TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº673_20_12_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº673_20_12_1983Número da edição673Data de publicação20 de dezembro de 1983Número de páginas6GeoCoordenada -22.13271539462798 , -56.518493585420366 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº673_20_12_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto -1 1 Crise Com se Mais. Vence d ,, Prolução. m2 casa: .llu i ·Js- ,, =imie - IORNNL ...- ANTIGD Editor: IVALDO PEREIRA - Dela Vista Mato Grosso do Sul - 20 a 27 de Dezembro de 1903 A 4REMIO lretorin do Grmlo Pedro Rufino já ~e reparando para receb3r M oont.cn·i; " condados r r o tradictona! ta!Is """{$,uon, dta 1, ts ano brthanta"o do ",,jnto ASTRAL SUPERIOR. %"ao mtomn;os d: gere.ara resta. : pregando n revisão da Lei ele Contrnven ::n/ pa: q'3 O ioo do bicho n cons (tua I"! contravenção p2n21 o E3ut210 F1- bcn Figueiró afirmou que só o Governo regu Iomenta o Jogo se ele mesmo, o Governo :.or 0 banqueiro. Citando o caso das lcterJas oficiais explo radas pela CEF. Ao defender a regulamenta;ão do Jogo do Bicho afirmou o Deputado Ruben Figueiró que esse Jogo é noefonalmente conhecido e prati cado, continun inserido no elenco dos Contra 'enções Penais, gerando um sem número de problemas, inclusive a corrupção no aparelho policfol. • E esta situação se mostra tão insustentável tomnndo o sistema policial bastante vulnerá vel, que as autoridades responsáveis pelo se lar, em tcdos os Estados, se mostram interes• sadas na regulamentação do "jogo do bicho". Neste sentido firmaram posição conjunta no Segundo Encontro Nacional de Segurança Pú blica. Tentativas para o regulamentação do "jo go do bicho" já foram realizadas, inclusive a nível de Congresso Nacional, sem maiores consequências. Mas agora, o problema começa a seosibflizar a outros segmentos da sociedade e Inclusive o Minlsério da Justiça se mostra tendente a acolher o proposição dos Secretá rios Estaduais de Segurança Pública. Sempre tenho me mostrado favorável à regulamentação do "jogo do bicho". Entendo que, amparado pela lei, aquela atividade gera ria rccur::o: q;_:a i;:idem bem ser aplicados cm prognmas de Interesse público e social, abrin do um mercado de trabalho regular, pondo um ponto final à marginalização de milhares de pessoas que já se integraram ao mecanismo de funcionamento do "jogo do bicho", impon do a moralização do aparelho policial no que lnnge li corrupção sustentada pela contraven ção. Espero que esle assunto tenha um curso acelerado, quer no âmbito do Poder Executivo, como no Legislativo. A regulamentação do "jogo do bicho" há de representar, ainda, uma ccnomia de tempo e de recursos para a má quina do Poder Judiciário, cznstantes movi mentado quando contraventores são levados "acidentalmente", às barras dos Tribun1is. Creio ser do interesse da sociedade a re gulamentação deste tipo de atividade, pois sua existência é real e irreversível. Dizer-se que o "Jogo do Bicho" ofende a moral e os bons costumes e sgride a melhor consciência nacio nal, é laborar rnbre equívocos, que não se sus tentam, pois se não há moralidade no jogo do bicho e se ofendem os padrões éticos aque les que exploram, por igual, o Governo há de merecer a mesmo crítica, pois no momento, é ele, legalmente,o maior banqueiro de jogo neste país. Penso que esta regulamentação deva ser elaborada dentro de princípios rígidos, volta dos para a segurança do apostador, buscando G Mísero poucn.'I me: as, os ~ócl0.'1 e convidados não de vm dlar s rcservas par lima horn, 0b pnn de ne convetirm mesnu pnr o mis t!!e1opal baile dc ano. A rçspento do carnaval, o presidente do ISl C23 IA 9 Salaí10 RO .O E f RONTE!Rll" O 11N' 673 BA l clube, João Kalife, disse que "vai superar to c'oll os ant,criorcs". O concurso de fantasias rmov/do pelo Gr'mto e Tribuna da Frontet ru já ganhou n ·impatla de foltócs da região. vérto: carnavalescos estão se preparundo para tirar proveito para o erário, visando distribuir os resultados alferidos dentro de critérios sa dios. DO REVEILL.ON i· Danilo Nunes Nogueira Hoje no Estado uma generalizada insatisfa çã» com a Secretaria de Saúde e por que não . } dizer com ) ~-2crctário de Estado, que não con segue imprimir à sua S2retaria uma marca autêntica, pois a única coisa que cabe fazer é meter os pés pelas mãos, não está se enquadran : 0 com a classe r,olítica, notadamente com os eutados, tanto do PDS como do PMDB cons dituindc-se hoje numa das áreas de atrito para 0 Governador que já tem tantas! De todo o Estado temos notícias de insatis 'ação por parte da população, que está cansa. da com os desmandos da S2cretaria, e sobretu do com o diretórios do Pl•IDB do interior do stado, aue «a. ·t ·t ±ili ·s estao a prometer e a mnranqu1azar 0 ~ Médicos, Dentistas, Químicos e demais fun !cn; : orios d)s Postos de Saúde, com promessas de demissões. Por que ao invés de tais fatos não dizem ao Secret • • d "" • . . ano e .-:::aude que o que ele precisa Rio é demiti: f .: • · · lh, utr funcionários, mas sim reapar2- are dar condiz d a ontuçoes para que cs postos de S:.J.u s·~ realmente funcion2m e :itendam às •1e:es lades de nosso Povo. t .. Pois, se mantida a situação atual, o Secre @Tio de Saúde deverá fatalmente receber mais Cficios c. : . . o, 3Josos como o mandou a Doutora Glicéni± Ma +. a O1 ·« g 'G ara le liveira, de Jardim, que vz- rnos reproduzir na íntegra: - Senhor Secre:á rio, "Espantosa é Vossa Missão, a mercê da Po lítica e dos Políticos. A falta de escrúpulos, e a falta de respei to ao profissional, por empreguistas e empre gadores, infelizmente ccn rc;:ur3os do Estado é gritante. Felizmente a minha missão não é espanto sa como a vossa, pois não sou política e ·não almejo cargo, somente trabalho. Com os cursos que possuo, e alicerçada nos meus 15 anos de trabalho consciente com pro fissinal-liberal, não vejo necessidade do mi sero salário que o Estado paga, que por sinal é inferior ao que recolho mensalmente aos Co- . fres Públicos. Assim sendo, com o máximo respeito por V. Excia., tanto pela pessoa quanto pelo cargo, e solicitando que seja publicada a pedido, tenho o prazer de anexar meu pedido de demirsão. Este é, Sr. Secretário, o reflexo do vosso desempenho, pois deixe de demagogia e pro cure, sobretudo propor ao vosso Governador um plano de salário mais humano e procure dar aos vossos funcionários, mais segurança e tranquilidade, por que senão este será apenas o iníci:) de outros cfícios que o Sr. irá recebr de outras partes do Estado! E quando há des :-:c·1tentamcnto, Sr. Secretário, é sinal que algo vai mal. Deixe, Sr. Secretário, de lado as polt}mic:1s! Tome coragem e seja o Secretário