TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº922_15_10_1988 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº922_15_10_1988Número da edição922Data de publicação15 de outubro de 1988Número de páginas8GeoCoordenada -22.107907295854336 , -56.53639666821532 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº922_15_10_1988 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1 TRIBUNA DA li, >: '•Jaclc DF. tlcrn- s; Mui ::> s":. r, Cri de 1em1os fi ()C o, ços ♦S a Vis dad na ín ,aã ado, f 10: XVII ).2 ar.LA VISTl - MlTO r.1msso DO SlJL ---------------------------~---------------- • P' 1, .Ifll • sta e- I &;:==-::;y:,r: U' por todos e todos Por uo, trabalhando por "=a vida mais humana e "-lis diE;na. O nosso povo :erece o celhor e se jtin 'arzos nossas forcas, i ?lentaremos ec Bela vis tê nelhores condições de • 1 1oa para criarmos uoa ,eraçào de fortes. • Convido o povo bela - '•'stense a governar comi go os destinos de nossa idade, porque só atra - "-es da união de esforços ªtingiremos nossos objeti ,..os.. - LUMINADA" aszssasas Sas ruas nas casas e to • • olhar de nossa gente. ~=rar luz ê gerar pro esso e Bela Vista r.icre te - > Caoinhar para frente, •U~nada n:io s6 pela ~ ~ergta elêtrica, mas pe .J luz do saber e do co hc±rente. :.~~º-- VER BELA VISTA a ugugasz ps a 4E2:E±" "s raees de nossas ~ <-:, - t~·;.· ças, na di.sposiç:10 ,e do capo, na e • é - 1 -. nossas f:1míli:1s. , :,":e ~ feita com ol imcn --t;ao - :-,4 1 ' co::-i. vac inus, com . • Cõs e postos ele atcn eno, o homem d:, cidã co o hoe do campo i..:cc c1 r.os::;-,3 ~ tenção e li:ªº esforco no sc,nt_!. ° Teceberem tendf -- mcnto midico-hospitalnr. A criança bclavistcnse ~ um potencial muito grnn de parn o futuro destn c_! dnde e p:1rn cln executn rcoos um Plano de Trnba lho minucioso no que diz respeitÓ à alimentação , vacinação e serviço pc d iá t rico. "9E9. EESAEYISEM.g MAIS AMOR" e:>.:::==--===== Na convivência entre vizinhos, no relaciona - mcnt0 entre colegas, no dia-a-dia de nossa cida de. r preciso reacender ·em nossa. gente :,.chama à muito apagada, da nmizn de e dn solidariedade. O sentimento de amor a.o pr§. xlmo, une ns pessoas e o nosso objetivo maior é primeiro unir Bela Vista pnra depois , coesos rea lizaroos todos os benef_i .cios que O cidade neces sita. E quando falarmos em uni~o, há cm nós, um sentimento abrangente onde no cabe rival ida - des. os adversários de hg jc, serão os amigos de~ manhã, porque em nosso Plano ele Trabalho, quere mos contar com a colabo rnçno de todos. üma and~ rinhn sozinh:1 não faz ve r5o e se queremos sentir em Bela Vista o c:,lor da nmizade, é preciso come ç:,.rmos ngora. Unidos te remos u::m e ide de com m~ is :imor. "gyESg.."ES..±EEM..YIST3 CRESCER" t.iresas A olhos vistos, na construção de novas ca sas, nu ampliaçio de cs tradas, na abertura de novas escolas, no apoio ao homcra do campo e na expansão dns redes de cs goto. Ãgua i ponto vi - tal na minha futura ael oinistraçào, trabnlharc aos lntensivaaen~e no sentido de levar água as populações mais c:,ren - tes. A nossa gentP mere ce :igua para lavar toda a descrença ele tempos passodos. Com amor e con fiança construiremos u; futuro melhor. "9E89.SES..EEEM.-EIST REALIZAR SEUS SONHOS" ===~=====e=========== Atravis da alfabeti zaçao e do ensino. Cri:: anças alfabetizadas a pliam seus horizontes e chegam mais longe. For mar profissionais siE;n_!:. fica abrir novos canpos de trabalho e gerar pro gresso. Mns pnrn atin = gir esse degrau ê preci so começar do inÍ~io -; com muita paciência e perseverança. Realizar um sonho e todo um cami nho de nprcndizndo e 1~ ta, e no que puderros , proporcionaremos as fe! ramentas para isso. "SES."EM..AEM..YI9TA C99ESTA.2E.E9SEEB!A" Acreditando nos suas possibilid:idcs. A espe rança é um sentimento que como a pr6pria p:11~ vra di:, significa espe rar que aconteça aquil'õ que mais se dese}a. Por isso vamos cobrir de es perança pelos jovens que pàder.:in acontl'CCr n., dia de aman3, como gran - des homens, construidores do futuro. '!as para que isso ocorrn, é necess~ri0 criarmos hoje, condiç()e~ 1 para que eles cstudêm, prendam um 011c 10 e se pre parem para o dia de amn - nhã. "gEE3g.-YES. _.EE±-.-YI9E XELHOR,R DE VIDA" z:s r : a zar.rrEe No amplo sentido da pa lavra, uma casinha medes= ta que seja, significa se gurançn e trnnquilidade.- ílon nli~cntncão, por simples que seja, signifi ca saüde e desenvolvirncn: to. • Escolas, por primárias que scj:,m, significam por tas abertas e novos hori:: zontes~ Atendimento médico, por elementar que seja, signi fica prevenção e soluçii~ de doenças. E assim por diante, qualquer melhora de vida, por pequen:, que seja, será sempre un pas so a mnis eo direcno ao dcsenvolvi1aento e o pro - gressó de nossa cidade. "9EE9.-"E8..BEL-.--VISTA co~ , PiXELA CHEIA" gata.sapatarz rrrrg Porque . .:ilimcnt.1çào sa dia, ~~rn popultlçilo fort; capaz e tua11tc Sta pol{ t ica de preços tcar um r; mo rnJ.is coerente com o pÕ dcr aquisitivo de nossi ente, as mesas serão za is fartas e as pessoas ma • is feli;:cs. O p.ao nosso de cada dia deve ser sagrado e a cad esr do o direito de ,: 1 !· cr'I r !,, sou f .:·.! liure . .u -,:l'. '1[!1- (l .:·1.,-,~ 1 r .. , 1 0· .. 1 !: eauela irreversfye! , d t i P ); l rui o J J -, t eiiyên - ,cl 1 fcta, q•,c- tes ver •·[ta ., • l 1 hei to povo feliz. )E CAEÇA, ERGUI" llr,. 'J ]!,osa de si res ,.1, P11volt.- ao .,.;~ti'."'"'.t:n to de a.or ao solo e, que vive, Se nossa pen te se ufanar de ter nas L i<lt1 n, ~:;,: rinc1~1, :·.t!iÕ ('.1'1Ínho t~st 1r,Í anc!.Jc!a no sentido de relhorar r: preciso que p lffl •;1.:r bl:lavistcnse 1Jt1j11. r.o tivo de alegria para c d·1 t.n dl 1 nc)s, que aeja - vos defensores de nos ::.e ,_1os, incluintlo naquc !e • que nos cercam, a f e a confiança em Bela Vic; t : •. "4$ S0E9S.±.SI2E.E.FA E%OS.E! 9.9E.PESE!% :•o.; O!ºE ELA Sr:JA" - atsssrssa serra ?cço que Deu• me llu mine e me d@ forças para enfrentar esta luta a que me disponho, vencen do todo tipo de dificul d,ldc. EDSO! MORAES raba h i ia Não se faz política sua ente. co:1 Ódio, isto é p!"Óp:"io :'alv~L por Si!r de ori de reg!!:.tc~ àit . .1toriais._0rm hucilde, t:! gente do ?ara Bela 'i.st.::i, e p.:íra povo, coro a gente, e por todos aqueles que real- :ão estar envolvido em ~ente de;endcm os inte- grandes negociatas lí- ress 'S d • • • • po e. o ::iun1c1p1.o, e ticas, vem sofrendo diver um~ honra ter na Asse- sas críticas de políti:: leia Legislativa um DE cos lieados ao PNDB, ati PUTADO belavistense. De do senhor Prefeito Muni pois c!e r.iuitos anos, vo_!. cipal de Bela Vista, Pe tan:os a ter um b_elavis- cuarista e Produc;or Rural tens e na Assembleia. Hcn Abraão za a rias. rique ~orne~ Dedi leo = E Dedé já é notícia . brando que isto so::'!a ::iu_! Eis a transcrição âe una to no contexto político matéria publicada no DI{ estadual. RIO DA SF.RRA, de 13/10.