TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº661_29_08_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº661_29_08_1983Número da edição661Data de publicação29 de agosto de 1983Número de páginas4GeoCoordenada -22.121902144785466 , -56.53016745269234 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº661_29_08_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto - Câmara ..,. e Notícia , l l A indicação do vereador Serio alerto perondi para ser o líder do prefeito na Cima- Municipal é f1to importante na +t1na! 2o {ara poitea de ma viste Proni, v ?j mais vo.so do PD últimas cle: ~~cs, após manter cntc:nrlimenlo:; com :CB!on, !nfcln, agoin, o que: ele chama de Fase 2 - ama icipae@o mais f·tiva - tralhando iire- Jl•• 1 • • r 1 tmerte com o prefeito e {u'anlo ombro a tmbro pata conseguir os melhoremos e uilios que Bela Vista tate nrcc•;sita. 'a 'crciu:lc, o que' cs!,i havendo, é a cons ciemfznção de que a união é importante para se conseguir resultado; pr'icos, ou seja, rei «indicar obras e vabzlhar para que nossa ida .dc atinja um cst:í;do dcscnvolvimcnlista con dizente com as aspirações pop.alares. f!ll~ndo ontem ::i nossa reportagem. Sergio . , Pcrondi, que terça. !clrn retornou Qp Dia ília, onde manteve diversos contntos polflicos com drputnaos de Mato Grosso do Sul, Rio Grnndc do Sul, disse que a situação não cstá fácil, € J,1 rclsn muita tra111111ilidad,,, espl'rnnç;,, ,;'ío pudemos admitir que politicos raJicais tumul- 1 _IH'!ll o proc1•;.so de :>hel'lura, nós haveremos ,,. '_'IICr,11trar uma said.~, o Brasil é forte, sa lá reencontrar o sea caminho, Disse tam. lm o vereador pedessi;ta que o povo não de. v~• c11Jp;u· o l'DS pela crbc, os políticos não ~ao culpados, eles sempre sugerirnm uma saí ela democrática, ÍSltJ (,, o <JIH' a c-hapa Purticf p:'.cão JJ_reg-a, 11111a maior participnção popular. r:,s~ e ameia que a opo:,i,·ão não aponta solu ções, isto porque é mito fácil criticar l' mais difícil, multo mais ,Iifícit, ser Governo e aten der os anseios do povo. &ergio Pcrondi acha que Mato Grosso do Sul é um Estado viável, desde que o processo clcscnvolvimentlsta não sofra solução de con tinuidade, não se admite pregar o imobilismo, o pessimismo, num Estado que surgiu para ser modelo. Quanto a sucessão Estadu':ll, Peroncli foi enfático ainda é cedo para se debater quem srr;í. o sucessor de Wilson. será do PDS, isto cu não <luvido, e prccisamo~ na época certa escolher o nome certo. Para o líder do prefei to na Câmara, a respeito à<J. sucessão de Figuei rcclo ele disse em tom seco: PAULO MALUF X:: O IIOiHEM, caso nüo l1a.ja eleições diretas . Destacando o aspecto "demaoo" da pregações "reformistas" do PMDB, Srio Pe roncli disse que respeita os integran'e-; do M DB, mas às vezes, eles nos provocam risos exemplo ele Orro, Rachid e outros, 1o!lo.; ho mens ricos, abastados, pregando reformas. Mas; é bom q:le <;e diga: reformas para os ou tros, não para eles. Finalizando, Perondi di1: que Orro e Cia é aqailo que podemos Jcnomi nar ESQUERDA FESTIVA. "ORRO E AGENCHADOR DE EMPREGOS DISSE PERO:"iDI NA CA:H.H/ Na sessão realizada segunda feira, na Cà mara, Perondl teceu diversas criticas ao Go verno do E,lado. prlncip:ilmC'nlc no líder do Governador na Assembléina Legislativa, depu tado Roberto Orro. Para Sergio Perondi "or. ro é meu amigo, boa pessoa, mas atualmente não passa de um aenciador de empregos do Governo do Estado. Enfocando as prioridode<; de nossa reião. Scrgío Perondi disse que o tlrputaclo 01 ro re· Cl'heu, cm Bel:l Vista, mais de mil votos, •1..,rn miu um compromisso com o po, o elais en. se, prometeu obras, empregos e mudanças. Até o momento c:un1pri11 stí coai o M'J;..tn:lo item, EMPREGOS, quanto as mudanças, só mudou os chefes da Enersul, Ciretran e dire torias de colégios. Mudanças politieas. No o. cante as obras até agora n+la 0C0eu. Só ' promcs,as conti11uam. [F w [nJ TE Escreve: Itamar S. Dutra Sendo muito rico o nosso vernáculo, mui 'ias palavras são aplicadas indevidgmente, ·muitas vezes de forma pejorativa ou no seu sentido mais indesejado. Normalmente muitas palavras são us::idas cle forma errada, como sinônimo de algo com pletamente difereme. Como exemplo podemos citar a palavra FOLITICA, atualmente muito empregads no dia. a dia da sociedade. A gran de maioria nem mesmo conhece o seu verda- deiro significado, isto é, o seu real