TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº695_14.07.1984 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº695_14.07.1984Número da edição695Data de publicação14 de julho de 1984Número de páginas14GeoCoordenada -22.120629943195453 , -56.52124037771965 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº695_14.07.1984 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto J Al)lll fundo, anda, • 1 . i a aua orrl!o } uren 11Jl!I' rui do to elll (l'alll! jl?'etro falia • Deo- lnho) Slh'l .. :rt- • to!!! les 316. -· 1eé ,M ai 1 , o'' e IJlll nele! eri} ' terr«- eu°' ·e# , . . ,. Fl com grande satisfação que tomei co nhccimnto de que o trecho Jardim a Be! VMn, nu BR0G0, ic!á lnduir!o em bCU piar.o de obra: de pavimentçã sfál.lua para 1005, Sol• ba Dr. Vil on, dc;,dc O ln!clo de m!nho 1Jcsliio nn Cfimnru Munlclpnl, CC'mo vcrcJdor do PDS !crho 1.,at;ilhudo rclu ravimcnluç:io os!ltlt!ca ào rcforfd.> trecho. Hoje, st•nhor Govcrnnóor, Bé!'a VJ;:,1 come mora o zu aniversário e inuyu:mos a 1 Expbel, este foi o mor prnte que o c nho1 i;odcr':i dnr no povo dn lr::nlciro. ' Cm sta pavfmentnç:io, e;'arerr.os llgJdos aos grardes centro: e teremcz cordiçCe de au menl.i?mos JS nossos ng€cios, não sé c to cante n pecuária, mas sobrei udo ngllizando a produç,io ogrícol:i e de cnlcáre:i, ha a vi ln ter mos uma das maiores reservas do Estado. :mpre confiamos ros políticos que visam o tem estar dns comu·udades, nnqu•lcs que não vcêr.i a cr política, ms as intençõzs, saiba se nhor Governodor, o !er:hor pa•snr.i para n his térln, como o Governodor que atendeu os mais justcs anseios da comunidade blavistense. Hoje, o senhor está cm Bela Vls!a, n casa é sua, o pove o recebe como se recebes:e a um Irmão mal• velh:>, a um pai, recebJ Governador o car.nh da fronteira. :reder CASIO ACIOLY (PDS). hlL _ ·--•- .. V#ATEA CRRE! E RI FIGO EM EELA VI!TA O preslden1e d1 A~semblêin Leglslal!va, Walter Carneiro, e o 1º s~cretárlo Ar! Rlgo, estarão nesta cidade no prbtimo domingo, quan do ma.'lt~rão dlvers:>s contatos com as lideran ças politlcs de Bela VIsta, Jardim, Gula Lo- pes e Porto Murinho, ' Cs deputados do PDS estarão em reunião com os vereador.?s e membros dos Diretórios Municipais, poss(velmente na .residência do o pretelto Afonso Dlllon Nunes Leite ou nos·-sn• ' Iões do Grêmio Pedro Rufino, o local ainda não está definifüi, A pujança e o trabalho de Beln Vista, sobre tudo de nossa pcc·:árla, ultrap:issam a fronteira de )loto Grosso do Sul e são hoje orgulho para todos .nós. Scntlm;,•nos gratificados com n pre sença do Emio. Sr. Governador do Estado, Dr. Wi!sÕn, B:irbJsa Martins, o qual verificará "in 16o" as potencialidades de nossa terra. Bela Vista é uma das poucas cidades desta regiiil·. que pode ostentar indices de desenvolvimento e de bem estar social. T e m o s ruas.. asfaltndns, telefone (DDD e DDI), água, ruas comerv.:'dos, urbanização, sllu;ição invejável n:> tocante as rinonças·mUnicípals. com o !unciona-. , 11.s'nó:c'-débltolí em dln,·é qunse como se aqui. céorré~r-~-um mllagre. Sim, cm Bela Vista. n/ _se !ulli~~ m crise. Nós trabalhAmos, e quem traba- .· lhe hão tm tcmp para pen:x em passeatas, manifestações; greves; etc. Nosso milagre é o trabalho, Este povo ordeiro e trabalhador, que a cada ano que posso orgulho alnd~ mal3 a tradição ,-- e o legado de nossos antepassados, da gente. Provnvelmente na reunliio, será debatido o que cruzou serras e montes, campas e cerrados, assunto que vem polarizando os ntenções .. dos. pa:ra· áqui semear· uma, comunidade notáveh __ politiccs regionais (e também d» Estado), a° + Para um ·bom filho desta terra, que viveu formação da "Frente Liberal do PDS", crítica- a.Strll"lnfâncla à beira do Apa, e que, desde cri- da pelo deputado Ari Rigo. ança, trabalhou honestamente, herança pater- ' ... % ;.) ... .. ~ ~ Nn r,n;xirr.J ano ~qui funcior.:i.rá a Frcfeill:ra Municipal de Pela Vista, apés as reformas (pinturs, urbarizzcão, etc) erá uma das mais mde; :zs e funcionais dc Esto.do. OBRA :00 PREFEITO MUNICIPAL DE BE.LA VJSTA. AFONSO DYU.ON NUNES LEITE, com nu- --1 • xílio de GOVERNADOR WILSCN BARBOSA MARTINS, homens unidos per um só obj~ti~ · vc: UM MATO GROSSO DO SUL, MELHOR. na, n de que só o trnbalho enobrece o homem, a data de hoje tem um slgnlficndo todo espe cial. Primeiro, porque a 13" Expobcl ó o maior exemplo do poder de realização do· homem belavi6lense, é a continuidade de uma idéia planti:da por Maria BaHllanl, nos corações d-OS _ pecuaristas; segundo, porque tenho a oportunJ• dade de anunciar que dentro em breve mudare mos o centro odminlstratlvÓ de Bela Vista, ccm a ajuda do Exrn:,. Sr. Governador adquíri remos o prédio onde funcion.ava a residêncla--: dos Padres Redentoristas, o qual transformará, não só o visual da NOVA PREFEITURA, mas sobretudo a geopolítica administrativa de nos sa cidade; terceir:i, porque, mais uma vez, pos so reafirmar AO MEU POVO, a fi.rme disposi ção de trabalhar por esla cidade, em todas as • frentes, honrando a confiança em mim deposi- • tada. Hoje é um dia especial, Bela Vista é digna de admiração, Isto é reflexo da comU!lidade que canúnha. Parabéns povo bclav!stcnso Bons Vindas Senhor Governador _que venceu em Campo Grande Ex vereador em Bela Vista, ex presidente da Liga Esportiva Bela vistense, radialista, publicitário, homem das serestas e dos churrascos amigos, do otimismo e da fé inquebrantávet no dia de amanhã, figura humana· dàs mais queriaãs, não guarda mágoas, nem rancor, "a vida nos ensina a perdoar, . • Foi para Campo Grande, mas nunca deixou de lembrar. de sua queridáBela Vista. Os amigos, sempre recebeu com festas; os "adver ·sá'rios", com ::'lue!e sorr:so, como a dizer: "minha comcíência está tran- • quila. E a sua? Hoje, empresário bem suced:do, volta à terra, montando no Parque de Expc8ções Rio Apa o seu RESTAURANTE. Estamos falando José ~l:lt:cy Flcl.!S e o st-u "RESTAURANTE O GALPAO". de . Não é preciso dizer mais nad:i, seu empreendimento é um sucesso· o mesmo c:mnho, o -masmo empenho que dedcava às iniciai '' • b d 1 • ... vas que visavam o em estar ic Be a V1!ta (nam sempre compreendidas el arautos do pessimismo) fazem de O GALPAO um dos-melhorES P taos rantes de Mnto Grosso do Sul. res U• im. Eis um be'avistense que venceu em Campo Grand N da 1h ,, . e. a me or ... o que um pensamento de Hill, para espelhar a personalidad do meu amigo Glaucy: • . e "~W!lqucr c::lsa em que o mente humnm,· é capaz de o.credlt mente humana é capnz de realiznr", ar, • Esse é o segredo. ACREDITAR. Glaucy SEMPRE acreditou. Para. béns, VEI.HO GUERREIRO, é um orgulho recebê-lo entre nós, ho que acreditam. mens Jl! L.' 'hl'.. ~ Fcrnnndo Jorge Secrctárlo de Obr.:s da Prcfellum J[u1úclpnl • 1,. ~ ~ • ur,r,"VlC'OS r:xrCUTADOS El1 DIVERSOS EF."'ORES DA CIDADE NO PEIUODO DE JANI:iRO A JUNHO DO ANO DE 10&1", 1 • COLOCAÇÃO DE TUBOS - 130) tubo~ de 0,20m de dill.mctro cmprcg~ dos nn drenagem da Rua Conde P-irto Alegre. - 360 tubos de 0,40m de dlbm,tro, assim dl~ trlbuldos: ' ! r irf!:}: i - Coloceçiío de tubos nas Ruas dn cldnde. _. Colocação de tubos er_n· nlgumnl cJtradns vlclnnls, _ 456 tubos de 0,80m de dlll.metr,, c.s•'rn clls'rl- budos: • 1 _ Construção de galeria parn captnçüo de á uas pluvials na Rua Cord> de Por'o - - Inta]aço de tubos nos cruzamentos das Ruas da cidade. _ Colocação de tubos nas estradas vlclnals do munldplo, Total: 2124 Tubos Valor estimado para fchrlcaç5r, : s~I• Mi lhões Quatrocentos e Noventa e Seis .l Cru Eelrcs, ! . ' ~ ' . ,. ' i. «e __ ..._, ..... , ... : •,., .. - --~--] - .%3rr f..·.:iço. Alvnro Mascarenhas Estimado em Cr$ Oito Milhões e Qulnhen tos Mil Cruzeiros f CASCALHAMENTO DE RUAS -- Rua Santo Afonso _ Run Voluntário dn Púlrln _ Av. Alcebiades DobJdllhl da Curha _ Run &ruo do LAdórlo _ nua SJo Clemente _ RUD. Eduardo PebcJto _ Run Cc.1eral Sonrc, da Rocha. _ Rua fürüo do Melgaço _ Rua Morcchnl Dcodoro _ Rua Barão do 'J'riunfo _ Rua Deputodo M6rlo Van Den Bosch - Trecho da Fua Sebastllo Cri:pim do Régo. - Rua Cubb6. ' _ Rua Treze de junho - Iua E«mnin Cunstunt _ Av. S::iador Pinheiro _ Ruo Coronel Dias _ Rua Coronel Camlsúo _ Rua Rosollno Lino Alguma: Ruas. foram cascalhadas cm sua totalidade e, ouras cm scus trechos mais cri t!co:; rer!azendo um volume de aterro de apro ximadamente 10.000 metros cublcos, num va lor estimado de Onze Milhões de Cruzclros. J'A'IROLAJIENTO E ABERTURAS DE RUAS - Recuperação através de patrolnmento de to das as Rua~ da cidade Ininterruptamente. Limpeza para remoção de entulhos e regu larização do grande das Runs com motonlvc ladora e pooterl,or bota • fora dos mesmos com a utillwção de caminhões, em todos os Bairros de nossa cidade, assim ospcclflcndos: _ Bairro Antonlo João _ Bairro Costa e S!lvn _ Bairro Vlln· Nova - Lo!emento Espírito Santo Lotemento Primavera I e II _ Abertura da Rua. que dá acesso o Parque de E,(posi~-õ.:s, l'l!indo direto da Av. Teodoro Saliva em Trab3lho conjunto com o DERSUL. Num totltl de 1680 horas máquinas e estimaU vnmente Clncoentn e Oito Milhões e Oltocen t)s :Mil Cruzeiros. --Coo Mrcon!cs de Mirnnda - Reforms completa, reMco, piso, pintura, colocação de v;rlros, benhêlro, madeiramente e calçamente. _ CalégJo M'arechnl Rondon - Pintura, calça mento, reformulação na treliça da cobertura cm sua totalidade. - Início de reforma do Colégio Castellnho Encantado. • - II TER?N AICNAL CH+RASCARA. RODÍZIO. "A MAIS MODERNA INSTALAÇAO DA CIDADE M A QW MELHOR ATENDE ANEXO • FSCRT1RIO D; )TPr rama - VTNDA DE FAZENDAS BALTA -- OORRETOR - REGISTRO CREI N» 1.250 AVENIDA CEI.. PTLAD REBUL 1.293 - CEP '19 290 - FONE: Escrit61'1o: 255-1%55 BONITO MSllesldênda: 255-1180 ..... ILUMINAAO Praça Avaro Mascarnhs - Praça Castro Alves LIMPEZA DE RUAS - Cc.plna em diversas ruas d cidade na par lo dcstlnoda a calçada - Coleta de lxc regularmente nos te!ores 01, 02, 03 e 04 _ Limpeza das ruas pavimen!edas 1 Sra Dalva Acicli - Secretária de Educa ão do Município OUTROS SERVIÇOS - Aterro, nivelamento do pátio do Colégio Cnstclinho Encantado ?- Patrolamento que demanda a estrad!l da ~ Fazenct_n Santn Lcopo'dlna - Patrolamento dn estrada que demanda n Colônla Agt1cora de Dama-Cu~ _;_ Patrolaníento, cascalh:unento e aterro da cstrnd:l que demanda a Fazenda Santn. Eliza - Pntrolamento. da estrada que tcmanda a Fazend!l Xeres -- Patrolamcnto, aterro, cascalhamente e <» locação de tubos na estrad!l que deman1â a • ·Fnzenda Primavera e Fazenda Nelore - Pntrolnmento, aterro e cascalhnmento da estrada que demanda a Fazenda. Santa Rosa - Patrolamento, aterro, cascalhamento e co locação de tubos na estrad!l que demanda a Chácani. Apa no Distrito Nossa Senhora de Fátima Nunca-Te-Vi) - Patrolamento e nivelamento da estra que demanda a Chácara Fuguá, Dstrito Nessa Senhora de Fátima (Nunca-Te-Vi) - Patrolamento na estrada que liga as estra das da Cs5eira e o Colégio São Patricio (Can cha) - Patrolamento, aterro e cascalhamer.b da estrada que demanda a Fazenda Morrinho - :Serviço de Assistência Soc'al a tods popu lação belavlstense, ntra-:;ú dcs ca.111:tlhões e Máquinas da Prefeitura, preszntes em tods - acontecimentos religiosos, cficos, mlitares bem como atendimento ::,:is carentes. - Substituiç:1o de pontilhão :!e m:ideira nor tubuJação, 11:l. esquina c'.:Js ruas. r-:am total 1-:: 720 heras/máquinas e est'm:itiv:imcnte CrS: Trnt e C'to MT'hUee 3 Q:2t2centos MI • Cruzeiros. NOVAS EDIFICAÇOES - Construção do Colégio Santo Antonio, na reg;ão dencminada Caie:ra, para :::t:n:iimento de 50 alunos ctiuturnamente, num ralor esti- u m::do ele CrS: No,~ M1lhêks elo Cruzeiros. - Construção do um galpão para a fbrea , tubos, com 25 m? e estimado m Cr$: On Mi!hces de Cruzeiros _ Conslruç.lo <1<: 02 (Duas) pass relas Avn da Teodoro Sativa com um valor stum. do de CrS: Stte M.1lhOc1 de Cruzeiros - Construção de um muro em torno do ç4. lég'o Castelinho Encantado de 200 m de com. primento num total de CrS: Quatro Mi'hões do cru.:c;ros Fábrica de Tubos ESTRADA CE RODAGEM - EQUIP,1IENT'J AQUJSIÇAO E RECUPERAÇÃO - Aquisição de !ermos para !abrlcnção de tubos de dreno de 0,20m de d!Ametro Aqusição de 20 (vinte) sapatas para a fa bricação de tubos de dreno de 0,20m de dl4• metro Valor de compra Cr$: Setecentos Mil Cru zeiros - AqUislção de forma para !abr!caçib de tubos, macho e fêmea de 1,00 metros dt dl4- metro, bem como de suas sapatas - Aquls:ção estimada em CrS Hum M'lhão e Duzentos Mil Cruzeiros - Aquisição de um Compressor de Ar - Aquisição de uma Serra Pol!corte - Aquis'ção de uma Furadeira boucad!l - Aquisição de uma Betoneirn - Aquisição de Motor de Alta Rotação parn n Mesa Vibratória da Fábrica de Tubos - Aquisição de Equipamento completo para pintura e lanternagem Aquisição de uma Lixadeira manual el trica -- Recuperação completa de caminhão bascu lante marca Mercedes 1113 - Recuperação completa de caminhão bascu lante marca Dodgc 9505 - Constante e Ininterrupta assistência mecâ nica a todos os veículos e equipamentos da Secretaria de Obras - Recuperação total de um Fiat AD7B - Continuação da pavimentação as!áltica da Rua Ccnde de Porto Alegre, trecho entre as Ruas Marechal Deodoro e Barão do Triunfo, J com drenagem e galeria para capta;;ão de águas plUVia's - Rscuperação da pavimentação asfáltica da Rua Sebastião Crispim do Rêgo. m:l:;· ±: cl ;::;a cu :És nu; de t:zde: . is dciss H : ir s±31 GUIAS E SARGETAS - No total de 1600m HlGIENE E SANEAlIENTO Construção e cólocação de privadas de c:>!1- creto n toda a população belavistense fI::RV!