~ Qua:1do a ü:prensa do REFORMA DE HOSPITAL Estado se referir a De- dé, o nosso DEPUTADO DE D, vai lembrar a sua rise. "g depurado de @ la Vista . E falamos ma !s, o deputado c!o ~unci Te-Vi. ., lgr.,n:; adv<>rs.:ir ios po líticos do Deputado, e comícios, estão criti - cando-c sem nenhum fun ª"~~nto. E o povo preci • sa saber a verdade. De dé encontra-se, como os demais deputados, insta lado em seu Gabinete A A:: se~~1!in, despathando coo sun equipe de trnbu lho e, desde jã, traba lhando por Bela Vista Fundamentado no Arti go 375 e subsequente do regimento interno da As se::.blêia Legislativa, Hen rique Dedê solicitou ai; dn que fosse enviado ex pediente ao Secretário de Saúde do Estado, Alfredo Pinto ele Arruda, indar,an do sobre o projeto der~ for:na do P.ospital Mu.nicl pal de Bel Vista. E sua justificativa, o Deputado defende que o município de 2ela Vista, por ser muito populoso sifre a car@neta e in - era-estrutura.básica na- quele hospital. j 11 ~~-------------------------- J()f( l/1, 'I' • J I' ,li/ J,/ Terro • 1smo ')lítico Vl:H/ JHl,JIS Por volta rlah 16:00 horas rlr dnrninqo pp. na Nv. Edson Moraos que dá acosso ao Parque de Exposiç60s Rio lpa, o carro <la Candidata à Vereadora polo PFL, Vera Rojas foi encontrado com os quatro pneus "no a ro , ou se)a, esvaziaram os quatro pneus e os "vândalos" onu "vândalo" não o conten - tando ain<ln colocou um pedaço de cartaz (DO PMDR) no parahrisa do carro que dizia: "Tsso é aviso"! COMO 1CONTECEll Soqundo Verinha do PofolG o seu r rJl r proble a eci ni :o ,a Candidat cão da Oposiciys de el nava pra um carreto ro na cha Cruz quando vol ava para consequir lio encontrou seu carro dorrodado. O ;(t HJU<' .,-1n lnlo norlnr ia ter pa ::; rio desapercebido se nao fosso o "bilhete" do ameaça avisando do que poderá acontecr com ,, Canrlidii La no f11 turo • l J>ol ícia i 1 i tar foi notificada do ocorrido o o cn P Marques jun:amen:e com policiais milita " res atenderam a ocorrência endo que o CB PM Marques araumentou que "dove ter sido trabalho de moleques, não podemos fazer ·nada pois com a Novn ,onntiLulGio (s6 a prin3o com o flaarant0). Vera Rojas disse à reportaaem da TF q/ "fiquei sem palavras para protestar, pois fazem isto no mou carro,pois «ou rlher ••• por<jUC' não fc1zr•m noi1 r•,,rruh do nosso:; cand ida Los? N, terça , 1 ra pr . ! oi r,•,11 •; t rarln ocor r6ncin na Drlrqncii dr> Policia local P o Dclcqado Osmnr Prdrosn do Frias pro- meteu tomar as providências ca i - veis com o o<:orrido. Drmor.rnci;, s0 faz com pnrticipnç5o e não com <los<' terroristas! trahalho e ntos isola (LILE) S CA Ba1rr C sta e Silva t -seu Representante - ~JIZ CIRlnS CILLilRI. E X P E D 1 E N T E TRIBUNA DA FRONTEIRA (FUNDADO D! 20 :>E FEVEREIRO DE 1972) FUlOADOR: IVALDO PEREIRA REDATOR CHEéE: lVAL:JO PEREIRA GERENTE: GILSOX SILVA SANTOS REPORTAGD.S: LUlS llENRIQUE N. CÕRREA E UBALDINO RO ·DRlGUES. COLABORADOR MARCOS LORIS 1 ccrv0in custará mais caro.O CIP -Con sclho InterministC'rial clf' Preços -,antorI zou um aumonto do 44,22% para a cervcia ln tarcticil e l 1, 'iO, parn ;:i Rrahma. Se esses índices torem ohedecir!os,a cerv0ia lntarc tica, passará a custar, de CZS 320,00 p7 CZS 461,50, o a Prahma, do Czs 320,00 n! CZS 45q,20. Tamb5m soh0m os preços do sal grosso, cm 3'l,Slº C' elos sa'hon0trs Lnx ,sua ve e Pa lrno li ve vercl,:, <lC' '1 O qramél s o 26,351. Foi também publicado no Diário O ficial <la Uniio, n r0njuste médio, de 39,708 para as pilhas oltricas socas ta manho qrande, o 39,86%, médio, para as pi lhas elctricas secas tamanho pequeno, mar cas Bvere<ly, fllational e ~licrolite. Os no vos_precos começam a viqorar <lia,11/10. Estao mais caro 37,63% os nreços dos do tergentes líquidos Minerva, Limpol e onn de 500 miligramas. Na mesma data suhiram cm 40,931 os ~reços dos <letcrgentes Orno e ODD de 600 gramas e em 40,341, o Minerva e o Veo de 600 aramns. Poi. reajustado cm 52,62% o preço da sorinaa Plastipak do 20 miligramas com agulha e, em 57,70 a aau lha descartável. O CIP autorizou ainda, 0 aumento de 25,331, a nartir de hoje, para os larn1nados_planos não revestidos e pro-. dutos exclusivos da CSN (Companhia Side rurqica Nacional) e 24,631 para as tari - fas rodoviárias rlc proautos. R~DAÇAO AD~lllISTR,Ç,O E PARQUE GR,FICO: Rua da Rc publicn, 564-: Caixa Postal-23 - FONE: (067) 439 - 1410 Sede Propria. Registro no Cart6rio de Titulo& e Documentos n9 JS. FILIADO À ADJ OR l E ,BR,~ OR I UH SD'.AX,RlO DA REDE llEl.AVISTEXSE DE . G.C-}lF 'JOO J-1. JORlAlS . - lS.SlJ.203/0001-59 - llSCR.EST. 28.219." DIRETORA: },RIA ESTELA VEtASQUi:Z PERElgA RE T MA l9 1a lena t; is Peso RESTAURAN'rE, tr da ES'l'ACIONAMENTO PASSE U:TERNACIONAL 1 GUARDA SUA VTSITA. MOMENTOS □ O qaúcho veio de lonae fixar residn. eia em Rl"l<l Vista, aoui cheqou, ll'On r,u, ill'to-clétrica I constituiu fnmíli.a e sr•·· nou conhecido na ci<la<lc pelo seu ici~ ~ pr<' a lr>qrc e rc>spr.insávf> 1 no trato éom ,: coisns, nl,;m ,1,... ser um dns aran<les incer.'.: vadoros do esporte belavistense. Morac1or há mui to anos no Bairro ~s:, e Si 1 va, um rios ma is poou losns da cir'aãe ele é <:andic1ato a Ver<?ador pelo Partié~ Trabalhista nrasileiro, f"ndado pelo •• correligionário gaúc'io Getúlio Varqas, ': ma is vf' l hns tem sa udadcs da<jll" lc ter-.po E.:. quo mitos benefícios de quo dispõem ri: cipalmcnte os mais carentes desto País f ram criac1os nelo incs0,uecí·1el ex-presice'.· t<> da RppÚhlica. Viiz Carlos caracteriza-se oela sua-,· neira sria o direta 'o tratar os assu"?' mais rl iversos <jue lhe di-zem respeito, é-· homem respc i ta do até nor seus aciversárics nolíticos riu<> niio tem como atinqir conr.:;~ sempre ilibada do gaúcho que já se t1" um belavistense onr ar:loção. Sempre mui to aplaud i<lo e contando co- ( aooi<; maciço "lo Rairro Costa e silva,L~:r, com,c mais conhecido iá está sendo comi~ raclo um dos prováveis vercador0s da próxi· ma legislatura o que para a sua comunià 3 i.: ': para a cidade de modo qeral será n!:.: importante, pois terio no Executivo~~!~ pal um homem cxpcrirnentarlo vivido e cor:: codor das dificuldades enfrentadas por 5 povo. . Rnirro Costa e Silva nio pode iz Carlos Calliari Machado é seu renresentante. **************** errar, -; 1e51ri° :/l~~ÔNIO MARIA COELHO. 590 GUDY ociedade Be!avistcnse PRÓPRIO, AMBIENTE INESQUEC1VEIS NO REQUINTADO, SOM. CARDÃV:O CASSINO PARAGUAY. DAS IMPORTADAS. AO VISITAR RELA VISTA, x~o SINO PARAGUAY, SINTL DE B0;1· DEIXE DE CONHECER O RESTAURANTE e cé GOSTO, PARA LHOR. MARCA REGISTRADA DAS NOITES PESSOAS QUE APRECIAM 0° ,:. PARAGUAIAS' ,u· O RESTAURANTE CASSINO PARAGUA VARIADO . ' EXCELENTE ATENDÚlENTO T Ci BRI, tem t@ dn - 'to! Sta se tor eito sei om as inccntt Costa 1dade , rtido lo se . : po e nrin· rtaís o residen- sua ra· 1ssunt0 , é u· -sários conduta torno" lo c0" ·a,Lui? ·nsi • próxi unida° rsi Mun12 o por s"" % 1 i 5 o fl, INDICADOR ·Escritório de Advocacia IR CARLOS A. IZMRL ORGtS CAIIS/S CIVEIS E CRIMINAIS RUA: 15 DE NOV[MBRO - N" 170 LA :IS! --r . -. ESCRITÔRIO JURÍDICO NELSON CHAGAS ADVOµJllO FONE: OAB = MS 2.4 1-A. 251 - 1721 ESC, 251- 112 RES, ESCRITOR I O: RtJA DR, ARY COELHO OL I VE I - RA N 2 660, JARDI - RATO mosso DO SUL r. 1aiio • ie Barros C R O 3 4 O - M S CONSULTÓRIO: RUA MARECHAL RONOON S/N, FONE: 251 - 1757 JARDIM - MS, Odontologia Restauradora CLf~ICA E CIRURGIA DENTÁRIA - CIRURGIA DE DENTE INCLUSO E SEMI-INCLUSO TRATA MENTO DE CANAL CONFECÇÕES DE PONTES MO VEIS-DENTADURAS BLOCOS METÁLICOS P!VÕ • E COROAS DE JAQUETAS E ORIENTAÇÃO NA ESCOVA E PROFILAXIA ORAL. ATENDIMENTO SOMENTE COM HORA MARCADA. ADVOGAOA CAUSAS CfVEIS E CRIMINAIS, TRABALl!!S TAS, DIREITO DE FAMILIA, TERRAS'E lr'!VEN TÃR lOS, RUA: CUIABA S/N FONE: 439~1290 EP: 79260 GELA VISTA - 1IS o AOVOGAD.~ CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS, TRABAHIS IS, DIREITO DE FN!ILIA. TERRAS E INVEN TMIOS, Rll'!E: 439-1290 xU/1: CUI/Bà S/N BIA VISTA - FS Em Bola Vista sta acon cendo u fato ",ui qeneris", mos uma gráfica instalada no municipio - Gráfica e Edi ora Apa - outra, funcionando aqui, man com os equipa men os em Jardim - GRÁFICA BELA VISTA. Am bas as gráficas rabalham OBEDECENDO <l TA ílF.f,71 do Sindica .o das Indústrias Grã ica de Ma o Grosso do Sul, e, a ravés de acor do, tonas s gráficas obedecem a s.a .abe la de PRF.ÇOS MÍNIMOS. Acontece que uma Gráfica n<' FÂTI li no SUL (Gráfica São Marcos), envia um viajan tc periódico a nossa cidade e também em An tonlo João pegando serviços AB/IXO do pre ço da tabela. Concorrência desleal e atitu de deselegante d0Hsa gráfica, que vem a qui, pega serviços, leva o dinheiro para Fátima do Sul, lá pagando imposto~, nao Mesmo com a campanha politica tendo a tingicl.o seu au<Je, a procura r.o setor gráf_!_ co no Estado está muito aquém das expecta tivas e os em~resários do setor, acreditam que terão frustradas as suas proqramaçSes no que diz respeito a faturamento. A afir mação é de Joel Reis, cmpresá~io do ramo gráfico. Para ele, 05 altos custos <los se! viços ostá tornando praticamente proibiti va a confecção elos trabalhos, mesmo os es senciais. "Nós,quc estamos vindo de um lonqo pe - rioelo praticamente som serviços, acreditá vamos que com n desrnrolar da campanha po lítica teríanos condições de realizar um hem trabalho e, conseauentemente, ter algu ma folga para cumprir os nossos compromis sos financeiros. Entretanto, não está son dn bem assim e a classe <'Stá se sentin do frustracla", comenta Joel. O setor 9ráfico do F.staelo está çSes d.e atender torla a demanda de Grosso do Sul. Inclusive, procurando em concli MatÕ dotar - No inicio da sua gestão, o atual presi dente da Assembléia Legislativa,JonatanRar bosa (PMDR)deitou falação pra todo mundo,con ton papo 'para a imprensa, garantindo que iria acabar com os fantasmas e os funcioná rios ociosos da Assem~léia. A principio ele anelou publicando no Diário Oficial Al gumas dezenas de funcionários que appreci am na Assembléia somente para receber no final ele cada mês. Entretanto, com o pas - sar do tempo, aquela ação "saneadora" do deputado Jonatan Barbosa foi entrando em parafuso e hoje o pêssoal ocioso da Assem bléia-Legislativa é igual ou até maior de quando Jonatan Aarbosa assumiu a presidên cia do poder legislativo estadual. Hoje é comum os comentários pos corredo ' res do Palácio Tancredo Neves de que o pr <lio tremeria nas bases se todos os que re ccbem pela casa ~esse~· trabalhar. o número de funcionários que trahalham, funcionári- _ os fantasmas e funcionários ociosos é tan to que se fossem convocados a prestar ser viço de fato uão haveria e,spaço suficiente muprsqando mão de obra local e ui o nrs con•rihiindo cc a cid do. O qu +hs e irdicatn "oir rovjncie' F a Gráfica Na lança um desafio: TRAGA O OPÇNF'TO DA RPICA DE PT1MA DO II,, e para cobrar AAIO da TMLO t u d o h T , N ó s faremo o m e s m o , Setor Gráfico com pouco lucro nas Campanhas de meios para suprir as necessidades de cada candida to, houve um acordo cn tre os empresários com a uniformização dos pro ço~<' criação de uma tahela especial pa ra o atrndimrnto dos políticos, sem preo cupação coM preços oferecidos por outros Estados. "Acrerlitanns que mesmo que tenham in - tenção de procurar realizar seus traba lhos em outros centros, os candida os se riam melhor beneficiados procurando as cm presas locais,até porque nós temos condi çSes de cumprir prazos. Outro fator impor tanta é que com os serviços realizados a= qui não implica em custo de fretes, entre outros",dissc. Outro aspecto que cleveria levar os candidatos a se utilizarem das em presas locais é o social,uma vez ql com Õ fluxo de trabalho há condiçSes de melhor absorção de mão-de-obra. o imposto é reco lhido aqui mesmo e, logicamente revertidÕ em favor da pppulaçáo local. (DIÃRIO OI SERRA). li s para a naior parte deles e o trânsito no int0rior d0 prPdio ficaria tio conryestio nano ~u0 os pr0prios parlamentares teriam nuitas dific11lda<les para chegar a seus ga binotes. Quem quiser m exemplo do exces so de funcionários que existe na Assemblé ia Legislativa administraéla por ,Tonatan Bãi bosa, basta verificar o núnerc de servido res lotados no "Correio" (o setor cue di tribui correspondência da casa). Segun do consta,o numero e extament:e quatro vé zes maior do que o mirimo necessário para realizar o trabalhio com eficiência. Enquanto isso o presidente da Casa,ca da vez engordando mais e não conseguindo agradar nem mesmo os membros da sua banca da, se delicia com o conforto do seu am plo gabinete, onde ele sonha em algum dia ser o prefeito de Campo Grande. nesta vez o seu próprio partido passou-lhe a perna entendendo que na agremiação há um punhado de gente mais importante. E competente. (JORNAL DA PRAÇA) Ponta P rim DE: ORLANDO KUNTZEL (GAÚCHO). Na estrada Jardim a Porto urtinho você encontra no KM 126 o "PONTO PRI MAVERA - Almoço (comida caseira), re , frigerantes, lanchonete. ANF.XO: Borracharia e,um serviço de a tendimento volante de solda elétricã e oxigênio. -. t isso aí, você tem no PRIMAVERA o seu posto de atendimento FACA O TESTE, PARE ALGUNS MINUTOS NO POSTO PRIMAVERA E •CO:<lPROVE O QUE DIVULGAMOS. ., =O ATENDIMENTO E AQUELA COMIDA GOSTO SA COM O TEMPERO DO GACCHO. }BR 267-Km 126-Jardim/Porto urtinho.' a E PromovJda pela Escola Ester Silva para alunos do primário, foi realizada dia 11 pp, no (;rê-mio Pedro nufino. Gll/NDE um ro d crianças assistiram Tcatri - nho, danças, cantos, etc ... encenados po lon próprios alunos sob a direção das pro= fessoras do primário em especial Ana Rita ~- Pinto, C6lia MO França e Jacira Rocha , banhes. I O RlDIJLISTI E-colunista L,ilo foi o apresentador fa zcndo muitas brincadeiras e <listribuinrlÕ balas nos intervalos. FOI UMA Manhã dP muito divertimen~o às crian - ças, pais e professores que lá compar0ce ram. Parabéns ao Ester Silva pela inicia tiva! REPRESENTANTE Da CO!llfl, que está autorizada a avisar o mutuário sobre prestações atrasadas e esclarecer dúvidas quanto a seguro e FGTS cm Bela Vista é a Elizabeth Cuevas, mora dora da R. Projetada "F" Q 3 L.4,. conjun to Ilela Vista. VERIANA ROJAS Mais conhecida .como Vera do Pefelê, já-é fi gura obrigatória no tr~ balho junto às comunida des mais carentes, sem pre batalhando na oposI cão construtiva pela me lhoria da qualida<le de vida e trabalho do nos- so povo. Anseia participar ainda mais efetiva - mente como membro da Câmara ~lunicipal pa ra tornar realidade seus sonhos de garan:: tir progresso para Bela Vista. Como legí tima representante das classes mais humil des pretende lutar em especial pela Assis tência Social incentivando programas de a juda aos carentes, como criação de Cre - ches, áreas de lazer e contribuir assim pa ra que tambêm a mulher humilde que não pÕ de pagar babás, tenha opções de onde dei xar seus filhos e possa sair a trabalhar fora e ajudar no orçamento familiar. CRÔNICA à U~1A CRIANÇA ABANDONADA Autor: João yiana Portela. .,,. Eu não sei se você se lembra, já faz tanto tempo, não é mesmo? Eu nem havia che gado ainda, aliás eu ainda estava em esta do de formação, é issc mesmo, eu