TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº714_05_12_1984 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº714_05_12_1984Número da edição714Data de publicação5 de dezembro de 1984Número de páginas8GeoCoordenada -22.111088065307705 , -56.523283965903204 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº714_05_12_1984 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto J ) VLILucJor Hcs~•·cltc Lino Garcia, do PM Dll, contestou vs pulavras do senhor Manuel Jlodrfgues do MJr nnd •, rrgu11do o !uul "os beln stcnes só terão o wfrlte té Jardim quando t•edro,,Jnr, volt: :r na Gr.vc1·,·o lo Estado" o conhecido pecuarista disse também que "o MDD. m eh Vitn,' perde n grande oportu ldade de sur histrin para .rriur um 1rnrlld:> forte e t!uar te, isto devida na excessiz centra 11t,çiio no Ditetóric-, que nib pcs•nl r:~Jrnldo 11 ,, pular" Mancco Miranda, disse ainda que "o PMDB em ela Vist, rachou, hú ,livcr,ns i:ln! dentro du pnrtlda, • 1 minlr:• r 1 11, a d:; ma ler populorlda de, csfú npcnns ni:unrdnntlo n cri· 1;iio cio Parti tio Li~,rnl, pnrn nuult. t". O vere~dcr R.o~cvcltc Lino Garcln, cm sua contc;fuçi.o, "is;c que "pata mim é c,franho, rJé ••ão acrc<lito que o velho ccmpnnhciro se• nhcr Monco, queir a voltn de Pedrossian o Dlt. OGO J!. FEDERAL Quanto n Eit,mção lastimável da BR. OGO, trecho Jardim à Bela Vi'ia, motivo das criticas por porte de Mancco Miranda, V<.!e Garcia dh se que "o PlllDB I üo é .rc•pondvt>I p~la mcv ma, sc etá intransitável a culpa é do Gverno •Federal, 11ois 1 ele cabe a conscrvaçüo d cstra dn, é do Sº BEC r> rcsponsabllldr Jc e nüc do Govcrlli> do Estado. Quro esclarecer, e até mesmo faço um ccLvilc às pc•sons, ~cbretndo os críticos, par que visitam es estralas de re gliio, a qne cslüo toh rc,ponsnbilltlm•~ tio Go- .'I O deputado Vc.1dir C!11doso distribuiu nota larmente mo incluo entre um dos seus segui à •mprens!l, respondendo a matéria publicada dores. no jornal CCRREIO :CO ESTADO, de Campo 2) Por outro lado nãc tenho ncessidade de -:rende. segundo a qual "PEVROSSIJN VAI apregcJr minha lealdade, poi; já prcvei. não ,EIXAR A FCLITICA SE MALUF PERDER". somnte través de r,alavras, m:is com alllU· "nn:, e deputado o ex governac!.or é o po]ít'.::o eles cl:i.r2s, mil]ha iid:lidadc ao ex governador que reúne ns melhores condições para dispu- Fedro Fccirossi:m. t:!tr o Governo Em 1986. A notl:ia _public::i,da 3) Atribuo as informações divulgadas pelo no diário campogrc.ndense, segun:lo Valdir. vibrante órgão d::. imprerea lccal a s:itorcs Ji. ·.''pnrtiu de sctores ligdos ao meu partido e gados ao mcu partido e. que desejam e lutam que desejam e lutam para que EU me a[a:te para que eu me afaste p::liticamente do ex go- pclfticamentc do ex governador". Eis a fnlE~r.1 vemador FECU'O Fcdros:;ian, de quem EÓ tenho da nota divulgcda por Valdir: recebido apoio. 'OTA A IMPRENSA 4) Qu9.n10 ::,o deputado federal Lcvy r:::as. "Tendo em vista a manchete "SE MALUF t -posso,nfiqnar que se trata de um pcl!Uco de PERDER PEDRCSSIAN VAI DE~ ~A:Pd i:° ;grn'lld1;p~e3tfgio junto as basss partidárias, LIT'ICA", publicada na primeira págtria'tli/-im '- 'séncto· part:mto a sua p;:r•icíp:ição importante porlnnte Jornal "Correio do Es1ndo" escl::.ns;p para a vitória cm 1986. o seguinte: • ' • 5) Finalmente. esclareço que não SoU eu 1) Entendo que o ex governador é o poli- e não me intitulo porta vez do ex governador tice que possue as melhores condições para dis Pedro Pedrossian, função que pode ser de:;em putar o GovErno do Estado cm 1986, com ou penhad!:, per oi;.tros ccmpanheiros como o líder sem o apoio do Governo Federal, pois mantém da bancada. deputado Nelson Trad ou pelas uma posição invejável de lidernça em todo o Ex secretários Gaze Sgaib, Csrnar Dutra e Ad; Estado e conta eom o apolo da maioria dos nt! Sôttovia. integrante:; da bancada estndt.cl e eu parlicu- Deputado Valdir Cl'.rdonr Vice Líder do PDS --, ........ i f 1-· 1 ...,, ·. Gver» do Estado, S: c motlvo d ievl': c trn o Governo é o IÚIJ cumprime.~to dn~ preme!> ~ li, .scbrctudn a do asfalto té Jardim, afirmo que o Dr- Wilson irá cumprir as promessas fei tas à ccmuLldndc bcbvisfens:,''. "O GcvcrnrlJor - prosseguiu - é um h, mem digno, honrado, e cumpre ccm o que pro mel~. Ele irí kzcr n povimculrç-íc até J..rdim". !alou a verdade, como serq.pre o faz, não se trate. de defender este ou aquele partido, mas de defender os reaiJ interesses do município. Quando Maneco diz que não acredita que o Governo do Estado vai asfaltar o trecho Jr dim a Bela Vista, ele sabe o que. e:;tá falando. o mesmo vale quando diz que Fedrossicn no Governo, Bela Vista terá asfalto, não só para J .. rdim, mas para tcdas as cid!l.de.; da r,~;;i,:i". 5z · A nível político, Peninha disse que "Ma· ncco Mir3nda é uma legenda, um homem que mercce todo o no;;so respcio, se um dia ele desejar ingrzssr no PDS, estaremos de porta, abertas". ~an•o as trificas de Vete Garci:l. na Câmara, de que Pedrossit nadz fez per BEia Vista, Feninha afirmou auz "fatos falam mais de que p:.Iavrns. Pcdrossian implantou 0 1ele!one DDD, a televisão. as casas da Cohab e Previsul. a Avenida Internacional, Biblioteca Pública, rede de águ& e energia elétrica no ' Parque Rió :Apa, Ginásio de 'Esportes, ·ajüdou k±ris instituições e colaborou para a realiza ciío·aa Expobel, ISTO TUDO EM MENOS DE DOIS ANOS. Veio a Bele. Vista diversas vezes, nunca prometeu visita e deu o cano. E o Se· nhor Wilson? Eu mesmo respondo: construiu E ,cru-, do Estado, rãc qur Wilson cumpre as premessas feitas". Finalizando, c vereador di e que "como companheiro dd 'senhor Margco. no acrelito em uma ltrl ' Po» i as pximss cleiçés e mio ntn, como um cmnpe te'ro que tanto batalhou, cmo tclcs nó , coulra o Gcvemo de Pdr s'. • . 1, clc'.çb, lJ••~•.iJ. ;, h:, f: pssa ardit, que o Flo P! vr:a t cetina c :znh : h'a#'ta de ,:.:r n mm. 0'), as.ada, Inzytc e af: +!mn'o do s hor M co Mrd1, o FMD p.d.a um de scus mpiores Hid. s, 'e mit respeite, mó tl1c:.;, n•=, t 1fc· _ ,, .J e ,LJJ f,~.;it': junh e,,n cs mcs colzgns de Câmara, cmrnhlc; pela pavimntr ião da PI. 0S9 c também r rodovia i!c ela VIta à Pcntr Pera Tcnlrnm c:rtu-, dcrh-, ,fo dos a'es Els Via ctn:i ligah per falto a Cmpc Grad. c Ft IP»ri. Est3 Ga vcrno sci:uo n máxim- : GOVFPNJ11 t'. tIlltllt ESTRAEAS. I istc ' far. uma ponte sobre o Apa que j.t con.,--tava no plano de obras de Fedrossian. SIM, afirmou Peninha, EST::U CGM O SENHOR MANECC. FEDRCSSIAN :G'EVE VOLTAR AO GCVERNO DC ESTAI;:), pa-ra o tem <:'.e todos os s.1]ma.togrossms::". ,f, 1 Mais uma vez a população de Matc Grosso ic Sul do Brasil aistiu estarrecida a mais Jm duaslr:? céolégico ocasiolllldo muito prová vc.Jmcntc pelo uso indi-::r:rnb;.do de :i;,'l'ot'>..xl cc. Milhar~s de r,elxes - Pacús, Pir-.ados, Dou rados. Jaüs, ete. Em épcca de desova, foram vistos sem vida i:ccc.:ndo o Rio Miranda, confi gurndo um quadro Ce morte e dc:::>laçii:>, As e,ntidadcs de classe d1 Medicina Veterinária do EstaCc ré poderim ficar cmis:s diun.e de? íat0 tão dcp!or.ivel e cor hio vem a públlcJ ex ternar tcdo o seu refúdio e S'.?U pesar diante de trmnnha agre:o·5o à natureza, e &:>licitar das ut:'dds ccmp2tentes providências no serti do de apurar o que realmente aconteceu e o; o cazo punir tigcroamrte os rc,ponsáveis por tE.o criminoso ato, Campo GranC:e-MS., 21 de Nov. de 1984. Con~elho Region:iJ de Mediei.na Veterir:ii.ria Socíedade Matogrossense do Sul de Medlcln:i Veterinária. Sindicato dos Médicos Veterinários de MS. Comissão Especial <le Ecologia e Melo Aro biente do CRMV6. PESO PR V9!CFM RETIFICAÇÃO Na ed.iç&> número 713, de 'l:1 à 04 de dezem bro da TRlBUUNA DA FR0?-1:TEIRA.-!oi pu blicado nota, na co1l.l'.a RONDA POL1CIAL, d.i.. zenc,o que Leonardo Ramiio Baez. !ora pre50 i:,or vadi.:igem. Lam~nt1.II1cs o erro. Foí preso o cida:iã:> AG1HFiN'O-J0AQillM DE ALMET· DA e no LECNARDO. que. na verdade, havia apr.:Seni"I.C!o uma quix. TEN. JOS1s ALVES DE REIS FILHO FC11CIA llm.ITAR E E OS llELHORES PREÇOS - LUXO E REQUINTE .. AJ.~IVEJtS..RIOS, fESTAS, C~A DE COZINHA, PA.SCOA, DIA DAS lLES.. DIA i>os • • • • •• • • • • • • i -·. • • ~ • J-. • NAMORADOS, DIA DOS PAIS, CONVITES DE CASAMENTO, PARTICIPAÇAO, ETC ENTREGAMOS O SEU PEDIDO ElI 2-1 HORAS GRAFICI E EDITOR; APA ·- Fone: 439-1'110 _: Rua da República, 'Bel& Vista MFi ou procure os escritórios dos j~rnals da RcdeBcJavislense "SE VOC PODE ADQUIRm o lIELHOR PELO lIELHOR PJIIRC'.O. P01l QliE PAGAR lIAIS Pnu> ?tmSJIO PR.Onuror APA: UMA orcAo INTELitm.N'rl:. ( '...-..-.~ - -••- -,'li_ -.., • Q ~ •--,r.---,-.