• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIX_Nº993_26_05_1990

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1./1 VH,T/ M/'l o c;no:,:,o 110 :ilJ1.
Ésclarecimento
à .População
Trabalhadoren em Educaçao apresentaram ao
erno do Estado a pauta de } relvlndlcaçoen ,
,IJn 5 ,to marco, nolleItando AENTURA DAS NEGO
ç0E$. -
MARCELO MIRANDA não nepociou e, npon J/, dJnu
InitIl enpera, o trnbnlhndorc11 f•ntrnrnm cm
4EVE., o Governador tratou a preve como e fone
INE. e não u pI l<P.l 1'0 CONSTJTIJC IONAJ, llO 'fltAUA -
1DOR.
0 'TERRORISMO FOI APLICADO
-- Mal de 500 professoren foram dmlt fdo em
eeeber u dia de alárlo pelon 3 meses trabalha
os; Outro 10 profenores e funcionir los admi--
1IRl rn l t.von <JIIC ,lfllllrdavnm ES'J'Mlll.lOADI~ )1' ln crns­
!ITll [ÇÃO 1
1
1rnl-:itAI. e l(S'J'AOIJAL, trombem foram tlcmiti
Js; Cortou o alar1os,integralmente, de qem e
tua em reve e de quem no estava e MÃO PACOU
;JS llTAS 'J'HAIIALIIADOS; IJnou, LNDF.VIIJAMP.N'J'F., tl inhci
to pibltco para mentir e enganar a população com
atér ias payas nos óraos de imprensa; Tratou o
trnbnlhwlorcn em Ecluc:u;iio como Hc fonHcm hnndl -
los ou marginais a quem a sociedade qulesse ba­
ir.
11.ircclo Miranda ncgou-ne n <ilalogar com O!I TIIA
!AJ,UAUORES 1~ EllUCAÇÃO, porque TEM MP.DO DA VERl>A
Mi
- Como cxpllcar ~ populnçâo que tem os filhos
na F.scola l'tÍbllca, o TOTAL AllANOONO SOFRIDO l'EI.A
EDUCAÇÃO, provocado pelo repulsivo descaso das
tnstituicÕcu govcrnnmcntain?
1 - Dêficit escolar de mais de 100.000 vaa;
2 - N~mcro cada dia maior de profcsuores lei­
gos;
J - Piso salarial para professores e funcloni
rios de CR$ 5. 289, 00;
- Escolas caindo nos pedaços, ameaçando a vI
da das cr lanças;
5 - Do lCMS arrecadado, Marcelo Mlrantla apli­
mr.ou em Etlucacão .ipcnas 17% cm dc:<cmbro/89; 28% cm
,ar,fanciro/90; 20% cm fcvereiro/90; 22I cm março/90
1 151 em abril/90, descumprindo o urtigo 198 da
sonst ituição Estadual que manda aplicar pelo me­
: etlls JOI da receita;
6 - Trocou cm três anos de Governo 5 secretá­
, rios de Educação.
Diante do Exposto, os Sindicatos Municipais de
Ttnbalhadorcs cm Educação, reunidos cm Asscmblê­
la Geral da FETEMS, tlecidlram:
- Aguardar o Julgamento do Dissídio Colctl­
ro dos Professores, Espcclalistas cm Educação e
Funci ,nários Administrath·os pelo Tribunal Rcgio
nal do 7rabalho - !Oi! Região - llrasília-DF; -
_ Aguardar o Julgamento <lo mandado de seuran
a impetrado contra o Governo do Estado, pelas d.;
!tlssôes e punições de gre,·istas e não grevistas;
Denunciar e recorrer à Justiça, se necessá­
rio: oportunizando entendimento com o Co,·erno,pa
bita imediata revogaçao das medidas punitivas-
Decreto nQ 5.456 de 24/04/90 e D.0. ng 2793 - de
25/04/90.
Reafirmando, portanto; o compromisso de man­
ter a luta cm defesa da Escola Pública 'de boa qua
lldade, gratuíta e para todos: bem como buscar a
IVALoRIZAÇÀO PROFISSIONAL através do respeito e à
1
dlgnidadc ao Trabalhatlor em Educação, denuncian­
do autoridades e governos corruptos, nem que pa­
ta tanto tenham que ser ameaçados, perseguidos e
FUn..ldos, como agora.
"A responsabilidade de um mestre é enorme pe -
taote uma Nação. Ele prepara o ENGENHEIRO, o ME­
,'ICO, o ADVOGADO, o CIENTISTA, o DIRIGENTE DA NA
.:ÃO, o SÁBIO DO FUTURO. -
E enquanto muitos de seus discípulos conquis-
an glórias e fortunas, ele empobrece e fica obs
n iro e seu canto, apenas com um sorriso de ínti
,.:11o triunfo a amenizar-lhe os câlculos que ferem
5 ~ sangram a sua alma".
1
Bela Vista, 25 de M.:lio de 1990.
LINTÊ:L • - Sindicato Municipal dos Trabalhadores
em Educação de Bela Vista HS.
No din HI de julho
o Prc[ ·ito Edson Mo­
raon du r,j i níclo ,i p,1
viwcnLoçiio ilG(51Ucü
nas ruas Duque de Cu
xias, AIcebíades 1o­
hodllha do Cunha,Vio
conde de 'T'aunay, san
to 1fonoo, são Clc::
mente, São Geraldo,
1lrninmte Darroso,'I'i
radentes e Rua da Re
pública, primeira e­
topa de um Projeto
que visa pavimentar
as principair; ruan de
Bela Vista.
íl
a rali
2,tl á l(ltd n
to.,
e do lo povo, con­
tando com recuro pró
prios e participação
da comunidade.
O,; propdcl.'ir Jo·
dos imóveis terão ais
de 20 meses para pa -
gar o asfalto, que te
r,í cu!; Lo reduzido gr _=
ça.+ a sistemática a
ser implantada.Na pró
xima dicão TF dará ex
plicacões detalhadas a
sê iii iüsi ó ri
A Prefeitura Municipal de lela Vista, através da
Secretaria Municipal de Snúde e contando cmn a pre­
cior:;J colabornçiio do 10!! Rcgimcnlo tl, Ca•·:il.1rl;1 Heca
nizado, esta realizando neste final de semana o Mu­
tirio da Sn~de no Assentamento Unrra do ltâ, local(
zatlo à margem direita da rodovia Bela Vista/Antonio
João e que possui cerca tle 45 fam[liaH de anscnln -
dos.
Na sexta feira, dia 25, o 10!! RC Hec deslocou pa
ra a área o seu gabinete odontoJÕr;ico, um erador de
energia clitrica parn abastecer o yabinete e o medi
co odontólogo Tcn Ub i rn tã, n 1 ém de una equipe para
nsscssorar os trabalhos, prestando ;p;!;ir.1 uma t:olabo
racão muito importante à iniciativn da Secretar fa
Municipal de Saúde.
Para o Secretario de SaÚ<lc de Bela Vista, Vice -
Prefeito Fernando de Freitas Elias, "a participação
do IOQ RC Mcc neste Mntirão <la Saúde, hem como nos
que serão realizados futuramente, é <lc !:"und:inental
importância para. um melhor atcn<lincnto de nossa po­
pulacao mais carente, pois temos tlcflci~ncia tlc pc!
soalhabilitado ncstn área", afirmou.
O Mutirão da Sa,itle Barra do Itã estará se tlcscn­
,·olvcndo durante todo este final de semana com Yis­
tas a atender todas as famílias que residem naquele
assentamento. Além do atendimento medico e odontolÕ
.ai eliz
LIIEC
pico, está sendo realizado o fornecimento de reme­
di os, adquiridos recentemente pela Prefeitura Muni
cipnl tle Dela Vista que, como todos sabem, desde;
posse do l'rcle i to Edson Moraes, a Secreta d a de E:s
tado da SaÚ<lc ni.io realiza o repasse dos medicamen­
tos da CEME destinados nos municípios, abaadon,'.lndo
por completa.:icnte a saúde de Dela Vista.
O pecuarista 1taná-
sio de Almeida Melo e ,
Maria Salomé, juntamen
te com os filhos Atana
sinho, Ricardo, Paulo,
Tati, Maria Salomé, Gc
raldo e Maria Apareci­
da, genros, noras e ne
tos, receberam na Fa=
zenda Bonfim diversos
convidados para as "Bo
das de Ouro" do casal.
1 festa iniciou -se
na quinta feira com u­
ma missa na Igreja San
to Afonso, na sexta
feira foi oferecido um
churrasco regado a cer-
veja e wisky, prolon - t,... '--- __
gando-se até o domin.­
qo.
Diversas autorida -
desprestigiaram O ·e­
vento, destacando-se o
Deputado Federal Gandi
Jamil, o ex-prefei­
to de Campo Grande
Juvéncio da Fonseca,
o Presidente do PDT
CASAL ATANÁSIO E HAJUA SAJ.OHIÕ: com o flcp- Gandi Ja.c.il e llarlco Reis O'A,'i.12
no Estado 1larico Re
is D'Avila, Deputa -
dos Henrique Dedé e
Ricardo Sacha, o Pre
-feito Edson 1-:oraes ~
vereadores e deze­
nas de convidados da
família Melo.Ná pró,
xima edição 'cobertu
ra completa. -
VIMOS DCIBIR
GOVERNO IRRESPONSÁVEL
O que está ocorrer.do com o setor
o Mato Grosso do Sul é caso para o
Sim, é caso de CADEIA. SÓ 11
educacional
Dr. Roren
derá punir os irresoonsó.veis que transformaram o sg
! ,,.~rionnJ num caos, deixnndo alunos, professo
·s e ·!mnos desesperados. O que adianta o
Sr. ~larcelo·)1irnnda pagar matérias nos jornais
e na televisao tentando explicn:r o inexplicável?
VEJA :!ATERIA cm!P-LE1'A ~A PÁGINA 03.

com praz
1 , • l r, 1111
O ut de
, cio , l,t•nn rle l
, i)r J I o ri J ADES I , n 1 •
li I'
rendendo ao paf que do autos consta,pe"
1
,•nt, ,Ili 11 ,,11 ,H•r11 ,,ffx,icln 11,1 ,,edc d•;U'
o L p11hlk,11l11 nn Jr,r11 rln l< 1, Jltr,iu de'ldn -
,ll l'l r 1 ! , .. llA'1Ãí) 1 IIH,A!,llf !, l.l·.l'l r, hr,.r; f 1 l' 1 ro ,
quitado, residente em Jardim-MS; JINfflk N!J,,J'.S
11 .. , }H.t,llr•fro, !lnltt•lrn, IH'Cll,trlfil/1, T<'1;Jd1•11-
lt•,,. J,1r 11,. 1': JIIIU .. ,, 11 ITI. ,il, 11.JO, brrrnilcirn,
C',, ,du 'º"' J, •,É J,ufz flrn,Íju, r1·1l11h•n1e em .l,1rdlm­
M ,; Zíl,11 AI lt:11lA 1.1.fll., hr,1RJIPlru,
0
1Ívn, come!_
1•
111
n1, 1, .. ,i,tl'11 •• ,,m !arcilm-!IS: ltl.Nfl'JO CARLOS flL­
Ml.lllA 1.1·.I l'i., hrur:l l1•Lr<J, c,u;ndo, cnml'rclnntc, rc-
'• Ld, 11 em 'ampo Grnnd,• 'IS; L.UlS C:flHLO!; AL:tl-IDA
1,J J 11, hr1111I !,•iro, fJ<dll•lro, c1111'11h!'lro cletrfci_'.!.