que este Estado espera que o seja. aorc~c.ntnr fnntos!o.s de oito luxo. Hnvcrtl. lro• flus O prémios cm dinhelro, neste sentido o Dplo de PromoçCes de a Tribuna da Fronteira ti se movimentando, adiantando que o de putado Ari Rigo dará um troféu especial. Mensagem Especial Merece registro especial, os votos de boas testas de um dos mais atuantes de putados federais da atual Legislatura, 1 Ruben Figueiró de Oliveira (PMDB): 1 "Ivaldo, daqui de Paris, de passagem para Moscou e Berlim, meu abraço que, desejo se estenda com multo calOI" hu• mano à todos seus milhares de leitores", "Figueiró" O deputado nos mandou um postal La Place de L'Etoile, devenue place Char Jes de Gaulle, et L'Arc de Triomfhe. Uma excelente viagem de estudos e pesquisas é o que desejamos ao amigo deputado. É bom lembrar que o deputa do Figueiró nos prometeu um auxilio para o Grêmio Pedro Rufino, isto no pró ximo ano. t Fest o Ck Foi um Sucesso O Sessenta Esporte Clube organizou e pa trocinou a Primeira Festa do Chopp de Bela Vista, uma iniciativa coroada de êxito. Mais de mil pessoas compareceram sábado, dia 17, na acolhedora sede social do clube, prestigian do a promoção. Além do chopp, foi oferecido um churras co, com a tr1dicional marca do Sessenta, no ponte: um conjunto abrilhantou a festa que se prolongou até a noite. Não foi registrado nenhum incidente. co mum em festas dessa natureza, numa demons traçii·J inequivoca de que a diretori3. está pro cunmdo desenvolver um trabalho equilibrado. Empresários, pecuaristas, profissionais libe rais, enfim, a sociedade belavistense se fez presente, esperando-se que a Segunda Festa seja melhor ainda. ' E • • ■ - Leia na Página 3 - na Casa f ukuy • i "E Chegou a Plenitude dos Tempos" Gal. 4; 4) Deus irrompe na história do homem no seu peregrinar rumo à liberdade e à fraternidade, caminho que leva à pleni tude do encontro com Ele (Puebla, 188). A todas as familias da nossa Comu nidade, Santo Natal e Feliz 1984. Pe. Lourenço ======::::::::~-=::::.:;:.:==- e E" D · ~tic1cS oe)S- • • • . ----- ~=• proccclimen'O às r.orrnas ....., -- --·- ~• • • .. vendo lJmJt.nr 0 b . 3 _ ~ ntrJhU le I h.l...: r! ,,,~ f luasbs amntstrat"as vigent.eS. denúnclo provocou D l ,,tj (J~~-0 31 mo ~.,,..~ Tendo cm vista, que a •- ,..,.._,.,rclln:irb cc • o • 1 ·- • • :r;:-x,cctznttssirnO inspcç-= """"" Pioet" 'V 1 ~- - L n .,tJo( , 4&o.a,voto 49 ,,{ é rzósl· n rcnllz.nçãO de um.n comendar ao r>epar A,'•unto· Oc:ntlncln rorm11l:u'.ln pi' t ,., h ;«cJ;. 1,, ro lu Ju,or, f[oruc ó ~ I Lé no Executivo Mun1cJp;)l: rc . e Orr"mcntá, -~• • M intc·1p1l elo AnLOi "· • • ... --,er do M' 1115 • A dlt.orln Finnnccirn .,.. rcnrJorc!i do cnm:int 1 . , : O,v:tléla--mo-cnr 01rz:1, acothP.nuo O ,, ... :-- cln for• 1nmcnto de u • ' . roecssnr os !lo, Senhorr', Carlos z%... Ar- rio Púollco Espcclnl, rcJcltnr ~ t ~11~c Anto· rin, dest.n CorU' de contas. Pª~/ se trut.ar de éle Almcicln r,,fn.10~. JbC r do • i v.1 r !to 'Mu mulncla con1m o prefeito mun c pa lc nl dois nssuntc.s wo:irllrtnmcnt:; p,. . • • -, nnl<lo Mnrqur:i dn S1~11 contr J o prc <- • nlo Jon!or ubsolut,n roltn (IC ..:imparo ~~f~i- processos ::iu1õnomo!!. cópias doJ pareceres nl::I il ri AnjlKj~ . lpal do 7 ou .s! l~.'C j,ndtu·~;t "Ír 1d 1 , 'evito Fidlnatotm,:n:,~:r;:rlo Público EspccJall,dà ºJ,, ' 1 , to Senh • h ·r I de {i ál' f o oc quo- da Au r,... . M niclpal para o clev o nlo ilffl.Jl H. N..: PQ ll',."3'{11 O na~ çont hiç - é: rufias. ,"",'.as, 4c- camara e ao Prefeito u ,..Wll ~ • l ! ,1 lCM narn r ,,,nmcn,o .,.e • -- ' • • OºCSSO -r.o svi:,. no W10 de suas tas .,.o ' •• ' ., , -------------------·----- PE M/'l'O " ~ • . l , .. , 'li' ,, rh Jliln.tf 5 mi»tio 4L. o MAk 1 > 'l'l ·•h O 1,,,mn , • u J' t •11·)1:) • l 01to1noi 1 , . , 1 , 1 ,,1 J•l 1 <1 •. fflll J; oh o npp ' ' l ' ' r n. J • 1 • •1!J 1J· ijj ij"," yp, Marinheiro Dia l .:l de dezAm 'º 010 ao Jldnde ele Rlnchuolo, qunndo o Paraguai tent<:_U, · NOSSA...llIS'.OOillA.-----. rom er rt p~qucló l:írásilolrõ. A' luta, .Cff, 18 • [ ucm penso que n luta pcln Indopcndôn- ld/cotn~ :). nnltu, do 't?nchuclo üetemunou oln rnsilclm rcsumlu•se no Grito do lplrnn1:1a 5 0 ru.mo ( n g!Crrn, rermJn:indó com a indis- • os totn.lmcnlo onganndo. Esquece o mane !4ia íí innitm e 4 oéías4ó te 4 J t ) • LOTEAMENTOS IMPLANTADOS VERA 1 o run mcntlll dcscmpcnhndo polo Mnrlnhf n~ ção no tlf_tf 10 'de jahc!ro de 1060; '. -- ITAPOR.Ã, JTAUOitAT, ESPIRlTO SANTO, PRIMA con9utsttr)c,'I r.~;~ fcbQ.1'6'ld~ IQJ Q /icVn i As bnta'hns mnls morcnntcs fonm: Tone• r:1' rRilI,• VERA JI. '(!- p~mlllm--m o h:hvfur n r. 15 • 1 ro, Pnt::,,c..m! . Uloqllclo ctc Montev!dtu;"Bl . • foi fnº ª/CPul.snr ns orças portuguesas ~~1!ª:7 udo do T?lo Parnguol, Dotnlha Nav:ll d:• Rlf• 111·, ,, tá escrito oclma é uma realidade. dns o Urns,!l.._o lllJpcclir 11 c.b_og nd )U 10 ~ S;i chuel 1-fcrced~c, 'cuevns. curuzu, Posso da nhd'I • l!: Isto mesmo, tudo O ~e es Década da Decisão Esta é sua ardnttnllo pacificaçbo ás pré6vlncia o n átrlh. um,1i r1 o C11rupolll. obnoq É Belo VJstat lnigdraedssea~e º1n~~stlr e criar o seu patrimõrúo agora uni[, de do torrltóronnc_lona).,!'t.P_rovn de~~ogo í · 1 G~ERR/ llUNDJAL .,,m:r11,m Grande opor un , %> ~n.HN )'f;l__ilqí' /péH inl'c'nP.3'h~uou· 1 •u À • 1 por 1 ~.,.Jll~~a,· ;!VIIH' Jff'iJ§:>~!~Mbg~ 'ctbefó~rf ~- qnnntlo a primeira.Guerra Munal~dllndl csftotl• :;;;;;~;n:~:;;;;::,, J A n O 1 M p R I M A v E n A TI - no ~1d . , , jl1fP·ln< • 0 t Ht'tlM. ~êln1rN ou, P. _nosn posturn foi de neutr 1 a e oco ,iJJp on t.i.J,:l.iú[o;:..•--=-:...::...'.:~:_::;_:,.:.;;__,; _ "j; #} 3N"#li"ü±is 'lnMlÍif.H co flho intcrnnclonnl, mu~ n Mn:lnha brnsl ·Jl'.J'IJnJno::> JJ!•)q set nav O • d I s1ºct ~I r A ri- 1 lra prrarn-sc para qunlquor evcntunllcb· O r su~~~9.tU/·r.8 PR .,_gf 111t:fu:i;º~a. ,tt'_:1~11:tl,r o, 0 rrd,, que com uma es<l!Ja~a signliicntivn- lii A Thcodoro Satlva - no local mais alio da cidade slo~m1~;11;~8J~•t~à1 tl'i~a oar1â''l,~lma1 rhente me.nor que n dns prlnc1pa1s nações on- o~w::, rnu i;r~II n v. La nt-0 100 000 00 "Fac!Utados" .1ii1•1~1 ?irn; :1i_,i {natf!U:>o,P uiallíije ~~~~lilá'c1ítb f;Ío!viil s na Guerrn, repa.rnd~desde h6. mui- ,O'liit~'.l'):{3: 1 "b;;ó~:),~~o:~al~~ª::egó.~lo ~ A;rcsentc sua proposta lut 1 _CÇA!,T,fJ:fi &'!f.~~-l 1 1nlllnP tll'a'. r lfün'n'eHf611 plrn um confllto ofensivo:-- --~ ob ou;Wn'lmil no rrislt"N"ovn vtwrín, com o , é f d . ·mel- wm1 nbnir , tlllll')<-'J'Iq'l, ·, r., "SETEAGRI" d 3 transportes com 1.532 soldados portu- zol nessa ,pocn C!,_U~ o po s avn os pn -i,m ~ r;1i:q c0º1WJ.'tTA1S 'l'M EMPREENDIMENTO_ A • • e os passos cm dlre 110 !I noclon:tliznçiio dos 1 'Jmnl,""'.l oi 1nbibu. AdminiStraçao Nivaldo de Barros gue s. "Õ~1 9ffiRiÍEÇO DIFICIL rm mentos, emborn ·e~ pcgU0I)U. , oaln. com ~~~;l7,'.J~ oiJ; ~9~0ln.'