• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº661_29_08_1983

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-
Câmara
..,.
e
Notícia
,
l
l
A indicação do vereador Serio alerto
perondi para ser o líder do prefeito na Cima-
Municipal é f1to importante na +t1na! 2o­
{ara poitea de ma viste Proni, v­
?j mais vo.so do PD últimas cle:­
~~cs, após manter cntc:nrlimenlo:; com :CB!on,
!nfcln, agoin, o que: ele chama de Fase 2 - ama
icipae@o mais f·tiva - tralhando iire-
Jl••
1
• • r 1
tmerte com o prefeito e {u'anlo ombro a
tmbro pata conseguir os melhoremos e
uilios que Bela Vista tate nrcc•;sita.
'a 'crciu:lc, o que' cs!,i havendo, é a cons­
ciemfznção de que a união é importante para
se conseguir resultado; pr'icos, ou seja, rei­
«indicar obras e vabzlhar para que nossa ida­
.dc atinja um cst:í;do dcscnvolvimcnlista con­
dizente com as aspirações pop.alares.
f!ll~ndo ontem ::i nossa reportagem. Sergio
. ,
Pcrondi, que terça. !clrn retornou Qp Dia ília,
onde manteve diversos contntos polflicos com
drputnaos de Mato Grosso do Sul, Rio Grnndc
do Sul, disse que a situação não cstá fácil, €
J,1 rclsn muita tra111111ilidad,,, espl'rnnç;,, ,;'ío
pudemos admitir que politicos raJicais tumul-
1
_IH'!ll o proc1•;.so de :>hel'lura, nós haveremos
,,. '_'IICr,11trar uma said.~, o Brasil é forte, sa­
lá reencontrar o sea caminho, Disse tam.
lm o vereador pedessi;ta que o povo não de.
v~• c11Jp;u· o l'DS pela crbc, os políticos não
~ao culpados, eles sempre sugerirnm uma saí­
ela democrática, ÍSltJ (,, o <JIH' a c-hapa Purticf­
p:'.cão JJ_reg-a, 11111a maior participnção popular.
r:,s~ e ameia que a opo:,i,·ão não aponta solu­
ções, isto porque é mito fácil criticar l' mais
difícil, multo mais ,Iifícit, ser Governo e aten­
der os anseios do povo.
&ergio Pcrondi acha que Mato Grosso do
Sul é um Estado viável, desde que o processo
clcscnvolvimentlsta não sofra solução de con­
tinuidade, não se admite pregar o imobilismo,
o pessimismo, num Estado que surgiu para ser
modelo.
Quanto a sucessão Estadu':ll, Peroncli foi
enfático ainda é cedo para se debater quem
srr;í. o sucessor de Wilson. será do PDS, isto
cu não <luvido, e prccisamo~ na época certa
escolher o nome certo. Para o líder do prefei­
to na Câmara, a respeito à<J. sucessão de Figuei
rcclo ele disse em tom seco: PAULO MALUF
X:: O IIOiHEM, caso nüo l1a.ja eleições diretas .
Destacando o aspecto "demaoo" da
pregações "reformistas" do PMDB, Srio Pe
roncli disse que respeita os integran'e-; do M
DB, mas às vezes, eles nos provocam risos
exemplo ele Orro, Rachid e outros, 1o!lo.; ho­
mens ricos, abastados, pregando reformas.
Mas; é bom q:le <;e diga: reformas para os ou­
tros, não para eles. Finalizando, Perondi di1:
que Orro e Cia é aqailo que podemos Jcnomi­
nar ESQUERDA FESTIVA.
"ORRO E AGENCHADOR DE EMPREGOS
DISSE PERO:"iDI NA CA:H.H/
Na sessão realizada segunda feira, na Cà­
mara, Perondl teceu diversas criticas ao Go­
verno do E,lado. prlncip:ilmC'nlc no líder do
Governador na Assembléina Legislativa, depu­
tado Roberto Orro. Para Sergio Perondi "or.
ro é meu amigo, boa pessoa, mas atualmente
não passa de um aenciador de empregos do
Governo do Estado.
Enfocando as prioridode<; de nossa reião.
Scrgío Perondi disse que o tlrputaclo 01 ro re·
Cl'heu, cm Bel:l Vista, mais de mil votos, •1..,rn­
miu um compromisso com o po, o elais en.
se, prometeu obras, empregos e mudanças.
Até o momento c:un1pri11 stí coai o M'J;..tn:lo
item, EMPREGOS, quanto as mudanças, só
mudou os chefes da Enersul, Ciretran e dire
torias de colégios. Mudanças politieas. No o.
cante as obras até agora n+la 0C0eu. Só '
promcs,as conti11uam.
[F w [nJ TE
Escreve: Itamar S. Dutra
Sendo muito rico o nosso vernáculo, mui­
'ias palavras são aplicadas indevidgmente,
·muitas vezes de forma pejorativa ou no seu
sentido mais indesejado.
Normalmente muitas palavras são us::idas
cle forma errada, como sinônimo de algo com­
pletamente difereme. Como exemplo podemos
citar a palavra FOLITICA, atualmente muito
empregads no dia. a dia da sociedade. A gran­
de maioria nem mesmo conhece o seu verda-
deiro significado, isto é, o seu real sentido.