sentido. Política quer dizer "arte ele gerir as relações entre os Estados" ou a "arte de bem adminis trar os bens públicos" . O emprego usual desta palavra, por aque les que se dizem políticos, é completamente imprópria, porque é confundida com a pala vra POLITICAGEM que quer dizer "política mesquinha de interesses pessoais". Não consigo entender como homens, seres humanos racionais, podem agir ele forma tão [7 [ imprópria para com outros da mesma espécie, contrariando até mesmo um princípio natural encontrado em todo o reino animal. Porque devemos segregar nossos irmãos pelo simples fato do mesmo ter um pensamen to contrário, um interesse diferente dos nos sos e uma razão divergente da nossa. Não se ria de bom alvitre sempre somar para cres cer, ou será melhor sempre cliviilir para re duzir? Não existem fórmulas mágicas, palavras milagrosas para que possamos nos enquadrar dentro do termo POLITICA, basta simplesmen te que sejamos autênticos, honestos conosco mesmo e com nossos semelhantes, não pen sando em interesses inruviduais. mas no in teresse coletivo. Todo o homem enganjado na Política, ou melhor, um Político, faz parte de um dos poderes constituidosd do Estado, por tanto faz parte da direção do Estado, e co mo o Estado é responsável pelo bem da co- munidade sob seu império, o Político é tam bém responsável pelo mesmo mister. Cus? i.S so não aconteça estamos diante de um silo gismo completamente improcedente. J:;evemos fazer um exame ele consciência, estender a mão para aqueles que não pensam como nós, porque não somos os donos da ver dade e todos juntos, esquecendo nossos mte resses mesquinhos, a sede do poder e o orgu lho pesrnal, construiremos um pais mais justo e mais humano. Deixemos de ser POLITIQUEIROS, vamos ser verdadeiramente POLITICOS. Pensem nisso, enquanto eu lhes desejo unia boa semana. Itamar Silva Dutra é advogado, militante nesca comarca, colaborador permanente dos jornais da Rede Belavistense. Escreveu para diversos jornais do Rio Grande do Sul e é es pecialista em Direito do Trabalho . PDs O vereador Ancelmo Lopes (Peni.nha), do O ' bastante revoltado, disse ontem que povo • pro,,_""cisa saber que o PMDB é contra o l::J.r ~ 1 5 "º de, ~.?,:i Vistn, as i:epi:c;entat1 1:.es do i0 na Câmara, os veredores, votaram contr·• • -< ' b 'n r'; : 1 _nsbhç5.o de telefones públicos qm~ u?'iciat • am o povo belavistense. an Ancelmo Lopes a nlcgaçiío dos peeme- dcbi912s chega a ser absurda, alegaram que a indicação deveria ser enviada a Campo Gran. de e rdo a Cuil!1Jã. Tudo l1em, que se mudas. se o dei'inaiário, mas não o voto contra, que cve ser o PD#, em: Rela Vis!a, ccntrário aos intersses do 10ovo. A respeito d2s mudanças ocorridas no re Jadonamcnto en-rP. os ver1:2:iores elo PDS e o Executivo Mrn,cioal. Peninha russe que a indi c1ção d2 Sergi0 Perond.i para lide:.· do prefeito na Câmara, é sintoma da união do PDS, dos cjo'iras qu caçamos para transformar nes sas riináic:cães em fztcs o:;cretos, é a c t.i·a ,'~/:.ia visando a nnssa vi1 ó ria cm 1!186, e, cbiuic, 2 ma'unidade de nossos propósitos. Significa que estemcs fazendo a p0lilica adulfa e não a r:oliticalha de ataque, nona çües. demissões e demago1Jia::;, próprias dGS :i;;olít:cos qnc pe,1sam enganar o povo. Q1;:an:o ao 11refeito municipal, Peninha dis se aue Afonso Dillon merece toda a nessa con fiança, esn<ramos que {a2a tudo 2quilo que c noro rcivindica, dando ncs a ce!'eza de que c progresso de rcssa cidade não será interrom 1lictc. Finalizando. Peninho. disse aindR que o ;;orn pode f!c:-ir tranquilo, o nc:;so compro• mjssc de bem renresentá-lo continua, sem fal sas promessas, mas alicerçados 110 nosso ideal de bem servir. ESTÉ'l'lCA E REPARA.DORA FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ, COURO CABELUDO, SEIOS A3DOMEM, MOS E MEMBROS. INCLUSÃO DE SI LICONE, PEELING G:ICATRiZES, TU lVíORES DE PELE, QDEIMADURAS, ACI ~ DENTADOS, DEFEITOS CCKGtNlTOS 1 , (i'lAOS, Pf:S, FENDA PALt 75NA, LA- BIO hEP.ORINO) úL<::ERAS DE ME1l· 1 BROS EMAGRECIMENTO. - - Atende cm: Bela Vista: Rua Antonio jo. ão S/N, ao lo.do da Farmácia iloderna (última 5.o. e 6.a Feira e Sábado C'2 cad. mês). Campo Grande: Rua Pedro Celestino 1387 Centro. Fane 382-2984 - Res. 62-1-5445 Diariamente: 09:00 às 11:30 hs. 14:00 às 18:30 hs. 1 '.'nlu d ., D.la V!ta-M3, . ' l rl AnvocACij- Escrltórlo: /v. Pio nr: nco lB'I - 1-'011() :w:i DR. ANTONIO F. no N,'S(,!1111:1'10 /1.DVOGAOO CIC OOGAM.301-00 - Ol11-MS '.lll09 Cttll!n!; Cl'lb, Crl!nirmi ', qur",!1:o r1ú TorrnH, Dlrcllo elo J-'nmlli 1 e 'ft.