• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº833_22_04_1987

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51111<!­
ma.i-
lllO
e
TRIJUNADA
FILA VISTA
Ai") YVI 833
DEPUTIOO MOKA lUTA POR
MAIS SAÚDE
DEPUTADO VALDEMIR
A Sociedade Be
neficente de Porto
Nurtinho,mantenedora
do Hospital Cesar
Bordallo,naquela ci­
dade,recebeu,esta se
mana, recursos da or
de'm de Cz$ 100 mil
para obras de refor-
do ainda do Oi ru or J.tl -
n.lnislraLlvo do llo:,p!.Lnl,
h:bon Fll<•t;to de Arruda ,
receberam os recu. uos da.
mãos do Deputado aldemit
Moka de Brito,do PMDB €
quem lutou junto à Secre­
taria de Saúde para a vi
bilização da verba,garan­
tlndo a refonna do pré, -
dio,há muito necessitado.
Hoje, o Hospital
atende com 32 leitos. à
toda região,incluslve ci­
dades paraguaias, coo
Ilha Margarida,ColÔnla
Carmelo Peralta,Porto Gua
ranÍ,além dos municÍpios­
de Jardim e Bela VLsta,no
lado brasileiro.'E é essa
importância que ternos que
dar à essa Sociedade Bene
ficente,que vem lutando
há tanto tempo para man -
ter um padrão de saúde de
1 oda • a população dessa
enorme região", destaca
o Deputado Moka.
Também presente à so
l·:nidade de repasse dos­
recursos,Luiz Carlos Cor­
rêa,membro do Diretório
Municipal do PMDB de
OS TRIBIILHOS DE MORA SE
INTERIORIZAM
A criação e im -
plantaçãc de uma Resi
dência do Departameh
to de Estradas de R
dagem do Estado=DER­
SUL na cidade de Be­
la Vista,vem sendo
solicitada pelo Depu
tado peemedebista -
aldemir Moka de Bri
to,e deverá ser ana
lisada ainda este
mês pelo Diretor Ge­
ral do Órgão,depois
de proceder estudos
de Viabilidade.
A afirmação foi
feita esta semana pe
lo próprio Deputado,
depois de ver seu re
querimento aprovado
Por unanimidade em
sessão ordinária da
Assembléia e que en­
viará agora,Expedien
te ao Govemador Mance -
lo Miranda Soares e
a0 Diretor Geral,Ar­
naldo Ferreira,soli­
Citando estudos para
a Medida.
Justifica Moka
de Brito que, a
implantação da Re­
Gidncia do Depar­
tamento de Estra·­
das em Bela Vista,
MOKA
ma do seu prédio.Os re­
cursos ião oriundos de
um convênio entre Sccre
tarla de Estado de SaÚd;
e a Sociedade Beneficen
te q/há mais de 20 ano;
faz funcionar o Hospital
Jonas Amarage,Preside
·te da entidade, acompanha
possibilitaria uma
ação mais rápida do
Órgão,na recupera -
ção,manutenção .,e
construção de estra
das federais,estadg
ais e municipais,
sempre conveniadas
com o Departamento,
que cortam toda a
região.
Além dessa soli
citação,o Deputado
Moka de Brito vem
pedindo providên. -
c.ias do DERSUL no
sentido de patrolar
e encascalhar a es­
trada que dá acesso
ao Distrito de Pal
meiras,no município
de Anastácio."Com
essa intensidade • .
das chuvas,a região
está praticaménte
isolada,sem • .• dar
qualquer condição
de "tranquilidade aos
J .
moradores",assegura
Moka.
Na área da saú­
de,a reivindicação·é
para o município de
Caracol,onde a popu­
lação,"pr.incipalmen­
te da, região de Alto
Caracol,vem exigindo
Porto Murtirho,asvu - noGr uo + aro matino
nu que o próximo pas - oanicip l contra o Uso
so do Partido, 'qur om Indevido d centos, q cortou com a parti-
no Deputado Mka o seu cpço de irreras autoridades local, além de
mais fiel rpren' Diretores de Escolas, Prfesor s,
será o trabalho de me - Destacas as przssngas a erhon as 'ois Paulo
Ihor equipar esa unida inot, Juiz d Dirito de nossa c!dade, Cel Ivar
de de atendimento. Ellery Barroso, Caandant do 10 RCMec,Abraão Za,
saúde da população do carias, Prefe. to inicipal, Eduardo Justo Ocafiz
município e de toda Miala, Cônsul d Parauai, Antonina Maria Pinteir
região,que tem marchado de Melo, Agente Regional de Educa·o, Orar Pedro­
unida em tomo do de - a, Dcledo de Policia Civil, 'Tenente Zuchy, Co -
senvolvimento proposto [mandante da Policia tlitar, Guilherme Iutra, Pro-
pelo govemo". [rotor Público, Livia Sirc e Freitas, Defensora
Para o Deputado Moka [Publica, Antonio Elio Masocato, Secretário Muniei
de Brito,o trabalho cs- pal. de Educação. --
tá SÓ começando "e os Fazendo a abertura. do Seminário, usou da pala-
resultados ainda não co vra o Sr. Prefeito Municipal Abraão Zacarias, d1 -
rr.eçaram a chegar, pois- zendo que este não é um problema fácil de se resol
as necessidade regio. - ver, mas que podemos ameniza-lo, indo á luta.Afin­
nals que defendemos não meu o Sr. Prefeito que no que depender da Prcfeltu
poderão ficar somente ra r,;ur,Jcipal, faremos N:aliznr rrui tos outro, :::E:-mi=
nos papéis ou palavras. [narios dessa envergadura, pois a conscientizaçao
Elas virão." Garantiu dos jovens para o mal da droa é muito importante.
ainda,que,além da educa O Comandante do 10° RCMec, disse que "sabemos e
ção,um dos seus pontos- estamnos c.cnte em atingir o nosso alvo, os jovers,
básicos de luta," segue que, devido a idade, não recebem o chamaor.ento que
se a saÚde,q/nada ma1s
7
fazemos, ele reluta em reetber a experiência dos
é do q/a cultura intel- [ais velhos, a nós curqn-e amenizar o tropeço dos
tual do próprio corpo e, mesmos"• "É um projeto que Já foi char..ádo de ousa­
por isso, trabalharemos dia da fronteira e nós concordamos com isso, pois :
incansávelmeAte neste in SE'. nao conse;;ui=s Só.lvar nem um Jovem, vleu a
tento", finalizou. pena pela capacitação dos pais e dos mestres can a
realização do Seminário, mas pelas pessc-as que nos
acompanha aqui hoje ternos certeza que o projeto
será coroado de êxito. Todos devem entender que es
se problema não é meu, é de todos nós, da socieda­
de, faço um apelo para que isso seja SÓ o careço,
que esse projeto seja desenvolvido em nossa cida­
de'.' Destacarros tarrbém o pronunciamento da Agente
Region,J. de Educação, dizendo que esse Seminário
atendimentos melho - vem séndo
O
prin-' demonstra a preocupação de nessas autoridades pa­
res e· mais cons tan - cipal • alvo dos mo ra com o problema em nossa cidade.