Política quer dizer "arte ele gerir as relações
entre os Estados" ou a "arte de bem adminis­
trar os bens públicos" .
O emprego usual desta palavra, por aque­
les que se dizem políticos, é completamente
imprópria, porque é confundida com a pala­
vra POLITICAGEM que quer dizer "política
mesquinha de interesses pessoais".
Não consigo entender como homens, seres
humanos racionais, podem agir ele forma tão
[7
[
imprópria para com outros da mesma espécie,
contrariando até mesmo um princípio natural
encontrado em todo o reino animal.
Porque devemos segregar nossos irmãos
pelo simples fato do mesmo ter um pensamen­
to contrário, um interesse diferente dos nos­
sos e uma razão divergente da nossa. Não se­
ria de bom alvitre sempre somar para cres­
cer, ou será melhor sempre cliviilir para re­
duzir?
Não existem fórmulas mágicas, palavras
milagrosas para que possamos nos enquadrar
dentro do termo POLITICA, basta simplesmen
te que sejamos autênticos, honestos conosco
mesmo e com nossos semelhantes, não pen­
sando em interesses inruviduais. mas no in­
teresse coletivo. Todo o homem enganjado na
Política, ou melhor, um Político, faz parte de
um dos poderes constituidosd do Estado, por­
tanto faz parte da direção do Estado, e co­
mo o Estado é responsável pelo bem da co-
munidade sob seu império, o Político é tam­
bém responsável pelo mesmo mister. Cus? i.S­
so não aconteça estamos diante de um silo­
gismo completamente improcedente.
J:;evemos fazer um exame ele consciência,
estender a mão para aqueles que não pensam
como nós, porque não somos os donos da ver­
dade e todos juntos, esquecendo nossos mte­
resses mesquinhos, a sede do poder e o orgu­
lho pesrnal, construiremos um pais mais justo
e mais humano.
Deixemos de ser POLITIQUEIROS, vamos
ser verdadeiramente POLITICOS.
Pensem nisso, enquanto eu lhes desejo
unia boa semana.
Itamar Silva Dutra é advogado, militante
nesca comarca, colaborador permanente dos
jornais da Rede Belavistense. Escreveu para
diversos jornais do Rio Grande do Sul e é es­
pecialista em Direito do Trabalho .
PDs O vereador Ancelmo Lopes (Peni.nha), do
O
' bastante revoltado, disse ontem que
povo •
pro,,_""cisa saber que o PMDB é contra o
l::J.r ~
1
5
"º de, ~.?,:i Vistn, as i:epi:c;entat1
1:.es do
i0 na Câmara, os veredores, votaram
contr·• • -< '
b
'n r'; :
1
_nsbhç5.o de telefones públicos qm~
u?'iciat
• am o povo belavistense.
an Ancelmo Lopes a nlcgaçiío dos peeme-
dcbi912s chega a ser absurda, alegaram que a
indicação deveria ser enviada a Campo Gran.
de e rdo a Cuil!1Jã. Tudo l1em, que se mudas.
se o dei'inaiário, mas não o voto contra, que
cve ser o PD#, em: Rela Vis!a, ccntrário
aos intersses do 10ovo.
A respeito d2s mudanças ocorridas no re­
Jadonamcnto en-rP. os ver1:2:iores elo PDS e o
Executivo Mrn,cioal. Peninha russe que a indi­
c1ção d2 Sergi0 Perond.i para lide:.· do prefeito
na Câmara, é sintoma da união do PDS, dos
cjo'iras qu caçamos para transformar nes­
sas riináic:cães em fztcs o:;cretos, é a c­
t.i·a ,'~/:.ia visando a nnssa vi1 ó ria cm 1!186, e,
cbiuic, 2 ma'unidade de nossos propósitos.
Significa que estemcs fazendo a p0lilica
adulfa e não a r:oliticalha de ataque, nona­
çües. demissões e demago1Jia::;, próprias dGS
:i;;olít:cos qnc pe,1sam enganar o povo.
Q1;:an:o ao 11refeito municipal, Peninha dis
se aue Afonso Dillon merece toda a nessa con­
fiança, esn<ramos que {a2a tudo 2quilo que
c noro rcivindica, dando ncs a ce!'eza de que
c progresso de rcssa cidade não será interrom
1lictc. Finalizando. Peninho. disse aindR que
o ;;orn pode f!c:-ir tranquilo, o nc:;so compro•
mjssc de bem renresentá-lo continua, sem fal­
sas promessas, mas alicerçados 110 nosso ideal
de bem servir.
ESTÉ'l'lCA E REPARA.DORA
FACE ORELHAS, PALPEBRAS, NARIZ,
COURO CABELUDO, SEIOS A3DOMEM,
MOS E MEMBROS. INCLUSÃO DE SI­
LICONE, PEELING G:ICATRiZES, TU­
lVíORES DE PELE, QDEIMADURAS, ACI
~ DENTADOS, DEFEITOS CCKGtNlTOS
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7D.21l0 . I'o11:o JHudl1,ho. ifato G. do Sul
-7 Ar0 O LA c0A Mn6Ui ;
Atlvo:::ndo 1
Cnusns Cíveis o Crimln:ils 1
Inventrlo, Desquites, Dórclos e l
I .er:nll1.nçi10 do Terrns. j
Escrit.: nua Anlonlo ri.,;:n,la Coelho, 1211 1
Pano: 43D•l3!l5 1
Resldôncin: Rua Cuinh·í, 4Gíl
' DE LA!STA-N. '
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Nelson Charas
Advogado
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Comerc!ol, Cível (problemns-fnm!lln)
terrns, lnvenlnrlos, cohrnnçns, etc.