era aoe:: nas uma coisinha a toa, não é verdade.' Mas eu lhe pedia, eu lhe implorava, q/ pelo o amor de Deus me deixasse nascer . Você se compadeceu e finalmente eu vim ao mundo. Confesso que não estou decepciona ªª• mas sinceramente nao era isso o que eu esperava! Eu sonhava caminhar por um ca minho mais florido. Ter mais amigas e amI gos. Ser mais livre. Visitar o parque - Ver os animais. Para ser sincera, eu até sonhava em ter alguns animais de estima - çao, como: passarinhos, cachorro, gatos e ccel~os. Eu sonhava até em comprar um pa .ragaio para cu conversar com ele quando me sentisse sozinha. _ Mas, infelizmente, mamãe, eu nem casa não tenho.mais! Finalmente, eu pensava po der abraça-la de manhã, à tarde e à noit~ Sabe, você está ficando tão distante de mim. Eu sinto que você está me deixando de la<lo. Está se tornando cana vcimais di 5cil eu conversar com vocij. - Pico dias sem pod ·r lh~ abraçar lhe ir bênção ao adormecer e ao acordar o os •sscios, essPs já não existem rais. Eu ainda tão pequena e às vczrs já me sino s6. Eu sinto tanto a falta de voe~. Eu não sabia que eu vinha aqui para a guerra o o pior, é que eu estou numa que não m diz nada a r0spcito. Talvez PU te nha sido a causa, ou uom sabo o ofeito e não sei s0 qanho,mns de uma coisa PU já tenho certeza, nessa batalha, eu talvez se ja a única perdedora. Se fui causa ou o - feito, sincrramcntP cu me desculpo, não Pra isso tambi?m o oue cu queria. E se vo cê nessa confusão ~e jogou' a prop6sito • por culpa ou por ignorância, eu também a perdão, cu não n,1sci para cond0nar, eu não conheço rancor, por que na verdade mamãe, cu amo muito você. Eu amo você com o amor maior do mundo e se você mamãe, não me que ria porque me deixou nascer, para me vr~ crcscPr <l0haixo dos caprichos dos outros, srm leite, sPm pão, sem casa para morar e quem sabr, sem nem poder estudar. É PU a cho que você foi um pouco egoísta, mas mesmo assim cu a per<iôo, pois cu amo mui to você, afinal, eu estou viva, você mn deixou na5cPr. (Transcrito do Jornal O PPO GRESSO). O PROFESSOR E O SALÁRIO /o deparar-me com o Progresso em sal - tos da Indústria e do Com~rcio, perguntei me certo dia: Estou contribuindo com este Progresso? OndP? Quanc'lo? la luta cio dia a dia, ao galgar os do graus de um velho portão, preso por ara - mes e pedaços de madeira, um pensamento ncs :a rotina diária me acompanhn: ê aqui o múu Brasil, cs~c Brasil Gigante, que se transforma cm miniatura, é uma sala de au la, com velhas carteiras oue a minha P5 tria espera por mim. ' A vida deprimida do Professor Primário é quase uma tragédia constante e ignorada. Recebendo salário pequeníssimo, ê ain da obrigado a trajar-se decentemente e frequentar a sociedade em que vive, muito embora, necessitando de uma economia para este ou aquele melhoramento de seu pró prio Lar, ou talvez sem a suficiente cora gcm de Trocar de Profissão, pois seu ide al é ser Mestra, com o ·simples consôlo de ter deiado parte de Si, nos Homens de a manhã. Em nosso Estado (MT) o Professor Perce be duas ou três vezes menos que qualquer continuo ce muitas ~epartiçõés Federais . Que adiantam bonitos programas, Reformas de Ensino, belas palavras de combate ao A nalfahctismo, se o quisto de profundas raI zes, continua sem tratamento? Se o remé:: dio inicial para o Mal, é melhor nível Sa larial? • Não desejamos pingues proventos, quere mos apenas que nos dêem o direito de vi:: ver mais condignamente perante os olhos da Sociedade Fscolar. O Mestre Escolar, verdadeiro constru -· ter dos alicerces da nacionali<ladé como vai impulsionar o rendimento de seu traba • lho Escolar,- se um Estabelecimento Estadu al só fornece giz e quadro negro? - Por maior que seja nosso esforço e boa .vontade de pouco vale ao aluno as informa çôes meramente livrescas e teóricas, pois estudar, pesquisar é apenas uma ciência e não é· a sabedoria! ! ! • ,Ciência é-cabedal de conhecimento àas co1sas. Sabedoria e a construção dos conheci - mentas. _ A_atúalização dos processos de Ensino nao e fer.ônemo espontãneo, ao contrário requer manejo e prática, por auc o alunó não aprende na fantasia, sonhando, imagi nando ou estudando, senão, vendo tratando manuseando e pelejando. Mas... o Professor deve apresentar o ma tcrial. Não imnorta de onde vem. A vida encarece espantosamente. O Go - verno Federal aumenta VPncimento de seus servidores, os comércios as indústrias fa zen o mesmc. y de r clur, Se que a sensíveis parc1 c-c,n- < bom funcio , • o r.1 i or razão no! Prof. KNGELA LOPES", Transcri o elo .Torn I l '!"n puna da Fronteira do 5 de qosto ck 1972. MP.STRE Apenas o Professor v~i com s u salãrio dos saltinhos de Lesma!!! • Enquanto os Governos não firmarem os A vida que vivemos, e o que essa vida rovel il ao crlucanclo, xcrccm õpicos r,.:ir - cantos omn sua personalidade. O ruo amamos, cremos e esperamos - r fim as' coisas que·os:ão no mais ln timo de nosso ser influem muitas vezes mais do q/ aq simples palavras que pronunciamos em sala de aula. Quando algu·m diz lenciono-mas não ~o~ to de ser professor, esta pessoa cstà en tando moldar pcrsr,nallrJades sem umR verdiÍ deira vocação então que moldará ela? Anã humana nlio é ar'}il,'1. No entanto, quando alguém diz leciono porque gosto, esta pessoa está desonvol - vendo dupla função: formar e informar. In formar P o mesmo que transmitir conhPci mentos. Formar só o porJ0mos fazer rp1ando cre - mos profundamrntr cm nossa missão o não podemos fornecer aquilo que não temos. Se não somos uma lâmpada que brilhe e/ intensidade sejamos uma simplrs candeia. ROSITA ROSA GOMES*. Transcrito no Jornal Tribuna ãa Fron - teira do 6 de Maio de 1972. MAC-ISTtRIO PODE PAPAR Depois de três pedidos de audiência , protocola<las junto à Secretaria de Educa ção, a Federação de Professores de Mato Grosso do Sul conseguiu finalmente uma rc.!!_ n1ao com o secretário de Educação, Valter P~rcira. A audiência, que durou mais de cinco horas, teve como hásico um documen to de sete páginas contendo todas as rei vindicacõcs da categoria: pisosalariade 3 salarios minimos de referência concur so público, eleições diretas nas escol8s, estabilidade do servidor público, progres são funcional, aumento do quantitativo de cargos, o ~ireito a licença sindical,are gulamentação do Estatuto do Magistério a lem da alteração e revogação de vários de cretos baixados na área e<lucacional. Ao final da reunião, o secretário val ter Pereira apontou a data do 'ia 27 pró ""gomo um prazo para a definicão da qes ao salarial junto à classe embora ha ja determinação na categoria de nova para lisa;ão caso alguma providência não seja tome.da. • Segundo cálculos apresentados no docu- mento e • • l '. 1 impossivel sobreviv~r com o piso sa aria do prof • • • 3 s - . :ssor que em julho era oe MR (Salário Minimo de Referência) e pa_!! "?? Pra_ 1 , 5 - una reducão inicia1 de 5o° sa ario do ed d - · à . . uca or com a poli tica e rajus t e trimestral com base na arrecada cao de_ma_inflaco diária de 1%. Ainda na au encia doi • pela FEPROSUí, ·s nomes foram indicados de clab - para participar da conissao bl. • oraçao das normas do concurso pú - ice, os Profess • Cunha • . ores Ordalino Martins da a e Cacildo F • • ração deverá ._erreira de Souza. A Feo~ nara a co . :naicar também outros nomes estuda, '1ssao SE/FEPROSTIL que além de r as reivines - ' documento d _aicaçoes apresentadas no cão do rs""Yra proceder a regulamenta • u o do Mag· t· • Caso a sit; .