• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº665_03_10_1983

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Em torrei p,,ndl:n<:íu c•nví:.d..1 u ,.s!c jornr,l,
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T,in tório Municipal do PMDB, trvés de
eu presidente Ildefonso Pinheiro, t' Stcrt,Úriu,
ieatdo de Vasconcelos, comunica que o Gover­
no do Estado tendeu diversas reivindicações
du•; Jltkr.1n1;us cio p:1rido que t tiveram cm
Campo Grande, no último dia 2.±, em uudrênciu
com o Governa! r Wilon I'arhosa M:'·ns .
epundo c a cor pondêncin, as ohras q.
o Governo do tudo exccu. l .t ,1•1 '..} .. u VLt'..l
As mulheres. atualmente, conquistam es­
pnços imponnntes cm diversos setores da co­
rnuntdadc. no comércio, Jndústrla. advocacia.
Joi nnl!srno, ele. Sem falar na diretora deste
jornal, M'ria Estela Velasquez Pereira, que
milita também nu inctüstrin grúfica; cm /lia
são as seguintes: Encasalhameto da rodovia
Municipal das Caieiras; Reparo na rodovia
Iela Vista a Carntol; f:t p· ro', na rodovia Di
(tGJJ, 1rnho Dela Vi,ta :i J,1«'im; nrcon,ln11fü,
de todas as pontes e bueiros da Rodovia Apapo­
ri>; Euvio d!l [q11ip::1r.rnto, 1n1'..dico, odontol.'.J.
g-icos; Suprimento com remédios para o Po· to
de Saúde; Envio de Verba pera compra de com­
l:u~tívcl para a l'olícia Joc:.il; rou•,n,~:;,, ti,· um:.
ponte de concreto sobre o Tiio , p:i, "" r du, 1·1
qiisiam espaços im
Rocha tle Oliveira, empresária em Bela Vi<.ta;
1.iney do Vale GonH·s, vereadora em Jardim;
Dra, /z.Rléa Ocarlz, presidente do Hosp11ul
Süo Vicente de Paula e tantas outras que traba.
lham firme, rompendo barreiras c conlribuin
do decisivamente para o progresso e bem es-
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tar do povo da repio
Merece rcp!stro e pecial o tr:·,b.1lhn rlr rn
volv:rl<> J),.1. <; : cl··o ERA 1OURE:RO
T J O I IIM11 ~ : J' . , , 1 n 1" n:i
Cem + cha Vista e que v eram, o
mitn uta o crific mercenio o e±to
e a consideraco do povo bel.
S:io l!'- ÚflÍ( ., ' ;•eh·,,, tl : 1
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otícia
de peso
com sensibilidade, respeito e mtta ética dig:
, ofi: @o e valorizam o trabalho cln
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nuiher nn comunidade. Este reR! ,,,
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i',, li e, nqut.~1 ir uma pos1çüo n< s .1 • º1
i1,o ' ' ' • • ln" uindo. n,:1 s
< ,, ''1Cl • cl contlitos e divergenc ,, •
ndo mn lH l .
---~-----------------------------------
Dia: 09/ Out. / 83 - 8:00 horas
JOGOS RECREATIVOS
CANTIGAS DE RODA
PASSEIO A CAVALO
CABO DE GUERRA
CORDA P / PULAR
BASQUETEBOL
AMARELINHAS
Local: Grêmio Pedro Rufino
BELA VISTA -
PING PONG
FUTEBOL DE SALAO
CARNAVAL
VOLEIBOL
NATAÇAO
DA1'1A
ETC.
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..... ,;-.·.·.~, './
geram#cana,g
-- .)
PARTICIPE
PROiUOl;JO
Sccrct:?rin de Desenvolvimento Social
Dcpr.rtnmcnto F.stvduul. de Desporto
Grfünio Pcclro Rufino
Prefeitura lllunicipal
J0.
0
Regimento ele Cuvulnria
• -- ---
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EST!:'IICA E P.CP JRADOfll
:.:,...ç a:;
APOIO
Escolas da Rede Estndunl e lIunicipal
Rádio a Vóz do Apa
Rede Bclavistcns.c de Jornais
1

lresistas ia latrior: Canori
9M283.
A semente plantada por IIurio Gusmão,
de Novo Hamburgo (RS), primeiro presidente
da Associação Brasileira de Jornais do Interior
(ABRAJORI frutificou e os jornalistas inte­
noranos estão colhendo os primeiros frutos.
Não é preciso enfocar o que signüicou para
os pequenos jornais a união da imprensa in·
teriorana, não só no seu aspecto técnico com
'a troca ele experiências, mas. rnbretud'o, no
que se refere ao reconhecimento da forca do
jornal do interior como midia, fato este· hoje
reconbeciclo até pelo Governo Federal e gran
des agências de publiciâade. •
Mais uma vez os diretores de jornais do
interior do Brasil vão se reunir para debater
assuntos de interesse da classe, desta , feita
no acolhedor balneário de Camboriú, em San
ta tatarina, onde reuUzar-se•á o IV Congresso
ela ABRAJORI.
Nos dias 12, 13 e 14 de novembro Ca.mbo­
riú receberá milhares de diretores de jornais,
entre os quais estarão os representantes da
Rede Belavistense de Jornais, empresa que
edita seis semanários e que sempre batalhou
pela imprensa interio,rana, por reconhecer que
nesta está espe1hada a tradição, cultura, for­
ça e ideal do homem do interior.
Estarão em Camboriú o jornalista Ivaldo
I'.ereira, Maria Estela Velasquez Pereira, João
Carlos· Velasqucz, Gllson Silva S:rntos; o nosso
ccmpanheiro José de Alencar Di Piero, do jor,
na! "A RE'I'iRADA DA LAGUNA" e o nosso
ex colaborador, hoje diretor-proprietário dos
,jornais "TRIBUNA POPULAR" e ''A VOZ D:'­
FRONTEIRA", Alvaro Pereira, que repr!:senla-
rão os jornais da região n3 Congresso.
