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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIX_Nº1015_03_11_1990
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mU VISTA - MATO GROSSO Yp SUL, ANO I9 NO 1.015 03 DE NOVEMBRO DE I990 Yesups stqpot·±m;N e±UmYp qsesU
e:.;.:.;;.:;...~;..;.::,:::.:;,,,,;,;,;_;,;;....;.;;,;.;;..;.;......;....;;.;.. ___
ELENILSON, .CORRE_NDO.
PIRII O SUCESSO
Simples, educado,
apre com aquele jei
lo de menino, amlgo -
Bb todos, ELENILSON -
JA SILVA, o "Soró"cor
b para o sucesso. Um
atleta que despertou
em Bela Vista, corren
do pelas ruas da cida
e, passadas largas ,
ito estufado, cor
endo solto e livre ,
Yencendo distâncias ,
Jvg os olhos no futu-
• - ro. ?
Sim, Dela Vista -
*jO 5bg o seu campeão. 1, _
Quando ele passa, Bj
• gente sente um orgu LEN11so DA SILVA "SOR"
lho, "lá vai o nosso-
campeão".
Ele carrega dentro de si, um pouco
cada belavis tens e, e quando corre, pela Vis
ta inteira corre com ele. •
Desde o inicio de sua carreira, TF acom
panha os seus passos, sentimos em ELENILSON
aquela vontade firme vencendo o tempo, e pa
ta este tipo de pessoa o limite é o horizon
te. Sempre em busca do segundo que o fara -
campeão. Entendemos que Bela Vista desper_
~ tou, afinal, para o esporte. Elenilson tem
(larticipacâo efetiva neste despertar. Temos
isto dezenas de jovens correndo pelas ruas
cidade, ao lado deles, a sobra de ELENIL
N.
BB? de se destacar o trabalho que o Pre
., /feito Edson Moraes vem desenvolvendo neste
,. letor. A Prefeitura Municipal ADOTOU Eleni,!
. lon e está lhe dando todo o apoio necessá -
·í•'. io para que possa treinar e desenvolver -
,, Plenamente suas atividades. Realçamos tam -
~; ºma dedicacão de seu treinador Odilio Pa
: [redes, que procura aprimorar o estilo,forta
lecer ainda mais a vontade e planejar a sua
R/ tida de atleta.
Corre Elenilson, corre para o SUCESSO,Be
la. Vista corre com voce, e esta TRIBUNA DA
FRONTEIRA sente orgulho de ter acreditado -
?N/en seu talento e, para nos, voce não e ape-
o P<N= s NOTlCUI., voce é muito mais do que isto,
"[CE R EXEMPLO.
?CK=
-=
NN
de
PARTICIPAÇÃO DE ELENILSON EM CORRIDAS
Jl/12/89 - Distância 7.JOOm - Tempo
minutos e 40 segundos.
Dela Vista - Colocacâo 10 Lugar.
01/05/90 - Distância 10 Km- Tempo JO mi
nutos e 04 segundos.
Anastácio - MS - Colocação lo Lugar.
1)/05/90 - Distância 12 lg < Tempo J7 mi
nutos e 25 segundos.
Jardim - MS - Colocação lo Lugar
Junho/90 - Distância 05 lg na Categoria
Juvenil até 18 anos - Tempo 15 minutos
59 segundos - Colocação 1 Lugar.
Distância C= 500 metros - Colocacao 20
gar.
Corumbá - MS
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELJ VISTA-MS
DECRETO N' 084/90
01 DE NOVEMBRO GABINETE DO PREFEITO EM
Y 1990.
"TORNA SEM EFEITO O DECRETO NO 004
lg9- de 28-02-89."
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito
Municipal de Bela Vista, Estado de Ma
to Grosso do Sul, usando das atribui -
ões que lhe são conferidas e de acor
do com,o disposto em o artigo 5l, inci
so IV da Lei Orgânica Municipal
CONSIDERANDO QUE: -
A maioria doe concursados estao participan
Xv Jvb INTERESSE DE REUNIOES PEDAGOGICAS QUE
'tF:I{ CONTRIBUl.00 PARA SEU CRESCIMENTO PROFISSIO
MAL.
U DISPONIBILIDADE COM QUE SE APRESENTAM AOS
CAMADOS PARA ATIVIDADES EXTRA--cI.ASSE;
O ZELO E A DEDICAÇÃO DE TAIS PROFISSIONAIS
lo r SE REFERE AO DESEKPENUO DE SUAS ao??tO
NOVENTA E CINCO POR CENTO(95) DOS PROFESSO
RES APROVADOS NO CONCURSO PDBLICO PARA O QUADRO
bo MAc1sttR10 REALI7.ADO NOS DIAS 06 ? 09 DE NO
'9!:iaiRo DE 1987. ENCONTRAM-SE NO EXERClCIO DE SQ
AS FUNÇÕES oU REDE MUNICIPAL DE ENSINO DA PRE -
FEITURA +UNI CIP AL.
WsuUN DECRETO Ng 084/90
=á"jNJv CD < upsoUs SEM aeup p DECRETO N~ 004/.
89 ,DE 28/02/89.
2g - tu DECRETA ouBBU d ±eWps oU DATA
DE SUA PUBLICAÇÃO REVOGADAS Ut DIS
POSICOES FM CONTRARIO.
Julho/90 - Distância 05 lg na categoria -
Juvenil até 18 anos - Tempo 15 ~inutos e
20 segundos.
Brasília - DP - Colocacâo a
nal Jo Lugar.
28/07/90 - Distância 21 lg na categoria
Juvenil até 18 anos - Tempo 01 hora e 08
minutos.
Ponta Porá - MS - Colocacão 10 Lugar
23/09/90 - ~istãncia 12 Km na Categoria -
Juvenil até 18 anos - Tempo 38 minutos e
12 segundos
Campo Grande- MS - Colocação 1o Lugar.
14/10/90 - Distância 07 lg < Tempo 20 mi
nutos e 05 segundos.
Campo Grande - MS - Colocação 10 Lugar
nas categorias: Juvenil e Geral.
Voltamos " ba
ter na tccln "engato
da Vila Cohab, isto
porque, mesmo depois
das diversas reclama
2
3 coes e insistentes -
pedidos doo mor ado -
res daquele conjunto
habitacional, nenhu
ma providência foi
tomada para que seja
sanado de uma vez p/
todas o problema.Nes
ta Última quarta-fel
ra, depois da forte
chuva que caiu sobre
e a cidade, dois mora
dores da Cohab liga
lu ram para a redação -
da TP solicitando a
presença de um repôr
ter para que verifi
casse in loco o ver
dadeiro estado de ca
lamidade em que se
nível Nacio - encontra o sistema -
de esgoto da Vila on
de o mau cheiro e a
podridão a céu aber
to vêm causando trans
tornos às familias •
que ali residem.Mais
uma vez a reclamacão
de que a menos de
vinte metros do Cen
tro Comunitário da
Cohab, onde estudam
cerca de vinte crian
casem idade pré-es-
- colar e que são o
brigadas a suportar
º fedor causado pelo
20/10/~0 - Distância 14 Km - Tempo 42 minu esgoto estourado,foi
levantada, sendo que
o problema vêm de
tos.
Ponta Porá - MS - Colocacão 10 Lugar.
J*, 50,00
ESCiOTO ESTOURAD
A Vil C H
EICó
D11
Os vereadores já
estão articulando a
formacão da mesa di
retora para o biênio•
91/92. O mandato do
atual presidente,Cãs
sio Acioly, vencerá=
no próximo dia 31 de
dezembro. O acordo -
que havia entre os
integrantes da "Col!
qacão Bela Vista j)
da foi rompido com
o desligamento do ve
reador Sidney Nunes
Leite, do PDT, este
acordo previa a Pre
sidência, por um ano
para cada vereador -
da Coligação. O pri
meiro eleito foi Ca
chito, depois Cássio
agora já não há este
entendimento.
PARA
AMJIR
tem os votos dos ve
readores da Coliga=
cão - Jorge, cachi
to e Cãssio - e es
pera que Sidney cum
pra o acordo de ca
valheiro. Na verda
de, pela lógica,Pau
lo Mello será o tu=
turo Presidente da
Câmara Municipal
mas, às vezes, a po
lítica não tem lógI
ca - e até mesmo im
Estão postulando: previsivel,e seguin
a presidência os ve- do esta linha, pode
readores Paulo Mel- rã até surgir novas
lo, do PSDB, e Ro- opções, ou até.mes
ney Moraes Simões,do mo,·a eleição de Ro
PTB. Paulo conta com ney Moraes Simões-;
os votos da bancada- pois, segundo um
do PMDB - Peninha,Ka dos integrantes da
life, Marcos Barbosa corrente que apoia
e Sidney. Roney tem Paulo Mello, temos-
VERI:ADOR PAIILO lB=mp
lonqa data e apesar
Xv4 insistentes zb?
didos às autor ida -
Xbj municipais, "5?
v gvgbj5v nenhuma "
titude foi toada.
Com isso verifi
camos que alquma -
coisa está errada ,
pois dias atrás "
Prcoldente da Anco
ciacáo de Noradorcn
da Vila Cohab,Scnho
ra Rosana, nos di
se que a Prefeitura
.Municipal já havia
solucionado o pro -
blema e que tudo es
tava dentro da nor
malidade, esta sema
na as reclamacóes Q
chegam à nossa reda
cão de maneira in -
sistentes e com o pg_
dido de que quem
quiser ver com os
próprios olhos é nó
fazer Gg" visita a
Cohab. Consertar -
um esgoto estragado
não é um trabalho -
dos mais dificulto
sos, basta querer,
por isso voltamos a
pedir ao Sr. Prefei
to Edson Moraes que
determine ao setor
competente as provi
dências cabiveis,to
da a comunidade da
Vila Cohab agradece
antecipadamente.
COM.ENTANTO/NANCY
PÁGINA - 08
ESA MIEI
±sUYps spoÀ HORAES tett
um vereador que gos
ta de surpreender (G"j
do se trata de uma e
leicão.Enfim, quando
tudo parece que estã
definido, nada está
acertado e fica aque
la sensacão de"déja
vu", de algo que já
aconteceu.
OPINIÍO/DE
VEJA MATÉRIA COMPLETA NA PAGINA - 03
TE
r:Nro ··; o·,
<<<<;;
1,.
C 1. /1 H :: L n m o i p
O C.o Clínico @o i!ospita! São Vicen
te d• J•.,ulo, VL'III ? público CLclarcc,ir que
seus «c. ?*v4 não ão remunerados pela De
neficên 'a Hospitalar de Bela Vista para
prrü'-vdo de serviços cm planLÕco para a
tend;,,., nt.o ck Pronto·socorro.,
O .~~um como colaboraciio permanecendo
de ,,c•bi-••avi:.;o por pcríodou de 24 horai; cm
escala ré-estabelecida e de conhecimento
qe1 a!. •
sim, no dia cm que estiver escalado
cor•, n,étlico de sobreaviso, o profissional
fia ? disposição do Hospital por 24 ho -
ru,,, O!J t,,nclo nemprc ao alcance não neces
sariamente nas dcpcndãncias do Hospital ,
mas em local de conhecimento do Hospital.
o!icita a compreensão da população pe
las dificuldades que o serviço atravessa,
tendo cm vista o atendimento atual estar
sendo realizado em 03 locais diferentes,
pelas obras de reforma do prédio do Hosp_i
tal São Vicente de Paula.
Enfatiza que o atendimento no Hospital
pelo m~dico de sobreaviso seri apenas pa
ra os casos de urg6ncia.
Para as consultas normais deverão ser
procurados os Postos de Saúde nos horiri
os de atendimento dos mesmos.
Bela Vista, 29 de Outubro de 1.990.
Dr. Carlos Alberto Ocáriz
Diretor Clínico
-
PROl'OÇÕCS
Promoções na cida
de, foram muito agi
tadao ncote final de
semana pp. Dia 27/10
segundo avaliações
de virios segmentos
da sociedade, acida
de ainda não compor=
ta mais de um& rromo
cão no mesmo dia. De
veria haver acordo -
entre os Clubes, pro
dutores de modas etc..
Então a moçada deci
dir ficar em lonchone
tes,
Parar de
-e
);
at?e'
:·a-r.
,s.
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({JJ]JíJ,!Jjf,riJC!Jl}J,r1 para
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<&CffJOOTfílí1JJ,fl(JJJI'
dfreeiro é como
po o relógio
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tempo.
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f:xl'Fl> l EITTE
JCRHAL. TRILUA DA FRONTEIRA
(Fundado ea 20/02/1972-Fundador lVAU)() PEREIRA
DIRETORA ALINISTRATIVA: MrLa Estela Velasquez Pereira
DlRln'OR-REIJITOR-Clfil'E: lvnldo Pcrelrn
GEREN'ffi: Cl l:.on Silvo Soutos
Rh'l'OR'.I:ACf:NS: Ubnldlno Rodrigues
i;arICIAS: Abl.n, Plana, A.E, A!jêncla B~ontlin, Correspondente (!t:I
Capo Grande, Brasilia, Sao P.:mlo e Rio de Janeiro.
S!CJRSAlS: Antonio João, J.inlta, Bonito, Porto Murtinho, Cara
col e H..,racnJu.
SUCURSAL. EM CAMPO CRANDE: Rua 2 de lj;osto n!!2.17g
FONE: (06 7) 384-6977.
RF.IJACÃO , ~lNISTIIAÇÃO E PARQllli GRÁFICO: (sede próprio) Av.
Irlbull.'.lda Frontclrn, 564 - CALa Postal-23-Fone: (067)439-1410.
l'ROP1nmADF. DA REDE ObüVISTllNSE DE JORNAIS I."lllA.
CCC.tlf !5.5D.203/000!59
INSClHÇÃO F.STADUAI.: 78.219.0003·3
FH.lAOO Ã IDJORI (HS) F. ABRA.JORl
l . •
Jtcpre:;cnt..:mtc )."lra todo o território nacional: 'I.ÃnUU VElart.oS
v*N CO'lt!lllCACÃO - Rua 07 de Abri 1 282 - 5!! ,mdnr.
;-mm: (011) 255-2579 e 255-3499.
ASSlNAnlRA DllHESIRAL : b*4 2.000,00
outros cm casa.
L A Ç O
Festa do Laço cm
Aquidauana-MS., o g~
rotinho Thiago Cuia
bano mostrou mais u
ma vez que é bom no
LAÇO. Tirou o lQ lu
gar na Categoria Mi
rin. A ele o nosso
mui to obrigado. "Vo··
cê faz a festa de
nossa cidadf,".
FEIRA DE CENCIAS
llessandra Balbue
na, 15 anos, estudan
te da 60 série do 1
Grau da Escola Dr.
Joaquim Murtinho, es
tará viajando no diã
05/11, para são Pau
lo, Capital, onde u
sufruirá com todon
cs direitos a clcssi
ficação dos traba
los obre Feira de
Ciências que fora rea
lizada em Camo Cran
de-MS., " nível Xb
Estado, hoe à nível
Naciona! sob a reali
zação àa :undação Ro
berto Marinho. A eI
um especial obrigado
e muito carinho des
te colunista.
PRHiAVERA/90
Dia 26/10/90, sex
ta-feira foi eleita
a lirda garota Eleni
oliveira Escaleno,
sustentando o titulo
de Rainha da Primave
ra/90, produção aã
Escola Estadua! d~
lo grau Vera Guima -
rães .!.oure iro. ~:ui ta
gente gostaria de as
sistir ao conczso,
mas, era reservado
somente aos alu1os
da Escola e convida
dos, e este colunis
ta participou do COE
pode jurados.
.'N_:VERSAhlOU
hfeçaã a
Aniversariou no
dia 29/10, Catiane
~
onçalves Dertola:i,
parabéns pelos seus
três aninhos, estava
agitado com mui os
balõen, doces e um
lindo bolo. Este co
lunista marcou pre -
soncn.
M!SS E M!STER FRON -
TERA/90
$e Concurso de
M!SS E M!STER FRON -
TEIRMA/90, será reali
zado nas dcpendênci=
as do Ginásio de Es
portes no dia 24/11,
serão selecionados
para a grande final
a nível de Fronteira
MS., no Mês de dezer
bro/90, com partici
pação de virios Muni
cipios. -
J !. ! K
l partir desta e
dição estaremos di -
vulgando as dicas do
evento, como seri: a
sua participação, ma
is os requisitos do
concurso.
o p u U
Os Clubes da city,
segundo informações
verbais, não mais au
torizari realizações
de desfJ.les ou con -
cursos, devido a fal
ta de responsabilidã
de de certos produtõ
res de eventos, re =
sultando em pre:uí -
zos materiais aos
clubes. Tudo nem, a
companharemos a idé
ia.
GINÃS!O DE ESPORTES
Queremos lembrar
aos leitores que: os
grandes concursos de
beleza e competições
são realizados nos
Ginásios de Esportes
la temos torcidas or
ganizadas, folias, a
legria e amplo espa
co físico, evitando
até mesmo confusões.