.JV[i1lít1Xl ol. . . • elr. F.. unclrn ~trnsil~,· rgtdor- fá1iricn do pólvora sem fumaça dn farinha, .zii:nridi1T 20b ?.B11ncf ?.íl ,"'.)Ir, rffJ.W.' ,fü -utfh·1ru:nr 5 ~ n. ou. g1 t•· dr 9uturr.dr. <:m 1017. >'ol nesfo o~aslãG que to• 1 h 1,- ma a 4à?PJ1Jr~Jir/8DY[i .. llirii 9 J!JH& flr °' 1 -;; , -:n n '.Jbbh'Jbv?. !'.b ~ ''!'.J1'''" I O , ;:· ,900 _ Fones 439-1431 e 439-1238 por gucs~t Ii'> MP J-1,!fl,fr~ 'jRhS }}3i "sou a aviação nave4, mais tarde transferida HU?. .>.ioq ,9bilbiv, ~~ª> ~to}]. º"~º~C!,L . MATO GROSSO 00 SUL to unidaães ornm incorporntfos 1i nosso nra! a ntão criada Força Aérea. o up s2rota R BELA VISTA , t bandeira;48/51 3J99%5819Fy%e 3 O afundamento de rés navios mercants od ao o to: s oco 'o:±otd oh bri eiJ,JitH~ºt>e!Jíb~~.:,9 ~CW~tbrJlDp'2í,· ,elo submorlnosalemãe'se/fmal_ ente/_oafun -oi:>nn i;i:inCJl:l?.llo:J i<Hi!'.lrn 1, ,.,lJi,:li.: ·i_?.·_im...,..1,_, _ va o. 6 n bsJ b nm~to do navio Moca ll pr1soo do l"'eu co- ""TI07.77CTT.aVuVnWW. 1s1ou+1 a ·'" • ~q%Ulfl5Cn;Jffr>ª~ll98J&FºIJ!lhJ:sqp1i~ Q.1Bn~nnte &q.turnlno Furtado de Mepdoi:ça, aro' asa a.a• • _.,. e, ,"11·111•,1 drn Dolru!§gen~ncls'-~i~ i~r1?!tliW!Ó8b tevn~arn, o B-rasil1 a declnr11r-se. em•gµe~ra no -elupl'~~buna.hLd'Ci;:o.E'-:ron te.ir-a,) on:J]i I olJ 182 · qnnd9,RdrJsif4 @Rssref,im, hes jde outubro de 19_17. Im~cliat;imente, 45. ilrl onl9vo;:-> 0 Irri toq ;1olqxo ou} 2»l 1 perjl determinando O abertur:1 de UTIJflsS'oWib: çnvlos merc:nnte,:'. olemees aqw ancorados [O_±y o»no(Fundado em 20/2/1972)1 8 1994 //ORAçO AO DIVINO ESPlRITO SANTO crlç .o popular mensal, de 800 réis. iam toma dos. canhoneira Eber, a Bahia, o9t 0G0.ME'15, 51 3 /2 03 /000 1010y91' l'.l ,, i:1 J~c,r,, •ol c~m .esta subscrição mor. com1g, "%4E$2,g.22,%8}%.,upa.± t2A 2vl - Registro no Cartório de TItulos erg _l E;#lt6 santo você que r.ne esclarece tu- dos contnbumdo na medido de suas possti 9Nini3P?'j$li@,3%?%s jgl%,- J 'JtlZ liV9lI)Gcumentos;ltf~J35llUO sup O<rIJ do u il ·Yn~a todos os caminhos para que dad s e de seu patriotismo que n Marinho pode • mente paro 3 deiésn ê:to nossa costa, pol1crnn. • ·-D!rotoMitl-sponstit11i!lflil'1nldooPerehbmcld·Hh ~. q.:ittH-ffi e·•. a1 vocc· ue me dá O dom dl· consalidai;..a..no..sa,.Independân • o ainda o Atlântico Sul, com mlssées na cos- ~ 01 > ol((Joi,nullstn)il?rbf1s.slolllllj;;Mnttj.~a. tflli( so~u a!)mé!,1~'.Ip .IJtAçl~ q fo A Esquadra ficou resumida aos seguintes ta do continente africano. MTPS n.º 14 0) '..."ino de perdoar e esquecer o mal que me . u· navios: II GUERRA .iIUNDIAL Adrninistrnçiio. Redação e Parque Gráfico zem e que todos os instantes de minha vida 1 Nr;w...,,,,...i;.i;:w~.1.-------·----- No intE".ntalo.de.paz..relativa_entr.uSJiuas SEDE PROPRI A ~::-., está comigo eu quero neste curto diálogo agra• 3 agatns - Pi.ranga, Paraguaçu e Nichteroy grandes guerras, a Marinha Brasileira cuidou Rua da República s/nA';~el~ ~tà - MS r· ecer-lt~ por'f'u O e confirmar mais uma vez 2 C rvetas - Mario dn Glória e Liberal de reequipar a sua Esquadra. O Brasil ingres- Fane: (067) 439-1410 f-, 'Caura !ll9stal 23, 1 1 • 1 i 1 , ◄ • • or 6 B igues - Cacique, Real Pedro, Rio da Pra• sou no conflito em agosto de 1942, novamente Diretora: Maria Estela::V~l:'15qU~[~ereira ,. 1u~ eu nunc~ uro me separar de voce P ·. ta, uarani, Gaboclo e AtalanU devido ao aloque de submnrinos olemã_-es aos Gerente: Gllson Silva JS!l.l?tos ,;,,~ 1 H f ·r:rd1or ue seJa a11lus~atenal nao sera O mi falta de efetivos imedi!t.amsnte após o ,J-noss~s..na.vio. mr,rc~tes. A Esquadrn_erh . .(!om Depto. Circulação: t{aHfone MÍfiin -~ -·~Prno de J venta e que smto de um dia est2r Ind pendência foi parciolmentê ~mpensada [,P,0S ~ c:1~:PfV!Os,. (aro'cados entre 1908 t'l';l917, REDATOR-C~ : Iva~do rereira2 com você e todos os meus irmãos na glória pel contribuição de oficiais ~raças de ou- ·navio tanque de 1924 e a notthade suo- ) "i r-,. 2 t.ro países, principalmente da n Jhterra e da - 1 á'.n.llnos -ltP!-J~tádos ~a Ilálm em 1937~-·: ASô. ~R ~ Ü Perpétua. 1 V 1 L ., .. ,, ''B ,. ) "''. ~ ~ 00 M ..... •ir.: ça . .Nomes,es>mo fechra,n<> e rrnylor são ~ e, ,o o;o, ras111 contava co;n 38 na;v1os B~I~ yJst~; .... ,, .. j;;iilv. ·sizo 1 .... _'?_.O.,, .~~ 3 Iemijradbslaté Jiaje. Afü...éercatocw830, metade :~)g1ki;r~Ji_ym tot4Jjtle 75 mil toijl~:Um Defhàis'-M'ilil1é"JP1os . ·: .. : ... , .. :10'.0tlo,õo- ~origada m:iis um:i vez ( a pessoa deve- da arujad!!_ E dois_. t~rc~os...Q.[i,Qiai§. gmm., lote mais novo foi incorporado pouco antes FUNDADOR: Jvnldo ·Pé'eil'âq ·;::-J:?. [i4a d Gs 'ar± ecutaos sem fa• est frOSQ.l:JD'I .sn 131:iJ: - -mrgt:rer1'It;-2ü"'iffivi~ tn"!1tlõ'!ifi6 Bl'a'.m .1iJcy.'.órgãor,dalRe_de.€Bél11.,vistenséJ de!s~ zer O dido, Dentro de 3 dias será alcançada mod=·za. ide nossa ~adra come- a Inglaterra r,dlcionl;l,Ildo 22.300 tqneladas 1 .~ -!>1qm9 :> 2iJP.~;r!!~!lq ,isnoi22ilow < ,: ot -:~i';;uli sb.:~1ld'J,:.-m:1g srnu ''·a) publicar t ~ ~ nl~ urante ?rue rm.,mài Q~ ·a · • a graça por mais mçu;: que seJ ço~ • dq , 1illj2 5 f.l1lei ~- ·1· ,!.-/,; iº"'i r ~,Jr-- 1: uru a-,: obrl?.2 cb 2p_:1t:·;:i: ,.:J;, ::>l□9flt'S.lb1ni_ if9:)bG!l . l)!,n '.llJO 1fl0 '.) !Jll.!./[~ ..,_ o un.;J ro a • _ à[Vapo º'1 ~d~ {tfJ'1a- f • • ~~n;rid!fs._,~~re @.ÇDifJh~~P.-.Elitosfi Rcprcscn·ianto Nacional: FUTUJ,~ ~assun que _rcce.Jl'.!I' a lá~,?f.ª' , .... ri a Guerra. Foi o na_vio a_1Lx.iliar_ Correio ca • marmos, 1otalizarl'cl'o~ais- 1'5.1tl4 COIIUNICAÇôES - SBN. Edifício PaÜT'o 61 1 3 9 -no:> or;n •iur ,obc:;. ::!b orn, ctt,_ Im llia-1,-f~ rena~a-épece, 1one.!fil:l..9s _ . . . . , ltnlirftlOi Sálãs 1113/111471115 2'Tele.l s1m mnu si;;sr3v : s 1 todos os países estavam em dúvida sobra as A atunçao prmc1pal e decisiva da Marinha nes :223.1655.61223.16601 .2Brasília'(DF)] a à 7os! sd ·G, PV; pyiit s >iL 1:8is vantagens do Uso do vapor em substitui d~ Bras): na II Guerra Mundial ficou por conta J .orlfsds,-J 9Jn'.lmó2 ,0)!1s::, oi mls -nmbnuon :.i: i:!'J oim .,oi';m _r;l9q 2' • ~~- às velas. A tecnologia foi avançando, po- as pFer..'..!?losas iie. 'ê~lfns d,e,combo10ds~no.A~f1n•. a zoifY~Ç95'ifJJ;p.9~aEq ~~ zo mo_ ?.o rno:i .9!11!:,TTs!:l;;!on ,s:;:f.[c,q :JW:b s re . e todos renderam-se à evidência: em 1 s 4 M 1 co. 01 1 ·; 1 mbl ~ • deférl ?1'1,s1 b • ~1 • • -..li.. 1 .l'-.J1 , ...,_< -010 orno::, 9rnsb2no:i or!lcds1i 9b 20nn êl u9m -?.no:> .aur-r.q ob omf)::, 2aq ob oJnaJ ,w o B sil adquiriu o seu primeiro navio a vapor ~" 1 ~ 5 el! ~ -~ q ._p d"?U~ ~b/>}OS ;: ----------------....;_ . '- . b , 00 9 ,.nÍJ!lL de embate, a Fnigat:i. D. Afonso com rodas tmhalh a E! esa de navios bi'â.s11éfrFs. 