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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº661_29_08_1983
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Câmara
..,.
e
Notícia
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l
l
A indicação do vereador Serio alerto
perondi para ser o líder do prefeito na Cima-
Municipal é f1to importante na +t1na! 2o
{ara poitea de ma viste Proni, v
?j mais vo.so do PD últimas cle:
~~cs, após manter cntc:nrlimenlo:; com :CB!on,
!nfcln, agoin, o que: ele chama de Fase 2 - ama
icipae@o mais f·tiva - tralhando iire-
Jl••
1
• • r 1
tmerte com o prefeito e {u'anlo ombro a
tmbro pata conseguir os melhoremos e
uilios que Bela Vista tate nrcc•;sita.
'a 'crciu:lc, o que' cs!,i havendo, é a cons
ciemfznção de que a união é importante para
se conseguir resultado; pr'icos, ou seja, rei
«indicar obras e vabzlhar para que nossa ida
.dc atinja um cst:í;do dcscnvolvimcnlista con
dizente com as aspirações pop.alares.
f!ll~ndo ontem ::i nossa reportagem. Sergio
. ,
Pcrondi, que terça. !clrn retornou Qp Dia ília,
onde manteve diversos contntos polflicos com
drputnaos de Mato Grosso do Sul, Rio Grnndc
do Sul, disse que a situação não cstá fácil, €
J,1 rclsn muita tra111111ilidad,,, espl'rnnç;,, ,;'ío
pudemos admitir que politicos raJicais tumul-
1
_IH'!ll o proc1•;.so de :>hel'lura, nós haveremos
,,. '_'IICr,11trar uma said.~, o Brasil é forte, sa
lá reencontrar o sea caminho, Disse tam.
lm o vereador pedessi;ta que o povo não de.
v~• c11Jp;u· o l'DS pela crbc, os políticos não
~ao culpados, eles sempre sugerirnm uma saí
ela democrática, ÍSltJ (,, o <JIH' a c-hapa Purticf
p:'.cão JJ_reg-a, 11111a maior participnção popular.
r:,s~ e ameia que a opo:,i,·ão não aponta solu
ções, isto porque é mito fácil criticar l' mais
difícil, multo mais ,Iifícit, ser Governo e aten
der os anseios do povo.
&ergio Pcrondi acha que Mato Grosso do
Sul é um Estado viável, desde que o processo
clcscnvolvimentlsta não sofra solução de con
tinuidade, não se admite pregar o imobilismo,
o pessimismo, num Estado que surgiu para ser
modelo.
Quanto a sucessão Estadu':ll, Peroncli foi
enfático ainda é cedo para se debater quem
srr;í. o sucessor de Wilson. será do PDS, isto
cu não <luvido, e prccisamo~ na época certa
escolher o nome certo. Para o líder do prefei
to na Câmara, a respeito à<J. sucessão de Figuei
rcclo ele disse em tom seco: PAULO MALUF
X:: O IIOiHEM, caso nüo l1a.ja eleições diretas .
Destacando o aspecto "demaoo" da
pregações "reformistas" do PMDB, Srio Pe
roncli disse que respeita os integran'e-; do M
DB, mas às vezes, eles nos provocam risos
exemplo ele Orro, Rachid e outros, 1o!lo.; ho
mens ricos, abastados, pregando reformas.
Mas; é bom q:le <;e diga: reformas para os ou
tros, não para eles. Finalizando, Perondi di1:
que Orro e Cia é aqailo que podemos Jcnomi
nar ESQUERDA FESTIVA.
"ORRO E AGENCHADOR DE EMPREGOS
DISSE PERO:"iDI NA CA:H.H/
Na sessão realizada segunda feira, na Cà
mara, Perondl teceu diversas criticas ao Go
verno do E,lado. prlncip:ilmC'nlc no líder do
Governador na Assembléina Legislativa, depu
tado Roberto Orro. Para Sergio Perondi "or.
ro é meu amigo, boa pessoa, mas atualmente
não passa de um aenciador de empregos do
Governo do Estado.
Enfocando as prioridode<; de nossa reião.
Scrgío Perondi disse que o tlrputaclo 01 ro re·
Cl'heu, cm Bel:l Vista, mais de mil votos, •1..,rn
miu um compromisso com o po, o elais en.
se, prometeu obras, empregos e mudanças.
Até o momento c:un1pri11 stí coai o M'J;..tn:lo
item, EMPREGOS, quanto as mudanças, só
mudou os chefes da Enersul, Ciretran e dire
torias de colégios. Mudanças politieas. No o.
cante as obras até agora n+la 0C0eu. Só '
promcs,as conti11uam.
[F w [nJ TE
Escreve: Itamar S. Dutra
Sendo muito rico o nosso vernáculo, mui
'ias palavras são aplicadas indevidgmente,
·muitas vezes de forma pejorativa ou no seu
sentido mais indesejado.
Normalmente muitas palavras são us::idas
cle forma errada, como sinônimo de algo com
pletamente difereme. Como exemplo podemos
citar a palavra FOLITICA, atualmente muito
empregads no dia. a dia da sociedade. A gran
de maioria nem mesmo conhece o seu verda-
deiro significado, isto é, o seu real sentido.
Política quer dizer "arte ele gerir as relações
entre os Estados" ou a "arte de bem adminis
trar os bens públicos" .
O emprego usual desta palavra, por aque
les que se dizem políticos, é completamente
imprópria, porque é confundida com a pala
vra POLITICAGEM que quer dizer "política
mesquinha de interesses pessoais".
Não consigo entender como homens, seres
humanos racionais, podem agir ele forma tão
[7
[
imprópria para com outros da mesma espécie,
contrariando até mesmo um princípio natural
encontrado em todo o reino animal.
Porque devemos segregar nossos irmãos
pelo simples fato do mesmo ter um pensamen
to contrário, um interesse diferente dos nos
sos e uma razão divergente da nossa. Não se
ria de bom alvitre sempre somar para cres
cer, ou será melhor sempre cliviilir para re
duzir?
Não existem fórmulas mágicas, palavras
milagrosas para que possamos nos enquadrar
dentro do termo POLITICA, basta simplesmen
te que sejamos autênticos, honestos conosco
mesmo e com nossos semelhantes, não pen
sando em interesses inruviduais. mas no in
teresse coletivo. Todo o homem enganjado na
Política, ou melhor, um Político, faz parte de
um dos poderes constituidosd do Estado, por
tanto faz parte da direção do Estado, e co
mo o Estado é responsável pelo bem da co-
munidade sob seu império, o Político é tam
bém responsável pelo mesmo mister. Cus? i.S
so não aconteça estamos diante de um silo
gismo completamente improcedente.
J:;evemos fazer um exame ele consciência,
estender a mão para aqueles que não pensam
como nós, porque não somos os donos da ver
dade e todos juntos, esquecendo nossos mte
resses mesquinhos, a sede do poder e o orgu
lho pesrnal, construiremos um pais mais justo
e mais humano.
Deixemos de ser POLITIQUEIROS, vamos
ser verdadeiramente POLITICOS.
Pensem nisso, enquanto eu lhes desejo
unia boa semana.
Itamar Silva Dutra é advogado, militante
nesca comarca, colaborador permanente dos
jornais da Rede Belavistense. Escreveu para
diversos jornais do Rio Grande do Sul e é es
pecialista em Direito do Trabalho .
PDs O vereador Ancelmo Lopes (Peni.nha), do
O
' bastante revoltado, disse ontem que
povo •
pro,,_""cisa saber que o PMDB é contra o
l::J.r ~
1
5
"º de, ~.?,:i Vistn, as i:epi:c;entat1
1:.es do
i0 na Câmara, os veredores, votaram
contr·• • -< '
b
'n r'; :
1
_nsbhç5.o de telefones públicos qm~
u?'iciat
• am o povo belavistense.
an Ancelmo Lopes a nlcgaçiío dos peeme-
dcbi912s chega a ser absurda, alegaram que a
indicação deveria ser enviada a Campo Gran.
de e rdo a Cuil!1Jã. Tudo l1em, que se mudas.
se o dei'inaiário, mas não o voto contra, que
cve ser o PD#, em: Rela Vis!a, ccntrário
aos intersses do 10ovo.
A respeito d2s mudanças ocorridas no re
Jadonamcnto en-rP. os ver1:2:iores elo PDS e o
Executivo Mrn,cioal. Peninha russe que a indi
c1ção d2 Sergi0 Perond.i para lide:.· do prefeito
na Câmara, é sintoma da união do PDS, dos
cjo'iras qu caçamos para transformar nes
sas riináic:cães em fztcs o:;cretos, é a c
t.i·a ,'~/:.ia visando a nnssa vi1 ó ria cm 1!186, e,
cbiuic, 2 ma'unidade de nossos propósitos.
Significa que estemcs fazendo a p0lilica
adulfa e não a r:oliticalha de ataque, nona
çües. demissões e demago1Jia::;, próprias dGS
:i;;olít:cos qnc pe,1sam enganar o povo.
Q1;:an:o ao 11refeito municipal, Peninha dis
se aue Afonso Dillon merece toda a nessa con
fiança, esn<ramos que {a2a tudo 2quilo que
c noro rcivindica, dando ncs a ce!'eza de que
c progresso de rcssa cidade não será interrom
1lictc. Finalizando. Peninho. disse aindR que
o ;;orn pode f!c:-ir tranquilo, o nc:;so compro•
mjssc de bem renresentá-lo continua, sem fal
sas promessas, mas alicerçados 110 nosso ideal
de bem servir.
ESTÉ'l'lCA E REPARA.DORA
FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ,
COURO CABELUDO, SEIOS A3DOMEM,
MOS E MEMBROS. INCLUSÃO DE SI
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Cnusns Cíveis o Crimln:ils 1
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I .er:nll1.nçi10 do Terrns. j
Escrit.: nua Anlonlo ri.,;:n,la Coelho, 1211 1
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Nelson Charas
Advogado
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I6 do mes em
! rdJan•e -:t1r1,,, eonl.ecimer,'''
lho:, d te Ato da Cmsr
ros e male inda os sentimentos de
r que nos insinnm par o Irreparável
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·1•1n:rn<l1> ,-·n,:t,1•;
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Dr. Pedro José Pnlmlfrl
LCf;OIIZ:J<:50 elo Terrns. InventárlOS ll
Cnus:1s Criminais (Jurl)
Rua 15 ele Novembro, 160
Fonc: 439-1132 - BELA VISTA - MS.
ar ar • u no. e erg. a ar aar9t.