1,, , t slol<'nlc 1'1'1 Jnrclfm-MS; SII.MAllA AL'II:ID/1 LEI ••
JT, 1.-,,11flulrn, •;oll',•fn,, elo lnr, rrsidcntc cm
!~
1
-.ti, ... t~: 11'.Dfl CAl(VAI 110 1.1'.ITE, brn,llll'lra, dú,•n
l' cu· ·I ,ta, rcnidl'nl<' cm .Jnrdln-t·fS; 'LRffl Al'ARI-.C_!_
DA A ALHO LEITE., brasileira, menor, residente
, , !.
11
,llm··M'i: OSVALllO Ft.:RNANDl:S MONTEIRO, hrn,;l --
• 110, c1s,ulo. pecunrisLa, rusldcnlt' emJardlm ·M:.;
lll 11J' lEIU:A~:DJ:S MONll,IRO, hr.1,-;Jlulro, casado, Pe
,u11 l ,ld, re~.iolcnle e domiclliarlo e111 Cnmpo Grnn -
d~~~: MINA~Al ~IDN[ETRO, brt1silciro, desquitado ,
prn·n d,Írlo, rcslcle:ncc <:tn l.;rn1po Gr;1n<le- IS; Zll.l>fl
MONTEIRO SERRANO, brasileira, viúva, do lar, rcsi
d,•" r , m Campo Gra11de ·.'IS; 1-.V, llK,N{', MONTEIRO,brE!_
~·lltt .. ~,, solLeirn, do lnr, rcslclentccmCnmpoCra!!
<lL!· '.iS · lllcRC:Y }t0.:n:1 RO, bru,;J 1ei r:i, sol tci ra, do
Ln, ~•·si<lente em C,tmpo Grandc-'IS; l•.'ALD1R )10NTE1-
fül s,, br'lslleiro, casado, ,1dr.ti11LsLrnclor de Fazen
d:i, r1.: ,i<lcnlc em C.,:npo Gr:11Hk-)f<;; !flLKE FERN,.''l)f.S
)iOl t'l!IO, hr.1,;ileiro, dcsqu1t.1olo. proprlet:Írio,r~
sidete nesta cidade; LAIR }:0;>;IT!R0 BRAGA, brasi­
lcli:-1, 'ÍÚ'a, do l..r, resid<'lllt! e111 Jlonico-MS; .10_!_
cr •:,:,:-,:·1-:rno BRAGA 1ASO MONTEIRO lllJC:A; SUCESSO-:
ydney 1 •HH li J,1• f Ll', !jll(
111(10 e 11r1,;rto .Jutli
P,
te Iro, rd 1
de-MS; 1CE3SOVES
IJ, ns· , 'l ''óJ''i •.1.i ll., !ir., !l,•ro, 1.
,.,n c:.,mr<1 C'r,,ndc·•"-i; r,1:•Al,l10 l1 n
1
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Hlelro, solteiro, rei [dente et 5to
NP'ff': 1.111r, lir1 1 clrr>, e ..
po (,CllHle-'1:-,; l)jÍ 1 i'1 li' ,•n.•' ,
da, residente em Uam ,r ando--'1S;
S NINES LEITE VERA, bri 'ler
dpptfl' cm C lt''JH1 r.r.11.tt,, ."s; r .. , ')I_' ,_...,
s{letra, casada, residente em São Pulo'i
iW"il:S 1.rr-1:,hrnsl'elrn, i.oltcir:1, r ,<cll''1t
po (~randc-':!;; e OOTI,, ':0l'H''O '
1
,SI A r:•
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~•,, h•, •·! •
leira, cac:;ndn, rcstclcnte t
1
r:1 C,11T'ipO '~r."?nde·- .. •c;,,
no prnzo d<• ,p • ,111. n por ln e r•aé,
11
o de 1 ·o• ,,,,
1 (!Jil lmen e ab i l [1·.1<10 e CO'.ISL ttu'de,_para an!
festarem sobre as primeiras declaraçoes rer
p t' lo L nvcn' .1 r 1 , n tt.' Sidney Nunes 'e!te, a '
p.trn acompanhnr o processo rm tocln . ., .... : ".<'lf',. t Prrin •
ntos e lnciclcntPr;, ntê "!nn
1
a p·1rt:;1h1 11.1 hP?'.lC!
log-i,:-10, tuclo ,;0h ns pcnns da 1.C'i. • p.1r1 q~~ r.in·
guém possa n1cg:15 tgnor?inct.1, dc..::0r.nin·lt1 °
11
,J•Jlz
de Direito que se cxpcdl,;ne o presentL· F.o.!ltal co,
o prazo de trinta dias que será pub!tcado e afixa
do na sede dente .Ju(zo. Dndn e passado nesta cida­
de e Comarca de Bela Vista-!S., nos no'c dl.1s <ln
mês de maio do ano de mi! novecentos e noventa.Eu
(Snmi.rn 1.opc.;), Escre'cnte .lucli.ci:il, <> 'ar.~
1
og1,1 •
fei. Eu, (Pedro Ver;'lo da Si!a), Escrivão 'u­
dicial, o subscrevo.
111.sm: ll'éR'"Fl.t l
JI;[Z DF DT~E!TO
ént e em ontato Conqs
Faça Bons Negóci
(l '-rnlor ':lso, J.ertcll i, l11lz ele Dlrelt0 tln
Co11,H'c 1 de Bel.1 VL!.'ta, Estado de "nto Grosso do
Sul, •q rorma da Lei, etc ..
FA~ SAREll nos que o presente Edltnl '~rcm ou
dele conhecimento tiverem, expedido
1
,ns au:os n°
367/89 de Interdição de Ju!ia Arcc, requerlcln pi
Antnn,a <la Silva, que se processa pcr:inte este
.ll1[zo e Cartório Judicial, que atendendo as pro­
vas co11stantcs dos autos, por sentcnçn pro'c-­
ridn uos onze dias do mês de mnlo do Corrente n-
110, em scguicl.1 trnnscritn, clccl.1rou n interdi.çcío
d, .l"i [A AH.CE, brasileirc1, filha de Demcnciano
hrcc e aria Antonia Arce, nnscidn cm 24 de ju -
lhu de 1.9'4l, residente e domiclliad.1 nesta ci-
d .. ;<lc, por se:r iulg,,d., i11c~1pi'lZ. de rt.!ger su:i pes -
soa e administrar seus bens, pelo que serao nu -
10:-:, dl.! r.eHlit,:'11 cfellü todos os contratos ou negá
cios realizados com a referida interditad.1, sem­
assistência de sua curadora e pr~via autorlznç~o
c'...-r., .luizo. S!::NTENÇ.: VISTOS, t!tc ... ANTO'HA DA
SI!.VA;_qualificacla nos nutos, por intermédio de
~~vo·~~o const!tuiclo, requereu a interdição da
senhora Julia Arce, filha de Deoenci.;ino Arce e
Maria Antonia Arce, registradn no Cart~rio cio Rc
gistro Civil desta ..:idade, .1leg:10do que é porca::
d0ra ~e debilid9dc senil, decorrente de processo
~.,ce:-1.,sclcrost:?. A requerida foi interrogada e co
•·tt - ·.. ntormat;ào técnica. oficiando no !:eito e,
lr. romotor de Justiça, que a representou os
• ,~ e que afinnl se manifestou pelo deferim~n
t~. u relat~rio. DFClDO: , requerida deve ccr
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pesar das lutas e dos ·ncaros morai d. (au[lla, no,;e., PRUDE!rrE DP. HOllAE.<; e f'A.'ffl.lA. 1s lic)
.,_•._;·_•"".,·_•· .. r•,.,"'.,-"'i"'~"'n'"u,ª, .. "~""'P-=:-c,.,·=,._.,"'n"'L"'f""<:'-st"'cu'""'-,.:;~"'·,==_,"'l"'u"'d"'o"","'·"'pocamr"'t,;,:t•1d•o•,•l•~•n•!!--R•lO•,-l•B•.0•5•.•9•0-"""'-----------------=-Jl _!:~-!'~!!!!~a!!!!!-,!~.~~~~~.~t~~•=-~·:..:·:..-'·l~:¼
s.,
n,
UJ uma
intcrdi.c.1dn, visto que é portadora de arterioscle­
rose generalizada e em evoluçao, que a torna inca­
paz para os atos da ida civil e de gerir seus in
teresses pessoais, impressão que restou confirmada
quando cio sc11 interror,.itôrio ludici.11. ,,-.1.n
1
-:· !'0S­
TO: decreto a lntr.rdi.çno da requcri<l:1 'A AC ,
Filha de nemcnciano Arcc e }'arin Antonia Arcc, con
n id;ide de 4fl anos, clcclnrnndo-n ab'.sol11t,1mcn.te in­
cnp;iz <le exercer pessoalmente os ~tos Ji vida c' -
,·il,na •orma do Art. 50,II, do Código Civil nc •
mcando curndor na pessoa de sua mãe ATONTA DA SI,
IA. nc ;icordo com o disposto no Art .1.
1
Ri,, <lo CPC-:-
c no Art.l?,1T1, do Código Civil, inscrevn-se l1
presente no registro Ci'il e publique-se pela im -
prensa local e no órgão Oficial por três vezes,com
inten:nlo de dez di.as P.P.T.C. ela Visra,'l ele '!:t
iode 1.990. (a) Vi.lson Jertclli-Jui~ de ry;:-pitn.­
Para que a referi.dn sentençu produza seus ,•~•:idos
e ':eitos leg.1is e chegue ao conhecimento r'o,; lntc •••
ressados e ninguém possa alegar ignorância, "andou
expedi.r o prt!sente "'.tlital, que será :,ri.·:nr
1
o e pu -
blie.1do n.1 Forma da Lei. Dado e passado nesta cida
de e Comnrcn de Bela '!Lstn-'1S., aos 'inre e dois­
dias do mis de mni.o do ano de mil novecentos e nn­
'ent!l.
Eu (S:imira 1.opt!s), Escri'ã Judi.cta!, o cintilo -
gra•ei.. Eu (Pedro lergi
1io da Silvn), ~scrlvào .Ju
diciil, o subscrc'o.
VI!.SON llERTST.'.I
.JUIZ DE DIREITO
iversaria Jj.te
O ....... d• r' ato e I Jc·o l..'i'l tl.1tn:: ú::1:.orl.mt<'s.
1, ·utr- e::: .,1::; Unta;·· flJ~,n, un.t nuf Lo e:;pcclal pnr:i nós:. Rc­
Ccr:-i.ao- nos ao din 1.1 cn que st..· cuat••n..>r~• o n:rnclcc.nto de crul
Ç1 .. r ! ,;i "' dC&~n,:e d:io.., J:t :..toei ed:ide lk: l ;:iv: Slê:OSl'.
