sómente _pol dalibllDa· cão d0 I?lenárlo e quaedo o tnterao se pnbl!eo o e-ruglF tnrfJ. !1.0. XUI) podarll o r cinto do FSB.nlõea d Câmara ser utillzado p.ur..i. fins es traohos à sua flr.rnttdaàe. upHulo J1I DA INSTALAÇÃO DA CARA Art .9.o A Câ□r,re. Municipal instalar-se-é, em sessão especial, ãs ... bo.vas de dia provi to pela Loi de Organiza(}ilo t1an!olpal como de ifeio da log!sltura, quando será prostdlE'.!a pelo Veree.dnr m11is idoso eo~re os presenbes e. cnso egsa con di 9 ão seja comum a m<'JR de I (urn) Projeto de Resolução nº Vereador presldl la-Á o mais vota/o duntr llJeti Parégwfo úr:.'co. A l11Rl l:t,,.l'l.e li osá adlda pnr: o dia reguinte, e a ui uce@lvnm ·nte, o à sessão que lho oort", llf)Ortrlor ni1o houvol' o corJ p reo!manto de pe!o menos } (lré } Ver adores o, so essa situuçás per fstlr uté o ultimo ctt do prazo CJtll! se rrõfor.- o 11rt. 11, a prtlr deste n Instalação será presumida p!:!rl1 todo!l oo Oft'!loi; lqplR. Art. 10. Os Veredores, mutul doll do re!lp0cUvo :ctlplomu, tnmur:io posr,o nu At'fi ·ilo ào lt:stnlnçáo, po runte o l'r03ldent.o prov1fório u quo o rfere o art. 9.0, o que será objeto do termo Iuvrado em I!vro próprio por Vozeador Secretário ud boc lw'1cndo pn1· aquele, upóu hu verem t dos m:rnlfestudt>, unlt>oonu mcnto, compromisso, qlJli Rera. lido pelo rurü?J jovem dentro olcs, o quDl coue~tlrá □n seguinte fórmula: Prometo l'XCrcor, com dfgndu dndo o düd1cuçlio, o mandato popolur quo me foi conffndo. observando a <lom,t ulç.1o o as lots do Pais e trn balhundo pelo cngruntlcclmento ~o Munteiplo de Bela Vista MS, e paru bem geral de seus lwbltantefl. ~ 12 ImcdletuC'.lente npós n p.os se, os VcroadürCtJ apresentarão decln. raçüo csuritn de bens, que oa treuo OIJovorá na utu da sassáo do lnst>aln 0110 ou on dnqual3 em quo se empoa ll!lV o Verosdor rctnrdatsrio (urt. 11). $ 2 Cumprtdo o disposto no § 1°, o 8rosldonte provisório fooultn r-á a palavra. por 5 (cioco) rnloutos u cada um dos Vereadores indtcudos pel respectiva bnuolida e quuli,quer autoridades pi'esentes que desejarem manifestar-se. § 3(1 SE1g-t1it'-se-á às oruçõee a eleição du Mesa (urt. 14) nu qual sb m0uto poderüo votar ou ser votados os Voroadoros em pus!.:ia dos. Art li.º O Vereador que nüo se em posrnr no prazo prevlsto pel!! Lei da 01 gunlzeçúo :.1unicipal, e ne estu for omlssn, üontro de ló (quln z2) dias após a sessão de instalago não mu!i- poderá. faze-lo uplictwtlo se-lhe o dlRposto no art. 82. § 1º O Vereador que se empos sar nu forma deste artlgo prestará compromi:::so indlviclualmeute, utili zndct u fórmula <lo urt. 10. § 2.o O Vereador que se en coJtrnr em simnçilo iocompotivel com o Gxercicto do maudato não po der empossar-so sem prévia compro 1 vaoa0 da dos1no0mpatlbllíz:içflo, o que se dará, impretorivclmonto, ao prazo a que se rnhre ast é o.rtigo, se outl'o não for indiearlo pela Lei de ÜP~rnlz'.içüo Municlpal. 