• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIX_Nº1015_03_11_1990

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mU VISTA - MATO GROSSO Yp SUL, ANO I9 NO 1.015 03 DE NOVEMBRO DE I990 Yesups stqpot·±m;N e±UmYp qsesU
e:.;.:.;;.:;...~;..;.::,:::.:;,,,,;,;,;_;,;;....;.;;,;.;;..;.;......;....;;.;.. ___
ELENILSON, .CORRE_NDO.
PIRII O SUCESSO
Simples, educado,
apre com aquele jei
lo de menino, amlgo -
Bb todos, ELENILSON -
JA SILVA, o "Soró"cor
b para o sucesso. Um
atleta que despertou­
em Bela Vista, corren
do pelas ruas da cida
e, passadas largas ,
ito estufado, cor­
endo solto e livre ,
Yencendo distâncias ,
Jvg os olhos no futu-
• - ro. ?
Sim, Dela Vista -
*jO 5bg o seu campeão. 1, _
Quando ele passa, Bj
• gente sente um orgu LEN11so DA SILVA "SOR"
lho, "lá vai o nosso-
campeão".
Ele carrega dentro de si, um pouco
cada belavis tens e, e quando corre, pela Vis
ta inteira corre com ele. •
Desde o inicio de sua carreira, TF acom
panha os seus passos, sentimos em ELENILSON
aquela vontade firme vencendo o tempo, e pa
ta este tipo de pessoa o limite é o horizon
te. Sempre em busca do segundo que o fara -
campeão. Entendemos que Bela Vista desper_
~ tou, afinal, para o esporte. Elenilson tem
(larticipacâo efetiva neste despertar. Temos
isto dezenas de jovens correndo pelas ruas
cidade, ao lado deles, a sobra de ELENIL
N.
BB? de se destacar o trabalho que o Pre­
., /feito Edson Moraes vem desenvolvendo neste
,. letor. A Prefeitura Municipal ADOTOU Eleni,!
. lon e está lhe dando todo o apoio necessá -
·í•'. io para que possa treinar e desenvolver -
,, Plenamente suas atividades. Realçamos tam -
~; ºma dedicacão de seu treinador Odilio Pa­
: [redes, que procura aprimorar o estilo,forta
lecer ainda mais a vontade e planejar a sua
R/ tida de atleta.
Corre Elenilson, corre para o SUCESSO,Be
la. Vista corre com voce, e esta TRIBUNA DA
FRONTEIRA sente orgulho de ter acreditado -
?N/en seu talento e, para nos, voce não e ape-
o P<N= s NOTlCUI., voce é muito mais do que isto,
"[CE R EXEMPLO.
?CK=
-=
NN
de
PARTICIPAÇÃO DE ELENILSON EM CORRIDAS
Jl/12/89 - Distância 7.JOOm - Tempo
minutos e 40 segundos.
Dela Vista - Colocacâo 10 Lugar.
01/05/90 - Distância 10 Km- Tempo JO mi­
nutos e 04 segundos.
Anastácio - MS - Colocação lo Lugar.
1)/05/90 - Distância 12 lg < Tempo J7 mi­
nutos e 25 segundos.
Jardim - MS - Colocação lo Lugar
Junho/90 - Distância 05 lg na Categoria
Juvenil até 18 anos - Tempo 15 minutos
59 segundos - Colocação 1 Lugar.
Distância C= 500 metros - Colocacao 20
gar.
Corumbá - MS
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELJ VISTA-MS
DECRETO N' 084/90
01 DE NOVEMBRO GABINETE DO PREFEITO EM
Y 1990.
"TORNA SEM EFEITO O DECRETO NO 004
lg9- de 28-02-89."
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito
Municipal de Bela Vista, Estado de Ma­
to Grosso do Sul, usando das atribui -
ões que lhe são conferidas e de acor­
do com,o disposto em o artigo 5l, inci
so IV da Lei Orgânica Municipal
CONSIDERANDO QUE: -
A maioria doe concursados estao participan­
Xv Jvb INTERESSE DE REUNIOES PEDAGOGICAS QUE
'tF:I{ CONTRIBUl.00 PARA SEU CRESCIMENTO PROFISSIO­
MAL.
U DISPONIBILIDADE COM QUE SE APRESENTAM AOS
CAMADOS PARA ATIVIDADES EXTRA--cI.ASSE;
O ZELO E A DEDICAÇÃO DE TAIS PROFISSIONAIS­
lo r­ SE REFERE AO DESEKPENUO DE SUAS a­o??tO
NOVENTA E CINCO POR CENTO(95) DOS PROFESSO­
RES APROVADOS NO CONCURSO PDBLICO PARA O QUADRO
bo MAc1sttR10 REALI7.ADO NOS DIAS 06 ? 09 DE NO­
'9!:iaiRo DE 1987. ENCONTRAM-SE NO EXERClCIO DE SQ
AS FUNÇÕES oU REDE MUNICIPAL DE ENSINO DA PRE -
FEITURA +UNI CIP AL.
WsuUN DECRETO Ng 084/90
=á"jNJv CD < upsoUs SEM aeup p DECRETO N~ 004/.
89 ,DE 28/02/89.
2g - tu DECRETA ouBBU d ±eWps oU DATA
DE SUA PUBLICAÇÃO REVOGADAS Ut DIS­
POSICOES FM CONTRARIO.
Julho/90 - Distância 05 lg na categoria -
Juvenil até 18 anos - Tempo 15 ~inutos e
20 segundos.
Brasília - DP - Colocacâo a
nal Jo Lugar.
28/07/90 - Distância 21 lg na categoria
Juvenil até 18 anos - Tempo 01 hora e 08
minutos.
Ponta Porá - MS - Colocacão 10 Lugar
23/09/90 - ~istãncia 12 Km na Categoria -
Juvenil até 18 anos - Tempo 38 minutos e
12 segundos
Campo Grande- MS - Colocação 1o Lugar.
14/10/90 - Distância 07 lg < Tempo 20 mi­
nutos e 05 segundos.
Campo Grande - MS - Colocação 10 Lugar
nas categorias: Juvenil e Geral.
Voltamos " ba­
ter na tccln "engato
da Vila Cohab, isto­
porque, mesmo depois
das diversas reclama
2
3 coes e insistentes -
pedidos doo mor ado -
res daquele conjunto
habitacional, nenhu­
ma providência foi
tomada para que seja
sanado de uma vez p/
todas o problema.Nes
ta Última quarta-fel
ra, depois da forte­
chuva que caiu sobre
e a cidade, dois mora­
dores da Cohab liga­
lu ram para a redação -
da TP solicitando a
presença de um repôr
ter para que verifi­
casse in loco o ver­
dadeiro estado de ca
lamidade em que se
nível Nacio - encontra o sistema -
de esgoto da Vila on
de o mau cheiro e a
podridão a céu aber­
to vêm causando trans
tornos às familias •
que ali residem.Mais
uma vez a reclamacão
de que a menos de
vinte metros do Cen­
tro Comunitário da
Cohab, onde estudam­
cerca de vinte crian
casem idade pré-es-
- colar e que são o­
brigadas a suportar­
º fedor causado pelo
20/10/~0 - Distância 14 Km - Tempo 42 minu esgoto estourado,foi
levantada, sendo que
o problema vêm de
tos.
Ponta Porá - MS - Colocacão 10 Lugar.
J*, 50,00
ESCiOTO ESTOURAD
A Vil C H
EICó
D11
Os vereadores já
estão articulando a
formacão da mesa di­
retora para o biênio•
91/92. O mandato do
atual presidente,Cãs
sio Acioly, vencerá=
no próximo dia 31 de
dezembro. O acordo -
que havia entre os
integrantes da "Col!
qacão Bela Vista ­j)
da foi rompido com
o desligamento do ve
reador Sidney Nunes­
Leite, do PDT, este­
acordo previa a Pre­
sidência, por um ano
para cada vereador -
da Coligação. O pri­
meiro eleito foi Ca­
chito, depois Cássio
agora já não há este
entendimento.
PARA
AMJIR
tem os votos dos ve
readores da Coliga=
cão - Jorge, cachi­
to e Cãssio - e es­
pera que Sidney cum
pra o acordo de ca­
valheiro. Na verda­
de, pela lógica,Pau
lo Mello será o tu=
turo Presidente da
Câmara Municipal
mas, às vezes, a po
lítica não tem lógI
ca - e até mesmo im
Estão postulando: previsivel,e seguin
a presidência os ve- do esta linha, pode
readores Paulo Mel- rã até surgir novas
lo, do PSDB, e Ro- opções, ou até.mes­
ney Moraes Simões,do mo,·a eleição de Ro
PTB. Paulo conta com ney Moraes Simões-;
os votos da bancada- pois, segundo um
do PMDB - Peninha,Ka dos integrantes da
life, Marcos Barbosa corrente que apoia­
e Sidney. Roney tem Paulo Mello, temos-
VERI:ADOR PAIILO lB=mp
lonqa data e apesar
Xv4 insistentes zb?
didos às autor ida -
Xbj municipais, "5?
v gvgbj5v nenhuma "
titude foi toada.