DOMINGO
io dia 04/11/90 ,
is 13:00 horas, seri
realizado campeonato
da Liga Esportiva Pa
raguaia, na cidade -
Bella Vista-Norte co
mo titulo "enfoque
esportivo", 1 5ogo:
!ndependente x Õbre
ro, 20 jogo: Cassino
» 21 de setembro.
ESPORTE
Estão questionan-
do: Porque o por b
no r,nraguai ('"til crc_l'l
ccrÍdo e dando certo?
!tendendo vtlrio0 pc
didoc <los caportic -
tao da cidade, elos
estio apelando mesmo
com razüo. Só para
terem uma id6ia: Eio
os Clubeo que temos:
Grêmio, MBB, Náuti
co Esporte clube, Ca
ça e Pesca, Baixada
Fluminense, Palmeiri
nhas, Sessenta EspoE
te Clube, entre ou -
tros. U afirmação de
pessoas responsiveis
é o seguinte: a fal
ta de união entre os
próprios esportistas
falta de incentivos,
coordenação da pró -
pria Liga Esportiva,
Secretaria de Espor
tes e Cultura Munici
pal e Estadual. -
O esporte na cida
de esti se afogando,
estamos pedindo so -
corro!
!.ANCHONETES
Disney Lanches, é
a mais nova !anchone
te inaugurada no més
de outubro/90, lá na
Rua 3arão do Ladáric
Fui c?nierir, li es
ti reservado um am -
biente especial para
quem quer ter uma
conversa esperta! As
toalhas deram o lugar
de destaques e com
piqué~ linho, algo -
dão ou até mesmo com
rendas, dS cores ver
melhas, brancas, ver
de claro, pastéis -
são os tons de des -
contração e sendo
substituídos diaria
mente.
"Pàrabéns!
nos trinques".
Esti
BARAO
!.anchonete Barão,
também não fica para
tras, foi uma das
primeiras lanchone
tesa sofisticar a
movimentada rua Ba -
rão do ladirio, aos
proprietários aquela
consideração.
CONVITE
Convites de forma
turas, estão de vento
tos Jg _poupa.
: Mas deu para re
gstrar que patro
ns, paraninfos,etc.
=ao intitulados para
7erecer apoio finan
ce1ro ou político,-
deixando Xb b4J"j5
io os verdadeiro4
ducdor. ±sa re
gir;Lratla. Uv; fv=
dos gbG4 parabéns
rá que você eéç,
con trolando as fre
quências e édia.
REUNil,o
Reunião realiza
da, vitória "Jb*5
da.
são os votos X
to colunista aos j
vens amigos recent
mente eleitos, Y*=
Flivio Derzi e i*
Alberto Rondon, De
tados Federai:; e
taduais respectir~
mente.
Será o inícío 4
uma nova história l
política moderna z =
* a sociedade 4GB
togrosense, e Bcl,
VIsta conseguiu rtj •
nir vários trabaib» '
dores er.i Educaçao •
ra ouvir e disct <
propostas e projet -
com os mesmos. e
Graças ao Coruj
e este colunista
que querem maior 4
tenção para o sete
educacional da n:is
sa cidade. st
Es ti registrad, : 1:.
e "aguardamos os ::-. ;
bres Deputados par .:, e
uma confraterniza n"
çao.
ALGUNS
CONTRA
- Não beberás,po
que o alcogl f
prejudica flsica,
mental, moral: e
piri tual, social
e economicamente,
- Não beberás,PP
que o_álcool e"5
ce açao nociva •
bre todos os apll.
relhos de que
formado o corpo
humano. . :i
- Não beberãsrP
que o álcool a%
ca o coração, q
duzindo molés
t
ia
cardíacas •.
0
- Não beberas,P _
que o álcool "1
ca o fígado e
rins. . p:1
- Não bebera
s
,.
1 at»
que o ãlcoo
ca fortemente ':,
rv
oso• -,,_
sistema nel o g =%S
- No bebera°;
que o ilcool _ li
nui a inteligenc
LINHAS PARA:
~ -==:===--==--
os
VIACÀO CRUZBIRO DO SUL .
SBGURANCA :. TRANQlJILIDADR - CONFORTO
Maus Pã ÉTCIRS$
BELA VISTA,. PORTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO JOÀO, PONTA
PORA, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJÚ, AQUIDAU
ANA. CORUilBÀ. NIOAQUE, BODOQUENA, SIDROLÀNDIA E CMIPO
"GRANDE.
1
IA.JE IM, 1áJE COM
A CRUZEIRO DO' SUL. _
'rRinUIJA DA PH01'1'1'F:I RA mU VISTA - nUup Wsptt m N/$= < A2 Y ov]bg?*v Y 1990
?G
Dívidas de . Empresárips com o Banco do Brasil
Está nulto certo a nlta
dlreçno do Banco do Bra -
si 1, e quem deve ao . banco
tem que pagar. Nada mais
l:. Justo, Seja empresárió ,
produtor rural, pessoa ·ff
slcn, jurídic:a, enfim
... quem deve ao banco têm a
stz:,/obrigação e o dever de pa
: $ar.
N; 4I que há dh•idns
''dfridns".
No caso dos empresá -
rios que contraíram dívi
das durante o Plano Cru -
zado, quando se prometia
"lnflaçiio zero", depo
is foi aquele sufoco, ju-
ros de 2:t passaram para
10%, 50% e até 80% ao
ês, estes, até hoje en -
contram-se sufocados pe -
lo BANCO DO BRASIL.
Há casos de empresári
os que passaram UM ANO
solicitando renegocia -
?à<O}=; do e o BB alegava um mo
s.] tivo ou outro. Ora era o
e;: avalista, depois o patri
eo;;.: oÔnio, depois a falta de
., ua indexador, e a no·e-
la se alongava. Acontece
que chegou o momento (pn
•D~ ra o banco), que a situa
A ."v precisava se normali
t: zar, e o BB, através de
::-- ~uita prcssiio (cobrar ava
listas, executar) tomar a
casa, o prédio, etc) reno
ociar estes débitos. Do
jeito que queria, era as-
5inar ou morrer. Coisa de
!&_lota.
Pois bem, enquanto o
Co,·erno está RENEGOCIANDO
±±±
·r.9
.à
-,,
%
-,e-·
.i
+%%
ai
a divida externa do jei
to que quer, " pagaremos
de acordo com a nossa ca
pacidade", "devo, nã
nego, pago quando e qunn
to puder". -
Os contratos renego -
ciados dos devedores, cu
jas d!ddas são oriundas
do Plano Cruzado, nno es
tão seguindo a filosofiã
do Governo, o Banco do
Brasil está SUFOCANDO
estes empresários.
E o mais paradoxal, o
Governo quer acabar com
a indexação, e o BB é o
maior defensor da mesma,
pelo menos nos contratos
renegociados.
SÓ para se ter uma i
déia, uma impressora fi
nanciada pelo BD, custa
va na época Cr$ 200.000,
00 o financiamento hoje
está em Cr$ 8.000,000,00
na ,·erdade esta impreso
ra custa no mercado- Ho-
JE Cr$ 2.000,000,00.
Quer dizer, o BD fi -
nancioU uma mâquina cu -
jos custos (juros, corre
cão, taxas, etc). HOje
daria para comprar 4, é
isto mesmo, Quatro Máqu_!.
nas.
Financiamos uma e es
tamos pagando quatro.
Isto se chama incenti
"O ã produção? Não, pari
nós existe um nome mais
apropriado, ROUBO. € is
to mesmo, é ROUBO.
Se o banco quer rece
ber a sua conta, aja com
CORREÇÃO, .JUSTIÇA uep <
.NESTIDADE, de acordo com
a su11 trndição.
O Governo Collor quer
MORALIZAR, MODERNIZAR
quer eficiência dos em -
presários, quer que os
mesmos caminhem com os
próprios pés, tudo bem,
mas, por que, não REVI -
SAR estes contratos e a
cabar com este ROUBO OFI
CIAL? Por que não tratar
a dívida interna como es
tão tratando a divina ex
terna?
A este respeito um
fato merece ser lembra -
do.
Quando o Governo deu
anistia aos devedores cu
jos débitos foram con
traídos durante o Plano
Cruzado, o Banco do Bra
sil, em Bela Vista, não
anistiou sequer um em
presário. No entender do
banco "todos estavam em
condições de quitarem os
seus débitos".
O DAHERINDUS, na épo
ca, e a CAIXA ECONOMICA
FEDERAL, não deram anis
tio, mas chamaram estes
devedores para uma NEGO
CIAÇÃO. Deram descontos,
compatíveis·com a situa
ção, para os que quita -
ramos débitos; e parce
laram cm condições JUS -
TAS os que não podiam li
quida-los de uma só vez.
Resultado, RECEBERAM TO
DOS OS D€BITOS. Nào há
nada pendente nestes ban
Custeio Custoso,
g amigo do ,·ernáculo,
do portugues castiço, ,·ai
entender pelo título des
te Editorial que o finan
iasento para a agricultu
ta está muito caro, estra
hhando apenas a ênfase dã
tepettcão. E pensará cer
to!
No entanto o agricul -
tor sofrido, talvez não
~e censure por ter batiza
do o escrito com a denoi
ação mais completa e re
al de "Custeio Custoso
Custoso". Assim, dando a
custoso o sentido também
de demorado, estnrei cer
tíssimo .. :
O financiamento, nlêm
de oneroso é demorado. É
Custoso porque custa caro
te custoso porque demora
uito. Se tempo é dinhei
ro, aquilo que tarda não
detxa de ter preço eleva
do,
. Nà:o se tem feito, . nos
ltios meses, outra coi-
8a -
d que nao seja reclamar
" f1nane1aentos asrfcg
s nas entidades de elas
b; e rodas de produto -
?es rurais, junto aos Ban
os, Secretairas e Minis
;•rios ou mesmo pelas te
i:"isões, rádios e jorna-
• Fala-se, brada-se ?
t!ta-se, esbraveja-se ,
eclaando-se dos acessõ
toa
d extorsivos cobrados
,1"" !cautos. A asrteu1tu
_"} suporta Pagar Ju -
8
montados a cavalo
orrecão monetária
Plantar e quebrar.
cos no que se refere as
dívidas do Plano Cruza-
• do, O llll não, - estava
com uma pequena margem
de lucros, pressões e
mais presnÕes, GRANDES
f:ttl'lll(SÃRIOS a= rm.rncos
que deixaram o BB naque
la situação, ontào, ~
negócio era arrocuar os
pequenos e midins. N3do
de anistia. E para pa -
gar os débitos, o des -
conto era uma piada. Pa
ra o JlB era melhor, mui
to melhor, esperar, dei
xar a situação como es
tava e depois usar a
Lei. A pressão, a amea
ca, e os pequenos e me
dias empresários estiio
até hoje com a corda no
pescoço. Querem pagar
pois o pequeno empresá
rio não dá calote, nem
abre concordata,
querem JUSTIÇA.
Nós não vamos esque
cer isto. E não vamos
nos calar. Esta injusti
ca sera cobrada, hoje ,
amanhã e sempre, até o
DOM SENSO e a !IONESTrDA
DE passe a ser regra de
conduta.
O presidente Collor
nao quer que se denun -
cie os ABUSOS?
A! está, meu Presi -
dente uma DENUNCIA.
Em tempo: Em muitos
casos, estas dívidas já
foram pagas e muito bem
pagas.
Custoso!
mas
VBC, quer dizer" Vai pessoas inteligentes, co- Do lado dos estabeleci
bater a Cara" e, cliente mo sÕ.o as da área econômi mentas de cre"dito, ma -
do BB, um "Baita Bobo'' . ca do go,·erno, não enten= is forte do que a ambi-
Isso porque 97., corri dam isso? ção, existe desconfian-
gidos, já são para agia= - Será preciso ver a ça, o receio de não re
ta nenhum deixar de pe - quebradeira que se avizi- ceber, a vontade de ver
gar no grito. SÓ que, cs nha, para assustar? quitado, primeiro, o
ses juros, são como aqué - Será necessário o contrato anterior. E a-
la mercadoria posta de lhar os celeiros vazios cima de tudo, por parte
chamariz em liquidação : de um futuro próximo, pa- do governo, o desejo
quando o freguês chega ra compreender? sincero, mas fanático ,
para fechar o negócio - O que pode ser ine.x- inflexí,·el, de acabar
"jô acabou ...
11
plicã·cl para uns, é que, com a inflação. Não é
E os juros agora, co- mesmo com acessórios tão preciso ser adivinho pa
mo o gado, também depen- grandes, ainda tem gente ra saber e dizer que
dem do "pedigree". Se é querendo os finnnciamen - se não se encontrar um
originário do dinheiro tos e reclamando da sua meio de mudar essa tris
de caderneta verde, é me demora. O que pode ser in te situaçiio, de quebrar
nor; se do Tesouro, mais compreensí,·el para ou - o terrÍ·el círculo ,•i -
caro. Lembrando ainda da tros, e que, um capital cioso, ,·ai faltar ali -
qü@eles chamados juros do tão bem remunerado, não mente para o po·o. Nós
crédito complementar , seja logo posto no merca- que aplaudimos o plano
que não tendo "pedigree" .do, com contratos lavra - do governo, que ncredi
não têm também, vergonha dos e bem ligeirinhos. tamos na seriedade da -
na cara... - Para as duas d~vi - queles que estiio ~omba-
Na realidade, os ju - das, respostas certas e tendo e vencendo a in -
ros, feita a média, são prontos: Do lado do produ flação, esse monstro
mui to mais nl tos. podcn- tor rural. existe aquela e que a tudo devorava, e
do chegar a 307 além da terna esperanca de que que conhecemos a erda
corrcçâo. Assim: No ano que vem sem me - d eira situação do agri-
- Como é. possível gn- lhor". De resto, trata-se cultor, temos moral pa
nhar dinheiro pagando cs de sua prof_issão, e o que ra expor e pedir solu -
se Ônus tremendo? - ele sabe fazer e por isso cão pnra o problema. A-
- Como e .possível pro ela planta, (Não tem gen- creditamos na regra
duzir a.limcntos bara = te que teima cm recons - ma.s sabemos que toda re
tos para a populacão, en truir seu casa pegada a gr~ tem excecâo. Fechar
frentando esses custos um vulcão?). E alê de as tornci.r.as, cn.rugar o
excessivos?· tudo, o agricultor está m~io circulante, saber
- Como é possível fi- endividado e qualquer ace resistir a 'pedidos, mcs.
car espera·ndo os finan - no lhe ê simpático. Coo o que is!stentes, ai
cimucntos, que não che - o Jogador inveterado, pe- zer não, não e outra
am nunca, fazendo tudo ga dinheiro emprestado., vez, não; tudo isso faz
fora de hora, contrarian vende o que tem, hipoteca parte da regra. A exce
do as leis imperiosas da' a vida, empenha a alma cio que precisa ser con
natureza? para tentar a irada sai- siderada é quando se
- Como é possível que deira, do tudo ou nada. pensa na fo·me.
PEDRO PEDREI
1
vocP. SADIA? 1
'
Que um vereador n11 cldndt! de Anton.i.o .J, :.... ., •• 0
ganhando mais de Cr$ 80.000,00 por mês? tao a
bla? Entiio flquc sabendo. Quer cl-fzcr, e O ·'" L XBB*
mlnl.Jnos.
SÓ uma perguntinha:
- Não é muito não?
CONYII!MANDO
E o deputado Henrique toraes Dedé confiro es
ta semana: nera mesmo candidato a pref<'ito Je no=
nIto nas próximas eleições. Falando em Dedc, o
que ele esta recebendo de reclamaçoes a respetio
de ateodlm.cnto médico em Bonito chega a turpreen
dcr. O que é que está ocorrendo naquela cidddt! no
tocante a atendimento médico?
Negligência, erros médicos, enfim, o po,·o c«t>Í
preocupado.
FALANDO EM MÉDICOS
Denúncias pesadas contra médicos em São Paulo
foram veiculadas pela TV, mercantillmno X" pesoda .
TF publica nesta edição um artigo transcrito da
revista Veja a respeito dos médicos. Leia •• A Do
ença dos Médicos". € para meditar. Ainda b<!c qu':
em Bela Vista não acontece estas coú,:as, não e
mesmo?
REMANEJAMENTO NO BANCO DO BRASIL
E a dircç.âo do BB está remanejando os functons
rios, o gerente Castil.hos será transferido, aGsu
mirã um novo gerente semana que vem. Também o sub
gerente Edson mudará de posto, e furxiooiirios que
estiio cm Bela Vista hii mais de 15 anos tambe~ se
rao transferidos. Mudança global nos quadro.
MAS, A MUDANÇA MF.LUOR
O problema do 11.anco do Brasil nao é mudar os
(uncionários, não é aí que está o erro. O err~ eE
tá na estratégia do banco. F..le deixou de ter o
banco da produção, que incenti'·m·a a lnvoura, o
comércio, a indÚstrú, deixou de ser aquele BANCO
que, realJDente, representava o BRASIL. Se o BB es
tava dando prejuizos, ou pequena m.argei: cic t,1 -
cros, ACREDITEM, a culpa foi (e é) de culLo; polí
ticos e de proprios diretores com internos
BANCOS particulares. Entendeu?
