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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº833_22_04_1987
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51111<!
ma.i-
lllO
e
TRIJUNADA
FILA VISTA
Ai") YVI 833
DEPUTIOO MOKA lUTA POR
MAIS SAÚDE
DEPUTADO VALDEMIR
A Sociedade Be
neficente de Porto
Nurtinho,mantenedora
do Hospital Cesar
Bordallo,naquela ci
dade,recebeu,esta se
mana, recursos da or
de'm de Cz$ 100 mil
para obras de refor-
do ainda do Oi ru or J.tl -
n.lnislraLlvo do llo:,p!.Lnl,
h:bon Fll<•t;to de Arruda ,
receberam os recu. uos da.
mãos do Deputado aldemit
Moka de Brito,do PMDB €
quem lutou junto à Secre
taria de Saúde para a vi
bilização da verba,garan
tlndo a refonna do pré, -
dio,há muito necessitado.
Hoje, o Hospital
atende com 32 leitos. à
toda região,incluslve ci
dades paraguaias, coo
Ilha Margarida,ColÔnla
Carmelo Peralta,Porto Gua
ranÍ,além dos municÍpios
de Jardim e Bela VLsta,no
lado brasileiro.'E é essa
importância que ternos que
dar à essa Sociedade Bene
ficente,que vem lutando
há tanto tempo para man -
ter um padrão de saúde de
1 oda • a população dessa
enorme região", destaca
o Deputado Moka.
Também presente à so
l·:nidade de repasse dos
recursos,Luiz Carlos Cor
rêa,membro do Diretório
Municipal do PMDB de
OS TRIBIILHOS DE MORA SE
INTERIORIZAM
A criação e im -
plantaçãc de uma Resi
dência do Departameh
to de Estradas de R
dagem do Estado=DER
SUL na cidade de Be
la Vista,vem sendo
solicitada pelo Depu
tado peemedebista -
aldemir Moka de Bri
to,e deverá ser ana
lisada ainda este
mês pelo Diretor Ge
ral do Órgão,depois
de proceder estudos
de Viabilidade.
A afirmação foi
feita esta semana pe
lo próprio Deputado,
depois de ver seu re
querimento aprovado
Por unanimidade em
sessão ordinária da
Assembléia e que en
viará agora,Expedien
te ao Govemador Mance -
lo Miranda Soares e
a0 Diretor Geral,Ar
naldo Ferreira,soli
Citando estudos para
a Medida.
Justifica Moka
de Brito que, a
implantação da Re
Gidncia do Depar
tamento de Estra·
das em Bela Vista,
MOKA
ma do seu prédio.Os re
cursos ião oriundos de
um convênio entre Sccre
tarla de Estado de SaÚd;
e a Sociedade Beneficen
te q/há mais de 20 ano;
faz funcionar o Hospital
Jonas Amarage,Preside
·te da entidade, acompanha
possibilitaria uma
ação mais rápida do
Órgão,na recupera -
ção,manutenção .,e
construção de estra
das federais,estadg
ais e municipais,
sempre conveniadas
com o Departamento,
que cortam toda a
região.
Além dessa soli
citação,o Deputado
Moka de Brito vem
pedindo providên. -
c.ias do DERSUL no
sentido de patrolar
e encascalhar a es
trada que dá acesso
ao Distrito de Pal
meiras,no município
de Anastácio."Com
essa intensidade • .
das chuvas,a região
está praticaménte
isolada,sem • .• dar
qualquer condição
de "tranquilidade aos
J .
moradores",assegura
Moka.
Na área da saú
de,a reivindicação·é
para o município de
Caracol,onde a popu
lação,"pr.incipalmen
te da, região de Alto
Caracol,vem exigindo
Porto Murtirho,asvu - noGr uo + aro matino
nu que o próximo pas - oanicip l contra o Uso
so do Partido, 'qur om Indevido d centos, q cortou com a parti-
no Deputado Mka o seu cpço de irreras autoridades local, além de
mais fiel rpren' Diretores de Escolas, Prfesor s,
será o trabalho de me - Destacas as przssngas a erhon as 'ois Paulo
Ihor equipar esa unida inot, Juiz d Dirito de nossa c!dade, Cel Ivar
de de atendimento. Ellery Barroso, Caandant do 10 RCMec,Abraão Za,
saúde da população do carias, Prefe. to inicipal, Eduardo Justo Ocafiz
município e de toda Miala, Cônsul d Parauai, Antonina Maria Pinteir
região,que tem marchado de Melo, Agente Regional de Educa·o, Orar Pedro
unida em tomo do de - a, Dcledo de Policia Civil, 'Tenente Zuchy, Co -
senvolvimento proposto [mandante da Policia tlitar, Guilherme Iutra, Pro-
pelo govemo". [rotor Público, Livia Sirc e Freitas, Defensora
Para o Deputado Moka [Publica, Antonio Elio Masocato, Secretário Muniei
de Brito,o trabalho cs- pal. de Educação. --
tá SÓ começando "e os Fazendo a abertura. do Seminário, usou da pala-
resultados ainda não co vra o Sr. Prefeito Municipal Abraão Zacarias, d1 -
rr.eçaram a chegar, pois- zendo que este não é um problema fácil de se resol
as necessidade regio. - ver, mas que podemos ameniza-lo, indo á luta.Afin
nals que defendemos não meu o Sr. Prefeito que no que depender da Prcfeltu
poderão ficar somente ra r,;ur,Jcipal, faremos N:aliznr rrui tos outro, :::E:-mi=
nos papéis ou palavras. [narios dessa envergadura, pois a conscientizaçao
Elas virão." Garantiu dos jovens para o mal da droa é muito importante.
ainda,que,além da educa O Comandante do 10° RCMec, disse que "sabemos e
ção,um dos seus pontos- estamnos c.cnte em atingir o nosso alvo, os jovers,
básicos de luta," segue que, devido a idade, não recebem o chamaor.ento que
se a saÚde,q/nada ma1s
7
fazemos, ele reluta em reetber a experiência dos
é do q/a cultura intel- [ais velhos, a nós curqn-e amenizar o tropeço dos
tual do próprio corpo e, mesmos"• "É um projeto que Já foi char..ádo de ousa
por isso, trabalharemos dia da fronteira e nós concordamos com isso, pois :
incansávelmeAte neste in SE'. nao conse;;ui=s Só.lvar nem um Jovem, vleu a
tento", finalizou. pena pela capacitação dos pais e dos mestres can a
realização do Seminário, mas pelas pessc-as que nos
acompanha aqui hoje ternos certeza que o projeto
será coroado de êxito. Todos devem entender que es
se problema não é meu, é de todos nós, da socieda
de, faço um apelo para que isso seja SÓ o careço,
que esse projeto seja desenvolvido em nossa cida
de'.' Destacarros tarrbém o pronunciamento da Agente
Region,J. de Educação, dizendo que esse Seminário
atendimentos melho - vem séndo
O
prin-' demonstra a preocupação de nessas autoridades pa
res e· mais cons tan - cipal • alvo dos mo ra com o problema em nossa cidade.
tes no setor médico- radares que solici O Secretário Municipal de Educação, Antoni.o E-
tam,há tempos, a lio Massccato t:8rnbém se pronunciou, afirmando que
construção de uma prefere errar fazendo do que não fazendo nada,con
delegacia de poli- clamando a todos a se unirem ern tomo do problema.
tro de Saúde" .Segun- eia". Para. tanto, Após o pronunciarrento das autoridades e organi-
do o Parlamentar, afirma Moka de zadores do Seminário, o irmão JATI-1E BIAZlJS (Irmão
"são centenas de fa- Brito que, "na ad Marist~) proferiu Ull'a palestra, expondo os perigos
mi 1 ias sem os bene - ministração. ante e os varies camin>-ios que levam u jovem ao uso de
fÍcios obrigatórios rior ao secretário drogas, afirmando ser o Brasil um paÍs com alta ta
do Estado,mas que de Leal de Queirós, ~ de excepcionais devido ao uso de drogas, pois - •
verá voltar · suas já foram adqul ri _ ja soaram 10 da população brasileira. Continuando,
atenções a toda essa dos materiais que dis."é s;r duro ver nossos filhos, a esperança de
si tuaçãoi•. viabilizarão essa nossa patria, r.orrere:, dia a dia devido ao uso de
Da mesma -forma, constz:-ução imedia _ drof,as.
Moka de Brito soli - ta". Logo a seguir, ou-vúr.os o pronunciamento da Pre-
sidente da Copred (COl!Ússão de Prevenção ao Uso ln
devido de Drogas), Sra. Helena Derétrio Gasparini
que fez uma explar,z.çâo sobre a Escola de Pais no »
Brasil, Órgão que trabalha e que está preocupado
com o probleira em nosso 'país. Af'irmou que essa ini
ciativa da ccmmidade belavistense serve como un
exemplo para o Brasil,· colocando o Cor.selho Esta -
dual de Entorpecente; à disposição para o corrbate
as drogas e conclarrou a cunidade para se unir em
prol da criação da Escola de Pais em Bela Vista.
Dando ênrase às consequências causadas pelo uso
de drogas nos dependentes, afirou que , por neces
sidade àa droga, eles fazem tudo, dai sungem os -
desvios sexuais, ou a hooossexualidade.
ossos eloics à Comissão Organizadora deste Se
inario, una iniciziv picneira e:u nossa cidade e
que conta ca o apoio mciçoda caunidae. Nos
colocamos a inteira disposição para a cilvulgação
de trabalhos desta natureza, esperamos que esse tra
balho seja mais desenvolvido er: nossa cidade, te -
CES &E}SE Tu° ,_sn%-,- s veev crema,
odontolÓgico,com a
instalação e apare.
lhamento de um Cen -
tu» a-
1 Seminário Municipal
de Prevenção ao· uso
Indevido de Entorpecentes
citou providências -iffllft.. 00 rn_,1i:mno-
na viabilidade de A verdadeira felicidade
construçao de um . está na essência das coi
hospital no municipsas. Publicamos anterior
pio de Bonito.Afir mente al , -
ma o Deputado .' guns arcugos a
P q1/respeito do mndo maravi
"da mesma forma, o lhoso do fantástico. Sus
Estado tem que ter pendemos temporarianente
sua particip?ção a coiunã, rras atendendo
nessa necessidade e a diversos pedidos, vol
di reito daquela po- tarerros a publicar sena
pulaçao, que somenJnalmnte o "Portal do In
te e assistida h~ finito. o importante na
je, com. uma unida/vida é compreender, quan
dade hospitalar da to rr.ais se compreende,
rede particular". mais se ana, pois tudo 0
Para Gula Lo- que se compreende está
pes da I.;aguna, as- certo.
segura o Parlamen- Na próxir..a sell'.a'1a,
tar, "a segurança "Portal do Inf'inito".
'
ámara é iotícia
PARP'..cEI N• 001/87
Com! aio de Letala,io,
da;ão Final .
A Cmtssin, d !piin, o, Justiça • Feda;io
Final da Camara Municipal de Bela Vista -
M usando das atribuiçoes que lhe confe
rem as Leis: Máxima, Estadual, Municipal
e Regimento Interno, examinando atentamen
te o Projeto de Lei NR 003/87 do Vereador
Marcelo Calvano. "Dispõe obre a denomina
;ão de Avenida e dá outras providências".
Emite os esclarecimentos, opinioes e pare
cer, a fim de elucidar o Plenário na d1s
cussão, votação e provação do Projeto
do Lei acima referido,
A Comissão de Legislação, Justiça e
Redação Final, após estudo individual,
reuniu-oe no Plenário da cãmara Municipal
de Bela Vista -MS,, submetendo o Projeto
de Lei ocimn·rcferido à apreciação de
seus membros, que chegaram a seguinte con
clusão:
.- QUE O PIO.JLTO DE LEI NA 003/87, e:
- CONSTITUCIONAL
- LEGAL
JURÍDICO
TEM CONCORDÂNCIA GRAMATICAL
O parecer exarado nos ltens acima
encontra amparo no Art. 60 e 61 da Const
tuição Federal e Art. 197 do Regimento In
terno.
É o nosso parecer.
Sala das Sessões, 01
1987,
PARECER HII 002/87
de Abril de
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Afonso da
c. Marques- Presidente, Julião Godoy- Mem
bro.
É o nosuo farecer.
Sala das Sedes, OI
• ' ,. 1
I • ,. ~
1907.
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Mor
so da C, Marques- Presidente, Juiao Go
doy-- Membro.
PARECER IR 003/87
A Comissão de Finanças e Orçanento
da Câmara Municipal de Bela Vista-M;
reuniu-e na sala das Sessões da Câmara
Munif 1 pa l para erni t1 r parecer sobre o
Projeto de LeI N? 003/87 do Vereador Mar
ceio Calvano, "Dispõe Gobre d:nom1naçoo
de Avenida e dá outras providencias".
A Comissão após estudo individual
do seus membros sobre a matéria em pauta
submeteram cm votação, decidindo favora
velmente à aprovação do referido Projeto
.Lei.
Snlo das Sessões, 15 de Abril
1987.
Nestor Alcides Almada- Relator, Evi
1ás10 N. de Miranda- Presidente, Anselmo
Lopes- Membro.
PARECER fl!t 002/87
de
A Comissão de 'Finanças e Orçamento
da câmara Municipal de Bela Vista-MS
·reuniu-se na saia das Sessões de câmara
Municipal para emitir parecer sobre o
Projeto de Lei N9 002/87 do Vereador Ju
lião Godoy, "Dispõe sobre a denominaçao
de Bairro e dá outras providências".
A Comissão após estudo individual
de seus membros sobre a matéria em pauta
submeteram em votação,· decidindo favora
velmente à aprovação do referido Projeto
de Lei. .
Sala das Sessões, 15 de Abril
1987.