tes no setor médico- radares que solici O Secretário Municipal de Educação, Antoni.o E-
tam,há tempos, a lio Massccato t:8rnbém se pronunciou, afirmando que
construção de uma prefere errar fazendo do que não fazendo nada,con­
delegacia de poli- clamando a todos a se unirem ern tomo do problema.
tro de Saúde" .Segun- eia". Para. tanto, Após o pronunciarrento das autoridades e organi-
do o Parlamentar, afirma Moka de zadores do Seminário, o irmão JATI-1E BIAZlJS (Irmão
"são centenas de fa- Brito que, "na ad Marist~) proferiu Ull'a palestra, expondo os perigos
mi 1 ias sem os bene - ministração. ante e os varies camin>-ios que levam u jovem ao uso de
fÍcios obrigatórios rior ao secretário drogas, afirmando ser o Brasil um paÍs com alta ta
do Estado,mas que de Leal de Queirós, ~ de excepcionais devido ao uso de drogas, pois - •
verá voltar · suas já foram adqul ri _ ja soaram 10 da população brasileira. Continuando,
atenções a toda essa dos materiais que dis."é s;r duro ver nossos filhos, a esperança de
si tuaçãoi•. viabilizarão essa nossa patria, r.orrere:, dia a dia devido ao uso de
Da mesma -forma, constz:-ução imedia _ drof,as.
Moka de Brito soli - ta". Logo a seguir, ou-vúr.os o pronunciamento da Pre-
sidente da Copred (COl!Ússão de Prevenção ao Uso ln
devido de Drogas), Sra. Helena Derétrio Gasparini
que fez uma explar,z.çâo sobre a Escola de Pais no »
Brasil, Órgão que trabalha e que está preocupado
com o probleira em nosso 'país. Af'irmou que essa ini
ciativa da ccmmidade belavistense serve como un
exemplo para o Brasil,· colocando o Cor.selho Esta -
dual de Entorpecente; à disposição para o corrbate
as drogas e conclarrou a cunidade para se unir em
prol da criação da Escola de Pais em Bela Vista.
Dando ênrase às consequências causadas pelo uso
de drogas nos dependentes, afirou que , por neces
sidade àa droga, eles fazem tudo, dai sungem os -
desvios sexuais, ou a hooossexualidade.
ossos eloics à Comissão Organizadora deste Se
inario, una iniciziv picneira e:u nossa cidade e
que conta ca o apoio mciçoda caunidae. Nos
colocamos a inteira disposição para a cilvulgação
de trabalhos desta natureza, esperamos que esse tra
balho seja mais desenvolvido er: nossa cidade, te -
CES &E}SE Tu° ,_sn%-,- s veev crema,
odontolÓgico,com a
instalação e apare.­
lhamento de um Cen -
tu» a-
1 Seminário Municipal
de Prevenção ao· uso
Indevido de Entorpecentes
citou providências -iffllft.. 00 rn_,1i:mno-
na viabilidade de A verdadeira felicidade
construçao de um . está na essência das coi
hospital no municipsas. Publicamos anterior
pio de Bonito.Afir mente al , -
ma o Deputado .' guns arcugos a
P q1/respeito do mndo maravi
"da mesma forma, o lhoso do fantástico. Sus
Estado tem que ter pendemos temporarianente
sua particip?ção a coiunã, rras atendendo
nessa necessidade e a diversos pedidos, vol­
di reito daquela po- tarerros a publicar sena­
pulaçao, que somenJnalmnte o "Portal do In
te e assistida h~ finito. o importante na
je, com. uma unida/vida é compreender, quan­
dade hospitalar da to rr.ais se compreende,
rede particular". mais se ana, pois tudo 0
Para Gula Lo- que se compreende está
pes da I.;aguna, as- certo.
segura o Parlamen- Na próxir..a sell'.a'1a,
tar, "a segurança "Portal do Inf'inito".

'
ámara é iotícia
PARP'..cEI N• 001/87
Com! aio de Letala,io,
da;ão Final .
A Cmtssin, d !piin, o, Justiça • Feda;io
Final da Camara Municipal de Bela Vista -
M usando das atribuiçoes que lhe confe­
rem as Leis: Máxima, Estadual, Municipal
e Regimento Interno, examinando atentamen
te o Projeto de Lei NR 003/87 do Vereador
Marcelo Calvano. "Dispõe obre a denomina
;ão de Avenida e dá outras providências".
Emite os esclarecimentos, opinioes e pare
cer, a fim de elucidar o Plenário na d1s­
cussão, votação e provação do Projeto
do Lei acima referido,
A Comissão de Legislação, Justiça e
Redação Final, após estudo individual,
reuniu-oe no Plenário da cãmara Municipal
de Bela Vista -MS,, submetendo o Projeto
de Lei ocimn·rcferido à apreciação de
seus membros, que chegaram a seguinte con
clusão:
.- QUE O PIO.JLTO DE LEI NA 003/87, e:
- CONSTITUCIONAL
- LEGAL
JURÍDICO
TEM CONCORDÂNCIA GRAMATICAL
O parecer exarado nos ltens acima
encontra amparo no Art. 60 e 61 da Const
tuição Federal e Art. 197 do Regimento In
terno.
É o nosso parecer.
Sala das Sessões, 01
1987,
PARECER HII 002/87
de Abril de
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Afonso da
c. Marques- Presidente, Julião Godoy- Mem
bro.
É o nosuo farecer.
Sala das Sedes, OI
• ' ,. 1
I • ,. ~
1907.
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Mor
so da C, Marques- Presidente, Juiao Go­
doy-- Membro.
PARECER IR 003/87
A Comissão de Finanças e Orçanento
da Câmara Municipal de Bela Vista-M;
reuniu-e na sala das Sessões da Câmara
Munif 1 pa l para erni t1 r parecer sobre o
Projeto de LeI N? 003/87 do Vereador Mar
ceio Calvano, "Dispõe Gobre d:nom1naçoo
de Avenida e dá outras providencias".
A Comissão após estudo individual
do seus membros sobre a matéria em pauta
submeteram cm votação, decidindo favora­
velmente à aprovação do referido Projeto
.Lei.
Snlo das Sessões, 15 de Abril
1987.
Nestor Alcides Almada- Relator, Evi
1ás10 N. de Miranda- Presidente, Anselmo
Lopes- Membro.
PARECER fl!t 002/87
de
A Comissão de 'Finanças e Orçamento
da câmara Municipal de Bela Vista-MS
·reuniu-se na saia das Sessões de câmara
Municipal para emitir parecer sobre o
Projeto de Lei N9 002/87 do Vereador Ju­
lião Godoy, "Dispõe sobre a denominaçao
de Bairro e dá outras providências".
A Comissão após estudo individual
de seus membros sobre a matéria em pauta
submeteram em votação,· decidindo favora­
velmente à aprovação do referido Projeto
de Lei. .
