TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº937_25_02_1989 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº937_25_02_1989Número da edição937Data de publicação25 de fevereiro de 1989Número de páginas8GeoCoordenada -22.107271133355592 , -56.5336492545465 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº937_25_02_1989 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto OE JORNAIS VISTA - MATO GROSSO DO SUL 7NO: XVII N0;937 25/02 A 04/03 DE 1989 REDATOR - CHEFE: IVALDO PEREIRA SESQUICENTENÁRIO DO REGIMENTO ANTONIO JOÃO Bela Vista acordou u quarta-feira pp. dia 22/02 com uma salva de 1! tiros de Canhão cali re 90 e 300 tiros de me tralhadora 7. 62, todos de festim, em comemoraçao ao Sesquicentenário do Reglcento Antonio João. A Banda do 10g RC kec composta por 25 ele entos fez uma bonita a presentação, além de exe rutar com eloquência o B.ino Nacional Brasilei - ro, A Comemoração dos 150 anos do Regimento An tonto João foi um marco kportantíssimo na vida social e cultural da ?rincesa do Apa pois reu :i.lu no Quartel do lOQ RC !ec inúmeras autoridades civis e militares. Na ordem do dia constou a incorporação do Contingente de 1989 , ou seja, os novos cons - cr!tos que; prestarão ser Ti;o ilitar ao Exército iras1eiro. Na solenidade festi a foi inaugurado o "Bus to do TC Pedro Rufino"pe lo Prefeito Edson Moraes 1 ° Cooandante do Regi t:?nto Cel. Edson Gonet. SR3IDADES PRESENTES Entre as inúmeras stcridades que se fize A presentes na festa ? 8egtento Antonio Jo ore g, 'stramos a presenca a z,'' 'isonBertelliJu!z e )!rctto da Comarca e es posa; Or.Carlos A. Ocariz c·esposa;Cap.Crescêncio Comandante do Destacamen Lo Militar de Bela Vista ta Paraguai; Cônsul Edu ardo Ocariz e esposa; Ge rente da CEF - Valdecir e esposa; Paulo Laran - jeira - Escrivão de Poli eia; Roney Moraes Simões Vereador; Hortêncio Esc~ bar - Sargento da Reser va; Vicente Santa Cruz - Oficial Inspetor de Dele gacia de Policia de Bel= la Vista Paraguai; Major da Reserva Gamaliel Stum pf;Gabin1o Loureiro Ga bino - Secretário de Ad ministração Municipal; Dr? Vera e Dr? Vilma; Sr Manoel Rodrigues de Mi - randa; Engenheiro Ricar do de Souza Rosa - Secre tãrio de Viação; Obras e Serviços Urbands; José Valdecir Lopes - Gerente do Banco do Brasil; Ros1 Foi o decreto n!? 30 ,--------------, de 22 do fevereiro de 1839, que criou a Compa nhLo de Cavalaria de Ma to Grosso, com sede em Culabá, unidade que deu origem ao 10g RC Mec que completou 150 anos, o serviço da Pátria. Na trilho de sua história, o Regimento An tonio João mudou várias vezes de sede, transfe - rindo-se em 1847para São Luiz de Cãceres, em 1858 para Nioaque, em 1903 pa ra Vila Miranda e, final mente, em 10 de dezembro de 1906, ocupou a atual sede em Bela Vista. Nas páginas de sua história o lOQ RC Mee teve participação impor tante durante as revolu ções de 1922, 1924, 1930 e 1932. Além de sua sig nificativa participação na guerra com o Para - guai. COM A PALAVRA O COMANDAN TE O Coronel de Cava- laria EDSON GONET - co mandante do 10g RC Mec u sou da palavra enfatizan do que" destacamos eiii nossa Ordem do Dia - Nes ta data significativa nos sas homenagens ao Capi - tão Pedro José Rufino e ao 1g Tenente de Cavala ria Antônio João Ribeiro e esperamos que guardem na momória o exemplo des ses heróis", ainda oco':: mandante declarou "aos novos conscritos, as nos sas felicidades nesta ca sa, e que orgulhem-se da farda que hora ·estão ve.!! tindo", concluiu. salto os visitantes:Luis Adernar, Nilza, além do Ten. Roberto Criscuoli. ALMOÇO FESTIVO NO GREMIO PEDRO RUFINO O Clube de Sub- Te nentes e Sargentos Pedro Rufino esteve com as de pendências completamente lotadas no almoço festi vo alusivo aos 150 anos do Regimento Antonio Jo ão; militares, civis e familiares marcaram pre sença na festividade de confraternização por tan tos anos de serviços pres tados à Pátria por a honroso Regimento de Ca valaria Mecanizada. Entre as Inúmeras au toridades presentes desta camos o Presidente Dfome des Sandim de Ávila que foi um Ótimo anfitrião a lém do Capitão Cunha, Ten. l'arah que auxiliaram o trabalho de Nossa Repor tagem. AGRADECH:ENTOS ESPECI AIS comandante do 10g RC M no Grêmio Pedro Rufino fez uso da palavra ar_ decendo o presença de todos ''o omlznde urge expontânen como a pala vra de Deus. Hoje nos 150 anos do nosso Regi mento nos sentimos mais fortes, pois o vida come - ça a nos sorrir melhor'.' Enfatizou o Major Lu- Major Lucas - Sub- cas. epato ledé pele ses ões à onstituin e LEIA NA PAGINA - 06 VEREDDOR PAULO MELO, DOIS. PESOS E DUAS MEDIDAS Um fato que chamou a atenção na Sessão Ordi nária da Câmara Munici = pal na quarta-feira f-P• foi o fato envolvendo o edil do PMDB Paulo Me1lo que votou favorável ao requerimento verbal do vereador petebista Jorge de Souza Rosa, no moen to que os alunos e pro - fessores da Escola Ester Silva se retiraram do ple nário daquela Casa de Lei o edil Paulo Mello argu - meneou a Presidência da Casa que "não entendi o reguerimento por isso vo tei favorivel", pedindo a anulação de seu voto, ou seja, na frente de alu nos e professores Pau- lo Mello é o "bonzf- nho", nas costas e o "v1ão". Seu voto não alteraria a aprovação do requerimento mas por força do regimen to Interno da Câmarã seu pedido nao foi a ceita. r; r1 1 O qu que ::o- 5e u 3e (LILE). ESTER SILVA SEM PROFESSORES. Na reunião que du - ja encaminhado expediente 4.713 assinado pelo Go rou das 19:30 hs às 23: ao Secretirio de Educação vernador do Estado em 30 hs um dos pontos ou para que tome providên - 10/08/88. tema que também fez o elas no sentido de'regula Caso o problema no plenário da Câmara ficar rizar o "quadro" de pro= ester Silva não tenha u completamente tomado foi fessores da Escola Ester ma solação 1.1:lediata, os A a solicitação de alunos . Silva, principalmente o alunos e professores po NARAQUEDIS!O U' SNO:: e professores da Escola 2g grau, e que seja revis derão fazer ua "arai? PARTE Estadual de 1ge2g graus ta a exoneração do Cargo zacão" de protesto ao Tanto civis e milit~ Ester Silva ao vereador da atual Diretora - Flo - descaso com tão tradi - res ficaram olhando paro petebista Dr. Jorge de riana Franco-, se isto não cional e respeitada esco- o céu a ós a formatura e Souza Rosa que por sua for possível que sua subs la de nossa Princesa do 1 idpd d i vez apresentou requeri- tituta seja lotada no car Apa. so..en. ia e e ncorpora- menta verbal para que se go conforme o Decreto Lei (LILE). ça0 dos novos recrutas, po· r---------------------------;----------__:_ __ ..:.__, is era chegada a hora de um "show" de beleza e C!?_ ragem. Quatro paraquedistas que integram a equipe Sol do Amanhecer membros do P~ • ra Clube Águia do Panta lino Gonzales - Preside al coloriram a manhã ·e/um, te da Seccional Colorada espetáculo á parteem fren de Belo Vista Paraguai te ao 10?RCMe,no Capo de Vereador Paulo Mello. Polo do Quartel quando fizeram uma bonita apre O HISTÓRICO DO SESQUICEN sentaçâo.Participaram do -TENÁRIO. GRÉMIO REMIRO RUFINO Atendendo solicitações de vários leitore: g · - ' p d R f - • s, ocios do Gremio 'etro u ino, gostariamos que a Diretoria ' • d d in ormasse a respeito ia muuança dos ESTATUTOS. Segundo info; - t d d . . _ . ~ rmaçoes uma des as mudanças iizrespeitoaSocios Civis·serem a pt; d - : +didc d 6,· a ·ar.ir te ago ra, 1mpetudos te votarem. Os sócios pedem e querem EXPLICAÇES. ... li: t • ...... ONAL, TRIHUNA DA FONTE [p,J BELA VISTA-MS "L.,/07 A 01/ 1 lllHÁO Reunto de sexta-feira, dia ll, contou com os presenças dos seguintes companheiros: Sidney, Ival do, Ederney,Eduardo, Garbald1, Reinaldo, Sule1man bazano, Haroldo, Rahal, S1mão, DIlon, Gasco, Evtl@ lo, Joo, Cachlto, Cassfo e Gerardo. . oi • or cm VTllAllOS RegItramo as presenças do Dr.Wilson Bertell1, Juiz d• nirelto do Comorcn do Bcln VJutn; Dr. Celso llotclho de Carvalho, Promotor Público, Estudante de iéconomlo Or londo l'errelrn, de Assunção; mlrIns Ival Jo .Jr.,Vlctor Hugo. REIUN1ÃO ~ o presidênc.ja do companheiro Eduardo(que re tornou dos férias); sccretorio,Cnribaldl e Protoco lo, Cochito, a reunião foi considerad~ excelente P~ los componheiros.Hercceu elogios tombem dos convid! dos, pelos assuntos debatidos e alto esp[rltd de companheirismo. DERSUL RESPONDE o Diretor do Residência do DERSUL cm Belo Vista engenheiro Fernando .Jorge de Barros, respondeu .