Na ultimação do programa est:io empenha­
dos, além da ABRAJORI, a S!:cretaria de 'i'uris­
mo de Santa Catarina, o Bureau Catarinensc
de Congressos, a .Secretaria de Turismo do mu­
nicpio de Camb:>riú. a CA1'IBCRIUTUR, o Sin­
dicato de Hoteis, Eares e Similares de Cambo­
riú além da Comissão Central, das Comissões
e da equipe de Coordenação.
O Tema Central versará sobre: Atlminisn-a­
ção de Jo.rnais do Interior .na atual conjunt.!.rn.
Be.la Vistn, Jardim, Porto Murtinho, Aulo:1io
João, Bonito, Guia Lopes da Lag,.ina e f1,rnm­
bai estarão representadas no Congrssa. ±pro­
veitamos a oportunidade para solicitar i:s Pre1ei
turas Municipais desses mut1iCÍ!)iOs n rerr_e;;sa
urgente de material, p:ira dh·ulgaç~o no Con­
gresso, tais como históricos, folhct:s, foto , etc,
para Rede Bclavistcnse de Jornais, Rua d:i Re­
pública 268, Bela Vista - 1IS. Fonc: 439-14.10.
~ ffi) -~ )
CURSO DE FOR'.VíAÇÃO DE O?1CIA1S
DA POLICÍA :1.IILIL'R àe~;ina-se a pr'c?orar
oficiais que ocupar:io ,.;, postos i 1ichb t1:, e~ r­
reira poÍicial-mnitnr. o[uecendo-1he amplas
possibilidades de acesso aos diversos postos na
hierarquia Po1icial-'..lilitar.
Oferece:
1
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FACE ORELHAS, PALPEBRAS. N~~IZ,
COURO CABELUDO, SElOS P,.:~m0.,
1
E:VI.,
:VIAOS E N!P..'fI3ROS. lNCUJSAO DE­
LICONE PEELING C1CATRIZES. 'IU­
MoREs b PELE QUEIMADUyS."I
DENTADOS, DEFEITOS CONGENITOS
(?vIAOS. PS. FENDA PALATINA. LA­
BIO bEPOnINO) úU:'.ERAS DE ME­
BROS n.TAGRECTI.ITITO •
O Grêm.io d:;s Subte:1er:es e Sar,:;;en- '
tos Pedro Rufino, através de sua diretoria
vem a público expor o seguinte:
1 - Consiclcr:1n:l.o que {lli!!l:?.:11en-..!
alguns menores vem catendo uma série
de disabores, não sá a Diretoria. mas ac:
sé cios:
2- Considerando que ztritos e desa­
vens prejudicam a harmonia existente
no éib;
3 . Considerando aue todos os funcio­
uários e mrmbro- <l.a ::>i~et(,.b mc:-eccm
RES!'ElTD e to:1sicb:a: :'ao:
Atende em: Bela Vista: Rua Antonio .To,
• S/"'
00 lado da Farmácia Modcrn.1
ao +, d d d
(úllima 5.o e Ci.a Feira e Suba o e ca
m&s).
URGE'.'11 - Urgência Médica
RUA 14 DE JULHO 1.20
7
CENTRO - FONE 624.-1631
PL/NTAO: 24 HOfüS POR DIA
_ s
115.rio Jnicial de 400.000,00
_ A::sisléncia mí,dica, odontológica e hospitalar-
pora toda a família.
- Alojamento
- Alimentação
Cursos nas Escolas de Formação de Oficiais
da Policia )11ililar de outros Estados.
EXIGE:
Ser brasileiro nato; solteiro; ter entre 17 e
25 anos de itlacie. (27 ~:::s p/os milit. da ativa};
ter concluído o2Grau: ter no mínimo 1,65m 'de
,l:ura: n5.o registrar antecedentes criminais;
esar em db com as obrigações eleilorc.is e mi­
!it;:re:;:; ?1áo estar "sub-júd.ice" ou resp:mdendo
,i in:.uéd:o cu proces:;o; para ::;<; militares da
~ .va-. não ter sofrido qualquer sanç:io discipli­
:'.l.r grave. ncs últimos 3 a."los; e para cs meno­
res de idade. ter o consentLrnen .oo do:; pais ou
tutor.
INSC ICAO:
Fe~iodo é.e 3 2. 14 de Outubro/83, no:
Ccnt~:.- de !:ormê.ção e Apeneiçoame. '.o
Praças (CEFAP). na Rua 24 de Outubro,
25 -- C:squ.na a Av. 31 de .:Iart;.Q.
I:OC~:.I=.;'I'CS PARA I?SCR1ÇÃO:
RESOLVE
A ratir desta data qualquer ato te.
cahaude; de écio, convidado cu freqz:na­
ta!or, seja menor ou Culto, que prei!­
dicar harmonia existente, seis ao ar­
que aquático, sei ns salo de bailes. ser
ieit a EXPULSO do cuadrs Socl!.
A/HET0R1A
Carteira de Idc'.'l.tidad::-
de
n.o
- Cmnrovante d rccolhirr.ento dn taxa de
in:;criçf.o no ,·alor de CrS 4.800 00 (Quatro mil
e oitocentos cruzeiros)
CONCURSO
Ac provas escritas no período cie 8 o. 1 !. de
J a::2iro/!½. serão o?lic.adas pela Universidade
Federal de !fato Grosso do Sul, juntamente
c.om o Concurso Vestibular Uniíic.ado.

'
Veredor ludionr Rodrigues • PDS
Requeiro n Me ouvido o J,l(,ní,rio :1' hr-
mn regimental par que seja cnd ri' rJ,, rxr ' -
diente ao Exmo. Senhor Governador do Esta­
do, olleitando de ua ' .e, ll11 í.,. 1
1
'·• <i'J
dç,u,rminc r
1
o s,nhor l.'r, ,id•·r.•c d~ C ,I l, <'"
Mato Grosso do Sul n entrega imediata d c-;,­
/iar, pc,pulnrC'J dt•stc município.
