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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº695_14.07.1984
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Fl com grande satisfação que tomei co
nhccimnto de que o trecho Jardim a Be!
VMn, nu BR0G0, ic!á lnduir!o em bCU piar.o de
obra: de pavimentçã sfál.lua para 1005, Sol•
ba Dr. Vil on, dc;,dc O ln!clo de m!nho 1Jcsliio
nn Cfimnru Munlclpnl, CC'mo vcrcJdor do PDS
!crho 1.,at;ilhudo rclu ravimcnluç:io os!ltlt!ca
ào rcforfd.> trecho.
Hoje, st•nhor Govcrnnóor, Bé!'a VJ;:,1 come
mora o zu aniversário e inuyu:mos a 1
Expbel, este foi o mor prnte que o c
nho1 i;odcr':i dnr no povo dn lr::nlciro. '
Cm sta pavfmentnç:io, e;'arerr.os llgJdos
aos grardes centro: e teremcz cordiçCe de au
menl.i?mos JS nossos ng€cios, não sé c to
cante n pecuária, mas sobrei udo ngllizando a
produç,io ogrícol:i e de cnlcáre:i, ha a vi ln ter
mos uma das maiores reservas do Estado.
:mpre confiamos ros políticos que visam
o tem estar dns comu·udades, nnqu•lcs que não
vcêr.i a cr política, ms as intençõzs, saiba se
nhor Governodor, o !er:hor pa•snr.i para n his
térln, como o Governodor que atendeu os mais
justcs anseios da comunidade blavistense.
Hoje, o senhor está cm Bela Vls!a, n casa
é sua, o pove o recebe como se recebes:e a um
Irmão mal• velh:>, a um pai, recebJ Governador
o car.nh da fronteira.
:reder CASIO ACIOLY (PDS).
hlL _ ·--•- ..
V#ATEA CRRE! E
RI FIGO EM EELA VI!TA
O preslden1e d1 A~semblêin Leglslal!va,
Walter Carneiro, e o 1º s~cretárlo Ar! Rlgo,
estarão nesta cidade no prbtimo domingo, quan
do ma.'lt~rão dlvers:>s contatos com as lideran
ças politlcs de Bela VIsta, Jardim, Gula Lo-
pes e Porto Murinho, '
Cs deputados do PDS estarão em reunião
com os vereador.?s e membros dos Diretórios
Municipais, poss(velmente na .residência do
o
pretelto Afonso Dlllon Nunes Leite ou nos·-sn• '
Iões do Grêmio Pedro Rufino, o local ainda não
está definifüi,
A pujança e o trabalho de Beln Vista, sobre
tudo de nossa pcc·:árla, ultrap:issam a fronteira
de )loto Grosso do Sul e são hoje orgulho para
todos .nós. Scntlm;,•nos gratificados com n pre
sença do Emio. Sr. Governador do Estado, Dr.
Wi!sÕn, B:irbJsa Martins, o qual verificará "in
16o" as potencialidades de nossa terra. Bela
Vista é uma das poucas cidades desta regiiil·.
que pode ostentar indices de desenvolvimento
e de bem estar social. T e m o s ruas..
asfaltndns, telefone (DDD e DDI), água, ruas
comerv.:'dos, urbanização, sllu;ição invejável n:>
tocante as rinonças·mUnicípals. com o !unciona-.
, 11.s'nó:c'-débltolí em dln,·é qunse como se aqui.
céorré~r-~-um mllagre. Sim, cm Bela Vista. n/ _se
!ulli~~ m crise. Nós trabalhAmos, e quem traba- .·
lhe hão tm tcmp para pen:x em passeatas,
manifestações; greves; etc. Nosso milagre é o
trabalho,
Este povo ordeiro e trabalhador, que a cada
ano que posso orgulho alnd~ mal3 a tradição
,-- e o legado de nossos antepassados, da gente.
Provnvelmente na reunliio, será debatido o que cruzou serras e montes, campas e cerrados,
assunto que vem polarizando os ntenções .. dos. pa:ra· áqui semear· uma, comunidade notáveh __
politiccs regionais (e também d» Estado), a° + Para um ·bom filho desta terra, que viveu
formação da "Frente Liberal do PDS", crítica- a.Strll"lnfâncla à beira do Apa, e que, desde cri-
da pelo deputado Ari Rigo. ança, trabalhou honestamente, herança pater-
' ...
%
;.)
... .. ~
~
Nn r,n;xirr.J ano ~qui funcior.:i.rá a Frcfeill:ra Municipal de Pela Vista, apés as reformas
(pinturs, urbarizzcão, etc) erá uma das mais mde; :zs e funcionais dc Esto.do. OBRA :00
PREFEITO MUNICIPAL DE BE.LA VJSTA. AFONSO DYU.ON NUNES LEITE, com nu- --1 •
xílio de GOVERNADOR WILSCN BARBOSA MARTINS, homens unidos per um só obj~ti~ ·
vc: UM MATO GROSSO DO SUL, MELHOR.
na, n de que só o trnbalho enobrece o homem,
a data de hoje tem um slgnlficndo todo espe
cial.
Primeiro, porque a 13" Expobcl ó o maior
exemplo do poder de realização do· homem
belavi6lense, é a continuidade de uma idéia
planti:da por Maria BaHllanl, nos corações d-OS _
pecuaristas; segundo, porque tenho a oportunJ•
dade de anunciar que dentro em breve mudare
mos o centro odminlstratlvÓ de Bela Vista,
ccm a ajuda do Exrn:,. Sr. Governador adquíri
remos o prédio onde funcion.ava a residêncla--:
dos Padres Redentoristas, o qual transformará,
não só o visual da NOVA PREFEITURA, mas
sobretudo a geopolítica administrativa de nos
sa cidade; terceir:i, porque, mais uma vez, pos
so reafirmar AO MEU POVO, a fi.rme disposi
ção de trabalhar por esla cidade, em todas as •
frentes, honrando a confiança em mim deposi- •
tada.
Hoje é um dia especial, Bela Vista é digna
de admiração, Isto é reflexo da comU!lidade
que canúnha.
Parabéns povo bclav!stcnso
Bons Vindas Senhor Governador
_que venceu em Campo Grande
Ex vereador em Bela Vista, ex presidente da Liga Esportiva Bela
vistense, radialista, publicitário, homem das serestas e dos churrascos
amigos, do otimismo e da fé inquebrantávet no dia de amanhã, figura
humana· dàs mais queriaãs, não guarda mágoas, nem rancor, "a vida
nos ensina a perdoar, .
• Foi para Campo Grande, mas nunca deixou de lembrar. de sua
queridáBela Vista. Os amigos, sempre recebeu com festas; os "adver
·sá'rios", com ::'lue!e sorr:so, como a dizer: "minha comcíência está tran-
• quila. E a sua?
Hoje, empresário bem suced:do, volta à terra, montando no Parque
de Expc8ções Rio Apa o seu RESTAURANTE. Estamos falando
José ~l:lt:cy Flcl.!S e o st-u "RESTAURANTE O GALPAO". de
. Não é preciso dizer mais nad:i, seu empreendimento é um sucesso·
o mesmo c:mnho, o -masmo empenho que dedcava às iniciai ''
• b d 1 • ... vas que
visavam o em estar ic Be a V1!ta (nam sempre compreendidas el
arautos do pessimismo) fazem de O GALPAO um dos-melhorES P taos
rantes de Mnto Grosso do Sul. res U•
im. Eis um be'avistense que venceu em Campo Grand N da
1h
,, . e. a
me or ... o que um pensamento de Hill, para espelhar a personalidad
do meu amigo Glaucy: • . e
"~W!lqucr c::lsa em que o mente humnm,· é capaz de o.credlt
mente humana é capnz de realiznr", ar, •
Esse é o segredo. ACREDITAR. Glaucy SEMPRE acreditou. Para.
béns, VEI.HO GUERREIRO, é um orgulho recebê-lo entre nós, ho
que acreditam. mens
Jl! L.' 'hl'.. ~
Fcrnnndo Jorge Secrctárlo de Obr.:s
da Prcfellum J[u1úclpnl
• 1,. ~ ~ •
ur,r,"VlC'OS r:xrCUTADOS El1 DIVERSOS
EF."'ORES DA CIDADE NO PEIUODO DE
JANI:iRO A JUNHO DO ANO DE 10&1",
1 • COLOCAÇÃO DE TUBOS
- 130) tubo~ de 0,20m de dill.mctro cmprcg~
dos nn drenagem da Rua Conde P-irto Alegre.
- 360 tubos de 0,40m de dlbm,tro, assim dl~
trlbuldos: ' ! r irf!:}: i
- Coloceçiío de tubos nas Ruas dn cldnde.
_. Colocação de tubos er_n· nlgumnl cJtradns
vlclnnls,
_ 456 tubos de 0,80m de dlll.metr,, c.s•'rn clls'rl-
budos: • 1
_ Construção de galeria parn captnçüo de á
uas pluvials na Rua Cord> de Por'o -
- Inta]aço de tubos nos cruzamentos das
Ruas da cidade.
_ Colocação de tubos nas estradas vlclnals do
munldplo,
Total: 2124 Tubos
Valor estimado para fchrlcaç5r, : s~I• Mi
lhões Quatrocentos e Noventa e Seis .l Cru
Eelrcs,
! .
' ~ ' .
,. '
i. «e
__ ..._, ..... , ... : •,., ..
- --~--]
- .%3rr
f..·.:iço. Alvnro Mascarenhas
Estimado em Cr$ Oito Milhões e Qulnhen
tos Mil Cruzeiros
f
CASCALHAMENTO DE RUAS
-- Rua Santo Afonso
_ Run Voluntário dn Púlrln
_ Av. Alcebiades DobJdllhl da Curha
_ Run &ruo do LAdórlo
_ nua SJo Clemente
_ RUD. Eduardo PebcJto
_ Run Cc.1eral Sonrc, da Rocha.
_ Rua fürüo do Melgaço
_ Rua Morcchnl Dcodoro
_ Rua Barão do 'J'riunfo
_ Rua Deputodo M6rlo Van Den Bosch
- Trecho da Fua Sebastllo Cri:pim do Régo.
- Rua Cubb6. '
_ Rua Treze de junho
- Iua E«mnin Cunstunt
_ Av. S::iador Pinheiro
_ Ruo Coronel Dias
_ Rua Coronel Camlsúo
_ Rua Rosollno Lino
Alguma: Ruas. foram cascalhadas cm sua
totalidade e, ouras cm scus trechos mais cri
t!co:; rer!azendo um volume de aterro de apro
ximadamente 10.000 metros cublcos, num va
lor estimado de Onze Milhões de Cruzclros.
J'A'IROLAJIENTO E ABERTURAS DE RUAS
- Recuperação através de patrolnmento de to
das as Rua~ da cidade Ininterruptamente.
Limpeza para remoção de entulhos e regu
larização do grande das Runs com motonlvc
ladora e pooterl,or bota • fora dos mesmos com
a utillwção de caminhões, em todos os Bairros
de nossa cidade, assim ospcclflcndos:
_ Bairro Antonlo João
_ Bairro Costa e S!lvn
_ Bairro Vlln· Nova
- Lo!emento Espírito Santo
Lotemento Primavera I e II
_ Abertura da Rua. que dá acesso o Parque
de E,(posi~-õ.:s, l'l!indo direto da Av. Teodoro
Saliva em Trab3lho conjunto com o DERSUL.
Num totltl de 1680 horas máquinas e estimaU
vnmente Clncoentn e Oito Milhões e Oltocen
t)s :Mil Cruzeiros.
--Coo Mrcon!cs de Mirnnda - Reforms
completa, reMco, piso, pintura, colocação de
v;rlros, benhêlro, madeiramente e calçamente.
_ CalégJo M'arechnl Rondon - Pintura, calça
mento, reformulação na treliça da cobertura
cm sua totalidade.
- Início de reforma do Colégio Castellnho
Encantado. •
-
II TER?N AICNAL
CH+RASCARA. RODÍZIO. "A MAIS MODERNA INSTALAÇAO DA CIDADE M A
QW MELHOR ATENDE
ANEXO • FSCRT1RIO D; )TPr rama - VTNDA DE FAZENDAS
BALTA -- OORRETOR - REGISTRO CREI N» 1.250
AVENIDA CEI.. PTLAD REBUL 1.293 - CEP '19 290 - FONE: Escrit61'1o: 255-1%55
BONITO MSllesldênda: 255-1180
.....
ILUMINAAO
Praça Avaro Mascarnhs
- Praça Castro Alves
LIMPEZA DE RUAS
- Cc.plna em diversas ruas d cidade na par
lo dcstlnoda a calçada
- Coleta de lxc regularmente nos te!ores 01,
02, 03 e 04
_ Limpeza das ruas pavimen!edas
1
Sra Dalva Acicli - Secretária de Educa
ão do Município
OUTROS SERVIÇOS
- Aterro, nivelamento do pátio do Colégio
Cnstclinho Encantado
?- Patrolamento que demanda a estrad!l da
~ Fazenct_n Santn Lcopo'dlna
- Patrolamento dn estrada que demanda n
Colônla Agt1cora de Dama-Cu~
_;_ Patrolaníento, cascalh:unento e aterro da
cstrnd:l que demanda a Fazenda Santn. Eliza
- Pntrolamento. da estrada que tcmanda a
Fazend!l Xeres
-- Patrolamcnto, aterro, cascalhamente e <»
locação de tubos na estrad!l que deman1â a
• ·Fnzenda Primavera e Fazenda Nelore
- Pntrolnmento, aterro e cascalhnmento da
estrada que demanda a Fazenda. Santa Rosa
- Patrolamento, aterro, cascalhamento e co
locação de tubos na estrad!l que demanda a
Chácani. Apa no Distrito Nossa Senhora de
Fátima Nunca-Te-Vi)
- Patrolamento e nivelamento da estra
que demanda a Chácara Fuguá, Dstrito Nessa
Senhora de Fátima (Nunca-Te-Vi)
- Patrolamento na estrada que liga as estra
das da Cs5eira e o Colégio São Patricio (Can
cha)
- Patrolamento, aterro e cascalhamer.b da
estrada que demanda a Fazenda Morrinho
- :Serviço de Assistência Soc'al a tods popu
lação belavlstense, ntra-:;ú dcs ca.111:tlhões e
Máquinas da Prefeitura, preszntes em tods -
acontecimentos religiosos, cficos, mlitares
bem como atendimento ::,:is carentes.
- Substituiç:1o de pontilhão :!e m:ideira nor
tubuJação, 11:l. esquina c'.:Js ruas. r-:am total 1-::
720 heras/máquinas e est'm:itiv:imcnte CrS:
Trnt e C'to MT'hUee 3 Q:2t2centos MI
• Cruzeiros.
NOVAS EDIFICAÇOES
- Construção do Colégio Santo Antonio, na
reg;ão dencminada Caie:ra, para :::t:n:iimento
de 50 alunos ctiuturnamente, num ralor esti-
u
m::do ele CrS: No,~ M1lhêks elo Cruzeiros.
- Construção do um galpão para a fbrea ,
tubos, com 25 m? e estimado m Cr$: On
Mi!hces de Cruzeiros
_ Conslruç.lo <1<: 02 (Duas) pass relas
Avn da Teodoro Sativa com um valor stum.
do de CrS: Stte M.1lhOc1 de Cruzeiros
- Construção de um muro em torno do ç4.
lég'o Castelinho Encantado de 200 m de com.
primento num total de CrS: Quatro Mi'hões do
cru.:c;ros
Fábrica de Tubos
ESTRADA CE RODAGEM - EQUIP,1IENT'J
AQUJSIÇAO E RECUPERAÇÃO
- Aquisição de !ermos para !abrlcnção de
tubos de dreno de 0,20m de d!Ametro
Aqusição de 20 (vinte) sapatas para a fa
bricação de tubos de dreno de 0,20m de dl4•
metro
Valor de compra Cr$: Setecentos Mil Cru
zeiros
- AqUislção de forma para !abr!caçib de
tubos, macho e fêmea de 1,00 metros dt dl4-
metro, bem como de suas sapatas
- Aquls:ção estimada em CrS Hum M'lhão e
Duzentos Mil Cruzeiros
- Aquisição de um Compressor de Ar
- Aquisição de uma Serra Pol!corte
- Aquis'ção de uma Furadeira boucad!l
- Aquisição de uma Betoneirn
- Aquisição de Motor de Alta Rotação parn
n Mesa Vibratória da Fábrica de Tubos
- Aquisição de Equipamento completo para
pintura e lanternagem
Aquisição de uma Lixadeira manual el
trica
-- Recuperação completa de caminhão bascu
lante marca Mercedes 1113
- Recuperação completa de caminhão bascu
lante marca Dodgc 9505
- Constante e Ininterrupta assistência mecâ
nica a todos os veículos e equipamentos da
Secretaria de Obras
- Recuperação total de um Fiat AD7B
- Continuação da pavimentação as!áltica da
Rua Ccnde de Porto Alegre, trecho entre as
Ruas Marechal Deodoro e Barão do Triunfo, J
com drenagem e galeria para capta;;ão de
águas plUVia's
- Rscuperação da pavimentação asfáltica da
Rua Sebastião Crispim do Rêgo.
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GUIAS E SARGETAS
- No total de 1600m
HlGIENE E SANEAlIENTO
Construção e cólocação de privadas de c:>!1-
creto n toda a população belavistense
fI::RV!ÇOS DIVERSOS
- Continuação da Regularização ds imóre?
da cid!lde junto ao Setor Tributário da pre!e:
t1•r'I 11.-TUnicipal e elaboração de. um novo Có
digo de Obras para o Municip' de Be! Vista
- Levantamento completo da Beneflcêc-+
Hospitalar de Bela Vista, planto.s, !achadaS e
cortes
~ Levantamento aos imóveis no que tange A '
nivelamento e reestruturação dos lo!es.
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ILA VISTA
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Colcáreo Bodoquena o Realidade de um Projeto
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Eti'a ll fn.
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lo de
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par
par.
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e . -- • -- ···- -·- .
O popular Toninho Arnh implantou, não
:ó uma indústria, mas uma filosofia de traba
Jho.
Sua rrojada maneira de i terpretar o: fa
to:, rmpre tcb um prisma de que 'otimismo
e multo trabalho constroem coisas gr;,ndioGa·;"
fez cl.:! rnn indústria o pulmüc ccontmlco da
r g lã o , S 3 a empresa v a i E m , o q u sempre
ocorre é sinal de que a região está progredindo.
E como progride!
UMA INOúSTHIA - UMA CIDAOL
Quem vai a Porto Mutinho au altura do
hm ... r,rinclpalmcntc a roite, se rurpreende
cm as lure: ds uma pquena cidade. Sim, a
Indústria, a nol!e, é um foco radiozo de luz; de
dia, a luz aio é menor, mas é uma luz diferen
.c-, da li radia fé e ccrfiança no dia de nmnnh5.
Uma pequena cldad> plantada s margens
da rodovia Jadim-Porto Murtinho, em plena
mun
1
dplo de Pela Vista, contando com água,
luz, uma irfrestrutura de fazer inveja: açou
gue, farmócln, nmbulatéri:>, e,coln, tudo para
utencier os funcionários da €mprcso e fomilla-
Ares (anais de 40 pesas).
Antonio Aranho e o diretor industrial
Vnldir JIcngin?,
Quando Antonio Aranha imta!ou 1,s pri
meiras máquinas, retirou a primeira tonelada
de calcário, criou no horlzontc mental de sua
força criativa um projeto. Vislumbrava uma
lndústrln gerando, direta e indiretamente, cen
rcnns de empregos, fornecendo cnlcárcJ para
grandes fazendas, empresas, e:fim, participan
do declslvnmente do processo desenvolvlmen
tlst regional.
HoJe, a C/LCAREO IlODOQUEN/, a ma
lor irdüstria do gcnero em Mato Grosso do
Sul é uma gostosa relided2,
Tonir!10 scmp1~ diz que o capital mais
Importante que possui "são os meus íncbnárlos
meus auxillnres ccmpanheiroJ de jornad:i".
A empresa possui 135 empregados dire
tos e atualmente conta com 258 camioneiros
cadastrados com seus respectlvos caminhõeJ
e que transportam o calcáreo para as fazen
das da região de Dourados, Ponta Porã, Ma
racnju, S:drolàndla, Rio Brilhante, etc.
A produção diária é em mé:lla de 1. 000
(um mil) toneladas de calcáreo DolomfUco,
com previsão de produção para este ano de
200. 000 toneladas de calcd.reo.
E a única empresa no Estndo todo, que
po:sul umn rede de energia elétrica em 34. 500
volts, com 52 (clncoenta e dois) ~ullômotros
l,.,,,,.........,..,.. ,,_,. __ ._......, .. .,,__r-""---..----....-,.._---'"""------;,,--
1
ou eJa, de Jardim até sua usina, rede essa
de sua exclusiva propriedade, onde consome
por mês CrS 15 milhões de rnergia, hoje or
ada em CrS 750.000.00í),00.
RECURSOS HUMANOS
O Diretor Presidente da empresa é An
tonío Aranha, Diretor Flmmceiro Sr. Robson
José Flores de Araujo, Dlretor Industrial Vai.
dJr M. de Barros, Inspetor Comercial Sr. As
cêncio Echngue, Geólogo Dr. Fábio Leal, En
genhiro Agron0mo Dr. Daclr B. de Deus,
esses s1lo alguns dos responsávels pelo bom
andamento da empresa, e que !az.em com que
f
o
Vlsta parciul da Jazida de Calcárco
Vista Aérea - 1° plano Residências ela Adml.nistração
Pia seja a maior Usina de calcárco de todo o
Estado.
Apesar de todo o seu maqulnár:o, de ma
reáe de energia particular, de sua ln!ra-estru•
tura, que faz com que sem patrlmônio seja
de alguns bilhões de cruzeiros; seu diretor
presidente diz que o maior pntr'imônio da em
presa são os homens que nela labutam. Pois
em cada homem ele tem um amigo de traba.
lho, de pescaria, de futebol, etc ... pois a gran
de maioria são homens que estão na empresa
desde sua fundação, há 11 anos passados.
ANTONIO ARANHA - 39 anos de idade,
casado, pai de 4 fllhos homens, contador, cur
sou colégio técnico comercial e Faculdade de
ciências conlábels de Itapetininga; deixou a
faculdade de direito no 2° ano, para vir para
MS pois acreditou na pujança desta terra e
também foi acreditado por muitos homens
daqui, como par exemplo, seu grande incenti
vador e amigo, o saudoso Athanázio Gomes
Mello, outro o Sr. Luiz Carlos Nazareth, que
há 11 anos era gerente do Banco do Brasil em
Bela Vista, outro o Sr. Saulo Queiroz, e ou
tros ainda de Bela Vista e de Jardim.
i,
ACREDITAMOS NO FUTURO
No setor comercial, está muito bem es
truturada, através de seus escritórios de ven
das nas cidades de Maracaju, Ponta Porá, Dou
rados, Rio Brilhante e Sidrolândia.
Está neste ano de 1984, montando um
projeto para ser viabilizado até e, final de
1985, para a produção de Cal hidratado em
saquinhos de 20 Kg. com previsão de uma
arrecadação mensal de ICM de CrS 10 milhõ
es de cruzeiros, aqui no município de Bela
Vista, cõm a criação ainda, de mo.is 100 (cem)
novos empregos diretos.
e)
C.'.l
.,:: 'I
»
Vkl11 Parcial do pátio para caminhões
i
i ..,. __ J
________ .,._._,__ ----------------- llJUf/A UI fltoN '1-:UIA , _
JIISTúHICO
O Lopes, que j hviam tido papel przpon:
drnte no povomen'o do vale d J I':11 t inibi,
r ··,all,ar.1n1-s• por todn u r<•Jll,io rnl ele 1,:,1atlo
de Ma!o Gozo, ora formnd» núcleo regula-
1c de ldemnto, ora penas frdas isola
llns, multiplicando-se desde c: campos ds Va
rnrln, Brilha de «c Durados, entrudo pelo;
chopndõ,~ do Jmnml,al, olé os cnmpnnhus po-
1apuains, indo, finlments, um de"ser reb31tos
p'onelrcs Inrtalr-o nrr reglões banrds pc!o
Apa, ll formado fazenda de gedo,
GLrlel Ire, aue procdla de Don VIt ,,
~ntrc o V11cn1ln , o BrJJh11nte, crJ (lcllro do Jn
tonlo Gonçalve- Parbos; de'xando ror cm
Bon V'~tn, Ir
1
clou os llczrces de "P.,·:mtcm
po", prcprledoclo que, tempo~ clepol•, ce:ilo n
InogJo Gonçalves Barbosa, Irmlo de Anlortlo
lnlclond, n jornndn rumo os rqlê'~, !=1 !.ct~ elo
Apn, n fim de nlt csoolher terras do teu gosto,
o que velo o suceder no rlblrfio "Monjoltr.ho",
nflucnte do Apa, onde fundou cslob~lcclmcnto,
mm ou mcno, no cno d~ 184G. Em compor.hla
d:i. !nmtllo, cuidnnd> dn novn fazendo, nào cs
quccln de manter contoto com Antcnlo Darbo
a,conscrvando rempre bzra na estrada qu?
. r:r-gu•~ n•~ n morodn de Gabr1C!l Lopes, que era
. ,:cnro do Sr. AntJnlo .. l3arbosa, situada por.:i
·.baixo da era de Marca]! obre o rio Ap11,
. nüc longo? do forte rrulrado de S1o dos!",
Dols znt depols de ter l«ta!ado a faz: 1.
.do, cm 1848, Gnbrlol Lope! velo :i !olcccr, del
_xnnd:> à suo mulher, Dona Senhorlnhn Maria
da Concelção, os cuiddoz de mantr a posse
que ele fundara. Tempoq depois D. Senhorinha
contraia mlnc!M com J"1é Francisco Looes, Ir
.mão de Gabriel, e oue mnJs tarde !rio ter pa
pel de grande relevAncl J histórica quando ns
~umlu o comnromisso de Indicar li~ forças bra
allelras, então fm lnta com os exércitos inva
sores do Solono Lopez. o melhor caminho p/
alcançar Nioaque, na ret'rnda épica dn l,a1ntn"l.
A invasão paraguoJa velo encontrar D. Senho.
rlnh11 à frente da íazend:i. fundada por Gnbrlel,
euja posse havia realstrado "nos 11 de Feve
·relro de 1856, de o.côrdo com o regulamento de
18M". Termlnocl11. a ,1?Uerr11 do Para1?11nl. o .,.
exemplo de Gabriel Lrs e de Jos Franlso
fo seguido por vtrlos outros colonlzndore< 1H<-
1tlngulndo se entre eles, José L. Bugre. o 1 ° a
Ee e~ta belecer, erl(Uendo a primeira rerurlêncla
onde hoje se localiza n cidade de Bela Vista.
A partir de então. provnvelmcnte do ano de
1870, teve inicio o desenvolvimento da povoa
ção, com a chegada de novos colonizadores. to
dos eles dedlcadJs no estabelecimento de fazen
das de criação e agrfcultui-a de subsistência. Es
colhernm. pnra centralizar o novo núcleo, o t5.
po dn neouenn- collna que margela o Apa
pelo direito. As orrentcs imil!'l'atórlas com
postas prlnclpalmente de rio - grandenses do
sul encarrearam-se, posteriormente, de com
pletar o povoamento de E~la Vista. Volumava
se a imigração e<pontanea, rlograndense em
maioria. de r.olonlzadores. a muito dos quais a
própria companhia. a Companhia Mate Laran
jeira que, por muito tempo, monopolizou a in
dústria ervateirn em Mato Grosso facilitava os
prlme
1
rcs trab. permitir.do-lhes cslanclarem
dcn'.r.:> da .lrc:i nrrcndada. Vinha pelo Parn
guay, por terra quase sempre escapando à per
seguição da caslilhismo, que lhe r.ão dava quar
tel. Dispersavam-se peb fronteira, desde Befa
Vista. a Pont;i Pcrã, penetrar.do pouco a pouco
o inlerior, como onda invasora.
Fm 10 de Abril de 1900, a R~;;oluç3.o ·1° 2j5
criava a paróquia de paz de Bela Vlstn, com os
limites do já existentes distrito Folíci:il. crt;:
b;?)ecid1 por volta de 188!!. O ri:u de,envclvi•
merto não sofreu solw·3c de cn 'nuid;' tan
to assim que o Goveo do Z !ado, .Ia L3i
:,
0
502, de 03 de Outubro de 19"s'.l, crbv~ o mu
: icípio de E2la Vista, incorpor:uidc-o à comar
ra de Niozque, c2m os mesmos limite: do dis
trito de paz. A m~·m:i Lei nº 50'?, c·c··, , po
oacão à ca:cçor' d» E!», cnd: ficcu z..
'o novo município. D2is arcs dpcis, cutra Li
Tstadual, de nº 549, de 20 de Julho de 1910,
ria a corr:arc:i de Bela Vista, até t.1l.'o termo
'udiciário de Nioaque, a qual foi ln:1:i.l;:da cm
16 de 2!arç-::, de 1911, per força do D~creto nº
217. Nu Divfrio 'I'o:1,liuiol rlc lijJ1, o rnumci
p'o de DLlo VLIJ ap,,rccc com dois dislrltos: o
da ede municipal e o de C:irocol, cri:i.do pela
Ld nº 05'.J, dC' 20 de j unhe: daquele 0110. Foi
clev:odo il cntc,:ori;i de dclndc t·m lG d'! Julln
de 1918, por força da Lei estadual nº 772. Em
1 de Dczmbro de 1031, Dela Vista aparecia
com o distrito de igual tqpnimo (ccde muni
cipul) e ml; o d Caracol, sim permanecen
do até a divis» territcrial de 1936, quando foi
criado o dlstrl•o de Port~Jrn c lr.cJrporodo no
munldolo de Ecl11 Vls!n. Cor:Jnucu com n sl
tuoçllc • lnnltcrodn otó 31 de J:mclro de 1940,
quando foi extinto o d
1strllo de Porteiro, opor~
cendo cntJo, Bela Vita com os mesmos dlstil
tos, flcurontcs em 31 de Dezembro de 1934. Em
1913, pelo Decreto • Lo! Fc:lcrnl n° 5.83), de 21
de Sctcmbr.>, parsou a conslltulr mu:1lc(pb c!-:
terrlt6rlo federal de Pontn Porá, er!re ma!s
5cJ, do Estado de Mote Grosso. Com a cxtinçii:>
do tcrrtt6rlo federal, por ato das Dispo!'lçilc~
Con,tituclcnols 'Iransit6r
1
,:, promulgado em 18
de Setembro de J9rn, !o 1~lncorporndo ao Es
td de Mato Grosso, com a mesmo óren onte•
rlor ao desm:mbrament:>,
Em 1940, c:>nt,vn cc-r.i 3 Distritos: O da de
Mun•~'pil, c,racn e Jardim, cm le'.>3 foi-lhe
acrescido o de Com:ie:str~ .
·Perdeu o• Distritos de Jardim (1953), Cn
rJcol (,1963) e Campestre, hcje de Antonlo Jo
llo (1964), paro formoçio de nlvos Município:.
Atulment3 Pla Vista é ccrstitu'da pelo Dis
trito da Séde e Distrito Nocsa Se
nhora de Fátima. (L~t Estndual !1° 3CJ, de 14
de Dezembro de 11)91).
A Lei nº 5.449, de 4 de Junho de 1968, con
siderou o Município de interesse da Seguronçl
Nacional.
O Curado al:rnnge a maior área d Muni
cip1o. A tipificação básica é de árvore de por
te relativamente b3ixo.
Na, á·?n, de Campos limpo• predomina a
vcgetnc;:io cl: I! ·:i.m'neas rasteiras. Nessas área,,
;i exp"n: ·cii- recu:i~ia extensiva vem dando lu
(;Jr n AgricuUu~~-
MCP TFG'U. HOMOGÉNEA : Iodo7en
r•n, TI1Dr.'.XU-1FICA: Il:icio do Rio Paro
gual.
"I N F R A , E S T R U T U R A
F 1 SIC A"
., MALHA VL4..RIA
C slste.-na de tran<;porte do Municíplo é
ccnsl;.,uido i:or r::dovias.
• AEROVIAS
O transporte é !cito por aviões particulare,
existir.do uma pista de pouso na Séde do Muni
cípio e inúmeras a nível de propriedades Ru
rais.
• ENERGIA ELtlRICA
Bela Vista faz parte do sistema de dístri
buição interligado, ou seja, ligada à fontes de
tmergin por linhas de transmissão.
Atualmente conta com 1844 cornmidores.
" REDE ARMAZENADORA
A rede armazc.nadora engloba 3 (Três) nr
mnzéns particulares na Séde do Munic.ipio, com
cnpcld1de cc::i,id:md:>. razcável.
• COMUNICAÇOES
Tele.fonia
Bela v;st.c pos;ui lnje 503 ?par~lhos teh
fricos intalados e é integrante do sis'm
'DD e DDI. O zviç» é prestzlo rc'a TELE
MAT.
° CORREIOS E n::•.-r:c·· ·--3
O ntendil-:ic!'lto postal no Município é rca
]z' ±la Fma- p---1ir do Cor-ta 6
Telegrâ.fos que ccnta com umn Ag~ci:>. Po:;!al
Telegrfi.
"IMPRENSA
No Muniei;; si ''dc sjri: da7
dc Belavlstense de Jorr:iis. Trôbuna da Frontci-
•ô!!GJ.O~ P!'i!LICO; E'iT,10UAIS
- Núcleo de Pelctc da Po!fia Mfiltar
_ D~lqpcla de Polítin Civil
- e• CIRETRAN
- f 1cv!sul
-JAGRO
-- Ageria Reg'cnl d Eluzucão
- E~:ri!6tlo ENEflSUL
- Escritório EMPJER
- Exatorln
• ôRGAOS pl)BL!C:>S FElJEfülS
• _ Ikpresent:içüo de INA.'vIPS
- Jmpct 1rla da Rccc-H :1 F ,de: 11
_ Pozto do Mlnist::rio do Trab:i!.ho
i> JGP.NCJAS D/NcAlUJ3
- E:inco do :Crasil S_I J.