E disses que di«ses não levam a nada, ou +a
lhor, levam sim, "espirito de dedo no gat'Lho con
tra o bnnco e ice-versa", • -
A cota de sacrifícios que o País exige, é PARA
upYpt; tamben para os bancarias. sobre.tudo • os
bancari.os do llanco do Brasil, tidos e ha,-:ídos
o "BEM PAGOS". co-
Não somos contra pagar bem a tml' fuccton:irio e-l
ficiente. O que e preciso, e urgente - ,,,,
sionar 1:odo este Plano no tocante as dlLdss ori
undas do Plano Cruzado.
Esta certo que o passado ? o passado. ll:.lJ
BD nao vai querer a quebra de erpresas, no
falta as ereneta, vG de efieteta,_a= " %
pa ecl..a_do_próprio_anco, que não sou±
nistrar :_financiamento. coaccdidos. adr
Agora não é hora de ar o;-!'
sim de ACERTO. • 'unes
ASSUSTADOR
Segundo um cliente do Mnco do Brasii. u nm·o
gerente que está para chegar. ,.e..:tl com x:..:.co-12.nd.a -
tÕes de ag1-r com o máximo rigor na cobrnc+ d dé
bitos_pendentes. Disse este cliente que o ne;ócio
sera nao pagou, execução".
NÃO€ O CAMINilO
Não acreditamos que a direção do Banco do Sra
sil vá toar tal atitude, o negócio do banco ? re
ceber, não interessa ao BB ficar co casas, terre
nos, fazendas, empresas. etc. E' têm uma coí.sa, ã
imagem do banco j,Í não é lá fm:orá'<"e.1, se iniciar
a "campanha" que este cliente falou. 't'ai ficar p:i.
or. E tem mais uma coisa, JUSTIÇA "ainda" existe
para resolver casos "confusos''• e tem muitos dê.bi
t:os "confusos" no banco. -
tua=t VpUupt
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CONFECÇOEES
l·lOD/ MISCULINI
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R. DUQUE DE
BELA VISTA
odas
Mfil FLORIANO PEIXOTO
Bela Vista 1,õ
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COMf:RCIO E REPRESENTAÇÃO DE GAZ~CARACOL/MS
CARACOL -M
!:':LRl GR/f! /: ;;1éJ*;) ]v4; C, s.. .!.i.< 5 PCNO
Carta:zc,Cartões,Convites,I cl -t
P"<Càg?*b"jJ)j&"4<5)(Gb5" <
W;;J&"OO<iN ; CjJ=G B" NO<$$X jJNN= r CC b< WNC
v Bvzb4<W?<; ]b )vJ<?)B BWOj;)O= ) oi:
*vB&)j&)BNC<Ci
1
vJjj;J b ===
!,C'I'H!"!"Il-CO:~: P!.acn::;-Pr1iné·ir.;-:~J -
??4<pG5<pvv< $/?BNNGNN) bN aPC)hG?
X)B$i=
P;N"UPNS Y CNAS E PPÍD OS
DESF'ILf.S
io;:o;os
DECOMÇOES
CJRIMEOS E -~!:!O:,DUC-1Çô;::s
P.EClDO:_FONE:439-1~!0
8c Publicidade
CONFECÇÕES* DRINQUEDOS 7
== ;=p ü MIUDEZAS EM GERAL
.. "S!1.I U=N= ESCOLAR
YN/NNONON r:ODORA _ CÃNDIA _ YB JGü
")v vila Nova
R. JOÃO MANOEL RODR:::GCTES,S/
•,l1:: .;:,~A!• ;.,_;.; ,.~N!!;;l-0.':/ ·
<T7 op$
• REVISTAS - JORNA!S - CARTÕES MIUDEZAS
BR:;:NQUEDOS El1 GERAL
~ ANEXO ELE~RÔN!CA
ANA !.OC:::A CRUZ DA S!.!.VÀ
RUA BARÃO DO LADÃRIO,l.686
BELA VISTA - MS
CEP:79.260
* FOTO 3/ F na !IOPJ 7 REPOR'.:'AGEM zvQvcs?f=
'"!UA C!'.NDIDO MAR:::M:o,:. '277 FOtlE: 439-1146
ü1>R/S%% REPORTAGEM FOTOGRÃF.TCA PARA UB)O
ü?ü VERSÃR:::os, ::lA?:IZADOS' ":':'C ...
I FOTOS - REVE:..AÇÃO DE FILMES
EMOLDURA';Õf'ê. - CARIMBOS
POSTERS - PINTURAS EM TELAS
FO~O:- J/( e 5/7 - QUADROS
DE AI..TAIR MARQUES
P. BAPAO DO !.A.DARIO
" PARA VOCE QUE GOSTA DE TOMAR UMA CERVE
JINHA GELADA ACOMPANHADA DE UM DELICIO E
ESPERTO LANCHE,SURGIU A MAIS NOVA LANCHO
NETE DA CIDADE PARA MELHOR LHE SERVIR.
PAST
==
C<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<ü<<< < == <
ipsoUm TRIBUA DA aqpouesU DELA ±ISTA - nUup GROSSO Yp SUL -
Prefeitura Municipal
de Bela Vista-MS
EDITAL DE CON'!'RIDUIÇIO E MELHORIA NO 010/
90
A Prefeitura Municipal de Bela Vista ,
Estado de Mato Grosso do Sul, torna pfibli
co aos interessados que efetuará o lança -
menta e cobrança da contribuição de melho
ria, sobre os proprietários de imóveis, do
domínio privado, situado nas áreas direta
mente beneficiadas pelas obras de pavimen
tação, nos termos do Decreto-Lei no'195 /
67, de 24.02.67.
1- DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DIRETAMENTE BENE
FICIADAS: '
- Rua Alcebiades Bobadilha da Cunha: entre
ruas Duque de Caxias e Visconde de Taunay.
- Rua Cândido Mariano: entre ruas Tiraden
tes e Visconde de Taunay.
- Rua Santo Afonso: entre ruas Duque de Ca
xias e Visconde Taunay. -
- Rua Duque de Caxias: entre ruas Darão do
Ladário e Alcebíades Dobadilha da Cunha.
- Rua são Geraldo: entre ruas Barão do La
dário e Alcebiades Bobadilha da Cunha.
- Rua São Clemente: entre ruas Barão do La
dário e Santo Afonso. -
- Rua Almirante Barroso: entre ruas Barão
do Ladário e Alcebiades Bobadilha da Cu
nha.
- Rua Tiradentes: entre ruas Barão do Lad~
rio e Cândido Mariano.
- Avenida Tribuna da Fronteira: entre ruas
Barão do Ladârio e Cândido Mariano.
- Rua Visconde de Taunay: entre ruas Barão
do Ladário e Cândido Mariano.
ee < ORÇAMENTO TOTAL:
O custo total contratado é de: Cr$ 31.1
43.046,00 (trinta e um milhões, cento qua
renta e três mil e quarenta e seis cruzei
ros)
EDITAL DE CONTRIBUIÇÃO E MELHORIA NO 010 /
DA
Que será ressarcida pela contribuição
de melhoria.
O custo dos materiais fornecidos pela
prefeitura e seus equipamentos, assim como
a execução das guias e sargetas, serão ab
sorvidas pela prefeitura.
III- VALOR DO RATEIO ENTRE OS IMÓVEIS BE
': Ermos POR ETRODE TESTÃDnÊOSEGUI
}N
Cr$ 8.195,53/metro de testada.
OBSERVAÇÃO: Para os terrenos de esquina
sera considerado o total da testada do me
nor lado mais 50% (cinquenta por cento) da
testada do lado.
Iv - os proprietários de imóveis situados
nas zonas beneficiadas, terão o prazo de
l5 (quinze) dias a contar da data de publi
ação do presente edital, para a impugna -
ão de qualquer dos elementos dele constar
te, cabendo ao impugnante o onus da prova.
V- A contribuição de melhoria será lança
da em BTN - Bônus do Tesouro Nacional, ten
do por base a BTN de setembro de 1.990 ,
Para pagamento à vista ou em até 12 (doze)
Parcelas mensais.
VI - Para pagamento à vista, desconto
F
A (quarenta por cento).
ee < Para pagamento em 06 (seis)
desconto de 20% (vinte por cento)
Parcela, para pagamento até o dia
Vencimento.
VIII - Pará pagamento em 12 (doze) meses ,
desconto de 10% (dez por cento) em cada
Parcela, para pagamento até o dia de seu
Vencimento.
dado, sem ônus a Municipalidade.
Art 39 - a doação tornar-se-à nula, b
dentro do prazo de o1 (um) ano, no for
dado inicio a obra de que trata o artigo
20 desta Lei.
Parágrafo Onico - O imóvel objeto desta
Lei, não poderá ser transferido à ter -
ceiros, nem responder por qualquer débi
to da Samaasd.
Art 40 - as despesas com documentação
ficará por conta da sociedade.
Pará@raro 0nico - E caso 4e eincão aaL"E!"?2 " ':"I
Samaasd, ou de mau uso de conservação ,
o imóvel regressará ao município de Bela
Vista, sem que haja qualquer indeniza
cão.
Art 50 - esta Lei entrará em vigor na da
ta de sua publicação, revogadas as disp~
sições em contrário.
LEI MUNICIPAL NO 900/90 - GABINETE DO
PREFEITO EM 22 DE OUTUBRO DE 1.990
"DECLARA DE UTILIDADE POBLICA MUNICI
PALA RÁDIO BELA VISTA - RBV" -
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu 'r.-----------------------,,i
nicipal de Bela Vista, Estado de MatÕ
Grosso do Sul, faço saber que a Câmara
Municipal aprovou e eu sanciono a seguin
te Lei: · -
Art 10 - fica declarada de utilidade pfi
bl'ica municipal a Rádio Bela Vista - RBV
com sede à rua Coronel Camisão, no 621
nesta cidade, inscrita no C.G.C/MF no o-
3.202.116/0001 - 00, fundada em 10 de ju
nho de 1.982.
Art 20 - as despesas decorrentes com a
execução desta Lei, correrão por conta
do areamento próprio.
Art 30 - esta Lei entra em vigor na data
de sua publicação, revogadas as disposi
çoes em contrario.
DECRETO NO 78/90 - GABINETE DO PREFEITO
EM 22 DE OUTUBRO DE 1990.
de
meses ,
em cada
de seu
• RI_MUNICIPAL N 899/90- GABINETE DO PRE-
àb*v o 22 E OUTUBR DEI.SS
,,' DISPOE SOBRE A DOAÇÃO DE IMOVEL A SA
-ASD, E D OUTRAS PROVIDENCIAS".
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato
Grosso do Sul, usando das atribuições
que lhe são conferidas e de acõrdo com o
disposto do Artido 68 s ao da Lei no 88-
6/90 de ;pt de Abril de 1. 990 e Artigo 43
da Lei Federal no 4.320/64.
DECRETA:
Art lO - nos termos da Lei Municipal no
894/90, artigo 10 fica aberto um crédito
Adicional Suplementar no Valor de Cr$ 2-
58.000,00 (duzentos cincoenta e oito mil
cruzeiros) a ser designado nas seguintes
Dotações Orçamentarias.
02.00 - EXECUTIVO
02.08 - SECRETARIA DE VIAÇÃO E OBRAS
SERVIÇOS PUBLICOS
10573161.12 - Construções de casas popu
lares.
4.1.1.0- Obras e Instalações.. 25.000,00
16885342.17 - Man. dos Serv. da Sec.
3.1L3.0 - Material de Cons 233.000,00
SOMA 258. 000, 00
Art 2 - para cobertura do crédito suple
mentar aberto no artigo anterior serão
utilizados os recursos provenientes do
.provavel Excesso de Arrecadação conforme
cálculo_efetuado de acordo com o Artigo
43 paragrafo 10, item II da Lei Federal
4.320/64.
Art 39 - este decreto entrará em vigor
na data de sua publicação revogadas as
disposições em contrário.
DECRETO NO 079/90 - GABINETE DO PREFEITO
.EM: 24 DE OUTUBRO DE 1.990
Edson Medeiros de Morais, Prefeito Muni
Pal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso
O Sul, faço saber que a Câmara Municipal a DECRETA:
tovou e eu sanciono a seguinte Lei: Art 10 - fica o serviço autõnomo de água
lo - fica o executivo municipal, auto - e esgoto - SAAE, situado no Município de
izaao a doar à Samaasd ( Sociedade Aerode Bela Vista -MS, autorizado a efetuar rea
tiva Marechal do Ar Alberto santos Du - juste de tarifas e taxas em 55s (cinquen
nt), um lóte de terreno, medindo 100 x CA ta e cinco por cento), à partir de 01 de
'ou seja, Ol (uma) hectare, localizado no novembro de 1.990, conforme tabela da Sa
oporto desta cidade. nesul. Art 20 - este decreto entra em v~
t gor na data de sua publicação. -
2o - a doação de que trata o artigo aci
, trata-se da c,onstrução da sede da socie EDSONMORAES - PREF MUNICIPAL
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato
Grosso do Sul, usando das atribuições da
Lei Federal no 4.320/64, de 17 de março
de 1964.
INDICADOR
Profissional
• Dr. José Ribamar
Cruz da Silva
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Rua: General osório , 593
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RESIDENCIA: AV. Cel. Camisão - NO 657
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ADVOGADOS
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FONE: 251-1489
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ADVOGADA
VERA 11.LBA PEIXOTO GROBERT
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RUA: 1O de Maio - NO 341
FONE: 251-1451
CEP: 79.240
MATO GROSSO DO SUL
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OAB/MS - 3.369
WeJN 029.875.191 - 20
,ESCRITÕRIO: RUA lQ de Maio - N? 341
FONE: 251-1451
RESILENCIA-: RUA O1avo Bila - Ng 146
COHAB - FONE: 251-1410
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL
' /
IOPNAL 'TRIUNADA FRONTEIRA BELA VISTA-M
---------. I - ·- -
ACONTECEU NI CISERNI
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uni
E
'j o
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ante
"I'
eia
..ci
si
c6]
a
Centro Tecnológi
co do Exército: Convê
nio porn prcacrvaçüo
do meio ambiente.
No dia 14 de agos
to, em Guaratiba (Rio
de Janciro-ílJ), no ~
quartelamento do
CTEx, foi celebrado -
convénio entre a Fun
dação Estadual de
engenharia do Meio Arn
bicntc(FEEMA), a Fun
dação Instituto Esta
dual de Florestas do
Rio de Janeiro(IEF/RJ)
e o Ministério do E
xército.
O convênio assina
do pelo chefe do CTEx
por delegação do Mi
nistro do Exército ,
permilirá o estabele
cimento, entre as par
tes, de regime de mú=
tua colaboração para
a preservação do meio
ambiente de área . de
manguezal abrangida -
pela Reserva Biológi
ca de Guaratiba.
Entre outras o
brigações, consta des
te Convênio que o Mi=
nistério do Exército
impedirá, sob qual -
quer circunstância, a
ocupação da área de -
manguezal, bem como -
informará à FEEMA e o
IEF/RJ a ocorrência
de qualquer fato que
signifique poluição -
ambiental ou danos à
flora ou a faúna, em
especial quanto à pes
ca predatória, desma=
tamentos, queimadas,a
terras e outros atos
lesivos ao local.
"A ,preocupação am
biental é prioridade
do Governo, e substi-
tui a concepção de
desenvolvimento a
qualquer preço por u
ma estratégia de eco
desenvolvimento.
(Extraido do Pla
no Ambiental do Gover
no).
UM POUCO DE IlISTÔ
RilS E ESTÓRIAS DO MS
Conforme o número
anterior deste jor
nal, vamos contar -
n(·GLD cdiçi.io:
ARTES DE RAMÃOZINIO
O célebre cape
tinha do mato, au -
tor de tantas falca
truas, neste municí
pio de Sidrolndia,
conforme contam, é
pessoa de carne e
osso, invisível, ca
minhando a pé, an
dando na garupa de
cavalares e viajan
do de automóvel e
caminhão, de acordo
com as exigências -
do momento.
Quando se hospg
da em uma casa,cus
ta a sair. Faz mal
dades, põe terra na
chicara de café, pi
cumã no prato de cÕ
mida, ao serem ser=
vides pelo seu pro
tegido, assim como
faz tudo o que pas
sa a contrariá-lo ,
irritando-lhe os
nervos, provocando
xingatórios, azedan
do os humores e des
graçando-lhe a vi
da. Ao lado disso -
tudo; prodigaliza -
lhe benefícios.
Se falta qual -
quer mantimento na
cozinha, imediata -
mente ele o traz
1
não se sabendo como
nem de onde, e o de
posita no fogão.
Um caso que con
tam e dizem que e
real, aconteceu com
o Sr. Sebastião Li
no Barbosa, residen
te na Fazenda Sarnam
baia, o qual foi u
ma das maiores víti
mas desse espírito=
satânico.