ÇOS DIVERSOS - Continuação da Regularização ds imóre? da cid!lde junto ao Setor Tributário da pre!e: t1•r'I 11.-TUnicipal e elaboração de. um novo Có digo de Obras para o Municip' de Be! Vista - Levantamento completo da Beneflcêc-+ Hospitalar de Bela Vista, planto.s, !achadaS e cortes ~ Levantamento aos imóveis no que tange A ' nivelamento e reestruturação dos lo!es. 0 • 0a, ILA VISTA .a Colcáreo Bodoquena o Realidade de um Projeto 2NT) Eti'a ll fn. te d! 1 Cru- lo de ; do dlà• hão e Ar par par. , ., e . -- • -- ···- -·- . O popular Toninho Arnh implantou, não :ó uma indústria, mas uma filosofia de traba Jho. Sua rrojada maneira de i terpretar o: fa to:, rmpre tcb um prisma de que 'otimismo e multo trabalho constroem coisas gr;,ndioGa·;" fez cl.:! rnn indústria o pulmüc ccontmlco da r g lã o , S 3 a empresa v a i E m , o q u sempre ocorre é sinal de que a região está progredindo. E como progride! UMA INOúSTHIA - UMA CIDAOL Quem vai a Porto Mutinho au altura do hm ... r,rinclpalmcntc a roite, se rurpreende cm as lure: ds uma pquena cidade. Sim, a Indústria, a nol!e, é um foco radiozo de luz; de dia, a luz aio é menor, mas é uma luz diferen .c-, da li radia fé e ccrfiança no dia de nmnnh5. Uma pequena cldad> plantada s margens da rodovia Jadim-Porto Murtinho, em plena mun 1 dplo de Pela Vista, contando com água, luz, uma irfrestrutura de fazer inveja: açou gue, farmócln, nmbulatéri:>, e,coln, tudo para utencier os funcionários da €mprcso e fomilla- Ares (anais de 40 pesas). Antonio Aranho e o diretor industrial Vnldir JIcngin?, Quando Antonio Aranha imta!ou 1,s pri meiras máquinas, retirou a primeira tonelada de calcário, criou no horlzontc mental de sua força criativa um projeto. Vislumbrava uma lndústrln gerando, direta e indiretamente, cen rcnns de empregos, fornecendo cnlcárcJ para grandes fazendas, empresas, e:fim, participan do declslvnmente do processo desenvolvlmen tlst regional. HoJe, a C/LCAREO IlODOQUEN/, a ma lor irdüstria do gcnero em Mato Grosso do Sul é uma gostosa relided2, Tonir!10 scmp1~ diz que o capital mais Importante que possui "são os meus íncbnárlos meus auxillnres ccmpanheiroJ de jornad:i". A empresa possui 135 empregados dire tos e atualmente conta com 258 camioneiros cadastrados com seus respectlvos caminhõeJ e que transportam o calcáreo para as fazen das da região de Dourados, Ponta Porã, Ma racnju, S:drolàndla, Rio Brilhante, etc. A produção diária é em mé:lla de 1. 000 (um mil) toneladas de calcáreo DolomfUco, com previsão de produção para este ano de 200. 000 toneladas de calcd.reo. E a única empresa no Estndo todo, que po:sul umn rede de energia elétrica em 34. 500 volts, com 52 (clncoenta e dois) ~ullômotros l,.,,,,.........,..,.. ,,_,. __ ._......, .. .,,__r-""---..----....-,.._---'"""------;,,-- 1 ou eJa, de Jardim até sua usina, rede essa de sua exclusiva propriedade, onde consome por mês CrS 15 milhões de rnergia, hoje or ada em CrS 750.000.00í),00. RECURSOS HUMANOS O Diretor Presidente da empresa é An tonío Aranha, Diretor Flmmceiro Sr. Robson José Flores de Araujo, Dlretor Industrial Vai. dJr M. de Barros, Inspetor Comercial Sr. As cêncio Echngue, Geólogo Dr. Fábio Leal, En genhiro Agron0mo Dr. Daclr B. de Deus, esses s1lo alguns dos responsávels pelo bom andamento da empresa, e que !az.em com que f o Vlsta parciul da Jazida de Calcárco Vista Aérea - 1° plano Residências ela Adml.nistração Pia seja a maior Usina de calcárco de todo o Estado. Apesar de todo o seu maqulnár:o, de ma reáe de energia particular, de sua ln!ra-estru• tura, que faz com que sem patrlmônio seja de alguns bilhões de cruzeiros; seu diretor presidente diz que o maior pntr'imônio da em presa são os homens que nela labutam. Pois em cada homem ele tem um amigo de traba. lho, de pescaria, de futebol, etc ... pois a gran de maioria são homens que estão na empresa desde sua fundação, há 11 anos passados. ANTONIO ARANHA - 39 anos de idade, casado, pai de 4 fllhos homens, contador, cur sou colégio técnico comercial e Faculdade de ciências conlábels de Itapetininga; deixou a faculdade de direito no 2° ano, para vir para MS pois acreditou na pujança desta terra e também foi acreditado por muitos homens daqui, como par exemplo, seu grande incenti vador e amigo, o saudoso Athanázio Gomes Mello, outro o Sr. Luiz Carlos Nazareth, que há 11 anos era gerente do Banco do Brasil em Bela Vista, outro o Sr. Saulo Queiroz, e ou tros ainda de Bela Vista e de Jardim. i, ACREDITAMOS NO FUTURO No setor comercial, está muito bem es truturada, através de seus escritórios de ven das nas cidades de Maracaju, Ponta Porá, Dou rados, Rio Brilhante e Sidrolândia. Está neste ano de 1984, montando um projeto para ser viabilizado até e, final de 1985, para a produção de Cal hidratado em saquinhos de 20 Kg. com previsão de uma arrecadação mensal de ICM de CrS 10 milhõ es de cruzeiros, aqui no município de Bela Vista, cõm a criação ainda, de mo.is 100 (cem) novos empregos diretos. e) C.'.l .,:: 'I » Vkl11 Parcial do pátio para caminhões i i ..,. __ J ________ .,._._,__ ----------------- llJUf/A UI fltoN '1-:UIA , _ JIISTúHICO O Lopes, que j hviam tido papel przpon: drnte no povomen'o do vale d J I':11 t inibi, r ··,all,ar.1n1-s• por todn u r<•Jll,io rnl ele 1,:,1atlo de Ma!o Gozo, ora formnd» núcleo regula- 1c de ldemnto, ora penas frdas isola llns, multiplicando-se desde c: campos ds Va rnrln, Brilha de «c Durados, entrudo pelo; chopndõ,~ do Jmnml,al, olé os cnmpnnhus po- 1apuains, indo, finlments, um de"ser reb31tos p'onelrcs Inrtalr-o nrr reglões banrds pc!o Apa, ll formado fazenda de gedo, GLrlel Ire, aue procdla de Don VIt ,, ~ntrc o V11cn1ln , o BrJJh11nte, crJ (lcllro do Jn tonlo Gonçalve- Parbos; de'xando ror cm Bon V'~tn, Ir 1 clou os llczrces de "P.,·:mtcm po", prcprledoclo que, tempo~ clepol•, ce:ilo n InogJo Gonçalves Barbosa, Irmlo de Anlortlo lnlclond, n jornndn rumo os rqlê'~, !=1 !.ct~ elo Apn, n fim de nlt csoolher terras do teu gosto, o que velo o suceder no rlblrfio "Monjoltr.ho", nflucnte do Apa, onde fundou cslob~lcclmcnto, mm ou mcno, no cno d~ 184G. Em compor.hla d:i. !nmtllo, cuidnnd> dn novn fazendo, nào cs quccln de manter contoto com Antcnlo Darbo a,conscrvando rempre bzra na estrada qu? . r:r-gu•~ n•~ n morodn de Gabr1C!l Lopes, que era . ,:cnro do Sr. AntJnlo .. l3arbosa, situada por.:i ·.baixo da era de Marca]! obre o rio Ap11, . nüc longo? do forte rrulrado de S1o dos!", Dols znt depols de ter l«ta!ado a faz: 1. .do, cm 1848, Gnbrlol Lope! velo :i !olcccr, del _xnnd:> à suo mulher, Dona Senhorlnhn Maria da Concelção, os cuiddoz de mantr a posse que ele fundara. Tempoq depois D. Senhorinha contraia mlnc!M com J"1é Francisco Looes, Ir .mão de Gabriel, e oue mnJs tarde !rio ter pa pel de grande relevAncl J histórica quando ns ~umlu o comnromisso de Indicar li~ forças bra allelras, então fm lnta com os exércitos inva sores do Solono Lopez. o melhor caminho p/ alcançar Nioaque, na ret'rnda épica dn l,a1ntn"l. A invasão paraguoJa velo encontrar D. Senho. rlnh11 à frente da íazend:i. fundada por Gnbrlel, euja posse havia realstrado "nos 11 de Feve ·relro de 1856, de o.côrdo com o regulamento de 18M". Termlnocl11. a ,1?Uerr11 do Para1?11nl. o .,. exemplo de Gabriel Lrs e de Jos Franlso fo seguido por vtrlos outros colonlzndore< 1H<- 1tlngulndo se entre eles, José L. Bugre. o 1 ° a Ee e~ta belecer, erl(Uendo a primeira rerurlêncla onde hoje se localiza n cidade de Bela Vista. A partir de então. provnvelmcnte do ano de 1870, teve inicio o desenvolvimento da povoa ção, com a chegada de novos colonizadores. to dos eles dedlcadJs no estabelecimento de fazen das de criação e agrfcultui-a de subsistência. Es colhernm. pnra centralizar o novo núcleo, o t5. po dn neouenn- collna que margela o Apa pelo direito. As orrentcs imil!'l'atórlas com postas prlnclpalmente de rio - grandenses do sul encarrearam-se, posteriormente, de com pletar o povoamento de E~la Vista. Volumava se a imigração e<pontanea, rlograndense em maioria. de r.olonlzadores. a muito dos quais a própria companhia. a Companhia Mate Laran jeira que, por muito tempo, monopolizou a in dústria ervateirn em Mato Grosso facilitava os prlme 1 rcs trab. permitir.do-lhes cslanclarem dcn'.r.:> da .lrc:i nrrcndada. Vinha pelo Parn guay, por terra quase sempre escapando à per seguição da caslilhismo, que lhe r.ão dava quar tel. Dispersavam-se peb fronteira, desde Befa Vista. a Pont;i Pcrã, penetrar.do pouco a pouco o inlerior, como onda invasora. Fm 10 de Abril de 1900, a R~;;oluç3.o ·1° 2j5 criava a paróquia de paz de Bela Vlstn, com os limites do já existentes distrito Folíci:il. crt;: b;?)ecid1 por volta de 188!!. O ri:u de,envclvi• merto não sofreu solw·3c de cn 'nuid;' tan to assim que o Goveo do Z !ado, .Ia L3i :, 0 502, de 03 de Outubro de 19"s'.l, crbv~ o mu : icípio de E2la Vista, incorpor:uidc-o à comar ra de Niozque, c2m os mesmos limite: do dis trito de paz. A m~·m:i Lei nº 50'?, c·c··, , po oacão à ca:cçor' d» E!», cnd: ficcu z.. 'o novo município. D2is arcs dpcis, cutra Li Tstadual, de nº 549, de 20 de Julho de 1910, ria a corr:arc:i de Bela Vista, até t.1l.'o termo 'udiciário de Nioaque, a qual foi ln:1:i.l;:da cm 16 de 2!arç-::, de 1911, per força do D~creto nº 217. Nu Divfrio 'I'o:1,liuiol rlc lijJ1, o rnumci p'o de DLlo VLIJ ap,,rccc com dois dislrltos: o da ede municipal e o de C:irocol, cri:i.do pela Ld nº 05'.J, dC' 20 de j unhe: daquele 0110. Foi clev:odo il cntc,:ori;i de dclndc t·m lG d'! Julln de 1918, por força da Lei estadual nº 772. Em 1 de Dczmbro de 1031, Dela Vista aparecia com o distrito de igual tqpnimo (ccde muni cipul) e ml; o d Caracol, sim permanecen do até a divis» territcrial de 1936, quando foi criado o dlstrl•o de Port~Jrn c lr.cJrporodo no munldolo de Ecl11 Vls!n. Cor:Jnucu com n sl tuoçllc • lnnltcrodn otó 31 de J:mclro de 1940, quando foi extinto o d 1strllo de Porteiro, opor~ cendo cntJo, Bela Vita com os mesmos dlstil tos, flcurontcs em 31 de Dezembro de 1934. Em 1913, pelo Decreto • Lo! Fc:lcrnl n° 5.83), de 21 de Sctcmbr.>, parsou a conslltulr mu:1lc(pb c!-: terrlt6rlo federal de Pontn Porá, er!re ma!s 5cJ, do Estado de Mote Grosso. Com a cxtinçii:> do tcrrtt6rlo federal, por ato das Dispo!'lçilc~ Con,tituclcnols 'Iransit6r 1 ,:, promulgado em 18 de Setembro de J9rn, !o 1~lncorporndo ao Es td de Mato Grosso, com a mesmo óren onte• rlor ao desm:mbrament:>, Em 1940, c:>nt,vn cc-r.i 3 Distritos: O da de Mun•~'pil, c,racn e Jardim, cm le'.>3 foi-lhe acrescido o de Com:ie:str~ . ·Perdeu o• Distritos de Jardim (1953), Cn rJcol (,1963) e Campestre, hcje de Antonlo Jo llo (1964), paro formoçio de nlvos Município:. Atulment3 Pla Vista é ccrstitu'da pelo Dis trito da Séde e Distrito Nocsa Se nhora de Fátima. (L~t Estndual !1° 3CJ, de 14 de Dezembro de 11)91). A Lei nº 5.449, de 4 de Junho de 1968, con siderou o Município de interesse da Seguronçl Nacional. O Curado al:rnnge a maior área d Muni cip1o. A tipificação básica é de árvore de por te relativamente b3ixo. Na, á·?n, de Campos limpo• predomina a vcgetnc;:io cl: I! ·:i.m'neas rasteiras. Nessas área,, ;i exp"n: ·cii- recu:i~ia extensiva vem dando lu (;Jr n AgricuUu~~- MCP TFG'U. HOMOGÉNEA : Iodo7en r•n, TI1Dr.'.XU-1FICA: Il:icio do Rio Paro gual. "I N F R A , E S T R U T U R A F 1 SIC A" ., MALHA VL4..RIA C slste.-na de tran<;porte do Municíplo é ccnsl;.,uido i:or r::dovias. • AEROVIAS O transporte é !cito por aviões particulare, existir.do uma pista de pouso na Séde do Muni cípio e inúmeras a nível de propriedades Ru rais. • ENERGIA ELtlRICA Bela Vista faz parte do sistema de dístri buição interligado, ou seja, ligada à fontes de tmergin por linhas de transmissão. Atualmente conta com 1844 cornmidores. " REDE ARMAZENADORA A rede armazc.nadora engloba 3 (Três) nr mnzéns particulares na Séde do Munic.ipio, com cnpcld1de cc::i,id:md:>. razcável. • COMUNICAÇOES Tele.fonia Bela v;st.c pos;ui lnje 503 ?par~lhos teh fricos intalados e é integrante do sis'm 'DD e DDI. O zviç» é prestzlo rc'a TELE MAT. ° CORREIOS E n::•.-r:c·· ·--3 O ntendil-:ic!'lto postal no Município é rca ]z' ±la Fma- p---1ir do Cor-ta 6 Telegrâ.fos que ccnta com umn Ag~ci:>. Po:;!al Telegrfi. "IMPRENSA No Muniei;; si ''dc sjri: da7 dc Belavlstense de Jorr:iis. Trôbuna da Frontci- •ô!!GJ.O~ P!'i!LICO; E'iT,10UAIS - Núcleo de Pelctc da Po!fia Mfiltar _ D~lqpcla de Polítin Civil - e• CIRETRAN - f 1cv!sul -JAGRO -- Ageria Reg'cnl d Eluzucão - E~:ri!6tlo ENEflSUL - Escritório EMPJER - Exatorln • ôRGAOS pl)BL!C:>S FElJEfülS • _ Ikpresent:içüo de INA.'vIPS - Jmpct 1rla da Rccc-H :1 F ,de: 11 _ Pozto do Mlnist::rio do Trab:i!.ho i> JGP.NCJAS D/NcAlUJ3 - E:inco do :Crasil S_I J. - Calx:i Ecc 16mlco Fedcrd -- Pamerindus S/A. - Blnco Erasllelro de Descontos S/A. • (BRADESCO). • EXtRCITO - 10º P.