TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº936_18_02_1989 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº936_18_02_1989Número da edição936Data de publicação18 de fevereiro de 1989Número de páginas8GeoCoordenada -22.11426876302113 , -56.52815442720889 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº936_18_02_1989 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto .. i' 'l TRIBUNA DA DELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL i :- ANO: XVII - NO; 936 - 18 A 25 DE FEVEREIRO DE 1989 - REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA. BELA VISTA UNIDA Hoje- mn ln do que nunca, é preciso que cada um le nós, belavistense, adotivo ou natural, resolva enfrentar com Acrledodc e muito trabalho este mo ento que atravessamos, Antes de tudo, fazer um retrospecto de nossos O um casamento que promete ser conquistnn nos últimos cinco anos, comparando - as "Casamento do Ano". oa as conquistas feitas pelos municípios vtzf -I Patrícia Mornos, [ilha do Pre nhos. feito Edson Medeiros de Moraes e Sim, é preciso compnrnr. Cecília Pereira de Moraes, estará Snlr do casulo e do ufanismo barato. se casando com Luiz Marcelo Outra. Somos umu cidade ilhada, cercada de terra por A cerimônia religiosa será na Ire todos os lados, mais do que nunca "Capital do Corl ja Santo Afonso, às 2O horas e os redor Sofrido"• noivos receberão cumprimentos no A maioria dos serviços prestados pelo Governo Grêmio Pedro Rufino. do Estado aqui são deficientes. Basta lembrar o Patrícia é uma moça muito queri telefone, a energia elétrica, as rodovias, a con- da em Bela Vista, por sua manei rã servação de nossas escolas, saneamento básico, e!! de ser, por sua participação cm fie, os setores prioritários encontram-se estagn.!!_ eventos, exemplo da Expobel, sem - dos no tempo. , pre acompanhando o seu pai. Interessante lembrar que a todo instante estão Este casamento promete; também, ea Bela Vista FISCAIS da Secretaria da Fazenda ser um acontecimento político em procurando recolher mais impostos. nossa cidade, com a presença de Se o imposto que você paga é revertido em obras destacados líderes, prefeitos, de- Entre nós o novo ge - para o povo, os impostos estaduais e federais pa- putados, pecuaristas e vereadores. - rente do Banco do Brasil gos ec Bela Vista estao revertendo cm obras para Ao casal Edson e Cecília; Joa - Outros mu -'cípios. • í - d i Vervi de Araújo .Casti - 1 quim e Luza, os parabcns a equ - A questão (problema?; novela?; promessa?, etc, pe TF. Na próxima edição da tribuna lhos, rotariano, transfe etc) do asfalto para Jardim é um verdadeiro aten da Fronteira, estaremos vc!culando ~ rido de MaracajÚ para a tado à dignidade do povo belavistcnse. nossa cidade. Boas vin - E não é desculpa alegar a "crise" nacional, a ma bonita reportagem sobre o casa - das. is de veras. ó ast«is tot rosetas ares aeeL" " " '::" :; :is:y ==- sa crise hoje tão divulgada pelos homens 'do Gove! J,, PREOCUPAÇ O .ase. ADMINISTRO E! Ml S ±e. e • E não temos uma Rodoviária. Nem um Matadouro . . , 1l .B vista está preocupado 'com ~uito menos, segundo denúncias à Redação, a quali alguns problemas que as- dadedaâgua' servida à população merece co~fiança-:- Devemos começar ... Pelo começo solam a comunidade. Nes- !nfic, Bela Vista precisa de uma reciclagem glo - te sentido, tão logo o bal. Uma mudança radical em todos os setores. presidente Eduardo assu- E esta mudança deve começar AGORA. JÁ. ma, 0 clube pretende agi Haverâ eleições para Presidente da República em lizar uma reunião, em ovezbro deste ano, e no próximo ano eleições pa- sua sede, com diversas en ta o Governo do Estado, Assembléia Legislativa e tidades e classe produt~ Ciara Federal. ra. Será a única maneira de o povo protestar, deg tr.Íticamente, isto, se não ocorrer, aqui, o que veo ocorrendo cm centros maiores, manifestações po pulares contra o Governo, Neste caso o PT é mes :: tre. Nosso comércio. engatinha. Nossa indústria se resumiu em meia dúzia de estabelecimentos; turis :o; ver o que em Bela Vis ta 7 Até o nosso Carnaval, que era um dos melhores do interior, se transformou numa festinha popu lar. Ninguém pinta muros, casas ou limpa terrenos ato prolifera nos terrenos baldios. Nas rodas, sÔ se fala em crise, falta de di - heiro e ir embora. intendemos que a hora.é de trabalho e muita de tacão. É hora de mudar, e mudar, sobretudo, a DR. FERNANDO, EDSON, SR? CECÍLIA, LCDIO E DEDE :entalidade. Hã menos de 60 dias frente à chefia do Executivo bclavistense, Edson Moraes Se cada um de nós f izcr a sua parte, nós muda- j ã mostrou a sua capacidade de trabalho e organização, se bem que ele não precisava e Tas ela vista. ata [" precisa provar nada. O povo de Bela Vista conhece o seu trabalho. Evidente que •° Banco do Brasil precisa renegociar a V quando se pega uma casa desarrumada, ou uma empresa falida, para se colocar tudo em / 5 e:=ipresãrios que estão pendurados no banco. A- ordem, finanças em dia, é.preciso começar ... PELO COMEÇO. ~ um trabalho de formi inal, o BB só têm obtido lucros cm Bela Vista (c~ ga. Lento, gradual e constante. Isto está sendo feito. Bela Vista estava um ca- e todo o Brasil) Não são 5,8 ou 10 milhões de os. tnizados novos que bipedirá o Banco de investir cm Edson começou por implantar uma política austera, de contenção de despesas, ssa cidade. Afinal ninguém quer dar; calote • racionalidade no trabalho e muita ordem. Temos ouvido queixas de funcionários Fere apenas PRAZO e condições, e isto O BRASIL demitidos, alguns reclamando do pagamento. Esquecem-se estes funcionários que Pede e obtêm a todo instante de credores interna- quem paga os seus salários é o povo, são os contribuintes. O dinheiro da Pre - tionais. feitura não cai do céu, muito menos dos bolsos do prefeito, assessores e funcio têaats, para um empresário que captou no BB ários. Este dinheiro vem do POVO, e o povo quer ver o seu dinheiro be aplica t:d.lbÕes há :im ano .atrás e. hoje deve 35, conve " do. - ~s, são os. juros, a correção e a política cc~ Se para um setor necessita-se de um ou dois funcionários, parà que ter se- ~ca criminosa, dJ:> Governo o maior culpado. is, sete ou doze? Outra coisa que precisa ficar bem explicado, Edson, prefei - ELA VISTA UNIDA. • · - to, herdou três meses de salários atrasados, não é culpa dele. 1n l!uita gente errou nos últimos três