Justificativa:
Senhor Frr lr'u,t••, St".11.'l:t:,
Sabemos que estlveram em n0a
nndo irscries para aquisição d:t'I e
pre ntant eh e, ! L .,1,r-Jxin.cdamcn!.c a do·
;,l1 os, <i , , na oportunidade fora dito p­
los mesmos que as casas eriam entregue I»
r 16xirn 1 emana e nada di J .,,, n'1e< 11.
---
---- -
l
Blocos de Correspondencia, Impressos ficais e estudntis, cnvclopc3, Confecçúo e Impressão
de boleliM e Jornai5.
Polhlrlhns, Cnlonc.líirlos, cartik, do N:iUI, Vis! ta•;, convit.c'.l cio o r.=ento, :inlvoF.Ari.00,
etc.
Ser vços do LAnotipugem e elicheria,
Editnmno livros e revistas, Traga o seu oripzinu!, venha ovorsar conosco, os melhores preços
da região.
PARA PEDIDOS ACIMA DF. 4C.000,00 co:ict'<lcrnos PRAZO.
ENCAMINHE SEU PEDIDO A GRAFICA EEDITOlti JPi • RUI DA R'R>úBl.lC/
S/N • DEI.J vlSTA (MS)
Pndrilo i:Ie Quruldndc, prêço e rapidez ... O ANO t,: DE TRABALHO,~ DE r,;CONOl'lnA, FA
ÇA UM.A OPÇÃO INTELIGEl"TI:. l}.!PIU:SSOS t COM A GMF!CA E EDITORA APA.
Brasllia (EBN) - Tem muito vngabundo fol:mdo cm nome do tra­
balhador, alertou o mi!1istro do Planejamento, Dlfin Neto, na cntre­
vlsin que co'nccdcu cm Brnsílin à Rúdio Jo'em Pnn, de São Paulo,
quando garnntiu que scrin 1:Jmcntável a não :iprov.iç:io do decreto-lei
n.o 2.0-l5, cuja recusa, segundo ele, pro'ocará custos sccini~ gig,mtcsco-;.
e desemprego monumental.
- Será umn tragédia para o trabalhador garantiu o ministro, que
aconselhou o operário a desconfiar elo demagogo que, qua,do oferece
um lngo azul, a piscina Est:í vazio. Ele aceilou que! qunndo o traba­
lhador fala cm nome do trabalhador, é precisJ respeitar, mas quando
o demagogo fala cm nome do trabalhador. é preciso desconfiar.
- A tragédia do trabalhador é a 'anguarda que, pretendo dema­
gogicamente proteger o trabal_hador. está colocando-o numa situação
lnsa!lável de desemprego - disse Deliin Neto. Ele afirmou ninda que
é preciso ser multo duro para imaginar que o governo proporia uma
çoisa contra o trabalhador.
O Decreto 2.045, segundo o ministro, é fundamental para a política
de combate a inflação. Ele explicou que é ilusfto pensar de inflação, 0
salário real cresça, porque o que interessa ao trabalhador, é o que ele
'Pode comprar com o seu salário.
- :t: o que estamos procurando fazer - continuou Delfin Neto - é que
1
ps dois: preços e salários - cresçam m1nos e os preços ainda menos, de
tal forma que o trabalhador tenha uma melhoria na sua vida num pe­
ríodo relativamente curto, de doze meses ou alguma coisa como essa.
Kequeir
J;Jn rrr,,cn' nt
<J:tn•c .i11 !:>.me •
Mato Groso do Sul
nhor J>r<:ftito ~.1un,
ral do Dersul, olici
construção de uma no
C:ipcl, nn rodovia qu,, , , r , 1 ,
de C.ir:1col e l'orto . 1'11 t.· l't •
YOntamcnto de ntcrro < rn
uproxlm,.<lam,•ntl' .,O n:, tr • d cx'
cstn que b~ncflua wml>L m II lJ
Curn~ol e o de: t.•<. ·n ,,t, 11 "
de S.io Cn1 los.
Just!f!cntiv·1:
Senhor Presidcnte, Senhor
É, notório o péssimo estado de c0:+
que se encontra a clti:rl.1 fº' • •
ctit:,io de trúíc,:,,.
Sabcmos nós que cm época de eh: '
rcnclnls, o córrcg,> Capei tranb.rd ,
. ponte, imp<.;dindo (J trinito pr uquei 1 ,!,,
via,
i f :T" 1
d ,, ', l ,e 11
p' tre desa indica ;ao que o Senh-
l 1 r,u, iid. ~· (' l<.1 • j!1dd". : ,)
!,l r , .. 1
d+ S s d4 Cimar Mfunlcipa] d
;' E· .,. •l S
I rnl tn d,· 1rn..1
n."(',D, no rns
er m: t a ouvido o Plenário, a
io ! M{oca d Prote.te Dire _ao da Ener.
d •. 1 r "' ) > J' mo atendimento no for.
r;,,, !"",' rdo ri,· r. , ris ltrica ne ·a cidade, aue
n.feliz:ente e tá :o tornando crôico e endé.
"11!e.> h,1p ,·1 lo • t'lll1',l:tntr i11•~rrup1;üc, (11
, l'f, rida energia, fora, funestos danos que vem
< c.1:,l< nr11.clo , m 1,p::relho.; ,ll' tocb n pGpulnr;I)
be!vi=tone. rndo &rios prejuízos de gran­
de monta, conforme declaração em anexo de zo­
mente um usuário, apenas para ilustração real
" u:ncrct:1 do~ <liw r:<J•< ,. rr:1vr·; prejuízos, que
tio péssimo e horrive! atendimento vem ncnr­
retardo em toda a populacío
A b',nl';ic! 1 do PDS nc ,a C::i;n, :cm a o­
E:r;aacão legal o moral com toda a população,
denunciando púhlic:imc•1te nro'e problemu que
a tot
1o~ riflir,,,.