ªº ofício enviado pelo clube, solicitando inform~çoes n respeito da conservação das estradas da regino. O engenheiro afirmou, em seu ofício, .que essa conser vação vem sendo feita, desde Novembro, citando um roteiro de obros, mas, que devido os chuvas, essa conservação é precária, tão logo o tempo permita,as estrndas estarão impecáveis. IVALDO Disse que o problema da BR 060, não é só de conservaçao, precisamos é lutar pela implantação da povimentação asfáltico. Pediu que a luta pelo asfal to continue. DR. WILSON 1 pr da Indütri de No 07230043. Qu etto da mudança de Governo no Parama1, o J"" devolver na Serra""- oL.Ao rrRR1A, sca4isto 4« t«anota ·a A"._, çiio e ,~~mbro do Partido Colorado, deixou os rot!- ,. d Ad • %i t e re s ' Escritório te {Vala brllhantc, um verdadeiro hino n liberdade. Orlando lembrou o anos de dltadurn de Stroessner a esperança do povo paraguaio no novo regime , . que aboliu a censurai Imprensa, deu liberdade aos partidos políticos e nc•stc curto espaço dr tcripô, pennltlu aos Jovens lib rdadc de se manl - festarem, o jovem tranquilamente, expôs com multa cla- reza O que ocorreu e está ocorrendo no Paraguai • "hoje temos esperanço, precisamos do npoio de t~ dos os nossos vizinhos, para que o nosso país pos sa passar esta fase de transição com paz e seu - rança pnra o povo", Lembrou também que os Ministros e Assessores do Novo Governo foram escolhidos por suas capa - cidades, eficiência e honradez. Fnlou do novo Pa-l BEL A r aguai que está surgindo cios c inzn s do regime a u- L:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::~ toritário, e que o povo guarani esta confiante ~ olhando o futuro com otimismo, sem medo, e com fe em Deus e na pátria. o "Hino à Liberdade", do jovem Orlando, nos faz acreditar que o nosso irmão, Paraguai, está is portos de ingressar ~a nova era, preconizada há vários séculos por seus vultos históricos, transfonnar o pais, numa pátria livre, soberana, prourPssista e justa. Cc LANAOU Leu também um ofício do governador do Rotnry,co~ panheiro Reinaldo, a respeito de um encontro em Foz do Iguaçu, sobre o desenvolvimento da Bacia do Pra ta e lembrou da Conferência Distrital a realizar-se em Abril, cm Araçatuba(SP). CACHITO O protocolo saudou aos aniversariantes do mês,os convidados, teceu palavras el~giosas a respeito do tbabalho do Dr. WILSON cm Bela Vista, trabalhando 24 horas por dia. Elogiou também a dedic~ção do Dr. Celso Botelho de Carvalho e sua integraçao com o povo bclavistense. Falou a respeito do visita dou niversitário de Economia Orlando Ferreira,membro do Partido Colorado. Lembrou o aniversário de casamen to- Bodas de· Ouro de José Marques e D.Fábio, pais do companheiro Ivan Marques. Agradeceu o convite, disse que sentia se e ca so, agradeceu a acolhida em Bela Visto manifestou a sua confiança de que o Rotary pode ajudar muito a comunidade. Falou de seu ideal em criar em nossa ci dade um serviço de assistência ao menor e contara com o Rotary e os rotarianos para que o iniciativa tenha êxito. GARIBALDI Saudou os convidados e elogiou o jovem Orlando, por suas palavras, dizendo que o Brasil também sa iu do escuridão para entrar no regime brilhante da democracia. Que não será fácil, mas que o viti ria sorrirá no final. CAUSAS CIVEIS E CRIMIIAIS. RUA: 15 DE TELEFONE: lOVE:1BRO, (057) 439-1382 V 1TA - S RI (ÓRIO JURÍIO 'NELSON C'IAGAS ADVOGADO FONF:: OAB-MS 2. 491-11. 251 - 1721 - ESCRITÓRIO 251 - 1712 - RESIDENCIA ESCRITÓRIO: Rua: TENENTE BERNARDES N 826 RESIDÊNCIA:Av.Cel. CAMISÃO N9 657. JARDIM - MATO GROSSO DO SUL. lVALDO Agradeceu os presenças dos convidados, disse que o Dr. Wilson sabe ter amigo companh,eiro, mas que no sua função comporta se como um verdadeiro JUIZ DE DIREITO, cumpridor do seu dever. Elogiou Orlando, disse suas palavras marcam uma nova eta pa para o Paraguai e a esperança é a força que nos leva a luta. Lembrou que o sonho de uma America Latina, unida, sem fronteiras mas ainda chegarã,e aí então, não seremos quintais de ninguém. PRESIDENTE ADVOGADA [$) OAB/MS 3281 141.490.101-10 CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS DIRE.!, TO TRABALHISTA - QUESTES DE I TERRAS, UMA ORAÇÃO BRILHANTE O presidente Eduardo Oca~~z que conduziu ma - gistralmcnte a reunião, disse que se· sentia satis feito em ter os nobres convidados presentes. Mar cou reunião do Conselho para 22 Feira próxima a- viso que dia 3 haverá· reunião festiva co as espo], CEP: 79.260 sns • BELA VISTA - MATO_GROSSO DO SUL. as.as.«e·a i»roe= "e, - ta, agradeceu a presença de Orlando e disse que o mesmo foi muito feliz na sua explanação sobre as mudanças ocorridas no seu pais. DR. CELSO O promotor público de Belo Vista também agrade ceu o amável convi~e do Rotary,disse que a busca dã paz e do entendimento, fazem do Rotary a esperança. Falou que está em casa, pediu que o Rotary ajude a comunidade a progredir e melhorar a qualidade de vi do de nossa gente. Convidado pelo companheiro Ivaldo a falar ares L- -- REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA:· - QUE O POVO ~EJA BEM INFORMADO- 2: 3 %325" JO'ff.A.L o l,.AQ,.NJC5l fCI.M 1..0,u 04 LAG.uNA.J O AL TA MeuTt (Poro uT«O .JOIINAL o torro poro .JOINAL. D ATONO J0O AATO J0O kÁ -.A.11 D( DO. AMOS tDffAHOO JOt.t-0.1.S t NOTAuINDOO O MUNO ALIlO GRAFICA E EDITORA APA ESCRITÓRIO: Rua Coronel Camisão, 638 -FONE: 439 - 1302 Centro. E X ? E D I E N T E - PADRÃO DE QUALIDADE - -IMPRESSOS EM GERAL • SERVIÇO OE UNOTIPAGEM COSFECÇÕES OE UVROS E REVISTAS • 80LET1NS • IMPRESSOS A CORES UA u/TA DO GRUPO ADE REAVISTE+SE DE JOANA s- F UA DA REPUBLICAS/Nê. BELA ISTA- M JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (FUNDADO E 20 DE FEVEREIRO DE 1972). FUNDADOR: IVALDO PER.EIRA REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA GERENTE: GILSON SILVA SANTOS REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HO."RIQ(Õ NUNES CORREA. NOTICIAS: ABU!, AE, PLANALTO E CORRESPQ;-.l)ENTES, REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: Rua da Republica, 564 - Caba Postal 23 - Fone: (067) 439-1410- Sde Pr6ria - Registro no Cartório de Títulos eºDocumentos nQ 35. . FIL1Ab6 A ADJÕRI E ABRAJôR!. UM SEMANÁRIO DA REDE ELAVISTENSE DE CGC MF - 15,513 203/0 219.0003-1.' 001-59 - INSCR. EST. OI.RETORA· MARIA - ·· ESTELA VELASQUEZ PEREIRA. JOR-IIAIS, 23. . . Quando termina um sonho ... Começa a realidade e só "Q.uem &credita em sonhos sabe o que é melhor para si g--, - -1 1 - Nós acreditamos no progresso e temos o que é melhor para você o· HOTEL POUSADA DA FRONTEIRA· tem Apartamentos com ar condicionado o moderno Américan Bar - Lanchonete com um delicioso Chopp Avenida Teodoro Sativa - Bela Vista Mato .. Grosso do Sul Reservas: 439-1487.e 439-1366 0 a e a RC C(X têi Sr· ªº pa di, cor dq S±- ai o, er a , < • 1 I.A Vl'>IA ?o1IDo FUMAR DENTRO DOS 0NIHUS. ; aa G. Viior desde o mé passa a Ter que [be os fumntes de exercerem seu veio dentro .a infbus e coletivos, por minal, uma lei que até 06 fumonLCfJ oprov11rnm. lloo de convJr rtu<' 0 ,o de fumaca de cigarros dentro dos veículos é c,,t 1 - , portável,, Incomodando principalmente os não fu ates. Im alerta: quem for pego fumando dentro de [bus poderá ser obr gado a jogar fora oeu cJ.gar s, podendo os Incomodados solicitarem ao motor1s ta ou ao cobrador que a lei seja cumprida. FALANDO_EM ÓNIBUS,_A_"PRAGA_DA_VELHA_PEGOU"! 