anos. Uns O prefeito já pagou parte dos salários, e colocará tudo er dia, acontece que ttºtenteciente, outros, iludidos por promessas e ou não se arruma uma. casa bagunçada de um dia para o outro. As ruas estão sendo 1~ Sabiam que estavam errando, mas, no final • conservadas, o Secretário de Obras, Engenheiro Ricardo de Souza Rosa trabalha tig/az:, P.rejudicando a_ comunidade, mas obtendo vat ,dia e noite, .limpeza dos matagais, operação tapa buracos (no asfalto), enfim , tsns Pessoais. está se começando ... pelo· começo. V tes não pensaram e não pensam na comunidade. É preciso um pouco de paciência. Porque estes que boje cobram- 0 prefeito, a ,a ~s iniciar a mudança. Agora, Enquanto é te Eodo instante, com menos de 60 dias de trabalho, não cobraram do Governo do ' 'a4ça a sua parte. PMDB o asfalto para Jardim, o Matadouro, as 40 quadras de asfalto na cidade a Rodovi'ária e verbas para SI! colocar cm dia os salários do funcionaliso?' LÓ ica e bom senso não faz mal a nin uem. O CASAMENTO 00 ANO Hoje, sábado, sem dúvida alguma a sociedade belavistense assistira o ROTARY É NOTÍCIA RETORNOU •• • Retornou 1 à nossa c1da 1 de, apos e- recfdas fért ! as, o compa- nheiro presidente E<!uar do Ocáriz. Nesta semana estará dirigindo ostra balhos do Rotary. Eduar do esteve, juntamente com sua esposa Ana Mnria e f_!. lhos, em Piçarras, se. TAMBÉM Os companheiros Rei - naldo, Ivaldo e Luiz Car los (com familiares) es tiveram de férias nas pra ias santistas. NOVO GERENTE REUNIÃO Reunião de sexta - feira contou com as presenças dos seguintes sócios: Ga ribald1, Rahal, Ivaldo , Dillon, Evilásio, Gasco, Murano, Ivan, João, M - guel, Roberval, Suleiman Simão e Sidney. • SOB A PRESIDÊNCIA Anúncio.- • SERRASUL tOz ». .AVIADA UMA GUIA FLORESTAL ";ZZ$- rA e e o72xoo4a. QLVER NA SERRASUL. "ad hoc" de Garibaldi Secretaria, Ivaldo e Pro tocólo, Luiz Carlos, a reunião transcorreu num clima de companheirismo. Foi lido um ofício énde reçado ao Diretor do Der sul, residência de Bel Vista, Fernando Jorge de Barros, solicitando in - formações a respeita da conservação de nossas es tradas, especialmente os trechos Bela Vista à Jar dim e Bela Vista à Anto= nio João. IBDF DA IND. E QUEM ENCONTRAR CONVIDADOS Convidados Hclbert Bas so (Betinho) e sua espo sa Lucia, ele funcioná - rio do Banco do Brasil e Hilberto Rahal Jüntor, ge rente do Grupo Copalar. O CEL. CAV. EDSON GONET COMANDANTE DO 100 REGIMENTO DE CAVALARIA MECANIZADO,. TEM A HONRA DE CON VIDAR V. Sil PARA A COMEMORAÇÃO DO SESQUI- CENTENÃRIO DO "REGIMENTO ANTONIO JOAO", EM' BELA VISTA-MS. BAIA- Falou a respeito esiermmeressei :c.a.::i""i FALARAM Sidney e Ivan falaram a respeito do protoc6lo, lembraram o companheiro Fernando, elogiando ÇI seu trabalho, mas é preciso deixar sempre um copa - nheiro preparado para as sumir o cargo quando o ti tular faltar. - LA VISTA / REPÓRTER X REPÓRTER No Carnaval a @9,o Repórter da Tri buna da Fronteira , Ubaldino Rodrigues não consequiu escapar da reportaqom da ZP 23 - Difuora M r.Lopez. Concluo~o: Quem acompanhou o Cnrnn val no Grêmio Pedro Rufino concordou com o Informe TF "foi r:rnoacional". E o ZP 23 "xeretou" todas as noi' s,o mesmo que a "objetiva" do Didi fez. No foto abaixo,por Ramão Batista, o "rlick" don repórteres. A objetiva cio Ubnldi no Rodri gues este ve demais eis o fla gra dos jo vens Érikã Garcia, 1- vnldo Pe reira Juni or e Rena ta Lobo. 1 ,PONTO DE VISTA: Sgto WEIS UMA PERDI LAMENT~ VEL ,-- Conheci o Sgtg eis quando morava no Bairro Es birito Santo,ele precisava fazer uma gravação de ,ima mensagem chamada "noite" que foi usada em mano ra militar . Minha JÔ fez a gravação para ele. Quando precisei de cintos para os candidatos à ambo belavistense , quem me emprestou foi o 1-'eis No Carnaval de 89,estivemos conversando... e )le sempre nos convidava (eu e a JÔ) para irmos à sua casa para almoçar,e bater papo. No caderno de anotações dos amigos militares - que tenho na ZP 23 - seu nome é o segundo da lista. Gente fin!ssima,sempre com um sorriso no rosto' ·le era Membro da Diretoria do Grêmio Pedro Rufino.'---------'"-'"""" :aleceu com 24 anos,na flor da juventude prestandc erviço Militar (o que mais gostava de fazer) víti- a de choque térmico por-excesso de exercícios fisi os que ocasionou "coma, levado à Campo Grande veiÕ falecer sábado, dia ll/02 pp. Acredito que a "vi Ja continua além da morte", acho que Deus está re ·rutando um Exército no Céu para combater o mal no undo .•. e precisava de um sargento (como o Weis)pa 1 :a comandar seu esquadrão. - Sentiremos saudades ... VIA TELEFONE Recebi a triste noticia que meu Tio !barci (irmão de minha mãe) faleceu vítima :ie pneumonia. "Quem fartamente semeia, co lhe com fartura" diz o adãgio popular.Espe roque Tio Darci descanse em paz. - CAMPANHA Da Fraternidade de 1989 sob a direção la CNBB aponta como lema "Comunicação para la Verdade e a Paz" , segundo o Padre Bento ~oreira "90% dos Meios de Comunicação Soei 1l - TV,Ridio e Jornais - ,estão à serviço ios poderosos e da corrupção". • PASSEIO CICLÍSTICO Promovido pela Locutora do Ridio Mu lher - ZP 23 , Rosibel Crooker no domingo lia 12/02 pp. foi um sucesso segundo a pe izada que participou do evento. • NASCERAM * No dia 14/01 pp. às 7:l0hs pesando 3,95Kg e medindo 54cm de elegância a garo :inha GABRIELA LEITE NABHAN filha do Rob- 3on e da Vânia. S a segunda garota do ca sal que está super feliz com sua chegada. .* No dia 03/02 pp. no HSVP com 3,75K~ medindo 52cnf de charme a menina BIANCA :AMPOS COR.R1::A. Ela é filha de Celso Cor ~êa e Paula Campos Corrêa, ele é Presiden :e da UDR e do CEB. BODAS DE OURO ~o sábado pp. dia 11/02/89 aconteceu a come moração dos cinquenta anos de vida conjugal doca sal FRANCISCO LARANJEIRA e NIZETE. Os filhos Mario,Paulo,Everaldo,Francisco,Noé lia,Ana Maria,Maria Helena,Olga,Nizece além dos netos e bisnetos se fizeram presentes. O gostoso BOLO foi feito por Maria Odete· o Sgt? Ávila esteve na festa e homenageou o casal o lindas musicas tocadas pelo seu órgão elctrô ico. Anotei as presenças: Dr.Ivan e Graça,Dr.Cel o Botelho , Dr.Vilson Bertclli,Padre Bento Edsoi onet - Ccdt tor, José Garibn.ldi e Sucl~ , De egado Osar e esposa,Sr! Ncê Miranda e outros.