'ílu- tl -im ob 9bshi229:i'.Jn: ot!lv osn ,[s19dH-lsnoi22il 1m;q otn;o 9,, 21915 2s LTJII 3· " '. oD late al:il?.o s1' . b b , ' ante e conflito perdemos '3 Corveta Camaquã lsniz 10q 9up ,sgsq oósJa3: o sp oiís2 o192 'esst m9! t sup 1obrt? o pa~'R segfim(e ~6infil1idb~(P9~ Jf:~ios ~vi.·c '1rn1·~ ·~ .tftwd~· 1 /.1..live··. cruz~ad~· -o:) 206 9/ns&fk~"flJ...rilb:i;,, sup ~ ~.' h9ln~ -€füarj.eb z;;i.:JilorQom9l obsl'<3: o oboi 9ª. coni casco de metal, substutuide a onaddru» ?hja. Pif -.g.%?l!!dg M , , Me~fo f'✓ 1 n 1::, 1 er I 0 O0 gICuYura, Dusca. os ,oq e,-)'· que ate entao cr-a de uso universal. ktde': 31.1 vi&s/rébriseritand@ to no#i l s»e·E], +, ;, . • ,. • ' ;:, • -i .. b 20 rne'l:: nto assim que Rinchuelo em 1865 f. 32 nul tonebdas. A Marinha de Guerra per- os "Ele/; y Dz{ti+i36J q ;l], s? e a fim, Fado g'hansaí,soo»aí, Nu 46.Jmeps., mártires da,FSgygdra,Biasi, ;;g2.2"7df!!/af!!!!"i' '!safD2sr • ", cas o de. mad;ir J. Em compensâção, 1 Riachu?l~ eir~~ ;ii··." t~1eJtpf?-~;~~~fiWP-FÍó'~t. à ~?~~~nWiJJ~q ia_s~1i!8ffitliffo2'9ft,Cpel}f}R.i;1ffiío2 3is Pf!fP..rfr:kYEf1.die_!1lqll]-ª.n..!&fo·íl.1 :.wfe°ill'8Jf..8~>~.-·.ª:: ~; !ai atftl)f!@!Hlp-''filhéÍn11'11;8'a1f+.i 11BR"e'rw.sl~J9ta 105 ~%r'W. . ~~- ªbA. . . :io, Pª~dif2:n..<iJi>.óºlJIP1êh!ffiVtª J§M8~lv.!RfiFWV'!5~1,., 1 ermin""ªm,,11m~ .n:i:.t>.u;fiin,1he=·,"'-Q,~l;lti..Ct;?.a:>f."-",, • . P-' • 1 ' . 11 ~m smu sJ•I fn 1h • d nn . . t ., o m;-i -~=_,,.,. sr- --.i:n ... =l<' t"'"'"' - ··• nav4os a.3PP?g9.g_ggggg _sabia.n 5"} ? f y{%g! ze2zg 1 ;""%!!%.'%P%%/iYi9ade,do,,mi!h,zEmbr fra passada, -.quando • a, forte,estiagem , 64u GUERRA DO PARAGUAI' "" u. l-'s1,m.6-}'2t WIJ ºol:P q , <-<, -em e ta t . e O • . • • ' • - z" -± t ,SI!) +rg: ··"'"! ..Jri,,,«?C'I. .,,t:;r....-,"""""'""""" ,,.h-rnhn le que"'fomente is #sal$%,,j-1?}g, gg&?já, 1, "%%%P"%T%/97g gg.indirss algensa uma frustraste sem precedentes. E;tru~lnl linlll e,,.,..,--uts·cr .,,.com-,,:,,r,i?t1:;u,u~ 'Cl".Dl"e"J 1 r· . . ~1!8~na-. u0S P.er:mªuece.m ::ihaixn no idP:>l.orPt.,_,.,,l',ln ·o . T • ºQô11 ·1 tinha 17 navios encoura:,ados O u ª. e iciente, bem eqwpada e com nomensõM º9 ,ociv, .. "''' o-µ <r«ov- os 7utfO " -olm"'!ftB<E--,9wdT=er~i%~~ r,l,r2tf!J}§!lti>1~s~11!!,,~e!ilc g.,j)!' ~~! va em pé de igualtlade com 'as ~ª~;~~: re!q~i~,cg,c.rã{h~~a;}tir IÍ ~~Jnts!rid~ os r~~flgbj>~v;iso1Pti½>uiiet%.Ar!:~ªsf;r,ap_iq rr.,9 esty.!:lsle.~~tr;>uqeom~;as,.,b~defj.aj~.?se;oZ i@is.is@si@si?@si" f2$%?" j#/$2%2.$%,2%,pi$j./%$g#fig$íé$.$$$rã. E"çpj% @esei4#jisr-is.si,si @ií ,steté- 4é.í6464.éé 4ésiééí6%.íáí.4%: $,g"%,72,2.p.gggg22gzpg É$ hjj%%$$fk#"2%#$1$$%1$$.322,2,2g@.$,E,3;p,2"""pé ppprggse.gaspgi.sr,sfir ris"ssi#i 6ei; te sofb .a diw!__. ~ 't 'á1 d~ ~àin tacrificio~ d :um~a orca-~~~ l~firill 0 ( :i~~r• ~f antl~;;-!~-~ei.t e_s,~~f 1 SfiW!!,,ff~:~ -.hffitl 1qt:5 tU.S; ., Jlª PP.ducãc. ,cii,.ss~c9.-~renÍê~C?JfDJlhoi)!}'l#l-cgh ~ lle a5 orças O LA :1 O PU essem 52 Or• /, [ f !l r1'' y l~filJ;!t Jfll1:lfl "i~l;l• 1 :ço"i_f; cone '1ps .. !'=:e!runrin i{at10Pl 11{,at s p il , ·-. iniii2 de l « + - • ·- ª[k)' r P ara tomar parte efetiva n" comp~nh" !' rª .,j~orlr,.l""'-n:j'ii, u~Je,-y,eJr.S 11 ·W~te·pt'brtili nâ: =nte-º~ •i ~oniJ!}}ªº,., r;aft .::i:J.o~r.l.T oW, nP/ififS:!cS~üo ') ,.ira,os Eorges acr-:!dita que is_9,,.qont.€§1 nfP ..r- ~ " -· • e ena!!)' -,.- rau a ' · o» z±:?n fiar% "P, • '-mi "ec • acia. ,de A h.ost • tn • d . ' 1, c0 o ~ 1)Ml)!.BUFaraguai começou em abril icihtl~ml? Mo'1ºt'ni.!l 'J(J~ tºn'.lO .. ~r ~a· ~ _ilo ~iimisf no .d I t'"A. a ; 'lr. 107:) G ·.it'.:"'::oClfil.ffi-~'1~;r-.,fr ~-8~ cPIW:U{LC~,P;~r!IÍ;yaji)f[11il~-V!l! • • :. h d O R'o • Frata, E ·8ê sem t: :IS a ª' as ae!°BarrÕ!"!) ,r ~ a gncu tura dev-ra::i ser r.n- ad g,:a,a, • A, se»° d 5, fcc an o-se t a.a cgm a s- te. tgd6: ia±si"e6ãê'Gê k r)r'"!l1!':lhida!i;, 22,4 ilhce J - • - •• ::-.;m jc-f a ;_n:.~~,!!::'J!hl.'~p.JmǪfu!!~1J~-Ç:1_ia:,mco. - .. ' qua~ra sob o comando de T.!mand.ar~ e Alm:- ã~- J'5htõ'f4q4_;:;;! -rllf1Pf'...G. 1 'J;>J1GJ:1:)<m. e ,!P,1~~,i-sã,...,.r;,-·ih" .C.>1',, 1lli .'. -.,: ~-101,( h<:P~í1~:ftYl~qy~;QJ PlanQ_,i,._<Produciio. ,,.io. t••Pl_i..n . ..ou.e ,.ie.•frnb9C~ .. i lt' t" "12:i"''··.';:;t'iu- 'Ir Q seu aever .Pelo'"-"!UI o~s a iffiª!s oue ·,ia 'ltim ~h' • .,-'1,,.;K.. J•~'C1Mtt.fH·'-V'unu~ 2'1-"- ki rant B a r r o s o . .4, desta s ils;{ 17;"?$""""""" i»75?" iuf 'ziuad j }!i!!5 }!E7%%f3FsJesrer r ia n a t u r al m g n g,- n m Plano nina1ea54:." j Q ponto crucl.8 es ll guerra ,01 na OC'.i'· L uu;:)" G oup 92-0bni:19q;a9 '.J)rI9?." vam em cons1~c'tP Jl celnei~ d l-'. • • ·' v . • - 77 +91 , - ,.:_ • .i;bnin 'IOtihm /;;er realizada na região N~rdG~ste JP d '-'1'· Jbr.:~:fOor ~fl_ílb~9dfuRnf!:fSl.'.l~f?~9nP.C{;li:etJ!!1uho1q' ••L•?. , on e o.s atu- . , - PDR contra ffi,AVMrA-~ -... conhccimcnt.o. i partlciparo.m. ainda, do Ju.gament.o o.:;~ . 1 tís.s!mos Se"nhores Consclrullros 11l'.:ll,:, ~ ~n E<).yl pcrelro Ferraz, Carlos RonoJa A!. 1 0 • os conselherros-SubsLit:ut-Os· J, ... , baneze e • • ..., ,,,,o;•su Filho e Clóvls Medeiros Sa.r a Con.,- - '· Pr ente O Excc_lentl_sslm? Senhor Pro4. rodar-Chefe do Mlnist6no Publico '17-pec,at, Dr Jof.O Dclt r m. e la das s~•.::.les, 23 de novembro de llaJ Cc;~;selhclro Rude! Espl.ndola Trind:ltlc • Prcslc!cntc cm Excrc!clo UNINIMIDIDE o Prefeito João SETEAGRI JMOBlLIARIOS r,:MPREENDil1ENTO crccl - 1.418 Ver, Ivan Afonso da Costa Marques (PDS) Presid~nto da Câ1muu Mun!cipal 1 • . . sr- . -r-1:--.e.t. em:....±...irri Josinc Pinheiro (PMDB) ~ -::---:·~---:-:-· ~·--•·.•··· - •••••• , .. ~, 1 . ., ~ .. ~ J!aiGI'. pensados, com u consciC:nci:: tr.mq:.tila, poi; - Jufüfo Gotloy (FMDB) .1 í ,_., 1 ! • obrignçõcs incrc,tcs nos h'>rncns públicos. e no. cxpc1iê.ncfa. r,os~.uno.s render mni:<:, t mais ~ensibi!Ldadc socinl. vis::mdo ser o c sempre vi!,nr.co o brrn cs,:u do povo. O Ano No-:o 6 se:npre abertura de nova3 n manter com cole:;as, seguidores e o r, ,·{ (:;ffi geral Jar;os de ::1.miz.::::'.:: 1 rc~p::ilo e colubc, .. ' ção, básicos para nosso mútuo uccs3. , 1 dur.:;.nte c no procurzms cumprir com 01 FELIZ Nh'fAL E PROSPERO O MV} EE!A V;TA ,,.... -++-. • 1,+ i,i.:rcelo Calvano (P:1-JLB) Secr:.Jíáriq Cas,io Bigll:l 1c!.Ji (I'DS) _.,, Sergfo Roberto Perondf (PDSl Ar.celruo iopes (P.BS) Evihísio lI.iran1a (PDS) -------- ' Tn!lpirn<los no prindp!o tlo nrnor e fl Cristã, unlmo-nos a comunidade de Jardins nete Natal, para externr nossos voto • c]p J' .. , Saúde e prosperidade, sentir.n tos que (', P' íll!lllt.J ~cJ111n tllltl,;.,J;>~ (,'I uni • todo , :Jli> do !Oil 1. Na luta contínua de cada dia, emn d r, ,.1 do: ideais, de justiça, d n,ocrncw ,, E·rdade, untes que sumirmos tão só mente a