,m . .TOELSON IiARTINEZ PEIXOTO
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Escritório: Rua 1.° de Ma1o, 357
JATIDThI - MA-TO GROSSO DO SUL
DR. RICARDO rtEGO
Aclvogndo
Inventários - Lignllzação de Terras
Antonio Jo5o MS,
Dr. Sérgi<' Ruberto f'erond!
Advogado
Cn:,sn.~ Cíveis - Direito Agrário
Inventários
Esr!6rio- Orca 'Varo Mascnrenhns
RELA VISTA - J<IB.
ASSUNTO: Projete Decreto L d N.o
001/82 dispondo sAhre fio do s e
vrb de representação '» Senhor Prefeito M
nlclpnl dc~ln ddnde.
A Comissão de Legislação, Justica e Reda
c-ão da Cümaru Municipal de Bela Vista, no
~so de sll39 olribuiçõcs legais, cmbasnda cm
permisivos legais atinmntes à espécie emi!
r,orccer referente pnjelo un tela, para poste
riormc..: 11L, o zJ • • rio d. ut;r e +for
me delcrmlna o Rq;imcnto Interno desta Ca
ta de Leis, nssim alinhando ta! pare:r:
a) o projeto de decreto l fleti) que
orn se cuida, po. --;ui como dc'd ra') fi • r o
subsídio e verba de representação do chefe do
executivo munitip,.1, 1 nl:, ccr t-, Llll : u,1 colo•
cação jurídica e normativa, pois em e tratando
de fixaçüo para tal fim, é amparado pela Lei
Complementar n,o 07 de 20-11-01, ,n ti rr J 83,
ESTJDO DE MJTO GROSSO DO SUL
CO:IARCJ DE BELA VISTA
EDITAL De r,rimelra e Sc;-_:undu praç:i(.;) de
signada pera 03 ,10-83 e 13-IO-e3.
O Dr. Jonas dos Santo: F±!licioni Juiz de
Direito dn l.t1 V:irn Cvil desta Comarca de B2-
Ja Visto Estudo de illato Grosrn do S•.tl, na
forma da Lei,
FAZ SABER a lodo; que o pr~scnte Eci
tal virem ou dele conhecimento tiverem que
foram marcados os dias 03-10-03 e 13-l O-e3 à5
13 horas para a realização das pragas designa
dos nos autos N.o 03/83 de Ação Execuc5o - C.
Precatória que Banco do Brasil S. A. move con1-
tra Elenir Silva referentes aos bens penhorados
n·os autos ncima mcncion.:dos :ibaixo caracte
rizados: 270 has. ele terras pastais e lavradias,
dentro dos limites da Faz. Perseverança, em
Com! ão C+ Finanças e Orçamenta
P.,rcccr No O!M(1
A Comi-slo de Fianças e Orçamento d
Câmara Municipal, reuniu e na sala das a
sões, para emitir parecer sobre o Prejeto Decr.
to Lei.lati 001/83, dispondo sobre a fixaç,o
do uh'dio e verba dr prntç&o do Senhor
Pr feito Municipal desta cidade.
A Comissão de Finança € Ore :,me nto, opl-.
na favor]mente à aprovação do citado Pro.
jeto, pcis está dentro da legalidade, cc1forme
1
cza o Art. 83 da lei Ccmp!< r,,rntar no 07 tle
20 11-CI.
S1la da; Se es da c;,marn !l!unicipaJ u~•
Bela Vit&-MS, 17 de Agosto de 1963.
EVL.ASIO MIRANDA Presidente
PODER JUDICTARIO
CJRTóRIO JUDICIAL
Alto C.:rracol, municíplo de Caracol, com a$
seguintes confrontações: Ao Norte com parle~
d.:r Faz. Pcr,everança; A Leste com terras de
Vital Ferrcir.:r de Suza e Irmãos Palermo; Ao
Sul, com terros de Comerci."11 Pont:1 Porã e a'
Oeste com terras de /rtemia Fer:1andes de
Arrudo, sendo que dentro da úrca suprn n5o
existe qualquer benfeitoria, av.:rliada na quan•
li:i de Crc:, 8.100.0'.lO,';Q (oito mllhéies e cem mi{
cruzeiros), valor por quanl:J ~erá levado a pra•
ca nos di.:s 03-10-83 às 13:00 horas e eventual
segunda prnça porn o clfo 13-10-83, às mcsm:is
hcr.:,, n'l áirio do Forum local. paro ser :irremn•
tadn por quem mai.:>r lnnce der acima da ava
Jiaçiio, sendo a venda feita à vista ou medianté
fiadJr idêc1c.:i pelo prazo de (tres) dias. Dos
autos não consto nenhu..Tn ónus ou recurso pen7
dente de julgamento. E para que nínguéi
possa a l e g a r ignor[incia, determinou Cf
::i:T. Juiz que se expedisse o presente Edital
que será publicado e a{ixado na forma de lei.
Dado e passado nesta cidade de Bela Vista,
Estado de Mato Grosso do Sul, aos 05 dia!:
do mes Agosto do ano de mil novecentos e
oitenta e tres. Eu. (,Pedro B. do Vale). o subs
crevo.
Tribuna da Fronteira
(Fundado em 20/2/19í2)
C.G.C.M.F. i.5. 513. 203/0001
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Representação em São Paulo e Rio de '
Janeiro: T_iBULA VEfCULOS DE COlVIU- j 1
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Rua 7 àe Abril, 282 - 5.
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Filindo à ADJORI e ABRAJORT I j
o moo.c oes »-o«e «ar2 ter. ta-l "» t-, " Deirl
... -·-=-------.,.._._ ' ·- -·~-------.:....:=-;:e:
Jonas dos Santos Pellicioni
Juiz de Direito
2a-
~~gráfica editora
ú'
:. • AGROSSOL DIESEL LTDA. (TRRl.-v. nuque de Caxias, s/n JARDIM - MS.
2- A.BASTEC ACi'ROSSOL DF CO:!BOS T1VEIS LTDA .
3- AUTO POSTO AGROSSOI, DE CC .l BUSTfVEIS LTDA. (Posto) BR 060 - Km. O
"' . ,'.GI'.OSSOL REVENDE CORA DE Dh RIVADOS DE PETROLEC LTA. (Posto) Rva Pad Rebss 139i
< r i - • (Posto) .óP.. C60 - E:1t:·oncame:1to
5 . TRAKSFORTADOR."1 M.IRClS.SOL DE Dr.'RIVADOS DE era E9g;#é 1ava,as
- • • • '.' ,.._. i • (Transportaaora) - Av, DL!QU':! de
,JARDlM - lIS.
BONITO-MS.
Ni0:ique/1far:1c:1jú
-
•
a gi
st .· · . · ·. .. ·· · .
Graslan 10 fez da foice e da
aplicação químlco-follaro no toco,
•
métodos ultrapassados e custosos.
Aplicando Gra_slan 10vocô
acaba com tarumã, arranha-gat
leiteiro, taboca e outros arbusto
com total facilidade o economit1,
Conquista oEspaço.
rro
Pedro Pedra
Li, neste Jornal, críic o padre d3 Bola
pista, li também a defesn do n:ire, nesta
,ii, artigo d imn Anel7m Li notf·ta a
espito do Trahin ucd, num jormnl do mo
~num dr S:io P"uh rnmrnl:
1
rio ::2 rrspcito da
roda verão 4. Tenho 1cO1pb3do os jogos
seleção brasileira do fuebol o s vitórias
tas meninas do voei. São todos ns<untos p.2lpi-
4untes, de interesscs das comunidics, de in
teresse desta prande Nação. Nas é preciso que
; jornais e as psso:s sc preocupem com as
sunlos mnis amenos, por isto omei liberda
de de transcrever um artigo do jornalista Luiz
5a!gado Ribeiro e um pequeno comentário do
economista-jornalista Joe'mir Boting. N5o são
rlgos de peso, mos o nosso jornal precisa
.imbém se preocupar com estes assuntos, sa
be como é, jornal precisa publicar questões
que interessam a todos. Há gente que está
mais preocupada com a Crise, a Crise es.
mo; são poucas, mas se preocupam (sic) elo
que com "cstos notícias de grande interesse
das comunidades" que integram o Brasil. co
munidades, lembramos, que estão todas a bei
u da falência, graças a péssima administra;ã
de nossas autoridades que (eimm em conti
muar no governo, e qande digo autoridades,
é bom que se dig: DELFIM, GALVEAS, LAN.
GONI e CIA LTDA.
Eis o artigo e o coment:lrio. Ldam e me
ditem, traduzem a Rezlidade de nossos dias.
A verdadeira, pois atualmente há a rena!idade
dos trabalhadores e dos pequercs empresá
tios e a REALIDADE DO GOVERNO, que até
hoje a.incla niío aceitou a REALIDADE. Difícil
de entender, mas fácil de compreender.
O DRAMA DO PEQUENO EMPRESÁRIO
Liz Salgado Ribeiro
Aturdido por um enxurrada de títulos
no cartório de protestos, wn pequeno empre
sátio da construçfo civil segredava seu dra
ma a alguns amigos, esta semana: "Não tenho
nem condições de falir. Se eu abrir o bico,
fstou arriscado a ir parar em cana".
A desesperada afirmação pode soar como
confissão de algum grande desfalque que po
deria ter sido esbanjado em farras, "mordo
mias e jogatina . prática não muito raras en
tre empresirios de alto coturno. Mas não é
nada disso. O quase falido, cm mais de 10
anos ele trabalho em sua pequena construto-
1a, sempre economizou em suas retiradas e
nem mesmo férias chegou a gozJr, Se o des
falque nunca lhe passou pela cabeça, que cri
me terla praticado esse empresário, a ponto
de temer a prisão?