Sala das Sessões, 15 de Abril
1987.
Nestor Alcides Almada- Relator, Evi
de
A Comissão de Legislação, Justiça e
Redação Final da Câmara Municipal de Bela
Vista-MS, usando das atribuições que l·he M------=~------de-~-.---- .......
conferem as Leis: Máxima, Estadual., Muni- "R--w-,r • .
cipal e Regimento Interno, examinando ru, l,C,,
atentamente o Projeto de Lei Ng 002/87 do
Vereador Julião Godoy. "Dispõe sobre a de
nominação de Bairro e dá outras providn
cias". Emite os esclarecimentos, opiniões
e parecer, a fim de e~ucidar o Plenáfio
na discussão, votação e aprovação do Pro­
jeto de Lei acima referido.
A Comissão de Legislação, Justiça e
Redação Final, após estudo individual
reuniu-se no Plenário da Câmara Municipal
'~ :·de.· Bela Vista-MS., submetendo o Projeto
de Lei acima referido à apreciaç·ão de
seus membros., que .chegaram a seguinte con
clusão:
- QUE·O PROJETO DE LEI N 002/87, e:
- CONSTITUCIONAL
! '
O :._ .,r,o -
sao:
QUE O PROJETO DE LEI Ng 018/80, é:
COHSTI'i'UCIO!lAL
LEGAL
JURÍDICO
TEM COi'!CORDÂNGIA GRAMATICAL
o Parecer exarado nos itens acima
encontra amparo no Art, 60 e 61 da Const!
tuição Federal e Art. 197 do Regimento In
terno.
É o nosso Parecer.
Sala das Sessões, 15
1987.
de Abr11 de
Marcelo Calvano- Relator, Ivan Afonso da
C. Marques- Presidente, Julião Godoy- Mer
bro.
• •
anuncar para
•·
econom,zar
· dinheiro é como:
parar o relógio
para economizar
.7%....... tempo.
o. Parecer exarado· nos 1 tens -"acima ROO _ Comunicação S/C Ltda.
encontra amparo no Art. 60 e 61 da Consll' Lembre-se disso todas as vezes que você pensar cm c:or11r. Rua Voluntários da Pátria, 1544
tun;ão: Federal e Art.'197 do Regimento I, rone: (011) 290-8664
terno. ' sua verba de propaganda _'] ICEP 02010 - SANTANA
FOTE IA
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972.
DIRETORA
REDATOR-CHEFE:
OER!NTE
REPORTAGENS
FILUOO Ã
LUSO COERCiAAI. LTDAA
. AGRO PECUÁRIA LUSO LTDA .LUSO COMÉRCIO
, . . . .
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Fone: (067) 439-1410
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- Séde Própria-
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA
Propriedade da·
REDEBELAVISTENS DE JORNAIS LT. ±
CGC-F: 15.513.203/0001-59
IJfSCR. EST.: 28,219,003-1
Reg. no Cartório de Tit. e D0Lentos N+ 35
ABRAJORI E
llPRESENTAMTE EM SÃO PAULO:
ADJORI-NS
SP
- Con1.01

e
O AL, TRI MA DA FFIN" IA
PREFEITURI MUNICIPIL DE BELI VIST
-Lei Orçamentária Municipal-
L E I N 6 7O1/06, - C / B Hl l-: 1 F . D O PREFEITO E M O I DF DEZEMR .. +r-., .,_
d. Bel Vista par4 o x
1 'l l:! / .
O Prefeito Municipal de Bela Vista-MS, usando das atribuições que Ihe são conferidas por f ator aue Cl: ar Muni-
c!pol decreta e eu uunclono u zrgulnte lei:
Art. 1
9
- fica aprovado o Orçamento Simplificado do Municlrio de Dela Vista, Est do d 't+to Gro 'o •, 1., í••''J u x,•r,•: -
cio financeiro de 1987, discrirnina<Jos nos anexos intcgrantcz desta lei, que estima a Hec lta en Cê: ?9.l ,ll·O,• l (v1•1 1 no-
ve mllhÕes, cento e vinlc e seis mil, quatrocPntos e oitenta cr·uzodos) e fixa despesa ·m igual valor de confot idade com o D•·cr,
to-Lei n
9
l.87S/85 de 15.07,81.
Art, 2- A receita será realizada mediante a arrecadação dos tributos, transferências de Recursos, peraçoes de Crédito '
outrau receitas, na forma de legislação cm vigor e das especificações Constantes nos Anexos integrantes desta Lel, de acordo
com o seguinte desdobramento:
1 - Receitas Correntes.
1.1 - Receita Tributária , .
1.2 - Receita Patrimonial .
1.3 - Receita Industrial .
1.4 - Transferências Correntes .
1.5 - Receitas Diversas .
TOTAL DAS RECEITAS CORRENTES .
2 - Receitas de Capital
2.1 - Operações de Crédito .
2.2 - Alienação de Bens Móveis e Imbveis ..
2.3 - Transferência de Capital .
2.4 - Outras Receitas de Capital .
TOTAL DE RECEITAS DE CAPITAL :.
Cz$: 2.'1GO.OOO,OO
Cz$: 100.000,00
Cz$: 150.000,00
Cz$: 23.O96.'1AO.OO
Cz$: 560.000,00
Cz$: 26.366.480,00
Cz$ 1.500.000,00
Cz$ 100.000,00
Cz$
1.110 ·ººº·ºº
Cz$ 50.000,00
Cz$ 2.760.000,00
Art. 32 - A despesa será realizada de acordo éom os qua­
dros analíticos constantes dos anexos integrantes desta lei
obedecidas as seguintes discriminações:.