Nestor Alcides Almada- Relator, Evi
de
A Comissão de Legislação, Justiça e
Redação Final da Câmara Municipal de Bela
Vista-MS, usando das atribuições que l·he M------=~------de-~-.---- .......
conferem as Leis: Máxima, Estadual., Muni- "R--w-,r • .
cipal e Regimento Interno, examinando ru, l,C,,
atentamente o Projeto de Lei Ng 002/87 do
Vereador Julião Godoy. "Dispõe sobre a de
nominação de Bairro e dá outras providn
cias". Emite os esclarecimentos, opiniões
e parecer, a fim de e~ucidar o Plenáfio
na discussão, votação e aprovação do Pro
jeto de Lei acima referido.
A Comissão de Legislação, Justiça e
Redação Final, após estudo individual
reuniu-se no Plenário da Câmara Municipal
'~ :·de.· Bela Vista-MS., submetendo o Projeto
de Lei acima referido à apreciaç·ão de
seus membros., que .chegaram a seguinte con
clusão:
- QUE·O PROJETO DE LEI N 002/87, e:
- CONSTITUCIONAL
! '
O :._ .,r,o -
sao:
QUE O PROJETO DE LEI Ng 018/80, é:
COHSTI'i'UCIO!lAL
LEGAL
JURÍDICO
TEM COi'!CORDÂNGIA GRAMATICAL
o Parecer exarado nos itens acima
encontra amparo no Art, 60 e 61 da Const!
tuição Federal e Art. 197 do Regimento In
terno.
É o nosso Parecer.
Sala das Sessões, 15
1987.
de Abr11 de
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Afonso da
C. Marques- Presidente, Julião Godoy- Mer
bro.
• •
anuncar para
•·
econom,zar
· dinheiro é como:
parar o relógio
para economizar
.7%....... tempo.
o. Parecer exarado· nos 1 tens -"acima ROO _ Comunicação S/C Ltda.
encontra amparo no Art. 60 e 61 da Consll' Lembre-se disso todas as vezes que você pensar cm c:or11r. Rua Voluntários da Pátria, 1544
tun;ão: Federal e Art.'197 do Regimento I, rone: (011) 290-8664
terno. ' sua verba de propaganda _'] ICEP 02010 - SANTANA
FOTE IA
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972.
DIRETORA
REDATOR-CHEFE:
OER!NTE
REPORTAGENS
FILUOO Ã
LUSO COERCiAAI. LTDAA
. AGRO PECUÁRIA LUSO LTDA .LUSO COMÉRCIO
, . . . .
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• Rua da RepÚblica, 268
Fone: (067) 439-1410
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- Séde Própria-
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA
Propriedade da·
REDEBELAVISTENS DE JORNAIS LT. ±
CGC-F: 15.513.203/0001-59
IJfSCR. EST.: 28,219,003-1
Reg. no Cartório de Tit. e D0Lentos N+ 35
ABRAJORI E
llPRESENTAMTE EM SÃO PAULO:
ADJORI-NS
SP
- Con1.01
e
O AL, TRI MA DA FFIN" IA
PREFEITURI MUNICIPIL DE BELI VIST
-Lei Orçamentária Municipal-
L E I N 6 7O1/06, - C / B Hl l-: 1 F . D O PREFEITO E M O I DF DEZEMR .. +r-., .,_
d. Bel Vista par4 o x
1 'l l:! / .
O Prefeito Municipal de Bela Vista-MS, usando das atribuições que Ihe são conferidas por f ator aue Cl: ar Muni-
c!pol decreta e eu uunclono u zrgulnte lei:
Art. 1
9
- fica aprovado o Orçamento Simplificado do Municlrio de Dela Vista, Est do d 't+to Gro 'o •, 1., í••''J u x,•r,•: -
cio financeiro de 1987, discrirnina<Jos nos anexos intcgrantcz desta lei, que estima a Hec lta en Cê: ?9.l ,ll·O,• l (v1•1 1 no-
ve mllhÕes, cento e vinlc e seis mil, quatrocPntos e oitenta cr·uzodos) e fixa despesa ·m igual valor de confot idade com o D•·cr,
to-Lei n
9
l.87S/85 de 15.07,81.
Art, 2- A receita será realizada mediante a arrecadação dos tributos, transferências de Recursos, peraçoes de Crédito '
outrau receitas, na forma de legislação cm vigor e das especificações Constantes nos Anexos integrantes desta Lel, de acordo
com o seguinte desdobramento:
1 - Receitas Correntes.
1.1 - Receita Tributária , .
1.2 - Receita Patrimonial .
1.3 - Receita Industrial .
1.4 - Transferências Correntes .
1.5 - Receitas Diversas .
TOTAL DAS RECEITAS CORRENTES .
2 - Receitas de Capital
2.1 - Operações de Crédito .
2.2 - Alienação de Bens Móveis e Imbveis ..
2.3 - Transferência de Capital .
2.4 - Outras Receitas de Capital .
TOTAL DE RECEITAS DE CAPITAL :.
Cz$: 2.'1GO.OOO,OO
Cz$: 100.000,00
Cz$: 150.000,00
Cz$: 23.O96.'1AO.OO
Cz$: 560.000,00
Cz$: 26.366.480,00
Cz$ 1.500.000,00
Cz$ 100.000,00
Cz$
1.110 ·ººº·ºº
Cz$ 50.000,00
Cz$ 2.760.000,00
Art. 32 - A despesa será realizada de acordo éom os qua
dros analíticos constantes dos anexos integrantes desta lei
obedecidas as seguintes discriminações:.
3.0.0.0 DESPESAS_CORRENTES.~ Cz$ 20.076.480,00
3.1.O.O DESPESAS DE CUSTEIO
3.1.1.0 PESSOAL
3.1.1.1 Pessoa Civil Cz$
3.1.1.3 Obrigações Patronais Cz$
3;1.2.O Material de Consumo Cz$
3,1.3,0 SERVIÇOS DE TERCEIROS E ENCARGOS
3.1.3.1 Remuneração de Serviços Pessoais •• Cz$
3.1.3.2 Outros Serviços e Encargos ...•.•• Cz$
3.1.9.O DIVERSAS DESPESAS DE CUSTEIO
3,1.9.1 S~ntenças, Judiciárias .........••• Cz$
3.1.9.2 Despesas de Exercícios Anteriores. Cz$
3.2.O.O TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
3.2.3.O TRANSFERÊNCIAS A INSTITUIÇÕES PRIVADAS
3.2.3.1 Subvenções Sociais • .. • Cz$-
3.2.5.0 TRANSFERÊNCIAS A PESSOAS
3.2.5.1 Inativos ................••••••••• Cz$
3.2.5.2 Pensionistas ...........•••••••••• Cz$
3.2.5.3 Salário-Família .....•••.•• •· •···· Cz$
3.2.5.4 Apoio Financeiro a Estudante ••••• Cz$
3.2.5.5 Assistência Médico-Hospitalar •••• Cz$
3.2.5.9 Outras Transferências a Pessoas •· Cz$
3.2.6.O ENCARGOS DA DÍVIDA
3,2.6.1 Juros· da Dívida Contratada ••••••• Cz$
3.2.6.5 Juros de Outras Dívidas .••••••••• Cz$
3.2.8.O CONTRI~UIÇÃO AO PASEP •·••••••••t· Cz$
4.o.o.o DESPESAS DE CAPITAL ••••••••••••••
4.1.O.O INVESTIMENTOS
4.1.1.0 Obras e Instalações ••••••••••••••
4.1.2.0 Equipamentos e Material Permanente
4.2.O.0 INVERÇõES FINANCEIRAS
4,2.1.O Aquisiçã~ de !moveis ..• : ••••••••••
4,3.O.O TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL
4,3.5,1 Amortização da Divida Contratada
4.3.5.4 Outras AmortizAçoes •·•········••·
TOTAL GERAL .......•• • • • • • • • • • • • • • • • ' ••••
Cz$
CzS
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
1O.e1O.ooo,oo
780.000,00
3.370.000,00
1.393.240,00
2.248.240,00
10.000.000,00
;300.000,00
30.000.000,00
200.000,00
200.000,00
65.000,00
130.000,00
50.000,00
160.000,00
200.000,00
• 30. 000, OO-
1OO .ooo, oo
9.050.000,00
5.280.000,00
3.390.000,00
50.000,00
300.000,00
30.000,00
29.126.480,00
II - Realizar operaçoes de crédito por antecipação da Re
cei ta no decorrer do exercício de 1987 observadas as prcscri
çÕes do Art. 6? rJa Cons • i Luiçii.o Ft,ú{.•!';,J.
III - Abrir créditos suplemen ares até o limite de 80%
(oitenta por cento), do valor total da Despesa fixado nu Orça
mento- Programa do Município para o exercício de 1987, a fim
de suprir insuficiência nas dotações.
Art., 5° - Esta lei entrará em vipor em 1? de Janeiro de
1987, revogadas as aisposições em contrario.
Prefeitura Municipal de !i. VL,t.a, 01 de Dezembro de 1906.
ABRAÃO ARMOA ZACAR!,,S - PREFEITO MUNICIPAL.
Art. 4 - Fica
O
Poder Executivo autorizado a:
1 _ Tomar, se necessário, as medidas cabíveis para o rea
luste cae despes0s ao 9fotiv 2orpcrtarento d Recita.
Odontológico
Cirurgia Dentista
DRA. ANGELICA AZIAGA OLMEDO
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tivo do Cincer, Cirurgias.
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a ''Viagem'' de liuiz &Jberto
Lu!z Alberto r um rapaz como urc mo "D.Faro." Não era pessoa de boas rele
qualquer.FIIho de um médlco,a mie advoga çóes,diziam qua alugava quartos para Jo-
da,estudava no melhor colgio dn cidade., vens casais, e mais ainda,que na sua
boa pinta,alto,desportista, amante da boa "pensão" a maconha co.rrla 09lto.l~aG -a
mica,enfim,um rapaz padrão, cidade era pequena, todo□ac c!onheciam,e
Tudo cornc:çou quando chegou a cidade. o a D.FarÓ era vi'g1ada.NÕo havia prova!J d~
Carliio,cru de São Paulo,estava passando seu envolvimento,a polícia dera vár1an
uno dlt:w no cnria da tlo,rnal:i conhecida c9. batidan e não encontrara prÓvas concr.e -
fllll---------------------=---------a• ... _,. tas, sÓ o. f llho do
pçefeito com a Ma
rieta,filha do rico
uo1ne1ro Mnrc;nde&,
foi um escândalo.
Ma::; a paz e
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tranoformou em pcs~
dclo com a chegada
de Carlâo.
O grupo estava
reunido na lanchone
te do Paco,rnuitas.
risadas,piadas e
mais piadas e as fg
focas do momento.
-Pois é, a Rita
largou do zé e fi
cou com o Luiz ...
-Que nada,o zé é
que lhe deu o-bilhe
. te azul.
- 01 pesso.al.
Meu nome é Carlão ,
sou sobrinho de Do
na Faró.
Todos olharam pa
ra o rapaz que ha -
via chegado, bastan
te simpático, foi
se apresentando.
Lá pelas tantas
o papo estava solto
e Carlão havia
o.
de
se
se
entrosado com a tur
ma. No meio, o nos
so jovem amigo Luiz
Alberto. •
panh!as. A ocasto faz o ladrão. fs" T
paz, sobrinho d Don da pen: o, nu4o
amizade prá voo - falava o pai de Luiz
Alberto.
- Que nada pai, é gente fina, sio
fofoqueiras que no m o que fazer fi.an
Jogando minhocas nas cabeças, respondia o
jovcn.
- Culdr,do ::·eu !ili.o, r~uito cutrlndo.
Num domingo à tarde, vários Jovens pas
saram na casa de Luiz e o convidaram pa
ro. oair, de Jeep, dar um, volta pela cida
de e, talvez, uma chegada até a chácara
do Rlnaldo.
No caminho pararam na pensao.
- Vamos li peu::;oal, ::;niu gritando, o
CorlÕo.
Rodarnm pela cidúdc, pararam na lancho
nctc, pegaram umas cervejas e fororn par·t1-
a chácara. Carlão que tocava violÕ.o nillto
bem, falou prá turma.
- Olha gente, estou cansado de contar
,e tocar violão. Negócio seguinte, va~os
entrar numa diferente, tenho uma novidade
para vocês. Foi até o Jeep e voltou com
umas pequenas pÍlulas.
-- Olha aí, isso aquivai dar um barato
legal. O que é isso,perguntou Luz4a.
- E um barato, so os caretas nao cn -
tram nessa. Vamos lá pesso'al. E um por um
os meninos e as meninas foram pegando as
pílulas. Luiz Alberto hesitou.
- Deixe disso careta.
··-. Está com medo. Pressão daqui, goza -
ção da~i, e Luiz pegou a sua pÍlula.
Depbis'foi a vez do cigarro, uns cigar
ros dJ ferente, maconha. . . -
- Da boa, comentou o Toinho.
E .a ."festa"· embalou.
Rodada e rodadas de cerveja, mpconha e
bolinhas, as meninas tiravam as roúpas e
dançavam só de calcinhas. .
O clima era quente, o a_mbiente ficou
ainda mais pesado quando João, filho do
Prefeito da cidade, comentou com Luiz Al
berto.
.- Pois é cara, o negocio.é que o Pau -
Meu filho, cui 1 t
ao rouxe a novidade para nós, mas ainda
dado com as mas com t f lt es a a ando uma coisa ..
: • - O que ê7 respondeu Luiz.
l - Aquele barato que faz a
'[ dar".Paulão ouviu e· •rla hora
LSD.
-
gente '.'vi'a -
foi buscar
- Tá ai pess6al; quem vai nessa.