- as.er1o. sista os 1 uacao atual do Magistério pef té es~erarª unas da rede pública podem a ainda esi, a nova greve dos professores ria so oi,O, se as previsões da categg • 1varem - o ndO desde O prin - - que vem acontece cor.âmicas d cipio 00 pacote de medidas e: '},inhanêo O governo. O professor estara menos de um salário em novembr0• A DIRETORIA. IS DE OUTUBRO IA Do PRoFSsOI Ns ta aos ra do g , c!as l .:-ir o r • rurerc 1 .. " lo 0e2a •. feira, ré acord . , esta:.ra1 ·, :?.lo sal sendo , +'1 1 . , is 13 Hs ±tes as 7a pro filio ! •·:a, que ,., ;o res pstava ia!ra -te ca: iélo e sra uma , i ., ' i l'lq 1 - 5 ln ina in .. º'º d Ili i a - l!f.r,I VISTA r· l rln t' - +n G .Lnúi In 1o e/ ,.e d_ 1 C 'º . {/BALD INO ORIç(ir ] ,{4e-"CANDIDATO !FNTI "Sy1EIRA «roAl u! 'AOS F. l.1.1.GI: Nll C/1 ' ...;.;.._....;_--'-,;_;;~;;;.;::y::-,;::-::: itio íissociro"z? .-;;;-; ,t1'íl7 r11• Scr<·mbro, , ·estava no desfle cI escolar uma prof e+o • 1 dua jovens e uma e-- _ ,.,r, 1 t1lar11r Jn<lo o unnun ,, de romo cnnrH!j11 Ir uma dução para os Jovens, iterantes do Grupo de , ,,,nq rln lJ;rcja A<lvcnt!s ado 79 D1a, para parti :ipHe□tlc um uncont ro no ':J~onrliziio, que fol rca lado nos d1as 23, 2 e !de Setembro PP· 1C0lltCCC que O llustrf' :.iodidato a Vereador llé- 1~ ~ssocato, do PHOB,cs IJl'íl por perto e ouvlnd-;; ! conversa, prontamente se fereceu a deixar a dispo slçâo uma Combl para lc ,ir os jovcnE à Campo Gran !,, part!nclo no dia 23, u: u sexta feira, às 12 ho ras, e_,üncl.:i disse que nln 1.ia poderia sr, atrnsnr!! ,,j!u aos jovens e a clire tra do grupo que fossem s dias 17 ou 18 para con f!mar o horário, o local e0número de pessoas que lrln:i lotar a Comb i. Chagado o ,lia 23, sex ta feira, jã eram 12 lls. !de acordo com o trata !J, estavam todos esperan lo, não sabiam que esta : u sendo enganados, pois Ceb! não dava nem si :.il! às 13 Hs., todos impa cientes mas ainda con fian :> na promessa do candtd :o Héllo Massocato, foi aí !:itào que dois rílpazes do ftupo re~o lveram saber o ).e jStavn acontecenrlo. Saira a procura do i- 1::stre candirlato, profes :or Hêlio e o cncontr.:inrlo Sera uma grande decep- 30: Hélio Massocato teve a coragem e a cara Je pau de dizer aos rapazes 1; seguintes palavras: "l>arece que houve um mal ~tendido, eu não arru :Jr!a a condução nem pa onte nen para hoje, ;co eo.bora, v.io, vão, e .a prôxima vez que qui l~reo falar comigo man i-t;i ucà pessoa bem res ~nsãvel e de rnentalida ' orada"!! Sendo que s! ele quem se ofere eu., Esse jovem diz o se . lnte: • "A centalidade não ~ loporta, desde que a ssoa seja limpa e curo ,:a O que el.:i diz ou prÕ te ainda mais se es ~ se oferece. E eu,c/ "dade que tenho, te- o d ~a . esperança e um , ,er a mcnt.:ilidadc "ada. Pergunto: E o • p,,, - -~ ro ·essor, Secreta- ;_ de Educac;ão, candi ::t? a Vereador, será q/ ·"22 ; Depois do acontecido ; ,ue os integr.:intes do po de Jovens e a sua ''etora foram se infor r a - <, espeito desse can "" entiroso e pude :.ip ~onfirmar que essa 11 ~ e_a primeira vez q/ ,,"do cumpre co suas 2"as, ois é conhe- 4"YF ur onte de zen , "> aplicadas em var •• Pessoas na cidade. - . ~ RA E O GRUPO ##gr i is+s se u psi±; ,~ DE SOUZA ROSA ..__, CC_ADO E PROFESSOR. .J ) . I 'J 8 E T • I Na Rua Eclunrdo Peixoto, fundos com a Oficina Mccânlca Sartorl, em nossa ci dadc, existe ·um verdadeiro lamaçal podre (veja foto acima), formado por dejec tos que são expelidos da citada oficina, formado principalmente por Óleos fc~ rlorcntos. lnclusive já foi feito um ab.:iixo assinado pelos moradores das redon dczas e enviado no Prefeito Municipal, que não tomou nenhuma providência. Po~ teriormcntc a Vigilância Sanitária foi comunicada, sabemos que o proprietário da oficina foi fnt~mado a resolver o problcm.:i, mas não o fez até agora. Quan do os moradores resolveram acabar com o problema, atulhando u verdadeira vala que se formou, o proprietário da oficina simplesmente mandou uma máquina abrir tudo de novo. Essas informações foram prestadas por moradores das residências prejudicadas por esse fato. AlÕ Prefeitura Munlcipal, alÕ Vigilância Sanitária, a lei é (cita para ser aplicada inrlistintamente e independentemente de cores partidárlas, políticas, os moradores daquela área pedem providências urgentes, pois já fazem mais de ano que são obrigados a conviver com o mau cheiro e .:i constante ameaça rle do enças que podem ser causadas pelos dejectos porlres e fcdorentes com os qu.:iis são obrigados a conviver diáriamente!! "SOGRO DE CANDIDATO DEMITE PE,O POR SER SIMPATIZANTE OA OPOSIÇÃO"!! Deu até para rimar, mas é verdade, o sogro de um certo candidato a ve reador, muito conhecido por não pagar suas contas e fazer campanha até com a merenda escolar· d.:i Prefeitura, demitiu um peão por ele ser simpatizantedacan didatura oposicionista. Acontece que o pouco informado sogro de candidato e pã trio, achou que o trabalhador não tinha rlireito nenhum e simplesmente o boto~ no olho d.:i rua . .gora, .:stá sendo chamado na justiça, através do Sinclicato dos Trabalhadores Rurais de Bela lista, onde terá de acertar tudo direitinho, nas conformidades com a lei trabalhista. Bem feito!! FRASE DA SEMANA: Essa ouvi cm Campo Grande, quando assistia uma sessão da Assembléia Legislativa, do Deputado Waldemir Moka, quando chamado a pronunci .:ir-se:Jonathan: "Agora o Dcp. Moka, do PifDB"; Ele: "Por pouco tempo"!! TRl!l'INA íl, FRO'iTElRA, h:Í 1/l ;ino~ co"' VOCC". no de a bfu en palanque para at ear 11rupinho deJ,•s) o t:, r-11 ,to s1çóes de 'ela Vista, Ed va de de estabilizar a capn cre ce assustadoramen e no amnlrfpfo. Acc te 0 Hustr..: e já desacreditado nolft fco, lni i•1felll! mais uma vez, já havia pisado na boi 1 nterfn,r.:~~ te. Lançou ur: !TIOn e ri" d I f . ;.Õr.•;, bando d 1',.bo • 1,clrM;, nobn• o condid1to or,ohlcloni,,t,. Aco.1t1•c,• que todo homP"1 tem seus defeitos, não exl te o ho mem per f p l to, só Deus, e sendo assim, ,. " que an dn falnndo essas bobagens, que não tnteres a a nin quem, também tem os seus e que, por t•nqu.,nt o. :(1- Jam bem, por enquanto, não são divulgados. Acone lh;,r.;oq o Ilustre político a mudar de estilo, poi seu passado não é nada recomendável e seu futuro menos afnda a continuar assim, pois quem tem rabo grosso tPm cfe sentar em cima e ficar bem quieto p4 ra nao o pegarem!! "J: O !>OSSO l)fPU1ADO í)Ufil SA!lFH AO'l;llf' ESTÃO AS Vf.lOlAS DO ASSL:NT/'.lFNTO GUA TCJf!IJS J: ll/HRA DO l TÁ" 1 Henrique Dede apresentou na A·,scmhléla l.er,[sl!:: tiva esta semana, requrrlm~nto snlicltnndo lnfor m[1t;Õcs ao Secretrlrio rlc Asr;unto.s Fun<ILÍrJot~ do Fs e.ido Aparício Rorlrigurs e ao SupPrlntPndentc cio ~ff llAD, Alberto Manna, sollcltando lnfonnnçÕcs rlaÜ verbas liberadas para os Ass~ntar.,:c-ntos r.on1curus, em Bonito e Barra do !tá, e:-: !leia Vlst.~. Snbe - se que essas verbas existem, onde estao e onde foram aplicadas que é a questão!! "BAIXADA CORINTHIANA MOSTRA A FORCA DE SEU "l:PRF.SF.'T/lt-:H'. '.'F.Rr'Aílí1R Jl'I I,O COIJOY" ! 