Com isso verifi
camos que alquma -­
coisa está errada ,
pois dias atrás "
Prcoldente da Anco­
ciacáo de Noradorcn
da Vila Cohab,Scnho
ra Rosana, nos di­
se que a Prefeitura
.Municipal já havia­
solucionado o pro -
blema e que tudo es
tava dentro da nor­
malidade, esta sema
na as reclamacóes Q
chegam à nossa reda
cão de maneira in -
sistentes e com o pg_
dido de que quem
quiser ver com os
próprios olhos é nó
fazer Gg" visita a
Cohab. Consertar -
um esgoto estragado
não é um trabalho -
dos mais dificulto­
sos, basta querer,
por isso voltamos a
pedir ao Sr. Prefei
to Edson Moraes que
determine ao setor­
competente as provi
dências cabiveis,to
da a comunidade da
Vila Cohab agradece
antecipadamente.
COM.ENTANTO/NANCY
PÁGINA - 08
ESA MIEI
n=o? -

±sUYps spoÀ HORAES tett
um vereador que gos­
ta de surpreender (G"j
do se trata de uma e
leicão.Enfim, quando
tudo parece que estã
definido, nada está­
acertado e fica aque
la sensacão de"déja
vu", de algo que já
aconteceu.
OPINIÍO/DE
VEJA MATÉRIA COMPLETA NA PAGINA - 03
TE

r:Nro ··; o·,
<<<<;;
1,.
C 1. /1 H :: L n m o i p
O C.o Clínico @o i!ospita! São Vicen­
te d• J•.,ulo, VL'III ? público CLclarcc,ir que
seus «c. ?*v4 não ão remunerados pela De­
neficên 'a Hospitalar de Bela Vista para
prrü'-vdo de serviços cm planLÕco para a­
tend;,,., nt.o ck Pronto·socorro.,
O .~~um como colaboraciio permanecendo
de ,,c•bi-••avi:.;o por pcríodou de 24 horai; cm
escala ré-estabelecida e de conhecimento
qe1 a!. •
sim, no dia cm que estiver escalado
cor•, n,étlico de sobreaviso, o profissional
fia ? disposição do Hospital por 24 ho -
ru,,, O!J t,,nclo nemprc ao alcance não neces­
sariamente nas dcpcndãncias do Hospital ,
mas em local de conhecimento do Hospital.
o!icita a compreensão da população pe
las dificuldades que o serviço atravessa,
tendo cm vista o atendimento atual estar
sendo realizado em 03 locais diferentes,
pelas obras de reforma do prédio do Hosp_i
tal São Vicente de Paula.
Enfatiza que o atendimento no Hospital
pelo m~dico de sobreaviso seri apenas pa­
ra os casos de urg6ncia.
Para as consultas normais deverão ser
procurados os Postos de Saúde nos horiri­
os de atendimento dos mesmos.
Bela Vista, 29 de Outubro de 1.990.
Dr. Carlos Alberto Ocáriz
Diretor Clínico
-
PROl'OÇÕCS
Promoções na cida
de, foram muito agi­
tadao ncote final de
semana pp. Dia 27/10
segundo avaliações
de virios segmentos
da sociedade, acida
de ainda não compor=
ta mais de um& rromo
cão no mesmo dia. De
veria haver acordo -
entre os Clubes, pro
dutores de modas etc..
Então a moçada deci­
dir ficar em lonchone
tes,
Parar de
-e
);
at?e'
:·a-r.
,s.
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o
({JJ]JíJ,!Jjf,riJC!Jl}J,r1 para
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dfreeiro é como
po o relógio
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T[»W}10l <0Cf}fWTffl1JJ!Zt!IJ}
tempo.
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f:xl'Fl> l EITTE
JCRHAL. TRILUA DA FRONTEIRA
(Fundado ea 20/02/1972-Fundador lVAU)() PEREIRA
DIRETORA ALINISTRATIVA: MrLa Estela Velasquez Pereira
DlRln'OR-REIJITOR-Clfil'E: lvnldo Pcrelrn
GEREN'ffi: Cl l:.on Silvo Soutos
Rh'l'OR'.I:ACf:NS: Ubnldlno Rodrigues
i;arICIAS: Abl.n, Plana, A.E, A!jêncla B~ontlin, Correspondente (!t:I
Capo Grande, Brasilia, Sao P.:mlo e Rio de Janeiro.
S!CJRSAlS: Antonio João, J.inlta, Bonito, Porto Murtinho, Cara­
col e H..,racnJu.
SUCURSAL. EM CAMPO CRANDE: Rua 2 de lj;osto n!!2.17g
FONE: (06 7) 384-6977.
RF.IJACÃO , ~lNISTIIAÇÃO E PARQllli GRÁFICO: (sede próprio) Av.
Irlbull.'.lda Frontclrn, 564 - CALa Postal-23-Fone: (067)439-1410.
l'ROP1nmADF. DA REDE ObüVISTllNSE DE JORNAIS I."lllA.
CCC.tlf !5.5D.203/000!59
INSClHÇÃO F.STADUAI.: 78.219.0003·3
FH.lAOO Ã IDJORI (HS) F. ABRA.JORl
l . •
Jtcpre:;cnt..:mtc )."lra todo o território nacional: 'I.ÃnUU VElart.oS
v*N CO'lt!lllCACÃO - Rua 07 de Abri 1 282 - 5!! ,mdnr.
;-mm: (011) 255-2579 e 255-3499.
ASSlNAnlRA DllHESIRAL : b*4 2.000,00
outros cm casa.
L A Ç O
Festa do Laço cm
Aquidauana-MS., o g~
rotinho Thiago Cuia­
bano mostrou mais u­
ma vez que é bom no
LAÇO. Tirou o lQ lu­
gar na Categoria Mi­
rin. A ele o nosso
mui to obrigado. "Vo··
cê faz a festa de
nossa cidadf,".
FEIRA DE CENCIAS
llessandra Balbue
na, 15 anos, estudan
te da 60 série do 1
Grau da Escola Dr.
Joaquim Murtinho, es
tará viajando no diã
05/11, para são Pau­
lo, Capital, onde u­
sufruirá com todon
cs direitos a clcssi
ficação dos traba
los obre Feira de
Ciências que fora rea
lizada em Camo Cran
de-MS., " nível Xb
Estado, hoe à nível
Naciona! sob a reali
zação àa :undação Ro
berto Marinho. A eI
um especial obrigado
e muito carinho des­
te colunista.
PRHiAVERA/90
Dia 26/10/90, sex
ta-feira foi eleita
a lirda garota Eleni
oliveira Escaleno,
sustentando o titulo
de Rainha da Primave
ra/90, produção aã
Escola Estadua! d~
lo grau Vera Guima -
rães .!.oure iro. ~:ui ta
gente gostaria de as
sistir ao conczso,
mas, era reservado
somente aos alu1os
da Escola e convida­
dos, e este colunis­
ta participou do COE
pode jurados.
.'N_:VERSAhlOU
hfeçaã a
Aniversariou no
dia 29/10, Catiane
~
onçalves Dertola:i,
parabéns pelos seus
três aninhos, estava
agitado com mui os
balõen, doces e um
lindo bolo. Este co­
lunista marcou pre -
soncn.
M!SS E M!STER FRON -
TERA/90
$e Concurso de
M!SS E M!STER FRON -
TEIRMA/90, será reali
zado nas dcpendênci=
as do Ginásio de Es­
portes no dia 24/11,
serão selecionados
para a grande final
a nível de Fronteira
MS., no Mês de dezer
bro/90, com partici­
pação de virios Muni
cipios. -
J !. ! K
l partir desta e­
dição estaremos di -
vulgando as dicas do
evento, como seri: a
sua participação, ma
is os requisitos do
concurso.
o p u U
Os Clubes da city,
segundo informações
verbais, não mais au
torizari realizações
de desfJ.les ou con -
cursos, devido a fal
ta de responsabilidã
de de certos produtõ
res de eventos, re =
sultando em pre:uí -
zos materiais aos
clubes. Tudo nem, a­
companharemos a idé­
ia.
GINÃS!O DE ESPORTES
Queremos lembrar
aos leitores que: os
grandes concursos de
beleza e competições
são realizados nos
Ginásios de Esportes
la temos torcidas or
ganizadas, folias, a
legria e amplo espa
co físico, evitando­
até mesmo confusões.
DOMINGO
io dia 04/11/90 ,
is 13:00 horas, seri
realizado campeonato
da Liga Esportiva Pa
raguaia, na cidade -
Bella Vista-Norte co
mo titulo "enfoque
esportivo", 1 5ogo:
!ndependente x Õbre­
ro, 20 jogo: Cassino
» 21 de setembro.
ESPORTE
Estão questionan-
do: Porque o por b
no r,nraguai ('"til crc_l'l
ccrÍdo e dando certo?
!tendendo vtlrio0 pc­
didoc <los caportic -
tao da cidade, elos
estio apelando mesmo
com razüo. Só para
terem uma id6ia: Eio
os Clubeo que temos:
Grêmio, MBB, Náuti­
co Esporte clube, Ca
ça e Pesca, Baixada
Fluminense, Palmeiri
nhas, Sessenta EspoE
te Clube, entre ou -
tros. U afirmação de
pessoas responsiveis
é o seguinte: a fal­
ta de união entre os
próprios esportistas
falta de incentivos,
coordenação da pró -
pria Liga Esportiva,
Secretaria de Espor­
tes e Cultura Munici
pal e Estadual. -
O esporte na cida
de esti se afogando,
estamos pedindo so -
corro!