1 semana, vindo da cfdade de Ponta Pora pela aio Cruzeiro do Sul, presenciamos um fato no m Lo engraçado: Logo que o carro saiu. de Antonio 1ão uma senhora já de idade tentou por varias ve es acionar a campainha para o onibus parar, so que ela puxava o cordao das cortinas. Quando conserufu Gue O ônibus parasse, deu um "p1 to" no motor Lsta Com a presença por ter passado mais de 500 metros de nua ca• .i e dos filhos, nc tos, sJiu porta afora "resmungando". Dni a pouco, mais amigos e parentes e quilômetro para a frente estoura um pneu do car- [muitos vindos de ro, debaixo de barro e muita chuva. Nao deu outra, longe, o casal o todos tiveram de descer e o comentário era um só:' fereceu um gosto "a praga da velha". Eta velha poderosa!! so churrasco rega do a muito chopp ESTRADA DAS CAI EIRAS, MUITAS RECLAMAÇÕES 1 ! para comemorar a em parece que Bela Vista possui uma residência data. ' do DERSUL, pois uma de suas principais estradas vd Autoridades, 0 doais, a que liga a cidade às caieiras, trafegada migos e convidadoi, diáriamente por mais de 50 caminhões que fazem o lotaram as depen- '-------------~ transporte de calcárco daquela região, principal - ciências do Clube Operário párà' dar o abraço e le ente para a Fazenda Itamaraty, encontra-se, segut var as suas felicitações ao casal que, segundo' ui do caminhoneiros, praticamente interditada devido de seus filhos, o Promotor de Justiça em Campo Gran aos enormes buracos e atoleiros nela existente. Es de, João Batista Costa Marques, "é um exemplo para sas informações dào conta de que há vários dias e- todos nós". !lstem caminhoneiros parados, só dormindo e comen- Na oportunidade fizeram uso da palavra, além de do a espera de uma solução. Quem paga os prejuizos seus filhos Dr. Ivan e Dr. João Batista, o jorna desscs profissionais do volante? Providências ur- lista Ivaldo Pereira, Deputado Estadual Henrique De gentes devem ser tomadas pelas autoridades devido d e outros, todos enaltecendo a importância de - a gravidade do problema. Alô Sr. Engenheiro Chefe ma vida h; dois por mais de melo século. ~o DERSUL, vamos atentar para o fato, afinal de co!! tas para o que serve o órgão cm Bela Vista? Para fa zer política? RODOVIA ANTONIO JOÃO/BELA VISTA, OUTRO SOFRIMENTO Transitar pelas nossas rodovias nessa epoca de chuvas ~ terrível para os motoristas..A BR 060, ob eto de 'inúmeras promessas mentirosas por políti tcos safados, já faz parte da história. História q/ tb como precursores três governadores, do PMDB,os Srs. Ilson Martins, Ramez Tcbe t e o atual, j a ape lldado de Marcelo "Mentira" pelos belavistenses. Wo podemos nos esquecer da rodovia antonio Jo- 0/Bela Vista, onde ultimamente vem se tornando cg zu encontrar carros, ônibus e caminhões, princi - palt:ente,atravcssados na estrada, atolados ou impe didos de subir as serras devido ao barro liso e eS corregadio. De que adianta termos uma residência dq D!:RSUL? Voltamos a perguntar. ExecutAr os serv! ,os essenciais cm nossas rodovias eles não fazem. ( _____ _.(_1_~ (12...J.!_9 Bodas de Ouro J Com um,: ln;nLLa festa realizada em ciu,1 reaidênci:i e com a presença dos fllhos A<lel ino, I van, João Batista, Ta<leu e Zuleica,o casal Jose s!mplí cio da Costa Mar ques e Dona Fãbfa de Souza Costa Mar ques comemorou SÕ nnos de vida a do is, Bodas de Ouro-: Ao lado do bolo do cinQuentenário, o irmão Antonio· Marques, Sr. José M.'.lrques e Dona Fábia de Souza. Luiz Marcelo, Muito Brilho- L 1 Pre J.- L' 1 1 sentes na festa de Patricia Moraes e ~ 1 ?grelo o Eng? Ricardo Sousa Rosa, Se ";to Municipal de Viacão, obras e Ser st~os Urbanos, Dr. Carlos A. Ocariz, Pre ~ ente da Câmara Municipal, Dr. Talles, deputado Estadual Henrique Dedê e r Jorge de Souza Rosa. bonita imagem de Patrt eia e Luiz Marcelo, quando da realização da cerimônia reli giosa. Foi uma noite marcante na sociedade belavistense. Pre senças de ilusires petsonali dades do meio político e so cial de nossa cidade e do Es tado. Destaque para a presen ça do Vereador Francisco ~ain acompanhado de seu pai, Sr. J~ sé ~laia Costa e do Deputado Es tadual Henrique Dedé, do PTB, ele que é belavistense e o re E. Moraes, presentante de nossa regiao [ate a, o Prefeito Edso, .s a na Assebleía Legislativa. , "jove nubente, a irmã Izabela """; De parabéns os anitrtG- "Panhada d além te nu sre. lo esposso Jullo !urano» + es da festa, Sra. Cecília e , "° a!og ·dados que .oraram • !'.atr,,-" ~ parentes e conv • 0 prefeito Edson Moraes. ·- de Santo Afonso. Uma bonita homenagem ao Sr. José Marques e Do na Fábia também foi fei-: ta ao som do violinc do Sr. Rômulo Pereira, que há cinquenta anos atras havia tocado no enlace ma trimonial do casal, e na quele dia, 18 de feveref ro, tocava; com o mesmo viol:loo em suas Bodas de Ouro, emocionando a to dos, que se encontravam presentes, Nós, da Rede Belavis tense de Jornais, apro veitamos a oportunidade para levar também os nos sas felicitações ao ca sal pela passagem de tão importante data da vida conjugal. Parabéns Sr. Jo sé Marques e Dona Fábia-: KATIA E PAULO, ENLACE. Os jovens Paulo Alves Junior e Kátia Velasquez uniram - se hoje às 10 hs nu Matriz de Santo A fonso em matrimônio. Ao jovem casal nuben te desejamos toda a fe1i cidade na vida a dois q/ ora iniciam. HOJE TEM NO GRÊMIO! ! A tradicional discote que estará rolando soltã hoje no mais tradicional clube da fronteira, Gre mio Pedro Rufino. Vale a pena conferir, a partir das 22:00 Hs. AflANHà NO BELAIISTEXSE! . A partir das 21:00 íls tem o "mingau" do Bela!! O que e/tavai fazendo 0 (reis) vacus às 16:00 hs de ábado dfa 18/O2 pp. na diviso entre a Av.Teodoro Sativa com a rua Antônio M! Coelho , na hora da "chuvarada" v?3 - Será que estava tomando banho ?I TORNEIO SE PIOR DE FUTEBOI Aconteceu domin,o din 19/02 pp. no tstlÍdlo Octavio rontourJ , a promoção da LEB - Lta Espor tiva Belavlstense com o apoio dos Veteranos de Be la Vista. As equipes do Fluminense, Náutico, Ju ventude e Grmio Pedro Rufino disputaram com gar ra o Troféu Edson Medeiros de Moraes para o l? lu gare Canal Livre para o 22 1ugar , além de um MI ni-troféu para o Artilheiro do Torneio que ficou com o atleta fluminense HERMES. AS PARTIDAS Na 1~ partida o Fluminense venceu o Náutico por 2xl com gols de Hermes e Toco, descontando pa ra o Náutico , Cilson Silva Santos. - O FLU jogou com: Lopes,Lapá,Haroldo,Jéca (de pois Luiz Carlos),Arlan,Magriça,Boi,Tico,Hermes-; Toco (depois Prado) e Laucidio Rios. O Náutico perdeu com: Mingo,Ticho,Raul, João Lino,Copagaz,Bálta,Lopez Paraguay,Luiz,Paulo (de pois João Balaio - depois Reinaldo),Cilson e Afrâ nio. A 22 partida da manhã foi mais equilibrada e o Juventude teve trabalho-para vencer pór 3x2 ao Grêmio Pedro Rufino. O Juventude venceu com: Alvaro,Gasco, Espin garda,Zé Pereira,Carlinho,Valcio,Mario Escobar(de pols Dr.Vilson),Toco,Betinho,Ayres (depois Dr.Cel so) e Mario. Técnico Carlão. - O Grêmio jogou com: Geronimo,Juarez,Quelroga Laureno (depois Luiz Balbucna),De Leon,McsGias(dc pois Bahia),Dirney,Laudelino,Santana,Dejair e Ed-: son. Os gols foram marcados para o JUV por Zé Pc reira,Toco e Bctinho ; descontaram para a equipe do Quartel: Espingarda com um gol contra e Luiz Balbuena. Na J~ partida decisiva: O Juventude estava cansado e não teve o rendimento da partida anteri or,mesmo assim fez uma bonita partida mesmo per dendo por Jx2 para o Fluminense. Os gols da decisão foram marcados por:Hermes (dois) e Prado para o FLU , descontaram para o Ju ventude Betinho e Nicolau. - O FLU sagrou-se Campeão com: Milton,Haroldo, Magriça,Lapa,Rosaldo,Apinho,Boi,llermes,Luiz Car los,Prado,Laucidio (depois Zeca - depois Toco),Ar lan. - O Juventude ficou com o Vice jogando corn:Al varo,Casco,Espingarda (que perdeu um penalti qua se no final do 22 tempo),Zé Pereira (depois Nico lau),Carlinho,Valcio,Mario EScobar,Toco,Bctinho , Ayres,Mario,Dr.Vilson,Dr.Celso e Guegõ. - O TORNEIO SENIOR de futebol foi uma grande iniciativa que valorizou o futebol arte da Prince sa do Apa,esperamos que este exemplo seja seguidÕ para valorizar o esporte belavistense. Parabéns! HORA O5:OOhs O6:OOhs O7:OOhs O9:OOhs 11 :OOhs IJ:OOhs 14:OOhs 1B:OOhs 19:OOhs 2O:OOhs 21 :OOhs DIFUSORA MCAL.FRANCISCO S. LOPEZ PROGRAMA Purahey Kyreira Paraguay - Mãs! cayTradict6 CONVIVENCIA ANO J * CANAL LIVRE* Con Sabor a Pa tria Bella Vista Ne'eyboty La hora de la Juventude 16:OOhs ºRádio Mulher 17:OOhs Tades Folklori cas Encuentro con la Música Serta neja Anochecer Para- guayo 1j,a Libre LOCUTOR OPERADOR Fieueredo Leonor Abrahan Leonor Ferreira Juan Carlos e Esauivel Leonor LllE * Mussuo Jr.