TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº606_07_03_1982 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº606_07_03_1982Número da edição606Data de publicação7 de março de 1982Número de páginas6GeoCoordenada -22.115541022017478 , -56.530847568624964 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº606_07_03_1982 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto IRIBUN o fRONTEI f@ir-Chefe: fvaldo Fréirs T] 7 do arco de 1.982 Be! ta :.:..:----..:..---..:.-=----.....:...-..:,._-=:::: --------------------- _, talcáre bloea o lhor rroto r o { Prod to d lt Qu Ud d t • U tnho - Iseritórlo: . . Jrdi Dour uloa· F a ra Alves, "Nó er ato (Griso do Sal e e 4 1 i s p T orturom e ameaçam ... enquanto isso BILH OR, ESP C M, caranguejeiros roubam mais um carro o 3'TA Iat; Iet; :a, COllJ dos, 3B, $ dsten. erlm cal. Va ' poh • COl!I • Ni 888 coo 8uges •s pau •• Voe! 5ee ! ! local rega d: e Bor bali i.tl. Roo naquek eloiú 1o M y Lelk r 0ti '± Mel da pro .. entre -s dellol•i tamber tderss 1e r sos l za traM '-811 for de t m e extt ia di O marceneiro Rlgoberbo Adrl ano Velasquez, pesou por demals eonheeida na comunidade belavla tense, Irmã.o da diretora desto jornal tol preso domingo de madrugada por uma patrulha conjunta do Poli olll Mllllur o do 10 RC, por desa auto à autoridade 11endo bárborarne.1 te espancado pelos Gúldados PMs Adll!lon Aotonlo Cardono e Hamlltoo Cortez, sob os olhurna complucenli6 do oomnnduote da potrtJlhu, Sargen to Ubulcto, do 10.o RO, ilaquanto a Policio Militar procura do todafl as formas obter n simpatia d11 colotlvl dado sul matogrossense, través de ações positivas e de cnmp1ohaa peln lropreosn, dois Indivíduos, cm poucas boms, deturpam, flUjam e procuram oeetrulr um trabalho que vem sendo r-eito !Já maio de dois anos. Chega a a BfD paradoxal, o ,Jornal de Aoto nlo J o!lo, em sua edição de sábado traz reportagem e}oglaodo o traba lho da flill nu frontelru, quando esta procura limpar a região de marglnal:.1. A lMPRlENSA respoosõ vrl, des veulada de grupo ou sistemas, elo gla quando elogiar é preciso, mas critica quando a critica serve para aperfeiçoar e melhorar as nossas los tltulções. Se foi justa a prisão de RI goberto, mais conhecldo po Tito, ln justo desumano e cruel fo~ o massa ore sofrido no Destacamento, O jor ' nal DIarto da Serrs em sua odlç!ío de domingo, publicou uma reporta gemi a respeito da "Realldlade da Po llola". onde os comandanbes da PMI anallsam a situação do corporação em no~so Estado. Segundo o Cel Jo Ré Maria de Pula Perdo ''falta com preensão da população á PM ~ lamentàvel que a corporação, na maio ria das vezes, não receba nom mes mo compreensão". Ja para o Es~ado Maler da PM "a nossa Policia é no va tem apenas dois anos de vlda em Ma1o 6rossu du Sul. e devido a isso não possui ainda suo estrutnra o que •raz como principal consequência o desempeaho as vezes eom falhas em sua missão" Proféticas palavras. Se por um lado o comando da PN pede mais oompreeosüo por ouro ela mesmo reconhece ser a corpora ço talha.O Incidente eom Tito Velas quez nos leva a perguntar: s~ com pessoa oonheoid11 na cidade, propr!etó. rto de uma marcenaria, fazem isto, o que núo estarão fazendo com hnmll des trabalhadores? O pior disso tudo, que realmen te nos defxo apreensivos. é que a paaesdarla e a torburn foi assistida por um militar do Exéi:cito "rindo'' segundo palavras de 'l'tt-o Velasquez Pensávamos que a éi,oca da tortura e do sadismo havia passado PRESO PORQUE 'OFENDEU SOLDADOS Os Fatos Segundo o relato e depoimentio de Tito V~Iasquez, de iestemunhas e do presidente do Opera rio, Tadeu Marques, Tito estava no baile sàba do à noite, realizado naquela agre miação ouando surgiu um incidente envolvendo dois soldados, um par iiclpanie da p a tr u I h a é outro que se encontrava ãançando Para Tadeu Marques; presidente do Operário •'Títo, melo embriagado. se doeu pelo soldado que havia recebi do um'.'.'.'.murro e passou as comentar os que com ele seria dlterents. Kou em voz nlta e neste Inter!m o ar gcnto Ubalóo so uproxll'!)ots o fioou coovErsando com ele. Daatnnte rcvol tado, TJto dizia que oom ele 11erl11 diferente, quanto se uproxlrna os dois soldados da P 1 e puitsom a d!A cutlr, pedindo Inclusivo que Tllo fulo mais bnlxo. nüo lovunle o dedo ao folar com urun autoridade. sltuuciio vai sei tornlndo lntoler!'.l.vel, nno há ogressõcs, apenos pulnvrot1 ásperas. O comandante da patrulha. Sargento do Exército, Ubuldo, dá ordens pora que os soldados prendam TIto e nlu da grita "se algum se intrometer po deru descer a borrucba". No caminho para a eadeta o sargent0 ubaldo comenta quo Tito é metido a macho, a bravu, quo cor ta vez havia surrudo ctoh; soldado11 agora ele queria ver i,e realmente ela era macho. Os policiais mllltares Hamilton e Adllsoo, no 0uvlrem este comentário. ddzem: "81e eRtà acoE1u mado a bater em soldados? Deixa co oosco". Ao Invés de o lavarem para a cadela pública, pararam no desta ca mente e ali mostraram o que aoon tece com os "valentes" e desrespel , tadores da autoridade. APANHOU E FOI TORTURADO Alado segundo palavras de 'il to Velai;quez. ao chegar a delegacia Adllson e Hamlltom corne(ilal.'am a lhe dar socos e pontapés. Em deter minado momento Tito desmaiou. eles o reanimaram jog110do água em seu rosto reiniciaram a "sessão". Fize ram-oo beber âgua, catar petroléo (8 pura quem não sabe, o preso ó obrt gado a se agachar e ficar cutucan do o chão OOIII o dedo enquanto is to os policiais lhe dão pontapés} TI to gritava, chegou a oferecer o seu carro para que eles parassem de bater, "pelo amor de Deup parem de me ba ter eu dou meu carro para voces''. Mas os soldados queriam apenas sur rar. torturar, e tudo Isto sob os olha res complacentes do eomandante do patrulha, sargento Ubaldo. _ Repetimos, mais uma vez, nao somos contra prender desordetroo ou pessoas E,IDbrtagadus, ou que estejam provocando incidente!'