Bela Vista. 2G de Setembro de 1983
-Tribuna daFronteira
<Puné':i.rln C'm 20/2/1972)
C.G.C.M.F. 15. 513. 20:J/0001
- Rc~istro no C:i.rt6rio de Titules e
Documentos n.º :is -
Dirotor-P..cspons:ivel: Tvaldn Perclrn
(Jorni,list:i. Prnfissionnl. Matrícula
MTPS n. 140)
Ac'.ministr::ição. TIRdac:fco e Parque Gráfico
- SEDE PRóPRIA -
Run da Rcpúblic:i. s/n - Bela Vista - MS
Fone: (067) 439-1410 - Cai;{:l Postal 23
Diretora: Maria Estela Velasquez Pereira
G<>rente: Gilson Silva Santos
Depto. C:rculai;ilo: Marílene Marin
REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira
ASSTNAT"uRAS
Bela Vista: anual 6.000,00
Demais ~'Iunicípios 9.000,00
FUNDADOR: Ivaldo Pereira
Um órgão da Rede Bel:i.vistensc de
Jornais LI.da.
Representante em São Paulo, Rio de
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t
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Operador
cr-u· :152 - Fone: 439 1264 -
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JARDIM- M1tl'O GROSSO 00 SUL
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Inventários - L!gallzação de. Terras
Antonio João MS.
ESCRITORIO DE ADVOCACIA
Dr. Sérgio Roberto Perond1
Advogado
Causas Civeis - Direito Agrárlo
Inventários
Escritório: Prnca Alvaro Mascarenhas
BELA VISTA - MS.
Concentração de
Prejudica unidade
O Deputado Ruben Figueiró tez da trt.
na da 'Amara uma lonr nnilio obre nas ter­
rivei consequncias que advir#o h I7nu(dle
Nacional omn o niilmento dos funleplos
e dos E!dos se for mantida conventraco
da renda tributárln ns mos da União e pre.
conizou a necessidade da reforma do Códipo
Tributário Nacional para atender um imperat­
vo da realidade brasileira e um apelo cnden
te de todos os Governadores do Estados o Pre
roHM Munidpnis.
Lc'vnntou Flgucir6 rínro li no; riur clrvrm
i:;rr levados r-m conta para o restabelecimento
do Sistema Federativo o na rcahllil nc;-fio cln rn,i,
de das finanças estnduais e municipais e enu­
morou os:
I . l1Alor pnrttclpn<;t:ío dM ~lfnniclptos nn
nrrC'cndnç5o tribul(irln, n rxcmplo do que ocor
re nos países de trndição democrática e de«en
volvimrnto c-conômlco, onde n. p:1rl lclp:i.cilo
das ndminlstrnçõcs locais no produto global
das rendas públicas chega n ser do 40%, cir­
cunstncia que evidencia n rsl1'gio prlm:'lrlo
e lnndequndo cm que nos encon!rnmos;
II . Maior aglllznçfto dn<; t rnmf('r(Jnchs
de recursos nos municlpios, pela Unifio e pe­
los Estados. incondicionndos à vlnculnçõrs
de capital ou a pror;ramas de governo, como
forma de propiciar mnlor liberdade nn ('XC­
cução orçamentária;
III . Dimlnulçüo ou cxtlnçio de lransf<'•
rênclns de encargos próprios a., Uniito e dos
Estados aos Munlc!plos, como relativos edu­
caçfio, à Eoúde pública, ? segurança, fornect­
mentos de prédios e !nstalaçôf'" o rcpartlcões
Três boas razões
Para você referir 1s
0ss0s itressos
1) Qualidade 2) Preço 3) Rapidez
l
l
I

l
renda
Nacional
estaduais e !eclcrnl!i ele .
IV . Concessão de Financiamentos aos
Municípios com encargos subsidiados, bem
como a Implantação de linhas de créditos s­
pecíficos para a implantação de planos urba·
nos de mclhorumcntos;
v . TronsfcrCncto, pnrr1 os Munlclplos, do
serviço de tr:lnsito e da arrnca.dnç:io dos tr!·
butos dele decorrentes, já que a construção e
a manutenção das vias públicas suo por eles
:ruportadas.
Concluindo o seu pronunclomenlo, Figuei­
ró solidarizou.se com os bravos adminislrodo
res estaduais e municipais, dizendo que sobre
eles repousam graves responsabilidades e con
tra os quais incide terrível abandono por par­
te do Gôverno Federal que, dos mumc1p1os
tudo tira, e pouco, quase nada, oferece cm
lroca.
ae Manfredo
de cidadão o
concede
Geisel
Com assinatura da maioria dos Deputados
Estaduais, tramita em regime de urg&nda na
Assembléia Legislativa, projeto de resolução
do Deputado Manfredo Corra, concedendo o
título' de cidadão de lIato Gros:;o do Sul ao ex­
Presidente da República, Err.esto Geisel.
Esta é uma justa homenagem q_ue o povo
deste Estado presta aquele que, na condição
de Presidente da República, materializou o
sonho acalentado há mais de meio século pe­
los dlvisionistas, explica o p3rlamentar pedes-­
sista, lembrando que nenhuma homenagem sig­
nificativa até agora foi prestada a Geisel arés
e. asS-inatura da lei complementar n.o 31, que
criou o Mato Grosso do Sul.
O Legislativo Estadual está semível a pon•
deraçii..o de Manfredo Corrêa, tanto que o Pro­
jeto de resolução retrata a assinatura da maio­
ria expressiva dos Parlamentare:; dos doLs par­
tidos.
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'lo F.slndunl do Voleibol rrmlnlno juvenil, a
nossa seleção & considerada uma das melhores
do Estado. Representará nossa cldade na eorn
petição equipe do Grémlo dos Subtenem!e °
Margentos Pedro Iufino, tendo frente o tUl
nndor ,JoJo T<nllfe e o profcs• or ck Ecluc 1ç;,o
Pis,cn /r,l!rlo C11l111nr rtoch:1.
O Voleibol vem se destacando corno o so•
rrundo em prcferéncia popul:r, l'ito r,mça:, uo
dcstnquo obtido por nossns equipes no Cnm
peonato Mundial, Pnnnmcricnno o Sulamerl­
cano. Está havendo também investimentos d}
PA A
61 propor0
, r. n-l
tle 4
J )!li
mn d
tio rda, acorda,
dominó e ras • cobra cet ,,
COMEMORAR
fnlclollvn privada, cm cJubcc; e ntlctos, crlo.n
do con<llçõc s purn que surjam grandes joga·
dores.