- "Paz e amor ... Guerra não Senhor , não Senhor", foi com esse pique que trans correu o Carnaval nÕ Grêmio Pedro Rufino, no Clube Esportivo Belavistense e em to da Bela Vista. O DlDI não te ve "moleza" e tirou mais de duzentas fo- tos ... Fiz mais de 5 horas de gravação da Cobertura do Reinado .!omo para à zP 23.· - Ao lado o agi to dos foliões. - - Reclamaçoes l prletJÍrla d . •. :L, cril IC cende na fr ano Tax, de Il lo reclbo s rado a tava 1aporte Ncz$ 18,7 (que f4.P Imposto ü n f c o sobre Eneria Eletr: destinado ao Ministérlo de 4na e "Taxa de Iluminação Publica' '_ , t!nada à Prefeitura repassad a Enerrul lo l, Segundo um funcionário d a Enerul belavLn4 n, L,»a no é da Enersul d não haver flutua- se a CU p il ' ' ção ±m frente ao B a r do reclamante, o q u e aconte é que não houve até o presente momento repasse da Prefeitura para à Enersul de material para que se Ja efetuada a colocação de lampada nova no poste", A outra reclamação partiu do Sr.Elpidfo A1- ves contra o SAAE , reclamou o consumidor "fui vá r!ns vezes aquele serviço reclamar das altas em t ! nltas contas d'água,mas todo mês sobe mals e mals", No mês de dezembro o consumidor pagou 20 m 1 e em Janeiro pagará 23 m sendo que em sua resid~~ eia só possui três torneiras e _nenhuma "piscina". Argume ta Elpidio "minha casa e modesta e, :.et:t re lógio para marcar o consumo (exagerado) d água,mas a nansão do meu vizinho nem relogio tem e ele paga taxa m!nima",en(atizou o morador da Av.Teodoro Sa tivn. A solução não demorou a aparecer,quando foi veic~lado nn ZP 23 a reclamação do consumidor que se sentia lesado, o encarregado pelo Serviço Autõ nomo da fundação SESP (SAEE) Sr.Nilson Morelles - _____ ...s::...._ ~, veiculou na Emissora Belavistensp a coffiunicação de "quem tiver reclamações ao SAEE favor dirigir-se à Secretaria do orgão". - Esperamos que tudo não é justo quem gosta mais ta menos pagar à mais. Nem o Secretário de Viação , Obras e Serviços Urbanos - o Engenheiro Ricardo de Souza Rosa, conseguiu escapar da "máquina" do DIDI que registrou a presença do "Papai Coruja" com a filha Carolina no matiné do Clube Esportivo Bela vistense. Os foliões maio res estavam proibidos de pular no Salão,mas o Engenheiro deu um "jei.tinho" e brincou com sua garotinha. Quem viver,verá! Paulo Laran jeira e esposa Sonete; Maurão e sua namora da. To- O Clld d a s a rotas : Aessan dra,Ma ristela e f:lai ne que usaram bonitas f antas! os no Carna - vn l. O Carnaval no Clube Esportivo Belavistense , mais uma vez contou com a participação da BANDA MARCA REGISTRADA de Para nava! que fez uma bonita apresentação durante as cinco noites e os dois matines. Na foto ao lado, a vocalista FÁTIMA que ale grou o Càrnaval 89. - - Esperamos que na próxima Festa do Momo, a sociedade prestigie mais uma Banda do estilo da M.R. , Em reunião festiva no dia 10/Ó2 pp.nas depen dências do Grêmio Pedro.Rufino foi eleita por dez "sim" e apenas um "não" a chapa Única apresentada na noite de sexta-feira pp. para dirigir a Liga E1 portiva Belavistense no triênio - 1989/90/91 -,se do o popular Chip a - ROBERTO O. DE SOUZA ROSA e JO se LUIZ LOUREIRO o presidente e vice respectivaoe; te da entidade esportiva. Nélio Diório deixa a LEB com um bom trabalho apresentado coo a Reinauguração do Octávio Fontou ra alem <le promover campeonatos de Volei,Fut-Sal e Futebol de Campo em 87 e 88. O trabalho de CHIPA e Jose·LUIZ não será fá ·cil mas contarao com a eficiência e dinamismo do lQ Secretario MAMEDES que já é um patrimônio da Li ga Esportiva Belavistense. - Na solenidade d l i - - e e e ça0 e empossamento do No "?_F's!dente arcara resenca todos os clues f S adoims a LÀEB :Grêmio Pedro Rufino - Sgtº Diomedes an de il - · - B _ v ª • Gremio Esportivo União - Elder 2]??,,"o - tges 1catas unes) e 1wts ar • .A.B.B - Robso C, - C lestino Jara n orrea,Palmeiras - e- i • Juventude - Francisco Amorim Flu- m nense - Toquinh C • to Teieherae (c;"" ?0 de Julho - Jorge Augvs mo Pi h i ) • C.R Caça e Pesca - Jozi nero, Clube Es i - Corrêa s port vo Belavistense - Celso E e essenta Esporte Clube - Alberto B. Nunes speramos que a N Di realizar à const; ·Ova 'retoria da LEB possa rucao do prédio da entidade. (CILE) ASSÃLTO N 2 dos sam Bela V baram ã iS t a já está té o com problemas de cidade- gra nd e,quando não são sol ra!4g, +4a, - as ar - - ep.e açoes nas escolas placas de sinaliza, teiros públicos. 'O,can "amigo do alhe' etc. o da apronta s suas,desta vez o i - acon tec .mento e muito i i ma s se ??,: "a te de «steá- era pp. dia 09/02 + 1o±s cacrax es; no centro da cidad, "S calada na rua ; ?°- vembro , foi e No- sendo que no assaltada o larápio •• arrombamento nao utili tradicion•l p- d zou o d 4 e- e-~abr eve ter usad, u, a , estre cu ga.,' 'Uma chave próprio de ua (material para ad arrombadores)" entrar aque1 belecimento ·+e esta co:::erct l - Segundo a f a • uncion-- seja reslvido , pois pagar menos e 'que as L1E» o B CENTRO ria que trabalha na Loja • "foi roubado u toca-fitas, carteiras de couro e lebranc nhas de aniversário"· O furto Já foi comunicado a Polícia Civil que já estú i,:! vestigando o caso· Depois do assa!t9 a 1.oja CACDíllA estJ cheia de trancas e C_I: deados, é melhor pre vinir que ter que r mediar depois . Esperamos que 4° autoridades consiga ? locar as os no "! uno" para que sua aos leves" não to quem mais O que não lhes é de direito- - #0/DERSIL -- AS "ESPETADAS"DERAM RESULTADOS!! Prece que as "espetada" que o INFORME TF vem do eu(damente na resfd@ncIa do DERSUL em Dela t e tão surtindo efeito, Esta semana, viajando Jardim, pudemos constatar que a BR 060 está p etamente patrolada, Temos a Informação de que r dovia lindo Bela V1ta a Antonfo João também ta lendo consertada. De parabéns a rentd@ncLa do SUL de Bela Vista. Apesar de não adiantar multo esa época de chuvas, com certeza o trabalho do ór gio, e sua obrigação, amenizará umn pouco o péssimo e tado em que se encontravam essas duns rodovias . Só queremos aber até quando vamos esperar a chega- do ASFALTO l'ROMETIDO POR TR!:S GOVERNADORES DO :mn, [NCLUSIVE PELO SR. MARCELO "MENTIRA" MiRAN DA. TV MORENA COM PÉSSIMA QUALIDADE EM BELA VISTA. !11Í vários dias o sinal do TV Morena em Bela Vis •n cstú uma verdadeira porcaria, com imagem e soi e!