~ j - Eu vou'. Quero ver estrelas, respon-
. j deu Luiz. . •
ONDE o HÁB nà DE COMPRAR FOI l . NingÚém ~aJ?e. cç,.mo e ~em o porquê. A .
crivo P, TODAS As PEssos ?]?".{1;"; erres4a. conta sue w
QUE APRECIAM O MELHOR: pos ngerir ª droga começou
. _ ! ~ c·aritaz:, gritar: e de repente, aproprian
6ENEROS ALIMENTÍCIOS EM GERAL ]"-Se de uma faca que estava no Jeep co
ARAME OVALADO, BELGA, HiINEIRo, Rou]' eçou ª esfaquear todo mundo. Dois rapa-•
F
· • · 1 V • - / zes morreram •
PAS, RUTAS. 'ERDURAS, LOUÇAS.ALU- a g • • •· quatro moças ficaram feri-
MINIOS, BEBIDAS, MILHARES DE Pn.]is e Luiz gritando'vamos matar o monstro
-DUTOS DA i·iELHOR QuALJDADE E os· 1 cortou a propria garganta. Morreu na hora.
MELHORES PREÇOS, Carlao foi preso. Como traficante. A
- cidade de Rto Vermelho j' - ,
/.é' · A "
1
• a nao e a mesma.
'". v agem". de. Luiz se transf ""'ª
tragédia. . . • •. . armou n ......
~UE JlE ~il.S -FO.'l!E- 25lc-17J..i 6ROSSO DO suL k _-No sermão de domingo, =-si'::' ::::' ::{ "°ntou: : ... +o Padre Ramão
}' -Pois é Jovens, às ve.
dades mas a i zes, querem nov.!,
' • • ma -or novid •
· dêu !'oi
1
· • . • ade, que Deus nos
. • v ver, e descob i d
; yida a todó i'nst . . r r as belezas a
1· . . _ ante.
! As drogas sao pesadelo
,te da alma • . da vida e a mo!
..
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Marcenaria São José
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eles o preço que tem de pagar para conse
guir que as pessoas trabalhem. De certo
odo, o t.rullrllho e mercadorin que d •tr•
eer adquirida, do mesmo modo que e com
,a carvão, cobre ou outros artigos.Ales
te i;ontido, o pagamcn.o eh, oalarloi; rJ u
r.a nimplco tron::rnçÕ.o econômica q1Je porJr,
r,cr d1rig1du oegundo o menino raclocln1o
ou 1bg1co utilizados om qu11lquer outra
compra, na qual oc procure obter a maior
quantidade e melhor qualidade possível cm
troca de oou dinheiro. Disto surec a id~
!a de um "mercado de trabalho", no qual o
empregado e o empregador barganham a re::;
pcl to doo trabalhos, ou em que há tabelas
de preços entnbelecendo varlas cotcaoriuc
de salÚrioG ou de mercadorias.
Para o empregador, o trabalho que ele
compra não é uma sinpleD mercadoria, como
uma chapa de aço que. pode ser adquirida
de acordo com determinadas cspccif'icaçÕcn
cerno tamanho, peso, resistência e campo-
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ta mercadoria, mas como melo de 'Imular
o indivíduo ú □C'!" u·i trabalhador •·i'!t:i•·n -
te. f.ln. larr.bÍ,m acha que os salários devem
criar urr, centimento d~ lealdade , n t·cl ciç=:o
à companhia.
Ao estabelecer as tabelas de p~7u-nnco
.paro oo trabolhos, a direção quer, em e - [com os 1.c,. por 0111 r-, !.! ro"r·t-
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C': se:- 11 quontin eerolmen e acoi t.r, par um qualquer maneira, acaba-se tendo uma idéia
Lr&bnl ho, e l cs acharão que es.ão sendo mu! de co:::o , ., til o me 1'c1tdo e rJo qunn • o ~.r· cJcvP
to fenoroso!'l o temem ostnr despcr·diçnndo µ,,1•a:-.
rlinhoiro. Muitos companhias, cntrctnnt<> Por exemplo, quase todo mundo tem fdéf-
~angloriam-uc de pagar acima da midla o a9 formadas sobro o vnlor de del "~inndos
ju;;Uficam enca atitude com base no faLo caros, e quando o salário de umn pr r·coa
.'k que o pagamento de r;alÚrios mais elevo- "!Xccd<• ou é menor que esse valo:, ela é ti
dos lhos dá a posslbi lidade de escolha der. d,, co~,o bem ou r.al rerruncrada. f.: r.iro qur
tro da mão-de-obra disponível, e cr!-i lcaI se per.se cm fazer pagamertos diferentes pa
dade e eficiência entre seus empreguclon. ra trabalho::; serr,ulhantJ·.G, como rcnuir.nrJo
Outros consideram que. r.omo estão pagando de difertnça de capacidade pessoal ou de
os prccos normal dos serviços, srus salá - esforços. Nio se considera que uma pessoa
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ESPIRITO .SANTO
mals, mas apenas devldo a seu empregador
ser um avaro que a está explorando. É o
princípio tão generalizado no serviço pÚ -
Esplrito Santo, voce que me esclarece blico de n:uitos países: salários iguais p~
tudo, que ilumina todos os caminhos pará ra funçÕ<"s iguais.
que eu atinja e ~eu ideal,você que me dá Ale Ahmed Ghazzaoul - Diretor do Centro·
• o dom divino de perdoar e esquecer o Cultural Islâmico de Mato Grósso do Sul.
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quero neste curto diálogo, agrade
cer-lhe por tudo e co~firmar mai;
uma vez que eu nunca quero me se
parar de você por maior que seja a
ilusão material, nao sera o mínimo
de vontade que sinto de um dia es
tar com você e todos os meis irmãos na
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Por uma graça recebida.
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'DE PESCA E MENTIRA
) Hotary Club de Porto Murtinho, que
e presidido por Feliciano Bri to, estará
promov<·nrl<> non dian 28, 29 ,30 o 31 de maio
o prirnciro.Cumpconnlo de Pcncn parn Rota
rlnnon do Dlotrilo 447, reunindo "pescado
re" dos Estados de siio Pnulo, Mato Gros
ao P Mnto Groooo do Sul. O torneio premia
ré também a mlor mentira em público pe
lou concorrcnlns que deverão ne aprc~.mtnr
em dup l UIJ,
Para funcionar como Juiz do campeon!
to de pesca foi convidado o Jornalista Fa
blchek que escreve o aonunto, semanalmen
te no Jornal "O Estado de são Paulo",
PHOGRAMAÇÃO
A abertura dn prograrnoção está marca
da para as 21:00 horas do dia 28 de maio
com Exposição de Fotografias sobre o Pan
tanal du :ot.Ógrafo e Cinegrafistà Georges
Sayc'gh, sei::u,,,.,, ,-Ele brincadeiras donçan -
lcs a partir das 22:00 horas:
Ola 29 - Passeio de barco e visita a
Ilha Margarida no Paraguai, para compras,
a partir das 15:00 horas; 20:00 horas.
- Exposição de jÓias, 22:00 horas
Desfile de Modas com participação das Se
nhoras da Casa da Amizade; 22:30 horas
brincadeira dançante.
Dia 30 - 8:00 horas: Início Campeona
to de Pesca até as 16:00 horas; 20:00 ho=
ras - Queima de fogos de artifício ,n'O
Hotel dos Camalotes; êl:00 horas - Entrega
de prêmios dos campeonatos de pesca e de
"mentira", no Clube Carandazal.
22:30 horas - Jantar e baile de con
fraternização.
DIA 31 DE MAIO
9:30 horas - Torneio de futebol de
salão.
12:00 horas - Almoço livre.
15:00 horas - Grande Penca "Rotary
Leva Esperança" no joquei Clube de'Porto
Murtinho.
18:00 horas - Encerramento ..
t-----------------------~mercadorias contJ -
nuam simplesmente
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CORUJÃO CONTABJL
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governo manifestando
preocupaç~o diante
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tos 1ntoler~velu ~
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componenteG de im
prensa.
Segundo o Presi
dente da entidade,
Jornalista Selito A~L---------------------"T-;-:-:----------~
tônio Schmit, o mal~
grado "Plano Cruza -
do" Já vinha sendo
desrespeitado pelos ~---=-_ . ._.~IM~~-r$ ~ p:·.·.n .. :·
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ria prima necessária ~ ~
aos Jornais através a :
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tinção de pagamento,•-------~
perda sensível na
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tos, falta de merca-
dorias, nos Últimos t------------------------------------1
meses, aumentos des
carados e insuportá
veis. Afirma o Pres1
dente da ADJORI-RS
que praticamente to
dos os componentes
necessários à confec
ção.do jornal como
filmes, chapas, foto
litos, papel totográ
fico, papel de im -
pressão, químicos e
outros tiveram aumen
tos superiores a 1s
desde fevereiro de
1986, sendo que os
reajustes maiores
verificaram-se nos
Últimos meses com 1
alguns artigos ul- 1
trapassando 300%.
Além disso algumas
1:
em falta cauando e-, vel indo
to causa enor op:
enso, po!4 mui'o
ornais não terão
PIVA E MOS UJTO
normes transtornos
par. a maioria do
Jornaln qu0 ?' ~brl-
P,W:1 cuticti u1-l as condições de supor -
ar esa o 1 taaçio c/
por outras com preçol a
até 3 vezes superio-lprejuizos incalculá
res, quando encontra] veis e Impossibilidg
Contlnu~ o Prcni- toe.
dente e Diretor do] Caso não se)a
Jornal Atualidades om«das medidas ur --
de Santo Augusto re-l pentes e efe Ivnas pe
f 1naliz1 o r,
te da ADJORI-R,
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p('O(.Ísomos de humanidad~
51'.M fJIONffJAAS MARÇ0/117
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OPINIÃO/DEBATE
ONDE EST í O GOVERNO?
Insolvência da Pequena
Empresa
c;Ufl.11!:.flMJ-: AFJF DOMIIIGO:,
(A.PI«nlto-3P)-Va, Quando chegou à C-
endo-me da minha con, mara dos deputados, em
dJçno de deputado fe- 1905, o pacote tr-lbut.:t
d•'ral, ,lcvoJ ao conhe- rio, <.:u ccxr,parr'ci pcr·;m
eimento da Câmara, em] te os parlamentares de
ras[lia,os primeiros então comno cidadão e co
dados sobre a dura mo presidente do Movi -
real J d ade que a tinge mento de Defc:sn do Con-
as pequenas empresas tribuinte, para alertá-
que acreditamn no Pln- los de que, naquele ing
o Cruzado,se endivi- tante se estava montan-
daram e, hoje, cncon do um engodo à Nação, à
tram-sc em situação classe média e à classe
de Insolvência. trabalhadora, pois, pc-
Recebi do Ins t 1 tu- la rpanipulação dos da -
to de Economia Gastão dos, os lideres parla -
Vidigal os números mentores estavam sendo
preliminares da insol enganados pela equipe
v;ncfa na capital pau econômica do governo.
11sta,no mês de feve.' Naquele final de
reiro.Os títulos pro- ano, o Congresso Nacio
testados aumentaram nal foi induzido a erro.
481%,foram requeridas Não nos adiantava insi
24 concordatas contra tir, uma vez que a ma -
apenas seis em feve - neira como foi conduzi
reiro do ano passado, da a votação do paco.te
número que é o m11.ior tributário determinou a
desde dezembro de
1984 ,Ao mesmo tempo, •
o Serviço, de Proteção
ao Crédito acusou um
aumento de negativos
de 16% e diminuição
de reabi 11 tados em_ .
30%.
Esses são os indicado
res claquilo que vinha
1!1)S alertando, há tempo ,
rras éramos sufocados pela
ciédia oficial, que. enfia
a sela abatxo da soe±e
dade uma realidade que
não existia. Agora, aqui
está a hora dà verdade ,
que coloca na· mesma si tua
ço dos pequenos empresá
rios os agricultores.
Há, assim, necessidg
de de o representante
da cquir,<: econÔrnlca com
parecer à câmarc1. dos O,.,!
putados para cxplicnr o
que foi fel to cm 1985.
Terá ele de expl J cur por
que hoje, alguém que • te;
dinheiro para receber
vai ser chamado a po.gar,
s<>m direi to a receber o
que o governo lhe deve.
Esses dados, somados
µO confisco que será da
ordem de 20, cm média ,
do salário ou do rendi -
mento da classe média ,
agravarão ainda mais a
situação atual da iflsoJ~
vência, porque, com 20
de confisco na renda de
q..an cx:rs::rre t.eren::s 1rev1 - 1---------------------------------,
tavelmente a recessão.
Recessão condenada pelo
sua aprovaçaa em apenas presidente José Samey e
vinte e .quatro horas. pela prÓpria sociedade ,
Mui tos parlamentares q/ mais imposta pela .equipe Pelo que se pode ras Municipais, ve -
o aprovaram confessaran econômica do governo, q/ concluir, os Marajás lhos funcionários
depois que não o tinham terá de se apresentar seriam funcionários conseguiram, acumu
lido/ não tendo, portan ao plenário da Câmara pa] úb11cos que, depois [lando cargos, tempo
to, noção daquilo que_ ra explicar porque men - de terem passado a de serviço, auto -
estava embutido no seu tiu não só ao Congresso vida sem trabalhar , promoções, serviço
conteúdo. Nacional, mas a toda a conseguiram, "traba- noturpo, e indeni-.
O Congresso Nacio- !C:l lhando" bem, um e- zaçÕes mÚl tiplas, sâ
nal foi enganado. Ave_;: "' xorbi tante salário lários astronômico;.
dade, porém, surge ago- ~ -- rio fi~
0
da vida. O Supremo Tribu
ra, neste mês de março, Os super-salários nal Federal Suspen
quando um dos maiores tornaram-se uma ver- deu os vencimentos
assaltos tributários . gonha nacional. dos marajás de A-
dos Últimos tempos vai Na Câmara Munici- s R
..±.:r., w8j, [±55.] iem umo e
grosso da classe tra ,,E versas outras cama Sem' Plano
balhadora. E tenho ce hltttlll
J O R·N' A L· IS MO E' A R TE E o país vive uma sit:uação estranha. Ao
' . -"' que parece, continua o choque entre o pais
.. e .o M p E T E. N e I A. ' real dos milhões de brasileiros e ó. pais
ideal imaginado a partir de Brasília.