Nas suas tribu
lações constantes ,
fez uma promessa ao
"Divino Padre Eter
no", de ir a missa
anual, por ocasião
da festa da cidade,
levando uma boa es
mola se ficasse li
vre daquela tenta -
cão dos infernos.
O "bicho ruim" desa
pareceu. Na Ocasião
oport,una viajou pura
o cumPrirnento elo vo
to, tocando seu car-
gueiro puxado por do
is lindos baios. -
Como era ores -
pensável pela bóia ,
pois prometera fazer
almoço de todos os
romeiros, verificou
que faltava toucinho
para o almoço. Bas
tou a simples lem
brança de que no tem
podo domínio "de Rã
mãozinho", não lhe-=
excasseava nada, pa
ra que, no mesmo ins
tante aparecesse den
tro da cuia, um la
nho de gordura, da=
quclas mantonas, lar
ga e grossa com pro
babilidade de pesar-
mais de uma arroba.
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'ªVer. J0í0 MM.IPE
llEQUV.klH1'NTll
VIIREAJ)(lR
UfülCAÇÓES
Que e]aendereçado
expediente ao Exmo, Se -
nhor Prefclto Munlclpnl,
o uent Ido que encaminhe
a esta Casa Legislativa
0 projeto de contruçôo
do colégio no llnirro f:s
frito Santo, bem como a
documentoçao do terre
no onde será construído
o mesmo, e qual o prazo
para se dnr o início .. n
estn obra.
,.·)
io
Ver. CARLOS ALIIERTO OCARIZ
JND1CAC0ES
Que scjn endereça -
do expediente no Sr. Pro
[eito Huncipnl de !letã
Vistn, com cópia àSecre
tnria de SnÚdo e demais
órgãos assistenciais li
gados à Prefeitura, no
sentido de reestruturar
atendimento de assistên
cia social aos doentes
encaminhados à Campo
Grande, para assistência
especializada; com auxí
lio para locomoçÔo e/ ou
alojamento naquela cida
de, quando necessãrio
Na grande maioria dos
casos são totalmente ca
rentes de recursos o que
sobrepõe à dificuldade
de assistência médica cg
ta extra de assistência
social.
Que seja endereaçn
do expediente ao Sr. Pre
feito Municipal de Bela
Vista, com cópia ao Se -
cretnrio de Obras, no
sentido de determinar a
retirada de entulho esta
ctonado no canteiro de
obras do Hospital são
Vicente de Paula, coo
tribuindo para a agiliza
ao dos serviços e me
lhor operacionalização
da obra.
O ambulatório das A -
çÕes lntegradas de Saú -
de, feito pelos médicos
do Hospital São Vicente
de Paula, para atendimen
to da parcela mais caren
te da população, teve su
as cotas drásticamente
reduzidas pelo INAMPS
em nümero de consultas •
o que deixa em dificul
dade grande parte da po-7
pulação que não tem re -
cursos para recorrer à
medicina privada. Com es
ta ajuda a Pre'reúurn d!,
minuiria consideravelmen
te as dificuldades no in
tuito de melhor servir
com assistência médica
••········..······...
Que seja endereçado
expediente ao Exmo. Se -
nhor Prefeito Municipal,
no sentido de agilizar
as obras de contrução do
Centro Comunitário da
Baixada Corintiana e re
for.a do Centro Comunitd
tio da Cohab, para que
no menor prazo possível
os habitantes dos refe -
tidos bairros possam con
ar com sedes à altura
dos anseios das comunida
des, • -
Enfatizamos a neces -
sidade de viabilizar re
cursos para implantação
de centros em outros
batrros cÓm associação
de moradores já estrutu
tadas e sem rede.
.......................
identico no efetuado pe
lo INAMPS (atualmente ao
redor de Cr$ 100,00 (cem
cruzeiros).
JUSTIFICATIVA
Que seja endereçado
xped{ente ao Exmo. Se -
hor Prefeito Municipal,
tom cópia ao Secretário
unte{pal de Saúde soli
!tando o pagamento atra
'•• do Município de
l .ooo (mil) consultas
•ln.ssificadas como porte.
II (simples), no valor
aos mais carentes
Quo aejo endereçndo
expediente 110Exrno. Se -
nhor Prefeito Municipal,
reiterando a Indicação
n2 050/89, no sentido
que sejam criudos nos
bairros periféricos, di-
,versoa lcnhciros (depÓsl
tos de lenha) para perto
dlcamente ser distrIbu{
da à população carente.
Como todos sabemos
as serrarias da região
não aproveita os restos
de madeira serradas, fi
cando lã no dispor dos
interessados, gratuita -
mente ou não incinera
das.
Já durante a campanha
eleitoral, utilizou-se o
sistema de distribuição
de lenhas por alguns can
didatos. Agora, durante
os mutirões tem se utili
zado dc,ssa prático. -
Se éútil, por que
não perpetuar-se a prât!,
ca dessa distribuição de
lenha, oriundos de restos
de madeiras das serrari
as.
Acredito que com três
depósitos, se atenderá n
população carente da pe
riferia. Vejamos:
1) - Um depósito para a
tender a Baixada Corin -
thiana, Prima,·eras, Cos
ta e Silva e Novo Hori -
Que seja enderacdo ex
pediente a Secretaria Es
tadual de Saúde na pes -
soa do Secretário Dr .
Milton Miranda, no scnt!,
do de regularizar o Paa
mcnto das (AIS) Acao In
tegradas de Saúde, aten
dfmento ambulatorial ,
em ntrnso desde o mês de
Ago/90.
JUSTIFICATIVA
O Ambulatório das
Ações Integradas de Saú
de é feito pelos médicos
do Corpo ClÍnico do Hos
pital São Vicente de Pau
la. com cotas reduzidas
e tabela de pagamento em
defazagem simples, ao re
dor de cr$ 100,00. Os re
cursos oriundos do 1NAM
PS são repassados atra -
vês da Secretaria Estadu
nl de Saúde. Como o Últ!,
mo pagamento recebido
correspondente ao atendi
mento efetuado cm julho,
0funcionamento foi pre
judicado e está suspenso
em virtude das dificul
dades operacionais, ate
a regularização dos refg,
ridos pagamentos •
sente.
2) - Um depósito para a
tender a Baixada Flumi -
nense, ltaverã, Espírito
Santo, Clarão da Lua
Planalto e Boa Vista.
3) - Um depósito para a
cender o Bairro Antônio
João e ltaborny.
Nada impede que sejam
criados um depósito em
cada bairro, porém, paro
início, bastariam esses
três, a tftulo de experi
ência. -
Carregada a lenha para
o depósito, transportada
por camilhÕes, dali pe
riodicamente seria dis -
tribuida por carreta a -
trelada em trator. Ou a
inda, os próprios morado
res, pro,·idencinriam Õ
transporte.
Com esse serviço o
poder público estará a -
tendendo aos reclamos de
uma população carente
que habita os bairros
riféricos.
_,
administração municipal,
dos carteiros, dos mora
dores da cidade, dos fa
mllinrc,s destes e de se
us amigos distnntcs.
Nesta cidade édifÍ -
cil de se localizar os
cldadÕes belavistcnscs ,
eis que são raras as ru
as que possuem placas in
dicativas de seus nomes
e raríssimas os casas
que possuem numeraçao.
Em outubro do ano pas
sado, com autorização do
Sr. Prefeito, o Rotary
Club de Bela Vista, colo
cou placas com a denomi=
nação das ruas da Cohab,
de uma maneira prática e
sui generis. Com placas
antigas, abandonadas no
Horto Florestal, o servi
ço foi feito de uma for=
ma simples. Pintou-se o
verso da placa, cor bran
ca e escreveu-se o nome
da rua (cor azul), e a -
tendeu-se os anseios da
população daquela vila.
Creio que a Prefeitu
ra poderia adotar o mes-
mb sistema, .com gastos
mínimos. Isto no caso
das placas indicativas
do nome das ruas. Quanto
aos números, sõmente da
forma costumeira
Que seja endereçado
expediente ao Exm? Sr. -
Prefeito Municipal,reire
rando a indicação ng O7.
1/90, rogando as provi -
dências cabh-eis, para
que, seja aberta uma rua
de acesso do Bairro das
Prima,·eras ã A,·enida Ed
son Medeiros de Moraes.
Alí, segundo me parece ,
havia uma rua que foi
fechada pelo proprietá -
rio da chácara, que era
o ponto de acesso à cita
da avenida. Hoje os resi
pe dentes naquele bairro
para atingir a dita ave-
Mãos àobra! Vamos nida, tem que se dirigir
trabalhar pelo povo! atê o bairro suburbano
da Cancha ou àAvenida -
• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • de acesso a República do
Que seja endereçado Paraguay. O interesse pú
expediente ao ExmQ. Se blico é superior ao par=
nhor Prefeito Municipal , ticular, pelo que enten
reiterando a indicncão nQ do, como entende a popu-
037/90, no sentido de que lação daquele bairro que
·sejam pro,·idenciadas pla- a medida é de urgência.
cas indicativas dos nomes São picuinhas como esta
das ruas dos Bairros Pri- que o Vereador tem• que
ma,·eras. (I, II, III e levar ao conhecimento do
IV), Costa e Silva, Novo Chefe do Executivo Muni
Horizonte, Itaboray e ou- cipnl, atendendo ao cla
tros que não possuem esse mor público e rogar as
benefício, como Planal - providências necessárias
to ( I e II), Boa Vista e para a sua solução.
Clarão da Lua.
.................................
Outrossim, na mesma
forma indico no sentido Que seja endereçado
ser providenciada a mune- expediente ao Exa?. Se -
ração das casas da cida - nhor Prefeito Municipal,
de, tanto no centro como reiterando a indicação
nos bairros perifericos . ng 044/89, no sentido de
A falta dessas melho - que seja procedido um es
rias, dificulta a própria tudo e ,·er1ficar a Yinbi
Anuncie e Valorize o
!Idade de abertura da
rua .José Honlfãclo, li -
ando desn fo t,o cn
tro da cidade ao Balr
ro Primavera.
Entendo que o Poder -
Público tem queser admt
nlstrndo olhando pnru o
futuro. Não basta cons -
trulr obras momentâneas,
que no porvir, tornar-e
à absoletas.
Nesse contexto, n ad
mlnistracâo pública ten
que observar o aspecto
urbanístico e prever o
desenvolvimento do tran
sito, procurando crJar
vias de escoamento que
facilitem os usuirios e
beneficiem-na.
Já no dia de hoje n ~
bertura de via piblf
ca que se pleiteia é ne
cessária. Daqui hi pou -
cos anos, tornar-se-a ul
tranecessâria.
Que seja endereça
do expediente ao Ex:nQ Sr
Prefeito Mfcipat, reite
rando a indicaçao ne 03/
89, solicitando a cria -
çao de uma Escola Munici
pal que atenda os bair -
ros Primavera l,II,111 e
IV.
MOTIVAÇÃO
Os bairros Primaveras
I,lI,111 e IV, não pos -
suem escolas que a tenda
aos interesses das crian
as ali residentes, ten
do as mesmas que sedes
locarem a pé as Esco -
las Municipais da Cancha
e Castelinho Encantado.
EstAS Escolas são dis
tantes daqueles bairros
fazendo com que as crian
ças ali residentes. se -
ralmente sub-alimenta
das, se desloquem a gran
de distância, enfrentan=
do as intempéries. Creio
que inicilamente, ec coo
vênfo, a escola poder!a
funcionar no Centro Comu
nitãrio ali existente.
No sentido de ser en
caminhado·expediente ao
ExmQSr. Prefeito Munici
pal, no sentido de que
sejam procedidos estudos
para concretização de um
programa de Reaproveita
mento do lixo que nao ê
lixo.
--A título de ilustra
cão transcre,·o trecho da
Carta Mensal do Governa
dor do Distrito 447 do
Rotarv Internacional ,
companheiro Alcides Teno
Castilho, referente ao
corrente cês:
11
Colabore
com a reciclagem dos pro
dutos utilizados, tais
como o papel, vidro ,
plástico, alumínio, fer
ro e resto orgânico sepa
rando-o para seu aprovei
tamente. Caso ainda a
sua comunidade não pos
sua um programa de rea -
pro,·eitamento do Lixo
que não é lixo, estimule
o Poder Publico Munic1 -
pal a desenvolver um
programa nesse sentido .
O programa Lixo que não
é lixo da cidade de Curi
tiba, com apro,·e.itaoentÕ
do papel, está colaboran
do a preservar 1.000 ir-
Jornal de sua
vores por dia, quan-
do se conhece que 50
qu!los de papel utilízn
dos equivalem aunaÃr
vore de tamanho médio ,
"AQUELES QUE VIRÃO AMA
HÁ, FICARÃO GRATOS PF
LO Ql'E 'OC[ fl7r:H !IOJI.
POR [![5".
ver. MARCELINO CSSS1O
IGLIA ACIOL.I
INDICAÇÕES
Que ejaendereça
do expedfente ao encar
regado do SAAE com có -
pia ao Prefeito Municl
pal, no sentido que de
termine com a máxima ur
gênc1a a expansão da re
de d'agua no Bairro das
Primaveras, poiR sabe -
mos que existe virios
moradores no citado
bairro, sem o forneci -
mento do precioso l!qu!
do.
Que seja endereça
do expediente, reite
rando ao Ilm2 Sr. Dire
tor Regional da Enersul
com cópia ao Exmg Sr
Prefeito Municipal, pa
ra que determine com a
máxima urgência a expan
são da rede elétrica nÕ
Bairro das Primaveras.
Ver. CÁSSIO ACIOLI
Que seja endereça
do expediente ao Exm1?
Senhor Prefeito Munici
pal, no sentido que 'ia
bilize da possibilidad;
em construir ur colégio
nível Ia V no Bairro -
das Primaveras.
Sabedores que socos,
da necessidade da cons
trução de uma escola no
citado bairro, devido a
dificu.ldade que atra,·es
sa aqUelas crianças pa=
ra frequentarem as au -
las em colégio bem dis
tante do bairro.
PARAREFLETIR
Lembre-se de que co
lberemos, infalivelmen
te, aquilo que houver
mos semeado.
Se estamos sofren -
do, é por que estamos
colhendo os frutos a -
margas das sementeiras
errôneas do passado.
Fique alerta quanto
ao momento presente!
Plante apenas semen
tes de otimismo e de;
mor.
M.s.
Cidade
.- -·--
o
possam aprender através doseu interes
se, através da suo conquista de cada dia.
Criou asemana do Agradecimento ao e-
vend·dor, que foi comemorado em todo mun
do do 22 à26 de outubro. Parabens aos nos
so Revendedores de Bela Vista.
1NIVTmSllHIOS
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Jl/1 oSra. Elaine Brum Rodrigues
30/10 - Dr. Ivan Afonso da Costa Marques
01/11 - Laura, filha do Comandante do 10o
RC/MEC, Cel Gesiel e Sra, e a data
foi comemorada com uma alegre reu
nião de amigos na residência da ga
tinha Laura que na ocasião feste::
java seus 06 aninhos! e 7
Jl/10 - Foi Comemorado com gostoso jantar
aos amigos e parentes os l2 ani-
nhos da menina-moca Rebeca Murano
Dorges. Felicidades!
28/10 - Nessa data fez anos a Sra Alice Pe
reira, mãe do nosso Redator Chefe,
parabensl
.) .
.. ,,
AIS UMA REDAÇÃO DE ANDREA CARLA PARI
SI (3oMISTÉRIO), ALUNA DA PROFESSORA A
NA MARil, aCARIZ.
"O RNSINO E A EDUCAÇÃO PJRJ TODOS, NÃO SE
DÃ, se CONQUISTA"
Há quem pense que o ensino e a educa -
cão são apenas aqueles conteúdos que se tem
nas séries escolares, e que quem não
vai à escola não tem educação.
Educação para mim, abrange um conjunto
de valores muito mais amplo, começando pe
la bagagem que a criança traz de casa, da
quilo que há anos já faz parte do seu dia
a-dia.
A escola no Brasil, no que diz respei
to ao ensino e à educação, não oferece às
crianças aquilo que ela anseia ao ingres -
sar-J~ na mesma; não se aproveita as expe
riências vividas fora do ambiente escolar,
nem se estabelece uma relação entre esse -
ambiente e o que se aprende na escola, é
por c~te motivo, entre vários outros, que
há qrade número de evasão e repetência.