~ péssima qualidade. Acreditamos que o problema se Jn de fÕcil solução, bastando para isso boa vonta de dos responsável~ pelo sinal da TV Morena para a r,ossa cidade. As reclamações são muitas a respeito 'o assunto e de todas as partes do cidade. Provi Jtncias l DR. SYDNEY NUNES LEITE EM NOVO ENDEREÇO. O nosso amigo e companheiro Dr. Sydney Nunes Leite, Vereador e Advogado esti atendendo ~m seu novo escritório, localizado à Rua Barão do Ladá rio, nQ 100, antiga Boutique Canaã. Em conversa com o Dr. Sydney ele nos disse que atenderá em seu escritório a todos que o procurarem, seja pa ra tratar de causas advocatícias ou de política- e r , a t aI7 Após ser empossado no cargo de Secretário Muni ~pnl de Obras o Engenheiro Ricardo de Souza Rosa, 1Câo) para conseguir colocar cm prática o trabalho .!e limpeza das vias ptiblicas do cidade, denominada 'per ação Limpeza de A a Z, teve primeiro de· colo car em ordem a sua secretaria que no contava nem co materiais essenciais, como foices, machetes , pás, etc., isso sem contar com os maquinârios que foram encontrados completamente "depenados". Pois e., esta semana, em conversa com a rcportageni, o iecretário afirmou que "até o semana que vem não en contrariio mais nenhum buraco no asfalto da cidade'.' linda bem, nosso asfalto, além de pouco, estava pa recendo mai~ um queijo suiço, de tanto buraco. Pa rabéns secretá rio. SALÁRIO MÍNIMO É IGUAL A ESTRUAÇÃO!! Semana passada, em Dourados, conversando com um a:igo jornalista, sob virias assuntos ligados pri_!! ilente a atual situação do País, chegamos ao sa lãrio mínimo. Surpreendeu-me a definição dado pelo aigo ao salário da maioria dos brasileiros, vejam sõ: "salário mínimo hoje é igual a mestruaçao; vem de 30 em 30 dias, dura de três a quatro dias e se ºalhar ... ". Pensei um pouco e concordei! ! Carnaval 89 E lMPOSS!VEL CONTENTAR A TODO MUNDO!! Após a circulacao da última ediçao da TF, com a Cobertura do Carnaval 89 no Grêmio Pedro Rufino e ta!é no Belavistense, fui alvo de críticas por arte de algumas pessoas que reclamavam por não te • 1 sido publicadas suas fotografias. Ora gente,de entender que é humanamente impossível onten - todo mundo, não existe condições para se publi ·t as fotos de todos que estiveram pulando o car >: ·al nos clubes e de mais a mais, a escolha das fo ·o, é. feita pelos diretores da TF e niio somente por -e repórter, Quanto ao fato de dizerem que estou ! ""1tcação com esta ou aquela pessoa, é pura boba , não estaria sendo um profissional se fizesse º· QUEM PODERIA RECLAMAR, NÃO REcLAo!! O Bloco Carnavalesco "Deixa Q Vai", ganhador do 9f de 1hor bloco no Greto Pedro Rufino Pode reclamar e com razão mas nno o fez. Foi um " prelados e não teve sua fotografia publicada, to porque o fotógrafo da rede, que sou eu, errou -,ta:r.ente a foto do bloco vencedor. Ja enviei mi- As escusas aos componentes do bloco e eles ente 'oll!o, afinal de contas re11lizei um trabalho com s de duzentas fotografias perfeitas, errar uma !.ls do que normal, certo? AIDA EM TEMPO, UM REGISTRO NECESSÁRIO. Prove!tando o assunto carnaval, digno dos ais ;;teros elogios a atitude adotada pelo Exmo. Sr. • • Ce Direito da Comarca de Belo 'ist.a, Dr· Wil -~rtelli, que designou seus oficiais de justi auxilares para exercerem uma rigorosa fisca- za,,<e " d e," e todos os clubes da cidade, evitando a e ,°a venda de bebidas al utcas à menores de !lc.; b.:iles cw;-navalescos noturnos. No Gremlo Pedro Rufino, todas as noites estiveram os oficiais de Justiça Ademir Ribelro(Lourdro) e Po,.-p!llo !li rnnda, cuidando pnrn que tudo transcorresse normal nente, o que aconteceu. De parabéns o Juizado d; Menores da Comarcn de Bela Vista. ASSOCTADOS DO BELAVrSTF':.,r. NÃO PRESTIGIARAM. f isso mesmo, a verdade é um só, os associados do Clube Esportivo Belaviséense que me desculpem, mos não prestigiar o carnaval realizado pelo clube com uma banda musical de excelente Qualidade, como foi a Banda MR, é uma vergonha, Não adianta dize rem que niio foram porque não tnha mesas para ven der, que não queriam chegar no clube e ficar de pé, etc. Se vocês associados não sabem, vou lhes Infor mar, para se ficar de pé no Clube Esportivo Bela viseense o mesmo tem de estar com mais de mil pes soas cm ~eu interior, ou seja, completamente lota do, porque mesa tem por monte. Não prestigiaram porque não quiseram mesmo, esse carnaval era sem dú vida o mais barato da cidade, as mesas não escavai sendo vendidas, somente ingressos e a preços super acessíveis e o clube passou as cinco noites com mui ta pouca gente em seu salão, tendo com isso um pre julzo considerável. Não se·dssustem se de repente o Belavistense for entregue nas mãos de quem a maio ria dos associados menos esperam. AÍ será tarde de mais!! - QUEM DEITOU E ROLOU. FOI O GRtl-lIO PEDRO RUFINO!! Com um carnaval muito bem organizado, uma boa banda musical, muita segurança e a colaboração da maioria dos foliões, o Grêmio Pedro Rufino esteve com o salão do clube completamente lotado desde o primeira noite. Nas matinês • de domingo é terça fei ra estava praticamente impossível transitar no clu be de tão cheio que estava. Isso tudo demonstra a seriedade e o resultado do trabalho dos diretores gremistas. Parabéns Avila e equipe, AGRADECIMENTOS AO AMIGO NERIS F. LEITE Quero registrar tambem a amizade e o carinho de monstrado pelo nosso amigo Neris Ferreira Le.ite,q/ muito gentilmente transportou o repórter da Rede to das as noites pelos clubes da cidade na coberturã do Carnaval 89. Valeu caro amigo. "GERENTE BOM DE SAMBA" Bem que ele merecia um troféu pela sua animação e pelo conhecimento da arte de sambar. Também, é ne go criado nos morros cariocas e na Baixada Santis= ta, o nosso gerente gráfico Gilson Silva Santos q/ pulou todas as noites em companhia de sua esposa, Sra. Mareia. E ainda reclamou, "gosto mesmo é da gafieira". Valeu Negão!! "OS CHEFES, SAMBISTAS DA PESADA!! Reinaldo, Maisa, filha Vania, namorado Ivan e a Sra. Bernarda Escobar, uma família sem pre presente nas festas da sociedade .bela vistense, erradiando aquela alegria, flagra dos no Carnaval do Grimio Pedro Rufino, - "ENTERRO DOS OSSOS" NO GREMIO PEDRO RUPINO. Foi realizado nesta quarta feira, dia l5 pp. o Último baile carnavalesco do ano no clube, denomi nado "enterro dos ossos". A festa que era para ser realizada no final de semana passado foi transferi da para esse meio de semana devido ao falecimentÕ do nosso amigo e diretor do clube, Sgt. Weis. Na o portunidade a Banda Musical Brasil Exporta Som ani mou a festa até que a juventude belavistense,já um pouco com saudades das tradicionais discoteques,so licitaram ao Presidente do clube que deixasse ro= lar·as tradicionais músicas jovens, além do bonito shot e vanerão, no que foram prontamente atendidos, para alegria da maioria jovem que se encontrava pre sente. A juventude agradece. - SARGENTO EIS, UMA PERDA LAMENTÁVEL. Queremos registrar as nossas condolencias aos fa miliares, esposa, parentes e amigos do Sargento e is, um moço jovem como nós, sadio e forte, casadÕ hà pouco mais de ano e que partiu bruscamente des ta vida, deixando a tristeza estampada nos olhos de todos que o conheceram. 