A. tt . jeorln da existência fe l I z e- nl'_;'nco.,da de no!';:.;:, uni­
vrerariante, a seuir, sera traçada en rápidas pinceladas.
"'~ ir.f.,.nci.l rc:c,·bcu de !ICU!. p:dn, d.1:. 1Tl3."1s e Lro.1.ofl alen­
cioso eidado e especial carinho. Nesse ambiente sadio, vivi-
o a t eros familia, con:;titufd;i <lc lJ ir1.1:Jo3, íon::ou seu
teper nato, ber1lodo, devo', pela educaçio, pela crença,pe
11!~"" p:"' .. ru:i.p,o:: e mdt(icnçoc:; ;,roporci.· 1.ulo:; por 1..10 lar crls ::
t.,o.
r .... ~rt-1"'nu•, nor ela ser a cnçulu d:1 f:1cÍ:lL1 fole alnd:i é
o.s ,_;ulc:!iru; cl.::t. irn.md:a1c .. H.,:J n ccclpmcn é vcnln::!eir.1: ela
cs :1. ,; ~prc voltncta_p.ar:t o:-; in:i.lo:::, ()..'lrentes e vlzlnhos.
lc,- •.ua., :1dolc.scencia rli;onh:1 e {cllz .. Nela dem1llrocl;:ou
f'l,;ll! Uoa.:. e taerto!", r.:i.-:i nJ.L"llreza rcccptiv.1 e cocuntc...1ttv:1
ToL 1 Íf"'nt.c e capaz de dcdt.cnr-cc ô1 v-5rias coisas ao ocsco
1,c., .'.: dc.::c.nvo lt'Uril e agi 1 ick1de: Scoprc uon Ifestou enore
ci..:rio:. .. de intelectual e µrcdtl.eçoo p ln cor no.arclo-clnro.
,Air:d;J t:Ul.LO JOV~, teve oport:unid:1dl! de conhc.ccr o seu
~ f'r111clp,..'_::or.h ido. F:.'rn U::l r.:oç·o vindo d;:~ h:1.ndas de S.1.o Paulo
L: J' i .10 de o.lnclro, pouco fa:ante nas observador, coa que
J •f'iO r ..: 1:1:ir-sc.
.. T)•~!l] unirio n.1sccr:'.Ull: t-rê.s nic:µ5t:ico:: v.orôc~. Atu.,tmentc,to
(!("!;: c:~t:.:io ccaoa:::i:c.."t"ltC"":tc lx"'C ::lt:u:?dos n:i vlcln; c:u.adÕs e c•JO
:adia prole, para ;ill'f,ri.:i dn UU!dlr.h.1.
) Tip~r-ráftcos.e or--r sn; - p:1clr:in ele- ~:,ll•J,1 !Jzc
P(kiencf.1 e os melhor<>'-' preços da r ,•;, ,. C, 1 s n
)LÕes de vf,-[t.,s, convJtes C:t· caic,:".<.<nto,roll':t ~o
--.serviços cr:i alto rcje.'o, a cores, entr •• ., ray·, l,
e facilidades de p;ip,.11:1ento. :t
) TE!.EFO?F e envi:1remos un repr,· ·e;it:1nlc p•t,;
r e1hor lhe .1tencl'!r.
9 09-171o- ai vi.'
~ 251-1669 - .Jnrdi~
) I'.'.l'RE:S:SA - a t:1nlor rede de ]Orn.1i.s do interio .. s
Jornais impressos em OFF SETT e oG nnfs l·do~ n:o
fregiao. ·m
» M:U;>;CIE CER-TO E O RETOR'.,0 ·r.:s1,~ r.M<At,T1D0 -'l.
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►JOi(~:t,1S DA REDF - Nesses você pode crod! tar. ,:;,e
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) Trlbuna da Fronteir;:i, Correio Jardinese, Jor e
~nal rle ,'ntonlo JoJo, jornal de ~onito, r,,.,.n;'1 ::dou
i .. Gt::--:r.;,;s1:, Tribunn de Car;;,coi, Tribur.:i "urtinhc,J t
)se, Jornal da Pecuária e flhricvlturn •
FOKES:
de otloir.t:-,, cnrrcg,,1ndo CJCUbcrnntCL,cntc ;i b:.mdcir:i do succ:.:.::.o
e d:i vltÕri:a.
Ador.;t o conv{vlo social. Não aprecia a :.nli<'.:io, Cl.lS !;C: scn
tl! cordial e a vontade entre in:-.3os e ;:migas.
8: dotad.:i de u:u! rar;:i cap..1cid;:idc de se alerar e dlvcrt::.r -
:;e que chc::,a ~ ccnt:igl:sr os outros .. Sc:::iprc tcc :i;ci.gos .. Su:1 n:1
turcz:i cspont:mc.'l e bondosa .::1brc-lhc as portas e o:; cor:u;Õc!.:­
d.,s pessoas aias.
Cons .. guc sentir a:s alegrias e as tristezas das pessoas com
qm.-r. convive e. tcr.1 :i c:1p.1cld;11lc ô f:rtê-1."l:; i.t=trc,rt.,ntc-;, ca.::o
se fo:;sc u• :ittt1-};.o culto c:;pcc!nl.
8 um..., g,T:mdc fc:;teira.
"" Ismo, as testas «use org.:inlz.a e realizo sõo inenqueci _
Sua índole aiveI e cordl:tl ajuda.o c:uit.o p.lr;:1 :, .succs!.;o na
rc:ill .. zaçao de qualquer projeto ou C!llp-rccndltx!nto ..
e ,".!.1.:1 l)Ct.SO:l onlc:J<l:1 e v:tori.osa cm t:udo que Íó'lZ ..
»;:ir.J. c:;r,;1 quc·ri~L, d:im.:1 que hoje coemora o :-;eu :..nivcr::...;r-io.
"" nosoos pnr.,1,é,,,: fcllc.ld:1dc~. Hb ch.,n:i-,:c r;lllA HORAES Sl-
•°ÔES DF. I.IHA:
43S - 1.410
rrle
o
({Jj)JgJ!Jirr& •
·o
te,

ES'TA PAGINA É PUHI ICADA SIMULTANEAMENTE NOS JORNAIS 'TRIHUNA DA FRONTEIRA,
Itra face
la verkade
ave: Pedro Pedreira
pede criança aprend 1
"'J mlnhn M.:ic que n ou
nu face da verdade é a
,. nt lrn.
Nílo h,i me lon tcnnon •
1 i,, VEl<llAOE ou é 111'.NT C-
,1.
Entendemo que ente+
1, po11 ele Gollor de Mel­
!,, JlrcnJdcntc COIU1Gl'J1
e o llrun.ll. Lnnto prcc l
uva, é preclo que o bra
tleiro, dons pampas aos
rinals, do 01apoque ao
ui, ujude o l're1ddcntc
1 ajudar n •llrnoll.
1'emo!I vluto, ublsma
!os. ·an mnnobrus para cn
fraquecer o Pl;ino llrmlil
vo, evldente que terc­
os de [nzcr sacrl[[ci -
'ts, todos nós, mas é prc­
:lso que o povo mantenha
se vlg !lante, ap:rntando
1rros e cobrando claque -
les que até o dla 15 de
urço usufrulram do po
!er, ganharnm rios de dl
:ic elru e nada [ izernm pÜ
o I o crescimento REAi. de
.cai,ssa economia, produzin
9 >' gerando empregos e in
e9vestindo. -
Os especuladorco e a-
l
!eptos do lucro fácil nc
tessitam entender que o
lras ll mudou.
Assim como os polÍti­
ros ncos tumados a alian-
;as espúrias e "ncgocia­
,;Ôes" devc.m se cons-cien­
zarem de que o Brasil
vo não aceita "o homem
1<lho" (de idéias e con-
eitos).
No Ka to Grosso do Sul
~je icpera o reino da
lentira e da promessa.
O eleitor(a) precisa,
[je nais do que nunca ,
tl6'a.lisar friamente os can
1bdatos a deputado esta­
,.I.r,al, federal, senador e
31Clvernador, ver o que fi
:eras e benefício do po
,n, folha de serviços prcs
lados, posições polÍti-:.
as (no passado e no pre
te); e, sobretudo, en
lviento co a região.
O Brasil pode e vai
r, mas as nudanças de
e deverão iniciar - se
,
5
1;unicÍpios e nos es­
'.Jdos, c'a oportunidqae,
_ra estas muda..nças, sc­
e outubro, quando e­
-geremos os NOSSOS RE -
ENTANTES.
llào vamos esquecer,ja.
s, que a outra face dã
ADE é a MENTIRA.E és
s cansados de POL(TI
S MENTIROSOS.
8 NEGÕCIO
PARAR DE 1NUNCI-
,,._ PARA ECONOMIZAR
INHEIRO É COMO PA­
R o RELÔGIO PARA
0NOMIZAR TEMPO !
ANUNCIE O SEUS NE
6c1os NOS JORNAIS
REDE BELAVISTEN­
~- LIGUE 439-1410.
LA VISTA MS •
VIMOS ACABAR CO A PALH
Governo Irresponsável Destrói a Ed cação no Estado
0 que etá ocorrendo com o setor educa­
clonal no Mato Groo do ul é caso para o
Dr. Romeu Tuna. Sim, é cao de CADEIA. SG
a CADEIA poderá punir o irresponsáveis q/
lrn11uíonnormn o neLor t!ducacion., L num cnon
dclxando profcnsorcu, nlunoo e puln de nJu
nos deesperado.
O <111 • ndlanta o Sr. l-ltircelo Hlrondu pn­
ar matérias nos jornais e na televisao ten
tando explicar o incxpl ic,ivc,? A verdade
nó tem umn face!
Professor dn rede cRtndual du ensino me
rcce ganhar um aalfir io digno. Foi-se o ten
po em que um profeusor ganhava o suficlen::
te para manter com dignidade a sua famí­
lia, multo~ até tinham um carrinho, tempo
(e meio) para pesquisas e aprimoramento.
llojc é uma vergonha, um desrespeito à
dignidade e à profissão que merece, não só
salários dignos, mas respeito e considera­
cao.
E o Governador do Estado depois da r,rc­
vc(Junta), humilha n classe e o que é pi­
or, llEHITE e se faz de vitima.
Todo País que pretende transformar - se
cm potência, têm na cducac;âo e na ::wÜdc os
pilares de sua admlnlotraçno pública. Aqui
ocorre o contrário.
2 o caoi;, o Governo dcmitlu os professo
res grevistas e está substituindo7os por;
lunos, ou professores nno preparados. F.xcm
plo: alunos do 2!! grau lecionando para os
do l!! e também do 2!! grau; professor ele his
tória ensinando quÍmlca; de geografia cns}
A denúncia da crise moral que atravessa
o Congresso Nacional, representa uma ruptu
ra COl!I o passado que, hoje, a sociedade bra
sileirn repudia com veemência e firmeza. -
O Brasil do clientclismo,dos pri·ilégi
os, da mentira, da demagogia, dos arranjos
oportunistas e imorais mantidos à custa da
corrupção, não encontra mnis guarida nos~
ioda sociedade.