~gimcnto de Cnv.ilarlo •. INFPA . ESTRUTURA SCCIA"L • EI:-UCAÇAO MUNICIPAL RURAL: - Número de Escola~ - 18 - Número de Salas de Aub • 37 _ Número de Professoris - 39 _ NúmerJ de llur. 0s • 7í2 iIlJNICIPAL URDA A - Número de Escolas - 03 Números de :3'.lla:; do Aulas Pré-E!'colar - 07 - Número de Profel:sorcs do Pré-Escolar - 07 - Número de Alunos c!o Pré-Esco'or - 179 - Número de 1::i.las- de Aulas Primtl.rio - 19 -· Número de Professores Primár:o - 23 - Número de Alunos Primário - 843 - Número de Salas de Aulas Ginásio - 13 -- Número de Profe:;sores do Ginásio - 19 -- Número de Alunos do Ginásio - 433 ESTADUAL Ensino Pré-Escolar - Número ce Escolas - 01 - Número de Professores - 01 - Numero de Alunos - 66 Ensino Pr?mório: - Número de Escolas - 04 - Número de Professor.,s - 34 - Número de Alunos - 1054 Ensino de Primeiro Grau: - Número de Escolas - 04 - Número de Professores - 15 - Número de Alunos - 953 Ensino de 2° (Segundo) Grau: - Número de Escolas - 02 - Número de Professores - 30 - Número de Alunos - 435 - Total de Escolas Estaduais - 04 - Total de Salas de Aula - 30 SAt)I;E A asslstênci3. médica, no muni::íp"o d? Bela Vl~ta, est1 entregue :>. c!uas c.ntid:ides locais. - Hospit.il São Vic::nte éle Paula, perten r Bnonci He-1. r+ mel Vista fundado em 09 de l•!a.io :lc 1913. Posto de S3ide d Pl Vista (Pueri «·- r'is'o Szc.:.:ia de Estado :ie Saúde. SJ11,'EJlIENTO ll-lS•2J - Abastcc?mrnto d'!a O se_rviÇo de abnstecimt:nto d'água é exe- cu:@do pela Funda;3o Serviço d: xüde Pü 'çlica (SESP), atrl':!s do SAAE c.1p1, ;:::.o - no Ap1. - v.,_1,'.o - lf.Cm"l/h - H<.->C!Vi!!;:o - [)'.!ím'l - Ligações Residencils - I44 Unidades - Itgações Comerciais -- I46 Unidade, "ATIVIDADES ECONOMICAS J'FC, ArtT / Prmc:p1.I ci! v,c.l:tdc cln r..conom,n lJu,u,. p:.,I c<-nl dtque para a bovinou'tura de c r te. N::i ültlm:i d•.:<"~do, u txplor-.:.çJo li• (;ido experimentou grande evoluç o com b·•" 11-1 formação de pastagens artificiais e no m?lho remento genético do rebanho A despcito do desenvolvimento experimen todo pela bovlnocultura no Munic!plo, cm 11 J Í recrntes, a nttvidode ainda (! cuructl'r17, .cll1 por regime de cri pão extensrva e a t:,xa (a dsfrute do rebanh ainda é baixa. Pte entretanto, grandes posstblidades de me!horta do regime de explornção. - Bovinos - 210.000 cnbc:;:is - 5ulnos - '1.985 cnbcças - Equinos - 4. 675 c:1bcçu5 - Ovnos - 6.965 cabeças - Aves - 25.000 cabças -- F~tos Formadcs - 111102 h - Pastos Nativos - 251.260 ha AGRICULTUTIA Principais Produtos Area (hl) Estimat;v:!. Arroz ISCO 2000 Feijão 271 62 Milho 3000 324C lfundloca 450 6750 Soja 1088 1632 Sorgo 300 370 O totnl da área cultivn:l.a é de 15. 288 ln. de lavouro. tcmporarlas, com 612 produtores, sendo: - 447 peqcenos prcdutores - 90 médios produtores - 75 grandes produtores ATIVIDADE FL'.JRESTAL O Município é pobre cm reservas flores tais, tendo a maior extensão de sua área reves tidas de campos de_ pastagens naturais e grun des áreas de cerrados. A possibilidade de u tração vegetal é consequentemente reduzida. PESCA Embora a existência de rios piscosos e variedades de espécies, não comporta a pesca par_a comercialização. MJNER/C,O Em consequênc'a de grandes quantidzdz: de pedra ca!cãreo no município, destaca-s.? e> mo principal atividade extrativa, a produç5n de cal. Não há produção plancjacb. A 2xp'o ração é feita por indivíduos isol.'.ldos, porém, cem capacidade de se organizarem para U!l)(I evolução técnica. Mals recentemente, o Calcário Bodcqi;eDl iniciou o aproveitamento de roclus calci!i:!S do!omfücas. É a princlp:ü in:l.ústria nissl ' atividade. INCt1STRIA Outro gênero de importância dentro d ertrutura industrial do Município é o- de Ge r".unica. COJIOORCIO E SERVIÇOS Ê bem desenvolvido no Município o sct,r varejista. em particular de produtos al'!!le!l· trcios. No setor de Serviços desh::a-sE tarr.b:'.."ll o Turismo que, embora em fase cmbrioniriJ, pcde ser ire'uido entre as atividades mss premi: soras zn1sideranlc-se o rico puteucil natur;,l q'll!. o lfun:cipio (i;spõe. LOCAIS DE INTERESSES TUR1STI~05 r.rGNICJPA!S - Cerro Marger'da, um dos pontos mo.is e'e v.:.dos do Municii;,io. - z·c·::.,iio d.!l Serra de à:furacajú, na r:gil, da Colõni::i Agrícola Dama-CUê. !' ,. r ' ' .l ... ci sr" • 1 ' rdd : l r. ai •. J' 1 , ++11 s e A ! ·.: ( r.1 CI c::. t' ri.1 er so, 1 co do ±: m a; t A° Lrz= éc t:m c::m f:ml té!r-"1. Il te ltnt Os e•nta..,_ Pr± dr.s 'an:! ::mz. A, Seg '. de+ tu '1 t '.r--..ç r!eg tt:n ss± d "e 'on Rae se ·id- a. l>:.]J+ • !'.?'!-'...?: <. ' c, %, , s.' ~: ~!l l erm, m un, rizd taxa , Pe meh, tmatry 2091 6! 324 673 1631 1' 310 88 lu. atores, -3 [ores rea rers e gr de s uzid d2±: .5 c d ex" 4oré? ur» aecu- e:ri 2s ... 4 ·o » 4e s' ,1° LEL.A VISTA ']] ])f [[()][,[[{n a. ao. o -----·---------------------·------ Escreve: J. J. Ferreira Souto Pediu-mo o Diretor do Jornal que escre vese !um coisa sobre a história de Bela Vista ao ensejo da passagem do aniversário da sua emancipação político-administrativa, que ocorre a 20 de Julho. Qnc poderia cu dizer nl<!m daquilo que há 1<:105 Jr ebcrcvl e constn das páglnns do "A VOZ DO APA", Jornal que se publicou nqul pelcs Idos do 1054, Justamente por essa mes mn rnzllo. Mas o tempo passa e ludo se modl!lca. O homem, nn suo vivôncln cotldlano, sem prc procura construir olguma coisa d:i ltll à sociedade, cuja obra fica morcodn para a pos tcrJdudc como e:cemplo cdi[lcontc do nmor à terra que escolheu para n2la passar, olé o fim, n sua existência, muitas vezes chclas de con trntcmpos o alguns e chc!ns de vitórias e g'ó rlas para outros mais felizes. Assim é a vida. A luta é constante; é o vale tudo, a que so agarra para demonstrar a sua capacidade cria dora uo cumprir o seu dever clvlco, de con correr de alguma forma para o descnvolvjmen to da sua cidade, conjugando esforços com outros concidadãos no intuito de faz±-la cres cer sempre, adqulrlr novos meios de progres so, que afinal de contos, redunde em benef clo do povo. Eis o desejo de todos que traba lham honestamente com a vontade voltada o.> êxito e felicidade da família belavistense. Assim tem sido através dos nos. Após a sua fundação pelos bencmérllos brasileiros que aqui aportaram há pouco mais de um século, buscando apossar-se dos belos campos parn o criat:5rlo de bovinos, pois a fama que corria lá fora da riqueza destes lon glnquo~ sertõc:; mntogrossenses, induzia-os o penetrarem mais adentro da imensa vastidão do solo verdejante até o limiar da nossa fron teira, fixando-se nela com a característica de lntemeratos conquistadores de novos espaços dentro da imEnsidilo da nosso Pátria. Os Lopes, os Barbosas, !oram os primei ros; depois outros, dentre eles o modesto José LEme do Sih•a Bugre que fixou sua morada em Nunra-Te-Vi, nas cercanias da cidade, hoje Distrito de Paz de N. • s, de Fátima, antiga co!0n!a agrícola dos paraguaios que paro cá vierem contribuir para o nosso crescimento e conta-se também com os nomes dos Loureiros, Pinheiros, Pedra, Mello e outros tantos povoa dores que fizeram do território, o trato que tansformou-se na sorridente Bela Vista, de ncminada hoje - A PRINCESA DO APA. A cidade edificada não parou no tempo. Seguindo seu destino, vem adquirindo suc:?s sivamnte novos avanços da moderna socleda de brasileira, conquistando dos seus bravos habitantes que tudo fazem para vê-la grandlo a. bela e feliz. Para tanto, com seus próprios.._ t:;._<;forços ní está a cidade com o seu magnifico traçado, com avenidas e logradouros aconche antes. Por outro lado, o Poder Público não deixou também de concorrer para o seu progresso e assim vemos aqui, no formidável investidura do Governo Federal o magnifico complexo mi litar - o querido 10 RC - o Regimento An tonio João, depositário de nossas tradições, marco de nossa história primeira (que será escrita a parte) com sua Vila Militar, pequena cidade encastoada na outra. Obra de vulto de nossa nacionalidade; guardiã da segurança da população fronteiriça, cuja frente, em seu co mando, passaram personalidades ilustres, ofi clais de grandes méritos que a história regis tra do passado e de não muito longo tempo. Cito os nomes do Coronel Almério de Moura, que aqui deixou grata recordação pelo seu trato com o elemento civil. fez questão de per tenccr a sociedade belavistensc, verdadeiro diplomata, assim acabou sendo em outra mls são como General, embaixador do Brasil na questão de fronteira Prú-Colômbia digaif.can do e !1001':)ndo :1 diplomnci:l brasileira pela manutenção da paz e coneérdia to cortinente rui americano .O nome do Coronel um dos propugnaàorEs da ccns!ruço da ponte sobre o Rio Apa, que une duas nações hoJe entrelaçadas em perene mizade que gern o franco desenvolvimento da região fronteiriça. Cito também, dentro muitos outros, o nome do Coronel R I José Cancelo Santiago, gaucho integrado ao Exér cito Nnclonnl e os suas trndlçõcs; aqui chegou pela vez primeira como Tenente, e gostou; quando voltou, como Major, oqul !lcvu C' co mandou o Regimento por muitos anos, con quistando amigos e fuzendo se credor da C'.lll ma do povo bclavlstensc não deixanlo de re glstrar aqui a obra gigantesca quc construiu durnnlc sua gcsti!o no comando, não só á sua unidade como também cm beneficio do povo belavJstense. Hojt!, esse ilustre oficial vive na antiga Colônia Milltar de Dourados, próxima da cidade de Anlonlo Jo:io, onde zela do ma jestoso monumento que Icz construir em me mórin dos heróis de Dourados, que ali su cumbiram no inicio da guerra do Paraguai, cm holocausto da liberdade da P:.ítrla, de cuja história militar é cultor carinhoso. Atualmente essa respeilável unlc!adc do Exército está sob o comando do jovem Tenen te Coronel Srgio Coelho Lima que aqui tam bém veio pela vez primeira como Tencnate, gostou, foi e voltou e aqui contraiu núpcias com jovem moça de trndicionnl familia bela vlstense. ~ pessoa possuidora de elevado dote moral, além dos virtudes própr:as do militar e na direção do seu comando vem norteando a corporação na mais elogiável conduta de ordem e disciplina, dispensando ainda à so ciedadc civil a mais acentuada atenção e zelo, destacando-se entre outros promoções que tem feito em prol de elevar ao mais alto nivel sócio-esportivo, n cidade, terra natal de sua Exma. Esposa. Outr;i militar de inigualável valor que por aqui passou a serviço da União, deixando a marca idelevel do seu trabalho patriótico foi o M..arechal Cândido Mariano da Silva Ron don, construtor das linhas telegráficas de Mato Grosso ao Amazonas, edificando o prédio da hoje Agência dos Correios e Telégrafos, ligando nos pelo fio ao resto do pais numa arrancada no inicio deste século de unir o Bmsl :ie Norte Sul pelo elo das comunicações, graças ao pa triotismo do Presidente da Repüb'ica Dr. Afon so Augusto Moreira Penna. Ainda do Governo Federal temos o Banzo do Brasil há mais de trinta anos, casa de cré dito que vem proporcionando incomum bene fício à classe produtora, derramando dinheiro nos industriais, pecuarlstas, lnvoreiros e co merciantes, além da construção do bslo edifí cio da Agência que é um ornamento para a cidade, como à sua frente está outro orna.m1n to da nossa socleda:ie, o bem quisto cid:idão Vervi de Araujo Castilhos, amigo de todos, e • certamente com um grande ruturo marcante nos negócios da Institulção Bancária Oficial. A Receita Federal (antiga Mesa de Ren das Alfandegadas de Bela Vista, instalada em velho prédio às margens do Rio Apa), cm nova sede de recente construção, imponente, com visão de sua grandiosidade e beleza, do minando bonita avenida internacional até a ponte do Rio Apa, foi até pouco tempo admi nistrada pela Exma. Senhora D. Diva Capo rOSSi de Urbieta Zavalla, transferindo-a ·a seu sucessor Sr. Loretti do Amaral, que . a vem dirigindo com acurado zelo e muito in teresse pelo fisco. Pelo Ministro da Agricultura foi construi do há muitos anos, um Posto Veterinário com instalações pa:i:a banho de carrapatecida e ou tros tratamentos de bovinos e ainda Posto de monta para reprodução também de equinos, que infelizmente até agora não está sendo bem aproveitado, apesar da custosa construção de suas dependências (milhées de cruzeiros, na época), esperando-se que em breve os respon sávels tomem o cuidado de fazer fUncionar tão Importante iniciativa de outros administra dores da coisa pública, que prevendo a pujan ça a que chegaria a pe::uárfa ne,ta fronteira, (como agora). prestando-lhe os inestimáveis serviços técnicos para seu fortalecimento. Outra instituição relevante a serviço do Governo Federal, pelo Ministério dos Transpor tes que nté pcuco tempo atuou nesta região com grande proveito para o desenvolvimento foi CER-3 Comissão de Estradas de Ro dagem n 3 - antecedida pelo antigo 6 1a ta'hão de Engenharia sediado em Aquidauann, na construção e conservação das estradas que ligam os municípios do sudoeste matogrossen se. multo tempo sediada em Jardim, hoje ex tinta, dando lugar ao 9B.E. que prosseguirá nas construção e conservação das denominadas BR 060 que de Bela Vista ligara Brasília, a Campo Grande, Camapui e Jatahi, no Es tado de Gcis e Assunção, no Paraguai e a BR 267 que liga Porto Murtinho ao interior do País. Per sua vez, o MlnJstério do Trobo.lho fez instalar na cidade a sua Delegacia que trata das questões trabalhistas inerentes à con rohdação das Le!s do Trabalho e outras cor relutas. De parte do nosso Estado e do Mato Gros so, nntei: da dlvisão cm outubro de 1977, a cidade conseguiu por intermédio de polltlcos atuantes dlven,as escolas plbllcas de 1 ° e 2? graus; Serviço de Agua e Esgoto com projeto grandioso; conseguiu depois de anos de tro peço: com motores a óleo, a sua iluminoção pública e particular com a energia da Usina de Urubupungá (CESP), que finalmente pôs termo ao impasse de anos de frustração da população com esse fundamental problema energético. Criou-se também no muníc!plo a Agéncia Regional de Educação e Cultura, atu almente sob a direção da competente profes sora Senhora Antonia Maria Pinheiro de Melo, com Jurisdição do setor em Jardim, Gula Lo pes da Laguna, Caracol e Porto Murtinho, mu nicípios esses que recebem orientação técnica da Regional de Bela Vista. Das diversas Secretarias do Estado sur gira a EMPAER, IAGR0 e outras organizações de carater técnico que vem prestando relevan tes serviços à comunidade belavistense no que diz respeito a seu setor de produção agro-pe cuária, surgindo desde então melhor produti vidade. Ainda 'o Governo do Estado, o município recebe o prest'gioso Serviço de Segurança, destritc à briosa Força Militar da Policia sob o comando de um competente oficial que prcs tam inesfünáveis se:rv:ços à ordem pública e garantias à sua população. Foram também construidos na cidade dois núcleos residenciais (casas populares), o primeiro pela COHAB, em terrenos do antigo Matadouro Público e o segundo, em lugar sau dável e aprazlvel, pelo PREVISUL, ambas iniciativas somam cerca de 250 casas, m1cleos esses que deram nova fisionomia aos bairros da cidade. O Estado também mandou construir ane xo à Escola de 1 ° Grau Vera Guimarães Lou reiro o monumental Ginásio de Esportes que vem promovendo uma espetacular movimenta ção esportiva no município com jogos de diver sas modalidades e ultimamente ali houve competições de clubes de outras cidades de MS, promovidas pela TV Morena de Campo Grande. 