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Fono: 2121 - JARDIM - 11S.
OAJ3 - MS -· 1579
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Rua C1:inbá, 350
BELA VISTA - MS.
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DELA VISTA MS
CEP 79.2<:U
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! rdJan•e -:t1r1,,, eonl.ecimer,'''
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ros e male inda os sentimentos de
r que nos insinnm par o Irreparável
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·1•1n:rn<l1> ,-·n,:t,1•;
li?o de Freitas
rlete P de Tritas
;±ucleide M. S. A!ve+
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I'• 1.. (00'I) íi2 l--l:l30 (OG7) G24-70!l7
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Campo (;r,111tlt' llalo Grosso do Sul.
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JATIDThI - MA-TO GROSSO DO SUL
DR. RICARDO rtEGO
Aclvogndo
Inventários - Lignllzação de Terras
Antonio Jo5o MS,
Dr. Sérgi<' Ruberto f'erond!
Advogado
Cn:,sn.~ Cíveis - Direito Agrário
Inventários
Esr!6rio- Orca 'Varo Mascnrenhns
RELA VISTA - J<IB.
ASSUNTO: Projete Decreto L d N.o
001/82 dispondo sAhre fio do s e
vrb de representação '» Senhor Prefeito M­
nlclpnl dc~ln ddnde.
A Comissão de Legislação, Justica e Reda­
c-ão da Cümaru Municipal de Bela Vista, no
~so de sll39 olribuiçõcs legais, cmbasnda cm
permisivos legais atinmntes à espécie emi!
r,orccer referente pnjelo un tela, para poste­
riormc..: 11L, o zJ • • rio d. ut;r e +for­
me delcrmlna o Rq;imcnto Interno desta Ca­
ta de Leis, nssim alinhando ta! pare:r:
a) o projeto de decreto l fleti) que
orn se cuida, po. --;ui como dc'd ra') fi • r o
subsídio e verba de representação do chefe do
executivo munitip,.1, 1 nl:, ccr t-, Llll : u,1 colo•
cação jurídica e normativa, pois em e tratando
de fixaçüo para tal fim, é amparado pela Lei
Complementar n,o 07 de 20-11-01, ,n ti rr J 83,
ESTJDO DE MJTO GROSSO DO SUL
CO:IARCJ DE BELA VISTA
EDITAL De r,rimelra e Sc;-_:undu praç:i(.;) de­
signada pera 03 ,10-83 e 13-IO-e3.
O Dr. Jonas dos Santo: F±!licioni Juiz de
Direito dn l.t1 V:irn Cvil desta Comarca de B2-
Ja Visto Estudo de illato Grosrn do S•.tl, na
forma da Lei,
FAZ SABER a lodo; que o pr~scnte Eci­
tal virem ou dele conhecimento tiverem que
foram marcados os dias 03-10-03 e 13-l O-e3 à5
13 horas para a realização das pragas designa­
dos nos autos N.o 03/83 de Ação Execuc5o - C.
Precatória que Banco do Brasil S. A. move con1-
tra Elenir Silva referentes aos bens penhorados
n·os autos ncima mcncion.:dos :ibaixo caracte­
rizados: 270 has. ele terras pastais e lavradias,
dentro dos limites da Faz. Perseverança, em
Com! ão C+ Finanças e Orçamenta
P.,rcccr No O!M(1
A Comi-slo de Fianças e Orçamento d
Câmara Municipal, reuniu e na sala das a
sões, para emitir parecer sobre o Prejeto Decr.
to Lei.lati 001/83, dispondo sobre a fixaç,o
do uh'dio e verba dr prntç&o do Senhor
Pr feito Municipal desta cidade.
A Comissão de Finança € Ore :,me nto, opl-.
na favor]mente à aprovação do citado Pro.
jeto, pcis está dentro da legalidade, cc1forme
1
cza o Art. 83 da lei Ccmp!< r,,rntar no 07 tle
20 11-CI.
S1la da; Se es da c;,marn !l!unicipaJ u~•
Bela Vit&-MS, 17 de Agosto de 1963.
EVL.ASIO MIRANDA Presidente
PODER JUDICTARIO
CJRTóRIO JUDICIAL
Alto C.:rracol, municíplo de Caracol, com a$
seguintes confrontações: Ao Norte com parle~
d.:r Faz. Pcr,everança; A Leste com terras de
Vital Ferrcir.:r de Suza e Irmãos Palermo; Ao
Sul, com terros de Comerci."11 Pont:1 Porã e a'
Oeste com terras de /rtemia Fer:1andes de
Arrudo, sendo que dentro da úrca suprn n5o
existe qualquer benfeitoria, av.:rliada na quan•
li:i de Crc:, 8.100.0'.lO,';Q (oito mllhéies e cem mi{
cruzeiros), valor por quanl:J ~erá levado a pra•
ca nos di.:s 03-10-83 às 13:00 horas e eventual
segunda prnça porn o clfo 13-10-83, às mcsm:is
hcr.:,, n'l áirio do Forum local. paro ser :irremn•
tadn por quem mai.:>r lnnce der acima da ava­
Jiaçiio, sendo a venda feita à vista ou medianté
fiadJr idêc1c.:i pelo prazo de (tres) dias. Dos
autos não consto nenhu..Tn ónus ou recurso pen7
dente de julgamento. E para que nínguéi
possa a l e g a r ignor[incia, determinou Cf
::i:T. Juiz que se expedisse o presente Edital
que será publicado e a{ixado na forma de lei.