1 L/ 1 1 / nalistas defendem o povo de Bela Vista. TRIBUNA DA FRPNTEIRA. JORNAL, NOSSA LUTA É PELO PROGRESSO GENTE"!! So comíclo realizado terça feir.:i pp. na Baixa da Corinthiana, pudemos constatar todo o carisma do Vereador Julião r.odoy, representante daquele bairro na Câmara Municipal. Uma nultidâo de pesso as esteve presente aplaudindo e demonstrando seu apoio ã candidatura da Coligação das OPosiçÕes de Bela Vista e ao seu vereador que é candidato a ree leição pelo PFL. Parabéns Verearlor Julião, é de hÕ mens que se identificam com o povo que una conuni darle recisa ara ter como seu representante no pÕ n • der legislativo nunici:: 1ornal mais lido na região, pal! ! .JUSTIÇA HElTORAL! ! Providencias devem ser tomadas pela just! ca eleitoral contra as atitudes que ferem ;i le &lslacão eleitoral, co:: metidas pelo P'IDR nesta semana: Prtnciro, exis tiam carros oficiais da Prefeitura Municipal fa 7.endo o transporte de pessonl pnra o com.feio; segunclo, realizaram co m{cin no Centro Comuni tário do Ra lrro :fossa Se nhora de Fátima. Provi:: dêncins dcv~n ser toma das antes que abusos i:,ai ores sejam cometidos. comentarlo, criticado atê em comícios, lido por todos, por aqueles que con- com suas idéias e por aqueles que nao concordam. TRIRUNA ílA FRONTEIRA, "O EXTERMINADOR DE RATOS, COB¼S, VAMPIROS, ER!AS OANINH,S DA COMUNIOADE. o JORNAL QUF. ílEFENDE BELA VISTA E SUA GENTE CONTRA DEMAGOGOS, EN- E PESSIMISTAS, GENTE QUE EM NADA SOA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADE. DA FRONTElRA, UM JORNAL DE COR,GF.M E PESO NA COMUKlDADE, porque seus jor T E NOSSO A3RAÇO SINCERO -À senhora Ronifácia Rodrigues Antunes, fica mos felizes e saber que e leitora assídua da Co luna INFOR.•(E TF. F.spero brevemente ter o prazer de conhecii-la p~ssoal _ mente. Ur:1 nhr,,co ! ! BAILE nnO POE<<ORç Ho'e no rerio Podro Rufino estará acontecen rio o sensacional bail; elos profer.snres. !ale a pena conferir e presti far essa promociio da classe que vem senrlo, cs polieda pelo Governo d, Fstado. A, esta semana completaram-se dois me ses que os professores, <ln rede estadual,não ri' J~'.- h;'~ cebem f.cus salário .. e os "V, .J -=> que receberam, foi. l"<!la L _, _::...:__~ j rnetad-e t: n lnguén sabe ex Pli.cnr oorque. Pode?? - • --- -- - '1 ,1()1 l 11, 1'!1 r 1l!J'll fl/ l l·')'l'f ; r lt/ BE.LA VISTM/M; 15 D E O'TU PO D 1 'J • ESTIDO DE IBINDONO /lnll r , .. , 11<' 1 ;1 V ln t,1' no con t· r,'i ri.? dr ' a 1" ,, él)IJO er alquma coisa tipo "agradave , irritante o rlPi1<1nimaclor. Prirnc1ro porqu'! Jf'lCP lvm que' nntl,ir no meio rla rua; rua 0.!2_ tlllr<1c;Hli1, com v,ilc>Las ri carrou 0m ,il~, vI 1 oc i rl ,d,,, por odon o lados que voc Vil não tom saída, se você cima em andar su- pont 1m0nt·0 P"lo que dcv0rin n'!r calçndn ' ' ' • J l r formado" p<'loa <'B t "111 que pulnr or. r ilc 10., - o - CJolo• clomicil lnr0r., 9110 nlPm d con~am1. - '' • . h iro ;:. insuportavC'l nar com doençan o c e + não faltando mato, lixo, etc. , Passando diante das portas comerciais» a ristoza 6 imensa: lojas vazias, portas fechadas, mercadorias empoeiradas, Caiu nivn) de vida do todas as classes ta dívidas, muitos encargos trabalhig tas, enfim o descontentamento e geral. Em equida o que vejo! Diversas lixeiras públicas_arrancadas, dretruidng e queimadas. Mas não é possi - voel não digo que serviu para alguma col. sa, mas custou mui to caro. As. "Caixas do correio" corno muitas pessoas as chamaram, sio pr6rrias pari' recintos publ~cos como aeroportos, rodoviárias, c>tc. Nao era ne cnssfirio adquirir tantas, pois 11cabar1am mesmo sondo destruidas, F. a rodoviária? 0 locAl de desPmbarquc da cidn<l<' ~ SC'm dúvida o ponto mais feio que se tem. - - A FunC'rária, tão prometida tambem, so é lembrada por aqueles que perdem um ente querido e quc> para enterra-lo levam em ca minhõcs ·ou caminhonetes, muitas vezes cm baixo de chuva. • . , o transporte coletivo urbano,_prcc~r10 e insuficiente, 'não se conscientizouainda que os moradores dos bairros também neces sitam vir aos bancos, correio, comercio_, etc; pois atendem só determinadas locali zacões e assim mesmo largam sc~s.passage~ rosna rua Santo Afonso e proximidades Não implantaram até hoje novas linhas pa ra atender a população onde a dificuldade de locomoção é enorme para os trabalhado res donas-de-casa" estudantes. _ • Ós nossos pontos turisticos estão en - cobertos pelo mato, depredados e sem con servação. Até hoje nada se fez para embe lczar as margens do Rio. Apa, local que bem aproveitado, seria uma fonte de lazer das mais preciosas a todos moril.dores e visi - tantos. • o lixo é comum ser visto empilhado em inúmeras latas e sacos, devido ao acumulo e a falta de um serviço de coleta regular Nós só vemos as ruas limpas, varridas e lavadas quando recebemos a visita de um moderno veículo da Prefeitura de Ponta Po rã trabalhando na cidade na época de seu aniversário, Pobre Bela Vista... . Não vemos caminhão de lixo apropriado; Não vemos ônibus coletivo; Não vemos caminhão caçamba ~o centro da cidade; Não vemos veiculo equipado para aten - der incêndio, afogamento, buscas e outras calamidades. A noite a escuridão é grande, princi - palmentc nos bairros. A entrada da cidade é totalmente escura, inclusive o bairro lo , h . , , t<l calizado naquela região que aé 1o)e sem iluminação. E ex ensão da rede d no abastecimento, qalrias vê>nios foram assinados mas pnr11li.snrlo. . t 0 1-:nfim, o que nc prc>cisa e dar um sus no ProgrnsGo de rela Viota. Ncccns1 nwos ~ l a dar ,,_s cardar sta cidade, fnzc>r a go par pcrnnça aos que aqui vivem. ªrpcranca ao trahalhador, acabando com r.a4 • -. ·ofissio rub-cmprngo e a dcsvalor1zacao pr i O -' - • • s pais do f a- nal. Esperança aos Jovenr,, ao.., ' · ·11·•- ■or morcsários e aos produ ores. m.1. • u, '· .. ., • • t ocu Em muitas coisas na VJ.da, a grn r pr - rn não voltar AO passado, porque geralmen- ' • • t a com rclaç110 J te e pior que o presen , m s • L----------------------- à Rela Vist. isso tem que ser ao contra - rio. Que volte o passado! ãqua , melhorias pluvi.iin, os cor 0 rabalho esta JJN8TE FF:STJ* _CIRTD EM VIGOR Mesmo prornuigada, a nova Constituição ainda apresent~ t6picos que dependem de regulamentação por lei complementar. No t nto uma série cnor~e de rn~ndamentos en a • - • 1 • or com constitucionais ja esta em p cno vig mudanças profundas para a vida de cada um. Alguns exemplos: - fi _ A jornada diária de tr_abalho esta 44 xada em 8 horas e a jornada semanal em horas. -· o trabalhador agora t-cm dirri~o 33i a mais cm seu salário no momento que entra em férias. - Para cada hora extra de trabalho pessoa ganhará soi a mais sobre o valor de uma hora normal trabalhada. . - o empregado demitido sem Justa causa tem d.lrcito à indenizaçao de 40% do seu FGTS, atê que a lei compleme~tar ~etc:1111- ne o valor definitivo dessa 1ndcn1z;içao. - l jornada diária de trabalho para tur nos ininterruptos de revezamento passa. a ser de 6 horas. Caso os empregados acei tem continuar trabalhando 8 horas, terao r.,---,---r-~--r--,-;:r-,o---,--,-,-T-7 direito ao pagamento de 2 horas extras .. - o trabalhador rural tem os mesmos di reitos do trabalhador urbano. - o governo não dispõe mais de poder pa ra intervir em nenhum sindicato. - Qualquer entidade sindical pode ser criada sem necessitar da autorizar.ao do .governo. . . - Está assegurado o direito de greve , inclusive para os empregados em serv1ços considerados essenciais. A greve no funcio nalisrno depende de regulamentaçao por lei complementar. - Os cidadãos q/desejarem ter acesso aos seus dados pessoais arquivados em orgaos pu blicos ou privados e quiserem mod1f1ca-los Jª podem fazê-lo através do habeas data. Esse r---r----H instrumento permite, por exemplo, a qualq_uer pessoa conhecer sua "ficha armazenada em or gãos como o serviço Nacional de ~nformaçoes ou o Serviço de Protecao ao Credito. a em a m Central d Adv cacia: Dr! Sidney Nunes Leite Dr. Oder Bozzano Rosa Dr: Roner Loubet da Rosa LHISTA T/ÇÃO 1 / ll • IR 1TO Lrnn1 n 1 C/. p· ...,1 CLEMENTE .. flf r. ºUA: sl'io,. e 79?