•b:\hl•;'-"1. Hcsid&neia: A, Rio Branco 193 7D.21l0 . I'o11:o JHudl1,ho. ifato G. do Sul -7 Ar0 O LA c0A Mn6Ui ; Atlvo:::ndo 1 Cnusns Cíveis o Crimln:ils 1 Inventrlo, Desquites, Dórclos e l I .er:nll1.nçi10 do Terrns. j Escrit.: nua Anlonlo ri.,;:n,la Coelho, 1211 1 Pano: 43D•l3!l5 1 Resldôncin: Rua Cuinh·í, 4Gíl ' DE LA!STA-N. ' , Nelson Charas Advogado Cnusns Trnb:i.Ulistn, Crlminnl, Comerc!ol, Cível (problemns-fnm!lln) terrns, lnvenlnrlos, cohrnnçns, etc. Run Dr. Ary Corlho Oliveirn, 660 Fono: 2121 - JARDIM - 11S. OAJ3 - MS -· 1579 Avenldn Duque de C:::dr_<:, '?80 T. üoS WnASTO'3E5"" Acl,ogado ~ 1 1 Cal'«! Postnl 31 - JARDnr - 118 Cnusns Clve:s. Cr!minnis, Problem:1s 3 -DTI'.':D!ÍE,T!Ííl.fiCDOY---~-, Advogado [ ' i 1 1 1 do Terras, Inventltrlos. Rua C1:inbá, 350 BELA VISTA - MS. 1 DR. FIORI JTIJP...:-'1NO Médico Clinicn de Scnl10r:i.s e Crianç::is Operador GRM 352 - Fone: 439 1264 - CPF 003820351 Rua 15 de Novembro 73 DELA VISTA MS CEP 79.2<:U ,.. unlctpa! à ,,_,. d,... a,!•, I6 do mes em ! rdJan•e -:t1r1,,, eonl.ecimer,''' lho:, d te Ato da Cmsr ros e male inda os sentimentos de r que nos insinnm par o Irreparável e e . al i o 1 ·1•1n:rn<l1> ,-·n,:t,1•; li?o de Freitas rlete P de Tritas ;±ucleide M. S. A!ve+ j ilJ'()(;1JJOS I ·,,,, : l'tn,c·:1jü n" DGl I'• 1.. (00'I) íi2 l--l:l30 (OG7) G24-70!l7 ' , i.: Tr l. G'. 1·1•7021 Campo (;r,111tlt' llalo Grosso do Sul. l·>inltlirlo <'lll .i:lrdlm: hv. !Vlnto Grosso S/N ,_.....,_.,.~·r .,,. _ _.., , ..,.,-..,,. ~ - NEGRAO Ruo Tenente Bernardes, 2558 JARDIM - MS C:LTNlCA POPliL!R , di:s '1 us 11 horns ---~----- ~ --~ - ~SC!UTORIO DE ADVOCACIA Dr. Pedro José Pnlmlfrl LCf;OIIZ:J<:50 elo Terrns. InventárlOS ll Cnus:1s Criminais (Jurl) Rua 15 ele Novembro, 160 Fonc: 439-1132 - BELA VISTA - MS. ar ar • u no. e erg. a ar aar9t. ,m . .TOELSON IiARTINEZ PEIXOTO Advogcdo Escritório: Rua 1.° de Ma1o, 357 JATIDThI - MA-TO GROSSO DO SUL DR. RICARDO rtEGO Aclvogndo Inventários - Lignllzação de Terras Antonio Jo5o MS, Dr. Sérgi<' Ruberto f'erond! Advogado Cn:,sn.~ Cíveis - Direito Agrário Inventários Esr!6rio- Orca 'Varo Mascnrenhns RELA VISTA - J<IB. ASSUNTO: Projete Decreto L d N.o 001/82 dispondo sAhre fio do s e vrb de representação '» Senhor Prefeito M nlclpnl dc~ln ddnde. A Comissão de Legislação, Justica e Reda c-ão da Cümaru Municipal de Bela Vista, no ~so de sll39 olribuiçõcs legais, cmbasnda cm permisivos legais atinmntes à espécie emi! r,orccer referente pnjelo un tela, para poste riormc..: 11L, o zJ • • rio d. ut;r e +for me delcrmlna o Rq;imcnto Interno desta Ca ta de Leis, nssim alinhando ta! pare:r: a) o projeto de decreto l fleti) que orn se cuida, po. --;ui como dc'd ra') fi • r o subsídio e verba de representação do chefe do executivo munitip,.1, 1 nl:, ccr t-, Llll : u,1 colo• cação jurídica e normativa, pois em e tratando de fixaçüo para tal fim, é amparado pela Lei Complementar n,o 07 de 20-11-01, ,n ti rr J 83, ESTJDO DE MJTO GROSSO DO SUL CO:IARCJ DE BELA VISTA EDITAL De r,rimelra e Sc;-_:undu praç:i(.;) de signada pera 03 ,10-83 e 13-IO-e3. O Dr. Jonas dos Santo: F±!licioni Juiz de Direito dn l.t1 V:irn Cvil desta Comarca de B2- Ja Visto Estudo de illato Grosrn do S•.tl, na forma da Lei, FAZ SABER a lodo; que o pr~scnte Eci tal virem ou dele conhecimento tiverem que foram marcados os dias 03-10-03 e 13-l O-e3 à5 13 horas para a realização das pragas designa dos nos autos N.o 03/83 de Ação Execuc5o - C. Precatória que Banco do Brasil S. A. move con1- tra Elenir Silva referentes aos bens penhorados n·os autos ncima mcncion.:dos :ibaixo caracte rizados: 270 has. ele terras pastais e lavradias, dentro dos limites da Faz. Perseverança, em Com! ão C+ Finanças e Orçamenta P.,rcccr No O!M(1 A Comi-slo de Fianças e Orçamento d Câmara Municipal, reuniu e na sala das a sões, para emitir parecer sobre o Prejeto Decr. to Lei.lati 001/83, dispondo sobre a fixaç,o do uh'dio e verba dr prntç&o do Senhor Pr feito Municipal desta cidade. A Comissão de Finança € Ore :,me nto, opl-. na favor]mente à aprovação do citado Pro. jeto, pcis está dentro da legalidade, cc1forme 1 cza o Art. 83 da lei Ccmp!