"Tomei dinheiro de agiotas, que me em
prestavam a taxa de juros bem menores que
as dos b:mcos. Mas, evidentemente, não tenho
comprovantes desses juros pagos, nem posso
contabilizar os pagamentos que fiz. Assim,
se vier u falência, ela pode ser considerada
fr:iudulcnta. Aí eu me arrisco a ser enquadra
do no Códig-o Pen,il e condenado a pagar pe
lo crime de ter conseguido dinheiro a qual
quer custo para manter uma empresa que da
va emprego e uma centena de pessoas, explica
o devedor, :mgustiado por não conseguir ven
der as üldmas 15 carns que construiu com fi
nanciamentos parcial (sob penhora total dos
prédios) do Sistema Financeiro de Habitação.
Essa venda - de onde ele pretendia tirar
o dinheiro para "normalizar a situação" - tor
na-se impossível na medido. em que a parte fi
nanciada, acrescida elos juros, soma hoje uma
importância superior ao valor dos imóveis
barateados peia recessão. Sem poder falir, .o
pequeno empresário vai tentando acordos com
credores e vendendo bens particulares - alguns
herança de família- para tapar os rombos de
sua contabilid1de.
"ESCAPE POR FORA"
Segundo o Presidente ela Associação Co
mercial de São Paulo, Guilherme Afif Domin
gos, esse drama do pequeno construtor não é
nenhuma raridade. Com a autoridade de quem
vem denunciando e provando que os bancos
tem cobrado remunzração de seus emprésti
mos de até mais de 500%4 ao ano - entre ju
ros, comissões, seguros, ações e a chamada
"reciprocidade" • Afü garn::itc que grande
parte elos pequenos e microempresários de
Süo Paulo está na dependência ele agiotas. Is
so não só porque o dinheiro tomado no mer
cado paralelo é mais barato como também
mais fácil de ser conseguido: "O agiota dá cré
dito sem exlglr balanço, cadastro e outras
formalidades".
Mas, para os pequenos lojistas há uma
saída para evlt:ir rombos comábcis provocados
pelos juros sem comprovantes de pagamento:
a compra e venda sem nota fiscal. "E esse
por fora que permite o equilíbrio da contnbi
Jidade dos pequenos comerciantes" • diz Afif.
alertando para o fato de que essa s·Jída "tem
aumentado violentamente a soneg::ição fisc:il ".
Em resumo. os exorbitantes juros b:rncú
rios, por tabela acabam f:ncndo rombos maio
res na arrecadação de ICM e outros Impostos.
Indústria Também Teme
A possibilidade de a falência acabar cm
punições previstas pelo Código Pen:il também
apavora pequenos industriais, conforme fir
ma Carlos Eduardo Uchoa Fagundes, diretor
do Departamento de Estatísticas da Fiesp. No
caso de industriais o endividamento com agio
tas não é significativo - segundo Fagundes - por
que as fábricas, por menores que sejam, sem
pre necessitam de créditos maiores que os dis
poníveis no mercado paralelo. Mas há um ou
tro problema muito sério: a falta de recoll1i
mento de impostos e contribuições prevlden
ciárias, que pode ser considerada apropria,
ção indébita" no julgamento de um processo
de falência.
Segundo o diretor da Fiesp, o atraso des
ses recolhimentos - principalmente de parce
las de imposto de renda e INPS, descontados
do pagamento de empregados - tem crescido
na proporção em que a crise asfixia as em
presas: "Os recursos dos pequenos e microin
dustriais mal estão dando para pagar os em
pregados e comprar matéria-prima. Assim, os
impostos vão se acwnulando e podem gerar
processos penais por apropriação indébita",
cxpl!cu Fngundcs.
2 curioso notar que esse medo de punição
só tirn o r,ono o o (lnlmo de pequenos empre
sírios que lutaram com todas as suas forças
para montar negócios humildes como eles
mesmos. Fira os grandes, a falência fraudu
!enta cu não . continua sendo um adorável
e tranquilo "happy end", Ou alguém tem no
ticia de algum punido nas assombrosas falén
cla, das Iuftnlas, capem!s, coferzes o coroas
que ndam soltas por aí?
(Folha de São Falo . 21/08/83)
CALOTEDHli.S
Um comportamento aétlco, para não diy
zer outra coisa. Mns o homem generaliza:
- Sabe de uma coiso? Ninguém mais está
pagando ninguém cm dia. Eu não pago o for
necedor e o cliente não me paga. O negócio
é fazer posição no opcn, dia por dia, com o
dinheiro do outro. Eu é que não vou quebrar
essa corrente. Ou todo mundo paga todo mun
do ou ninguém paga ninguém. No interior,
minha clientela, não quer conversa, muito me
nos cobrança. Os lojistas dizem que os ban
cos não estão operando e mandam meu re
presentante voltar outro dia. Mas exigem a
reposição do estoque no peito. A gente acaba
aceitando, porque em matéria de produção es
tocada já estou pelo telhado. Em compensação
também estou atrasado com meus fornecedo
res. Esse atraso em cadeia é a nova moeda
brasileira, pois não ?
Moeda emitida pela Calotebras S. A. Ago
ra estamos tentando converter esse cruzeiro
escriturai em dólar fiduciário ...
Joelmir Beting
·---~--------- ---------~------~~---~·-"------i
SE VOCE QUER RECEBER O J O R N A L EM SUA CASA OU EM SUA EMPRESA, NÃO
SE ACANHE!
Venha, escreva, mande recado, telegrafe, ache um jeito....basta dar seu nom6 .: en...<cQ~·
Tribuna da Fronteira Rua da República S/N
O novo estilo de comunlcn-r está aqui
Serviço a la carte - llis rcr
e importadas - j gs lazer - son •
presença da socidade Belavistens
Restuunnle C assino Paraguay
,,
• •
P Iro Pedr ira
H ! Vista Parou no t opo •
f, muita pente nino vai gostnr, ms a ver
dade é que De!a Vista d un teno 1 ta cá
estagnou, Muita gente mudando-: jar. Cum
po Grande, pouca amílis estabelecer na
cidade e conta se nos dedos a abertura de novas
firmas,
E o pior. ...
E o pior que não h perspectivs, não h
nada de novo o fron, não h rmpreno c n!
uém (n comércio e n industria) pena 6
ampliar o seue ne&ios, Cmnr'o 1 vc», i
ESTADO DE MATO (G1OSSO O UI,
C1 tT0lt!O .IUDIC(JI,
l'ODE!t JUDICIÁHlO
C0MACA DE BE1,A VISTA
Edrol do
designada
Primeiro E) Segundo
poro 05.09.83 o
O Dr. Otto Dili.cncourl Neto Juiz de Direi•
to dn Vnrn Cível desta Comarca de Dela Vista
Estado de Mnto Grosso do Sul, n forma du
Lei, em substituiçüo lego!.
Fnz Sabei' o todos que o presente editr1l
virem ou dele conhecimento tiverem que fo
ram marcados os dias 05/09/83 0 15/09/83 As
13:30 horos porn o reuliznçflo das praças de
signadas nos autos Nº 03/83 de Jçiio Exec11-
ção que Banco do Brasil S.A. move contra
José Marcelino da Silvn•c sua mulher referen
tes nos bens penhorados nos aulo5 acima mcn
clonados abaixo caracterizados: 169 hzc!ares
de terras postais e lavradias denro dos Emites
ela faz. Perseverança, alto carn:::ol mun. ele Cnr'l
col com os seguintes confrontações: no norte e
ao sul com as terras da Faz. Perseverança; a la3
te com terrns de Vito! Ferreira de Souza c
lrmüos Palermo; a oeste com terras de Artê
mia Fernandes de Arruda sendo que clcntro
dútria diminat, tudo girando em torno da
pecuária
Ainda acredito que a Saída é a nr,rlculturn,
dar condições para os que realmente querem
plantar, Fortalecer o comércio e dar ine :tivo
para a Jmplanlaço de novas industrias no mu
nicipio, Que os políticos, de todos os partidos,
tum a imainucão criadora. Ao invés de se
preocuparem com quem nesceu primeiro. se o
cvo u galinha, devan cerrar fileiras cm tor
no do decwvoliento do municiio,
dn r1rcn não existe qualquer benfeitoria, nvaliu
dos em Cr$ 5.070.000,00 (cinco milhões e se
tenta mil cruzeiros) volor por qunnlo será
levado u praça nos cllns 05/0!l/83 e 15109/03
ils 13:30 horas no útrlo elo Forum local para
ser arrematado por quem maior lance der
cima da avaliação sendo a vend::i feita à
vista ou mecllan,e findar idOneo pelo prazo do
03 dins. Dos autos não consta nenhum ônus
ou recurso pendente de julgomenlo.
E pura que ninguém possa alegar ignorn
eia determinou o iV!iVI. Juiz que se expedisse o
presente Edital que será publicado e afixado
na forma da lei.
Dado e passado nesta cidade de Bela Vista
Estado de Mato Grosso do Sul aos 05 dias do
mcls de julho ào :mo ele mil novecentos e oiten
la e três Eu, (Pedro V. dn Silvo) o subscrevo.
O JUIZ DE DIHEITO
DR. OTTO BITTENCOURT NETO
tetas
rir i#ade
Proço(s)
15-09-83
O Ministro d Agricultura, Amaury Slá
bile, anunciou após reur.iüo com os seus cole·
gas da Fazendo, Emane Golveas e do Pluneja
mento Delfim Neto, a lista comp'eta dos prz
ços mínimos básicos vúlidos p:m1. o plantio
da safra 1983/84, que este ano serío reajus
tados de acordo com n variação da.s ORTN,
no período que vi do plantio a colhei :a. d:is
lavouras. O algodão é o produto que recebeu
o maior reajusie, passando de CrS 1.330.00/
15 Kg, para CrS 4.000,00 com incremento da
ordem de 200,7% em rela.çüo ao seu preço na
safra passada.