!, SOMOS CON TRA B LUTAMOS PJ...RA ACABAR COM 1TO 6 a brutalidade, o sel vage-ria, a lnjustll;a: MAL EDUCADOS E AGRESSIVOS Por volta das 2.30 de domingo sabedor do 0aso o jornalista lvaldo 1 Pereira e o advoga.do Sergio Rober to Perondi, acordados em suas resi dências sairam a prooura de Tito Ve lasquei. O motivo desta procura. nã~ era no momento soltar o preso, que riam apenas verlf!eàr o estado dele, pois de Triste lembrançe, um fato o corrido no Grémio Pedro Rufino, no. carnaval de 1979, quando um jovem morreu 011s mãos da patl'uilla do 10% RC acidentalmente, Disse e om a n d a n t b da patrulha • na quela ocastão, mas morreu. Rs~e fato de triste lembrunça, motlivou a ida cio jornalista a procura do preso. Cheaando perto do destao"1mento, on de ora o advoaado, ouvln-se os gri - tos de uma pessou, mas nao se pen sava que poderia ser de Tito sotren do nas c!ios de seus algozes. Até acordar o advogado demo raram-se algens minutos, ff'lram os louiot'I mais torrlv Is qm.' TUo pnM sou e, Bt vJ A. Dopol , jõ. com o dvoito no ourro, o rupo foi nt o dcstocameoto. O veiculo (lo qu rtrl stav saindo sab IA Deus para on do, quando o curro. d;; jornal parou ao Indo o podJu que caporru,! m um pouco . .Ele mio purnram, Hl•trmn e ro rum em dlreQio n cudelo. Segundo Tito, o enrgeoto Ubuldo mnníou to onr, ol'lo ern puro esporar nlnguom. Depoln ele Cllrlu uo ndvo1Jndo quo ''não bovln conhooldo nom o curro e nem os scull ocupantes". Ohoguocto o delegacia ulogoom, nem o militar, nem os soldudos qul soram dar loformaçõe11. Quando o advogado perguntou o rtomo do aol do.do dn PM par poder conversar com o mesmo, ele respondeu: "lileu nomo é soldado do Pollcla Militar". Elo r-1r rou. Ele não pode ser soldado da lo rlosa oorpuraQão. O sargento Uboldo mandou oooUnuar o serviço o om so ~utda ealu com a sua patrulha, en cnrregada de "zelar" pela ordom o tranqu!Udade da populaçfio que, afl oal ele coe tas. é QllEM PAGA. OS SEUS SALA.RIOS. PALAVRAS DOS DIRETORES DO OPBkÁRIO E A. COMPROVAÇÃO D.J.. VIOLENCIA Nesta altura dos acouteclmen tos, o jornalista e o advogr..do pro curaram clarear as ldélas. 'fito ha• via sido espancado ou mlo? Investira contra os'soldados? Estava armado'? O que realmente havta acontecido? A resposta estava no clebe, no Operfl rio, e para lá seguiram. Conversando com o preslden te do olube ele contou que Tito, em brlagado, se doera por, um solôado que havia apanhado e entrara em bate boea coJ:::1 Ubnldo, mas sem vlo lência. Xingara em voz alta, mas em momento algum hav!a ameaçado qualquer elemento da patrulha. Pol quando se aproximaram os dols PMs e a coisa ficou feia. Os soldados da PM pediam que Tito baixasse as mãos e calasse a boca. Deµols segundo ainda o jovem Tadeu. presldeatP. do Operarlo, eles levaram Tlto preso, por ordem de Ubeldo. 8e ele fol preso por desai:ato ou porque estava perturbando ordem no olube ou porque xlngára oe sol dados, nfio importa. não entre-remos no mérito se foi j11sta ou injusta. Se mereceu, ndo bem. o que nao admi tlmos e nao justtfü:amos é a violência o barbarismo eoatra sua. pessea. Ele não resistiu a prisão, não estava a mado, então porque uiear de-vlolên_sla? O LAUDO MéD!CO E A VERSAO DOS MlLIThRES Domingo pela manhã, o advo gado Sergio Perondl, em companhia ct-o jornaltsta lotem a1 cadeia: AH conversaram com Tito. No inic10 ele não queria contar o que sofrera nas mãos de seus algozes, depois de muita insistência ela eontou. e mostrou ..• A reg!ão do tórax e BB. 'costas estavam ~arca.das com hordvais manchas negras, as ealças eom si nals de Chutes de botas e suas rou pas . todas rasgadas. Ele contou ... suas palavras deixaram todtls que ali estavam reroltados, ele foi sr -rada, torturado (Jazef beber Agua na marra para nós chama-se TOR TURA) ele eatoa petróleo. foi amea gado 'se contar que apanhou vai levar eineo tiros na boca". Após salr da edela Tito foi levado ao Hospt tal, all os má l4os Fern, ndo d Frettas k!tas + Garlo Alberto Oea rtz tostaram s 1ol nefan e oa maus tratos olrtdos. O ludo li pldo como a gu da font««, 'TIto Velt.1 qun !l fr u o diabo nas m1 os dos "homens", Segundo verso do omn nn te da patrulha o dor poli@lata, 'Tito meruoou a prtão por Deeato a autortdad, por purturbr s dure peltar a ordem e apanhou no Desta camento porque invtlnu, l dontro, contra os pollelals com uma darrn ra. Seguud,o clco 'TIto quebrou uma garrafa o procurou uga la oont-rn 08 "soldados". O.t-.wm quo .chcp;ou u eortar um deles. Havia 'uuls do eln oo mlllluroG Tito pl'ocu,ou lutar 0011 tra olon (11l0 ... ). Perguntamos a ele, se era ver dade, desmentiu, disse qu a garrafa caíra de uma mesa e quebrara.se sozinha. Mesmo se fosoe verdade, mesmo se Tito reaglse, não a pr» são, mas a tortura, pontapés e mur roll Isto seria novmal mus se gundo ele não hove nada disso pols se eu realsse stla plor eles pe dlam que 1:1u roagl. g(l folo.vam se eu erl ruacho µnm reP.gü". ROVINCIAs A POLICIA MILlTAft R AO EXt:ftCtfO RopeUrnoo mala 1111m vez. nllo discuurnoo a ju·tça da prisão, &o elo desacatou a utorid de, provocou desordens (o que no ocorreu, e guodo o presidente do club'l) e me reeeu a prlsüo tudo bem. O quq ni<, se justifica é a vloOoolu, o a bso da autoridade e a violação do a grndoo direitos do um eldadáo, que mesm.o émbrlagoào é um cidnd o. . Domingo mesmo foi collclado providências ao Comando da P .i:, o Cel. Carúoso. chele do Estado ifotn· àa Policia Militar, respondendo P-elo comando disse. que abrirá r!gor-ose slndlcànoia e os elementos envolvi dos serão severamente punidos, p0ks na gloriosa, PM não se admite mar glna1':l. Acreditamos nas providências pois nós, do jornal, so::nos os