- Calx:i Ecc 16mlco Fedcrd
-- Pamerindus S/A.
- Blnco Erasllelro de Descontos S/A. •
(BRADESCO).
• EXtRCITO
- 10º P.~gimcnto de Cnv.ilarlo •.
INFPA . ESTRUTURA SCCIA"L
• EI:-UCAÇAO
MUNICIPAL RURAL:
- Número de Escola~ - 18
- Número de Salas de Aub • 37
_ Número de Professoris - 39
_ NúmerJ de llur.
0s • 7í2
iIlJNICIPAL URDA A
- Número de Escolas - 03
Números de :3'.lla:; do Aulas Pré-E!'colar - 07
- Número de Profel:sorcs do Pré-Escolar -
07
- Número de Alunos c!o Pré-Esco'or - 179
- Número de 1::i.las- de Aulas Primtl.rio - 19
-· Número de Professores Primár:o - 23
- Número de Alunos Primário - 843
- Número de Salas de Aulas Ginásio - 13
-- Número de Profe:;sores do Ginásio - 19
-- Número de Alunos do Ginásio - 433
ESTADUAL
Ensino Pré-Escolar
- Número ce Escolas - 01
- Número de Professores - 01
- Numero de Alunos - 66
Ensino Pr?mório:
- Número de Escolas - 04
- Número de Professor.,s - 34
- Número de Alunos - 1054
Ensino de Primeiro Grau:
- Número de Escolas - 04
- Número de Professores - 15
- Número de Alunos - 953
Ensino de 2° (Segundo) Grau:
- Número de Escolas - 02
- Número de Professores - 30
- Número de Alunos - 435
- Total de Escolas Estaduais - 04
- Total de Salas de Aula - 30
SAt)I;E
A asslstênci3. médica, no muni::íp"o d?
Bela Vl~ta, est1 entregue :>. c!uas c.ntid:ides
locais.
- Hospit.il São Vic::nte éle Paula, perten
r Bnonci He-1. r+ mel Vista
fundado em 09 de l•!a.io :lc 1913.
Posto de S3ide d Pl Vista (Pueri
«·- r'is'o Szc.:.:ia de Estado
:ie Saúde.
SJ11,'EJlIENTO ll-lS•2J
- Abastcc?mrnto d'!a
O se_rviÇo de abnstecimt:nto d'água é exe-
cu:@do pela Funda;3o Serviço d: xüde Pü
'çlica (SESP), atrl':!s do SAAE
c.1p1, ;:::.o - no Ap1.
- v.,_1,'.o - lf.Cm"l/h
- H<.->C!Vi!!;:o - [)'.!ím'l
- Ligações Residencils - I44 Unidades
- Itgações Comerciais -- I46 Unidade,
"ATIVIDADES ECONOMICAS
J'FC, ArtT /
Prmc:p1.I ci! v,c.l:tdc cln r..conom,n lJu,u,.
p:.,I c<-nl dtque para a bovinou'tura de c r
te.
N::i ültlm:i d•.:<"~do, u txplor-.:.çJo li• (;ido
experimentou grande evoluç o com b·•" 11-1
formação de pastagens artificiais e no m?lho
remento genético do rebanho
A despcito do desenvolvimento experimen
todo pela bovlnocultura no Munic!plo, cm 11 J Í
recrntes, a nttvidode ainda (! cuructl'r17, .cll1
por regime de cri pão extensrva e a t:,xa (a
dsfrute do rebanh ainda é baixa. Pte
entretanto, grandes posstblidades de me!horta
do regime de explornção.
- Bovinos - 210.000 cnbc:;:is
- 5ulnos - '1.985 cnbcças
- Equinos - 4. 675 c:1bcçu5
- Ovnos - 6.965 cabeças
- Aves - 25.000 cabças
-- F~tos Formadcs - 111102 h
- Pastos Nativos - 251.260 ha
AGRICULTUTIA
Principais Produtos Area (hl) Estimat;v:!.
Arroz ISCO 2000
Feijão 271 62
Milho 3000 324C
lfundloca 450 6750
Soja 1088 1632
Sorgo 300 370
O totnl da área cultivn:l.a é de 15. 288 ln.
de lavouro. tcmporarlas, com 612 produtores,
sendo:
- 447 peqcenos prcdutores
- 90 médios produtores
- 75 grandes produtores
ATIVIDADE FL'.JRESTAL
O Município é pobre cm reservas flores
tais, tendo a maior extensão de sua área reves
tidas de campos de_ pastagens naturais e grun
des áreas de cerrados. A possibilidade de u
tração vegetal é consequentemente reduzida.
PESCA
Embora a existência de rios piscosos e
variedades de espécies, não comporta a pesca
par_a comercialização.
MJNER/C,O
Em consequênc'a de grandes quantidzdz:
de pedra ca!cãreo no município, destaca-s.? e>
mo principal atividade extrativa, a produç5n
de cal. Não há produção plancjacb. A 2xp'o
ração é feita por indivíduos isol.'.ldos, porém,
cem capacidade de se organizarem para U!l)(I
evolução técnica.
Mals recentemente, o Calcário Bodcqi;eDl
iniciou o aproveitamento de roclus calci!i:!S
do!omfücas. É a princlp:ü in:l.ústria nissl '
atividade.
INCt1STRIA
Outro gênero de importância dentro d
ertrutura industrial do Município é o- de Ge
r".unica.
COJIOORCIO E SERVIÇOS
Ê bem desenvolvido no Município o sct,r
varejista. em particular de produtos al'!!le!l·
trcios.
No setor de Serviços desh::a-sE tarr.b:'.."ll
o Turismo que, embora em fase cmbrioniriJ,
pcde ser ire'uido entre as atividades mss
premi: soras zn1sideranlc-se o rico puteucil
natur;,l q'll!. o lfun:cipio (i;spõe.
LOCAIS DE INTERESSES TUR1STI~05
r.rGNICJPA!S
- Cerro Marger'da, um dos pontos mo.is e'e
v.:.dos do Municii;,io.
- z·c·::.,iio d.!l Serra de à:furacajú, na r:gil,
da Colõni::i Agrícola Dama-CUê.
!'
,. r '
' .l
...
ci
sr"
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LEL.A VISTA
']] ])f [[()][,[[{n a. ao. o
-----·---------------------·------
Escreve: J. J. Ferreira Souto
Pediu-mo o Diretor do Jornal que escre
vese !um coisa sobre a história de Bela
Vista ao ensejo da passagem do aniversário
da sua emancipação político-administrativa,
que ocorre a 20 de Julho.
Qnc poderia cu dizer nl<!m daquilo que há
1<:105 Jr ebcrcvl e constn das páglnns do "A
VOZ DO APA", Jornal que se publicou nqul
pelcs Idos do 1054, Justamente por essa mes
mn rnzllo.
Mas o tempo passa e ludo se modl!lca.
O homem, nn suo vivôncln cotldlano, sem
prc procura construir olguma coisa d:i ltll à
sociedade, cuja obra fica morcodn para a pos
tcrJdudc como e:cemplo cdi[lcontc do nmor à
terra que escolheu para n2la passar, olé o fim,
n sua existência, muitas vezes chclas de con
trntcmpos o alguns e chc!ns de vitórias e g'ó
rlas para outros mais felizes.
Assim é a vida.
A luta é constante; é o vale tudo, a que so
agarra para demonstrar a sua capacidade cria
dora uo cumprir o seu dever clvlco, de con
correr de alguma forma para o descnvolvjmen
to da sua cidade, conjugando esforços com
outros concidadãos no intuito de faz±-la cres
cer sempre, adqulrlr novos meios de progres
so, que afinal de contos, redunde em benef
clo do povo. Eis o desejo de todos que traba
lham honestamente com a vontade voltada
o.> êxito e felicidade da família belavistense.
Assim tem sido através dos nos.
Após a sua fundação pelos bencmérllos
brasileiros que aqui aportaram há pouco mais
de um século, buscando apossar-se dos belos
campos parn o criat:5rlo de bovinos, pois a
fama que corria lá fora da riqueza destes lon
glnquo~ sertõc:; mntogrossenses, induzia-os o
penetrarem mais adentro da imensa vastidão
do solo verdejante até o limiar da nossa fron
teira, fixando-se nela com a característica de
lntemeratos conquistadores de novos espaços
dentro da imEnsidilo da nosso Pátria.
Os Lopes, os Barbosas, !oram os primei
ros; depois outros, dentre eles o modesto José
LEme do Sih•a Bugre que fixou sua morada
em Nunra-Te-Vi, nas cercanias da cidade, hoje
Distrito de Paz de N. • s, de Fátima, antiga
co!0n!a agrícola dos paraguaios que paro cá
vierem contribuir para o nosso crescimento e
conta-se também com os nomes dos Loureiros,
Pinheiros, Pedra, Mello e outros tantos povoa
dores que fizeram do território, o trato que
tansformou-se na sorridente Bela Vista, de
ncminada hoje - A PRINCESA DO APA.
A cidade edificada não parou no tempo.
Seguindo seu destino, vem adquirindo suc:?s
sivamnte novos avanços da moderna socleda
de brasileira, conquistando dos seus bravos
habitantes que tudo fazem para vê-la grandlo
a. bela e feliz. Para tanto, com seus próprios.._
t:;._<;forços ní está a cidade com o seu magnifico
traçado, com avenidas e logradouros aconche
antes.
Por outro lado, o Poder Público não deixou
também de concorrer para o seu progresso e
assim vemos aqui, no formidável investidura
do Governo Federal o magnifico complexo mi
litar - o querido 10 RC - o Regimento An
tonio João, depositário de nossas tradições,
marco de nossa história primeira (que será
escrita a parte) com sua Vila Militar, pequena
cidade encastoada na outra. Obra de vulto de
nossa nacionalidade; guardiã da segurança da
população fronteiriça, cuja frente, em seu co
mando, passaram personalidades ilustres, ofi
clais de grandes méritos que a história regis
tra do passado e de não muito longo tempo.
Cito os nomes do Coronel Almério de Moura,
que aqui deixou grata recordação pelo seu
trato com o elemento civil. fez questão de per
tenccr a sociedade belavistensc, verdadeiro
diplomata, assim acabou sendo em outra mls
são como General, embaixador do Brasil na
questão de fronteira Prú-Colômbia digaif.can
do e !1001':)ndo :1 diplomnci:l brasileira pela
manutenção da paz e coneérdia to cortinente
rui americano .O nome do Coronel
um dos propugnaàorEs da
ccns!ruço da ponte sobre o Rio Apa, que une
duas nações hoJe entrelaçadas em perene
mizade que gern o franco desenvolvimento
da região fronteiriça. Cito também, dentro
muitos outros, o nome do Coronel R I José
Cancelo Santiago, gaucho integrado ao Exér
cito Nnclonnl e os suas trndlçõcs; aqui chegou
pela vez primeira como Tenente, e gostou;
quando voltou, como Major, oqul !lcvu C' co
mandou o Regimento por muitos anos, con
quistando amigos e fuzendo se credor da C'.lll
ma do povo bclavlstensc não deixanlo de re
glstrar aqui a obra gigantesca quc construiu
durnnlc sua gcsti!o no comando, não só á sua
unidade como também cm beneficio do povo
belavJstense. Hojt!, esse ilustre oficial vive na
antiga Colônia Milltar de Dourados, próxima
da cidade de Anlonlo Jo:io, onde zela do ma
jestoso monumento que Icz construir em me
mórin dos heróis de Dourados, que ali su
cumbiram no inicio da guerra do Paraguai,
cm holocausto da liberdade da P:.ítrla, de cuja
história militar é cultor carinhoso.
Atualmente essa respeilável unlc!adc do
Exército está sob o comando do jovem Tenen
te Coronel Srgio Coelho Lima que aqui tam
bém veio pela vez primeira como Tencnate,
gostou, foi e voltou e aqui contraiu núpcias
com jovem moça de trndicionnl familia bela
vlstense. ~ pessoa possuidora de elevado dote
moral, além dos virtudes própr:as do militar
e na direção do seu comando vem norteando
a corporação na mais elogiável conduta de
ordem e disciplina, dispensando ainda à so
ciedadc civil a mais acentuada atenção e zelo,
destacando-se entre outros promoções que
tem feito em prol de elevar ao mais alto nivel
sócio-esportivo, n cidade, terra natal de sua
Exma. Esposa.
Outr;i militar de inigualável valor que por
aqui passou a serviço da União, deixando a
marca idelevel do seu trabalho patriótico foi
o M..arechal Cândido Mariano da Silva Ron
don, construtor das linhas telegráficas de Mato
Grosso ao Amazonas, edificando o prédio da
hoje Agência dos Correios e Telégrafos, ligando
nos pelo fio ao resto do pais numa arrancada no
inicio deste século de unir o Bmsl :ie Norte
Sul pelo elo das comunicações, graças ao pa
triotismo do Presidente da Repüb'ica Dr. Afon
so Augusto Moreira Penna.
Ainda do Governo Federal temos o Banzo
do Brasil há mais de trinta anos, casa de cré
dito que vem proporcionando incomum bene
fício à classe produtora, derramando dinheiro
nos industriais, pecuarlstas, lnvoreiros e co
merciantes, além da construção do bslo edifí
cio da Agência que é um ornamento para a
cidade, como à sua frente está outro orna.m1n
to da nossa socleda:ie, o bem quisto cid:idão
Vervi de Araujo Castilhos, amigo de todos, e •
certamente com um grande ruturo marcante
nos negócios da Institulção Bancária Oficial.
A Receita Federal (antiga Mesa de Ren
das Alfandegadas de Bela Vista, instalada em
velho prédio às margens do Rio Apa), cm
nova sede de recente construção, imponente,
com visão de sua grandiosidade e beleza, do
minando bonita avenida internacional até a
ponte do Rio Apa, foi até pouco tempo admi
nistrada pela Exma. Senhora D. Diva Capo
rOSSi de Urbieta Zavalla, transferindo-a ·a seu
sucessor Sr. Loretti do Amaral, que .
a vem dirigindo com acurado zelo e muito in
teresse pelo fisco.
Pelo Ministro da Agricultura foi construi
do há muitos anos, um Posto Veterinário com
instalações pa:i:a banho de carrapatecida e ou
tros tratamentos de bovinos e ainda Posto de
monta para reprodução também de equinos,
que infelizmente até agora não está sendo bem
aproveitado, apesar da custosa construção de
suas dependências (milhées de cruzeiros, na
época), esperando-se que em breve os respon
sávels tomem o cuidado de fazer fUncionar
tão Importante iniciativa de outros administra
dores da coisa pública, que prevendo a pujan
ça a que chegaria a pe::uárfa ne,ta fronteira,
(como agora). prestando-lhe os inestimáveis
serviços técnicos para seu fortalecimento.
Outra instituição relevante a serviço do
Governo Federal, pelo Ministério dos Transpor
tes que nté pcuco tempo atuou nesta região
com grande proveito para o desenvolvimento
foi CER-3 Comissão de Estradas de Ro
dagem n 3 - antecedida pelo antigo 6 1a
ta'hão de Engenharia sediado em Aquidauann,
na construção e conservação das estradas que
ligam os municípios do sudoeste matogrossen
se. multo tempo sediada em Jardim, hoje ex
tinta, dando lugar ao 9B.E. que prosseguirá
nas construção e conservação das denominadas
BR 060 que de Bela Vista ligara Brasília,
a Campo Grande, Camapui e Jatahi, no Es
tado de Gcis e Assunção, no Paraguai e a BR
267 que liga Porto Murtinho ao interior do
País.
Per sua vez, o MlnJstério do Trobo.lho
fez instalar na cidade a sua Delegacia que
trata das questões trabalhistas inerentes à con
rohdação das Le!s do Trabalho e outras cor
relutas.
De parte do nosso Estado e do Mato Gros
so, nntei: da dlvisão cm outubro de 1977, a
cidade conseguiu por intermédio de polltlcos
atuantes dlven,as escolas plbllcas de 1 ° e 2?
graus; Serviço de Agua e Esgoto com projeto
grandioso; conseguiu depois de anos de tro
peço: com motores a óleo, a sua iluminoção
pública e particular com a energia da Usina
de Urubupungá (CESP), que finalmente pôs
termo ao impasse de anos de frustração da
população com esse fundamental problema
energético. Criou-se também no muníc!plo a
Agéncia Regional de Educação e Cultura, atu
almente sob a direção da competente profes
sora Senhora Antonia Maria Pinheiro de Melo,
com Jurisdição do setor em Jardim, Gula Lo
pes da Laguna, Caracol e Porto Murtinho, mu
nicípios esses que recebem orientação técnica
da Regional de Bela Vista.
Das diversas Secretarias do Estado sur
gira a EMPAER, IAGR0 e outras organizações
de carater técnico que vem prestando relevan
tes serviços à comunidade belavistense no que
diz respeito a seu setor de produção agro-pe
cuária, surgindo desde então melhor produti
vidade.
Ainda 'o Governo do Estado, o município
recebe o prest'gioso Serviço de Segurança,
destritc à briosa Força Militar da Policia sob
o comando de um competente oficial que prcs
tam inesfünáveis se:rv:ços à ordem pública e
garantias à sua população.
Foram também construidos na cidade
dois núcleos residenciais (casas populares), o
primeiro pela COHAB, em terrenos do antigo
Matadouro Público e o segundo, em lugar sau
dável e aprazlvel, pelo PREVISUL, ambas
iniciativas somam cerca de 250 casas, m1cleos
esses que deram nova fisionomia aos bairros
da cidade.
O Estado também mandou construir ane
xo à Escola de 1 ° Grau Vera Guimarães Lou
reiro o monumental Ginásio de Esportes que
vem promovendo uma espetacular movimenta
ção esportiva no município com jogos de diver
sas modalidades e ultimamente ali houve
competições de clubes de outras cidades de
MS, promovidas pela TV Morena de Campo
Grande. 1,': seu Diretor o benquisto Sr. Pedro
de Almeida Melo, funcionário da Secretaria
de Desenvolvimento Social.
Da nossa municipalidade, que ultimamen
te durante o regime revolucionário de 1964
tornou-se área de segurança nacional, obriga
·toriamente o Prefeito· é nomeado pelo Sr. Pre
sidente de República, por indicação do Sr
Governador do Estado. Presentemente está a
!rente do destino do município o jovem Prefel
to Afonso Dillon Nunes Leite, belavstense de
chapa, que muito vem fazendo para o melho
ramento da cidade. Ai está a considerável
expansão da zona urbana com novos logradou
ros que surgem dos diversos loteamentos es
palhados por toda parte com edificações de
casas confortáveis e até no centro, se adotou
nova técnica nas construções; edificos moder
nos vêm substituindo os velhos pardieiros de
outros tempos; urbanização regular com as
fo.lt amento das ruas principais e adotando sis
tema viário mais consentâneo com o avanco
a que vai se projetando a cidade no seu cami
nhar de incessante progresso. Esse progresso
r
,,
é notável. Haja vista a Iormid:1vcl indústria
mad.elreirn, os graodes depósitos de cercais o
secadores Instalados, a cerâmica Já-te-vi, as
serralhcrias que vem emprestando novo visual
panor"amico a cidade e outros estabelecimentos
que pelo vulto da operosicln.de, dá a entender
bem como Bela Vista cresceu nos últimos anos,
no setor Produção, prova da eficaz colaboração
de todos: administrnção pública e Jnvestldo
res, no desenvolvimento da cidade.
No setor cultural, a construção recente
do edfício da Biblioteca Municipal e Museu,
criação do saudoso Prefeito Clóvis Marcelino
de Oliveira que a Instalou Inicialmente na rua
15 de Novembro em prédlo alugado. Apesar
õe construida em lugar distante do centro,
espera-se para seu êxito a afluência dos aman
tes da leitura.
A Prefeitura possue fábrica de tubos de
cnncreto, mclos fios e lages, maquinário ro
doviário próprio, além da ajuda prestada pelo
DER.SUL, órgão do Governo do Estado, na
realização do seu trabalho em proveito da co
munldade.
A iniciativa privada, que muito atuou e
vem atuando, faz-se presente ao lembrarmos
das coisas que existiram e ainda existem, co
mo o caso do Gabinete da Leitura "Afonso de
Taunay" que cultores das letras fundaram
aqui há multo tempo e instalado no prédio da
antiga Maçonaria, Instituição bem organizada,
com amplo salão defestas, mobiliário fino
biblioteca bem orientada com assíduos leitoreg
que faziam do Gabinete um atrativo para re
creação da sociedade. Por não sei que, findou
se tudo isso, acabando no olvido até da nova
geração que vem chegando. Mas a Biblioteca
Municipal aí está, se bem que construida em
local não mttito próprio, espera-se a frequén
eia da mocidade estudioso que dará curso à
vida cultural da cidade, juntamente com ou
tras instituições que existem.
O Club Esportivo Belavistense, organiza.
ao recreativa, cujo início teve por causa
0
esporte, o futebol, que na época estava send
cuJtivado por amadores, tendo à frente
O
·m~
cansável Capitão ' seu fundador,
no começo com modestos esportistas e milt-.
tares do 10° RC; depois com os anos, agigan.
tou-se, com Diretorias austeras, Estatuto n.
gido e _administradores capazes que o trans
formou em um estabelecimento modelar, pre-,.
ferido pela sociedade belavistense, tornando.
se o tradicional refúgio das famílias em dias
de fcstas, como também sala de visitas, onda
se rccepcionavam autoridades q/ aqui vinham
no desempenho de suas missé2s ou de organi
zaço económico-administrativa, como aconte
cia. O clube desenvolveu-se tanto que foi pre.
ciso remodelar a sua séde, com atraente fa
chada, palco de exibições, campo de esporte
anexo, bar e outros melhoramentcs, chegando
até a ser a séde da 15- Seção Eleitoral da 17"
Zona; reuniões de partidos e realizações de
SuIg CO! =
- nvençoes. bem como onde; o juiz elei-
(ChnUnun}
1eia vses- a
-· ------------------
(
toro e ns Jusll6 !nzt.,m o cont.ar:cm dos vo·
tos nas eleições diversas. Depois de ano.; do
ronlfnuos ('xflo,, 1,o(rcu umu pr.mclra e depois
n scgundu (lcprcssüo, qunso no nb:mdono, m;1s
que dignas e combativas senhoras da nossa
socfr.dado tomnram n inlc!nUvu, dckndendo
corajosamente o sou rcergulmcnto, rcu f1m
cionmento imd'to, par tanto orr;onfzando
nova dlrct.orln, provisória, promovendo festas
com !IIlt'.lidndo de ngariar fundos parn a rea
Jlznçl',, d<qullo que julgmnm de prcmcn•o
urgênc!a parn o rcslnbclcclmcnto da atlvlclc.lo
do clube tradlclonal, o rcllalo das Cllmt.l:is
belavitenses; e todos os participantes cham
dos, esta altura, Jd estão convencidos do
xlto alcançado, a vitória conqustuda por des
tem!das renhors que arregaçaram s ma1-
cas, dnndo exemplo lmltávcl,ao sexo !orle.
Tudo bem. Brovcmcnto veremos resurglr cs
dln~ gloriosos do Belnvlstcnsc,
O oéro-dubo de Bela Vlstn. Com grnndo
cxpcctollva da mocldade leal, incentivada pe:
ln Impulsiva do Dr. Assis Chatcnubrlnncl, Dire
tor dos Dllu-los Assoclodos do Rio do Jll!'.lclro.
de dar nsas no Brnsll, fazendo criar lnúmcrvs
ncroclubcs pelo P.i!s Inteiro, com aéronave do.
adas per Empresos prlvndn~ <' :i próprio Mlnls•
térlo da Aérnautlea, nqu! fundou s3 também
o néroolub do snuclosn lembrança, com soleni
dade dJgna de atos no• quau se envolvia um
bocodo do nnclonnfümo II ópc:n quo desejava
dotar o Bro•il de c~mpn!lvcl r,o:lcr aéreo dada
n extensão territorial e parco sistema de trans
porte para o interior.
Foram muitos os ndcptos. Adquiriu-se o ve,
lho nvlào paulistinha que tomou o nome de
"RIO APA", mais conhecido por "vermelhinho"
dada a sua pintura. Contratou-se aviador .ins
trutor. Constituiu-se o r'l dos jovens Iniciante,
na o.rte de voo.r. Eram 14 os Interessados, po
rfm. n1'l6s o batismo do nvião pelo saudoso Pre
felb Alvoro dn Silveira Mascarenhas, que de
pois de Inflamados discursos patrióticos derra
mou chrmanha em sua belice, como outrC's d,
Diretoria, com aquela estrepltosa ,salva de pal
mas, dara início em szuida dos prlmclros
voos e:-Perlmentals pelos alunos. A suore.<:i: o
nervo.dsmo da hora, voar em um avião remen
dado, era perlgo<o e muitos deles r<>rn<~vam n
ser o primeiro. O Presidente do Club, Sr. Ca-r
nelro, do Banco d3 Brasil, seu organizador. t
mou n inlclntiva de convidar, o Secrctárt,., (nue
esqreve estas hi)6rias) para voar naquele
momento lnaugurnl.
Sem nenhum receio (modeslla à parte) tn
mou assento no avião, confiante no exrelente
motor da nnve fez com o Instrutor a nrlmelra
rvolução sobre o aéroporto, com geral alegria
elos presentes. infundindo confiança aos alunos,
que voarem depois. Por esse "feito", também
foi bscrito como aluno, tomando o nº 1, por ter
feito o primeiro voo. A turma encorajou-se e
dfos deools era agradável olhar p/ o céu e ver
0 vermelhinho no ar levando a bordo um be
lnv!stense nulas que aprerdia o voar po.ra ser
vir o Brasil Não durou multo a vida do aéro
rlub. A in~e,;urança do aviio por ser velho que
só tinha de bom seu motor e o instrutor compe-
! i
WJj
tente, depois de alguns pequeno acidentes sem
vitimas, foi desativado a pedido de pesas que
temiam desastre fatal:. Na sua trajetória no
curto tempo de exlstneia, alguns dos alunos
colhcrnm provdtu o cc..1qufolgrom "breve" cm
outro· lugares do Estudo. Fol uma cxpt1:ência
qu deixou saudads e na pouca ccntaridade
de pessoas que desejavam o pro:seguimento da
Instrução dos vo, para fazr vidores que
permitlsso a rip!da evolução da aviação com:r
cfnl l;rowlclra, que !fr.:ilmcntc ficou provndo.
Hoje estm as:!stindo o é:lto das várias com•
panhlas noclon~ls n cortarem os céus da Pâtrln
e do atraui;clro, com Invulgar tl!cnlc:,. e copa•
cic.•1clc lnclhcullvcl <!e~ scua comanclnn!!:S,
j! posslvel que a (mera do b2lavstc1se
n!ndn faça com que isso volt3 a acontecer em
rua terra nolnl, cm condições mnls seguros,
com mnl', ·ia! model.lC, qu2 garanta o oprovel
tsmcrto dos futuros afcloados da avlaço, e
são int11!os,
um seu conp.:êncre, o Clube dos Sargent.os
o Sub-Tenentes "Pedro Ru!ino", de or gem
militar, foi !Undodo em Bela Visa e hoje está
integrado a sua organizc.çlio, a sociedade civil,
com a partlc'.po.çlio da popul:,.çi"o da c'.da-:lo
que aderiu a tlo espetacular lrutltulção quo
fez construir sun Imponente séde, com ramifi
cações csportlv:is, o salüo de restas com am•
biente convidnUvo o até um restaurante es
pecial que ntrnl as tnmlilas no seu cardápio
já n!nmndo. O ''Pedro Rufino" está hoje na
culmlnancla do êxito: bu!les sensaclona's, car
navais lnesqucclvcis, piscina convidativa e
outros atrativos que fazem do seu ambiente
o lugar preterido de lazer, descnnso e tran•
qullidade dos seus frequentadores, graças a
diUglncla das atuantes Diretorias que tem
tido, e assim prossEgulrá.
Tnmbém nele, como no Belavlstense, tem
se !cito recepção de Governadores e outras
autoridades, Generais comandantes que por
o.qul vêm, além do atos públicos comemorntl
'OS ou promoções estudantis da juventude
br.'av·stense,
Outros clubes csportlvos de especlalldnde
no !Utobol foram fundados na cldnde, entre
r-'er. o Sessenta E.C.; o Caçn e Pescn; o Co·
merchl; o valente Vila Nova e o clube do Pe
rondl, o fostejndo Nnutico pela torcida que
rossue. Valc destacar o Sessenta, mais ant!go,
que projetou-se como o ma's importante entre
c
1
cs, de cuja cllretorln, atuante, resultou n
construção da dde própria em npraz:ível lo
rnl à margem do Apa, em plenn ambientaçli:>
com e. natureza, as árvores, o nr puro, as águas
e'? rfo correndo mansamente beira da casn.
Neste prestigioso clube tnmbém se realizam
magnliicns festas populares, recepções com
seus congéneres citados;; atos de casamentos;
e nquele churrasco, sua espec'.al!dnde, com
pessoa escolhido para ESsa realização, nlém
das vitórias conquistadas no campo das exibi
_ções esportivas. ~ importante dizer que seu
pessonl é clisputado por clivenos clubes e fes
tas de cn.rátcr particular, no preparo dos co
ms e bebes, no que são peritos.
VISl
Todos c,.sscs clubes filo orfr nt:1do·, n:is :,u:lS
disputas csportivas, por uma liga, que tam
bCm runciona n!l cidn!lc.
-Representações ôo dcsp,,rti tas ele Dela
Vista têm te destacado m prélos nas cidades
elo Estado. com excelente reu'tado, arr nem
elo espelnculares vitórias, como do jovem t me
feminino de volei, que projetou-e como im
botlvcl.
Ainda no que diz respeito a iniciativa pri:
vadn, oqul !oram lnstaloda; tm clat:is ·ána1,
Aglnclos dos Banco:; dl Frotluç:o S.A; Agro
Pecuário de Campo Grande; Por!ugu:: Dr:s!
lclro cio Desconto S.A; Itnú S.A; que transfe
rrm ruas Agências pra u!rs cidads e o
FJnnncinl S.A. que ultimamente fei borvido
pelo Baco Damerinduz do Pasi! SA. que
mantém sua Agenela funconardo ra cidade,
como 11 do Banco Bras!lclro de D.:ccnto cm
o.Uvldodes nqul.
AIm das três Agénelas bacárlas ex/3ten
tes nlunlme.ntc, o CAIXA EC8l's-ôMICA F:é::DZ
RAL instlou tmb!m a ua Ancia em E:la
Visto, 11 qual v~m pro:,orclon1ndo granc!c c.le
r.envolv!r:,ento cm diversos te'orca d1 ccnà
mia regional, bom ccm1 - n pcupança - como
fazem outros ngênclas !lnancelro.s,
Tcdas essas inst!'uiçães que controlam o
dlnl1elro e o crédito estã, sob o controfo de A
gôntes compétentes que, juntamente cem e pes
rnnl auxiliar e técnicos, são arti da opor
tunidade do:; investidores que fazem o progres
so da região,
Dentre as iniciativas de alto alcance para
o prJgrcs,o de Bela Vista e reg,.ão, dev:mos
anotar, com êfas, a vinda para aqui há pou
co mals de 50 anos de Misão Redentorlsta e
em seguido dns Irmãcs de São Vicent.c de Pnu
lo.
05 Padras Redentori~tac chefiados pelo
Inesquecível padre Francisco Mcor ajudado
por seus confrades da religiosa ccruidzde a
mericana, cuja atuação cm ncza cidade, aju
dada ccm a cooperJção das inzsqucciveis Ir
mãs de São Vicente de Paulo fi de incalcula
vel valcr para o desenvolvimento de Beln Vis
ta r:io só a parte da religião ca!6lica como
principnlmente na c:iucacional, cJn;tr.llnd:i I
greja~ e Coléglcs por todo o interior do Muni•
ciplo bclusive a m1jestosa Igreja Matriz San
tá Afonso e a Cas:i Re::idêncinl, na praça Coro•
nel Camisão deta cidade. gerando da iniciati
va dessa benqulsta Missão a construção do Hos
pilai São Vicente de Paulo, e mais tarde, anexa
a este a Maternidade, estabelecimentos que vin
aram originando a E'meücência Hospitalar
São Vicente de Paulo, que está em plena ativi•
dade atendendo gratuitamente o povo care:it:: e
em geral a população, com rara dedica;ão dos
ilustres· medic:is que nli dispensam o precioso
tempo tr:iduzindo na caridade cristã.
Quem não se lembra do imponenje Colé
gio "SAN:'IO AFONSO", 1c dias de festa con
duzidos pelas operosas Irmãs Vicentinas, com
n sua fanfarra, seus uniformes impecaveis, SUl
disciplina, os jovens, as moças be1isctmas des
fraldando as bandeiras, os standartes e tudo.