Os ,·alores básicos da cidadania: HONRA,
CARÁTER E .IIONESTIDADE, representam, neste
momento, o desejo transformador da grande
maioria do po,·o brasileiro. Do po,·o dcscom
prometido com o clicntclismo político.
Para vencer os obstáculos que atrofiam
a nação brasileira, temos como pré-requis~
to a RECONSTRUÇÃO MORAL no campo político,
econômico e social. A confiança nos homens
públicos precisa ser recuperada, para que
o grande contingente de trabalhadores pos­
sam reencontrar a esperança e possnm cdu
car e criar seus filhos, num Ptlís livre e
soberano.
É preciso a concentração de um grande
esforço nacional, para que possamos promo­
,·er as mudanças que nos levarão ao canpo da
RECONSTRUÇÃO MORAL DO PA1S. A Nação neces­
sita estar harmoniosa e solidária nesta
grande tarefa colcth·a de construção de u­
ma Naçno moderna, rica e justa.
Cabe ao cidadão, o dever de ass1111l1r sem
medo a missão de promover, por todos os me
los a seu alcance, o saneamento moral da
política e do Poder PÚblico no Brasil. A
omissão é um crime contra a pátria.
A fa.lta de crença nos homens públicos
tornaram-se sentimentos de todos. A Nação
chora a falta de pudor de seus representa
tes no Congresso Nacional. Existe uma at -
mosfera de impunidade, irresponsabilidade,
corrupc;âo e'desrespeito aos anseios da pri
pria pátria.
A Constituiçno Federal, promulgada cm
outubro de 1988, ainda aguarda que mais de
JOO(trezcntos) artigos sejam rcgulamc.nta -
dos, sendo certo que, os atuais deputados
federais e senadores, os "CONSTITUINTES" ,
n..Õ.o demonstrara.e nenhum interesse na rcgu-
nando física. E falta rf
1
HUJ , lo-
das as esrol ,. t +d i o.
E dizem o hoen E alo,
através dos meio de cornicacao, que "e
tii Ludo her,".
Mentirosos, acostumados a ADMINISTRAR
nos GAlHNETI:!;, INFORMADOS l'Olll'OL(TfCOS sr
TUACJONlSTAS QUE TAMIÊH MENTEM. Nunca
mentira foi tio valorizada como ncr.t Go
verno.
E não lemos sequer uma linha na chnma­
cla imprcui,a llvrc; 11c111 cr!tlcau construi l
vas; apenas "justificativas e entrevista
de porta-vozes".
Eles nao conhecém a situaçao no·inter i
or do Estndo. E nao é nó u Educação, niiÕ
temos mals estradas, o setor dt• :-iaÚd<• de a
morona; prédios do Governo se transformam
cm rulnaH e, dizem eles, "tudo :;oh c-ontro
lc''. -
Se um assessor de "coisa aluna", na
Asscmb lélo, ou "assessor do assessor do
Go,·crno" ganha Cr$ 30 mil, 60 mll " até
90 mil por mês, fora as mordomias, por
que pngor a ur.1 homem ou a umn mulher cn -
carregada de FORMAR o brasileiro do ama -
nhà um SALÁRIO DE FOME e ainda por cima
IIUMILllÁ-LO, tratá-Io(a) como se fc,,::;" =!
ginal?
MARGINAL é eHte Gover110, clcitn atra
ves de MENTIRAS DE PALANQUES, promessas e
que' ainda teima em continuar no poder.
Q povo sulmatogrossense, que trabalha,
produz, sofre, reza todos os dias,com [e!
lamentaçao e seus artigos, vez que, essa
regulamcntaçno não gera ccprego, propina,
ou diárias milionárias.
A saúde nacional encontra-se oa UTI.
Falta assistência médica nos pequenos
e grandes centros urbanos. A mortalidade
infantil assume proporções assuatadoras .
Nas pequenas cidades, mulheres dão a luz
como se animais fossem, por corpleta fal­
ta de assistência médica e social. A cada
dia que passa, aumentam as estatísticas
dos casos de doenças contagiosas(AlDS)etc
a fome e a miséria atropelam aos milhares
de trabalhadores bóias-frias cm todas as
regiões do País.
Enquanto a fome e a mlséri.a fazem mora
da no seio da grande maioria dos brasilei
ros, uns poucos prh·ilegiados, desfruta
de todas as espécies de mordomlas, perce­
bem altos salários, gozam dos mais absur­
dos prh·ilégios, n.:io trabalham e ,·h·cm ,
tão somente, en'ergonhando a nação brasi­
leira.
or, pedindo a Deus que estes mel n
Jl..lHfl••m rápido, p,H.t e,nlrp.ir d,, ,·lil.1 pu··
blica estens aproveitadores.
Enquanto outubro não chega, bes que a
Dr. Koeu Tuna poderia vir a Ms e acabar
toa eta vergonha.
JtÍ dizia Monteiro Lobato que "ua Paf
e fo 1 com ho enn e livro",
Livros fá nao podemos comprar , o Jo -
,·em ,.j.,: cLLt,u1"do ia lciLura e os pr -
í,OH ,,;;,, prulhlth·o•,.
Hlomen? 0i poucos que ainda existem(i
deallstas, lutadoren e co visão do anua­
uhi) são pecas raras neste Governo do Es
tado que prefere os acomodados e bebedo­
res de le!te das tetas cx,•ur1dan do er,i­
rio público estadual.
r. !,, ~ que o l'rer.Jdcntc Collor a,dba
que na cidade de Bela Vista os pais de a
Junofl ci;Liiu lut,Jr,do para que a lei penai
t.J a conLrataçÍo de profes:Jorcs, pngandÕ
do próprio bolso estes professores.
Ser ln melhor •1uc o C.o,·erno do Estado,
Go,·erno du Plffill(pobrc KDC, e,. que cc tranu
[ornou!) rcnuncinscc antes que o Estado
se transforme ur CIRCO. Para n - - já se
transforcou, pois o que ..-emos d" t~GICTlS
(cni;olindo 'erbas); TRAPE7'.ISTAS (puLrndo
de um lado para outro) e PAL!iAÇOS (ri.ndo
da situaçao, enquanto o povo sofre) ...
PROFESSOKES, ESTAMOS COH VOCtS, PARA
O QUE DER E VIf.:!.
f hora de dar-se u pasta neste Esta­
do de imoralidade pública. A Recoostru -
ão Moral de que necessita o Pa.,, exige
de todos nós, hocens lh·rcs e descompro­
metidos com o passado, mas amparados na
vlsno progressista e social, uma postura
a altura de nossos ideais decocrâticos.
A honra, o caráter e a honestidade são
,·alorcs básicos fundamentais do "Brasll
Novo" que almejamos e que, a mercê de De
us, ha,·erccos de ajudar a construir aÕ
pro,·ermos e d.Jrmos início a RECONSTRUÇÃO
MORAL DA POL!TICA BRASILEIRA, banindo da
'vida pública naciona.l todos os que de u­
ma forma ou de outra emprestaram sua coo
peraçno na degeneração de nossos mais nÕ
brcs ,·alares. -
O resgate dos valores morais ha..-erá /
de ser promo'ido pela sociedade brasilei
ra.
RENOVA!! 2 PRECISO.
,~ Nelson Brandão.
$101470 RU
II E
etária e indas
MlR.CA C
l CAJU
gr
Feira de Amostras
de 02 a 11 de
Grandes N eg >'
Junho
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LOCAL: PARQOE DE EXPOSIÇÕES. "LI!:! RIO !::!'J'...:. ;::-~ DE SOOZl"
LATO G.OSSO D SUL
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do sol,as,n­
r I .Jnn ,1,, ,
Jn l 1•1 n" /lP,(, /
,. Art, t,1 tln 1.r•I Jr,-
. j')()/(,1,.
Lt•rr.<J tl,t l.•• I "un I e
I
p<t1 n
11
ll!ltt/
, Ar,1O te aberto um crédito ad!e!onal S -
tr no valor de Cr 7,990,000,00 (sete m!-
hões e novecentos noventa m!l cruze!ros)a ser de
'·nodo nas nega'nten Dotações Orçamentarias,
(,?,(11 - ll<JC.llJVO
0.01 €mi l no PREFEITO
0,0007.0 1.a5Ana sertor
1.1.1.J-P h!<On) Civil .
).,+-Mater!a' de Consumo. , , , , . • •
3. 1. . -0 .. t ro•, St•rv lços e Fncargos,
04,,'6%,03erv'co do Altamento 'til ltnr
'i. l . 1 -J11'1T,,,n •, 11 ·,ic, ele !,Prv. l'f'f~BO:J f n 50. 000, 00
0;,01, Sl't'PI [,I T/ n1; /D'IT ISTll/r~o
01fl701 1,0C,-',1•rr<'t,1rl n rle A<l1ninl6trnc;no Clero 1
1. l .1. :-Ohrlgar,Õ,•11 l'r•·1 !1noni;,lu.... 60.000,00
3,1,,0--Material de Consumo........ 200,000,00
·i.:, 1 RPr,1u11rr,,ç=io UI' ~·,,r •. l'l'fl'JOnln 50.000,00
J. J. 'J. -0tro Serv, e r.ncnrpos..... 80.000,00
O',5- SECRETARIA F FAZENDA
o%+..0v-»+e a secretar toa
'.l. l. 1. 1-R<'muncroc;Õo de Serv.Pcssoals 50,000,00
O,OtCl .,~,10-·/mortizn,;no dn Dívldn r.ontratadn
1.•'.6,'-JuroR de Ounni· l>ÍvJc
1
n,;.... 50.000,00
0!.0~ -~Fí.RETARIA DE PROMOÇÃO SOCIAL
l 1''>1.2,,/ .11-SC'rvicos ,ld Administraçao r.ernl
1. l . '. 1-Ma ter ia 1 d e Consumo. . . . . . . . 130. 000, 00
'L 1. i. i RcmunernçÕo dP <;crv, "•'ssonl s 100,000,0r
J. ! . ~ " tlutros St!rv. " Encnrgos.... 130.000,0f
3 ... 'l-Putrnr Transf. à Pessoas... 10.000,00
03.07 FC"E TARTA DE EDUCAÇÃO " CULT. F DESP.
0818i2.12-manutenção dos Serv.Administrativos
3.1. ~.0-'lutl•rí:ll de Consumo........ ~50.000,00
3. l. ,. l Kcmundraç:io de 'ierv. l'cr.r.onis 100.000,00
3.1.J.'.'.-Outros Serv, e Encargos.... 100.000,00
004~l87!.07-Aquinic;10 de Fqulp~mentos p/ o setor
4.1.Lt>•'qulpnmentos e :lnt. renn ... 2.200.000,0C
084'.'.i:l.'l .09-AmpliaçÕn e Re'.de tlni,lndt:?s Escolirec
3. l.",í- interid de c,,.,~u:nll...... .. 100.000,0(1
3. 1 . ·,. J •• v.emuncrnc;Õo <l c S-,rv. l' t:! s >' o :1 i s 50. 000, 00
03,8. PFTAIA 'IAC?O F ORAS E SEF. PCBL1€OS
l0'>731ó2. l'.!-Cnnstruçno de Casas Populares
4.1. l .l'-Ohras e lnstnlnc;Ões...... 550.000,00
1060375,15.-Manutenção dos Serv. de Limp.Pb!ica
3. 1. '. •Rer,uncr:içiio de Scrv.Pcsnoiis 70.000,00
11"' ,C • ]F-Ohrns de C::ilerias de nr,uar. pluv<,ij,. e
Pv'neração Asfáltica
4.1.i. -Obras e 1nstalaçÕes....... 400.000,00
161 ~3J, .1'-m:inutencio dos Serv. da Secretaria
3.1.~.r ~nterial de Consumo l .600.000,00
3. l. 1. l -RcmuncrnçÕo dP. Serv. Pesr.oois 120. 000, 00
~..].~-Outros Serv. e Encargos... 800.000,00
16íl~5J41.17-Aquisic;io <lc Equip. p/ o Setor
4.1.~.0-Equipamentos e Mat. Perm.. 180.000,00
l6885)l!.18-Construc;Õrs de Pontes
4.1.'.0-0hras.:, 1nst:iloçÕes...... 50.000,00
O? .0"-SECR"'.TARIA DES"'.:-;1VOLV"l)'J:;'.TO FCONÕ}!ICO
O!1II?.I8-Coordena;ao das Atividades
J.1.2.0-Matcri:il de Consumo...... 30.000,()0
J.1,1.1-Remuneraçào Sen,.P,..ssoais 50.000,()()
041All11.?0-Aquisiçio de Equipamentos Agrícolas
4. 1 .