O Ministro da Agricultura disse, ao anun
ciar os novos preços núnimos básicos, qu:i os
indices aprovados são "realmente estimulan
tes", o que confirma, uma vez mais, o. "piic
ridade agrícola :munciada e mantida pelo G;::
vemo Figueiredo, apesar do qua::iro de ài!:i
culdades vivido pelo Pais". Fara Slúbile cs
• Ji()VOS PREÇOS
São estes os novos preços minimos b,s:cos :mlll'lciados pelo ministro Amaury Stábile:
PRECOS i111N!MOS BáSlCDS - St..FRA 1983/8>'.!
• CRS/UN
novos preços, bem como a mecânica de rea
juste, que assegura a manutenção do seu va
lor re,1! frente n inflação, "düo a segurança
que o produtor necessita para produzir mais
e melhor, assegurando novamente uma boa
saira de grãos ao Br2sil", objetivo que este
ano foi parcialmene frustrado pelos desastres
ciimállcos ocorridos nas regiões produtoras
do Sul e Nordeste.
Com a liberação dos preços mínimos bá·
sicos, disse Stábile, "completa-se o elenco de
mcdides iniciado com a divulgação dos VBC's
tnmbém em per:::entuais estimul":mtes e com
a :m,ccipação do preço mínimo do feijão, pro
duto que recebeu VBC no valor de 100%, in
dependente da categoria do produtor, além
da correção em mais um mes, vigorando o seu
preço mínimo definitivo a partir de novembro
e não em outubro como no ano passado".
Frcço-Base Percentual Período de
Produtos Unidades Preço-Base 198% 1983/84 ri.e reajuste correção
Arroz ele Sequeiro 50 Kg 1.900,00 5.600,00 194,7 Ago/Fev
Arroz Irrigado 50 Krr 2.276,00 6.664,00 193,0 Ago/Fev
Algodão 15 Kg 1.330,00 4.000.00 200,7 Ago/Fev
lIilllo 60 Kg 1.392,IJO 3.700,00 155,8 Ago/Fev
Feij:fo 60 Kg 5.985,00 14.400,00 140,6 Jul/Nov
Soja 60 Kg 1.800,00 t!.338,00 141,0 Ago/Fev
Amendoim 25 Kg 1.222 00 2.800,00 129,1 Ago/Fev
Castanha de Caju 01 Kg 80,00 17:i,OO 118,7 em vigor
Cem dê! Canrnúbo 01 Kg 200 co 380,00 90,0 Trim/Ago
Girassol 4-0 Kg 1.130,00 2.GS'/,00 164,3 Ago/DEZ
Juta/malva 01 Kg 79,00 210,00 165,8 Ago/Fev
Mamona 60 Kg 2.746,00 6.065,00 120,9 Ago/Mar
Mandioca 01 ton 5,804.00 14.000,00 141.2 Ago/Mar
R3mi 01 Kg 88,00 203,00 130,7 Ago/Set
Seda (cosu!oJ 01 Kg 433 00 1.013,00 133,9 Ago/Set
Sisai 01 Kg 50,0D 101,00 102,0 Trim/Ago
Sorgo 60 Kg 1.183,00 .45,00 165,9 Ago/Mar
Trigo mourisco 01 Kg 22,00 57,00 159,1 Ago/Out
semente de juta 01 Kg X 450,00 X Ago/Abr
Batata semen.e 30 Kg X 5.100,00 X Ago/Nov
Falou-e tanto n implantiçáo de uma f
brica de cal, numa Usina de Aleool, num Frigori
fico, numa fbrica de óleo de oja(c) e mm t n
tas coisas mais que no tina!. bem, deixa pró
lá. Esperamos que o homens e cmme etrem
que do jeito que vi Dela Vista, repetindo uma
velha frase será uma cid.de ba T Ia
morar, mas difletl
Política - A'l'O i
Vereadores do PDS vão romper com o prc
fcito.
Alguns integrantes do Diretório do PMDD
querem a substituição do utual presidente, Co
rumila Loureiro,
Política • ATO 2
Vereadores do FDS cerrnm filt.lrn: cm tor
no <lo prefeito, Afonso Dillon. p,.rondi é o ll'J·
vo líder do Prefeito na Cimsra Municipal.
Corumila Lourcirn pen" !icrnça por 120
dias. Idelfonso pede licença na Câmara Muni
cipal por 120 dias. Julião Godoy vssume
Política - ATO 3
Figueiredo reassumiu o cargo de Presiden
te da Fepúbllc::i.
Aureliano volta à vice Presidência.
Fc.drossion lança sua candidatura ao Governo
elo Estado em 198G.
Marcelo Miranda é o candidato natural do F
DB
Se hJuvcr eleições livres para Presidente
da República poderá dar BRIZOLA na cabeço.
l>faluf é o mais cotado.
Andreazza já mostrou, durante anos, a sua ca
pacidade de trabalho.
Política ATO 4
Perondi prepara o caminho para a chefia do
Executivo.
Ivan Marques e Pedro Palmieri (que havia a
bandonado a política) ~e encontram conversam,
viajam juntos para Campo Grnnde. Na volta
Ivan lança a candidatura de Pedro Palmieri.
Se houver eleições para prefeit:r em Bela
Vista o candidato do PiíDB é Idelfo:1so Pinhei
ro.
Ely de Araújo Barbosa não se manifesta a
respeito da política. Está cuidando unicamente
da medicina.
Câmara llunicipal
Li no Jornal Correio do Estado:
Tilunl de Contas não aprovou os hal:m
cetcs da Câmara lIunicipal de Bela Vista, pe
ríodo de Janeiro a Dezembro de 1981. No apro
von também o Balanço th mesmo ano.
Eancos, Gerentes e Juros .
• ' '
t - '·
I ', •. : ., ••.• - "!
Do jeito que a coa v i, <l '
tempo muitos comerciantes vi
. sob r
'
l .
Govemo estimula yahu.
Esquerda Ftiv
a Câmara Municipal, o vereador Fere4
disse que o Deputado Roberto Orro é da "E..
querd festiva e areniador de empreyos",
Crro explin
C Deputado Roberto Orro, nosso particule
migo, explicou que a cor. trução de uma ponte
ele <.orcrdJ no ri> Jpn c.,!r:ida Bc·la Vh1a .
Antonio Jolo, foi rtivlndltaç.io dr lc, l! n·o cl.J
prefeito ele nosa cidade.
Disse também
A pavimentação asfltica entre Bela Via
a Jardim vai sair, Isto após o término da rdo.
vla do Calcrco.
Tuch Trnnquilc
Orro disse ainda que o Diretório está tran.
quilo, Corumiln pediu licença por 120 dias por
motivos particulares, Palavras do deputado.
Uma Bela Históri:: de /mor
Risse era um cadelinha lindn. Pelos sed:
sos, mestiça de pequinês, um mimo de codc:J
nha. Era tratada a doces e frutas, foi o prin-.cl
rn vez que vi cachorro comer mnç5. A dono do
Risse era uma senhora da sociedade, onde ia
levava a cadelinha (uma afronta dizer que Ris
se era uma cadelinha, mais parecia uma crian
ca mimada). No cabeleiro, a cadelinha era uI
sucesso. Tudo corria bem no mundo de Ris:c,
até que apereceu o Tuc5o.
Na vida errante de Tucão já lhe surgia de
tudo na vida, cinco dias preso na carrocinb
da Prefeitura, a briga com um policial da pe
sada, o namoro com uma bela cadela de raça,
até a perseguição por dias e dias de um siarr.es
muito do invocado. Quando viu Risse pela pri•
rneira vez, Tucão disse: Tá !10 papo. Essa 'Cl
faturar. E faturou.
A dona de Risse foi obrigada a aceitar o o•
mor dos dois, afinal a cadelinha fugia de casa,
passava clias e dias sem comer, era melhor a
ceitar do que proibir.
Depois de muitos mêses, surgia três lindos
filhotes, a casa de Risse íicou em festa.
Mas, com todas as histórias 'de amor, a àe
Risse e Tucão tbém. teve o seu drama numa be
la manhã de Novembro, Tucão resolveu partir,
deixando mulher e filhos. Risse chorou muitJ.
Mas esqueceu depressa.
:'>Iorol <la Hisitória: S2 até cachorros esquece.
por que os chamados humanos não esquecer.-,?
Sr. Airton Brasil
Li no Jornal Tribuna da Fronteira, su
c,·ítica contra o nosso vigário. Consultei a mi
nha consciência cristã, e achei que devo esc'a
recê-lo, pois se trata de uma falta de cm e
ensão sua, e não da familir. do fale::::do. • S~i
perfeitamente que esta é profundamente cr's
tã e sabe do quanto o Pe. Lourenço, é dedic:!
do ao nosso povo.
Olhe, não quero ofondê-lo. mas czrtamzn
te o Sr. pouco frequenta a igreja, e oor isso
nem esá informado sobre os C:lSOS urgentes
que surgem solicitando a presença c:1.o Vigá
rio.
Se ele não compareceu jun'.o r.o doente
foi por uma força maior e não por falta de
abnegação, além disso ele fora informado de
que o doente já havia sido aten:iido oor um
sacerdote da cidade vizinha que sempre nos
ajuda nos casos de emergência.
Se o Sr. acha no seu uonto de vista que
0
Fadre come.eu um erro, o Sr. também erzl
publ:cando um suposto erro do seu irrn
21
Não acha?
- 1
Peço-lhe dcsculp::s se o mago:i nao , '.-
qt.:e ~iz a verdade, mes na muneira e.e e:r_l.•·. ~ •• • :
sar-rne. Sim? ,;
Eu, oenso ter cumnri:io um de·er, p'.lr<f•· t._;
conform; rninha vocação cristã. s~nt'.l n ,;!'/ t'·•
ja como iamilia, e assim participo da s4>" de
da, participando de suas alegrias e dores"),,,
responsável por ela. .«. 'm
Deus, nos chama para juntos consJ., 1-..
mundo mais belo, mais nosso. mair iT" n,
Alegremo-nos porque Ele tem conf!nnça ::
nós, e esta nos traz uma responsabilidsd"",
menda! Mas assumindo esta responab"
que mostramos o nosso valor! 1
Bela Vista 24 de Agosto de 198
Suo Irmã Anp:elina
Câmara
..,.
e
Notícia
,
l
l
A indicação do vereador Serio alerto
perondi para ser o líder do prefeito na Cima-
Municipal é f1to importante na +t1na! 2o
{ara poitea de ma viste Proni, v
?j mais vo.so do PD últimas cle:
~~cs, após manter cntc:nrlimenlo:; com :CB!on,
!nfcln, agoin, o que: ele chama de Fase 2 - ama
icipae@o mais f·tiva - tralhando iire-
Jl••
1
• • r 1
tmerte com o prefeito e {u'anlo ombro a
tmbro pata conseguir os melhoremos e
uilios que Bela Vista tate nrcc•;sita.