1'uitas crianças vão à escola em busca
de wna educação e um ensino que façam par
te do meio em que vivem, mas a realidade é
bem outra, os professores não estão prepa
rado para um bom trabalho, querem transmi
tir conteúdos alheios à vida da criança,c7
isso o professor diz que ensina e o aluno
pensa que aprende; pensa, pois o ensino -
não atinge seu significado no sentido mais
amplc se alguém o tenta incutir na cabeça
de outro alguém. Aquilo que se quer ensi -
nar, deve ser feito através de prática e -
de meios concretos e reais que possam ir
de encontro à realidade e aos anseios de -
cada criança, para que seja elevado o ní -
vel do ensino e da educação no Brasil, pa
ra que se extermine com a' idéia de que· a
criança não é capaz de fazer por si sô pa
ra qaeoensino e a educação sejam, na pr@
tica, direito de todos e para que se perce
baque não se ensina e nem se educa atra
vés da transmissão de conteúdos alheios às
crianças, mas se auxilia o ensino· e a edu
cação através de métodos onde as crianças
possam buscar, criar, elaborar, enfim que
a
Dr. Ivan da Costa Marques, que no dia-
30/10 comemorou mais um ano de vida.
CIRCULOU PELA CITY
Dom&nico transmitiu mensagens de Fé e foi
auxiliado por alguns jovens. Distribuir
as sequintes mensagens:
ADEUS FERNANDINO
O casal Dr. Sérgio Perondi e Cristina,
que vieram rapidamente de Ijuí-RS, embora
por motivo triste (para o sepultamento do
jovem Fernandinho), ficamos felizes em vê
los.
CONVITE RECEBIDO
A
Sra Estela Velasquez Pereira
Proprietária da Tribuna da Fronteira
Nesta
Tenho a honra de convidar V.Sa. para o
show com o Coro Polifonico "UIRAPURU", dia
03 de novembro de 1990 às 21:00 horas no
EStadio San Gerardo, promovido pela Comis
sao de Pais do Colégio Nuestra Senõra Del
Perpétuo Socorro - Bella Vista - Paraguay.
Certo de contar com a sua presença pa
ra o abrilhantamento desta "Noite de Gala"
antecipo os meus agradecimentos.
Eduardo J. Ocariz Consul
NOTA DA REDAÇÃO
/
Lt
I'
t
Agradecemos o mesmo e marcaremos pre
sença. Aos nossos leitores: Não deixem de
prestigiar pois será uma noite de muito
brilho.
MISSA DE 70 DIA
Pela alma de Fernandinho foi no dia 01
P~•• na Capela do Divino Espírito Santo,q/
ficou lotada de jovens estudantes, profes-
22:g±_g_Pais._N_missa_celebrada_pelo_Padre
a a
FERNANDO, Fernandinho: "Nesse momento,não
sabemos dizer direito, o que sentimos".
Não queríamos nem acreditar, no moren
to cmque ficamos sabendo que perdcrnoo v~
ce.
Voce tão forte, sadio oemprc sorrindo
cativava todos que o rodeavam.
Fernandinho, sempre Fernandinho oca
cula da classe, o 1o da classe, a alegria
1
e é por isso que não queremos ficar tris-_.,
tes.
Naquela quarta-feira de tragédia, co-
meçou seu sofrimento, muitos amigos fo -
raro te visitar, pois são inúmeros.
Fernandinbo, não sabemos não entende
mos, mas é sempre assim: os inocentes pa
gam pelos pecadores, voce foi vitima de
1
uma injustiça, mas que a justiça de Deus- .to
seja feita. ·.:.
Sabemos que deves estar feliz ao la- -
do do Mestre.
Sabemos também que deves estar dizen
do: "Não chores por mim por que estou se-
quro". .a
Pernandinho, chegou sua hora de ir e !Jt1,~
nós nos despedimos, mas com uma certeza - ·j
de que nos encontraremos novamente.
Fernandinho, voce para nós não morreu~
voce foi viver uma vida justa foi viver -
no mundo, onde é só paz e só amor. ~t
Para nôs voce não não morreu, não xno!,o
reu não, por que ninguém morre enquanto - !ó
permanecer vivo, no coração de alguém. V~ .rc
ce estará sempre presente na sala de aula
como de costume, no futebol que você jog!
va, nos clubes que frequentavas, voce es- .!e,
tará presente nas orações que alquem in
vocar, estarã presente em nossos cora
ções, estará em sua casa com seus pais e
irmãos, porque voce para nôs será eterno.
Fernandinho, estamos com saudades sua
mas saudade não significa que estamos se
parados, mas sim que estivemos juntos um
dia.
Fernandinho, não queríamos mas texnos
que chorar.
1 EUS FERNANDINHO.
Esperamos que esse pensamento possa
expressar nossos profundos sentimentos.
ALUNOS 00 20 ANO CIENTIFICO, ESTER
SILVA.
Enquanto na Terra alguém lembrar meu
nome, mesmo não sendo em oração, eu não
morri.
E quando esquecerem de mim se no mun
do nascer alguém e o chamarem de Fernando
Pode ter certeza que eu não morri!
CONCLUSÃO
NUNCA MORREREI.
OUTUBRO/ 1990
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Pensamento de Uma amiga.
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ELENILSON, .CORRE_NDO.
PIRII O SUCESSO
Simples, educado,
apre com aquele jei
lo de menino, amlgo -
Bb todos, ELENILSON -
JA SILVA, o "Soró"cor
b para o sucesso. Um
atleta que despertou
em Bela Vista, corren
do pelas ruas da cida
e, passadas largas ,
ito estufado, cor
endo solto e livre ,
Yencendo distâncias ,
Jvg os olhos no futu-
• - ro. ?
Sim, Dela Vista -
*jO 5bg o seu campeão. 1, _
Quando ele passa, Bj
• gente sente um orgu LEN11so DA SILVA "SOR"
lho, "lá vai o nosso-
campeão".
Ele carrega dentro de si, um pouco
cada belavis tens e, e quando corre, pela Vis
ta inteira corre com ele. •
Desde o inicio de sua carreira, TF acom
panha os seus passos, sentimos em ELENILSON
aquela vontade firme vencendo o tempo, e pa
ta este tipo de pessoa o limite é o horizon
te. Sempre em busca do segundo que o fara -
campeão. Entendemos que Bela Vista desper_
~ tou, afinal, para o esporte. Elenilson tem
(larticipacâo efetiva neste despertar. Temos
isto dezenas de jovens correndo pelas ruas
cidade, ao lado deles, a sobra de ELENIL
N.
BB? de se destacar o trabalho que o Pre
., /feito Edson Moraes vem desenvolvendo neste
,. letor. A Prefeitura Municipal ADOTOU Eleni,!
. lon e está lhe dando todo o apoio necessá -
·í•'. io para que possa treinar e desenvolver -
,, Plenamente suas atividades. Realçamos tam -
~; ºma dedicacão de seu treinador Odilio Pa
: [redes, que procura aprimorar o estilo,forta
lecer ainda mais a vontade e planejar a sua
R/ tida de atleta.
Corre Elenilson, corre para o SUCESSO,Be
la. Vista corre com voce, e esta TRIBUNA DA
FRONTEIRA sente orgulho de ter acreditado -
?N/en seu talento e, para nos, voce não e ape-
o P<N= s NOTlCUI., voce é muito mais do que isto,
"[CE R EXEMPLO.
?CK=
-=
NN
de
PARTICIPAÇÃO DE ELENILSON EM CORRIDAS
Jl/12/89 - Distância 7.JOOm - Tempo
minutos e 40 segundos.
Dela Vista - Colocacâo 10 Lugar.
01/05/90 - Distância 10 Km- Tempo JO mi
nutos e 04 segundos.
Anastácio - MS - Colocação lo Lugar.
1)/05/90 - Distância 12 lg < Tempo J7 mi
nutos e 25 segundos.
Jardim - MS - Colocação lo Lugar
Junho/90 - Distância 05 lg na Categoria
Juvenil até 18 anos - Tempo 15 minutos
59 segundos - Colocação 1 Lugar.
Distância C= 500 metros - Colocacao 20
gar.
Corumbá - MS
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELJ VISTA-MS
DECRETO N' 084/90
01 DE NOVEMBRO GABINETE DO PREFEITO EM
Y 1990.
"TORNA SEM EFEITO O DECRETO NO 004
lg9- de 28-02-89."
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito
Municipal de Bela Vista, Estado de Ma
to Grosso do Sul, usando das atribui -
ões que lhe são conferidas e de acor
do com,o disposto em o artigo 5l, inci
so IV da Lei Orgânica Municipal
CONSIDERANDO QUE: -
A maioria doe concursados estao participan
Xv Jvb INTERESSE DE REUNIOES PEDAGOGICAS QUE
'tF:I{ CONTRIBUl.00 PARA SEU CRESCIMENTO PROFISSIO
MAL.
U DISPONIBILIDADE COM QUE SE APRESENTAM AOS
CAMADOS PARA ATIVIDADES EXTRA--cI.ASSE;
O ZELO E A DEDICAÇÃO DE TAIS PROFISSIONAIS
lo r SE REFERE AO DESEKPENUO DE SUAS ao??tO
NOVENTA E CINCO POR CENTO(95) DOS PROFESSO
RES APROVADOS NO CONCURSO PDBLICO PARA O QUADRO
bo MAc1sttR10 REALI7.ADO NOS DIAS 06 ? 09 DE NO
'9!:iaiRo DE 1987. ENCONTRAM-SE NO EXERClCIO DE SQ
AS FUNÇÕES oU REDE MUNICIPAL DE ENSINO DA PRE -
FEITURA +UNI CIP AL.
WsuUN DECRETO Ng 084/90
=á"jNJv CD < upsoUs SEM aeup p DECRETO N~ 004/.
89 ,DE 28/02/89.
2g - tu DECRETA ouBBU d ±eWps oU DATA
DE SUA PUBLICAÇÃO REVOGADAS Ut DIS
POSICOES FM CONTRARIO.
Julho/90 - Distância 05 lg na categoria -
Juvenil até 18 anos - Tempo 15 ~inutos e
20 segundos.
Brasília - DP - Colocacâo a
nal Jo Lugar.
28/07/90 - Distância 21 lg na categoria
Juvenil até 18 anos - Tempo 01 hora e 08
minutos.
Ponta Porá - MS - Colocacão 10 Lugar
23/09/90 - ~istãncia 12 Km na Categoria -
Juvenil até 18 anos - Tempo 38 minutos e
12 segundos
Campo Grande- MS - Colocação 1o Lugar.
14/10/90 - Distância 07 lg < Tempo 20 mi
nutos e 05 segundos.
Campo Grande - MS - Colocação 10 Lugar
nas categorias: Juvenil e Geral.
Voltamos " ba
ter na tccln "engato
da Vila Cohab, isto
porque, mesmo depois
das diversas reclama
2
3 coes e insistentes -
pedidos doo mor ado -
res daquele conjunto
habitacional, nenhu
ma providência foi
tomada para que seja
sanado de uma vez p/
todas o problema.Nes
ta Última quarta-fel
ra, depois da forte
chuva que caiu sobre
e a cidade, dois mora
dores da Cohab liga
lu ram para a redação -
da TP solicitando a
presença de um repôr
ter para que verifi
casse in loco o ver
dadeiro estado de ca
lamidade em que se
nível Nacio - encontra o sistema -
de esgoto da Vila on
de o mau cheiro e a
podridão a céu aber
to vêm causando trans
tornos às familias •
que ali residem.Mais
uma vez a reclamacão
de que a menos de
vinte metros do Cen
tro Comunitário da
Cohab, onde estudam
cerca de vinte crian
casem idade pré-es-
- colar e que são o
brigadas a suportar
º fedor causado pelo
20/10/~0 - Distância 14 Km - Tempo 42 minu esgoto estourado,foi
levantada, sendo que
o problema vêm de
tos.
Ponta Porá - MS - Colocacão 10 Lugar.
J*, 50,00
ESCiOTO ESTOURAD
A Vil C H
EICó
D11
Os vereadores já
estão articulando a
formacão da mesa di
retora para o biênio•
91/92. O mandato do
atual presidente,Cãs
sio Acioly, vencerá=
no próximo dia 31 de
dezembro. O acordo -
que havia entre os
integrantes da "Col!
qacão Bela Vista j)
da foi rompido com
o desligamento do ve
reador Sidney Nunes
Leite, do PDT, este
acordo previa a Pre
sidência, por um ano
para cada vereador -
da Coligação. O pri
meiro eleito foi Ca
chito, depois Cássio
agora já não há este
entendimento.
PARA
AMJIR
tem os votos dos ve
readores da Coliga=
cão - Jorge, cachi
to e Cãssio - e es
pera que Sidney cum
pra o acordo de ca
valheiro. Na verda
de, pela lógica,Pau
lo Mello será o tu=
turo Presidente da
Câmara Municipal
mas, às vezes, a po
lítica não tem lógI
ca - e até mesmo im
Estão postulando: previsivel,e seguin
a presidência os ve- do esta linha, pode
readores Paulo Mel- rã até surgir novas
lo, do PSDB, e Ro- opções, ou até.mes
ney Moraes Simões,do mo,·a eleição de Ro
PTB. Paulo conta com ney Moraes Simões-;
os votos da bancada- pois, segundo um
do PMDB - Peninha,Ka dos integrantes da
life, Marcos Barbosa corrente que apoia
e Sidney. Roney tem Paulo Mello, temos-
VERI:ADOR PAIILO lB=mp
lonqa data e apesar
Xv4 insistentes zb?
didos às autor ida -
Xbj municipais, "5?
v gvgbj5v nenhuma "
titude foi toada.
Com isso verifi
camos que alquma -
coisa está errada ,
pois dias atrás "
Prcoldente da Anco
ciacáo de Noradorcn
da Vila Cohab,Scnho
ra Rosana, nos di
se que a Prefeitura
.Municipal já havia
solucionado o pro -
blema e que tudo es
tava dentro da nor
malidade, esta sema
na as reclamacóes Q
chegam à nossa reda
cão de maneira in -
sistentes e com o pg_
dido de que quem
quiser ver com os
próprios olhos é nó
fazer Gg" visita a
Cohab. Consertar -
um esgoto estragado
não é um trabalho -
dos mais dificulto
sos, basta querer,
por isso voltamos a
pedir ao Sr. Prefei
to Edson Moraes que
determine ao setor
competente as provi
dências cabiveis,to
da a comunidade da
Vila Cohab agradece
antecipadamente.
COM.ENTANTO/NANCY
PÁGINA - 08
ESA MIEI
n=o? -
±sUYps spoÀ HORAES tett
um vereador que gos
ta de surpreender (G"j
do se trata de uma e
leicão.Enfim, quando
tudo parece que estã
definido, nada está
acertado e fica aque
la sensacão de"déja
vu", de algo que já
aconteceu.
OPINIÍO/DE
VEJA MATÉRIA COMPLETA NA PAGINA - 03
TE
r:Nro ··; o·,
<<<<;;
1,.
C 1. /1 H :: L n m o i p
O C.o Clínico @o i!ospita! São Vicen
te d• J•.,ulo, VL'III ? público CLclarcc,ir que
seus «c. ?*v4 não ão remunerados pela De
neficên 'a Hospitalar de Bela Vista para
prrü'-vdo de serviços cm planLÕco para a
tend;,,., nt.o ck Pronto·socorro.,
O .~~um como colaboraciio permanecendo
de ,,c•bi-••avi:.;o por pcríodou de 24 horai; cm
escala ré-estabelecida e de conhecimento
qe1 a!. •
sim, no dia cm que estiver escalado
cor•, n,étlico de sobreaviso, o profissional
fia ? disposição do Hospital por 24 ho -
ru,,, O!J t,,nclo nemprc ao alcance não neces
sariamente nas dcpcndãncias do Hospital ,
mas em local de conhecimento do Hospital.
o!icita a compreensão da população pe
las dificuldades que o serviço atravessa,
tendo cm vista o atendimento atual estar
sendo realizado em 03 locais diferentes,
pelas obras de reforma do prédio do Hosp_i
tal São Vicente de Paula.
Enfatiza que o atendimento no Hospital
pelo m~dico de sobreaviso seri apenas pa
ra os casos de urg6ncia.
Para as consultas normais deverão ser
procurados os Postos de Saúde nos horiri
os de atendimento dos mesmos.
Bela Vista, 29 de Outubro de 1.990.
Dr. Carlos Alberto Ocáriz
Diretor Clínico
-
PROl'OÇÕCS
Promoções na cida
de, foram muito agi
tadao ncote final de
semana pp. Dia 27/10
segundo avaliações
de virios segmentos
da sociedade, acida
de ainda não compor=
ta mais de um& rromo
cão no mesmo dia. De
veria haver acordo -
entre os Clubes, pro
dutores de modas etc..
Então a moçada deci
dir ficar em lonchone
tes,
Parar de
-e
);
at?e'
:·a-r.
,s.
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o
({JJ]JíJ,!Jjf,riJC!Jl}J,r1 para
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dfreeiro é como
po o relógio
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tempo.
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f:xl'Fl> l EITTE
JCRHAL. TRILUA DA FRONTEIRA
(Fundado ea 20/02/1972-Fundador lVAU)() PEREIRA
DIRETORA ALINISTRATIVA: MrLa Estela Velasquez Pereira
DlRln'OR-REIJITOR-Clfil'E: lvnldo Pcrelrn
GEREN'ffi: Cl l:.on Silvo Soutos
Rh'l'OR'.I:ACf:NS: Ubnldlno Rodrigues
i;arICIAS: Abl.n, Plana, A.E, A!jêncla B~ontlin, Correspondente (!t:I
Capo Grande, Brasilia, Sao P.:mlo e Rio de Janeiro.