!.ANCHONETES
Disney Lanches, é
a mais nova !anchone
te inaugurada no més
de outubro/90, lá na
Rua 3arão do Ladáric
Fui c?nierir, li es­
ti reservado um am -
biente especial para
quem quer ter uma
conversa esperta! As
toalhas deram o lugar
de destaques e com
piqué~ linho, algo -
dão ou até mesmo com
rendas, dS cores ver
melhas, brancas, ver
de claro, pastéis -
são os tons de des -
contração e sendo
substituídos diaria­
mente.
"Pàrabéns!
nos trinques".
Esti
BARAO
!.anchonete Barão,
também não fica para
tras, foi uma das
primeiras lanchone
tesa sofisticar a
movimentada rua Ba -
rão do ladirio, aos
proprietários aquela
consideração.
CONVITE
Convites de forma
turas, estão de vento
tos Jg _poupa.
: Mas deu para re­
gstrar que patro­
ns, paraninfos,etc.
=ao intitulados para
7erecer apoio finan
ce1ro ou político,-
deixando Xb b4J"j5
io os verdadeiro4
ducdor. ±sa re
gir;Lratla. Uv; fv=
dos gbG4 parabéns
rá que você eéç,
con trolando as fre
quências e édia.
REUNil,o
Reunião realiza
da, vitória "Jb*5
da.
são os votos X
to colunista aos j
vens amigos recent
mente eleitos, Y*=
Flivio Derzi e i*
Alberto Rondon, De
tados Federai:; e
taduais respectir~
mente.
Será o inícío 4
uma nova história l
política moderna z =
* a sociedade 4GB
togrosense, e Bcl,
VIsta conseguiu rtj •
nir vários trabaib» '
dores er.i Educaçao •
ra ouvir e disct <
propostas e projet -
com os mesmos. e
Graças ao Coruj
e este colunista
que querem maior 4
tenção para o sete
educacional da n:is
sa cidade. st
Es ti registrad, : 1:.
e "aguardamos os ::-. ;
bres Deputados par .:, e
uma confraterniza n"
çao.
ALGUNS
CONTRA
- Não beberás,po
que o alcogl f
prejudica flsica,
mental, moral: e
piri tual, social
e economicamente,
- Não beberás,PP
que o_álcool e"5
ce açao nociva •
bre todos os apll.
relhos de que
formado o corpo
humano. . :i
- Não beberãsrP
que o álcool a%
ca o coração, q
duzindo molés
t
ia
cardíacas •.
0
- Não beberas,P _
que o álcool "1
ca o fígado e
rins. . p:1
- Não bebera
s
,.
1 at»
que o ãlcoo
ca fortemente ':,
rv
oso• -,,_
sistema nel o g =%S
- No bebera°;
que o ilcool _ li
nui a inteligenc
LINHAS PARA:
~ -==:===--==--
os
VIACÀO CRUZBIRO DO SUL .
SBGURANCA :. TRANQlJILIDADR - CONFORTO
Maus Pã ÉTCIRS$
BELA VISTA,. PORTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO JOÀO, PONTA
PORA, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJÚ, AQUIDAU­
ANA. CORUilBÀ. NIOAQUE, BODOQUENA, SIDROLÀNDIA E CMIPO
"GRANDE.
1
IA.JE IM, 1áJE COM
A CRUZEIRO DO' SUL. _

'rRinUIJA DA PH01'1'1'F:I RA mU VISTA - nUup Wsptt m N/­$= < A2 Y ov]bg?*v Y 1990
?G
Dívidas de . Empresárips com o Banco do Brasil
Está nulto certo a nlta
dlreçno do Banco do Bra -
si 1, e quem deve ao . banco
tem que pagar. Nada mais
l:. Justo, Seja empresárió ,
produtor rural, pessoa ·ff
slcn, jurídic:a, enfim
... quem deve ao banco têm a
stz:,/obrigação e o dever de pa
: $ar.
N; 4I que há dh•idns
''dfridns".
No caso dos empresá -
rios que contraíram dívi­
das durante o Plano Cru -
zado, quando se prometia
"lnflaçiio zero", depo­
is foi aquele sufoco, ju-
ros de 2:t passaram para
10%, 50% e até 80% ao
ês, estes, até hoje en -
contram-se sufocados pe -
lo BANCO DO BRASIL.
Há casos de empresári­
os que passaram UM ANO
solicitando renegocia -
?à<O}=; do e o BB alegava um mo­
s.] tivo ou outro. Ora era o
e;: avalista, depois o patri­
eo;;.: oÔnio, depois a falta de
., ua indexador, e a no·e-
la se alongava. Acontece
que chegou o momento (pn­
•D~ ra o banco), que a situa­
A ."v precisava se normali­
t: zar, e o BB, através de
::-- ~uita prcssiio (cobrar ava
listas, executar) tomar a
casa, o prédio, etc) reno
ociar estes débitos. Do
jeito que queria, era as-
5inar ou morrer. Coisa de
!&_lota.
Pois bem, enquanto o
Co,·erno está RENEGOCIANDO
±±±
·r.9

-,,
%
-,e-·
.i
+%%
ai
a divida externa do jei­
to que quer, " pagaremos
de acordo com a nossa ca
pacidade", "devo, nã
nego, pago quando e qunn
to puder". -
Os contratos renego -
ciados dos devedores, cu
jas d!ddas são oriundas
do Plano Cruzado, nno es
tão seguindo a filosofiã
do Governo, o Banco do
Brasil está SUFOCANDO
estes empresários.
E o mais paradoxal, o
Governo quer acabar com
a indexação, e o BB é o
maior defensor da mesma,
pelo menos nos contratos
renegociados.
SÓ para se ter uma i­
déia, uma impressora fi­
nanciada pelo BD, custa­
va na época Cr$ 200.000,
00 o financiamento hoje
está em Cr$ 8.000,000,00
na ,·erdade esta impreso­
ra custa no mercado- Ho-­
JE Cr$ 2.000,000,00.
Quer dizer, o BD fi -
nancioU uma mâquina cu -
jos custos (juros, corre
cão, taxas, etc). HOje
daria para comprar 4, é
isto mesmo, Quatro Máqu_!.
nas.
Financiamos uma e es­
tamos pagando quatro.
Isto se chama incenti
"O ã produção? Não, pari
nós existe um nome mais
apropriado, ROUBO. € is­
to mesmo, é ROUBO.
Se o banco quer rece­
ber a sua conta, aja com
CORREÇÃO, .JUSTIÇA uep <
.NESTIDADE, de acordo com
a su11 trndição.
O Governo Collor quer
MORALIZAR, MODERNIZAR
quer eficiência dos em -
presários, quer que os
mesmos caminhem com os
próprios pés, tudo bem,
mas, por que, não REVI -
SAR estes contratos e a­
cabar com este ROUBO OFI
CIAL? Por que não tratar
a dívida interna como es
tão tratando a divina ex
terna?
A este respeito um
fato merece ser lembra -
do.
Quando o Governo deu
anistia aos devedores cu
jos débitos foram con
traídos durante o Plano
Cruzado, o Banco do Bra­
sil, em Bela Vista, não
anistiou sequer um em
presário. No entender do
banco "todos estavam em
condições de quitarem os
seus débitos".
O DAHERINDUS, na épo­
ca, e a CAIXA ECONOMICA
FEDERAL, não deram anis­
tio, mas chamaram estes
devedores para uma NEGO­
CIAÇÃO. Deram descontos,
compatíveis·com a situa­
ção, para os que quita -
ramos débitos; e parce­
laram cm condições JUS -
TAS os que não podiam li
quida-los de uma só vez.
Resultado, RECEBERAM TO­
DOS OS D€BITOS. Nào há
nada pendente nestes ban
Custeio Custoso,
­g amigo do ,·ernáculo,
do portugues castiço, ,·ai
entender pelo título des­
te Editorial que o finan­
iasento para a agricultu
ta está muito caro, estra
hhando apenas a ênfase dã
tepettcão. E pensará cer­
to!
No entanto o agricul -
tor sofrido, talvez não
~e censure por ter batiza
do o escrito com a denoi
ação mais completa e re­
al de "Custeio Custoso
Custoso". Assim, dando a
custoso o sentido também
de demorado, estnrei cer­
tíssimo .. :
O financiamento, nlêm
de oneroso é demorado. É
Custoso porque custa caro
te custoso porque demora
uito. Se tempo é dinhei­
ro, aquilo que tarda não
detxa de ter preço eleva­
do,
. Nà:o se tem feito, . nos
ltios meses, outra coi-
8a -
d que nao seja reclamar
" f1nane1aentos asrfcg
s nas entidades de elas
b; e rodas de produto -
?es rurais, junto aos Ban
os, Secretairas e Minis­
;•rios ou mesmo pelas te­
i:"isões, rádios e jorna-
• Fala-se, brada-se ?
t!ta-se, esbraveja-se ,
eclaando-se dos acessõ­
toa
d extorsivos cobrados
,1"" !cautos. A asrteu1tu
_"} suporta Pagar Ju -
8
montados a cavalo
orrecão monetária
Plantar e quebrar.
cos no que se refere as
dívidas do Plano Cruza-
• do, O llll não, - estava
com uma pequena margem
de lucros, pressões e
mais presnÕes, GRANDES
f:ttl'lll(SÃRIOS a= rm.rncos
que deixaram o BB naque
la situação, ontào, ~
negócio era arrocuar os
pequenos e midins. N3do
de anistia. E para pa -
gar os débitos, o des -
conto era uma piada. Pa
ra o JlB era melhor, mui
to melhor, esperar, dei
xar a situação como es­
tava e depois usar a
Lei. A pressão, a amea­
ca, e os pequenos e me­
dias empresários estiio
até hoje com a corda no
pescoço. Querem pagar
pois o pequeno empresá­
rio não dá calote, nem
abre concordata,
querem JUSTIÇA.