ma.lerei, defensores da corpovação, lutaraoll pelo re1peito aos policiais, elogiamos 1. _ sua luta, o h,.ro!smo e recoubecemos que nao 6 fácil o combato aos marginais. Aos margi nais, bem entendido, O conuodant? '<lo l0.r, RC penoa que oprondemos :J. admrrar, por gcu' senso de justiça, r e t i d a o d e caráter, modelo de militar, tambem saberá anoliur os fatos, peur 11s consequencui_s u chegar a um remultado que o leve a aplico.: a justiça- N!io se admite: de maneira alguma 0 envolvimento do nome desse Regimento histórico em fatos como este. N2o se admite tort1ln1!! e maus tratos a um preso que não reagiu a prisão. eombate-se até a violência contra os marginais, o que se dizer da vio Hincia contra uru cidadão? Cidadio que por citar embriagado mereceu o tratamento de fera. Vcchamo1 eHa triste e deprirnento reportagem com uma [rase dita pelo coman • dante da Policia ~ilitar: • ·É lamentável que s corpora4o, maioria das vc:r._e.; nüo receba nem mesm•• éompreensão'', E pua meditar ... ROUBO DE VEICULO Eoq.ua:nto Tito "Vklnsquez estava sen do bárbaramente espancado no Destacames to da Policia Militar, margiuai agiam em Be la Vi&ta. Na madrugada foi roubado O veicu lo marca wolksvagem propriedade do Dr. )o sé Geraldo Loureiro. Ao invés de -orender. bater· e torturar cidadãos, os policiais de veriam procurar prender marginais. ' P"RRGU:NTA QlJE EXIGE RESPOSTA Porque a patrulha levou Tito Vela quez para o destacamento da Policia Militar ao inrés de leva-lo diretamente prá cadei: ... ESTRID S: COMIS VAI AO DERSUL PEDIR PROVIDÊNCIAS O estado do bndono em que 8 e eneonlrum 1111 rodovtos eRladurtlH e trllerah1, nn regll1o de Hc)B Vllll8, merooru atcoçilo doo veroudorell be luvístenses na sua sessão reallzada dia a pp, Na oportunidade o verea dor Ntvaldo de Barros, do PDS, disse que "ó preciso despertar o enso de responsabilidade nas pessoas eucorre gadn do gerir os bens públleo8, oola 8 Inadmisfvel ver o deseno e o bandono ds n0as rodovias". Par o voref!dor· belnvlste11stt ·'falta, sobro tudo, mlor senso do dever, no ad) nnta nvda o Govemo empeabar•Bb em mudar estruturas quundo os bo mene permnnecom esU1tlcos ". "Algo preols mudr prosseguiu enso con trórlo o dollgas&e serll futor de enfra Casa queeimento do PDS e do11 ,róprl<HI lfttcos representantes do poro, n tre os quafs estamos incluídos • Na eao realizada quarta fel rn Jloou decidido qae umo oomts,üo Ir ao DRRSUL pedir providénelas Não deixe de colaborar com o Lar da velice desampara f • Envie qual quer conlrlbulç!ío A CAMPANHA DA A.ATOSA TEM UM BÚ ENOEHKÇO Agropecuária COMPLETO ESTOQUE DE PRODUTOS PAHA PECU,HIA E LAVOU!U vacinas, sul comum, anl mineral, wedicnmonto, em gernl rçõe» para aves, suinos e cavalos- farinha de ossos ferramentns • pulverizadores - arame - Bcringna ,emente• de arroz, milho, trigo, aorgo, algodão e pasto iusetiald11e líquido• e em pó • l.itrbicidas - (unglcldu CO!fflHA ISTO, QURM TES O llfAIOB ESTOQUE TEM, OS MELHOR-ES PREÇOS GUIA LOPES DA LAGUNA • JAIRDIM - NIO . ..QUE 1 prinutpal tente no que e fere com«ervaçdo da rodovia bela Vista Caracol, nas Imediações do Nunca-te vi, hoj tra formada em '·trlllrn com rlos, laon e abylumos'' segundo v reador Nvaldo. Outro assunto que mereeu a· tenção do veretudores fol o comple to esquecimento por parto do sutot de obra da Prefeitura Iunfctpl d eonservuço dat ruas belsv!tens9. Uma eomissão Irá uo preieuto pe4!r provlcrnnclas. t!lmbem llc:iernclu por Ntvuldo de B rros . Cine São José gora com nova direção Os óUlmos laçamentoe dos principais produtores Nacionais e lnternctonals Anexo: Bar e Sorveteria Bossa Neva "0 ponto de encontro" Bel Vfst Ms. làiemar Goloy Advogado Causas Civeis, Criminais, Problemas de Terras, Inventários. Rua 3 do Outubro • 450 Bela Vista • .M8 Dr. José Atanasio Neto ADVOGADO OAB - MS - 1579 A venlda Duque de Caxias - 780 Cx. Postal - 31: - Jardim MS a9.. Três b@as razões Para você preferir 1s nossos impressos 1 . Qualldad~ 2 - Preço 3 • Rapidez ADVOGADO Escritório: - Rua Vereador r Medclro, t5a. Jardim - llS Vendo-se um completo saHlo de barbeiro, contendo moderna ca deira "Master" Mod. 80, aparador, lavatorlo, espelho e todos acessorios para o Balão funcionar. 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Jornal de Antonio João e Tribuna da Fronteira. .. t o J Eatado de Mato Grosso do Sul Comarca de Bela V.tsl.n Curtótlo do lº OHclo Edital com prazo de 15 dias d C JOSE AVELINO E 81.LVA, Oficio! eº . nr16r,o rio Hegh1rn lrnobil'iário do G 011111 rcu do, Belo Vista, Estado de Mato roo do_5ul na forma da Lei etc... EDl Ji A? SABEH. nos que o presente A 'TAL virem ou dele conhecimento tiv {","% /e do acordo eo o Ar 19 d 1ei . e em Il,o 6.766, de 19 0oz 79, pelo Sr ~ehnstlno. Mihon Rosn, e si A1ull,er Dn ~ 'ley Accioly loa, brasileiros casados comer eiantes cpf n.o Ol3.098.9ll/15 Hc,idenle e domiciliado na Cidade de Bela Vita Estado ,,2/0 Grosso do s@l io i na @sr@o do 01 no som n.o mo foi requerido o Flogi@ tro do Loteamento denominado «BOA VIS• TA. 0 J?rovado pela Prefei1urn Municlpnl destn Cidade conforme Processo n O 187 82 de 18 de Fevereiro de 1 982, elaborado n Lotes de terrenos Urbanos determinados sob oa n'.os 240,24l,242,2óU,267,268 e 269, todos locnhzJdos nu !.o C ircnmcriçiio, perfazendo Uma úreu a Lotear de 282,100,0o mi! (Duzen- os e 011!:nln e dois mil e cem metro, qua drados)_ 81tunclo Dos seguintes llmiles e con front.nçoes: Ao Norte - Com o Lote n·o 270 de Pery_de Almeldo Mello. Ao Sul . Com o Biurro Novu Bela Vista. Ao Leste. Com a lua 11nrilo do Lndário. Ao Oeste • Com II áren r-emnneacente e o Lote o.o 243 de Purifion çilo. Garcia Gualber10 Os Lotes encontrnm••e devidamente Regiatrndos no Cartório de te- • É 1 ginro de lmóvris d~rta <:oniarca rnh o 11.u Pi 111a1rkulodo ,ob ,, n.o 1679 folha n.o 1.