* Juan Carlos Esguivel Figueredo Carlos Narciso Carmelo Malbert Rosebel Carmelo Crooker Juan Carmelo Esguivel Figueredo Carmelo e Leonor Figueredo Leonor Abrâhan Leonor Ferreira Encerramento dos trabalhos da Z.P 23 OBS: O horário no Paraguay é uma hora adiantada do horário brasileiro. FRASE DA SEMANA: "O vento norte, de qualquer lado que sopra levanta poeira e incomoda muita gente". ~e_.uo amigo ~núcho, lá de Vacaria, ao se refe- . rir ao forte vento norte que sopra d • quase que /dá- riamente· naquela'cidade. " --© SINTONIZE "Can~l Livre nos J48O Khz" r 5e u 3e l O «AL, TRIUVA DA FRONTEIRA .. IHI./ Ví,1/ - C o m e· n t a n d o P.NL/LE nr. ----- Lufs Marcelo, fllho de Joaquim e Lufza Dutra e Patrfcta filha de Edson e CecIlta Moraes, realizou ne no rlln 10 p.p. A IGREJA MATRIZ Toda engalanada recebeu amfgos e parentes dos nofvos, Na decoração Imperou o branco nos enormes laçarotes que ornamentavam os bancos, no chio tape te vermelho e arranjos de plantas naturas nas la terats até o altar. LINTIIARJM OS Padrinho e logo após ao som da marcha adentrou a PJ•ssorela Patrícia levada pelos de l)CU pai. A NOIVA T o 1inda. Seu vestido, "trabalhado" com péro las mfüdas, levava nas mãos um buquê de samambaias e flores do campo. nupcinl braços A CERHIONI/1 Foi realizada pelo Padre Bento que proferiu in teressantes palavras a respeito de família. A RECEPÇÃO /los convidados foi no Grêmio que foi pintado es pecialmente para a ocasião. A DECORJÇÃO Estava impecável. O trabalho dos decoradores (que vieram de Campo Grande) foi bastante elogiado Assim como o delicioso jantar que não deixou nada a desejar. Da "entrada" com gostosos salgadinhos ao jantar que teve como acompanhamento muitas fru- ' tas. OS CONVIDADOS Foram recebidos à entrada pelos pais de Patr{ - eia. O salÕo estava a luz de velas. Muito branco e muitas plantas. Estava realmente uma "noite e uma festa de sonhos". CONJUNTO MR Alegrava os presentes que "animados" pelo bom Scotche que por lá rolou, sambaram até altas da ma drugada. VEJA NAS FOTOS ABAIXO E AO LADO OS FLAGRANTES DO ENLACE MATRIMONIAL DE LUlS MARCELO E P/TRlCI/1, l - Edson Horaes levando· a filha Patrícia ao altar. 2 - Luís Marcelo e Patrícia saindo da Igreja. 3 - Luís Marcelo e Patrícia. 4 Ver. Roney, Oswaldo, Leda e Sr~ Fermina. 5 - Ver. Roney Simões, Neire e parentes. 6 Dr. Fernando, Hepfer, Câssio e Dalva. 7 -- Leandro Accioly, Jacy e casal amigo. 8 - ,vila, Ivone, Haj or Lucas e Sr?. 9 Dr. Adernar Godoy, Jane, Octacílio Corrêa e Ma rilene. 10 - Cecília Horaes e amigos. 11 - Padrinhos. 12- Casal Joaquim, Lufza Dutra e parentes. 13- Dr. Sydney Nunes Leite, Madalena e a filha A lessandra. 14 - Patrícia no momento do "Sim". 15 - Convidados. 16 - Gentil Vargas da Rosa, Toninho Xavier, Janete e Zulema. 25/02 A 0 ·vEJA O RESTANTE DAS FOTOS NA PÁGINA 05 . .. Por Nancy 10 11 12 13 1A 16 Ilf.J.A VISTA - MS 25/02 A O DE ,o D! 19.9 o me n ando Por Nancy 17 1 se :>U 3e ,_ a 7a lS 7 4 . ~ 23 r l -: d 28 . 29 . 30 17 - Otavinho, Corumila, Nilza e Zulema. 18 - Luís l-!arcelo com Patrícia e todos os irmãos. 19 - Tibiricá Loureiro e Olympia. 20 - Casais: Eduardo-Ana Maria, Garibaldi-Sueii. 21 - Tari, Iolanda e parentes . 22 - Dr. Kleber e Sr~, Gabino e Jurema. 23 - Paulo Simões, Elda e parentes. 24 - Manêco e Nice. 25 - Sr? Iá Cardinal, José Ronaldo, Olympia, Edna Eds'on (em pé) e Léa. • 26 - Padrinhos. 27 - Milton Rosa, Elcy e José iUéssio. 28 - Casais:·Dr. Cândido Hair, Lili e Bernadete. 29 - Casal: DiÕgenes e Sr?, Aranda e filho. 30 - Dr. Késio, Maria, Vera Rita e o filho. 31 - Wilson (gaúcho) Vitorina e filho. 32 - Patrícia e sua irmã Izabela. 33 - CecílúÍ e o genro Luís Marcelo. 34- Convidados. 35 - Os noivos . Çi! que que ::o- ) li: t • • • % % •' • %; * % •• * 3;"To. lJBALDlNO RODRIGUES J /L ·rnir ur,A )f T f: J IT .Ih/ .LA VISTA / • DEDÉ PEDE SUGESTÕES à CD O deputado Henrique Moraes Dedé eteve em Bela Vista neste último dla 1,sábado,acompanhado do Dr, Anrnn(n Nivnldo N~nPrrn dr Araujo - Advogndo , rx Professor de DIrefto da Univeruldade Federal de Cam po Grande e Assessor Jurídico para Assuntos da Cons titutnte Estadual e do Dr.Talle Leç. Brzuna , Ex Secretário de Saúde do Munlcfpto de Maracaji e Psl ecólogo com experfincia no setor de saúde pública O deputado velo Bela Vista , ocompnnhado de seus assessores p ra partlc lpur de uma r~un Liio com várias lideranças políticas e comunitárias do muni e[plo, que fof realizada na Câmara Mun lc lpnl com vincos II re cber , discutir e se Inteirar das propos tas dos belavistenses para a Nova Constitução Esta dual que está sendo elaborada, na qual o Dep, pete - bfta ocupa Importante cargo de Relator da Comisso de Desenvol v imcnto Ec:onôml co Soclnl e llc f cirn do Cidadiio Particlpnrnm da reunião importantes lideranços munlcipois e convidndos , entre elos destacamos: Ve readores Sydney Nunes Leite, Jorge de Souza Rosa Carlos Alberto Ocai:17.,Marcos Elias Rios dn Cruz,Ro ney Moraes Simões,Marcelino Cãssfo BLglia Acioly , Dr.Celso Beltclho de Carvolho - Promotor Público ,E clunrdo Justo Ocor.iz Ayoln - Cônsul do Paraguay no Brosll, Rubens Rodrigues - Sec. de Plonejamento,Sr~ Janete Festi - Chefe de Gnbinete do Prefeito Munici pol , Claudionor Rodrigues - Scc. de Desenvolvimen to Econômico e Social , Josi Bonlfncio de Moraes-Se cretário de Fazenda , Dr. Fernando de Freitas Elias= - Vice Prefeito. "O povo está alheio aos trabalhos da Constitu inte Estadual por falta de divulgação , multa gente não sabia que o prazo parn apresentação de suges tões terminava no dia Jl/01 , por isso achamos por bem visitar os nossos municípios para buscar elemen tos , sugestões para a Nova Carta. Queremos que o povo diga quais os anseios de suas cidades, de suas regiões. Todo deputado deveria fazer isso, pois só assim teremos condições de elaborar um trabalho que representa realmente os interesses do povo do nosso Estado. Precisamos dos representantes das associaçÔ cs de classe , dos Sindicatos , Associações ComcrcI ais , Associações de moradores , das comunidades,cn fim todos devem discutirem , apresentarem sugestões e exigirem de seus representantes.Estou preocupado porque a nossa Comissão trnta dos assuntos relacio nados aos direitos do povo" , disse o Deputado llcn rique ed , na abertura dos trabalhos. Deixou claro o deputado que a participação ma ciça do povo é de suma importância para esse traba lho , "por isso convoco todos os representantes de classe para que possamos nos envolver nesse traba lho para que não tenhamos uma carta elaborada nos Neste dia 18/02 pp. com a presença do Delegado Regional de Polícia do Interior , Dr.Jair Bispo E vangelista, que já foi Delegado de Polícia de Bela Vista e inúmeras autoridades municipais, foi empos sado o novo Delegado de Policia de nossa cidade:Dr. Gilberto Pereira da Silva vindo de Rio Verde que as sume o cargo deixado pelo Dr.Osmar Pedrosa de Frias transferido para Rio Verde. Estiveram presentes entre as autoridades: Dr. Vilson Bertelli - Juiz de Direito; Dr.Fernando de Frcltas Elias - Vice Prefeito; Sr.Eduardo Justo Oca riz Ayala - Cônsul do Paraguay no Brasil; Dr. Celso Botelho de Carvalho - Promotor Público; Ten.Roberto Criscuoli - Representante do toe R C Mec; Dr.Carlos Alberto Ocariz - Presidente da Câmara Municipal;Dr. Oder Bozzano Rosa - Advogado; Dr.Carlos Alberto Na zari Borges - Advogado; Dr.Roner Loubet da Rosa - A dvogado; Dr.Ildefonso Pinheiro - Advogado; Dri!.Vil= ma da Silva - Advogada; Dr.Bruno Galcano Brandão -A dvogado; Dr.Ricardo de Souza Rosa - Sec. de Obras; Sr.Gentil Vargas da Rosa - Ex-Delegado de Polícia • Sr.Manoel Rodrigues de Miranda ; Sr.Corumila Lourei ro; Sr.Pedro Araujo Pereira; Major da Reserva Gama= liel Stumpf - Ex-Delegado de Polícia. Após o registro dos presentes o Delegado Regio nal de Policia do Interior - Dr .Jair Bispo Evange lista deu posse ao Novo Delegado de . .l'..olícia de Bela Vista - Dr .Gilberto Pereira da Silva , que • afirmou cm seu discurso de posse "Cabe-me a partir desta da- . , . DR.OSMAR PEDROSA + DR.GILBERTO + JUIZ DR. VILSON gabfnetes e para dupofs o povo não reclamarem que no tiveram partfclpnr", ~nfncJzo,rDcdé. Em brilhante pronunciamento o·DR,Antonio Ri valdo afirmou que "Dela Vietn teve a rara felic1<l::!