'a 'crciu:lc, o que' cs!,i havendo, é a cons
ciemfznção de que a união é importante para
se conseguir resultado; pr'icos, ou seja, rei
«indicar obras e vabzlhar para que nossa ida
.dc atinja um cst:í;do dcscnvolvimcnlista con
dizente com as aspirações pop.alares.
f!ll~ndo ontem ::i nossa reportagem. Sergio
. ,
Pcrondi, que terça. !clrn retornou Qp Dia ília,
onde manteve diversos contntos polflicos com
drputnaos de Mato Grosso do Sul, Rio Grnndc
do Sul, disse que a situação não cstá fácil, €
J,1 rclsn muita tra111111ilidad,,, espl'rnnç;,, ,;'ío
pudemos admitir que politicos raJicais tumul-
1
_IH'!ll o proc1•;.so de :>hel'lura, nós haveremos
,,. '_'IICr,11trar uma said.~, o Brasil é forte, sa
lá reencontrar o sea caminho, Disse tam.
lm o vereador pedessi;ta que o povo não de.
v~• c11Jp;u· o l'DS pela crbc, os políticos não
~ao culpados, eles sempre sugerirnm uma saí
ela democrática, ÍSltJ (,, o <JIH' a c-hapa Purticf
p:'.cão JJ_reg-a, 11111a maior participnção popular.
r:,s~ e ameia que a opo:,i,·ão não aponta solu
ções, isto porque é mito fácil criticar l' mais
difícil, multo mais ,Iifícit, ser Governo e aten
der os anseios do povo.
&ergio Pcrondi acha que Mato Grosso do
Sul é um Estado viável, desde que o processo
clcscnvolvimentlsta não sofra solução de con
tinuidade, não se admite pregar o imobilismo,
o pessimismo, num Estado que surgiu para ser
modelo.
Quanto a sucessão Estadu':ll, Peroncli foi
enfático ainda é cedo para se debater quem
srr;í. o sucessor de Wilson. será do PDS, isto
cu não <luvido, e prccisamo~ na época certa
escolher o nome certo. Para o líder do prefei
to na Câmara, a respeito à<J. sucessão de Figuei
rcclo ele disse em tom seco: PAULO MALUF
X:: O IIOiHEM, caso nüo l1a.ja eleições diretas .
Destacando o aspecto "demaoo" da
pregações "reformistas" do PMDB, Srio Pe
roncli disse que respeita os integran'e-; do M
DB, mas às vezes, eles nos provocam risos
exemplo ele Orro, Rachid e outros, 1o!lo.; ho
mens ricos, abastados, pregando reformas.
Mas; é bom q:le <;e diga: reformas para os ou
tros, não para eles. Finalizando, Perondi di1:
que Orro e Cia é aqailo que podemos Jcnomi
nar ESQUERDA FESTIVA.
"ORRO E AGENCHADOR DE EMPREGOS
DISSE PERO:"iDI NA CA:H.H/
Na sessão realizada segunda feira, na Cà
mara, Perondl teceu diversas criticas ao Go
verno do E,lado. prlncip:ilmC'nlc no líder do
Governador na Assembléina Legislativa, depu
tado Roberto Orro. Para Sergio Perondi "or.
ro é meu amigo, boa pessoa, mas atualmente
não passa de um aenciador de empregos do
Governo do Estado.
Enfocando as prioridode<; de nossa reião.
Scrgío Perondi disse que o tlrputaclo 01 ro re·
Cl'heu, cm Bel:l Vista, mais de mil votos, •1..,rn
miu um compromisso com o po, o elais en.
se, prometeu obras, empregos e mudanças.
Até o momento c:un1pri11 stí coai o M'J;..tn:lo
item, EMPREGOS, quanto as mudanças, só
mudou os chefes da Enersul, Ciretran e dire
torias de colégios. Mudanças politieas. No o.
cante as obras até agora n+la 0C0eu. Só '
promcs,as conti11uam.
[F w [nJ TE
Escreve: Itamar S. Dutra
Sendo muito rico o nosso vernáculo, mui
'ias palavras são aplicadas indevidgmente,
·muitas vezes de forma pejorativa ou no seu
sentido mais indesejado.
Normalmente muitas palavras são us::idas
cle forma errada, como sinônimo de algo com
pletamente difereme. Como exemplo podemos
citar a palavra FOLITICA, atualmente muito
empregads no dia. a dia da sociedade. A gran
de maioria nem mesmo conhece o seu verda-
deiro significado, isto é, o seu real sentido.
Política quer dizer "arte ele gerir as relações
entre os Estados" ou a "arte de bem adminis
trar os bens públicos" .
O emprego usual desta palavra, por aque
les que se dizem políticos, é completamente
imprópria, porque é confundida com a pala
vra POLITICAGEM que quer dizer "política
mesquinha de interesses pessoais".
Não consigo entender como homens, seres
humanos racionais, podem agir ele forma tão
[7
[
imprópria para com outros da mesma espécie,
contrariando até mesmo um princípio natural
encontrado em todo o reino animal.
Porque devemos segregar nossos irmãos
pelo simples fato do mesmo ter um pensamen
to contrário, um interesse diferente dos nos
sos e uma razão divergente da nossa. Não se
ria de bom alvitre sempre somar para cres
cer, ou será melhor sempre cliviilir para re
duzir?
Não existem fórmulas mágicas, palavras
milagrosas para que possamos nos enquadrar
dentro do termo POLITICA, basta simplesmen
te que sejamos autênticos, honestos conosco
mesmo e com nossos semelhantes, não pen
sando em interesses inruviduais. mas no in
teresse coletivo. Todo o homem enganjado na
Política, ou melhor, um Político, faz parte de
um dos poderes constituidosd do Estado, por
tanto faz parte da direção do Estado, e co
mo o Estado é responsável pelo bem da co-
munidade sob seu império, o Político é tam
bém responsável pelo mesmo mister. Cus? i.S
so não aconteça estamos diante de um silo
gismo completamente improcedente.
J:;evemos fazer um exame ele consciência,
estender a mão para aqueles que não pensam
como nós, porque não somos os donos da ver
dade e todos juntos, esquecendo nossos mte
resses mesquinhos, a sede do poder e o orgu
lho pesrnal, construiremos um pais mais justo
e mais humano.
Deixemos de ser POLITIQUEIROS, vamos
ser verdadeiramente POLITICOS.
Pensem nisso, enquanto eu lhes desejo
unia boa semana.
Itamar Silva Dutra é advogado, militante
nesca comarca, colaborador permanente dos
jornais da Rede Belavistense. Escreveu para
diversos jornais do Rio Grande do Sul e é es
pecialista em Direito do Trabalho .
PDs O vereador Ancelmo Lopes (Peni.nha), do
O
' bastante revoltado, disse ontem que
povo •
pro,,_""cisa saber que o PMDB é contra o
l::J.r ~
1
5
"º de, ~.?,:i Vistn, as i:epi:c;entat1
1:.es do
i0 na Câmara, os veredores, votaram
contr·• • -< '
b
'n r'; :
1
_nsbhç5.o de telefones públicos qm~
u?'iciat
• am o povo belavistense.
an Ancelmo Lopes a nlcgaçiío dos peeme-
dcbi912s chega a ser absurda, alegaram que a
indicação deveria ser enviada a Campo Gran.
de e rdo a Cuil!1Jã. Tudo l1em, que se mudas.
se o dei'inaiário, mas não o voto contra, que
cve ser o PD#, em: Rela Vis!a, ccntrário
aos intersses do 10ovo.
A respeito d2s mudanças ocorridas no re
Jadonamcnto en-rP. os ver1:2:iores elo PDS e o
Executivo Mrn,cioal. Peninha russe que a indi
c1ção d2 Sergi0 Perond.i para lide:.· do prefeito
na Câmara, é sintoma da união do PDS, dos
cjo'iras qu caçamos para transformar nes
sas riináic:cães em fztcs o:;cretos, é a c
t.i·a ,'~/:.ia visando a nnssa vi1 ó ria cm 1!186, e,
cbiuic, 2 ma'unidade de nossos propósitos.
Significa que estemcs fazendo a p0lilica
adulfa e não a r:oliticalha de ataque, nona
çües. demissões e demago1Jia::;, próprias dGS
:i;;olít:cos qnc pe,1sam enganar o povo.
Q1;:an:o ao 11refeito municipal, Peninha dis
se aue Afonso Dillon merece toda a nessa con
fiança, esn<ramos que {a2a tudo 2quilo que
c noro rcivindica, dando ncs a ce!'eza de que
c progresso de rcssa cidade não será interrom
1lictc. Finalizando. Peninho. disse aindR que
o ;;orn pode f!c:-ir tranquilo, o nc:;so compro•
mjssc de bem renresentá-lo continua, sem fal
sas promessas, mas alicerçados 110 nosso ideal
de bem servir.
ESTÉ'l'lCA E REPARA.DORA
FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ,
COURO CABELUDO, SEIOS A3DOMEM,
MOS E MEMBROS. INCLUSÃO DE SI
LICONE, PEELING G:ICATRiZES, TU
lVíORES DE PELE, QDEIMADURAS, ACI
~ DENTADOS, DEFEITOS CCKGtNlTOS
1
, (i'lAOS, Pf:S, FENDA PALt 75NA, LA-
BIO hEP.ORINO) úL<::ERAS DE ME1l·
1
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Dr. Sérgi<' Ruberto f'erond!