(,79 do livro 02, em o:1 de Abril de 1970, jun tamente com o Hequerimento do registro foram apresentados neste Cartório e devida- mente tudos, o Memorial descritivo e demais docnmen1011 exigidos pelo Ar I8 da supra cilada Lei. O Loteameolo sera com - posto rle 33 (trinta e tres) quadras, as quais perfazem um total de 48 (Quatrocentos e ol'lenta e cinco) Lol,o• para 1101 re ldêncloi, os quais serão colocados à venda ao público em Gcrnl, ohaervnndo-lie pnrn tanto, nas Edificnçõea e obras a eles relacionados, a8 prooai~õee doA podere, l'úhlicos. A Venda dos Lotes está prevista tanto à Visto, quan to a Prnzo, porém a prr.ços módicos. E pnra que chegue ao conhecinento _dos interessa , os e que ninguém alegue Ignorâncla, foi expedido o presente EDITAL que serh afix,do no Cnrtórlo, no loco! de costume e publicado 3 (três· vezc1) no jornal de circu lação local, podendo ser apruentado qual quer impugnação dentro do puzo de 15 (quinze) clins, a contar dn ultima publicação Dado e pnssndo nest'n Cidade de Belo Vista nesta Comorcn, ao~ 19 dine do me, do Fe verclro de 1.982. Eu, José Avelino e Sllvn Oficinl do Cnrtórlo de Registro de Imóveis o datilografei e assino. José AveUno e Silva. Oficio) do Cart. de Reg, de Imóveis Notificacão > Incra Com base no parágrafo único do Are. 4 11 do Decreto Federal nº 76.694/?t, convooamoA para compa recer na sede do Projeto Fundi~rlo Jardim - INCRA, alto à av. Duque de Q:axlas, 989 jardlm/MS, os HERDEI ROS OE MARIO LmTEMEROULHÃO para aderir ao procedimento Ratifica tório do imóvel de sua propriedade sltnad0 no Munlclplo de Gula Lopes da Laguna-MS. O prazo para comparecimento, e para qualquer manifestação por par te de terceiros é de 30 (trinta) dltas PF J/GR/S/N.o à contar da data desta publicação. Findo o prazo daremos prossegulmen to normal ao Processo Ratificatór1o em que é requerente 11 Srª. Leonar da. Gonçalves Barbosa, presumindo não haver nenb::im óbice reforente a rtgularlzação de um exeesso de 16,8694 ha (dezessels hectares, olten ta. e seis ares e noventa e qna tro ceotlares), verificado em sua proprle dade. Maria Odette Pereira Caldas Advogada - 0.A.B. 2404/MS Anual (BolaVieln) Den..i. Muoíclpíos Tribuna da Fronteira ( Fundado ea 20/272 C. G.C.- MF 03.201.206/0002 heistro Titulo e Documentos n o l06 flcd•ção II Ad.miniHrnç1to; lua Duque de Caie» s/n Ofleinas: Kua Duqu de Caxias s/n Beln V.i,tn - Ms Dlretom: Mcma E. V. PereLru Edttor: Ivaldo Pereira Depto .. furfdko: Dr. Serglo Roberto Perondl ASSINATURAS 20( 0.00 6000,00 Fundador: lvoldo Pereira Filiado a ADJORI e ABUAJORI - MS Dr. Fernando de Freitas Elias Médico - CRM 351 Cli::ilco Mécico e Cirurgica Run Guio L'>pc ,. 82B - Fooe 2•17 Bela Vis1J1 ~!ato Gru;;eo do Sul ...__ _ clo l0,o Regimento de Cavalaria Joelson Martinez Peixoto - ADVOGADO Escritório: HuJ J.o de Maio, 357 Jardim r.la10 Grosso do S.ul EDITIL ul , , oi t , 18mt l d ntr O 10" RO. an t orlzuclo pelfl DI ?t:Jtorln do Vetert nrha, vender mediante lelt cão 8 (01t0) cav u los pcrhuoentes li UnJ.dado. Os animal po derão er examl nodoa no dia 10 de março do l082 das 07:00 ás lll:80 bs no 10• RC e as propostas se rfla en(reguos, no mesmo dia ás 10:30 hs ao local de apuração; con tendo preço per animal. nome e endereço do pro ponente, legtvel e em envelope lacrado, devendo estar presentes todos os lnteres aados. No atCcl dia PD trega das propos tas ser exigida a lmportàncla de CrS:560,00( q_ul nhentos crnzel ros) em moeda corrente, cornes pondente a eau çã0 de Inscrição que serâ restitui da ,aos ooncor rentes não vence dores. O Licitante ven eedor pagará 20% da proposta e terá um prazo de 48 horas para 20mpletar o pa gamento e retl rar 113 anl-mals. O não cumpri mento do prazo acarretará rec1 são automática <lo contrato, per dendo o propo nente a caução de 20%. Serão oonslde radus venoeàe res as propostas que melhor ofer tas façam para cada Einimal. 1u 0 vL. mI r t e los I ( e: ,, EL CHI Cimento lmianto ltda. Ferre- - Cal - Cimento - Madeiras - Canos Caixas D'água - • Telhas Eternlt Tintas ~ manllhas - Lageolas Entregas a DomciHo MATRIZ: FILIAL: Rua EsteYüO Alves Gorrêa, 666 TELEFONE: 24-2766 Rua ,farecbal 'ihllet, s/n Vendedor para Bela Vista, Jardim, Bonito, Nioaque, Antonio João, Guia Lopes da Laguna e Porto Murtinbo - AR LEI ALVES CRUZ " Aqnldeuana Mato Grosso do Sul fifio Francisco do Nascimento Advogado Casos civeis - criminais Questõe:'I de terras - Trabalhista Ji)ocumentação de . estrangeiros Avenida R-10 Branco 1,87 Porto Murtinho - MS ----- Cyrio Falcão ·S ADVOCACIA '"-. POLITICA Partido Popular • Oposiçêo Rua: Rui Barbosa, 2174 CI Tel - 3832948 Campo Grande - MS Dr. Deodalo de Oliveira !eo Advogado Causas CIvels, -- Cr-imlnals Inventários, problemas de terras, Assuntos de Fumllias rtua 7 de Setembro - 250 Fane 431-1062 Ponta Porã-MS. Ivan Afonso da Costa ·Marques - A-6irogado Causas C.iveis e Criminais• Inv'ent§rlos, Desquites. Divórcios e Legalização de Terras. Escritório: Rua Antonlo Maria Coelho, 428.Fcne 210 Residência: Rua Cuiabi, 468 Bela -vista - MS Bela Vista - MS 02 de março de 1-982. Valter de Sena Pl!res - Presiden te da Comissão de Licitação T da Frontelra- Bela Vhwta.MS 7de 'arçe de )882 ::..:::.=..--------------------------- - MIntrlo dn Agrlonltura -. Intituto Nclonal de Coloniza~o e Retona ArArh -, Coordenadorla Fgonal de Ma!o Grosso do Sul CK(I6) ProJHlO F'uodlllrlo .Jnrdlro Edital com prazo O Jmtituro Nnclon1•l do Coloni;,:nçilo e Ieforma Ar4ri_INCHA, ±través do E»e ruror d Projeto Fundirio Jardim, com fandamrnto no 3 do Decreto n.