=-=1::;;:,==,-cp,rõ,p-;,,-=a=------....,...,....,,. Lóris B CD Discoteques no Grémio Pedro Rufino co 11 1 cçnnd11 n flcnr bar,unçodn, de uns tempos pata cá o salão nas noites de brincadeiras fica l~tndo 6 de críançn, Faço nqul um apelo ao Juizado de menores que baixe umr, portaria, p<•rqu<! cslá dnndn o que tntnr. TAMIEM Não estou gostando nada das brigulnhos que constantemente tem neontecldo no Grêmio, é uma vergonh, esses moleques são do llpo que nfio sabem como aparecer e começam n provo· cor us pessoas sem motivo nenhum, mais rigor por parte dos diretores, mais rigor... ''d e a. a Z'' l IS$0 AMIG e•Pedngogn, Vera Lucln Monteiro está. bolnndo quente, a Vera vai inaugurar sua escola em 85, frequentada por crianr;ns de 3 a 6 cnos de Idade e vai contar com a colabornção du pslcó• logo Jonhy yxz Franco, de Campo Grande. Visconde de Sabugosn é o nome da esco linha, o endereço é rua Alvares Cabral, perto du boutlque da o miga. Elp!dla Miranda. FIQUEI SABENDO que a Eliza, esposa do Dr. Léo Mirnnda está esperando baby, gostei de saber. Do Lorls um , abraço e esse casal simpático. A SRA. • Sonla Loureiro chegou recentemente de Com po Grande fazendo lindos trabalhos em cordn, peças artezr.nals, porta xaxim, abajures etc. Aos interessados, Sonin mora na Vila Previsul na casn de número 129. A l)l l!ICfO nl A do Grémio ewá de parabéns, agora p0s5u' a cabine de som. ficou um barato, com 15s0 0 Ludgero pode ver as gatas que circulam por lá. Provérbios Deus disse: !nze tu que eu ajudarel C:;;.valo dado não se olha os dentes . Nu boca do mentiroso o certo se faz duvidosa Muitas vezes a má folha csconde o melhor fruto, cuida o ladriío que todos o s!ío. PESSOA,"3 QUE ESTlllAMOS Aman<la Pedra Senhor Maneco Miranda e Nice Tonlnho Xavier e Marinice Pnulo Irnla Mnrlo Marcos João Kali!e NA l'ROXIllA SEMANA este colunista estará de "olho" nas senhoras da nc~sa soclcdade, pois publ!carn os nomes das dez mnls elegantes de 84. CURTI DO suas férias na city e ~tinha TINA, eom urn visual multo tcham! Amor, curlo muíto sua maneira de vestir! E um barato! PENSAMENTO :CA SEi'llANA A mulher for1e não é aquela que encontra roscs no seu caminho, mos aquela que as semeia. vocr. 1 n " vida, glór•a. Vueé resume tucli> que sun 1c1 , bclcz::i domfnlo e perfeição, 1 • • . - do:dú co1 rlua Tudo que perseguimos numa d Tudo que e fugiu ao alcance .da mao. qunn o vejo você e fico de alma florida. océ é luz, perfume e ilu!,,.10. Porque v . ·'''" a qul- Vocé é para mim a idéia mas quer1ai» mera mais linda, a mais doce emoçoo. Você tem uma VoZ de canó.rlo cat.ivo. Dum sorrisa encantador e urn que ... de vnidode no olhar eloquente e expressivo. Mas apesar de tudo Isto, você no vé. • .Você não compreende ante o enlêvo que vivo ••• Que o mundo para mim se resume em vare ... (ML) Lembre-se que a Stok Toy presentes está com novidades mil para você presentear neste Nntnl! A sua proprietária, SenJ1ora Léa Bor ges espera sua visita. RECADO DE: Robson (Carioca) - PARA: La.ura o amor que sinto por ti nunca vai ter !im, mas as humilhações sim, DICAS COMO USAR GEL NO CABELO o gel pode ser usado de várias maneiras: Você pode pass&r só nos pontos que quer des t:.car (!ranja, laterais) por exemplo. Outra opção é apllcá·la com o cabelo ain da molhdo: ele ficará eom mais volume. Aí o segredo é passar só um pouqunh ., 'T dixar secar natura'mente. Se seu cabe, Clll to, no rntanto, " mtlhor é :,,, ,. na cabeça inteira. Mas sempre te dois uidados: use pouca quantidde de e misture com água para o cabelo não fica scado. Consultoria de Rento, do Studo Drast, 1 za, SP) R TJNRI PARFAIT DE CAFE I lata de leite condensado 2 copos de creme de leite fresco 2 colheres (sopn) de ca!é r;oll.vel ou granu'.1, Bala o creme de leite até virar Chanlilly, m 1 turc sem bater a late de leite condensado e ca!é solüvel. Ponha no congelador durante uma h<>ra t mela. Enfeite eom grãozinhos de ca(é ou ro::i ro~pess de chocolate. Sirva em quadrinhos. Vivlana - L ! RFCUISOS PARA CREDITO RURAL SAEM NA PitôXIJIA SEMANA o Ministro da Agricultura, Nestor J disse que o Ministro do Planejamento lhe pro meteu a liberação de recursos su!lclen•es para atender os pedidos de crédito rural que e.:tã•1 no Bznco do Brasil. Sem cspecl[lcar o m,,n, t:mte o ministro Delfln Nett.o garuntlu que a llteração será na próxima semana. Segundo o Ministro Nestor Jost ainda s.o necessários para ::.tender os pedidos de crld: to rural, eomerci.alização e pecuária Cr- 13 tri· 11'.ão somados os Cr$ 400 bilb5es liberados ~1 Banco do Brasil este mês, ,1 r.· Compra e Venda de Gados e Terras Francisco Fernando Albuquerque Casta Proprietário Rua 15 de Novembro, 308 - FONE: (067) 439·1046 ,t ESCRITÓRIO SÃO FRANCISCO 1 l 1 1 R. 15 de Novembro - S/N - (em !rente a Praça Alvaro Mascarenhas). Bela Vlsta - MS. _ ][[[[[[] E] E][o]0]o]0I]. BELA VIiTA Mal♦Grtllio de Sul STOK PRESENTES Para este Natal a Stok Toy está com liníssimos aparelhos de jantar, abajurs, bo ne<:as de pano, carteiras de couro, arran· jos florais, sachês, perfumaria. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, PODER JliDlCIÃRIO DA COMARCA DE BELA VISTA CORTõRIO JUDICIAL EDITAL DE Primeira praça(s) designada ar a 21. 12.8'1, às 1-1,00 horas. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, l'OD ER JUDICLRIO DA COMARCA DE BELA VISTA CORTóRIO JUDICIAL EDITAL DE Primeira prnça(s) designada par a 21.12.8-l, às 1-1,20 O Dr. Jc~• .:os Sr.ntos Petlicioni, Juiz de Direito da 'Onica Vara Cível desta Comarca de Bela Vista. Estado de Mato G1osso do Sul, na forma da lei, FAZ SABER a todos que o presente edital virem ou dele conhccimento tiverem q/ foram marcados os dias 21.12.8{ às 14:00 horas pnra a 1ealização das praças designadas nos autos N • r25/IH de Ação Executiva Hipoiccária que Inst. Je Pri,v. Social do Estado de J'lato Grosso do Sul - PREVISUL move cor.ira Antcnio da Cos ta Marques e ma mulher referentes aos b~Js pc.nhora.:Os nos autos acima mencionJdos abai xo caracterizados: Cl casa residencial de alve naria, coberta de tdha de fibra de cimento. se bre forro de )age maciça. piro de Jajotão cclo nial e crimica, com 57.1 m!s2 (cirqucnt e se t mctro e um centimeho quatlr;,d(ts), construi da no lote de tcrre:no urb;ir .l determinado sob nº 2, quadra 267, do lcteamento de:cmninzdo "Jardim Boa Vista", nesta cidade, medindo 10.00 mts. de frente por 35.00mts da frente aos {un- dos em ambos os lados. com !rente para à IUll Leandro dg Souza; lado Direito, com o lo<e nº 171u'Eu±do cem o lote n? o1. e furdo, com o lote n° 03, .;istante 10.00 mts. da esquina formlda com a rua 13 de Agostc, devidamente matriculado no C-.R.l. desta Comarca sob o nº 4.022. fls. 4022, do livro 02. Imóvel este que. se rã levado à praça no dia 21.12.84, às 14.00 ho ras para ser vendido r:or preço nf.o inferior ao saldo devedor dado na inicial, que é de Çr$ 11.063.601,28 (Onze milhões. sessenta e três mil, seiscentos e um cruze:iros e vinte e oito centavos) . Dos autos consta que o mencionado imóvel encontrava-se lúpotecado ao Instituto de Previdência Social .:e Mato GroS!'o do Sul - PREVISUL. E para que ninguém pcssa alegar ignorân• eia. detennirou o MM. Juiz que se expedisse o presente edital que será publicado e afixado na forma da lei. ' Dad3 e passado nesta cidadc de Bela Vista. Estado de Mate Grosso do Sul, aos 27 dias do mês de no€mbro ôo ano de mil novecentos e .oilenta e quatn Eu. (Pedro B. do Vale). 0 Su bscrevo. Juiz DE DIREITO Dr. Joa:±santos Pellicioni O Dr. Jonas dos Santos Pllicioni Juiz de Direito da Unica Vara Civel dsta Comarca d> Bela Virt.L Estado cie Mato Grosso do Sul. na forma da lei, FAZ SABER a tcdos que o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem que fo. ram marcados os dias 21.12.84 às 14.20 horas para a realizaçf.o das praças de;;igr,1dJS nos au tos Nº 219/84 de Ação Executi·u Hipotecária que Inst. de Prev. Social do E,1a.:o <12 :'.oíat:> Gro~ do Sul - PREVISUL move conr SA MUEL DA SILVA e Sua Mulher, r:frentes acs l:ens penhorados nos autos acima meneio· nados abaixo caracterizados: 01 casa residencial de alvenaria, cobe:rta • de telhas de fibra cie ci- - mento, sobre forro de lage mllciça. piso de la jotão colonial e ccrámica. com 57.ll! mt·:.:? (cir quer,ta e sete metros e um centímetro c1uacira Jos). construida no lótc de terreno urb.:no àc· • terminado sob nº 09, quadra 265-C, do k>team:?n to üenominado "Jardim Boa Vista," n.!st:i c'da· de, medindo 10 mts. de !rente por 35,00 mt:s. de fundos em ambos os lados, com frente para à rua Leandro de: Souzu. lado direi uu o lote n% 10 da mnemna tua. lado Equudc com s lote nº 07 da mesma rua Leandro de Souza, e fu dos cem o lote nº 11 da rua 18 de Agosto, m~ 1 culado no R.G.I. desta cidade sob n· 3,222 1 - 1 ,·ado 3.998, do livra 02. Imóvel este que sera e r ho 4ara se 'à praça no dia 21.12.!H, às 14.20 oras • .