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Inventários
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RELA VISTA - J<IB.
ASSUNTO: Projete Decreto L d N.o
001/82 dispondo sAhre fio do s e
vrb de representação '» Senhor Prefeito M
nlclpnl dc~ln ddnde.
A Comissão de Legislação, Justica e Reda
c-ão da Cümaru Municipal de Bela Vista, no
~so de sll39 olribuiçõcs legais, cmbasnda cm
permisivos legais atinmntes à espécie emi!
r,orccer referente pnjelo un tela, para poste
riormc..: 11L, o zJ • • rio d. ut;r e +for
me delcrmlna o Rq;imcnto Interno desta Ca
ta de Leis, nssim alinhando ta! pare:r:
a) o projeto de decreto l fleti) que
orn se cuida, po. --;ui como dc'd ra') fi • r o
subsídio e verba de representação do chefe do
executivo munitip,.1, 1 nl:, ccr t-, Llll : u,1 colo•
cação jurídica e normativa, pois em e tratando
de fixaçüo para tal fim, é amparado pela Lei
Complementar n,o 07 de 20-11-01, ,n ti rr J 83,
ESTJDO DE MJTO GROSSO DO SUL
CO:IARCJ DE BELA VISTA
EDITAL De r,rimelra e Sc;-_:undu praç:i(.;) de
signada pera 03 ,10-83 e 13-IO-e3.
O Dr. Jonas dos Santo: F±!licioni Juiz de
Direito dn l.t1 V:irn Cvil desta Comarca de B2-
Ja Visto Estudo de illato Grosrn do S•.tl, na
forma da Lei,
FAZ SABER a lodo; que o pr~scnte Eci
tal virem ou dele conhecimento tiverem que
foram marcados os dias 03-10-03 e 13-l O-e3 à5
13 horas para a realização das pragas designa
dos nos autos N.o 03/83 de Ação Execuc5o - C.
Precatória que Banco do Brasil S. A. move con1-
tra Elenir Silva referentes aos bens penhorados
n·os autos ncima mcncion.:dos :ibaixo caracte
rizados: 270 has. ele terras pastais e lavradias,
dentro dos limites da Faz. Perseverança, em
Com! ão C+ Finanças e Orçamenta
P.,rcccr No O!M(1
A Comi-slo de Fianças e Orçamento d
Câmara Municipal, reuniu e na sala das a
sões, para emitir parecer sobre o Prejeto Decr.
to Lei.lati 001/83, dispondo sobre a fixaç,o
do uh'dio e verba dr prntç&o do Senhor
Pr feito Municipal desta cidade.
A Comissão de Finança € Ore :,me nto, opl-.
na favor]mente à aprovação do citado Pro.
jeto, pcis está dentro da legalidade, cc1forme
1
cza o Art. 83 da lei Ccmp!< r,,rntar no 07 tle
20 11-CI.
S1la da; Se es da c;,marn !l!unicipaJ u~•
Bela Vit&-MS, 17 de Agosto de 1963.
EVL.ASIO MIRANDA Presidente
PODER JUDICTARIO
CJRTóRIO JUDICIAL
Alto C.:rracol, municíplo de Caracol, com a$
seguintes confrontações: Ao Norte com parle~
d.:r Faz. Pcr,everança; A Leste com terras de
Vital Ferrcir.:r de Suza e Irmãos Palermo; Ao
Sul, com terros de Comerci."11 Pont:1 Porã e a'
Oeste com terras de /rtemia Fer:1andes de
Arrudo, sendo que dentro da úrca suprn n5o
existe qualquer benfeitoria, av.:rliada na quan•
li:i de Crc:, 8.100.0'.lO,';Q (oito mllhéies e cem mi{
cruzeiros), valor por quanl:J ~erá levado a pra•
ca nos di.:s 03-10-83 às 13:00 horas e eventual
segunda prnça porn o clfo 13-10-83, às mcsm:is
hcr.:,, n'l áirio do Forum local. paro ser :irremn•
tadn por quem mai.:>r lnnce der acima da ava
Jiaçiio, sendo a venda feita à vista ou medianté
fiadJr idêc1c.:i pelo prazo de (tres) dias. Dos
autos não consto nenhu..Tn ónus ou recurso pen7
dente de julgamento. E para que nínguéi
possa a l e g a r ignor[incia, determinou Cf
::i:T. Juiz que se expedisse o presente Edital
que será publicado e a{ixado na forma de lei.
Dado e passado nesta cidade de Bela Vista,
Estado de Mato Grosso do Sul, aos 05 dia!:
do mes Agosto do ano de mil novecentos e
oitenta e tres. Eu. (,Pedro B. do Vale). o subs
crevo.
Tribuna da Fronteira
(Fundado em 20/2/19í2)
C.G.C.M.F. i.5. 513. 203/0001
- Registro no Cnrtório de Títulos e
Documentos n.º 35 -
Diretor-Responsável: Ivaltlo Pereira
(Jornulísta Profissional, Matrícula
MTPS n.° 140)
Administração, Redação e Parque Gráfico
- SEDE PRÓPRIA -
Rua da República s/n - Bela Vista - MS
Fone: (067) 439-1410 - Caixa Postal 23
Diretora: Maria Estela ·ve!asquez Pereira
Gerente: Gilson Silva Santos
Depto. Circulaeão: Marilene Marin
REDATOR-CI-ÍEFE: Ivalclo Pereira
ASSINATuRAS
Bela Vista: anual. 6.000,00 1
Demais Municípios 9.000,00
FUNDADOR: haltlo Pereira
Um órgão da Rede Belnvistense de
Jornais Ltda. j
Representação em São Paulo e Rio de '
Janeiro: T_iBULA VEfCULOS DE COlVIU- j 1
NICAÇAO S/C LTDA. li I
Rua 7 àe Abril, 282 - 5.
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Fones: 255-2579 e 255-3192
Filindo à ADJORI e ABRAJORT I j
o moo.c oes »-o«e «ar2 ter. ta-l "» t-, " Deirl
... -·-=-------.,.._._ ' ·- -·~-------.:....:=-;:e:
Jonas dos Santos Pellicioni
Juiz de Direito
2a-
~~gráfica editora
ú'
:. • AGROSSOL DIESEL LTDA. (TRRl.-v. nuque de Caxias, s/n JARDIM - MS.
2- A.BASTEC ACi'ROSSOL DF CO:!BOS T1VEIS LTDA .
3- AUTO POSTO AGROSSOI, DE CC .l BUSTfVEIS LTDA. (Posto) BR 060 - Km. O
"' . ,'.GI'.OSSOL REVENDE CORA DE Dh RIVADOS DE PETROLEC LTA. (Posto) Rva Pad Rebss 139i
< r i - • (Posto) .óP.. C60 - E:1t:·oncame:1to
5 . TRAKSFORTADOR."1 M.IRClS.SOL DE Dr.'RIVADOS DE era E9g;#é 1ava,as
- • • • '.' ,.._. i • (Transportaaora) - Av, DL!QU':! de
,JARDlM - lIS.
BONITO-MS.
Ni0:ique/1far:1c:1jú
-
•
a gi
st .· · . · ·. .. ·· · .
Graslan 10 fez da foice e da
aplicação químlco-follaro no toco,
•
métodos ultrapassados e custosos.
Aplicando Gra_slan 10vocô
acaba com tarumã, arranha-gat
leiteiro, taboca e outros arbusto
com total facilidade o economit1,
Conquista oEspaço.
rro
Pedro Pedra
Li, neste Jornal, críic o padre d3 Bola
pista, li também a defesn do n:ire, nesta
,ii, artigo d imn Anel7m Li notf·ta a
espito do Trahin ucd, num jormnl do mo
~num dr S:io P"uh rnmrnl:
1
rio ::2 rrspcito da
roda verão 4. Tenho 1cO1pb3do os jogos
seleção brasileira do fuebol o s vitórias
tas meninas do voei. São todos ns<untos p.2lpi-
4untes, de interesscs das comunidics, de in
teresse desta prande Nação. Nas é preciso que
; jornais e as psso:s sc preocupem com as
sunlos mnis amenos, por isto omei liberda
de de transcrever um artigo do jornalista Luiz
5a!gado Ribeiro e um pequeno comentário do
economista-jornalista Joe'mir Boting. N5o são
rlgos de peso, mos o nosso jornal precisa
.imbém se preocupar com estes assuntos, sa
be como é, jornal precisa publicar questões
que interessam a todos. Há gente que está
mais preocupada com a Crise, a Crise es.
mo; são poucas, mas se preocupam (sic) elo
que com "cstos notícias de grande interesse
das comunidades" que integram o Brasil. co
munidades, lembramos, que estão todas a bei
u da falência, graças a péssima administra;ã
de nossas autoridades que (eimm em conti
muar no governo, e qande digo autoridades,
é bom que se dig: DELFIM, GALVEAS, LAN.
GONI e CIA LTDA.
Eis o artigo e o coment:lrio. Ldam e me
ditem, traduzem a Rezlidade de nossos dias.
A verdadeira, pois atualmente há a rena!idade
dos trabalhadores e dos pequercs empresá
tios e a REALIDADE DO GOVERNO, que até
hoje a.incla niío aceitou a REALIDADE. Difícil
de entender, mas fácil de compreender.
O DRAMA DO PEQUENO EMPRESÁRIO
Liz Salgado Ribeiro
Aturdido por um enxurrada de títulos
no cartório de protestos, wn pequeno empre
sátio da construçfo civil segredava seu dra
ma a alguns amigos, esta semana: "Não tenho
nem condições de falir. Se eu abrir o bico,
fstou arriscado a ir parar em cana".
A desesperada afirmação pode soar como
confissão de algum grande desfalque que po
deria ter sido esbanjado em farras, "mordo
mias e jogatina . prática não muito raras en
tre empresirios de alto coturno. Mas não é
nada disso. O quase falido, cm mais de 10
anos ele trabalho em sua pequena construto-
1a, sempre economizou em suas retiradas e
nem mesmo férias chegou a gozJr, Se o des
falque nunca lhe passou pela cabeça, que cri
me terla praticado esse empresário, a ponto
de temer a prisão?