1
.0-Equipamentos e y,.,t.Perm.. 80.000,00
SOA..... 7.090.000, 00
Art.?9)- Para cobertura do Crédito Suplemen­
tar 1h~=to nn Arc.,anterior serão utilizados os
R~cur-0s Provenientes do Prov.:ivel Excesso de Ar
recadaçiio,conforme c.:ilculo efetu:ido <lc aco=do ~/
o Ar.3,parágrafo ,item II da Lei Federal 4.
37íl/E4.
150.000,00
l00.000,00
100.000,00
'.:, 3O) - Este Decreto cntrar.:i en vigor na
dat de sua publicação revogadas ,"IS dispos içÕes
en c- ... r:t' ~rio.
rg S T A MATO GROSSO D O SUL-, 1 5 D E
''ilíJ í'E l.Q90.
de
do n,P.
cordo c o d! po 'Q do
H r,/110 de I)'., rle Anrl1 ,,,
1 ellern I n' /,. º1?0/( 1, .
IJJ"C:Rl 1 / •
4.no)-Nos termos da 'e! Mnfcfpa1 +0 A88/90;
Art. JO 'lc:11 nh rro ui crcdlLC> ,ri! 1c,n,1 Cu 1,, -
mentar no valor de C:r' 'J9.0!JO,IJ() (,,o,..-,-,,·n (' nove
m!1 cruze'ros) a ser desfgnndo nas eu!nte To­
tacoe 0rcamen árfas,
01.00- l'ODLR LFGTSI IT1VO
01.01- CÃ''ARA 'lll"'1CTPAC"°
0101001T.oi-Ãqif«feio ãe 6vels e Fqo!pamenos
/1.J.I.I- AuxÍUo p/ílefip.tic r.ap 9<J.COO,OO
so:'A. . .. . .. . . .. . . 99. nor, "º
Arr. 22) - Por:i coherturn do prc·st•nte cr • <l' :o
Sup)cmbncar foi cnncC'ln<lo :i J~port~nc
4
n <lc c:r• ..
99.000,00 (nov~ntil e nove mll cruzeiros) dnP se­
guintcR ílotnçÕcs OrçnmcntÃrins.
02.00- FXF.C:UT1VO
O? .09- SFCl{ETARJA 1)1-" nESF."11
101,'T IF 'TO 1:co '0'1TCO
04181112.18 - r.oordenncro dns Atfvld~des
3.1.1. l-Pcason1 Civil............... 9Q.000,(}0
SO"A, .. . . . . . .. . . . . . . 99.000,0'l
Art.J0) - Ente Decreto cntrnrà em vigor na
dntn de sun puhlicnçÕo revo~Ados 06 dispoeiçÕcs
em contrnrlo.
BELA VISTA -MS-,15 de moto <le 1.990.
_,
rnsoN MFDEJROS OE MORAES
P9EfEITO ~U.'ICIPAL
Dedé Solicita
Benefícios para
Bela Vista
• Em sessão realizada na seana passada na Assenblé!a Le­
lslativa ,o Dep. Henrtque !'oraes Dedé nprcsentou indic:1 -
cÕ,•,, benrflc1ondo o }luniclpio de Bel:, Vista. Após ter visi
tado a cid;i<k, o parl.1r.,rntar constntou n carência de scrvT
ços cn al~uns srtores hílsico~, entre eles, os da tclcconu~
ricações e energia elétrica, e após conversar com popula -
rcs e ccrtiflc.-.r-sc dos problcr.1as, levou-os ao c:onhcc:incn­
to das .1.utoridar.ks.
Pt1rn o Presidente da Tc-ler.-,.s, Sílvio Lop<'s dr Ar~úJo, o
Dcp. llcnriquc ílPc!~ solicitou que seja instalado no r.1cnor
pr,1zo possível, u::,, tc-lcfonc publico tipo "orc-lh~o" no Bnir
ro Agu.1 Doce, c.:1 Bcl.1. listn, pois c1 popul;i.ç,lo local scntc­
r:":uita:-i di 'iculcl,Hk~ q11,1ndo necessita contar co:, estes ser­
viços, tendo que lococovcr at~ o ap3rclho nals pr6xir.10,quc
localiza-se fora do bairro.
11
Esta r.1.1ior ·inte~r.J.çÕn entre a população nrravés dàs ser
viços dC! telefonia, evidencia Lr:ia r.iaior og1liz-1çâo na solu=­
çÕo elos prob1cnns da co□unidade. Caso haja urgência destes
serviços, quando tratar-se de casos de saúde ou segurança,
por exe:nplo, n populnção deste bairro terá condições de con­
tactar con as autoridades e tempo ben mais reduzido.Além
disso, e u:.i,1 obrigarno do Estado parn co□o cid:1dÕ0
11
,des­
t.:1cou Henrique Mor:ies Dedé e sua justif1c.:itiva.
Por·outro lado, oindo nesta sessão o deputado enviou
expediente .:ia Presidente da F.ncrsul, João Antonio de Marco
reivindicando em noe da população do Bairro das Prirave -
ras, também localiz:,do no r.iunidpio de Rela Vista, uma to­
tal vistoria do rede elétrica daquela localidade. O pedido
foi feito ao parla~entar por r..nis de una dezena de rorado­
res.
O Bairro d:ts Pri~avcras é co::iposto por quatro vilns di~
tintas. Entretanto, tod:is estas áreas são atendidas por a
pcn:1s uo trnnsformodor, o que vc~ causando transtornosnõ:~
~oradores, v~z que ocorrem constantes quedas de tensão.
Os clctrodor.iestico.s, dcss:t foma, s~!rec ~v.:irins constan­
tes, causando prejuízos aos cidadios do referido local.
Ale~ disso, existe o problema de ocorrer curto-circuito
devido a estas quedas.
O deputado Henrique Dedé adiantou que a direção da E­
ncrsul M3nifestou-sc ba~tante favor5vel ~ efetivar os
serviços e buscar soluções par.:i os probleas. 'A cou -
nidade deste bairro sente-se constantemente e□inseguran­
€a, oi de ua hora para outra, quando ocorre sobrecarga
·, ... tric.1 no transfornador, vem a oscilnção e n
que .causa grandes prejuízos que podem ser ainda
n.:t1út i_:.; J ~.1.I lentou o parlar.ientar ao contactar co o pre
G f <h..•nt1.."' da Lncrsul.
Campanha de Prevençã
d a Cárie Dental em
Bela Vista
• •,-A·tl!n Jfl " " o d
rscnl P. 11 ún•n
F«colres de q 1? anos de ''ade;
caçio TÓpiril co. C@
1
-•uorrtad
O POAMA AC'OA', DE PrV D
DFTAL - :>PFC:A!) .• 'ol 11nt;'lrlo p lo ''lrl•·t
5ade em 73 de Ma'o de 1,99 cor o o'et!vo
rPdu1lr n neu,de Ofi (Huai '"('1Clil, d!! O orr
c!as da doença em adolescentes e crfanças
Pá{r, nuM período de dez anos.
O qundro ntunl no Brasil AC~un<lo levdnl
to ep!dom!ológfco rea 1zado na zona urbana:
-os sete anos de idade
7
,7 dos dentes p
nentrs •n roram ntncndo~ pc'e ciriu.
-Aos doze anos de Idade 6,6 dos dente
nentes 'ã estio cariados, quando o ace! áv
pu-iclo n l'"S- On:aniznção t-'undial dn ade­
cm tornode 3,0.
-A Lncld~ncia dn cirle dental nn idndc ~
ze anos serve de parâmetro de sade bucal
reg1Õc6 ou paÍsPs, o Brasil 110 'ado da lan
MDiF alto !odice de dcnt
no país.
presenta-se con o
r.indos do país.
- P~born o nr•~ possua cerco dr l00.000 e
rur~iÕes-dcntiatas o que representa cerca dr
dos pro'issionais do ~undo, nas ~ltimas déc·
o 61stema de serviços odor tológicos não tem
do capai de modificar tal sleunção.
- Somente um serviço odontológico cuja cs
cio sejn preventiva e nãc 1:;op-ente curativa, t1
condições de rrverter esse quadro epidemiolÓF-l
7
.'.)4
,....
co. J- 7luoretaçao da água de n~nstecime~to p~~í:o
/ Fluoretação da igua de abastecimento p~bl
co é o mais efetivo, seguro, sinples e econÔl'll
método de prevenção da ci:te dental~ reduzindo!
em ,çorno de 60~ da prevalencia da carie. •
II - Aplicações T6picas de Fl~or.
A aplicacão t6pica de flor ao esnalte dencÉ
rio é um método coadjuvante de prevenção da ci '05
r ie denta 1. que complemen til os bene fící os de ! u:OS
retação da água de abastecimento. !l
Preconizo-se a aplicação t6pica do ge1 Fluor
tado duas vezes ao ano, redu:indo em torno de i,
a incidência de cárie dental. ~A~
111- qochechos com soluçÕPs cluoretados.
Por sua grande eficácia, reduzindo custos e
cilidade de aplicação pelos proFessores e au~l
1
res, a Secretaria de E_ducação e Secretaria de :·
1
de, tem adotado este metodo nas escolas.
IV- Denticrícios fluoretados.
O uso de pasta dental com flor deverão ser f.
cendvados inclusive para as populações de baiYa'·C!Q
renda.