S!CJRSAlS: Antonio João, J.inlta, Bonito, Porto Murtinho, Cara
col e H..,racnJu.
SUCURSAL. EM CAMPO CRANDE: Rua 2 de lj;osto n!!2.17g
FONE: (06 7) 384-6977.
RF.IJACÃO , ~lNISTIIAÇÃO E PARQllli GRÁFICO: (sede próprio) Av.
Irlbull.'.lda Frontclrn, 564 - CALa Postal-23-Fone: (067)439-1410.
l'ROP1nmADF. DA REDE ObüVISTllNSE DE JORNAIS I."lllA.
CCC.tlf !5.5D.203/000!59
INSClHÇÃO F.STADUAI.: 78.219.0003·3
FH.lAOO Ã IDJORI (HS) F. ABRA.JORl
l . •
Jtcpre:;cnt..:mtc )."lra todo o território nacional: 'I.ÃnUU VElart.oS
v*N CO'lt!lllCACÃO - Rua 07 de Abri 1 282 - 5!! ,mdnr.
;-mm: (011) 255-2579 e 255-3499.
ASSlNAnlRA DllHESIRAL : b*4 2.000,00
outros cm casa.
L A Ç O
Festa do Laço cm
Aquidauana-MS., o g~
rotinho Thiago Cuia
bano mostrou mais u
ma vez que é bom no
LAÇO. Tirou o lQ lu
gar na Categoria Mi
rin. A ele o nosso
mui to obrigado. "Vo··
cê faz a festa de
nossa cidadf,".
FEIRA DE CENCIAS
llessandra Balbue
na, 15 anos, estudan
te da 60 série do 1
Grau da Escola Dr.
Joaquim Murtinho, es
tará viajando no diã
05/11, para são Pau
lo, Capital, onde u
sufruirá com todon
cs direitos a clcssi
ficação dos traba
los obre Feira de
Ciências que fora rea
lizada em Camo Cran
de-MS., " nível Xb
Estado, hoe à nível
Naciona! sob a reali
zação àa :undação Ro
berto Marinho. A eI
um especial obrigado
e muito carinho des
te colunista.
PRHiAVERA/90
Dia 26/10/90, sex
ta-feira foi eleita
a lirda garota Eleni
oliveira Escaleno,
sustentando o titulo
de Rainha da Primave
ra/90, produção aã
Escola Estadua! d~
lo grau Vera Guima -
rães .!.oure iro. ~:ui ta
gente gostaria de as
sistir ao conczso,
mas, era reservado
somente aos alu1os
da Escola e convida
dos, e este colunis
ta participou do COE
pode jurados.
.'N_:VERSAhlOU
hfeçaã a
Aniversariou no
dia 29/10, Catiane
~
onçalves Dertola:i,
parabéns pelos seus
três aninhos, estava
agitado com mui os
balõen, doces e um
lindo bolo. Este co
lunista marcou pre -
soncn.
M!SS E M!STER FRON -
TERA/90
$e Concurso de
M!SS E M!STER FRON -
TEIRMA/90, será reali
zado nas dcpendênci=
as do Ginásio de Es
portes no dia 24/11,
serão selecionados
para a grande final
a nível de Fronteira
MS., no Mês de dezer
bro/90, com partici
pação de virios Muni
cipios. -
J !. ! K
l partir desta e
dição estaremos di -
vulgando as dicas do
evento, como seri: a
sua participação, ma
is os requisitos do
concurso.
o p u U
Os Clubes da city,
segundo informações
verbais, não mais au
torizari realizações
de desfJ.les ou con -
cursos, devido a fal
ta de responsabilidã
de de certos produtõ
res de eventos, re =
sultando em pre:uí -
zos materiais aos
clubes. Tudo nem, a
companharemos a idé
ia.
GINÃS!O DE ESPORTES
Queremos lembrar
aos leitores que: os
grandes concursos de
beleza e competições
são realizados nos
Ginásios de Esportes
la temos torcidas or
ganizadas, folias, a
legria e amplo espa
co físico, evitando
até mesmo confusões.
DOMINGO
io dia 04/11/90 ,
is 13:00 horas, seri
realizado campeonato
da Liga Esportiva Pa
raguaia, na cidade -
Bella Vista-Norte co
mo titulo "enfoque
esportivo", 1 5ogo:
!ndependente x Õbre
ro, 20 jogo: Cassino
» 21 de setembro.
ESPORTE
Estão questionan-
do: Porque o por b
no r,nraguai ('"til crc_l'l
ccrÍdo e dando certo?
!tendendo vtlrio0 pc
didoc <los caportic -
tao da cidade, elos
estio apelando mesmo
com razüo. Só para
terem uma id6ia: Eio
os Clubeo que temos:
Grêmio, MBB, Náuti
co Esporte clube, Ca
ça e Pesca, Baixada
Fluminense, Palmeiri
nhas, Sessenta EspoE
te Clube, entre ou -
tros. U afirmação de
pessoas responsiveis
é o seguinte: a fal
ta de união entre os
próprios esportistas
falta de incentivos,
coordenação da pró -
pria Liga Esportiva,
Secretaria de Espor
tes e Cultura Munici
pal e Estadual. -
O esporte na cida
de esti se afogando,
estamos pedindo so -
corro!
!.ANCHONETES
Disney Lanches, é
a mais nova !anchone
te inaugurada no més
de outubro/90, lá na
Rua 3arão do Ladáric
Fui c?nierir, li es
ti reservado um am -
biente especial para
quem quer ter uma
conversa esperta! As
toalhas deram o lugar
de destaques e com
piqué~ linho, algo -
dão ou até mesmo com
rendas, dS cores ver
melhas, brancas, ver
de claro, pastéis -
são os tons de des -
contração e sendo
substituídos diaria
mente.
"Pàrabéns!
nos trinques".
Esti
BARAO
!.anchonete Barão,
também não fica para
tras, foi uma das
primeiras lanchone
tesa sofisticar a
movimentada rua Ba -
rão do ladirio, aos
proprietários aquela
consideração.
CONVITE
Convites de forma
turas, estão de vento
tos Jg _poupa.
: Mas deu para re
gstrar que patro
ns, paraninfos,etc.
=ao intitulados para
7erecer apoio finan
ce1ro ou político,-
deixando Xb b4J"j5
io os verdadeiro4
ducdor. ±sa re
gir;Lratla. Uv; fv=
dos gbG4 parabéns
rá que você eéç,
con trolando as fre
quências e édia.
REUNil,o
Reunião realiza
da, vitória "Jb*5
da.
são os votos X
to colunista aos j
vens amigos recent
mente eleitos, Y*=
Flivio Derzi e i*
Alberto Rondon, De
tados Federai:; e
taduais respectir~
mente.
Será o inícío 4
uma nova história l
política moderna z =
* a sociedade 4GB
togrosense, e Bcl,
VIsta conseguiu rtj •
nir vários trabaib» '
dores er.i Educaçao •
ra ouvir e disct <
propostas e projet -
com os mesmos. e
Graças ao Coruj
e este colunista
que querem maior 4
tenção para o sete
educacional da n:is
sa cidade. st
Es ti registrad, : 1:.
e "aguardamos os ::-. ;
bres Deputados par .:, e
uma confraterniza n"
çao.
ALGUNS
CONTRA
- Não beberás,po
que o alcogl f
prejudica flsica,
mental, moral: e
piri tual, social
e economicamente,
- Não beberás,PP
que o_álcool e"5
ce açao nociva •
bre todos os apll.
relhos de que
formado o corpo
humano. . :i
- Não beberãsrP
que o álcool a%
ca o coração, q
duzindo molés
t
ia
cardíacas •.
0
- Não beberas,P _
que o álcool "1
ca o fígado e
rins. . p:1
- Não bebera
s
,.
1 at»
que o ãlcoo
ca fortemente ':,
rv
oso• -,,_
sistema nel o g =%S
- No bebera°;
que o ilcool _ li
nui a inteligenc
LINHAS PARA:
~ -==:===--==--
os
VIACÀO CRUZBIRO DO SUL .
SBGURANCA :. TRANQlJILIDADR - CONFORTO
Maus Pã ÉTCIRS$
BELA VISTA,. PORTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO JOÀO, PONTA
PORA, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJÚ, AQUIDAU
ANA. CORUilBÀ. NIOAQUE, BODOQUENA, SIDROLÀNDIA E CMIPO
"GRANDE.
1
IA.JE IM, 1áJE COM
A CRUZEIRO DO' SUL. _
'rRinUIJA DA PH01'1'1'F:I RA mU VISTA - nUup Wsptt m N/$= < A2 Y ov]bg?*v Y 1990
?G
Dívidas de . Empresárips com o Banco do Brasil
Está nulto certo a nlta
dlreçno do Banco do Bra -
si 1, e quem deve ao . banco
tem que pagar. Nada mais
l:. Justo, Seja empresárió ,
produtor rural, pessoa ·ff
slcn, jurídic:a, enfim
... quem deve ao banco têm a
stz:,/obrigação e o dever de pa
: $ar.
N; 4I que há dh•idns
''dfridns".
No caso dos empresá -
rios que contraíram dívi
das durante o Plano Cru -
zado, quando se prometia
"lnflaçiio zero", depo
is foi aquele sufoco, ju-
ros de 2:t passaram para
10%, 50% e até 80% ao
ês, estes, até hoje en -
contram-se sufocados pe -
lo BANCO DO BRASIL.
Há casos de empresári
os que passaram UM ANO
solicitando renegocia -
?à<O}=; do e o BB alegava um mo
s.] tivo ou outro. Ora era o
e;: avalista, depois o patri
eo;;.: oÔnio, depois a falta de
., ua indexador, e a no·e-
la se alongava. Acontece
que chegou o momento (pn
•D~ ra o banco), que a situa
A ."v precisava se normali
t: zar, e o BB, através de
::-- ~uita prcssiio (cobrar ava
listas, executar) tomar a
casa, o prédio, etc) reno
ociar estes débitos. Do
jeito que queria, era as-
5inar ou morrer. Coisa de
!&_lota.
Pois bem, enquanto o
Co,·erno está RENEGOCIANDO
±±±
·r.9
.à
-,,
%
-,e-·
.i
+%%
ai
a divida externa do jei
to que quer, " pagaremos
de acordo com a nossa ca
pacidade", "devo, nã
nego, pago quando e qunn
to puder". -
Os contratos renego -
ciados dos devedores, cu
jas d!ddas são oriundas
do Plano Cruzado, nno es
tão seguindo a filosofiã
do Governo, o Banco do
Brasil está SUFOCANDO
estes empresários.
E o mais paradoxal, o
Governo quer acabar com
a indexação, e o BB é o
maior defensor da mesma,
pelo menos nos contratos
renegociados.
SÓ para se ter uma i
déia, uma impressora fi
nanciada pelo BD, custa
va na época Cr$ 200.000,
00 o financiamento hoje
está em Cr$ 8.000,000,00
na ,·erdade esta impreso
ra custa no mercado- Ho-
JE Cr$ 2.000,000,00.
Quer dizer, o BD fi -
nancioU uma mâquina cu -
jos custos (juros, corre
cão, taxas, etc). HOje
daria para comprar 4, é
isto mesmo, Quatro Máqu_!.
nas.
Financiamos uma e es
tamos pagando quatro.
Isto se chama incenti
"O ã produção? Não, pari
nós existe um nome mais
apropriado, ROUBO. € is
to mesmo, é ROUBO.
Se o banco quer rece
ber a sua conta, aja com
CORREÇÃO, .JUSTIÇA uep <
.NESTIDADE, de acordo com
a su11 trndição.
O Governo Collor quer
MORALIZAR, MODERNIZAR
quer eficiência dos em -
presários, quer que os
mesmos caminhem com os
próprios pés, tudo bem,
mas, por que, não REVI -
SAR estes contratos e a
cabar com este ROUBO OFI
CIAL? Por que não tratar
a dívida interna como es
tão tratando a divina ex
terna?
A este respeito um
fato merece ser lembra -
do.
Quando o Governo deu
anistia aos devedores cu
jos débitos foram con
traídos durante o Plano
Cruzado, o Banco do Bra
sil, em Bela Vista, não
anistiou sequer um em
presário. No entender do
banco "todos estavam em
condições de quitarem os
seus débitos".
O DAHERINDUS, na épo
ca, e a CAIXA ECONOMICA
FEDERAL, não deram anis
tio, mas chamaram estes
devedores para uma NEGO
CIAÇÃO. Deram descontos,
compatíveis·com a situa
ção, para os que quita -
ramos débitos; e parce
laram cm condições JUS -
TAS os que não podiam li
quida-los de uma só vez.
Resultado, RECEBERAM TO
DOS OS D€BITOS. Nào há
nada pendente nestes ban
Custeio Custoso,
g amigo do ,·ernáculo,
do portugues castiço, ,·ai
entender pelo título des
te Editorial que o finan
iasento para a agricultu
ta está muito caro, estra
hhando apenas a ênfase dã
tepettcão. E pensará cer
to!
No entanto o agricul -
tor sofrido, talvez não
~e censure por ter batiza
do o escrito com a denoi
ação mais completa e re
al de "Custeio Custoso
Custoso". Assim, dando a
custoso o sentido também
de demorado, estnrei cer
tíssimo .. :
O financiamento, nlêm
de oneroso é demorado. É
Custoso porque custa caro
te custoso porque demora
uito. Se tempo é dinhei
ro, aquilo que tarda não
detxa de ter preço eleva
do,
. Nà:o se tem feito, . nos
ltios meses, outra coi-
8a -
d que nao seja reclamar
" f1nane1aentos asrfcg
s nas entidades de elas
b; e rodas de produto -
?es rurais, junto aos Ban
os, Secretairas e Minis
;•rios ou mesmo pelas te
i:"isões, rádios e jorna-
• Fala-se, brada-se ?
t!ta-se, esbraveja-se ,
eclaando-se dos acessõ
toa
d extorsivos cobrados
,1"" !cautos. A asrteu1tu
_"} suporta Pagar Ju -
8
montados a cavalo
orrecão monetária
Plantar e quebrar.
cos no que se refere as
dívidas do Plano Cruza-
• do, O llll não, - estava
com uma pequena margem
de lucros, pressões e
mais presnÕes, GRANDES
f:ttl'lll(SÃRIOS a= rm.rncos
que deixaram o BB naque
la situação, ontào, ~
negócio era arrocuar os
pequenos e midins. N3do
de anistia. E para pa -
gar os débitos, o des -
conto era uma piada. Pa
ra o JlB era melhor, mui
to melhor, esperar, dei
xar a situação como es
tava e depois usar a
Lei. A pressão, a amea
ca, e os pequenos e me
dias empresários estiio
até hoje com a corda no
pescoço. Querem pagar
pois o pequeno empresá
rio não dá calote, nem
abre concordata,
querem JUSTIÇA.
Nós não vamos esque
cer isto. E não vamos
nos calar. Esta injusti
ca sera cobrada, hoje ,
amanhã e sempre, até o
DOM SENSO e a !IONESTrDA
DE passe a ser regra de
conduta.
O presidente Collor
nao quer que se denun -
cie os ABUSOS?
A! está, meu Presi -
dente uma DENUNCIA.
Em tempo: Em muitos
casos, estas dívidas já
foram pagas e muito bem
pagas.
Custoso!
mas
VBC, quer dizer" Vai pessoas inteligentes, co- Do lado dos estabeleci
bater a Cara" e, cliente mo sÕ.o as da área econômi mentas de cre"dito, ma -
do BB, um "Baita Bobo'' . ca do go,·erno, não enten= is forte do que a ambi-
Isso porque 97., corri dam isso? ção, existe desconfian-
gidos, já são para agia= - Será preciso ver a ça, o receio de não re
ta nenhum deixar de pe - quebradeira que se avizi- ceber, a vontade de ver
gar no grito. SÓ que, cs nha, para assustar? quitado, primeiro, o
ses juros, são como aqué - Será necessário o contrato anterior. E a-
la mercadoria posta de lhar os celeiros vazios cima de tudo, por parte
chamariz em liquidação : de um futuro próximo, pa- do governo, o desejo
quando o freguês chega ra compreender? sincero, mas fanático ,
para fechar o negócio - O que pode ser ine.x- inflexí,·el, de acabar
"jô acabou ...