"Tomei dinheiro de agiotas, que me em
prestavam a taxa de juros bem menores que
as dos b:mcos. Mas, evidentemente, não tenho
comprovantes desses juros pagos, nem posso
contabilizar os pagamentos que fiz. Assim,
se vier u falência, ela pode ser considerada
fr:iudulcnta. Aí eu me arrisco a ser enquadra
do no Códig-o Pen,il e condenado a pagar pe
lo crime de ter conseguido dinheiro a qual
quer custo para manter uma empresa que da
va emprego e uma centena de pessoas, explica
o devedor, :mgustiado por não conseguir ven
der as üldmas 15 carns que construiu com fi
nanciamentos parcial (sob penhora total dos
prédios) do Sistema Financeiro de Habitação.
Essa venda - de onde ele pretendia tirar
o dinheiro para "normalizar a situação" - tor
na-se impossível na medido. em que a parte fi
nanciada, acrescida elos juros, soma hoje uma
importância superior ao valor dos imóveis
barateados peia recessão. Sem poder falir, .o
pequeno empresário vai tentando acordos com
credores e vendendo bens particulares - alguns
herança de família- para tapar os rombos de
sua contabilid1de.
"ESCAPE POR FORA"
Segundo o Presidente ela Associação Co
mercial de São Paulo, Guilherme Afif Domin
gos, esse drama do pequeno construtor não é
nenhuma raridade. Com a autoridade de quem
vem denunciando e provando que os bancos
tem cobrado remunzração de seus emprésti
mos de até mais de 500%4 ao ano - entre ju
ros, comissões, seguros, ações e a chamada
"reciprocidade" • Afü garn::itc que grande
parte elos pequenos e microempresários de
Süo Paulo está na dependência ele agiotas. Is
so não só porque o dinheiro tomado no mer
cado paralelo é mais barato como também
mais fácil de ser conseguido: "O agiota dá cré
dito sem exlglr balanço, cadastro e outras
formalidades".
Mas, para os pequenos lojistas há uma
saída para evlt:ir rombos comábcis provocados
pelos juros sem comprovantes de pagamento:
a compra e venda sem nota fiscal. "E esse
por fora que permite o equilíbrio da contnbi
Jidade dos pequenos comerciantes" • diz Afif.
alertando para o fato de que essa s·Jída "tem
aumentado violentamente a soneg::ição fisc:il ".
Em resumo. os exorbitantes juros b:rncú
rios, por tabela acabam f:ncndo rombos maio
res na arrecadação de ICM e outros Impostos.
Indústria Também Teme
A possibilidade de a falência acabar cm
punições previstas pelo Código Pen:il também
apavora pequenos industriais, conforme fir
ma Carlos Eduardo Uchoa Fagundes, diretor
do Departamento de Estatísticas da Fiesp. No
caso de industriais o endividamento com agio
tas não é significativo - segundo Fagundes - por
que as fábricas, por menores que sejam, sem
pre necessitam de créditos maiores que os dis
poníveis no mercado paralelo. Mas há um ou
tro problema muito sério: a falta de recoll1i
mento de impostos e contribuições prevlden
ciárias, que pode ser considerada apropria,
ção indébita" no julgamento de um processo
de falência.
Segundo o diretor da Fiesp, o atraso des
ses recolhimentos - principalmente de parce
las de imposto de renda e INPS, descontados
do pagamento de empregados - tem crescido
na proporção em que a crise asfixia as em
presas: "Os recursos dos pequenos e microin
dustriais mal estão dando para pagar os em
pregados e comprar matéria-prima. Assim, os
impostos vão se acwnulando e podem gerar
processos penais por apropriação indébita",
cxpl!cu Fngundcs.
2 curioso notar que esse medo de punição
só tirn o r,ono o o (lnlmo de pequenos empre
sírios que lutaram com todas as suas forças
para montar negócios humildes como eles
mesmos. Fira os grandes, a falência fraudu
!enta cu não . continua sendo um adorável
e tranquilo "happy end", Ou alguém tem no
ticia de algum punido nas assombrosas falén
cla, das Iuftnlas, capem!s, coferzes o coroas
que ndam soltas por aí?
(Folha de São Falo . 21/08/83)
CALOTEDHli.S
Um comportamento aétlco, para não diy
zer outra coisa. Mns o homem generaliza:
- Sabe de uma coiso? Ninguém mais está
pagando ninguém cm dia. Eu não pago o for
necedor e o cliente não me paga. O negócio
é fazer posição no opcn, dia por dia, com o
dinheiro do outro. Eu é que não vou quebrar
essa corrente. Ou todo mundo paga todo mun
do ou ninguém paga ninguém. No interior,
minha clientela, não quer conversa, muito me
nos cobrança. Os lojistas dizem que os ban
cos não estão operando e mandam meu re
presentante voltar outro dia. Mas exigem a
reposição do estoque no peito. A gente acaba
aceitando, porque em matéria de produção es
tocada já estou pelo telhado. Em compensação
também estou atrasado com meus fornecedo
res. Esse atraso em cadeia é a nova moeda
brasileira, pois não ?
Moeda emitida pela Calotebras S. A. Ago
ra estamos tentando converter esse cruzeiro
escriturai em dólar fiduciário ...
Joelmir Beting
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SE VOCE QUER RECEBER O J O R N A L EM SUA CASA OU EM SUA EMPRESA, NÃO
SE ACANHE!
Venha, escreva, mande recado, telegrafe, ache um jeito....basta dar seu nom6 .: en...<cQ~·
Tribuna da Fronteira Rua da República S/N
O novo estilo de comunlcn-r está aqui
Serviço a la carte - llis rcr
e importadas - j gs lazer - son •
presença da socidade Belavistens
Restuunnle C assino Paraguay
,,
• •
P Iro Pedr ira
H ! Vista Parou no t opo •
f, muita pente nino vai gostnr, ms a ver
dade é que De!a Vista d un teno 1 ta cá
estagnou, Muita gente mudando-: jar. Cum
po Grande, pouca amílis estabelecer na
cidade e conta se nos dedos a abertura de novas
firmas,
E o pior. ...
E o pior que não h perspectivs, não h
nada de novo o fron, não h rmpreno c n!
uém (n comércio e n industria) pena 6
ampliar o seue ne&ios, Cmnr'o 1 vc», i
ESTADO DE MATO (G1OSSO O UI,
C1 tT0lt!O .IUDIC(JI,
l'ODE!t JUDICIÁHlO
C0MACA DE BE1,A VISTA
Edrol do
designada
Primeiro E) Segundo
poro 05.09.83 o
O Dr. Otto Dili.cncourl Neto Juiz de Direi•
to dn Vnrn Cível desta Comarca de Dela Vista
Estado de Mnto Grosso do Sul, n forma du
Lei, em substituiçüo lego!.
Fnz Sabei' o todos que o presente editr1l
virem ou dele conhecimento tiverem que fo
ram marcados os dias 05/09/83 0 15/09/83 As
13:30 horos porn o reuliznçflo das praças de
signadas nos autos Nº 03/83 de Jçiio Exec11-
ção que Banco do Brasil S.A. move contra
José Marcelino da Silvn•c sua mulher referen
tes nos bens penhorados nos aulo5 acima mcn
clonados abaixo caracterizados: 169 hzc!ares
de terras postais e lavradias denro dos Emites
ela faz. Perseverança, alto carn:::ol mun. ele Cnr'l
col com os seguintes confrontações: no norte e
ao sul com as terras da Faz. Perseverança; a la3
te com terrns de Vito! Ferreira de Souza c
lrmüos Palermo; a oeste com terras de Artê
mia Fernandes de Arruda sendo que clcntro
dútria diminat, tudo girando em torno da
pecuária
Ainda acredito que a Saída é a nr,rlculturn,
dar condições para os que realmente querem
plantar, Fortalecer o comércio e dar ine :tivo
para a Jmplanlaço de novas industrias no mu
nicipio, Que os políticos, de todos os partidos,
tum a imainucão criadora. Ao invés de se
preocuparem com quem nesceu primeiro. se o
cvo u galinha, devan cerrar fileiras cm tor
no do decwvoliento do municiio,
dn r1rcn não existe qualquer benfeitoria, nvaliu
dos em Cr$ 5.070.000,00 (cinco milhões e se
tenta mil cruzeiros) volor por qunnlo será
levado u praça nos cllns 05/0!l/83 e 15109/03
ils 13:30 horas no útrlo elo Forum local para
ser arrematado por quem maior lance der
cima da avaliação sendo a vend::i feita à
vista ou mecllan,e findar idOneo pelo prazo do
03 dins. Dos autos não consta nenhum ônus
ou recurso pendente de julgomenlo.
E pura que ninguém possa alegar ignorn
eia determinou o iV!iVI. Juiz que se expedisse o
presente Edital que será publicado e afixado
na forma da lei.
Dado e passado nesta cidade de Bela Vista
Estado de Mato Grosso do Sul aos 05 dias do
mcls de julho ào :mo ele mil novecentos e oiten
la e três Eu, (Pedro V. dn Silvo) o subscrevo.
O JUIZ DE DIHEITO
DR. OTTO BITTENCOURT NETO
tetas
rir i#ade
Proço(s)
15-09-83
O Ministro d Agricultura, Amaury Slá
bile, anunciou após reur.iüo com os seus cole·
gas da Fazendo, Emane Golveas e do Pluneja
mento Delfim Neto, a lista comp'eta dos prz
ços mínimos básicos vúlidos p:m1. o plantio
da safra 1983/84, que este ano serío reajus
tados de acordo com n variação da.s ORTN,
no período que vi do plantio a colhei :a. d:is
lavouras. O algodão é o produto que recebeu
o maior reajusie, passando de CrS 1.330.00/
15 Kg, para CrS 4.000,00 com incremento da
ordem de 200,7% em rela.çüo ao seu preço na
safra passada.