PROr.11.A~AS PREVENTIVOS:
RESULTADOS ESPERADOS:
Ao Final de cinco anos espe=:i-se que:85! da p
pufac~o urbana es~ejo consumindo igua fluorctad~
80Z dos crianças de 06 a ~ anos residenteE na.
na urbana tenham recebido pelo menos uma .;pJ.ic;;.ç
tópica de fl~or por ano. •
-Que em consequências das ações desenvolvidas ,.
este programa,haja uma redução de 307. eo relaçÕcc1.5A
ao atunJ. índice de prevalência de cárie dental:-...._
Ao Ffn~l de dez anos espera-se que: 120 milhoe
de pes-soas estejam recebendo igu<' fluoretado;,s n
veis de cárje dental-esteja reduzido em 507..
Devenos enfatizar que o uso cro Fl~or não releg
a um. segundo plano os meios ·bisicos e primário!"
prevenção da cirie dental: escovar os dentes após i
ref eiçÕes e·antes de dormir; evitar deixar restos de
l:imentos na b6ca ;evitar ali□entos ricos e□açúcares
evitar comer entre as refeições, principalmente do
utilizar fita ou fio dental entre os dentes;visita
perjÓdica ao dentista.
PREFElTO MllNICTPAL ~t :nACÃO, NACIONAL DE SA!lDF. ~
--------------t--~ Eoiio
da Fronteira ~
4
ªda e" Apartamentos. ·Com
afé da Manhã· Completo
AVENIDA TEODORO SATIVA
RESERVAS~ 4-39-1487 E 439-1366
. .
,

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O R
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M F
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R. BARÃO DO DIAMANTINO, s/N
BAIXADA CORINTHIANA - BELA
RUA ANTÔNIO JOAo.450
CENTRO
1 DE ZELINA ALVES MARQUES
1
9
O RUA BARAO DO LADÁRIO, 2.099
BELA VISTA • MS BELA VISTA
lJE
GÊNEROS ALIMENTÍCIOS - BEBIDAS - FERRAGEM
ARTIGOS DE MONTRRIR - CONFECÇOES - PERFUMR­
RIA - MIUDEZAS EM GERAL - CALÇADOS
oas 1.030
d "
CARACOL,MS T
----I>- E
E
X
"A CHAMA QUE NÃO FALTA"
1-,~"'J::OMÉRCIO E REPRESENTAÇÃO DE GAZ CARACOL
8 .W. BRASIL, 1.016 CARACOL· MS
DE:
ANTÕNIO
PIOVEZANA
ACABOU A INFLAÇAO!
AGORA FICOU MAIS FÁCIL
COMPRAR NAS PERNAMBUCANAS.
TODO O ESTOQUE DE TECIDOS,
CAMA, MESA, BANHO, DECORAÇAO,
TUDO, TUDO .. ,
ABAIXO DA TABELA DO DIA j',2 ,J➔.fl{)
COM ;7{) °lo DE DESCONTO A !!STA OU
PELO CREDIÁRIO TENTAÇAO OE ~ X SEM
JUROS 111
RUA A RPüsuc, d40l
FONES:
ãicicrrãi
4 PEÇAS E ACESSÓRIOS
3 ANEXO SEÇAO OE CONSERTOS
9
a
RUA SÃO CLEMENTE, 888
BELA VISTA • MS • BELA VISTA
MS
RUA PEDRO ÁLVARES CABRAL, 520
BELA VISTA
CENTRO
MS
REFORMA DE TRATORES
SERVIÇO RÁPIDO e GARANTIDO
·PIZZARIA
·SERVIÇO
A LA CARTE
·COMERCIAL
R
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~~~~~:~
SATIVA.
NQ 1.339
BELA VISTA
REP?RTA~E~ FOTOGRÁFICA PARA: B
A~IVERSARIOS - . CASAMENTOS r◄
Foros - RevetAcAo oE Fwes #,, Are
EMOLOURAÇÕES CARIMBOS
F
• POSTERS - PINTURAS EM TELAS ~
FOTOS 3/4 e s/7 QUADROS E
4
3
9
1
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TRAVESSA' FLÁVIO AJALA, SIN
BELA VISTA

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DOS PRODUTOS
T1
Jy RUA ANTÓNIO MARIA COELHO, SlN
s " se VISTA
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1.8.Dan,

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(1)
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CONSERTOS OE TV A CÕRES, PRETO E BRANCO e PIB
CONSERTOS OE APARELHOS DE SOM EM GERAL
DE CA:LOS ABRAMOSKI
RUA DUQUE DE CAXIAS. SlN
MS BELA VISTA
CENTRO
MS

e/ ,,.,,,
E PRE~ISO EFICIE IA PAR. S PER R A
CRISE DIZ O PRESIDENTE DA EM3RAPA
qo collor de Mello , cha,a Embrapa têm do em toda: s es
"precisamos atuar ] ta.ais não have-
com eficiência, efi de que o Brasil não potencia para pro
j
• b is do rã luar para os
cácia e qualidade podo continuar como duzir bem ma :5 a'
líder do terceiro que já produz e me- incompetentes.
para superar a a- d o presidente dis
tuaI fane crítica. mundo, Rocha disse Ihor atender as n" ,e ainda, que os
f, preciso aber a que o pais tem tudo cessidades dos cin-
• 11 - n·io funcíon.írio~ d.i P."'.t
proveitar o qrande para crescer porque co mi hoes que ' brapa não devem
[X
,L<•nc L1l de n'cur- di !lpÕc de LC>c11ologic1 dl:,põcn oc t:ilJj 'ª u ~ v
l
• f t utura con ficar alarmados com
o humanos cl.in;,on í ,HJ.r J co] a tropica in ra-es r' Ido
- d ' 'd dos pequenos as noticias so -
vcl na Embrapa para que nao se po e 1.111 !ll. era : ~ ,_,
d L !, • J·1Jr br• a lntcnçüo de
ajudar o pais a nu- porlar d• lugar nu pro u orca.• • u-
crar as titicuda- no. a orando res iamente cs suo demi'3,, ";~d;
de:s, principalmente ponável pela qera - que detém pouco ou 300
no qu Longe i1 fHl- ciio c]e::;:;a tecnoloqia quase nenhum recur-- rios público:;.
aoverno "Iém disso, va
ta de alimcntor,." 1 é n Embrapa. uo que o <.,
t b car fi. mos resolver os
declaracão partiu cem que an a - -
fil l't'CI • • íllH'H!fÜN 'I I i d • bl m. e inter -
do presidente da Em nancando as pesqut prol .e1as
brapa, Carlos Maqno sas. nos da empresa
Campos da Rocha, du Pela nua própr 1J. Na ocasi5o ele e- mos tra.c nocso
rante sua visita filosofia social,Cor 1oqiou a atuação da lor lii [ora"
Unidade do Exccuçi:ío lo:, Magno dlase q/ ,~ Uepue de Dourados , crcscentou.
de Pc:;quirlil d, Jmb_:!: Embrapa jamais scriv claasificando-a co- Quanto ao novo
to Estadual d Dou- auto-suficiente.Com mo exemplo dentro preaident:c da Em-
rodos (P.mbrapa/Uc - um orr,;amento de 180 da Embrapa, tendo em brapa, Rocha in -
pnc de Dourados) ,na rnilliÕcs de clólar s,a vista seu bom fun - formou que foram
:s mana pn:c;:;ada,onde empresa gera sete cionamento.J Uepae submetidos à a -
manteve contato com por ccnlo e obtém Ol!_ de Dourados é uma preciação do pre-
pcsquisadorcs e fun tros cinco por cen das poucas unidades sidente da Repú-
cionários. Segundo to ntravés de convc- que gera quase a blica, quatro no-
o presidentc,o ora- nios e/outras insti- metade dos recursos mes de pessoas da
sil detém 40 mi tuições.O restante neccssiirios para própria Embrapa
lhõcs de pessoas vi sai dos cofres públi custeio,aíirmou _, o q~e ele preferiu
vendo na mais abso-= r::os.Entrctanto, ele presidente. nao revelar.
luta pobreza e des- acredita q/há poss.i carlos Magno fez 1 definição de-
nutrição, responsá- bilidade de reduzir questão de frisar ve sair nos pró-
veis pelos altos in a metade essa depen- sobre a .importãncia ximos dias,
dices de mortalida-= dência financeira se da eficiência e da cluiu.
de infantil e pelo a Embrap..: passar a competência para
surgimento de uma vender tecnologia,as que a Embrapa pro -
sub-raça. Colocan- sociar-sc à iniciati grida. Segundo ele
do-se como favorá - va privada e captar nessa reforma que
vel à posição do mais recursos extcr- o Governo Fede -
presidente Fernan- nos.De acordo e/Ro- ral vem aplican
e
Vil
, a-
con
Prefeitura de Bela Vista quer
recnporar a BE-060
r ~ dP. 11 a
ovela Pintan 1
que,e 1985, quai
gl.1 ,1 '.;upt• d nt ,., J
do ll,•:,t"l tdv{ ,·,,to
região Cor ro-Oeste
DFC:O) l'l •bor0u o l't
tan, (Pro ra a de t
w nolíento 'o P,
nal) que tinha mo d
LJ li J)HJ <J't'r ,1
1 dintn de projntu
tadas para o estudo,
pesquia e as[ten
técnica, a educacáo,d
oi tor., t'ntn, ,l flt.(' 1
ç,10 .. , bental, a co
vacáo do ol
va+la das microbac
h 1 <lro1; r:í r icas.
Co o desinteres
r,overno fedcrnl da , ec
pele nonunt;'I) , o Senad
volrou n rcopreoenLnr
te projeto, ea l989,
Senado Pcdernl, onde
recebeu parecer po9it.
na Coissao de Asnut
tos Socia ls. Com o det
que nacional que o r
gião pnntane lro ,·em A'
nhando-especLaloe.nte __.
(unção da no,•eln da r
Manchete ,que repour:n -1
grande p~blico brnnill
ro ns belezas da regtà
1
que errun pouco conheci
das fora dos clrculos
colÓgicos-o Senador
Mato Grosso do Sul nct
fác dita que será mais
obter a aprovação
seus pares para o
pantanal.
O prefeito de Ilela Vista Edson Meclciros de Ho­
raes, desde os te,,pos em que era jlresiJcnte do
Sindicato Rural,não é homem de esperar ao gab..;.nc
te os fatos ocorrerem. Nea o, fatos, nem as o=
bras. Não é homem que espera a história, ele faz
história.
renolveu assumir a responsabilidade pela conserva
çao imediata da mesma.
A novela BR 060 se desenrola há muitos e mui -
tos anos. A pa,·ünentação asfáltica foi, "lançada"
cm várias inaugurações da Expobel. Obra prometida
e "inaugurada" pelo go,·crno do PHDB, desde Wilson
Barbosa Martins, depois Ramez e o Faraó Marcelo
Miranda.
do
Ser do ral, enviou
r.Jex "º presldtut • d.
rede Manchete do Te evi
ão, Mdolpho Bloch, dr­
endo ue a novela "pn
t anal" servirá não so
para ensibilizar o go­
erno para os problemas
que atinge aquela re -
glão, coo tD.lllbL fun -
cionor:Í coo oóltdo or­
umento para a aprova­
cno, no Sen, do, de 11
projeto de nun nuturln
que estabi iece bases t
ra a defesa e o desen -
Yoh·lmcnto para a re
3ião pnntanclrn. '' Vo
cês cotão fnzcndo pelo
Pantanal, 110 que diz
respeito a sua preser -
vaça0 e ao seu ecodesen
volvJmc11to o que o o -
verno alndn não fez"
diz o senador do Mato
Grosso do Sul , no docu­
mento.