° 76.094 4e 28 de novembro de 1975, combinado com o d/posto nos artigos 2o do )ereto Lei n,o 1411, d 18 de ao+to do 1975 e 5 o da Lei n.o 4047, de o6 de nlril de 1966, convoca Alfredo Dionisio Loubet, Azuinar do dos Santo, Anilrlo Leirc do Santos, An. tonio JlrnnciFc0 fforlri11111'H, Antonio Poler· mo, Arenu da Silva Leite Arildo Leite do» z(nnroA, Armnn,1,, 1'1nr1in8 Leite o outro, Aronl do Iolus Prazo, Atide Hodr!gue«, Bonificlo Aruelho, Carmelina Codoy rlo '1'0111ndainc, Ce le+tino Ee·heverria, Constantino Ferreira Ma eiel, Critovan Hamires, Dairdo Stranieri e 011tr0F, Diouizfo Puré, DomingnA Schicurelli N~tto, Durcindn Oocloy Pcrrlrn, Edcvnldo Sa Jomiio, Fl11lno Lurnnjeirn, F.lenir cio Sllvn, Elmirn rlnR Snnt0R, Ercilin Lurn,,jcirn, Evno «eli»tn Valdez, Euzbio Hetriz, Francisco Clnir füpinrloln e outros, Frnnci,co Ouilher me Biunchl, Frnnclkco Moynord rle Oliveira, Gólio Tomnssine, Gcnésio Florea, Grl'J!Ório Sonrdim, Ilonotinn Onrloy Gnbinlo, Inácio Sihc~tre ~fonteiro, lrdilio lbuubês, Irineu Lr.i tüo de Almeidn, ]ucln10 Gnunu, JoilQ Ecluar do Lino, João Franco, João Gunlberto Scar clim, Josó Aolndino Pnlonno, Joõé Dn1b0Fn Lope,, José Fobrinno Alenrf,, Jo,ó Moill Oos tn, José Mnrtlnl Neto e outro• José Marcelino rln Silvo, ,Josó Snuro e outr0R, Jo,é Serrante Neto e outros, Julio Ü'elnr, Ju,·t.linn i1nrgoto Joaquim Antooio Ocon, Lnurinclo Fulber, Le vlno José Spernflco, Leonidn ln Ros/1 Bnlbu ena, Lourds Arruda Amarilba e outroe. Mar ofooflio Rodrigues do~ Snnto9, .Morin Domin ,::ns de Lnrn, ilorin Pnulinn dn Silva Tomns slni, Mário Rodrigues, Maulio Larangeira, Milton dn Silvn Bnlt(l. Narciso Silvcetre Mon tclro, Creste Godoy, Orvondo Jesu• Hodri gues, Osvaldo Pcrettf, Paulino lbnnhes, Pau lo Alberto Loubet, Pio Eugenio Venturini e outros Procolo BertildeR do Abreu, Hnmão AlcnrA, Romão l'frlsou dos Santos, Hondival Lino Gnrcln, Ho,·ilio ivicro, Santiago Tre lhn, Soul Silveira de DarroP: Segundo Gon bnlve,, Slncrley da Silvo Leite, Solimnn Te çicbrnne; Tomàz Acosto, Univcrsln11 dn Silva Leite, Vlcencln Leite da Silva. Wll frlda Garcia. Ferreira, Wllson Ferrei ra Leite, Vlolmer Laranjeira, Zacarias Acosta e demais detentores de titulos 1<ujeltos á rutlfioação abrangidos pe lo memorial descrltlv0 a segutr transcrito, a apri>1;entarem seua títu los e demais documentos relacionados no artigo 3.0 e seus parágrafos, do Decreto 76.694 de 28 de novembro de 1975, pelo prazo de 60 (sessenta) dias oorrldoP, contartos a partir das 7:30 horas do dia 15 de marco de l.982 e até à! 17:30 horas do dia 13 de maio de l.982. A apresentação dos citados do .cumentos deverá ser feita na Sede do Projeto Fundiário Jardim, á avenl da Duque de Caxias, 989, Jardlm-MS. A não apresentação dos citados documentos lmporta?á em restrições de 60 Dias legais relnllv11meate oos Imóvel:, cu jos rtoleato'el n!lo eo bablHtornm uo Procei.so Ratlflcatórlo no prezo ncl ma estipulado. MEMORIAL DESCRITIVO Oenomlnaç!.o da Gleba • Primavera Loeallzação - Muntcíplo de Caracol Area Aproximaria • 151.300 HA. Partiu-se do Ponto 1 localiza do na Cabeceira rlo rio C1:1raeol de coordAnada Geográfica de longitude 51:i.o 48' 28'' WGr e latitude de 21.033 58" deste segue rio Caracol ubalxo até o Ponto 2 locall-.;ado aa 1 conrluêocla do córrego Porteita e rio Crncol deste egue pelo córrego Por telrli acima até o poot.o 3 na oonnu 1 ênola do córrego Boeajá e eórrego Portrlra dP Coordeoarln. Geográfica longltudP 57.o 01'37" WGr e Inatttude de 21.059'34'S deste segue com rumo verd,idelro de 59.o57'34"NW e dlstân ola de 10.697 m oté o Pol!to 4 de Coordenada Geogrâflc11 longitude 57 .o07'0l"wgr e latitude de 21.o56'87"s na coofluencla do eór.rego Sanga Bo nlla e, córrego Caro.pé. Segue deste pelo córrego Carapé abaixo até o Ponto fi na confluência do córrego Csrapé e rio Perdido. Segue deste pe !o rio Perdido acima tê o Ponto 6 na confluênclo do córrego Arara e dee;te segue oelo córrego Arara. aci ma até o Ponto 7 na Cabeceira do eõrrego n.r~ra dP. Coordenada Geográ fica Jungttude 56.l>48'59" wgr e latltu de de 2l.o3W54"S segue deste com o rumo verdadeiro de 82.o52'30"SE e distância de 886,00 m até encontrar o Ponto 1; ponto Inicial do presente roietro. O pertmet110 ora descrito é de aproxl ma.damente 151:3oe H. tomando-se ee mo rel.'erêocla Crts do SGE n es cala de l:loo,ooo eom base no AS1' lo/USAF 1917 e Planta do Munlcipio. CONFRONTAÇÕES: Norte: - Município de Jardim Sul: - Parte do Munlcipio (eleba Carandá) Leste: - Mnnicipio de Bela Vista. Osste: - Município de Porto Murtl nhv. A Campanha da Frnterldade de 1982, promo vlin pel11. confn rõacla Naclon11l Educação e Fraternidade é o tema do Campanha da Fraternidada 82 caclooul brnt-ll, 1 ro. dotudo co mo lema "A Ver dade vos Laberta ra'', baseado no tema 'Educação e Fraternidude''. dos BIspos do Bras!l (CNBB) cooc<-ntrs nest1: ano eu atenção uo aspeto eda PaniHcadora e Confeitaria Esmeralda - Jurandi do Amaral. Lopes - "A Qualidade, o Bom Gosto e a Exelusividde;' Pães - ~tscoitos - Bolachas - Confeitaria "Atendemos eneomendaa para aniversários e Casamentos" Roa XV de Novembro 399 - Fone 439.1268 Bela Vista - MS Dr. Itamar da Silva Outra Ao prJmOr o ma "Educa o e Frul rnlduao" a Igreja etar Indagando em em qu mec11,.a a luculo A cuolrtbulodo p 1 ra a coostruçüo de um: socleda de de Irmãos a br:.10genrto os dl versos proceePos educuclonas vi vtdos pelas ps sous que tem inl c!o na própria a mllta ~ desenvol ve-se D8 comunl dades eleslal8 1 de baee. nos mo vlmentos popula ra11, nas a saoçla ,__ . çõ:s de b11luos no sIndlc to, na escla, no espor te, nos relaciond mentos do mun do da. produção e do trabalho e na e1-trutura. ão e organtz9çá0 po lltlca dr1 st ele dade, alem u-~ ia clulr os mt·los de comunicação i!OCinl. ADVOGADC OAl:l/MS 2,.j09 Casas Cível» e Crin. ta! Oireho Agd,rlo, inveurnrio , divórcio• e separaçoe Escritório e Kesicléocia Hun Coronel Ponce, o.o 834 Beln Vistn Mot•• Grosso do Sul Gil Marr..os Saut Advogado C1.UbdS Cíveis e Criminais Rua 34 de