S5o lembranças, Sr. Diretor, ue me vm ,
mente agora nesta cabeca já despastada pelo;
anos, mas que o orador civico que a anima tio
deixa t/capar os fatos pausados e em esqueer
de responder ao cu apelo para fixar aqui neg.
te rabisco, o que Dela Vista já conquitoa n..
tes últimcs anos, à nosso connto, rom dos
outros sucesso,
Registremos agora outra Organização de
relevo m nossa cidade, O Sindicato Rural, N
Jn!c!o da sua atuação fol intltuida a antiga A
zoc'g5o Rural de Dela Vista que o rrcu l pe.
los anos 50, com grandes expectativas no campo
tricola. Desde ato vém o Sindicato atu.
do no Município com invul,ar ruo. Agera,
com revido do processo admirlstrativo, eds
prép1 ;a e n lnvc,:idurn do b:r.qui•to cid'.lcLl1
Edron Moracs na direção correta e propulscra
cocc!juvuda pcl:i Wl cqu!p(' cxpl'rÍlll'nto•b,
vim drn'.lo ao público da cidade deste E+tud3,
de outros Estados e ela vlzinh:i Jlepúbllca o e •
petáculo maravilhoso das sua: Exposlçózs Agra
:düstri! que Incide com psagm do an!vzr
r±rio da herólca P:!a Vi{a,
Que tanta demon:traçio de polencfr.l!d1d~
dede povo. Quanta slncrcnização do trabilh:i:
um olhe aqui, veja acolá, cuide disto, veja aqui
lo e o ritmo segue perfeito cnda qual no seu
mi:;lér. cntrosndos na mesma finalid:ide: dc
mon:;trar o poderio que possuem ertes bzlavis
tense: rn construção de nlgumn col~n util, Jde~
justo e incontente; demonstrar o zmor à tern
e o poder do trabalho objetivo de que são ca
pazes.
l
i
l
.-
f
1
E o Club do Laço?
Sim! ... é também umn potência. t a arre
gímentação dos pecunrist:is, os promotores da
maior riqueza do mun.icípio. 0.; dor.os do~ boi:.
e dos milhões.
Na parte teclai, os Club Belavlsteme e Pe
dro Rufino, as salas d2 visitas da cidade, co1-
qulstas de esforçados cidadão• com a vsão de
suprir os belavistenses de casa para as suas
reuniões, lazer e também r,nra 1 zcepcionar au
toridades e reollz.ar ates públtcos em dias de
Cestas.
Quanta conclusão bellssima não se tiraria,
ce pudesse contar a história como ela é, c.>m
seus detalhes, as pasagenas deslumbrantes dos
seus participantes na construção desta maravi
lhcsa e hospitaleira cidade dos b:?lavistenses!
Cidade das mulheres boritas, das mais gen
tis, das mais alegres e sorrldwtes c;-l 1'.uras que
Deus pós ao mundo!
Olhe, Diretor:
Eu quizera ser poeta, ter a inspiração neces
sária, para poder cantar em versos a ;_men~a E:S
tima que Bela Vista merece, que ela incita no
coração de cada um de seus filhcs ao mais fra
terno aconchego; numa demonstração .mi:tli.l
de fidelidade ao amor à ter:ca querida.
E nssim, só assim, eu poderia cumprir, ao
menos em parte, o seu pedido, uma hi~!ória de
Bela Vistn,
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nos maiores
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acontecimentos
Bodoquena
s~ 1 avistenses
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A llAIOR AMOSTRA AGROPECUARIA DO INTERIOR SUL-1'1ATOGROSSENSE
SHOWS - BAILES - TORNEIOS DE LAÇo _ PENCAS
A EXPOBEL E ONDE O PECUARISTA ENCONTRARA. lIAIORES FACILIDADES
PARA VCNDER OU CO'.IPRAlL
EXPOSIÇÃO DOS GRANDES CAlIPEôr:s • '.!.1.lOR IXD!CE DE CO'.IERCI,LIZAç,o
VENHA. BELA VISTA ESPERA POR voa: - ETOEE: I DE 1; .,
' .. • • .,,., ·• - i1 22 DE JULIIO
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A 13' EXPOBEL
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1)/7 às 8:00 horas -- Abertura do Parque
M 9:00 Ju!pamento das Taças
)•; 11 ::!O Almoço no Clube do L'lço
As 19:00 Rodeio Internacional com Show de
Touradas
Ar. 22:00 Dalie do Anlvcrs:rlo dn Cidade -
Grlmlo Pl'clro Rufino (OSSPR)
Conjunto Los Tmys, Show com Rita Cadilake
.. : a,
Jl-•
1/7 s 10:00 horas --- Abertura da 13 Expo
bel pelo Fano Sr. Governador do Estado de
Mato Groo do Bul Dr. Wilson Barboa Mar
tins.
A 1E30 Vilt no Parque
A~ J?:00 Almoço com AutorJdndos
As 13:J0 Po1•·c, da Primeira Diretoria da FC•
clrr·,,,110 dfls Ch1brr. do Luço.
Ms 14:00 Aberturn do Torneio Regional do
Lço.
As 1:00 Abertura do Grndo Rodelo Interna
rclonl com Show de Touradas,
As 22:00 Dilo de Abert Ili': no Chibo do Viço,
15/7 s 1:00 horas bcrturn d, Parque
Ms 9:00 Reinfeto 'Tomnelo de Laço
MS 113O AImoço no Clube do Laço
As 14:00 Pencas - Taça MARIO LOUREIRO
DE ALMEIDA
/is 10.00 ltôdclo Intcrnndonal
Ali 22:00 Bl'e no Clube do Laço
J0/7 às 8:00 horn, - Jhcrturn do Parque
Dia de Llvrc Comércio
l-.s 11:30 Almoço no Clube cio Laço
As 19:00 Rodeio Intcrnao!onal
, M 22:00 Bnllc cio F:1zendclro no Clube do
uiço - Trnjo tlplco
Conjunto P!-IOLHAS DE VERÃO
17/7 As 8:00 horas Aberturn do Pnrquo
Dia de Llvrc Comércio
As 11 :30 Almoço no Clube do Laço
As 10:00 Rodela Internacional
As 22:00 Baile no Clube do Laço
lfi/7 às 8:00 horas - Abertura do Parque
• As 0:00 Inicio Julgamento das Rnçns
• As 12:00 Almoço com Expositores - no Clube
As 14:00 Julgamento das Raças
As 19:00 Rodeio Intemnclonal
• As 22:00 Ballc dn Polca no Clube do Laço
(Concurso)
1.
T
20/7 - Programação Especial cm comemora
ão ao Aniversário de Dcln VJ,ta,
As 0:00 Abertura do Parque
As 10:00 Apresentação dn Escollnhn I-Ifplcn
no Recinto do Rodeio, TroCéus oCerecJdos pel:,.
Prefolturn Municipal
As 12:0J Almoço de Contraternlznç:!o dog
Lnçndores no Clube do Laço
As 11:00 Jnfclo Torneio Internncfonal de Laço
As 15:00 Pencas Tnça Prc!clto AFONSO DIL
LON NUNES LEITE
'As 22:00 Baile no Clube do Laço
21/7 !Is 8:00 )Jorns - Abertura do l'nrquc
As 9:00 Torneio Internaclonn1 de Laço
A.-, 14:00 Pencas de Potras Inédlfos
As 10:00 Roclelo Intemaclon1t com Show do
Touradas
As 22:00 Baile de Encerramento no Clrêmfo
Pedro Rufino an'mado pelo Conjunto Zutrlcs.
22/7 às 8:00 h'/1'.IS - Abertura do Pnrquo
As 9:00 Torneio Internacional do !.aço (!lnn
llssima)
As 12:00 Entrega dos Prémios nos Laçadores
Campeões no Restaurante do Clube do Laço
Às 19:00 Final do Rodeio Internacional com
Show de Touradas
As 22:00 Baile Popular no Clube do Laço, en
trega ele Troféus aos vencedores do Rodeio
Internac?onal,
%gêS%êã
,,
'
e8@ %
A primeira coisa em quo pensamos ao ouvir falar em água quente 6 no
chuveiro. Considerados quase Indispensáveis nos dias da hoje,
os banhos quentes chegam a ser responsáveis om m6dir
por um quarto do consumo de energia elétrico
em uma residência ..
Sonhos quentes e prolongados prolongam a conta de luz,
Eliminar a utillzeção
da égua quente
nem sempre
éa opção
mais acertada - •
observando bem, '&,
uma simples .,9%
mudança .S_2
do postura .• {
pode significar
economia SE=5=.,>
sem que hajam !',f
restrições • • 1
àsua ////
comodidade e o • . /. i 1
,j " 1%j
sê$
.,Si%j
' .. • .. ' ._,· .. _.,..,_. ~1 ~
.. ..... _.~ ..... , 't :../'""
Em dias
de calor
coloque a chave
do chuveiro
eldtrlco
na posição "verão".
Ela consome
de30a40%
menos energia
que s posição
"inverno".
No verão ajuste
o rormostato do aquecedor
central em 40 graus centígrados,
no inverno em 45. Assim vocâ •
n:lo prccisar.1 utilizar água fria·
para temperar a água e jogar fora
a energia que vocõ utilizou entes
.para aquece-la. Procuro instalar
o aquecedor o mais parto posslvel
do ponto do utilização. Aplique
isolamento térmico em todas
33 canalizações que conduzem
água quente. E quando
viajar desligue a sua chave.
Quando estiver no
chuveiro ou
na banheira não ligue
aparelhos e fétricos.
Jamais mude a
poslçãoda chave
(quente/frio)
com o chuveiro elétrico
ligado.
-----, .... ao
Segurança
é fundamenta li
É com e torneira
fechada que
mudamos a chave
. do chuveiro
elétrico.
1.é
snE n.o. $%??
Hoje é o aniver:rio desta cidade. Um dia
de festa que serve, também, para lembrar tedos
os dia, de Jut.i;;, e:. forços e muito trabalho de to
dos os que a construiram. Tempos de emeadu-
I rn e colheita.
Tmpos de engorda e abate. Tempos bons,
tempos difíceis. Tempos idcs e vividos pelo Dan
co do Brasil neta cidade. Atuando e participan-
do intimamente do progresso e da vida social de
nessa comunidade.
Este passado é o maior aval para investir-
mos cada vez mais em :1:,sso terra e nossa gente.
E para olhnrmo3 confiantes o~ anos que virão,
Hoje todo mundo vo.l ver a bunda passai, por-
que nlnguém é de !erro.
!Amar.há começa o nosso futuro.
EDITAL DE ALIENAÇAO POR CONCORRENCIA N 01/84
ENERSUL
Em:ess de Encrgia Elétrica
de rvlê'.o Grosso do Sul S.A.
Secretaria da Obras Publicas
GOVERNO DO EStADO DE MA10 GROSSO 00 SUL
Everaldo Alve!: da Rocha, Prefeito Muni
cfpal de Porto Murtlnho MS, comunica que
realizará às 14:00 horas do dia 24 de julho de
1084, alienação de sucatas, veículos e máqui
nas abaixo relacionados, c'.e acôrdo com a lei.
Propostas serão recebidas até às 11:00 horas
do dia 24 de julho de 1984. Demais informa
ções, bem como edital completo, inclusive os
bens alienados poderão serem vistos e exami
nados através dn Secretaria de Administração
da Prefeitura Municipal de Porto . Murtinho,
no horário normal de expediente.
Relação dos veiculas, máquinas e sucatas
a serem alienados:
1) Uma sucata de um trator Massey Fer
guson 50
2) Um caminhão Chevroleth chassis 68351
HO 8658, ano 1978
3) Uma sucata de um caminhão Chevroleth
motor Detroit, ano 1.!l77 chassis 68351 HO
3654.
4) sucata de uma pick-Up ford chassis
LA 3BPA 621117, sem ano de fabricação.
5) Um caminhão Mercedez Benz 1113 ano
1976, chassis 344.033.12.312337, sem pneús,
motor fundido.
6) Um caminhão Mercedez Benz 1113 ano
1977 chassis 344 032123381105, em péssimo 2s
tado.
7) Um caminhão Mercedez Benz ano de
Campo ds
A EMPAER, Empresa de Pesqu'sa, Assis
tência Técnica e Extensão Rural de Mato Gros
so do Sul, através de seu técnico, o Zootec."lis
ta José Clauclio, está desenvolvendo um exp~
rimento na propriedade do Sr. Pery de Al
meida Mello, Fazenda Terra Nova, com 2 lotes,
de 95 r.ovilhas de engorda cad:i. hte, ~end.>
administrado para um lote apenas a m'sturã
mineral e para o outro lote a mistura mineral
mais Uréia Pecuária, O experimento terá du-
fabricação 1.973, chassls 344 032 1205 3008
(sucata).
8) Uma sucata de uma perua Komby
1.968 chassis BB 138845.
9l uma sucata de um opala chevroleth
1972 chassis 5N69CCB-ll826.
10) Uma sucata de uma patrola Caterpll
lar 1 2 E número 3673.
11) Uma Sucata de wn trator de esteira
Caterpillar D4D.
12) Um caminhão FMM chassi ARS
1610122239, ano 1958.
13) Um caminhão Scania Vabís chassl
L-7638,motor S-5537, ano de fabricação igno-
rado. .
14) Uma sucata de um caminhão Ford
basculante.
15) Um conjunto gerador Hoos 110 Kwa
motor 103907
16) Uma pá-retro, sem retro Massey Fer
guson
17) Um conjunto Hoos MWM 12 cilindros,
!tmdido
18) Aproximadamente 8.000 Kg de !erro
velho, sucatas cm geral em lotes a serem exa
minados.
Porto Murtlnho 04 de julho de 1984
Everaldo Alves da Rocha • Prefeito Municipal
Antonio Carlos Dias Barreto - Secretário
Administrativo
Demonstrocão de Uéio
ração de 100 dias e tem como objetivo a ma,.
nutenção ou melhoria de peso de novilhas de
engorda, através da redução do déficit protef.
co, com utilização da Uréia Pecuária fornecid:t
junto com a mistura mineral, no período seco
Durante o período do experimento, Serã;
feitas excursões com pecuaristas, visando di.
Cundir esta nova tecnologia na região. No fi.
nat do experimento, será feito uma Reuni
com demonstração dos resultados alcan~d ªº
= (os,
·- - .
'TI +86
1
1 1
1
- .._ - .. --- -- .,, ..
------
):l:stc dia qv3 $ '3 fcct pera a cidade também o 6 para nós,
Bela Vistu quo hoje 1111vcrsarln, nossos melhores votos de progresso lnccsso.ntc,
;,
"A QUALID,DE DE SU: VIDA DEl'ENDE D, QUALIDADE DAS COISAS QUE VOCE
'{'OÉ NELA. _
rANII-'ICIDCR.' CONFEIT,'I:•!A, L/'NCIIONETE, AÇOUGUE, LEITERIA E VENDAS DE
rnODJTOS YETI',r.lNIRlOS I'O!t.J T: "' "fl AYENinA DUQUE DE CAXIAS N" 446
J,IDli1 - Ms
G ,.,.,,..,. o
A Festa
,.
e
nm,1nhft.
1
1 E~lc. dla que é d:) fc~t.l p·na a cidndL•.
tamL{m o é para nós, afim! ninguém é r:Lc
1 J •
ferro. Hoje p.iramos p:irn fe:;tc :rr, mas ,:i.m•
1
. bém para recuperar forças e no bate papo
!
gostoso com os amJgos, vislumbrar novas al-
1 1
tematJvas.
1 Nos•:is hcmenagens de~de o ma's humil
ldo morador da perifria até o mnfr graduado
1
pois todo~ participam da nossa vl:l.a, traba,
- =• -------=-- ---~-------1
_Neste 14 -de julho, dia em que os belav:~.
1
tenses se irmanam na festa de inauguração
.da 13n .EXFOBEL, orgulho de todos nós, mJ
t radores de ;Bela Vista, Jardlm e demais cida•
ºl
j .des da região, enviamos as nossas calorosas
zaudações ao povo belavistense, sobretudo pe.
la presença do Senhor Governador do Esta
do, Dr. Wilson Barbosa Martins.
Que a ação conjunta de todos resulte num
progresso maior para Bela Vista e bem est!lr
_de sua gente.
M~ li EZ PEIXOTO
lhando, conquistando concsco etapas impor-
, lantes no processo de crescimento.
Parabéns Bela Vistn
Parabéns Autoridades
..
1
------- ~ ._. - --------------------------
-----------~-:---.-----
Nós Comemoramos Também
Sim, hoje nós também estamos comemo-
rando, afinal a longa escada do sucesw deve
ser percorrida de degrau cm degrau. Assim
foi. A!sim será.
Começamos do nada, com muita luta, tra.
balhando muito, mas hoje tudo está mais r:li~
cil. Já vislumbramos o arco iris do sucesso,
isto nos dá uma esperança malor, e toda esta
de To dos
Pedro José
Polmieri
o
. -··-. ·-·-- ------ .-- - . -7
..
luta tem uma razão de ser, Bela Vista cresceu,
novas oportunidades surgiram.
-No fllturo Bela Vista será uma cidade ain
.da maior, teremos orgulho em dizer que par•
.ticipamos desta conquista.
,,11 O
1 /f [1:
pies pi
, e • , cc
e'· r;o Cll
, .. e : Jo
e:m
.:-ac.:g:n
(Na foto Cassio ?O lado G<> Senhor AntoniÔ
• 7 - de As::is, compr!!.dcr de gado de F.Hima do Sul).
, '
·- - -
PECUARISTA CASSIO ACI LI
.!.
ç. mais
: j
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·~ ·.y ... :L:t
.±:; G:
:1:L
T.:r..! C:o :-..r
, ... -.:•;. V
±: :r!a,
:7 1que
: te,
EIS CIONIIL B
Dia 1.9 de Julho - No Grêmio Pedro Ru
Aniversário da Cidade. , . . mo, em Bela. Vista, Baile Comemorath"o ao
Abrilhantaílo pelo melhor conjunto da Fronteira .. e
o TAMMYS"
l'rcscnça da Mals Famosa Chacrete: RITA CADILAC - t
Be eza, Charme, Veneno ...
Venha, Rela Vlsla 1'sper:i por Você.
RESERVE SUA MESA COM ANTECEDENCIA
..,_
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(Continuação)
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ar::
stes
s5
urs-
..- n~rra cio PJrlpucu, r.om suas margens cra
vefdas de pedras naturais, tinge na vezes u
r!lurn cJ11 10 (dei) melros,
-· Córrcgo Mui,
.-- Córrego Guaviral,
- riorrn do Rio Cnrucol,
.--- Campinas do Nhum-IIntlm,
- Parque de Expo:-:1:;;,ío Jgrop:cu:irlo, cons
titui-e em uma das mals belas festas Muni
cipa,
.- Cachoeira do Córrcgo Vacaria,
- Córrcr,o Mnngnbn, com Jeito coborto de
pcclras vermelhos,
-- Ponte Inhnhde]ara (Ponts de Deus), outra
bo!eza rara do nosso mun cípio,
- Monumento Nhnndcpá, onde !oram sepulta
cl('ll o:i rcslos de trn•·ilciros e paraguaios tom
IJr.dos cm combnto.
'fTIIIISl[O E LAZER
-. Recursos nnturuls: Parque Natura~ queda
d'rgua c Prnlos.
- Recursos Culturais: Acervo IIi~tórlco, B'·
bliot.ccn, Museu e Ntlcleo Artesanal.
-- InIra-Estrutura: Meios de hospedagem.
LAZER:
Rios plscosos, coso do Rio Apa, com varie
drclcs de e~péclcs, Cinema, Estdd:o, Gindsio
Coberto, Clubes, Compras Praças.
8 e I o
c;;::;::i:
ccreve : José Joaquim Ferreira Scuto
Vejm ccmo ccmeça, cresce e agiganta sa
uma organtzaçilo.cmpre;arial. Esta Rede de Jor
nais eomcçou aqui mesmo em Bela Vista, há
pouco mais de doze anos, com o aparecimento
de um jovem magrinho que, segundo amigos
mais chego.dos, tcdcs os anos viaha a Bela Vis
ta, vendia .-ções e livro3, com representação cm
Campo Grarde, onde trabalhava na mesma fir
ma com Duprê Gorcla Coelho, lujc Diretor d:i
Fclha de Mato Grosso do Sul e outros quatro
jcrnrus. V~ndla livros e ações porque a grnna
crn curta, levava vldo. apcrlada, mas sempre
cem aquele otimismo.
Na época, um grupo de jovens imprimia
um jomaWnho na gráfica,do Glauclr e convi
dava Ivaldo para escrever crónicas para o mes
mo, feito para se levantar fundos para o carna
val. Esse jornalzinho, "O JOIA" só durou dois
números, depois teve suas atividades encerra
das. 1valdo sentiu naquela cpo1 tunidade que
Bela Vista poderia ter realmente um jornal de
verdade. Foi a Ponta Porâ, c)nversou com o
Dacunha e o Fernando Saldanha, na époco. Di
retor do CORREIO DO FOVO, eles concorda
ram em imprimir o jornal. Surgiu a Tribuna
entre a converso. de Ivaldc com o Dacunha que
ncabu definitivamente em TRIBUNA DA
FR~NTEIRA, ant~ impressa em Ponta Porã,
depois cm Aquidauana, qua.rd, então já rece
bia artigos gerais e novos adeptos chegavam
para cngr.'.lssar n5o o rapaz magrih e sim o
Jcrnnl que a cada espaço de tempo aumentava
scu tamanho e número de páginas. Em 1973..era
registrado o seu jornal. Nesse ano ingressou
na Associação Bracilcira de Imprensa. Ê ago
ra Vice Presidente da Associação de Diretores
de Jornais do Interior. Já participou de, diver
sos encontros de jornalistas em Aquidauana,
Cuial::i, Camboriú etc.
Novos colaboradores surgiram. O jornal to
tia e intcligê:icia aliada ao talento do magri
mou sustâr.cia. O arrôjo, a constância, pcrtiná
nho, jâ cnt5o casado, cem uma belavfrtense Ma
ria Estela, tomaram outra decisão.
Organizaram a Empresa Gráfica Apa. Era
ncce~·s:irlo ter máquina:; próprias; aí é que se
aguentou a l:arra pesado.. Sem capital suficién
te, ludo vencendo no peito e na durcn das di
ficuldades várias, corseguiram crédito com o
Sr. Nazareth do Banco do Brasil para novos
investimentcg e trouxeram de Auidau:na o
Gilson, pro.ta r-rcciosa da casa, que ·cm tipó;tra
fo, impresscr gcntz e tudo para ajudar : cm
[.rc,sn cr;:::ccr.
Estou falando do Jo.: z!is'a icldo P:reira,
e sua senhora D. Maria Fstel Velasquez Pe.
rira, empresáx.o que ccm garra, ao come;o
cm mzteri] insuficierte. ms com ex?lentes
Parque Natural à mren do Rio Apa,
r,r,rovcitodo pora rcc1cnçfio cm mus•,·1.
INVESTIMENTOS Eil Dl~L/ Vlb'fJ
Dela Vista nprescnla amplas perspectivas
de desenvolvimento baseados na expansão d
Pecudria e dn Agricultura.
Dentre as áreas mais propl::!ns os inyes
tlmcntos prlvndos, merecem destaqu:) os sc
guintes:
o) Exploração e Induslrlnllzaçiio de Cnlcdrio;
b) Industrialização de carne e sub-produtos
do gado;
c) Turismo e
d) Fccu:1ria de animais de pt:queno port:?.
EADOS GERAIS
Origem do Municlplo de Dela Vista: Nioa-
quc .
Dnln de Crlnçfio: 13.10.1008 - Atrnvé~
do Lei Estadual nº 502
Locallznçfio: Região Sudoeste do Estndo,
LllIITES
Norte: Com o Munlclpio de Jardim
Eu!: Com a Republica do P:miguol
leste-: Com os municlplos de Antonio Jo-
o e Ponta Porü
Oeste: Com o Munlclpio de Caracol
Bnc!a Hidrográfico: Bacia do Rio Pnrnguai
Micr.oregião Homogênca: mrh 341 -- Do-
doquenn
{uncioná1Jos
1 editar.do um jornal já então com
real aceitação, com lutas incessantes levaram
. à realização aquilo que ele ~cmpre dizla•m':!:
"Constntirei cm Dela Vis la um;, org 11izn~ii:,
jornrlisticn como quero. Nfio será sómente a
Tribuna da Frcnteira, farci publicar oulros ,
jcrnnis, quero cm p::rque g1.Hico que possa
suprir o comércio e ns Rep::rtiçõcs Publicns
com impressos, Vou dinamizar cs:t coisa, con
te com n Estcln",
Comeguiram instalar a empresa em um
cnsariío de tébua à Rua Duqu~ de Coxia~, que
n sogra alugou. O ercritórlo da rcdnçJ.o espaço
l·estritc a um msa e um ,.~mál'ic, dcpeis
noutra r:ila, a oficina, atraz, já então com apren ,
dizes, ouvia-Ee barulho, azáfama ro :ro.b3lho
para dar o exemplar do semanario que era dis
putado pelos belavistenses, ávidos em lerem
eo.l!as que se passa aqui e alhures.
Nesse tsmo apareceu o gordo, o Alváro
Pereira, que foi aprovei.lado no Depnrtam~:ito
Comercial, trabalhou muito e agiu bem
depois desligou-se da empresa e crgaizou a
sua própria que também progr!de.
A coisa ia crescendo, o magrinho comprou
mais máquinas, era o raiar do parque sonhado.
Mudou-se o equipamcntô do jornal para o
prédio, junto com mais espaço, melhorou o
escritório da redação. As cunhadas Jaqueline
e Flora foram investidas secretárias. A apren
dizagem, composta na maioria por estudan
tes, aumentava, os mais experientes tomavam
outras obrigações mais importantes. Arran
jaram-se repórteres, dos quais D. Estela é
uma das mais eficienles, colaboração já havia
multa e :)ôa.
A empresa crescia, já se fazia além do
jornal, os mais variados tipos de impressos
comerciais e· de propaganda. O prédio já es
tava pequeno para as operações. Veio então
a iniciativa da sede própria. Primeiro a com
pro do terreno Rua da República, a· cons
trução da residência e logo após o prédio da
maquinaria, escritório de redação e dependên
clas.
A Tribuna vivia a trazer em suas colunas
que em breve chegaria novas máquinas, lino
tipos e tudo.
Daf, foi saindo o Correio Jardlncnse, logo
depois a Tribuna Murtinhense.
A Gráfica estava melhorando a olhos vis
tos e mal a ~ede própria ficou pronta pela me
tac!e já se transferia para ela material que ali
podia ser manipulado.
O Diretor não parava. as viagans seguidas
eram necessárias para ativar os negócios da
empresa De dia a dia a coisa ficava mais pos
sante, mais arrumada, a Diretora D. Mtuin
Estela, EEmprc ntiv:i. d'rigindo Jluncicntírios,
Visto Suo
Clima: Tropical úm!do
Tipo de Relevo: Ondulado
Tipo de Vegetação: Campos Limpos e Ccr
rados
COOllDENADAS GEOGftArJCA"l:
Latitude S: 22º 00' 12"
Longitude W: 56'
1 31' 45"
Jlt.itude (sede): 1/Jl mts
POPULAÇAO
Urbana: 12264
Rurnl: 3818
Total: 16082
Taxa de Urbanização: 76,26%4
Área do Município: 4662 Km?
C.::n.,ld3c'c Demogr:Uica: 3.44 Hab/Km.2
Dstància da sde Cap:tal: 311 Kms
Empresa Tron.sportadoro.; Vi:i;ilo Cruzeiro
do Sul
Vnha•: Dcl:J. Visto/.fardim/Niooque/Sidro-
hlndia/Campo Grande
Bela Vista/ Jardim/Nioaquc/ Jquiclau.ma
Dela Vistn/Antonlo Jollo/Ponla Porá
Numero de Vereadores: !l
Ntlmero de Eleitores: 8 .128
COMARCA DE BELA VISTA
Categoria: Primeira Entrâncla
Munidplos atendidos: Bela Vlst.n e Cara
col
FERGIA ELETRICA
:Eelo Vista Caz parte do sistema de dis-
!nzendo revisão, cnslnando novatos na profis
são e o zelo pela organiza;ão dos diversos de
partamentos, almoxarifado e a própria dire
ção da redação na ausência do che!e, trans!or
mou a empresa no que é hoje. Foram editados
mais os jornais Jornal de Bonito e Jornal
de Jt6nio João Com tanta luta, tanta ope-
rosidade daquela juventude auxiliar que ali
trabalha, há de sair no futuro, novos jornalis
tas, novos empresários que empolgarão Bela
Vista no eu caminhar irreversível para o !u
turc esplendoroso que a espera o raiar do
novo milên!o, o esperado mi nio, redentor da
humanidnde, o III mi'nio dos super-homens,
das criaturas mais per!ellas na inteligência e
constituição física com vida orientada para a
pcrfci;ão humana mais chegada a Deus, sem
guerras, sem ódios, quando a ameaça das ar
mas nucleares e oulTnS serão ~pultadas para
sempre, constnfndo-sc apznas máquinas para
o progresso e não mais para a destruição co
mo era e é ainda costume d:i civilização e.cs
de tempos Imemoriais que arrastaram povos
inteiros à desgraça e sumiço do mundo. Ha
verá um mundo melhor, mais amor no co
ração dos homens, mais união das nações vi
sando a pacilicação dos povos da terra para
a vida integral do homem, mais respeitada,
evoluida na verdadeira destinação do seu ser,
Assim será.
E a empresa belavistense de jornais tam
bém no seu caminhar, há de dar maiores
exemplos de como se constrói e edifica um
ideaJ sublime, o de servir, ser útil, comunica
tivo, criando novos horizontes para aqueles
que procuram um caminho, um meio de se
fazerem homens, homens integrais, trabalha,
dores, benfeitores, construtores da nova civili
znção que se aproxima.
E com o trabalho, inteligência e muito
estudo que se constrói alguma coisa aprovei
tável à humanidade. O exemplo está aí.
Do martelar incessante dos prelos do
Ivaldo e das modernas linotipos, estão saindo
mais o Lagunense, jornal da cidade de Gu'a
Lopes da Laguna, comuna importante e pro
gressista, operosa e celebre pelo nome que
recebeu, lembrando o guia da Retirada e o
magrinho não se contentou ainda, projeta a
vinda a lume de um outro jornal. Qu?m du•
vida?
Nestes pequenos traços da fulminante
evolução de tão importante cmprern behvis
tnse de jornais, está escrito a figuraçüo :il'.
criatividade e êxito que o homem pde por em
execução de idéias concretas. com determina
ção, estoicismo, incansável vontade de renczr
e construir alguma coisa grandiosa para a
terra que o recebe com carinho, para seus r~-
História
1
tribuição inter/gado, ou seja, ligado A fontes
de energia por linhas de transmisao, Atual
mente conl:i cun:
Ligações Residenciais: 1660
Lagações Comereiis: 244
Liaçdes Industriais: 15
Ligações Rurts: 19
Ll:;.,çóc'> Poder ~ Püblicos: 35
Total: 2001
·o M
P.ovlnos
Suínos
Equinos
ICIPIO DE HELA V-TA
240. 3SO cabeças
3 . 300 c:1 bt.ç.'l!I
4. 600 cabeças
AREA DE PASTAGEM
Pastagem Nativa
Pastagem Artificiais
Outras
Principnls culturas do Mun. Rendimento p/ ha
Arroz 4. 000 ha 120 Kg/ha
Soja 1200 ha 1500 Kg/ha
Milho 800 ha 1000 Kg/ha
Mandioca 483 ha 10.000 Kg/hn
Números de produtores no município e
sun classificação:
Pequeno 546
Médio 80
Grande 95
Total 721
c:::::::J
205.254
131. 188
42.857
miliares e todos aqueles que por meios indl•
retos !oram capazes e tiveram a compreensão
de que a unl.ão !az. a !orça.
Ivaldo Pereira está sendo convidado por
empresários de Ponta Porã para fundar um
jornal rui cidade. Sera mals uma conquista.
Agora, com seis jornals bem impressos
circulando por esse Brasil a!ora, em vésperas
de sete, certamente o magrinho está sentindo
realizado o seu sonho, vendo a moçada traba
Ihando com alegria, a barulhada das máquina!1
impressoras que en!eltiça seu espirita de jor
nalista, as peraltices dos filhos ao redor, que
os orgulha misturados na luta diária, vendo o
sorriso da esposa também triunfante, a com
panheira dedicada que no labutar constante
conseguiram arrancar do pouco, o muito da
vitória almejada.
Parabéns Ivaldo! Parabéns D. Maria Este
la, meus amigos, a estrada está aberta, sigam
na.
.
1
%!'
. .
IHIu
»D E JORNAIS 3
(FUndado em 20/2/1972)
C.G.C.M.P. 15. 513. 203/0001
- Registro no cartório de Títulos e
Documentos n.° 35 -
uiretor-Responsável: Ivaldo Pereira
(Jomullsta Pro!issionn!. Matricula
MTPS n.° 140)
Administrnção. Redação e Parque Grátioo
- SEDE PRóPRIA -
_Rua da República s/n • Bela Vista - MS
Fone: (067) 439-1410 - Caixa Postal
23
Diretora: Maria Estela Velasquez Peretr
Depto. Comercial: Joao Carlos Velasquez
Depto. Circulação: Elaine L. Brum.
REDATOR-CHEFE: Ivnldo Pereira
• •• "9"T"9..A»e [
Demais Munic!p!os lO.OOQ
00
FUNDADOR: lvaldo Pereira'
Um órgio da Rede Belavistense de'
Jornais Lt<la.
Represcnt:i.nte NacloJUJ• FlJTUR.A
CO:'.IUNlC.'1.ÇôES • SBN. Edlfic~o
lIauríclo. Salas 1113/1114/llls T~o
nes 223.1655 • 223.1660 - ri, o,
Fl dg ADor e ABRAro "
-
------------
os desbravadores da fronteiro, fundado·
res da Bel Vita, que meurm nesta terra
Irtil , rmrtcs do progresso e do idealismo.
. :C. la VI tn, rrnlintln n'onç:ida da l'âtrln,
nde o patriotismo emnpre fala mai; lto, 'Ter
ra onde aúch", paranucenses e paulls4as :e u
nivm o sulmatogrozsncs e iniciam na cons
l
tiuç.io d<i ,nn.1 cltfodo que hoje é orgulho pura
todo:. n6J,
1 Escritório
1
, a imens11ra
R<.>;::tro cnE/IJ _ Num ro 52.09'.l/TD S.P.