O Ministro da Agricultura disse, ao anun
ciar os novos preços núnimos básicos, qu:i os
indices aprovados são "realmente estimulan
tes", o que confirma, uma vez mais, o. "piic
ridade agrícola :munciada e mantida pelo G;::
vemo Figueiredo, apesar do qua::iro de ài!:i
culdades vivido pelo Pais". Fara Slúbile cs
• Ji()VOS PREÇOS
São estes os novos preços minimos b,s:cos :mlll'lciados pelo ministro Amaury Stábile:
PRECOS i111N!MOS BáSlCDS - St..FRA 1983/8>'.!
• CRS/UN
novos preços, bem como a mecânica de rea
juste, que assegura a manutenção do seu va
lor re,1! frente n inflação, "düo a segurança
que o produtor necessita para produzir mais
e melhor, assegurando novamente uma boa
saira de grãos ao Br2sil", objetivo que este
ano foi parcialmene frustrado pelos desastres
ciimállcos ocorridos nas regiões produtoras
do Sul e Nordeste.
Com a liberação dos preços mínimos bá·
sicos, disse Stábile, "completa-se o elenco de
mcdides iniciado com a divulgação dos VBC's
tnmbém em per:::entuais estimul":mtes e com
a :m,ccipação do preço mínimo do feijão, pro
duto que recebeu VBC no valor de 100%, in
dependente da categoria do produtor, além
da correção em mais um mes, vigorando o seu
preço mínimo definitivo a partir de novembro
e não em outubro como no ano passado".
Frcço-Base Percentual Período de
Produtos Unidades Preço-Base 198% 1983/84 ri.e reajuste correção
Arroz ele Sequeiro 50 Kg 1.900,00 5.600,00 194,7 Ago/Fev
Arroz Irrigado 50 Krr 2.276,00 6.664,00 193,0 Ago/Fev
Algodão 15 Kg 1.330,00 4.000.00 200,7 Ago/Fev
lIilllo 60 Kg 1.392,IJO 3.700,00 155,8 Ago/Fev
Feij:fo 60 Kg 5.985,00 14.400,00 140,6 Jul/Nov
Soja 60 Kg 1.800,00 t!.338,00 141,0 Ago/Fev
Amendoim 25 Kg 1.222 00 2.800,00 129,1 Ago/Fev
Castanha de Caju 01 Kg 80,00 17:i,OO 118,7 em vigor
Cem dê! Canrnúbo 01 Kg 200 co 380,00 90,0 Trim/Ago
Girassol 4-0 Kg 1.130,00 2.GS'/,00 164,3 Ago/DEZ
Juta/malva 01 Kg 79,00 210,00 165,8 Ago/Fev
Mamona 60 Kg 2.746,00 6.065,00 120,9 Ago/Mar
Mandioca 01 ton 5,804.00 14.000,00 141.2 Ago/Mar
R3mi 01 Kg 88,00 203,00 130,7 Ago/Set
Seda (cosu!oJ 01 Kg 433 00 1.013,00 133,9 Ago/Set
Sisai 01 Kg 50,0D 101,00 102,0 Trim/Ago
Sorgo 60 Kg 1.183,00 .45,00 165,9 Ago/Mar
Trigo mourisco 01 Kg 22,00 57,00 159,1 Ago/Out
semente de juta 01 Kg X 450,00 X Ago/Abr
Batata semen.e 30 Kg X 5.100,00 X Ago/Nov
Falou-e tanto n implantiçáo de uma f
brica de cal, numa Usina de Aleool, num Frigori
fico, numa fbrica de óleo de oja(c) e mm t n
tas coisas mais que no tina!. bem, deixa pró
lá. Esperamos que o homens e cmme etrem
que do jeito que vi Dela Vista, repetindo uma
velha frase será uma cid.de ba T Ia
morar, mas difletl
Política - A'l'O i
Vereadores do PDS vão romper com o prc
fcito.
Alguns integrantes do Diretório do PMDD
querem a substituição do utual presidente, Co
rumila Loureiro,
Política • ATO 2
Vereadores do FDS cerrnm filt.lrn: cm tor
no <lo prefeito, Afonso Dillon. p,.rondi é o ll'J·
vo líder do Prefeito na Cimsra Municipal.
Corumila Lourcirn pen" !icrnça por 120
dias. Idelfonso pede licença na Câmara Muni
cipal por 120 dias. Julião Godoy vssume
Política - ATO 3
Figueiredo reassumiu o cargo de Presiden
te da Fepúbllc::i.
Aureliano volta à vice Presidência.
Fc.drossion lança sua candidatura ao Governo
elo Estado em 198G.
Marcelo Miranda é o candidato natural do F
DB
Se hJuvcr eleições livres para Presidente
da República poderá dar BRIZOLA na cabeço.
l>faluf é o mais cotado.
Andreazza já mostrou, durante anos, a sua ca
pacidade de trabalho.
Política ATO 4
Perondi prepara o caminho para a chefia do
Executivo.
Ivan Marques e Pedro Palmieri (que havia a
bandonado a política) ~e encontram conversam,
viajam juntos para Campo Grnnde. Na volta
Ivan lança a candidatura de Pedro Palmieri.
Se houver eleições para prefeit:r em Bela
Vista o candidato do PiíDB é Idelfo:1so Pinhei
ro.
Ely de Araújo Barbosa não se manifesta a
respeito da política. Está cuidando unicamente
da medicina.
Câmara llunicipal
Li no Jornal Correio do Estado:
Tilunl de Contas não aprovou os hal:m
cetcs da Câmara lIunicipal de Bela Vista, pe
ríodo de Janeiro a Dezembro de 1981. No apro
von também o Balanço th mesmo ano.
Eancos, Gerentes e Juros .
• ' '
t - '·
I ', •. : ., ••.• - "!
Do jeito que a coa v i, <l '
tempo muitos comerciantes vi
. sob r
'
l .
Govemo estimula yahu.
Esquerda Ftiv
a Câmara Municipal, o vereador Fere4
disse que o Deputado Roberto Orro é da "E..
querd festiva e areniador de empreyos",
Crro explin
C Deputado Roberto Orro, nosso particule
migo, explicou que a cor. trução de uma ponte
ele <.orcrdJ no ri> Jpn c.,!r:ida Bc·la Vh1a .
Antonio Jolo, foi rtivlndltaç.io dr lc, l! n·o cl.J
prefeito ele nosa cidade.
Disse também
A pavimentação asfltica entre Bela Via
a Jardim vai sair, Isto após o término da rdo.
vla do Calcrco.
Tuch Trnnquilc
Orro disse ainda que o Diretório está tran.
quilo, Corumiln pediu licença por 120 dias por
motivos particulares, Palavras do deputado.
Uma Bela Históri:: de /mor
Risse era um cadelinha lindn. Pelos sed:
sos, mestiça de pequinês, um mimo de codc:J
nha. Era tratada a doces e frutas, foi o prin-.cl
rn vez que vi cachorro comer mnç5. A dono do
Risse era uma senhora da sociedade, onde ia
levava a cadelinha (uma afronta dizer que Ris
se era uma cadelinha, mais parecia uma crian
ca mimada). No cabeleiro, a cadelinha era uI
sucesso. Tudo corria bem no mundo de Ris:c,
até que apereceu o Tuc5o.
Na vida errante de Tucão já lhe surgia de
tudo na vida, cinco dias preso na carrocinb
da Prefeitura, a briga com um policial da pe
sada, o namoro com uma bela cadela de raça,
até a perseguição por dias e dias de um siarr.es
muito do invocado. Quando viu Risse pela pri•
rneira vez, Tucão disse: Tá !10 papo. Essa 'Cl
faturar. E faturou.
A dona de Risse foi obrigada a aceitar o o•
mor dos dois, afinal a cadelinha fugia de casa,
passava clias e dias sem comer, era melhor a
ceitar do que proibir.
Depois de muitos mêses, surgia três lindos
filhotes, a casa de Risse íicou em festa.
Mas, com todas as histórias 'de amor, a àe
Risse e Tucão tbém. teve o seu drama numa be
la manhã de Novembro, Tucão resolveu partir,
deixando mulher e filhos. Risse chorou muitJ.
Mas esqueceu depressa.
:'>Iorol <la Hisitória: S2 até cachorros esquece.
por que os chamados humanos não esquecer.-,?
Sr. Airton Brasil
Li no Jornal Tribuna da Fronteira, su
c,·ítica contra o nosso vigário. Consultei a mi
nha consciência cristã, e achei que devo esc'a
recê-lo, pois se trata de uma falta de cm e
ensão sua, e não da familir. do fale::::do. • S~i
perfeitamente que esta é profundamente cr's
tã e sabe do quanto o Pe. Lourenço, é dedic:!
do ao nosso povo.
Olhe, não quero ofondê-lo. mas czrtamzn
te o Sr. pouco frequenta a igreja, e oor isso
nem esá informado sobre os C:lSOS urgentes
que surgem solicitando a presença c:1.o Vigá
rio.
Se ele não compareceu jun'.o r.o doente
foi por uma força maior e não por falta de
abnegação, além disso ele fora informado de
que o doente já havia sido aten:iido oor um
sacerdote da cidade vizinha que sempre nos
ajuda nos casos de emergência.
Se o Sr. acha no seu uonto de vista que
0
Fadre come.eu um erro, o Sr. também erzl
publ:cando um suposto erro do seu irrn
21
Não acha?
- 1
Peço-lhe dcsculp::s se o mago:i nao , '.-
qt.:e ~iz a verdade, mes na muneira e.e e:r_l.•·. ~ •• • :
sar-rne. Sim? ,;
Eu, oenso ter cumnri:io um de·er, p'.lr<f•· t._;
conform; rninha vocação cristã. s~nt'.l n ,;!'/ t'·•
ja como iamilia, e assim participo da s4>" de
da, participando de suas alegrias e dores"),,,
responsável por ela. .«. 'm
Deus, nos chama para juntos consJ., 1-..
mundo mais belo, mais nosso. mair iT" n,
Alegremo-nos porque Ele tem conf!nnça ::
nós, e esta nos traz uma responsabilidsd"",
menda! Mas assumindo esta responab"
que mostramos o nosso valor! 1
Bela Vista 24 de Agosto de 198
Suo Irmã Anp:elina