Fevereiro s/n Bonito MS. Escritório Juridico NELSON CHAGAS Advogado Cuusas: Trabalhista, Criminal. Comercial GlvPl (problemas-Ta mlta)terras, laventárlo, cobran eas, ete.. Rua Dr. Ary Coelho Oliveira 660 Fone 2121 Jartllm MS OBS: Os rumo11 e distâncias . apresentados são aproximados. Jardim· MS., 16 dtl FP.verelro de 1982 Oarlos Alberto Ferreiru de Miranda Execmt0r Projeto Fundl{mo Jardim· Ora. Glaci Vieira Outra CRM -961 Clínica Me.dica - Doenças de Senhoras Partos • Controle Câncer Ginecológico Atendimento de segunda a sexta feira manhã: 8 hs às 11 hs tarde; 14 às I6;3o hs Ruo Coronel Ponce, 331 Bela Vista MS Advocacia Dr. Valdeoir de Oliveira Pectrcso Dr. Rubens DArio F. Lobo Junior Cáusas civeis e orlmtnais I ln ventârio - Terra E@critório: Rua 29 de maio 577 Bonito MS A CNBB aflr na no texto ba s2 da Campa ba da Frateroldado que a. estrato ração indlvldu a l t s ·t a e campetHlva de nossa s·,cietla dP leva 11 busc,1 ao sa ber. da técnl ca e da ecuca cão, como forme de obter stutu. lucro e poder. A mut,vação ctoml na ote é o dese jo de pcivil&gio, sam a d: vida eonsciêocia da sua respon. abill de de social'. J:>o r isso, "a. edu cação é o pro cesso de busca desta Verdade qu: Libra, em toúa a vida ps s<rnl e soc11- l. Quando desvl!' tuado, contudo, ese prCesO favorece u con s lda a ernravl dão e 'do mina go". s G li Lt!robrnnr.l:o J>1,lii• am 1e«e, "mth ,,""%_'e Ier 4ar os outro I#iço nt1o é u " o que reja ol • 1 mente o melhor: é dar-in'Pi4v ., m 1 • • .. •.o r 11 e J Inetra mui« p ,, 1 1 ,. ,, ' '1 .. { 1 581VI; procuro, com este 1 eomcothrlo, folar, R!nc·, n.ni . 1 ir 1-' eito de um clube que ]"·F cl ••1 " a I• or ao, hIu dia, motivo d . lh d : 'a e 1to ornulho los b·luvistenses: o QRf PEDRO RUFINO, ' " Este clube que congrega e!vlg e mil!tares, vem mantendo '+r,, dos anos uma eondut salut: • td d l • r na (;( mun a o, sto n nlvel de, lu· . . tes n o té ZC ! , ( , , por e d mesmo social, A , ') 1, j J G • tu! l Ci ,r_e,or a, ºªº. Kallte a frente, dia rolzou cm estruturas e P!lrtlu pnrn t _ ma administração _agreslva no q se relero a execaglo de obras. Et4 sendo construido o parque aqutteo jâ se cogita a conRtruçllo d<l mrls quadras de esportes e roforrno do prédio. Exlstüm obJetlvos deliüecdoi,; na atual diretoria e todos 00 sous componentes, coesoR, procuram llnr o máximo dl• si em prol da onti<lodt1 A retlização do curnuvu] fni algo do espetacular, com clnC'o !Jal tes reall,mdoo com a prebenc- 1 de centenas de foliões, O concurso do fantasias vai se tornundo trndlçllo o, para o ano, o Grêmlo vai dur novo enfoque ao concurso, com Inovações que atralrtlo ainda mols n preforên t 4e Talão de notas Fxtraviados a Floi extraviado o talão de no tas do produtor do Dr. José Atnnaslo Lemoa Neto, contendo as notas de n2s 241.516 a 24tl.520 do munlciplo de Gula Lop'3s da Laguna. PulJ.l!cação que t;A faz para ob tenção do Novo Talonárlo. Oaixa Econômica Fed·?ral A Caixa Econômica Feda dera! • Filial de ~fato' Grosso, torna público que receberá pro posta pdra aquislç5o de terreno ma cidade de Bela Vista/M, pa ra auas novas instalações. 1 . Zona Prefereneial: O imóvel deverá estar localizado na periier.ia como segue; Rua Gene ral Osório Deputado ~1ar10 Anto nio Von riem Bosh; Guia Lopes e Rua. C1:1iabá: 2 . Prazo d'e Validade das propostas: 90 (novenhl) dias. 3- Características. Terreno no mínimo de 30 metros àe fren te' pepfazendo no mínimo de 600 m2 de área. As propostas deverão set, i h adas até o dia 31.C3.82 encamm V+stafMs, à para a Ag. de Bela '8!2?/"g Rua Antoaio Maria Cce ho, G: e a Âg. da O.E.F. em Cnmpo ~~ deis ioeaiizsde s rua!];ç;j 277 " A Caixa EconomiCi@ f ed o. t de recusa!' reserva-se o direi 0 qualquer. proposta. . r<> tá com "Quem poupa na ea% ma!s.·• Bala Vista . MS, 04 de , .arço de 1.982. o roo rt • refor no àrml 1 rt r ri, r pune rn 'ia+estrutura soll. nç· 8 prt1vo1• ,1 '"I l lilOVli'I UI' r COMEHTARIO llo qa I ltoj tH' ,, t l'.0:.',le!lldtH1 eto iteração gere €vau «trtas de um gru u .• 1 , nt11<1l poliu a onh e r t l grupo flá dez anos !"erviudo Tt,ADIÇ,O -- PREÇOS -- QUALIDADE Itnpro,,so& Comerciais - Estudantis Cartões Convites Boletins Confecç!Lo de Joranls o l!ev!11ta'1 - :ervlçcs a Cores Brevemente- Serviços c·m ··Off Sett" .. Faça os seus pedido!! de Impressos nu Gráfica e Editora Apu, nfl□al Q~alMnde dos nossos Impressos e e~ preçus i;fio os melhores da regi· o. Lançamos um Des11flo: 1pro cnt~ qualqun orçnmenlo o verifique Os Ossos preço Pedidos noo cs~rltórloJ dos ,Torrrnls Cou, lo Jnrd!u..-nst>, Jornul de Doai J o mal de A ntonlo J oüo e Trlbu□.! . .lurlia hcni:>e. Padaria Caçula lei e o d menttr re I •n 11 1 m0 I CI, e H . (l ll!I p , l Ili . Não ef, ne. quer o ber (J li O solo que eritte.r tunl polltlea da diretoria ou comentara , quo no Or mio, rtvt e, rnllltt.n'• ,·on !em harmonicamente. Será que de veria er de otra tora? O que quero saber, o gostaria d divul'ar se esen 'nall«tas" tizorm ou fazem algnma clsa pelo Or mio. Eu • o povo ~oalnr!nmo do fl11hr.'f. FCQhO, rop Undo l1C81'1C' ''oli lndlvlduns do personollcludt1 tort dovem 0t'.llmlttr que u vldr, â tOflli lulu cnro o 6:lCrlllelo o o d' Mflo, entro os nplau11os <b ao untdad o fl dosorcnçu do 11lguns, n1111l•1 á a vida. (1 11! ) de AL□ERTINO RUFINO DE ~.1.:TOS Pães e biscoitos de ótima fabrlcaçJ.o - Higlcn0 e quaUdude Aceitamos encomendas para fes~·:rn Tradiçilo, Atendimento e os I?:Jelhorer. preços ·'Um nome: pndrü.o de atendimento" Fone: 439.1210 Bela Vfeta • 1';1S ---------------·------------- Ruo Burão do Ladrio 246 - r Paniago deixou Diretores de Dou rados o ver navios Mais urna vez. o presldente da FFMS, Heldlr P'errr.Tl Pnulaf(O ''deu o cano" nos dourud,..ofiefl. N,1 sexta-ietra que passou. a Fcdern~0o er,teve reunida com os clubef! puru. um