VISTO Número 1.011 -- MS .. - _
Cadastrals de Farendas - Divisões de Inveraads •
flrdjçõrs tlo Tem, .. , - Levan!Jimro!Ull
«R e
. , .
IOFI
Hoje n Frinceza do na comemora o seu
OGº onlvcrsárlo de cmonclpoção pollllco ndml
alstrotlvn O Inaugura se n 13:. Expct~I, exon
lo dignificar'e da garra e da fibra do be!avi
lcnsc,
A lodos vocés, bclovlr'cn•r•· c1!l lnjr, '!!I~
contlnunm a scmcnr, pnro que no futuro outros
osam colher, a sudgão da Assa''ia L
•lsla!lvn do Estado, não poderíamos dixar de
retr a nossa hmcagem nos homens que
-?stdo ajudando n_ ccnslrulr o noso Estado,
Par [rs Delr Vista
Parabéns Cgnlz:&re: C 15 Expobl,
WALTER CARNElllO
Presidente d:i As~embléin Legislaiv.i.
AHI r.IGO
WALTER CARNEIRO
DALADIER AGI
ARY RIGO
LCNDRES MACHADO
DJALMA EARROS
ARMANDO ANACUE
MANFREBO CORREA
JORGE At1ARAL
ZENôBIO BOS SANTOS
GANDI JAllIL
NELSON TRAD
VALDIR CAPDCO
c•.::::PUTAB'.JS n::: F)lDB
jY'11? O ORRO
LE:TE scmr.rn:::T
CNEVAN DE MATCS
r:NEDI. DO LEAL
JESUS GAETA
'l•NA'l'r'N r'J r:cS.
AIP MAR QUES
NELSCN DUAINAIN
AKIRA CTSUE
IVO CERSÓSIMO
VALTER HRFRA
AN.lZ FAI<ER
I
1° Secretário da Asmb!éla Legislativa
----------------~-----------~-
O Maior Centro de Ahastedmento de Bonito.
O CLIENTE ESCOLHE NAS PRATELEIRAS llILHARES DE ARTIGOS DE PRIMEI
RA NECESSIDADE
SopP.rmercado Zava
RUA LUIZ COSTA LEITE NO 383
C3 ZIV
0 ameio lo Ln lendiefo
- Fonc: 255 1202 e 255 1205 - .Bonito 1:1S 1
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Informações: one 9J- a
Rua Culabí, 180 (F.r.crlt6rio)
BELA VISTA
O bom servldnr nada teme no presente orzlha-se do passado e confls cegamente no
.. --; ., .
---·-- -·-------
Rua Genrl Orlo, 1281 (Restdrt)
~tATO r.nosso DO SUL
Reunião
Reunião realizada sexta feira, d'a 6 PP,
no Grêmio Pedro Rufino, contou com a pre
sença dos seguintes sócios: N estar, Le_andro.
Hcrmann, Mnurfclo, João Batista, Carlos Al
berto, Casslo, Luiz Carlos, Broul:o, Santana,
Eviláslo, Fernando, REinaldo, Baz!!no, R:;'.l.Tdo
e Suleimnn.
Posse
Apresentado pelo Cassio tomou posse o
Ivaldo, que havia se afastado do Rotnry hé.
dois anos. Na ocasião d'sse que "quem é rotn·
rl:mo nunca deixa de ser, não saí do Rotnry,
apenim me afastei por força de clrcunstilnclns
nlhcias n minha ,·ontadc".
Santana
o companheiro Santana disse de sua sa
tisfação cm ter novamente o Ivaldo no Clube,
!rlsnnc!:J que o mesmo nunca deixou de ser
rotarlano, sempre colaborando com o Rotary e
vivendo a filosofia de Rotary.
Cnsslo
Apresentou o novo sócio, lendo um pe
queno "curriculum", onde destacou as ativi
dades do sócio recém empossado como jorm
lista.
Diversos Assuntos
Após a leitura da Ata pelo Secrztário Brau
l!o, diversos .i.ssuntos foram debatidos, parti
cipando dos mesmos Reinaldo, Fernando e
Cassio'. O assunto principal fol a respeito da
campanha pró pavimentação asfáltlca da BR
060, trecho Jardim a Bela Vista.
Lulz Carlos
Falou a respeito d!i posse do Fernando
nn presidência do clube, que ocorrerá na pró-
(
x:ma sextn feira, em reunião festiva, com a
presença de vários convlda:los.
PRO'.'IOÇOES E HEALlZAÇôES
Gestão: Luiz Carlos RlhOl
1) Baile show com o Conjunto Am'l L:llfrl'.
cem renda liquida de CrS 250 000,00 sendo
doado ao Hospitnl Súo Vicente de Faula a
importância de 500.,, CrS 125 000,00
2) Realizações de diversos jogos de íut-:.
boi de salão enlre equipes de vetemnos, com
renda liquida de crS 41. 500,00, sendo do:ido
ao Hospital São Vicente de Paula a importân
cia de 50%, CrS 20.750,00.
3) Baile show com o cantor Nelson Gon
çalves, com renda liquida de CrS 1.008.000,0J,
sendo doado ao Hospital Sã.o V1cenl~ de Pau
la n importância de 20%, CrS 201 600,00.
4) Participação ativa do Rotary Clube ra
1 Festa da Cerveja em Bela Vista MS, reali-
zada pelo 60 Esporte Clube, na venda de ca• ,
necas e a participa;;ão da Srta. Rosane, can ~-.
dic!~ta a rainha na.queta festa. on:le conseguiu
o 2º lugar, obtendo para o Rotary a rtmda li·
qutda de CrS 221.000,00.
5) o Rotary paritcipou também do natal
das crianças pobres doando: 1000 (mil) pãczl•
nhcs à Pronav que org:miz.ou o r:atal
6) Foi realizado nesta gestão a inter-clu-
bes, sed;ada aqui em Bela Vista com a parti
cipação dos clubes de Ponta Porá e Pedro
Juan Gaballero, e de Porto Murtlnbo e Be'a
Vista MS em fevereiro de 84.
7) Participou com bastante garra na pro
moção do Belavistense na venda de bingo;
!ícar:d.o o Rotary com 30% no valor de 2.880.
000,00, onde com este dinheiro já e!eluamos
a compra das telhas para a cobertura da se:le
própria.
8) Foram realizados (2) dois boleU-.1.; do
Rotary Clube de Bela Vista.,
9) • Recebemos no final desta gestão pelo
compa!!heiro Vervi de Araújo Castilhos, Ge•
rente do Banco do Brasil S/A. um touro paro.
o término da séde própria.
lC) • Participação ativa do Rotary Clube
junto a comunidade e todas as lideranças, no.
reivindicação de abaixo assinados; para a Sua
Excelencla Sr. Governador do Estado, refe
rente ao asfalto da BR 060 Bela Vista à Jar
dim.
AGRADECEMOS A TODOS OS COMPA·
NHEffiOS E PESSOAS QUE NOS AJUDA·
RAM DffiETA OU INDIDETAiIE'NTE; POR
QUE SOMENTE ASSIM TIVEMOS CONDI
çOES DE REALIZARMOS TODO ESTE TRA
BALHO.
DURANTE NOSSA GFSTAO 83/8-1; EU E
lIlNHA ESPOSA lIARUCE AGRADECKIOS;
POR TODO O APOIO RECEBIDO .
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O l'IELIIOR E
RA ATENDENDO
(DELA YlS'i'A)
Com uma equipe completa (cozinha e g:irçon~) ~e C~:::po G::-:i!1'.!c, " O GALP!O" sem
uma atração a mais na Expobl. Sabo,•cíc o, melhores protos e no melhor ambiente do
p,;rque de Exposições, q~ já ~e tomou tradição em Ma!: C:czo do ul.
N
l'tlAlS CONCEITUADO RESTAURANTE DE CAMPO GRANDE ESTA- ,
NO PARQUE DE EXl'OSIÇôES RIO APA, NA ISª EXPOBEL
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ln.cio das Atividades
Bistecào n·a Chapa - Feijoadas
Camarôs (diva:scs) Fastelaria completa
o3 fncsspxstexs ccseics
dia 8 de julho ( uoroingo)
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t'Pen]iro Fernrlo Tore de llarros -
Cl1cfc de Cb1~s à.i l'r.,[ei(,1r.: JIi!r.iclpnl
REL.'Ç/O DE ~-:!11,5
l . E.'ncasc,lh:imcno das Rua: XV de Novem
bro, Antonb Jfarin Coelho e Dp. Mrio Von
Den Bc;·ch 113 trecho ccmr,recndido e:::itre as
Ruas: Ccl. C.:imls~o e Av. Parauuai;
2 - Enc.iscnlh~menl:> d[ nu:i JJmir:inte Bnrro•~
no trecho cêmprcendiclo ertrc as Ruas Barão
do Mdgoço e a Bnf.o do L:idárb;-
3 - EncJsc.ilhamcnb do Rua Dn Repúblk:i r.o
r I t J ;
) :' .
fr< Ll1<> ccrnpnlnuido , n'rc ú /,. 'J ,·ri..,, :,
Uv,i .
1 Hu I Dnr:.o dv J. ir! ,ri
1
);
11 - Encalhamento da Rua: D«ri do ;Jc·l,a
ço u,tr,• ·•.; Ruas Duque d Cr-d:1 t; .1l<.--•r~:;
Cabal;
fl • Encaclhamento da Hu: Voluntário da
l Íllri.i cnlrP ns Rua· Ear:o <lo Mdg;iço ~ lh
r~o ri,, I nd5rlo;
(j • r,:,c:::"olh.imc11'0 clri
1
•,d'"• u·, Hnn·, !'.IC c.lr
nmrlam •" praç-1 dc,tinr.tla Campo de Plo do
qa rtl;
7 - Ec±calhamcrto da Rua: 03 d Oual. :, 11'>
{recho cntre s Ruas Guia L0e; e Cc·l. DiJs;
ll. 1.·n~:,,:·~lh?mc·n:c ela ílu;: Cd. 1), 1; • 1trc o,
Jl11:i•· A 1'
1m!o M11iu C>llho e S<::to t'.l:: Sctrm-
1 ·o;
O• Jtc,,o do occ,.,o ro.'.1Yia Crr,cJ! uc :; .. J. S.i()
'lmn!e, uma eter ie de km, c nt 'olu
me de atr;o de 12.07Om3 nvm valor 'e1t. de
Cr:, ll.!00(,CO,OC' /Oito tn•ll·•:i-·: t'~ C11i:drn;).
Obras de Pavimentnção nsfáltfcn <la nua
Ccmlc de Porto Alegre (conclui<las), cxecuh
das pela Prefeitura Munipa!
I,-trro e nescalhsrnto de todas s Itus
(! '•!0 c.J..1 Cc,i l,;
II- ter.o, nivelannto e limpeza da Psi
I <;!nJ,llw Pedra (Princzs do Apa);
12- Coloco de Tubos para Drenagem ds á
vus piuviuis rc. cnu.r,mcn'.'l~ da Rua Cc•l. Vb•
com as Rua: Selastiic Crispim do Hc:,o e Ste
de Setembro;
1:J - Coloca,i) de Tu!os para Drenagem do s
c,.1:i~ p'.m-:, • 1 r.c: crt.zt mcnto; dn Ru1 C .. nrr.11 ,
Soar;s d Rocha cmn as Ruas José Donife±a,
I'J15o d > T,:u.r.b e i,Iarcd1,,J Hondc:1;
1-l - Co!c::- .. ç:,o cl,J 'fub:>; f:lra drcn:,;,cm d~ ó
mucs pluviais ro cruz:morto da Rua Paro do
í:..~dárlo crrn a fütJ Vc;luntluío dn P:.trl:J;
15- Colczã de fulo para drngem de i.
u2: pluvinis no cruzumnatcs da Rua Bar?o do
'idu ,ro cm Ruis Depus de Ca::11..'J !! Vo
iuntá:.c da P±tis;
16 - Colocação de Tubos 1ara drengem ds á
gua~ p!uviDi:; nos cruzamentos <ln Rua Eddnrdo
L 'xo'.Q rom n:; Ilu33 Voluntário da Pá'.rh e
/lv,rc: Crl.Jral;
17 - o!c;ã de Tubo:; ele concreto no Dl:;tri
k J,;unca TL'-Vi, num total de 80 (Oitenta) .
!C - RecJ,ic,·aç,i) da Povim2ntação )sfáltica =
dlvc1'Js Rins ela Cidodc;
1D - r::cu;::.:,ação <las Esl1Jdas Vieinais que li
gam a rodcvia de Ponta Porã at6 n altura do
C~rrcp Itá e Fazenda Morrinho;
20 • R~form1s da; Escolas Munlcípnis São Cle-
1nente e Fro{ Erasmo Mcde
1ros;
21 - E.eforma do Przdio d~ E~tocio,amen:o da
PrEfeitura com seu respectlvo muran,,..ntc;
?::, - Rep3ros em diversas Ruas da Cidade com
aterro e Patrolamento;
Prcfc'ta !Iunicipal
23 - l'.irol.,mtnl" de todsc as luas da C:(bde
on tontemen!
21 - C.ipll,J. ti<: foch:. a; nu J'.' co111pn•cJ1didos
_w_; !':IOCC5 01,C.. O:J, e O! clJ dd~cl';
25 - AEr'ura das Rua c nlvclt,me_1[.o <lo CJn,·
ju11'c Ilabit.icionJI 1Iilit.1, Lcurcirn;
, ,
'
2/i - Sub,tllu!ç;io de Pnt de Madeira existen-
te na Rua Eduardo Peixoto c:itre as Ruas Du
que de Caxias e Voluntúrlo da P:'.ltria por Tu•
bo, de concreto;
27 - FavimentJção Asfáltica da Rua Cct Ca
nÚ!:ào no trecho entre ::,~ Ru1s XV de Novem
bro e Antonio Mar!a Coelho;
28 - híclo éle Pavim:mtaçiio Asfáltlca da Rua
Conde de Porto Alegre, já com o trecho entre
as Ruas Barão do Ladárío e Barão do Melgaço
já conclulda;
)
1 • Ccnstruçiío de MntadourJ Municipal;
2 • Ccnstruçiío de uma QuJdta. de E~porte, no
C,:mjunto Hacitacio11al d:i COHAB;
3 - C!>nstruç5.o de OG (S:ils) sJ!as de nula na
Escola "Jarbas Passarirhc";
1 • Construção c!c um prédio com 0-1 (Quatro)
ralas de aub nJ Escola Cn,tt;inln Enco.nt:ido;
5 • Cc.nstruçiio de umn Qunclra de Esportcs no
Bairro As1tn • Dccc:
6 • Construida dut1s pn~sarcln~ de concreto
crmoc!o nc canal dn Av. T':1c!ldoro SatiYa;
7 • Construção de um Post<:> de Saude n:, Dls,
t1:10 Nosrn Sen.hora fü F:í.timlj
8 . Construção de um Galpiio para n fábrica de
Artefatos de Concreto da Prefeituro Mu:iicipnl;
9 - Construção de um Parque Infantil na Praça
Alvaro Ma~carenho5.
10 , Construção de Pavimentoção Asfáltlca na
Av, Ccde de Porto Alegre;
11 - Comtrução de um tcrmi1:1l rodoviário;
12 - Ampliação e remcde!Hgem da Pr::iç~ C::i~t,o
)!ves;
13 • Ampllasllo da Rede de Agu:i Potáv2l;
14 - Ampliação da Rzde Elétrica e l!t:min:içã:J
Pública; ,
15 - Ampliação da coleta de lixo;
16 - Reforma 'totnl do Prédio da Pr.:!!elt1:ra Mu-
~ . .
'
....... - -. ...... ~ "'· _.,,.,.,_,.,.,. -----
Aires Cfure - Chf? de Ga'inc'e au
x.i!i11r lncs!hn::vel do prcfrite D:!lon.
Pra; ', ..za.:::as - Frefeitua
·a;'rz+tau z +r1;a
nlcipal;
17 - Reforma Geral de todas as Escolas Rurais
Municípais;
18 - Refcrma e ampliação da Câmara ~unicipal;
19 - R:cuperação da Pavimentação Asfá!tica em
tcdas ns Ruas da cidade;
2C • Aqulsiç:io de Equipamentoz Rodoviários;
- P:i - Cnrregad~íra, E5Jmlhador de Agrega
d:n (a!faito) e Cam:nhéc: EJ~cula:i.tes;
21 - Aquisição de E~u.li;ame1~tos para a Oficina
Mecânica da _Prcfeiluro Mun!clpnl;
22 - A:iuislção de um:i. Krmb' par::i a Secretaria
de Educação;
Trnbalho, é uma constante, as máquinas
e· os Itomens dn Prefeitura nã, param.
eto
i±a e .A.is-- té Bá pcuco sob
r:isy::m~"bilidatl:: cl:! PrPfeiturn Jfunlclpat com
e :!t;rn;:n:k Jo,:;;e li, Scuza R Jc'.;i promolendo
diz.:s cios.
23 - Aquisição d~ uma Ambulância;
24 - Encarcalham:nto de Ruas e eo!ccac;ão de
Tubos em todos os cruzamentos;
5- Calçame:ilo da Praça Alvaro Mascarenhas;
2:i - Arl.Joríz.:idor da Nova Av. Conrle de Porto
Alegre;
27 - Cais abrigos para Pcc'.o de ônibus na Av.
Theodoro Sativa;
28 - Fo1maç-Jo de uma.Frota, composta de uma
Pá Carregadeira, um Caminhão Basculante e
umn Patrola para manutenção vicinais;
29 - Pavimentação Asfáltlca dn Rua Duque de
Caxias até o C,:mjunto Habitacional da Cohab.
7 }ir.,ui! - ia14+.
p- '/ i f , r··~-:-~•-s····, ..
. , . ,
Asfalte: é intenção do prefeito pavimentar
as principais rnas de Bela Vista.
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l
Sra. Eva Florentino - Se::r-et.âfin d F
d d
,.~ ... , e a-
zrn a o ! .. un:::1p10.
Criada no Infcio do ano d 1903, e320ll
nh de quitaçio do "RA)" 'hoje, parte in.
(e;1nte ' comuiido belvisstenss, Árduo
f! o em'nho trilhado pnra que pudsemos
hoje nos agu'harms de contar rm nossa ci
dde am uma e' co'o d tão nobre rt3. E ao
mremo tempo é extremamente pra!ficant'
para seu Idealizadores acompanhar o suces
ro de seus Jovens incints,
Como porque surgiu n idéa da eco'i
nhn:
A ldC!a não d nova, Já cm 1977, um m.i
tar cr/cu cm Qunr~-IS um escolinha de
c(lu·tr.ç!'l no úª Regimento elo Cuvnlorin. L1,
Icvt scus pupilos a disputar inclusive os
Cnmi:conrto: :J:11lci10 o Brasileiro de Ulpis
mo n; teorias Mirim e Jun'or, Tal mcta,
cvldcntcmcnto, pcln própria proJcr;l:o do E:•
tndo do MS no c~porte hlplco, cst.1 longo cl~
ser olcc.nçadn rqul, mns nem por Isso deixa
re de npostnr no dlu cm que isso vrd cont2-
cer e bntalhnr-se pnrn Jsc.o. Não s:r: trunbclm
c:;tcs jovens plonelrcs que ln chegnrúo, rn:is
outros mais que h!lo do vir, ntrnldos, eles pe•
los inúmeros atrativos da nrtc equestre o s9US
rcsponsáve:s pelns lncgávc's virtudes que s3
ctcsenvolvc.m no cnrl!tcr do seus Jovms.
Na 1!,_,"Ticulturn, o que p;ccccle b. cemc:iclu
rn é corto e rolatlvmento fécll; e tamb5m
Jllnntar. Mns depois ele brotar o quo zc pln
tou, c!lf!ccls e vnriadas so as mnnelrns de
tratá-lo. Arsim ó com os homens: pouco cus
ta semeá-los, mas depois de nasc'.dos, educá
los e instnú-los ó t:lrefa complexa, trabalhosa
o tem.lvel, principalmente nos dias ntunis. O
que se revela de suns tcmd1ncins é tão tônuo
o ob!curo nos primeiro! anos, e ns promesr:is
tão incertas e cnznnndoras que se fnz clüic'l
assentar um juízo scguro sobre o ruturo de
cad:i jovem.
Trata-se, pois, c!o cu:dnr dos frutos o prc
p:mi-los pnra 11 colheita. Variados e !números
tllo o~ estudos e conclusões sobre os bencfl•
elos do espore no desenvolviment do 1o1,
principalmente o esporte h!pco, : repana-
lliJ [
Alunos dn Escollnhn
} ,r
billdndc de todo" o qualquer cidnc!úo 11 preo,
cupaçllo com o preparo dos Jóvens. lndepcm
dentc do cor, credo ou classe soclnl.
Pela escol!nha é oferecida a oportunidadll
no jovem Belavlsteru;e para, de mn's uma ma,
neira, afastar-se da ociosldndo, que conduz n
vlc!os e degenerações.
A cscollnhn de equltnção também não
pretende ser a únicn educadora, onde se achem
os melhores desportistas ou a única a trans
m!tir qualidades de caráter, al::solutamente,
openn.s julga-se pequena parte do processo
educativo, e achn que pode contribuir na cdu
coção dos jovens, e o fazem, seus Idealizado
res, com orgulhoso prazer.
Infelizmente, devido principalmente a
onerosidnde do próprio esporte, com seus ma
terials e meios muito caros, a Escolinhn tem
ainda muitas limitações. Urnn delas é a res.
trlç.'lo quonh oo número de partic'.pantcs (má•
xlmo lli) j.1 que o 10ª RC, através de ~eu Cmt.
(õJ
Daniel Godoy, saltando,
o Ccl. L!mo., ó quem for.•~c:? cs cnvalos e ma
teriais pnra o Início dos Jovens no espc:-te. Com
o ttmpo e dentro das posses ele cada um. vão
eles adquirindo scus materiais. O objetivo !i
r.nl ó que a mé:lio prazo, cada um dlsponh:i
Inclusive de· seu próprio cavalo.
A mensalidade de CrS 10. 000,00 por alu
no, é destinada n prcm'nr aos soldados que,
aos sábados e domingos, principalmente, co
lnbornm nn limpeza e cncllhagem dos cava
los.
Comprovando o prestigio de que goza atu
almente, a Escolinhn mereceu o convite, ex
tremnmcnte honroso, de participar (pela 1%
vez) do mais tradicional festa belavislens:!, n
EXPOBEL. Corno próximo compromisso, a
temporada hípica do 17ª RC cm Amarnboi com
a p:irticipação dos Jovens belavistenses. Espe
ramos que n semente plantada para o desen
volvimento do esporte CQüestre em nossa ci-
dado e cm MS, encontre sempre pessoas co
rno o Sgt Vaner /bela e o Errt IJno B1Stlan•,
dispostos a regó.-la.
A Escolinha de equitaçâo do RAJ aprovei
ta a oportunidade para agradecer aos incenti
vadores particulares, à. Prefeitura Mun'cipal
pelo patrocínio da prova hípica na EXPOBEL
e particularmente ao Sr. Edson Medeiros do
Moraes, • grande incentivador, que proporcio
nou a ímpar oportunidade de projetá-la no
&lado através da TV MORENA.
Nossos jovens, pionc'ros no desenvolvi•
mente do hip!smo.
Tibizlnho Loureiro, Marco AntonJo Palmi~
ri, Pedro Henrique Pa.!m'éri, Afonso Pinheiro,
Evandro Rodrigues, Marcelo Cnstilho3, Már•
cio Castilhos, Daniel Gocloy, Eduardo Masca
renhas, Martin Ron::lon, Marco Anlonio, Mar
celo BI'!l!:!1, Dan!el!e Bras'I, Clóvis .Az1llnb:ija,
Carlos Alb:!rto Azambuja Junior.
/1
l.
e
Julinho e
grado ccm
Ivan Afonso dn Costa llfarques - Prosldente
0E
Junto com alguns companheiros que vlernm de outros Estados, há vários anos, nós da Câmara Municipal de Bela Vista sentimo
nQ:; cn;ulhoso:; cc pertencermos 11 u.mn geraçiio de!:Cendente dos gloriosos pioneircs que, cem fé, cultura e trabalho iniciara.rn
O
de
3e:i
vclvimcnto de nossa terra.
Cabo n todos nós, agora, dar continU!d.ndc. Procuraremos orientar nossas atitudes e propósitos conforme
O
exemplo que mostru nos
sa história.
Somos agradecidos aos implantadores da Expobel, hoje reconhecidamente a maior exposição
,. agropecuária do interior de Me.to
Grosso do Sul.
Somos agredecidos aos pioneiros, aos que desbravaram esta terra reconhecidam te ·
, ci en segw.remos o nosso legado de fé, cultura e tra·
bulho, pois acreditamos que, como os plonelros, as~im fizeram, nós também, agora,
estaremos instruidos para executar o nosso traba-
lho para 'proporcionar o conforto, segurança e liberdade ao povo belavistense.
Nada mais justo do que saudar efusivamente a todos aqueles tv
que contribuem para o progresso de Bela Vista e bem estar de sua
gente.
CLAUDIOUOR RODKGEE.
EVIL. ASO NUNES D& MIRANDA-PS CASSXO BKGLIA AGOLA.PS
ANTONIO SILVEIRA XER.PDS ANSELMO LOPES .DA
Mi; ai ". [
,#/elo .airavo-'i» #osevite iio Geria-?Mi lieiso Pilhe#ir@-PM#IR
i __
0
-----~---------
I07u TW TTONüüã
•
*
-1
os 6
......
ente Oue
Cnsnmcn(o de Julinho Murano e Izabela
A soclcclnclo bclavlstcnso viveu um dos
nconlcclmrnto,; muls marcnntcs no corrente
n n o, q u n n d o cn__,oronHc Jullo
Murnno e Jznbclu MorucfJ, !ilho9 do trndlc'o·
nnlt !nml'l<>s da frontcirn, Os pais do noivo:
Dr. Fic11 Munmo e Illlcln; ela noiva, Eclson
Mcde
1
roJ de Moracs e Cecília,
Notícia
J1ornc:s
Rcccpçlfo
Os convidados !oram reccpclonados no
salão do fcst.as do Grêm!o Pedro Rufino, deco
rado por uma empresa de Campo Grnnde,
com bu!!et do conhecido Cnntero. Presença
do vdrlos CQluru1vcls de Bela Vista, Campo
Ornnde e também do Paraguai. Entre muitos,
destaque especial para o pecuarista Dr. E»
lev11o AJves Corrêa, do Aquldnunna.
Julinlto e Iznbclo, flagrante cnlhido quando estavam no altar, firmando perante Deus
o SlgTlltlo compron::
1
sso ,lo mntrlmônlo.
Os pais .lo nohro: Dr: Fiori Murano e Hilda
Pccuarista e vereador Cas.o Bilia Acioli,
sua CSf,osa Dnlva e filhos Cass1o vem se des
tncando na Cilmara Municipal como ferrenho
defensor da pavimentação asftiltlcn do trecho
Jardlm Bela Vista é considerado um dos
mais prováveis candidatos a prefeito, caso
hoja eleições n·.s municípios de Interesse da
segurança nacional Dalva é Secretária de
Educação r.o l1unicfpio e vem obtendo pleno
!ixlto no desempenho de suas funções.
• ... l
- ;
$» ,..
. I
i ..e
Pecuarisla Adhe~ar Godoy e esp·,sa Jane.
Advogado milll.uldo nesta comarca, Adhemar
se destaca pelas inici::,tvas dl? cunno social é
participante dn cnnpanha • pr61 soerguimcnto·
do Clube Belavistense, do qual SUII CSpt'iSII é
& Vice-Presidente.
Por Nancy
ClfA DR COZI !IA
No dia 0 pp, aconteceu na residência da Lu
eia Borges às 17 hs uma reunião das amigas de
Eandrinha Salomão para tradicional despedi
da de sohl'lra.
FO(
servido deliclosos salgadinhos, batidinhas e re
friperantes às convidadas e também distribui
ram lindas lembrar.cinhas em miniaturas de
utensílios de cozinha, em madeira.
SANOUINIIA
Submeteu-se s "advinhações" dos pacotes de
pnr:mtcs e a cada erro um "castigo",
ENcrmnou
A festinha do chá de cozinha de Sandra com u
ma divertida e barulhenta passeata pelas ruas
da cidade-.
DARfüCJ
Do clube Esportlvo Belavistene (anti+a Barra
c da Paróqula) estará servindo refeiçô: e lan.
ches durante a Expobel. Prestigiem e cc!aba
rem.
MUITO SU
No baile rm.lizndo dia 06 pp, no Club:, do Luço.
OS CONJUNTOS
Mafalda Eletro Show e Albery Venâncio e seus
Guapos agradaram o grande público presente.
' ·POR LA
Animados anotei: Ivan e Graça, Mancc;i Godoy
e Jusrora, Blra e Jul!a, Nilton Godoy e Sra; A
b1J.o Zacarias e Olga, Osvaldo Melo e Leda, Ve
co e Lenira, Major Valter e Maria das Graças,
Palmeiras e S6nla, Major Azambuja e Sbirlel.
TAMBÉM
OE jovens b_elavistenses curtindo férias e mnrcnn
do presença: Edmauro Araújo, Simone Acloly,
Patrlcla Oca.rlz, Lella Acosta, Chico Maia, Asp.
Eder F. e Kátla Velasquez, Tubial'.O e Ellsmar
Araújo Marcelo e Beatriz P. Valérla Pi
nheiro, Izllda, Asp. Fernando, Ten. Heln, Renato
Rosa, Nádia Oliveira.
, . posi! me moça . . a!ena Lei•
te, filha do casal Dillon e Dorinha,
Flagrante no Restaurante Galpo no
(Nego) e Ronaldo,
1 "
. -........_..,. .,
Por N :rnc.y
*
------------------·--.
Flach collúdo durante Ja.1tar no farque de Exposições no Rest. Galpão
Um fagrnte no Rest. G:ilpào no Par-·•i, ctn Exposlõ~s:
Ronaldo ores. Nego acaria:, Ju'inh: ?u:no, Abrão Zacarias, sua filha Raquel e li.
!;!posa Clga Zacarias,
:I
.
~ -------AI
Aqui, para no:;r,os Jeitol'(i; t1n1:i pJse descon
traida d chrmesa b2lavisten;e Patricia Mo
rt1e11i e~tud~ndo atualmer.te cm S. Paulo.
Uma idó:a torna-se realidade. Ht. trcz:i
nnos um grupo de belavistenses res,lvc crhr
a Exposição Agropecuária, foram. muitos o:;
desnfios. Mns o pcvo desta terra é um fc.rl-,}_
Sabe superar desn!:os e !cmpre que ~ ch<fil1ado
responde com a voz dn p:ut.i:lpação. AqUi os
. pecuaristas !!ÍO unidos. • •
Com muito trabalho e dedicação adquiri
mos n sede própria do Sind'cato Rurnl; trans
formamos o Parque de Exposições Rio Ap;i
num compler') que 6 orgulhc:, p:>ra os sulmto
grossenses. J:-enlro desse espirito n nossa Eit
pobcl, de criança, foi S<! tornando adulta, boj:l
significa um marco importante no eontext"
estadunl, • • i_'i~lT!!
Para quem planta idéias é importante co
lher resultados, isto ocorre todos os anos, 1103
meses de julho, quandc na E,,.-pobel se obt.2m
:>.Ho índice de comercialização. Aqui se faz ne
gócios, troca-~e experiências e na conviV<'nc•'1
fr,terna descobre-se novos amigos. SE:> de to
d~s os lugares do Brosil e do viz'nho Paragur
elo Rio Grande do Sul e de S5.o Paulo. Sim, n
a no;:sa Expohel ê u-n:i nlr::c'i, int~r:-:i~•on.il.
Cnde se faz ::miip,.
JGosiar de ,Jgutm, de um lugar ou de algu
ma coisa, é cerno se sentir enamoradc e pres,.
Você não encr-"1'.ra palavras pnra ex'1r ~ssar e.
ta sensação, I • ·-+'cmer'3 scn.s +'· ·'
ferente.· Pode demorar mui.to tempo para ·sen
tir, como pode ,contecer no m:im~·1to em -que>
o viu e tocou pela primeira v:?z. D~r,ois en1.-::.,,
jamai!: o esquc.ce. Assim se p:issou comigc. Com
:i Expobel.
A (i E·--M
t
. J
Evide,1t.1t1(mte que nem sempL.; as coisas
acor:zm cmc a gentz ruer, ms. ceiam,
~rmpic r,1.1curei dar o máximo de mim em pról
da id5ia. H»'e o'ho. ';" ,to rrm e'"' meu~
cornp::nhe:ros, <l.? dlrc:crin, do Clube do L!lço,
com cs i;:ccuari••~- d" m
1
'1h1 .c
1chd~. d.q região,
tenho muito o que agradecer. Muito obrigado.
&:..,a:, . .u.--iu1~ r h-4 .,.._ .. _ "'.ii. ~.5
BFLA VISTA Ir ;
Edscn lIedciros de !ler.!~
Preside:-!c do nist P-!e 1 ,_. , •• _,_
EXPOEEL: "C PCE DA :E.3:zAc3
Cí'"tpKOVANC::; A TOP@Ar: E7x Is.
TA"
.... Homnageamos, ncsta coluna, o pecuar.s
ta Senhor Con2to Godoy, um h 1mtm que le'a
n'alma o sentimento tran:i,ullo do de·cr cum•
prido .
. . . . A fibra e o nrrojo de um dc"hrav:?.!l,>r, um
hnr.em que construiu, deixa nos filhos e nc
tcs (de7Cnn5) o cxemp!c do c.náter firme e da
bocesllcladc de p1·op6sitos Frcscnç11 viva 1e
um ra sdc de tr;,diçõcs, um homem que n'lo
passa simplesmente r,cla vida, m:1.:· que ccíxa
nc.!a a marca de sua presença. O scnhot i;o.
nafo está cem o:; ,li' is Lúcido, eeerer:!<,,. y(.
n, lo a vida tr:inquila ele quem Já fez mulh
,:·r ela,
Rosa!la Soares Mis MS 84, desfilou sua be
!c::a E ;impatia no baile do Clube do Laço: Va•
le resaltar que foi maquiada e penteada pelo
Marco Loris, do Marcu's Cabelereiro.