---: • d' o. fes' vendido por preço rão inferior, h1°, s áo saldo deve<lor dado na inicial. que é de 11 Cê3 601.28 (onze milhos. sessznaa e três " seicentos e um cruzeiros e vinte 2 oito ce""" vcs). I:cs :rntos que cort,ta que o rntncio"~; imóvel nconrase hipotecado sément ao l de Frcvidéncia Social do Estado de Mato G ' • o do Sul -:- FREVISUL. . .. :. ± legar igr2.r- E para que rnnguem pcssa a b ~. eia. determinou o MM. Juiz; que se t-'i:pedlSSer: presente edital que será publio.c!o e afixsdo • forma da lei. ,. , is Dad3 e pasado nesta cidade c P? Estado de Matc Gro:so do Sul, aos 27 4ias mês de novembro do ano de mil novcents oiteitta e quaho Eu, (Pedro B. do V!lle). o s bscrevo . r. Jonas dos Sanca Pelleioni .ru1z Dt mm:rro a0MA 7 Ho# Iüã aaa.o .-.. .,.. R~":""'lª""":t~•- •a• A am nr;QUlmJMEN1'0 Nº 07ll/fl1 < ! . Autor: Vereador Evlláslo Nunes de Mlrnda BUEmos Requeiro 11 mesa ouvido o plenário na for ma regimental para que eju oflciado ao Ex· mo. Senhor Pre!clt.o Munlclpal da necessidade m mzndar colocar bueiros na Rua José Lemes nugrc, no entroncamento dn salda para as Caieras. próximo a Cerâmica J Te VI. JlEQUErtlMENTO N 078/81 /Ulor: Vereador Anselmo Lopes JSENÇ,O DE llIPOSTOS Requeiro o. mesa ouvido o plenário na for ma regimon<nl para que sejn oficiado ao Ex· mo. Senhor Prefeito Municipal, no sentido de isentar os Ex·Combnlcnles, dos tríbut.os munl clpals, residentes nesta cidade, conforme o que determine a Lei nº l. 499 de 07. 07.74. r , e IEQUEIIMENTO N 077/81 Autor: Vereador Anselmo Lopes TROCA DE LUMI ARIAS Requeiro a mesa ouvido o plenário na for ma regimental para que »ejn r;ficlodo ao Dirc tor Regional da Enersul com óp!3 ao Exmo. Senhor Prefeito Municipal e no Eserit.óno Joc'l1 da Enersul, i;,olJcltnndo dos mesmos a manutn ção e <r<>ca de Juminári.as com urg(!ncla d:i. Ponlc Intema.cionaJ d<> Apa. JUSTIFICATIVA: Senhor Presldcnl.e, Senhores Vereadores: Considerando que o eirado local já se cn contra in!estodo de marginais devido a gran1e eseurldõ.o, principalmente no perfodo notumo que poem em risco a vida de muitl}s pe::s"n.s que transitam naquele local, em retomo n suas casas, sendo malar parle dessas pcssoz.J empregadas domést.Jcas que lrabalham aqui no Bre.sll. A D V-O e A e IA Escritório: Av Rio Branco 187 . Fone 305 DR. ANTONIO F. DO NASCIMENTO ADVOGADO CIC 006.474.381-00 - OAB-MS 2809 Causas Civeis, Criminais, questão de Terrns, Direito de Pamflia e Trabalhista. Residência: Av Rio Ilrl/llco 193 79280 - Por<to lllurUnlto, lllato G. do Sul cmURGiôES DENTISTAS Dr. Geraldo de Souza Rosa Fillho - CRO MS 504 Atende 15 dias em Bela Vista - Sema- 1 nas allcrnadns, , . 1c1a DR Adauto Pires Mai CRO·MS 906 Atende diáriamente RAIO X Rua Guia Lopes 910 - Fone 439-1363 BELA VISTA PAIICCCrt Autor: Comi são de Finançrs e Orçamento A Comissão de Finanças e Orçamento da Cmar Municip! de E' Vt« MS, reuniu se na S'a das Sessões para pronunciamento e emitir parecer sobre o Projeto de Lei n 010/84 d» ExCutivo Municipal· Estima a Re ci'a e Fixa a Despesa d» Municipo de Dela Vista Estado de Mato Grosso do Su', para o exerclclo de 193:J. A Comi o, após examinar cu dadosamen te o PIjeto de Li em pau'a e ouviu expoi çõe de sus membros, corc'uiu que o Projeto de Lei d Prposta Crçam:ntária para o exer cfcio do 1905, cstá per[ei'amente cnquirada de conformidade com a Lei n' 4.320. A Comis,ãu, cr.ncluiu ainda, que o Orça mento do Executivo Municipal, conforme ex planação da mensgem lida pelo Sr. Prefeito Municipal quando da entrega desta Proposta Orçamentária nesta cas. cstá dentro dos pa rfimctros legnis. , l Pelos motivos expostos aclma, decidiu fa voráve]mente à aprovação unânime de seus membros da matéria em p~recer. Sala das Sessões da Cfunara MunicJpal de Bela Vista MS, 23 de Novembro de 1984. E'vlláslo Nunes de Miranda - Vereador Pre si dente Claudlonor Jtodrlgues - Vereador Relator Marcelino Cassio Blglia Aclli - Vereador Membro l"ARECI.ft IVAN AFONSO DA CÓSTA lIAnQUES Advogado Causas Civeis e Criminais Inventários, Desquites, Divórcios e Legalização de Terras Escrit.: Rua Antonio Maria Coelho, 428 Fone: 439-1395 Residência: Rua Culabá 468 BELA "f!STA MS Advogado llIANOEL RODRIGUES NEGRA.O A. Duque de Ca.-clas, 788 Jardim DR. JOEISON l'rIARTINEZ PEIXOTO Advogado Escritório: Rua lº de Maio, 357 JARDIM - MATO GROSSO DO SUL DR. ITAMAR DA SILVA DUTRA ADVOGADO OAB-MS 2.509 • CPF 187.610.030-4 General Osóri., 825 Res, Rua Gula Lopes nº 458 Fone (067) 439-1272 Bela Vista - Moto Grosso do SU1 --·-------------- Autor: Com!são de Legtslaçião, Jus/a e leda ão Final A Comlssão de Legislação, Jus/ça e Reda ão Final. da CAmara Municipal de Bela Vista MS, reun'use na sala das Sessões da CAmara Municipal e usando de suas atribuições que lhes concedem as le!s o Regimento Interno desta Casa, examinando atentamente o Projeto de Lei n' 010/84 do f;ltcculvo Munlclp!ll • }".r,tS.. ma n. Rcccltn e Fixa n Despesa do Mm!dpto ck Dela V1str1, li}<;tado de Mato Oro:svo do Sul, p::ro o exercido de 1005: A Comissão, após estudo lndlvidu:tl de seus membro, sobro a matéria em paut.o., onde sub meteu se aprovação, chegandose a seguinte conclusão; que o Projeto de Lei acima especifi c::.do é: A) Constltuclonal B) Legal C) Juridico D> Tem ConeorclAncl.a Grnmntlcnl Para tanto z Comissão oplna favorávelmen te a aprovação do re!erido Projeto de Le1, t · Sala das Sessões ela Câmara Municipal do Bela Vista MS, 13 de Novembro de 1984. 11-farcellno Ca!islo B Acloll - Vereador Relator Anselm,, Lopes - Vereador Pnsldente INDICAÇÃO Nº 075/M Autor: Vereador Juliã.o Godoy BUEIROS DR. FIORI lHJR.ANO Médico - CR!I-I 352 Clinico. de Scnltoras e Crianças Operador CPF: 003820351. Cons.: Rua José Antonio, 1397 Telefone: 382·3559 Res.: Rua Teotônio dn Rosa, 492 Telefone: 382-4963 Campo Grande - Mato Grosso do Sul Em Bcln Visto semanalmente, aten· derá na clinica do Dr. Suliman às sextas e sábados das 16 às 19 horas. ESCRITORIO DE ADVOCACIA DR. PEDRO JOSE PALMIERI Legalização de Terras, Inventários e Causas Crimlnals (Juri) • Rua 15 de Novembro, 160 Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS. ------------- ESCRITOR I O JURturco NELSON CHAJ'.AS Advogado Causas Trabalhista, Comercial. Crlm!nal, Uvel (prob1emas-famfila) Terras, Inventários, Cobranças. etc. Rua Dr Ary Coelho de Oliveira ,660 Fone: 2121 - JARDIM MS. D E JORNlS (FUnclatlo em 20/2/1972) C.G.C.M.F.15.513.203/0001 - Registro no Cartório de Títulos e Documentos n 35 - Jornalista Responsável: Ivaldo Pereira (Matrícula MTPS nº 140) Adm1nlstração, Redação e Parque Gráfico - SEDE PRóPRIA - Rua da República s/n • Bela Vista • MS Fone: (067) 439-1410 Caixa Postal 23 Diretora: Maria Estela Ve1asquez Pereira Depto. Circulação: Elaine L. Brum RF.DATOR..CHEFE: IvaldCI Pereira Reportagens: João Carlos Velasquez ASS!NA'FuRAS Bela Vista: 10.000,00 Demais Municípios: 15.000,00 FUNDADOR: Ivaldo Pereira .. Um órgão da Rede Belavistense de Jornais Ltda. Reprcscrrtante Nacional: FUTURA COlUJNICAÇôES • SBN. Edifício PlluJo ilauricio, Salas U.13/llH/1115 • Telefo nes 223.1655 • 223.1660 • Brasília (DF). Filiado n ,D.Tl)RT P. ABRA.TORI Indico a mesa ouvido o plenário na forma regimental para que seja oflcle.i1o ao Exmo. Senhor Prefeito Municipal da necessidade em coloear bueiros para o eseoamento das águas no prolong2.1nento da Rua Antonlo João, na parte que dará acesso a ViJa Divino Espírito Santo I e II, pols devido as clluvas !oi totalmen te danfiicado aquele acesso. • -------- ·--·------------------ --~ ! CE IOYAL LTDA - - --+--_ ,"y " • • .- F"" .. Leia e ssne YRIBUNII DA FIDNTEIRI ENGENHEm/J CIVIL RICDRDO DE SOUZA ROSA CREA - 667-D INCRA - 76/83/CR-l!I 4•· ' ~-:~·>· '-. '-7: .• _' r2. 5° nos Servindo Mato Grosso do ui . 1.d. O MIM° EM MODAIS MISCULINAS :»'·I ESPORTES E COI.EGI.lIS Ou Dom 'qu10, I447 . Rua 11 de Julho. 2222 Fone: 624-2103 624-0587 CAMIPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL rroJrlos f' Execução Serviços Topogrítices !'<>cmeTT'brnmemos. loreament.03. m:ed1- rco de fazendas. etc Reelarl7aie t rr. A- liee Ore1rrntn E,rer6ri 1) Fre _ ___,.,, - -· ·----·---· ---,---------~---------------' ___________ .,..-- , DENU PRESIDENTE CAR (Ol ~ O prcsldc11II' do Setor J ove :'ll th• PM Dl 1 (JPMDB) do Jkla Vlsla, GI0VANI CESAH DA SILYA, cm carla enviada a e,le jo1nnl, d,• nuuclou O prefeito de Ca.i·acol por tll's111onclo; ~dmlnlstratlvos. Scgur-Jo Giovnni "o 1,rckilo 11:uulrJp:il ,lc Corneei, Jr?lls Dclhtt:" Frrralrn Lolle, cheira uo c1u1111lo dr cumpru,• cnr11t rons tuntrmeulo em nome da Prefeiturn (exigindo 11ola) culll legação de que val dlstrihulr aos J>obrc~, quando no veril.