3.0.0.0 DESPESAS_CORRENTES.~ Cz$ 20.076.480,00
3.1.O.O DESPESAS DE CUSTEIO
3.1.1.0 PESSOAL
3.1.1.1 Pessoa Civil Cz$
3.1.1.3 Obrigações Patronais Cz$
3;1.2.O Material de Consumo Cz$
3,1.3,0 SERVIÇOS DE TERCEIROS E ENCARGOS
3.1.3.1 Remuneração de Serviços Pessoais •• Cz$
3.1.3.2 Outros Serviços e Encargos ...•.•• Cz$
3.1.9.O DIVERSAS DESPESAS DE CUSTEIO
3,1.9.1 S~ntenças, Judiciárias .........••• Cz$
3.1.9.2 Despesas de Exercícios Anteriores. Cz$
3.2.O.O TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
3.2.3.O TRANSFERÊNCIAS A INSTITUIÇÕES PRIVADAS
3.2.3.1 Subvenções Sociais • .. • Cz$-
3.2.5.0 TRANSFERÊNCIAS A PESSOAS
3.2.5.1 Inativos ................••••••••• Cz$
3.2.5.2 Pensionistas ...........•••••••••• Cz$
3.2.5.3 Salário-Família .....•••.•• •· •···· Cz$
3.2.5.4 Apoio Financeiro a Estudante ••••• Cz$
3.2.5.5 Assistência Médico-Hospitalar •••• Cz$
3.2.5.9 Outras Transferências a Pessoas •· Cz$
3.2.6.O ENCARGOS DA DÍVIDA
3,2.6.1 Juros· da Dívida Contratada ••••••• Cz$
3.2.6.5 Juros de Outras Dívidas .••••••••• Cz$
3.2.8.O CONTRI~UIÇÃO AO PASEP •·••••••••t· Cz$
4.o.o.o DESPESAS DE CAPITAL ••••••••••••••
4.1.O.O INVESTIMENTOS
4.1.1.0 Obras e Instalações ••••••••••••••
4.1.2.0 Equipamentos e Material Permanente
4.2.O.0 INVERÇõES FINANCEIRAS
4,2.1.O Aquisiçã~ de !moveis ..• : ••••••••••
4,3.O.O TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL
4,3.5,1 Amortização da Divida Contratada
4.3.5.4 Outras AmortizAçoes •·•········••·
TOTAL GERAL .......•• • • • • • • • • • • • • • • • ' ••••
Cz$
CzS
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
Cz$
1O.e1O.ooo,oo
780.000,00
3.370.000,00
1.393.240,00
2.248.240,00
10.000.000,00
;300.000,00
30.000.000,00
200.000,00
200.000,00
65.000,00
130.000,00
50.000,00
160.000,00
200.000,00
• 30. 000, OO-
1OO .ooo, oo
9.050.000,00
5.280.000,00
3.390.000,00
50.000,00
300.000,00
30.000,00
29.126.480,00
II - Realizar operaçoes de crédito por antecipação da Re­
cei ta no decorrer do exercício de 1987 observadas as prcscri
çÕes do Art. 6? rJa Cons • i Luiçii.o Ft,ú{.•!';,J.
III - Abrir créditos suplemen ares até o limite de 80%
(oitenta por cento), do valor total da Despesa fixado nu Orça­
mento- Programa do Município para o exercício de 1987, a fim
de suprir insuficiência nas dotações.
Art., 5° - Esta lei entrará em vipor em 1? de Janeiro de
1987, revogadas as aisposições em contrario.
Prefeitura Municipal de !i. VL,t.a, 01 de Dezembro de 1906.
ABRAÃO ARMOA ZACAR!,,S - PREFEITO MUNICIPAL.
Art. 4 - Fica
O
Poder Executivo autorizado a:
1 _ Tomar, se necessário, as medidas cabíveis para o rea­
luste cae despes0s ao 9fotiv 2orpcrtarento d Recita.
Odontológico
Cirurgia Dentista
DRA. ANGELICA AZIAGA OLMEDO
CROWO
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1±z=
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- Crônica da Cidade -
a ''Viagem'' de liuiz &Jberto
Lu!z Alberto r um rapaz como urc mo "D.Faro." Não era pessoa de boas rele
qualquer.FIIho de um médlco,a mie advoga çóes,diziam qua alugava quartos para Jo-
da,estudava no melhor colgio dn cidade., vens casais, e mais ainda,que na sua
boa pinta,alto,desportista, amante da boa "pensão" a maconha co.rrla 09lto.l~aG -a
mica,enfim,um rapaz padrão, cidade era pequena, todo□ac c!onheciam,e
Tudo cornc:çou quando chegou a cidade. o a D.FarÓ era vi'g1ada.NÕo havia prova!J d~
Carliio,cru de São Paulo,estava passando seu envolvimento,a polícia dera vár1an
uno dlt:w no cnria da tlo,rnal:i conhecida c9. batidan e não encontrara prÓvas concr.e -
fllll---------------------=---------a• ... _,. tas, sÓ o. f llho do
pçefeito com a Ma
rieta,filha do rico
uo1ne1ro Mnrc;nde&,
foi um escândalo.
Ma::; a paz e
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tranoformou em pcs~
dclo com a chegada
de Carlâo.
O grupo estava
reunido na lanchone
te do Paco,rnuitas.
risadas,piadas e
mais piadas e as fg
focas do momento.
-Pois é, a Rita
largou do zé e fi
cou com o Luiz ...
-Que nada,o zé é
que lhe deu o-bilhe
. te azul.
- 01 pesso.al.
Meu nome é Carlão ,
sou sobrinho de Do­
na Faró.
Todos olharam pa
ra o rapaz que ha -
via chegado, bastan
te simpático, foi
se apresentando.
Lá pelas tantas
o papo estava solto
e Carlão havia
o.
de
se
se
entrosado com a tur
ma. No meio, o nos­
so jovem amigo Luiz
Alberto. •
panh!as. A ocasto faz o ladrão. fs" T
paz, sobrinho d Don da pen: o, nu4o
amizade prá voo - falava o pai de Luiz
Alberto.
- Que nada pai, é gente fina, sio
fofoqueiras que no m o que fazer fi.an
Jogando minhocas nas cabeças, respondia o
jovcn.
- Culdr,do ::·eu !ili.o, r~uito cutrlndo.
Num domingo à tarde, vários Jovens pas
saram na casa de Luiz e o convidaram pa­
ro. oair, de Jeep, dar um, volta pela cida
de e, talvez, uma chegada até a chácara
do Rlnaldo.
No caminho pararam na pensao.
- Vamos li peu::;oal, ::;niu gritando, o
CorlÕo.
Rodarnm pela cidúdc, pararam na lancho
nctc, pegaram umas cervejas e fororn par·t1-
a chácara. Carlão que tocava violÕ.o nillto
bem, falou prá turma.
- Olha gente, estou cansado de contar
,e tocar violão. Negócio seguinte, va~os
entrar numa diferente, tenho uma novidade
para vocês. Foi até o Jeep e voltou com
umas pequenas pÍlulas.
-- Olha aí, isso aquivai dar um barato
legal. O que é isso,perguntou Luz4a.
- E um barato, so os caretas nao cn -
tram nessa. Vamos lá pesso'al. E um por um
os meninos e as meninas foram pegando as
pílulas. Luiz Alberto hesitou.
- Deixe disso careta.
··-. Está com medo. Pressão daqui, goza -
ção da~i, e Luiz pegou a sua pÍlula.
Depbis'foi a vez do cigarro, uns cigar
ros dJ ferente, maconha. . . -
- Da boa, comentou o Toinho.
E .a ."festa"· embalou.
Rodada e rodadas de cerveja, mpconha e
bolinhas, as meninas tiravam as roúpas e
dançavam só de calcinhas. .
O clima era quente, o a_mbiente ficou
ainda mais pesado quando João, filho do
Prefeito da cidade, comentou com Luiz Al­
berto.
.- Pois é cara, o negocio.é que o Pau -
Meu filho, cui 1 t
ao rouxe a novidade para nós, mas ainda
dado com as mas com t f lt es a a ando uma coisa ..
: • - O que ê7 respondeu Luiz.
l - Aquele barato que faz a
'[ dar".Paulão ouviu e· •rla hora
LSD.
-
gente '.'vi'a -
foi buscar
- Tá ai pess6al; quem vai nessa.