Depois de abrir o te­
lex dizcodo que vem a -
companhat·lo a novela
com "o maior interesse"
Mendec Canale afirmo q/
o trnbalho de promoç:Ío
do Pantanal que a rede
Manchete vem fazendo
servirá para fixar ain­
da mais, muodialmentc,
a ,·erdadeira importân -
eia do "santuário ecolÓ
gico" que é a área pan=
taneira,"uma imensa re­
ser:a da fauna cerres -
tre e alada".
O Senndor Mendes Cana
lc
viary
$ %
te ar,ea
Boje n estrada está intransitável, assim
as outras estradas de oossa região.
Quando se liga para o DERSUL "pedindo" a recu
peração da mesma, os responsáveis alegam que
"é de alçada do DNER". E o DNER, por sua ...-ez
diz "não ter ,·erbas".
Moraes resolveu. Quer as máquinas, seja do DNER
seja do DERSUL, e vai recuperar a estrada até
Jardim.
Com a colaboração de empresários de nossa regi­
ão, doação de materiais, enfim, com o POVO, a Pre
feitura Municipal de Bela Vista têm condições de
tornar a "estrada" transitá,·el.,até que os "respon
sâ,·eis" resob.-am assumir a missão pelá qual rece­
bem os seus salários (com dinheiro do povo).O a -
xioma é antigo, se o Governo não faz a ·sua parte,
nao atrapalhe e deixe trabalhar os que querem.
Nunca é demais lembrar, também,a queda da Basti
lha, na Revolução Francesa, quando o povo resolveu
EDSON M. DE MORAES - Prefci to Municipal. assumir os destinos da Nação.Não temos BASTILHA ,
mas temos a PASTIL~ necessat'ia para acabar com o
Seguindo esta filosofia de trabalho e de vida, caos deste Go,·erno:ci TRABALHO e a CRIATIVIBADE.
caosado de ver o povo de Bela Vista reh·iodicar A • d d
gora,so epen e do DNER ou DERSUL. queremos as
e sofrer com BR 060, trecho Bela Vista a Jardim •
i " l":"" ""':":" ""!"!'z "ih=:
Qualidade e P.r o d li ti vida d e ~}
como
BEL VISTA - O Rotary Club d'? Bela Vista comemo
rou em grande estilo o seu 402 aniversário d~
fundação. Além de hocenagear os sócios fundado
rcs, o Clube procedeu a entrega de li...-ros à Bi
blioteca da Escola Jarbas Passarinho, caapanha
desenvolvida pelo presidente Sydney Nunes LeiteJU
recebendo apoio do 102 RC Mec, Academia Sul-=at
grossense de Letras, Interact Club de Bela Vist
Loja Maçônica e diversos particuJares. f
No jantar oferecido aos sócios, con~--i.dado -
e fundadores, presenças do General Rl, Dr. Rube L
de C.'.lstro Pinto e produtor rural Atanásio Melo ••
Muitos sócios fundadores não puderam COII -tor
1
parecer , mas foram homenageados todos r ~e ~
ceberam um Diploma de reconhecimento pela i 'or-c, •
1
déia de se criar na cidade o Rotary. s
Na próxima edição cobertura completa,co-·: • a
- - c:o•
fotos e comenta rios a respeito da fes ·-cu ••
ta do Rotary, promoção do presidente S·~iª'
- - 5
dney, contando com a colaboraç.ao inestia -~IR •.
...-el de sua esposa Madalena Proença Leite ~
., t
·e
Sementes Agro Forte Ltda.
Venda Permanente de Sementes
MILHETO (Pasto Italiano)
Ervilha-· Trigo - Arroz
Soja - Aveia Preta·
Vila San Rafael -
FONE.:
P.u;::i· Aguinaldo
Ferreira Barbosa, 75 1
sU
MARACAJl
1
( 067) 454-1361

1
1
,dital de Citação com
pra,zo de vinte dias
r , '
u1,
'JJ
1
11, e-, "<"rltÓrfo
i '0, ,,,. 1 ,, < 1 d arli , t,,, ., 1 onclc• r,•1.1•li,• 1
Is t_Jt1111 J Ir 1._:ó, e no rr .. mndado Junto, no
1 l 111,, o Federal em eu MArt, 226, f6 0 l
1,0
11
1 11 l.111111
1,.r,1'")1 ctr .'í,,l'J.77 - 11•1 do Dlv,;r­
do €d o de Proeno CIvl1 e demln len{la -
1,, 011, prup,)r ,, Jlrt"·, te AIO pt pIyôc1o contra
l PI! n MYA, Japonesa ,do I H 1 fH•1n1, í:ito;. jl ÍUIH1.1 -
u· .1 t 1d1 , .. pt.11 1: IN). 1A1c1·,: 1·('J ,r 1 1- , )•_
o d, I • ·17 ,ne t ,1 Idade, •:oh ,, rl'r' l r. 1• dt• l'm 1tmh
1ir, ti
dt• l11n•,, l011furr•1• faz prova a rt•rtltlúo dr C,1•·1tr(•n o
111t,1. 'tvc•r,1r.1 11ll "I, durante altumns anos, <'T'l c·oncubl
1 u1iliio t1t"ICfr.1m l Jllho~: A"-:A C"RJS1J',A llllt0"{J HI :­
ld1 t •
1
1.10.70, porl11nlo,hol~,com 19 nnoR d1• ldõ-°
HI os 'QR!' F!'KAY, nascido ·n 2 .Ol., 7'', IHljr,ccu,
u. d1• l,t.uh· " l íJ.,0 Yl"KJO l 1'1-'Av,~ nn11c{d("I , n .,,1,
1' l'n li+ .:rno. de Jd,l(h_~. To"íl'õsf'.i':l:.c.:(•rM1 en fü_•J,1 Vl1:
J-A rultwr •lh,11Hh•nn11 o lar conjugal há mas ou m ':'
11,-;, lcv;111tlo c.·m1•1f,•o o, filho. ,1ol,16 C" ohJC'tos rl1• 11
1 t•, 1•:-;t.1ndo Lok, < 111~:,1r lnc,,no r• n."io !1nhl1!0.!♦-:
Lt d.1 t:mlh••r, cu11r11hl1wu-~1• nm .1 Sr-1. SOJA Al'ARf:-
•o: 1 Cl!VAI.JIO tJ11• o ,1 ud.1 , ri to11l1~: <1:: !-.'n•ft..o:; e· com
,., 11n:1 fílh.1, ho_h i..:;o:· O!.i .1no•1 ele• it101dt.• qth', ,itl' .q•n
l •',I n "''ll tO'êt por Impedimento leal, DOS BENS:o e«­
!,•;ul n;; :;,•rulntc-:· b,·n~:: .1-l'n lutt> eh: t,•rn•nn urh.1no,1h•
,1do ·,oh O n
11
H, {1,1r11.1
1
-:.1n·ch,1l Dt•ot1or11, IH'St.l rl,•1t1r,
o (,Ox10 Pl't rnc.:, tl,•villi1r ... c-nt1..• rn,1trfcul.1tlo soh o n 0 ,75,
2, do Retro de IzGvef, conforze matr[eula que se
no '11lor th· rrs l!0.000,00; h-t•, ... ,t.il, ('01'.''fl'Ltl, (!{'
rta, coberto de telhas, medindo 20x1o metros, situado
tua Conde de Porto Alegre, n! 407 e una casa residencial ,
.. o parte de A!venarI 1 parte de 'l 1tfr•ir.,, ;--,•tlltHh 1",J)~ ,
ao,, ou seja 96 1 .. etros, coberto th• telhas, construlda: no
te de terreno urbano dterr!nado •.oh ci n'~ }ll, d,1 ru.1 ''.1i-, -
l ~od~lrn, ,w.H,1 rt,!,11h•, r,•d1nclo tl lnti• 10xJO mC'tro~. n.1-
dtul,1 nQ .15',, 1 l'r( .., , do H1•:t ! t ro dt.• lr.Ó't"I:;, qlw s,• }1111·
1, 0 valor c.l,· Cr$ 100.noo,oo. c-l"n,1 flrn:1 rOMl!rcf:il que lC'
nrrL• 1.1 rw-. 0.1 Judrlic:l de "AS{MIRO FUKAYM",e nome «G
slu "SI r·n~'~! hC',l)() FTi.::YA", fmH·lrn.rn,h, no <'11tl<'rf'c;o do
"+, , 15 +5, , ,G tendo o patrtrGnto a ser d!
.> n ·.,lc,r t.l• rr~ '.'>01,!.7:,,J, •. DAS p'V1AS: As d[vidas a-
s ou pa ! do a]ançe d I f l , 1.:n-Ptt,; i.1'. O~
$; O: f1los wve; custar com a te sendo que nunca mais
noticia ou procurra o pal para sequer saber se esta
1t.·~,. rorL11 :n, ni,1 •·1 ,.:; 1·,l,1 .111:u:•;, l'.11,1 .1rbltr.1",C'lltr>,
, arbitrar ·to d quer penso ali {e!a aos nes
~e .1lr.ur'I di.1 rc-:orn.,n-~, tc-r:io il ,;u,1 dl~poslç.io o;, r.c
leais para fa e ',e+ , 1+s.,e u!«er, »
, r1,
to•1 'l'll' 1.1 )
er Inti ada
dr, d,·pot t1••11l o
llO: ApÓ. n , xp
•h· FAlºIIKO ll'K
l'' 1ç.iu 1 1 con
l l~, t' coní,· 1i.o, 1,­
t ,11- io eto O l Vf.l '(. I O · l
Registro de Iu&vela
o representante da
proc,•d,·nt(• 1u-)a ,1 r,
prOCt'SbU 1 f S, <h 1i •t
cio,; 1 t:<>r<•'1 nrbitr,,
a voltar usar o no
no í,.515,d<' -:'(1. 12. 7f,
l'uh• (•:,p1•r,, 0(•f<'rlrt
(n) l>r. Klehl'r Loun• ! d t
~ unh,t••: TIIEORAl.00 :,"
1

ti' n·sld'nl1' ;, nt I i::j., Ci '.,,.
hr1<·llt!lro
1 c.t~,u!LJ, ..- ,. r!3t.,, 1 ',
1
:- Ir.'• •
r.oo: 'IARY Fl.17Alll 'Ili r "('O ,,'i, 1 • 1 !
1r.,
[dente à rua t'enora! s o r e d1 l(l c , ,
tl,1th•. íl[SPAfl!O: redes! e a +u!ire! [@. o 'li ., 0,
H,: ·w horl'l!;.