Somos a oitava economia do mundo ociden
tem rruito de arte, pois merece: afimar que "jor-lttal, colheremos a maior safra de grãos de -
o curso só dá o diplana, nalista é aquele que e- nossa• his tÓria. E daí? Não ternos a quem
o cl1re1to legal de exer- xerce sua, profissão cem vender, não temos como transportar, nem
cê-la, mas aqele médico canpetência e cl1gnidade", onde a.IT!'.azenar. Depois disso quem vai plan
vitorioso, tanto na clÍ- sçmente isso. tar? lao ha planos. Nenhum rumo é aponta _
nica geral como nas vá - José C. Ferraz Sal do. Cresce a impressão de que não temos
rias especialidades, ne- les - Médico,Psiqui! planejamento e não temos administração
cessita de rruita intui - tra e Professor Uni- Quem é o responsável pela economia brasi _
ção, criatividade, cem- versitário. leira? Nos Últimos dias o atual ministro
preensão humana e a_arte o 1·r•1unfo dos· da fazenda, teria· sido substi tuido diver-
de dedicar-se ao proximo sas vezes. Enquanto isso, divulga-se a ela
com desvelo e interesse., boração de um projeto salvador, elaborado-
As escolas de joma- • Robots
O
(1 por homens que se comunicam telepaticamen-
lisroo devem continuar a " te. Continuamos sem plano e sem r-umo, ca _
existir, melhorar seu P~ . '. minhando penosamente para o abismo.
<irão de ensino, da mesma Segundo diversas pre-,,
'forma como os sindicatos visões, na próxima década]
de jomalistas devem ve- as. linhas de produção das
lar sempre pelos interesj mais modernas fabricas do
ses dos que trabalham m..mdo rião deverão utili -
nos jomais. Porém, _não [zar mão d e-obra humana .
fazer a discriminaçao to] Usarao apenas robos. Os
la de considerar joma - operários serão total ou
listas somente os forma- quase totalmente substi
dos pelas escolas de jor tuídos por robôs, dirigi-1:
1
~----=-,...;.-----------
nalismo sendo que, algu.,. dos e conttolados por p~ j
mas delas, can cursos gra.-nas de corrputador. Sem
precarissimos. àÚvida, a década de 90 a-
Agora que a Consti tu- penas abrirá as portas do
inte está elaborando nos século XXI. Quantos paí -
sa carta magna, não sei ses estão se preparando
se seria o caso deste as para a nova situação do
r tratado cano hcrnem no planeta terra Bk
ros que pus ar o
teza de que o presidente fim de emana sem d
amey também .foi eng?2 [rneiro com a!uns
do naquela ocasião.
cen avos, farão a
mesma per;zuntu:
está o Governo?
greve dos Bancário,
dos marítimos, dos vi;os público!
portuários, dos pro- vencia 1 e; :. v ·'
r·on
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Iis?
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Os Marajás -
lagoas - quase 15
mil funcionários pá
blicos·, entre os
quais aÍguns recebi
·am honorários de até
cz$· 300 mil.
Será essa decisão
o início da moraliz~
ção do serviço pÚ
blico?
(AC. PLANALTO,
SP).
A Escola de Jorna Joelm1r Betting,Diafé -'
lismo não forma· o·· jo; ria,C.Reis,etc. • •
alista mas apenas dá Em São Paulo,confor
lhe um diploma.Igual- me os· jomais,o Sincl1c!
ente a Faculdade de to dos Jomalistas, fi
Letras não forma. poe- liado à cur ,dedou 'na
tas ou literatos, bem· Justiça do Traball}o
como os Conservató . .,. ~erca de 40 jornalistas
!'los não formam con - da "folha de são Paulo','
Sertistas maestros ou trabalhando neste ves -
compositores .Assim co pertino unicamente por
D. • • 0
Poeta ja nasce SllB. compeJ;encia profis-
Poet •
a e a cultura ape sional, todos eles sem
As melhora sua produ' o "canudo" da escola de
Çao e Pode transror ' jomaliso. Também não
ar um "repentista"ou frequentei esta Faculda
"ea»
dntor de c.ordel" na de, e escrevi durante
que], - • •
." que faz poemas -dez anos no "Diario de
valor antologico, são Paulo" dos Diários
assim t, ·:
d ambem o verda- Associados e, depois~
" Jornalista Já] rante 4 anos no "Diário
ice com essa "veia" Popular", com una colu
e Pode evoluir em sua na semanal cano o faço
Podu;ão tanto com as] agora para a Agência
n0for+, -> 2
na E açoes obtidas . Planalto. E que, embora
,
5
Cola de Jornal is méc11co, psiquiatra, tam-
0 co; -
1 mo em outros . me bém nasci can um pouco
Os cu] -
hg. urai s, sejam da veia jornalil.stica,
faculdade de Di-l'revelada Já no curso a
"O,de Administração,de cadêmico escrevendo pa
~ a,de Medicina,etc. • .ra o jomal "O Bisturi"
~ SUrg,! ram Assis Cha- da Faculdade de Mecl1ci-
brisa na
REDE BELAVISTEr~sE DE JORHÁIS LIDA.
- QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO-
'
z 2 z:
.-.... O LAuDI IA LDOES A LA,
5Nau Tua, MuTt (Por3 ato
........... ..,.,..,...
........... ___,,ICIÃQ....,....,.,o&Q
KÃ .._... CIII! Da ANOS UIITAJC)() J0INoUI
1 l'OftA&KBC>o O MUNO...-c>
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CONFECÇÕES 9E LIVROS E AEVIST AS - BOLETINS
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RUA DA 19úBUCA S!N!_.,_JIELA..lnsIA., MS.
I BIJ 1/, llA
LA Vf ,TA-M_
COMENTINDO
Por Nancy·
JlAI LE DA ALELUIA
Diu 18 pp.no Gr~mlo Pedro Ruflno,contou
com nnimaço do conjunto Los Thamys.
NOITA
Gente alegre e descontraída animou a
noitnda
NA OCASIÃO
O Prcuidcntc do Clube Mário Vargas
anunciou aos presentes que a nova ilumina
ç~o paro DiscoLequr já estava instalada e
logo a sccuir foi feita uma dcmonstraçio.
Mereceu aplausos! Foi do agrado geral!
TAMDF.JI
No domingo e segunda .feira hou~e disco
teque.Muita imnaçao por parte da Juventu
de!
Semana Santa,Pe.Bento e seus auxiliares
organizaram aos fiéis; dias de reflexões,.
procissões e muitas orações e o povo cor -
respondeu! Todos esses dias a Igreja e
Capelas sempre lotadas!
HÃO ESQUEÇAN
-TRIBUNA ESPORTIVA -
Fo! real!za!o n e dr!ngo [
Vila Previul,ma!s uma roniaot do cmpe0n_
to Inter-Bairros.
1
f t•r· J,1 i-r1, do
Ma 1 partida e de ron a d
Jibóia X MLxto,Jogo este que terminou com
uma vitória do time dos «migo do Jiboia,
com o placar de 3XO.
Na 2 partida,se defrontaram Belavis -
tenso X ótimo Gole,doo em que o time
do Belavistense não t ve muito trabalho
para vencer o Ultimo Gole, com o placar
de 6XO.
Os gols do Belavistense foram marca -
dos por: Montanha (2) Gabrlcl (1) Ferru
gcm(2) Afonso (1).
• Na 3• partida que estava marcada pa
ra 15:50 o time da Prefeitura não compa
receu diante do seu adversário,o Rasto -
lho.Por isso a comissão de esporte deci -
diu punir o time de. prcfei tura, cl iminun -
do-o do campeonato Inter-Bairros,
HÃO PERCAM
Vocês que gostam de assistir futebol,
nesta sexta-feira no ginásio de esporteG,
haverá um quadrangular de futebol de sa -
1ãô,onde jogarão: 5ª,6~,7ª e aa noturno.
Esta é uma promoção da comissão de espor
tes da Escola ,EE:tadual de 12 Grau"Genero-
"
·FALSA
Moralidade
E· OS KOTORISTAS
O ex-governador 'do Ceará,sr.Gonzaga
No dia 1 de Maio, o salão de beleza Mota, figurou durante m_ui to tempo nas pri- _
Chie estará promovendo no Grêmio u~ sensa- melras páginas dos jornais.Motivo:defesa
cional Desfile de Módas Adulto e Infantil, da moralidade administrativa.Especialista
cortes,penteados e maqlliagem!Vamos presti- da indefinição,polÍtica,o Motinha cearen
giarl se tinha todas as condições de fazer um -
governo exemplar em seu Estado,mas fraca~
sou.Pior que isso,deixou uma administra -
ção falida,com mais de 100 mil funcioná -
rios ociosos ou inúteis na folha de paga
mento.Agora,vem a pÚblico outro escândalo:
os professores da Academia de Polícia ga. -
nhamem média Cz$ 122 mil e_80.De qual
quer maneira,no Ceará,tal salário é igual
ao salário de 9 coronéis ou 44 soldados da
Polícia Militar.O mais surpreendente é que
entre os professores figura o advogado
Francisco José Fonseca Mota, irmão do ex-
governador,que tem mais três empregos na
administração estadual.t poisível que a-:
Cademia cearense forme os agentes da Sco
tland Yord•,. da FBI ou da SWAAT. Convenha -
mos.porém, que em-nome da moralidade mui-
tas imoralidades podem ser cometidas.
(AG.Planalto-SP). •
Reclamando:vários trechos do asfalto
de nossa cidade. estão necessitando de repa
ros urgentes! Não há carro que aguente tan
ta buraqÚeira!
JIUITO
Em breve a nova Diretoria do Belavis
tense começará a fazer promoções e·por em
funcionamento a Discoteque do Clube.Conta
com o prestigio de todos!
E A DIDE
,crsn: SABADO
No c·r,o
a!1 e ir u .i
Faixada Corinrhi n
este aae vale u
de cerve,)a.
ATF "ª0 /<S ft: 'H'l'S _· .:..·•:;,·,:._:".:;:..__:_ _
DIA l! m•: }.J.iO
To percam a maior corrida que :la
Vista já teve em sua históri'
Grande corrida ciclistica "Cidade de
la Vista". As inscrições es .ao ubr.
tos até o dia 27 de abri l, no
elo Jumbo" e "Peças São r-1 rc:o.:"
pelo fone- 439-1410, com o FIávlo,
O SERVIÇO CRISTÃO
DOS PASTORES
De quando • em quando, vem o. f.cJ
bl ico escabrosos escândalos mor,,aiG
financeiros provocados por "pastores
de igrejas que se autodenomlnan à•
cristãs.Sob as mais estranhas denor.
nações, inúmeros vigaristas mont~m
seus impérios com a Bíblia na r.:a()
com programas de TV, de rádio, e
assembléias pÚblicas, _etc. O suces:s:
e garantido pelo grande numero ~
pessoas de boa-ré, ingênuas e ang•;~
tiadas com problemas imediatos. L':::
trecho da Biblia, uma oração, una
imposição de maos, um gesto qual •
quer pode salvar, pqde curar, pa~
garantir o sucesso e assil)l po!' d!i:::
te. Cada gesto salvador é pago.fio a~:
sil,os casos são incontáveis.Nos Esta
dos Unidos, ocorre o mesmo. Inúmeros past~
Louvadores do Senhor. Pastores que dc
minam terri to rios, .da mesma maneira
que as famílias da Máfia, acusa-s
mutuamente de abuso do poder, dev;~
sidão sexual, indevida utilização d:
t-----------------------~dinheiro· arrecadado com orações, !!:·
Jorna
~-1-- Tr1.-b- u·n·. a posições de mãos, gritos, invocaçoe,
"Quero 8 milhões de dÓlares para
meus médicos missionários até o ;:·
da
"'[j1 • t • • nal de • março. Se nao ajudar, Deu
r,ron eira vai• chamá-lo!" Bom apelo pastoral
br P/ · cristão, nao acham?
so e
0
,, • A~~inar Ligue 439-1410. (Ag.Planalto-SP),
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e calçados infanta-juvenil e adulto.
res estão envolvidos no escandalo
I
'
....
F
Ilmo Si
IVALDO
DIRETO!
ta, vêr
Fronte:
PENSANEHTO
ESPERA
Repousa sua mão cansada sobre meÚ cÔlo
Repousa seu dorso trabalhado sobre o
·meu,to desesperado ' > •
Repousa seus olhos andarilhos
meu rosto de espera. .
FERNANDO AS CORRÊA.
----------------------
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1
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s·errasul Móveis
j RUA DA. REPÚBLICA N' 1oo
FONE; 439-1296-BELA VISTA- MS
«k -
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- de
-a-
51111<!
ma.i-
lllO
e
TRIJUNADA
FILA VISTA
Ai") YVI 833
DEPUTIOO MOKA lUTA POR
MAIS SAÚDE
DEPUTADO VALDEMIR
A Sociedade Be
neficente de Porto
Nurtinho,mantenedora
do Hospital Cesar
Bordallo,naquela ci
dade,recebeu,esta se
mana, recursos da or
de'm de Cz$ 100 mil
para obras de refor-
do ainda do Oi ru or J.tl -
n.lnislraLlvo do llo:,p!.Lnl,
h:bon Fll<•t;to de Arruda ,
receberam os recu. uos da.
mãos do Deputado aldemit
Moka de Brito,do PMDB €
quem lutou junto à Secre
taria de Saúde para a vi
bilização da verba,garan
tlndo a refonna do pré, -
dio,há muito necessitado.
Hoje, o Hospital
atende com 32 leitos. à
toda região,incluslve ci
dades paraguaias, coo
Ilha Margarida,ColÔnla
Carmelo Peralta,Porto Gua
ranÍ,além dos municÍpios
de Jardim e Bela VLsta,no
lado brasileiro.'E é essa
importância que ternos que
dar à essa Sociedade Bene
ficente,que vem lutando
há tanto tempo para man -
ter um padrão de saúde de
1 oda • a população dessa
enorme região", destaca
o Deputado Moka.