~ j - Eu vou'. Quero ver estrelas, respon-
. j deu Luiz. . •
ONDE o HÁB nà DE COMPRAR FOI l . NingÚém ~aJ?e. cç,.mo e ~em o porquê. A .
crivo P, TODAS As PEssos ?]?".{1;"; erres4a. conta sue w
QUE APRECIAM O MELHOR: pos ngerir ª droga começou
. _ ! ~ c·aritaz:, gritar: e de repente, aproprian
6ENEROS ALIMENTÍCIOS EM GERAL ]"-Se de uma faca que estava no Jeep co­
ARAME OVALADO, BELGA, HiINEIRo, Rou]' eçou ª esfaquear todo mundo. Dois rapa-•
F
· • · 1 V • - / zes morreram •
PAS, RUTAS. 'ERDURAS, LOUÇAS.ALU- a g • • •· quatro moças ficaram feri-
MINIOS, BEBIDAS, MILHARES DE Pn.]is e Luiz gritando'vamos matar o monstro
-DUTOS DA i·iELHOR QuALJDADE E os· 1 cortou a propria garganta. Morreu na hora.
MELHORES PREÇOS, Carlao foi preso. Como traficante. A
- cidade de Rto Vermelho j' - ,
/.é' · A "
1
• a nao e a mesma.
'". v agem". de. Luiz se transf ""'ª
tragédia. . . • •. . armou n ......
~UE JlE ~il.S -FO.'l!E- 25lc-17J..i 6ROSSO DO suL k _-No sermão de domingo, =-si'::' ::::' ::{ "°ntou: : ... +o Padre Ramão
}' -Pois é Jovens, às ve.
dades mas a i zes, querem nov.!,
' • • ma -or novid •
· dêu !'oi
1
· • . • ade, que Deus nos
. • v ver, e descob i d
; yida a todó i'nst . . r r as belezas a
1· . . _ ante.
! As drogas sao pesadelo
,te da alma • . da vida e a mo!
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Marcenaria São José
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eles o preço que tem de pagar para conse­
guir que as pessoas trabalhem. De certo
odo, o t.rullrllho e mercadorin que d •tr•
eer adquirida, do mesmo modo que e com­
,a carvão, cobre ou outros artigos.Ales­
te i;ontido, o pagamcn.o eh, oalarloi; rJ u­
r.a nimplco tron::rnçÕ.o econômica q1Je porJr,
r,cr d1rig1du oegundo o menino raclocln1o
ou 1bg1co utilizados om qu11lquer outra
compra, na qual oc procure obter a maior
quantidade e melhor qualidade possível cm
troca de oou dinheiro. Disto surec a id~­
!a de um "mercado de trabalho", no qual o
empregado e o empregador barganham a re::;­
pcl to doo trabalhos, ou em que há tabelas
de preços entnbelecendo varlas cotcaoriuc
de salÚrioG ou de mercadorias.
Para o empregador, o trabalho que ele
compra não é uma sinpleD mercadoria, como
uma chapa de aço que. pode ser adquirida
de acordo com determinadas cspccif'icaçÕcn
cerno tamanho, peso, resistência e campo-
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ta mercadoria, mas como melo de 'Imular
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te. f.ln. larr.bÍ,m acha que os salários devem
criar urr, centimento d~ lealdade , n t·cl ciç=:o
à companhia.
Ao estabelecer as tabelas de p~7u-nnco
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ral, montcr os salÓ.rlos "ao p-.r" rlo C'JU'1 o', nhias. Pod n-se utilizar ta tit'.•·, 1>:: Jrvantn
outros pugam por trabalhos semelhantes. Se tentos realizados por nruµr,:-; rJ,. on.panhi -
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C': se:- 11 quontin eerolmen e acoi t.r, par um qualquer maneira, acaba-se tendo uma idéia
Lr&bnl ho, e l cs acharão que es.ão sendo mu! de co:::o , ., til o me 1'c1tdo e rJo qunn • o ~.r· cJcvP
to fenoroso!'l o temem ostnr despcr·diçnndo µ,,1•a:-.
rlinhoiro. Muitos companhias, cntrctnnt<> Por exemplo, quase todo mundo tem fdéf-
~angloriam-uc de pagar acima da midla o a9 formadas sobro o vnlor de del "~inndos
ju;;Uficam enca atitude com base no faLo caros, e quando o salário de umn pr r·coa
.'k que o pagamento de r;alÚrios mais elevo- "!Xccd<• ou é menor que esse valo:, ela é ti
dos lhos dá a posslbi lidade de escolha der. d,, co~,o bem ou r.al rerruncrada. f.: r.iro qur­
tro da mão-de-obra disponível, e cr!-i lcaI se per.se cm fazer pagamertos diferentes pa
dade e eficiência entre seus empreguclon. ra trabalho::; serr,ulhantJ·.G, como rcnuir.nrJo
Outros consideram que. r.omo estão pagando de difertnça de capacidade pessoal ou de
os prccos normal dos serviços, srus salá - esforços. Nio se considera que uma pessoa
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ESPIRITO .SANTO
mals, mas apenas devldo a seu empregador
ser um avaro que a está explorando. É o
princípio tão generalizado no serviço pÚ -
Esplrito Santo, voce que me esclarece blico de n:uitos países: salários iguais p~
tudo, que ilumina todos os caminhos pará ra funçÕ<"s iguais.
que eu atinja e ~eu ideal,você que me dá Ale Ahmed Ghazzaoul - Diretor do Centro·
• o dom divino de perdoar e esquecer o Cultural Islâmico de Mato Grósso do Sul.
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quero neste curto diálogo, agrade
cer-lhe por tudo e co~firmar mai;
uma vez que eu nunca quero me se­
parar de você por maior que seja a
ilusão material, nao sera o mínimo
de vontade que sinto de um dia es­
tar com você e todos os meis irmãos na
glória perpétua.
Por uma graça recebida.
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YI5TA/14,
PORTO MURTINHO VAI
REALIZAR 1· TORNEIO
'DE PESCA E MENTIRA
) Hotary Club de Porto Murtinho, que
e presidido por Feliciano Bri to, estará
promov<·nrl<> non dian 28, 29 ,30 o 31 de maio
o prirnciro.Cumpconnlo de Pcncn parn Rota­
rlnnon do Dlotrilo 447, reunindo "pescado
re" dos Estados de siio Pnulo, Mato Gros­
ao P Mnto Groooo do Sul. O torneio premia
ré também a mlor mentira em público pe­
lou concorrcnlns que deverão ne aprc~.mtnr
em dup l UIJ,
Para funcionar como Juiz do campeon!
to de pesca foi convidado o Jornalista Fa
blchek que escreve o aonunto, semanalmen­
te no Jornal "O Estado de são Paulo",
PHOGRAMAÇÃO
A abertura dn prograrnoção está marca
da para as 21:00 horas do dia 28 de maio
com Exposição de Fotografias sobre o Pan­
tanal du :ot.Ógrafo e Cinegrafistà Georges
Sayc'gh, sei::u,,,.,, ,-Ele brincadeiras donçan -
lcs a partir das 22:00 horas:
Ola 29 - Passeio de barco e visita a
Ilha Margarida no Paraguai, para compras,
a partir das 15:00 horas; 20:00 horas.