1.u,ov,, - ,li 1 ! • • t ....
vinte d1as, Fm 1',05,00, a) !1on 1,•rc 111 • .it.!1 d • i,., r
to, F. p.1r,l IJII•• cL•· li copl I ,. toc!1 i,,t,-r• • 11 t n·n
ul',, po.:;s;1 ale,ar inorinia fol expedido 11 pr,· l' L 1', i•.,:
l'll;- o pr,11'0 ct,· '!!lll ,!1 • pi, ri i ,l..q,
1
,1
1 11
ar público de costume e através do qual fica CITA!A E 1{1'A
DA a pessoa de {ATSKO FK'I FA'A, para copr er pr+se
.tp .luÍ/o, no 1·c1{rfcin e',) r,int.-:1 11w.1l, nn ,-11, :n 1'.r- .h1:i1,o_<l,•
1.990, is 16;30 horas. Adverte-se que o pr.aro de _' ta.40
i• d,• qufnz.• dL1i, <' !"luir,Í a p.1rtlr d-1 1!.11.1 1!, .. ,111dl1•-:1.:t.1 d-•
tl'nt.1tl',l eh• concÍl!aço, Dado parado n ·.: .. :1 cll.1t.!,• r• í;r,_!:
c.1 dl• fü.•l.1 'ii,t;1, f.•il,1do ,.h• '!.llO rrut; n lll .'1..:1, ·ª"'' <pJ.'~01·,"'.t·
clins do mês de ralo de mi 1 novt·c,_•n~o.~ e tPV,·nt t.
Eu (San!ra Iope), Escrivã Judie!al, o datilografe!. Eu,
T'edro 'Ver!lio da Si!va), Fscrivao 'udie'a!, o subscrevo.
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VERA ALBA PEIXOTO GRUBERT
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u dele cnnhecinento tiverem, PYnc<l'<lo n~~ ~u
de tccuc?e Pr gumtia cerra nrg devedor
ente n 152/P.
0,quc o Banco do Brasil S/A move
:r~ .',L'!lR c'IFRO;brcisilciro, .,ltciro, agrope-
!#!sta, er tr@ite por este
?·.tal, que Pn c·q .... r-r.;..,Cflt(, 1,.
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fua!idade de depositário para prazo de 48:00
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AV- DUQUE DE CAX.IAS,283
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c~ ronc,con '.!U discos. r po.r.:1 que nin{~.ué·;- .t!.ci~uc
i~nor~ncin e chcruc no conhccioento dos interes­
scidos, fot expedido o presente Ed!tal que cera!
fixadn no lugar de costune e publicado ca forma
da lei. Dado e passado nesta cidcide e Co~nrcade
Rela Vista, Estndo de Mato Grosso do Sul, noG
vlntc e sete dias do nis de abril do ano de.• mil 1·
novecentos e noventn.
Eu (Pedrn Pciulo fcnturi:'io), F·rr,ventc Ju<li -
ci.nl, odatiloqr.1"ei. r.u,{?eCr-( -=-•~Í
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BOA VIA-
FONE: 251 - 1624 CENTRO
MA'rO GROSSO DO SUL
CAUS » CIV. ·•
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FOI'E.: 439 1382
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MA'l'O GROSSO DO SOL.
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FONES : 251 - 1721 ESCR.ITÕ!UO
251 - 1712 RP.SID21'Cil.
ESCRI'l'ÔIUO HUI 'l'. BERt,IRDES NO 826
RESlDtNCI/ : /V. CEL. CAMISÃO - NQ 657
JARDIM - 1·11TO GROSSO DO SUL
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I'l'ALO FRJllCISCO S'l'EF/NINI
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:<,ATO GROSSO DO SUL
Advogad
OAB/115 3.369
CIC - 029.875.191 - 20
!ESCRITÓRIO : RUA 10 DE MAIO NQ 341
'FONE: 251 - 1451
RESI~RNCIA: Rua Dlavo Bilac NO 146
COHlB - FONE : 251 - 1410
,TlRDIM - MATO GROSSO DO
I
SUL
- PADR.t ,") O!ã QüAUOAC!â ,:;
vr~tssos o.~ GERAL • SEiM.CO OE U'i'OTIPAGEM
CO',HCÇÔES o;: '."ROSE REY.sTAS • 50L<71NS
+ 'SSOS A COES
U«A tarta 22±uo • . .:.t 1!"1.AV:~1t-..C( ::! JOlNA.ll
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4 • Torneio de Laço da I izade·
por 'á.Con t
A. CIA I, CI •
mera-la parecer' por
" 9 AII
Fo! animado pelo confunto ,ECIA NATIVA, que agradou a todo
tes.
" () l ~s• l,1Aíl0 DA«; l.AÇAn,S:"
TACA DE OURO- 2 EQUIPE DE BELA VISTA(Ramão Cantza,Edgar Pinhelro,Jal!o
rano,Zé La!z e Alexandre(ANDE) ) •
TAÇA DJ: p !ATA- 2!1 EQUIPE DO SÃO GERALDO(VICTOR ROJAS-Patrão do Clobe, D
ROER ·rir DA ROSA - Capa.az,Elpfd1o Gonçalves,Oscar Corrales Mar!n,
Gregório Ciniza). -
JlY l'ASCIIOAL MITITERI (DUENDE) TACA_DE_PON7E-CIdade de COCFPC'O(PARAGAY) ,que tem como patrão o SR.
d rr(D)(MRV[EH) .
TACA DE "AGALHADA- Pomp!lho Fartado e Francisco Ramirez(d? Luar)
TACÁ DE PADEIRA- COI(São Geraldo)
":AÇA nE 1.q,n !- VICTOR ROJAS .JUNIOR(VI!ltlHO) - Siio Gernldo
TÁ DÊ CPITÃO- RAMIO CANTZA
TACÁ TVDIVIDUAL-Laar Indo odr1aes
TCA DE D!PIA- Castavo Zacartas e l.aurindo Podrlgucs
TÃCÃFTCüj ROSCA- La,rindo Rodrigues
Te? m PÁTRIO- Ramo Bera(Grande Colaborador do Clube do Laço)
"OS ORGJNTZADORFS DO CLUBE AGRADECEM"
Garota Jarbas Passarinho
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" CO, ClJllSO GAROTA .!ARHAS l'ASSARTNflO " para o cli.n 16.06.90,dcv.!_
do no nc,:11ulo n<' promoçÕ<'s nn dntn nntcrfor. _
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A Pro<luç~o do rvrnto Jcn n meu caro, a AprcscntnçÕo é do Rndialistn LT
1F, d 7P 73, e o som a cargo de MUSSU' JUNO,
Contnmos com /polo .lornn L (iit Lco do .JORNAL TRlllU 'A D/ FRONTEIRA, com o A
pofo Rndialfstico dos pror,ramas: CANAL LIVRE(LI.E),FLOR DO SOM(LEMAR)e CO
NANDO t:EllJ1,(ARtlANOO LOURETRO).
Contamos com Apolo do l'RFFFl TO MUNICIPAL. S.EDSON TDEIROS DE MORAFS;APA
VEL- APA VEÍCULOS LTDA; CORDTL -REPRESENTANTE DA COC'-COLA E KAISFR:VOTF1, ,
POUSADA DA FRONTEIRA - DR. R LC/RDO DE SOUZA ROSA; ESQüADRlA METÁLICA 3 '!, , DR. PAULO CASTRO PI'lTO, A<J DEPUTADO MO'<A E AO DR. ALBERTO RONDON, que de·
no Cl!IPA 92 e cio candidato DEPUTADO OSCAR G0L1)0Nl 90. mm o maior /polo par.:i 11 realização desta grande festa. ·'
Ao JOqNAL Tl{lllUIIIA OA FRONTEIPA, na pessoa do SR: l
1
1ALDO PEREIRA pelo
tante apoio as nosrns TRADIÇÕFS E CULTURA. :o
Ao Prefeito 'lunlcipul ,SR. EDSO" MEDEIROS DE MORAES;Ao Coronel do 10 •di
MEC;ao !IAJOR TJJCAS,no Pr.:PRÃO - 1-'otoristn do Prefeito, e no SR. ClllKGOLl("p~
BU~RA(Grande colaborndor).
" AGP.ADECF.M TAMBtYi A: "
11
AS OPAS"
Que serio exibidas no d'a do vento são d COTECCÃO N{TA E SAL DA TERRA(
RIO DE JA :r lRO).
"CA!JEI OS E 'lAQIIAG8'1"
A cargo da competente SISS/1 CAHELtREIRA, que d11rá um toque no visual das
canclidat.as.
"FOTOS E FILMAGEM"
" O ClíURRASCO SUCULEN7" "
Sob o comando ela FM VfllEOS do Sr. ~ATTOS, que regisrr_nrá essa grande Pro
moçao Estudantil.
" 'A ARERTIR/1 no EVE TO"
luita gente bonita de BFIA e também ele outros locnlidncles,as quais mos
trarei na pr6xima coluna.
Foi uma cortesia dos amigos: ABRÃAO ZACARIA_S, __ OLIMP10 CARDINAL,CELSO COPJ'.<
1
A E PAULO DAJ'T/S. ------------------------•).
A AHHA DO AGASALHO
Começou a " CJlo!PA:-IHA DO AGASAL.,HO ", uma iniciativa da PARÓQUIA SANTO A •
FONSO E GRUPO DE JOVENS. •
CONTA CO:-' o APOIO no PREFEITO MUNICIPAL, SR. rnsoN MEDEIROS DE MORAES,JO
NAL TRillU~A D/ FRONTEIRA E DUENDE ART'S E PUBLICIDADE.
" T~1RÉM ESTÃO APOIANDO ESTA GRANDE CAf!PANHA: "
- OSCAR GOLDONI 90
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FAllJ!ÁCIA DROGA.'OSSA - Do Sr. JA!R
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:. SUPERERCADO STFAA - Do SR. HIROSHI
SUPEIU!ERCADO FUKAYA - Do .SR: FUKAYA
FT,ETROSOn - Do SR. Ol)ILON NUNES LEITE
PROGRAMA FLOR DO SOM - LEMAR
PROGRAMA CA!AL LIVRE - LILE
PROGRAMA CO~!.ANDO GERAL - ARNfu'JlO LOUREIRO
PROGRJlo[A ERNANDO GASCO (COHUNICANDO)
" ENTRE NESSA TA~IBÉM - COLABORE COM A CAMPANHA
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1· Festival de Música Sertalllja
Começa dia 2 7 / 5/90, o l e:> FESTIVAL DE MtlSICA SB.TANEJA com a· presença
cante de NILZA LEÃO, no Barril, às 19:00 Horas_
A iniciativa é do Radialista ARMANDO LOUREIRO(COMANDO
ta" A VOZ DO APA").
Conta com Apoio da DUE'DE ART'S E PUBLICIDADE E JORNAL
~A(Coluna FATOS).
Dia 2 7, às 9: 00 Horas começa uma Grande Gincana com 'JA
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.0Rosnc; prêmíos.
!:12 Lj
-
GERAL-RádioB. Vi~
TRIBUNA DA FROXTxa
" VAOS PRESTIGIAR
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-NATUREZA· DESFILE SHOW
€ para a maneca da DUENDE - CRISTINA DE LU'.A SDROTIISKI (C.AROTA CASTELO 9C').
Figura n1rcante na Abertura do GAROTA JARBAS PASSARINYO.
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AGP.ADECE.MOS A SUA VALOROSA PRESENCt. NESTA GRANDE FESTA - DIA 16/6/90
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