Nós não vamos esque­
cer isto. E não vamos
nos calar. Esta injusti
ca sera cobrada, hoje ,
amanhã e sempre, até o
DOM SENSO e a !IONESTrDA
DE passe a ser regra de
conduta.
O presidente Collor
nao quer que se denun -
cie os ABUSOS?
A! está, meu Presi -
dente uma DENUNCIA.
Em tempo: Em muitos
casos, estas dívidas já
foram pagas e muito bem
pagas.
Custoso!
mas
VBC, quer dizer" Vai pessoas inteligentes, co- Do lado dos estabeleci­
bater a Cara" e, cliente mo sÕ.o as da área econômi mentas de cre"dito, ma -
do BB, um "Baita Bobo'' . ca do go,·erno, não enten= is forte do que a ambi-
Isso porque 97., corri dam isso? ção, existe desconfian-
gidos, já são para agia= - Será preciso ver a ça, o receio de não re­
ta nenhum deixar de pe - quebradeira que se avizi- ceber, a vontade de ver
gar no grito. SÓ que, cs nha, para assustar? quitado, primeiro, o
ses juros, são como aqué - Será necessário o contrato anterior. E a-
la mercadoria posta de lhar os celeiros vazios cima de tudo, por parte
chamariz em liquidação : de um futuro próximo, pa- do governo, o desejo
quando o freguês chega ra compreender? sincero, mas fanático ,
para fechar o negócio - O que pode ser ine.x- inflexí,·el, de acabar
"jô acabou ...
11
plicã·cl para uns, é que, com a inflação. Não é
E os juros agora, co- mesmo com acessórios tão preciso ser adivinho pa
mo o gado, também depen- grandes, ainda tem gente ra saber e dizer que
dem do "pedigree". Se é querendo os finnnciamen - se não se encontrar um
originário do dinheiro tos e reclamando da sua meio de mudar essa tris
de caderneta verde, é me demora. O que pode ser in te situaçiio, de quebrar
nor; se do Tesouro, mais compreensí,·el para ou - o terrÍ·el círculo ,•i -
caro. Lembrando ainda da tros, e que, um capital cioso, ,·ai faltar ali -
qü@eles chamados juros do tão bem remunerado, não mente para o po·o. Nós
crédito complementar , seja logo posto no merca- que aplaudimos o plano
que não tendo "pedigree" .do, com contratos lavra - do governo, que ncredi­
não têm também, vergonha dos e bem ligeirinhos. tamos na seriedade da -
na cara... - Para as duas d~vi - queles que estiio ~omba-
Na realidade, os ju - das, respostas certas e tendo e vencendo a in -
ros, feita a média, são prontos: Do lado do produ flação, esse monstro­
mui to mais nl tos. podcn- tor rural. existe aquela e que a tudo devorava, e
do chegar a 307 além da terna esperanca de que que conhecemos a erda­
corrcçâo. Assim: No ano que vem sem me - d eira situação do agri-
- Como é. possível gn- lhor". De resto, trata-se cultor, temos moral pa­
nhar dinheiro pagando cs de sua prof_issão, e o que ra expor e pedir solu -
se Ônus tremendo? - ele sabe fazer e por isso cão pnra o problema. A-
- Como e .possível pro ela planta, (Não tem gen- creditamos na regra
duzir a.limcntos bara = te que teima cm recons - ma.s sabemos que toda re
tos para a populacão, en truir seu casa pegada a gr~ tem excecâo. Fechar
frentando esses custos um vulcão?). E alê de as tornci.r.as, cn.rugar o
excessivos?· tudo, o agricultor está m~io circulante, saber
- Como é possível fi- endividado e qualquer ace resistir a 'pedidos, mcs.
car espera·ndo os finan - no lhe ê simpático. Coo o que is!stentes, ai
cimucntos, que não che - o Jogador inveterado, pe- zer não, não e outra­
am nunca, fazendo tudo ga dinheiro emprestado., vez, não; tudo isso faz
fora de hora, contrarian vende o que tem, hipoteca parte da regra. A exce­
do as leis imperiosas da' a vida, empenha a alma cio que precisa ser con­
natureza? para tentar a irada sai- siderada é quando se
- Como é possível que deira, do tudo ou nada. pensa na fo·me.
PEDRO PEDREI
1
vocP. SADIA? 1
'
Que um vereador n11 cldndt! de Anton.i.o .J, :.... ., •• 0
ganhando mais de Cr$ 80.000,00 por mês? tao a­
bla? Entiio flquc sabendo. Quer cl-fzcr, e O ·'" L XBB*
mlnl.Jnos.
SÓ uma perguntinha:
- Não é muito não?
CONYII!MANDO
E o deputado Henrique toraes Dedé confiro es
ta semana: nera mesmo candidato a pref<'ito Je no=
nIto nas próximas eleições. Falando em Dedc, o
que ele esta recebendo de reclamaçoes a respetio
de ateodlm.cnto médico em Bonito chega a turpreen­
dcr. O que é que está ocorrendo naquela cidddt! no
tocante a atendimento médico?
Negligência, erros médicos, enfim, o po,·o c«t>Í
preocupado.
FALANDO EM MÉDICOS
Denúncias pesadas contra médicos em São Paulo
foram veiculadas pela TV, mercantillmno X" pesoda .
TF publica nesta edição um artigo transcrito da
revista Veja a respeito dos médicos. Leia •• A Do­
ença dos Médicos". € para meditar. Ainda b<!c qu':
em Bela Vista não acontece estas coú,:as, não e
mesmo?
REMANEJAMENTO NO BANCO DO BRASIL
E a dircç.âo do BB está remanejando os functons
rios, o gerente Castil.hos será transferido, aGsu­
mirã um novo gerente semana que vem. Também o sub
gerente Edson mudará de posto, e furxiooiirios que
estiio cm Bela Vista hii mais de 15 anos tambe~ se­
rao transferidos. Mudança global nos quadro.
MAS, A MUDANÇA MF.LUOR
O problema do 11.anco do Brasil nao é mudar os
(uncionários, não é aí que está o erro. O err~ eE
tá na estratégia do banco. F..le deixou de ter o
banco da produção, que incenti'·m·a a lnvoura, o
comércio, a indÚstrú, deixou de ser aquele BANCO
que, realJDente, representava o BRASIL. Se o BB es
tava dando prejuizos, ou pequena m.argei: cic t,1 -
cros, ACREDITEM, a culpa foi (e é) de culLo; polí
ticos e de proprios diretores com internos
BANCOS particulares. Entendeu?
E disses que di«ses não levam a nada, ou +a
lhor, levam sim, "espirito de dedo no gat'Lho con
tra o bnnco e ice-versa", • -
A cota de sacrifícios que o País exige, é PARA
upYpt; tamben para os bancarias. sobre.tudo • os
bancari.os do llanco do Brasil, tidos e ha,-:ídos
o "BEM PAGOS". co-
Não somos contra pagar bem a tml' fuccton:irio e-l
ficiente. O que e preciso, e urgente - ,,,,
' e 7culaen ]

sionar 1:odo este Plano no tocante as dlLdss ori­
undas do Plano Cruzado.
Esta certo que o passado ? o passado. ll:.lJ
BD nao vai querer a quebra de erpresas, no
falta as ereneta, vG de efieteta,_a= " %
pa ecl..a_do_próprio_anco, que não sou±
nistrar :_financiamento. coaccdidos. adr
Agora não é hora de ar o;-!'
sim de ACERTO. • 'unes
ASSUSTADOR
Segundo um cliente do Mnco do Brasii. u nm·o
gerente que está para chegar. ,.e..:tl com x:..:.co-12.nd.a -
tÕes de ag1-r com o máximo rigor na cobrnc+ d dé
bitos_pendentes. Disse este cliente que o ne;ócio
sera nao pagou, execução".