- Exposição de jÓias, 22:00 horas
Desfile de Modas com participação das Se­
nhoras da Casa da Amizade; 22:30 horas
brincadeira dançante.
Dia 30 - 8:00 horas: Início Campeona
to de Pesca até as 16:00 horas; 20:00 ho=
ras - Queima de fogos de artifício ,n'O
Hotel dos Camalotes; êl:00 horas - Entrega
de prêmios dos campeonatos de pesca e de
"mentira", no Clube Carandazal.
22:30 horas - Jantar e baile de con­
fraternização.
DIA 31 DE MAIO
9:30 horas - Torneio de futebol de
salão.
12:00 horas - Almoço livre.
15:00 horas - Grande Penca "Rotary
Leva Esperança" no joquei Clube de'Porto
Murtinho.
18:00 horas - Encerramento ..
t-----------------------~mercadorias contJ -
nuam simplesmente
í
CORUJÃO CONTABJL
Abertura e Encerramento de· Firmas .
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governo manifestando
preocupaç~o diante
de reajustes e aumen
tos 1ntoler~velu ~
lnnuportávelc doe
componenteG de im­
prensa.
Segundo o Presi­
dente da entidade,
Jornalista Selito A~L---------------------"T-;-:-:----------~
tônio Schmit, o mal~
grado "Plano Cruza -
do" Já vinha sendo
desrespeitado pelos ~---=-_ . ._.~IM~~-r$ ~ p:·.·.n .. :·
fornecedores de mat~ ~
ria prima necessária ~ ~
aos Jornais através a :
da diminuição ou ex-
tinção de pagamento,•-------~
perda sensível na
qualidade dos produ-
tos, falta de merca-
dorias, nos Últimos t------------------------------------1
meses, aumentos des­
carados e insuportá­
veis. Afirma o Pres1
dente da ADJORI-RS
que praticamente to­
dos os componentes
necessários à confec
ção.do jornal como
filmes, chapas, foto
litos, papel totográ
fico, papel de im -
pressão, químicos e
outros tiveram aumen
tos superiores a 1s
desde fevereiro de
1986, sendo que os
reajustes maiores
verificaram-se nos
Últimos meses com 1
alguns artigos ul- 1
trapassando 300%.
Além disso algumas
1:
em falta cauando e-, vel indo
to causa enor op:
enso, po!4 mui'o
ornais não terão
PIVA E MOS UJTO
normes transtornos
par. a maioria do
Jornaln qu0 ?' ~brl-
P,W:1 cuticti u1-l as condições de supor -
ar esa o 1 taaçio c/
por outras com preçol a
até 3 vezes superio-lprejuizos incalculá­
res, quando encontra] veis e Impossibilidg
Contlnu~ o Prcni- toe.
dente e Diretor do] Caso não se)a
Jornal Atualidades om«das medidas ur --
de Santo Augusto re-l pentes e efe Ivnas pe
f 1naliz1 o r,
te da ADJORI-R,
------------- .. _
Chaplin Calçados
• '"m'ols do que de máquinas.
p('O(.Ísomos de humanidad~
51'.M fJIONffJAAS MARÇ0/117
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1984.M
o Ser•'l9
ao Crê;::
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Essei
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OPINIÃO/DEBATE
ONDE EST í O GOVERNO?
Insolvência da Pequena
Empresa
c;Ufl.11!:.flMJ-: AFJF DOMIIIGO:,
(A.PI«nlto-3P)-Va, Quando chegou à C-
endo-me da minha con, mara dos deputados, em
dJçno de deputado fe- 1905, o pacote tr-lbut.:t­
d•'ral, ,lcvoJ ao conhe- rio, <.:u ccxr,parr'ci pcr·;m
eimento da Câmara, em] te os parlamentares de
ras[lia,os primeiros então comno cidadão e co
dados sobre a dura mo presidente do Movi -
real J d ade que a tinge mento de Defc:sn do Con-
as pequenas empresas tribuinte, para alertá-
que acreditamn no Pln- los de que, naquele ing
o Cruzado,se endivi- tante se estava montan-
daram e, hoje, cncon do um engodo à Nação, à
tram-sc em situação classe média e à classe
de Insolvência. trabalhadora, pois, pc-
Recebi do Ins t 1 tu- la rpanipulação dos da -
to de Economia Gastão dos, os lideres parla -
Vidigal os números mentores estavam sendo
preliminares da insol enganados pela equipe
v;ncfa na capital pau econômica do governo.
11sta,no mês de feve.' Naquele final de
reiro.Os títulos pro- ano, o Congresso Nacio­
testados aumentaram nal foi induzido a erro.
481%,foram requeridas Não nos adiantava insi
24 concordatas contra tir, uma vez que a ma -
apenas seis em feve - neira como foi conduzi­
reiro do ano passado, da a votação do paco.te
número que é o m11.ior tributário determinou a
desde dezembro de
1984 ,Ao mesmo tempo, •
o Serviço, de Proteção
ao Crédito acusou um
aumento de negativos
de 16% e diminuição
de reabi 11 tados em_ .
30%.
Esses são os indicado
res claquilo que vinha
1!1)S alertando, há tempo ,
rras éramos sufocados pela
ciédia oficial, que. enfia
a sela abatxo da soe±e­
dade uma realidade que
não existia. Agora, aqui
está a hora dà verdade ,
que coloca na· mesma si tua
ço dos pequenos empresá­
rios os agricultores.
Há, assim, necessidg
de de o representante
da cquir,<: econÔrnlca com­
parecer à câmarc1. dos O,.,!­
putados para cxplicnr o
que foi fel to cm 1985.
Terá ele de expl J cur por
que hoje, alguém que • te;
dinheiro para receber
vai ser chamado a po.gar,
s<>m direi to a receber o
que o governo lhe deve.
Esses dados, somados
µO confisco que será da
ordem de 20, cm média ,
do salário ou do rendi -
mento da classe média ,
agravarão ainda mais a
situação atual da iflsoJ~
vência, porque, com 20
de confisco na renda de
q..an cx:rs::rre t.eren::s 1rev1 - 1---------------------------------,
tavelmente a recessão.
Recessão condenada pelo
sua aprovaçaa em apenas presidente José Samey e
vinte e .quatro horas. pela prÓpria sociedade ,
Mui tos parlamentares q/ mais imposta pela .equipe Pelo que se pode ras Municipais, ve -
o aprovaram confessaran econômica do governo, q/ concluir, os Marajás lhos funcionários
depois que não o tinham terá de se apresentar seriam funcionários conseguiram, acumu­
lido/ não tendo, portan ao plenário da Câmara pa] úb11cos que, depois [lando cargos, tempo
to, noção daquilo que_ ra explicar porque men - de terem passado a de serviço, auto -
estava embutido no seu tiu não só ao Congresso vida sem trabalhar , promoções, serviço
conteúdo. Nacional, mas a toda a conseguiram, "traba- noturpo, e indeni-.