_ de de contar com o deputado Dedé na Comissão mafs importante da Constituinte Estadual. Ao ser convi dado pelo deputado paro integrar os trabalhos da Conllt1 tulntc f:11tudunl , percebi nele duo a prcocup±:1_ cães prioritárias, 6cndo n primeira, a d se criar a Zona Franca em Bela Vista , visando incrementar o comércio entre o Brasll e o Pnroguay. Devemos ad mitir que essa região é uma região esquecida , ou não bem Atendida pelo Governo do Estado e nós cSt! mos buscando meiou no Novo Corta Estadual, de tra zera desenvolvimento que Bela Vista deseja e mere ce". Pediu o Advogado que !lcjom realizados reu niões , trocos de idéias , estudos ... para se criar sugestões que deverão ser enviadas ao deputado Oe dé. Disse ainda Antonio Rivaldo que "infelizmente atas retvtnatcases do estado etsvtstese ioL Pr.AI"FIO RITA!DO___?g:zS±E;___PE. são atendidas devido n discriminação polítJca-par- mas. Esclareceu que o projeto da Zona Franca paz3 tidária, eles respondem que determinado prefeito , 1lc1n 'ista virá· Jncremrntar e desenvolver mufto ou determinado município não pode ser atendido PºE. comércio entre as duas cidades fronteiriçns, e. que o prefclto não comunga do mesmo partido do Go- se respeito estará entrnndo com um projeto nJ A - verno". sembléla Legislativa ainda esta semana pedindo e& Fez uso da palavra também o Dr. Talles Leça se importante mercado comercial paro o Prince~ Brazuna, que foi enfático ao afirmar que "só vamos do Apa. Informou Dedé que está tentando trazer pa conseguir fazer alguma coisa se a comunidade parti ra Bela Vista urna faculdade , trabalho que não cipar realmente". Destacou o sério problema da ;;a~ cá sendo fácil mas que, segundo ele, se não der de pública da região , "a dinamização da saúde foi pqra Bela Vista virá para Jardim , o que já é una apregoado durante muito tempo , mas nunca cumpri- grande vitória , pois estará bem mais perto ~t do , vimos sim uma ação deficitária devido aos pro nossa cidade. Referente ao "asfalto" o deputado blcmas políticos-partidários e a má remuneração informou também que existe projeto de asfalta::tr.· dos profissionais de saúde. EStamos indo para a to dependendo de liberação de. verbas pelo 'Banco Constituinte com a idéia de levar sugestões , para Mundial "estamos atentos e sempre pedindo ao Co que o Governo monte um programa que di condições verno e aos Órgãos responsáveis· a concretlza~o dos municípios cuidarem dos problemas de saúde da dessa antiga aspiração de nossa fconteira". população". Com relação a discriminação política Fazendo as honras da casa,o Vice-Prefeito:Dr do Governo , Talles afirmou que "ninguém é gover- Fernando de Freitas agradeceu o trabalho que vc nante de um partido e sim de um povo". sendo desenvolvido por Dedé , disse estar sentido O Presidente dá Câmara - Vereador Carlos Al- por não se fazerem presentes naquela importante o bcrto Ocariz pediu a participação de todos os bela portunidade vârios J fdcres de classe do r.iun!CÍp!Õ vistenscs na elaboração da Nova Lei Orgânica do Mu já que há necessidade da participação de todos. nicípio para que ela possa durar muito tempo e se= Dr. Fernando nfinnou que "a situação de nosso ja uma lei elaborada para o povo e não para agra- comércio hoje é uma das ais tristes que Já t!n dar a interesses de grupos , pessoas ou a políti- a oportunidade de presenciar , nosso comércio ho· cos. Na oportunidade o médico anunciou a instala- je só é visitado quando os fiscais do Governõvc. cão da Constituinte Estadual para o próximo dia 1e multar e autuar comerciantes,desmotivando 05 ces· de março. • Sugeriu ainda o Deputado Dedé aos vereadores que formem comissões para que sejam buscadas suges toes , elementos , com relaçao aos nossos proble- a,i con:unidndes a oportunidade mos". - Quem tiver qualquer sugestão poderá procurar as suas liderancas , os edis , para que sejam enca· minhadas ao Deputado Dedé . * [ liBALD I );O ROD:UG:ESl* ta a honra de conduzir os trabalhos policiais des- ta cidade . É grande a responsabilidade hora rece- nos relevantes serviços prestados a Polícia Ci· bid i vil" , finalizou Jair. a, sto porque esta terra, foi tempos atrás a- íf=::;;;:::::;:;;;;;;;;==::;;;====::::::::;;::;;;;;;;:::::;;;;==:;::::;;;;;;;;;;::===:::;:'9 reade trabalho do_Dr.Bispo e a amizade cativad·a li nos cria a obrigaçao de ser parte desta população. Humildemente chegamos,convictos a ser mais um aso mar esforços em prol do bem comum.Conto com a aju da de todos os senhores. Sinto-me em casa e procu rarei dar todo o meu potencial". Usou da palavra o Dr.Osmar Pedrosa de Frias , dizendo em seu discurso de despedida que " d . quan o aqui chegamos, ha pouco mais de 2 anos , trazendo saudades da família que havia ficado distante, não podíamos imaginar que aquela tristeza tão rapida mente desapareceria. E desapareceu porque a Prince sa do Apa nos acolheu. de braços abertos e num ins tante nos-colocou no seio de sua família. Hoje es tou partindo com a satis!ação do dever cumprido , pois em nosso trabalho_não fizemos qualquer distin çao, _demos tanta atençao a mais nobre autoridade quanto ao mais humilde trabalhador, sabedores de que Bela Vista nao e so aglomerado de im • mí pessoas, mas &.::::=:=a:~=:::.:'-=::e:::e...1=:..:.c. __ _:__.!,__l__:_;_ _ s uma grande fa lia. Quero- transforma ih 1 1 r m n as pa avras em pa avras de agradecimento, agradecimen' • DR.GILBERTO = DR.JAIR BISPO = DR.OSMAi to a esta comunidade que nos acolheu, motivou e e R •:a laborou para d epresentando o E ,A,oi que pu essemos desenvolver - Prefeito Dr F, -ecutivo Municip' . gc n ss t b lh d a contento erna d •· o o ra a o; agra ecime~tos aos policiais dest: boas vindas. ao D n o de Freitas Elias tabe_.s delesa1a que iranados, não medira esforcos , a auacio ao ,"sado Gi1erro e teceu ";g prop e armos a segurança desta cidade. Por fim vo Municipal smar Frias , colocando o D{d'tt quero l~~s pedir que a amizade e o carinho com qu; polic_ial. a inteira disposição da autor- - nos aco eram,sejamdispersados ao cole a D to Pereira Silva", concluiu Osmar. g r .Gilbe!. O Prédio da Delegz ia e ciI e la Vista este {ac1a de Pol eia . ,,,, D_esejando boa sorte e sucessos ao D O pessoas e "Ve completamente tomado por fnut:·'.,, d rosa 'que. ora deixava Bela Vista ' s aí{"" Ps csvtaaaos e ,r" Dr? do Novo Del d que oram prestigiar to - Dr. Vilson Bertelli , afirmou que "o dele e_ ega o e a d d Osmar e sua esposa que hoje estão d•ixando gado - Nós da , esPedtda de Osmar. s ª'; Vi ~ Bel dois polici' i equ pe TF, deseJ· ar.ios sucesso ,,; sta , deixam saudades , pois são ami a a s em s de tr+- t ti A D gos que mui- lho, dando t b. uas novas localidades ,,: o esl mo. o e.Gilberto ' nosso novo dele P em em as b Gil ,, 1 gado ereira da Sil oas vindas ao Dr, ocamo-nos a inteira disposição , Bela Vista _'·g 'va. [UBALDIO RODRIGUES] cidade pacata e o maior trabalho • e uma ç - j b i d " sera o de preven- r--:-------------------- ao ' se a em v no ' finalizou Dr.Vilson .. Em seu pronunciamento o Dr.Jair Bisp~ Jo I T ili ' ceu º eficiente trabalho desenvolvido elo sr irial friuna da f roa- mar Pedrosa em Bela Vista coloco p Dr. Os- d - » u-se a i, isposiçao dos belavistenses na Diretoria nte ra t Polícia do Interior e disse confiar muito Geral de eira, Le.·,a e ass1·ne lente trabalho do novo delegado - Dr.ç um exceg tem competência e Já demonstro • ilberto pois u suas qualidades e de 1T cl de clç 1R7 ARTI ITir obrJ tlde tah ci PA , tori te de lent te $ utLL § apur; tro t[f § uz aea, Tas ±z, 4ut lnt o A.lt ~ a! '-ili § e a Po +t; § Pen, s. o, eao ±, 5 "· e1, s 5 %e fu. ea P r efeitu r a M un i e i p a I d e B e I a V i s t a lei Municipal n! 845/89 • Gabinete do Prefeito - 11 de Janeiro de 1989 A 1 " 9i0.., 1 1 - 0s engraxate_, ambulantes e lavadeiras; A sociaçoen, culturafs, 622 - A Isenções serio solicitadas em re [-Reto , acompanhado das provas de que o con [ufnte preenche os requisitos necessários ;o ao diretto. SEÇÃO IV 1NSCRIÇÃ0 rt_63?