Dado e passado nesta cidade de Bela Vista,
Estado de Mato Grosso do Sul, aos 05 dia!:
do mes Agosto do ano de mil novecentos e
oitenta e tres. Eu. (,Pedro B. do Vale). o subs­
crevo.
Tribuna da Fronteira
(Fundado em 20/2/19í2)
C.G.C.M.F. i.5. 513. 203/0001
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Janeiro: T_iBULA VEfCULOS DE COlVIU- j 1
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Filindo à ADJORI e ABRAJORT I j
o moo.c oes »-o«e «ar2 ter. ta-l "» t-, " Deirl
... -·-=-------.,.._._ ' ·- -·~-------.:....:=-;:e:
Jonas dos Santos Pellicioni
Juiz de Direito
2a-
~~gráfica editora

ú'
:. • AGROSSOL DIESEL LTDA. (TRRl.-v. nuque de Caxias, s/n JARDIM - MS.
2- A.BASTEC ACi'ROSSOL DF CO:!BOS T1VEIS LTDA .
3- AUTO POSTO AGROSSOI, DE CC .l BUSTfVEIS LTDA. (Posto) BR 060 - Km. O
"' . ,'.GI'.OSSOL REVENDE CORA DE Dh RIVADOS DE PETROLEC LTA. (Posto) Rva Pad Rebss 139i
< r i - • (Posto) .óP.. C60 - E:1t:·oncame:1to
5 . TRAKSFORTADOR."1 M.IRClS.SOL DE Dr.'RIVADOS DE era E9g;#é 1ava,as
- • • • '.' ,.._. i • (Transportaaora) - Av, DL!QU':! de
,JARDlM - lIS.
BONITO-MS.
Ni0:ique/1far:1c:1jú
-


a gi
st .· · . · ·. .. ·· · .
Graslan 10 fez da foice e da
aplicação químlco-follaro no toco,

métodos ultrapassados e custosos.
Aplicando Gra_slan 10vocô
acaba com tarumã, arranha-gat
leiteiro, taboca e outros arbusto
com total facilidade o economit1,
Conquista oEspaço.
rro
Pedro Pedra
Li, neste Jornal, críic o padre d3 Bola
pista, li também a defesn do n:ire, nesta
,ii, artigo d imn Anel7m Li notf·ta a
espito do Trahin ucd, num jormnl do mo
~num dr S:io P"uh rnmrnl:
1
rio ::2 rrspcito da
roda verão 4. Tenho 1cO1pb3do os jogos
seleção brasileira do fuebol o s vitórias
tas meninas do voei. São todos ns<untos p.2lpi-
4untes, de interesscs das comunidics, de in­
teresse desta prande Nação. Nas é preciso que
; jornais e as psso:s sc preocupem com as­
sunlos mnis amenos, por isto omei liberda­
de de transcrever um artigo do jornalista Luiz
5a!gado Ribeiro e um pequeno comentário do
economista-jornalista Joe'mir Boting. N5o são
rlgos de peso, mos o nosso jornal precisa
.imbém se preocupar com estes assuntos, sa­
be como é, jornal precisa publicar questões
que interessam a todos. Há gente que está
mais preocupada com a Crise, a Crise es.
mo; são poucas, mas se preocupam (sic) elo
que com "cstos notícias de grande interesse
das comunidades" que integram o Brasil. co­
munidades, lembramos, que estão todas a bei­
u da falência, graças a péssima administra;ã
de nossas autoridades que (eimm em conti­
muar no governo, e qande digo autoridades,
é bom que se dig: DELFIM, GALVEAS, LAN.
GONI e CIA LTDA.
Eis o artigo e o coment:lrio. Ldam e me
ditem, traduzem a Rezlidade de nossos dias.
A verdadeira, pois atualmente há a rena!idade
dos trabalhadores e dos pequercs empresá­
tios e a REALIDADE DO GOVERNO, que até
hoje a.incla niío aceitou a REALIDADE. Difícil
de entender, mas fácil de compreender.
O DRAMA DO PEQUENO EMPRESÁRIO
Liz Salgado Ribeiro
Aturdido por um enxurrada de títulos
no cartório de protestos, wn pequeno empre­
sátio da construçfo civil segredava seu dra­
ma a alguns amigos, esta semana: "Não tenho
nem condições de falir. Se eu abrir o bico,
fstou arriscado a ir parar em cana".