(i0 Cl'P: L A V r S T A ; n r: , ~ , 1 - qp I Para vereador GABINO LOUREIRO GABINIO ''GAB IN I N HO )l e o 1 í . g a t o d a .$ o p o .$ i I --- com EDSON! e FERNANDO 5 e s r---r---~'ll -LAVIGFJ-1 DE llO!JPAS EM í.ERAL -CORTINAS,TAPETES. ~ -LAYAGE~ A SECO + l-BUSCAMOS E ENTREGAMOS !A CASA. ., 1 ·-~ 1 leh p.i !ra r., 3p0 y.;,po, 7-te us4 a ;t0 'un er«o ·: f:11 t, l•) D 'e a ·,s;,ons, htlust ·-0, p , ho::-en ?lo par a& a ;1 trabalhar RlJA:EílUARDO FO'.'IE (Rec.ado) SI.:A t----r-7 PEIXOTO - Ng 1440 439-1416 • '='--=--=::r-------".;-;-:-----------::---r---- Nós acreditamos no progresso e temos o Hotel POUSADA DA FRONTEIRA o moderno Américan Bar Avenida Teodoro - ó que é inelor para voce Apartamentos com ar condicionado com um delicioso Chopp Sativa Bela Vista Mato Grosso do Sul .Reservas: 4.39.J48.7-·e 439-136.6_ tem Lanchonete e--J ·,!• • •. 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VISTA Ele f o ! muttnas vezes ao meu programa Rido Te te-RIV e fol mu 1 to ben recebfdo pois entava cn mo presidente do um en- tidade de renpr!to como 11 LEll;hojc nfnntndn(PRP" i o ) deste cargo e c o m candidato à uma cndofra 110 lrA1nlat1vo el<! f;,1:, uma nova l!nua?em,na do "ataque pessoal" o que carateriza o seu despre pnro pnrn n pol{t1cn: lln homem que considerava co r.o :iml.An,o promovi. vá rlan VCZf':1 no CA!lAL L l VRE e na TRIBUNA ESPORTT l,,tlc p,r11ç.~.,, !Sem cobrnr um cruzado,quem não se lenbrn da reportagen de páglna intci r11 sohre n final dn Belav!stão 88. Convcnhnmos,se ele a tAcar os am1.p.os... lmagi ncn o que va l fazer quan do eleito? - Promovl e continuarei promovendo a LEB pois é una cntidncle prencupadn com o de.envolvimento do esporte dn Princesa do A fn,por lsso rrpud1.o vee aente ~<;te candidato que usn a entidade para se promover, Nunca cobrei favores pessoais(o que ele fez na emissora belavisten - se) pois a vida pessoal de rada ner humann é de responsab11.rlnrle ünica e excluslvamcnte do indivi duo, - A pol[tlcn transforma os homens, o fnnntlsf'IO pelo partido do í.overno faz ntê "nlguns" aderi - rem ~o terrorismo polfti co; ~ lamentivel. F.QUIPF: CANAL LIVRE DE VO LHIOL O problemn das camtse tas tenn1.nnra'l1,nindn len bro com cari.nhn a vitÕ ■: tia do Campeonato 88 de voleibol na éidnde qunn do o CL me5mo scn ter Suas camisas (hote a CO PROVEL +i deu un 1o&o p1 r,a o Cl.) vencia em gran de ftnnl contra os Sar - &entos. Alemão e C1a estao de parabéns polis Iro te prese,t ar o GRPIo PEpO R!FINO no pró{mo dia 22/1) e Campo Grande quan do o@aro contra a thn« io rlr Snrgcntn1S no C)ubr Unliin. Alemiin,lvnn,nnnicl,Dn - n(s,Fder,Hetio, Amar f1do e Lfco ão o guerreiros <111 Cidade Sorr 1 <;n qu,; com certeza faro um belo es peticulo na dd» More-. nn.Avnnte guerrrlronl J.g ulha de f)uro ,, FESTA DAS CRIANÇAS De repente me v I nn inc• lo de centenas de "batxt nhon" " nJ t I nhos e cnr,, - preendi a alcgrin dr n - prcscntadnrPn de TV ir xemplo de Sereto Malan - clro,Xuxa,Mnrn,Simonv,An gélica. Acriança esperança a/ cxi1Stc dentro rle cada um de nós trnns'orma o nos so ser.Como foi hncAnn conviver nquP.Las horas a gradáveis de brincadet ras junto ao alunos da Escola Estrr Sllva que comemoraram com alegria a festa do na das Cran ças. Esta terca-feira pp ft cou gravada na memória de quem viveu aquelas cn cennçêics "e teo"lt-ro como7 Chnpcuzlnho Vr.rmr,lho, o Coelho Sahido, o Bailado da Primavera,··· Parabéns Ester Silva, as crianças agradecem o espetáculo. 2!:' CO:>:CURSD Df: DU!ILAGE"! Dla lfi de outubro no r.tube Bulavlsten9P au 20 hora A. Niio f'ercnm! ! ! = = a da Sandra lJ!·IA HJF1 linAOr. Df. 1RT!r,os or. r, HJlflS ZIPF:RS - l"l 1,1011Tl';RTJS • CI !.OS SUTIP.NS = CILCUllfJS DI/Di"'AS (<l" Courr,) JRTH;os PJRJ PR 1'.ST:NTF:S (Cfl'1' - Co, inhnl +++ Rua: CORONEL, POCE n0 9 -- Rola Vis o Ig TR i RTLD BELA VI STA M.5. +r5- . 1 • 6A(DA 1 D?v& p Ar a«PÉ @,as» I f • ) 1 .1 f / li V 't--+.I / -1 I _____ _/ € ~ I I / / / y / / / / / I / DIA. 06 NOVEMBRO LOCAL: HOTCL POUSADA D FRONTEiRA c°icL15..-i0 - CORRIDA. Nr4cio Ac;.ut>E. 5a. MECO PAQUERA NA AVENIDA Desta vez a gnlcrn vai vibrar,com mais um PAQUERA NA AVENIDA no Ho tel Pousada da Fronteira (leia-se Gão e Tati),par ticipe você também! - A animação estará a cargo deste Colunista,do !Locutor_ Maurício de Cam po Grande e do sonoplas ta Zezinho. Venha curti.r 3000 Wats de som quente no Pou sada da Fronteira no do mingo dia 16/10,a partir das 14 hs. Esta voce não. pode per der! CANTE COM A GENTE MlJSICA DA COLIGAÇÃO RECAOINHOS DE:Job PARA: Luciene Que no dia l5(seu ni ver) você seja a pessoa mai,; feliz do mundo.Fel! cidades. tttt4#ttkttttt DE:Rose PARA: Julinho "Sab1a que te amo"! *************** DE:Rosaly PARA:Bonitão . Estou te esperando, pa ra conquistur meu cora - ção! ********** DE:Jailson -PARA: Mandi:o- ca. Atacar!! 1 ONDE ESTÁ O ASFALTO ONDE ESTÁ O ASFALTO QUE NINGIJÉM VIU O GOVERNO YENTIU O GOVF:RNO MENTIU ONDE ESTÁ O CRUZADO ESTÁ ACA!IADO O POVO SE ILUDIU O.GOVf.RNO MENTIU O GOVERNO MENTIU ONDE ESTÁ A AGENCIA ONnE ESTÁ A AGÊNCIA QUE TAHBÉM SUMlll O GOVERNO MENTIU O GOVERNO MENTIU O GOVERNO '!ENTIU O GOVERNO MENTIU CADÊ A SOLUÇÃO CADÊ A SOLUÇÃO AGORA SURGIU AGORA SURGIU COM A COLIGAÇÃO COM ESSA UNIÃO QUE O POVO SENTIU AGORA l1Ell POVO AGORA EU POVO É HORA OE MUDAR É HOllA DE MUDAR BELA VISTA UNIDA Dr. CABf.ÇA F.RGUIDA VAI RECOMEÇAR. PARA CRIANÇA DO HEU CORA CAO Essa criança que exis te em você me conquisto~ Seu sorriso; Seu olhar; Tudo em você me fez re nascer uma criança dentrÕ de mim. Quando )ado a lado es tamos me sinto tão feliz aprendemos com o tenpo a convivermos um com o ou tro. E às vezes esqueço que cresci,mas rnesoo assi□ sei que dentro de ~ira e dentro de ti. existe ainda uma criança. ~oje não sabemos viver separados. Hoje somos un so uni - dos no Ac:or. AZARETH ACTEL. *************** ************ ************ , INSTITUTO DE BELEZA JULI REFLEXOS PERMMIEtlTES GEtlERAL osór:!O Ef", Fí!EtlTE A Iarejn do Evangélho Quadrangul3r "SA DN LS: !'udou o endereço, ias o atendimento continua O mesmo, persohalizado. Visite - nos!º ETC ... Em Novo Endereço V÷ "fl7.ER SllCF:SSO lSSIM COM OS LANCAMENTOS PONT CO LOTAR O CINEMA nA SIA DIC:l. T)l_ 51".MlNI.: BIG [Ouero ser crandc} cm MAPHAII,, RIJA 13 de Junho FIRMR ClSA.. OUE FAZ'::M o - 439-1022 - ----------------·- ------------------- )l}l t,/1. •rJHJ11Hl/ CANTINHO 00 PROFESSOR -~(.. ll!l/!1P,1:lHO ~•r;r.T 1i~11~/c'i0- n~: ll' JlO - . 1 I I VO • ,TOHGE /l. POST --'/.<' frn 1 ;1 ,, ro Mais quanto +omnolg 15.666 -PT-PDr-Pr'._ tudo bem? z6 nrqailoiro 6 homem do mi+ trah0 ]ho o pc tempo para fotas,divoróos , oncontr oiai... f, homom ao'rido, bom vivido,donro do es quaso quinhonons anon. 