3A'T'A EM FOCO J flagrante acima colhido pela minha objetiva do nosso redator chefe Ivaldo Pereira e do gerente da Gráfica e Editora Apa GIlson Silva Santos, dois sam bistas da pesada. Para quem não sabe os dois foram integrantes, quando jovem, de escolas de samba em são Paulo. MAJOR LUCAS, PRESTIGIANDO O PRESIDENTE AVILA. Uma presença ilus tre no Carnaval 89 dÕ ' Grêmio Pedro Rufino foi o Sub-Comandante do IOg RC Mec, Major Lucas, que esteve no clube acompanhado de sua família e amigos. A esse respeito, o Presidente do Clube, Sgt. Avila. afirmou a reportagem que "apre senc;a do Sub-Coma.n = dante na nossa festa carnavalesca em mui- to nos 'honra e nos dá Em nossa coluna esta semana a, gata motivação para contt Wanderléia de Arruda Mattos, que ani- nuar tentando fazer versariou neste ultimo dia 16/02 o melhor para a ale- Wanderléia é de Cuiabá, esteve pas- gria de nossos asso- sande ·o carnaval na Princesa do A i d " ,. f e de ± : : npa on catos. Na .oro, ao , com seu jeito meigo e sincero, coh lado o Major Lucas em qustou muitas amizades. Levou tambG companhia do Presi - de Bela Vista.o troféu de Melhor F; t }""?$,/; ts reare tortos.sr. tsc«-s sm4+)Z;2f7±gç5 gg peite cava1e, 'ao 'eciro Rufino. A Wandy e à senho TENENTE FERNANDO, UM DOS CRIADORES DO CLUBE. ra Nely, sua mãe 1:odos . - w -ossos sue merece sãos reséTocssãure 1he enviam cumprimeneo _;_,]pisos ::._. IRA lll'IA VJ',1A - MATO Prefeitura Municipal de Bela Vista Lei Municipal 845/89 - Gabinete lo Preleito -11 de Janeiro de 1989 D1SPE SORE O CÓDICO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO Dr »tia is#ii ir oriis ovitic1As. A CXMARA MUNICIPAL DE MELA VISTA, APROVOU, EL', PREFEITO MUNICIPAL. SANCtONO A SEGUINTE LEI: E TITULO I OTSPOSTÇÕP.S GP.RAlS CAPfTULO ONT.CO SISTCMA TRTIIUTÃIUO ARTIGO IQ - Este Código roguln os diroitoa e o brlgnçÕca de ordem pública concernente à Fazenda Municipal e às pessoas obrigadas ao pagamento dos tributos municipais ou penalidade pecuniárias. ARTIGO 22 - Os tributos do Município sao os se gulntes: I - Impostos; a) - sobre a propriedade predial e territorial ur bana; b) - sobre serviços de qualquer natureza; c) - sobre vendas a varejo de combustíveis líqui- dos e gasosos; d) - sobre transmissão "inter-vivos" sobre imóveis, II - TAXAS: a) - de licença; b) - de serviços urbanos; c) - de serviços diversos, III - contributcão de melhoria, decorrente obras públicos. bens ARTIGO 4g - Para os efeitos deste imposto, de T!TULO II IMPOSTOS CAPÍTULO I IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRI TORIAL URBANA. SEÇÃO I INCIDENCIA ARTIGO 32 - O imposto é devido pela propriedade domínio util ou posse de bem imóvel, construído ou não, localizado nas áreas urbanas, sao urbanas: I - A área em que existam, pelo menos, dois dos seguintes melhoramentos, construídos ou pelo Poder Público: a) - meio-fio ou calçamento, com canalização de á- mantidos guas pluviais; b) - abastecimento de água; c) - sistema de esgotos sanitários; d) - rede de iluminação pública, com ou sem postea mente para distribuição domiciliar; e) - escola primária on posto de saúde, a uma dis tância de 03 (três) quilômetros do imóvel conside rado. II - A área urbanizável ou de expansão urbana , constante de loteamento destinado à habitação, a indústria ou ao comércio. III - A área que, localizada fora da zona urba na, seja comprovadamente utilizada como sitio de recreio e no qual a eventual produção não se desti ne ao comércio. - ARTIGO 52 - Zona Urbana é a definida e delimita da em lei municipal, com vigência para o exercíciÕ seguinte ao de sua fixação. ARTIGO 62 - A incidência e a cobrança do impos to dependem da legitimidade do título de aquisição ou da posse do bem imóvel, do resultado econômico da sua exploração, ou do cumprimento de quaisquer exigências legais, regulamentares ou administrati vas a ele relativas. ARTIGO 7g - Contribuinte do imposto é o proprie tário, o titular de domínio útil ou o possuidor, ã qualquer título, de bem imóvel. 4('N1€0 - A avaliação dos bens Imóveis, será fe! tll por uma comfssio composta de 03. (tre) pessoas , sendo que pelo menos um da comissão seja perit~ ou pessoa que poseuo condições técnicas. ARTlGO 119 - Será atualizado, anualmente, ante& do ocorrencin do fato gerador, o valor venal dr· i móveio levando-se em conta os seguintes elecentos considerados em conjunto ou isoladamente: I - declaração do contribuinte, se houver; II -Índices médios de valorização correspondente a localização do imóvel; IIL - índices oficiaio de correção monetária; IV - equipamentosurbanos, ou melhorias decorren~ tes. de obras públicos recebidos pelo área onde se localiza o imóvel. ARTIGO 122 - No determinação do valor venal bem imovel nao serão considerados: I - o valor .dos bens imóveis nele mantidos, em caráter permanente ou temporário, para efeito de sua utilização, ex1>loração, aformoseamento_ ou comodida de; II - as vinculações restritivas do direito prioridade; III - 0 valor das contruçÕes nas hipóteses dos incisos Ia IV, do artigo 9g. ARTIGO 132 - Fica isento do imposto o bem imóvel I - pertencente a particular, quanto à fração C!