- 0 contribuinte do Imposto deverá pro er ui Inscriçao, na repartçao fiscal,dentro . ,r,110 de 30 (trinta) d'as, a contar do início sua atividade , sob pena de inscrição de ofI !o, ,,{RAFO (NICO - Os elementos de lnscriçÕo deve- . ser utuolizados,dcntro do prazo de 60 ( ses- [J - eata ) dloa,contados <la ocorrencia de fatos ou trunstâncfas que possam alterar o lançamento do l->(JStO, _ g11ç0 64g - A Inscriçao, a ser procedida em for ;TárJo próprio, deverá ser efetuada para cada es tJbeleclmento ou local de atividade, salvo em re ll,jo ao ambulante, que fico sujeito a inscrição ::itcn. ,.>.~GRAFO ONICO - Os estabelecimentos pertencen t,s a c:esma pessoa são considerados autônomos •Jando eo locais divcrsós. 411co 659 - A Inscrição será nominal,devendo seu ::.:ero ser impresso em todos os documentos fis o!s e11itidos pelo contribuinte bem como constar le qualquer requerimento dirigido à administração. mrGO 66!! - A transferência, a venda do estobele cú:ento ou o encerramento ela atividade, no local, lmrão ser comunicndos pelo contribuinte à repar tição fiscal, dentro do prnzo de 30 (trinta)dias. SEÇÃO V L/INÇANENTO ill!GO 672 - O lançamento do imposto será: l - Anual, nas hipóteses dos artigos 53 e 54; li -,Mensal, na hipótese do artigo 52; III - De ofício, quando necessário. l..'.i!GO 682 - O poder executivo definirá os modelos de l!vros, notas (iscais, e demais documentos a serem ~~rlgatoriamente utilizados pelo contribuinte,man· l!la a escrituração ( iscal em cada um de seus es tabelecimentos, ou, na falta destes, em seu domi cilio. 11..'UGRAFO ONICO - A autoridade administrativa, à risca da natureza do serviço prestado, poderá au torizar a dispensa ou obrigar o manutenção de de terzinados livros, permitir a emissão de certos duzentos e admitir o uso de documentos equiva lentes. SEÇÃO VI ARRECADAÇÃO ~GO 692 - O pagamento do imposto será feito men sal::enti:, por guia,até o último dia Útil do mês seauinte ao <la prestação de serviços. 1g- 0 recolhimento do imposto retido na fon te far-se-ã, em nome do responsável· pela retençãÕ :~ a indicação do contribuinte,até o Último dia Util do mês seguinte da retenção. f 2g - Qualquer diferença do valor do imposto apurada em levantamento fiscal será recolhida den ro do prazo de 30 ( trinta). dias, contados da no= if!cação. l 3!! - O pagamento do imposto será efetuado, o "ualente , em duas p,res tacões, nas datas consig- adas - t • no respectivo aviso, nas hipoteses previs- .~ nos artigos 53 e 54. ~ - O recolhimento do imposto poderá ser istorfzã • d ~ a o por estimativa, a requçrimento o ;tercssado e sem prejuizo para o Município na ora do '-t!1 art go subsequente. ~ - Quando o volume ou a modalidade da , ~tntao de serviço aconselhar tratamento fiscal CJJ.s ade d i d. t:ti . qua o, a autoridade odministrat va po era tr o recolhimento do imposto por estimativa. {-o enquadramento do contribuinte no reg! ,.,: e estl.i:iativa poderá ser feito individualmente rT catei ·, d •tl Q oOr a de estabelecimento ou por grupos e idades. 1 20 o - ?e - - regime de estimativa podera ser sus- éons~ Pelo autoridade administrativa, mesmo quan as tua o exercício ou período , seja. de mo teg&erai ou individual, seja quanto a qualquer ca oria de b, , d at 1 ,, 1 esta elec:unento, grupos ou setores e • d ades. . S 3g A ia: - • 1 tsti • - a ministrac;ao podera rever os va ores cei ::lildos, a qualquer tempo, reajustando as par ,_S do i±posto, ou restituir as diferenças, se Ver S 4! ? + .=. ··ibui si,a ipôtese de o contr unte sonegar t'Fuir documentos necessários a fixação da êE::.;_~tiva, esta será arbitrada, sem prejuizo das s Penalidades ou cominaçôes cabíveis. SEÇÃO VU igco PENALIDADES ~ - Aos infratores seroo aplicadas as se te 1 1tultas: Valor· De importância igual a 02 (duas) vezes o o Pa do tributo ao que deixar de recolher, total littialmente, o imposto retido na fonte; • De 1cportância igual a O1 (uma) vez ova- lor do Imposto devido, que não eri Inferior a 07 (sete) OTN : a) - Ao que omitir dados ou deGtruLr doe~ en tos necessários à ffxaçio da estimativa; b) - Ao que omltIr dados ou destruir documen lOfl nccess:Írlos à np11roçêio do l,nposto; c) - Ao que deixar de emitir noto fiscal . de Gervicos ou outro documento exigido pela nd~in1s tração; d) - Ao que não possuir livros ou documentos fiscais; e) - Pela diferenço, ao que consignar cm docu mento fiscal importância diversa do efetivo valor da receita auferida; • f) - Pela diferença, ao que preencher guias de recolhimento do imposto, com omissão ou incor reção, que implique em alteração de lançamento. III - De importiincio igunl a 02 (duos)vezes o vnlor consignado no documento, ao que o emitir,em proveito próprio ou alheio, quando o • •rviço não esteja sujeito ao recolhimento do imposto; IV - De 08 (oito) OTN, quando : a) - Deixai de promover a inscrição ou sua o tualizaciio; b) - Deixar de comunicar o transferência,a ven da do estabelecimento ou o encerramento da ativi dade, no local; V - De 10 (dez) OTN, quando : a) - Se recusar a apresentar livros ou do doeu mentas exigidos pela autoridade administrativa; b) - Embaraçar ou iludir a ação fiscal; e) - Deixar de apresentar a d&lnracão anual de dados ou apresentá- la com incorreção. ARTIGO 732 - A reincidência do infração será" puni da com multa em dobro e cada reincidência· subse= quente aplicar-se-á essa pena acrescida de 207 (vinte por cento) sobre o seu valor. PARÁGRAFO CNICO - O contribuinte reicidente pode ra ser submetido a sistema especial de fiscaliza cao. ARTIGO 742 - A penalidade não será aplicada ao contribuinte que espontâneamente, antes de qual quer procedimento fiscal, denúnciar à administra cão as irregularidades verificadas no cumpriment~ de qualquer obrigação acessória, observada a re gra do artigo 125. T!TULO 111 TAXAS CAP!TULO I TAXAS DE LICENÇA E VERIFICAÇÃO DE FUNCIONAMENTO REGULAR DE ESTABELECIMENTOS SEÇÃO 1 INCIDÊNCIA ARTIGO 759 - As taxas de licença são devidas pelo exercício regular do poder de polícia administra tiva, ou pela utilização, efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis, pres tados ao contribuinte ou postos a sua disposição. § 12 - O poder de polícia administrativa será exercido em relação a quaisquer atividades, lucra tivas ou não, e a quaisquer atos a serem exerci= dos ou pra-ticados no território do Município, de pende, nos termos deste Código, de prévio licen ciamento da Prefeitura. $ 29 - 0 Nunicípio não exerce poder de po!Ícia sobre as atividades desenvolvidas ou sobre atos praticados em seu território, subordinados ao po der de polícia administrativa do União ou do Esta do. • ARTIGO 762 - As taxas de licença compreendem: I - Taxa de localização de estabelecimento de quaisquer natureza; . 11 - Taxa de execução de obras particu1ares; III - Taxa de ocupação de áreas em vias e lo gradouros públicos; : IV - Taxa de utilização de meios de publicida de. $ 1g - As licenças iniciais serao concedidas sob forma de alvará. § 22 - Deverá ser requerida nova licença toda vez que ocorrerem modificações nas característi cas do estabelecimento, ou mudança do ramo ou da atividade nele exercida. $ 3g - As licenças relativas aos incisos III e IV serão válidas para o exercício em que forem concedidas , ficando sujeitos à renovação no exer cício seguinte. - ARTIGO 772 - ;,; taxa de verificação de funcionamen to regular.de estabelecimento é devida pela 1ns peção que a administração promove, anualmente,com a finalidade de verificar se os estabelecimentos mantêm as ljlesmas condições de instalação inicial. ARTIGO 782 - O contribuinte das taxas de licenc;o e a pess?a física ou jurídico, interessada no e xercício de atividades sujeitos ao poder de polí cia administrativa do Município, e o do taxo de veri ficacão de funciomento de estabelecimentos o titu lar do local o que se refere inspeção. SEÇÃO II CÁLCULO ARTIGO 792 - As taxas de licença e a verificação de funcionamento regular de estabelecimentos se rão calculadas de acordo com n tabela anexa a es te (Õdl o. ARTIGO 80? - Ao te devera fornecer formações necessária nç f COOL rIbain .. 