< r,,rntar no 07 tle 20 11-CI. S1la da; Se es da c;,marn !l!unicipaJ u~• Bela Vit&-MS, 17 de Agosto de 1963. EVL.ASIO MIRANDA Presidente PODER JUDICTARIO CJRTóRIO JUDICIAL Alto C.:rracol, municíplo de Caracol, com a$ seguintes confrontações: Ao Norte com parle~ d.:r Faz. Pcr,everança; A Leste com terras de Vital Ferrcir.:r de Suza e Irmãos Palermo; Ao Sul, com terros de Comerci."11 Pont:1 Porã e a' Oeste com terras de /rtemia Fer:1andes de Arrudo, sendo que dentro da úrca suprn n5o existe qualquer benfeitoria, av.:rliada na quan• li:i de Crc:, 8.100.0'.lO,';Q (oito mllhéies e cem mi{ cruzeiros), valor por quanl:J ~erá levado a pra• ca nos di.:s 03-10-83 às 13:00 horas e eventual segunda prnça porn o clfo 13-10-83, às mcsm:is hcr.:,, n'l áirio do Forum local. paro ser :irremn• tadn por quem mai.:>r lnnce der acima da ava Jiaçiio, sendo a venda feita à vista ou medianté fiadJr idêc1c.:i pelo prazo de (tres) dias. Dos autos não consto nenhu..Tn ónus ou recurso pen7 dente de julgamento. E para que nínguéi possa a l e g a r ignor[incia, determinou Cf ::i:T. Juiz que se expedisse o presente Edital que será publicado e a{ixado na forma de lei. Dado e passado nesta cidade de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos 05 dia!: do mes Agosto do ano de mil novecentos e oitenta e tres. Eu. (,Pedro B. do Vale). o subs crevo. Tribuna da Fronteira (Fundado em 20/2/19í2) C.G.C.M.F. i.5. 513. 203/0001 - Registro no Cnrtório de Títulos e Documentos n.º 35 - Diretor-Responsável: Ivaltlo Pereira (Jornulísta Profissional, Matrícula MTPS n.° 140) Administração, Redação e Parque Gráfico - SEDE PRÓPRIA - Rua da República s/n - Bela Vista - MS Fone: (067) 439-1410 - Caixa Postal 23 Diretora: Maria Estela ·ve!asquez Pereira Gerente: Gilson Silva Santos Depto. Circulaeão: Marilene Marin REDATOR-CI-ÍEFE: Ivalclo Pereira ASSINATuRAS Bela Vista: anual. 6.000,00 1 Demais Municípios 9.000,00 FUNDADOR: haltlo Pereira Um órgão da Rede Belnvistense de Jornais Ltda. j Representação em São Paulo e Rio de ' Janeiro: T_iBULA VEfCULOS DE COlVIU- j 1 NICAÇAO S/C LTDA. li I Rua 7 àe Abril, 282 - 5. 0 Andar Fones: 255-2579 e 255-3192 Filindo à ADJORI e ABRAJORT I j o moo.c oes »-o«e «ar2 ter. ta-l "» t-, " Deirl ... -·-=-------.,.._._ ' ·- -·~-------.:....:=-;:e: Jonas dos Santos Pellicioni Juiz de Direito 2a- ~~gráfica editora ú' :. • AGROSSOL DIESEL LTDA. (TRRl.-v. nuque de Caxias, s/n JARDIM - MS. 2- A.BASTEC ACi'ROSSOL DF CO:!BOS T1VEIS LTDA . 3- AUTO POSTO AGROSSOI, DE CC .l BUSTfVEIS LTDA. (Posto) BR 060 - Km. O "' . ,'.GI'.OSSOL REVENDE CORA DE Dh RIVADOS DE PETROLEC LTA. (Posto) Rva Pad Rebss 139i < r i - • (Posto) .óP.. C60 - E:1t:·oncame:1to 5 . TRAKSFORTADOR."1 M.IRClS.SOL DE Dr.'RIVADOS DE era E9g;#é 1ava,as - • • • '.' ,.._. i • (Transportaaora) - Av, DL!QU':! de ,JARDlM - lIS. BONITO-MS. Ni0:ique/1far:1c:1jú - • a gi st .· · . · ·. .. ·· · . Graslan 10 fez da foice e da aplicação químlco-follaro no toco, • métodos ultrapassados e custosos. Aplicando Gra_slan 10vocô acaba com tarumã, arranha-gat leiteiro, taboca e outros arbusto com total facilidade o economit1, Conquista oEspaço. rro Pedro Pedra Li, neste Jornal, críic o padre d3 Bola pista, li também a defesn do n:ire, nesta ,ii, artigo d imn Anel7m Li notf·ta a espito do Trahin ucd, num jormnl do mo ~num dr S:io P"uh rnmrnl: 1 rio ::2 rrspcito da roda verão 4. Tenho 1cO1pb3do os jogos seleção brasileira do fuebol o s vitórias tas meninas do voei. São todos ns<untos p.2lpi- 4untes, de interesscs das comunidics, de in teresse desta prande Nação. Nas é preciso que ; jornais e as psso:s sc preocupem com as sunlos mnis amenos, por isto omei liberda de de transcrever um artigo do jornalista Luiz 5a!gado Ribeiro e um pequeno comentário do economista-jornalista Joe'mir Boting. N5o são rlgos de peso, mos o nosso jornal precisa .imbém se preocupar com estes assuntos, sa be como é, jornal precisa publicar questões que interessam a todos. Há gente que está mais preocupada com a Crise, a Crise es. mo; são poucas, mas se preocupam (sic) elo que com "cstos notícias de grande interesse das comunidades" que integram o Brasil. co munidades, lembramos, que estão todas a bei u da falência, graças a péssima administra;ã de nossas autoridades que (eimm em conti muar no governo, e qande digo autoridades, é bom que se dig: DELFIM, GALVEAS, LAN. GONI e CIA LTDA. Eis o artigo e o coment:lrio. Ldam e me ditem, traduzem