Também presente à so
l·:nidade de repasse dos
recursos,Luiz Carlos Cor
rêa,membro do Diretório
Municipal do PMDB de
OS TRIBIILHOS DE MORA SE
INTERIORIZAM
A criação e im -
plantaçãc de uma Resi
dência do Departameh
to de Estradas de R
dagem do Estado=DER
SUL na cidade de Be
la Vista,vem sendo
solicitada pelo Depu
tado peemedebista -
aldemir Moka de Bri
to,e deverá ser ana
lisada ainda este
mês pelo Diretor Ge
ral do Órgão,depois
de proceder estudos
de Viabilidade.
A afirmação foi
feita esta semana pe
lo próprio Deputado,
depois de ver seu re
querimento aprovado
Por unanimidade em
sessão ordinária da
Assembléia e que en
viará agora,Expedien
te ao Govemador Mance -
lo Miranda Soares e
a0 Diretor Geral,Ar
naldo Ferreira,soli
Citando estudos para
a Medida.
Justifica Moka
de Brito que, a
implantação da Re
Gidncia do Depar
tamento de Estra·
das em Bela Vista,
MOKA
ma do seu prédio.Os re
cursos ião oriundos de
um convênio entre Sccre
tarla de Estado de SaÚd;
e a Sociedade Beneficen
te q/há mais de 20 ano;
faz funcionar o Hospital
Jonas Amarage,Preside
·te da entidade, acompanha
possibilitaria uma
ação mais rápida do
Órgão,na recupera -
ção,manutenção .,e
construção de estra
das federais,estadg
ais e municipais,
sempre conveniadas
com o Departamento,
que cortam toda a
região.
Além dessa soli
citação,o Deputado
Moka de Brito vem
pedindo providên. -
c.ias do DERSUL no
sentido de patrolar
e encascalhar a es
trada que dá acesso
ao Distrito de Pal
meiras,no município
de Anastácio."Com
essa intensidade • .
das chuvas,a região
está praticaménte
isolada,sem • .• dar
qualquer condição
de "tranquilidade aos
J .
moradores",assegura
Moka.
Na área da saú
de,a reivindicação·é
para o município de
Caracol,onde a popu
lação,"pr.incipalmen
te da, região de Alto
Caracol,vem exigindo
Porto Murtirho,asvu - noGr uo + aro matino
nu que o próximo pas - oanicip l contra o Uso
so do Partido, 'qur om Indevido d centos, q cortou com a parti-
no Deputado Mka o seu cpço de irreras autoridades local, além de
mais fiel rpren' Diretores de Escolas, Prfesor s,
será o trabalho de me - Destacas as przssngas a erhon as 'ois Paulo
Ihor equipar esa unida inot, Juiz d Dirito de nossa c!dade, Cel Ivar
de de atendimento. Ellery Barroso, Caandant do 10 RCMec,Abraão Za,
saúde da população do carias, Prefe. to inicipal, Eduardo Justo Ocafiz
município e de toda Miala, Cônsul d Parauai, Antonina Maria Pinteir
região,que tem marchado de Melo, Agente Regional de Educa·o, Orar Pedro
unida em tomo do de - a, Dcledo de Policia Civil, 'Tenente Zuchy, Co -
senvolvimento proposto [mandante da Policia tlitar, Guilherme Iutra, Pro-
pelo govemo". [rotor Público, Livia Sirc e Freitas, Defensora
Para o Deputado Moka [Publica, Antonio Elio Masocato, Secretário Muniei
de Brito,o trabalho cs- pal. de Educação. --
tá SÓ começando "e os Fazendo a abertura. do Seminário, usou da pala-
resultados ainda não co vra o Sr. Prefeito Municipal Abraão Zacarias, d1 -
rr.eçaram a chegar, pois- zendo que este não é um problema fácil de se resol
as necessidade regio. - ver, mas que podemos ameniza-lo, indo á luta.Afin
nals que defendemos não meu o Sr. Prefeito que no que depender da Prcfeltu
poderão ficar somente ra r,;ur,Jcipal, faremos N:aliznr rrui tos outro, :::E:-mi=
nos papéis ou palavras. [narios dessa envergadura, pois a conscientizaçao
Elas virão." Garantiu dos jovens para o mal da droa é muito importante.
ainda,que,além da educa O Comandante do 10° RCMec, disse que "sabemos e
ção,um dos seus pontos- estamnos c.cnte em atingir o nosso alvo, os jovers,
básicos de luta," segue que, devido a idade, não recebem o chamaor.ento que
se a saÚde,q/nada ma1s
7
fazemos, ele reluta em reetber a experiência dos
é do q/a cultura intel- [ais velhos, a nós curqn-e amenizar o tropeço dos
tual do próprio corpo e, mesmos"• "É um projeto que Já foi char..ádo de ousa
por isso, trabalharemos dia da fronteira e nós concordamos com isso, pois :
incansávelmeAte neste in SE'. nao conse;;ui=s Só.lvar nem um Jovem, vleu a
tento", finalizou. pena pela capacitação dos pais e dos mestres can a
realização do Seminário, mas pelas pessc-as que nos
acompanha aqui hoje ternos certeza que o projeto
será coroado de êxito. Todos devem entender que es
se problema não é meu, é de todos nós, da socieda
de, faço um apelo para que isso seja SÓ o careço,
que esse projeto seja desenvolvido em nossa cida
de'.' Destacarros tarrbém o pronunciamento da Agente
Region,J. de Educação, dizendo que esse Seminário
atendimentos melho - vem séndo
O
prin-' demonstra a preocupação de nessas autoridades pa
res e· mais cons tan - cipal • alvo dos mo ra com o problema em nossa cidade.
tes no setor médico- radares que solici O Secretário Municipal de Educação, Antoni.o E-
tam,há tempos, a lio Massccato t:8rnbém se pronunciou, afirmando que
construção de uma prefere errar fazendo do que não fazendo nada,con
delegacia de poli- clamando a todos a se unirem ern tomo do problema.
tro de Saúde" .Segun- eia". Para. tanto, Após o pronunciarrento das autoridades e organi-
do o Parlamentar, afirma Moka de zadores do Seminário, o irmão JATI-1E BIAZlJS (Irmão
"são centenas de fa- Brito que, "na ad Marist~) proferiu Ull'a palestra, expondo os perigos
mi 1 ias sem os bene - ministração. ante e os varies camin>-ios que levam u jovem ao uso de
fÍcios obrigatórios rior ao secretário drogas, afirmando ser o Brasil um paÍs com alta ta
do Estado,mas que de Leal de Queirós, ~ de excepcionais devido ao uso de drogas, pois - •
verá voltar · suas já foram adqul ri _ ja soaram 10 da população brasileira. Continuando,
atenções a toda essa dos materiais que dis."é s;r duro ver nossos filhos, a esperança de
si tuaçãoi•. viabilizarão essa nossa patria, r.orrere:, dia a dia devido ao uso de
Da mesma -forma, constz:-ução imedia _ drof,as.
Moka de Brito soli - ta". Logo a seguir, ou-vúr.os o pronunciamento da Pre-
sidente da Copred (COl!Ússão de Prevenção ao Uso ln
devido de Drogas), Sra. Helena Derétrio Gasparini
que fez uma explar,z.çâo sobre a Escola de Pais no »
Brasil, Órgão que trabalha e que está preocupado
com o probleira em nosso 'país. Af'irmou que essa ini
ciativa da ccmmidade belavistense serve como un
exemplo para o Brasil,· colocando o Cor.selho Esta -
dual de Entorpecente; à disposição para o corrbate
as drogas e conclarrou a cunidade para se unir em
prol da criação da Escola de Pais em Bela Vista.
Dando ênrase às consequências causadas pelo uso
de drogas nos dependentes, afirou que , por neces
sidade àa droga, eles fazem tudo, dai sungem os -
desvios sexuais, ou a hooossexualidade.
ossos eloics à Comissão Organizadora deste Se
inario, una iniciziv picneira e:u nossa cidade e
que conta ca o apoio mciçoda caunidae. Nos
colocamos a inteira disposição para a cilvulgação
de trabalhos desta natureza, esperamos que esse tra
balho seja mais desenvolvido er: nossa cidade, te -
CES &E}SE Tu° ,_sn%-,- s veev crema,
odontolÓgico,com a
instalação e apare.
lhamento de um Cen -
tu» a-
1 Seminário Municipal
de Prevenção ao· uso
Indevido de Entorpecentes
citou providências -iffllft.. 00 rn_,1i:mno-
na viabilidade de A verdadeira felicidade
construçao de um . está na essência das coi
hospital no municipsas. Publicamos anterior
pio de Bonito.Afir mente al , -
ma o Deputado .' guns arcugos a
P q1/respeito do mndo maravi
"da mesma forma, o lhoso do fantástico. Sus
Estado tem que ter pendemos temporarianente
sua particip?ção a coiunã, rras atendendo
nessa necessidade e a diversos pedidos, vol
di reito daquela po- tarerros a publicar sena
pulaçao, que somenJnalmnte o "Portal do In
te e assistida h~ finito. o importante na
je, com. uma unida/vida é compreender, quan
dade hospitalar da to rr.ais se compreende,
rede particular". mais se ana, pois tudo 0
Para Gula Lo- que se compreende está
pes da I.;aguna, as- certo.
segura o Parlamen- Na próxir..a sell'.a'1a,
tar, "a segurança "Portal do Inf'inito".
'
ámara é iotícia
PARP'..cEI N• 001/87
Com! aio de Letala,io,
da;ão Final .
A Cmtssin, d !piin, o, Justiça • Feda;io
Final da Camara Municipal de Bela Vista -
M usando das atribuiçoes que lhe confe
rem as Leis: Máxima, Estadual, Municipal
e Regimento Interno, examinando atentamen
te o Projeto de Lei NR 003/87 do Vereador
Marcelo Calvano. "Dispõe obre a denomina
;ão de Avenida e dá outras providências".
Emite os esclarecimentos, opinioes e pare
cer, a fim de elucidar o Plenário na d1s
cussão, votação e provação do Projeto
do Lei acima referido,
A Comissão de Legislação, Justiça e
Redação Final, após estudo individual,
reuniu-oe no Plenário da cãmara Municipal
de Bela Vista -MS,, submetendo o Projeto
de Lei ocimn·rcferido à apreciação de
seus membros, que chegaram a seguinte con
clusão:
.- QUE O PIO.JLTO DE LEI NA 003/87, e:
- CONSTITUCIONAL
- LEGAL
JURÍDICO
TEM CONCORDÂNCIA GRAMATICAL
O parecer exarado nos ltens acima
encontra amparo no Art. 60 e 61 da Const
tuição Federal e Art. 197 do Regimento In
terno.
É o nosso parecer.
Sala das Sessões, 01
1987,
PARECER HII 002/87
de Abril de
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Afonso da
c. Marques- Presidente, Julião Godoy- Mem
bro.
É o nosuo farecer.
Sala das Sedes, OI
• ' ,. 1
I • ,. ~
1907.
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Mor
so da C, Marques- Presidente, Juiao Go
doy-- Membro.
PARECER IR 003/87
A Comissão de Finanças e Orçanento
da Câmara Municipal de Bela Vista-M;
reuniu-e na sala das Sessões da Câmara
Munif 1 pa l para erni t1 r parecer sobre o
Projeto de LeI N? 003/87 do Vereador Mar
ceio Calvano, "Dispõe Gobre d:nom1naçoo
de Avenida e dá outras providencias".
A Comissão após estudo individual
do seus membros sobre a matéria em pauta
submeteram cm votação, decidindo favora
velmente à aprovação do referido Projeto
.Lei.
Snlo das Sessões, 15 de Abril
1987.
Nestor Alcides Almada- Relator, Evi
1ás10 N. de Miranda- Presidente, Anselmo
Lopes- Membro.
PARECER fl!t 002/87
de
A Comissão de 'Finanças e Orçamento
da câmara Municipal de Bela Vista-MS
·reuniu-se na saia das Sessões de câmara
Municipal para emitir parecer sobre o
Projeto de Lei N9 002/87 do Vereador Ju
lião Godoy, "Dispõe sobre a denominaçao
de Bairro e dá outras providências".
A Comissão após estudo individual
de seus membros sobre a matéria em pauta
submeteram em votação,· decidindo favora
velmente à aprovação do referido Projeto
de Lei. .
Sala das Sessões, 15 de Abril
1987.
Nestor Alcides Almada- Relator, Evi
de
A Comissão de Legislação, Justiça e
Redação Final da Câmara Municipal de Bela
Vista-MS, usando das atribuições que l·he M------=~------de-~-.---- .......
conferem as Leis: Máxima, Estadual., Muni- "R--w-,r • .
cipal e Regimento Interno, examinando ru, l,C,,
atentamente o Projeto de Lei Ng 002/87 do
Vereador Julião Godoy. "Dispõe sobre a de
nominação de Bairro e dá outras providn
cias". Emite os esclarecimentos, opiniões
e parecer, a fim de e~ucidar o Plenáfio
na discussão, votação e aprovação do Pro
jeto de Lei acima referido.
A Comissão de Legislação, Justiça e
Redação Final, após estudo individual
reuniu-se no Plenário da Câmara Municipal
'~ :·de.· Bela Vista-MS., submetendo o Projeto
de Lei acima referido à apreciaç·ão de
seus membros., que .chegaram a seguinte con
clusão:
- QUE·O PROJETO DE LEI N 002/87, e:
- CONSTITUCIONAL
! '
O :._ .,r,o -
sao:
QUE O PROJETO DE LEI Ng 018/80, é:
COHSTI'i'UCIO!lAL
LEGAL
JURÍDICO
TEM COi'!CORDÂNGIA GRAMATICAL
o Parecer exarado nos itens acima
encontra amparo no Art, 60 e 61 da Const!
tuição Federal e Art. 197 do Regimento In
terno.
É o nosso Parecer.