O Vol< ibol 6 jogo do qual participam sei;
nllctas do cacla Indo (com seis reservas no má
xJmo l. cm ur,1 t qu•iclra rrtnn;:-ulnr de 111 X O m
livre de qualquer obstáculo atd a altura mini•
mu do '7 m, medidos u partir do solo. No meio
<l,1 quadrn ,i coh,c ida uma rude de lm de Iar.
pura por 0.50 111 de comp!lmcnto e de nlturu
vc:rl-'v<·!. p.1ru c::i,ulpcs masculinas. fcmJninas,
JUVCnl•l ,, l11fnntb.
A técnica fundamental do jogo consi!;otQ
o DIA
.o, de.a r,dr} da do oco, te d m­
glru e'c. Apre+entaçó s de música popular t
ertu+eh e inda o sou telo de prm) os
par!c!pen' como pas ts es lares, o
futebd e boneca.
As coordena4ors fll
LBA de cada localidade s
EI O
cm mnntcr bola no ttr, fazendo-a passar
sobre n rede e sem bater nela. Conta-se um
ponto sempre que bola cai ao cho, bate no
jogador abaixo da cintu' a ou & tocada três
vezes consecutlvas pela o quipe ou duas por um
dos n t tetas.
As partidas são rc;;; .liz.adns c.m trés ei'!.
Cada um deles é umn, p11rtlda ganha pcln equl·
pe que obt<!m dois po nti )S de diferença em um
mlnlmo de quinze.
Cs jogos são dlrí 1 idos por um conjunto
de urbllr:igem. que con 1prcendc um primeiro
Arbitro. um segundo ár oitro, um apontador o
DAS CRIAH
1
ll
is
1 t! '
.:, l' 1 l
outros m
dois rlscr.ls de Jinhn. Nas cornpet lções tnt
clono.is e intcrestaduais (1 n~nknte quc.rn:i,
a qun:ro tiscis de linha. O prime+ }{""
dtre o Jogo e us dectsões são só,,,"""
O segundo auxilia o primeiro e deve cl,, + d!
em frente dele, do lado oposto da quadra,
do de sun competência, entre outras, dá'
sobre as intraçs cometidas na linha +,
cm bo.lxo da rede e nas linhas de 1 :.1qu"; a·'.
nulnr u p:1<:sn.11,crn da bola por cima da rede
for da faixa lateral em que está poslclonad,
cronometrar a duração das interrupções d
Jogo; autorizar a substitução de atletas, A
dldo dos capitne'l ou do·; técnirm; f1scnll2.:1.~ a
posição dos atletas no momento do saque e 0
contato du bola em corpos estranhos e cha­
mar a atenção do primeiro :'.!rbltro para qual. 11
quer gesto nnt!csportlvo que ocorra. O opon­
tador é responsável pela apllcnçrío elas ocor,
rênclas do jogo. devendo ncar colocado n rás
do segundo árbitro.
No Voleibol há expressões e termos pró-
prios: - a;
Bloqueio • Ação que consiste em temar
deter o ataque do adversórlo, depois do toque
de bola por este último. com qualquer parte
do corpo. acima da cintura. O bloqueio poclc
ser simples, duplo ou triplo.
Bcila Conduzida • l!: considerada como
bola presa.
Bola Empurrada • Veja bola presa.
Bola presa • Ocorre quando ela pousa mo­
mentaneamente nas müos ou entre os braços
de um jogador. - - ~ ••
Bola Roubada • Consiste cm um dos at2-
cantes roubar a bola preparada para um com.
panhelro de ataque, utilizando as mãos como
anteparo. A boln 6 tnterccptada o cal no cam-
po oposto. • •
Defesa • Ato de rebater qualquer bola en­
vinda pelo adversário, nreparando-se um con
tra ataque ou devolvendo-a para o campo opcs
to. • •
Finta.• Arte de iludir o bloqueio e a def~sa
adversária.
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Interrupções do .lOJ!O • Ocorrem quando
há mau tempo. deficiência de material, desor.
dem ou invasão da quadra, até quatro horas
no mesmo ou em outro local. Ultrapassado
este tempo, a partida será anulada.
Invasão • Acontece quando o atleta oassa
as mãos por cima do. rede. tocando a bola so­
bre o campo alheio. antes que o ataque ad,
versário seia efetuado.
Mergulho • Se um jogador estiver fora de
posição e não uuder defender normalmente o
ataque adversário, tem como únlc1. solução
mergulhar em direção da bola, tentando re­
cuperá-la. - - ·,
Saque • É o ato de golnear a bola em Jogo
nor um atleta da defesa direita. O golpe deve
ser com uma das mãos (aberta ou fechadal
ou com qualquer parte do braço, enviando a
bola uor cima da rede, à quadra contrária.
Set · Cada partida em que o vencedor de'e ,
obter dois pontos de vantagem em o,uinze.
Súmula . Documento legal utilizado para
inscrição da equipe de arbitragem e dos com­
ponentes das representações que dispUtrun
uma competição, serve também para o registro
de todas as ocorrências do • jogo. _
· Toque de bola . Consiste em a bola bater
em aualqur parle do corpo do atleta, acir+
da cintura.
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JP.TIGO 4.'') - F.ca
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Serviço: Auxiliares do: Setor.
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[.C s decorrentes de t:i L• i r o<1
II cur.,05 01 ~ ITOr'!llÚrlo., fll · 1 •o ,
p• l:i Lei Orçamentária.
ATTTlG') IJ."J - Revogadas as d, ,<i !<;<><'
, m c0ntr[1rio e ,tn L<tl c,ntrnrú trn vigor n d,,ta
de sua publicação
Gablnnc do Prefeito Municipal de Tic>h
Vhla, Estado de Mato Grosso do Sul, aos Vin­
te> dias do ml':i de Setembro do ,,no.de.: ~111 ::o­
centos e Oitenta e TrCs.
/FO1'SO DILON NUNES LLlTE
P1·c:fcitn Municipal
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designada
1·,ST/ JO o:: :MTO (,l:O..,._,O OU St:I.