1,': seu Diretor o benquisto Sr. Pedro de Almeida Melo, funcionário da Secretaria de Desenvolvimento Social. Da nossa municipalidade, que ultimamen te durante o regime revolucionário de 1964 tornou-se área de segurança nacional, obriga ·toriamente o Prefeito· é nomeado pelo Sr. Pre sidente de República, por indicação do Sr Governador do Estado. Presentemente está a !rente do destino do município o jovem Prefel to Afonso Dillon Nunes Leite, belavstense de chapa, que muito vem fazendo para o melho ramento da cidade. Ai está a considerável expansão da zona urbana com novos logradou ros que surgem dos diversos loteamentos es palhados por toda parte com edificações de casas confortáveis e até no centro, se adotou nova técnica nas construções; edificos moder nos vêm substituindo os velhos pardieiros de outros tempos; urbanização regular com as fo.lt amento das ruas principais e adotando sis tema viário mais consentâneo com o avanco a que vai se projetando a cidade no seu cami nhar de incessante progresso. Esse progresso r ,, é notável. Haja vista a Iormid:1vcl indústria mad.elreirn, os graodes depósitos de cercais o secadores Instalados, a cerâmica Já-te-vi, as serralhcrias que vem emprestando novo visual panor"amico a cidade e outros estabelecimentos que pelo vulto da operosicln.de, dá a entender bem como Bela Vista cresceu nos últimos anos, no setor Produção, prova da eficaz colaboração de todos: administrnção pública e Jnvestldo res, no desenvolvimento da cidade. No setor cultural, a construção recente do edfício da Biblioteca Municipal e Museu, criação do saudoso Prefeito Clóvis Marcelino de Oliveira que a Instalou Inicialmente na rua 15 de Novembro em prédlo alugado. Apesar õe construida em lugar distante do centro, espera-se para seu êxito a afluência dos aman tes da leitura. A Prefeitura possue fábrica de tubos de cnncreto, mclos fios e lages, maquinário ro doviário próprio, além da ajuda prestada pelo DER.SUL, órgão do Governo do Estado, na realização do seu trabalho em proveito da co munldade. A iniciativa privada, que muito atuou e vem atuando, faz-se presente ao lembrarmos das coisas que existiram e ainda existem, co mo o caso do Gabinete da Leitura "Afonso de Taunay" que cultores das letras fundaram aqui há multo tempo e instalado no prédio da antiga Maçonaria, Instituição bem organizada, com amplo salão defestas, mobiliário fino biblioteca bem orientada com assíduos leitoreg que faziam do Gabinete um atrativo para re creação da sociedade. Por não sei que, findou se tudo isso, acabando no olvido até da nova geração que vem chegando. Mas a Biblioteca Municipal aí está, se bem que construida em local não mttito próprio, espera-se a frequén eia da mocidade estudioso que dará curso à vida cultural da cidade, juntamente com ou tras instituições que existem. O Club Esportivo Belavistense, organiza. ao recreativa, cujo início teve por causa 0 esporte, o futebol, que na época estava send cuJtivado por amadores, tendo à frente O ·m~ cansável Capitão ' seu fundador, no começo com modestos esportistas e milt-. tares do 10° RC; depois com os anos, agigan. tou-se, com Diretorias austeras, Estatuto n. gido e _administradores capazes que o trans formou em um estabelecimento modelar, pre-,. ferido pela sociedade belavistense, tornando. se o tradicional refúgio das famílias em dias de fcstas, como também sala de visitas, onda se rccepcionavam autoridades q/ aqui vinham no desempenho de suas missé2s ou de organi zaço económico-administrativa, como aconte cia. O clube desenvolveu-se tanto que foi pre. ciso remodelar a sua séde, com atraente fa chada, palco de exibições, campo de esporte anexo, bar e outros melhoramentcs, chegando até a ser a séde da 15- Seção Eleitoral da 17" Zona; reuniões de partidos e realizações de SuIg CO! = - nvençoes. bem como onde; o juiz elei- (ChnUnun} 1eia vses- a -· ------------------ ( toro e ns Jusll6 !nzt.,m o cont.ar:cm dos vo· tos nas eleições diversas. Depois de ano.; do ronlfnuos ('xflo,, 1,o(rcu umu pr.mclra e depois n scgundu (lcprcssüo, qunso no nb:mdono, m;1s que dignas e combativas senhoras da nossa socfr.dado tomnram n inlc!nUvu, dckndendo corajosamente o sou rcergulmcnto, rcu f1m cionmento imd'to, par tanto orr;onfzando nova dlrct.orln, provisória, promovendo festas com !IIlt'.lidndo de ngariar fundos parn a rea Jlznçl',, d<qullo que julgmnm de prcmcn•o urgênc!a parn o rcslnbclcclmcnto da atlvlclc.lo do clube tradlclonal, o rcllalo das Cllmt.l:is belavitenses; e todos os participantes cham dos, esta altura, Jd estão convencidos do xlto alcançado, a vitória conqustuda por des tem!das renhors que arregaçaram s ma1- cas, dnndo exemplo lmltávcl,ao sexo !orle. Tudo bem. Brovcmcnto veremos resurglr cs dln~ gloriosos do Belnvlstcnsc, O oéro-dubo de Bela Vlstn. Com grnndo cxpcctollva da mocldade leal, incentivada pe: ln Impulsiva do Dr. Assis Chatcnubrlnncl, Dire tor dos Dllu-los Assoclodos do Rio do Jll!'.lclro. de dar nsas no Brnsll, fazendo criar lnúmcrvs ncroclubcs pelo P.i!s Inteiro, com aéronave do. adas per Empresos prlvndn~ <' :i próprio Mlnls• térlo da Aérnautlea, nqu! fundou s3 também o néroolub do snuclosn lembrança, com soleni dade dJgna de atos no• quau se envolvia um bocodo do nnclonnfümo II ópc:n quo desejava dotar o Bro•il de c~mpn!lvcl r,o:lcr aéreo dada n extensão territorial e parco sistema de trans porte para o interior. Foram muitos os ndcptos. Adquiriu-se o ve, lho nvlào paulistinha que tomou o nome de "RIO APA", mais conhecido por "vermelhinho" dada a sua pintura. Contratou-se aviador .ins trutor. Constituiu-se o r'l dos jovens Iniciante, na o.rte de voo.r. Eram 14 os Interessados, po rfm. n1'l6s o batismo do nvião pelo saudoso Pre felb Alvoro dn Silveira Mascarenhas, que de pois de Inflamados discursos patrióticos derra mou chrmanha em sua belice, como outrC's d, Diretoria, com aquela estrepltosa ,salva de pal mas, dara início em szuida dos prlmclros voos e:-Perlmentals pelos alunos. A suore.<:i: o nervo.dsmo da hora, voar em um avião remen dado, era perlgo<o e muitos deles r<>rn<~vam n ser o primeiro. O Presidente do Club, Sr. Ca-r nelro, do Banco d3 Brasil, seu organizador. t mou n inlclntiva de convidar, o Secrctárt,., (nue esqreve estas hi)6rias) para voar naquele momento lnaugurnl. Sem nenhum receio (modeslla à parte) tn mou assento no avião, confiante no exrelente motor da nnve fez com o Instrutor a nrlmelra rvolução sobre o aéroporto, com geral alegria elos presentes. infundindo confiança aos alunos, que voarem depois. Por esse "feito", também foi bscrito como aluno, tomando o nº 1, por ter feito o primeiro voo. A turma encorajou-se e dfos deools era agradável olhar p/ o céu e ver 0 vermelhinho no ar levando a bordo um be lnv!stense nulas que aprerdia o voar po.ra ser vir o Brasil Não durou multo a vida do aéro rlub. A in~e,;urança do aviio por ser velho que só tinha de bom seu motor e o instrutor compe- ! i WJj tente, depois de alguns pequeno acidentes sem vitimas, foi desativado a pedido de pesas que temiam desastre fatal:. Na sua trajetória no curto tempo de exlstneia, alguns dos alunos colhcrnm provdtu o cc..1qufolgrom "breve" cm outro· lugares do Estudo. Fol uma cxpt1:ência qu deixou saudads e na pouca ccntaridade de pessoas que desejavam o pro:seguimento da Instrução dos vo, para fazr vidores que permitlsso a rip!da evolução da aviação com:r cfnl l;rowlclra, que !fr.:ilmcntc ficou provndo. Hoje estm as:!stindo o é:lto das várias com• panhlas noclon~ls n cortarem os céus da Pâtrln e do atraui;clro, com Invulgar tl!cnlc:,. e copa• cic.•1clc lnclhcullvcl <!e~ scua comanclnn!!:S, j! posslvel que a (mera do b2lavstc1se n!ndn faça com que isso volt3 a acontecer em rua terra nolnl, cm condições mnls seguros, com mnl', ·ia! model.lC, qu2 garanta o oprovel tsmcrto dos futuros afcloados da avlaço, e são int11!os, um seu conp.:êncre, o Clube dos Sargent.os o Sub-Tenentes "Pedro Ru!ino", de or gem militar, foi !Undodo em Bela Visa e hoje está integrado a sua organizc.çlio, a sociedade civil, com a partlc'.po.çlio da popul:,.çi"o da c'.da-:lo que aderiu a tlo espetacular lrutltulção quo fez construir sun Imponente séde, com ramifi cações csportlv:is, o salüo de restas com am• biente convidnUvo o até um restaurante es pecial que ntrnl as tnmlilas no seu cardápio já n!nmndo. O ''Pedro Rufino" está hoje na culmlnancla do êxito: bu!les sensaclona's, car navais lnesqucclvcis, piscina convidativa e outros atrativos que fazem do seu ambiente o lugar preterido de lazer, descnnso e tran• qullidade dos seus frequentadores, graças a diUglncla das atuantes Diretorias que tem tido, e assim prossEgulrá. Tnmbém nele, como no Belavlstense, tem se !cito recepção de Governadores e outras autoridades, Generais comandantes que por o.qul vêm, além do atos públicos comemorntl 'OS ou promoções estudantis da juventude br.'av·stense, Outros clubes csportlvos de especlalldnde no !Utobol foram fundados na cldnde, entre r-'er. o Sessenta E.C.; o Caçn e Pescn; o Co· merchl; o valente Vila Nova e o clube do Pe rondl, o fostejndo Nnutico pela torcida que rossue. Valc destacar o Sessenta, mais ant!go, que projetou-se como o ma's importante entre c 1 cs, de cuja cllretorln, atuante, resultou n construção da dde própria em npraz:ível lo rnl à margem do Apa, em plenn ambientaçli:> com e. natureza, as árvores, o nr puro, as águas e'? rfo correndo mansamente beira da casn. Neste prestigioso clube tnmbém se realizam magnliicns festas populares, recepções com seus congéneres citados;; atos de casamentos; e nquele churrasco, sua espec'.al!dnde, com pessoa escolhido para ESsa realização, nlém das vitórias conquistadas no campo das exibi _ções esportivas. ~ importante dizer que seu pessonl é clisputado por clivenos clubes e fes tas de cn.rátcr particular, no preparo dos co ms e bebes, no que são peritos. VISl Todos c,.sscs clubes filo orfr nt:1do·, n:is :,u:lS disputas csportivas, por uma liga, que tam bCm runciona n!l cidn!lc. -Representações ôo dcsp,,rti tas ele Dela Vista têm te destacado m prélos nas cidades elo Estado. com excelente reu'tado, arr nem elo espelnculares vitórias, como do jovem t me feminino de volei, que projetou-e como im botlvcl. Ainda no que diz respeito a iniciativa pri: vadn, oqul !oram lnstaloda; tm clat:is ·ána1, Aglnclos dos Banco:; dl Frotluç:o S.A; Agro Pecuário de Campo Grande; Por!ugu:: Dr:s! lclro cio Desconto S.A; Itnú S.A; que transfe rrm ruas Agências pra u!rs cidads e o FJnnncinl S.A. que ultimamente fei borvido pelo Baco Damerinduz do Pasi! SA. que mantém sua Agenela funconardo ra cidade, como 11 do Banco Bras!lclro de D.:ccnto cm o.Uvldodes nqul. AIm das três Agénelas bacárlas ex/3ten tes nlunlme.ntc, o CAIXA EC8l's-ôMICA F:é::DZ RAL instlou tmb!m a ua Ancia em E:la Visto, 11 qual v~m pro:,orclon1ndo granc!c c.le r.envolv!r:,ento cm diversos te'orca d1 ccnà mia regional, bom ccm1 - n pcupança - como fazem outros ngênclas !lnancelro.s, Tcdas essas inst!'uiçães que controlam o dlnl1elro e o crédito estã, sob o controfo de A gôntes compétentes que, juntamente cem e pes rnnl auxiliar e técnicos, são arti da opor tunidade do:; investidores que fazem o progres so da região, Dentre as iniciativas de alto alcance para o prJgrcs,o de Bela Vista e reg,.