'l'lTULO II DOS ÓRGÃOS DA CA.MARA MlJNIOIPi--L Capítulo I 1 IM. l:íESA ~à CAMARA Seçào I Da Formaçuo Da Mesa e Suas 1 odHicações Avt. 12. A :Yfosa do. CâITJtua 3ompôs-oe ó0n CMgC6 de Prestderne ! vica-Pre:;làoate e Secretário, aum mandato de 2. (doiG) uGoa. corronpou dando à primeira parte da Legislatura § único. Huver~ am suplen te de seorotá?io, que somente se con s!!:<erará !N-egrante ela Mesa. quaudo en efetivo ex.e?cício. Art. 13. Findos os rnandatoR d,.es meobro_ du Mesa, proceden-se-6. à renovação desta pura os 2 (dois) j a.nos aub .. «quc,n~eg, ou eegunào. pa:: 1 e da leglt?le.~u ·::i. . Art. 14. Sn.lvo disposição em Resolução 12/81 - 0otrárlo d Lel d Orulzç!lo Yfu lelpul, elolg4o dor membros d N, I' hr·U'-tt. J)!'( !i'ilh: li tll .. Í rl& - bsolu! do Ver dore 11, nc. 11N1sr-,:, da lodel cio dil ltgh-lntura, pôr t.l 1 11lorta ! m n l s , asreurando-so o di r e t o d voto Inclustve os candidato cu gos na M&r.!l e utlllzrrndo ec µ .... rii votnq"o c~ául H únlcaíl de pr.p l. dl tIlo!rafadas oa impressns, as quis c;crflo re<Jolblclas em umu urna quo ciroular/i p{)JO Plenário atravl'.'a do pr funrlon:'irlo da Onsu exprt•tiMmcnte eri., ,, designado. do+ » Prgrnfo Unleo, A vtalo mos far-e·á pela chamadn, em ordem a! qu fabl'!fon, dos nomes dos Vereadores l!ou 4 polo Pro:;ldenlo t'm exerc:clfl. o qar.l Pote!to s A rumn procedorú ! con~urrom áos voto!i o e de rep. "· - u ... , to, Ce li procl.amação doo oh:ltos. e.-Pref!to o • da C4 l ..rl. 15, A elolção para a rn<lo r.L vnoilo da Mesa (art. 1) realizar-sou nu última serrnfio ordlaarla dn prlruot ra prte da lollatnra, apllaando 6o o disposto no nrt. 14 a se'tl pI1rttgra fo único. Jrt. 16. Pura as '(-'Jelções a qao oe rofere o art. 14, obsepvar s~ &, qunnto a inelagib!Hliade, o quo dl~ puser a l·egh,laciio, podendo concor rer quaisquer Vereadores titulares, r.iuda que tenham part2tpudo da e flU da lPglslnturu precedente; pura B!l elolçõt>s u que se refere o art. 15, é prolDida a realetcl!io pnra um mesrao cargo no Mesa. Art. 17. O supler.trn de Varon dor oonvoeado eó□crnto l')odora sor eleito pnrn cargo do Mesa quando núo boja possível preenchê-lo da ou tro modo. Art. 18. Na hlpóte&e da im~a lação prosurntào da Câmaro n quo se reforo o parágrafo úntco do art. g•, o único Vereador presen~ sera:c(rn sid-erndo P.mpoesado ,1utomaticamen te e a.ssumtrá n Pre:-; lênetd da Gà mnra, com todas as J' errogativas lo r.ai&, cumprindo-lhe proceder em aon formidade com o disposto nos arta. 83 e 85 e marcar 11 ele!cão para o proeuohimento dos divers~s cargos da Mo8a. Rrt. 19. Em caso de empato nas eleições para membro de Meca, proceder-se- a tlegundo esc:mtfolo pnrn. desempate e, se o empate pen slstil', a terceiro escrutínio, apó6 o qual, se atodu não tiver haviào doYi nlção, o concorrente m1:1is vote.do nas eleições municipais será p;.