COMA!A DE ELA lS J .
para 03
O Dr .. Tou:, .. <l,.,. S· rt.1, [' li C:'1. 1 ,J u.z e),:- D -
reito da V.r Ce! ',t Cem rca d
'í .. t:1. ;.: t. •io d •. •·-1.o ,,:­
da lei.
rAZ SAEER tcd , eot. Ed-
tal virem ou d' co:n tanto ti rn cu
foram marcado os dias 03.11.63 L ,;_Jl. , ,
J'l:C0 h:. P/ ;1 i'l'.Jliz..:,:,.,o d·.~ pr .. C,l, u~ i;,n .. .J. ,
rs autos No 218/83 de cão E:.cu4o per
(1uami:1 Ccrt:1 que :Iarti,1J - c,,.u:•. ,·io lm!Jnr-
.. J1 li 1r.,! '
tmbr do 1 .. ;
,í l)~'-() Dlt O: UNES LEITE
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mentos, e o rc,pcctivo lote onde e 1contr:1-::c
edificada determinado sob o n." 01 c,a qu~dr:i
52, terreno de esquina, com 20 metros para a
rua Mato Grosso e 23.50 para a rua Cândido
tfori.::no. avaliado em Cr<' 1.500.COO.OO, 'alor
'. .,:· <! . lo . 1,'i 1 : :ido à praça no tlin 0:l.ll.113,
1' 1 J hora e eventual 2.a praça para o tlla
'l
1
,, • mem s hors, para ser arremata-
d: r , 11 •m !,1,tic.r i;,nc<• der acima da ava-
L · , , : .J ;1 'l id., 1 .. ,t-t .i i• t.1, ou mediante
si r ide:o 1 !o prazo de 03 (tres) dias. Dos
.,·, r ! ,r, Cu') t. l)cllhum ,,nu:, ou l'LCUL·O pen­
ler·s a, julgamento.
•: r que ingumn posa alegar ignorân­
::.:,. cl 1:1111< ·1 :i '.'.L:. ,Juiz que :.e expedisse
o pr,. • nte edital que será publicado e nfixado
na formn da lli.
Dado e pas,ado ne,la cidade de Bela Vista,
Estado de '.1alo Grosso do Sul, aos Q-1 dias do
mês de Outubro do ;mo de mil novecentos
e oitenta e trc.; Eu, (Pedro B. do Vale). o subs­
revo.
,TONAS DOS SANTOS PELLICION(
O juiz de Direito
1
1
1
• 1
SABE?CO
QUE ESTOU
GANDO O
f><l<!ITO DA
COISA!
• /C r IC
f (),.. .. IC
L /C "·.✓,)··
1%
O IUSLHOR CORRETIVO PARA O SOLO P:w-:rTo '!;E ALTA QUALIDADE
ê:'::. A:-;r,cu'rurn est:5 a fcrca e i.! cspe,:-:r.:;:.. do Brasil
Calcáreo Bocoquena é a realiddr para uma Lavoura M:a.s forte
tJSI:','l: ROilOVI8. J!.I.R:>IM l) "mno }!t,'R:i'I!l'IO - Km j.J
Escritório: Ar. Duo_ue de Caxias 99 - Jardim MS. Dour?.dos Rua Jo'.:!quLm Teixeira Alves
1985
1
. -.-.-- -. 2-:t::.-- is

n FR
------......
os
O que mudou em Mato Grosso do Sul nos
ltimos seis meses?
Como um Governador que ao assumir o
comando desnuda de tal forma ns dificuldades
do Etado que chena a preocupar o mal pa­
cato cidadão, pode seis meses depois concla­
mar a todos ao trabalho, com n confiança de
quem encontrou a saída e tem tudo sob contro
!e?
1 verdade que a saída apontada pelo no­
vo governo depende muito da participação efe.
tivn de tocln n soei dnde na busca de soluções
pr1 lcai; e conrrctnc, pnrn os problemns que
nos afligem. Mas é verdade também que cst
apoio h criatividade o força de vontade du
população já vem respaldndo por uma série
de medidas em execução, muitas delas unun
clndns por governos anteriores, mas pela pri:
meir vez postas em prática do form 1. decl­
dtdu e conscq11rntc.
Ao~ mnls simpllsins poderia porccrr que
a sltunçüo ndrnlnistrnllvn e flnancclrn do E­
tndo nr,o crn nflnnl tão r,rnve qunnto se npro•
oou, Ou cntío, que basta ascender ao poder
um governo r,•nlmrntc dcmocrútlco para qu~
todas nas soluções pareçam como num passe
elo mi1glcn. Mns umu simples folheado nos
jornnis do 15 elo março olé hoje, revclnní que
o que ncontcccu de fato nesses últimos Rei.;
meses cm Mnto Grosso do SuJ foi uma herói­
cn corrldn contra o tempo e a crise, contra o
imobilismo e n má vontndc, contra n ineficlên
cln e n corrupçiío. E 11 fnvor do interesse pú­
blico e do futuro do Eslndo.
Para a maioria dn populaçfio, restava npt'­
·rouap so)1ao suouoy so onb .1.1adso SUu
O documento "Educação paro a Democra­
cia", que publicamos na íntegra, foi clnboraelo
e está sendo divulgado pela Secretaria de Edu­
cação, com o objetivo de estimular o debntc
a cerca dos problemas educacionais, envolven
do todos os segmentos representativos da co­
munidade escolar para possibilitar a formu­
lação ele uma polltica educacional pura o Es­
tado.
Esse debate, que já está sendo desenvol
vido em c:liversns localidades. culminará com
o 1° Congresso Estadual de "Educação para
a Democracia", em novembro, criando-se as
condições necessárias à concretização dessa
política.
Publicamos na integra esse documento,
para que voce o leia e passe adiante.
O Brasil vive hoje, um processo de aber­
tura democrática, que exige de todos uma pos­
tura capaz de consolidá-la através da cons­
trução de uma sociedade mais humana, justa
e solidária.
A Educação deve exercer sua fUnção nes­
sa tarefa, assumindo os valores democráti·
cos e possibilitando ao povo o exercício da li­
berdade com os seus direitos e responsabili­
dades.