ão, dev:mos anotar, com êfas, a vinda para aqui há pou co mals de 50 anos de Misão Redentorlsta e em seguido dns Irmãcs de São Vicent.c de Pnu lo. 05 Padras Redentori~tac chefiados pelo Inesquecível padre Francisco Mcor ajudado por seus confrades da religiosa ccruidzde a mericana, cuja atuação cm ncza cidade, aju dada ccm a cooperJção das inzsqucciveis Ir mãs de São Vicente de Paulo fi de incalcula vel valcr para o desenvolvimento de Beln Vis ta r:io só a parte da religião ca!6lica como principnlmente na c:iucacional, cJn;tr.llnd:i I greja~ e Coléglcs por todo o interior do Muni• ciplo bclusive a m1jestosa Igreja Matriz San tá Afonso e a Cas:i Re::idêncinl, na praça Coro• nel Camisão deta cidade. gerando da iniciati va dessa benqulsta Missão a construção do Hos pilai São Vicente de Paulo, e mais tarde, anexa a este a Maternidade, estabelecimentos que vin aram originando a E'meücência Hospitalar São Vicente de Paulo, que está em plena ativi• dade atendendo gratuitamente o povo care:it:: e em geral a população, com rara dedica;ão dos ilustres· medic:is que nli dispensam o precioso tempo tr:iduzindo na caridade cristã. Quem não se lembra do imponenje Colé gio "SAN:'IO AFONSO", 1c dias de festa con duzidos pelas operosas Irmãs Vicentinas, com n sua fanfarra, seus uniformes impecaveis, SUl disciplina, os jovens, as moças be1isctmas des fraldando as bandeiras, os standartes e tudo. S5o lembranças, Sr. Diretor, ue me vm , mente agora nesta cabeca já despastada pelo; anos, mas que o orador civico que a anima tio deixa t/capar os fatos pausados e em esqueer de responder ao cu apelo para fixar aqui neg. te rabisco, o que Dela Vista já conquitoa n.. tes últimcs anos, à nosso connto, rom dos outros sucesso, Registremos agora outra Organização de relevo m nossa cidade, O Sindicato Rural, N Jn!c!o da sua atuação fol intltuida a antiga A zoc'g5o Rural de Dela Vista que o rrcu l pe. los anos 50, com grandes expectativas no campo tricola. Desde ato vém o Sindicato atu. do no Município com invul,ar ruo. Agera, com revido do processo admirlstrativo, eds prép1 ;a e n lnvc,:idurn do b:r.qui•to cid'.lcLl1 Edron Moracs na direção correta e propulscra cocc!juvuda pcl:i Wl cqu!p(' cxpl'rÍlll'nto•b, vim drn'.lo ao público da cidade deste E+tud3, de outros Estados e ela vlzinh:i Jlepúbllca o e • petáculo maravilhoso das sua: Exposlçózs Agra :düstri! que Incide com psagm do an!vzr r±rio da herólca P:!a Vi{a, Que tanta demon:traçio de polencfr.l!d1d~ dede povo. Quanta slncrcnização do trabilh:i: um olhe aqui, veja acolá, cuide disto, veja aqui lo e o ritmo segue perfeito cnda qual no seu mi:;lér. cntrosndos na mesma finalid:ide: dc mon:;trar o poderio que possuem ertes bzlavis tense: rn construção de nlgumn col~n util, Jde~ justo e incontente; demonstrar o zmor à tern e o poder do trabalho objetivo de que são ca pazes. l i l .- f 1 E o Club do Laço? Sim! ... é também umn potência. t a arre gímentação dos pecunrist:is, os promotores da maior riqueza do mun.icípio. 0.; dor.os do~ boi:. e dos milhões. Na parte teclai, os Club Belavlsteme e Pe dro Rufino, as salas d2 visitas da cidade, co1- qulstas de esforçados cidadão• com a vsão de suprir os belavistenses de casa para as suas reuniões, lazer e também r,nra 1 zcepcionar au toridades e reollz.ar ates públtcos em dias de Cestas. Quanta conclusão bellssima não se tiraria, ce pudesse contar a história como ela é, c.>m seus detalhes, as pasagenas deslumbrantes dos seus participantes na construção desta maravi lhcsa e hospitaleira cidade dos b:?lavistenses! Cidade das mulheres boritas, das mais gen tis, das mais alegres e sorrldwtes c;-l 1'.uras que Deus pós ao mundo! Olhe, Diretor: Eu quizera ser poeta, ter a inspiração neces sária, para poder cantar em versos a ;_men~a E:S tima que Bela Vista merece, que ela incita no coração de cada um de seus filhcs ao mais fra terno aconchego; numa demonstração .mi:tli.l de fidelidade ao amor à ter:ca querida. E nssim, só assim, eu poderia cumprir, ao menos em parte, o seu pedido, uma hi~!ória de Bela Vistn, 1, 11.30 j12 }.1 ;.;:t Lç- ],; li :20 1s 19: 1 22.1 1M/7 is As 9:00 }., 12:00 M 14. l 1%. }.5 22:1 T A pri thl os o por em u. Ba EI ela ne é; me,s ct ur m, de pc e:on e 'es; à. e,; ba Este anúncio Sempre 13º E , e presente cortesia nos maiores E acontecimentos Bodoquena s~ 1 avistenses J 1 1 1 1 A llAIOR AMOSTRA AGROPECUARIA DO INTERIOR SUL-1'1ATOGROSSENSE SHOWS - BAILES - TORNEIOS DE LAÇo _ PENCAS A EXPOBEL E ONDE O PECUARISTA ENCONTRARA. lIAIORES FACILIDADES PARA VCNDER OU CO'.IPRAlL EXPOSIÇÃO DOS GRANDES CAlIPEôr:s • '.!.1.lOR IXD!CE DE CO'.IERCI,LIZAç,o VENHA. BELA VISTA ESPERA POR voa: - ETOEE: I DE 1; ., ' .. • • .,,., ·• - i1 22 DE JULIIO --~------ ----------••------•V-----•~----------•--~--- , ' 1 1 A 13' EXPOBEL ti' Q O(., »A; n!{ " é: _:, l: :± 1, r- 1)/7 às 8:00 horas -- Abertura do Parque M 9:00 Ju!pamento das Taças )•; 11 ::!O Almoço no Clube do L'lço As 19:00 Rodeio Internacional com Show de Touradas Ar. 22:00 Dalie do Anlvcrs:rlo dn Cidade - Grlmlo Pl'clro Rufino (OSSPR) Conjunto Los Tmys, Show com Rita Cadilake .. : a, Jl-• 1/7 s 10:00 horas --- Abertura da 13 Expo bel pelo Fano Sr. Governador do Estado de Mato Groo do Bul Dr. Wilson Barboa Mar tins. A 1E30 Vilt no Parque A~ J?:00 Almoço com AutorJdndos As 13:J0 Po1•·c, da Primeira Diretoria da FC• clrr·,,,110 dfls Ch1brr. do Luço. Ms 14:00 Aberturn do Torneio Regional do Lço. As 1:00 Abertura do Grndo Rodelo Interna rclonl com Show de Touradas, As 22:00 Dilo de Abert Ili': no Chibo do Viço, 15/7 s 1:00 horas bcrturn d, Parque Ms 9:00 Reinfeto 'Tomnelo de Laço MS 113O AImoço no Clube do Laço As 14:00 Pencas - Taça MARIO LOUREIRO DE ALMEIDA /is 10.00 ltôdclo Intcrnndonal Ali 22:00 Bl'e no Clube do Laço J0/7 às 8:00 horn, - Jhcrturn do Parque Dia de Llvrc Comércio l-.s 11:30 Almoço no Clube cio Laço As 19:00 Rodeio Intcrnao!onal , M 22:00 Bnllc cio F:1zendclro no Clube do uiço - Trnjo tlplco Conjunto P!-IOLHAS DE VERÃO 17/7 As 8:00 horas Aberturn do Pnrquo Dia de Llvrc Comércio As 11 :30 Almoço no Clube do Laço As 10:00 Rodela Internacional As 22:00 Baile no Clube do Laço lfi/7 às 8:00 horas - Abertura do Parque • As 0:00 Inicio Julgamento das Rnçns • As 12:00 Almoço com Expositores - no Clube As 14:00 Julgamento das Raças As 19:00 Rodeio Intemnclonal • As 22:00 Ballc dn Polca no Clube do Laço (Concurso) 1. T 20/7 - Programação Especial cm comemora ão ao Aniversário de Dcln VJ,ta, As 0:00 Abertura do Parque As 10:00 Apresentação dn Escollnhn I-Ifplcn no Recinto do Rodeio, TroCéus oCerecJdos pel:,. Prefolturn Municipal As 12:0J Almoço de Contraternlznç:!o dog Lnçndores no Clube do Laço As 11:00 Jnfclo Torneio Internncfonal de Laço As 15:00 Pencas Tnça Prc!clto AFONSO DIL LON NUNES LEITE 'As 22:00 Baile no Clube do Laço 21/7 !Is 8:00 )Jorns - Abertura do l'nrquc As 9:00 Torneio Internaclonn1 de Laço A.-, 14:00 Pencas de Potras Inédlfos As 10:00 Roclelo Intemaclon1t com Show do Touradas As 22:00 Baile de Encerramento no Clrêmfo Pedro Rufino an'mado pelo Conjunto Zutrlcs. 22/7 às 8:00 h'/1'.IS - Abertura do Pnrquo As 9:00 Torneio Internacional do !.aço (!lnn llssima) As 12:00 Entrega dos Prémios nos Laçadores Campeões no Restaurante do Clube do Laço Às 19:00 Final do Rodeio Internacional com Show de Touradas As 22:00 Baile Popular no Clube do Laço, en trega ele Troféus aos vencedores do Rodeio Internac?onal, %gêS%êã ,, ' e8@ % A primeira coisa em quo pensamos ao ouvir falar em água quente 6 no chuveiro. Considerados quase Indispensáveis nos dias da hoje, os banhos quentes chegam a ser responsáveis om m6dir por um quarto do consumo de energia elétrico em uma residência .. Sonhos quentes e prolongados prolongam a conta de luz, Eliminar a utillzeção da égua quente nem sempre éa opção mais acertada - • observando bem, '&, uma simples .,9% mudança .S_2 do postura .• { pode significar economia SE=5=.,> sem que hajam !',f restrições • • 1 àsua //// comodidade e o • . /. i 1 ,j " 1%j sê$ .,Si%j ' .. • .. ' ._,· .. _.,..,_. ~1 ~ .. ..... _.~ ..... , 't :../'"" Em dias de calor coloque a chave do chuveiro eldtrlco na posição "verão". Ela consome de30a40% menos energia que s posição "inverno". No verão ajuste o rormostato do aquecedor central em 40 graus centígrados, no inverno em 45. Assim vocâ • n:lo prccisar.1 utilizar água fria· para temperar a água e jogar fora a energia que vocõ utilizou entes .para aquece-la. Procuro instalar o aquecedor o mais parto posslvel do ponto do utilização. Aplique isolamento térmico em todas 33 canalizações que conduzem água quente. E quando viajar desligue a sua chave. Quando estiver no chuveiro ou na banheira não ligue aparelhos e fétricos. Jamais mude a poslçãoda chave (quente/frio) com o chuveiro elétrico ligado. -----, .... ao Segurança é fundamenta li É com e torneira fechada que mudamos a chave . do chuveiro elétrico. 1.é snE n.o. $%?? Hoje é o aniver:rio desta cidade. Um dia de festa que serve, também, para lembrar tedos os dia, de Jut.i;;, e:. forços e muito trabalho de to dos os que a construiram. Tempos de emeadu- I rn e colheita. Tmpos de engorda e abate. Tempos bons, tempos difíceis. Tempos idcs e vividos pelo Dan co do Brasil neta cidade. Atuando e participan- do intimamente do progresso e da vida social de nessa comunidade. Este passado é o maior aval para investir- mos cada vez mais em :1:,sso terra e nossa gente. E para olhnrmo3 confiantes o~ anos que virão, Hoje todo mundo vo.l ver a bunda passai, por- que nlnguém é de !erro. !Amar.há começa o nosso futuro. EDITAL DE ALIENAÇAO POR CONCORRENCIA N 01/84 ENERSUL Em:ess de Encrgia Elétrica de rvlê'.o Grosso do Sul S.A. Secretaria da Obras Publicas GOVERNO DO EStADO DE MA10 GROSSO 00 SUL Everaldo Alve!: da Rocha, Prefeito Muni cfpal de Porto Murtlnho MS, comunica que realizará às 14:00 horas do dia 24 de julho de 1084, alienação de sucatas, veículos e máqui nas abaixo relacionados, c'.e acôrdo com a lei. Propostas serão recebidas até às 11:00 horas do dia 24 de julho de 1984. Demais informa ções, bem como edital completo, inclusive os bens alienados poderão serem vistos e exami nados através dn Secretaria de Administração da Prefeitura Municipal de Porto . Murtinho, no horário normal de expediente. Relação dos veiculas, máquinas e sucatas a serem alienados: 1) Uma sucata de um trator Massey Fer guson 50 2) Um caminhão Chevroleth chassis 68351 HO 8658, ano 1978 3) Uma sucata de um caminhão Chevroleth motor Detroit, ano 1.!l77 chassis 68351 HO 3654. 4) sucata de uma pick-Up ford chassis LA 3BPA 621117, sem ano de fabricação. 5) Um caminhão Mercedez Benz 1113 ano 1976, chassis 344.033.12.312337, sem pneús, motor fundido. 6) Um caminhão Mercedez Benz 1113 ano 1977 chassis 344 032123381105, em péssimo 2s tado. 7) Um caminhão Mercedez Benz ano de Campo ds A EMPAER, Empresa de Pesqu'sa, Assis tência Técnica e Extensão Rural de Mato Gros so do Sul, através de seu técnico, o Zootec."lis ta José Clauclio, está desenvolvendo um exp~ rimento na propriedade do Sr. Pery de Al meida Mello, Fazenda Terra Nova, com 2 lotes, de 95 r.ovilhas de engorda cad:i. hte, ~end.> administrado para um lote apenas a m'sturã mineral e para o outro lote a mistura mineral mais Uréia Pecuária, O experimento terá du- fabricação 1.973, chassls 344 032 1205 3008 (sucata). 8) Uma sucata de uma perua Komby 1.968 chassis BB 138845. 9l uma sucata de um opala chevroleth 1972 chassis 5N69CCB-ll826. 10) Uma sucata de uma patrola Caterpll lar 1 2 E número 3673. 11) Uma Sucata de wn trator de esteira Caterpillar D4D. 12) Um caminhão FMM chassi ARS 1610122239, ano 1958. 13) Um caminhão Scania Vabís chassl L-7638,motor S-5537, ano de fabricação igno- rado. . 14) Uma sucata de um caminhão Ford basculante. 15) Um conjunto gerador Hoos 110 Kwa motor 103907 16) Uma pá-retro, sem retro Massey Fer guson 17) Um conjunto Hoos MWM 12 cilindros, !tmdido 18) Aproximadamente 8.000 Kg de !erro velho, sucatas cm geral em lotes a serem exa minados. Porto Murtlnho 04 de julho de 1984 Everaldo Alves da Rocha • Prefeito Municipal Antonio Carlos Dias Barreto - Secretário Administrativo Demonstrocão de Uéio ração de 100 dias e tem como objetivo a ma,. nutenção ou melhoria de peso de novilhas de engorda, através da redução do déficit protef. co, com utilização da Uréia Pecuária fornecid:t junto com a mistura mineral, no período seco Durante o período do experimento, Serã; feitas excursões com pecuaristas, visando di. Cundir esta nova tecnologia na região. No fi. nat do experimento, será feito uma Reuni com demonstração dos resultados alcan~d ªº = (os, ·- - . 'TI +86 1 1 1 1 - .._ - .. --- -- .,, .. ------ ):l:stc dia qv3 $ '3 fcct pera a cidade também o 6 para nós, Bela Vistu quo hoje 1111vcrsarln, nossos melhores votos de progresso lnccsso.ntc, ;, "A QUALID,DE DE SU: VIDA DEl'ENDE D, QUALIDADE DAS COISAS QUE VOCE '{'OÉ NELA. _ rANII-'ICIDCR.' CONFEIT,'I:•!A, L/'NCIIONETE, AÇOUGUE, LEITERIA E VENDAS DE rnODJTOS YETI',r.lNIRlOS I'O!t.J T: "' "fl AYENinA DUQUE DE CAXIAS N" 446 J,IDli1 - Ms G ,.,.,,..,. o A Festa ,. e nm,1nhft. 1 1 E~lc. dla que é d:) fc~t.l p·na a cidndL•. tamL{m o é para nós, afim! ninguém é r:Lc 1 J • ferro. Hoje p.iramos p:irn fe:;tc :rr, mas ,:i.m• 1 . bém para recuperar forças e no bate papo ! gostoso com os amJgos, vislumbrar novas al- 1 1 tematJvas. 1 Nos•:is hcmenagens de~de o ma's humil ldo morador da perifria até o mnfr graduado 1 pois todo~ participam da nossa vl:l.a, traba, - =• -------=-- ---~-------1 _Neste 14 -de julho, dia em que os belav:~. 1 tenses se irmanam na festa de inauguração .da 13n .EXFOBEL, orgulho de todos nós, mJ t radores de ;Bela Vista, Jardlm e demais cida• ºl j .des da região, enviamos as nossas calorosas zaudações ao povo belavistense, sobretudo pe. la presença do Senhor Governador do Esta do, Dr. Wilson Barbosa Martins. Que a ação conjunta de todos resulte num progresso maior para Bela Vista e bem est!lr _de sua gente. M~ li EZ PEIXOTO lhando, conquistando concsco etapas impor- , lantes no processo de crescimento. Parabéns Bela Vistn Parabéns Autoridades .. 