{,lc f6 fu-z ct chcr n , su~ geledeira e n "º seu p e r o, um czrtc funcioná rio do Assembléin, cm Cnn1110 Gra 11 1•~, 1111c 1nm hérn ,ksvin,·11 corrcspondEnclns cnvln1:u de Cu 1 ,;col à4ucla C11s11 de Leis". Els u íntc(!rn <l 1 LEI Nº 'l50/84 - GABINETE DO PREJ•ElTO Ell: 30 DE NOV,EiIBRO DE 1981 16.465.000 "Esiimn a Receita e fixe. n Despe:<a do município de Bela V!stn, Estado de .Mato Gros so do Sul, para o exerclcio de 1985". A Câmara Municipal de Bela Viste., Esta· cto de Mato, Grosso do Sul aprova e Eu, Momo • Dillon Nunes Leite, Prefeito Municipal sanc'o· no r.. seguinte lei: Art.igo 1º) - O orçamento geral do muni cípio de Bela Vista, Estado ce Mato Grosso do Sul, para o exerclc!o de 1985, discriminados pelos anexos int.egrantes desta lei, quf: estima r. Receifa e [lxa a Despe.:m em CrS: 3. 2G2. 707. 000 (Três Bllhões, Duzentos e Ses· senta e Dois Milhces e Setecentos e Sete Mil Cruzeiros). Artigo 2º) - A Receita será realizada me diante a arrecadação dos tributos; rendas e outras receitas côrrentes e. de Capital na Ionn:>. de legislação em vigor e da,; especificaç5?3 constante do Anexo 3, da Lei Federal nº 4.320/ 64, eom o seguinte de~dobramenio: I RECEITAS CORRENTES 2.446.207.000 II Receitá Tributária 360.000.000 1: Receita Plltrimoni!:,l l5 Receita Industrial Ui.000.000 10.000.000 l7 Transftrência Corrente 1. 769. 207. 000 19 Outzas Receitas Correntes 292. 000, 000 2 RECEITAS DE CAPITAL 816.500,000 21 Operações de Crédltcs 375.000.000 2:l Alienação de Bens rn. 000. 000 24 Transferências de Capitc.l 431.500.000 TOTAL -GERAL: .3. 26l.707 .. 000 _ ArtJgo 3º) - A despe_sa ~erá real!Zade. se gundo as categorias econômicas qUE apresen tnrem o seguinte desdobramento por elemen· tos: 3.000 DESPESAS CORRENTES 2.183.920.000 3. 111 Pessoal Civil 1. 304. 255. 000 3 113 Obrigações Patrone.;s 60.000.0GO 3.120 Material de Consumo 391.600.000 3 .131 Rtmunera-;ão de- Serviç<>;; Pesso1J.is 50.00il.000 3 .132 Outros Serviços e Enc;:rgos 130. 000. 000 • 3 .192 Despesas Exerc[cios Anteriore., 8.000.000 3. 211 Transferências Operacionais 113. 000. 000 3. 231 Subvenção Social 15. 000. 000 3.251 Ine.tivos 11.600.000 iílTfl curl:I do p, t ,,d,n•c cl.1 JP.lDD pul,llcn<la a pc<iido. (A l'ellido) CAUTA ABER'l'A Pnssei alguns dias em Cr-rn~ol e pude r,c,rccbcr e ser testemunha do d.:sc 0 nL.ntv.m~n 10 da população com o cstl'dO de l1b('nd 0 ;lo em que se encontra o municlplo, p•,r port~ du pH•íeilo Jesus Delbar Ferre ir. Leite. É assombroso ver tanta incompetência c foltn de interesse de um chefe ele Exccutlvo. i::un 1ncopncid::1elc niio para por e:!. 0 que v_":l den--:nclar é multo sério e tenho provas sufici ! ,Í ,,1.,., • 1 • a • entes para apresentar, se for necessé • i ': Trata se ac um=. fah:i. de considero, de respeito, sem falar n•J U." indcvicio e ade qundo da função que: lhe !oi ctrib1ticl,1, (1 1 t'>m de uma grande injustiça social p:sra co,n :i "J" puloçJ.•, c:11 ,·nte. o homem chC,!.l •,o .:uinu'o tl'! -:., !U1Ji;•: c•n!e, con~ltJllle:mcn•c, cm n ,me d,1 P1 d< :l~ a (exigindo rota inclusive, com legação de c•l~ vai ,Ii .. t ibur os pobres, quando na ver ' :;J J ra e a e.·• '~u u.,tl<, ~6 f1!::. c-nc,hcr a ::-tL1 i,- ª' e, ,· • genro, um certo funcionário dz Assembléa em Campo Grande, que também desviava o. respondéncias enviadas de Caracol :que'a en tidade. . . Além disso, pude constatar o uso indsvido e indiscriminndo <l:J. vi-ltura da P1Lf~i,n1:1 !.or pessous que mão tem vínculo algum com a m(': m:i. Stu~ assessor!'~ u•nm e abus·,m <'e e<,r:l.cJs tível em nome da Prcfeitura pr; caçar, pescar e passar, cnquanto as pua docnlt: • qa.ndo rzczitam de ccnduçãc y/ um ±nJi:r3t3 de q.. 't.: ', c. urgência, recorrem o,-,- ct:n5lt1k1nn .,;), • J ---··- <l•c.-,to Rurnl de E:1:1 Vis;, e cm C r c o !) . 3ta dizer que, recentemente, o filho do . Cali Mendora se ncotrava gravemente crermo c .. e 1_)re(dto, e::;.,,.'.! inc:;crupcl:>~'1 s::r t? mermo sim ceupa a rrefcitur. negou ? viatur, mandando o tn!:.:;.::.:o procur:ir r,1:o.~ ;unlc ao Diretéric o FMDB q•J:, por ~inal. c~r: :cgui viabilizar vcsu tu:vés de arrecada:o unto à comunidade. 3. 25:? Pcn::ioni~tos • 3.254 Apoio Financeiro Estuelnnlcs 15.00J.OOJ 3. 255 A~sist::ncl::. Médico Hospitalar 5.000.0CO 3 259 C1.1t tn~ Tran5ferlr!ci:.is F.:ssoais 5.C'.JO.OUO 3.261 Juros Dívid:i Contrdod:i • :;r._000.000 3.265 Ju10s de uts Dividas 5.000.00:l :J.~80 Ccntr. Forn. retr. Serv. Público 21.000.000 4 000 r;ESFESJ,S 'CE CÁPITAL 1.078.767.000 4.110 CLros e Jns!t!lnçõcs 537 .000.000 4 .120 Equip. M:1teri,1I Fcrrn:mcnt2 430.000.00G 4.210 Aqulsl:;no de Imóvel 50.000.000 4 .311 Auxílio Despesa Capital 20. :JOO. 000 4.351 Amortizaçã~ :Civida Control3da 30.000.000 4. 854 Oulr&s Amortizaçõc.; • 11. 'l87. 000 TOTAL GERAL 3.252.707.000 Artigo 4') C Poder Executivo é :.iutorizi:b I - Efetua: Operações de Crédito por an tccipaç.ic de Re:ceilns até o l•mite de 25% (vin te e cinco por cento) d:i. Receita estimadn, nos termos de Constituição Federal, Artigo 67; II - Efetuar Opa1açóes de Créditos nos termos do Artigo 7° § (Parágrafo) 3° cin Lc: Federal nº <!320/64 p/ despesas orçamentári:ls. III - Proceder Abertura ele Créditos adi• cloneis suplemenl.llres áté o llmit.c de SOO.O (oitenta por cento) do orçame:nto de de;;pesas, nos termos do artigo 7° da Lei Fed::rnl nº 4320/64; IV - Fica outcrízado a suplemenla:;:io de dotação até o limite ds Operações de Créd ios realizadas, comp1msando-se a abertura ncs lermos da Lei Federal n' 4.320/64; V - Proceder a trensposição dos rc::ur so.; da dotação orçamenlúrin ncs term:is do Artigo Gl § 1 ° da ConstitUição ·Federal; Arligo-5') Fica aprovado o quadro de in -vEstiment.o plurianual pi:ra os EXErcicios de 1985. 1986 e 1987. Artigo 6º) Esl:J. ki eni!-urá em ·igo,· :i 1 p,:rtir de. 1 ° de janejro de 1985. 1-e·ognd:is as disposições em contrário. Bela Visa MS, 30 de Novembro de 1984. AFONSO DILLON NUNES LEITE PREFEITO MUNICIPAL ,., O Ho;pllal Mun•cipl cnLio nem rc fo.h: r.'ío tm médico. no tem material e e encon ra em péssimvs cciiç6:s sanistias, há pouco n~o tihh'.l nem sccinga p;;ra a:::,Iic~r i: jeçao. o Sr. Je,u~ Delbar Fe~reira L:iitc potle ::· Jc ,ar de tudo pata sair do que eu disse. quan • .a, ±. A:,4' 10 ào, na vcrd:;dc, cu p .... :,so cp.t _. cs ·~ ll!~tv.10.L_ • • • • ...., , • .;!"' ....... 1,0, r;ssarorumzéracreInca-"·" da a uma limitada capacidzde minisrativa, desprestígio politicv e impopularidade muito r;ro.nde. • Ele é a vergonha do seu próprio pJrtido, :P,RTA1im:NTOS C011 All CONDIClON/UO. "l"ELEVISAO, G!::U,DEIUA.. CTlT'ttítASC.!RT . nou1zto. ", l'rAIS ,.;nnr:QN, 1.:sTALAÇli.O DA cro.U>E ~ A QUJ;: l'tTELUOR ATENDE ~XEXO . !õ:SCRlTCmo u:::: C(J!tRET.1.GRNS - V°E,";!": DE F!,ZEl"'D,S - >ACiflCO IlALT,, - CORRETOR - REGISTRO C~l!Cl 1'"" L2J - ,ENIDb. CEL. PILAD REBUÁ. 1.293 - CEP 79 290 ~ -.,.:-.)]lE~ 5scritório: 255-125 5-l BONITO MSResidência: 25:'i-1180 --------·---·----------~-------~·~ ; {> 1 • ' !s:.G- e cmpf'ü cm G ' - ' 73G: .: '•.l .. , umn bom .m que nio ' e p ado to tm • . n e., t• ., .. wro politiec mn lu gum. J ,p1.., h.,: J ~, _, 1 .. ·., m 111r 11:,, r quando necesit h, a ç de p:acucus aio P:'1D~. r ! 'l,l e'.-• • C t ftl:",I,1 .. n ±li t » comn 0 j ovo <·i.r .... c.'.t' 1 ,. do e ct,' ntl, -i~',, tolJ "' e •U :u 1 p,, r solvi 4o t.o fa&!id e 1rblemns 4u prefeito ;: 'o a _,., .. i Jt l ci • h:..b1ti,b" '. 1so t'o v no c e o pr qu ap, çi. a'é to, aturava c'ada esa p'cate g-n. Aora riu d; ma«is sr :czr, poisio :,ti'uC: tltl_n•r- [,'·a <"íCl'tl (a~O•ld·d ,. o pu,·o C.:c C .!, .... rl r-,:a r:t..l .. :-e {1140 pouco 5 é insuportável er umn }mn mal intra <lo ·:· :ndc. uh,n!o, s te lamhuarloe d, b.a vontzds das pesco, E« di se tudo iso per cu rolt? cus gl iuo pr ioal le r o.n'e : : to a Sr. G o c s d , d o E to Wi!o1 Brcz !arti, pura que algura Iwvidnci '2ja te.nad:. Ss for nrsri, cm f.-w'o z'aja d S. 'usas D! E±etc cc:1•-·, :, :,• . .:· ·•, _ 2íu! cu f vc!ale popular. irs é o C)H".! C.J pt..'lr"", C(::!'l e: gull:o. Gl: ,·:.: i Cc-r r filvn - !.';r,i,lt•nle rlc SctGr 10. vm1 do P:',IDB 71@s h3as r2zãs 7a y? praiari; 0s - ;" gc3 737%S: E5 .'3' li ·° 1 l Qualidade 2) Prer.,o :!) F.a_p:.,i_d_ez , . ,. ,I • ,, •. -, ' ; .... /-!,.. ,u:;.r,ZL~! - GilANELEmo CAPAC1DADJ.:: l:! :11.r:. 'W)r.:::LADAS - SITC.Dün P.ARAlO :f!L S.:CS RU.l. DUOCJE DE CA_."'Çl.,5- S/N GUIA LCPr::s D. LaGlliA - JAr.:; .: ... :: --- -~--- -,,,-- ( --------~----------------- 'UJJl dos problemas mas e erva'es que a ,i 1lm<i~ Jll'l '(•fllt:O!LJIIC (• ll l)CJVtlil d llC , io presidenda! (se assim podemos <111.e:r) d,t· (h n h(·fcrogeneitlnck elo opinl<i", t 1, 1.ld..!5 •, )t.i!Jliro pelos meios de c,,rnunlt, -:;õc; n.,, c·n :icvl51US dr polil:co.; fc•ta~ tlill.1~1m:n1c Jl.,: Jc,rnull~•un ele L<,do:; o, mntizs no pen ameno C u:clorinlu tk C' .,<1'1 llll dele, sem nun a ch g,,rc.m u um·1 dc1:11iç!