Por outro lado, o País atravessa atualmen
te, uma 'das maiores crises sócio-t!conô­
micas de sua história, com enorme divida ex­
terna, inflação galopante, recessão económica
e modelo econOmico concentrador de renda,
deixando em sua esteira legiões de desempre­
gados, multidões de crianças abandonadas,
graves demiveis sociais e todas as iniquida­
des g·eradas pela falta de Justiça Social.!
C nosso Estodo, também, encontra-se
às voltas com enorme divida pública, que di­
ficult, tremendamente as açõe~ de Governo.
A Educação, como fator social, não está
imune aos ref'.exos da crise e sofre intensa­
mente suas consequências. Faltam verbas ma­
ra a área educacional que, então, não pode
atender à dem:mda de vagas nas escolas, pre­
servar a oualidade do ensino nes sequer retri­
buir adequadamente e magistério. O educan.
do, por sua vez, enfrentando tod asorte de di­
ficuldades econômicas e sociais. não apresw
ta condições necessárias ao aprendizado e, em
grande parte, evade da escola por necessidade
de scbrevivência ou por desestunulo motiva­
do pela repetência.
o momento, portanto, é de reflexão.
A Educação, apesar àas dificuldades, deve
representar fator primordial na superação da
própria crise, executando uma pol!bca educa-
7u
camente no pleito de 15 de novembro encon
trasem logo os meios de superar as dificul­
dados iniciais para poderem viabilizar as trans
formações anunciadas na campanha eleitoral.
Dirigindo-se a Brasilla como quem repre­
nta um Etado e não mais um partido e sen
do recebidos com a seriedade que o momento
nacionnl cxipe, o Governador e sua equipe con
guIram obter junto ao Governo Federal o
comprom!so de um apolo na administração
de nosnus dívidas de forma a possibilitar um
tratamento de cmerénci aos principais pon
tos de estrangulamento.
Através de incessantes negociações com os
meios financeiros, Investidores, empreiteiros
fornecedores; de um esforço especial para
1cr!Prnr n nrrccndnçilo ele t rlbutos e conter a
cvasiio do divisas, o de uma nova postura d­
mlnlst ratlvn visando ci morallzuçfio e mnlor
cllrll'!ncla tlr todos os órgãos do Estudo, con­
seguiu-se rcstnbelcccr n confiJnço no Gover­
no e gcrnr 1 ccursos mínimos necessários para
reativar diversos setores de ntividndes e vla­
lJillzar os programas prioritários u curto c a
médio prazo.
Prlorlclnclc p:ira o ntual Governo ó tudo
que resulte cm bcneflcios sociais imediatos,
como a diminuição elos !nelices de desempre­
go, mnlor ncessso aos generos de primeira ne­
cessidade e mclhorin das condições de vida
dn mnioria dn populaçio. Nesse sentido. os
pbnos de uçio que começam n ser concretiza­
dos cm todas ns :Irens têm como objetivo esti­
mulnr o desenvolvimento económico do Es­
tndo e nmpliar as perspectivns de progresso
social atrnvés do redimensionamento ele selo·
cionnl que, realmente, sirva ao povo na busca
de uma safda democrática para essa situação
angustiante. .
O conceito de Educação. portanto, não po­
de mais ficar confinado à idéia de simples
transmissãod e conteúdos e de reprodução ele
modelos
{941{/: •
- "Impõe-se assim, nova visão do educador,
como elemento que possa permitir ao educan
do a formulação de um pensamento critico da.
realidade, possibilitando-lhe ser agente de
transformações sociais.
Em fnce disso, torna-se necessária ampla
participação de todos nn elaboração de uma
política educacional que atenda realmente aos
anseios do povo de Mato Grosso do Sul e re­
presente sua contribuição para a consolidação
da Democracia no Brasil.
AUTONOMIA DA ESCOLA
A escola pública, a par ele não ter alcan­
çado a autonomia necessária ao desempenho
de sua função social, ainda sofreu sensível
perda de prestigio na sociedade.
Isso se deve, principalmente, a falta de
recursos financeiros, a determinadas ingerên­
cias políticas e à ótica distorcida que vê na
escola pública apenas refúgio dos mais caren­
tes, sem se preocupar com o grande fator de­
mocrático que representa dentro de uma socie
dade de classes.
Assim, a escola pública somente encon­
trará seu verdadeiro caminho conseguindo os
meios necessários ao seu desenvolvimento, re­
cuperando sua identidade e eliminando as in­
tcrferêncir.s estranhas aos interesses da co­
munidade escolar.
É íundamental, portanto, que a escola pú­
blica alcance sua autonomia, obtenha recursos
e esteja impregnada de um ideal pedagógico
oue constitua a base da tarefa educativa cu­
jo méritc deve ser a capacidade de instalar
uma autêntico convivência democrática, que
respeite o saber do educador e do educando,
aceite as divergências de opinião, considere os
interesses da comunidade, enfim, que seja ca­
n1z de formar homens com senso crítico cria-
ti·c::, livres e conscientes. '
A SITüAÇÃO DO i!AGISTÉRIO
A situação do magistério não é diferente
daquela que vive a maioria dos assalariados
brnsiieiros.
A crise económica e social pela qual pas­
samos repercute no nível de vida e nas condi­
ções de trabalho do magistério, provocando,
também, consequências negativas na qualida-
res b{stcos como atide, cducaço, urança.
Justiça, abastecimento etc.
O que voce val ver nas páginas seguintes
é a sintese dos trabalhos e dns prop tas de
+envolvidas por todas as Secretaria de Et:
do nestes primeiros seis me s de Governo d
PMDD. Um trabalho que j m i seria por fv}
scm o apoio constante de diverso utr ó.
ão, como a Vice-Governadoria, C a Civ4,
Cnsn Militar, /Ud!lorla Geral do E tde, Pro
curadorla Geral de Jutiça e sem a participa­
pação direta e indireta de nossos parlam na­
res, prefeitos, vereadores e lideres clasi ta
e comunft:rios.