O Congresso Nacio- !C:l lhando" bem, um e- zaçÕes mÚl tiplas, sâ
nal foi enganado. Ave_;: "' xorbi tante salário lários astronômico;.
dade, porém, surge ago- ~ -- rio fi~
0
da vida. O Supremo Tribu
ra, neste mês de março, Os super-salários nal Federal Suspen
quando um dos maiores tornaram-se uma ver- deu os vencimentos
assaltos tributários . gonha nacional. dos marajás de A-
dos Últimos tempos vai Na Câmara Munici- s R
..±.:r., w8j, [±55.] iem umo e
grosso da classe tra ,,E versas outras cama Sem' Plano
balhadora. E tenho ce hltttlll
J O R·N' A L· IS MO E' A R TE E o país vive uma sit:uação estranha. Ao
' . -"' que parece, continua o choque entre o pais
.. e .o M p E T E. N e I A. ' real dos milhões de brasileiros e ó. pais
ideal imaginado a partir de Brasília.
Somos a oitava economia do mundo ociden
tem rruito de arte, pois merece: afimar que "jor-lttal, colheremos a maior safra de grãos de -
o curso só dá o diplana, nalista é aquele que e- nossa• his tÓria. E daí? Não ternos a quem
o cl1re1to legal de exer- xerce sua, profissão cem vender, não temos como transportar, nem
cê-la, mas aqele médico canpetência e cl1gnidade", onde a.IT!'.azenar. Depois disso quem vai plan­
vitorioso, tanto na clÍ- sçmente isso. tar? lao ha planos. Nenhum rumo é aponta _
nica geral como nas vá - José C. Ferraz Sal do. Cresce a impressão de que não temos
rias especialidades, ne- les - Médico,Psiqui! planejamento e não temos administração
cessita de rruita intui - tra e Professor Uni- Quem é o responsável pela economia brasi _
ção, criatividade, cem- versitário. leira? Nos Últimos dias o atual ministro
preensão humana e a_arte o 1·r•1unfo dos· da fazenda, teria· sido substi tuido diver-
de dedicar-se ao proximo sas vezes. Enquanto isso, divulga-se a ela
com desvelo e interesse., boração de um projeto salvador, elaborado-
As escolas de joma- • Robots
O
(1 por homens que se comunicam telepaticamen-
lisroo devem continuar a " te. Continuamos sem plano e sem r-umo, ca _
existir, melhorar seu P~ . '. minhando penosamente para o abismo.
<irão de ensino, da mesma Segundo diversas pre-,,
'forma como os sindicatos visões, na próxima década]
de jomalistas devem ve- as. linhas de produção das
lar sempre pelos interesj mais modernas fabricas do
ses dos que trabalham m..mdo rião deverão utili -
nos jomais. Porém, _não [zar mão d e-obra humana .
fazer a discriminaçao to] Usarao apenas robos. Os
la de considerar joma - operários serão total ou
listas somente os forma- quase totalmente substi­
dos pelas escolas de jor tuídos por robôs, dirigi-1:
1
~----=-,...;.-----------­
nalismo sendo que, algu.,. dos e conttolados por p~ j
mas delas, can cursos gra.-nas de corrputador. Sem
precarissimos. àÚvida, a década de 90 a-
Agora que a Consti tu- penas abrirá as portas do
inte está elaborando nos século XXI. Quantos paí -
sa carta magna, não sei ses estão se preparando
se seria o caso deste as para a nova situação do
r tratado cano hcrnem no planeta terra Bk
ros que pus ar o
teza de que o presidente fim de emana sem d
amey também .foi eng?2 [rneiro com a!uns
do naquela ocasião.
cen avos, farão a
mesma per;zuntu:
está o Governo?
greve dos Bancário,
dos marítimos, dos vi;os público!
portuários, dos pro- vencia 1 e; :. v ·'
r·on
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Iis?
Pediatria Clínica e Puericultura
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20$$0 no SI
Os Marajás -
lagoas - quase 15
mil funcionários pá­
blicos·, entre os
quais aÍguns recebi­
·am honorários de até
cz$· 300 mil.
Será essa decisão
o início da moraliz~
ção do serviço pÚ
blico?
(AC. PLANALTO,
SP).
A Escola de Jorna Joelm1r Betting,Diafé -'
lismo não forma· o·· jo; ria,C.Reis,etc. • •
alista mas apenas dá Em São Paulo,confor­
lhe um diploma.Igual- me os· jomais,o Sincl1c!
ente a Faculdade de to dos Jomalistas, fi­
Letras não forma. poe- liado à cur ,dedou 'na
tas ou literatos, bem· Justiça do Traball}o
como os Conservató . .,. ~erca de 40 jornalistas
!'los não formam con - da "folha de são Paulo','
Sertistas maestros ou trabalhando neste ves -
compositores .Assim co pertino unicamente por
D. • • 0
Poeta ja nasce SllB. compeJ;encia profis-
Poet •
a e a cultura ape sional, todos eles sem
As melhora sua produ' o "canudo" da escola de
Çao e Pode transror ' jomaliso. Também não
ar um "repentista"ou frequentei esta Faculda
"ea»
dntor de c.ordel" na de, e escrevi durante
que], - • •
." que faz poemas -dez anos no "Diario de
valor antologico, são Paulo" dos Diários
assim t, ·:
d ambem o verda- Associados e, depois~
" Jornalista Já] rante 4 anos no "Diário
ice com essa "veia" Popular", com una colu­
e Pode evoluir em sua na semanal cano o faço
Podu;ão tanto com as] agora para a Agência
n0for+, -> 2
na E açoes obtidas . Planalto. E que, embora
,
5
Cola de Jornal is méc11co, psiquiatra, tam-
0 co; -
1 mo em outros . me bém nasci can um pouco
Os cu] -
hg. urai s, sejam da veia jornalil.stica,
faculdade de Di-l'revelada Já no curso a­
"O,de Administração,de cadêmico escrevendo pa­
~ a,de Medicina,etc. • .ra o jomal "O Bisturi"
~ SUrg,! ram Assis Cha- da Faculdade de Mecl1ci-
brisa na
REDE BELAVISTEr~sE DE JORHÁIS LIDA.
- QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO-
'
z 2 z:
.-.... O LAuDI IA LDOES A LA,
5Nau Tua, MuTt (Por3 ato
........... ..,.,..,...
........... ___,,ICIÃQ....,....,.,o&Q
KÃ .._... CIII! Da ANOS UIITAJC)() J0INoUI
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I BIJ 1/, llA
LA Vf ,TA-M_
COMENTINDO
Por Nancy·
JlAI LE DA ALELUIA
Diu 18 pp.no Gr~mlo Pedro Ruflno,contou
com nnimaço do conjunto Los Thamys.