'Traz a marca dog do+atino,da do+von-- tras,das rocrdoo om no rosto cana do., o P"··º d<l!I "rn l on" • r:nn•r>r-r i ,1 is m ou cor p rotil[noo,sol+o om roupas molidn, Em ou modo do falar,oncutar o observar, no n-r.r o il1tn qrfllt d0 cultura <' roducaciio. --'Tudo bom.E o senhor como está? Recebo sua visita todo dia, só que niio o vejo há al - gum tempo.Por que? . , -Amiqo Zé,6 o trabalho,menus negócios,via <J<'nR .. Jucob StrnuRS 6 r0mnneRcente <l0 familia Turco-ãrahe -judia.~ pPssoa dP olhos vivoR cérebro "off setado": só faz dinheiro.Esta tura bnixa, carrancudo.R muito esperto.Co me,deqlute só não 0xcretn: pois tudo n010 é <linheiro que não cheira bem. -Coinci<lPncia encontrá-lo Sr.StrausR? -É e não é, amiqo z6.S0mpre sou convidado pela nossa associação,o nunca ou quase nun ca,venho a estas chaticeR <le reuniões, a não ser qu~ pr0cise vir para neaficios.VocP zé,o que está avendo,dificuldades parasa! dar seus compromissos? -Preciso d~ uma nova reneqociaciio em ter mos mais justos. Toda produção vai e di nheiro não vem. Rstou sem saida. Jac9b Strauss 6 o principal sócio <ln Clube.É atrav6s dele que todo o univers0 financeiro se desenrola.tele quem faz os principais contratos negociatas,"rolos" , contrata,descontrata,impõe suas inéiaR, só nunca aparece ... E Zé Brasileiro sabe.SÓ não adianta pro curá-lo.São negócios feitos através do clu bc.Só o clube pode resolvê-los:niz o onhor Strauss sempre. Zé Brasileiro possui a Terra mais nobre do mundo.Nela ele planta:Soja,milho,amen - doim,banana,laranja,feijão,arroz,cria qado >ves,porcos ... Em tudo é sempre o 10,20 ou 30 na produ ção,qualidade e preço. Possui muitos filhos:~ngenheiros,cien - tistas,artistas,economistas, trabalhadores bracais.~omens inegávelmente inteliqente , trabalhadores ... Porquê seu zé Rrasileiro deve tanto se é rico, trabalha e é inteliqente? zé Brasileiro está arruinado graças a alguns de seus filhos. unca procuraram a - gir com a sabedoria que o pai lhes ensina ra, muito pelo contrário.Sempre o poder fa lou mais alto.A riqueza rápirla e pessoRl está sempre na frcute de todos os ½ons princípios,mesmo que estas atitudes levem o pai a ruína total e todos os seus irmãos a grande maioria, passem fome, não tenham onde morar,escolas,saúde. O que importa é dinheiro e o senhor Strauss me dá grandes comissões quando pe co-lhe emprestado, mesmo não tendo meu nai necc-ssidade. Assim pensam alguns de seus filhos:Del fins,Robertos,Funaros,Nobrcqas .•. Até quando ... o senhor z6.Rrasileiro vai deixar isto áCOntecer? PROFO TSER MORET DE TLMEIDA IFDIO CUL TRAL EDSON MORDES r; O can'ida o PI· L con i nua MIRCH DO C GIRINO lOUREIRO ,ln '1 ll 1 AOS NOSSOS ASSINANTES RONEY MORDES SIMOES "Umn atuacio vol tada para o proaros ~0 d0 ncln Vista"-es to é o qvia do condu ta <lo candidato,v0 ~ rcador Roncy MoraeR Simões. F.mprcsário e pro dutor Rural,Ronoy já iniciou contatos vi sando dinamizar a As so.cinçi'io Comercial de Bela Vista e Luiz O vibrante desportista vem catalisanrln as atenções pelos seus pronunciamPnt0s sin ceros e altamente favoráveis a mdança do sistema palitice ora vigente 0m nossa cida de-. Para Luiz "nota-se um climil de pessi - mismo em RF.~/ VISTA, isto reflPte um siste ma quo não condiz com as reais aspirac6ei do povo b0lavistense.~udam-se ns qovernnn tes quando estc-s não correspondem às ex poctativas populars, por isto temos ue eleqer F.dson e F0rnando.Ser~ um novo tempo pnra Bela Vista,um tempo de paz, calma, Ivan Marques o advoqado <lo povo continua a correr Pela pr~meira vez ouvi um oroqrama solto pelas ruas da liher<lar:le,é isto o nue político na rádio, e qost<>i do pronu~ o vereador Ivan representa a luta pela li- ciam<>nto <lo professor HÉ>li0 !lassocato. berdadc.R o pnvo sabp rlisso.V0taria em mas Coerente, sem ataques pessoais, culto,de sano Dr.Ivan. fendendo as obras do prefeito e até 1om - Proietos e lnrli hran<lo que o momento ostá realente cações do vereador,na difícil, mas que ainda resta espera Câmara. são centenas ; ca para o Rrasil. . do fensor de Rela 'li~ Gostei, é se qostei, Req istro. ~ isso ta e um verea - ai, uma campanha si::M ÓDIO política tam- <lor de coragem, dcn11n ½ém se faz com amor (PP) . ' ciou por várias vc-zes os c-rros <la Adminis tração e cobrou as promP.ssas de campa nhas (las voltaram) E v-erear:lor têm nue ser assim, com½ativo e LIVRE.Ele é preso somonto ao povo. Precisamos de Ivan na Câmara, pois ele representa o povo que quer a liherdadc para viver com DIGNIDADf: e SEM HEDO. Já que apenas um ou dois candidatos a vereadores do PMDB consequirão os votos D? cessários para cheqar à carleirR da cãm~ ra Municipal, é bom para o povo que um <leles seja o Gasco. É um dos nO cos Peemedehistas que mantém a linba nos discursos,não ofendendo aos ~<lvnrsárioS j~ prestou mais aiuda ao povo ae Rela Vista do que todos os Rcus companheiros de partido, candidatos a verenr:lor como ele, nos seus programas de utilidade ,--------------------------publica na Radio. É homem de bom coração, puro,hone~ t.o, trabalhador e educado. ~ducacão es sa que ostá faltando em todos os.co micios do p !J'~ . ... Ti-. e i" ··-· . '.',··:-:. maratona pelos bair ros da cidade, V. mitando a fami lias, conhocon!o o problemas o e in oirando das neco; sidades de ceada bairro. criar tamh0m um Clu be rle Lojistas. Sequnrlo 11.on<>Y , precisamos criar al ternativas para ro erquor o nosso com·r cio e unirlos, atinqI rcmns OS n<lSSOS ohjc tivos.'l.onPY lembrou também que Pela Vis ta precisa de ace lcrnr o seu dcsenvol vimonto, Calliari Machado. COLABORE COM O !';NTREGTDOR DO SErJ JORNAL PROCURANDO QUITTR SUA IISSINA- TURJ ANUAL. A DIREÇÃO "estamos I l orr ,:, ; ·I r ,, } 11 ' tar pela, instalacã , ma Pcnla 'Técni- ca Aaricola do Mun o, To Vi têm gido - cor,+tanto nos pro nunciamento do ahi nio. llorn<>m 1 ir.ado ao can aail i 7 i r po,cabinio na câmara ma. dia a dia perdendo torreno na reaião,is to po.rrt1<' não há ps= timulo rlos poderes públicos parn a ins talaci'io de novas em p.rcRab na cidade, o quP. geraria mais cm preqos e mais impos tos. ************* ************ LUTE! 9l E2Z E ci: - . ~ J-OSSIVEl  i ~ rorrari cri r ums •olí.Hc,1 ar.ríco1 n a vist , f t1 orce inclu r»roarama de A 'ração,ma a/1 ro 1 l ~ ',vio n í•~ ,,., ;-,ronr 1 RONF.Y MORAES SIS trannuilidane,união r muito progresso. A respeito do esporto Luiz afirmou que o potencial ele Bela Vista é imenso, preci samos aprnas descentralizar o osporte,a tenclcndo a tocloR os clubes e criando es colinhas nos setores ele voleihol,nataçâo~ fut0½ol,fntel)nl <le salão,ntletismo organi zar a nossa ciclarlP ??ra participar ele P ~ ventos 0sportivns. Luiz na Câmara, será o pr,·10 traba - lhando. GOSTEI - GASCO (AFVE) A RELA VISTA PARTIR DA CIAREMOS CO,M A s:::MAl>IA Qm: VEM INI SÉRIB "BELA VISTA lJRG~- FOTOS E --------//!---------- IUBON • Fábrica de Tubos l TDA. 7 T U B O S D E c o N C R E T o s ' U A: G E N E R A L R O N D O N N9: 2 5 l FONES: 255-1205 255-1202 ?.55 1376 B NI T O M 1 T O G R Q S_ s o n o S U L.. SERV"íCO DE ULTRA-SONOGRAFIA · OE JARDIM TELEFONE: ?51.1529 ULTRA-SONOGRAFIA EM GINECOLOGIA OBSETRICIA E MEDICINA INTERNA. COM HORA MAf!CADJ. RUA 14 DE MAIO, 164 - CE RO - JARDIM.. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº921_08_10_1988 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº923_22_10_1988 Voltar para a lista de itens