A desesperada afirmação pode soar como
confissão de algum grande desfalque que po­
deria ter sido esbanjado em farras, "mordo­
mias e jogatina . prática não muito raras en
tre empresirios de alto coturno. Mas não é
nada disso. O quase falido, cm mais de 10
anos ele trabalho em sua pequena construto-
1a, sempre economizou em suas retiradas e
nem mesmo férias chegou a gozJr, Se o des­
falque nunca lhe passou pela cabeça, que cri­
me terla praticado esse empresário, a ponto
de temer a prisão?
"Tomei dinheiro de agiotas, que me em­
prestavam a taxa de juros bem menores que
as dos b:mcos. Mas, evidentemente, não tenho
comprovantes desses juros pagos, nem posso
contabilizar os pagamentos que fiz. Assim,
se vier u falência, ela pode ser considerada
fr:iudulcnta. Aí eu me arrisco a ser enquadra­
do no Códig-o Pen,il e condenado a pagar pe­
lo crime de ter conseguido dinheiro a qual­
quer custo para manter uma empresa que da­
va emprego e uma centena de pessoas, explica
o devedor, :mgustiado por não conseguir ven­
der as üldmas 15 carns que construiu com fi­
nanciamentos parcial (sob penhora total dos
prédios) do Sistema Financeiro de Habitação.
Essa venda - de onde ele pretendia tirar
o dinheiro para "normalizar a situação" - tor­
na-se impossível na medido. em que a parte fi­
nanciada, acrescida elos juros, soma hoje uma
importância superior ao valor dos imóveis
barateados peia recessão. Sem poder falir, .o
pequeno empresário vai tentando acordos com
credores e vendendo bens particulares - alguns
herança de família- para tapar os rombos de
sua contabilid1de.
"ESCAPE POR FORA"
Segundo o Presidente ela Associação Co­
mercial de São Paulo, Guilherme Afif Domin­
gos, esse drama do pequeno construtor não é
nenhuma raridade. Com a autoridade de quem
vem denunciando e provando que os bancos
tem cobrado remunzração de seus emprésti­
mos de até mais de 500%4 ao ano - entre ju­
ros, comissões, seguros, ações e a chamada
"reciprocidade" • Afü garn::itc que grande
parte elos pequenos e microempresários de
Süo Paulo está na dependência ele agiotas. Is­
so não só porque o dinheiro tomado no mer­
cado paralelo é mais barato como também
mais fácil de ser conseguido: "O agiota dá cré­
dito sem exlglr balanço, cadastro e outras
formalidades".
Mas, para os pequenos lojistas há uma
saída para evlt:ir rombos comábcis provocados
pelos juros sem comprovantes de pagamento:
a compra e venda sem nota fiscal. "E esse
por fora que permite o equilíbrio da contnbi­
Jidade dos pequenos comerciantes" • diz Afif.
alertando para o fato de que essa s·Jída "tem
aumentado violentamente a soneg::ição fisc:il ".
Em resumo. os exorbitantes juros b:rncú­
rios, por tabela acabam f:ncndo rombos maio­
res na arrecadação de ICM e outros Impostos.
Indústria Também Teme
A possibilidade de a falência acabar cm
punições previstas pelo Código Pen:il também
apavora pequenos industriais, conforme fir­
ma Carlos Eduardo Uchoa Fagundes, diretor
do Departamento de Estatísticas da Fiesp. No
caso de industriais o endividamento com agio­
tas não é significativo - segundo Fagundes - por
que as fábricas, por menores que sejam, sem­
pre necessitam de créditos maiores que os dis­
poníveis no mercado paralelo. Mas há um ou­
tro problema muito sério: a falta de recoll1i­
mento de impostos e contribuições prevlden­
ciárias, que pode ser considerada apropria,
ção indébita" no julgamento de um processo
de falência.
Segundo o diretor da Fiesp, o atraso des­
ses recolhimentos - principalmente de parce­
las de imposto de renda e INPS, descontados
do pagamento de empregados - tem crescido
na proporção em que a crise asfixia as em­
presas: "Os recursos dos pequenos e microin­
dustriais mal estão dando para pagar os em­
pregados e comprar matéria-prima. Assim, os
impostos vão se acwnulando e podem gerar
processos penais por apropriação indébita",
cxpl!cu Fngundcs.
2 curioso notar que esse medo de punição
só tirn o r,ono o o (lnlmo de pequenos empre­
sírios que lutaram com todas as suas forças
para montar negócios humildes como eles
mesmos. Fira os grandes, a falência fraudu­
!enta cu não . continua sendo um adorável
e tranquilo "happy end", Ou alguém tem no­
ticia de algum punido nas assombrosas falén
cla, das Iuftnlas, capem!s, coferzes o coroas
que ndam soltas por aí?
(Folha de São Falo . 21/08/83)
CALOTEDHli.S
Um comportamento aétlco, para não diy
zer outra coisa. Mns o homem generaliza:
- Sabe de uma coiso? Ninguém mais está
pagando ninguém cm dia. Eu não pago o for­
necedor e o cliente não me paga. O negócio
é fazer posição no opcn, dia por dia, com o
dinheiro do outro. Eu é que não vou quebrar
essa corrente. Ou todo mundo paga todo mun
do ou ninguém paga ninguém. No interior,
minha clientela, não quer conversa, muito me­
nos cobrança. Os lojistas dizem que os ban­
cos não estão operando e mandam meu re­
presentante voltar outro dia. Mas exigem a
reposição do estoque no peito. A gente acaba
aceitando, porque em matéria de produção es­
tocada já estou pelo telhado. Em compensação
também estou atrasado com meus fornecedo­
res. Esse atraso em cadeia é a nova moeda
brasileira, pois não ?