NÃO€ O CAMINilO
Não acreditamos que a direção do Banco do Sra­
sil vá toar tal atitude, o negócio do banco ? re
ceber, não interessa ao BB ficar co casas, terre
nos, fazendas, empresas. etc. E' têm uma coí.sa, ã
imagem do banco j,Í não é lá fm:orá'<"e.1, se iniciar
a "campanha" que este cliente falou. 't'ai ficar p:i.
or. E tem mais uma coisa, JUSTIÇA "ainda" existe
para resolver casos "confusos''• e tem muitos dê.bi
t:os "confusos" no banco. -
tua=t VpUupt
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CONFECÇOEES
l·lOD/ MISCULINI
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R. DUQUE DE
BELA VISTA
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Mfil FLORIANO PEIXOTO
Bela Vista 1,õ
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COMf:RCIO E REPRESENTAÇÃO DE GAZ~CARACOL/MS
CARACOL -M
!:':LRl GR/f! /: ;;1éJ*;) ]v4; C, s.. .!.i.< 5 PCNO
Carta:zc,Cartões,Convites,I cl -t
P"<Càg?*b"jJ)j&"4<5)(Gb5" <
W;;J&"OO<iN ; CjJ=G B" NO<$$X jJNN= r CC b< WNC
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!,C'I'H!"!"Il-CO:~: P!.acn::;-Pr1iné·ir.;-:~J -
??4<pG5<pvv< $/?BNNGNN) bN aPC)hG?
X)B$i=
P;N"UPNS Y CNAS E PPÍD OS
DESF'ILf.S
io;:o;os
DECOMÇOES
CJRIMEOS E -~!:!O:,DUC-1Çô;::s
P.EClDO:_FONE:439-1~!0
8c Publicidade
CONFECÇÕES* DRINQUEDOS 7
== ;=p ü MIUDEZAS EM GERAL
.. "S!1.I U=N= ESCOLAR
YN/•NNONON r:ODORA _ CÃNDIA _ YB • JGü
")v vila Nova
R. JOÃO MANOEL RODR:::GCTES,S/
•,l1:: .;:,~A!• ;.,_;.; ,.~N!!;;l-0.':/ ·
<T7 op$
• REVISTAS - JORNA!S - CARTÕES MIUDEZAS
BR:;:NQUEDOS El1 GERAL
~ ANEXO ELE~RÔN!CA
ANA !.OC:::A CRUZ DA S!.!.VÀ
RUA BARÃO DO LADÃRIO,l.686
BELA VISTA - MS
CEP:79.260
* FOTO 3/ F na !IOPJ 7 REPOR'.:'AGEM zvQvcs?f=
'"!UA C!'.NDIDO MAR:::M:o,:. '277 FOtlE: 439-1146
ü1>R/S%% REPORTAGEM FOTOGRÃF.TCA PARA UB)O
ü?ü VERSÃR:::os, ::lA?:IZADOS' ":':'C ...
I FOTOS - REVE:..AÇÃO DE FILMES
EMOLDURA';Õf'ê. - CARIMBOS
POSTERS - PINTURAS EM TELAS
FO~O:- J/( e 5/7 - QUADROS
DE AI..TAIR MARQUES
P. BAPAO DO !.A.DARIO
" PARA VOCE QUE GOSTA DE TOMAR UMA CERVE­
JINHA GELADA ACOMPANHADA DE UM DELICIO E
ESPERTO LANCHE,SURGIU A MAIS NOVA LANCHO­
NETE DA CIDADE PARA MELHOR LHE SERVIR.
PAST
==

C<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<ü<<< < == <
ipsoUm TRIBUA DA aqpouesU DELA ±ISTA - nUup GROSSO Yp SUL -
Prefeitura Municipal
de Bela Vista-MS
EDITAL DE CON'!'RIDUIÇIO E MELHORIA NO 010/
90
A Prefeitura Municipal de Bela Vista ,
Estado de Mato Grosso do Sul, torna pfibli­
co aos interessados que efetuará o lança -
menta e cobrança da contribuição de melho­
ria, sobre os proprietários de imóveis, do
domínio privado, situado nas áreas direta­
mente beneficiadas pelas obras de pavimen­
tação, nos termos do Decreto-Lei no'195 /
67, de 24.02.67.
1- DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DIRETAMENTE BENE
FICIADAS: '
- Rua Alcebiades Bobadilha da Cunha: entre
ruas Duque de Caxias e Visconde de Taunay.
- Rua Cândido Mariano: entre ruas Tiraden­
tes e Visconde de Taunay.
- Rua Santo Afonso: entre ruas Duque de Ca
xias e Visconde Taunay. -
- Rua Duque de Caxias: entre ruas Darão do
Ladário e Alcebíades Dobadilha da Cunha.
- Rua são Geraldo: entre ruas Barão do La­
dário e Alcebiades Bobadilha da Cunha.
- Rua São Clemente: entre ruas Barão do La
dário e Santo Afonso. -
- Rua Almirante Barroso: entre ruas Barão
do Ladário e Alcebiades Bobadilha da Cu
nha.
- Rua Tiradentes: entre ruas Barão do Lad~
rio e Cândido Mariano.
- Avenida Tribuna da Fronteira: entre ruas
Barão do Ladârio e Cândido Mariano.
- Rua Visconde de Taunay: entre ruas Barão
do Ladário e Cândido Mariano.
ee < ORÇAMENTO TOTAL:
O custo total contratado é de: Cr$ 31.1
43.046,00 (trinta e um milhões, cento qua­
renta e três mil e quarenta e seis cruzei­
ros)
EDITAL DE CONTRIBUIÇÃO E MELHORIA NO 010 /
DA
Que será ressarcida pela contribuição
de melhoria.
O custo dos materiais fornecidos pela
prefeitura e seus equipamentos, assim como
a execução das guias e sargetas, serão ab­
sorvidas pela prefeitura.
III- VALOR DO RATEIO ENTRE OS IMÓVEIS BE­
': Ermos POR ETRODE TESTÃDnÊOSEGUI
}N
Cr$ 8.195,53/metro de testada.
OBSERVAÇÃO: Para os terrenos de esquina
sera considerado o total da testada do me­
nor lado mais 50% (cinquenta por cento) da
testada do lado.
Iv - os proprietários de imóveis situados
nas zonas beneficiadas, terão o prazo de
l5 (quinze) dias a contar da data de publi
ação do presente edital, para a impugna -
ão de qualquer dos elementos dele constar
te, cabendo ao impugnante o onus da prova.
V- A contribuição de melhoria será lança­
da em BTN - Bônus do Tesouro Nacional, ten
do por base a BTN de setembro de 1.990 ,
Para pagamento à vista ou em até 12 (doze)
Parcelas mensais.
VI - Para pagamento à vista, desconto
F
A (quarenta por cento).
ee < Para pagamento em 06 (seis)
desconto de 20% (vinte por cento)
Parcela, para pagamento até o dia
Vencimento.
VIII - Pará pagamento em 12 (doze) meses ,
desconto de 10% (dez por cento) em cada
Parcela, para pagamento até o dia de seu
Vencimento.
dado, sem ônus a Municipalidade.
Art 39 - a doação tornar-se-à nula, b
dentro do prazo de o1 (um) ano, no for
dado inicio a obra de que trata o artigo
20 desta Lei.
Parágrafo Onico - O imóvel objeto desta
Lei, não poderá ser transferido à ter -
ceiros, nem responder por qualquer débi­
to da Samaasd.
Art 40 - as despesas com documentação
ficará por conta da sociedade.
Pará@raro 0nico - E caso 4e eincão aaL"E!"?2 " ':"I
Samaasd, ou de mau uso de conservação ,
o imóvel regressará ao município de Bela
Vista, sem que haja qualquer indeniza
cão.
Art 50 - esta Lei entrará em vigor na da
ta de sua publicação, revogadas as disp~
sições em contrário.
LEI MUNICIPAL NO 900/90 - GABINETE DO
PREFEITO EM 22 DE OUTUBRO DE 1.990
"DECLARA DE UTILIDADE POBLICA MUNICI
PALA RÁDIO BELA VISTA - RBV" -
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu 'r.-----------------------,,i
nicipal de Bela Vista, Estado de MatÕ
Grosso do Sul, faço saber que a Câmara
Municipal aprovou e eu sanciono a seguin
te Lei: · -
Art 10 - fica declarada de utilidade pfi­
bl'ica municipal a Rádio Bela Vista - RBV
com sede à rua Coronel Camisão, no 621
nesta cidade, inscrita no C.G.C/MF no o-
3.202.116/0001 - 00, fundada em 10 de ju
nho de 1.982.
Art 20 - as despesas decorrentes com a
execução desta Lei, correrão por conta
do areamento próprio.
Art 30 - esta Lei entra em vigor na data
de sua publicação, revogadas as disposi­
çoes em contrario.
DECRETO NO 78/90 - GABINETE DO PREFEITO
EM 22 DE OUTUBRO DE 1990.
de
meses ,
em cada
de seu
• RI_MUNICIPAL N 899/90- GABINETE DO PRE-
àb*v o 22 E OUTUBR DEI.SS
,,' DISPOE SOBRE A DOAÇÃO DE IMOVEL A SA­
-ASD, E D OUTRAS PROVIDENCIAS".
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato
Grosso do Sul, usando das atribuições
que lhe são conferidas e de acõrdo com o
disposto do Artido 68 s ao da Lei no 88-
6/90 de ;pt de Abril de 1. 990 e Artigo 43
da Lei Federal no 4.320/64.
DECRETA:
Art lO - nos termos da Lei Municipal no
894/90, artigo 10 fica aberto um crédito
Adicional Suplementar no Valor de Cr$ 2-
58.000,00 (duzentos cincoenta e oito mil
cruzeiros) a ser designado nas seguintes
Dotações Orçamentarias.
02.00 - EXECUTIVO
02.08 - SECRETARIA DE VIAÇÃO E OBRAS
SERVIÇOS PUBLICOS

10573161.12 - Construções de casas popu­
lares.