Sala das Sessões, 15
1987.
de Abr11 de
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Afonso da
C. Marques- Presidente, Julião Godoy- Mer
bro.
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econom,zar
· dinheiro é como:
parar o relógio
para economizar
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o. Parecer exarado· nos 1 tens -"acima ROO _ Comunicação S/C Ltda.
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Fundado em 20 de Fevereiro de 1972.
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REDATOR-CHEFE:
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LUSO COERCiAAI. LTDAA
. AGRO PECUÁRIA LUSO LTDA .LUSO COMÉRCIO
, . . . .
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ABRAJORI E
llPRESENTAMTE EM SÃO PAULO:
ADJORI-NS
SP
- Con1.01
e
O AL, TRI MA DA FFIN" IA
PREFEITURI MUNICIPIL DE BELI VIST
-Lei Orçamentária Municipal-
L E I N 6 7O1/06, - C / B Hl l-: 1 F . D O PREFEITO E M O I DF DEZEMR .. +r-., .,_
d. Bel Vista par4 o x
1 'l l:! / .
O Prefeito Municipal de Bela Vista-MS, usando das atribuições que Ihe são conferidas por f ator aue Cl: ar Muni-
c!pol decreta e eu uunclono u zrgulnte lei:
Art. 1
9
- fica aprovado o Orçamento Simplificado do Municlrio de Dela Vista, Est do d 't+to Gro 'o •, 1., í••''J u x,•r,•: -
cio financeiro de 1987, discrirnina<Jos nos anexos intcgrantcz desta lei, que estima a Hec lta en Cê: ?9.l ,ll·O,• l (v1•1 1 no-
ve mllhÕes, cento e vinlc e seis mil, quatrocPntos e oitenta cr·uzodos) e fixa despesa ·m igual valor de confot idade com o D•·cr,
to-Lei n
9
l.87S/85 de 15.07,81.
Art, 2- A receita será realizada mediante a arrecadação dos tributos, transferências de Recursos, peraçoes de Crédito '
outrau receitas, na forma de legislação cm vigor e das especificações Constantes nos Anexos integrantes desta Lel, de acordo
com o seguinte desdobramento:
1 - Receitas Correntes.
1.1 - Receita Tributária , .
1.2 - Receita Patrimonial .
1.3 - Receita Industrial .
1.4 - Transferências Correntes .
1.5 - Receitas Diversas .
TOTAL DAS RECEITAS CORRENTES .
2 - Receitas de Capital
2.1 - Operações de Crédito .
2.2 - Alienação de Bens Móveis e Imbveis ..
2.3 - Transferência de Capital .
2.4 - Outras Receitas de Capital .
TOTAL DE RECEITAS DE CAPITAL :.
Cz$: 2.'1GO.OOO,OO
Cz$: 100.000,00
Cz$: 150.000,00
Cz$: 23.O96.'1AO.OO
Cz$: 560.000,00
Cz$: 26.366.480,00
Cz$ 1.500.000,00
Cz$ 100.000,00
Cz$
1.110 ·ººº·ºº
Cz$ 50.000,00
Cz$ 2.760.000,00
Art. 32 - A despesa será realizada de acordo éom os qua
dros analíticos constantes dos anexos integrantes desta lei
obedecidas as seguintes discriminações:.
3.0.0.0 DESPESAS_CORRENTES.~ Cz$ 20.076.480,00
3.1.O.O DESPESAS DE CUSTEIO
3.1.1.0 PESSOAL
3.1.1.1 Pessoa Civil Cz$
3.1.1.3 Obrigações Patronais Cz$
3;1.2.O Material de Consumo Cz$
3,1.3,0 SERVIÇOS DE TERCEIROS E ENCARGOS
3.1.3.1 Remuneração de Serviços Pessoais •• Cz$
3.1.3.2 Outros Serviços e Encargos ...•.•• Cz$
3.1.9.O DIVERSAS DESPESAS DE CUSTEIO
3,1.9.1 S~ntenças, Judiciárias .........••• Cz$
3.1.9.2 Despesas de Exercícios Anteriores. Cz$
3.2.O.O TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
3.2.3.O TRANSFERÊNCIAS A INSTITUIÇÕES PRIVADAS
3.2.3.1 Subvenções Sociais • .. • Cz$-
3.2.5.0 TRANSFERÊNCIAS A PESSOAS
3.2.5.1 Inativos ................••••••••• Cz$
3.2.5.2 Pensionistas ...........•••••••••• Cz$
3.2.5.3 Salário-Família .....•••.•• •· •···· Cz$
3.2.5.4 Apoio Financeiro a Estudante ••••• Cz$
3.2.5.5 Assistência Médico-Hospitalar •••• Cz$
3.2.5.9 Outras Transferências a Pessoas •· Cz$
3.2.6.O ENCARGOS DA DÍVIDA
3,2.6.1 Juros· da Dívida Contratada ••••••• Cz$
3.2.6.5 Juros de Outras Dívidas .••••••••• Cz$
3.2.8.O CONTRI~UIÇÃO AO PASEP •·••••••••t· Cz$
4.o.o.o DESPESAS DE CAPITAL ••••••••••••••
4.1.O.O INVESTIMENTOS
4.1.1.0 Obras e Instalações ••••••••••••••
4.1.2.0 Equipamentos e Material Permanente
4.2.O.0 INVERÇõES FINANCEIRAS
4,2.1.O Aquisiçã~ de !moveis ..• : ••••••••••
4,3.O.O TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL
4,3.5,1 Amortização da Divida Contratada
4.3.5.4 Outras AmortizAçoes •·•········••·
TOTAL GERAL .......•• • • • • • • • • • • • • • • • ' ••••
Cz$
CzS
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
1O.e1O.ooo,oo
780.000,00
3.370.000,00
1.393.240,00
2.248.240,00
10.000.000,00
;300.000,00
30.000.000,00
200.000,00
200.000,00
65.000,00
130.000,00
50.000,00
160.000,00
200.000,00
• 30. 000, OO-
1OO .ooo, oo
9.050.000,00
5.280.000,00
3.390.000,00
50.000,00
300.000,00
30.000,00
29.126.480,00
II - Realizar operaçoes de crédito por antecipação da Re
cei ta no decorrer do exercício de 1987 observadas as prcscri
çÕes do Art. 6? rJa Cons • i Luiçii.o Ft,ú{.•!';,J.
III - Abrir créditos suplemen ares até o limite de 80%
(oitenta por cento), do valor total da Despesa fixado nu Orça
mento- Programa do Município para o exercício de 1987, a fim
de suprir insuficiência nas dotações.
Art., 5° - Esta lei entrará em vipor em 1? de Janeiro de
1987, revogadas as aisposições em contrario.
Prefeitura Municipal de !i. VL,t.a, 01 de Dezembro de 1906.
ABRAÃO ARMOA ZACAR!,,S - PREFEITO MUNICIPAL.
Art. 4 - Fica
O
Poder Executivo autorizado a:
1 _ Tomar, se necessário, as medidas cabíveis para o rea
luste cae despes0s ao 9fotiv 2orpcrtarento d Recita.
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. f • A
- Crônica da Cidade -
a ''Viagem'' de liuiz &Jberto
Lu!z Alberto r um rapaz como urc mo "D.Faro." Não era pessoa de boas rele
qualquer.FIIho de um médlco,a mie advoga çóes,diziam qua alugava quartos para Jo-
da,estudava no melhor colgio dn cidade., vens casais, e mais ainda,que na sua
boa pinta,alto,desportista, amante da boa "pensão" a maconha co.rrla 09lto.l~aG -a
mica,enfim,um rapaz padrão, cidade era pequena, todo□ac c!onheciam,e
Tudo cornc:çou quando chegou a cidade. o a D.FarÓ era vi'g1ada.NÕo havia prova!J d~
Carliio,cru de São Paulo,estava passando seu envolvimento,a polícia dera vár1an
uno dlt:w no cnria da tlo,rnal:i conhecida c9. batidan e não encontrara prÓvas concr.e -
fllll---------------------=---------a• ... _,. tas, sÓ o. f llho do
pçefeito com a Ma
rieta,filha do rico
uo1ne1ro Mnrc;nde&,
foi um escândalo.
Ma::; a paz e
tranquiJ.,idade
Rio Vermelho
Guaraná Natural da Amaz@t!g
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. ·- .
tranoformou em pcs~
dclo com a chegada
de Carlâo.
O grupo estava
reunido na lanchone
te do Paco,rnuitas.
risadas,piadas e
mais piadas e as fg
focas do momento.
-Pois é, a Rita
largou do zé e fi
cou com o Luiz ...
-Que nada,o zé é
que lhe deu o-bilhe
. te azul.
- 01 pesso.al.
Meu nome é Carlão ,
sou sobrinho de Do
na Faró.
Todos olharam pa
ra o rapaz que ha -
via chegado, bastan
te simpático, foi
se apresentando.
Lá pelas tantas
o papo estava solto
e Carlão havia
o.
de
se
se
entrosado com a tur
ma. No meio, o nos
so jovem amigo Luiz
Alberto. •
panh!as. A ocasto faz o ladrão. fs" T
paz, sobrinho d Don da pen: o, nu4o
amizade prá voo - falava o pai de Luiz
Alberto.
- Que nada pai, é gente fina, sio
fofoqueiras que no m o que fazer fi.an
Jogando minhocas nas cabeças, respondia o
jovcn.
- Culdr,do ::·eu !ili.o, r~uito cutrlndo.
Num domingo à tarde, vários Jovens pas
saram na casa de Luiz e o convidaram pa
ro. oair, de Jeep, dar um, volta pela cida
de e, talvez, uma chegada até a chácara
do Rlnaldo.
No caminho pararam na pensao.
- Vamos li peu::;oal, ::;niu gritando, o
CorlÕo.
Rodarnm pela cidúdc, pararam na lancho
nctc, pegaram umas cervejas e fororn par·t1-
a chácara. Carlão que tocava violÕ.o nillto
bem, falou prá turma.
- Olha gente, estou cansado de contar
,e tocar violão. Negócio seguinte, va~os
entrar numa diferente, tenho uma novidade
para vocês. Foi até o Jeep e voltou com
umas pequenas pÍlulas.
-- Olha aí, isso aquivai dar um barato
legal. O que é isso,perguntou Luz4a.
- E um barato, so os caretas nao cn -
tram nessa. Vamos lá pesso'al. E um por um
os meninos e as meninas foram pegando as
pílulas. Luiz Alberto hesitou.
- Deixe disso careta.
··-. Está com medo. Pressão daqui, goza -
ção da~i, e Luiz pegou a sua pÍlula.
Depbis'foi a vez do cigarro, uns cigar
ros dJ ferente, maconha. . . -
- Da boa, comentou o Toinho.
E .a ."festa"· embalou.
Rodada e rodadas de cerveja, mpconha e
bolinhas, as meninas tiravam as roúpas e
dançavam só de calcinhas. .
O clima era quente, o a_mbiente ficou
ainda mais pesado quando João, filho do
Prefeito da cidade, comentou com Luiz Al
berto.
.- Pois é cara, o negocio.é que o Pau -
Meu filho, cui 1 t
ao rouxe a novidade para nós, mas ainda
dado com as mas com t f lt es a a ando uma coisa ..
: • - O que ê7 respondeu Luiz.
l - Aquele barato que faz a
'[ dar".Paulão ouviu e· •rla hora
LSD.
-
gente '.'vi'a -
foi buscar
- Tá ai pess6al; quem vai nessa.
~ j - Eu vou'. Quero ver estrelas, respon-
. j deu Luiz. . •
ONDE o HÁB nà DE COMPRAR FOI l . NingÚém ~aJ?e. cç,.mo e ~em o porquê. A .
crivo P, TODAS As PEssos ?]?".{1;"; erres4a. conta sue w
QUE APRECIAM O MELHOR: pos ngerir ª droga começou
. _ ! ~ c·aritaz:, gritar: e de repente, aproprian
6ENEROS ALIMENTÍCIOS EM GERAL ]"-Se de uma faca que estava no Jeep co
ARAME OVALADO, BELGA, HiINEIRo, Rou]' eçou ª esfaquear todo mundo. Dois rapa-•
F
· • · 1 V • - / zes morreram •
PAS, RUTAS. 'ERDURAS, LOUÇAS.ALU- a g • • •· quatro moças ficaram feri-
MINIOS, BEBIDAS, MILHARES DE Pn.]is e Luiz gritando'vamos matar o monstro
-DUTOS DA i·iELHOR QuALJDADE E os· 1 cortou a propria garganta. Morreu na hora.
MELHORES PREÇOS, Carlao foi preso. Como traficante. A
- cidade de Rto Vermelho j' - ,
/.é' · A "
1
• a nao e a mesma.
'". v agem". de. Luiz se transf ""'ª
tragédia. . . • •. . armou n ......
~UE JlE ~il.S -FO.'l!E- 25lc-17J..i 6ROSSO DO suL k _-No sermão de domingo, =-si'::' ::::' ::{ "°ntou: : ... +o Padre Ramão
}' -Pois é Jovens, às ve.
dades mas a i zes, querem nov.!,
' • • ma -or novid •
· dêu !'oi
1
· • . • ade, que Deus nos
. • v ver, e descob i d
; yida a todó i'nst . . r r as belezas a
1· . . _ ante.
! As drogas sao pesadelo
,te da alma • . da vida e a mo!
..
!
Marcenaria São José
VISITE-ltOS
..
nr. : P.A LINO GONZALES
- MOEIS FEITO ui ENCOMENDA - ENTRE.
G.AIOS EM QUALQUER IDADE DA REGLO -
SAL. QUARTO, IA:TAR, .JOGOS DE ESTOFA;·
JIO:-., CRIATIVIDADE BELEZA E ARTE.