Moeda emitida pela Calotebras S. A. Ago­
ra estamos tentando converter esse cruzeiro
escriturai em dólar fiduciário ...
Joelmir Beting
·---~--------- ---------~------~~---~·-"------i
SE VOCE QUER RECEBER O J O R N A L EM SUA CASA OU EM SUA EMPRESA, NÃO
SE ACANHE!
Venha, escreva, mande recado, telegrafe, ache um jeito....basta dar seu nom6 .: en...<cQ~·
Tribuna da Fronteira Rua da República S/N
O novo estilo de comunlcn-r está aqui
Serviço a la carte - llis rcr
e importadas - j gs lazer - son •
presença da socidade Belavistens
Restuunnle C assino Paraguay

,,
• •
P Iro Pedr ira
H ! Vista Parou no t opo •
f, muita pente nino vai gostnr, ms a ver­
dade é que De!a Vista d un teno 1 ta cá
estagnou, Muita gente mudando-: jar. Cum­
po Grande, pouca amílis estabelecer na
cidade e conta se nos dedos a abertura de novas
firmas,
E o pior. ...
E o pior que não h perspectivs, não h
nada de novo o fron, não h rmpreno c n!­
uém (n comércio e n industria) pena 6
ampliar o seue ne&ios, Cmnr'o 1 vc», i
ESTADO DE MATO (G1OSSO O UI,
C1 tT0lt!O .IUDIC(JI,
l'ODE!t JUDICIÁHlO
C0MACA DE BE1,A VISTA
Edrol do
designada
Primeiro E) Segundo
poro 05.09.83 o
O Dr. Otto Dili.cncourl Neto Juiz de Direi•
to dn Vnrn Cível desta Comarca de Dela Vista
Estado de Mnto Grosso do Sul, n forma du
Lei, em substituiçüo lego!.
Fnz Sabei' o todos que o presente editr1l
virem ou dele conhecimento tiverem que fo­
ram marcados os dias 05/09/83 0 15/09/83 As
13:30 horos porn o reuliznçflo das praças de­
signadas nos autos Nº 03/83 de Jçiio Exec11-
ção que Banco do Brasil S.A. move contra
José Marcelino da Silvn•c sua mulher referen­
tes nos bens penhorados nos aulo5 acima mcn
clonados abaixo caracterizados: 169 hzc!ares
de terras postais e lavradias denro dos Emites
ela faz. Perseverança, alto carn:::ol mun. ele Cnr'l
col com os seguintes confrontações: no norte e
ao sul com as terras da Faz. Perseverança; a la3
te com terrns de Vito! Ferreira de Souza c
lrmüos Palermo; a oeste com terras de Artê­
mia Fernandes de Arruda sendo que clcntro
dútria diminat, tudo girando em torno da
pecuária
Ainda acredito que a Saída é a nr,rlculturn,
dar condições para os que realmente querem
plantar, Fortalecer o comércio e dar ine :tivo
para a Jmplanlaço de novas industrias no mu­
nicipio, Que os políticos, de todos os partidos,
tum a imainucão criadora. Ao invés de se
preocuparem com quem nesceu primeiro. se o
cvo u galinha, devan cerrar fileiras cm tor­
no do decwvoliento do municiio,
dn r1rcn não existe qualquer benfeitoria, nvaliu
dos em Cr$ 5.070.000,00 (cinco milhões e se­
tenta mil cruzeiros) volor por qunnlo será
levado u praça nos cllns 05/0!l/83 e 15109/03
ils 13:30 horas no útrlo elo Forum local para
ser arrematado por quem maior lance der
cima da avaliação sendo a vend::i feita à
vista ou mecllan,e findar idOneo pelo prazo do
03 dins. Dos autos não consta nenhum ônus
ou recurso pendente de julgomenlo.
E pura que ninguém possa alegar ignorn
eia determinou o iV!iVI. Juiz que se expedisse o
presente Edital que será publicado e afixado
na forma da lei.
Dado e passado nesta cidade de Bela Vista
Estado de Mato Grosso do Sul aos 05 dias do
mcls de julho ào :mo ele mil novecentos e oiten
la e três Eu, (Pedro V. dn Silvo) o subscrevo.
O JUIZ DE DIHEITO
DR. OTTO BITTENCOURT NETO
tetas
rir i#ade
Proço(s)
15-09-83
O Ministro d Agricultura, Amaury Slá­
bile, anunciou após reur.iüo com os seus cole·
gas da Fazendo, Emane Golveas e do Pluneja­
mento Delfim Neto, a lista comp'eta dos prz­
ços mínimos básicos vúlidos p:m1. o plantio
da safra 1983/84, que este ano serío reajus­
tados de acordo com n variação da.s ORTN,
no período que vi do plantio a colhei :a. d:is
lavouras. O algodão é o produto que recebeu
o maior reajusie, passando de CrS 1.330.00/
15 Kg, para CrS 4.000,00 com incremento da
ordem de 200,7% em rela.çüo ao seu preço na
safra passada.