·oela mo.do vencedbr. Art. 20. Os Vereadorea eleit'Ds para a Mesa ser:io cmpoFsados, mediante termo lavrado pelo ScC'retário cm exerc!cio. na sesslío cm que F' ,talizar r~ua eleição e en. trarão imediatamente em o:erddo. Art. 1.H. Somente !>e modificará n composição permnnente da Me:n oeorceodo vaga do cargo ele P.-asidente ou de Viec Fresidentc. Parágrafo único. ·se a "ª"ª Ior do cargo dr Sccrerário, ,,-su.mi-lo-á ~ re.pecti vr. suplente (art. 12, p:irágrafo énieo). ArL J?t. Ooasiderar-se-á vago qualquer cargo da Mesa, qu:rndo: l --:- extinguir-se u mandato "poli!co do respccu ro ocupante, ou se este o perder; 11.I - li.:cucinr.se o membro da 'hles:l d_o mandato cl • V arendor por _prazo supe rior a l?0 cer to e vinte) ooas: , 111 - l• rnver renuuc-i-0 do cur[!O ela Mesa pelo SOi! t'itu la!' com aceil!lçiiÕ do Plenlírin: IV• for o Vereador destituído tla ll.l:oEa per ded.são do Plenú-io. Art. li:3. A renunciu pelo Vereudor ao cargo que ocupa nu Mesa será feita me dinn.te Jns1 iftcaç_ão escrito. aoresentad!:l ao Plenário, que u uceitará ou não. . • Ar . 24. A destituição de membro efetivo da Mt'sa somente poderá ocorrer q_un,do comprovadamente desidoso, inef ciente ou q_unndo tenha se prevalecido do cargo p:irn iins llícir:os, dependendo de deli. heraçüo do Plenfirio pel'.l voto de '2/8 (doi. terços) dos V tirendorea, acolhendo represen 1 t e n I! r0por as resoluções soe slrs ds tau9s fczt@ sena, {{ Pref{to aos V; adore, Ir Iabrr prp+a orçaman tàia da amura use oluflu si çsmento co 'uafeip!o. v re str e Dei da A mcn, ju ,tÔ é:.o;; P,,e,na d Un!no e do E.tc. rl orn!zur cronograma de da 6embolse das dotaçõzs d CAare ra enladaen{e ao tep.as trltra] d.J.:.: '.,],•, ..:-·· pt<l<, hxc.: tlvo. vi roecder d vigio Te souaria d. Pefettur± e llo de ca!xu ex!tente aa CAn Ira 4o !hrnl do 0tdt1 ·-xv:· íob. VI!! nv!zr ao Exeutlro, - pocu própria. as ontss do Legllati va do cxeito prece1ente, para s u Incocrução as cotas do ia! cipio. IJ~ ::. 0ecdcí :'.. ro<Lç:'.:o fln!.!l·'.tas resoluçõé da@tas !sg!z}:!rs. ::_l.bsrsz sobro conscsf do ses6e ·xtsad!:ázl de CAma ru. D:. Fei.cs 1 Rua An-,on'o .. .. _________________________ _, Júlio Cése.r Gonçalves PoP unnnlmldntle em itua úm mn rounllo, o Consolho de Po![!Ia Boonllmlou o Oooiul !'.ln Oonforlnraçllo l:íoolouol élu Iadóstrla oonululu qno a ~olltlon rnbirlal. uliunlmclllt11 om vlg<>r uDo a-ovo sor a?toradn. I} o m!nlstro r;1arllo l1aoedo ncnbou, usslm, rr,rntmn do am po'1ePotw aHodu paro umn tê 80 que ole vem sondo obrlgado n rlo fender quaao Que oozlolw: n do qoo 8 lol oaln.tttul nllci é lnflo.oloal'l.nn nem reocaslva e mnlto menos desemprega doro. As preasões pBra que s0ja • ,e li.is t rt r . Labo11eiro-t.io -de Anó lisos CLiícas São Lacas Lt:. • M:intomos oonw!nio ~cç,;u: li'-,'il'l!PS llanco <lo füasil, Fusm,, Früfriill Exames: Bioquinica, Eziuna, ·Cultura, 1ntibioquim"ic11, Ih!m:iClTTutµh. Sec.re~es, Baclcrioloi;i:i. lmuuôhtgln_ Parn<11to1ogin Dr. Jntonio .Br;JUlio de Burros CRF/20 • 269/77 Rua Guiu LQlóOS, ,026 - fono .247 Bela 'Vista MS foHa umu rovlsüo acsau pol!tlco tf!ru o9efdo nos últimos tempos. II) Cl P'o ch,r•,ç/lo dt1R ludfü•trluo ~. Silo Puulo a Fie,-,,, oncnbeça o rnovlmonto oon trtalo u. lc1Jlfllt1QtO ntunl o quo tom, no govvruo, ul1;u11G ulla4os boolanto poct(.'ro~os. como o mlolnt.:o Dellim Ne to, do PluooJumonlo, O quo os oposltoroo da lel quo rorn nllo é o Um dn semestrulh1n~ li stm indlces meuoreo do reojustoi.. 'nts do que isso, eles desojum acu bor com 10%/ sobre o INPC que bcue 1 fld11rn oo ::is1rnlarludo0 que rruahom ,ontro 1 e 3 mfnfmos, sob a alo~ctlo ao que tul indico ó e:xlremamontc G· noroi;o na folha do pagamentos dn0 ompresas. Um argumento incapaz do roslollv n roalldodo dos númoroa: cm bom 67% dos nosolarlado~ esanhc□ até 3 mínimos, eles particlpgm com upaoos 30,5% do totul de ealtirtos pa gos pelas empresas. Os 10% além ào INPC repre tl<>nt::irn, no final, um :rnmento real de c2rca ,to 7% nos ordenndos de car5ll trabullrndor, onoram-no om 2'íb apc oafl a jolhu d,a,- empresas. Em sinto se, o 1-1rgurnento ut!llzodo não díspõc du menor base lógica. Quer se mudar a lei porQue quer se mudt1r a lei. E_com Isso llqul dar com u□dos pouco~ ina~.rnr:aentloa quo t>enefloloram os trabalhadoroo oo bulxn renda nos últimos anos, - JnPandi do Amaral Lopes - ·' . . QuuUdad.o, o .Bom Gosto e v. Exclusividade" Pães .- •.illscoi~s - BelochnR - í".lnnfeitul'la 1 "Atend~mos -enoomendo.s paro o.;:iversàrios .e Casamentos'' Bua XV de .Novembro 399 =-::ne as_1 D_e_1a_'_!li_s_ta_-_M_s __ X: cu.: =sso:. <- c:i= s e.n a •t • r.• l' 'a Lu! lrif ~ trav.s.h, " • lll ! es Ms Ía da ria Xav'r da 'Talo «w a p.t na cu 4 A.a• vedo, dcs po, e mala nv/me tados per'gusos • no posado trnst to la yl l. La!xihe, que j4 mervou enda e»ruços pele seu zele e abpe tore se la, oro pula Miotr bo llusor •~ - • att espalh. huu· e • qe áess: 'peuh as duro feto. Atá zz!n!/c{a sls tem. Já o vi rárias Yezss aterroper bltzaet s teor r .1t11 d11 1rU•1-> coa 'Wl'J I t.t:h, l• pto par du JtaH&ff l'l ~ ~•! o elcladio, ju·nte cnitn <, qi:io, mo .an 100 oateo, t. .. a • n atnTu1ar oom • alonl fcoh11.d• r,aro. Jt•dHtlH. aos oamo º'"º• Lulzltl.bo o o l.xa per e s. cl!ama na teuç o do tt ll scunte a cto ii Jlldil!! e l>Tlnud•I ran, Iudaando-Ih se está eo: prss 11 . Oo o n rHJIH1i'!. 