a Rezlidade de nossos dias. A verdadeira, pois atualmente há a rena!idade dos trabalhadores e dos pequercs empresá tios e a REALIDADE DO GOVERNO, que até hoje a.incla niío aceitou a REALIDADE. Difícil de entender, mas fácil de compreender. O DRAMA DO PEQUENO EMPRESÁRIO Liz Salgado Ribeiro Aturdido por um enxurrada de títulos no cartório de protestos, wn pequeno empre sátio da construçfo civil segredava seu dra ma a alguns amigos, esta semana: "Não tenho nem condições de falir. Se eu abrir o bico, fstou arriscado a ir parar em cana". A desesperada afirmação pode soar como confissão de algum grande desfalque que po deria ter sido esbanjado em farras, "mordo mias e jogatina . prática não muito raras en tre empresirios de alto coturno. Mas não é nada disso. O quase falido, cm mais de 10 anos ele trabalho em sua pequena construto- 1a, sempre economizou em suas retiradas e nem mesmo férias chegou a gozJr, Se o des falque nunca lhe passou pela cabeça, que cri me terla praticado esse empresário, a ponto de temer a prisão? "Tomei dinheiro de agiotas, que me em prestavam a taxa de juros bem menores que as dos b:mcos. Mas, evidentemente, não tenho comprovantes desses juros pagos, nem posso contabilizar os pagamentos que fiz. Assim, se vier u falência, ela pode ser considerada fr:iudulcnta. Aí eu me arrisco a ser enquadra do no Códig-o Pen,il e condenado a pagar pe lo crime de ter conseguido dinheiro a qual quer custo para manter uma empresa que da va emprego e uma centena de pessoas, explica o devedor, :mgustiado por não conseguir ven der as üldmas 15 carns que construiu com fi nanciamentos parcial (sob penhora total dos prédios) do Sistema Financeiro de Habitação. Essa venda - de onde ele pretendia tirar o dinheiro para "normalizar a situação" - tor na-se impossível na medido. em que a parte fi nanciada, acrescida elos juros, soma hoje uma importância superior ao valor dos imóveis barateados peia recessão. Sem poder falir, .o pequeno empresário vai tentando acordos com credores e vendendo bens particulares - alguns herança de família- para tapar os rombos de sua contabilid1de. "ESCAPE POR FORA" Segundo o Presidente ela Associação Co mercial de São Paulo, Guilherme Afif Domin gos, esse drama do pequeno construtor não é nenhuma raridade. Com a autoridade de quem vem denunciando e provando que os bancos tem cobrado remunzração de seus emprésti mos de até mais de 500%4 ao ano - entre ju ros, comissões, seguros, ações e a chamada "reciprocidade" • Afü garn::itc que grande parte elos pequenos e microempresários de Süo Paulo está na dependência ele agiotas. Is so não só porque o dinheiro tomado no mer cado paralelo é mais barato como também mais fácil de ser conseguido: "O agiota dá cré dito sem exlglr balanço, cadastro e outras formalidades". Mas, para os pequenos lojistas há uma saída para evlt:ir rombos comábcis provocados pelos juros sem comprovantes de pagamento: a compra e venda sem nota fiscal. "E esse por fora que permite o equilíbrio da contnbi Jidade dos pequenos comerciantes" • diz Afif. alertando para o fato de que essa s·Jída "tem aumentado violentamente a soneg::ição fisc:il ". Em resumo. os exorbitantes juros b:rncú rios, por tabela acabam f:ncndo rombos maio res na arrecadação de ICM e outros Impostos. Indústria Também Teme A possibilidade de a falência acabar cm punições previstas pelo Código Pen:il também apavora pequenos industriais, conforme fir ma Carlos Eduardo Uchoa Fagundes, diretor do Departamento de Estatísticas da Fiesp. No caso de industriais o endividamento com agio tas não é significativo - segundo Fagundes - por que as fábricas, por menores que sejam, sem pre necessitam de créditos maiores que os dis poníveis no mercado paralelo. Mas há um ou tro problema muito sério: a falta de recoll1i mento de impostos e contribuições prevlden ciárias, que pode ser considerada apropria, ção indébita" no julgamento de um processo de falência. Segundo o diretor da Fiesp, o atraso des ses recolhimentos - principalmente de parce las de imposto de renda e INPS, descontados do pagamento de empregados - tem crescido na proporção em que a crise asfixia as em presas: "Os recursos dos pequenos e microin dustriais mal estão dando para pagar os em pregados e comprar matéria-prima. Assim, os impostos vão se acwnulando e podem gerar processos penais por apropriação indébita", cxpl!cu Fngundcs. 