....; ~ERVIÇOS J1t: MARCF.X.RI. _
tm .l.tmi~ : Rl'. ARKLllO !-IIJn:111. x• 102
.- ,, ,., E PONTO JURTIHO: RI'A E:EI, TU:E N' g22
'SE A SUA IMAGINA,AO E SENSO AITISTCO, DEIXE A FABRICAÇO PI N»SI CONTA
t::Sl'F.Il.llOS A Sl"A VISIT.. • •
--------------~---------
------------------ -7------
- .
- a,...,., •
HORÁRIO' DE. ôNBüS'
·~WIOltaCIUZBIODHUl -·
• • • ~ IIElA VlSTÁIINJ11WIAIIÁ-CA11FO~-·-.
'.30-1166.150q1as CI • uE
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o JoJIPIO:.GO t: O ALÁRI-- Para o proprie
.. ·,rio ou Diretor de uma emprena, o . .) ~ ... :.d{,_
jQ ,;o wn:1 r:ontln1,r-ncl11 ,1,, ,·0rvi<~· , ::,
r ' ... 6" .... , -., , ... ,_ J
eles o preço que tem de pagar para conse
guir que as pessoas trabalhem. De certo
odo, o t.rullrllho e mercadorin que d •tr•
eer adquirida, do mesmo modo que e com
,a carvão, cobre ou outros artigos.Ales
te i;ontido, o pagamcn.o eh, oalarloi; rJ u
r.a nimplco tron::rnçÕ.o econômica q1Je porJr,
r,cr d1rig1du oegundo o menino raclocln1o
ou 1bg1co utilizados om qu11lquer outra
compra, na qual oc procure obter a maior
quantidade e melhor qualidade possível cm
troca de oou dinheiro. Disto surec a id~
!a de um "mercado de trabalho", no qual o
empregado e o empregador barganham a re::;
pcl to doo trabalhos, ou em que há tabelas
de preços entnbelecendo varlas cotcaoriuc
de salÚrioG ou de mercadorias.
Para o empregador, o trabalho que ele
compra não é uma sinpleD mercadoria, como
uma chapa de aço que. pode ser adquirida
de acordo com determinadas cspccif'icaçÕcn
cerno tamanho, peso, resistência e campo-
Vereda do A pa·
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penhar uma fun,io, e como
pode variar de día para d.a, pod
tada de várta maneires. A direçio
ce, geralmente, e fato e não cons!d rs
O:J sal Ó.rio:.; rincna:_; co: .o e p:...r,•,r, riü dr e,!:
ta mercadoria, mas como melo de 'Imular
o indivíduo ú □C'!" u·i trabalhador •·i'!t:i•·n -
te. f.ln. larr.bÍ,m acha que os salários devem
criar urr, centimento d~ lealdade , n t·cl ciç=:o
à companhia.
Ao estabelecer as tabelas de p~7u-nnco
.paro oo trabolhos, a direção quer, em e - [com os 1.c,. por 0111 r-, !.! ro"r·t-
ral, montcr os salÓ.rlos "ao p-.r" rlo C'JU'1 o', nhias. Pod n-se utilizar ta tit'.•·, 1>:: Jrvantn
outros pugam por trabalhos semelhantes. Se tentos realizados por nruµr,:-; rJ,. on.panhi -
c::;tiverem pagi.lndo muit0 ncimn do ou<' n1n·- r1'.,, ,,., .. oclaçÕ,·.:i, " n~,. l"1 r,01· dlnnl,'. no
C': se:- 11 quontin eerolmen e acoi t.r, par um qualquer maneira, acaba-se tendo uma idéia
Lr&bnl ho, e l cs acharão que es.ão sendo mu! de co:::o , ., til o me 1'c1tdo e rJo qunn • o ~.r· cJcvP
to fenoroso!'l o temem ostnr despcr·diçnndo µ,,1•a:-.
rlinhoiro. Muitos companhias, cntrctnnt<> Por exemplo, quase todo mundo tem fdéf-
~angloriam-uc de pagar acima da midla o a9 formadas sobro o vnlor de del "~inndos
ju;;Uficam enca atitude com base no faLo caros, e quando o salário de umn pr r·coa
.'k que o pagamento de r;alÚrios mais elevo- "!Xccd<• ou é menor que esse valo:, ela é ti
dos lhos dá a posslbi lidade de escolha der. d,, co~,o bem ou r.al rerruncrada. f.: r.iro qur
tro da mão-de-obra disponível, e cr!-i lcaI se per.se cm fazer pagamertos diferentes pa
dade e eficiência entre seus empreguclon. ra trabalho::; serr,ulhantJ·.G, como rcnuir.nrJo
Outros consideram que. r.omo estão pagando de difertnça de capacidade pessoal ou de
os prccos normal dos serviços, srus salá - esforços. Nio se considera que uma pessoa
·O~AÇAó AO DIV_INO'
ESPIRITO .SANTO
mals, mas apenas devldo a seu empregador
ser um avaro que a está explorando. É o
princípio tão generalizado no serviço pÚ -
Esplrito Santo, voce que me esclarece blico de n:uitos países: salários iguais p~
tudo, que ilumina todos os caminhos pará ra funçÕ<"s iguais.
que eu atinja e ~eu ideal,você que me dá Ale Ahmed Ghazzaoul - Diretor do Centro·
• o dom divino de perdoar e esquecer o Cultural Islâmico de Mato Grósso do Sul.
mal que me fazem e que todos os Rua Oliveira Marques, 160 - Dourados MS
• instantes de minha vida está ccrrigo, eu Fone: 421-0847_
quero neste curto diálogo, agrade
cer-lhe por tudo e co~firmar mai;
uma vez que eu nunca quero me se
parar de você por maior que seja a
ilusão material, nao sera o mínimo
de vontade que sinto de um dia es
tar com você e todos os meis irmãos na
glória perpétua.
Por uma graça recebida.
,E__p_)
~rica Laje-pré para Forrêi .'de· Casa. Tijoló1 8 Furos, . -~IJol01 La~lnado, para
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YI5TA/14,
PORTO MURTINHO VAI
REALIZAR 1· TORNEIO
'DE PESCA E MENTIRA
) Hotary Club de Porto Murtinho, que
e presidido por Feliciano Bri to, estará
promov<·nrl<> non dian 28, 29 ,30 o 31 de maio
o prirnciro.Cumpconnlo de Pcncn parn Rota
rlnnon do Dlotrilo 447, reunindo "pescado
re" dos Estados de siio Pnulo, Mato Gros
ao P Mnto Groooo do Sul. O torneio premia
ré também a mlor mentira em público pe
lou concorrcnlns que deverão ne aprc~.mtnr
em dup l UIJ,
Para funcionar como Juiz do campeon!
to de pesca foi convidado o Jornalista Fa
blchek que escreve o aonunto, semanalmen
te no Jornal "O Estado de são Paulo",
PHOGRAMAÇÃO
A abertura dn prograrnoção está marca
da para as 21:00 horas do dia 28 de maio
com Exposição de Fotografias sobre o Pan
tanal du :ot.Ógrafo e Cinegrafistà Georges
Sayc'gh, sei::u,,,.,, ,-Ele brincadeiras donçan -
lcs a partir das 22:00 horas:
Ola 29 - Passeio de barco e visita a
Ilha Margarida no Paraguai, para compras,
a partir das 15:00 horas; 20:00 horas.
- Exposição de jÓias, 22:00 horas
Desfile de Modas com participação das Se
nhoras da Casa da Amizade; 22:30 horas
brincadeira dançante.
Dia 30 - 8:00 horas: Início Campeona
to de Pesca até as 16:00 horas; 20:00 ho=
ras - Queima de fogos de artifício ,n'O
Hotel dos Camalotes; êl:00 horas - Entrega
de prêmios dos campeonatos de pesca e de
"mentira", no Clube Carandazal.
22:30 horas - Jantar e baile de con
fraternização.
DIA 31 DE MAIO
9:30 horas - Torneio de futebol de
salão.
12:00 horas - Almoço livre.
15:00 horas - Grande Penca "Rotary
Leva Esperança" no joquei Clube de'Porto
Murtinho.
18:00 horas - Encerramento ..
t-----------------------~mercadorias contJ -
nuam simplesmente
í
CORUJÃO CONTABJL
Abertura e Encerramento de· Firmas .
• I .. . J
Declaração do Imposto de Renda - Pessoa Ffsica. e:
ruridica, Contral°s • Recibos e JCorrcspondlmciaa em;
Geral. • •
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Sindicato•
Jornais Preocupados com
Altos Custos
A ADJORI-RS (A±
oclação dos Jornais
do Interior do Rio
Grande do ul), en -
viou telex s autort
daden ccon~mlcno do
governo manifestando
preocupaç~o diante
de reajustes e aumen
tos 1ntoler~velu ~
lnnuportávelc doe
componenteG de im
prensa.
Segundo o Presi
dente da entidade,
Jornalista Selito A~L---------------------"T-;-:-:----------~
tônio Schmit, o mal~
grado "Plano Cruza -
do" Já vinha sendo
desrespeitado pelos ~---=-_ . ._.~IM~~-r$ ~ p:·.·.n .. :·
fornecedores de mat~ ~
ria prima necessária ~ ~
aos Jornais através a :
da diminuição ou ex-
tinção de pagamento,•-------~
perda sensível na
qualidade dos produ-
tos, falta de merca-
dorias, nos Últimos t------------------------------------1
meses, aumentos des
carados e insuportá
veis. Afirma o Pres1
dente da ADJORI-RS
que praticamente to
dos os componentes
necessários à confec
ção.do jornal como
filmes, chapas, foto
litos, papel totográ
fico, papel de im -
pressão, químicos e
outros tiveram aumen
tos superiores a 1s
desde fevereiro de
1986, sendo que os
reajustes maiores
verificaram-se nos
Últimos meses com 1
alguns artigos ul- 1
trapassando 300%.
Além disso algumas
1:
em falta cauando e-, vel indo
to causa enor op:
enso, po!4 mui'o
ornais não terão
PIVA E MOS UJTO
normes transtornos
par. a maioria do
Jornaln qu0 ?' ~brl-
P,W:1 cuticti u1-l as condições de supor -
ar esa o 1 taaçio c/
por outras com preçol a
até 3 vezes superio-lprejuizos incalculá
res, quando encontra] veis e Impossibilidg
Contlnu~ o Prcni- toe.
dente e Diretor do] Caso não se)a
Jornal Atualidades om«das medidas ur --
de Santo Augusto re-l pentes e efe Ivnas pe
f 1naliz1 o r,
te da ADJORI-R,
------------- .. _
Chaplin Calçados
• '"m'ols do que de máquinas.
p('O(.Ísomos de humanidad~
51'.M fJIONffJAAS MARÇ0/117
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que a
no Cr1
daram
tram-
de inn
flt'O,j
•o de 9
'.'lcligalJ
prel irn JJ
vénc 1a
lista,.,
rc l roo'!
tt>GtllJ:13
481%, ..... ~
24 cone:
apcnu□
reiro o'
numero
desde
1984.M
o Ser•'l9
ao Crê;::
' aumento:
de 16% J
de realff
30%.
Essei
res dab
n-os alen
nas érás
r..édia .s
- va goela
dade uma
r,.ào exisl
está a s
que colio~
ção dos ec
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• 'DOS
l:, 185
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t' , , ,
OPINIÃO/DEBATE
ONDE EST í O GOVERNO?
Insolvência da Pequena
Empresa
c;Ufl.11!:.flMJ-: AFJF DOMIIIGO:,
(A.PI«nlto-3P)-Va, Quando chegou à C-
endo-me da minha con, mara dos deputados, em
dJçno de deputado fe- 1905, o pacote tr-lbut.:t
d•'ral, ,lcvoJ ao conhe- rio, <.:u ccxr,parr'ci pcr·;m
eimento da Câmara, em] te os parlamentares de
ras[lia,os primeiros então comno cidadão e co
dados sobre a dura mo presidente do Movi -
real J d ade que a tinge mento de Defc:sn do Con-
as pequenas empresas tribuinte, para alertá-
que acreditamn no Pln- los de que, naquele ing
o Cruzado,se endivi- tante se estava montan-
daram e, hoje, cncon do um engodo à Nação, à
tram-sc em situação classe média e à classe
de Insolvência. trabalhadora, pois, pc-
Recebi do Ins t 1 tu- la rpanipulação dos da -
to de Economia Gastão dos, os lideres parla -
Vidigal os números mentores estavam sendo
preliminares da insol enganados pela equipe
v;ncfa na capital pau econômica do governo.
11sta,no mês de feve.' Naquele final de
reiro.Os títulos pro- ano, o Congresso Nacio
testados aumentaram nal foi induzido a erro.
481%,foram requeridas Não nos adiantava insi
24 concordatas contra tir, uma vez que a ma -
apenas seis em feve - neira como foi conduzi
reiro do ano passado, da a votação do paco.te
número que é o m11.ior tributário determinou a
desde dezembro de
1984 ,Ao mesmo tempo, •
o Serviço, de Proteção
ao Crédito acusou um
aumento de negativos
de 16% e diminuição
de reabi 11 tados em_ .
30%.
Esses são os indicado
res claquilo que vinha
1!1)S alertando, há tempo ,
rras éramos sufocados pela
ciédia oficial, que. enfia
a sela abatxo da soe±e
dade uma realidade que
não existia. Agora, aqui
está a hora dà verdade ,
que coloca na· mesma si tua
ço dos pequenos empresá
rios os agricultores.
Há, assim, necessidg
de de o representante
da cquir,<: econÔrnlca com
parecer à câmarc1. dos O,.,!
putados para cxplicnr o
que foi fel to cm 1985.
Terá ele de expl J cur por
que hoje, alguém que • te;
dinheiro para receber
vai ser chamado a po.gar,
s<>m direi to a receber o
que o governo lhe deve.
Esses dados, somados
µO confisco que será da
ordem de 20, cm média ,
do salário ou do rendi -
mento da classe média ,
agravarão ainda mais a
situação atual da iflsoJ~
vência, porque, com 20
de confisco na renda de
q..an cx:rs::rre t.eren::s 1rev1 - 1---------------------------------,
tavelmente a recessão.