prcela de responsnbilidade que nos cabe n cmntrução de um mundo 1.1'· Thor procuramos fazer também a n.0! profissão de fé em ncasa r,rnl', Fm nos: trr Em nos .. a lfül6rl11 J loJ0, com n rcrlNn dr' que rontribui mos pnra o desenvolvimento d • lVhlo C:r J~ 10 do Sul o o hcr.H ,t,,r cl' no:·,,, povo, coroamos o snldo de noso trabalho., com1 os votos de p: sde e proprirdad a família Jardine»se e Lnaunc·se neste Na tnl e no Ano Novo C]l!C ~;• n1 ,1,!m '· Neste Natal, voltamos nossa vw naru aqueles que durante todo o no estiveram em nosso pensamento e em nossas aç0S. ])lll'fi num espírito do fr:ttcrnidndc e oti mismo, rcpnssnr n:issos mf'lhorrs voto:; de que n nlrgrla prrpduo em todos os cora çõrs como cxprcssio da paz, saúde e pros periclnrlP, .... liC ~ l!E'-;'l'/i.fi, O llir.istúiio d:i /r;:ricullurJ, atni,·~~ c'n Empresa E:asileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapn), lanço11, m sed.:! àn Sociedade Rtt r:i.l E:a~!leirn, lO São Paulo, o Profnzentla • sis tema compulai.lori;:ndo para n admi!ústrnçiio rural - um progrnmn iàealiz.ido parn Jrie..,tar o~ fa.:en::!ciros sob:c n forma mais racional de utfüzr.ç~o do;; íntorcs de produçiio de seus es tat~lecimrntos. O programo, nplid.vel à peque nos e mélys c3npuiadores, está capacitado pa ra rs;de dúv!das cbre plantl, manejo de n!ma!s, preparo de solo e até mesmo a ques t'es sobre pregos e condições de mercado para Ao DEPUTA DO Ar R g o i ~) > -~ Til t ti t & #à Produtor Agrícola o: divcrxss prxdutcs agropccuárlos. Dc acordo com Wc.ltlir Gitd, t::cnico da Embra!)a e um dos idealizadores do rrogrm3, o Profazcnda funciona de uma mereir :nl:. Os dados ão coletads re':: ticn cs da e:não rural jun1'o o produtor2s, na for:ru'rios rzdroni ado:. De pce dese; dia1s, a Embraa si mula uma situação Cima de utilzç de t dos os fatores de przdug?o da propriedade es tuc!;;dn, mostrr.ndo r.o Fndutor. cm seguida, os ê::lllhJ~ que elo pede c,bter nn ampliação de suas tivtdsdee, ou mesma racionalizando os ses métodos de produção, !ITuJta,, e '·'!Iull:,s•· , de Há povos dias um guarda de tr4n',, rtnsito?» nulou o carro de proprlcd"" " (·,1·rclora d<'~"e jorn:.il r1 oc~-i•ío dirl;pcn P" • 1 ·4stinto ,nn funcionário. Multo Justa, nf,n'.l O <.1 'a do • ava n m documcnios e o.lnd::i por cim chinelos. zrreira li A Pollcln MItr. Junto coma algum"P?? ir is clvi; estavam realizando um barreira. conhecemos ralha e tudo. Acontece que ,sr e m alguns policiats, desde que v1mo?";;_ jso tnt (u!'ar um parente e clepo,s ficar P ., • 11>csrno. Fomos hl ver o "crltérlo t!dota·Jo • "CRIT€RIO" Nilo havln critério, multavam uns. e ou- tros, ~nis amigos pas~avam na boa. EU VI Mullos menores. !ilhlnhos ele papal dirigi nd º na boa e por ai a[ora. Tudo errado. BONS AMIGOS Não vamos genernlizar, temos grandes amigos na PM. bons policiais, nté parentes mas há os que utilizam a !arda para esconder Jnstintos bestiais. Repito: até hoje me lembro dos torturm.lorcs, um por sinal ainda sr rncon• trn cm Bela Vlrta. Quanto a barreiras elas de vem continuar. mas rom C:rltérlo. f' por ravor, onnndo forem rdir documentos par «la Vãos dccr•rteJ não deixem METRALHA A VTSTA. Vamos mcstrar a LURDTNHA prá banclhlo•, trafican(cs e marginais, Vamos moralizar () l,ânstto, mas com cr)'.érlo. POLICIA FEDERAL Outra coisa, no tocante a fiscalização noc: pontos de õnlbus. estradas etc, fiscalização cs· sn do contrabando, o assunto deveria se.r rle alcarlri da Policia Federal. Outro dia uma baile rnlrladão pediu-me para abrir a pasta, talvez o distinto estivesse desconfiado que eu estava levando muamba. Só faltava essa ... Que mara vilha ... Que maravilha ... enquanto isto pessoa 1 • da pesada age livre e solto na fronteira. RECADINHO Vai pro distinto, olha amigão. POLICIA é rara ser respeitadn. mas não TEMIDA. Policial é encarreirado de ZELAR pela seguranca. dos cidadãos. A rrente não pode e NÃO DEVE ter medo dn POLICIA. mas de BANDIDOS. Nuncn s esoueca disso: POLICIA E PARA SERRES· PEITADA E NAO TEMIDA. { r VAI MUDAR O Vereador Sergio Ro1ierto Perondi est-i transferindo residência para Ijui (RS) onda desenvolverá as suas atividades, advogando pa ra granct•~s empresas gaúchas. l_otoção Não Chegar Mercadori1 par2da no armazém da r· transportadora, esper:mdo "completar lo tação'' para embarque. não tem prazo pa- ra entrega nem hora ~:i.m chegar. E você rnbc disso. T:::llvez :ité por expcriên::ln nró pria. No Exprc.sso Araçntuba ,·ccê ,::m ri certeza e a garntia de que isto mu:c:~ vai acontecer. Primclro. porque no Ex:Jresso Araçctub a sua mercadoria permnee no armazém somente o tempo nc-:assúr;o para o cnrrei;::mrnto, enqu:mto os docu n::entos ou despachos são proccssa::!os por compu adore.s no Centro de P,ocess'. mento de D:1dos da própria empres'.l, si muit:mc::.mcntc. Dcpcis é só segui; via gem. Tudo isto no leva mais do qu:>: a'p,u mas boms. Esta agilid,de só é possível porque o Expresso Araçatuba recenciona e movimenta centenas de tonelnchs de cargas diri.ria.mcnte, cmpregan::!o n~t~ # E Tem Hora Para F 1 1 (Sé EXPRESSO a l de Jardim Própta movimentação, além de um sistema ope racional ágil, a maior frota de veículos pa, j ·a transferência e entrega operando ent 1 as suas 36 filiais. • re } Assim, sem precisar esperar as d 1 moradas "lotações" a sua mercadoria~ transportada e entregue em muito menos t.empo que qualquer outra empresa. Com 9razo de entrega e hora de chegada p ;e nisso ao escolher a sua empre~ ~- 1 transporte. Pense no seu negócio. e MENSAGEM A mensagem de Cristo n N - está conticla somenta no tem o • atal, nao ~ • po que o pro- p~ga, no amor e no sacrlficio D l nas, mas também em toda e e por que tem sua e.tjstêncla ma~ ~riaturas e pelo conhecimento do am ª pela fé dadeiro. or Puro e ver- ) A RAATUA I E d' dcixnr11 uma l~cuna. Não só na _ Pcrc~~!clp'll, mas sobretudo, no PDS, carnarn O p',1DB gn.ohou e muito J se comenta que • . ,_ 1 a 1dança de Perondi, pois ele era um om """.5nos adversários do partudo. elo:; rr ns Espaço II lit m de criar novos espaços na pol 'ica mudança do Peroncli abrirá t.am munlc"?? 4a advocacia 1ocnl. com v4nos ,{±ião m toa ares, o a4som«o cliT', dcs amigos e admiradores. E pen1, a,ar ;;; a 'iente ave tratam e Pe. m , orces., "'"' id dl Uma dessns pessoas. Mas a v a con. rcn era b t't t , 1 0 teremos O seu su s I u o, na Cô.- tinv1, og . 1 mura c na o!ilca loca • 1-:LEICôES l"!llando cm substituto,. conversando com 0 prefeito Dillon. ele nos disse que se houver 1 1 Ci diretos cm Bela Vista o PDS tem gran ?"atos. t os#iates ate manar. PALMIERI um dos nomes que sempre é cogitado para mccder Dillon é o do advogado Pedro Palmleri. Rentr:1cntc. um grande candidato. EDSON outro que também é comentad? e conta com n simpatia da classe dos pecuanstas: Ed son Jll.edelros de Morais. Tonlnho Xavier vai assumir a vaga de Ser gio Roberto Perondl. Independente, não está ligado a nenhum deputado, Toninho vai desen volver um bom trabalho. (g·.