4.1.1.0- Obras e Instalações.. 25.000,00
16885342.17 - Man. dos Serv. da Sec.
3.1L3.0 - Material de Cons 233.000,00
SOMA 258. 000, 00
Art 2 - para cobertura do crédito suple
mentar aberto no artigo anterior serão
utilizados os recursos provenientes do
.provavel Excesso de Arrecadação conforme
cálculo_efetuado de acordo com o Artigo
43 paragrafo 10, item II da Lei Federal
4.320/64.
Art 39 - este decreto entrará em vigor
na data de sua publicação revogadas as
disposições em contrário.
DECRETO NO 079/90 - GABINETE DO PREFEITO
.EM: 24 DE OUTUBRO DE 1.990
Edson Medeiros de Morais, Prefeito Muni­
Pal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso
O Sul, faço saber que a Câmara Municipal a DECRETA:
tovou e eu sanciono a seguinte Lei: Art 10 - fica o serviço autõnomo de água
lo - fica o executivo municipal, auto - e esgoto - SAAE, situado no Município de
izaao a doar à Samaasd ( Sociedade Aerode Bela Vista -MS, autorizado a efetuar rea
tiva Marechal do Ar Alberto santos Du - juste de tarifas e taxas em 55s (cinquen
nt), um lóte de terreno, medindo 100 x CA ta e cinco por cento), à partir de 01 de
'ou seja, Ol (uma) hectare, localizado no novembro de 1.990, conforme tabela da Sa
oporto desta cidade. nesul. Art 20 - este decreto entra em v~
t gor na data de sua publicação. -
2o - a doação de que trata o artigo aci
, trata-se da c,onstrução da sede da socie EDSONMORAES - PREF MUNICIPAL
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu
nicipal de Bela Vista, Estado de Mato
Grosso do Sul, usando das atribuições da
Lei Federal no 4.320/64, de 17 de março
de 1964.
INDICADOR
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Cruz da Silva
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MATO GROSSO DO SUL
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WeJN 029.875.191 - 20
,ESCRITÕRIO: RUA lQ de Maio - N? 341
FONE: 251-1451
RESILENCIA-: RUA O1avo Bila - Ng 146
COHAB - FONE: 251-1410
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL
' /

IOPNAL 'TRIUNADA FRONTEIRA BELA VISTA-M
---------. I - ·- -
ACONTECEU NI CISERNI
o1'
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id;
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uni
E
'j o
l
ante
"I'
eia
..ci
si
c6]
a
Centro Tecnológi­
co do Exército: Convê
nio porn prcacrvaçüo­
do meio ambiente.
No dia 14 de agos
to, em Guaratiba (Rio
de Janciro-ílJ), no ~
quartelamento do
CTEx, foi celebrado -
convénio entre a Fun­
dação Estadual de
engenharia do Meio Arn
bicntc(FEEMA), a Fun­
dação Instituto Esta­
dual de Florestas do
Rio de Janeiro(IEF/RJ)
e o Ministério do E­
xército.
O convênio assina
do pelo chefe do CTEx
por delegação do Mi­
nistro do Exército ,
permilirá o estabele­
cimento, entre as par
tes, de regime de mú=
tua colaboração para­
a preservação do meio
ambiente de área . de
manguezal abrangida -
pela Reserva Biológi­
ca de Guaratiba.
Entre outras o­
brigações, consta des
te Convênio que o Mi=
nistério do Exército­
impedirá, sob qual -
quer circunstância, a
ocupação da área de -
manguezal, bem como -
informará à FEEMA e o
IEF/RJ a ocorrência
de qualquer fato que
signifique poluição -
ambiental ou danos à
flora ou a faúna, em
especial quanto à pes
ca predatória, desma=
tamentos, queimadas,a
terras e outros atos
lesivos ao local.
"A ,preocupação am
biental é prioridade­
do Governo, e substi-
tui a concepção de
desenvolvimento a
qualquer preço por u­
ma estratégia de eco­
desenvolvimento.
(Extraido do Pla­
no Ambiental do Gover
no).
UM POUCO DE IlISTÔ
RilS E ESTÓRIAS DO MS
Conforme o número
anterior deste jor
nal, vamos contar -
n(·GLD cdiçi.io:
ARTES DE RAMÃOZINIO
O célebre cape­
tinha do mato, au -
tor de tantas falca
truas, neste municí
pio de Sidrolndia,
conforme contam, é
pessoa de carne e
osso, invisível, ca
minhando a pé, an­
dando na garupa de
cavalares e viajan­
do de automóvel e
caminhão, de acordo
com as exigências -
do momento.
Quando se hospg
da em uma casa,cus­
ta a sair. Faz mal­
dades, põe terra na
chicara de café, pi
cumã no prato de cÕ
mida, ao serem ser=
vides pelo seu pro­
tegido, assim como­
faz tudo o que pas­
sa a contrariá-lo ,
irritando-lhe os
nervos, provocando­
xingatórios, azedan
do os humores e des
graçando-lhe a vi­
da. Ao lado disso -
tudo; prodigaliza -
lhe benefícios.
Se falta qual -
quer mantimento na
cozinha, imediata -
mente ele o traz
1
não se sabendo como
nem de onde, e o de
posita no fogão.
Um caso que con
tam e dizem que e
real, aconteceu com
o Sr. Sebastião Li­
no Barbosa, residen
te na Fazenda Sarnam
baia, o qual foi u­
ma das maiores víti
mas desse espírito=
satânico.
Nas suas tribu­
lações constantes ,
fez uma promessa ao
"Divino Padre Eter­
no", de ir a missa­
anual, por ocasião­
da festa da cidade,
levando uma boa es­
mola se ficasse li­
vre daquela tenta -
cão dos infernos.
O "bicho ruim" desa
pareceu. Na Ocasião­
oport,una viajou pura
o cumPrirnento elo vo­
to, tocando seu car-
gueiro puxado por do
is lindos baios. -
Como era ores -
pensável pela bóia ,
pois prometera fazer
almoço de todos os
romeiros, verificou­
que faltava toucinho
para o almoço. Bas­
tou a simples lem­
brança de que no tem
podo domínio "de Rã
mãozinho", não lhe-=
excasseava nada, pa­
ra que, no mesmo ins
tante aparecesse den
tro da cuia, um la
nho de gordura, da=
quclas mantonas, lar
ga e grossa com pro­
babilidade de pesar-
mais de uma arroba.
Satisfeito. com
o aparecimento do
presente, aceitou a
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'ªVer. J0í0 MM.IPE
llEQUV.klH1'NTll
VIIREAJ)(lR
UfülCAÇÓES
Que e]aendereçado
expediente ao Exmo, Se -
nhor Prefclto Munlclpnl,
o uent Ido que encaminhe
a esta Casa Legislativa
0 projeto de contruçôo
do colégio no llnirro f:s­
frito Santo, bem como a
documentoçao do terre­
no onde será construído
o mesmo, e qual o prazo
para se dnr o início .. n
estn obra.
,.·)
io
Ver. CARLOS ALIIERTO OCARIZ
JND1CAC0ES
Que scjn endereça -
do expediente no Sr. Pro
[eito Huncipnl de !letã
Vistn, com cópia àSecre
tnria de SnÚdo e demais
órgãos assistenciais li­
gados à Prefeitura, no
sentido de reestruturar
atendimento de assistên­
cia social aos doentes
encaminhados à Campo
Grande, para assistência
especializada; com auxí­
lio para locomoçÔo e/ ou
alojamento naquela cida­
de, quando necessãrio
Na grande maioria dos
casos são totalmente ca­
rentes de recursos o que
sobrepõe à dificuldade
de assistência médica cg
ta extra de assistência
social.
Que seja endereaçn­
do expediente ao Sr. Pre
feito Municipal de Bela
Vista, com cópia ao Se -
cretnrio de Obras, no
sentido de determinar a
retirada de entulho esta
ctonado no canteiro de
obras do Hospital são
Vicente de Paula, coo
tribuindo para a agiliza
ao dos serviços e me
lhor operacionalização
da obra.
O ambulatório das A -
çÕes lntegradas de Saú -
de, feito pelos médicos
do Hospital São Vicente­
de Paula, para atendimen
to da parcela mais caren
te da população, teve su
as cotas drásticamente
reduzidas pelo INAMPS
em nümero de consultas •
o que deixa em dificul­
dade grande parte da po-7
pulação que não tem re -
cursos para recorrer à
medicina privada. Com es
ta ajuda a Pre'reúurn d!,
minuiria consideravelmen
te as dificuldades no in
tuito de melhor servir
com assistência médica
••········..······...
Que seja endereçado
expediente ao Exmo. Se -
nhor Prefeito Municipal,
no sentido de agilizar
as obras de contrução do
Centro Comunitário da
Baixada Corintiana e re­
for.a do Centro Comunitd
tio da Cohab, para que
no menor prazo possível
os habitantes dos refe -
tidos bairros possam con
ar com sedes à altura
dos anseios das comunida
des, • -
Enfatizamos a neces -
sidade de viabilizar re­
cursos para implantação
de centros em outros
batrros cÓm associação
de moradores já estrutu­
tadas e sem rede.