ío conc 1 L,·;lva e <.-<•nvm entc sobre a fidelidade partidária no Colégla íldtoral, Nu lnit1lfo de levarmos ao público nossa mensagem de fé nas instituicôcs nacionais l que s.::o lnl!'f!T::d J p r juiz e homen 1by'i eos de rtcvnd·1 tabsr e "nétt ili! s; ho mens te transfotim em o' e dita s dn c;vnstllulçiio da Repibli cm vigor. mrn lei que não pode ser «arre!cd" b' p1zr para, com o seu amaciamento, saciar paixões ou Interesses de A oi de D. Resolvemo!l, pam e. s::1 c•m·.ecuç[w, entre· vistor nlguns pollticos que desejam ver o Dra sil eir do su(uco cm que: entrou n·•r mJos 1nsegur11s desde tempos rcm•Jl<.:s e retomnr, srn cominho pnra n [(randc:m que o c.,pcm u futuro. Pnrn tanto, em primCJiro lu:;ar o vele, ~no Jota ,Jota, de Dela Vista. nnt,gu político e tnlvez o mal; velho vereador qnc o Brasil J;; teve nas pugnas clcítorni,; aos 80 anos de ida· de e nquela ufüm::.çiiu c!a vcrcbdc naquilo que se refere n eleições ou vida p::1rtidári~, d:ida n ua longa experiência .. Hqiórkr: Que ~-::h( o senhor sobre a coníus,io que existe na atu:i.lidnde sobre o aspc::lo hUces sório Ningném se entende, nada fica definido; r. brlg11 é la;timávcl em um pn!s de demasizda 'Lnlnde do seu povo de nlcançnr uma demo• . crncin plem e c.berln? JJ: Olha ilustre repórter. não sou cu o ca ru n quem deveria dirigir tul pergunta, pois poderão os leitores não concordarem com as mlnhas opiniões e conclusões sobre esse ::ssun to de tal relevância que acho que sô os gr:m dões lá de c'mn poderiam 1csponder, dadas ns ttl'ponsaJiUdt:dcs que lhes üio atribuídas com:> trunbém são cs interessados di!'2tos a solu~io· nnrem esse problema que fustiga a na;;ão bra sileira e nos trás essa sensação de desequilí brio na gestão dos assuntos políticos. O povo, através de eleições diretas deu a outorga aos Pltlamcntares, cles sabcrão, em tempo hábil, r=lv:r com exctidüo e severn observância c::is leis vi~entes, o impasse que existe nn con• ,fllsào de que falaste. Rc{lórter: A fidelidade pruiidária JJ, o senhor como homem que tem inerfocia em um Diretôrio de Pnrtido deve estnr bem a par de como se deve entender e definir esse assun tu que está trazendo g1:nves consequências pa ra o ubrandnmento du situaç5.o. isto é, che gar a um pento em que os político3 entendam que a lei é para todos, e não pode ser distor cida? JJ: Este é um foto importantíssimo. A fi delidade partidária é uma das questões mais ~iln:s de um partido político, é ;;. su:i D.::fes:i. Por ela se c',•sl:cl aquC'les posLulantes que ng<:m com le;:.!d~de, sem frouxidlo, são probos. pus uem didade pssoa!, os que esoih r m o,;.( u•,: ,-,; 'Jttm J" de,,,, •.,J e e oduzmn cot I< !,<lã•, ll" •.cu c,umpr.,u,nt.o. !. !ógk·o <J<h,, lnc'iv,ú11;J qt I! <1 desonesto, traind setu parti1». n. ,, t ,,, honra, deve ser expurgado. epótr: Está certo. Mas fidelidade ,0 Co!'gio Ele»oral, vale ou não vale? Com» <' <!<''=' fie·,,'/ C TrltJun:il SupcrJor El<'ll"rnl , .9in., qdg no C.,!t';_,io Elc,lornt n:io h:1 fidc!icl;ufo p::i, Jictnr, 1. vota se cm quz!quer candidato? JE;: o frutos do tempo amigo. A campa i ln <,lt qttllllc. A !idei!d'lde pnrt.ldfirla r 1ci total e sua conscqun:ias, cxistem sim e pr ~: ler. F<t:i nu t• xto du Constitui;ão, na Li n" ~.r.c:: t'·· 21 07,71 (T_·_I Or,~fm!ca do'> P,tr11cJ<Y.; r •' li:. . l· r'I r ri n' ·~. 717 de 15 07 .G5 (Códi"> Eira; n Reolucão n 9 059 de 15,07. t,, d, Trib1111nl Superior E'eltoral e, oulr,:, se· 6nintes e nus Estatuto;; do; Pnr!ld<>J, tnmbim consagrados pelo mesmo Tribunal Superior Flcitoml. Cemo vdes, fora a Constitulçãa c as duas lei~ seguintes. todos os demis órgãos nonn'ltt· v,..; f<,ram consng-rados. confirmados e regis trados pelo próprio T.S.P. do; idos anos. O que acontece ngorn, é como no seu dizer: h~ umn confu.!cão. Mas, pnra dirimir ess::.. existe o Supremo Tribunal Fedcrc.1, ao qual foi con k:-ido poder pc.la Constituic;ão de Julgar as causas re:corrld;:.s (ver conforme preceituo o seu ar1. 119, item III, letra d: "dar a lei fede ral interpretação divergente da que lhe tinha clado outro Tribunal ou o próprio Supremo Tribunal Federal". Está cl::.ro que o impasse vai acabar. A lei soberrin:l vnl prevalecer . Repórter: O Diretório Nacional do PDS reuniu-se para deliberar sobre a atitude dos srus parlementi:.res que optam pela cmcilda· tura da Frente Liberal, isto é. da oposição. A cão o p!irtido chegará até as punições pre· vistas em lei mesmo o Tribunal Superior Elei• t<>rt:. achnndo que não há fidelidade pnrtiõá· ria no Colégio. JJ: Caro jornalista. vccê está me aperlan do para dizer aquilo que não me compete di zer, dada m.lnha modesta pa.rUcipação em um p!'rtido político; mas posso asseverar-te que, no meu entender, dada a grande maiori,:, que votou pelo revlgornmento da fidelidade parti dria, pelas cristalinas disposi;;ées eonstitu cion::ls, não resta dúvida. O partido está agin do para arrumar a casa, minirniza.r divergful· ci~s. 1ranspor dificuldades. fazer valer suu; diretrizes. tocar a eonsciência de seus parl:l· mentares desgarrados e estou certo de que do debate que houve muitos figurões vão se ada· ptar 2.0 regime estatuído talvez integr:i.ção sa lptar destes arredios polit.icos para a uni(Jca ção do partido, sem punições; não debczndo, cntrebnlo, de tomar medidas austeras se for necessário. Há pela,!rente qu~e dois meses pura a eleição. O partido ainda. tem muito tempo p:ira íorta,lecer sua de[esa, tomando ou•ros providências legais. Além dísso, quanto o final da sua pergunta, está taxativamente imposta a perda do mandato de depuhdos e Vejam s: o urt f', P' ib±ró.s a que f.o·, e adors e.! de a dp'4 ' r 1 .,'i'U1._-u.1 f 'c.t. .. ..'. d berco do Tr±sr ! e ffl') :-' 'U : 1-.u infringir au c·tbelcid@, no art. anterior. II - Cu'» m dento for de .... r1d in c mi !c 11 ,, Cl .. ,, , }! r nt rol a 1 _t(,ri,, d ; ., tu.c2. e ' ,: HJ - Çae d ' , • .., t·r•.n 1'-- : , r'• e' • - '. •·,. ') J ·±: t',u ta r • C. ( ,, ;. 5 6r';- + (cm t • + dire'1+5s p»'itico; V -- Qte .ta: :t de fdeld2:' 1.)ril=l 'ria, .e, 'l.lll<!'> n prc•;-is'·• n') P'- ·if,nf • éncio do art. 152. O • 25 tr 4 ;ar{grafos que snes! cm maneiras e os oders cm autori!do para as cassa;z: que n! e tr:ncrevz ror serem cxtensos, mas, vai aqui o au ertiul1 o § 4', :e cconercm os casc· dos itens IV e V, a pHd::. será aulom:itíca e d'!c!~rad~ !)!:1.,, r:s Eciva Mesa. Af está meu cnrr. !'o.:pórur, a r.:al'ciad.: :lcs fato 'o discutido: ns últimos dias p'a im prcn<a. político:; e TV que transmit.cm :;cu· p, nsamenlos :em [un<l:menrcs fi.xadc,s no ri : da lei. Como ficou claro, não depende do TribU· n:il Superior Elc.itornl ou Partido Pvlít!co n C8$Sação dos seus repr:?senl:mt('s no Colé1fo Eleitoral. As Me::B!: d:: Câm::ra dos Deput:iclos on do Senado Fcder:il e até mesmo as dns As scmbléias Estndt.mis podem efetivar esse d;s. positivo da Constituição Feder=-! em virtud<J da infidelidade parlidári:i. Para eompletar e a título de es::l!lre:imcn to. o panigr:úa do art. 15'2 está ::ss'm rcdi;::i clo; Perc!er-J. o mi:ndato no Sena ão Federa.!. n'l C':lrnara elos Depulz.:los, nas Assembléias L~ gislctivas e nas Câmaras Munlcipais quem, pela atitude ou pelo voto, se opuzer à:; diretri zes legitimamente estabelecidas pelos óri;aos IL • l de direção part.idúr!'l c,u dcocar o part.itlo sob cuja lt,cenda fol c.lciw. A perdu do mandato :;cr.i àec1clacL.1 pc.:a Justiça :Elclt,oral, mediante r<cp1 Escn,.1-,:10 do partldc,, assegur.✓.lo o <1Jrcl· to de ampla clde.,a, e , e:.posto, r,e inforc que vão para a Jus t :ç~ Eleito1J.l julgar. opw::.s os dispositivos do:i fün III e última parte do parágrafo único do arHr;o 152. r,a;s que º" do:.s itens, I e II são dcridos à Câmara ds Deputados ou Sen1do Federe! resolverem. Não direi n;,da se dc,ntre poucos d.ias fc,r mos surpreendidos com adesões de governa, dore,, deputados, senadores e outros pol!úcos ao Presidente João Figueiredo, :intes dos resul l;;ci.os esperadas da ação do PDS. Você. n::cu c.::ru repórter, acha que algum pr,rfamentar queira perder o rnandat.u? Quel r;i p2rdcr su-i reprc.scntaiividarle no cenário n::cíonal? Nun::a. Y.i.:::-s a fldelidade partidária em apreço, ó pr::, '1l!er. Lei 6 lei. é para ser cumprida. Co mo disse acima, a Lei Soberana vai prevale cer. NO CENTRO DE BELA VIST.d - AO LADO DO BANCO DO BRASIL - PRAÇA ALVARO l1ASCARENRAS - 425. APARTAMEN'!'OS CO::I AR co::-."'DICIONADO - QUARTOS - CONFORTO - IDGID NE - P,lDRÃO DE ATENDDIE:NTO HOTEL P,NOilAJ.IA - Tr.:dição na arte de bem se.rvlr. BELA VISTA - !UJlTO GROSSO DO SUL ,~~-----~----------~---------------------------- 1·---~-------,---~~~~----- 1 ,• € T 0 @ r-; ,-1 f.P {fü [ti :7 r •'.r' • ,.