Recessão condenada pelo
sua aprovaçaa em apenas presidente José Samey e
vinte e .quatro horas. pela prÓpria sociedade ,
Mui tos parlamentares q/ mais imposta pela .equipe Pelo que se pode ras Municipais, ve -
o aprovaram confessaran econômica do governo, q/ concluir, os Marajás lhos funcionários
depois que não o tinham terá de se apresentar seriam funcionários conseguiram, acumu
lido/ não tendo, portan ao plenário da Câmara pa] úb11cos que, depois [lando cargos, tempo
to, noção daquilo que_ ra explicar porque men - de terem passado a de serviço, auto -
estava embutido no seu tiu não só ao Congresso vida sem trabalhar , promoções, serviço
conteúdo. Nacional, mas a toda a conseguiram, "traba- noturpo, e indeni-.
O Congresso Nacio- !C:l lhando" bem, um e- zaçÕes mÚl tiplas, sâ
nal foi enganado. Ave_;: "' xorbi tante salário lários astronômico;.
dade, porém, surge ago- ~ -- rio fi~
0
da vida. O Supremo Tribu
ra, neste mês de março, Os super-salários nal Federal Suspen
quando um dos maiores tornaram-se uma ver- deu os vencimentos
assaltos tributários . gonha nacional. dos marajás de A-
dos Últimos tempos vai Na Câmara Munici- s R
..±.:r., w8j, [±55.] iem umo e
grosso da classe tra ,,E versas outras cama Sem' Plano
balhadora. E tenho ce hltttlll
J O R·N' A L· IS MO E' A R TE E o país vive uma sit:uação estranha. Ao
' . -"' que parece, continua o choque entre o pais
.. e .o M p E T E. N e I A. ' real dos milhões de brasileiros e ó. pais
ideal imaginado a partir de Brasília.
Somos a oitava economia do mundo ociden
tem rruito de arte, pois merece: afimar que "jor-lttal, colheremos a maior safra de grãos de -
o curso só dá o diplana, nalista é aquele que e- nossa• his tÓria. E daí? Não ternos a quem
o cl1re1to legal de exer- xerce sua, profissão cem vender, não temos como transportar, nem
cê-la, mas aqele médico canpetência e cl1gnidade", onde a.IT!'.azenar. Depois disso quem vai plan
vitorioso, tanto na clÍ- sçmente isso. tar? lao ha planos. Nenhum rumo é aponta _
nica geral como nas vá - José C. Ferraz Sal do. Cresce a impressão de que não temos
rias especialidades, ne- les - Médico,Psiqui! planejamento e não temos administração
cessita de rruita intui - tra e Professor Uni- Quem é o responsável pela economia brasi _
ção, criatividade, cem- versitário. leira? Nos Últimos dias o atual ministro
preensão humana e a_arte o 1·r•1unfo dos· da fazenda, teria· sido substi tuido diver-
de dedicar-se ao proximo sas vezes. Enquanto isso, divulga-se a ela
com desvelo e interesse., boração de um projeto salvador, elaborado-
As escolas de joma- • Robots
O
(1 por homens que se comunicam telepaticamen-
lisroo devem continuar a " te. Continuamos sem plano e sem r-umo, ca _
existir, melhorar seu P~ . '. minhando penosamente para o abismo.
<irão de ensino, da mesma Segundo diversas pre-,,
'forma como os sindicatos visões, na próxima década]
de jomalistas devem ve- as. linhas de produção das
lar sempre pelos interesj mais modernas fabricas do
ses dos que trabalham m..mdo rião deverão utili -
nos jomais. Porém, _não [zar mão d e-obra humana .
fazer a discriminaçao to] Usarao apenas robos. Os
la de considerar joma - operários serão total ou
listas somente os forma- quase totalmente substi
dos pelas escolas de jor tuídos por robôs, dirigi-1:
1
~----=-,...;.-----------
nalismo sendo que, algu.,. dos e conttolados por p~ j
mas delas, can cursos gra.-nas de corrputador. Sem
precarissimos. àÚvida, a década de 90 a-
Agora que a Consti tu- penas abrirá as portas do
inte está elaborando nos século XXI. Quantos paí -
sa carta magna, não sei ses estão se preparando
se seria o caso deste as para a nova situação do
r tratado cano hcrnem no planeta terra Bk
ros que pus ar o
teza de que o presidente fim de emana sem d
amey também .foi eng?2 [rneiro com a!uns
do naquela ocasião.
cen avos, farão a
mesma per;zuntu:
está o Governo?
greve dos Bancário,
dos marítimos, dos vi;os público!
portuários, dos pro- vencia 1 e; :. v ·'
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Os Marajás -
lagoas - quase 15
mil funcionários pá
blicos·, entre os
quais aÍguns recebi
·am honorários de até
cz$· 300 mil.
Será essa decisão
o início da moraliz~
ção do serviço pÚ
blico?
(AC. PLANALTO,
SP).
A Escola de Jorna Joelm1r Betting,Diafé -'
lismo não forma· o·· jo; ria,C.Reis,etc. • •
alista mas apenas dá Em São Paulo,confor
lhe um diploma.Igual- me os· jomais,o Sincl1c!
ente a Faculdade de to dos Jomalistas, fi
Letras não forma. poe- liado à cur ,dedou 'na
tas ou literatos, bem· Justiça do Traball}o
como os Conservató . .,. ~erca de 40 jornalistas
!'los não formam con - da "folha de são Paulo','
Sertistas maestros ou trabalhando neste ves -
compositores .Assim co pertino unicamente por
D. • • 0
Poeta ja nasce SllB. compeJ;encia profis-
Poet •
a e a cultura ape sional, todos eles sem
As melhora sua produ' o "canudo" da escola de
Çao e Pode transror ' jomaliso. Também não
ar um "repentista"ou frequentei esta Faculda
"ea»
dntor de c.ordel" na de, e escrevi durante
que], - • •
." que faz poemas -dez anos no "Diario de
valor antologico, são Paulo" dos Diários
assim t, ·:
d ambem o verda- Associados e, depois~
" Jornalista Já] rante 4 anos no "Diário
ice com essa "veia" Popular", com una colu
e Pode evoluir em sua na semanal cano o faço
Podu;ão tanto com as] agora para a Agência
n0for+, -> 2
na E açoes obtidas . Planalto. E que, embora
,
5
Cola de Jornal is méc11co, psiquiatra, tam-
0 co; -
1 mo em outros . me bém nasci can um pouco
Os cu] -
hg. urai s, sejam da veia jornalil.stica,
faculdade de Di-l'revelada Já no curso a
"O,de Administração,de cadêmico escrevendo pa
~ a,de Medicina,etc. • .ra o jomal "O Bisturi"
~ SUrg,! ram Assis Cha- da Faculdade de Mecl1ci-
brisa na
REDE BELAVISTEr~sE DE JORHÁIS LIDA.
- QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO-
'
z 2 z:
.-.... O LAuDI IA LDOES A LA,
5Nau Tua, MuTt (Por3 ato
........... ..,.,..,...
........... ___,,ICIÃQ....,....,.,o&Q
KÃ .._... CIII! Da ANOS UIITAJC)() J0INoUI
1 l'OftA&KBC>o O MUNO...-c>
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RUA DA 19úBUCA S!N!_.,_JIELA..lnsIA., MS.
I BIJ 1/, llA
LA Vf ,TA-M_
COMENTINDO
Por Nancy·
JlAI LE DA ALELUIA
Diu 18 pp.no Gr~mlo Pedro Ruflno,contou
com nnimaço do conjunto Los Thamys.
NOITA
Gente alegre e descontraída animou a
noitnda
NA OCASIÃO
O Prcuidcntc do Clube Mário Vargas
anunciou aos presentes que a nova ilumina
ç~o paro DiscoLequr já estava instalada e
logo a sccuir foi feita uma dcmonstraçio.
Mereceu aplausos! Foi do agrado geral!
TAMDF.JI
No domingo e segunda .feira hou~e disco
teque.Muita imnaçao por parte da Juventu
de!
Semana Santa,Pe.Bento e seus auxiliares
organizaram aos fiéis; dias de reflexões,.
procissões e muitas orações e o povo cor -
respondeu! Todos esses dias a Igreja e
Capelas sempre lotadas!
HÃO ESQUEÇAN
-TRIBUNA ESPORTIVA -
Fo! real!za!o n e dr!ngo [
Vila Previul,ma!s uma roniaot do cmpe0n_
to Inter-Bairros.
1
f t•r· J,1 i-r1, do
Ma 1 partida e de ron a d
Jibóia X MLxto,Jogo este que terminou com
uma vitória do time dos «migo do Jiboia,
com o placar de 3XO.
Na 2 partida,se defrontaram Belavis -
tenso X ótimo Gole,doo em que o time
do Belavistense não t ve muito trabalho
para vencer o Ultimo Gole, com o placar
de 6XO.
Os gols do Belavistense foram marca -
dos por: Montanha (2) Gabrlcl (1) Ferru
gcm(2) Afonso (1).
• Na 3• partida que estava marcada pa
ra 15:50 o time da Prefeitura não compa
receu diante do seu adversário,o Rasto -
lho.Por isso a comissão de esporte deci -
diu punir o time de. prcfei tura, cl iminun -
do-o do campeonato Inter-Bairros,
HÃO PERCAM
Vocês que gostam de assistir futebol,
nesta sexta-feira no ginásio de esporteG,
haverá um quadrangular de futebol de sa -
1ãô,onde jogarão: 5ª,6~,7ª e aa noturno.
Esta é uma promoção da comissão de espor
tes da Escola ,EE:tadual de 12 Grau"Genero-
"
·FALSA
Moralidade
E· OS KOTORISTAS
O ex-governador 'do Ceará,sr.Gonzaga
No dia 1 de Maio, o salão de beleza Mota, figurou durante m_ui to tempo nas pri- _
Chie estará promovendo no Grêmio u~ sensa- melras páginas dos jornais.Motivo:defesa
cional Desfile de Módas Adulto e Infantil, da moralidade administrativa.Especialista
cortes,penteados e maqlliagem!Vamos presti- da indefinição,polÍtica,o Motinha cearen
giarl se tinha todas as condições de fazer um -
governo exemplar em seu Estado,mas fraca~
sou.Pior que isso,deixou uma administra -
ção falida,com mais de 100 mil funcioná -
rios ociosos ou inúteis na folha de paga
mento.Agora,vem a pÚblico outro escândalo:
os professores da Academia de Polícia ga. -
nhamem média Cz$ 122 mil e_80.De qual
quer maneira,no Ceará,tal salário é igual
ao salário de 9 coronéis ou 44 soldados da
Polícia Militar.O mais surpreendente é que
entre os professores figura o advogado
Francisco José Fonseca Mota, irmão do ex-
governador,que tem mais três empregos na
administração estadual.t poisível que a-:
Cademia cearense forme os agentes da Sco
tland Yord•,. da FBI ou da SWAAT. Convenha -
mos.porém, que em-nome da moralidade mui-
tas imoralidades podem ser cometidas.
(AG.Planalto-SP). •
Reclamando:vários trechos do asfalto
de nossa cidade. estão necessitando de repa
ros urgentes! Não há carro que aguente tan
ta buraqÚeira!
JIUITO
Em breve a nova Diretoria do Belavis
tense começará a fazer promoções e·por em
funcionamento a Discoteque do Clube.Conta
com o prestigio de todos!
E A DIDE
,crsn: SABADO
No c·r,o
a!1 e ir u .i
Faixada Corinrhi n
este aae vale u
de cerve,)a.
ATF "ª0 /<S ft: 'H'l'S _· .:..·•:;,·,:._:".:;:..__:_ _
DIA l! m•: }.J.iO
To percam a maior corrida que :la
Vista já teve em sua históri'
Grande corrida ciclistica "Cidade de
la Vista". As inscrições es .ao ubr.
tos até o dia 27 de abri l, no
elo Jumbo" e "Peças São r-1 rc:o.:"
pelo fone- 439-1410, com o FIávlo,
O SERVIÇO CRISTÃO
DOS PASTORES
De quando • em quando, vem o. f.cJ
bl ico escabrosos escândalos mor,,aiG
financeiros provocados por "pastores
de igrejas que se autodenomlnan à•
cristãs.Sob as mais estranhas denor.
nações, inúmeros vigaristas mont~m
seus impérios com a Bíblia na r.:a()
com programas de TV, de rádio, e
assembléias pÚblicas, _etc. O suces:s:
e garantido pelo grande numero ~
pessoas de boa-ré, ingênuas e ang•;~
tiadas com problemas imediatos. L':::
trecho da Biblia, uma oração, una
imposição de maos, um gesto qual •
quer pode salvar, pqde curar, pa~
garantir o sucesso e assil)l po!' d!i:::
te. Cada gesto salvador é pago.fio a~:
sil,os casos são incontáveis.Nos Esta
dos Unidos, ocorre o mesmo. Inúmeros past~
Louvadores do Senhor. Pastores que dc
minam terri to rios, .da mesma maneira
que as famílias da Máfia, acusa-s
mutuamente de abuso do poder, dev;~
sidão sexual, indevida utilização d:
t-----------------------~dinheiro· arrecadado com orações, !!:·
Jorna
~-1-- Tr1.-b- u·n·. a posições de mãos, gritos, invocaçoe,
"Quero 8 milhões de dÓlares para
meus médicos missionários até o ;:·
da
"'[j1 • t • • nal de • março. Se nao ajudar, Deu
r,ron eira vai• chamá-lo!" Bom apelo pastoral
br P/ · cristão, nao acham?
so e
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Ilmo Si
IVALDO
DIRETO!
ta, vêr
Fronte:
PENSANEHTO
ESPERA
Repousa sua mão cansada sobre meÚ cÔlo
Repousa seu dorso trabalhado sobre o
·meu,to desesperado ' > •
Repousa seus olhos andarilhos
meu rosto de espera. .
FERNANDO AS CORRÊA.
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