NOITA
Gente alegre e descontraída animou a
noitnda
NA OCASIÃO
O Prcuidcntc do Clube Mário Vargas
anunciou aos presentes que a nova ilumina­
ç~o paro DiscoLequr já estava instalada e
logo a sccuir foi feita uma dcmonstraçio.
Mereceu aplausos! Foi do agrado geral!
TAMDF.JI
No domingo e segunda .feira hou~e disco­
teque.Muita imnaçao por parte da Juventu­
de!
Semana Santa,Pe.Bento e seus auxiliares
organizaram aos fiéis; dias de reflexões,.
procissões e muitas orações e o povo cor -
respondeu! Todos esses dias a Igreja e
Capelas sempre lotadas!
HÃO ESQUEÇAN
-TRIBUNA ESPORTIVA -
Fo! real!za!o n e dr!ngo [
Vila Previul,ma!s uma roniaot do cmpe0n_
to Inter-Bairros.
1
f t•r· J,1 i-r1, do
Ma 1 partida e de ron a d
Jibóia X MLxto,Jogo este que terminou com
uma vitória do time dos «migo do Jiboia,
com o placar de 3XO.
Na 2 partida,se defrontaram Belavis -
tenso X ótimo Gole,doo em que o time
do Belavistense não t ve muito trabalho
para vencer o Ultimo Gole, com o placar
de 6XO.
Os gols do Belavistense foram marca -
dos por: Montanha (2) Gabrlcl (1) Ferru­
gcm(2) Afonso (1).
• Na 3• partida que estava marcada pa­
ra 15:50 o time da Prefeitura não compa­
receu diante do seu adversário,o Rasto -
lho.Por isso a comissão de esporte deci -
diu punir o time de. prcfei tura, cl iminun -
do-o do campeonato Inter-Bairros,
HÃO PERCAM
Vocês que gostam de assistir futebol,
nesta sexta-feira no ginásio de esporteG,
haverá um quadrangular de futebol de sa -
1ãô,onde jogarão: 5ª,6~,7ª e aa noturno.
Esta é uma promoção da comissão de espor­
tes da Escola ,EE:tadual de 12 Grau"Genero-
"
·FALSA
Moralidade
E· OS KOTORISTAS
O ex-governador 'do Ceará,sr.Gonzaga
No dia 1 de Maio, o salão de beleza Mota, figurou durante m_ui to tempo nas pri- _
Chie estará promovendo no Grêmio u~ sensa- melras páginas dos jornais.Motivo:defesa
cional Desfile de Módas Adulto e Infantil, da moralidade administrativa.Especialista
cortes,penteados e maqlliagem!Vamos presti- da indefinição,polÍtica,o Motinha cearen
giarl se tinha todas as condições de fazer um -
governo exemplar em seu Estado,mas fraca~
sou.Pior que isso,deixou uma administra -
ção falida,com mais de 100 mil funcioná -
rios ociosos ou inúteis na folha de paga­
mento.Agora,vem a pÚblico outro escândalo:
os professores da Academia de Polícia ga. -
nhamem média Cz$ 122 mil e_80.De qual
quer maneira,no Ceará,tal salário é igual
ao salário de 9 coronéis ou 44 soldados da
Polícia Militar.O mais surpreendente é que
entre os professores figura o advogado
Francisco José Fonseca Mota, irmão do ex-­
governador,que tem mais três empregos na
administração estadual.t poisível que a-:
Cademia cearense forme os agentes da Sco­
tland Yord•,. da FBI ou da SWAAT. Convenha -
mos.porém, que em-nome da moralidade mui-­
tas imoralidades podem ser cometidas.
(AG.Planalto-SP). •
Reclamando:vários trechos do asfalto
de nossa cidade. estão necessitando de repa
ros urgentes! Não há carro que aguente tan
ta buraqÚeira!
JIUITO
Em breve a nova Diretoria do Belavis­
tense começará a fazer promoções e·por em
funcionamento a Discoteque do Clube.Conta
com o prestigio de todos!
E A DIDE
,crsn: SABADO
No c·r,o
a!1 e ir u .i
Faixada Corinrhi n
este aae vale u
de cerve,)a.
ATF "ª0 /<S ft: 'H'l'S _· .:..·•:;,·,:._:".:;:..__:_ _
DIA l! m•: }.J.iO
To percam a maior corrida que :la
Vista já teve em sua históri'
Grande corrida ciclistica "Cidade de
la Vista". As inscrições es .ao ubr.
tos até o dia 27 de abri l, no
elo Jumbo" e "Peças São r-1 rc:o.:"
pelo fone- 439-1410, com o FIávlo,
O SERVIÇO CRISTÃO
DOS PASTORES
De quando • em quando, vem o. f.cJ­
bl ico escabrosos escândalos mor,,aiG
financeiros provocados por "pastores
de igrejas que se autodenomlnan à•
cristãs.Sob as mais estranhas denor.
nações, inúmeros vigaristas mont~m
seus impérios com a Bíblia na r.:a()
com programas de TV, de rádio, e
assembléias pÚblicas, _etc. O suces:s:
e garantido pelo grande numero ~
pessoas de boa-ré, ingênuas e ang•;~
tiadas com problemas imediatos. L':::
trecho da Biblia, uma oração, una
imposição de maos, um gesto qual •
quer pode salvar, pqde curar, pa~
garantir o sucesso e assil)l po!' d!i:::
te. Cada gesto salvador é pago.fio a~:
sil,os casos são incontáveis.Nos Esta
dos Unidos, ocorre o mesmo. Inúmeros past~
Louvadores do Senhor. Pastores que dc­
minam terri to rios, .da mesma maneira
que as famílias da Máfia, acusa-s
mutuamente de abuso do poder, dev;~
sidão sexual, indevida utilização d:
t-----------------------~dinheiro· arrecadado com orações, !!:·
Jorna
~-1-- Tr1.-b- u·n·. a posições de mãos, gritos, invocaçoe,
"Quero 8 milhões de dÓlares para
meus médicos missionários até o ;:·
da
"'[j1 • t • • nal de • março. Se nao ajudar, Deu
r,ron eira vai• chamá-lo!" Bom apelo pastoral
br P/ · cristão, nao acham?
so e
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,, • A~~inar Ligue 439-1410. (Ag.Planalto-SP),
•• . . • . . .. • . . ... _ . • . . ·... . - • . • ---
Da Boutique Charme,avisa sua cliente::.
la que está com muitas novidade em roupas
e calçados infanta-juvenil e adulto.
res estão envolvidos no escandalo
I
'
....
F
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IVALDO
DIRETO!
ta, vêr
Fronte:
PENSANEHTO
ESPERA
Repousa sua mão cansada sobre meÚ cÔlo
Repousa seu dorso trabalhado sobre o
·meu,to desesperado ' > •
Repousa seus olhos andarilhos
meu rosto de espera. .
FERNANDO AS CORRÊA.
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1
ARTE, REQUINTE E BOfl GOSTO ARftÃRIOS ·
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FONE; 439-1296-BELA VISTA- MS
«k -
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