1 ------- ~ ._. - -------------------------- -----------~-:---.----- Nós Comemoramos Também Sim, hoje nós também estamos comemo- rando, afinal a longa escada do sucesw deve ser percorrida de degrau cm degrau. Assim foi. A!sim será. Começamos do nada, com muita luta, tra. balhando muito, mas hoje tudo está mais r:li~ cil. Já vislumbramos o arco iris do sucesso, isto nos dá uma esperança malor, e toda esta de To dos Pedro José Polmieri o . -··-. ·-·-- ------ .-- - . -7 .. luta tem uma razão de ser, Bela Vista cresceu, novas oportunidades surgiram. -No fllturo Bela Vista será uma cidade ain .da maior, teremos orgulho em dizer que par• .ticipamos desta conquista. ,,11 O 1 /f [1: pies pi , e • , cc e'· r;o Cll , .. e : Jo e:m .:-ac.:g:n (Na foto Cassio ?O lado G<> Senhor AntoniÔ • 7 - de As::is, compr!!.dcr de gado de F.Hima do Sul). , ' ·- - - PECUARISTA CASSIO ACI LI .!. ç. mais : j : heg ·~ ·.y ... :L:t .±:; G: :1:L T.:r..! C:o :-..r , ... -.:•;. V ±: :r!a, :7 1que : te, EIS CIONIIL B Dia 1.9 de Julho - No Grêmio Pedro Ru Aniversário da Cidade. , . . mo, em Bela. Vista, Baile Comemorath"o ao Abrilhantaílo pelo melhor conjunto da Fronteira .. e o TAMMYS" l'rcscnça da Mals Famosa Chacrete: RITA CADILAC - t Be eza, Charme, Veneno ... Venha, Rela Vlsla 1'sper:i por Você. RESERVE SUA MESA COM ANTECEDENCIA ..,_ ·-------------------- •• ----------------- .,. e ·.sl± " % •.. a •J • ... -..:: •t ~--- ,. :;.,. as •o .·• •. t, ''h .e . :, ~~ :-, ... t ..... !"- • e d ke! "nin,, 'a4 y4, to " •I. :-; ta, l IJ . an3, at o. A,, , ida, .uk± lmcnt· iJ. e Et±, ira.. dg mm!~ ld:3, bi% + 4q no g fo: d: v2li «til, ide! r à ter: lo z 41Uã ã TTTEi ------- (Continuação) . nrre- ;c; ê: :::> ce !± ,, C1• r'o± a5 Ss :,!or.l!' t1· :z à ir.::'.l c 5 á..S ar:: stes s5 urs- ..- n~rra cio PJrlpucu, r.om suas margens cra vefdas de pedras naturais, tinge na vezes u r!lurn cJ11 10 (dei) melros, -· Córrcgo Mui, .-- Córrego Guaviral, - riorrn do Rio Cnrucol, .--- Campinas do Nhum-IIntlm, - Parque de Expo:-:1:;;,ío Jgrop:cu:irlo, cons titui-e em uma das mals belas festas Muni cipa, .- Cachoeira do Córrcgo Vacaria, - Córrcr,o Mnngnbn, com Jeito coborto de pcclras vermelhos, -- Ponte Inhnhde]ara (Ponts de Deus), outra bo!eza rara do nosso mun cípio, - Monumento Nhnndcpá, onde !oram sepulta cl('ll o:i rcslos de trn•·ilciros e paraguaios tom IJr.dos cm combnto. 'fTIIIISl[O E LAZER -. Recursos nnturuls: Parque Natura~ queda d'rgua c Prnlos. - Recursos Culturais: Acervo IIi~tórlco, B'· bliot.ccn, Museu e Ntlcleo Artesanal. -- InIra-Estrutura: Meios de hospedagem. LAZER: Rios plscosos, coso do Rio Apa, com varie drclcs de e~péclcs, Cinema, Estdd:o, Gindsio Coberto, Clubes, Compras Praças. 8 e I o c;;::;::i: ccreve : José Joaquim Ferreira Scuto Vejm ccmo ccmeça, cresce e agiganta sa uma organtzaçilo.cmpre;arial. Esta Rede de Jor nais eomcçou aqui mesmo em Bela Vista, há pouco mais de doze anos, com o aparecimento de um jovem magrinho que, segundo amigos mais chego.dos, tcdcs os anos viaha a Bela Vis ta, vendia .-ções e livro3, com representação cm Campo Grarde, onde trabalhava na mesma fir ma com Duprê Gorcla Coelho, lujc Diretor d:i Fclha de Mato Grosso do Sul e outros quatro jcrnrus. V~ndla livros e ações porque a grnna crn curta, levava vldo. apcrlada, mas sempre cem aquele otimismo. Na época, um grupo de jovens imprimia um jomaWnho na gráfica,do Glauclr e convi dava Ivaldo para escrever crónicas para o mes mo, feito para se levantar fundos para o carna val. Esse jornalzinho, "O JOIA" só durou dois números, depois teve suas atividades encerra das. 1valdo sentiu naquela cpo1 tunidade que Bela Vista poderia ter realmente um jornal de verdade. Foi a Ponta Porâ, c)nversou com o Dacunha e o Fernando Saldanha, na époco. Di retor do CORREIO DO FOVO, eles concorda ram em imprimir o jornal. Surgiu a Tribuna entre a converso. de Ivaldc com o Dacunha que ncabu definitivamente em TRIBUNA DA FR~NTEIRA, ant~ impressa em Ponta Porã, depois cm Aquidauana, qua.rd, então já rece bia artigos gerais e novos adeptos chegavam para cngr.'.lssar n5o o rapaz magrih e sim o Jcrnnl que a cada espaço de tempo aumentava scu tamanho e número de páginas. Em 1973..era registrado o seu jornal. Nesse ano ingressou na Associação Bracilcira de Imprensa. Ê ago ra Vice Presidente da Associação de Diretores de Jornais do Interior. Já participou de, diver sos encontros de jornalistas em Aquidauana, Cuial::i, Camboriú etc. Novos colaboradores surgiram. O jornal to tia e intcligê:icia aliada ao talento do magri mou sustâr.cia. O arrôjo, a constância, pcrtiná nho, jâ cnt5o casado, cem uma belavfrtense Ma ria Estela, tomaram outra decisão. Organizaram a Empresa Gráfica Apa. Era ncce~·s:irlo ter máquina:; próprias; aí é que se aguentou a l:arra pesado.. Sem capital suficién te, ludo vencendo no peito e na durcn das di ficuldades várias, corseguiram crédito com o Sr. Nazareth do Banco do Brasil para novos investimentcg e trouxeram de Auidau:na o Gilson, pro.ta r-rcciosa da casa, que ·cm tipó;tra fo, impresscr gcntz e tudo para ajudar : cm [.rc,sn cr;:::ccr. Estou falando do Jo.: z!is'a icldo P:reira, e sua senhora D. Maria Fstel Velasquez Pe. rira, empresáx.o que ccm garra, ao come;o cm mzteri] insuficierte. ms com ex?lentes Parque Natural à mren do Rio Apa, r,r,rovcitodo pora rcc1cnçfio cm mus•,·1. INVESTIMENTOS Eil Dl~L/ Vlb'fJ Dela Vista nprescnla amplas perspectivas de desenvolvimento baseados na expansão d Pecudria e dn Agricultura. Dentre as áreas mais propl::!ns os inyes tlmcntos prlvndos, merecem destaqu:) os sc guintes: o) Exploração e Induslrlnllzaçiio de Cnlcdrio; b) Industrialização de carne e sub-produtos do gado; c) Turismo e d) Fccu:1ria de animais de pt:queno port:?. EADOS GERAIS Origem do Municlplo de Dela Vista: Nioa- quc . Dnln de Crlnçfio: 13.10.1008 - Atrnvé~ do Lei Estadual nº 502 Locallznçfio: Região Sudoeste do Estndo, LllIITES Norte: Com o Munlclpio de Jardim Eu!: Com a Republica do P:miguol leste-: Com os municlplos de Antonio Jo- o e Ponta Porü Oeste: Com o Munlclpio de Caracol Bnc!a Hidrográfico: Bacia do Rio Pnrnguai Micr.oregião Homogênca: mrh 341 -- Do- doquenn {uncioná1Jos 1 editar.do um jornal já então com real aceitação, com lutas incessantes levaram . à realização aquilo que ele ~cmpre dizla•m':!: "Constntirei cm Dela Vis la um;, org 11izn~ii:, jornrlisticn como quero. Nfio será sómente a Tribuna da Frcnteira, farci publicar oulros , jcrnnis, quero cm p::rque g1.Hico que possa suprir o comércio e ns Rep::rtiçõcs Publicns com impressos, Vou dinamizar cs:t coisa, con te com n Estcln", Comeguiram instalar a empresa em um cnsariío de tébua à Rua Duqu~ de Coxia~, que n sogra alugou. O ercritórlo da rcdnçJ.o espaço l·estritc a um msa e um ,.~mál'ic, dcpeis noutra r:ila, a oficina, atraz, já então com apren , dizes, ouvia-Ee barulho, azáfama ro :ro.b3lho para dar o exemplar do semanario que era dis putado pelos belavistenses, ávidos em lerem eo.l!as que se passa aqui e alhures. Nesse tsmo apareceu o gordo, o Alváro Pereira, que foi aprovei.lado no Depnrtam~:ito Comercial, trabalhou muito e agiu bem depois desligou-se da empresa e crgaizou a sua própria que também progr!de. A coisa ia crescendo, o magrinho comprou mais máquinas, era o raiar do parque sonhado. Mudou-se o equipamcntô do jornal para o prédio, junto com mais espaço, melhorou o escritório da redação. As cunhadas Jaqueline e Flora foram investidas secretárias. A apren dizagem, composta na maioria por estudan tes, aumentava, os mais experientes tomavam outras obrigações mais importantes. Arran jaram-se repórteres, dos quais D. Estela é uma das mais eficienles, colaboração já havia multa e :)ôa. A empresa crescia, já se fazia além do jornal, os mais variados tipos de impressos comerciais e· de propaganda. O prédio já es tava pequeno para as operações. Veio então a iniciativa da sede própria. Primeiro a com pro do terreno Rua da República, a· cons trução da residência e logo após o prédio da maquinaria, escritório de redação e dependên clas. A Tribuna vivia a trazer em suas colunas que em breve chegaria novas máquinas, lino tipos e tudo. Daf, foi saindo o Correio Jardlncnse, logo depois a Tribuna Murtinhense. A Gráfica estava melhorando a olhos vis tos e mal a ~ede própria ficou pronta pela me tac!e já se transferia para ela material que ali podia ser manipulado. O Diretor não parava. as viagans seguidas eram necessárias para ativar os negócios da empresa De dia a dia a coisa ficava mais pos sante, mais arrumada, a Diretora D. Mtuin Estela, EEmprc ntiv:i. d'rigindo Jluncicntírios, Visto Suo Clima: Tropical úm!do Tipo de Relevo: Ondulado Tipo de Vegetação: Campos Limpos e Ccr rados COOllDENADAS GEOGftArJCA"l: Latitude S: 22º 00' 12" Longitude W: 56' 1 31' 45" Jlt.itude (sede): 1/Jl mts POPULAÇAO Urbana: 12264 Rurnl: 3818 Total: 16082 Taxa de Urbanização: 76,26%4 Área do Município: 4662 Km? C.::n.,ld3c'c Demogr:Uica: 3.44 Hab/Km.2 Dstància da sde Cap:tal: 311 Kms Empresa Tron.sportadoro.; Vi:i;ilo Cruzeiro do Sul Vnha•: Dcl:J. Visto/.fardim/Niooque/Sidro- hlndia/Campo Grande Bela Vista/ Jardim/Nioaquc/ Jquiclau.ma Dela Vistn/Antonlo Jollo/Ponla Porá Numero de Vereadores: !l Ntlmero de Eleitores: 8 .128 COMARCA DE BELA VISTA Categoria: Primeira Entrâncla Munidplos atendidos: Bela Vlst.n e Cara col FERGIA ELETRICA :Eelo Vista Caz parte do sistema de dis- !nzendo revisão, cnslnando novatos na profis são e o zelo pela organiza;ão dos diversos de partamentos, almoxarifado e a própria dire ção da redação na ausência do che!e, trans!or mou a empresa no que é hoje. Foram editados mais os jornais Jornal de Bonito e Jornal de Jt6nio João Com tanta luta, tanta ope- rosidade daquela juventude auxiliar que ali trabalha, há de sair no futuro, novos jornalis tas, novos empresários que empolgarão Bela Vista no eu caminhar irreversível para o !u turc esplendoroso que a espera o raiar do novo milên!o, o esperado mi nio, redentor da humanidnde, o III mi'nio dos super-homens, das criaturas mais per!ellas na inteligência e constituição física com vida orientada para a pcrfci;ão humana mais chegada a Deus, sem guerras, sem ódios, quando a ameaça das ar mas nucleares e oulTnS serão ~pultadas para sempre, constnfndo-sc apznas máquinas para o progresso e não mais para a destruição co mo era e é ainda costume d:i civilização e.cs de tempos Imemoriais que arrastaram povos inteiros à desgraça e sumiço do mundo. Ha verá um mundo melhor, mais amor no co ração dos homens, mais união das nações vi sando a pacilicação dos povos da terra para a vida integral do homem, mais respeitada, evoluida na verdadeira destinação do seu ser, Assim será. E a empresa belavistense de jornais tam bém no seu caminhar, há de dar maiores exemplos de como se constrói e edifica um ideaJ sublime, o de servir, ser útil, comunica tivo, criando novos horizontes para aqueles que procuram um caminho, um meio de se fazerem homens, homens integrais, trabalha, dores, benfeitores, construtores da nova civili znção que se aproxima. E com o trabalho, inteligência e muito estudo que se constrói alguma coisa aprovei tável à humanidade. O exemplo está aí. Do martelar incessante dos prelos do Ivaldo e das modernas linotipos, estão saindo mais o Lagunense, jornal da cidade de Gu'a Lopes da Laguna, comuna importante e pro gressista, operosa e celebre pelo nome que recebeu, lembrando o guia da Retirada e o magrinho não se contentou ainda, projeta a vinda a lume de um outro jornal. Qu?m du• vida? Nestes pequenos traços da fulminante evolução de tão importante cmprern behvis tnse de jornais, está escrito a figuraçüo :il'. criatividade e êxito que o homem pde por em execução de idéias concretas. com determina ção, estoicismo, incansável vontade de renczr e construir alguma coisa grandiosa para a terra que o recebe com carinho, para seus r~- História 1 tribuição inter/gado, ou seja, ligado A fontes de energia por linhas de transmisao, Atual mente conl:i cun: Ligações Residenciais: 1660 Lagações Comereiis: 244 Liaçdes Industriais: 15 Ligações Rurts: 19 Ll:;.,çóc'> Poder ~ Püblicos: 35 Total: 2001 ·o M P.ovlnos Suínos Equinos ICIPIO DE HELA V-TA 240. 3SO cabeças 3 . 300 c:1 bt.ç.'l!I 4. 600 cabeças AREA DE PASTAGEM Pastagem Nativa Pastagem Artificiais Outras Principnls culturas do Mun. Rendimento p/ ha Arroz 4. 000 ha 120 Kg/ha Soja 1200 ha 1500 Kg/ha Milho 800 ha 1000 Kg/ha Mandioca 483 ha 10.000 Kg/hn Números de produtores no município e sun classificação: Pequeno 546 Médio 80 Grande 95 Total 721 c:::::::J 205.254 131. 188 42.857 miliares e todos aqueles que por meios indl• retos !oram capazes e tiveram a compreensão de que a unl.ão !az. a !orça. Ivaldo Pereira está sendo convidado por empresários de Ponta Porã para fundar um jornal rui cidade. Sera mals uma conquista. Agora, com seis jornals bem impressos circulando por esse Brasil a!ora, em vésperas de sete, certamente o magrinho está sentindo realizado o seu sonho, vendo a moçada traba Ihando com alegria, a barulhada das máquina!1 impressoras que en!eltiça seu espirita de jor nalista, as peraltices dos filhos ao redor, que os orgulha misturados na luta diária, vendo o sorriso da esposa também triunfante, a com panheira dedicada que no labutar constante conseguiram arrancar do pouco, o muito da vitória almejada. Parabéns Ivaldo! Parabéns D. Maria Este la, meus amigos, a estrada está aberta, sigam na. . 