2 curioso notar que esse medo de punição só tirn o r,ono o o (lnlmo de pequenos empre sírios que lutaram com todas as suas forças para montar negócios humildes como eles mesmos. Fira os grandes, a falência fraudu !enta cu não . continua sendo um adorável e tranquilo "happy end", Ou alguém tem no ticia de algum punido nas assombrosas falén cla, das Iuftnlas, capem!s, coferzes o coroas que ndam soltas por aí? (Folha de São Falo . 21/08/83) CALOTEDHli.S Um comportamento aétlco, para não diy zer outra coisa. Mns o homem generaliza: - Sabe de uma coiso? Ninguém mais está pagando ninguém cm dia. Eu não pago o for necedor e o cliente não me paga. O negócio é fazer posição no opcn, dia por dia, com o dinheiro do outro. Eu é que não vou quebrar essa corrente. Ou todo mundo paga todo mun do ou ninguém paga ninguém. No interior, minha clientela, não quer conversa, muito me nos cobrança. Os lojistas dizem que os ban cos não estão operando e mandam meu re presentante voltar outro dia. Mas exigem a reposição do estoque no peito. A gente acaba aceitando, porque em matéria de produção es tocada já estou pelo telhado. Em compensação também estou atrasado com meus fornecedo res. Esse atraso em cadeia é a nova moeda brasileira, pois não ? Moeda emitida pela Calotebras S. A. Ago ra estamos tentando converter esse cruzeiro escriturai em dólar fiduciário ... Joelmir Beting ·---~--------- ---------~------~~---~·-"------i SE VOCE QUER RECEBER O J O R N A L EM SUA CASA OU EM SUA EMPRESA, NÃO SE ACANHE! Venha, escreva, mande recado, telegrafe, ache um jeito....basta dar seu nom6 .: en...<cQ~· Tribuna da Fronteira Rua da República S/N O novo estilo de comunlcn-r está aqui Serviço a la carte - llis rcr e importadas - j gs lazer - son • presença da socidade Belavistens Restuunnle C assino Paraguay ,, • • P Iro Pedr ira H ! Vista Parou no t opo • f, muita pente nino vai gostnr, ms a ver dade é que De!a Vista d un teno 1 ta cá estagnou, Muita gente mudando-: jar. Cum po Grande, pouca amílis estabelecer na cidade e conta se nos dedos a abertura de novas firmas, E o pior. ... E o pior que não h perspectivs, não h nada de novo o fron, não h rmpreno c n! uém (n comércio e n industria) pena 6 ampliar o seue ne&ios, Cmnr'o 1 vc», i ESTADO DE MATO (G1OSSO O UI, C1 tT0lt!O .IUDIC(JI, l'ODE!t JUDICIÁHlO C0MACA DE BE1,A VISTA Edrol do designada Primeiro E) Segundo poro 05.09.83 o O Dr. Otto Dili.cncourl Neto Juiz de Direi• to dn Vnrn Cível desta Comarca de Dela Vista Estado de Mnto Grosso do Sul, n forma du Lei, em substituiçüo lego!. Fnz Sabei' o todos que o presente editr1l virem ou dele conhecimento tiverem que fo ram marcados os dias 05/09/83 0 15/09/83 As 13:30 horos porn o reuliznçflo das praças de signadas nos autos Nº 03/83 de Jçiio Exec11- ção que Banco do Brasil S.A. move contra José Marcelino da Silvn•c sua mulher referen tes nos bens penhorados nos aulo5 acima mcn clonados abaixo caracterizados: 169 hzc!ares de terras postais e lavradias denro dos Emites ela faz. Perseverança, alto carn:::ol mun. ele Cnr'l col com os seguintes confrontações: no norte e ao sul com as terras da Faz. Perseverança; a la3 te com terrns de Vito! Ferreira de Souza c lrmüos Palermo; a oeste com terras de Artê mia Fernandes de Arruda sendo que clcntro dútria diminat, tudo girando em torno da pecuária Ainda acredito que a Saída é a nr,rlculturn, dar condições para os que realmente querem plantar, Fortalecer o comércio e dar ine :tivo para a Jmplanlaço de novas industrias no mu nicipio, Que os políticos, de todos os partidos, tum a imainucão criadora. Ao invés de se preocuparem com quem nesceu primeiro. se o cvo u galinha, devan cerrar fileiras cm tor no do decwvoliento do municiio, dn r1rcn não existe qualquer benfeitoria, nvaliu dos em Cr$ 5.070.000,00 (cinco milhões e se tenta mil cruzeiros) volor por qunnlo será levado u praça nos cllns 05/0!l/83 e 15109/03 ils 13:30 horas no útrlo elo Forum local para ser arrematado por quem maior lance der cima da avaliação sendo a vend::i feita à vista ou mecllan,e findar idOneo pelo prazo do 03 dins. Dos autos não consta nenhum ônus ou recurso pendente de julgomenlo. E pura que ninguém possa alegar ignorn eia determinou o iV!iVI. Juiz que se expedisse o presente Edital que será publicado e afixado na forma da lei. Dado e passado nesta cidade de Bela Vista