_ dida gratuitamente para uso da União, dos Estad9s , do Distrito Federal, do Município ou de suas autar quias; II - pertencentes a agremiação desportiva licen ciada, quando utilizado efetiva e habitualmente no exercício de suas atividades sociais; III - pertencentes ou cedido gratuitamente aso ciedade ou instituição sem fins lucrativos que se destine a congregar classes patronais ou trabalhado ras, com a finalidade de realizar sua união, repre= sentação, defesa, elevação de seu nível cultural físico ou recreativo; IV - pertencente a sociedade civil sem"fins lu crativos e destinado ao exercício de atividades cul turais, recreativas ou esportivas; V - declarado de utilidade pública para fins de desapropriação, à partir da parcela correspondente ao período de arrecadação do imposto que ocorrer a emissão de posse ou a ocupação efetiva pelo poder desapropriante; VI - as residências construídas até 50 (cinquen ta) metros quadrados desde que sirva de residência para o proprietário. PARÁGRAFO ONICO - O disposto neste artigo bordinado à observância pelas entidades nele das, dos seguintes requisitos: I - não distribuirem qualquer parcela de seu pa trimônio ou de suas rendas a título de lucro ou par ticipação no seu resultado; II - manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades ~ap~ zes de assegurar sua exatidão. • SEÇÃO IV INSCRIÇAO do de e su - referi ARTIGO 14Q - Todos os imóveis serão inscritos no Cadastro Imobiliário ainda que pertencentes a pessg as isentas ou imunes. ARTIGO 152 - Para efeitos de inscrição e lança - mento, todo proprietário titular de dominio util ou possuidor de bem imóvel é obrigado a declarar, em formularia, os dados ou elementos necessários à per feita identificaçao do mesmo. - PARÁGRAFO CNICO - A declaração deverá ser efeti vada dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados da data de: I - convocação que eventualmente seja feita pela Prefeitura; II - conclusão da construção, no todo ou em par te, em condições de uso ou habitação· III - aquisição da propriedade de be todo ou em parte certa desmembrada IV - aquisição do domínio ou da vel; . V - demolição ou do perecimento da construção e xistente no imóvel. ARTIGO 169 - Os elementos ou dados da declaração deverao ser atualizados dentro do prazo de 60 (ses senta! dias, contados da ocorrência de fatos ou cir cunstancias que possam alterar a inscrição, inclusn ~e nas.hipoteses de reforma, com ou sem aumento dã area construída, e de re!stro de compromisso de co pra e venda de bem imovel ou de sua cessão, - PARÁGRAFO_CN1CO - O dever previsto neste artigo estende-se a pessoa do compromissario vendedor e ao cedente do compromisso de compra e venda de bem imó vel. ra apurado: ARTIG 170 - I - tratando-se de prédio, pela - 3O - Serão objeto de uma Única declara - l multi.plicação çao, acompanhada, respectivamente, da planta do i-o· d~ va or de metro quadrado de cada tipo de edifica vel, do loteamento ou do arruamento: " çao, aplicados os fatores corretivos dos componen= I l b d tes da construção, pela metragem da construção, - a g_e a e terra bruta desprovida de melhora mado O 1 d So[mentos, cujo aproveitamento dependa de realizacà resu ta o ao valor do terreno, observada a de obras de arruamento ou de urbanização· tabela de valores de construção anexa a este Códi- II_ a quadra indivisa de áreas arruadas• go. • III -5' lote isolado ou o grupo de lotes contínuos II -_ tratando-se de terreno, levando-se em con- quando ja tenha ocorrido venda ou promessa de vend• sideraçao as suas medidas, aplicados os fatores cor lotes no mesma quadra. 'a de retives, observada a tabela de valores de terrenÕ ARTI anexa a este Códi.go. GO ISQ - o_contribuinte poderá retificar os dados da declaraçao ou sua atualização, antes de ser SEÇÃO II CÁLCULO ARTIGO 8Q - O imposto será calculado sobre ova ler venal. do beo ioóvel õ razão de: I - 1% (um por cento) para o construido; II - 27 (dois por cento) para o não construído. ARTIGO 92 - Para os efeitos deste imposto, não se considera construído o terreno que contenha: I- construção provisória que possa ser removi- da se destruição ou alteração; • II.- construçã~ em andamento ou paralizada; III - construtao em ruínas, em demolição, conde nada ou interditada; - IV - construção que a autoridade competente con sidere inadequada, quanto à área para a destina = cão ou utilização pretendidas. ARTIGO 109 - d valor venal dos bens imóveis se- imóvel, no ou ideal; posse de bem imó notIfIcado do lançamento, deide qu c ro em que fundamente, - ARTIGO192- Na possfb!lidade de obtunçio dados exatos sobre o bem imóvel cu d ele necessários à fixação da base de calculo éo t· to, o lançamento será efetuado, de offeto, c se nos elementos de que dispuser a adufnfstrai? arbitrados os dados ffsiscos do bem 1móvel, se prejuízo das demais comfnaçoes ou penalidades ,. b{veis. SEÇÃO V LA!sÇAMENTO ARTIGO 202 - O lançamento do it_:tposto será: I - anual, respeitada a situaçao do bem Ié a 12 de janeiro do exercício a que ref er it a trl- butacão; . II - distinto, uma para cada imovel ou unidade imobiliária independe ainda que condguos ou v1t1 nhos e pertencentes ao mesmo contribuinte. PARÃCRAFO llNICO - Na caracterizaçao da unidade imobiliária, a situacão de fato, que deveri ur verificada pela autoridade administrativa, teri prevalência sobre a descriçao do bem itr.ovel contl da no respectivo título. ARTIGO 212 - O imposto será lançado e noe d contribuinte, levando-se em conta os dados ou ele mentos constantes do Cadastro Imobiliário. • § lQ - Tratando-se de bem imóvel objeto de cg promisso de venda e compra o lançamento do ll:pos to poderá ser procedido, indistintacente, eo r.c:~ do promitente vendedor ou do compromissáriç_cc:i • prador, ou, ainda, no de ambos, sendo solidaria a responsabilidade pelo pagamento do imposto. $ 29 - 0 lancamento do bem imóvel objeto de eg fiteÜse, usufruto ou fideicomisso será efetuab em nome do enfeteura, do usufrutuário ou do fic::-- ciário. . § 39 - Na hipótese de condomínio, o lança:iento será procedido: a) - quando "pro indiviso", em nome de um, de al guns ou de todos os coproprietários, se prejufz nos dois perimetros casos, da responsabilidade sg lidária dos demais pelo pagamento do imposto; b) - quando "pro diviso", em nome do proprietário do titular do domínio útil ou do possuidor da~~ dade autônoma. . ARTIGO 222 - O contribuinte será notificado co lançamento do imposto por via pessoal ou por ed!