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'lmaCm-dinaT de !êri:is rela city.
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Fl com grande satisfação que tomei co
nhccimnto de que o trecho Jardim a Be!
VMn, nu BR0G0, ic!á lnduir!o em bCU piar.o de
obra: de pavimentçã sfál.lua para 1005, Sol•
ba Dr. Vil on, dc;,dc O ln!clo de m!nho 1Jcsliio
nn Cfimnru Munlclpnl, CC'mo vcrcJdor do PDS
!crho 1.,at;ilhudo rclu ravimcnluç:io os!ltlt!ca
ào rcforfd.> trecho.
Hoje, st•nhor Govcrnnóor, Bé!'a VJ;:,1 come
mora o zu aniversário e inuyu:mos a 1
Expbel, este foi o mor prnte que o c
nho1 i;odcr':i dnr no povo dn lr::nlciro. '
Cm sta pavfmentnç:io, e;'arerr.os llgJdos
aos grardes centro: e teremcz cordiçCe de au
menl.i?mos JS nossos ng€cios, não sé c to
cante n pecuária, mas sobrei udo ngllizando a
produç,io ogrícol:i e de cnlcáre:i, ha a vi ln ter
mos uma das maiores reservas do Estado.
:mpre confiamos ros políticos que visam
o tem estar dns comu·udades, nnqu•lcs que não
vcêr.i a cr política, ms as intençõzs, saiba se
nhor Governodor, o !er:hor pa•snr.i para n his
térln, como o Governodor que atendeu os mais
justcs anseios da comunidade blavistense.
Hoje, o senhor está cm Bela Vls!a, n casa
é sua, o pove o recebe como se recebes:e a um
Irmão mal• velh:>, a um pai, recebJ Governador
o car.nh da fronteira.
:reder CASIO ACIOLY (PDS).
hlL _ ·--•- ..
V#ATEA CRRE! E
RI FIGO EM EELA VI!TA
O preslden1e d1 A~semblêin Leglslal!va,
Walter Carneiro, e o 1º s~cretárlo Ar! Rlgo,
estarão nesta cidade no prbtimo domingo, quan
do ma.'lt~rão dlvers:>s contatos com as lideran
ças politlcs de Bela VIsta, Jardim, Gula Lo-
pes e Porto Murinho, '
Cs deputados do PDS estarão em reunião
com os vereador.?s e membros dos Diretórios
Municipais, poss(velmente na .residência do
o
pretelto Afonso Dlllon Nunes Leite ou nos·-sn• '
Iões do Grêmio Pedro Rufino, o local ainda não
está definifüi,
A pujança e o trabalho de Beln Vista, sobre
tudo de nossa pcc·:árla, ultrap:issam a fronteira
de )loto Grosso do Sul e são hoje orgulho para
todos .nós. Scntlm;,•nos gratificados com n pre
sença do Emio. Sr. Governador do Estado, Dr.
Wi!sÕn, B:irbJsa Martins, o qual verificará "in
16o" as potencialidades de nossa terra. Bela
Vista é uma das poucas cidades desta regiiil·.
que pode ostentar indices de desenvolvimento
e de bem estar social. T e m o s ruas..
asfaltndns, telefone (DDD e DDI), água, ruas
comerv.:'dos, urbanização, sllu;ição invejável n:>
tocante as rinonças·mUnicípals. com o !unciona-.
, 11.s'nó:c'-débltolí em dln,·é qunse como se aqui.
céorré~r-~-um mllagre. Sim, cm Bela Vista. n/ _se
!ulli~~ m crise. Nós trabalhAmos, e quem traba- .·
lhe hão tm tcmp para pen:x em passeatas,
manifestações; greves; etc. Nosso milagre é o
trabalho,
Este povo ordeiro e trabalhador, que a cada
ano que posso orgulho alnd~ mal3 a tradição
,-- e o legado de nossos antepassados, da gente.
Provnvelmente na reunliio, será debatido o que cruzou serras e montes, campas e cerrados,
assunto que vem polarizando os ntenções .. dos. pa:ra· áqui semear· uma, comunidade notáveh __
politiccs regionais (e também d» Estado), a° + Para um ·bom filho desta terra, que viveu
formação da "Frente Liberal do PDS", crítica- a.Strll"lnfâncla à beira do Apa, e que, desde cri-
da pelo deputado Ari Rigo. ança, trabalhou honestamente, herança pater-
' ...
%
;.)
... .. ~
~
Nn r,n;xirr.J ano ~qui funcior.:i.rá a Frcfeill:ra Municipal de Pela Vista, apés as reformas
(pinturs, urbarizzcão, etc) erá uma das mais mde; :zs e funcionais dc Esto.do. OBRA :00
PREFEITO MUNICIPAL DE BE.LA VJSTA. AFONSO DYU.ON NUNES LEITE, com nu- --1 •
xílio de GOVERNADOR WILSCN BARBOSA MARTINS, homens unidos per um só obj~ti~ ·
vc: UM MATO GROSSO DO SUL, MELHOR.
na, n de que só o trnbalho enobrece o homem,
a data de hoje tem um slgnlficndo todo espe
cial.
Primeiro, porque a 13" Expobcl ó o maior
exemplo do poder de realização do· homem
belavi6lense, é a continuidade de uma idéia
planti:da por Maria BaHllanl, nos corações d-OS _
pecuaristas; segundo, porque tenho a oportunJ•
dade de anunciar que dentro em breve mudare
mos o centro odminlstratlvÓ de Bela Vista,
ccm a ajuda do Exrn:,. Sr. Governador adquíri
remos o prédio onde funcion.ava a residêncla--:
dos Padres Redentoristas, o qual transformará,
não só o visual da NOVA PREFEITURA, mas
sobretudo a geopolítica administrativa de nos
sa cidade; terceir:i, porque, mais uma vez, pos
so reafirmar AO MEU POVO, a fi.rme disposi
ção de trabalhar por esla cidade, em todas as •
frentes, honrando a confiança em mim deposi- •
tada.
Hoje é um dia especial, Bela Vista é digna
de admiração, Isto é reflexo da comU!lidade
que canúnha.
Parabéns povo bclav!stcnso
Bons Vindas Senhor Governador
_que venceu em Campo Grande
Ex vereador em Bela Vista, ex presidente da Liga Esportiva Bela
vistense, radialista, publicitário, homem das serestas e dos churrascos
amigos, do otimismo e da fé inquebrantávet no dia de amanhã, figura
humana· dàs mais queriaãs, não guarda mágoas, nem rancor, "a vida
nos ensina a perdoar, .
• Foi para Campo Grande, mas nunca deixou de lembrar. de sua
queridáBela Vista. Os amigos, sempre recebeu com festas; os "adver
·sá'rios", com ::'lue!e sorr:so, como a dizer: "minha comcíência está tran-
• quila. E a sua?
Hoje, empresário bem suced:do, volta à terra, montando no Parque
de Expc8ções Rio Apa o seu RESTAURANTE. Estamos falando
José ~l:lt:cy Flcl.!S e o st-u "RESTAURANTE O GALPAO". de
. Não é preciso dizer mais nad:i, seu empreendimento é um sucesso·
o mesmo c:mnho, o -masmo empenho que dedcava às iniciai ''
• b d 1 • ... vas que
visavam o em estar ic Be a V1!ta (nam sempre compreendidas el
arautos do pessimismo) fazem de O GALPAO um dos-melhorES P taos
rantes de Mnto Grosso do Sul. res U•
im. Eis um be'avistense que venceu em Campo Grand N da
1h
,, . e. a
me or ... o que um pensamento de Hill, para espelhar a personalidad
do meu amigo Glaucy: • . e
"~W!lqucr c::lsa em que o mente humnm,· é capaz de o.credlt
mente humana é capnz de realiznr", ar, •
Esse é o segredo. ACREDITAR. Glaucy SEMPRE acreditou. Para.
béns, VEI.HO GUERREIRO, é um orgulho recebê-lo entre nós, ho
que acreditam. mens
Jl! L.' 'hl'.. ~
Fcrnnndo Jorge Secrctárlo de Obr.:s
da Prcfellum J[u1úclpnl
• 1,. ~ ~ •
ur,r,"VlC'OS r:xrCUTADOS El1 DIVERSOS
EF."'ORES DA CIDADE NO PEIUODO DE
JANI:iRO A JUNHO DO ANO DE 10&1",
1 • COLOCAÇÃO DE TUBOS
- 130) tubo~ de 0,20m de dill.mctro cmprcg~
dos nn drenagem da Rua Conde P-irto Alegre.
- 360 tubos de 0,40m de dlbm,tro, assim dl~
trlbuldos: ' ! r irf!:}: i
- Coloceçiío de tubos nas Ruas dn cldnde.
_. Colocação de tubos er_n· nlgumnl cJtradns
vlclnnls,
_ 456 tubos de 0,80m de dlll.metr,, c.s•'rn clls'rl-
budos: • 1
_ Construção de galeria parn captnçüo de á
uas pluvials na Rua Cord> de Por'o -
- Inta]aço de tubos nos cruzamentos das
Ruas da cidade.
_ Colocação de tubos nas estradas vlclnals do
munldplo,
Total: 2124 Tubos
Valor estimado para fchrlcaç5r, : s~I• Mi
lhões Quatrocentos e Noventa e Seis .l Cru
Eelrcs,
! .
' ~ ' .
,. '
i. «e
__ ..._, ..... , ... : •,., ..
- --~--]
- .%3rr
f..·.:iço. Alvnro Mascarenhas
Estimado em Cr$ Oito Milhões e Qulnhen
tos Mil Cruzeiros
f
CASCALHAMENTO DE RUAS
-- Rua Santo Afonso
_ Run Voluntário dn Púlrln
_ Av. Alcebiades DobJdllhl da Curha
_ Run &ruo do LAdórlo
_ nua SJo Clemente
_ RUD. Eduardo PebcJto
_ Run Cc.1eral Sonrc, da Rocha.
_ Rua fürüo do Melgaço
_ Rua Morcchnl Dcodoro
_ Rua Barão do 'J'riunfo
_ Rua Deputodo M6rlo Van Den Bosch
- Trecho da Fua Sebastllo Cri:pim do Régo.
- Rua Cubb6. '
_ Rua Treze de junho
- Iua E«mnin Cunstunt
_ Av. S::iador Pinheiro
_ Ruo Coronel Dias
_ Rua Coronel Camlsúo
_ Rua Rosollno Lino
Alguma: Ruas. foram cascalhadas cm sua
totalidade e, ouras cm scus trechos mais cri
t!co:; rer!azendo um volume de aterro de apro
ximadamente 10.000 metros cublcos, num va
lor estimado de Onze Milhões de Cruzclros.
J'A'IROLAJIENTO E ABERTURAS DE RUAS
- Recuperação através de patrolnmento de to
das as Rua~ da cidade Ininterruptamente.
Limpeza para remoção de entulhos e regu
larização do grande das Runs com motonlvc
ladora e pooterl,or bota • fora dos mesmos com
a utillwção de caminhões, em todos os Bairros
de nossa cidade, assim ospcclflcndos:
_ Bairro Antonlo João
_ Bairro Costa e S!lvn
_ Bairro Vlln· Nova
- Lo!emento Espírito Santo
Lotemento Primavera I e II
_ Abertura da Rua. que dá acesso o Parque
de E,(posi~-õ.:s, l'l!indo direto da Av. Teodoro
Saliva em Trab3lho conjunto com o DERSUL.
Num totltl de 1680 horas máquinas e estimaU
vnmente Clncoentn e Oito Milhões e Oltocen
t)s :Mil Cruzeiros.
--Coo Mrcon!cs de Mirnnda - Reforms
completa, reMco, piso, pintura, colocação de
v;rlros, benhêlro, madeiramente e calçamente.
_ CalégJo M'arechnl Rondon - Pintura, calça
mento, reformulação na treliça da cobertura
cm sua totalidade.
- Início de reforma do Colégio Castellnho
Encantado. •
-
II TER?N AICNAL
CH+RASCARA. RODÍZIO. "A MAIS MODERNA INSTALAÇAO DA CIDADE M A
QW MELHOR ATENDE
ANEXO • FSCRT1RIO D; )TPr rama - VTNDA DE FAZENDAS
BALTA -- OORRETOR - REGISTRO CREI N» 1.250
AVENIDA CEI.. PTLAD REBUL 1.293 - CEP '19 290 - FONE: Escrit61'1o: 255-1%55
BONITO MSllesldênda: 255-1180
.....
ILUMINAAO
Praça Avaro Mascarnhs
- Praça Castro Alves
LIMPEZA DE RUAS
- Cc.plna em diversas ruas d cidade na par
lo dcstlnoda a calçada
- Coleta de lxc regularmente nos te!ores 01,
02, 03 e 04
_ Limpeza das ruas pavimen!edas
1
Sra Dalva Acicli - Secretária de Educa
ão do Município
OUTROS SERVIÇOS
- Aterro, nivelamento do pátio do Colégio
Cnstclinho Encantado
?- Patrolamento que demanda a estrad!l da
~ Fazenct_n Santn Lcopo'dlna
- Patrolamento dn estrada que demanda n
Colônla Agt1cora de Dama-Cu~
_;_ Patrolaníento, cascalh:unento e aterro da
cstrnd:l que demanda a Fazenda Santn. Eliza
- Pntrolamento. da estrada que tcmanda a
Fazend!l Xeres
-- Patrolamcnto, aterro, cascalhamente e <»
locação de tubos na estrad!l que deman1â a
• ·Fnzenda Primavera e Fazenda Nelore
- Pntrolnmento, aterro e cascalhnmento da
estrada que demanda a Fazenda. Santa Rosa
- Patrolamento, aterro, cascalhamento e co
locação de tubos na estrad!l que demanda a
Chácani. Apa no Distrito Nossa Senhora de
Fátima Nunca-Te-Vi)
- Patrolamento e nivelamento da estra
que demanda a Chácara Fuguá, Dstrito Nessa
Senhora de Fátima (Nunca-Te-Vi)
- Patrolamento na estrada que liga as estra
das da Cs5eira e o Colégio São Patricio (Can
cha)
- Patrolamento, aterro e cascalhamer.b da
estrada que demanda a Fazenda Morrinho
- :Serviço de Assistência Soc'al a tods popu
lação belavlstense, ntra-:;ú dcs ca.111:tlhões e
Máquinas da Prefeitura, preszntes em tods -
acontecimentos religiosos, cficos, mlitares
bem como atendimento ::,:is carentes.
- Substituiç:1o de pontilhão :!e m:ideira nor
tubuJação, 11:l. esquina c'.:Js ruas. r-:am total 1-::
720 heras/máquinas e est'm:itiv:imcnte CrS:
Trnt e C'to MT'hUee 3 Q:2t2centos MI
• Cruzeiros.
NOVAS EDIFICAÇOES
- Construção do Colégio Santo Antonio, na
reg;ão dencminada Caie:ra, para :::t:n:iimento
de 50 alunos ctiuturnamente, num ralor esti-
u
m::do ele CrS: No,~ M1lhêks elo Cruzeiros.
- Construção do um galpão para a fbrea ,
tubos, com 25 m? e estimado m Cr$: On
Mi!hces de Cruzeiros
_ Conslruç.lo <1<: 02 (Duas) pass relas
Avn da Teodoro Sativa com um valor stum.
do de CrS: Stte M.1lhOc1 de Cruzeiros
- Construção de um muro em torno do ç4.
lég'o Castelinho Encantado de 200 m de com.
primento num total de CrS: Quatro Mi'hões do
cru.:c;ros
Fábrica de Tubos
ESTRADA CE RODAGEM - EQUIP,1IENT'J
AQUJSIÇAO E RECUPERAÇÃO
- Aquisição de !ermos para !abrlcnção de
tubos de dreno de 0,20m de d!Ametro
Aqusição de 20 (vinte) sapatas para a fa
bricação de tubos de dreno de 0,20m de dl4•
metro
Valor de compra Cr$: Setecentos Mil Cru
zeiros
- AqUislção de forma para !abr!caçib de
tubos, macho e fêmea de 1,00 metros dt dl4-
metro, bem como de suas sapatas
- Aquls:ção estimada em CrS Hum M'lhão e
Duzentos Mil Cruzeiros
- Aquisição de um Compressor de Ar
- Aquisição de uma Serra Pol!corte
- Aquis'ção de uma Furadeira boucad!l
- Aquisição de uma Betoneirn
- Aquisição de Motor de Alta Rotação parn
n Mesa Vibratória da Fábrica de Tubos
- Aquisição de Equipamento completo para
pintura e lanternagem
Aquisição de uma Lixadeira manual el
trica
-- Recuperação completa de caminhão bascu
lante marca Mercedes 1113
- Recuperação completa de caminhão bascu
lante marca Dodgc 9505
- Constante e Ininterrupta assistência mecâ
nica a todos os veículos e equipamentos da
Secretaria de Obras
- Recuperação total de um Fiat AD7B
- Continuação da pavimentação as!áltica da
Rua Ccnde de Porto Alegre, trecho entre as
Ruas Marechal Deodoro e Barão do Triunfo, J
com drenagem e galeria para capta;;ão de
águas plUVia's
- Rscuperação da pavimentação asfáltica da
Rua Sebastião Crispim do Rêgo.
m:l:;·
±: cl
;::;a cu
:És
nu; de
t:zde: .
is dciss
H
: ir
s±31
GUIAS E SARGETAS
- No total de 1600m
HlGIENE E SANEAlIENTO
Construção e cólocação de privadas de c:>!1-
creto n toda a população belavistense
fI::RV!ÇOS DIVERSOS
- Continuação da Regularização ds imóre?
da cid!lde junto ao Setor Tributário da pre!e:
t1•r'I 11.-TUnicipal e elaboração de. um novo Có
digo de Obras para o Municip' de Be! Vista
- Levantamento completo da Beneflcêc-+
Hospitalar de Bela Vista, planto.s, !achadaS e
cortes
~ Levantamento aos imóveis no que tange A '
nivelamento e reestruturação dos lo!es.
0
•
0a,
ILA VISTA
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Colcáreo Bodoquena o Realidade de um Projeto
2NT)
Eti'a ll fn.
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1 Cru-
lo de
; do dlà•
hão e
Ar
par
par.
, .,
e . -- • -- ···- -·- .
O popular Toninho Arnh implantou, não
:ó uma indústria, mas uma filosofia de traba
Jho.
Sua rrojada maneira de i terpretar o: fa
to:, rmpre tcb um prisma de que 'otimismo
e multo trabalho constroem coisas gr;,ndioGa·;"
fez cl.:! rnn indústria o pulmüc ccontmlco da
r g lã o , S 3 a empresa v a i E m , o q u sempre
ocorre é sinal de que a região está progredindo.
E como progride!
UMA INOúSTHIA - UMA CIDAOL
Quem vai a Porto Mutinho au altura do
hm ... r,rinclpalmcntc a roite, se rurpreende
cm as lure: ds uma pquena cidade. Sim, a
Indústria, a nol!e, é um foco radiozo de luz; de
dia, a luz aio é menor, mas é uma luz diferen
.c-, da li radia fé e ccrfiança no dia de nmnnh5.
Uma pequena cldad> plantada s margens
da rodovia Jadim-Porto Murtinho, em plena
mun
1
dplo de Pela Vista, contando com água,
luz, uma irfrestrutura de fazer inveja: açou
gue, farmócln, nmbulatéri:>, e,coln, tudo para
utencier os funcionários da €mprcso e fomilla-
Ares (anais de 40 pesas).
Antonio Aranho e o diretor industrial
Vnldir JIcngin?,
Quando Antonio Aranha imta!ou 1,s pri
meiras máquinas, retirou a primeira tonelada
de calcário, criou no horlzontc mental de sua
força criativa um projeto. Vislumbrava uma
lndústrln gerando, direta e indiretamente, cen
rcnns de empregos, fornecendo cnlcárcJ para
grandes fazendas, empresas, e:fim, participan
do declslvnmente do processo desenvolvlmen
tlst regional.
HoJe, a C/LCAREO IlODOQUEN/, a ma
lor irdüstria do gcnero em Mato Grosso do
Sul é uma gostosa relided2,
Tonir!10 scmp1~ diz que o capital mais
Importante que possui "são os meus íncbnárlos
meus auxillnres ccmpanheiroJ de jornad:i".
A empresa possui 135 empregados dire
tos e atualmente conta com 258 camioneiros
cadastrados com seus respectlvos caminhõeJ
e que transportam o calcáreo para as fazen
das da região de Dourados, Ponta Porã, Ma
racnju, S:drolàndla, Rio Brilhante, etc.
A produção diária é em mé:lla de 1. 000
(um mil) toneladas de calcáreo DolomfUco,
com previsão de produção para este ano de
200. 000 toneladas de calcd.reo.
E a única empresa no Estndo todo, que
po:sul umn rede de energia elétrica em 34. 500
volts, com 52 (clncoenta e dois) ~ullômotros
l,.,,,,.........,..,.. ,,_,. __ ._......, .. .,,__r-""---..----....-,.._---'"""------;,,--
1
ou eJa, de Jardim até sua usina, rede essa
de sua exclusiva propriedade, onde consome
por mês CrS 15 milhões de rnergia, hoje or
ada em CrS 750.000.00í),00.
RECURSOS HUMANOS
O Diretor Presidente da empresa é An
tonío Aranha, Diretor Flmmceiro Sr. Robson
José Flores de Araujo, Dlretor Industrial Vai.
dJr M. de Barros, Inspetor Comercial Sr. As
cêncio Echngue, Geólogo Dr. Fábio Leal, En
genhiro Agron0mo Dr. Daclr B. de Deus,
esses s1lo alguns dos responsávels pelo bom
andamento da empresa, e que !az.em com que
f
o
Vlsta parciul da Jazida de Calcárco
Vista Aérea - 1° plano Residências ela Adml.nistração
Pia seja a maior Usina de calcárco de todo o
Estado.
Apesar de todo o seu maqulnár:o, de ma
reáe de energia particular, de sua ln!ra-estru•
tura, que faz com que sem patrlmônio seja
de alguns bilhões de cruzeiros; seu diretor
presidente diz que o maior pntr'imônio da em
presa são os homens que nela labutam. Pois
em cada homem ele tem um amigo de traba.
lho, de pescaria, de futebol, etc ... pois a gran
de maioria são homens que estão na empresa
desde sua fundação, há 11 anos passados.
ANTONIO ARANHA - 39 anos de idade,
casado, pai de 4 fllhos homens, contador, cur
sou colégio técnico comercial e Faculdade de
ciências conlábels de Itapetininga; deixou a
faculdade de direito no 2° ano, para vir para
MS pois acreditou na pujança desta terra e
também foi acreditado por muitos homens
daqui, como par exemplo, seu grande incenti
vador e amigo, o saudoso Athanázio Gomes
Mello, outro o Sr. Luiz Carlos Nazareth, que
há 11 anos era gerente do Banco do Brasil em
Bela Vista, outro o Sr. Saulo Queiroz, e ou
tros ainda de Bela Vista e de Jardim.
i,
ACREDITAMOS NO FUTURO
No setor comercial, está muito bem es
truturada, através de seus escritórios de ven
das nas cidades de Maracaju, Ponta Porá, Dou
rados, Rio Brilhante e Sidrolândia.
Está neste ano de 1984, montando um
projeto para ser viabilizado até e, final de
1985, para a produção de Cal hidratado em
saquinhos de 20 Kg. com previsão de uma
arrecadação mensal de ICM de CrS 10 milhõ
es de cruzeiros, aqui no município de Bela
Vista, cõm a criação ainda, de mo.is 100 (cem)
novos empregos diretos.
e)
C.'.l
.,:: 'I
»
Vkl11 Parcial do pátio para caminhões
i
i ..,. __ J
________ .,._._,__ ----------------- llJUf/A UI fltoN '1-:UIA , _
JIISTúHICO
O Lopes, que j hviam tido papel przpon:
drnte no povomen'o do vale d J I':11 t inibi,
r ··,all,ar.1n1-s• por todn u r<•Jll,io rnl ele 1,:,1atlo
de Ma!o Gozo, ora formnd» núcleo regula-
1c de ldemnto, ora penas frdas isola
llns, multiplicando-se desde c: campos ds Va
rnrln, Brilha de «c Durados, entrudo pelo;
chopndõ,~ do Jmnml,al, olé os cnmpnnhus po-
1apuains, indo, finlments, um de"ser reb31tos
p'onelrcs Inrtalr-o nrr reglões banrds pc!o
Apa, ll formado fazenda de gedo,
GLrlel Ire, aue procdla de Don VIt ,,
~ntrc o V11cn1ln , o BrJJh11nte, crJ (lcllro do Jn
tonlo Gonçalve- Parbos; de'xando ror cm
Bon V'~tn, Ir
1
clou os llczrces de "P.,·:mtcm
po", prcprledoclo que, tempo~ clepol•, ce:ilo n
InogJo Gonçalves Barbosa, Irmlo de Anlortlo
lnlclond, n jornndn rumo os rqlê'~, !=1 !.ct~ elo
Apn, n fim de nlt csoolher terras do teu gosto,
o que velo o suceder no rlblrfio "Monjoltr.ho",
nflucnte do Apa, onde fundou cslob~lcclmcnto,
mm ou mcno, no cno d~ 184G. Em compor.hla
d:i. !nmtllo, cuidnnd> dn novn fazendo, nào cs
quccln de manter contoto com Antcnlo Darbo
a,conscrvando rempre bzra na estrada qu?
. r:r-gu•~ n•~ n morodn de Gabr1C!l Lopes, que era
. ,:cnro do Sr. AntJnlo .. l3arbosa, situada por.:i
·.baixo da era de Marca]! obre o rio Ap11,
. nüc longo? do forte rrulrado de S1o dos!",
Dols znt depols de ter l«ta!ado a faz: 1.
.do, cm 1848, Gnbrlol Lope! velo :i !olcccr, del
_xnnd:> à suo mulher, Dona Senhorlnhn Maria
da Concelção, os cuiddoz de mantr a posse
que ele fundara. Tempoq depois D. Senhorinha
contraia mlnc!M com J"1é Francisco Looes, Ir
.mão de Gabriel, e oue mnJs tarde !rio ter pa
pel de grande relevAncl J histórica quando ns
~umlu o comnromisso de Indicar li~ forças bra
allelras, então fm lnta com os exércitos inva
sores do Solono Lopez. o melhor caminho p/
alcançar Nioaque, na ret'rnda épica dn l,a1ntn"l.
A invasão paraguoJa velo encontrar D. Senho.
rlnh11 à frente da íazend:i. fundada por Gnbrlel,
euja posse havia realstrado "nos 11 de Feve
·relro de 1856, de o.côrdo com o regulamento de
18M". Termlnocl11. a ,1?Uerr11 do Para1?11nl. o .,.
exemplo de Gabriel Lrs e de Jos Franlso
fo seguido por vtrlos outros colonlzndore< 1H<-
1tlngulndo se entre eles, José L. Bugre. o 1 ° a
Ee e~ta belecer, erl(Uendo a primeira rerurlêncla
onde hoje se localiza n cidade de Bela Vista.
A partir de então. provnvelmcnte do ano de
1870, teve inicio o desenvolvimento da povoa
ção, com a chegada de novos colonizadores. to
dos eles dedlcadJs no estabelecimento de fazen
das de criação e agrfcultui-a de subsistência. Es
colhernm. pnra centralizar o novo núcleo, o t5.
po dn neouenn- collna que margela o Apa
pelo direito. As orrentcs imil!'l'atórlas com
postas prlnclpalmente de rio - grandenses do
sul encarrearam-se, posteriormente, de com
pletar o povoamento de E~la Vista. Volumava
se a imigração e<pontanea, rlograndense em
maioria. de r.olonlzadores. a muito dos quais a
própria companhia. a Companhia Mate Laran
jeira que, por muito tempo, monopolizou a in
dústria ervateirn em Mato Grosso facilitava os
prlme
1
rcs trab. permitir.do-lhes cslanclarem
dcn'.r.:> da .lrc:i nrrcndada. Vinha pelo Parn
guay, por terra quase sempre escapando à per
seguição da caslilhismo, que lhe r.ão dava quar
tel. Dispersavam-se peb fronteira, desde Befa
Vista. a Pont;i Pcrã, penetrar.do pouco a pouco
o inlerior, como onda invasora.
Fm 10 de Abril de 1900, a R~;;oluç3.o ·1° 2j5
criava a paróquia de paz de Bela Vlstn, com os
limites do já existentes distrito Folíci:il. crt;:
b;?)ecid1 por volta de 188!!. O ri:u de,envclvi•
merto não sofreu solw·3c de cn 'nuid;' tan
to assim que o Goveo do Z !ado, .Ia L3i
:,
0
502, de 03 de Outubro de 19"s'.l, crbv~ o mu
: icípio de E2la Vista, incorpor:uidc-o à comar
ra de Niozque, c2m os mesmos limite: do dis
trito de paz. A m~·m:i Lei nº 50'?, c·c··, , po
oacão à ca:cçor' d» E!», cnd: ficcu z..
'o novo município. D2is arcs dpcis, cutra Li
Tstadual, de nº 549, de 20 de Julho de 1910,
ria a corr:arc:i de Bela Vista, até t.1l.'o termo
'udiciário de Nioaque, a qual foi ln:1:i.l;:da cm
16 de 2!arç-::, de 1911, per força do D~creto nº
217. Nu Divfrio 'I'o:1,liuiol rlc lijJ1, o rnumci
p'o de DLlo VLIJ ap,,rccc com dois dislrltos: o
da ede municipal e o de C:irocol, cri:i.do pela
Ld nº 05'.J, dC' 20 de j unhe: daquele 0110. Foi
clev:odo il cntc,:ori;i de dclndc t·m lG d'! Julln
de 1918, por força da Lei estadual nº 772. Em
1 de Dczmbro de 1031, Dela Vista aparecia
com o distrito de igual tqpnimo (ccde muni
cipul) e ml; o d Caracol, sim permanecen
do até a divis» territcrial de 1936, quando foi
criado o dlstrl•o de Port~Jrn c lr.cJrporodo no
munldolo de Ecl11 Vls!n. Cor:Jnucu com n sl
tuoçllc • lnnltcrodn otó 31 de J:mclro de 1940,
quando foi extinto o d
1strllo de Porteiro, opor~
cendo cntJo, Bela Vita com os mesmos dlstil
tos, flcurontcs em 31 de Dezembro de 1934. Em
1913, pelo Decreto • Lo! Fc:lcrnl n° 5.83), de 21
de Sctcmbr.>, parsou a conslltulr mu:1lc(pb c!-:
terrlt6rlo federal de Pontn Porá, er!re ma!s
5cJ, do Estado de Mote Grosso. Com a cxtinçii:>
do tcrrtt6rlo federal, por ato das Dispo!'lçilc~
Con,tituclcnols 'Iransit6r
1
,:, promulgado em 18
de Setembro de J9rn, !o 1~lncorporndo ao Es
td de Mato Grosso, com a mesmo óren onte•
rlor ao desm:mbrament:>,
Em 1940, c:>nt,vn cc-r.i 3 Distritos: O da de
Mun•~'pil, c,racn e Jardim, cm le'.>3 foi-lhe
acrescido o de Com:ie:str~ .
·Perdeu o• Distritos de Jardim (1953), Cn
rJcol (,1963) e Campestre, hcje de Antonlo Jo
llo (1964), paro formoçio de nlvos Município:.
Atulment3 Pla Vista é ccrstitu'da pelo Dis
trito da Séde e Distrito Nocsa Se
nhora de Fátima. (L~t Estndual !1° 3CJ, de 14
de Dezembro de 11)91).
A Lei nº 5.449, de 4 de Junho de 1968, con
siderou o Município de interesse da Seguronçl
Nacional.
O Curado al:rnnge a maior área d Muni
cip1o. A tipificação básica é de árvore de por
te relativamente b3ixo.
Na, á·?n, de Campos limpo• predomina a
vcgetnc;:io cl: I! ·:i.m'neas rasteiras. Nessas área,,
;i exp"n: ·cii- recu:i~ia extensiva vem dando lu
(;Jr n AgricuUu~~-
MCP TFG'U. HOMOGÉNEA : Iodo7en
r•n, TI1Dr.'.XU-1FICA: Il:icio do Rio Paro
gual.
"I N F R A , E S T R U T U R A
F 1 SIC A"
., MALHA VL4..RIA
C slste.-na de tran<;porte do Municíplo é
ccnsl;.,uido i:or r::dovias.
• AEROVIAS
O transporte é !cito por aviões particulare,
existir.do uma pista de pouso na Séde do Muni
cípio e inúmeras a nível de propriedades Ru
rais.
• ENERGIA ELtlRICA
Bela Vista faz parte do sistema de dístri
buição interligado, ou seja, ligada à fontes de
tmergin por linhas de transmissão.
Atualmente conta com 1844 cornmidores.
" REDE ARMAZENADORA
A rede armazc.nadora engloba 3 (Três) nr
mnzéns particulares na Séde do Munic.ipio, com
cnpcld1de cc::i,id:md:>. razcável.
• COMUNICAÇOES
Tele.fonia
Bela v;st.c pos;ui lnje 503 ?par~lhos teh
fricos intalados e é integrante do sis'm
'DD e DDI. O zviç» é prestzlo rc'a TELE
MAT.
° CORREIOS E n::•.-r:c·· ·--3
O ntendil-:ic!'lto postal no Município é rca
]z' ±la Fma- p---1ir do Cor-ta 6
Telegrâ.fos que ccnta com umn Ag~ci:>. Po:;!al
Telegrfi.