Estado de Mato Grosso do Sul aos 05 dias do mcls de julho ào :mo ele mil novecentos e oiten la e três Eu, (Pedro V. dn Silvo) o subscrevo. O JUIZ DE DIHEITO DR. OTTO BITTENCOURT NETO tetas rir i#ade Proço(s) 15-09-83 O Ministro d Agricultura, Amaury Slá bile, anunciou após reur.iüo com os seus cole· gas da Fazendo, Emane Golveas e do Pluneja mento Delfim Neto, a lista comp'eta dos prz ços mínimos básicos vúlidos p:m1. o plantio da safra 1983/84, que este ano serío reajus tados de acordo com n variação da.s ORTN, no período que vi do plantio a colhei :a. d:is lavouras. O algodão é o produto que recebeu o maior reajusie, passando de CrS 1.330.00/ 15 Kg, para CrS 4.000,00 com incremento da ordem de 200,7% em rela.çüo ao seu preço na safra passada. O Ministro da Agricultura disse, ao anun ciar os novos preços núnimos básicos, qu:i os indices aprovados são "realmente estimulan tes", o que confirma, uma vez mais, o. "piic ridade agrícola :munciada e mantida pelo G;:: vemo Figueiredo, apesar do qua::iro de ài!:i culdades vivido pelo Pais". Fara Slúbile cs • Ji()VOS PREÇOS São estes os novos preços minimos b,s:cos :mlll'lciados pelo ministro Amaury Stábile: PRECOS i111N!MOS BáSlCDS - St..FRA 1983/8>'.! • CRS/UN novos preços, bem como a mecânica de rea juste, que assegura a manutenção do seu va lor re,1! frente n inflação, "düo a segurança que o produtor necessita para produzir mais e melhor, assegurando novamente uma boa saira de grãos ao Br2sil", objetivo que este ano foi parcialmene frustrado pelos desastres ciimállcos ocorridos nas regiões produtoras do Sul e Nordeste. Com a liberação dos preços mínimos bá· sicos, disse Stábile, "completa-se o elenco de mcdides iniciado com a divulgação dos VBC's tnmbém em per:::entuais estimul":mtes e com a :m,ccipação do preço mínimo do feijão, pro duto que recebeu VBC no valor de 100%, in dependente da categoria do produtor, além da correção em mais um mes, vigorando o seu preço mínimo definitivo a partir de novembro e não em outubro como no ano passado". Frcço-Base Percentual Período de Produtos Unidades Preço-Base 198% 1983/84 ri.e reajuste correção Arroz ele Sequeiro 50 Kg 1.900,00 5.600,00 194,7 Ago/Fev Arroz Irrigado 50 Krr 2.276,00 6.664,00 193,0 Ago/Fev Algodão 15 Kg 1.330,00 4.000.00 200,7 Ago/Fev lIilllo 60 Kg 1.392,IJO 3.700,00 155,8 Ago/Fev Feij:fo 60 Kg 5.985,00 14.400,00 140,6 Jul/Nov Soja 60 Kg 1.800,00 t!.338,00 141,0 Ago/Fev Amendoim 25 Kg 1.222 00 2.800,00 129,1 Ago/Fev Castanha de Caju 01 Kg 80,00 17:i,OO 118,7 em vigor Cem dê! Canrnúbo 01 Kg 200 co 380,00 90,0 Trim/Ago Girassol 4-0 Kg 1.130,00 2.GS'/,00 164,3 Ago/DEZ Juta/malva 01 Kg 79,00 210,00 165,8 Ago/Fev Mamona 60 Kg 2.746,00 6.065,00 120,9 Ago/Mar Mandioca 01 ton 5,804.00 14.000,00 141.2 Ago/Mar R3mi 01 Kg 88,00 203,00 130,7 Ago/Set Seda (cosu!oJ 01 Kg 433 00 1.013,00 133,9 Ago/Set Sisai 01 Kg 50,0D 101,00 102,0 Trim/Ago Sorgo 60 Kg 1.183,00 .45,00 165,9 Ago/Mar Trigo mourisco 01 Kg 22,00 57,00 159,1 Ago/Out semente de juta 01 Kg X 450,00 X Ago/Abr Batata semen.e 30 Kg X 5.100,00 X Ago/Nov Falou-e tanto n implantiçáo de uma f brica de cal, numa Usina de Aleool, num Frigori fico, numa fbrica de óleo de oja(c) e mm t n tas coisas mais que no tina!. bem, deixa pró lá. Esperamos que o homens e cmme etrem que do jeito que vi Dela Vista, repetindo uma velha frase será uma cid.de ba T Ia morar, mas difletl Política - A'l'O i Vereadores do PDS vão romper com o prc fcito. Alguns integrantes do Diretório do PMDD querem a substituição do utual presidente, Co rumila Loureiro, Política • ATO 2 Vereadores do FDS cerrnm filt.lrn: cm tor no <lo prefeito, Afonso Dillon. p,.rondi é o ll'J· vo líder do Prefeito na Cimsra Municipal. Corumila Lourcirn pen" !icrnça por 120 dias. Idelfonso pede licença na Câmara Muni cipal por 120 dias. Julião Godoy vssume Política - ATO 3 Figueiredo reassumiu o cargo de Presiden te da Fepúbllc::i. Aureliano volta à vice Presidência. Fc.drossion lança sua candidatura ao Governo elo Estado em 198G. Marcelo Miranda é o candidato natural do F DB Se hJuvcr eleições livres para Presidente da República poderá dar BRIZOLA na cabeço. l>faluf é o mais cotado. Andreazza já mostrou, durante anos, a sua ca pacidade de trabalho. Política ATO 4 Perondi prepara o caminho para a chefia do Executivo. Ivan Marques e Pedro Palmieri (que havia a bandonado a política) ~e encontram conversam, viajam juntos para Campo Grnnde. Na volta Ivan lança a candidatura de Pedro Palmieri. Se houver eleições para prefeit:r em Bela Vista o candidato do PiíDB é Idelfo:1so Pinhei ro. Ely de Araújo Barbosa não se manifesta a respeito da política. Está cuidando unicamente da medicina. Câmara llunicipal Li no Jornal Correio do Estado: Tilunl de Contas não aprovou os hal:m cetcs da Câmara lIunicipal de Bela Vista, pe ríodo de Janeiro a Dezembro de 1981. No apro von também o Balanço th mesmo ano. Eancos, Gerentes e Juros . • ' ' t - '· I ', •. : ., ••.