O Ministro da Agricultura disse, ao anun­
ciar os novos preços núnimos básicos, qu:i os
indices aprovados são "realmente estimulan­
tes", o que confirma, uma vez mais, o. "piic­
ridade agrícola :munciada e mantida pelo G;::­
vemo Figueiredo, apesar do qua::iro de ài!:i­
culdades vivido pelo Pais". Fara Slúbile cs
• Ji()VOS PREÇOS
São estes os novos preços minimos b,s:cos :mlll'lciados pelo ministro Amaury Stábile:
PRECOS i111N!MOS BáSlCDS - St..FRA 1983/8>'.!
• CRS/UN
novos preços, bem como a mecânica de rea­
juste, que assegura a manutenção do seu va­
lor re,1! frente n inflação, "düo a segurança
que o produtor necessita para produzir mais
e melhor, assegurando novamente uma boa
saira de grãos ao Br2sil", objetivo que este
ano foi parcialmene frustrado pelos desastres
ciimállcos ocorridos nas regiões produtoras
do Sul e Nordeste.
Com a liberação dos preços mínimos bá·
sicos, disse Stábile, "completa-se o elenco de
mcdides iniciado com a divulgação dos VBC's
tnmbém em per:::entuais estimul":mtes e com
a :m,ccipação do preço mínimo do feijão, pro­
duto que recebeu VBC no valor de 100%, in­
dependente da categoria do produtor, além
da correção em mais um mes, vigorando o seu
preço mínimo definitivo a partir de novembro
e não em outubro como no ano passado".
Frcço-Base Percentual Período de
Produtos Unidades Preço-Base 198% 1983/84 ri.e reajuste correção
Arroz ele Sequeiro 50 Kg 1.900,00 5.600,00 194,7 Ago/Fev
Arroz Irrigado 50 Krr 2.276,00 6.664,00 193,0 Ago/Fev
Algodão 15 Kg 1.330,00 4.000.00 200,7 Ago/Fev
lIilllo 60 Kg 1.392,IJO 3.700,00 155,8 Ago/Fev
Feij:fo 60 Kg 5.985,00 14.400,00 140,6 Jul/Nov
Soja 60 Kg 1.800,00 t!.338,00 141,0 Ago/Fev
Amendoim 25 Kg 1.222 00 2.800,00 129,1 Ago/Fev
Castanha de Caju 01 Kg 80,00 17:i,OO 118,7 em vigor
Cem dê! Canrnúbo 01 Kg 200 co 380,00 90,0 Trim/Ago
Girassol 4-0 Kg 1.130,00 2.GS'/,00 164,3 Ago/DEZ
Juta/malva 01 Kg 79,00 210,00 165,8 Ago/Fev
Mamona 60 Kg 2.746,00 6.065,00 120,9 Ago/Mar
Mandioca 01 ton 5,804.00 14.000,00 141.2 Ago/Mar
R3mi 01 Kg 88,00 203,00 130,7 Ago/Set
Seda (cosu!oJ 01 Kg 433 00 1.013,00 133,9 Ago/Set
Sisai 01 Kg 50,0D 101,00 102,0 Trim/Ago
Sorgo 60 Kg 1.183,00 .45,00 165,9 Ago/Mar
Trigo mourisco 01 Kg 22,00 57,00 159,1 Ago/Out
semente de juta 01 Kg X 450,00 X Ago/Abr
Batata semen.e 30 Kg X 5.100,00 X Ago/Nov
Falou-e tanto n implantiçáo de uma f­
brica de cal, numa Usina de Aleool, num Frigori
fico, numa fbrica de óleo de oja(c) e mm t n
tas coisas mais que no tina!. bem, deixa pró
lá. Esperamos que o homens e cmme etrem
que do jeito que vi Dela Vista, repetindo uma
velha frase será uma cid.de ba T Ia
morar, mas difletl
Política - A'l'O i
Vereadores do PDS vão romper com o prc­
fcito.
Alguns integrantes do Diretório do PMDD
querem a substituição do utual presidente, Co­
rumila Loureiro,
Política • ATO 2
Vereadores do FDS cerrnm filt.lrn: cm tor­
no <lo prefeito, Afonso Dillon. p,.rondi é o ll'J·
vo líder do Prefeito na Cimsra Municipal.
Corumila Lourcirn pen" !icrnça por 120
dias. Idelfonso pede licença na Câmara Muni­
cipal por 120 dias. Julião Godoy vssume
Política - ATO 3
Figueiredo reassumiu o cargo de Presiden­
te da Fepúbllc::i.
Aureliano volta à vice Presidência.
Fc.drossion lança sua candidatura ao Governo
elo Estado em 198G.
Marcelo Miranda é o candidato natural do F­
DB
Se hJuvcr eleições livres para Presidente
da República poderá dar BRIZOLA na cabeço.
l>faluf é o mais cotado.
Andreazza já mostrou, durante anos, a sua ca­
pacidade de trabalho.
Política ATO 4
Perondi prepara o caminho para a chefia do
Executivo.
Ivan Marques e Pedro Palmieri (que havia a­
bandonado a política) ~e encontram conversam,
viajam juntos para Campo Grnnde. Na volta
Ivan lança a candidatura de Pedro Palmieri.