1 %!' . . IHIu »D E JORNAIS 3 (FUndado em 20/2/1972) C.G.C.M.P. 15. 513. 203/0001 - Registro no cartório de Títulos e Documentos n.° 35 - uiretor-Responsável: Ivaldo Pereira (Jomullsta Pro!issionn!. Matricula MTPS n.° 140) Administrnção. Redação e Parque Grátioo - SEDE PRóPRIA - _Rua da República s/n • Bela Vista - MS Fone: (067) 439-1410 - Caixa Postal 23 Diretora: Maria Estela Velasquez Peretr Depto. Comercial: Joao Carlos Velasquez Depto. Circulação: Elaine L. Brum. REDATOR-CHEFE: Ivnldo Pereira • •• "9"T"9..A»e [ Demais Munic!p!os lO.OOQ 00 FUNDADOR: lvaldo Pereira' Um órgio da Rede Belavistense de' Jornais Lt<la. Represcnt:i.nte NacloJUJ• FlJTUR.A CO:'.IUNlC.'1.ÇôES • SBN. Edlfic~o lIauríclo. Salas 1113/1114/llls T~o nes 223.1655 • 223.1660 - ri, o, Fl dg ADor e ABRAro " - ------------ os desbravadores da fronteiro, fundado· res da Bel Vita, que meurm nesta terra Irtil , rmrtcs do progresso e do idealismo. . :C. la VI tn, rrnlintln n'onç:ida da l'âtrln, nde o patriotismo emnpre fala mai; lto, 'Ter ra onde aúch", paranucenses e paulls4as :e u nivm o sulmatogrozsncs e iniciam na cons l tiuç.io d<i ,nn.1 cltfodo que hoje é orgulho pura todo:. n6J, 1 Escritório 1 , a imens11ra R<.>;::tro cnE/IJ _ Num ro 52.09'.l/TD S.P. VISTO Número 1.011 -- MS .. - _ Cadastrals de Farendas - Divisões de Inveraads • flrdjçõrs tlo Tem, .. , - Levan!Jimro!Ull «R e . , . IOFI Hoje n Frinceza do na comemora o seu OGº onlvcrsárlo de cmonclpoção pollllco ndml alstrotlvn O Inaugura se n 13:. Expct~I, exon lo dignificar'e da garra e da fibra do be!avi lcnsc, A lodos vocés, bclovlr'cn•r•· c1!l lnjr, '!!I~ contlnunm a scmcnr, pnro que no futuro outros osam colher, a sudgão da Assa''ia L •lsla!lvn do Estado, não poderíamos dixar de retr a nossa hmcagem nos homens que -?stdo ajudando n_ ccnslrulr o noso Estado, Par [rs Delr Vista Parabéns Cgnlz:&re: C 15 Expobl, WALTER CARNElllO Presidente d:i As~embléin Legislaiv.i. AHI r.IGO WALTER CARNEIRO DALADIER AGI ARY RIGO LCNDRES MACHADO DJALMA EARROS ARMANDO ANACUE MANFREBO CORREA JORGE At1ARAL ZENôBIO BOS SANTOS GANDI JAllIL NELSON TRAD VALDIR CAPDCO c•.::::PUTAB'.JS n::: F)lDB jY'11? O ORRO LE:TE scmr.rn:::T CNEVAN DE MATCS r:NEDI. DO LEAL JESUS GAETA 'l•NA'l'r'N r'J r:cS. AIP MAR QUES NELSCN DUAINAIN AKIRA CTSUE IVO CERSÓSIMO VALTER HRFRA AN.lZ FAI<ER I 1° Secretário da Asmb!éla Legislativa ----------------~-----------~- O Maior Centro de Ahastedmento de Bonito. O CLIENTE ESCOLHE NAS PRATELEIRAS llILHARES DE ARTIGOS DE PRIMEI RA NECESSIDADE SopP.rmercado Zava RUA LUIZ COSTA LEITE NO 383 C3 ZIV 0 ameio lo Ln lendiefo - Fonc: 255 1202 e 255 1205 - .Bonito 1:1S 1 lttl!Hic.~~~o Jt:nto no INCHA. crvço Qullflccdo Responsável e Técn!co Atende todos os Munkfplos da Reglão ,F 432.1253 sr(6rlo) e 439-1057 (Re«!dn!a) Informações: one 9J- a Rua Culabí, 180 (F.r.crlt6rio) BELA VISTA O bom servldnr nada teme no presente orzlha-se do passado e confls cegamente no .. --; ., . ---·-- -·------- Rua Genrl Orlo, 1281 (Restdrt) ~tATO r.nosso DO SUL Reunião Reunião realizada sexta feira, d'a 6 PP, no Grêmio Pedro Rufino, contou com a pre sença dos seguintes sócios: N estar, Le_andro. Hcrmann, Mnurfclo, João Batista, Carlos Al berto, Casslo, Luiz Carlos, Broul:o, Santana, Eviláslo, Fernando, REinaldo, Baz!!no, R:;'.l.Tdo e Suleimnn. Posse Apresentado pelo Cassio tomou posse o Ivaldo, que havia se afastado do Rotnry hé. dois anos. Na ocasião d'sse que "quem é rotn· rl:mo nunca deixa de ser, não saí do Rotnry, apenim me afastei por força de clrcunstilnclns nlhcias n minha ,·ontadc". Santana o companheiro Santana disse de sua sa tisfação cm ter novamente o Ivaldo no Clube, !rlsnnc!:J que o mesmo nunca deixou de ser rotarlano, sempre colaborando com o Rotary e vivendo a filosofia de Rotary. Cnsslo Apresentou o novo sócio, lendo um pe queno "curriculum", onde destacou as ativi dades do sócio recém empossado como jorm lista. Diversos Assuntos Após a leitura da Ata pelo Secrztário Brau l!o, diversos .i.ssuntos foram debatidos, parti cipando dos mesmos Reinaldo, Fernando e Cassio'. O assunto principal fol a respeito da campanha pró pavimentação asfáltlca da BR 060, trecho Jardim a Bela Vista. Lulz Carlos Falou a respeito d!i posse do Fernando nn presidência do clube, que ocorrerá na pró- ( x:ma sextn feira, em reunião festiva, com a presença de vários convlda:los. PRO'.'IOÇOES E HEALlZAÇôES Gestão: Luiz Carlos RlhOl 1) Baile show com o Conjunto Am'l L:llfrl'. cem renda liquida de CrS 250 000,00 sendo doado ao Hospitnl Súo Vicente de Faula a importância de 500.,, CrS 125 000,00 2) Realizações de diversos jogos de íut-:. boi de salão enlre equipes de vetemnos, com renda liquida de crS 41. 500,00, sendo do:ido ao Hospital São Vicente de Paula a importân cia de 50%, CrS 20.750,00. 3) Baile show com o cantor Nelson Gon çalves, com renda liquida de CrS 1.008.000,0J, sendo doado ao Hospital Sã.o V1cenl~ de Pau la n importância de 20%, CrS 201 600,00. 4) Participação ativa do Rotary Clube ra 1 Festa da Cerveja em Bela Vista MS, reali- zada pelo 60 Esporte Clube, na venda de ca• , necas e a participa;;ão da Srta. Rosane, can ~-. dic!~ta a rainha na.queta festa. on:le conseguiu o 2º lugar, obtendo para o Rotary a rtmda li· qutda de CrS 221.000,00. 5) o Rotary paritcipou também do natal das crianças pobres doando: 1000 (mil) pãczl• nhcs à Pronav que org:miz.ou o r:atal 6) Foi realizado nesta gestão a inter-clu- bes, sed;ada aqui em Bela Vista com a parti cipação dos clubes de Ponta Porá e Pedro Juan Gaballero, e de Porto Murtlnbo e Be'a Vista MS em fevereiro de 84. 7) Participou com bastante garra na pro moção do Belavistense na venda de bingo; !ícar:d.o o Rotary com 30% no valor de 2.880. 000,00, onde com este dinheiro já e!eluamos a compra das telhas para a cobertura da se:le própria. 8) Foram realizados (2) dois boleU-.1.; do Rotary Clube de Bela Vista., 9) • Recebemos no final desta gestão pelo compa!!heiro Vervi de Araújo Castilhos, Ge• rente do Banco do Brasil S/A. um touro paro. o término da séde própria. lC) • Participação ativa do Rotary Clube junto a comunidade e todas as lideranças, no. reivindicação de abaixo assinados; para a Sua Excelencla Sr. Governador do Estado, refe rente ao asfalto da BR 060 Bela Vista à Jar dim. AGRADECEMOS A TODOS OS COMPA· NHEffiOS E PESSOAS QUE NOS AJUDA· RAM DffiETA OU INDIDETAiIE'NTE; POR QUE SOMENTE ASSIM TIVEMOS CONDI çOES DE REALIZARMOS TODO ESTE TRA BALHO. DURANTE NOSSA GFSTAO 83/8-1; EU E lIlNHA ESPOSA lIARUCE AGRADECKIOS; POR TODO O APOIO RECEBIDO . .E.c» :-1 i,r.:o;.1 :..eh ±.- C! '.- ::.:. r - .': c o'I e .CE:! :.C.rr ...+H 2_:·.' •• J 1. ✓. .. .'. : de e! I 5.crr; Z» A± .·C:sr, 1::3 ± 7.cnrg, ..o..± «E3 O l'IELIIOR E RA ATENDENDO (DELA YlS'i'A) Com uma equipe completa (cozinha e g:irçon~) ~e C~:::po G::-:i!1'.!c, " O GALP!O" sem uma atração a mais na Expobl. Sabo,•cíc o, melhores protos e no melhor ambiente do p,;rque de Exposições, q~ já ~e tomou tradição em Ma!: C:czo do ul. N l'tlAlS CONCEITUADO RESTAURANTE DE CAMPO GRANDE ESTA- , NO PARQUE DE EXl'OSIÇôES RIO APA, NA ISª EXPOBEL 1 1 LJ -·---------------- ln.cio das Atividades Bistecào n·a Chapa - Feijoadas Camarôs (diva:scs) Fastelaria completa o3 fncsspxstexs ccseics dia 8 de julho ( uoroingo) f • 'J/'i t A }[to,rpp"o-- -- ·-- ---·-------- ..... ·-"'--· -- ·----- ------~---- "' __ ___..., n ......... .I J.' l ! -1 1 1 1 ! 1 , com n limai Sen± aula ÍUI'. ' corn .o doJdJ .,ortà.~- :on Go~- 100,0J, Pg e r; reli fc C!· c: - iguiu la li· ater-c' ,ar!I· l'cdrO , e Be': pro- 1Jlr.g<l; 1 . 1 2.SSl 'll!lCl sei: ctube r' $:' ' 3 ef A1 t'Pen]iro Fernrlo Tore de llarros - Cl1cfc de Cb1~s à.i l'r.,[ei(,1r.: JIi!r.iclpnl REL.'Ç/O DE ~-:!11,5 l . E.'ncasc,lh:imcno das Rua: XV de Novem bro, Antonb Jfarin Coelho e Dp. Mrio Von Den Bc;·ch 113 trecho ccmr,recndido e:::itre as Ruas: Ccl. C.:imls~o e Av. Parauuai; 2 - Enc.iscnlh~menl:> d[ nu:i JJmir:inte Bnrro•~ no trecho cêmprcendiclo ertrc as Ruas Barão do Mdgoço e a Bnf.o do L:idárb;- 3 - EncJsc.ilhamcnb do Rua Dn Repúblk:i r.o r I t J ; ) :' . fr< Ll1<> ccrnpnlnuido , n'rc ú /,. 'J ,·ri..,, :, Uv,i . 1 Hu I Dnr:.o dv J. ir! ,ri 1 ); 11 - Encalhamento da Rua: D«ri do ;Jc·l,a ço u,tr,• ·•.; Ruas Duque d Cr-d:1 t; .1l<.--•r~:; Cabal; fl • Encaclhamento da Hu: Voluntário da l Íllri.i cnlrP ns Rua· Ear:o <lo Mdg;iço ~ lh r~o ri,, I nd5rlo; (j • r,:,c:::"olh.imc11'0 clri 1 •,d'"• u·, Hnn·, !'.IC c.lr nmrlam •" praç-1 dc,tinr.tla Campo de Plo do qa rtl; 7 - Ec±calhamcrto da Rua: 03 d Oual. :, 11'> {recho cntre s Ruas Guia L0e; e Cc·l. DiJs; ll. 1.·n~:,,:·~lh?mc·n:c ela ílu;: Cd. 1), 1; • 1trc o, Jl11:i•· A 1' 1m!o M11iu C>llho e S<::to t'.l:: Sctrm- 1 ·o; O• Jtc,,o do occ,.,o ro.'.1Yia Crr,cJ! uc :; .. J. S.i() 'lmn!e, uma eter ie de km, c nt 'olu me de atr;o de 12.07Om3 nvm valor 'e1t. de Cr:, ll.!00(,CO,OC' /Oito tn•ll·•:i-·: t'~ C11i:drn;). Obras de Pavimentnção nsfáltfcn <la nua Ccmlc de Porto Alegre (conclui<las), cxecuh das pela Prefeitura Munipa! I,-trro e nescalhsrnto de todas s Itus (! '•!0 c.J..1 Cc,i l,; II- ter.o, nivelannto e limpeza da Psi I <;!nJ,llw Pedra (Princzs do Apa); 12- Coloco de Tubos para Drenagem ds á vus piuviuis rc. cnu.r,mcn'.'l~ da Rua Cc•l. Vb• com as Rua: Selastiic Crispim do Hc:,o e Ste de Setembro; 1:J - Coloca,i) de Tu!os para Drenagem do s c,.1:i~ p'.m-:, • 1 r.c: crt.zt mcnto; dn Ru1 C .. nrr.11 , Soar;s d Rocha cmn as Ruas José Donife±a, I'J15o d > T,:u.r.b e i,Iarcd1,,J Hondc:1; 1-l - Co!c::- .. ç:,o cl,J 'fub:>; f:lra drcn:,;,cm d~ ó mucs pluviais ro cruz:morto da Rua Paro do í:..~dárlo crrn a fütJ Vc;luntluío dn P:.trl:J; 15- Colczã de fulo para drngem de i. u2: pluvinis no cruzumnatcs da Rua Bar?o do 'idu ,ro cm Ruis Depus de Ca::11..'J !! Vo iuntá:.c da P±tis; 16 - Colocação de Tubos 1ara drengem ds á gua~ p!uviDi:; nos cruzamentos <ln Rua Eddnrdo L 'xo'.Q rom n:; Ilu33 Voluntário da Pá'.rh e /lv,rc: Crl.Jral; 17 - o!c;ã de Tubo:; ele concreto no Dl:;tri k J,;unca TL'-Vi, num total de 80 (Oitenta) . !C - RecJ,ic,·aç,i) da Povim2ntação )sfáltica = dlvc1'Js Rins ela Cidodc; 1D - r::cu;::.:,ação <las Esl1Jdas Vieinais que li gam a rodcvia de Ponta Porã at6 n altura do C~rrcp Itá e Fazenda Morrinho; 20 • R~form1s da; Escolas Munlcípnis São Cle- 1nente e Fro{ Erasmo Mcde 1ros; 21 - E.eforma do Przdio d~ E~tocio,amen:o da PrEfeitura com seu respectlvo muran,,..ntc; ?::, - Rep3ros em diversas Ruas da Cidade com aterro e Patrolamento; Prcfc'ta !Iunicipal 23 - l'.irol.,mtnl" de todsc as luas da C:(bde on tontemen! 21 - C.ipll,J. ti<: foch:. a; nu J'.' co111pn•cJ1didos _w_; !':IOCC5 01,C.. O:J, e O! clJ dd~cl'; 25 - AEr'ura das Rua c nlvclt,me_1[.o <lo CJn,· ju11'c Ilabit.icionJI 1Iilit.1, Lcurcirn; , , ' 2/i - Sub,tllu!ç;io de Pnt de Madeira existen- te na Rua Eduardo Peixoto c:itre as Ruas Du que de Caxias e Voluntúrlo da P:'.ltria por Tu• bo, de concreto; 27 - FavimentJção Asfáltica da Rua Cct Ca nÚ!:ào no trecho entre ::,~ Ru1s XV de Novem bro e Antonio Mar!a Coelho; 28 - híclo éle Pavim:mtaçiio Asfáltlca da Rua Conde de Porto Alegre, já com o trecho entre as Ruas Barão do Ladárío e Barão do Melgaço já conclulda; ) 1 • Ccnstruçiío de MntadourJ Municipal; 2 • Ccnstruçiío de uma QuJdta. de E~porte, no C,:mjunto Hacitacio11al d:i COHAB; 3 - C!>nstruç5.o de OG (S:ils) sJ!as de nula na Escola "Jarbas Passarirhc"; 1 • Construção c!c um prédio com 0-1 (Quatro) ralas de aub nJ Escola Cn,tt;inln Enco.nt:ido; 5 • Cc.nstruçiio de umn Qunclra de Esportcs no Bairro As1tn • Dccc: 6 • Construida dut1s pn~sarcln~ de concreto crmoc!o nc canal dn Av. T':1c!ldoro SatiYa; 7 • Construção de um Post<:> de Saude n:, Dls, t1:10 Nosrn Sen.hora fü F:í.timlj 8 . Construção de um Galpiio para n fábrica de Artefatos de Concreto da Prefeituro Mu:iicipnl; 9 - Construção de um Parque Infantil na Praça Alvaro Ma~carenho5. 10 , Construção de Pavimentoção Asfáltlca na Av, Ccde de Porto Alegre; 11 - Comtrução de um tcrmi1:1l rodoviário; 12 - Ampliação e remcde!Hgem da Pr::iç~ C::i~t,o )!ves; 13 • Ampllasllo da Rede de Agu:i Potáv2l; 14 - Ampliação da Rzde Elétrica e l!t:min:içã:J Pública; , 15 - Ampliação da coleta de lixo; 16 - Reforma 'totnl do Prédio da Pr.:!!elt1:ra Mu- ~ . . ' ....... - -. ...... ~ "'· _.,,.,.,_,.,.,. ----- Aires Cfure - Chf? de Ga'inc'e au x.i!i11r lncs!hn::vel do prcfrite D:!lon. Pra; ', ..za.:::as - Frefeitua ·a;'rz+tau z +r1;a nlcipal; 17 - Reforma Geral de todas as Escolas Rurais Municípais; 18 - Refcrma e ampliação da Câmara ~unicipal; 19 - R:cuperação da Pavimentação Asfá!tica em tcdas ns Ruas da cidade; 2C • Aqulsiç:io de Equipamentoz Rodoviários; - P:i - Cnrregad~íra, E5Jmlhador de Agrega d:n (a!faito) e Cam:nhéc: EJ~cula:i.tes; 21 - Aquisição de E~u.li;ame1~tos para a Oficina Mecânica da _Prcfeiluro Mun!clpnl; 22 - A:iuislção de um:i. Krmb' par::i a Secretaria de Educação; Trnbalho, é uma constante, as máquinas e· os Itomens dn Prefeitura nã, param. eto i±a e .A.is-- té Bá pcuco sob r:isy::m~"bilidatl:: cl:! PrPfeiturn Jfunlclpat com e :!t;rn;:n:k Jo,:;;e li, Scuza R Jc'.;i promolendo diz.:s cios. 23 - Aquisição d~ uma Ambulância; 24 - Encarcalham:nto de Ruas e eo!ccac;ão de Tubos em todos os cruzamentos; 5- Calçame:ilo da Praça Alvaro Mascarenhas; 2:i - Arl.Joríz.:idor da Nova Av. Conrle de Porto Alegre; 27 - Cais abrigos para Pcc'.o de ônibus na Av. Theodoro Sativa; 28 - Fo1maç-Jo de uma.Frota, composta de uma Pá Carregadeira, um Caminhão Basculante e umn Patrola para manutenção vicinais; 29 - Pavimentação Asfáltlca dn Rua Duque de Caxias até o C,:mjunto Habitacional da Cohab. 