• - "! Do jeito que a coa v i, <l ' tempo muitos comerciantes vi . sob r ' l . Govemo estimula yahu. Esquerda Ftiv a Câmara Municipal, o vereador Fere4 disse que o Deputado Roberto Orro é da "E.. querd festiva e areniador de empreyos", Crro explin C Deputado Roberto Orro, nosso particule migo, explicou que a cor. trução de uma ponte ele <.orcrdJ no ri> Jpn c.,!r:ida Bc·la Vh1a . Antonio Jolo, foi rtivlndltaç.io dr lc, l! n·o cl.J prefeito ele nosa cidade. Disse também A pavimentação asfltica entre Bela Via a Jardim vai sair, Isto após o término da rdo. vla do Calcrco. Tuch Trnnquilc Orro disse ainda que o Diretório está tran. quilo, Corumiln pediu licença por 120 dias por motivos particulares, Palavras do deputado. Uma Bela Históri:: de /mor Risse era um cadelinha lindn. Pelos sed: sos, mestiça de pequinês, um mimo de codc:J nha. Era tratada a doces e frutas, foi o prin-.cl rn vez que vi cachorro comer mnç5. A dono do Risse era uma senhora da sociedade, onde ia levava a cadelinha (uma afronta dizer que Ris se era uma cadelinha, mais parecia uma crian ca mimada). No cabeleiro, a cadelinha era uI sucesso. Tudo corria bem no mundo de Ris:c, até que apereceu o Tuc5o. Na vida errante de Tucão já lhe surgia de tudo na vida, cinco dias preso na carrocinb da Prefeitura, a briga com um policial da pe sada, o namoro com uma bela cadela de raça, até a perseguição por dias e dias de um siarr.es muito do invocado. Quando viu Risse pela pri• rneira vez, Tucão disse: Tá !10 papo. Essa 'Cl faturar. E faturou. A dona de Risse foi obrigada a aceitar o o• mor dos dois, afinal a cadelinha fugia de casa, passava clias e dias sem comer, era melhor a ceitar do que proibir. Depois de muitos mêses, surgia três lindos filhotes, a casa de Risse íicou em festa. Mas, com todas as histórias 'de amor, a àe Risse e Tucão tbém. teve o seu drama numa be la manhã de Novembro, Tucão resolveu partir, deixando mulher e filhos. Risse chorou muitJ. Mas esqueceu depressa. :'>Iorol <la Hisitória: S2 até cachorros esquece. por que os chamados humanos não esquecer.-,? Sr. Airton Brasil Li no Jornal Tribuna da Fronteira, su c,·ítica contra o nosso vigário. Consultei a mi nha consciência cristã, e achei que devo esc'a recê-lo, pois se trata de uma falta de cm e ensão sua, e não da familir. do fale::::do. • S~i perfeitamente que esta é profundamente cr's tã e sabe do quanto o Pe. Lourenço, é dedic:! do ao nosso povo. Olhe, não quero ofondê-lo. mas czrtamzn te o Sr. pouco frequenta a igreja, e oor isso nem esá informado sobre os C:lSOS urgentes que surgem solicitando a presença c:1.o Vigá rio. Se ele não compareceu jun'.o r.o doente foi por uma força maior e não por falta de abnegação, além disso ele fora informado de que o doente já havia sido aten:iido oor um sacerdote da cidade vizinha que sempre nos ajuda nos casos de emergência. Se o Sr. acha no seu uonto de vista que 0 Fadre come.eu um erro, o Sr. também erzl publ:cando um suposto erro do seu irrn 21 Não acha? - 1 Peço-lhe dcsculp::s se o mago:i nao , '.- qt.:e ~iz a verdade, mes na muneira e.e e:r_l.•·. ~ •• • : sar-rne. Sim? ,; Eu, oenso ter cumnri:io um de·er, p'.lr<f•· t._; conform; rninha vocação cristã. s~nt'.l n ,;!'/ t'·• ja como iamilia, e assim participo da s4>" de da, participando de suas alegrias e dores"),,, responsável por ela. .«. 'm Deus, nos chama para juntos consJ., 1-.. mundo mais belo, mais nosso. mair iT" n, Alegremo-nos porque Ele tem conf!nnça :: nós, e esta nos traz uma responsabilidsd"", menda! Mas assumindo esta responab" que mostramos o nosso valor! 1 Bela Vista 24 de Agosto de 198 Suo Irmã Anp:elina Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº659_12_08_1983 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº662_03_09_1983 Voltar para a lista de itens