Se houver eleições para prefeit:r em Bela
Vista o candidato do PiíDB é Idelfo:1so Pinhei­
ro.
Ely de Araújo Barbosa não se manifesta a
respeito da política. Está cuidando unicamente
da medicina.
Câmara llunicipal
Li no Jornal Correio do Estado:
Tilunl de Contas não aprovou os hal:m­
cetcs da Câmara lIunicipal de Bela Vista, pe­
ríodo de Janeiro a Dezembro de 1981. No apro­
von também o Balanço th mesmo ano.
Eancos, Gerentes e Juros .
• ' '
t - '·
I ', •. : ., ••.• - "!
Do jeito que a coa v i, <l '
tempo muitos comerciantes vi
. sob r
'
l .
Govemo estimula yahu.
Esquerda Ftiv
a Câmara Municipal, o vereador Fere4
disse que o Deputado Roberto Orro é da "E..
querd festiva e areniador de empreyos",
Crro explin
C Deputado Roberto Orro, nosso particule
migo, explicou que a cor. trução de uma ponte
ele <.orcrdJ no ri> Jpn c.,!r:ida Bc·la Vh1a .
Antonio Jolo, foi rtivlndltaç.io dr lc, l! n·o cl.J
prefeito ele nosa cidade.
Disse também
A pavimentação asfltica entre Bela Via
a Jardim vai sair, Isto após o término da rdo.
vla do Calcrco.
Tuch Trnnquilc
Orro disse ainda que o Diretório está tran.
quilo, Corumiln pediu licença por 120 dias por
motivos particulares, Palavras do deputado.
Uma Bela Históri:: de /mor
Risse era um cadelinha lindn. Pelos sed:­
sos, mestiça de pequinês, um mimo de codc:J­
nha. Era tratada a doces e frutas, foi o prin-.cl­
rn vez que vi cachorro comer mnç5. A dono do
Risse era uma senhora da sociedade, onde ia
levava a cadelinha (uma afronta dizer que Ris­
se era uma cadelinha, mais parecia uma crian­
ca mimada). No cabeleiro, a cadelinha era uI
sucesso. Tudo corria bem no mundo de Ris:c,
até que apereceu o Tuc5o.
Na vida errante de Tucão já lhe surgia de
tudo na vida, cinco dias preso na carrocinb
da Prefeitura, a briga com um policial da pe­
sada, o namoro com uma bela cadela de raça,
até a perseguição por dias e dias de um siarr.es
muito do invocado. Quando viu Risse pela pri•
rneira vez, Tucão disse: Tá !10 papo. Essa 'Cl
faturar. E faturou.
A dona de Risse foi obrigada a aceitar o o•
mor dos dois, afinal a cadelinha fugia de casa,
passava clias e dias sem comer, era melhor a­
ceitar do que proibir.
Depois de muitos mêses, surgia três lindos
filhotes, a casa de Risse íicou em festa.
Mas, com todas as histórias 'de amor, a àe
Risse e Tucão tbém. teve o seu drama numa be­
la manhã de Novembro, Tucão resolveu partir,
deixando mulher e filhos. Risse chorou muitJ.
Mas esqueceu depressa.
:'>Iorol <la Hisitória: S2 até cachorros esquece.
por que os chamados humanos não esquecer.-,?
Sr. Airton Brasil
Li no Jornal Tribuna da Fronteira, su
c,·ítica contra o nosso vigário. Consultei a mi­
nha consciência cristã, e achei que devo esc'a­
recê-lo, pois se trata de uma falta de cm e­
ensão sua, e não da familir. do fale::::do. • S~i
perfeitamente que esta é profundamente cr's­
tã e sabe do quanto o Pe. Lourenço, é dedic:!­
do ao nosso povo.
Olhe, não quero ofondê-lo. mas czrtamzn
te o Sr. pouco frequenta a igreja, e oor isso
nem esá informado sobre os C:lSOS urgentes
que surgem solicitando a presença c:1.o Vigá­
rio.
Se ele não compareceu jun'.o r.o doente
foi por uma força maior e não por falta de
abnegação, além disso ele fora informado de
que o doente já havia sido aten:iido oor um
sacerdote da cidade vizinha que sempre nos
ajuda nos casos de emergência.
Se o Sr. acha no seu uonto de vista que
0
Fadre come.eu um erro, o Sr. também erzl
publ:cando um suposto erro do seu irrn
21
Não acha?
- 1
Peço-lhe dcsculp::s se o mago:i nao , '.-
qt.:e ~iz a verdade, mes na muneira e.e e:r_l.•·. ~ •• • :
sar-rne. Sim? ,;
Eu, oenso ter cumnri:io um de·er, p'.lr<f•· t._;
conform; rninha vocação cristã. s~nt'.l n ,;!'/ t'·•
ja como iamilia, e assim participo da s4>" de
da, participando de suas alegrias e dores"),,,
responsável por ela. .«. 'm
Deus, nos chama para juntos consJ., 1-..
mundo mais belo, mais nosso. mair iT" n,
Alegremo-nos porque Ele tem conf!nnça ::
nós, e esta nos traz uma responsabilidsd"",
menda! Mas assumindo esta responab"
que mostramos o nosso valor! 1
Bela Vista 24 de Agosto de 198
Suo Irmã Anp:elina