· tal, a critério de repartição. PARÁGRAFO CNICO - A notificação poderá ser ef tuada por via postal registrada quando o cootril>J inte eleger domicílio tributário fora do terrt rio do Município. SEÇÃO VI ARRECADAÇÃO ARTIGO 239 - 0 pagamento do imposto será feito em prestaçoes iguais, nas épocas e locais indit•· dos nos avisos de lançamento, observando-se entrt 0 pagamento de uma e outra prestação o ioterv'3lt mínimo de 30 (trinta) dias. . ARTIGO 242 - O pagamento do imposto de valor~ feriar a l (uma) OTN, poderá ser feito de llt13 so vez, na época e local indicado nos avisos de ia:· çamento. SEÇÃO VII PENALIDADE ARTIGO_259 - As infrações serão punidas cc-" seguintes multas: I - de importância igual a 1007 (ce por c", to) do imposto na hipótese de falsidade quanto•·· dados apresentados pelo contribuinte na declara cao (art. 15), ou na sua atualização (art. I) ' quando ,pnplique em alteração do lançaoento; . • II - de importância igual a 50% (cinquenta ~ cento) sobre o valor do imposto: a) - na falta de declaração ou de sua atuali:» caõ; b) quando houver erro ou omissão na declara" ou na Sua atualização; c) - na inobservância do prazo ou da fra par° declaração ou sua atualização. AIrULo_Ir e15 IgoSrosoãRETENDESA VAREJO DE cogST"" L!QUIDOS E GASOSOS. SEÇÃO I lNCIDf:NCIA ATIO26e o .reir lizaçà '- imposto é devido pela co e Co . do combustível liquido e gasoso, que ,•! mo tato 1d d ,· b • gera ora venda a vareJ'o efetua a estaleleciment, PARAGRAE " que a comprove. , 4v d Gmco - Considera-se a vareJ 0 • ! ' as de qualq su dor final. uer quantidade, efetuada ao c0 ARTIGO_27g-- O iposto não incide sobre a ve" a varejo de Óleo diesel r ARTIco 28g - P, • ~? te do s _ 'ara efeito desta lei, co""' i posto é o est.b 1 tal , dustri 1 a e ecimento coaerc sS J tiva~,," st trgta cu ã, oae exerce?- • coo a, :'.[?çier er=sete es reme c:.edades civis de fins não ecom CONTINUA NA PÁGINA '05 p d L !ll À 25 Prefei tura Municipal d e Bela Vis ta Lei Municipal n! 845/89 - Gabinete do Prefeito - 11 de Janeiro de 1989 t OTIMAçMO. , Inclusive a cooperativas, órgãos da lfnf»traço direta, autarquia ou de empresa pi - Ilca federal, estadual ou municipal. 4RT1GO 29g - São responsáveis solidariamente pe lo pagamento do imposto: - r - o tranoportador do produto sujeito ao impos to, comercializado a varejo durante o transporte; II - o armazem ou deposito que mantenha sob sua guarda, produtos destinados a venda a consumidor fJnnl. SEÇÃO II Ci.cUL.o ARnGO 309 - A base de cálculo do imposto .é ova lor de venda do combustível líquido ou gasoso no varejo, incluídas as despesas adicionais debitadas pelo vendedor ao comprador. PARGRADO NICO - O montante do imposto integra a base de calculo a que se refere este artigo , constituindo o respectivo destaque mera indicacão paro fins de controle. ARTIGO 319 - A autoridade fiscal poderá arbi irar a base de cálculo sempre que: 1 - não forem exibidos aos fiscais elementos ne cessãrios à comprovação do valor das vendas, inclÜ sive nos casos de perda, extravio ou atrazo na es crituração de livros ou documentos fiscais; II - houver fundada suspeita de que os documen tos fiscais não refletem o valor real das opera çÕes de vendas; III - estiver ocorrendo venda ambulante, a vare jo de produtos desacompanhados de documentos fisca is. . ARTIGO 329 - as alíquotas do imposto são: I - gasolina 3% II - querosene iluminante ....•.............. 3% III - álcool hidratado 3% IV - Óleos combustíveis 3% V - gás liquifeito de petróleo , 3% VI - gasolina de avião 3% VII - querosene de avião 3% ARTIGO 339- O valor do imposto a recolher será apurado mensalmente, e pago através de guia preen chida pelo contribuinte em modelo aprovado pela Se cretaria de Fazenda do Município, na forma e nos prazos previstos em regulamento. PARÁGRAFO ONICO - O regulamento deverá discipli nar os casos de recolhimento efetuado por contrib~ inte ou responsável não inscritos. SEÇÃO III PENALIDADES ARTIGO 349 - O crédito tributário nas épocas pr.ª prias fica sujeito a atualização monetária do seu valor. PARÁGRAFO CNICO - As multas devidas serão apli cadas sobre o valor do imposto corrigido. _ ARTIGO 352 - O descumprimento das obrigacoes prin cipal e acessórios sujeitará o infrator às seguintes Penalidades, sem prejuízo da exigência do imposto. I- Para recolhimento espontaneo ate 30 (trin - ta) dias, 207 (vinte por cento) sobre o valor cor rigido do imposto; II - recolhimento por ação fiscal, de 30 a 60 dias, 30% (trinta por cento) do imposto nao pago; III - recolhimento após o prazo regulamentar, a pôs 60 (sessenta) dias 507 (cinquenta por cento). IV - deixar de reter na fonte o imposto devido na condição de contribuinte substituto, a multa de 60I (sessenta por cento); V - deixar de recolher o imposto devido na fon- te como contribuinte substituto - multa de 1007 (ce por cento) sobre o valor do imposto; VI - recolhimento de imposto após os procedimen tos fiscais: ' a) - falta de emissão de documentos fiscal em ope ração não escriturada, multa de 1007 (cem por cen to): b)- eitir documento fiscal consignado importãn - eia diversa do valor da operação ou com valores d! ferentes nas respectivas vias, com objetivo de re duzir o valor do imposto à pagar - multa de 1007 Sobre o valor do imposto; e) - deixar de- emitir documento fiscal, estando a Geração devidamente registrada - multa de 1007 do Valor da OTN: d)- transportar, receber, manter em estoque ou de Psito, produto sujeito ao imposto, sem documenta S4o fiscal ou acompanhado de documento fiscal. CAP!TULO III I!POSTO SOBRE TRITSISoDE_BENS IA'EIS. SEÇÃO I 1C7DESCIA p. - a do Muni- =TIGO 369 _ o imposto, de competenc .a 1$., i ,rase±ss "inter-vivos"a qual Ter t{zulo, por ato oneroso, de bens imóveis Por atureza ou acessão física e de direitos reais, bem ~~o cessão de direitos· a suo aquisição à eles re- ativos tendo como fat:o gerador: i ' a transmissão a qualquer titulo, da proPr+ ade ou do domínio útil de bens imóveis, por na ure,, - definidos na , ª ou por acessao física, como ·e{ cfv1- II.. • .