-~ r-., r· ;,'·: ! . r, ·[1:J, r • - , : ., , E ~ . ·:. I; . , ;•l "- t .. ' ~ ' . ± --- ±'ü + ' ; ± tt3 il, ~- i- -, l.,:- -·- ,_ - . .. ..: 1 ' o :;mLÉoR cor.nETIYO r.m. o ~c:,a QUALIDADE -- EFICIENCIA - PRODUTIVIDADE - - SEGuP..,KÇA: C,I.C.IT.::: O !l0DOQUE)7A. "Cada viagem que um caminho 'e:mina, transportando o C2'circo oln. éa esperança que se renova, de uma colhei:a farta, de melhores nzgúccs, d. mares Fquezas. I-to por, +o: 1° n :- ou maior que seja a sua lavoura, cm o CALCAREO BODOQU:::::...'l'A o lucre é certo. DINAMISMO -- FE--- DEDICA;3O A trilogia que fez do CALCARJ!-"'v EODOQUENA. ::ia Mia3ração BcdoquenzS.. uma de nossas maiores indístras. USINA: RODOVIA JARDIM A PORTO MURTINHO, IG-'I 54 - ESCRITôRIO: RUA JOAQUD! TEIXEIRA ALVES 1985 mo noxriT PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA V "DE€11ETO Nº 002~/ff.l-GABINE'Il: DO l'JIB FEll'O EM : 28 DE NOVEMBRO DE 194." "Estabelecer a pauta de valores imobiliário pn111 ll 1•xcrcíclo de !085, base de cálculo do im posto predial. Territorial Urbano « transmiszõzs imobiliárias e dá outra providências", O Prefeito Municipal de Dela Vista. Estado de Mato Grosso do Sul, no uso dr· sutCJ atribui çõe e tendo em vista o artigo 17l, parágrafo ú: nico, item IV, da Lei Muwieir 11 r" 725/01 ,(C6 digo 'Tibutário), de 23 de dezembro de 101. DECRETA: ARTIGO lº - A partir de 1 de Janeiro d> 1985, fica estabelecida a pauta ele valores imo hlllálioa do munlcfplo de Belo Vista, Estudo de Mui.o Grosso do Sul, para fins de fixação do va lor venal bnsc de cálculo Jo Imposto Predial, Tcrrilcrial Urbnno e, transmissões de bens imo blllnrlos, conforme 111beln nbalxo: SETOR I - Compreende: Rua 13 de Junho e Rua Cuiabá até Guia Lopes Rua XV de No vmbro e Rua Antonio Mntia Coelho até Rua Cel, Comissão; Rua Dep. Mário Van. Dcn. Bosch e Rua SebasUüo Crispím do R3go até a Rua Cel, Dias; Rua Cel. Camissfio e Run Cel. Dias entre as Ruas Antonio Maria Coelho e XV dr. Novembro; Rua Guia Lopes, Rua Antonio João e Rua General Osório entre as Ruas S2bas tliio Críspim do Rêgo e 13 de Junho. 4.000/m2 24.000/m2 20.000/m2 16.000/m2 SETOR 2 - Compreende: Avenida S2na• dor Flnhelro, olé Avenida Theodoro Saliva, até Rua.Visconde de Taunay, até Rua Barão do Ln dário, até Rua 18 de Agosto, até Rua Genzral Rqndon. até Rua Alvares Cabral, até Avenida Theodoro Sativa, Rua Afonso Pena, até Aveni da Paraguay, até Avenida Senador Pinheiro. TERRENOS 2.800/m2 CONSTRUÇOES 1 20.000/m2 2 16.000/m2 3ª 12. OOO/m2 SETOR 3 - Compreende: Rua Flo1inno Peixoto até Rua Afonso Pena, até Avenida The odoro Sativa e Bairro Antonio Joiio. 'l'ERRENOS -CONSTRUÇÕES l" 2 TERRENOS CONSTRUÇOES 1 2 3% 2.000im2 16.000/m2 12.000/1n2 8.000/m2 SEn'OR 4 - Compreende : Bairro Costa e Silva, loteamento e os lotes de terrenos urba· : 1 J)R. MAlJRJCIO AGAPITO ORTJZ OCARIZ MltDICO CIRUJANO Regi.st.ro nº 307'7 Crianças - Obstebritja - Geriatria - Clínica Geral. - Pequenas Cirurgias - Retirados de corpos estranhos - Nebull· zação. Consultório particular em Bella Vista Paraguai • Rua Lomas Valentinas s/n - Telefone 263. no: localizados a 1 Circunscrição n/ compree hiaos nos setores 1, 2 e A. TFRRENOS (at& 900m2) 'l'EHRENOS (Ul,Om2 /1 J0'Jí,:m?.l TERRENOS (acima de 100m2) CONSTRUÇOE8 1° 2ª 3 1 ()00/m2 -lVJ/rn2 40/m2 12.000/m2 0.000/m:I 4 000/m2 AflTlGC 2º - Os terrencs baldios e edili cados. Ecrão tríbu1ado3, respeitando o critério lle ,Iocaliutção dentro do sttor. conforme os ín dices abaixo: 1 - TERRENOS EALDIOS SETOR Ol -· 3';1 do vnlor lmoblli:írio. SETOR 02 - 2 do valor lmoblllúrlo. SETOR 03 - 2 do valor Imobiliário. SETOR 04 - 2',, do valor lmobillárlo. II - TERRENOS EDIFlCADOS SETOR 01 - 1,5 do valor lmobilitirio. SETOR 02 -- 1,0 do valor lmol:lllúrio. SETOR 03 -- 1,0 do valor imobiliário. SETOR 04 - 1.0';o do valor Imobiliário. ARTIGO 3º - As edificações Inüústriais scrt.o avaliadas a razão mínima de Cr$ 8. 000/ Ín2, tribulados conforme a sua localizaçúo no setor. ARTIGO 4º - Os imóveis localizados 110 SETOR RURAL e, Cadastrados na Pref:!itura Municipal. serão avaliados a razão de CrS : 400/m2 tril:ul3dcs em 2',; <lo valor venal. ARTIGO 5º - A taxa d conservação e lim peza pública, será cobrada a razão de 10 do IPTU, 1:omFrccndendo todos os setores. ARTIGO Gº - A taxa da cclela de lixo, se .rã cobraC:a a razão de 2C d IFTU, compreea dcndo os in: 'ivcls cdilicadcs nos stlores 1. 2, 3 e 4. • ARTIGO 7" - Fur-se é uma xedução de 50~, r.:i valor venal, dos imóveis localizndos em lugares permanentemente alagadiços. ARTIGO 8°- Ter-se à uma reduçãb de 70~,- no valor venal, dos imóveis lcc3lizudos à margem do Rio Apa e, dos Có_gegos existentes no perímelro urbmno, d2sde que saiam efctados pelas enchentes ocasionais. ARTIGO 9º - Todos os contribuintes que quitarem seus Jmpcstos de uma só vez, corres pondente ao exercício de 1985, gozarao de des cento de 20. ARTIGO 10º - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. • DECRETO N" 0025/84 -- GABINETE DO l'IIE rcn O EM: 28 de NOVEMBRO DE 1o«4 Bela VistaMS.. 28 de Novembro de 1.984. AFONSO DILLON NUNES LEITE Prefeito Municipal preCo desie e.<emplar "Aprova o orçamento programa d o e r i ç o Autónomo de Agua e Esgoto de Bela Vista, E tudo de Mato Grosso do Sul". O Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de uas atribat ções. e com base no artigo 107 da Lei Feda! N· 4.30, de 17 de Março d 1 9 4 . DECRETA: AflTIGO lº - Fica provado o orçuma.+to prosrama .:o Serviço Autónom'.l de Agua e Es goto de Bela Vista, para o cxcrclcio de JOi,3, cu ja nceílo. foi orçada em CrS : 285.200.000 (Du zentcs e Oitenta e cinco milhos e duzentos mil cruzeiros). conforme Jiscrímin.:içfo do nn<l xo. ARTIGO 2" - Fica o Ecrvlço Autónomo T de Agua e E·goto de e! Vita. at4 efetuar a abertura de créditos up'e.e.ou. dotações deste orçamento ate o imit 4 (Quarenta por Cinto) da receita stn obrvardo o di polo no Ar!te 43 e ug r a t os do Li Feder1 ° 4.a2 de 1 a, ç.o <l,: 1964. ARTIGO :l'' -- J .. t •r.m ,,,tc °""''v nexos mrion dos ne Artigo 1, Ee -emas insttuidos ta Lei. ARTIGO 4 - Ete Decreto e rar e por na data de l de Jan'ro d: 1J65, 1e as disposições em ccontrário. Bela Vista-MS,, 23 de Noemb .o + 1 AFONSO DILCN NUNES LEIIL Prefeito Municipal -----------------------··----··------ DECRETO Nº C023/84 - GABINETE DO PREFEITO EM: 22 DE MlVE:IIlRO DE 1m CRS 300,00 Afonso Dil!on Nunes Leite, Prefeito Muni cipal de Bela. Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, usando das atribuições que lhes são con feridos e de acordo com o disposto em o o.rt.i· go 120 da Lei Complementar nº 7 de 20 de Novembro dia 1981, DECRETA: Artigo lº> Nos termos da Lei Municipal nº 741/83, Artigo 4°, Hem III, fica aberto um Crédito Suplement2.r no valor de CrS: 62.400.000 (Sessenta e Dois Milhões e Quatro centos Mil Cruzei.rOs) ~ ser consignado na se guinte dotação crçamentárla: LEGISLATIVO O .101 Câmara Municipal 3. 000 Despesas Correntes 3. 200 Transferência Corrente 3.211 Transferências Operacionais 1.900.000 EXECUTIVO O, 102 GABINETE DO PREFEITO 3.000 Despesas Correntes 3. 100 Despesas de CÜsteios :l.120 Material de Consumo l.000.000 O. 103 Secretaria Municipal de Adrninist~ão 3.111 Pessoal Civil 4.000.000 3,120 Material de Consumo 1.000.00íl 3 .132 Outros Serviços e Encargos l, 000. 000 0.105 Secretaria Municipal de Educação, Cal lura e De.;porto 3. 111 Pessoal Civil 15. 000 001 4,000 DespcSll.S de Capital 4 .100 Investimentos 4. 10 Obras e Instalações 18.000.00l O .107 Secretaria Municipal de Viação, Cbrs e Servçíos Urbanos 3 .111 Pessoal Civll 2.500.000 3.120 Material de Consumo 3,000.00; O .108 Secretaria Municipal de Transpc,rte 3.120 Material de Consumo 15.000.001 TOTAL 62.400.009 Artigo 2°) Para cobertura do preen'e Crédito Suplement.:ir, correrão por eonta <!1 Aritgo 2º da Lei nº 773/8-4 de 09 de Maio de 1984. .Artigo 3°) Este Decreto enirnr:I. em vi;;-.r nn data. de sua publicação, revogadas as dispo sições em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal de Bei Vist!l, E..