6 po~ln ' o po l!r!'1al proporctoníl ao o ubula!o ol d.1dlo o pNv!l6f1o '10 11tnn•oaa r 110 zluho n fnlxr.i cl-e seguronçn' t'lob vn lns ueruls. ~as nllo faz multo tt□JilO Lnl zInho acabou so metendo em eocren ouo. Uma mnHHir moUdn n bao.lull, dossas que comom banana pr de pelo arrotar caviar, fleeu furlo1m com UfJ brlno::ido!ras do aunrdn. Deu. lbc• uo oelono ponra13ô na perna ooquor dn, apóa oGbofotcd-lo coo a oenhD'11 da oxpre::süo: ''O aonhor snbl? eem qno□01116. fllkmdo7' K 0 caao foi pa rnr no dlot:rlto pollot~l. A oxproaallo ó das maio un ttrraa. nnlto comm:i o.m Porhigal o Ifopanho,borçoa Cln ao11co aulturn. MBB ooo vo□11ogtctraro o qt1~ n!ío deixa (lo oor clntoolitloo on obraa qao regls trnm oo !oeu~õos braallel!ras, cono bcmi obnervn o antropólogo Roberto du ~~t:i, nu~or do um orlghlalfoslmo capftnlo Sl)bro o toma em oco livro "Carnaval, Malandros o Her61D". foto 13orquo elo. , r e t1 u z UB:l dog id<inlfi maio nrrn.lgudoa n0 povo brollllolro, embora dlflellmento admtttdo:. a hlor3rqulímção das pc,5lçõcs soola!o. "Vecô ootle com quem ootfr. folondo?" ovldoncla um forto pon tlnooto autoritário, ooraowisHcrn do CJUO□oc julgo. ntlngldo e lnferlor!~a ó.o no i:Hltl onhrn soalnl por quem 1 l' ntre to. ' ·,1 vol- .,. •• e ft! 01.I , m todas os d!as. r 1ao qts pelo uorlslço. 1o plan d rflHr.a seel11l, • •· tostante! to &1fere!dor, qe o0e :11 lln ac eu n u l te do tot 13011 &odo .. n "geut1 h " flt r.o "7.6- l)OTlaho',. Q:.&e t l traoe.r.:nt>t o oôfltO •·su be ooru quQm 11t. f:l lirndo?" pe lo oxprusll.'l com qu2 o, oaet-e-ame r:otrnor, o-0elum11m c1ut 1 1r,r 011 qtH·, lnjo,t11.'oad11mento. ee ·ten por t111 por!ore!i: Quem vod ret:1ça qU{l é?', ~ta. Ai:f;tia :'1c.ria C. de Barros Ciru,p,, Denti•ta - CR.O ·108ti!3 Cli::iioc inbn1il e s ' j ll}()x - Forcem.na - Cristais - Pratarl,u; - G~!l.àruca ArHgos Finos p) Ptl!aa:i '-':; Rua mroon}l.l, 161 , Fsna: 383-0fi.8 €uapo Grande !tlat:i -"".;ci" o 8ol Espacialidades Parnuegiama e Frango ã Moda da Casa BellcVitc Paraguay - .......,;.,..:::.r;_-.:- ....,__:.,;,..C_-~ -r. 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MulhAr t.wnlt "· mullun· lnt li gente' -- Nem; uma nem outra, você 110 be q o HÓ r1oslo de, n..cê. por PISCINAS Voco prestlglndo as prorna maços do dremlo tará colborun do pura u construo das obras !e Pteei vm que od ri u Dll'OlOl'lu to 'Iube est wunperhxd. CARTÕES DE NATAL J temos eurtõas de Ntal pa ra prontu entreu. Fna logo en fHl(11do, Nílo •1clx•i pi,t·u' últimu hora. E,-tarnruus tr:bulhando só tó o dln 2S dti dezembro. Ocpols ... +ó em janelro, Dr3 Dk3 NIVER Comi>moron mala um ano do vida dia 20 pp. na garota Surama tielelate, Parabéts. DEPAltTAMENTO DE. PROMOÇÃO SOCIAL Da prefeitura de Brla V!11ta, nonsegulu 10 cuctetrns do roda□p•Ha serem dstribuids às pessons delas neeessltudafl. Parabéns Dr. Ely e eqal pe por mal essu v1tórln. ,l. ClRCuLANDO NA CITY A Jovtrn Jacr:,•111~ de Burros, veto passar as férl as com seus pais S:ml e Elzn. RONALDO R LÊA CARDINAL Sã.o os joveo-., que atrnvés do mn!rlruôn!o, P6tarílo se uTllndu no próximo clla 18 de Dezewbru nu lgrn j'i ~fatrt,z de Santo Afom,o. Ele filho te Robervul e