"IMPRENSA
No Muniei;; si ''dc sjri: da7
dc Belavlstense de Jorr:iis. Trôbuna da Frontci-
•ô!!GJ.O~ P!'i!LICO; E'iT,10UAIS
- Núcleo de Pelctc da Po!fia Mfiltar
_ D~lqpcla de Polítin Civil
- e• CIRETRAN
- f 1cv!sul
-JAGRO
-- Ageria Reg'cnl d Eluzucão
- E~:ri!6tlo ENEflSUL
- Escritório EMPJER
- Exatorln
• ôRGAOS pl)BL!C:>S FElJEfülS
• _ Ikpresent:içüo de INA.'vIPS
- Jmpct 1rla da Rccc-H :1 F ,de: 11
_ Pozto do Mlnist::rio do Trab:i!.ho
i> JGP.NCJAS D/NcAlUJ3
- E:inco do :Crasil S_I J.
- Calx:i Ecc 16mlco Fedcrd
-- Pamerindus S/A.
- Blnco Erasllelro de Descontos S/A. •
(BRADESCO).
• EXtRCITO
- 10º P.~gimcnto de Cnv.ilarlo •.
INFPA . ESTRUTURA SCCIA"L
• EI:-UCAÇAO
MUNICIPAL RURAL:
- Número de Escola~ - 18
- Número de Salas de Aub • 37
_ Número de Professoris - 39
_ NúmerJ de llur.
0s • 7í2
iIlJNICIPAL URDA A
- Número de Escolas - 03
Números de :3'.lla:; do Aulas Pré-E!'colar - 07
- Número de Profel:sorcs do Pré-Escolar -
07
- Número de Alunos c!o Pré-Esco'or - 179
- Número de 1::i.las- de Aulas Primtl.rio - 19
-· Número de Professores Primár:o - 23
- Número de Alunos Primário - 843
- Número de Salas de Aulas Ginásio - 13
-- Número de Profe:;sores do Ginásio - 19
-- Número de Alunos do Ginásio - 433
ESTADUAL
Ensino Pré-Escolar
- Número ce Escolas - 01
- Número de Professores - 01
- Numero de Alunos - 66
Ensino Pr?mório:
- Número de Escolas - 04
- Número de Professor.,s - 34
- Número de Alunos - 1054
Ensino de Primeiro Grau:
- Número de Escolas - 04
- Número de Professores - 15
- Número de Alunos - 953
Ensino de 2° (Segundo) Grau:
- Número de Escolas - 02
- Número de Professores - 30
- Número de Alunos - 435
- Total de Escolas Estaduais - 04
- Total de Salas de Aula - 30
SAt)I;E
A asslstênci3. médica, no muni::íp"o d?
Bela Vl~ta, est1 entregue :>. c!uas c.ntid:ides
locais.
- Hospit.il São Vic::nte éle Paula, perten
r Bnonci He-1. r+ mel Vista
fundado em 09 de l•!a.io :lc 1913.
Posto de S3ide d Pl Vista (Pueri
«·- r'is'o Szc.:.:ia de Estado
:ie Saúde.
SJ11,'EJlIENTO ll-lS•2J
- Abastcc?mrnto d'!a
O se_rviÇo de abnstecimt:nto d'água é exe-
cu:@do pela Funda;3o Serviço d: xüde Pü
'çlica (SESP), atrl':!s do SAAE
c.1p1, ;:::.o - no Ap1.
- v.,_1,'.o - lf.Cm"l/h
- H<.->C!Vi!!;:o - [)'.!ím'l
- Ligações Residencils - I44 Unidades
- Itgações Comerciais -- I46 Unidade,
"ATIVIDADES ECONOMICAS
J'FC, ArtT /
Prmc:p1.I ci! v,c.l:tdc cln r..conom,n lJu,u,.
p:.,I c<-nl dtque para a bovinou'tura de c r
te.
N::i ültlm:i d•.:<"~do, u txplor-.:.çJo li• (;ido
experimentou grande evoluç o com b·•" 11-1
formação de pastagens artificiais e no m?lho
remento genético do rebanho
A despcito do desenvolvimento experimen
todo pela bovlnocultura no Munic!plo, cm 11 J Í
recrntes, a nttvidode ainda (! cuructl'r17, .cll1
por regime de cri pão extensrva e a t:,xa (a
dsfrute do rebanh ainda é baixa. Pte
entretanto, grandes posstblidades de me!horta
do regime de explornção.
- Bovinos - 210.000 cnbc:;:is
- 5ulnos - '1.985 cnbcças
- Equinos - 4. 675 c:1bcçu5
- Ovnos - 6.965 cabeças
- Aves - 25.000 cabças
-- F~tos Formadcs - 111102 h
- Pastos Nativos - 251.260 ha
AGRICULTUTIA
Principais Produtos Area (hl) Estimat;v:!.
Arroz ISCO 2000
Feijão 271 62
Milho 3000 324C
lfundloca 450 6750
Soja 1088 1632
Sorgo 300 370
O totnl da área cultivn:l.a é de 15. 288 ln.
de lavouro. tcmporarlas, com 612 produtores,
sendo:
- 447 peqcenos prcdutores
- 90 médios produtores
- 75 grandes produtores
ATIVIDADE FL'.JRESTAL
O Município é pobre cm reservas flores
tais, tendo a maior extensão de sua área reves
tidas de campos de_ pastagens naturais e grun
des áreas de cerrados. A possibilidade de u
tração vegetal é consequentemente reduzida.
PESCA
Embora a existência de rios piscosos e
variedades de espécies, não comporta a pesca
par_a comercialização.
MJNER/C,O
Em consequênc'a de grandes quantidzdz:
de pedra ca!cãreo no município, destaca-s.? e>
mo principal atividade extrativa, a produç5n
de cal. Não há produção plancjacb. A 2xp'o
ração é feita por indivíduos isol.'.ldos, porém,
cem capacidade de se organizarem para U!l)(I
evolução técnica.
Mals recentemente, o Calcário Bodcqi;eDl
iniciou o aproveitamento de roclus calci!i:!S
do!omfücas. É a princlp:ü in:l.ústria nissl '
atividade.
INCt1STRIA
Outro gênero de importância dentro d
ertrutura industrial do Município é o- de Ge
r".unica.
COJIOORCIO E SERVIÇOS
Ê bem desenvolvido no Município o sct,r
varejista. em particular de produtos al'!!le!l·
trcios.
No setor de Serviços desh::a-sE tarr.b:'.."ll
o Turismo que, embora em fase cmbrioniriJ,
pcde ser ire'uido entre as atividades mss
premi: soras zn1sideranlc-se o rico puteucil
natur;,l q'll!. o lfun:cipio (i;spõe.
LOCAIS DE INTERESSES TUR1STI~05
r.rGNICJPA!S
- Cerro Marger'da, um dos pontos mo.is e'e
v.:.dos do Municii;,io.
- z·c·::.,iio d.!l Serra de à:furacajú, na r:gil,
da Colõni::i Agrícola Dama-CUê.
!'
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ci
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LEL.A VISTA
']] ])f [[()][,[[{n a. ao. o
-----·---------------------·------
Escreve: J. J. Ferreira Souto
Pediu-mo o Diretor do Jornal que escre
vese !um coisa sobre a história de Bela
Vista ao ensejo da passagem do aniversário
da sua emancipação político-administrativa,
que ocorre a 20 de Julho.
Qnc poderia cu dizer nl<!m daquilo que há
1<:105 Jr ebcrcvl e constn das páglnns do "A
VOZ DO APA", Jornal que se publicou nqul
pelcs Idos do 1054, Justamente por essa mes
mn rnzllo.
Mas o tempo passa e ludo se modl!lca.
O homem, nn suo vivôncln cotldlano, sem
prc procura construir olguma coisa d:i ltll à
sociedade, cuja obra fica morcodn para a pos
tcrJdudc como e:cemplo cdi[lcontc do nmor à
terra que escolheu para n2la passar, olé o fim,
n sua existência, muitas vezes chclas de con
trntcmpos o alguns e chc!ns de vitórias e g'ó
rlas para outros mais felizes.
Assim é a vida.
A luta é constante; é o vale tudo, a que so
agarra para demonstrar a sua capacidade cria
dora uo cumprir o seu dever clvlco, de con
correr de alguma forma para o descnvolvjmen
to da sua cidade, conjugando esforços com
outros concidadãos no intuito de faz±-la cres
cer sempre, adqulrlr novos meios de progres
so, que afinal de contos, redunde em benef
clo do povo. Eis o desejo de todos que traba
lham honestamente com a vontade voltada
o.> êxito e felicidade da família belavistense.
Assim tem sido através dos nos.
Após a sua fundação pelos bencmérllos
brasileiros que aqui aportaram há pouco mais
de um século, buscando apossar-se dos belos
campos parn o criat:5rlo de bovinos, pois a
fama que corria lá fora da riqueza destes lon
glnquo~ sertõc:; mntogrossenses, induzia-os o
penetrarem mais adentro da imensa vastidão
do solo verdejante até o limiar da nossa fron
teira, fixando-se nela com a característica de
lntemeratos conquistadores de novos espaços
dentro da imEnsidilo da nosso Pátria.
Os Lopes, os Barbosas, !oram os primei
ros; depois outros, dentre eles o modesto José
LEme do Sih•a Bugre que fixou sua morada
em Nunra-Te-Vi, nas cercanias da cidade, hoje
Distrito de Paz de N. • s, de Fátima, antiga
co!0n!a agrícola dos paraguaios que paro cá
vierem contribuir para o nosso crescimento e
conta-se também com os nomes dos Loureiros,
Pinheiros, Pedra, Mello e outros tantos povoa
dores que fizeram do território, o trato que
tansformou-se na sorridente Bela Vista, de
ncminada hoje - A PRINCESA DO APA.
A cidade edificada não parou no tempo.
Seguindo seu destino, vem adquirindo suc:?s
sivamnte novos avanços da moderna socleda
de brasileira, conquistando dos seus bravos
habitantes que tudo fazem para vê-la grandlo
a. bela e feliz. Para tanto, com seus próprios.._
t:;._<;forços ní está a cidade com o seu magnifico
traçado, com avenidas e logradouros aconche
antes.
Por outro lado, o Poder Público não deixou
também de concorrer para o seu progresso e
assim vemos aqui, no formidável investidura
do Governo Federal o magnifico complexo mi
litar - o querido 10 RC - o Regimento An
tonio João, depositário de nossas tradições,
marco de nossa história primeira (que será
escrita a parte) com sua Vila Militar, pequena
cidade encastoada na outra. Obra de vulto de
nossa nacionalidade; guardiã da segurança da
população fronteiriça, cuja frente, em seu co
mando, passaram personalidades ilustres, ofi
clais de grandes méritos que a história regis
tra do passado e de não muito longo tempo.
Cito os nomes do Coronel Almério de Moura,
que aqui deixou grata recordação pelo seu
trato com o elemento civil. fez questão de per
tenccr a sociedade belavistensc, verdadeiro
diplomata, assim acabou sendo em outra mls
são como General, embaixador do Brasil na
questão de fronteira Prú-Colômbia digaif.can
do e !1001':)ndo :1 diplomnci:l brasileira pela
manutenção da paz e coneérdia to cortinente
rui americano .O nome do Coronel
um dos propugnaàorEs da
ccns!ruço da ponte sobre o Rio Apa, que une
duas nações hoJe entrelaçadas em perene
mizade que gern o franco desenvolvimento
da região fronteiriça. Cito também, dentro
muitos outros, o nome do Coronel R I José
Cancelo Santiago, gaucho integrado ao Exér
cito Nnclonnl e os suas trndlçõcs; aqui chegou
pela vez primeira como Tenente, e gostou;
quando voltou, como Major, oqul !lcvu C' co
mandou o Regimento por muitos anos, con
quistando amigos e fuzendo se credor da C'.lll
ma do povo bclavlstensc não deixanlo de re
glstrar aqui a obra gigantesca quc construiu
durnnlc sua gcsti!o no comando, não só á sua
unidade como também cm beneficio do povo
belavJstense. Hojt!, esse ilustre oficial vive na
antiga Colônia Milltar de Dourados, próxima
da cidade de Anlonlo Jo:io, onde zela do ma
jestoso monumento que Icz construir em me
mórin dos heróis de Dourados, que ali su
cumbiram no inicio da guerra do Paraguai,
cm holocausto da liberdade da P:.ítrla, de cuja
história militar é cultor carinhoso.
Atualmente essa respeilável unlc!adc do
Exército está sob o comando do jovem Tenen
te Coronel Srgio Coelho Lima que aqui tam
bém veio pela vez primeira como Tencnate,
gostou, foi e voltou e aqui contraiu núpcias
com jovem moça de trndicionnl familia bela
vlstense. ~ pessoa possuidora de elevado dote
moral, além dos virtudes própr:as do militar
e na direção do seu comando vem norteando
a corporação na mais elogiável conduta de
ordem e disciplina, dispensando ainda à so
ciedadc civil a mais acentuada atenção e zelo,
destacando-se entre outros promoções que
tem feito em prol de elevar ao mais alto nivel
sócio-esportivo, n cidade, terra natal de sua
Exma. Esposa.
Outr;i militar de inigualável valor que por
aqui passou a serviço da União, deixando a
marca idelevel do seu trabalho patriótico foi
o M..arechal Cândido Mariano da Silva Ron
don, construtor das linhas telegráficas de Mato
Grosso ao Amazonas, edificando o prédio da
hoje Agência dos Correios e Telégrafos, ligando
nos pelo fio ao resto do pais numa arrancada no
inicio deste século de unir o Bmsl :ie Norte
Sul pelo elo das comunicações, graças ao pa
triotismo do Presidente da Repüb'ica Dr. Afon
so Augusto Moreira Penna.
Ainda do Governo Federal temos o Banzo
do Brasil há mais de trinta anos, casa de cré
dito que vem proporcionando incomum bene
fício à classe produtora, derramando dinheiro
nos industriais, pecuarlstas, lnvoreiros e co
merciantes, além da construção do bslo edifí
cio da Agência que é um ornamento para a
cidade, como à sua frente está outro orna.m1n
to da nossa socleda:ie, o bem quisto cid:idão
Vervi de Araujo Castilhos, amigo de todos, e •
certamente com um grande ruturo marcante
nos negócios da Institulção Bancária Oficial.
A Receita Federal (antiga Mesa de Ren
das Alfandegadas de Bela Vista, instalada em
velho prédio às margens do Rio Apa), cm
nova sede de recente construção, imponente,
com visão de sua grandiosidade e beleza, do
minando bonita avenida internacional até a
ponte do Rio Apa, foi até pouco tempo admi
nistrada pela Exma. Senhora D. Diva Capo
rOSSi de Urbieta Zavalla, transferindo-a ·a seu
sucessor Sr. Loretti do Amaral, que .
a vem dirigindo com acurado zelo e muito in
teresse pelo fisco.
Pelo Ministro da Agricultura foi construi
do há muitos anos, um Posto Veterinário com
instalações pa:i:a banho de carrapatecida e ou
tros tratamentos de bovinos e ainda Posto de
monta para reprodução também de equinos,
que infelizmente até agora não está sendo bem
aproveitado, apesar da custosa construção de
suas dependências (milhées de cruzeiros, na
época), esperando-se que em breve os respon
sávels tomem o cuidado de fazer fUncionar
tão Importante iniciativa de outros administra
dores da coisa pública, que prevendo a pujan
ça a que chegaria a pe::uárfa ne,ta fronteira,
(como agora). prestando-lhe os inestimáveis
serviços técnicos para seu fortalecimento.
Outra instituição relevante a serviço do
Governo Federal, pelo Ministério dos Transpor
tes que nté pcuco tempo atuou nesta região
com grande proveito para o desenvolvimento
foi CER-3 Comissão de Estradas de Ro
dagem n 3 - antecedida pelo antigo 6 1a
ta'hão de Engenharia sediado em Aquidauann,
na construção e conservação das estradas que
ligam os municípios do sudoeste matogrossen
se. multo tempo sediada em Jardim, hoje ex
tinta, dando lugar ao 9B.E. que prosseguirá
nas construção e conservação das denominadas
BR 060 que de Bela Vista ligara Brasília,
a Campo Grande, Camapui e Jatahi, no Es
tado de Gcis e Assunção, no Paraguai e a BR
267 que liga Porto Murtinho ao interior do
País.
Per sua vez, o MlnJstério do Trobo.lho
fez instalar na cidade a sua Delegacia que
trata das questões trabalhistas inerentes à con
rohdação das Le!s do Trabalho e outras cor
relutas.
De parte do nosso Estado e do Mato Gros
so, nntei: da dlvisão cm outubro de 1977, a
cidade conseguiu por intermédio de polltlcos
atuantes dlven,as escolas plbllcas de 1 ° e 2?
graus; Serviço de Agua e Esgoto com projeto
grandioso; conseguiu depois de anos de tro
peço: com motores a óleo, a sua iluminoção
pública e particular com a energia da Usina
de Urubupungá (CESP), que finalmente pôs
termo ao impasse de anos de frustração da
população com esse fundamental problema
energético. Criou-se também no muníc!plo a
Agéncia Regional de Educação e Cultura, atu
almente sob a direção da competente profes
sora Senhora Antonia Maria Pinheiro de Melo,
com Jurisdição do setor em Jardim, Gula Lo
pes da Laguna, Caracol e Porto Murtinho, mu
nicípios esses que recebem orientação técnica
da Regional de Bela Vista.
Das diversas Secretarias do Estado sur
gira a EMPAER, IAGR0 e outras organizações
de carater técnico que vem prestando relevan
tes serviços à comunidade belavistense no que
diz respeito a seu setor de produção agro-pe
cuária, surgindo desde então melhor produti
vidade.
Ainda 'o Governo do Estado, o município
recebe o prest'gioso Serviço de Segurança,
destritc à briosa Força Militar da Policia sob
o comando de um competente oficial que prcs
tam inesfünáveis se:rv:ços à ordem pública e
garantias à sua população.
Foram também construidos na cidade
dois núcleos residenciais (casas populares), o
primeiro pela COHAB, em terrenos do antigo
Matadouro Público e o segundo, em lugar sau
dável e aprazlvel, pelo PREVISUL, ambas
iniciativas somam cerca de 250 casas, m1cleos
esses que deram nova fisionomia aos bairros
da cidade.
O Estado também mandou construir ane
xo à Escola de 1 ° Grau Vera Guimarães Lou
reiro o monumental Ginásio de Esportes que
vem promovendo uma espetacular movimenta
ção esportiva no município com jogos de diver
sas modalidades e ultimamente ali houve
competições de clubes de outras cidades de
MS, promovidas pela TV Morena de Campo
Grande. 1,': seu Diretor o benquisto Sr. Pedro
de Almeida Melo, funcionário da Secretaria
de Desenvolvimento Social.
Da nossa municipalidade, que ultimamen
te durante o regime revolucionário de 1964
tornou-se área de segurança nacional, obriga
·toriamente o Prefeito· é nomeado pelo Sr. Pre
sidente de República, por indicação do Sr
Governador do Estado. Presentemente está a
!rente do destino do município o jovem Prefel
to Afonso Dillon Nunes Leite, belavstense de
chapa, que muito vem fazendo para o melho
ramento da cidade. Ai está a considerável
expansão da zona urbana com novos logradou
ros que surgem dos diversos loteamentos es
palhados por toda parte com edificações de
casas confortáveis e até no centro, se adotou
nova técnica nas construções; edificos moder
nos vêm substituindo os velhos pardieiros de
outros tempos; urbanização regular com as
fo.lt amento das ruas principais e adotando sis
tema viário mais consentâneo com o avanco
a que vai se projetando a cidade no seu cami
nhar de incessante progresso. Esse progresso
r
,,
é notável. Haja vista a Iormid:1vcl indústria
mad.elreirn, os graodes depósitos de cercais o
secadores Instalados, a cerâmica Já-te-vi, as
serralhcrias que vem emprestando novo visual
panor"amico a cidade e outros estabelecimentos
que pelo vulto da operosicln.de, dá a entender
bem como Bela Vista cresceu nos últimos anos,
no setor Produção, prova da eficaz colaboração
de todos: administrnção pública e Jnvestldo
res, no desenvolvimento da cidade.
No setor cultural, a construção recente
do edfício da Biblioteca Municipal e Museu,
criação do saudoso Prefeito Clóvis Marcelino
de Oliveira que a Instalou Inicialmente na rua
15 de Novembro em prédlo alugado. Apesar
õe construida em lugar distante do centro,
espera-se para seu êxito a afluência dos aman
tes da leitura.
A Prefeitura possue fábrica de tubos de
cnncreto, mclos fios e lages, maquinário ro
doviário próprio, além da ajuda prestada pelo
DER.SUL, órgão do Governo do Estado, na
realização do seu trabalho em proveito da co
munldade.
A iniciativa privada, que muito atuou e
vem atuando, faz-se presente ao lembrarmos
das coisas que existiram e ainda existem, co
mo o caso do Gabinete da Leitura "Afonso de
Taunay" que cultores das letras fundaram
aqui há multo tempo e instalado no prédio da
antiga Maçonaria, Instituição bem organizada,
com amplo salão defestas, mobiliário fino
biblioteca bem orientada com assíduos leitoreg
que faziam do Gabinete um atrativo para re
creação da sociedade. Por não sei que, findou
se tudo isso, acabando no olvido até da nova
geração que vem chegando. Mas a Biblioteca
Municipal aí está, se bem que construida em
local não mttito próprio, espera-se a frequén
eia da mocidade estudioso que dará curso à
vida cultural da cidade, juntamente com ou
tras instituições que existem.
O Club Esportivo Belavistense, organiza.
ao recreativa, cujo início teve por causa
0
esporte, o futebol, que na época estava send
cuJtivado por amadores, tendo à frente
O
·m~
cansável Capitão ' seu fundador,
no começo com modestos esportistas e milt-.
tares do 10° RC; depois com os anos, agigan.
tou-se, com Diretorias austeras, Estatuto n.
gido e _administradores capazes que o trans
formou em um estabelecimento modelar, pre-,.
ferido pela sociedade belavistense, tornando.
se o tradicional refúgio das famílias em dias
de fcstas, como também sala de visitas, onda
se rccepcionavam autoridades q/ aqui vinham
no desempenho de suas missé2s ou de organi
zaço económico-administrativa, como aconte
cia. O clube desenvolveu-se tanto que foi pre.
ciso remodelar a sua séde, com atraente fa
chada, palco de exibições, campo de esporte
anexo, bar e outros melhoramentcs, chegando
até a ser a séde da 15- Seção Eleitoral da 17"
Zona; reuniões de partidos e realizações de
SuIg CO! =
- nvençoes. bem como onde; o juiz elei-
(ChnUnun}
1eia vses- a
-· ------------------
(
toro e ns Jusll6 !nzt.,m o cont.ar:cm dos vo·
tos nas eleições diversas. Depois de ano.; do
ronlfnuos ('xflo,, 1,o(rcu umu pr.mclra e depois
n scgundu (lcprcssüo, qunso no nb:mdono, m;1s
que dignas e combativas senhoras da nossa
socfr.dado tomnram n inlc!nUvu, dckndendo
corajosamente o sou rcergulmcnto, rcu f1m
cionmento imd'to, par tanto orr;onfzando
nova dlrct.orln, provisória, promovendo festas
com !IIlt'.lidndo de ngariar fundos parn a rea
Jlznçl',, d<qullo que julgmnm de prcmcn•o
urgênc!a parn o rcslnbclcclmcnto da atlvlclc.lo
do clube tradlclonal, o rcllalo das Cllmt.l:is
belavitenses; e todos os participantes cham
dos, esta altura, Jd estão convencidos do
xlto alcançado, a vitória conqustuda por des
tem!das renhors que arregaçaram s ma1-
cas, dnndo exemplo lmltávcl,ao sexo !orle.
Tudo bem. Brovcmcnto veremos resurglr cs
dln~ gloriosos do Belnvlstcnsc,
O oéro-dubo de Bela Vlstn. Com grnndo
cxpcctollva da mocldade leal, incentivada pe:
ln Impulsiva do Dr. Assis Chatcnubrlnncl, Dire
tor dos Dllu-los Assoclodos do Rio do Jll!'.lclro.
de dar nsas no Brnsll, fazendo criar lnúmcrvs
ncroclubcs pelo P.i!s Inteiro, com aéronave do.
adas per Empresos prlvndn~ <' :i próprio Mlnls•
térlo da Aérnautlea, nqu! fundou s3 também
o néroolub do snuclosn lembrança, com soleni
dade dJgna de atos no• quau se envolvia um
bocodo do nnclonnfümo II ópc:n quo desejava
dotar o Bro•il de c~mpn!lvcl r,o:lcr aéreo dada
n extensão territorial e parco sistema de trans
porte para o interior.
Foram muitos os ndcptos. Adquiriu-se o ve,
lho nvlào paulistinha que tomou o nome de
"RIO APA", mais conhecido por "vermelhinho"
dada a sua pintura. Contratou-se aviador .ins
trutor. Constituiu-se o r'l dos jovens Iniciante,
na o.rte de voo.r. Eram 14 os Interessados, po
rfm. n1'l6s o batismo do nvião pelo saudoso Pre
felb Alvoro dn Silveira Mascarenhas, que de
pois de Inflamados discursos patrióticos derra
mou chrmanha em sua belice, como outrC's d,
Diretoria, com aquela estrepltosa ,salva de pal
mas, dara início em szuida dos prlmclros
voos e:-Perlmentals pelos alunos. A suore.<:i: o
nervo.dsmo da hora, voar em um avião remen
dado, era perlgo<o e muitos deles r<>rn<~vam n
ser o primeiro. O Presidente do Club, Sr. Ca-r
nelro, do Banco d3 Brasil, seu organizador. t
mou n inlclntiva de convidar, o Secrctárt,., (nue
esqreve estas hi)6rias) para voar naquele
momento lnaugurnl.
Sem nenhum receio (modeslla à parte) tn
mou assento no avião, confiante no exrelente
motor da nnve fez com o Instrutor a nrlmelra
rvolução sobre o aéroporto, com geral alegria
elos presentes. infundindo confiança aos alunos,
que voarem depois. Por esse "feito", também
foi bscrito como aluno, tomando o nº 1, por ter
feito o primeiro voo. A turma encorajou-se e
dfos deools era agradável olhar p/ o céu e ver
0 vermelhinho no ar levando a bordo um be
lnv!stense nulas que aprerdia o voar po.ra ser
vir o Brasil Não durou multo a vida do aéro
rlub. A in~e,;urança do aviio por ser velho que
só tinha de bom seu motor e o instrutor compe-
! i
WJj
tente, depois de alguns pequeno acidentes sem
vitimas, foi desativado a pedido de pesas que
temiam desastre fatal:. Na sua trajetória no
curto tempo de exlstneia, alguns dos alunos
colhcrnm provdtu o cc..1qufolgrom "breve" cm
outro· lugares do Estudo. Fol uma cxpt1:ência
qu deixou saudads e na pouca ccntaridade
de pessoas que desejavam o pro:seguimento da
Instrução dos vo, para fazr vidores que
permitlsso a rip!da evolução da aviação com:r
cfnl l;rowlclra, que !fr.:ilmcntc ficou provndo.
Hoje estm as:!stindo o é:lto das várias com•
panhlas noclon~ls n cortarem os céus da Pâtrln
e do atraui;clro, com Invulgar tl!cnlc:,. e copa•
cic.•1clc lnclhcullvcl <!e~ scua comanclnn!!:S,
j! posslvel que a (mera do b2lavstc1se
n!ndn faça com que isso volt3 a acontecer em
rua terra nolnl, cm condições mnls seguros,
com mnl', ·ia! model.lC, qu2 garanta o oprovel
tsmcrto dos futuros afcloados da avlaço, e
são int11!os,
um seu conp.:êncre, o Clube dos Sargent.os
o Sub-Tenentes "Pedro Ru!ino", de or gem
militar, foi !Undodo em Bela Visa e hoje está
integrado a sua organizc.çlio, a sociedade civil,
com a partlc'.po.çlio da popul:,.çi"o da c'.da-:lo
que aderiu a tlo espetacular lrutltulção quo
fez construir sun Imponente séde, com ramifi
cações csportlv:is, o salüo de restas com am•
biente convidnUvo o até um restaurante es
pecial que ntrnl as tnmlilas no seu cardápio
já n!nmndo. O ''Pedro Rufino" está hoje na
culmlnancla do êxito: bu!les sensaclona's, car
navais lnesqucclvcis, piscina convidativa e
outros atrativos que fazem do seu ambiente
o lugar preterido de lazer, descnnso e tran•
qullidade dos seus frequentadores, graças a
diUglncla das atuantes Diretorias que tem
tido, e assim prossEgulrá.
Tnmbém nele, como no Belavlstense, tem
se !cito recepção de Governadores e outras
autoridades, Generais comandantes que por
o.qul vêm, além do atos públicos comemorntl
'OS ou promoções estudantis da juventude
br.'av·stense,
Outros clubes csportlvos de especlalldnde
no !Utobol foram fundados na cldnde, entre
r-'er. o Sessenta E.C.; o Caçn e Pescn; o Co·
merchl; o valente Vila Nova e o clube do Pe
rondl, o fostejndo Nnutico pela torcida que
rossue. Valc destacar o Sessenta, mais ant!go,
que projetou-se como o ma's importante entre
c
1
cs, de cuja cllretorln, atuante, resultou n
construção da dde própria em npraz:ível lo
rnl à margem do Apa, em plenn ambientaçli:>
com e. natureza, as árvores, o nr puro, as águas
e'? rfo correndo mansamente beira da casn.
Neste prestigioso clube tnmbém se realizam
magnliicns festas populares, recepções com
seus congéneres citados;; atos de casamentos;
e nquele churrasco, sua espec'.al!dnde, com
pessoa escolhido para ESsa realização, nlém
das vitórias conquistadas no campo das exibi
_ções esportivas. ~ importante dizer que seu
pessonl é clisputado por clivenos clubes e fes
tas de cn.rátcr particular, no preparo dos co
ms e bebes, no que são peritos.
VISl
Todos c,.sscs clubes filo orfr nt:1do·, n:is :,u:lS
disputas csportivas, por uma liga, que tam
bCm runciona n!l cidn!lc.
-Representações ôo dcsp,,rti tas ele Dela
Vista têm te destacado m prélos nas cidades
elo Estado. com excelente reu'tado, arr nem
elo espelnculares vitórias, como do jovem t me
feminino de volei, que projetou-e como im
botlvcl.
Ainda no que diz respeito a iniciativa pri:
vadn, oqul !oram lnstaloda; tm clat:is ·ána1,
Aglnclos dos Banco:; dl Frotluç:o S.A; Agro
Pecuário de Campo Grande; Por!ugu:: Dr:s!
lclro cio Desconto S.A; Itnú S.A; que transfe
rrm ruas Agências pra u!rs cidads e o
FJnnncinl S.A. que ultimamente fei borvido
pelo Baco Damerinduz do Pasi! SA. que
mantém sua Agenela funconardo ra cidade,
como 11 do Banco Bras!lclro de D.:ccnto cm
o.Uvldodes nqul.
AIm das três Agénelas bacárlas ex/3ten
tes nlunlme.ntc, o CAIXA EC8l's-ôMICA F:é::DZ
RAL instlou tmb!m a ua Ancia em E:la
Visto, 11 qual v~m pro:,orclon1ndo granc!c c.le
r.envolv!r:,ento cm diversos te'orca d1 ccnà
mia regional, bom ccm1 - n pcupança - como
fazem outros ngênclas !lnancelro.s,
Tcdas essas inst!'uiçães que controlam o
dlnl1elro e o crédito estã, sob o controfo de A
gôntes compétentes que, juntamente cem e pes
rnnl auxiliar e técnicos, são arti da opor
tunidade do:; investidores que fazem o progres
so da região,
Dentre as iniciativas de alto alcance para
o prJgrcs,o de Bela Vista e reg,.ão, dev:mos
anotar, com êfas, a vinda para aqui há pou
co mals de 50 anos de Misão Redentorlsta e
em seguido dns Irmãcs de São Vicent.c de Pnu
lo.
05 Padras Redentori~tac chefiados pelo
Inesquecível padre Francisco Mcor ajudado
por seus confrades da religiosa ccruidzde a
mericana, cuja atuação cm ncza cidade, aju
dada ccm a cooperJção das inzsqucciveis Ir
mãs de São Vicente de Paulo fi de incalcula
vel valcr para o desenvolvimento de Beln Vis
ta r:io só a parte da religião ca!6lica como
principnlmente na c:iucacional, cJn;tr.llnd:i I
greja~ e Coléglcs por todo o interior do Muni•
ciplo bclusive a m1jestosa Igreja Matriz San
tá Afonso e a Cas:i Re::idêncinl, na praça Coro•
nel Camisão deta cidade. gerando da iniciati
va dessa benqulsta Missão a construção do Hos
pilai São Vicente de Paulo, e mais tarde, anexa
a este a Maternidade, estabelecimentos que vin
aram originando a E'meücência Hospitalar
São Vicente de Paulo, que está em plena ativi•
dade atendendo gratuitamente o povo care:it:: e
em geral a população, com rara dedica;ão dos
ilustres· medic:is que nli dispensam o precioso
tempo tr:iduzindo na caridade cristã.
Quem não se lembra do imponenje Colé
gio "SAN:'IO AFONSO", 1c dias de festa con
duzidos pelas operosas Irmãs Vicentinas, com
n sua fanfarra, seus uniformes impecaveis, SUl
disciplina, os jovens, as moças be1isctmas des
fraldando as bandeiras, os standartes e tudo.