11
plicã·cl para uns, é que, com a inflação. Não é
E os juros agora, co- mesmo com acessórios tão preciso ser adivinho pa
mo o gado, também depen- grandes, ainda tem gente ra saber e dizer que
dem do "pedigree". Se é querendo os finnnciamen - se não se encontrar um
originário do dinheiro tos e reclamando da sua meio de mudar essa tris
de caderneta verde, é me demora. O que pode ser in te situaçiio, de quebrar
nor; se do Tesouro, mais compreensí,·el para ou - o terrÍ·el círculo ,•i -
caro. Lembrando ainda da tros, e que, um capital cioso, ,·ai faltar ali -
qü@eles chamados juros do tão bem remunerado, não mente para o po·o. Nós
crédito complementar , seja logo posto no merca- que aplaudimos o plano
que não tendo "pedigree" .do, com contratos lavra - do governo, que ncredi
não têm também, vergonha dos e bem ligeirinhos. tamos na seriedade da -
na cara... - Para as duas d~vi - queles que estiio ~omba-
Na realidade, os ju - das, respostas certas e tendo e vencendo a in -
ros, feita a média, são prontos: Do lado do produ flação, esse monstro
mui to mais nl tos. podcn- tor rural. existe aquela e que a tudo devorava, e
do chegar a 307 além da terna esperanca de que que conhecemos a erda
corrcçâo. Assim: No ano que vem sem me - d eira situação do agri-
- Como é. possível gn- lhor". De resto, trata-se cultor, temos moral pa
nhar dinheiro pagando cs de sua prof_issão, e o que ra expor e pedir solu -
se Ônus tremendo? - ele sabe fazer e por isso cão pnra o problema. A-
- Como e .possível pro ela planta, (Não tem gen- creditamos na regra
duzir a.limcntos bara = te que teima cm recons - ma.s sabemos que toda re
tos para a populacão, en truir seu casa pegada a gr~ tem excecâo. Fechar
frentando esses custos um vulcão?). E alê de as tornci.r.as, cn.rugar o
excessivos?· tudo, o agricultor está m~io circulante, saber
- Como é possível fi- endividado e qualquer ace resistir a 'pedidos, mcs.
car espera·ndo os finan - no lhe ê simpático. Coo o que is!stentes, ai
cimucntos, que não che - o Jogador inveterado, pe- zer não, não e outra
am nunca, fazendo tudo ga dinheiro emprestado., vez, não; tudo isso faz
fora de hora, contrarian vende o que tem, hipoteca parte da regra. A exce
do as leis imperiosas da' a vida, empenha a alma cio que precisa ser con
natureza? para tentar a irada sai- siderada é quando se
- Como é possível que deira, do tudo ou nada. pensa na fo·me.
PEDRO PEDREI
1
vocP. SADIA? 1
'
Que um vereador n11 cldndt! de Anton.i.o .J, :.... ., •• 0
ganhando mais de Cr$ 80.000,00 por mês? tao a
bla? Entiio flquc sabendo. Quer cl-fzcr, e O ·'" L XBB*
mlnl.Jnos.
SÓ uma perguntinha:
- Não é muito não?
CONYII!MANDO
E o deputado Henrique toraes Dedé confiro es
ta semana: nera mesmo candidato a pref<'ito Je no=
nIto nas próximas eleições. Falando em Dedc, o
que ele esta recebendo de reclamaçoes a respetio
de ateodlm.cnto médico em Bonito chega a turpreen
dcr. O que é que está ocorrendo naquela cidddt! no
tocante a atendimento médico?
Negligência, erros médicos, enfim, o po,·o c«t>Í
preocupado.
FALANDO EM MÉDICOS
Denúncias pesadas contra médicos em São Paulo
foram veiculadas pela TV, mercantillmno X" pesoda .
TF publica nesta edição um artigo transcrito da
revista Veja a respeito dos médicos. Leia •• A Do
ença dos Médicos". € para meditar. Ainda b<!c qu':
em Bela Vista não acontece estas coú,:as, não e
mesmo?
REMANEJAMENTO NO BANCO DO BRASIL
E a dircç.âo do BB está remanejando os functons
rios, o gerente Castil.hos será transferido, aGsu
mirã um novo gerente semana que vem. Também o sub
gerente Edson mudará de posto, e furxiooiirios que
estiio cm Bela Vista hii mais de 15 anos tambe~ se
rao transferidos. Mudança global nos quadro.
MAS, A MUDANÇA MF.LUOR
O problema do 11.anco do Brasil nao é mudar os
(uncionários, não é aí que está o erro. O err~ eE
tá na estratégia do banco. F..le deixou de ter o
banco da produção, que incenti'·m·a a lnvoura, o
comércio, a indÚstrú, deixou de ser aquele BANCO
que, realJDente, representava o BRASIL. Se o BB es
tava dando prejuizos, ou pequena m.argei: cic t,1 -
cros, ACREDITEM, a culpa foi (e é) de culLo; polí
ticos e de proprios diretores com internos
BANCOS particulares. Entendeu?
E disses que di«ses não levam a nada, ou +a
lhor, levam sim, "espirito de dedo no gat'Lho con
tra o bnnco e ice-versa", • -
A cota de sacrifícios que o País exige, é PARA
upYpt; tamben para os bancarias. sobre.tudo • os
bancari.os do llanco do Brasil, tidos e ha,-:ídos
o "BEM PAGOS". co-
Não somos contra pagar bem a tml' fuccton:irio e-l
ficiente. O que e preciso, e urgente - ,,,,
' e 7culaen ]
sionar 1:odo este Plano no tocante as dlLdss ori
undas do Plano Cruzado.
Esta certo que o passado ? o passado. ll:.lJ
BD nao vai querer a quebra de erpresas, no
falta as ereneta, vG de efieteta,_a= " %
pa ecl..a_do_próprio_anco, que não sou±
nistrar :_financiamento. coaccdidos. adr
Agora não é hora de ar o;-!'
sim de ACERTO. • 'unes
ASSUSTADOR
Segundo um cliente do Mnco do Brasii. u nm·o
gerente que está para chegar. ,.e..:tl com x:..:.co-12.nd.a -
tÕes de ag1-r com o máximo rigor na cobrnc+ d dé
bitos_pendentes. Disse este cliente que o ne;ócio
sera nao pagou, execução".
NÃO€ O CAMINilO
Não acreditamos que a direção do Banco do Sra
sil vá toar tal atitude, o negócio do banco ? re
ceber, não interessa ao BB ficar co casas, terre
nos, fazendas, empresas. etc. E' têm uma coí.sa, ã
imagem do banco j,Í não é lá fm:orá'<"e.1, se iniciar
a "campanha" que este cliente falou. 't'ai ficar p:i.
or. E tem mais uma coisa, JUSTIÇA "ainda" existe
para resolver casos "confusos''• e tem muitos dê.bi
t:os "confusos" no banco. -
tua=t VpUupt
o
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= /
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~UCtUYpH
CONFECÇOEES
l·lOD/ MISCULINI
u/5/neoBoU
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R. DUQUE DE
BELA VISTA
odas
Mfil FLORIANO PEIXOTO
Bela Vista 1,õ
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COMf:RCIO E REPRESENTAÇÃO DE GAZ~CARACOL/MS
CARACOL -M
!:':LRl GR/f! /: ;;1éJ*;) ]v4; C, s.. .!.i.< 5 PCNO
Carta:zc,Cartões,Convites,I cl -t
P"<Càg?*b"jJ)j&"4<5)(Gb5" <
W;;J&"OO<iN ; CjJ=G B" NO<$$X jJNN= r CC b< WNC
v Bvzb4<W?<; ]b )vJ<?)B BWOj;)O= ) oi:
*vB&)j&)BNC<Ci
1
vJjj;J b ===
!,C'I'H!"!"Il-CO:~: P!.acn::;-Pr1iné·ir.;-:~J -
??4<pG5<pvv< $/?BNNGNN) bN aPC)hG?
X)B$i=
P;N"UPNS Y CNAS E PPÍD OS
DESF'ILf.S
io;:o;os
DECOMÇOES
CJRIMEOS E -~!:!O:,DUC-1Çô;::s
P.EClDO:_FONE:439-1~!0
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CONFECÇÕES* DRINQUEDOS 7
== ;=p ü MIUDEZAS EM GERAL
.. "S!1.I U=N= ESCOLAR
YN/NNONON r:ODORA _ CÃNDIA _ YB JGü
")v vila Nova
R. JOÃO MANOEL RODR:::GCTES,S/
•,l1:: .;:,~A!• ;.,_;.; ,.~N!!;;l-0.':/ ·
<T7 op$
• REVISTAS - JORNA!S - CARTÕES MIUDEZAS
BR:;:NQUEDOS El1 GERAL
~ ANEXO ELE~RÔN!CA
ANA !.OC:::A CRUZ DA S!.!.VÀ
RUA BARÃO DO LADÃRIO,l.686
BELA VISTA - MS
CEP:79.260
* FOTO 3/ F na !IOPJ 7 REPOR'.:'AGEM zvQvcs?f=
'"!UA C!'.NDIDO MAR:::M:o,:. '277 FOtlE: 439-1146
ü1>R/S%% REPORTAGEM FOTOGRÃF.TCA PARA UB)O
ü?ü VERSÃR:::os, ::lA?:IZADOS' ":':'C ...
I FOTOS - REVE:..AÇÃO DE FILMES
EMOLDURA';Õf'ê. - CARIMBOS
POSTERS - PINTURAS EM TELAS
FO~O:- J/( e 5/7 - QUADROS
DE AI..TAIR MARQUES
P. BAPAO DO !.A.DARIO
" PARA VOCE QUE GOSTA DE TOMAR UMA CERVE
JINHA GELADA ACOMPANHADA DE UM DELICIO E
ESPERTO LANCHE,SURGIU A MAIS NOVA LANCHO
NETE DA CIDADE PARA MELHOR LHE SERVIR.
PAST
==
C<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<ü<<< < == <
ipsoUm TRIBUA DA aqpouesU DELA ±ISTA - nUup GROSSO Yp SUL -
Prefeitura Municipal
de Bela Vista-MS
EDITAL DE CON'!'RIDUIÇIO E MELHORIA NO 010/
90
A Prefeitura Municipal de Bela Vista ,
Estado de Mato Grosso do Sul, torna pfibli
co aos interessados que efetuará o lança -
menta e cobrança da contribuição de melho
ria, sobre os proprietários de imóveis, do
domínio privado, situado nas áreas direta
mente beneficiadas pelas obras de pavimen
tação, nos termos do Decreto-Lei no'195 /
67, de 24.02.67.
1- DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DIRETAMENTE BENE
FICIADAS: '
- Rua Alcebiades Bobadilha da Cunha: entre
ruas Duque de Caxias e Visconde de Taunay.
- Rua Cândido Mariano: entre ruas Tiraden
tes e Visconde de Taunay.
- Rua Santo Afonso: entre ruas Duque de Ca
xias e Visconde Taunay. -
- Rua Duque de Caxias: entre ruas Darão do
Ladário e Alcebíades Dobadilha da Cunha.
- Rua são Geraldo: entre ruas Barão do La
dário e Alcebiades Bobadilha da Cunha.
- Rua São Clemente: entre ruas Barão do La
dário e Santo Afonso. -
- Rua Almirante Barroso: entre ruas Barão
do Ladário e Alcebiades Bobadilha da Cu
nha.
- Rua Tiradentes: entre ruas Barão do Lad~
rio e Cândido Mariano.
- Avenida Tribuna da Fronteira: entre ruas
Barão do Ladârio e Cândido Mariano.
- Rua Visconde de Taunay: entre ruas Barão
do Ladário e Cândido Mariano.
ee < ORÇAMENTO TOTAL:
O custo total contratado é de: Cr$ 31.1
43.046,00 (trinta e um milhões, cento qua
renta e três mil e quarenta e seis cruzei
ros)
EDITAL DE CONTRIBUIÇÃO E MELHORIA NO 010 /
DA
Que será ressarcida pela contribuição
de melhoria.
O custo dos materiais fornecidos pela
prefeitura e seus equipamentos, assim como
a execução das guias e sargetas, serão ab
sorvidas pela prefeitura.
III- VALOR DO RATEIO ENTRE OS IMÓVEIS BE
': Ermos POR ETRODE TESTÃDnÊOSEGUI
}N
Cr$ 8.195,53/metro de testada.
OBSERVAÇÃO: Para os terrenos de esquina
sera considerado o total da testada do me
nor lado mais 50% (cinquenta por cento) da
testada do lado.
Iv - os proprietários de imóveis situados
nas zonas beneficiadas, terão o prazo de
l5 (quinze) dias a contar da data de publi
ação do presente edital, para a impugna -
ão de qualquer dos elementos dele constar
te, cabendo ao impugnante o onus da prova.
V- A contribuição de melhoria será lança
da em BTN - Bônus do Tesouro Nacional, ten
do por base a BTN de setembro de 1.990 ,
Para pagamento à vista ou em até 12 (doze)
Parcelas mensais.
VI - Para pagamento à vista, desconto
F
A (quarenta por cento).
ee < Para pagamento em 06 (seis)
desconto de 20% (vinte por cento)
Parcela, para pagamento até o dia
Vencimento.
VIII - Pará pagamento em 12 (doze) meses ,
desconto de 10% (dez por cento) em cada
Parcela, para pagamento até o dia de seu
Vencimento.
dado, sem ônus a Municipalidade.
Art 39 - a doação tornar-se-à nula, b
dentro do prazo de o1 (um) ano, no for
dado inicio a obra de que trata o artigo
20 desta Lei.
Parágrafo Onico - O imóvel objeto desta
Lei, não poderá ser transferido à ter -
ceiros, nem responder por qualquer débi
to da Samaasd.
Art 40 - as despesas com documentação
ficará por conta da sociedade.
Pará@raro 0nico - E caso 4e eincão aaL"E!"?2 " ':"I
Samaasd, ou de mau uso de conservação ,
o imóvel regressará ao município de Bela
Vista, sem que haja qualquer indeniza
cão.
Art 50 - esta Lei entrará em vigor na da
ta de sua publicação, revogadas as disp~
sições em contrário.
LEI MUNICIPAL NO 900/90 - GABINETE DO
PREFEITO EM 22 DE OUTUBRO DE 1.990
"DECLARA DE UTILIDADE POBLICA MUNICI
PALA RÁDIO BELA VISTA - RBV" -
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu 'r.-----------------------,,i
nicipal de Bela Vista, Estado de MatÕ
Grosso do Sul, faço saber que a Câmara
Municipal aprovou e eu sanciono a seguin
te Lei: · -
Art 10 - fica declarada de utilidade pfi
bl'ica municipal a Rádio Bela Vista - RBV
com sede à rua Coronel Camisão, no 621
nesta cidade, inscrita no C.G.C/MF no o-
3.202.116/0001 - 00, fundada em 10 de ju
nho de 1.982.
Art 20 - as despesas decorrentes com a
execução desta Lei, correrão por conta
do areamento próprio.
Art 30 - esta Lei entra em vigor na data
de sua publicação, revogadas as disposi
çoes em contrario.
DECRETO NO 78/90 - GABINETE DO PREFEITO
EM 22 DE OUTUBRO DE 1990.
de
meses ,
em cada
de seu
• RI_MUNICIPAL N 899/90- GABINETE DO PRE-
àb*v o 22 E OUTUBR DEI.SS
,,' DISPOE SOBRE A DOAÇÃO DE IMOVEL A SA
-ASD, E D OUTRAS PROVIDENCIAS".
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato
Grosso do Sul, usando das atribuições
que lhe são conferidas e de acõrdo com o
disposto do Artido 68 s ao da Lei no 88-
6/90 de ;pt de Abril de 1. 990 e Artigo 43
da Lei Federal no 4.320/64.
DECRETA:
Art lO - nos termos da Lei Municipal no
894/90, artigo 10 fica aberto um crédito
Adicional Suplementar no Valor de Cr$ 2-
58.000,00 (duzentos cincoenta e oito mil
cruzeiros) a ser designado nas seguintes
Dotações Orçamentarias.
02.00 - EXECUTIVO
02.08 - SECRETARIA DE VIAÇÃO E OBRAS
SERVIÇOS PUBLICOS
10573161.12 - Construções de casas popu
lares.
4.1.1.0- Obras e Instalações.. 25.000,00
16885342.17 - Man. dos Serv. da Sec.
3.1L3.0 - Material de Cons 233.000,00
SOMA 258. 000, 00
Art 2 - para cobertura do crédito suple
mentar aberto no artigo anterior serão
utilizados os recursos provenientes do
.provavel Excesso de Arrecadação conforme
cálculo_efetuado de acordo com o Artigo
43 paragrafo 10, item II da Lei Federal
4.320/64.
Art 39 - este decreto entrará em vigor
na data de sua publicação revogadas as
disposições em contrário.
DECRETO NO 079/90 - GABINETE DO PREFEITO
.EM: 24 DE OUTUBRO DE 1.990
Edson Medeiros de Morais, Prefeito Muni
Pal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso
O Sul, faço saber que a Câmara Municipal a DECRETA:
tovou e eu sanciono a seguinte Lei: Art 10 - fica o serviço autõnomo de água
lo - fica o executivo municipal, auto - e esgoto - SAAE, situado no Município de
izaao a doar à Samaasd ( Sociedade Aerode Bela Vista -MS, autorizado a efetuar rea
tiva Marechal do Ar Alberto santos Du - juste de tarifas e taxas em 55s (cinquen
nt), um lóte de terreno, medindo 100 x CA ta e cinco por cento), à partir de 01 de
'ou seja, Ol (uma) hectare, localizado no novembro de 1.990, conforme tabela da Sa
oporto desta cidade. nesul. Art 20 - este decreto entra em v~
t gor na data de sua publicação. -
2o - a doação de que trata o artigo aci
, trata-se da c,onstrução da sede da socie EDSONMORAES - PREF MUNICIPAL
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato
Grosso do Sul, usando das atribuições da
Lei Federal no 4.320/64, de 17 de março
de 1964.