Te!lú, ela f,lhit úe Olimplo e Edrn.J.. MODA 'e a_;>roxirnH. o fim do ano e muiras fe~f'ls êlCoutrcerH.o, e !l mod!i st$ a9s 2ôes, oaue as mires 1.1sam salas tt.rnpii..ll, ou calqns ma!i;. curtas, com tecidos leves e frescos !:!orno linho o ulgodilo em mesdn : unroE- qne Sl-l toronm íniiiRpensávellil aos guarda-roupas. As côrer1 da mo .Ja sã') e~sM; Caqui, dourado ( e:stllo astromta), o preto e branco. < c3 AGESSÓRIOS o sem dúvido !H, peças que todas 86 mulher' s de haje devem usar. Cordões, Joncos es~umpados fül. Cêibeçs, ciacos com dt'!alb.Es na cor dom-Jtia, pul~elrlls e braceletes bem 1 larg s trans ,')['rnam to!b.lmente o as pecco das roupas. ;)IA(, ;)f,G 1 HUMOR O fIiho do alfaiate chega psrg o pai no fundo da loj2. e fala com ele: ai, tem um freguês que quer >ID[H'ai' ague!!:' terno de llstrlohP.s narrons. Ele quer saber so d1>pois lavado, o pano encolhe ou Dão. Ele jó experimeatou o terno? Já, sim senhor Com a painvr o Professor Colegas PuradofJ eomo lgunus estão, ontmrlo em nosso fazdl , abfarlo , cr!ancu nüo percebe, d.1 Imediato, us rrnmclht.nç,1s e dlforon cuo entre os objt•tou. 8" preci:3o que o ad11lto, palR ou 1·esponr,2vets, pro. t!quom oow ui.; m,rnmus, ativloarlBB que u levem a sentir +s8as 8ne- 11.luoons e d!fcrenouo. Uma forma de bom efoltn é a do jogo do diferente e do Igual. Po· ra lllt:111, bt:10 OOOt:8BArios d!VOJJSOS ()bjetos pequeuoo, oumo: bol1oha0, aementes, pe.Ja9os de g~. ela., que 110 dlferenr.1!em clnrarnvnto eatre sl. oeja pela cor, pelo tacnnhQ, polo foru ou pele tate, soro ao@os f"árlos tombem ulacrna tavólacros, como saoos de matér!n plâsh-oa ou de pano, ouixluhas, vl<lriohos para guardar os objeto!l escolhidos. Brasileiros há, que desoonhe cem n lrnportâncla de uma dteta e quillbrada, parn se manter nítida a v1são. Os olhos, corno os demais ór gãos do corpo, silo alimentado!;! poio sangue, cuja qualidade é determip da pelos atlment'O!il qne ingarime:i. Se à nossa aUmen~-fH;ite faltam ,05 elementos nglorte n@os&ris, e e6Jt11Hbn.o flalológloo {)e omng-&e é ol l3p2de o ?odo o oratso se res sente. Os olhos tambAm... Sube.se, por exemplo, que o ffgaào está afetado quo.ude os olho!:! ficam t1mare los. Se um rn 2mbro fot grnvemente atingido. o efelio espe lha-se nos olhos. Hoje, já se vfl a miopiu como efoito de um eõtado de suóde geral bastante deflolente no pe1-fodo da 1r.üâno1a. A dlfiouldade de enxerga!.' à noite é o resultado rta oarenola éie CAUSAS CÍVEIS T'IRElTO AGRÁRIO INVENTÁ- RJOS ESCRITO IUO Pracu Álvaro Mascarenbsc Bela Vista. ·--------J v e vu:& nli!