1t ,to • l io no Cad astro. ÇÃO IV LANÇAMF TO ARTIGO 8I? - A taxa. de licença é a de nr!fica çao regular de estabelecimentos podem ser lança das isoladao.•l•ntl.!, ou e::. conjunto com outro, trtbu tos . SEÇÃO v ARRECADAÇÃO ARTIGO 822 - Aa taxas de licença e o de vui:if1ca çao regular de estabelecimentos serão arrecadadas nos seguintes pra2os: I - Nas licenças iniciais : no ato da conces são do licença ; II - Nas licenças ou diligênciaG posteriores; a) - Quando anuais: até o Último dia Útil de janeiro de cada exercício; b) - Quando mensais: atê o dia 10 (dez) de ca da mês ; e) - Quando diárias: no ato do pedido ou dili gência. PARÁGRAFO ONICO - A licença inicial referido no inciso I , concedida depois de 30 de junho,será ar recada pela metade. SEÇÃO VI PENALIDADES ARTIGO 83Q - O contribuinte que exercer quais- quer atividades ou praticar quaisquer atos su- jeitos à licença, sem o pagamento do respectiva taxo , ficará sujeito à multa de 507 ( cinquenta por cento) do valor do tributo devido. CAPITULO II TAXA DE SERVIÇOS URBANOS ARTIGO 84g - As taxas de serviços urbanos compre endem: I - Taxa de coleta de lixo; 11 - Taxa de iluminação pÚblica; III - Taxa de conservac;ão das vias. PARÁGRAFO ONICO - As taxas são devidas pela utili zaçao efetiva , ou a simples disponibilidade , d~ quaisquer dos serviços mencionados neste artigo. ARTIGO 852 - O contribuinte das taxas é o proprie târio , o titular do domínio Útil ou o possuidoi a qualquer título de imóveis situados em vias ou logradouros públicos ou particulares, onde a Pre feitura mantenha quaisquer dos serviços referidos no artigo anterior. ARTIGO 862 - /Is taxas serão calculadas nas segui~ tes bases anuais: I - Coleta de lixo: a) Imóveis residenci?is: 0,5 (meia) OTN· b) - Imóveis não residenciais: 0,5 (eia) 0TA, 11 - lluminaçao: 0,5 (meia) OTN; III - Conservação de vias: 0,5 (meia) OTN. ARTIGO 879 - As taxas de serviços urbanos incidi rao sobre cada uma das econoi:da autônomas e dis tintas beneficiadas pelos referidos serviços. - . ARTIGO 889 - As taxas poderão ser lançadas isola damente ou em conjunto com outros tributos - PARÁGRArotxrco - A taxa relativa á iluinacao / publica podera ser lançada no aviso da conta d luz da empresa concessionária do serviço, e ARTIGO 892- A arrecadação das taxas será fei ta nas epocas e nos locais indicados nos avisos de lançamento. CAPITULO III TAXAS DE SERVIÇOS DIVERSOS .22]]"? 9os - As rasas de serves ateres coe • I - Taxa de ·expediente; II - Taxa de numeração de prédios· III - Taxa de apreensão de bens e seoventes: IV - Taxa de vistoria de edificações; ' V - Taxa de serviços em cemitérios; VI Tax.a d~ conservação de estradas de gens; roda- PARÁGRAFO ÚNICO - As taxas são devidas 1 1 - pe a u- ti izaçao efetiva, ou simples disponibilidade,de quaisquer dos serviços mencionados ôeste ~ ti ar go. ARTIGO 912 - b contribuinte das taxas é ·a soa física ou jurídica interessada na prest~~!: dos serviços referidos no artigo anterior ou caso de1etso vI, proprietário, o ±iuíari] m~nio util ou o possuidor a qualquer título de 1 :: moveis situados em estradas de rodagens ouni i is. _. e pa- ARTTG0 .922 - As taxas serão calculadas de a cordo com a tabela anexa a este código. ARTIGQ_93 - 0 lançamento e a arrecadação das das serao efetuados antecipada ou posterioren te 4critério dd repartição.·. COXTH,'UA NA i'ÁGINA 08. b M t: t J • l'AkAl,tlAl-;, ('•.rco - A taxa de conervaçaio de es" trada de rodagem será lançada anualmente e o paga mento eri f e I LO nas épocas e local 'l lnd lcadoo noH avio; de lançamento, TlTUl.0 IV co ri rui.to nr wL.no1A cwtto dico - com;1çO BE MELHORIA aa7 1C1txc1A AJlTfCO 94~ - A contrihulciio ele me!lhorla é dcvi rlu peln vnlorlznr;iio de bom móvel, de propriedade prlvndo, locnllzodn em área direta ou lndlrctomen te benef j e! oda por obra pibl ico ,exccutndu pela Pre feitura, ARTlGO 95~ - Pnro efeito de lncidêncln d11 con- trihuiçÕo de melhoria, conaidcrn-sc obro público o de - l - Abertura, 1Jlargamento, pavimcntnçuo, il11min~ ciio, nrboriznciio, esgotos pluviais e outroo melho rnmentos de praças e vins públicos; 11 - Conetruçiiwc ompUação de parques, campos de desportos, pontes, t~neis e viadutos; III - Construção ou ampliação de sistemas de trânsito rápido, inclusive todos as obras e edifi cações necessárias ao funcionamento do sistema; IV - Serviços e obras, esgotos, instalações de redes elétricos, telefÕnicas, transportes e comun_! cnçÕes cm gerol, funiculores,ascensores e instola ciio de comodidade pública; V - Proteção contra secas, inundações, erosão, ressoco e de saneamento e drenagem em geral, de sobstrução de barras, retificação e regularização de cursos d'água e irrigação; VI - Construcão, pavimentação e melhoramento de estradas de rodagem; VII - Construção de aeródromos e aeroportos Prefeitura Municipal ~e Bela ~Vist: Lei Municipal r 845/89. Gabinete do Prefeito -11 de Janeiro de 1..89 peas livros revest!dos de fo alld zus de assej urur exatídao. ARTIGO 1152 - A pussoa L un obrigações acessórias prevíst as de ter I J vros fiscais e d emitir fisc.11 , sob pena de ficar ujetta as penalidades ou comfnaçoes. PAR,{Gl!MO '•:1co - O <li po, to neste rt ! exclui a pessoa Lmune da dispensa d práti ato, previuto em lel, assecurator lo co de obrigações tributarias por terce!r ARTIGO II6? - Aos pedidos de reconheci lmunldade ~erão npllc das, no que couber, posições relativas a Isenção fiscal. ARTIGO I17 - A isenção não desobriga o to pnssivo cributcirio do cu~prlmento <li~ o es nccssórins. e executada a obra na sua totalidade ou em parte ficl nte para justificar eincla do tributo e nome do contribuinte, aplicadas, no que couber, r:: noras estabelecidas para o imposto sobre II prop - dnde terrltorlnl e predial urb no. PARÁGRAFO ONICO - Entregue a obra gradativamen- t "blico . contrJbuiçio de melhoria, o juizo e no p11 , º • 1 id da outorldade ndmlnlatrncJvn, podera _~er exldg 0 d P orte jo conclu a. proporclonalmcnte ao custo o _ ARTIGO )Ot,Q - A contribuiçio de melhoria eero !. recndodn em prestações mensais, trimestral_o n nuals, 0 critério da reportiçoo, no prozomoxlmode OS (cinco) onps, corridos de acordo com os coeffcl entes de correção monetário oplicovl'i8 o dehitos fiscais estabelecidos pelo governo Federal. T!TULO V NORMAS DE DIREITO TRIBUTÁRIO cNFfTüiOT - TI5Posição GERAL ARTIGO IOSQ - Aplicam-se às relações entre a Fa zendn Municipal e as pessoas obrigadas ao pogame~ to dos tributos municipais ou penalidades pecunia rias, as normas gerais de direito tributario cons tantes do Código Tributirio Nocional e de leis com plementares ã ConstillUição que o modifique. , CAP!TULO II PAGAMENTO DE TRIBUTOS ARTIGO 106Q - O pagamento de tributo sera efe tuado, pelo contribuinte responsável ou terceiro, em moeda corrente, na forma e prazos fixados na le gislação tributiria. PARÁGRAFO 0NICO - O pagamento que é permitido, considerando-se da Fazenda somente com o resgate seus acessos; VIII - Aterro e realização de embelezamento em geral, inclusive desapropriação cm desenvolvimento . de plano de aspecto paisagístico; ARTIGO 96Q - Contribuinte é o proprietirio, o ti tular de domínio Útil ou o possuidor, a qualquer ti tulo, de bem imóvel valorizado, direto ou indiret~ mente pela obra público. PARJGRAFO OKICO - Responde pelo pagamento ds con tribuição, no todo ou em parte, o adquirente do bem 'imóvel, salvo se apresentar, por instrumento pÜbli co, prova de que o antecessor, responsabilizandcrse pela totalidade do débito em questão, ofereceu a rcspcétiva garantia ã administração. SEÇÃO II CÁLCULO ARTIGO 97Q - A contribuição de melhoria será cal culada levando-se em conta o custo, total ou parei al,'-'do obra pública, rateado entre os imóveis v.ilo rizados, proporcionalmente aos valores venais ou ã área ou ainda a atestada dos mesmos. PARÁGRAFO ONICO - A autoridade administrativa fi xará, respeitadas os elementos e limites definidos neste artigo, para cada obra, os critérios a serem adotados no rateio. ARTIGO 98Q - Na fixação da contribuição de me lhoria tomar-se-á por limite máximo o custo da o bra, não podendo o tributo ser exigido