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WeJN 029.875.191 - 20
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FONE: 251-1451
RESILENCIA-: RUA O1avo Bila - Ng 146
COHAB - FONE: 251-1410
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL
' /
IOPNAL 'TRIUNADA FRONTEIRA BELA VISTA-M
---------. I - ·- -
ACONTECEU NI CISERNI
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uni
E
'j o
l
ante
"I'
eia
..ci
si
c6]
a
Centro Tecnológi
co do Exército: Convê
nio porn prcacrvaçüo
do meio ambiente.
No dia 14 de agos
to, em Guaratiba (Rio
de Janciro-ílJ), no ~
quartelamento do
CTEx, foi celebrado -
convénio entre a Fun
dação Estadual de
engenharia do Meio Arn
bicntc(FEEMA), a Fun
dação Instituto Esta
dual de Florestas do
Rio de Janeiro(IEF/RJ)
e o Ministério do E
xército.
O convênio assina
do pelo chefe do CTEx
por delegação do Mi
nistro do Exército ,
permilirá o estabele
cimento, entre as par
tes, de regime de mú=
tua colaboração para
a preservação do meio
ambiente de área . de
manguezal abrangida -
pela Reserva Biológi
ca de Guaratiba.
Entre outras o
brigações, consta des
te Convênio que o Mi=
nistério do Exército
impedirá, sob qual -
quer circunstância, a
ocupação da área de -
manguezal, bem como -
informará à FEEMA e o
IEF/RJ a ocorrência
de qualquer fato que
signifique poluição -
ambiental ou danos à
flora ou a faúna, em
especial quanto à pes
ca predatória, desma=
tamentos, queimadas,a
terras e outros atos
lesivos ao local.
"A ,preocupação am
biental é prioridade
do Governo, e substi-
tui a concepção de
desenvolvimento a
qualquer preço por u
ma estratégia de eco
desenvolvimento.
(Extraido do Pla
no Ambiental do Gover
no).
UM POUCO DE IlISTÔ
RilS E ESTÓRIAS DO MS
Conforme o número
anterior deste jor
nal, vamos contar -
n(·GLD cdiçi.io:
ARTES DE RAMÃOZINIO
O célebre cape
tinha do mato, au -
tor de tantas falca
truas, neste municí
pio de Sidrolndia,
conforme contam, é
pessoa de carne e
osso, invisível, ca
minhando a pé, an
dando na garupa de
cavalares e viajan
do de automóvel e
caminhão, de acordo
com as exigências -
do momento.
Quando se hospg
da em uma casa,cus
ta a sair. Faz mal
dades, põe terra na
chicara de café, pi
cumã no prato de cÕ
mida, ao serem ser=
vides pelo seu pro
tegido, assim como
faz tudo o que pas
sa a contrariá-lo ,
irritando-lhe os
nervos, provocando
xingatórios, azedan
do os humores e des
graçando-lhe a vi
da. Ao lado disso -
tudo; prodigaliza -
lhe benefícios.
Se falta qual -
quer mantimento na
cozinha, imediata -
mente ele o traz
1
não se sabendo como
nem de onde, e o de
posita no fogão.
Um caso que con
tam e dizem que e
real, aconteceu com
o Sr. Sebastião Li
no Barbosa, residen
te na Fazenda Sarnam
baia, o qual foi u
ma das maiores víti
mas desse espírito=
satânico.
Nas suas tribu
lações constantes ,
fez uma promessa ao
"Divino Padre Eter
no", de ir a missa
anual, por ocasião
da festa da cidade,
levando uma boa es
mola se ficasse li
vre daquela tenta -
cão dos infernos.
O "bicho ruim" desa
pareceu. Na Ocasião
oport,una viajou pura
o cumPrirnento elo vo
to, tocando seu car-
gueiro puxado por do
is lindos baios. -
Como era ores -
pensável pela bóia ,
pois prometera fazer
almoço de todos os
romeiros, verificou
que faltava toucinho
para o almoço. Bas
tou a simples lem
brança de que no tem
podo domínio "de Rã
mãozinho", não lhe-=
excasseava nada, pa
ra que, no mesmo ins
tante aparecesse den
tro da cuia, um la
nho de gordura, da=
quclas mantonas, lar
ga e grossa com pro
babilidade de pesar-
mais de uma arroba.
Satisfeito. com
o aparecimento do
presente, aceitou a
oferta e tratou de - CONSULTE-NOS ouVENHA NOS VISITAR
fazer a comida, Ho.. ['jTl'-222222+
ve então
O
reatamen- CHEVROLET O Km 90/91 SEMI - NOVOS
to da camaradagem an D-
20
(06
7
)384-419l
tiga, que com mais= CHEVETTE
de dezenas de promes MONZA
sas, não conseguiu= CHEVY
livrar-se de Ramãozi IPANEMA
nho, onde permaneceu KADETT
até a última hora de DIPLOMATA
vida do pobre fazen- CLASSIC
deiro. CARJVAN
No próximo número
O PÉ-DE-GARRAFA
ANIVERSARIANTE
*
Loja do
Carro
O Carro que você procura na
cor que voce deseja, nas Condições
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UfülCAÇÓES
Que e]aendereçado
expediente ao Exmo, Se -
nhor Prefclto Munlclpnl,
o uent Ido que encaminhe
a esta Casa Legislativa
0 projeto de contruçôo
do colégio no llnirro f:s
frito Santo, bem como a
documentoçao do terre
no onde será construído
o mesmo, e qual o prazo
para se dnr o início .. n
estn obra.
,.·)
io
Ver. CARLOS ALIIERTO OCARIZ
JND1CAC0ES
Que scjn endereça -
do expediente no Sr. Pro
[eito Huncipnl de !letã
Vistn, com cópia àSecre
tnria de SnÚdo e demais
órgãos assistenciais li
gados à Prefeitura, no
sentido de reestruturar
atendimento de assistên
cia social aos doentes
encaminhados à Campo
Grande, para assistência
especializada; com auxí
lio para locomoçÔo e/ ou
alojamento naquela cida
de, quando necessãrio
Na grande maioria dos
casos são totalmente ca
rentes de recursos o que
sobrepõe à dificuldade
de assistência médica cg
ta extra de assistência
social.
Que seja endereaçn
do expediente ao Sr. Pre
feito Municipal de Bela
Vista, com cópia ao Se -
cretnrio de Obras, no
sentido de determinar a
retirada de entulho esta
ctonado no canteiro de
obras do Hospital são
Vicente de Paula, coo
tribuindo para a agiliza
ao dos serviços e me
lhor operacionalização
da obra.
O ambulatório das A -
çÕes lntegradas de Saú -
de, feito pelos médicos
do Hospital São Vicente
de Paula, para atendimen
to da parcela mais caren
te da população, teve su
as cotas drásticamente
reduzidas pelo INAMPS
em nümero de consultas •
o que deixa em dificul
dade grande parte da po-7
pulação que não tem re -
cursos para recorrer à
medicina privada. Com es
ta ajuda a Pre'reúurn d!,
minuiria consideravelmen
te as dificuldades no in
tuito de melhor servir
com assistência médica
••········..······...
Que seja endereçado
expediente ao Exmo. Se -
nhor Prefeito Municipal,
no sentido de agilizar
as obras de contrução do
Centro Comunitário da
Baixada Corintiana e re
for.a do Centro Comunitd
tio da Cohab, para que
no menor prazo possível
os habitantes dos refe -
tidos bairros possam con
ar com sedes à altura
dos anseios das comunida
des, • -
Enfatizamos a neces -
sidade de viabilizar re
cursos para implantação
de centros em outros
batrros cÓm associação
de moradores já estrutu
tadas e sem rede.
.......................
identico no efetuado pe
lo INAMPS (atualmente ao
redor de Cr$ 100,00 (cem
cruzeiros).
JUSTIFICATIVA
Que seja endereçado
xped{ente ao Exmo. Se -
hor Prefeito Municipal,
tom cópia ao Secretário
unte{pal de Saúde soli
!tando o pagamento atra
'•• do Município de
l .ooo (mil) consultas
•ln.ssificadas como porte.
II (simples), no valor
aos mais carentes
Quo aejo endereçndo
expediente 110Exrno. Se -
nhor Prefeito Municipal,
reiterando a Indicação
n2 050/89, no sentido
que sejam criudos nos
bairros periféricos, di-
,versoa lcnhciros (depÓsl
tos de lenha) para perto
dlcamente ser distrIbu{
da à população carente.
Como todos sabemos
as serrarias da região
não aproveita os restos
de madeira serradas, fi
cando lã no dispor dos
interessados, gratuita -
mente ou não incinera
das.
Já durante a campanha
eleitoral, utilizou-se o
sistema de distribuição
de lenhas por alguns can
didatos. Agora, durante
os mutirões tem se utili
zado dc,ssa prático. -
Se éútil, por que
não perpetuar-se a prât!,
ca dessa distribuição de
lenha, oriundos de restos
de madeiras das serrari
as.
Acredito que com três
depósitos, se atenderá n
população carente da pe
riferia. Vejamos:
1) - Um depósito para a
tender a Baixada Corin -
thiana, Prima,·eras, Cos
ta e Silva e Novo Hori -
Que seja enderacdo ex
pediente a Secretaria Es
tadual de Saúde na pes -
soa do Secretário Dr .
Milton Miranda, no scnt!,
do de regularizar o Paa
mcnto das (AIS) Acao In
tegradas de Saúde, aten
dfmento ambulatorial ,
em ntrnso desde o mês de
Ago/90.
JUSTIFICATIVA
O Ambulatório das
Ações Integradas de Saú
de é feito pelos médicos
do Corpo ClÍnico do Hos
pital São Vicente de Pau
la. com cotas reduzidas
e tabela de pagamento em
defazagem simples, ao re
dor de cr$ 100,00. Os re
cursos oriundos do 1NAM
PS são repassados atra -
vês da Secretaria Estadu
nl de Saúde. Como o Últ!,
mo pagamento recebido
correspondente ao atendi
mento efetuado cm julho,
0funcionamento foi pre
judicado e está suspenso
em virtude das dificul
dades operacionais, ate
a regularização dos refg,
ridos pagamentos •
sente.
2) - Um depósito para a
tender a Baixada Flumi -
nense, ltaverã, Espírito
Santo, Clarão da Lua
Planalto e Boa Vista.
3) - Um depósito para a
cender o Bairro Antônio
João e ltaborny.
Nada impede que sejam
criados um depósito em
cada bairro, porém, paro
início, bastariam esses
três, a tftulo de experi
ência. -
Carregada a lenha para
o depósito, transportada
por camilhÕes, dali pe
riodicamente seria dis -
tribuida por carreta a -
trelada em trator. Ou a
inda, os próprios morado
res, pro,·idencinriam Õ
transporte.
Com esse serviço o
poder público estará a -
tendendo aos reclamos de
uma população carente
que habita os bairros
riféricos.
_,
administração municipal,
dos carteiros, dos mora
dores da cidade, dos fa
mllinrc,s destes e de se
us amigos distnntcs.
Nesta cidade édifÍ -
cil de se localizar os
cldadÕes belavistcnscs ,
eis que são raras as ru
as que possuem placas in
dicativas de seus nomes
e raríssimas os casas
que possuem numeraçao.
Em outubro do ano pas
sado, com autorização do
Sr. Prefeito, o Rotary
Club de Bela Vista, colo
cou placas com a denomi=
nação das ruas da Cohab,
de uma maneira prática e
sui generis. Com placas
antigas, abandonadas no
Horto Florestal, o servi
ço foi feito de uma for=
ma simples. Pintou-se o
verso da placa, cor bran
ca e escreveu-se o nome
da rua (cor azul), e a -
tendeu-se os anseios da
população daquela vila.
Creio que a Prefeitu
ra poderia adotar o mes-
mb sistema, .com gastos
mínimos. Isto no caso
das placas indicativas
do nome das ruas. Quanto
aos números, sõmente da
forma costumeira
Que seja endereçado
expediente ao Exm? Sr. -
Prefeito Municipal,reire
rando a indicação ng O7.
1/90, rogando as provi -
dências cabh-eis, para
que, seja aberta uma rua
de acesso do Bairro das
Prima,·eras ã A,·enida Ed
son Medeiros de Moraes.
Alí, segundo me parece ,
havia uma rua que foi
fechada pelo proprietá -
rio da chácara, que era
o ponto de acesso à cita
da avenida. Hoje os resi
pe dentes naquele bairro
para atingir a dita ave-
Mãos àobra! Vamos nida, tem que se dirigir
trabalhar pelo povo! atê o bairro suburbano
da Cancha ou àAvenida -
• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • de acesso a República do
Que seja endereçado Paraguay. O interesse pú
expediente ao ExmQ. Se blico é superior ao par=
nhor Prefeito Municipal , ticular, pelo que enten
reiterando a indicncão nQ do, como entende a popu-
037/90, no sentido de que lação daquele bairro que
·sejam pro,·idenciadas pla- a medida é de urgência.
cas indicativas dos nomes São picuinhas como esta
das ruas dos Bairros Pri- que o Vereador tem• que
ma,·eras. (I, II, III e levar ao conhecimento do
IV), Costa e Silva, Novo Chefe do Executivo Muni
Horizonte, Itaboray e ou- cipnl, atendendo ao cla
tros que não possuem esse mor público e rogar as
benefício, como Planal - providências necessárias
to ( I e II), Boa Vista e para a sua solução.
Clarão da Lua.
.................................
Outrossim, na mesma
forma indico no sentido Que seja endereçado
ser providenciada a mune- expediente ao Exa?. Se -
ração das casas da cida - nhor Prefeito Municipal,
de, tanto no centro como reiterando a indicação
nos bairros perifericos . ng 044/89, no sentido de
A falta dessas melho - que seja procedido um es
rias, dificulta a própria tudo e ,·er1ficar a Yinbi
Anuncie e Valorize o
!Idade de abertura da
rua .José Honlfãclo, li -
ando desn fo t,o cn
tro da cidade ao Balr
ro Primavera.
Entendo que o Poder -
Público tem queser admt
nlstrndo olhando pnru o
futuro. Não basta cons -
trulr obras momentâneas,
que no porvir, tornar-e
à absoletas.
Nesse contexto, n ad
mlnistracâo pública ten
que observar o aspecto
urbanístico e prever o
desenvolvimento do tran
sito, procurando crJar
vias de escoamento que
facilitem os usuirios e
beneficiem-na.
Já no dia de hoje n ~
bertura de via piblf
ca que se pleiteia é ne
cessária. Daqui hi pou -
cos anos, tornar-se-a ul
tranecessâria.
Que seja endereça
do expediente ao Ex:nQ Sr
Prefeito Mfcipat, reite
rando a indicaçao ne 03/
89, solicitando a cria -
çao de uma Escola Munici
pal que atenda os bair -
ros Primavera l,II,111 e
IV.
MOTIVAÇÃO
Os bairros Primaveras
I,lI,111 e IV, não pos -
suem escolas que a tenda
aos interesses das crian
as ali residentes, ten
do as mesmas que sedes
locarem a pé as Esco -
las Municipais da Cancha
e Castelinho Encantado.
EstAS Escolas são dis
tantes daqueles bairros
fazendo com que as crian
ças ali residentes. se -
ralmente sub-alimenta
das, se desloquem a gran
de distância, enfrentan=
do as intempéries. Creio
que inicilamente, ec coo
vênfo, a escola poder!a
funcionar no Centro Comu
nitãrio ali existente.
No sentido de ser en
caminhado·expediente ao
ExmQSr. Prefeito Munici
pal, no sentido de que
sejam procedidos estudos
para concretização de um
programa de Reaproveita
mento do lixo que nao ê
lixo.
--A título de ilustra
cão transcre,·o trecho da
Carta Mensal do Governa
dor do Distrito 447 do
Rotarv Internacional ,
companheiro Alcides Teno
Castilho, referente ao
corrente cês:
11
Colabore
com a reciclagem dos pro
dutos utilizados, tais
como o papel, vidro ,
plástico, alumínio, fer
ro e resto orgânico sepa
rando-o para seu aprovei
tamente. Caso ainda a
sua comunidade não pos
sua um programa de rea -
pro,·eitamento do Lixo
que não é lixo, estimule
o Poder Publico Munic1 -
pal a desenvolver um
programa nesse sentido .
O programa Lixo que não
é lixo da cidade de Curi
tiba, com apro,·e.itaoentÕ
do papel, está colaboran
do a preservar 1.000 ir-
Jornal de sua
vores por dia, quan-
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qu!los de papel utilízn
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POR [