Conselho Arb1trol o que ucahou não acontecendo, tendo em vta o desacordo e a falta de dlrelorea do Ponta Por, Aquldauana, Três Lagos, e ainda do Opera'lo de Dourados. AcontP,ceu qu0 após as c1ellbe rações dfl todos os clubes, ':l u pro posta do 8r. Renato freire em reali l zar o Torneio Integraçüo, Heldlr Fer rarl ?anlago, pediu alguns mluutos a fim cte realizar uma reuilião rapi rda com os repreEient&.ntes do Cnrum ·baertss, Tavelropolls e Comercial, Acontece porém que o presidente não mais retornou, desaparecendo da Ft<'MS, deixando os diretores do Dourados o Ubl'ratan a "'Ter navios" CQm várias lodellnlções como afüm.ou um dirigente, eGta reunião n~o deve 'tia ser ,chamada de "Torneio ~ncen ttvo" e sim ·•vamos gastar gasoH "Educação e Fratemldade'' é o tema da cc.opanha da Iro.temido. ào do 1982. Esse tema é exprc3eo pelo Je□u "A Verdade Vos LlbePtará". Ineígnado em que medida a eclucuç!lo estó. contribuindo para a construção de uma sociedade de irmãos, o tema a focaliza no seu sen, tido abrangendo os proce!lsos vividos: na fe.míli-l, nu paróquia, nas como nldades eclesiais de base, nos rnovioentos pcpul.:~·cs, nas assoclaçõbs de bairi'O, no sindicato, na escola, no esporte, clube, lner; no. telovlsrio, rá d!o, Imprensa, cln~ma e teatro; nos rela.clollami>ntod do mundo da pFGdn çfl.o e do trabalho; na organização e estrutuução politiea da ooclcdade. A Igreja, colaborando com os dera.alo setore.., noclata rosponsãv6ls, r!ssume a educação sob todas as foroas q:rn leva□à coRsêrnção de n□a sociedde justa e fraterna. A Verdade Vos Libertará. Na promas:1:1 que este lemu encerra, ro corda que em nós e entre nó's há várias for:n:1s do e.5crnvidão d'as quais precisamos libertar-aos. A rizn de todas elas é o pacado i)ossoal e so cisl, que ss manifesta nas reulldades concretas. da vicia, marcadas pela nilo fraternidade P. opnessão do irmão. O !Goa t:m1béI:1 l'it"□a ser Verda de que liberta. Verdade que nü.o se reduz a nenhuma teoriu ou cojunta de verdades, 'ClBB que é o próprio Jesus Cristo. ensinar-nos 0 caminho cora sua vida e mensagem. A Ver~c.da torna-se Ubertação para nós, en quaptc nossa vida pela superação do egoísmo e pela renúncia ao próprio eu se transforma em vivência ào rneeno Cristo. Torna-se Libertação enhe nós, na medida em que nossa t:onvlvência é tecid.a de autênticos relacionamentos fraternos, feitos de urnor e serVçOs e c i p r o .e o s. Torna-se L i b e r t a ç ã o d a s o e i e da de, s e m pr e que os estmturs.s sociais suo ü·ansfor@adas e□inBtrul:!leatos eficazes de Comunhão e Pa?!iclpaçüo. A Educação é o processo de busca desta 'erdad:e que Llberif>, em toda o vid& pessoal e social. Quaudo desvirtuado, conmdo, este proces so favorece e consolida a domino9üo. 1 Perguihta se: n serviçn de que;n, de que tipo de homem e de _socie dade está a educação? Quis as verdncies por elas vividas e transmitidas? Como estas erdsdes se corurontao com Cr1-to, qu-- é a Verdade? O homem estâ em procesrn de educsçi:.o de auto construçílo. O ho mero é a consciência. da máquina do □undo, co□r,ro!.'letido na constrnçlío de u: sociedade liberta e aberta para a Fraternidade. (Inspirado Teto--Base CNBB CF 82). na"? OUTRA l)lA Oi'fO Agora Ucs o impasse. Será quo no dia oito, os diretores do Dourado e Ubtatan após serem ignorados desta forma, tarilo as sl'.le.!'< presenças? lsto sem contar com o comparecimen:to ou não do Operarlo ciouradense, que a.ada sem otir:llsllio nenhum, em relação ae !utebol pro 1 Ussionat São fatos deprimentes que servem apenas para mostrar como an<!a a moral do futebol dom1aden se, perante a Federação, e que me dida deve ser tomada para que no. segunda quinzena deste mês as col sas mudem ou eosfinuamos a viver <.te promessas. Cem ã ~alavra a d1 retorla. da LEDA.. (O Progresso Dourados} PllE·ÇO DESTE EXEMPlftR CR$ 15,00 o Outro dia, qunJqn0'il dla desse mundo tzl que desflla pela pausa rela do Infinito, um dd1,1dl'lo, um lrnmnno clrlndl1o, há oo cldod, oo fo rat, e!dados ves de rnplnu, ol<1n. dão vamplro e cldndos morto vlvoll (zumbis). porauntou-me porque eu estavu spo1ando cnndldatura do mdleo Ély de Araújo Barbosa para deputado estadual. Procurel onptnr da divina slnlo11ia um reflexo <lo amor, cnrreguPI o ol11ur com po tcuctu1s do plodndo o reopoodl no bom bomem: - Mou amigo, filio pam vocõ do Beln Vista, e com este falar pro enro utinlr o jrdinense, o murtf nhense, o bnnllenso, o outoniojua nllnao, o out'CHJ0lrnoo o outros oooes do vida. Olba, o ... so cílstrlbulção f!lt<l o Ely faz do rea:ódlos, p16tcoco, muletas, odelras de rodas, corr tcl l'O pnrn o povo, documentos, m ron da ·paru orJimçuo coronLrn (suja de Dela Vlota 131'uoll ou Parguuy), ran o para qu m tem fome e olegrlo e usperanoo, lato r.le nüo fA¼ J)or <lo magogla ele faz porquo elo E. O humano oldadQ.o mo olhon melo espantado, melo divertido (que purndoxal, nó?) e lascou eutn: - Muo o que tem de bavcr Isso tudo com vocô apoiar o homem voe que sempre disse (e escreveu) que ó um homom de oposlçúo. 1 Novamente recorri uoo meus utns (e quem duvld!lr que tenho gula, µorgunle como u 'fF aobnevi , E veu nestes últimos dez anos) e eles r o Humlnar m: -- Meu amlto, ness quest o rle oposlçfio, sou opositor tudo aqullo que vai oontru o pnvo ... sou opoelç:ío uo eatpo das ltléino. sou mnir-i um spirllo oloso de justlçs. dói o meu coração qunndo vejo o olhai' do pobre, u forno cta Mtôroago o do ldót08. O preieilo Bly ó asalm, ele ente porque ole e, ele oeudo, para ele n!lo há partidos, !Jã Idóli:w e a sun ldéla cenlrnl 'é fazer c m xlmo cm favor do pobre. Imagine cuoo homem ua Aseiemblélu ... i É,o senhor tem tzão. 1 - E fulo mais ainda. D finln do e sintotlzundo tudo. Reponda: O Dr Ely é médleo, dvs bons, h de vinte anos, é milltar da anb bem. responda: le 4 homem rieo? É, prece qu no. - Não, meu amtge, el, multo rico ... o. f.U'l rJqnPza n!., comDrtt corn dlnl1 l o, com mo, mias, com empregos, ele é rleo , que no /lrongo do eu Ser ele vogn todu n. espornnçn, tocla Cl r. que mor,ro o mundo o que 110 eh Caridade... com todos os detelt, vlrtudBs por Isto ó qun egtou 001! 