7 }ir.,ui! - ia14+. p- '/ i f , r··~-:-~•-s····, .. . , . , Asfalte: é intenção do prefeito pavimentar as principais rnas de Bela Vista. l .1 . l .1 . · 1 t .• l Sra. Eva Florentino - Se::r-et.âfin d F d d ,.~ ... , e a- zrn a o ! .. un:::1p10. Criada no Infcio do ano d 1903, e320ll nh de quitaçio do "RA)" 'hoje, parte in. (e;1nte ' comuiido belvisstenss, Árduo f! o em'nho trilhado pnra que pudsemos hoje nos agu'harms de contar rm nossa ci dde am uma e' co'o d tão nobre rt3. E ao mremo tempo é extremamente pra!ficant' para seu Idealizadores acompanhar o suces ro de seus Jovens incints, Como porque surgiu n idéa da eco'i nhn: A ldC!a não d nova, Já cm 1977, um m.i tar cr/cu cm Qunr~-IS um escolinha de c(lu·tr.ç!'l no úª Regimento elo Cuvnlorin. L1, Icvt scus pupilos a disputar inclusive os Cnmi:conrto: :J:11lci10 o Brasileiro de Ulpis mo n; teorias Mirim e Jun'or, Tal mcta, cvldcntcmcnto, pcln própria proJcr;l:o do E:• tndo do MS no c~porte hlplco, cst.1 longo cl~ ser olcc.nçadn rqul, mns nem por Isso deixa re de npostnr no dlu cm que isso vrd cont2- cer e bntalhnr-se pnrn Jsc.o. Não s:r: trunbclm c:;tcs jovens plonelrcs que ln chegnrúo, rn:is outros mais que h!lo do vir, ntrnldos, eles pe• los inúmeros atrativos da nrtc equestre o s9US rcsponsáve:s pelns lncgávc's virtudes que s3 ctcsenvolvc.m no cnrl!tcr do seus Jovms. Na 1!,_,"Ticulturn, o que p;ccccle b. cemc:iclu rn é corto e rolatlvmento fécll; e tamb5m Jllnntar. Mns depois ele brotar o quo zc pln tou, c!lf!ccls e vnriadas so as mnnelrns de tratá-lo. Arsim ó com os homens: pouco cus ta semeá-los, mas depois de nasc'.dos, educá los e instnú-los ó t:lrefa complexa, trabalhosa o tem.lvel, principalmente nos dias ntunis. O que se revela de suns tcmd1ncins é tão tônuo o ob!curo nos primeiro! anos, e ns promesr:is tão incertas e cnznnndoras que se fnz clüic'l assentar um juízo scguro sobre o ruturo de cad:i jovem. Trata-se, pois, c!o cu:dnr dos frutos o prc p:mi-los pnra 11 colheita. Variados e !números tllo o~ estudos e conclusões sobre os bencfl• elos do espore no desenvolviment do 1o1, principalmente o esporte h!pco, : repana- lliJ [ Alunos dn Escollnhn } ,r billdndc de todo" o qualquer cidnc!úo 11 preo, cupaçllo com o preparo dos Jóvens. lndepcm dentc do cor, credo ou classe soclnl. Pela escol!nha é oferecida a oportunidadll no jovem Belavlsteru;e para, de mn's uma ma, neira, afastar-se da ociosldndo, que conduz n vlc!os e degenerações. A cscollnhn de equltnção também não pretende ser a únicn educadora, onde se achem os melhores desportistas ou a única a trans m!tir qualidades de caráter, al::solutamente, openn.s julga-se pequena parte do processo educativo, e achn que pode contribuir na cdu coção dos jovens, e o fazem, seus Idealizado res, com orgulhoso prazer. Infelizmente, devido principalmente a onerosidnde do próprio esporte, com seus ma terials e meios muito caros, a Escolinhn tem ainda muitas limitações. Urnn delas é a res. trlç.'lo quonh oo número de partic'.pantcs (má• xlmo lli) j.1 que o 10ª RC, através de ~eu Cmt. (õJ Daniel Godoy, saltando, o Ccl. L!mo., ó quem for.•~c:? cs cnvalos e ma teriais pnra o Início dos Jovens no espc:-te. Com o ttmpo e dentro das posses ele cada um. vão eles adquirindo scus materiais. O objetivo !i r.nl ó que a mé:lio prazo, cada um dlsponh:i Inclusive de· seu próprio cavalo. A mensalidade de CrS 10. 000,00 por alu no, é destinada n prcm'nr aos soldados que, aos sábados e domingos, principalmente, co lnbornm nn limpeza e cncllhagem dos cava los. Comprovando o prestigio de que goza atu almente, a Escolinhn mereceu o convite, ex tremnmcnte honroso, de participar (pela 1% vez) do mais tradicional festa belavislens:!, n EXPOBEL. Corno próximo compromisso, a temporada hípica do 17ª RC cm Amarnboi com a p:irticipação dos Jovens belavistenses. Espe ramos que n semente plantada para o desen volvimento do esporte CQüestre em nossa ci- dado e cm MS, encontre sempre pessoas co rno o Sgt Vaner /bela e o Errt IJno B1Stlan•, dispostos a regó.-la. A Escolinha de equitaçâo do RAJ aprovei ta a oportunidade para agradecer aos incenti vadores particulares, à. Prefeitura Mun'cipal pelo patrocínio da prova hípica na EXPOBEL e particularmente ao Sr. Edson Medeiros do Moraes, • grande incentivador, que proporcio nou a ímpar oportunidade de projetá-la no &lado através da TV MORENA. Nossos jovens, pionc'ros no desenvolvi• mente do hip!smo. Tibizlnho Loureiro, Marco AntonJo Palmi~ ri, Pedro Henrique Pa.!m'éri, Afonso Pinheiro, Evandro Rodrigues, Marcelo Cnstilho3, Már• cio Castilhos, Daniel Gocloy, Eduardo Masca renhas, Martin Ron::lon, Marco Anlonio, Mar celo BI'!l!:!1, Dan!el!e Bras'I, Clóvis .Az1llnb:ija, Carlos Alb:!rto Azambuja Junior. /1 l. e Julinho e grado ccm Ivan Afonso dn Costa llfarques - Prosldente 0E Junto com alguns companheiros que vlernm de outros Estados, há vários anos, nós da Câmara Municipal de Bela Vista sentimo nQ:; cn;ulhoso:; cc pertencermos 11 u.mn geraçiio de!:Cendente dos gloriosos pioneircs que, cem fé, cultura e trabalho iniciara.rn O de 3e:i vclvimcnto de nossa terra. Cabo n todos nós, agora, dar continU!d.ndc. Procuraremos orientar nossas atitudes e propósitos conforme O exemplo que mostru nos sa história. Somos agradecidos aos implantadores da Expobel, hoje reconhecidamente a maior exposição ,. agropecuária do interior de Me.to Grosso do Sul. Somos agredecidos aos pioneiros, aos que desbravaram esta terra reconhecidam te · , ci en segw.remos o nosso legado de fé, cultura e tra· bulho, pois acreditamos que, como os plonelros, as~im fizeram, nós também, agora, estaremos instruidos para executar o nosso traba- lho para 'proporcionar o conforto, segurança e liberdade ao povo belavistense. Nada mais justo do que saudar efusivamente a todos aqueles tv que contribuem para o progresso de Bela Vista e bem estar de sua gente. CLAUDIOUOR RODKGEE. EVIL. ASO NUNES D& MIRANDA-PS CASSXO BKGLIA AGOLA.PS ANTONIO SILVEIRA XER.PDS ANSELMO LOPES .DA Mi; ai ". [ ,#/elo .airavo-'i» #osevite iio Geria-?Mi lieiso Pilhe#ir@-PM#IR i __ 0 -----~--------- I07u TW TTONüüã • * -1 os 6 ...... ente Oue Cnsnmcn(o de Julinho Murano e Izabela A soclcclnclo bclavlstcnso viveu um dos nconlcclmrnto,; muls marcnntcs no corrente n n o, q u n n d o cn__,oronHc Jullo Murnno e Jznbclu MorucfJ, !ilho9 do trndlc'o· nnlt !nml'l<>s da frontcirn, Os pais do noivo: Dr. Fic11 Munmo e Illlcln; ela noiva, Eclson Mcde 1 roJ de Moracs e Cecília, Notícia J1ornc:s Rcccpçlfo Os convidados !oram reccpclonados no salão do fcst.as do Grêm!o Pedro Rufino, deco rado por uma empresa de Campo Grnnde, com bu!!et do conhecido Cnntero. Presença do vdrlos CQluru1vcls de Bela Vista, Campo Ornnde e também do Paraguai. Entre muitos, destaque especial para o pecuarista Dr. E» lev11o AJves Corrêa, do Aquldnunna. Julinlto e Iznbclo, flagrante cnlhido quando estavam no altar, firmando perante Deus o SlgTlltlo compron:: 1 sso ,lo mntrlmônlo. Os pais .lo nohro: Dr: Fiori Murano e Hilda Pccuarista e vereador Cas.o Bilia Acioli, sua CSf,osa Dnlva e filhos Cass1o vem se des tncando na Cilmara Municipal como ferrenho defensor da pavimentação asftiltlcn do trecho Jardlm Bela Vista é considerado um dos mais prováveis candidatos a prefeito, caso hoja eleições n·.s municípios de Interesse da segurança nacional Dalva é Secretária de Educação r.o l1unicfpio e vem obtendo pleno !ixlto no desempenho de suas funções. • ... l - ; $» ,.. . I i ..e Pecuarisla Adhe~ar Godoy e esp·,sa Jane. Advogado milll.uldo nesta comarca, Adhemar se destaca pelas inici::,tvas dl? cunno social é participante dn cnnpanha • pr61 soerguimcnto· do Clube Belavistense, do qual SUII CSpt'iSII é & Vice-Presidente. Por Nancy ** ClfA DR COZI !IA No dia 0 pp, aconteceu na residência da Lu eia Borges às 17 hs uma reunião das amigas de Eandrinha Salomão para tradicional despedi da de sohl'lra. FO( servido deliclosos salgadinhos, batidinhas e re friperantes às convidadas e também distribui ram lindas lembrar.cinhas em miniaturas de utensílios de cozinha, em madeira. SANOUINIIA Submeteu-se s "advinhações" dos pacotes de pnr:mtcs e a cada erro um "castigo", ENcrmnou A festinha do chá de cozinha de Sandra com u ma divertida e barulhenta passeata pelas ruas da cidade-. DARfüCJ Do clube Esportlvo Belavistene (anti+a Barra c da Paróqula) estará servindo refeiçô: e lan. ches durante a Expobel. Prestigiem e cc!aba rem. MUITO SU No baile rm.lizndo dia 06 pp, no Club:, do Luço. OS CONJUNTOS Mafalda Eletro Show e Albery Venâncio e seus Guapos agradaram o grande público presente. ' ·POR LA Animados anotei: Ivan e Graça, Mancc;i Godoy e Jusrora, Blra e Jul!a, Nilton Godoy e Sra; A b1J.o Zacarias e Olga, Osvaldo Melo e Leda, Ve co e Lenira, Major Valter e Maria das Graças, Palmeiras e S6nla, Major Azambuja e Sbirlel. TAMBÉM OE jovens b_elavistenses curtindo férias e mnrcnn do presença: Edmauro Araújo, Simone Acloly, Patrlcla Oca.rlz, Lella Acosta, Chico Maia, Asp. Eder F. e Kátla Velasquez, Tubial'.O e Ellsmar Araújo Marcelo e Beatriz P. Valérla Pi nheiro, Izllda, Asp. Fernando, Ten. Heln, Renato Rosa, Nádia Oliveira. , . posi! me moça . . a!ena Lei• te, filha do casal Dillon e Dorinha, Flagrante no Restaurante Galpo no (Nego) e Ronaldo, 1 " . -........_..,. ., Por N :rnc.y * ------------------·--. Flach collúdo durante Ja.1tar no farque de Exposições no Rest. Galpão Um fagrnte no Rest. G:ilpào no Par-·•i, ctn Exposlõ~s: Ronaldo ores. Nego acaria:, Ju'inh: ?u:no, Abrão Zacarias, sua filha Raquel e li. !;!posa Clga Zacarias, :I . ~ -------AI Aqui, para no:;r,os Jeitol'(i; t1n1:i pJse descon traida d chrmesa b2lavisten;e Patricia Mo rt1e11i e~tud~ndo atualmer.te cm S. Paulo. Uma idó:a torna-se realidade. Ht. trcz:i nnos um grupo de belavistenses res,lvc crhr a Exposição Agropecuária, foram. muitos o:; desnfios. Mns o pcvo desta terra é um fc.rl-,}_ Sabe superar desn!:os e !cmpre que ~ ch<fil1ado responde com a voz dn p:ut.i:lpação. AqUi os . pecuaristas !!ÍO unidos. • • Com muito trabalho e dedicação adquiri mos n sede própria do Sind'cato Rurnl; trans formamos o Parque de Exposições Rio Ap;i num compler') que 6 orgulhc:, p:>ra os sulmto grossenses. J:-enlro desse espirito n nossa Eit pobcl, de criança, foi S<! tornando adulta, boj:l significa um marco importante no eontext" estadunl, • • i_'i~lT!! Para quem planta idéias é importante co lher resultados, isto ocorre todos os anos, 1103 meses de julho, quandc na E,,.-pobel se obt.2m :>.Ho índice de comercialização. Aqui se faz ne gócios, troca-~e experiências e na conviV<'nc•'1 fr,terna descobre-se novos amigos. SE:> de to d~s os lugares do Brosil e do viz'nho Paragur elo Rio Grande do Sul e de S5.o Paulo. Sim, n a no;:sa Expohel ê u-n:i nlr::c'i, int~r:-:i~•on.il. Cnde se faz ::miip,. JGosiar de ,Jgutm, de um lugar ou de algu ma coisa, é cerno se sentir enamoradc e pres,. Você não encr-"1'.ra palavras pnra ex'1r ~ssar e. ta sensação, I • ·-+'cmer'3 scn.s +'· ·' ferente.· Pode demorar mui.to tempo para ·sen tir, como pode ,contecer no m:im~·1to em -que> o viu e tocou pela primeira v:?z. D~r,ois en1.-::.,, jamai!: o esquc.ce. Assim se p:issou comigc. Com :i Expobel. A (i E·--M t . J Evide,1t.1t1(mte que nem sempL.; as coisas acor:zm cmc a gentz ruer, ms. ceiam, ~rmpic r,1.1curei dar o máximo de mim em pról da id5ia. H»'e o'ho. ';" ,to rrm e'"' meu~ cornp::nhe:ros, <l.? dlrc:crin, do Clube do L!lço, com cs i;:ccuari••~- d" m 1 '1h1 .c 1chd~. d.q região, tenho muito o que agradecer. Muito obrigado. &:..,a:, . .u.--iu1~ r h-4 .,.._ .. _ "'.ii. ~.5 BFLA VISTA Ir ; Edscn lIedciros de !ler.!~ Preside:-!c do nist P-!e 1 ,_. , •• _,_ EXPOEEL: "C PCE DA :E.3:zAc3 Cí'"tpKOVANC::; A TOP@Ar: E7x Is. TA" .... Homnageamos, ncsta coluna, o pecuar.s ta Senhor Con2to Godoy, um h 1mtm que le'a n'alma o sentimento tran:i,ullo do de·cr cum• prido . . . . . A fibra e o nrrojo de um dc"hrav:?.!l,>r, um hnr.em que construiu, deixa nos filhos e nc tcs (de7Cnn5) o cxemp!c do c.náter firme e da bocesllcladc de p1·op6sitos Frcscnç11 viva 1e um ra sdc de tr;,diçõcs, um homem que n'lo passa simplesmente r,cla vida, m:1.:· que ccíxa nc.!a a marca de sua presença. O scnhot i;o. nafo está cem o:; ,li' is Lúcido, eeerer:!<,,. y(. n, lo a vida tr:inquila ele quem Já fez mulh ,:·r ela, Rosa!la Soares Mis MS 84, desfilou sua be !c::a E ;impatia no baile do Clube do Laço: Va• le resaltar que foi maquiada e penteada pelo Marco Loris, do Marcu's Cabelereiro. / ' ( l 'lmaCm-dinaT de !êri:is rela city. oG eu!' e, 1" : ares.d ' <[::lp( Per a prto° Expo cr$' nece i 'º in! Fe!a ;rdrloJ 1 '; ·d:sg p?:l r:I 11.ir.brcs 1 3 ±± Ma' rz ·.'.> Ili!r : pi ":'o d S. ar, ( :o cJvll, ire: Nc rne, :-- Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº694_30.06.1984 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº696_28.07.1984 Voltar para a lista de itens