Um trabalho CfU<' reflete. enfim. a I rkn­
tação clara e segura do Gove::n idw W1ls0n
Dnrbosn Martins que, com a me mn firrncz·1
com que manda npurar e punir imediatamen­
te qualquer irregularidade verificada dentro
do Governo, se levanta m defesa dos intres­
ses do Estnclo qunnclo problt·mns m;1io1e., c•xi•
gcm soluções a nivel federal como, por cem
plo, nos casos do contrabando mt frontc•fra,
da depredação do pantanal, dos conflitos fun­
diários e da necessidade de maiores inves!­
mcntos nn nossa n:,:ropccu:iria l.
Desde a instalação do Governo de Interio­
rização em Naviraí até o programa de visitas
a todos os órgãos do Estndo e vistoria das
obras cm nndnmcnto, o Governador tem re­
velado ao lonr,o desses meses um esrllo pró­
prio e clinf1mlco que, se para alguns pode pa­
recer centralizador, é na vcrdnc!~. um estimu­
lo nos avanços de ~ua equipe de trabalho. '.l
qual só pede que vá a luta, que consulte o,
técntcos e y comunidade, que procure os met-
de do ensino. Isso se dá, basicamente em vir­
tude da exiguidade de recursos destinados ao
setor educacional.
É necessária, portanto, correção imediata
dessa situação para assegurar ao professor
condições condignas para o trabalho e a pos­
sibilidade do aprimoramento profissional,
através de permanente reciclagem, com o que
então, poderá assumir plenamente o seu pa­
pel de educador, como elemento ativo elo pro­
cesso histórico.
O ENSI '0 DE 1° GRAU
O ensino de 1 ° grau, que legalmente de­
veria ser municipalizado, não teve. até hoje,
apoio financeiro adequado para a realização
desse objetivo, o que tem causado grande
prejuizo à difusão do ensino básico e dificul­
tado grandemente a sua .administração.
Como consequência, a nível pedagógico,
o ensino r,le 1 ° grau não tem respeitado a 2x­
periência dos educadores. a identidade cultu­
ral do educando e os interesses da comuni­
daçle onde a escola está inserida.
De um modo geral, o ensino de 1° grau
apresenta currículos e conteúdos divorciados
da realidade local, deixando de fornecer base
sólida uara o desenvolvimento do educando.
Os Õroblemas da evasão e de repetência,
principâlmente na P série do 1 ° grau, preci­
sam ser enfrentados e resolvidos pelos sérios
prejuizos sociais e financeiros que acarretam.
No entanto, a adoção de cartilhas e metodolo­
gias que desprezam a experiência do alfabetíza
dor termina uor se constituir em novo fatpr
de agravamento desses problemas. '
Outro aspecto que merece atenção é o en
sino no meio rural que, escasso e deficiente,
representa fator relevante de êxodo do homem
do campo. Também exigem reflerlo o cru;;;.::;
suplctivo e o pré-escolar, pela intima relação
com as causas do insucesso verificado no en­
sino de 1 ° grau.
Urge, portanto, uma soluç-o para o ensi­
no básico compromissada com as necessida­
des locais e com os interesses da coletividade.
O ENSINO DE 2° GRAU
O ensino de 2º grau em nosso Estado, co­
mo em todo o pais, está comp!et'.'l'l1ente desar­
ticulado em virtude d:1 profissionalização que
fora imposta pela lei 5.692/71.
A prof.issionalização desejada não foi al­
cançada, mormente porque a clientela do 2°
grau, geralmente egressa de classes bem po­
sicionadas socialmenle, simplesmente não se
interessa por ela, pois pretende alcançar o
º' e as soluçées mais a dcquaclas para superur
a crie e crescer. Der socraticamente.
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curso superior.
A realidade se imJ iós e a profissionaJiza.
çiío simplesmente não , ::h~gou a existir, sendo
inclusive, sua obrigatox iedade eliminada pela
lei n., 7 .044/82.
Entretnmo. até qu<: seja implantado novo
sistema, permanecem s feitos prejudiciais
do regime legal anterior , que desviou o znsino
de sua finalidade huma nística, impedindo a
adequud;:i formação da • persnnaliclacle do eou.
cando. '
Por outro lado, no e1 1sino oficial, há neces
sidade de se preservar a qualidade do ensino
de 2° grau a fim de pern 1.itir aos alunos mais
carentes condições de cor: 'lpetitividade nos exn
mes vestibulares das UD'. •versidades Públicas.
No momento. portan to. é necessário que
se fixe um caminho a sei ~ir com relação ao
. ensino de 2 grau. após ; se estabelecer cla!l!•
mente seus objetivos.
A SECRETARIA Pno:11O Ç'ETU CO:"GRESS0
Este nâo é um docume. to pronto e zczb­
do. Foi elaborndo pela Secretaria de Educação
com o objeti,>o ele estimular· o deba_te e pode­
rá sofrer alte.~ações a partir das discusss
em todas as nnidades esco!; ues e entid:1de5
de classes, rem·esentativas d:.-1 comunidade~ ,.
col::r. E importante o engajamento de todos
nos debates oue se ralizarãr.:,., a partir deste
documento. pâra que se apresentem su5estõ-
es e prooostas com a finalidade de se formula!
um ulano de Edncação Democrática pan °
Estaclo de Mato Grosso do ~ ui.
Aprimeir a etapa desse trabalho consisti?
n25 disczse realizadas rs escolas, nos 0?
oãos Secreaie e nas entidades de classe5
Essa 2a0a sei'é conciuida em outubro, c?7
encontros regionais organizados pelas ag
- =rã?
cias de Educação. Nessa oportunidade se. -
eleilos os delegados que participarão do Co'.'·
Car>
gresso Esladuul em novembro, em "
Grande.
• um: c?"
Pretende-se. desse modo, que seJa
1
,
gresso realmenie representativo e q~e :;
possam ser aprovadas as propostas. mais ,,~­
rentes com a nossa realidade e q~e ~~
buam efetivamente para a elaboracão e
projeto de Educação para a Democracia.
Campo Grande, 01 de julho de
1983
LEONARDO NUNES DA CUNHA,·
Secretário de Estado de Educação
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