- . L.- - : r. ~ JHO iíTRANDA uma das grandes Injustiças, após as elel r.ées, foi a que praticaram contra o Dario Mi randa. Somos testemunhas do quanto este ra- • paz trabalhou pelo PMDB. A pé. De porta em ·,ortn. Dia após dia. E além do mais, Dario é um moço da terra. trabalhador, educado, simples e levou um tremendo "vai pra lá". Injus;iça. Alô ORRO: Está em tempo de sanar este problema. Vamos ajudar o amigo Dario? AINDA ELEIÇôES Falando em política, politicos, candidatos, etc, Bela Vista deveria se mobilizar pan. reivin clicar eleições para prefeito. Isto serve para o PDS e PMDB, afinal DEMOCRACIA lê'.: DEMO CRACIA. Ou as eleições diretas não servem bem para o PMDB e nem para o PDS? i.'iOBlLlZAÇÃO Outra mobilização: Pessoal. o asfalto Jar dim a Bela Vista AINDA não está definido. Te mos de lutar por ele. O Deputado Orro está fazendo o oossivel e o impossível, precisamos ajudá-lo. "Forças ocultas" são contra esse as falto. Alô Rotary, Sindicato Rural Comércio, Indústria, Clubes e gente que luta'. pela terra, vamos mobilizar um movimento, senão ... LTffFTtES Conversando com o deputado Roberto Or- . ro. a respeito dos nroblemas políticos em nos sa repao. o hder do PMDB m:mifestou a sua aoreen!'i'io ouanto a forma.ção de quadros diri· P.'entes. Realmente estamos carentes de líderes. 8 o~eciso conscientizar os mais jovens da ne cecsidde de ingressarem na política e trabalha rem !)ela comunidade. ISFALTO Orro disse também que a pavimentacáo asfáltica da BR 060, trecho Jardim a Bela ViS ta_e ponto de honra". É bom que Bela Vista ~~t que há gente no Governo contra esse . .º• entendendo haver regiões com maior Pf ~ndade. É hora de todos se unirem empre ~,:1os. necuari51as, entidades, clubes' de ser tel~· colaborando com o deputado. É hora de U .:ram;1s, cartas, manüestações· é hora de niao. , 'ELY - ... • • • Ruf::n~ rod_a de amigos, no Grêmio pedrO . , discutíamos a possibilidade de hver leicões p; nomes fo ara prefeito em Bela Vista. vários tuais, P-ua~ citados como candidatos even· eleição e O grande maioria, o PDS vence a possiniaa,Pfeito Ely. se cantidato, te hoje O PMDB é e ser O vencedor. Nao sei nao, 1 • poder e com o poder nas mãos. FERN ANDo · · - _ . _ .-r-. Quem não deixo d devcitar as.,],,ementar a possnonu4ade Fernando de Freita ato a Pref. de Jardim fol • candidato a de 5 • Freitas disse que será Quer dize . PUtado estadual e a prefeito. trabalhan~/ Femandão está vivo, pulsando e .. - • ... :li: rref eitura Municipal de Bela Vista MS Decreto n· 35/83 p,feito Em: 05 de Dezembro de 1983 aM. d ' pyIlon Nunes Le!te, Prefeito Muni- Ar",, +isa, Estado de Mto Grosso do id "[,, aaa trituices que Ihe sto cos sul. uson de ncordo com o disposto cm o nrt [. terfdíl5 e Lei complementar n 07 de 20 de +2 da 11 Paro de 1901. ,Giüf, is . irai @a iii iiri«éii A"," ,no 4, 1em 11, nica aberto um •7M" ementar no valor do Cr$ cadl",~ 'Trina • Sels MIhões e Sete .7O!$'cueiros) n ser consignado na se centos ~otncl.io orçamenttrln: ,parvo rffil (irll.orn Munlclpnl •·• O JO! • e pesos correntes 1·Pp2!renctas operactonats.. 400.000 O· 211·Tra EcUTIVO f .cainete do Prefel.o %as corretes , '.pessoal Civil...............1.500.00O0 3.tl outras serviços e Encargo; .. 500.000,GO !%; •• Muntctpál de Administração O JO • • 4 .Despesas Correntes 11-Pessoal CIvil.....····'·'··' 1.000.000,00 • 13 .Qbrli!ncõcs Patronais ... , . , 3 000.000 00 ;].sce. tunicipt de Fazenda .resas c@ruentes 31 11, Pcssonl Civil , . , 5.400.000,00 3 261 . Juros da Divida Contratada, 1.000.000,00 iço- Despesas de Capital 4 1 . Amortização da Divida l)õl · Amortização da Dívida Contratada, ... , , , 700.000,00 15.Sec. Mun. de Educ. Cultura e Desporto 3000 . l)espesas Correntes M111-Pessoal Civil 15.000.000,00 {107-Sec. Mun. de V. Obras e Serviços Urba- nos 1.000 - Despesas Correntes J.111 · Pessoal Civil 5.200.000,00 0.108-Sec. Municipal de Transporte 3 000 - Despesas Correntes ~3.111 • Pessoal Civil 1.000.000,00 3.120 · Material de Consumo 2.000.000,00 Total .. , , .........•............ 36.700.000,00 Decreto • n G2b. Pret. Em: 15 de Dezembro ele 1983 j l ! "Dispõe sobre a Unidade Fiscal de Bela Vista (UFBV), para o exercício de 1984". O Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribui ções legais e nos termos do Artigo 225, §2º, da Lt! 725/81, de 23 de dezembro de 1981 (Có digo Tributário Municipal). DECRETA: Arigo ) Fica fixado em CrS: 13.000,00 Artigo 2") Para cobertura do presente Cré dito Suplementar foi cancelada a importância de Cr8 :rn.700.000,00 (Trinta e Seis 1:ilhões e Stecn.os Mil Cruzeiros, na seguinte dotação orçamentária: EXECUTIVO: 0.102 • Cnüir.ctc do Prc!cito 3.000 -De pcsas Corrcnt2s 3120-Marial de Consumo.... .3.000.000,00 4.00 -L2.pe is de Capital 1.1 lG • Obras e In•t'llnções, .... , .. 1.500 000 00 4.120 -Eq:pamnto c Material Fermanente.. .. , . . , , 3 .500.000,00 O 103 - S2c. Municipal de Administração 3 00Despess Correntes 3 132-Cutro+ Serviços Encargos.4.000.000.00 0 104.c. Municipal de F zcnda 300 - Lepesas Correntes 3 120-Ma,erlal de Consumo 1.000.000,00 ·132-Cutro: Serviços e Encargos 1.500.000,00 'l l 05 • Scc. Mun. de Educ. Cultura e Desportos ::.C'.lO • I:cs:;;csas Correntes 3.120 - Material de Consumo, ..... 7.500.000.00 3.132 • Outros Serviços e Encargos 5.000.000,00 4.000 • Despesas de Capital 4.120 · Equipamento e Material Permanente.. . . . . . . , , , 2.000.000,00 0.106 • Sec. de Saúde e Assistência Social 3.000 • Despesas Correntes 132-Imun"7;'o de Serviços Pessoais.... . . . . . , 400.000.00 3.259 • Outras Transferências a Pessoas . . , . . . 2.200.000,00 0.107 • Sec. Munlclpal de Viação Obras e Ser viços Urbanos 4.000 • Despesas de Capital 4.110 • Obras e Instalações , .. 5.100.000,00 Total , , 36.700.000,00 Artigo 3º) O Presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação e afixação, re vogadas as disposições em contrário. Prefeitura Municipal de Bela Vista, Esta do de Mato Grosso do Sul, aos cinco dias do mês de Dezembro do ano de Mil Novecentos e Oitenta e Três. +g AFONSO DILLON NUNES LEITE PREFEITO MUNICIPAL 0036/83 (treze mil cruzeiros), a Unid:3de Fiscal de Bela Vista (UFBV), para o exercfcio de 1984. Artigo 2º) Este Dzcreto entrará em vigor no dia 1 ° de janeiro de 1984, revogadas as dis posições em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado de Maro Grosso do Sul, aos quin ze dias do mês ele Dezembro do ano de MJl Novecentos e Oitenta e Três. AFONSO DILLON NUNES LEITE PREFEITO MUNICIPAL hcritório de Agrimensura Nélío Diório Registro CREAA - Número 52.993/TD da 6.