.......................
identico no efetuado pe­
lo INAMPS (atualmente ao
redor de Cr$ 100,00 (cem
cruzeiros).
JUSTIFICATIVA
Que seja endereçado
xped{ente ao Exmo. Se -
hor Prefeito Municipal,
tom cópia ao Secretário­
unte{pal de Saúde soli­
!tando o pagamento atra
'•• do Município de
l .ooo (mil) consultas­
•ln.ssificadas como porte.
II (simples), no valor
aos mais carentes
Quo aejo endereçndo
expediente 110Exrno. Se -
nhor Prefeito Municipal,
reiterando a Indicação
n2 050/89, no sentido
que sejam criudos nos
bairros periféricos, di-
,versoa lcnhciros (depÓsl
tos de lenha) para perto
dlcamente ser distrIbu{­
da à população carente.
Como todos sabemos
as serrarias da região
não aproveita os restos
de madeira serradas, fi­
cando lã no dispor dos
interessados, gratuita -
mente ou não incinera
das.
Já durante a campanha
eleitoral, utilizou-se o
sistema de distribuição
de lenhas por alguns can
didatos. Agora, durante
os mutirões tem se utili
zado dc,ssa prático. -
Se éútil, por que
não perpetuar-se a prât!,
ca dessa distribuição de
lenha, oriundos de restos
de madeiras das serrari­
as.
Acredito que com três
depósitos, se atenderá n
população carente da pe­
riferia. Vejamos:
1) - Um depósito para a­
tender a Baixada Corin -
thiana, Prima,·eras, Cos­
ta e Silva e Novo Hori -
Que seja enderacdo ex
pediente a Secretaria Es
tadual de Saúde na pes -
soa do Secretário Dr .
Milton Miranda, no scnt!,
do de regularizar o Paa
mcnto das (AIS) Acao In­
tegradas de Saúde, aten­
dfmento ambulatorial ,
em ntrnso desde o mês de
Ago/90.
JUSTIFICATIVA
O Ambulatório das
Ações Integradas de Saú­
de é feito pelos médicos
do Corpo ClÍnico do Hos­
pital São Vicente de Pau
la. com cotas reduzidas
e tabela de pagamento em
defazagem simples, ao re
dor de cr$ 100,00. Os re
cursos oriundos do 1NAM­
PS são repassados atra -
vês da Secretaria Estadu
nl de Saúde. Como o Últ!,
mo pagamento recebido
correspondente ao atendi
mento efetuado cm julho,
0funcionamento foi pre­
judicado e está suspenso
em virtude das dificul­
dades operacionais, ate
a regularização dos refg,
ridos pagamentos •
sente.
2) - Um depósito para a­
tender a Baixada Flumi -
nense, ltaverã, Espírito
Santo, Clarão da Lua
Planalto e Boa Vista.
3) - Um depósito para a­
cender o Bairro Antônio
João e ltaborny.
Nada impede que sejam
criados um depósito em
cada bairro, porém, paro
início, bastariam esses
três, a tftulo de experi
ência. -
Carregada a lenha para
o depósito, transportada
por camilhÕes, dali pe
riodicamente seria dis -
tribuida por carreta a -
trelada em trator. Ou a­
inda, os próprios morado
res, pro,·idencinriam Õ
transporte.
Com esse serviço o
poder público estará a -
tendendo aos reclamos de
uma população carente
que habita os bairros
riféricos.
_,
administração municipal,
dos carteiros, dos mora­
dores da cidade, dos fa­
mllinrc,s destes e de se­
us amigos distnntcs.
Nesta cidade édifÍ -
cil de se localizar os
cldadÕes belavistcnscs ,
eis que são raras as ru­
as que possuem placas in
dicativas de seus nomes
e raríssimas os casas
que possuem numeraçao.
Em outubro do ano pas
sado, com autorização do
Sr. Prefeito, o Rotary
Club de Bela Vista, colo
cou placas com a denomi=
nação das ruas da Cohab,
de uma maneira prática e
sui generis. Com placas
antigas, abandonadas no
Horto Florestal, o servi
ço foi feito de uma for=
ma simples. Pintou-se o
verso da placa, cor bran
ca e escreveu-se o nome
da rua (cor azul), e a -
tendeu-se os anseios da
população daquela vila.
Creio que a Prefeitu­
ra poderia adotar o mes-
mb sistema, .com gastos
mínimos. Isto no caso
das placas indicativas
do nome das ruas. Quanto
aos números, sõmente da
forma costumeira
Que seja endereçado
expediente ao Exm? Sr. -
Prefeito Municipal,reire
rando a indicação ng O7.
1/90, rogando as provi -
dências cabh-eis, para
que, seja aberta uma rua
de acesso do Bairro das
Prima,·eras ã A,·enida Ed­
son Medeiros de Moraes.
Alí, segundo me parece ,
havia uma rua que foi
fechada pelo proprietá -
rio da chácara, que era
o ponto de acesso à cita
da avenida. Hoje os resi
pe dentes naquele bairro
para atingir a dita ave-
Mãos àobra! Vamos nida, tem que se dirigir
trabalhar pelo povo! atê o bairro suburbano
da Cancha ou àAvenida -
• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • de acesso a República do
Que seja endereçado Paraguay. O interesse pú
expediente ao ExmQ. Se blico é superior ao par=
nhor Prefeito Municipal , ticular, pelo que enten­
reiterando a indicncão nQ do, como entende a popu-
037/90, no sentido de que lação daquele bairro que
·sejam pro,·idenciadas pla- a medida é de urgência.
cas indicativas dos nomes São picuinhas como esta
das ruas dos Bairros Pri- que o Vereador tem• que
ma,·eras. (I, II, III e levar ao conhecimento do
IV), Costa e Silva, Novo Chefe do Executivo Muni­
Horizonte, Itaboray e ou- cipnl, atendendo ao cla­
tros que não possuem esse mor público e rogar as
benefício, como Planal - providências necessárias
to ( I e II), Boa Vista e para a sua solução.
Clarão da Lua.
.................................
Outrossim, na mesma
forma indico no sentido Que seja endereçado
ser providenciada a mune- expediente ao Exa?. Se -
ração das casas da cida - nhor Prefeito Municipal,
de, tanto no centro como reiterando a indicação
nos bairros perifericos . ng 044/89, no sentido de
A falta dessas melho - que seja procedido um es
rias, dificulta a própria tudo e ,·er1ficar a Yinbi
Anuncie e Valorize o
!Idade de abertura da
rua .José Honlfãclo, li -
ando desn fo t,o cn
tro da cidade ao Balr­
ro Primavera.
Entendo que o Poder -
Público tem queser admt
nlstrndo olhando pnru o
futuro. Não basta cons -
trulr obras momentâneas,
que no porvir, tornar-e
à absoletas.
Nesse contexto, n ad­
mlnistracâo pública ten
que observar o aspecto
urbanístico e prever o
desenvolvimento do tran­
sito, procurando crJar
vias de escoamento que
facilitem os usuirios e
beneficiem-na.
Já no dia de hoje n ~
bertura de via piblf
ca que se pleiteia é ne
cessária. Daqui hi pou -
cos anos, tornar-se-a ul
tranecessâria.
Que seja endereça
do expediente ao Ex:nQ Sr
Prefeito Mfcipat, reite
rando a indicaçao ne 03/
89, solicitando a cria -
çao de uma Escola Munici
pal que atenda os bair -
ros Primavera l,II,111 e
IV.
MOTIVAÇÃO
Os bairros Primaveras
I,lI,111 e IV, não pos -
suem escolas que a tenda
aos interesses das crian
as ali residentes, ten­
do as mesmas que sedes­
locarem a pé as Esco -
las Municipais da Cancha
e Castelinho Encantado.
EstAS Escolas são dis
tantes daqueles bairros
fazendo com que as crian
ças ali residentes. se -
ralmente sub-alimenta
das, se desloquem a gran
de distância, enfrentan=
do as intempéries. Creio
que inicilamente, ec coo
vênfo, a escola poder!a
funcionar no Centro Comu
nitãrio ali existente.
No sentido de ser en­
caminhado·expediente ao
ExmQSr. Prefeito Munici
pal, no sentido de que
sejam procedidos estudos
para concretização de um
programa de Reaproveita­
mento do lixo que nao ê
lixo.
--A título de ilustra
cão transcre,·o trecho da
Carta Mensal do Governa­
dor do Distrito 447 do
Rotarv Internacional ,
companheiro Alcides Teno
Castilho, referente ao
corrente cês:
11
Colabore
com a reciclagem dos pro
dutos utilizados, tais
como o papel, vidro ,
plástico, alumínio, fer­
ro e resto orgânico sepa
rando-o para seu aprovei
tamente. Caso ainda a
sua comunidade não pos­
sua um programa de rea -
pro,·eitamento do Lixo
que não é lixo, estimule
o Poder Publico Munic1 -
pal a desenvolver um
programa nesse sentido .
O programa Lixo que não
é lixo da cidade de Curi
tiba, com apro,·e.itaoentÕ
do papel, está colaboran
do a preservar 1.000 ir-
Jornal de sua
vores por dia, quan-
do se conhece que 50
qu!los de papel utilízn
dos equivalem aunaÃr­
vore de tamanho médio ,
"AQUELES QUE VIRÃO AMA­
HÁ, FICARÃO GRATOS PF­
LO Ql'E 'OC[ fl7r:H !IOJI.