1 , ÉLY e estar com Ely supera le gias pi!ttcas porque a sus me; 1 gem ó o. essôoclo dü tudo nqtttlo dc-fcndo. 1 O vereudor Getúlio Ltno (foto) do PDS, solicitou na ,.;essão rea!Jza la quwrta teira. na Cãrnurtt ~unlolpal, provldêoclus ao Dersul para aonaer var os estradas eR!aduats da 11oglão, prlnolpalmentt> a que liga .Bela Vista a Caracol. DIsse o vereador que ns lroedlaçoes do N:mca. te, vi a rodovia está intraoslt/1 vel há vãrios meses, l • • com os motorlstt1A sendo obrigados a abril· picadas na mato. Nosta mesu sessão, por uge» tüo do veredor Nvaldo de BarrOS, foi form>du uma (!OCDissfío composta por Afoollo Dllc:n Nuneo Leite (presl dentP da Câmnra), Carlos Centurião, Nivaldo de Barrou e Gt,túllo Lino pa ra Ir ao Dersul em Jardim, e le. soli ' _! o0i° 0 1i tV ,+y' .t. à »l •r:I!•; , O'. ,, , il 1 ,; , up da' -===COMUNICADO===- Ao Comércio, Indústria, Colégio e Profissionais Liberais . Informamos aos nossos clientes, comercio. indústria, colégios e profissio- nais liberais em _geral, que a partir do dia 15 de março estaremos atendendo em nossa SEDE PROPRIA, à rua da República 268, em Bela Vista. • . A. c?nstr_ução ~a SEDE _PRÓPRIA obedece a um plano de expansão onde ambém está incluida a 1mplantaçao do sistema "off sett", o que ocorrerá a partir do mês de Junho do corrente ano, Estaremos aptos a executar quaisquer tipos de serviços grahcos e 1mpressao de jornais e revistas em uma ou mais cores. Informamos ainda que todos os pedidos de Impressos superiores a. cr$ 40.000,00 (quarenta mil cruzeiros) serão faturados 30 e 60 di,as sem acrés- 1 cim?. A empr_esa, rndustna ou profissional liberal que entregar os seus pedidos de impressos a GRAFICA E _EDITORA APA receberá um desconto de 30%, nos $0/atos de publicidade para inserção nos jornais da Rede Belavistenso (Tribuna b a ronteira, Correio Jardrnens_e.. Jornal de Antonio João, Jornal de Bonito e Tri una Murtrnhense). Esta publicidade sem rnserida em todos os jornais na coluna Roteiro Comercial da Região. Venha conosco . O ano é de promoções ... de expansão· de 'conquistas. VAMOS CRESCER JUNTOS GRÁFICA E EDITORA APA Os Melhores Preços A Qualidade e o Atendimento. Observação: Faça os. seus pedidos nos escritórios dos jornais: Correio Jardinense, Tribuna Murtinhense, Jorr.al de Bonito, Jornal de Antonio João e Tribuna da Fronteira. .J -- . ·-- ·- • -· .. ' ELY PAR.A. Dl$PU1'ADu BSTA.Dl' ' E FEDERAL ... ? . ' Getúlio Lino, um dos verea, • res mais votanos no último plflilo, r;e à TP q-ue a candldatmo do Ely para deputado estadual é lrre slvel, ele "fecha com o prerelto •. · .'. • • espera a 1;ua eleição, pois o Dr. · está multo bem em todas as elda --.. : / _,...., · da região. ;i' No que se refere a candldat · ·. ' .~;, a deputado federal, Lino disse g . i atnd" não se definiu. espera i • • '. oportunide.de pura indicar um cap dato f.OO seus eleitores. Para ele , ,· caadidatara de Saulo Queiroz é -=..é. to simpática, mas preferiu aguar 1 cltar µrov:dênclao. Esta comissão )O. mais um p.ouco para depois •· rec voltou o, segando Ltno, t,1dos os nos com Saulo ou com outro candldat sos pedidos foram atendidos. do PDB. A obra revisão de Lobato: que Estava esqueoiJa a velha polê mtcrn entre o padre Frunctsco de Sa les B1.iasll e Tristão de Athayde &O Dre a posição dos católicos porante a literatura infantil de Monteiro Lo bato, quando a revista paulista Por que, oº 3, trouxe o eosunto novamoo te à baila. Como estamos às vésp~ ras do Ce,ntenério de Lobato, a refie xao sobre su obra não deixa de ser extremamente oportuna. Que Monteiro Lobato jamais entendeu a mensagem bibliea e cris tu disse-o multo bem o crítico Ho mero Silveira, ao constatar que Lo bato "deprezara com ardor o CrIs t1anismo'. No finul de sua vida o r,rrndor do Sitio do Rica-Pau Amare lo''teria, tido simpatias pelo comunis mo e há quem avance mais: oorla sido comunista". Que tenha sido notável contl-s ta_e que seus personagens infantis deixaram toda uma geração sob o seu fascínio ó inegavel. ConU'o, os llvros de Lo ~ato jamais puJ ram en trar na Afrios portuguesa po sues alusoas à negna b2ii:;uda'' "preta como carvão", "ignoranêe ~ burra" {a ompregadn tia "Anatnácie."). Há um racismo spenoeriano, pelo menos inconclente, no tratamento pejorativo se uma . ..., 1mpoe Gláudio de Gicco contínuo, que, allts, nüo aparece nem poderia aparecer - na adat ção para a TV. No O Sacy, ae: discussões tre o diabinho e ''Peàrlnho" condu zem à conclusão de que é o que cria as religiões. Na IDstórlt . Mundo para Criança& a origem universo é narrada por "Dona f ta" em'termos pão e!acionistas, ! pela hipótese (aí dada eomo t comprovade) da evolução cós panteísta. Em A Chave do Tama. "Emília" humllba o "Grande Ditad {Hitler). mas na flistóri11 do Ma a era stalinlsta é apreseutada oc sendo "novo sistema" e que "ai é cedo para julgar os russos", qi do todos sabiam o que 13stava ot rendo na Ucrânia e refugiados i faltavam, lnelusive trabalhando lavouras em nossos Pais ... Logo, nossa admiração por bs.to, dentro de uma visão crlstll, ve ser cautelosa, mesmo porque uma personalidade contraditória, do e.o mesmo tempo paclonaUsta 1 admirador lncondlclonal dus amef nos (que nos colonizavam eultu mente), moderno e contrário à "S& na de 22". Em suma, uma. Ug1ra 1 uma obra dtscutivels. {Plana) ) l Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº605_27_02_1982 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº607_20_03_1982 Voltar para a lista de itens