do contribu inte em quantia superior ao acréscimo de valor que da obra resultar para seu imóvel. ARTIGO 99Q - Correrão por conta da Prefeitura as quotas relativas a bem imóvel beneficiado pela o bra, quando pertencente a pessoas não incidentes na contribuição de melhoria. ARTIGO lOOQ - No custo da obra serão computadas as despesas globais com estudos, projetos, fiscali zação, desapropriação, administração, execução e nanciamento e demais investimentos a ela impresciÕ díveis. - PARÁGRAFO ONICO ._ O custo da obra terá sua ex pressão monetário. atualizada, à época do lançamen to, mediante a aplicação de coeficiente de corre - cão monetária de débitos fiscais. SEÇÃO III LANÇAMENTO E ARRECADAÇÃO ARTIGO _lOIQ - Para a cobrança da contribuição de· melhoria, a a~toridade administrativa deverá publi ca.r edital, contendo, entre outros, os seguintes ~ lementos: I - Memorial descritivo do projeto: 11 - Orçamento total ou parcial do custo da obra III - Delimitação da área a ser beneficiada, dire ta ou indiretamente, pela obra pública e os bens imóveis abrangidos; IV - Determinhção da parcela do custo da obra a ser financiada pela contribuição de melhoria e a forma de sua gradu.il distribuição entre os contri buintes. PARÁGRAFO OKICO - O edital fixará o prazo de 30 (trinta) dias, para eventual impugnação pelos intc ressados e as noroas do respectivo procedimento de instrução e julgamento. ARTIGO 1029 - A !pugnacão ou reclamação não sus pende o início ou o prosseguimento da obra, a su':i: decisão so~ente teri efeito para o recorrente. ARTTGO 103Q - O ]ancamento será procedido quan~ pdr meio de che extinto o crédito da importância P! lo sacado. ARTIGO 107Q - O pagamento será feito te à Prefeitura ou a estabelecimento de torizado pelo administração. ARTIGO 108g - Expirado o prazo para pagamento , ficam os contribuintes sujeitos aos seguintes a- diretamen crédito au· crêscimos: 1 - Multa de ZOZ (vinte por cento) sobre o va- lor do tributo; II - Juros de mora, à razão de 17. ( um pot: cento) ao Mês ou fração, devidos a partir do mês imediato ao do vencimento . III - Correção monetária, na formo e aplicação dos coeficientes de correção monetária para débi - tos fiscais fixados pelo Governo federal. PARÁGRAFO ONICO - A correção monetária será calculada sobre a parcela do tributo, aplicando ao valor da multa. ARTIGO 109Q - O prefeito poderá estabelecer a concessao de desconto de até 207 (vinte por cento) do débito fiscal, quando o contribuinte ou interes sado recolher o tributo de uma so vez, dentro do prazo primeiro de pagamento. ARTIGO llOQ - O débito não pago no seu vencimen to permanecerá em cobrança amigável pelo prazo de 120 (cento e vinte) dias, sendo a seguir inscrito como divida ativa para efeito de cobrança judicial ainda que no mesmo exercício a que corresponda' 0 tributo. somente nao se ARTIGO 118g - A isenção deve d ser requeri~., nualmcnte, mediante petição devidamente Instr!i] com ., provo quanto ao atendimento dos requfit ou condições. PARÁGRAFO ('r,;rco - A documentação do pri«iro dido de Isenção poderá servir para os exercl subsequentes, devendo o cont r lbuinte, na_ Tem:-: •• ç0, apresentar requerimento com indicoçao do-~ mero do processo odmini&trat1vo anterior e,sefr o caso, oferecer as provas relativas ao exeu~. civil a que se refere a nova solicitação. PARÁGRAFO ONICO - Ao encerrar-se o exercicio,to dos os débitos serão inscritos para cobrança judi= cial, antes mesmo de extinguir o prazo estabeleci do neste artigo. ARTIGO lllQ - O recolhimento de tributo não im porta em presunção, por parte da prefeitura, para quaisquer fins, legitimidade da propriedade, do do minio util ou da posse de bem imóvel, nem do regu lar exercício d~ atividade exercida, ou da normali dade das condiçoes do respectivo local. - ARTIGO 11z - O contribuinte tem direito à res tituiçao total ou parcial·do tributo, nos casos e observadas as regras fLxadas no CÓdigo'l'ributário Na cional. CAPITULO III COXPENSAÇÃO ARTIGO 113g - O prefeito_pode, a seu juízo, au torizar a compensaçao de creditos .tributários com creditos líquidos, certos e vencidos, do sujeito passivo contra a Fazenda Municipal. CAFiTULO IV RECONRECillENTO DA IMUNIDADE E ISENÇÕES . ARTIGO 119g sua renovac;ao, mo dia Útil do PARÁGRAFO CNICO Na inobservãncia do prazo pre visto neste artigo, a isenção soente será cone dida mediante prévio pagamento de multa d~ 4{q~a tro) OTN. CAPITULO V INFRAÇÕES ARTIGO 120Q - Constitui infração fiscal todas ção ou omissão que importe em inobservãncia, ,cr parte do contribuinte, responsável, ou tend. das normas estabelecidas na lei tributária. PARÁGRAFO CNICO - A responsabilidade por i~~r! çÕes da legislação tributária, salvo exceç~es ~! vistas, independe da intervenção do agente ou ~; responsável e da efetividade, natureza e· extecsõ? dos efeitos do ato. ARTIGO 121Q - Reincidência é a nova infraç:,, violando a mesma norma tributária, cometida pt'.: mesmo sujeito passivo, dentro do prazo de P5 ~~ co) anos contado da data em que se tornar defi~i· tiva a penalidade relativa à infração anterior, ARTIGO 122Q = Respondem pela infração, eo co~ junto ou isoladamente, as pessoas que, de qu~· quer forma, concorram para a sua prática ou de.;; se beneficiam. PARÁGRAFO ONICO - A responsabilidade será es soal do agente na hipótese da infração que decor· ra direta e exclusivamente de dolo específico, _ ARTIGO 1239 - A 'responsabilidade por L'1fra;ã~ e excluída pela sua denúncia expontãnea, aco::;: 1 • nhada, se for o caso, do pagamento do tribu~' vido e dos juros de mora, ou depósito da ioportll; eia arbitrada pela autoridade administrativa,qc? 0 montante do tributo dependa de apuração .. PARAGRAFO CNICO - Não se considera expotã ª denuncia apresentada após O inicio de proced:· mento administrativo ou medida de fiscalizaç.to relacionados com a infração. ATIco 124g - A Lei tributária que define ir.• rac;ao ou lhe com.ine penalidade aplica-se a f" t~s anteriores a sua vigência em relação a acc nao de.finitivad'ente julgado, quando: I- Exclua a definição de deterinado fato mo infraçao; II - Comine penalidade teriormente prevista para . . , ARTIGO ll4Q - A imunidade con~icionada será re conhecida mediante requerimento, comprovada a con diçao da pessoa, seu patrimônio ou seus serviço PARÁGRAFO CNIcO_- Tratando-ge de partido oi{ coou de instituiçao de educacao ou de assistênciã social, o reconhecimento do imunidade dependerá de prova de que a entidade: _ I - Não distribui qualquer pa.rcela de seu p.itri • monio o~ de suas rendas, o título de lucro ou par= ticipaçao no seu resultado; II - Aplica integralmente, no País, os seus re cursos na manutenção dos seus objetivos institucio nais; III - Mantém escrituro~ão de suas S· receitase des - A solicitação da iRençio, oo ~ deverá ser apresentada até o Ült!• mês de janeiro de cada, exerdclo. menos sevéra que a .~ o fato. CAPITULO VI PROCEDIEXT0_ADINISTRATIVO SEÇÃO I PROCEDDIENTO COITD;CIOSO ARTIGO 1259 O • .4 tribuc· i - -_ procedimento administra I - Aar o tera início com: lavratura d - II - A 1 e auto de infraçao; li' avratura do ti - e • vros ou doe ermo de apreensao uc:entos fiscais: III - A recl. - c ; rra 1anca=e,, ""acãs , relo suje±o as";; rente. u oco administrativo dele ARTIGO 126g o , ±" tário exclui ; - in cio do procedimento -d~ et:i relaçio aos espontaneidade do sujeito pa•~ce· ente de 1,, os anteriores e, Ldepes",,± d imaça0 e d d envo • as nas inf - • as emais pessoas _ nice4"?z,"resas». ses cio principal, : Sujeito passivo da ,e:' de tribuc ' e a pessoa obrigada do pao- o ou penalidade pecuniária. [@@zzEcx NA_Poxz_ErcÃo], ttl ,r !Lz, s nc I <3 !eÍ ;rccur Se pura s e :. .. tr A m) tado E .. !alta u cr fº do z !to ::te da , f!-, • L E 1 ia te ra o e @sr Será ri!e ~ oc ;'! . .ares 're, ,. +03 sue!a ; ver , Atê "° te &:. , "!zu 'muro , as e!r n s±a. t e, 3e1, a; apre • o to, os c; a o s. ts 0es • t c ita te, ·s? ae s 'l?:i Pe tea Os Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº936_18_02_1989 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº938_04_03_1989 Voltar para a lista de itens