S5o lembranças, Sr. Diretor, ue me vm ,
mente agora nesta cabeca já despastada pelo;
anos, mas que o orador civico que a anima tio
deixa t/capar os fatos pausados e em esqueer
de responder ao cu apelo para fixar aqui neg.
te rabisco, o que Dela Vista já conquitoa n..
tes últimcs anos, à nosso connto, rom dos
outros sucesso,
Registremos agora outra Organização de
relevo m nossa cidade, O Sindicato Rural, N
Jn!c!o da sua atuação fol intltuida a antiga A
zoc'g5o Rural de Dela Vista que o rrcu l pe.
los anos 50, com grandes expectativas no campo
tricola. Desde ato vém o Sindicato atu.
do no Município com invul,ar ruo. Agera,
com revido do processo admirlstrativo, eds
prép1 ;a e n lnvc,:idurn do b:r.qui•to cid'.lcLl1
Edron Moracs na direção correta e propulscra
cocc!juvuda pcl:i Wl cqu!p(' cxpl'rÍlll'nto•b,
vim drn'.lo ao público da cidade deste E+tud3,
de outros Estados e ela vlzinh:i Jlepúbllca o e •
petáculo maravilhoso das sua: Exposlçózs Agra
:düstri! que Incide com psagm do an!vzr
r±rio da herólca P:!a Vi{a,
Que tanta demon:traçio de polencfr.l!d1d~
dede povo. Quanta slncrcnização do trabilh:i:
um olhe aqui, veja acolá, cuide disto, veja aqui
lo e o ritmo segue perfeito cnda qual no seu
mi:;lér. cntrosndos na mesma finalid:ide: dc
mon:;trar o poderio que possuem ertes bzlavis
tense: rn construção de nlgumn col~n util, Jde~
justo e incontente; demonstrar o zmor à tern
e o poder do trabalho objetivo de que são ca
pazes.
l
i
l
.-
f
1
E o Club do Laço?
Sim! ... é também umn potência. t a arre
gímentação dos pecunrist:is, os promotores da
maior riqueza do mun.icípio. 0.; dor.os do~ boi:.
e dos milhões.
Na parte teclai, os Club Belavlsteme e Pe
dro Rufino, as salas d2 visitas da cidade, co1-
qulstas de esforçados cidadão• com a vsão de
suprir os belavistenses de casa para as suas
reuniões, lazer e também r,nra 1 zcepcionar au
toridades e reollz.ar ates públtcos em dias de
Cestas.
Quanta conclusão bellssima não se tiraria,
ce pudesse contar a história como ela é, c.>m
seus detalhes, as pasagenas deslumbrantes dos
seus participantes na construção desta maravi
lhcsa e hospitaleira cidade dos b:?lavistenses!
Cidade das mulheres boritas, das mais gen
tis, das mais alegres e sorrldwtes c;-l 1'.uras que
Deus pós ao mundo!
Olhe, Diretor:
Eu quizera ser poeta, ter a inspiração neces
sária, para poder cantar em versos a ;_men~a E:S
tima que Bela Vista merece, que ela incita no
coração de cada um de seus filhcs ao mais fra
terno aconchego; numa demonstração .mi:tli.l
de fidelidade ao amor à ter:ca querida.
E nssim, só assim, eu poderia cumprir, ao
menos em parte, o seu pedido, uma hi~!ória de
Bela Vistn,
1, 11.30
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}.1 ;.;:t
Lç-
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s~ 1 avistenses
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A llAIOR AMOSTRA AGROPECUARIA DO INTERIOR SUL-1'1ATOGROSSENSE
SHOWS - BAILES - TORNEIOS DE LAÇo _ PENCAS
A EXPOBEL E ONDE O PECUARISTA ENCONTRARA. lIAIORES FACILIDADES
PARA VCNDER OU CO'.IPRAlL
EXPOSIÇÃO DOS GRANDES CAlIPEôr:s • '.!.1.lOR IXD!CE DE CO'.IERCI,LIZAç,o
VENHA. BELA VISTA ESPERA POR voa: - ETOEE: I DE 1; .,
' .. • • .,,., ·• - i1 22 DE JULIIO
--~------
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A 13' EXPOBEL
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1)/7 às 8:00 horas -- Abertura do Parque
M 9:00 Ju!pamento das Taças
)•; 11 ::!O Almoço no Clube do L'lço
As 19:00 Rodeio Internacional com Show de
Touradas
Ar. 22:00 Dalie do Anlvcrs:rlo dn Cidade -
Grlmlo Pl'clro Rufino (OSSPR)
Conjunto Los Tmys, Show com Rita Cadilake
.. : a,
Jl-•
1/7 s 10:00 horas --- Abertura da 13 Expo
bel pelo Fano Sr. Governador do Estado de
Mato Groo do Bul Dr. Wilson Barboa Mar
tins.
A 1E30 Vilt no Parque
A~ J?:00 Almoço com AutorJdndos
As 13:J0 Po1•·c, da Primeira Diretoria da FC•
clrr·,,,110 dfls Ch1brr. do Luço.
Ms 14:00 Aberturn do Torneio Regional do
Lço.
As 1:00 Abertura do Grndo Rodelo Interna
rclonl com Show de Touradas,
As 22:00 Dilo de Abert Ili': no Chibo do Viço,
15/7 s 1:00 horas bcrturn d, Parque
Ms 9:00 Reinfeto 'Tomnelo de Laço
MS 113O AImoço no Clube do Laço
As 14:00 Pencas - Taça MARIO LOUREIRO
DE ALMEIDA
/is 10.00 ltôdclo Intcrnndonal
Ali 22:00 Bl'e no Clube do Laço
J0/7 às 8:00 horn, - Jhcrturn do Parque
Dia de Llvrc Comércio
l-.s 11:30 Almoço no Clube cio Laço
As 19:00 Rodeio Intcrnao!onal
, M 22:00 Bnllc cio F:1zendclro no Clube do
uiço - Trnjo tlplco
Conjunto P!-IOLHAS DE VERÃO
17/7 As 8:00 horas Aberturn do Pnrquo
Dia de Llvrc Comércio
As 11 :30 Almoço no Clube do Laço
As 10:00 Rodela Internacional
As 22:00 Baile no Clube do Laço
lfi/7 às 8:00 horas - Abertura do Parque
• As 0:00 Inicio Julgamento das Rnçns
• As 12:00 Almoço com Expositores - no Clube
As 14:00 Julgamento das Raças
As 19:00 Rodeio Intemnclonal
• As 22:00 Ballc dn Polca no Clube do Laço
(Concurso)
1.
T
20/7 - Programação Especial cm comemora
ão ao Aniversário de Dcln VJ,ta,
As 0:00 Abertura do Parque
As 10:00 Apresentação dn Escollnhn I-Ifplcn
no Recinto do Rodeio, TroCéus oCerecJdos pel:,.
Prefolturn Municipal
As 12:0J Almoço de Contraternlznç:!o dog
Lnçndores no Clube do Laço
As 11:00 Jnfclo Torneio Internncfonal de Laço
As 15:00 Pencas Tnça Prc!clto AFONSO DIL
LON NUNES LEITE
'As 22:00 Baile no Clube do Laço
21/7 !Is 8:00 )Jorns - Abertura do l'nrquc
As 9:00 Torneio Internaclonn1 de Laço
A.-, 14:00 Pencas de Potras Inédlfos
As 10:00 Roclelo Intemaclon1t com Show do
Touradas
As 22:00 Baile de Encerramento no Clrêmfo
Pedro Rufino an'mado pelo Conjunto Zutrlcs.
22/7 às 8:00 h'/1'.IS - Abertura do Pnrquo
As 9:00 Torneio Internacional do !.aço (!lnn
llssima)
As 12:00 Entrega dos Prémios nos Laçadores
Campeões no Restaurante do Clube do Laço
Às 19:00 Final do Rodeio Internacional com
Show de Touradas
As 22:00 Baile Popular no Clube do Laço, en
trega ele Troféus aos vencedores do Rodeio
Internac?onal,
%gêS%êã
,,
'
e8@ %
A primeira coisa em quo pensamos ao ouvir falar em água quente 6 no
chuveiro. Considerados quase Indispensáveis nos dias da hoje,
os banhos quentes chegam a ser responsáveis om m6dir
por um quarto do consumo de energia elétrico
em uma residência ..
Sonhos quentes e prolongados prolongam a conta de luz,
Eliminar a utillzeção
da égua quente
nem sempre
éa opção
mais acertada - •
observando bem, '&,
uma simples .,9%
mudança .S_2
do postura .• {
pode significar
economia SE=5=.,>
sem que hajam !',f
restrições • • 1
àsua ////
comodidade e o • . /. i 1
,j " 1%j
sê$
.,Si%j
' .. • .. ' ._,· .. _.,..,_. ~1 ~
.. ..... _.~ ..... , 't :../'""
Em dias
de calor
coloque a chave
do chuveiro
eldtrlco
na posição "verão".
Ela consome
de30a40%
menos energia
que s posição
"inverno".
No verão ajuste
o rormostato do aquecedor
central em 40 graus centígrados,
no inverno em 45. Assim vocâ •
n:lo prccisar.1 utilizar água fria·
para temperar a água e jogar fora
a energia que vocõ utilizou entes
.para aquece-la. Procuro instalar
o aquecedor o mais parto posslvel
do ponto do utilização. Aplique
isolamento térmico em todas
33 canalizações que conduzem
água quente. E quando
viajar desligue a sua chave.
Quando estiver no
chuveiro ou
na banheira não ligue
aparelhos e fétricos.
Jamais mude a
poslçãoda chave
(quente/frio)
com o chuveiro elétrico
ligado.
-----, .... ao
Segurança
é fundamenta li
É com e torneira
fechada que
mudamos a chave
. do chuveiro
elétrico.
1.é
snE n.o. $%??
Hoje é o aniver:rio desta cidade. Um dia
de festa que serve, também, para lembrar tedos
os dia, de Jut.i;;, e:. forços e muito trabalho de to
dos os que a construiram. Tempos de emeadu-
I rn e colheita.
Tmpos de engorda e abate. Tempos bons,
tempos difíceis. Tempos idcs e vividos pelo Dan
co do Brasil neta cidade. Atuando e participan-
do intimamente do progresso e da vida social de
nessa comunidade.
Este passado é o maior aval para investir-
mos cada vez mais em :1:,sso terra e nossa gente.
E para olhnrmo3 confiantes o~ anos que virão,
Hoje todo mundo vo.l ver a bunda passai, por-
que nlnguém é de !erro.
!Amar.há começa o nosso futuro.
EDITAL DE ALIENAÇAO POR CONCORRENCIA N 01/84
ENERSUL
Em:ess de Encrgia Elétrica
de rvlê'.o Grosso do Sul S.A.
Secretaria da Obras Publicas
GOVERNO DO EStADO DE MA10 GROSSO 00 SUL
Everaldo Alve!: da Rocha, Prefeito Muni
cfpal de Porto Murtlnho MS, comunica que
realizará às 14:00 horas do dia 24 de julho de
1084, alienação de sucatas, veículos e máqui
nas abaixo relacionados, c'.e acôrdo com a lei.
Propostas serão recebidas até às 11:00 horas
do dia 24 de julho de 1984. Demais informa
ções, bem como edital completo, inclusive os
bens alienados poderão serem vistos e exami
nados através dn Secretaria de Administração
da Prefeitura Municipal de Porto . Murtinho,
no horário normal de expediente.
Relação dos veiculas, máquinas e sucatas
a serem alienados:
1) Uma sucata de um trator Massey Fer
guson 50
2) Um caminhão Chevroleth chassis 68351
HO 8658, ano 1978
3) Uma sucata de um caminhão Chevroleth
motor Detroit, ano 1.!l77 chassis 68351 HO
3654.
4) sucata de uma pick-Up ford chassis
LA 3BPA 621117, sem ano de fabricação.
5) Um caminhão Mercedez Benz 1113 ano
1976, chassis 344.033.12.312337, sem pneús,
motor fundido.
6) Um caminhão Mercedez Benz 1113 ano
1977 chassis 344 032123381105, em péssimo 2s
tado.
7) Um caminhão Mercedez Benz ano de
Campo ds
A EMPAER, Empresa de Pesqu'sa, Assis
tência Técnica e Extensão Rural de Mato Gros
so do Sul, através de seu técnico, o Zootec."lis
ta José Clauclio, está desenvolvendo um exp~
rimento na propriedade do Sr. Pery de Al
meida Mello, Fazenda Terra Nova, com 2 lotes,
de 95 r.ovilhas de engorda cad:i. hte, ~end.>
administrado para um lote apenas a m'sturã
mineral e para o outro lote a mistura mineral
mais Uréia Pecuária, O experimento terá du-
fabricação 1.973, chassls 344 032 1205 3008
(sucata).
8) Uma sucata de uma perua Komby
1.968 chassis BB 138845.
9l uma sucata de um opala chevroleth
1972 chassis 5N69CCB-ll826.
10) Uma sucata de uma patrola Caterpll
lar 1 2 E número 3673.
11) Uma Sucata de wn trator de esteira
Caterpillar D4D.
12) Um caminhão FMM chassi ARS
1610122239, ano 1958.
13) Um caminhão Scania Vabís chassl
L-7638,motor S-5537, ano de fabricação igno-
rado. .
14) Uma sucata de um caminhão Ford
basculante.
15) Um conjunto gerador Hoos 110 Kwa
motor 103907
16) Uma pá-retro, sem retro Massey Fer
guson
17) Um conjunto Hoos MWM 12 cilindros,
!tmdido
18) Aproximadamente 8.000 Kg de !erro
velho, sucatas cm geral em lotes a serem exa
minados.
Porto Murtlnho 04 de julho de 1984
Everaldo Alves da Rocha • Prefeito Municipal
Antonio Carlos Dias Barreto - Secretário
Administrativo
Demonstrocão de Uéio
ração de 100 dias e tem como objetivo a ma,.
nutenção ou melhoria de peso de novilhas de
engorda, através da redução do déficit protef.
co, com utilização da Uréia Pecuária fornecid:t
junto com a mistura mineral, no período seco
Durante o período do experimento, Serã;
feitas excursões com pecuaristas, visando di.
Cundir esta nova tecnologia na região. No fi.
nat do experimento, será feito uma Reuni
com demonstração dos resultados alcan~d ªº
= (os,
·- - .
'TI +86
1
1 1
1
- .._ - .. --- -- .,, ..
------
):l:stc dia qv3 $ '3 fcct pera a cidade também o 6 para nós,
Bela Vistu quo hoje 1111vcrsarln, nossos melhores votos de progresso lnccsso.ntc,
;,
"A QUALID,DE DE SU: VIDA DEl'ENDE D, QUALIDADE DAS COISAS QUE VOCE
'{'OÉ NELA. _
rANII-'ICIDCR.' CONFEIT,'I:•!A, L/'NCIIONETE, AÇOUGUE, LEITERIA E VENDAS DE
rnODJTOS YETI',r.lNIRlOS I'O!t.J T: "' "fl AYENinA DUQUE DE CAXIAS N" 446
J,IDli1 - Ms
G ,.,.,,..,. o
A Festa
,.
e
nm,1nhft.
1
1 E~lc. dla que é d:) fc~t.l p·na a cidndL•.
tamL{m o é para nós, afim! ninguém é r:Lc
1 J •
ferro. Hoje p.iramos p:irn fe:;tc :rr, mas ,:i.m•
1
. bém para recuperar forças e no bate papo
!
gostoso com os amJgos, vislumbrar novas al-
1 1
tematJvas.
1 Nos•:is hcmenagens de~de o ma's humil
ldo morador da perifria até o mnfr graduado
1
pois todo~ participam da nossa vl:l.a, traba,
- =• -------=-- ---~-------1
_Neste 14 -de julho, dia em que os belav:~.
1
tenses se irmanam na festa de inauguração
.da 13n .EXFOBEL, orgulho de todos nós, mJ
t radores de ;Bela Vista, Jardlm e demais cida•
ºl
j .des da região, enviamos as nossas calorosas
zaudações ao povo belavistense, sobretudo pe.
la presença do Senhor Governador do Esta
do, Dr. Wilson Barbosa Martins.
Que a ação conjunta de todos resulte num
progresso maior para Bela Vista e bem est!lr
_de sua gente.
M~ li EZ PEIXOTO
lhando, conquistando concsco etapas impor-
, lantes no processo de crescimento.
Parabéns Bela Vistn
Parabéns Autoridades
..
1
------- ~ ._. - --------------------------
-----------~-:---.-----
Nós Comemoramos Também
Sim, hoje nós também estamos comemo-
rando, afinal a longa escada do sucesw deve
ser percorrida de degrau cm degrau. Assim
foi. A!sim será.
Começamos do nada, com muita luta, tra.
balhando muito, mas hoje tudo está mais r:li~
cil. Já vislumbramos o arco iris do sucesso,
isto nos dá uma esperança malor, e toda esta
de To dos
Pedro José
Polmieri
o
. -··-. ·-·-- ------ .-- - . -7
..
luta tem uma razão de ser, Bela Vista cresceu,
novas oportunidades surgiram.
-No fllturo Bela Vista será uma cidade ain
.da maior, teremos orgulho em dizer que par•
.ticipamos desta conquista.
,,11 O
1 /f [1:
pies pi
, e • , cc
e'· r;o Cll
, .. e : Jo
e:m
.:-ac.:g:n
(Na foto Cassio ?O lado G<> Senhor AntoniÔ
• 7 - de As::is, compr!!.dcr de gado de F.Hima do Sul).
, '
·- - -
PECUARISTA CASSIO ACI LI
.!.
ç. mais
: j
: heg
·~ ·.y ... :L:t
.±:; G:
:1:L
T.:r..! C:o :-..r
, ... -.:•;. V
±: :r!a,
:7 1que
: te,
EIS CIONIIL B
Dia 1.9 de Julho - No Grêmio Pedro Ru
Aniversário da Cidade. , . . mo, em Bela. Vista, Baile Comemorath"o ao
Abrilhantaílo pelo melhor conjunto da Fronteira .. e
o TAMMYS"
l'rcscnça da Mals Famosa Chacrete: RITA CADILAC - t
Be eza, Charme, Veneno ...
Venha, Rela Vlsla 1'sper:i por Você.
RESERVE SUA MESA COM ANTECEDENCIA
..,_
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•• -----------------
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(Continuação)
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ir.::'.l
c
5 á..S
ar::
stes
s5
urs-
..- n~rra cio PJrlpucu, r.om suas margens cra
vefdas de pedras naturais, tinge na vezes u
r!lurn cJ11 10 (dei) melros,
-· Córrcgo Mui,
.-- Córrego Guaviral,
- riorrn do Rio Cnrucol,
.--- Campinas do Nhum-IIntlm,
- Parque de Expo:-:1:;;,ío Jgrop:cu:irlo, cons
titui-e em uma das mals belas festas Muni
cipa,
.- Cachoeira do Córrcgo Vacaria,
- Córrcr,o Mnngnbn, com Jeito coborto de
pcclras vermelhos,
-- Ponte Inhnhde]ara (Ponts de Deus), outra
bo!eza rara do nosso mun cípio,
- Monumento Nhnndcpá, onde !oram sepulta
cl('ll o:i rcslos de trn•·ilciros e paraguaios tom
IJr.dos cm combnto.
'fTIIIISl[O E LAZER
-. Recursos nnturuls: Parque Natura~ queda
d'rgua c Prnlos.
- Recursos Culturais: Acervo IIi~tórlco, B'·
bliot.ccn, Museu e Ntlcleo Artesanal.
-- InIra-Estrutura: Meios de hospedagem.
LAZER:
Rios plscosos, coso do Rio Apa, com varie
drclcs de e~péclcs, Cinema, Estdd:o, Gindsio
Coberto, Clubes, Compras Praças.
8 e I o
c;;::;::i:
ccreve : José Joaquim Ferreira Scuto
Vejm ccmo ccmeça, cresce e agiganta sa
uma organtzaçilo.cmpre;arial. Esta Rede de Jor
nais eomcçou aqui mesmo em Bela Vista, há
pouco mais de doze anos, com o aparecimento
de um jovem magrinho que, segundo amigos
mais chego.dos, tcdcs os anos viaha a Bela Vis
ta, vendia .-ções e livro3, com representação cm
Campo Grarde, onde trabalhava na mesma fir
ma com Duprê Gorcla Coelho, lujc Diretor d:i
Fclha de Mato Grosso do Sul e outros quatro
jcrnrus. V~ndla livros e ações porque a grnna
crn curta, levava vldo. apcrlada, mas sempre
cem aquele otimismo.
Na época, um grupo de jovens imprimia
um jomaWnho na gráfica,do Glauclr e convi
dava Ivaldo para escrever crónicas para o mes
mo, feito para se levantar fundos para o carna
val. Esse jornalzinho, "O JOIA" só durou dois
números, depois teve suas atividades encerra
das. 1valdo sentiu naquela cpo1 tunidade que
Bela Vista poderia ter realmente um jornal de
verdade. Foi a Ponta Porâ, c)nversou com o
Dacunha e o Fernando Saldanha, na époco. Di
retor do CORREIO DO FOVO, eles concorda
ram em imprimir o jornal. Surgiu a Tribuna
entre a converso. de Ivaldc com o Dacunha que
ncabu definitivamente em TRIBUNA DA
FR~NTEIRA, ant~ impressa em Ponta Porã,
depois cm Aquidauana, qua.rd, então já rece
bia artigos gerais e novos adeptos chegavam
para cngr.'.lssar n5o o rapaz magrih e sim o
Jcrnnl que a cada espaço de tempo aumentava
scu tamanho e número de páginas. Em 1973..era
registrado o seu jornal. Nesse ano ingressou
na Associação Bracilcira de Imprensa. Ê ago
ra Vice Presidente da Associação de Diretores
de Jornais do Interior. Já participou de, diver
sos encontros de jornalistas em Aquidauana,
Cuial::i, Camboriú etc.
Novos colaboradores surgiram. O jornal to
tia e intcligê:icia aliada ao talento do magri
mou sustâr.cia. O arrôjo, a constância, pcrtiná
nho, jâ cnt5o casado, cem uma belavfrtense Ma
ria Estela, tomaram outra decisão.
Organizaram a Empresa Gráfica Apa. Era
ncce~·s:irlo ter máquina:; próprias; aí é que se
aguentou a l:arra pesado.. Sem capital suficién
te, ludo vencendo no peito e na durcn das di
ficuldades várias, corseguiram crédito com o
Sr. Nazareth do Banco do Brasil para novos
investimentcg e trouxeram de Auidau:na o
Gilson, pro.ta r-rcciosa da casa, que ·cm tipó;tra
fo, impresscr gcntz e tudo para ajudar : cm
[.rc,sn cr;:::ccr.
Estou falando do Jo.: z!is'a icldo P:reira,
e sua senhora D. Maria Fstel Velasquez Pe.
rira, empresáx.o que ccm garra, ao come;o
cm mzteri] insuficierte. ms com ex?lentes
Parque Natural à mren do Rio Apa,
r,r,rovcitodo pora rcc1cnçfio cm mus•,·1.
INVESTIMENTOS Eil Dl~L/ Vlb'fJ
Dela Vista nprescnla amplas perspectivas
de desenvolvimento baseados na expansão d
Pecudria e dn Agricultura.
Dentre as áreas mais propl::!ns os inyes
tlmcntos prlvndos, merecem destaqu:) os sc
guintes:
o) Exploração e Induslrlnllzaçiio de Cnlcdrio;
b) Industrialização de carne e sub-produtos
do gado;
c) Turismo e
d) Fccu:1ria de animais de pt:queno port:?.
EADOS GERAIS
Origem do Municlplo de Dela Vista: Nioa-
quc .
Dnln de Crlnçfio: 13.10.1008 - Atrnvé~
do Lei Estadual nº 502
Locallznçfio: Região Sudoeste do Estndo,
LllIITES
Norte: Com o Munlclpio de Jardim
Eu!: Com a Republica do P:miguol
leste-: Com os municlplos de Antonio Jo-
o e Ponta Porü
Oeste: Com o Munlclpio de Caracol
Bnc!a Hidrográfico: Bacia do Rio Pnrnguai
Micr.oregião Homogênca: mrh 341 -- Do-
doquenn
{uncioná1Jos
1 editar.do um jornal já então com
real aceitação, com lutas incessantes levaram
. à realização aquilo que ele ~cmpre dizla•m':!:
"Constntirei cm Dela Vis la um;, org 11izn~ii:,
jornrlisticn como quero. Nfio será sómente a
Tribuna da Frcnteira, farci publicar oulros ,
jcrnnis, quero cm p::rque g1.Hico que possa
suprir o comércio e ns Rep::rtiçõcs Publicns
com impressos, Vou dinamizar cs:t coisa, con
te com n Estcln",
Comeguiram instalar a empresa em um
cnsariío de tébua à Rua Duqu~ de Coxia~, que
n sogra alugou. O ercritórlo da rcdnçJ.o espaço
l·estritc a um msa e um ,.~mál'ic, dcpeis
noutra r:ila, a oficina, atraz, já então com apren ,
dizes, ouvia-Ee barulho, azáfama ro :ro.b3lho
para dar o exemplar do semanario que era dis
putado pelos belavistenses, ávidos em lerem
eo.l!as que se passa aqui e alhures.
Nesse tsmo apareceu o gordo, o Alváro
Pereira, que foi aprovei.lado no Depnrtam~:ito
Comercial, trabalhou muito e agiu bem
depois desligou-se da empresa e crgaizou a
sua própria que também progr!de.
A coisa ia crescendo, o magrinho comprou
mais máquinas, era o raiar do parque sonhado.
Mudou-se o equipamcntô do jornal para o
prédio, junto com mais espaço, melhorou o
escritório da redação. As cunhadas Jaqueline
e Flora foram investidas secretárias. A apren
dizagem, composta na maioria por estudan
tes, aumentava, os mais experientes tomavam
outras obrigações mais importantes. Arran
jaram-se repórteres, dos quais D. Estela é
uma das mais eficienles, colaboração já havia
multa e :)ôa.
A empresa crescia, já se fazia além do
jornal, os mais variados tipos de impressos
comerciais e· de propaganda. O prédio já es
tava pequeno para as operações. Veio então
a iniciativa da sede própria. Primeiro a com
pro do terreno Rua da República, a· cons
trução da residência e logo após o prédio da
maquinaria, escritório de redação e dependên
clas.
A Tribuna vivia a trazer em suas colunas
que em breve chegaria novas máquinas, lino
tipos e tudo.
Daf, foi saindo o Correio Jardlncnse, logo
depois a Tribuna Murtinhense.
A Gráfica estava melhorando a olhos vis
tos e mal a ~ede própria ficou pronta pela me
tac!e já se transferia para ela material que ali
podia ser manipulado.
O Diretor não parava. as viagans seguidas
eram necessárias para ativar os negócios da
empresa De dia a dia a coisa ficava mais pos
sante, mais arrumada, a Diretora D. Mtuin
Estela, EEmprc ntiv:i. d'rigindo Jluncicntírios,
Visto Suo
Clima: Tropical úm!do
Tipo de Relevo: Ondulado
Tipo de Vegetação: Campos Limpos e Ccr
rados
COOllDENADAS GEOGftArJCA"l:
Latitude S: 22º 00' 12"
Longitude W: 56'
1 31' 45"
Jlt.itude (sede): 1/Jl mts
POPULAÇAO
Urbana: 12264
Rurnl: 3818
Total: 16082
Taxa de Urbanização: 76,26%4
Área do Município: 4662 Km?
C.::n.,ld3c'c Demogr:Uica: 3.44 Hab/Km.2
Dstància da sde Cap:tal: 311 Kms
Empresa Tron.sportadoro.; Vi:i;ilo Cruzeiro
do Sul
Vnha•: Dcl:J. Visto/.fardim/Niooque/Sidro-
hlndia/Campo Grande
Bela Vista/ Jardim/Nioaquc/ Jquiclau.ma
Dela Vistn/Antonlo Jollo/Ponla Porá
Numero de Vereadores: !l
Ntlmero de Eleitores: 8 .128
COMARCA DE BELA VISTA
Categoria: Primeira Entrâncla
Munidplos atendidos: Bela Vlst.n e Cara
col
FERGIA ELETRICA
:Eelo Vista Caz parte do sistema de dis-
!nzendo revisão, cnslnando novatos na profis
são e o zelo pela organiza;ão dos diversos de
partamentos, almoxarifado e a própria dire
ção da redação na ausência do che!e, trans!or
mou a empresa no que é hoje. Foram editados
mais os jornais Jornal de Bonito e Jornal
de Jt6nio João Com tanta luta, tanta ope-
rosidade daquela juventude auxiliar que ali
trabalha, há de sair no futuro, novos jornalis
tas, novos empresários que empolgarão Bela
Vista no eu caminhar irreversível para o !u
turc esplendoroso que a espera o raiar do
novo milên!o, o esperado mi nio, redentor da
humanidnde, o III mi'nio dos super-homens,
das criaturas mais per!ellas na inteligência e
constituição física com vida orientada para a
pcrfci;ão humana mais chegada a Deus, sem
guerras, sem ódios, quando a ameaça das ar
mas nucleares e oulTnS serão ~pultadas para
sempre, constnfndo-sc apznas máquinas para
o progresso e não mais para a destruição co
mo era e é ainda costume d:i civilização e.cs
de tempos Imemoriais que arrastaram povos
inteiros à desgraça e sumiço do mundo. Ha
verá um mundo melhor, mais amor no co
ração dos homens, mais união das nações vi
sando a pacilicação dos povos da terra para
a vida integral do homem, mais respeitada,
evoluida na verdadeira destinação do seu ser,
Assim será.
E a empresa belavistense de jornais tam
bém no seu caminhar, há de dar maiores
exemplos de como se constrói e edifica um
ideaJ sublime, o de servir, ser útil, comunica
tivo, criando novos horizontes para aqueles
que procuram um caminho, um meio de se
fazerem homens, homens integrais, trabalha,
dores, benfeitores, construtores da nova civili
znção que se aproxima.
E com o trabalho, inteligência e muito
estudo que se constrói alguma coisa aprovei
tável à humanidade. O exemplo está aí.
Do martelar incessante dos prelos do
Ivaldo e das modernas linotipos, estão saindo
mais o Lagunense, jornal da cidade de Gu'a
Lopes da Laguna, comuna importante e pro
gressista, operosa e celebre pelo nome que
recebeu, lembrando o guia da Retirada e o
magrinho não se contentou ainda, projeta a
vinda a lume de um outro jornal. Qu?m du•
vida?
Nestes pequenos traços da fulminante
evolução de tão importante cmprern behvis
tnse de jornais, está escrito a figuraçüo :il'.
criatividade e êxito que o homem pde por em
execução de idéias concretas. com determina
ção, estoicismo, incansável vontade de renczr
e construir alguma coisa grandiosa para a
terra que o recebe com carinho, para seus r~-
História
1
tribuição inter/gado, ou seja, ligado A fontes
de energia por linhas de transmisao, Atual
mente conl:i cun:
Ligações Residenciais: 1660
Lagações Comereiis: 244
Liaçdes Industriais: 15
Ligações Rurts: 19
Ll:;.,çóc'> Poder ~ Püblicos: 35
Total: 2001
·o M
P.ovlnos
Suínos
Equinos
ICIPIO DE HELA V-TA
240. 3SO cabeças
3 . 300 c:1 bt.ç.'l!I
4. 600 cabeças
AREA DE PASTAGEM
Pastagem Nativa
Pastagem Artificiais
Outras
Principnls culturas do Mun. Rendimento p/ ha
Arroz 4. 000 ha 120 Kg/ha
Soja 1200 ha 1500 Kg/ha
Milho 800 ha 1000 Kg/ha
Mandioca 483 ha 10.000 Kg/hn
Números de produtores no município e
sun classificação:
Pequeno 546
Médio 80
Grande 95
Total 721
c:::::::J
205.254
131. 188
42.857
miliares e todos aqueles que por meios indl•
retos !oram capazes e tiveram a compreensão
de que a unl.ão !az. a !orça.
Ivaldo Pereira está sendo convidado por
empresários de Ponta Porã para fundar um
jornal rui cidade. Sera mals uma conquista.
Agora, com seis jornals bem impressos
circulando por esse Brasil a!ora, em vésperas
de sete, certamente o magrinho está sentindo
realizado o seu sonho, vendo a moçada traba
Ihando com alegria, a barulhada das máquina!1
impressoras que en!eltiça seu espirita de jor
nalista, as peraltices dos filhos ao redor, que
os orgulha misturados na luta diária, vendo o
sorriso da esposa também triunfante, a com
panheira dedicada que no labutar constante
conseguiram arrancar do pouco, o muito da
vitória almejada.
Parabéns Ivaldo! Parabéns D. Maria Este
la, meus amigos, a estrada está aberta, sigam
na.
.
1
%!'
. .
IHIu
»D E JORNAIS 3
(FUndado em 20/2/1972)
C.G.C.M.P. 15. 513. 203/0001
- Registro no cartório de Títulos e
Documentos n.° 35 -
uiretor-Responsável: Ivaldo Pereira
(Jomullsta Pro!issionn!. Matricula
MTPS n.° 140)
Administrnção. Redação e Parque Grátioo
- SEDE PRóPRIA -
_Rua da República s/n • Bela Vista - MS
Fone: (067) 439-1410 - Caixa Postal
23
Diretora: Maria Estela Velasquez Peretr
Depto. Comercial: Joao Carlos Velasquez
Depto. Circulação: Elaine L. Brum.
REDATOR-CHEFE: Ivnldo Pereira
• •• "9"T"9..A»e [
Demais Munic!p!os lO.OOQ
00
FUNDADOR: lvaldo Pereira'
Um órgio da Rede Belavistense de'
Jornais Lt<la.
Represcnt:i.nte NacloJUJ• FlJTUR.A
CO:'.IUNlC.'1.ÇôES • SBN. Edlfic~o
lIauríclo. Salas 1113/1114/llls T~o
nes 223.1655 • 223.1660 - ri, o,
Fl dg ADor e ABRAro "
-
------------
os desbravadores da fronteiro, fundado·
res da Bel Vita, que meurm nesta terra
Irtil , rmrtcs do progresso e do idealismo.