-tado de Mato Grosso do SUl, aos r; te e dois dias do mês de Novembro do ano:'.: M>I Ncvecentos e oitenta e quatro. AFONSO DILLON NUNES LEITE PREFEITO MUNICIPAL Es·critório de agrimensura lélio Diório Rel{!stro CREAA. - Número 52.993/TD S.P. VISTO Número 1.011 - MS Medições do Tcrrns - Lcvuntumcnto, Cadastrais de F=ndas - Divisões d.e Invernadas - Rnüficaçiío Junto no INCRA. Serviço Quaillicado - Responsável e Técn.lco Atende todos os lIunie:ípios da Rcgilio Informações: Fone 439-1258 (Escritório) e 4.39-1057 (Residência) Rua: Cuiabá 180 (Escritório) BELA VISTA Rua: General Osório 1281 (Residência) Maio Grosso do Sul "O bom servidor nada teme no presente ,orguHa-se do passado 6 @ela aasn l n% futuro". • __.. ---·---------- RESTDIJR ftNTf CIISSINO Serviço a la carte - bebiflas Nacionais importadas - Jogos lazer- Som e. presença da Socicdzde De!avir:r:e Ponto de Encontl'u da Socí,·Llaü" f:'onkiriç.. BElll VISTII - PliRiGUaY PIIRDGUDY SERRASUL MÓVEIS APRESENTA MEN'T' ANDO p117AS Agora Dela Vista está servld, todo fnat de semana de uma cantina de Pizzas, ~ que li"S sál:;udos e domingos a partir d::.s 10:00 Ir; no Clube Paroquial estarão srvindo Pizz, rnns se você qulscr fazer pedido por telefone VI SEMPJlE PRESENTE NA CONQUISTA DF OVA ALTERNATIVAS PARA O PRO GRESSO DA REGIA.O. 1 1 • j » O -CRUZEIRO DO JIORARIOS Jardim p/ Bela Vista: 2:40, 9:10, 10:40, 15:40, 1 18:40 c!Jé.rlamente. Dela Vista P/ Jardün - Porto Murtinho: 15:00 hs. Jardim - Bonito: 14:00 hs. Jardim • Aquldauana: 8:30, 1'7:00 hs. Jardlm • Campo Grande, via Nloaque: 7:30, 13:00, 10:00, 23:50 hs. Jardlm • Campo Grande, via Maracajú: 11:00 Jardlm a Dotirados • 11 :00 l10ras Bonito Bodcquena • 16:00 hort.s Bodoquenn à Bonito • 6:00 horas Bela Vista - Campo Grande - 11 hJ. Bela Vista - Campo Grande - 14 hs. Bela Vista - Aquidauana Dirto - )5 hs. Bela Vista - Campo Grande .Direto - 22 h.9. Bela Vista - Ponta Porá - 6:00 hs. 1 Bela Vista Ponta Porã - 12:00 hs Bela Vista Ponta I'or5 - 16:00 hs. Servindo de e vinte Campo Grnntlo e Aquidauana - 5:30 hs. • participando Municipios em 1 ae ma1s MS ONIBUS PARA EXCURSAO - TURISMO - EFICIENCIA A SERVIÇO DO POVO DA ~NTEIRA E SUDOESTE . é só dtr.car t:!9132:í e 4:l'.J 1370 E -l' 1r,.J_1lhJ é em beneficio da Paróquia. I ESTA DE N. bfiA. UE CAACUl'.C: O padre Bento e sua equipe programando aquela festa em homenagem a Virgem de Ca ncupl!. qul' será no dia 8 de dezemJro. No dia 29.11 começou novena de preparação para a festa. 07 .12 às 5 d.:.. manhã mirsa com unç:io dos enfermos. 08.12 il.s 16 horas grande prccisidu ac<•m pnnhoda dn Virgem de Caacupl!. Aniversário de casamento: O casa! Ivaldo e Estela com:- mornrnm no diz. 25 pp 12 anos de casados. Felicidades. JIIUITO Paquerado pelas gatas, o garotão dos olhos de gnto: Renato Vargas. E isso 2.1 garoto. CONCURSO GAROTA E GAROTO VERAO 84/8S Promovido pela Escola Vera Guimarães Lou· reiro no Ginásio de Esportes, muito aplaudido e eomentado. TODOS OS CANDIDATOS(AS) apresentarem-se com muita elegância e char me, TRIIUND DQ FRONTEIR De parabéns o garot.ão Omar Silva representan do a Rede Belavistense de Jornais e a linda e clll:.rmosa Valéria Barbosa Vieira representan do o JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA !o- .- • ram os vencedores desse concurso. APÓS A VOTAÇAO do júri é dado os três ím.alistas feminino e três masculino, o públlco presente aplaudiu imen samente demonstrando seu contentamento com o resultado. OS 3° LUGARES ficaram para a morena simpática Cristiane Pa lácio representante da AABB e Roberto Ama ral, representando, Rádio Bela Vista, Wilson Es cobar representante da Escola Vera Guimarães Loureiro e a mignon mas muito bonita e char mosa Lucinei Pleutin representante também Por Nancy AOS DLMAIS concorrentes, às firmas patrocinadoras, enfina a todos que colaboraram para a realização do con curso a Dirtora da Escola Prof Rosita Gomes agradece. FICA AQUI os gradecimentos desta colunista e de todos o9 funcionários da Tributa da Fronteira à Sra. TELMA LOUREIRO OLIVEIRA. 1oi raça° ao eu trabalho a nossa garota Verão VALE RIA, Uf'H' cntc.u.c o altura. F01 simpáticn e conhcid4 TELMA que lá em Dou rado: ensinou Valéria a defilr, pentear e ma quiar-se, e por sinal ela prendeu rápido, tam bém com umu profl>ssor:, que entendi! do assun to o resultado é isso ai Vitória. OBRIGADO TELMA. 0S CIT IO! 'DOS da Escola .Jr.1quim Murtinr.o. promoveram com muito sucesso no sábado e domingo pp., no Grê mio um concurse de BRE:AK e DISCOTHE QUE. ·A GAROTADA Vibrou e participou e recebeu até um lindo «rr tificado de Partlctpaçiio cerno incCJ1tivo, :r.. Isso aí, iniciativas sadias de= tipo é que sodabl. !izam e mostram as qualidades de nossos pirra- lhos. An i v e r s á r í o s Na semana pp., fizeram anos: o :,i.mpático Milti nho Rosa Pinheiro e a Sra. Emílla Ttllllni 26/11 Ely Leite Pinheiro 29/11 Jucelino Rodrigues CASALZINBO que circula muito apaixonado OMAR E LUCI· ANE. PRECE MILAGROSA Confio em DEUS com todas as minhas for ças, por isso peço a DEUS que ilumlne o roeu caminho e roe conceda a graça que tanto dese jo. Mande publicar e observe o que acontece rá no 4 dia. Ilda Careiro I * * ER ISUL M SUA RESIDl:NOIA OU ESCRITóRIO lIEREOE QUALIDADE ACIMA DE TUDO. ARTE * * REQUINTE - BOll GOSTO Móveis Armários - Guarda Roupas Embutidos - Copa - Gosinha - Mclvels Fab~cadas Com Madeira de ui e Fórmica _ :Rurabllitlatle -Eficiência MóVEIS ~ERRA.StlL - RUA DA REP'CBLICA, Nº 100 - BELA VISTA MIS Fone: 439-1206 li' -- t •!, 1 4 % W frTo E r$X ~ a % o ~- ii: - 'l.s ~ .,... . ti #a $ i ~ '7 ' WHITE MDGNOLII LTDP . : .. «.·" "A QUALIDADE DE SUA VIDA DEPENDE DA QUAJ,IDADE DAS COISAS QUE VOCE POE NELA. PANlflCiDOit.t CONl'ElT.t1.HA, LANCIIONETE, AÇOUGUE, LEITERIA E VENDAS DB l'ltODUTOS VETERIN.tItlOS POR AT/C,'DO ,VENIDA DUQUE DE CA,"'{IAS NO 448 .JARDlll - 11S ORAÇÃO DIVINO ESPIRITO SANTO óh Divino Espírito Santo. a vós que me esclarecei tudo, que iluminai todas os meus caminhos. para que eu possa atingir minha elcidadc, que me eoncedei.; o subHme dom de perdoar e esquecer as ofensas e até o mal que me tinham feito, que está comigo todos us inst.:ntes ce minha vida. Quero humilde mente agradecer-lhe por tudo que seu, par tu do que tenho e eon!irmar mais uma. vez a mi· nha intenção de nunca me separar de vós. por maior que seja a ilusão ou tent:.;ão ma.te.ria2 com esperan-;a de um dia merecer e pode,r juntat'me a vós e aos meus irmãos na perp& tua glória e paz. Obrigz..do mais uma 't!III. Agradeço pela graça alcançada . Publittda por ter recebido uma grande graça. T ------------.,. FRONTEIRI,., o J' ~ D~,mbrn d,"" - - CONFIRMADO: BEL AV ISTEN" ERÃO ASFALTO ATÉ PONTA POR - ti 1' reove! apora, os políticos de J;ud•m. b' hr~ludo as l r - 1 1 ,. .. , l ·-•cnío cumi:tl•!ÚO <.:t•m IOUOS os seus objetivos, nd , e: cJ I f m~•·o- do "ell n {Jf •º•·· v " • . . d , .. !,lt:, J,l ttn n e lP.,,JutJ • /'UH .unto n or ., .. ,1 1 V 1 • ,, , . v rl ,dun. a tarefa de fortaleceu a no a revmn 1o ur.o o " 'ª ts.ccut;:11~0 obnd r:ct., critério po liti c o. t , 1 Goreis do PMDB, d ,• e s ·'• 0 "' ' J 1 ' D la Jo-<," , e Lno _ .. 1 , 1 . ,. .dJca•·:r> J,Jta qu(' o u-íaho ,,,. • :n, •m J • • ~ ' utra,·ê; de prioridades. O povo belavist J 11 • Bel· V l, t n ll Pon<a Por.,, 'ª 1., "" .. , " • G ·(:I r. o • " 0 "e ª . "I{ 00 ,, . , •. Jut· Vbtu f~Jª c;,,octc:rindo tumb~m r.o O • • 1 h quer a rua cidade ligada por A_<folto, por "'' 1 vimo tiu"to do 11ccho d.1 L • • c1 - • e Jntcnc;;:io do Gtvcrno ac~ ,;ir com O < :i , • 'ª pa • •' de WiL;on", v· toes de afinidades e pr, [Ctt' que o n tM, d) " d mado ccrn:·dor wr, ido, ligando Bela J ,t:i " m. 1 ( . [ i j lC" O vereador manifestou a sua confiança I! f I até Ponta l'ort.. uja <'>..Lcut.odo rtnl('s d.:, d.i O vereador diss que n n orma; rn u , " ( • na' Fonta Porii, a fro• leira ut~r:, lli;. da p<,1 :.s P • 'o . t ,d A I• , Mnrquc ;, Jrl· ando quc: o "a falto olé Jurd1111 1a111b m ~,,rJ. l • to ,., s principais capitais do país. PR. 060. toda 'Pelo CJ u u. 0 ·' • ' . • _., 1 ,· ntaão da ,odovia ale Pon " ~ <Jlll. "pauta nós, belavistenses, frnteiriços, H,m CJ::l OIS '" p:J. mmen 1. .,, q be Para o vereadcr Vete G:irCJ:t, •'com i..,t.Q 0 • ' • • • b p • As obns de pavimtr.' 1cac e<. ao - llém muiro Jmportank c~tu pavimentaçan, ca e ta orn. , • 1 ,,. ,,,. Brasília - • Com a dE:clrivn plrt!cip1.;1o dos sem:dores do PMDB de Mato Grosso do Estatuto O Senatlo apro':lU, em r~gim:! de urgência. projeto de lei complementar que cslJbe!zce normas integrantes do F~taluto da Microcmi:re sJ, relativas a ilõençêo do iClI e do ISS. 6tb? rã aos Estat:as. Teuitóri:is e Municípios, d;?ntrc de 180 dias, deüniI as môcrocmJ:reSJs dentro 'das características econômicas region;;is e to::ai; ;.tendendo a participação dc;;sas emp!'~SJ$ r., arrecad.içào do, tril:utos eslndunis :? municip.i5, A iS(:Jlçào aprovada n~~ podetá, no cnlJ!l• 10. acarretar peido de receita surcricr a ~ Uma dccidida e bem r!arejada cç» da ius tiça italiana. já agom em calabornção eom a de vário:. cutros países, entr os qu2is o B;ai}, es tá dando inicio ao desmantel:,mc_;,to d~ um :i~ tma secular de c:n:-.:ê?icia: e. u w.