POR [![5".
ver. MARCELINO CSSS1O
IGLIA ACIOL.I
INDICAÇÕES
Que ejaendereça
do expedfente ao encar­
regado do SAAE com có -
pia ao Prefeito Municl­
pal, no sentido que de­
termine com a máxima ur
gênc1a a expansão da re
de d'agua no Bairro das
Primaveras, poiR sabe -
mos que existe virios
moradores no citado­
bairro, sem o forneci -
mento do precioso l!qu!
do.
Que seja endereça
do expediente, reite
rando ao Ilm2 Sr. Dire­
tor Regional da Enersul
com cópia ao Exmg Sr
Prefeito Municipal, pa­
ra que determine com a
máxima urgência a expan
são da rede elétrica nÕ
Bairro das Primaveras.
Ver. CÁSSIO ACIOLI
Que seja endereça
do expediente ao Exm1?
Senhor Prefeito Munici­
pal, no sentido que 'ia
bilize da possibilidad;
em construir ur colégio
nível Ia V no Bairro -
das Primaveras.
Sabedores que socos,
da necessidade da cons­
trução de uma escola no
citado bairro, devido a
dificu.ldade que atra,·es
sa aqUelas crianças pa=
ra frequentarem as au -
las em colégio bem dis­
tante do bairro.
PARAREFLETIR
Lembre-se de que co
lberemos, infalivelmen
te, aquilo que houver­
mos semeado.
Se estamos sofren -
do, é por que estamos
colhendo os frutos a -
margas das sementeiras
errôneas do passado.
Fique alerta quanto
ao momento presente!
Plante apenas semen
tes de otimismo e de;
mor.
M.s.
Cidade

.- -·--
o
possam aprender através doseu interes­
se, através da suo conquista de cada dia.
Criou asemana do Agradecimento ao e-­
vend·dor, que foi comemorado em todo mun
do do 22 à26 de outubro. Parabens aos nos
so Revendedores de Bela Vista.
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Jl/1 oSra. Elaine Brum Rodrigues
30/10 - Dr. Ivan Afonso da Costa Marques
01/11 - Laura, filha do Comandante do 10o
RC/MEC, Cel Gesiel e Sra, e a data
foi comemorada com uma alegre reu­
nião de amigos na residência da ga
tinha Laura que na ocasião feste::
java seus 06 aninhos! e 7
Jl/10 - Foi Comemorado com gostoso jantar­
aos amigos e parentes os l2 ani-
nhos da menina-moca Rebeca Murano­
Dorges. Felicidades!
28/10 - Nessa data fez anos a Sra Alice Pe
reira, mãe do nosso Redator Chefe,
parabensl
.) .
.. ,,
AIS UMA REDAÇÃO DE ANDREA CARLA PARI­
SI (3oMISTÉRIO), ALUNA DA PROFESSORA A­
NA MARil, aCARIZ.
"O RNSINO E A EDUCAÇÃO PJRJ TODOS, NÃO SE
DÃ, se CONQUISTA"
Há quem pense que o ensino e a educa -
cão são apenas aqueles conteúdos que se tem
nas séries escolares, e que quem não
vai à escola não tem educação.
Educação para mim, abrange um conjunto
de valores muito mais amplo, começando pe­
la bagagem que a criança traz de casa, da­
quilo que há anos já faz parte do seu dia­
a-dia.
A escola no Brasil, no que diz respei­
to ao ensino e à educação, não oferece às
crianças aquilo que ela anseia ao ingres -
sar-J~ na mesma; não se aproveita as expe­
riências vividas fora do ambiente escolar,
nem se estabelece uma relação entre esse -
ambiente e o que se aprende na escola, é
por c~te motivo, entre vários outros, que­
há qrade número de evasão e repetência.
1'uitas crianças vão à escola em busca­
de wna educação e um ensino que façam par­
te do meio em que vivem, mas a realidade é
bem outra, os professores não estão prepa­
rado para um bom trabalho, querem transmi
tir conteúdos alheios à vida da criança,c7
isso o professor diz que ensina e o aluno­
pensa que aprende; pensa, pois o ensino -
não atinge seu significado no sentido mais
amplc se alguém o tenta incutir na cabeça­
de outro alguém. Aquilo que se quer ensi -
nar, deve ser feito através de prática e -
de meios concretos e reais que possam ir
de encontro à realidade e aos anseios de -
cada criança, para que seja elevado o ní -
vel do ensino e da educação no Brasil, pa­
ra que se extermine com a' idéia de que· a
criança não é capaz de fazer por si sô pa­
ra qaeoensino e a educação sejam, na pr@
tica, direito de todos e para que se perce
baque não se ensina e nem se educa atra
vés da transmissão de conteúdos alheios às
crianças, mas se auxilia o ensino· e a edu­
cação através de métodos onde as crianças­
possam buscar, criar, elaborar, enfim que
a
Dr. Ivan da Costa Marques, que no dia-
30/10 comemorou mais um ano de vida.
CIRCULOU PELA CITY
Dom&nico transmitiu mensagens de Fé e foi
auxiliado por alguns jovens. Distribuir
as sequintes mensagens:
ADEUS FERNANDINO
O casal Dr. Sérgio Perondi e Cristina,
que vieram rapidamente de Ijuí-RS, embora­
por motivo triste (para o sepultamento do
jovem Fernandinho), ficamos felizes em vê­
los.
CONVITE RECEBIDO
A
Sra Estela Velasquez Pereira
Proprietária da Tribuna da Fronteira
Nesta
Tenho a honra de convidar V.Sa. para o
show com o Coro Polifonico "UIRAPURU", dia
03 de novembro de 1990 às 21:00 horas no
EStadio San Gerardo, promovido pela Comis­
sao de Pais do Colégio Nuestra Senõra Del
Perpétuo Socorro - Bella Vista - Paraguay.
Certo de contar com a sua presença pa­
ra o abrilhantamento desta "Noite de Gala"
antecipo os meus agradecimentos.
Eduardo J. Ocariz Consul
NOTA DA REDAÇÃO
/
Lt
I'
t
Agradecemos o mesmo e marcaremos pre­
sença. Aos nossos leitores: Não deixem de
prestigiar pois será uma noite de muito
brilho.
MISSA DE 70 DIA
Pela alma de Fernandinho foi no dia 01
P~•• na Capela do Divino Espírito Santo,q/
ficou lotada de jovens estudantes, profes-
22:g±_g_Pais._N_missa_celebrada_pelo_Padre
a a
FERNANDO, Fernandinho: "Nesse momento,não
sabemos dizer direito, o que sentimos".
Não queríamos nem acreditar, no moren
to cmque ficamos sabendo que perdcrnoo v~
ce.
Voce tão forte, sadio oemprc sorrindo
cativava todos que o rodeavam.
Fernandinho, sempre Fernandinho oca­
cula da classe, o 1o da classe, a alegria
1
e é por isso que não queremos ficar tris-_.,
tes.
Naquela quarta-feira de tragédia, co-
meçou seu sofrimento, muitos amigos fo -
raro te visitar, pois são inúmeros.
Fernandinbo, não sabemos não entende­
mos, mas é sempre assim: os inocentes pa­
gam pelos pecadores, voce foi vitima de
1
uma injustiça, mas que a justiça de Deus- .to
seja feita. ·.:.
Sabemos que deves estar feliz ao la- -­
do do Mestre.
Sabemos também que deves estar dizen­
do: "Não chores por mim por que estou se-
quro". .a
Pernandinho, chegou sua hora de ir e !Jt1,~
nós nos despedimos, mas com uma certeza - ·j
de que nos encontraremos novamente.
Fernandinho, voce para nós não morreu~
voce foi viver uma vida justa foi viver -
no mundo, onde é só paz e só amor. ~t
Para nôs voce não não morreu, não xno!,o
reu não, por que ninguém morre enquanto - !ó
permanecer vivo, no coração de alguém. V~ .rc
ce estará sempre presente na sala de aula
como de costume, no futebol que você jog!
va, nos clubes que frequentavas, voce es- .!e,
tará presente nas orações que alquem in­
vocar, estarã presente em nossos cora­
ções, estará em sua casa com seus pais e
irmãos, porque voce para nôs será eterno.
Fernandinho, estamos com saudades sua
mas saudade não significa que estamos se­
parados, mas sim que estivemos juntos um
dia.
Fernandinho, não queríamos mas texnos­
que chorar.
1EUS FERNANDINHO.
Esperamos que esse pensamento possa
expressar nossos profundos sentimentos.
ALUNOS 00 20 ANO CIENTIFICO, ESTER
SILVA.
Enquanto na Terra alguém lembrar meu­
nome, mesmo não sendo em oração, eu não
morri.
E quando esquecerem de mim se no mun
do nascer alguém e o chamarem de Fernando
Pode ter certeza que eu não morri!
CONCLUSÃO
NUNCA MORREREI.
OUTUBRO/ 1990
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Pensamento de Uma amiga.
LOCIA OE LIMA SDROIESVKI
-----------------------------------------
4/
M {Corarão da Citaie" Apartamentos com
lr Coficiiado, {'afé ta Manliá ~Completo
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RESERVAS: 439-1487 E 4391366
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