> 11:z .os :-<A DA,_niso pi dlzr nda A. A- NUA. Lela... edite .. (d« Malakow»ky N, pri Ira oft H']es e lpro;,::tmo B 001!1 1:m uma flor Oo Jlo11:;.c j:mHm H to dizemos da Na segunda nolte J A n11..e 10 C8COU lll Pisum 011 Uores l'Jfalqzn nosso cfío E Mo dlzemoo nodo. C .S li A} e s ., Numu !Hlm,ilca c,tapu i;i.io rnotl t~udos os obji>trn para ns crl1111ças e Jogo apôs alio ot1 roesm•1s arruma• dos pav11 que -pothiam tHH' utlllzndos no rnowento c9rto. "fodoB 011 objat0H do mesmo tipo devem ficar numa mesma embalagem. Nesse IuGuento n!lo se leva em cont& a cor, o ta manho ou a forma. A palllHl' de enlão, todos as orlangas devoüo tntar separa os o'Djeloa, oobosntto.oo □t'B roalp>ontoo nos mCl□entoll er:~ qne no Jholl (]ovo□ sr [a!tas po7gatas zsbre os mssmos e porqoe eles ati Iornrn colocaitos. 1 VePli'Jca-@e se as cr1ancea co looarMD ou objetos correwmento oo nilo. Apunha-se um objeto qnnlquer vitamina A, qur E-e encontra em r:·and~ quantidade na cenoura e nas tolhas verde'! doB vegetais. bom ftoar de olho nas ultera ções que possam ocozrer em nossa visilo. Neste caso, é conve::lente con soltar um rn é d i e o que entenda de nntr!~no. Por cedo, ele frá dar P ub!icações /-/inistério A Secretaria de Recmsos Na turals, àrgílo da Secr11taria Naci::mal de Produçilo A.grope~m'.nta do Minls tér!o da Agrloaltara. acaba de publi Jai' sobre a consel:'vaçào do slo a grkola três psquoos livros e sollol ta-nos que demos notfela deles. Os j seus titulos slo: - A experi~nela brasileira no coBtrole à e:rosào mral - .Medlçflo dlrota da eroslo la mh1ar pelo méoodo das hastes met lieas - Agoa, solo e vtrla (um me. nual para 'a escolas do 1" e 2º graus mus que é úctl também aos l&'V.rndo • resJ. Os int:ressaos receberão, grn tuitmente, estes pbliegões, bastan Até qu di! O 1 Rn o 11 Ro l Co 1 > Arr n 11 E porq1 o .Uuop o . AIIO 1 Prgle «ores e p 1e-sn à crlançu que tambh.1 11 , nhe outro IA'13,.l ou dlfert!nte. F.m et pa. po1-1terlov, outras atlvtdBdoa POd rão R'-'r rowtdíl l!m príltlca: -Coloci: r <la olho1:1 fochodos ll!Jl determlr«ido obj.ito no reol)'HCnt • rnr re6Pvndente, utravótJ do talo, sua Lr ma etc:. Mostrar crlanc:a um ohj to qualquer e coloca-lo sobre uma me, sa, onde j estão os reeip/entes, e6m objo!ics lgnuls a com objelos dilertn tes. B peq~un.tnr "om que reclplene j deve 3er coloo11do este ol.J!eto?". 1 Foute: ··vamos Trab11lbar coD Crianças", publ!caçào do Nócleo de Desenvolvimento lofunlll - MOBRAL. nrienhiÇÕN, quanto à alimentação que teremos de obeervar. Uma alimentação equ!llbmlJ na qual se encontram, ~m quantlda des adequadas, !rutas e saladas ver d.es, á lrnprescind1vel para que se possB tl-r uma boa visão oferecidas pelo da Agricuhura d'o recortar esla 'nota, juntameot, com o titulo des!e jornal. rernetend•J os para o 8egninte endereço: Se~retuia de Recursos Naruroií G}fi,N 3êlã Bloeo € -loja 80 2.o sds! 70 737 • Bre.sfüa-Dr l O correto e!lderecn da in,eres saci.o é naturalmen~·indispenssvel. 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº597_20_11_1981 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº599_05_12_1981 Voltar para a lista de itens