~i:: •ci· • dt: atemcriznção e terrorismo, ur:iç~s so qu:il a M lia pôde zolreviver flore:e, {1nsf7:1r-± _ de c.sr-!nho r.o e.: à~ S:cih.., , .,1 1:,,,, ,; nha da socidace inerciou!. Tambm, scular. c já n to b» .• ,,,,;,,; mo jo;-o '10 o.cic abrevie rraspara r cmn bnuada nl.lS4:nci1 de um pode qu~. 1.,,1,., ~f•r magiio de integridade e iriepedêz, % 'isu anse a cortar-lhes as asas, traz lo p.1rn ;lcni,u do raio de açiio·dn lei e comh.-t,,.!J :" •. , 1,,:'.r,,i· lc. Cad:i .:ia:: um p<iuco ma'~ t.1rd~ ;·a :, ::lc:?n crse tal obje•ivo merli.lntc um pr,:,,·., 11·i,. 1,,ui 10 alto, pc,is o uicho ·aj,rt>'<'ÍI , ·:, tr,:•:11., ,un dui.i:; anteriores .. A justlJlcativa do pedido encriminhad'? pt lo governador ao Senado, foi apresenlad~ pelo Senndor Mc.rcclo Mirandu que enumerou uma série de vantagens e ncces::idades para 0 dcscnvolvimrnto normal cto Estado. LErnbrou que o crescimento da prcdução cm Mato Gr3: o do Sul, prii1cip:i,lmen1e n : !:fvp~cuiltia, c:;- 1r,,_,:m : !'::'r,ir e"-:. CT::r;;21no n con;olid:-;:l 0 ê:! ci;os rodoviárirs.quc íacili2ssgp 7.e;:r:2 to dos alimentos para as ce11tros' i:cnsurnidD rc:.. induz!r'<3i72dor;3 c pa!2 os p1o; 's :0 tcs e Fa1rm!;Ul, Para o Senador IVInrcelo Miranda. foi css:i qt·:c1ro quê '"vou Wilso::i lfatllns a c.:.:scutar um prcjeto de zen7s/ruçã2 e pzvimentaçio d: estrade.s ccm.c:;tc3. objetivo~, p!!rlindo d:1 pre} cu:r:ante r€.alidade de que o Esta_do r..ó pcsrnia um ;;,ande e:ix-J rcdo/'..:rb - n BR ~64/1C3, ligon Fato Epitécio a C::.mpo Grande e dai ao norte, Hoje, M.1to Gro!es~ :lo Sul é o ~: pr:idu.tor nzcional de soja, possui um dos maicrcs re- L omplen1E•ntodo do total :r:revi.!:tÔ para a.'Tecacla:;ão do imposto Í<rea municipal. A receita bruta da microempre isento. A ,eceita bruta anual da microempre sa suá apurada no J:Eríodo de janeiro a 31 de sa não poderá excc.der a:: valor de 10 mil OR· cezembro de cada ano. No primeiro ano de at1vl 'TN, ·vigente em janeiro de cada ano. dade essa receita será apurada propo1cicr:tlmen As Un. da FedEraçiio terão o praz:, de seis meses te aos meses de funcionamento. As microem- p/ definir e regulom'!ll'.Jr n micrcz:npr.'!Sl. 1:re.;as i;;;tarão isEJ1tas quanto· a:, r:?C<>lbiment:, Fxtinto esse rr~zo, permanecerá em vigor do ICM: e ISS quar'.ic realizare.'11 operações so o que estabelece a lei F e d e r r. l, tre ·o fornecimento ou venda de produtos ali- que é o limite de dez mil O R T N s menticios. O im:i::;õto municip.l não poderá :r:a1,1 cmp·esas rituadJs no âml::Ho c;ladual 2 de rer cobrado scl:re a pr:?;taçâc de serviços de 5 mil ORTNs parn as empresJs locali;zad~s na qualquer natweza. Mkroempreso e e t !':J p5;73; EgR ~ ~ 3 r··· ;-;;i t ·l f'.I fiá -~íl~J 1 PEDIDO J 8:, ,- [' :u_,,,, ? % ~- ... ~ ........ r ' E3 • iu«± ~_ l ~- t•: .., Ui i''' t:SJ. : ( .à .# 1a-d Com estes 35 milhé:?s de dólares autori· adas, todas as demais aprcvaiics do Senado :r:ua que o Governo de Mato Grossu do Sul cbtives~c recurso::: estão servindo para a cr,n<; trução de grandes eixos rodoviários que so mam I. 600 Km. Através da BR 262 (Miranda· Ccrurnbá) cElá sendo vlabiliz:ido o aproveita· mcnto de um: gMnde e rica região do Esl:ldo, n Bodoquena e ainda a produção futura de !er ro e mangen; nas minas de Corumbá. :• Para atender o sul do Est:.1o, implanta o 'cin Gu~ir,a, Mundo Novo, Eldom-=.c, Ita::iuir.ií, Ne.v;rni, ·:tuír, Caarapó, Dourrdo~; outra alter· nativa dC' ligaçã<: com)~ii,o Paul? e Forl.o de Eant~s é com a rPdovia ·Ponta Foxií, lJour:.::io1, r:iodápolis, Ivinhel)l9.-Nov3, Andrádim,; com a BR 2G?,•Jigal).:to Asila Clar.::, Rib1s do Rio , Fardo. Campo Grnndc, Aquidauana. Miranda, Corumbá. eonslrêe se um grande eixo no sen tio leste oeste de lodo o Esrz.d:>; e para cem· plclar, um eixo na fronleira de Bela Vis!:a, An· tc.nio j'>ão, Fonta Fc.rã, Am:unb:ai. Tacurú. Iguateml, lVíundo Novo. assegurando o esco:i mento com Guaíra. n'> Parr.ná e dai ao portfl :le Parnm1guá. ampliar-se e fertalecr-se; s o scu ccc:zen1o mc'e na b3nem2ria, n::o for Cfllhitlo Em 1cm,-o útil, é i:.:::?'iti·el qu~ Resultou daí a idéia de que combater O jo chegue nEstc p:1is no equivalente d:1 ?.íf,Ea •':i go do bicho seria invi:ibilizar E~col25 de sn..."!iba lt,ili_?· , ,. e clubes de I1..tel::ol. Icchc.r ol:ras de prote;;:io ns Como s.Coa ' Nstrau o·bit: xgssg%} populações carentes e lançar dezenas d milha :nif'zas, ±s quis falta o césio ómiih±ia'j res de homens ac desemprego e. portanto. ci da "_boa caus.:. .. : cm um c:iso n ·1:ólÍ;-,,c• ~.:nõ 'ou.".· • l'd • D • • • -· _ mmu t ade. eixa-se de notar que nzsmi±h;s d:i crimin:ilitladc já e,t:io er,,Jdcdo.;, C;:.J. m~i::ir cu rr.encr grau, es:es homens, que não são em- .,! •• • • • .... - • :."' • • . :·· .... !.,-·1 .. ,_ ln •• _ r ... ,i..: • .; e~ v:...:.e: s,mt-:"r· C'"cr..1. ,·os dos bicheiros. S:?ja cerno for, o fi o.1to Le,;se equvoco - que geou a curiosa distincãc cio bichei,o com') con1ravenlor e não crimi~cso _ toi o e,tabElecimcn10 de uma rclacE:, sem con llitos do bicho com ;i policia. • A deito da omisão e do ofism3, cs bi· cheiro3 ultrnp1..s1r:.,.1 hú muitc o i...1. _., "'ª sim ples contravenção, Ao epadir-ze, o jogo criou to o 3ssistn.limo. Mas. cmuo [ata!me.to t; leda boa causa: em um cuo a polit!:a, no ,,,.:_ , ria de cut. asses bastardos d: 'si. co irnm ambas para estágios mais avàn..i~• ,.. ·: ms prvstos @-egaitads..guri spj$é? guardaram 'e u: primeira iniiiéiázàé;&±z. clivar pura fins de manutenção de um ccr+a im:::,icm <le ··,e. .. : ... it .'bil;U:ide''. Dn<:_ revolucit,,::i rio qu sit. vm no começo, herdou a MÁ 1ia um ··..:t·ctib·-~ ,,o n<inra .. que ,,,.uev,:; ou~ 11 violar, E o "bicho" busca status preferencial- Nota de Esclarecimento A respeito da iruormaç:t<J vc1cu':1dt pó Imprensa, com rctaç-:io no Projeto do /s'i!!nt~ mento Rural cm dcscnvolvimmto pelr.. l!.'lnprc sa de Serviçcs Agropecuári<l.l de Mato Gro s, de Sul - AGRO5OL - na Gleba Pndroc t.. elo Brasil, mun!cipio de Nioaque, onde se fg rc!trência a ntua,:;ãu d.,_ Pastoral da Terra, I clarcCE:mos: 1 - A despeito de acontecimmros u:orrl e<-~ na área. quais sejam: incêndios provo-:; do5, sabotagcns técnlc~s nas mt-:iulru;, rctlra d:.s de plquetts de dcm1rcaçíio cb lotes, e mcmenro algum a.tricu.imos a rcrponsJbi!Jch1~ das ações a Pessocs, Comissõcs e a Instituç} es. 2 - ~ necessárlo mencionar que no long-, desse trabalho c!e Assentamento Rural, o rc't1- ci<1namento entre os funcionários da AGROSUL e membros da P::.storal da Terra que ali ~ enccntram tem sido nlisfat1rio. Ci-mpo Grande 30 de novembro de 193t VAU}Jn MIRAf,DA Il~ Bltlf'.) GIRE'IOll PRESIDENTE AGR0S1JL €RESEE AIDA MAIS I P2;SIGO DE ftRHiliUDtJ ~E· .fRfllfiS A c3da dia que passa. aumenta o pesíf de F1:nJndo de F1.,'.t.as. não Eé em J2tdirn e Guia Lop :?:; ela Laguna, maõ em t-a a regíh O ex r,refcito de Jardim. e-tá at:-,ledi. dián.amcilte, ~·::=; de J:eõnas cm teu <!":r•· tério, resolvendo prcb'ms ds cmprzge: ma nclias, assistência social e asuntos pen6entes na capital. Hoje, em Jal'dim, a nível pclítico, !'Í E~ fn la em Fernand:, de Fraitas. que até o momt:it> não ~=- posicionc:.i a 1ú-p::ilo da sitUllção (!lia::. .ceira d:i Prefeitura Municipal. Na verdade, o popular Ferr.:mdã?, está d, i:-envolvmdo intenso trabalho junt-0 às bases é sua intenção can<ildatar-se a Deput.ad:, Eslll :hd rlls próximas eleições e fazer, também, o pe feito de Jardim. • ' . Uma equipe está estruturada para Jevllr( 1 todos os mumcipios do sudoESt:e e fronteira 1 men.."llgem "de fé. de esperan;a de melhord ilias para a nossa genle, pois aqui em ncss» região. temes de tudo, pEcuária, 8gricultt1.<a u:_i dias industrias, só está faltando um pouco !113'• tl2 e-0nfiança. isto Fernando sunpn en[OC,?, 3 rua confiança no futurc e nas potencili:bii;; de rossa gente", dics um Aszascrde pernl!cl'· 9 vnros e-0multicantes com O mai• crua criJr.C: • da&e e e organizou pra exrc±la. Hoje f" t~.r•as as suas tamiíicações pelos •utmund 05 , roub:,, do ccnt:raban:!o E do tráfico de cc~~- • ·i:f' c..ntes. O ccltor de apostas na esquina e•·, nas a ponte. do lcebzrg, A parte ccul:.:, -:elllff: em crescimento. é a das' mias 1amils", dispuam territórios, uma disputa c.n fuça° ' 1 • • ·.r- de 4~ · qual tornaram-se fr.:quente;- 2, guerr~, _ ~ .ili • o~• 1 as r,Q n:elhor c,tllo do_gi!FS.~~ nos 30. • •• •• • - 13c? . Amea,.ada - ccmo a it:ilian:i -:; ~-• ci'3 cidade desagregadora t:es,;e poder uc~:.l . ,:; db, mois fortalecido. a •ociuia:le b!'ii!i!elra .~ r,11r:i <los seus poderes legitimos que não P 1cm rn;:.i!: a cirwgia t:estinada .1 cxlirpa:~l (JomAI •lci Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº713_27_11_1984 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº715_08_12_1984 Voltar para a lista de itens