. :C. la VI tn, rrnlintln n'onç:ida da l'âtrln,
nde o patriotismo emnpre fala mai; lto, 'Ter
ra onde aúch", paranucenses e paulls4as :e u
nivm o sulmatogrozsncs e iniciam na cons
l
tiuç.io d<i ,nn.1 cltfodo que hoje é orgulho pura
todo:. n6J,
1 Escritório
1
, a imens11ra
R<.>;::tro cnE/IJ _ Num ro 52.09'.l/TD S.P.
VISTO Número 1.011 -- MS .. - _
Cadastrals de Farendas - Divisões de Inveraads •
flrdjçõrs tlo Tem, .. , - Levan!Jimro!Ull
«R e
. , .
IOFI
Hoje n Frinceza do na comemora o seu
OGº onlvcrsárlo de cmonclpoção pollllco ndml
alstrotlvn O Inaugura se n 13:. Expct~I, exon
lo dignificar'e da garra e da fibra do be!avi
lcnsc,
A lodos vocés, bclovlr'cn•r•· c1!l lnjr, '!!I~
contlnunm a scmcnr, pnro que no futuro outros
osam colher, a sudgão da Assa''ia L
•lsla!lvn do Estado, não poderíamos dixar de
retr a nossa hmcagem nos homens que
-?stdo ajudando n_ ccnslrulr o noso Estado,
Par [rs Delr Vista
Parabéns Cgnlz:&re: C 15 Expobl,
WALTER CARNElllO
Presidente d:i As~embléin Legislaiv.i.
AHI r.IGO
WALTER CARNEIRO
DALADIER AGI
ARY RIGO
LCNDRES MACHADO
DJALMA EARROS
ARMANDO ANACUE
MANFREBO CORREA
JORGE At1ARAL
ZENôBIO BOS SANTOS
GANDI JAllIL
NELSON TRAD
VALDIR CAPDCO
c•.::::PUTAB'.JS n::: F)lDB
jY'11? O ORRO
LE:TE scmr.rn:::T
CNEVAN DE MATCS
r:NEDI. DO LEAL
JESUS GAETA
'l•NA'l'r'N r'J r:cS.
AIP MAR QUES
NELSCN DUAINAIN
AKIRA CTSUE
IVO CERSÓSIMO
VALTER HRFRA
AN.lZ FAI<ER
I
1° Secretário da Asmb!éla Legislativa
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Rua Genrl Orlo, 1281 (Restdrt)
~tATO r.nosso DO SUL
Reunião
Reunião realizada sexta feira, d'a 6 PP,
no Grêmio Pedro Rufino, contou com a pre
sença dos seguintes sócios: N estar, Le_andro.
Hcrmann, Mnurfclo, João Batista, Carlos Al
berto, Casslo, Luiz Carlos, Broul:o, Santana,
Eviláslo, Fernando, REinaldo, Baz!!no, R:;'.l.Tdo
e Suleimnn.
Posse
Apresentado pelo Cassio tomou posse o
Ivaldo, que havia se afastado do Rotnry hé.
dois anos. Na ocasião d'sse que "quem é rotn·
rl:mo nunca deixa de ser, não saí do Rotnry,
apenim me afastei por força de clrcunstilnclns
nlhcias n minha ,·ontadc".
Santana
o companheiro Santana disse de sua sa
tisfação cm ter novamente o Ivaldo no Clube,
!rlsnnc!:J que o mesmo nunca deixou de ser
rotarlano, sempre colaborando com o Rotary e
vivendo a filosofia de Rotary.
Cnsslo
Apresentou o novo sócio, lendo um pe
queno "curriculum", onde destacou as ativi
dades do sócio recém empossado como jorm
lista.
Diversos Assuntos
Após a leitura da Ata pelo Secrztário Brau
l!o, diversos .i.ssuntos foram debatidos, parti
cipando dos mesmos Reinaldo, Fernando e
Cassio'. O assunto principal fol a respeito da
campanha pró pavimentação asfáltlca da BR
060, trecho Jardim a Bela Vista.
Lulz Carlos
Falou a respeito d!i posse do Fernando
nn presidência do clube, que ocorrerá na pró-
(
x:ma sextn feira, em reunião festiva, com a
presença de vários convlda:los.
PRO'.'IOÇOES E HEALlZAÇôES
Gestão: Luiz Carlos RlhOl
1) Baile show com o Conjunto Am'l L:llfrl'.
cem renda liquida de CrS 250 000,00 sendo
doado ao Hospitnl Súo Vicente de Faula a
importância de 500.,, CrS 125 000,00
2) Realizações de diversos jogos de íut-:.
boi de salão enlre equipes de vetemnos, com
renda liquida de crS 41. 500,00, sendo do:ido
ao Hospital São Vicente de Paula a importân
cia de 50%, CrS 20.750,00.
3) Baile show com o cantor Nelson Gon
çalves, com renda liquida de CrS 1.008.000,0J,
sendo doado ao Hospital Sã.o V1cenl~ de Pau
la n importância de 20%, CrS 201 600,00.
4) Participação ativa do Rotary Clube ra
1 Festa da Cerveja em Bela Vista MS, reali-
zada pelo 60 Esporte Clube, na venda de ca• ,
necas e a participa;;ão da Srta. Rosane, can ~-.
dic!~ta a rainha na.queta festa. on:le conseguiu
o 2º lugar, obtendo para o Rotary a rtmda li·
qutda de CrS 221.000,00.
5) o Rotary paritcipou também do natal
das crianças pobres doando: 1000 (mil) pãczl•
nhcs à Pronav que org:miz.ou o r:atal
6) Foi realizado nesta gestão a inter-clu-
bes, sed;ada aqui em Bela Vista com a parti
cipação dos clubes de Ponta Porá e Pedro
Juan Gaballero, e de Porto Murtlnbo e Be'a
Vista MS em fevereiro de 84.
7) Participou com bastante garra na pro
moção do Belavistense na venda de bingo;
!ícar:d.o o Rotary com 30% no valor de 2.880.
000,00, onde com este dinheiro já e!eluamos
a compra das telhas para a cobertura da se:le
própria.
8) Foram realizados (2) dois boleU-.1.; do
Rotary Clube de Bela Vista.,
9) • Recebemos no final desta gestão pelo
compa!!heiro Vervi de Araújo Castilhos, Ge•
rente do Banco do Brasil S/A. um touro paro.
o término da séde própria.
lC) • Participação ativa do Rotary Clube
junto a comunidade e todas as lideranças, no.
reivindicação de abaixo assinados; para a Sua
Excelencla Sr. Governador do Estado, refe
rente ao asfalto da BR 060 Bela Vista à Jar
dim.
AGRADECEMOS A TODOS OS COMPA·
NHEffiOS E PESSOAS QUE NOS AJUDA·
RAM DffiETA OU INDIDETAiIE'NTE; POR
QUE SOMENTE ASSIM TIVEMOS CONDI
çOES DE REALIZARMOS TODO ESTE TRA
BALHO.
DURANTE NOSSA GFSTAO 83/8-1; EU E
lIlNHA ESPOSA lIARUCE AGRADECKIOS;
POR TODO O APOIO RECEBIDO .
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uma atração a mais na Expobl. Sabo,•cíc o, melhores protos e no melhor ambiente do
p,;rque de Exposições, q~ já ~e tomou tradição em Ma!: C:czo do ul.
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NO PARQUE DE EXl'OSIÇôES RIO APA, NA ISª EXPOBEL
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ln.cio das Atividades
Bistecào n·a Chapa - Feijoadas
Camarôs (diva:scs) Fastelaria completa
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dia 8 de julho ( uoroingo)
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t'Pen]iro Fernrlo Tore de llarros -
Cl1cfc de Cb1~s à.i l'r.,[ei(,1r.: JIi!r.iclpnl
REL.'Ç/O DE ~-:!11,5
l . E.'ncasc,lh:imcno das Rua: XV de Novem
bro, Antonb Jfarin Coelho e Dp. Mrio Von
Den Bc;·ch 113 trecho ccmr,recndido e:::itre as
Ruas: Ccl. C.:imls~o e Av. Parauuai;
2 - Enc.iscnlh~menl:> d[ nu:i JJmir:inte Bnrro•~
no trecho cêmprcendiclo ertrc as Ruas Barão
do Mdgoço e a Bnf.o do L:idárb;-
3 - EncJsc.ilhamcnb do Rua Dn Repúblk:i r.o
r I t J ;
) :' .
fr< Ll1<> ccrnpnlnuido , n'rc ú /,. 'J ,·ri..,, :,
Uv,i .
1 Hu I Dnr:.o dv J. ir! ,ri
1
);
11 - Encalhamento da Rua: D«ri do ;Jc·l,a
ço u,tr,• ·•.; Ruas Duque d Cr-d:1 t; .1l<.--•r~:;
Cabal;
fl • Encaclhamento da Hu: Voluntário da
l Íllri.i cnlrP ns Rua· Ear:o <lo Mdg;iço ~ lh
r~o ri,, I nd5rlo;
(j • r,:,c:::"olh.imc11'0 clri
1
•,d'"• u·, Hnn·, !'.IC c.lr
nmrlam •" praç-1 dc,tinr.tla Campo de Plo do
qa rtl;
7 - Ec±calhamcrto da Rua: 03 d Oual. :, 11'>
{recho cntre s Ruas Guia L0e; e Cc·l. DiJs;
ll. 1.·n~:,,:·~lh?mc·n:c ela ílu;: Cd. 1), 1; • 1trc o,
Jl11:i•· A 1'
1m!o M11iu C>llho e S<::to t'.l:: Sctrm-
1 ·o;
O• Jtc,,o do occ,.,o ro.'.1Yia Crr,cJ! uc :; .. J. S.i()
'lmn!e, uma eter ie de km, c nt 'olu
me de atr;o de 12.07Om3 nvm valor 'e1t. de
Cr:, ll.!00(,CO,OC' /Oito tn•ll·•:i-·: t'~ C11i:drn;).
Obras de Pavimentnção nsfáltfcn <la nua
Ccmlc de Porto Alegre (conclui<las), cxecuh
das pela Prefeitura Munipa!
I,-trro e nescalhsrnto de todas s Itus
(! '•!0 c.J..1 Cc,i l,;
II- ter.o, nivelannto e limpeza da Psi
I <;!nJ,llw Pedra (Princzs do Apa);
12- Coloco de Tubos para Drenagem ds á
vus piuviuis rc. cnu.r,mcn'.'l~ da Rua Cc•l. Vb•
com as Rua: Selastiic Crispim do Hc:,o e Ste
de Setembro;
1:J - Coloca,i) de Tu!os para Drenagem do s
c,.1:i~ p'.m-:, • 1 r.c: crt.zt mcnto; dn Ru1 C .. nrr.11 ,
Soar;s d Rocha cmn as Ruas José Donife±a,
I'J15o d > T,:u.r.b e i,Iarcd1,,J Hondc:1;
1-l - Co!c::- .. ç:,o cl,J 'fub:>; f:lra drcn:,;,cm d~ ó
mucs pluviais ro cruz:morto da Rua Paro do
í:..~dárlo crrn a fütJ Vc;luntluío dn P:.trl:J;
15- Colczã de fulo para drngem de i.
u2: pluvinis no cruzumnatcs da Rua Bar?o do
'idu ,ro cm Ruis Depus de Ca::11..'J !! Vo
iuntá:.c da P±tis;
16 - Colocação de Tubos 1ara drengem ds á
gua~ p!uviDi:; nos cruzamentos <ln Rua Eddnrdo
L 'xo'.Q rom n:; Ilu33 Voluntário da Pá'.rh e
/lv,rc: Crl.Jral;
17 - o!c;ã de Tubo:; ele concreto no Dl:;tri
k J,;unca TL'-Vi, num total de 80 (Oitenta) .
!C - RecJ,ic,·aç,i) da Povim2ntação )sfáltica =
dlvc1'Js Rins ela Cidodc;
1D - r::cu;::.:,ação <las Esl1Jdas Vieinais que li
gam a rodcvia de Ponta Porã at6 n altura do
C~rrcp Itá e Fazenda Morrinho;
20 • R~form1s da; Escolas Munlcípnis São Cle-
1nente e Fro{ Erasmo Mcde
1ros;
21 - E.eforma do Przdio d~ E~tocio,amen:o da
PrEfeitura com seu respectlvo muran,,..ntc;
?::, - Rep3ros em diversas Ruas da Cidade com
aterro e Patrolamento;
Prcfc'ta !Iunicipal
23 - l'.irol.,mtnl" de todsc as luas da C:(bde
on tontemen!
21 - C.ipll,J. ti<: foch:. a; nu J'.' co111pn•cJ1didos
_w_; !':IOCC5 01,C.. O:J, e O! clJ dd~cl';
25 - AEr'ura das Rua c nlvclt,me_1[.o <lo CJn,·
ju11'c Ilabit.icionJI 1Iilit.1, Lcurcirn;
, ,
'
2/i - Sub,tllu!ç;io de Pnt de Madeira existen-
te na Rua Eduardo Peixoto c:itre as Ruas Du
que de Caxias e Voluntúrlo da P:'.ltria por Tu•
bo, de concreto;
27 - FavimentJção Asfáltica da Rua Cct Ca
nÚ!:ào no trecho entre ::,~ Ru1s XV de Novem
bro e Antonio Mar!a Coelho;
28 - híclo éle Pavim:mtaçiio Asfáltlca da Rua
Conde de Porto Alegre, já com o trecho entre
as Ruas Barão do Ladárío e Barão do Melgaço
já conclulda;
)
1 • Ccnstruçiío de MntadourJ Municipal;
2 • Ccnstruçiío de uma QuJdta. de E~porte, no
C,:mjunto Hacitacio11al d:i COHAB;
3 - C!>nstruç5.o de OG (S:ils) sJ!as de nula na
Escola "Jarbas Passarirhc";
1 • Construção c!c um prédio com 0-1 (Quatro)
ralas de aub nJ Escola Cn,tt;inln Enco.nt:ido;
5 • Cc.nstruçiio de umn Qunclra de Esportcs no
Bairro As1tn • Dccc:
6 • Construida dut1s pn~sarcln~ de concreto
crmoc!o nc canal dn Av. T':1c!ldoro SatiYa;
7 • Construção de um Post<:> de Saude n:, Dls,
t1:10 Nosrn Sen.hora fü F:í.timlj
8 . Construção de um Galpiio para n fábrica de
Artefatos de Concreto da Prefeituro Mu:iicipnl;
9 - Construção de um Parque Infantil na Praça
Alvaro Ma~carenho5.
10 , Construção de Pavimentoção Asfáltlca na
Av, Ccde de Porto Alegre;
11 - Comtrução de um tcrmi1:1l rodoviário;
12 - Ampliação e remcde!Hgem da Pr::iç~ C::i~t,o
)!ves;
13 • Ampllasllo da Rede de Agu:i Potáv2l;
14 - Ampliação da Rzde Elétrica e l!t:min:içã:J
Pública; ,
15 - Ampliação da coleta de lixo;
16 - Reforma 'totnl do Prédio da Pr.:!!elt1:ra Mu-
~ . .
'
....... - -. ...... ~ "'· _.,,.,.,_,.,.,. -----
Aires Cfure - Chf? de Ga'inc'e au
x.i!i11r lncs!hn::vel do prcfrite D:!lon.
Pra; ', ..za.:::as - Frefeitua
·a;'rz+tau z +r1;a
nlcipal;
17 - Reforma Geral de todas as Escolas Rurais
Municípais;
18 - Refcrma e ampliação da Câmara ~unicipal;
19 - R:cuperação da Pavimentação Asfá!tica em
tcdas ns Ruas da cidade;
2C • Aqulsiç:io de Equipamentoz Rodoviários;
- P:i - Cnrregad~íra, E5Jmlhador de Agrega
d:n (a!faito) e Cam:nhéc: EJ~cula:i.tes;
21 - Aquisição de E~u.li;ame1~tos para a Oficina
Mecânica da _Prcfeiluro Mun!clpnl;
22 - A:iuislção de um:i. Krmb' par::i a Secretaria
de Educação;
Trnbalho, é uma constante, as máquinas
e· os Itomens dn Prefeitura nã, param.
eto
i±a e .A.is-- té Bá pcuco sob
r:isy::m~"bilidatl:: cl:! PrPfeiturn Jfunlclpat com
e :!t;rn;:n:k Jo,:;;e li, Scuza R Jc'.;i promolendo
diz.:s cios.
23 - Aquisição d~ uma Ambulância;
24 - Encarcalham:nto de Ruas e eo!ccac;ão de
Tubos em todos os cruzamentos;
5- Calçame:ilo da Praça Alvaro Mascarenhas;
2:i - Arl.Joríz.:idor da Nova Av. Conrle de Porto
Alegre;
27 - Cais abrigos para Pcc'.o de ônibus na Av.
Theodoro Sativa;
28 - Fo1maç-Jo de uma.Frota, composta de uma
Pá Carregadeira, um Caminhão Basculante e
umn Patrola para manutenção vicinais;
29 - Pavimentação Asfáltlca dn Rua Duque de
Caxias até o C,:mjunto Habitacional da Cohab.
7 }ir.,ui! - ia14+.
p- '/ i f , r··~-:-~•-s····, ..
. , . ,
Asfalte: é intenção do prefeito pavimentar
as principais rnas de Bela Vista.
l
.1
. l
.1
. · 1
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.•
l
Sra. Eva Florentino - Se::r-et.âfin d F
d d
,.~ ... , e a-
zrn a o ! .. un:::1p10.
Criada no Infcio do ano d 1903, e320ll
nh de quitaçio do "RA)" 'hoje, parte in.
(e;1nte ' comuiido belvisstenss, Árduo
f! o em'nho trilhado pnra que pudsemos
hoje nos agu'harms de contar rm nossa ci
dde am uma e' co'o d tão nobre rt3. E ao
mremo tempo é extremamente pra!ficant'
para seu Idealizadores acompanhar o suces
ro de seus Jovens incints,
Como porque surgiu n idéa da eco'i
nhn:
A ldC!a não d nova, Já cm 1977, um m.i
tar cr/cu cm Qunr~-IS um escolinha de
c(lu·tr.ç!'l no úª Regimento elo Cuvnlorin. L1,
Icvt scus pupilos a disputar inclusive os
Cnmi:conrto: :J:11lci10 o Brasileiro de Ulpis
mo n; teorias Mirim e Jun'or, Tal mcta,
cvldcntcmcnto, pcln própria proJcr;l:o do E:•
tndo do MS no c~porte hlplco, cst.1 longo cl~
ser olcc.nçadn rqul, mns nem por Isso deixa
re de npostnr no dlu cm que isso vrd cont2-
cer e bntalhnr-se pnrn Jsc.o. Não s:r: trunbclm
c:;tcs jovens plonelrcs que ln chegnrúo, rn:is
outros mais que h!lo do vir, ntrnldos, eles pe•
los inúmeros atrativos da nrtc equestre o s9US
rcsponsáve:s pelns lncgávc's virtudes que s3
ctcsenvolvc.m no cnrl!tcr do seus Jovms.
Na 1!,_,"Ticulturn, o que p;ccccle b. cemc:iclu
rn é corto e rolatlvmento fécll; e tamb5m
Jllnntar. Mns depois ele brotar o quo zc pln
tou, c!lf!ccls e vnriadas so as mnnelrns de
tratá-lo. Arsim ó com os homens: pouco cus
ta semeá-los, mas depois de nasc'.dos, educá
los e instnú-los ó t:lrefa complexa, trabalhosa
o tem.lvel, principalmente nos dias ntunis. O
que se revela de suns tcmd1ncins é tão tônuo
o ob!curo nos primeiro! anos, e ns promesr:is
tão incertas e cnznnndoras que se fnz clüic'l
assentar um juízo scguro sobre o ruturo de
cad:i jovem.
Trata-se, pois, c!o cu:dnr dos frutos o prc
p:mi-los pnra 11 colheita. Variados e !números
tllo o~ estudos e conclusões sobre os bencfl•
elos do espore no desenvolviment do 1o1,
principalmente o esporte h!pco, : repana-
lliJ [
Alunos dn Escollnhn
} ,r
billdndc de todo" o qualquer cidnc!úo 11 preo,
cupaçllo com o preparo dos Jóvens. lndepcm
dentc do cor, credo ou classe soclnl.
Pela escol!nha é oferecida a oportunidadll
no jovem Belavlsteru;e para, de mn's uma ma,
neira, afastar-se da ociosldndo, que conduz n
vlc!os e degenerações.
A cscollnhn de equltnção também não
pretende ser a únicn educadora, onde se achem
os melhores desportistas ou a única a trans
m!tir qualidades de caráter, al::solutamente,
openn.s julga-se pequena parte do processo
educativo, e achn que pode contribuir na cdu
coção dos jovens, e o fazem, seus Idealizado
res, com orgulhoso prazer.
Infelizmente, devido principalmente a
onerosidnde do próprio esporte, com seus ma
terials e meios muito caros, a Escolinhn tem
ainda muitas limitações. Urnn delas é a res.
trlç.'lo quonh oo número de partic'.pantcs (má•
xlmo lli) j.1 que o 10ª RC, através de ~eu Cmt.
(õJ
Daniel Godoy, saltando,
o Ccl. L!mo., ó quem for.•~c:? cs cnvalos e ma
teriais pnra o Início dos Jovens no espc:-te. Com
o ttmpo e dentro das posses ele cada um. vão
eles adquirindo scus materiais. O objetivo !i
r.nl ó que a mé:lio prazo, cada um dlsponh:i
Inclusive de· seu próprio cavalo.
A mensalidade de CrS 10. 000,00 por alu
no, é destinada n prcm'nr aos soldados que,
aos sábados e domingos, principalmente, co
lnbornm nn limpeza e cncllhagem dos cava
los.
Comprovando o prestigio de que goza atu
almente, a Escolinhn mereceu o convite, ex
tremnmcnte honroso, de participar (pela 1%
vez) do mais tradicional festa belavislens:!, n
EXPOBEL. Corno próximo compromisso, a
temporada hípica do 17ª RC cm Amarnboi com
a p:irticipação dos Jovens belavistenses. Espe
ramos que n semente plantada para o desen
volvimento do esporte CQüestre em nossa ci-
dado e cm MS, encontre sempre pessoas co
rno o Sgt Vaner /bela e o Errt IJno B1Stlan•,
dispostos a regó.-la.
A Escolinha de equitaçâo do RAJ aprovei
ta a oportunidade para agradecer aos incenti
vadores particulares, à. Prefeitura Mun'cipal
pelo patrocínio da prova hípica na EXPOBEL
e particularmente ao Sr. Edson Medeiros do
Moraes, • grande incentivador, que proporcio
nou a ímpar oportunidade de projetá-la no
&lado através da TV MORENA.
Nossos jovens, pionc'ros no desenvolvi•
mente do hip!smo.
Tibizlnho Loureiro, Marco AntonJo Palmi~
ri, Pedro Henrique Pa.!m'éri, Afonso Pinheiro,
Evandro Rodrigues, Marcelo Cnstilho3, Már•
cio Castilhos, Daniel Gocloy, Eduardo Masca
renhas, Martin Ron::lon, Marco Anlonio, Mar
celo BI'!l!:!1, Dan!el!e Bras'I, Clóvis .Az1llnb:ija,
Carlos Alb:!rto Azambuja Junior.
/1
l.
e
Julinho e
grado ccm
Ivan Afonso dn Costa llfarques - Prosldente
0E
Junto com alguns companheiros que vlernm de outros Estados, há vários anos, nós da Câmara Municipal de Bela Vista sentimo
nQ:; cn;ulhoso:; cc pertencermos 11 u.mn geraçiio de!:Cendente dos gloriosos pioneircs que, cem fé, cultura e trabalho iniciara.rn
O
de
3e:i
vclvimcnto de nossa terra.
Cabo n todos nós, agora, dar continU!d.ndc. Procuraremos orientar nossas atitudes e propósitos conforme
O
exemplo que mostru nos
sa história.
Somos agradecidos aos implantadores da Expobel, hoje reconhecidamente a maior exposição
,. agropecuária do interior de Me.to
Grosso do Sul.
Somos agredecidos aos pioneiros, aos que desbravaram esta terra reconhecidam te ·
, ci en segw.remos o nosso legado de fé, cultura e tra·
bulho, pois acreditamos que, como os plonelros, as~im fizeram, nós também, agora,
estaremos instruidos para executar o nosso traba-
lho para 'proporcionar o conforto, segurança e liberdade ao povo belavistense.
Nada mais justo do que saudar efusivamente a todos aqueles tv
que contribuem para o progresso de Bela Vista e bem estar de sua
gente.
CLAUDIOUOR RODKGEE.
EVIL. ASO NUNES D& MIRANDA-PS CASSXO BKGLIA AGOLA.PS
ANTONIO SILVEIRA XER.PDS ANSELMO LOPES .DA
Mi; ai ". [
,#/elo .airavo-'i» #osevite iio Geria-?Mi lieiso Pilhe#ir@-PM#IR
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0
-----~---------
I07u TW TTONüüã
•
*
-1
os 6
......
ente Oue
Cnsnmcn(o de Julinho Murano e Izabela
A soclcclnclo bclavlstcnso viveu um dos
nconlcclmrnto,; muls marcnntcs no corrente
n n o, q u n n d o cn__,oronHc Jullo
Murnno e Jznbclu MorucfJ, !ilho9 do trndlc'o·
nnlt !nml'l<>s da frontcirn, Os pais do noivo:
Dr. Fic11 Munmo e Illlcln; ela noiva, Eclson
Mcde
1
roJ de Moracs e Cecília,
Notícia
J1ornc:s
Rcccpçlfo
Os convidados !oram reccpclonados no
salão do fcst.as do Grêm!o Pedro Rufino, deco
rado por uma empresa de Campo Grnnde,
com bu!!et do conhecido Cnntero. Presença
do vdrlos CQluru1vcls de Bela Vista, Campo
Ornnde e também do Paraguai. Entre muitos,
destaque especial para o pecuarista Dr. E»
lev11o AJves Corrêa, do Aquldnunna.
Julinlto e Iznbclo, flagrante cnlhido quando estavam no altar, firmando perante Deus
o SlgTlltlo compron::
1
sso ,lo mntrlmônlo.
Os pais .lo nohro: Dr: Fiori Murano e Hilda
Pccuarista e vereador Cas.o Bilia Acioli,
sua CSf,osa Dnlva e filhos Cass1o vem se des
tncando na Cilmara Municipal como ferrenho
defensor da pavimentação asftiltlcn do trecho
Jardlm Bela Vista é considerado um dos
mais prováveis candidatos a prefeito, caso
hoja eleições n·.s municípios de Interesse da
segurança nacional Dalva é Secretária de
Educação r.o l1unicfpio e vem obtendo pleno
!ixlto no desempenho de suas funções.
• ... l
- ;
$» ,..
. I
i ..e
Pecuarisla Adhe~ar Godoy e esp·,sa Jane.
Advogado milll.uldo nesta comarca, Adhemar
se destaca pelas inici::,tvas dl? cunno social é
participante dn cnnpanha • pr61 soerguimcnto·
do Clube Belavistense, do qual SUII CSpt'iSII é
& Vice-Presidente.
Por Nancy
ClfA DR COZI !IA
No dia 0 pp, aconteceu na residência da Lu
eia Borges às 17 hs uma reunião das amigas de
Eandrinha Salomão para tradicional despedi
da de sohl'lra.
FO(
servido deliclosos salgadinhos, batidinhas e re
friperantes às convidadas e também distribui
ram lindas lembrar.cinhas em miniaturas de
utensílios de cozinha, em madeira.
SANOUINIIA
Submeteu-se s "advinhações" dos pacotes de
pnr:mtcs e a cada erro um "castigo",
ENcrmnou
A festinha do chá de cozinha de Sandra com u
ma divertida e barulhenta passeata pelas ruas
da cidade-.
DARfüCJ
Do clube Esportlvo Belavistene (anti+a Barra
c da Paróqula) estará servindo refeiçô: e lan.
ches durante a Expobel. Prestigiem e cc!aba
rem.
MUITO SU
No baile rm.lizndo dia 06 pp, no Club:, do Luço.
OS CONJUNTOS
Mafalda Eletro Show e Albery Venâncio e seus
Guapos agradaram o grande público presente.
' ·POR LA
Animados anotei: Ivan e Graça, Mancc;i Godoy
e Jusrora, Blra e Jul!a, Nilton Godoy e Sra; A
b1J.o Zacarias e Olga, Osvaldo Melo e Leda, Ve
co e Lenira, Major Valter e Maria das Graças,
Palmeiras e S6nla, Major Azambuja e Sbirlel.
TAMBÉM
OE jovens b_elavistenses curtindo férias e mnrcnn
do presença: Edmauro Araújo, Simone Acloly,
Patrlcla Oca.rlz, Lella Acosta, Chico Maia, Asp.
Eder F. e Kátla Velasquez, Tubial'.O e Ellsmar
Araújo Marcelo e Beatriz P. Valérla Pi
nheiro, Izllda, Asp. Fernando, Ten. Heln, Renato
Rosa, Nádia Oliveira.
, . posi! me moça . . a!ena Lei•
te, filha do casal Dillon e Dorinha,
Flagrante no Restaurante Galpo no
(Nego) e Ronaldo,
1 "
. -........_..,. .,
Por N :rnc.y
*
------------------·--.
Flach collúdo durante Ja.1tar no farque de Exposições no Rest. Galpão
Um fagrnte no Rest. G:ilpào no Par-·•i, ctn Exposlõ~s:
Ronaldo ores. Nego acaria:, Ju'inh: ?u:no, Abrão Zacarias, sua filha Raquel e li.
!;!posa Clga Zacarias,
:I
.
~ -------AI
Aqui, para no:;r,os Jeitol'(i; t1n1:i pJse descon
traida d chrmesa b2lavisten;e Patricia Mo
rt1e11i e~tud~ndo atualmer.te cm S. Paulo.
Uma idó:a torna-se realidade. Ht. trcz:i
nnos um grupo de belavistenses res,lvc crhr
a Exposição Agropecuária, foram. muitos o:;
desnfios. Mns o pcvo desta terra é um fc.rl-,}_
Sabe superar desn!:os e !cmpre que ~ ch<fil1ado
responde com a voz dn p:ut.i:lpação. AqUi os
. pecuaristas !!ÍO unidos. • •
Com muito trabalho e dedicação adquiri
mos n sede própria do Sind'cato Rurnl; trans
formamos o Parque de Exposições Rio Ap;i
num compler') que 6 orgulhc:, p:>ra os sulmto
grossenses. J:-enlro desse espirito n nossa Eit
pobcl, de criança, foi S<! tornando adulta, boj:l
significa um marco importante no eontext"
estadunl, • • i_'i~lT!!
Para quem planta idéias é importante co
lher resultados, isto ocorre todos os anos, 1103
meses de julho, quandc na E,,.-pobel se obt.2m
:>.Ho índice de comercialização. Aqui se faz ne
gócios, troca-~e experiências e na conviV<'nc•'1
fr,terna descobre-se novos amigos. SE:> de to
d~s os lugares do Brosil e do viz'nho Paragur
elo Rio Grande do Sul e de S5.o Paulo. Sim, n
a no;:sa Expohel ê u-n:i nlr::c'i, int~r:-:i~•on.il.
Cnde se faz ::miip,.
JGosiar de ,Jgutm, de um lugar ou de algu
ma coisa, é cerno se sentir enamoradc e pres,.
Você não encr-"1'.ra palavras pnra ex'1r ~ssar e.
ta sensação, I • ·-+'cmer'3 scn.s +'· ·'
ferente.· Pode demorar mui.to tempo para ·sen
tir, como pode ,contecer no m:im~·1to em -que>
o viu e tocou pela primeira v:?z. D~r,ois en1.-::.,,
jamai!: o esquc.ce. Assim se p:issou comigc. Com
:i Expobel.
A (i E·--M
t
. J
Evide,1t.1t1(mte que nem sempL.; as coisas
acor:zm cmc a gentz ruer, ms. ceiam,
~rmpic r,1.1curei dar o máximo de mim em pról
da id5ia. H»'e o'ho. ';" ,to rrm e'"' meu~
cornp::nhe:ros, <l.? dlrc:crin, do Clube do L!lço,
com cs i;:ccuari••~- d" m
1
'1h1 .c
1chd~. d.q região,
tenho muito o que agradecer. Muito obrigado.
&:..,a:, . .u.--iu1~ r h-4 .,.._ .. _ "'.ii. ~.5
BFLA VISTA Ir ;
Edscn lIedciros de !ler.!~
Preside:-!c do nist P-!e 1 ,_. , •• _,_
EXPOEEL: "C PCE DA :E.3:zAc3
Cí'"tpKOVANC::; A TOP@Ar: E7x Is.
TA"
.... Homnageamos, ncsta coluna, o pecuar.s
ta Senhor Con2to Godoy, um h 1mtm que le'a
n'alma o sentimento tran:i,ullo do de·cr cum•
prido .
. . . . A fibra e o nrrojo de um dc"hrav:?.!l,>r, um
hnr.em que construiu, deixa nos filhos e nc
tcs (de7Cnn5) o cxemp!c do c.náter firme e da
bocesllcladc de p1·op6sitos Frcscnç11 viva 1e
um ra sdc de tr;,diçõcs, um homem que n'lo
passa simplesmente r,cla vida, m:1.:· que ccíxa
nc.!a a marca de sua presença. O scnhot i;o.
nafo está cem o:; ,li' is Lúcido, eeerer:!<,,. y(.
n, lo a vida tr:inquila ele quem Já fez mulh
,:·r ela,
Rosa!la Soares Mis MS 84, desfilou sua be
!c::a E ;impatia no baile do Clube do Laço: Va•
le resaltar que foi maquiada e penteada pelo
Marco Loris, do Marcu's Cabelereiro.
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'lmaCm-dinaT de !êri:is rela city.
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