ª Região Medições de Terras - Levantamentos Cadastrais de Fazendas - Divisões de Invernadas - l • Ratificação Junto ao INCRA. Serviço Qualificado - Responsável e Técnico Atende todos os Municípios da Região Wormaçõcs: Fone 439-1258 (Escritório) e 439-1057 (Residência) Rua Cuiabá, 180 (Escritório) BELA VISTA Rua General Ozório, 1281 (Residência) MATO GROSSO DO SUL ru~~-.bom servidor nada teme no presente, orgulha-se do passado e confia segamente no Cassio apre5enta várias ind,icações ESTRADAS V CIHA S O vereador Cassio Acioly. do PDS, nesta final de ano apresentou várias indicnções, 1 tacando se cntre las s que dizem respeito à conservaüo de ruas e repros nas es.ra±1s vcinais. Entende o vereador Cassio Acioly que a "furão do vereador é auxiliar a Administra- •. '.:o i1unlcip:i.1, sendo o elo en.re o pevo e o p1efito; nosa intenção é a de participar de vivamente da Administração, não só oferecen do sugestões, mas também levando ao Eecuti vo as reivindicações populares". Nesse concxto, Acioly vê no atendimento ·0s pecuaristas e lavoureiros, principaimznt no tocante a conservação dis strais vizinis. um aspcto Importante que deve merecer pro dcln<lc". Cssslo apresentou Indlcn:;ã.o solicitando cnca:calhamento de trechos n estrada que lIga ns fazendas São Sebastião e Crancho, de propriedade de Ollmplo Cardinal e Abro Ar moa Zacarias. Disse o vereador que "a referida estrada está sem conservação, por esse motivo em tempos de chuva se torna intransitável, ocsio nando problemas e multas clliiculdaclcs pnra escoar o que lá produzem". Em sua justificatl va O vereador diz ainda que "esses f':izendelros despontam como grandes pagadores de impos tos (anexou carta da exatoria conflrrnando o recolhimento de 40 milhões de ICM», é preciso reconhecer o fato e d1r-Jhe~ condiçées de cola borar ainda mais com a economia do municí pio". Cassio pediu também o encascalhamcnto da estrada que liga a Fazenda Primavera à cs trada das Caielras, trechos nas estradas na região da Preguiça e abertura das ruas Tira dentes, entre a Rua Barão do Melgaço e Teo doro Sativa, e Almirante Barroso, entre a rua Barão do Triunfo e Teodoro Sativa. Justificando o seu pedido, o vereador dis- QUES .. Vladimir Calheiros Os brasileiros receberam, nos últimos dias, duas notícias da. maior importância, uma positJ va, outra não. A notícia positiva diz respeito aos notáveis progressos feito pela Petrobrás nos últimos anos, proporcionando agora o alcance da. meta dos 400 mil barris/dia de produção. Como o Pró-álcool já garante uma fatia expressiva do abastecimento, os 400 mil barris da Petrobrás e as perspectivas de aumento contínuo de produção assegurarão, nos próxi mos anos, uma redução considerável da. depen dência brasileira de energia líquida. Em menos de uma década o Brasil conse guiu enfrentar e superar um colossal desafio. o que é inspiração para novos feitos e outros triunfos. O que dirão agora os pessimistas e derro tistas que pregaram a entrega da Petrobrás ao capital internacional, para pagamento da divi da externa? Mas s notícis, nos últimos dias, no fo ram apenas positivas. Houve também as de caráter negativo, e uma delas é a consecução pela Argentina do ciclo completo de enriqueci mento do urânio, por métodos desenvolvidos entre-fronteiras. Fica assim o nosso vizinho do SUl equipa do para produzir bombas atômicas, desequili brando a situação militar nesta parte do con tinente. O programa Nuclear brasileiro não vai se que "são as únicas vias do centro da cidade até hoje sem solução e que há muito tempo vem desafiando as administrações municipais. Com a abertura dessas ruas o escoamento das águas será facilitado e todos os moradores serão beneficiados, acabando de uma vez por todas com os problemas gerados pelas chu vas". r:nallzando. Cassio solicitou providências quanto ao estado cm que se encontra. a aveni da Ghoete Llpis Nunes até a rodovia que liga Pela Visa a Ponta Porã. 1 o bem. Houve erros na sua formulação e por pouco ele não foi interrompido, face as cill!cul dades técnicas e financeiras. Os inúmeros setores da vida nacional que fazem sistemáticamente o jogo dos interesses antibrasileiros também contribuiram para o enfraquecimento do nosso desenvolvimento nu clear, para fins pacíficos, e, eventualmente, no caso de ameaça externa, para finalidades de defesa. No mundo conturbado dos nossos dias, quando quase dez nações já dispõem de arma mento nuclear, não faz sentido que se vete as demais este direito. Além ão mais, ninguém e.~ nom senso po de descrer de que novos países, com o corre~ do tempo, vão dispor de armamento atômícn. E a impossibilidade de emprego desses assus tadores e temíve.is artefatos repousará justa mente no equilfbrio de poder que daí decorre rá, a exemplo do que ocorreu, no -passado, com os gases venenosos. No caso especial da. América do Sul, há um agravante, pois a Argentina, que dispõe ~fora de tecnologia para fabricar bombas nu cleares, é useira e vezeira no expediente de agredir ou intimidar outros países, inclusvie nos recentes episódios das Malvinas e do es treito de Beagle. Com trabalho e sacrificio também alcan çaremos no nuclear os mesmos êxitos que marcam agora o desempenho da Petrobrás. ll'.: apenas uma questão ãe empenho. MM.ia CRUZEIRO 0 SL LIMA U 2obgbi7roo h • Ue Is 032T1+r9 0! SEMPRE PRESENTE NA CONQUISTA DE NOVAS ALTERNATIVAS PARA O PROGRESSO DA REGIÃO. HORÁRIOS' - • - Jardim p/ Bela Vista: 2:40, 9:10, 10:40, 15:40 18:40 diáriamente. ' ' ' Jardim • Porto Murtinbo: 15:00 hs. Jardim • Bonito: 14:00 hs. Jardim • Aquidauana: 8:30, 17:00 hs. Jardim • Campo Grande, via Nioaque: 13:00, 16:00, 23:50 hs. ,,........ <f • i Jardim • Campo Grande via Maracajú: hs. • • 1 ., 7:30, 11:00 Come Doas Festas 4 Agradecemos e retribuimos os votos de r,'cllz Natal enviados; • Ive e Nlmfn - Dela Vista MS. Mercedes Bel Vista MS NA6r Silvestre Tgliar! . Prefeito Muni cipal de Amr mLai MS Avaro o teua . Dela Vista MS. Artes e Decorações Rone Campo Grande Nllton Ferreira e Famílla • Campo Grundo Dp AIbIno Coimbra . prllla D Carlos Roberto Caog Machado • Campo Orando • u 1 ·, ai Jos& Viente 1nct!s Pires • Pr {elo MunIci de Jnnllm M.."1. Elia Vieir e tlin • Corumbí MA. Scn Snldnnhn Dornl - Drnslllo. DF' Jops . So Pulo P Dcp Gllson do Dnrro~ - Brnsllla DF EEPG Ester SIlva • Deli Vista MS. sorrnfill . Pedro Vicente Dclvnlles • Bela Vista MS 'n MIguel Brando Dellle e fl!a • Dcl2 Vista MS 6n Clrctrnn - Dela Vista Cnrlos Alberto F. Mlrundn e filo. • C:unp'.) Grande Dep Benedito Leal • Campo Grande Dap Onevnn Motos e fl!n • Ca~po on nd o Alvaro Perelrn e rua . Belo Vista . Ana Rocha Oliveira e filhOs • Bela Vista Oficina Bossa . São Paulo SP Proc. Geral do Estado • CG Dop zonóblo dos Snntos • C. Grande Norinha Pereirn • São Paulo SP Vereador Marcelo Cnlvano - Bela Vista Doocleclano de Vasconcelos e esposa - Be- la Vista cmto, Oficiais e prnçns do 10° RG • Bela Vista Vereador Claudionor Rodrigues e ma Bela Vista José Geraldo Loureiro e flia - Bela Vista vereador Ancelmo Lopes e flia - Bela Vis ta Ayres Kafure e !lia - Bola Vista Jncqueline Martins e flia • Jardim (jornal CJ) Dep W31ter Carneiro e flla • Ass. Leg. • Campo Grande Dop Rubcn Figueiró o !li: • BrMllin DF Mngdn cneto.no . Florlnnópolls se. Dcp Ivo Ccrsóslmo • campo Grande Alcxnndre A. AJon~o • S!lo Poulo SP Pornondo A. Gomes • Dela Vf5la ,Josó Cclc.llnte Filho • Deli ~1!:>ta n Ernndo Fr mnclco Gsco • Cmpc Gra n de Coordenagüo E dual do Mobr! • Campo arnnd:i Cap Brasil e ta . pla Vis.a Pedro PedrossL'ln • cnmpo Grande Josó Pcnzo e flin - Dclo. Vis a M 1, 1 e Cr:m:.lc v ,-,rcl'>r Frrncl-:co • 1 • • . __, c t Marques Pre.,. Dr Ivnn Afonso .,n os :i • cn.e da CAmar± Municipal de Pela Vista Nosso o!ctm et!n n? 9, claborado p Recbemo; Nos3o Dolet:m '< da Ag. d lo- Núcleo dr. Serviço do Edu:::iç.to, .,. E:!:c. de ela Vista, Enlrc os As 5 untos 1 . Sairá mesmo o con 1 r cados destaque - " rei. e si«sciiss. pe mo14%? 4 haverá inscrições e dia 25-3-84 provas. Mal rcs Informações na agencia local. E no Mesmo te mensagem Nosso Bo!etlm, ur:n lntcrcssan e do Natal: Que o Nnt1l encontre uos lares o seu ver• a~delro significado. . aue a troca do presentes não soja o mais Importante nem mesmo importante. Que importante seja o abraço fraternal. Que importante seja o aniversarian_ Que Importante seja a reahzaçao elo q ' Elo ensinou. (0.lo importante seja a paz nos lares. o mundo será melhor, . , . Boas Feslns à todas as familias da jurisdi çüo dn Agêncin Regional de Educaçuo de Bel2 Vista. Feliz N Cita 1 Aos que lêem o. gente; o.os que fazem de lei semanal, os melho Comentando a sua Iettura 6 o' Ano Novo. re:s voLOS de Fe:lii N· t,.;1 e pr per • 1 1 . L ! , • t 1 í- : i l ! 1 r 1 1 • ~ :- ... __ ,________. . Foi um sucesso a l" Festa elo Chopp pro movida pelo Sessenta, com a presença de qu::: so mil pesso1s. Foi okrccido um lauto ch..i rasco, um conjunto anllnoi; a festa que esteve impecável. A gnrotl! Lu::::cnc Delvalles foi eleita n nainha da Fcst2, ncssaS parabéns. Ela mere ce. Meni111 bonita, meiga e educucln. Isso e ra ro hoje cm dia. Na 1 Festa do Chopp realizada no Sessenta anotei: Katia Santana Vargos e seu namorado Alvaro Brandão cm comounhlp dos primas Adriana e Astrld, vin• das de Cuiabá, filhas ela simpática Inês. Por Nancy 'llon no Grémio A rande pedida nes.e tinal de ano será o Dalle do Reveillon a ser realizado no Grcm!o Pedro Rufino. Aqui vai o rcc-ado do Kalite, pr. sidentc do clube: "dcs::-jo :i. wcl:idado bclavl:s,, tcnse um feliz Natal, espc:ando que todos os ~ nhcs se tornem rcali:Jadc. Sao os votos da ~1~rctoria do Grémio. Estaremos juntos no n.c-:ci'J:,n". Fa!cu KuJife. ·: Si:npitico Na roto José Ronaldo, o sogro Olimpio e esposa Um registro especial, 0 casal que frEquen- 1 0 simpáticos e enriquecem a nossa soe leda• à~. Falamos de José Ronaldo e Léa. Ele J.Ueroce 1 .. s Brasilia, (EBN) • O Ministro do Planejamento, Delfim Neto, disse em entrevista ao Sistema Brasileiro de Televisão • SBT • , apôs cumprir 'Um roteiro pela Europa e Oriente Médio, que as coisas caminham de maneira bastante razoável, acrescentando que "depois dessa visita nós atingimos, realmente, 6,3 Bilhões de Dólares e estamos nos aproximan do rapidamente do mont.mt.e desejado de 6,5 Bilhões de Dólares". Segun do ele, houve uma receptividade muito boa, tanto na Espanha como nos países Arabes que teve a oportunidade de visitar, acrescentando, ainda, acreditar que são países que virão nos ajudar na formação final deste empréstimo. O Ministro descartou a necessidade de um empréstimo suplemen tar de 3 Bilhões de Dólares, afirmando quo houve um mal entendido. Supõe-se que, uma vez terminado o emoréstimo de 6,5 Bilhões de Dó lares, disse ele tm-se uma primeira pàrcela de 3 Bilhões de Dólares incluida nesses 6,5 Bilhões de Dólares, prcela esta já assegurada, com a qual pagaria em dia todos os compromissos externos até o dia 31 de Dezembro. Ao falar scbre a definição do orçamento monetário, o Ministro disse que acha que é um off, lmrnto bastante realista, é um orçameno que está ajustado à política iiscal, e 11olitica monetária, a politica cam• bial, n politiea sa'rial, para ser ums redução da inflação. Ele deverá prover um aumento dos me.ias d:: pagamento, um aumento da base mo netária da or:lcm de 50 por cento. Segundo o Ministro, não há limi te, a média subirá 50 por cento, :2crescentando que há setores que se ocp:mdirão mais e outros m;)nos. O Ministro disse que ele m2smo nüo sabe hoje qual será o orçamen to das estatais, porque o trabalho ainda está terminando, "nós devemos ter n::i quarta ou quinta feira, pronta, uma primeira versão do orçamen to das estatais", disse. Na política cambial não haverá mudanças parJ. 84, ela vai continuar com as mini-desv2lorizs;ões que temo~ tidos neste;; últimos ::inos, disse 0 Ministro Delfim Net'J. O Wúnistro disse que em 1984 vai continuar dando tcdo apoio 10 sr ·r exportador, vai re:iuzir o subsidio de crédito do setor de exporteção .. ,as i~so tudo de acordo com uma taxa cambial extrems.mmte realis;1, <·orno a que temos hoje. de modo que, 0 setor exportador continuará .ado todo o incentivo que tm tido neste :pssa do recente. A minha esperan:;;a, disse e Ministro, é que possamos volmr a cres cer a parir do segundo semstre do ano que vem. Sobre a queda da inflação ele disse que tem tomado todas as medidas para uma r.::luc;ão da taxa de inflação e espera que isso venha a ocorrer j:i no primeiro trimestre do ano de 1984. Luiz Carlos Rahal, gerente do Bamerincit!:5 eleito GERENTE DO ANO. Ele merece. Pré? dente do Rotary, Rahal deu nova vida ao cl be. :Cinãn-r;co e atuante. At:h-crsãrics Nc d» 18 p a garota Lili. comem""";; scus 4 arinhcs. Seu pai Albertino Rufino" i.Iatos, e Beto., para comemorar a da'1, ", receu s um grande nmerc de convidado"., gcsto aimcco c sucuizntc churrasco ern conchg mnte cháara. ·os i:.n2gar as velinhns do seu Nnt ao som "_ "Parabéns a vr.::ê". não faltou um lil:do e Jici tom belo. A Lili nossos votes de muita~ f pe dades. Ao snfitrião ::Se,o, nosrns p:irabens la agradável feslinha. 15/12 • Aniversariou Jane Velasquez Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº672_10_12_1983 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº674_30_12_1983 Voltar para a lista de itens