- {e.lo de direi - a transmissao a qualquer t u • to reais obre Imóvefs, exceto os direitos reafs de garantia; III - a cesso de direitos relativos às trans missões referidas nos Incisos I e II. ARTIGO 371:? - Ressalvado o disposto no anigo se guinte, o imposto não incide sobre a transm!sã doe bene ou direitos mencionados no artigo onter! or: I - quando efetuada para sua incorporaçaÕ do pntrimÕnio de peeeoa jurídica cm pagamento de ca pital nela subscrito; II - quando decorrente da incorporação ou da gestão de umo pessoa jurídica por outra ou com ou tra. PARÁGRAFO CNICO - O imposto não incide sobre a transmissao dos mesmos alienantes, dos bens e di reitos adquiridos·na forma do inciso I deste art! go, em decorrência da sua desincorporacão dopa - trimônio da pessoa jurídica a que forem conferi - das. ARTIGO 382 - O disposto no artigo anterior não se aplica a pessoa jurídica que não tenho como a tividade principal ramo imobiliário (venda ou lo cação de imóveis) ou de cessão de direitos relat! vos a sua aquisição. $ 1g - Tem-se como caracterizada a atividade principal, citada no caput, quando mais de cin quenta por cento (507) da receita operacional da pessoa jurídica adquirente, nos dois anos anterio res e nos dois anos subsequentes à aquisição, de correr de transações mencionadas neste artigo. § 29 - Se a pessoa jurídica adquirente iniciar suas atividades após a aquisição, ou a menos de d~ is anos antes dela, apurar-se-á preponderância re ferida no parágrafo anterior, levando-se em conta os três primeiros anos seguintes à data da aquis! ça0, § 32 - Quando constatada a preponderância, me~ clonada neste artigo, o imposto será devido, nos termos da lei vigente à data da aquisição, sobre o valor do bem ou direito nessa data. SEÇÃO II CÁLCULO ARTIGO 399 - A base do fato gerador do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos PARÁGRAFO CNICO - O valor venal será atribÚido nos termos do artigo 10 incisos I e II deste Cód! o, relativos ao IPTU. ARTIGO 402 - Para os efeitos desta lei, consi dera-se contribuinte o adquirente dos bens ou d! reitos sobre os quais incidir o imposto. ARTIGO 419 - Fica fixada em dois por cento(2%) a alíquota do imposto. ARTIGO 429 - O imposto será pago antes da ocor rência do fato gerador, na forma e nos prazos es tabelecidos pelo Poder Executivo. PARÁGRAFO CNICO - O pagamento após o prazo in dicado importará na cobrança de multa sobre o im posto devido, acrescido de juros e correção mone tária, na forma do artigo 35 deste Código. SEÇÃO III ARRECADAÇÃO ARTIGO 432 - O pagamento do imposto será feito aos tabelices, escrivôes e demais serventuácios de ofícios, relativamente aos atos por eles ou pe rante eles praticados, em razão de seu ofício ou pelas omissões de que forem responsáveis, o qual deverá ser recolhido aos cofres públicos, no pra io de 48 horas. SEÇÃO IV ISENÇÃO ARTIGO 44g - São isentos de imposto, as trans missoes de'habitaçôes,populares, bem como de ter renos destinados a sua edificação. , PARÁGRAFO ONICO - O regulamento definirá habi tacão popular, bem como terreno a ele destinado, con siderando no mínimo, os seguintes requisitos: I- quanto a habitação popular, referente a ã rea total de construção área do terreno e locali zação, deverão obedecer o disposto na lei de zo - neamento. ARTIGO 459. - Nas transações em que figurarem co mo adquirente, ou cessionário, pessoas imunes oÜ isentas, a comprovação do pagamento do imposto se rã substituída por certidão expedida pela autori= dade fiscal, como dispuser o Regulamento. CAPÍTULO Ir IMPOSTO•SOBRE SERVIÇO SEÇÃO I INCIDENCIA ARTIGO 462 - O imposto é devido pela prestação por empresa ou profissional autônomo, dos servi - ços de: 01 - Mê.dicos, inclusive análises clínicas, eletri cidade médica, radioterapia, ultrasonografia, ra diologia, t:omografia e congêneres. 02 - Hospitais, clínicas, sanatórios, laboratóri os de análise, ambulatórios, prontos-socorros, m~ nicômios, casas de saúde, de repouso e de recupe ração e congêneres. 03 - Bancos de sangue, leite, pele, olhos, semen e congéner 04 - Enfermeiros, obstretas, ortóptfcos, fonoaudio logos, protéticos (prótese dentária). 05 - Assistência éd!ca e conineres previstos nos Itens l, 2e 3 desta lista, prestadot através d planos de medicina de rupo, convintos, Inclua!ve com mmpresas para as!st@ncla a empregados. _ 06- Planos de saúde, prestados por tpresa que nao esteja incluída no Item 05 desta lista e que se cu_ prarn através de serviços prestados por terceiros , contratados pela empresa ou apenas pagos por esta mediante indicação do beneficiário do plano. 07 - Médicos veterinários. 08 - Hospitais veterinários, clIn! cas ve ter inãr iu e congéneres. 09 - Guarda, tratamento, amestramento, adestramen to, embelezamento, alojamento e congêneres, relati vos a animais. 10 - Barbeiros, cabeleireiros, manicures, pcdicu - res, tratamento de pelo, depilação e congêneres. Il - Banhos, duchas, sauna, massagens, ginásticas é congêneres. 12 - Varrição, coleta, remoção e incineração de l! xo. 13 - Limpeza de dragage_m de portos, rios e canais. 14 - Limpeza, manutençao e conservação de imóveis, inclusive vias públicas, parques e jardins. 15 - Desinfecção, imunização, higienização, desr_! tização e congêneres. 16 - Controle e tratamento de efluentes de qual quer natureza e de agentes físicos e biológicos. 17 - Incineração de resíduos quaisquer. 18 - Limpeza de chaminés. 19 - Saneamento ambiental e congêneres. 20 - Assistência Técnica. 21 - Assessoria ou consultoria de qualquer nature za, não contida em outros !tens desta Lista, orga nizacão, programação, planejamento, assessoria , processamento de dados, consultoria técnica, fina~ ceira ou administrativa. 22 - Planejamento, coordenação, programação ou or ganização técnica, financeira ou administrativa. 23 - Análises, inclusive de sistemas, exames, pes quisas e informações, coleta e processameuto de da dos de qualquer natureza. 24 - Contabilidade, auditoria, guarda-livros, téc nicos em contabilidade e congêneres. 25 - Perícias, laudos, exames técnicos e análises técnicas. 26 - Traduções e interpretações. 27 - Avaliação de bens. 28 - Datilografia, estenografia, expediente, secre tária em geral e congêneres. 29- Projetos, cálculos e desenhos técnicos de qual quer natureza. 30 - Aerofotogrametria (inclusive interpretação) , mapeamento e topografia. 31 - Execução, por administração; empreitada ou su bempreitada, de construção civil, de obras hidraú-= licas e outras obras semelhantes e respectiva enge nharia consultiva, inclusive serviços auxiliares ou complementares (exceto o fornecimento de merca dorias produzidas pelo prestador de serviços, fora do local da prestação dos serviços, que fica sujei to ao ICM). - 32 - Demolição. 33 - Reparação, conservação e reforma de edifícios estradas, pontes, portos e congêneres (exceto o for necimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços fora do local de prestação dos servi ços que fica sujeito ao ICM). 34 - Pesquisa, perfuração, cimentação, perfilageo, estimulação e outros serviços relacionaaos com a exploração e exploração de petróleo e gás natural. 35 - Florestamento e reflorestamento. 36 - Escoramento e contenção de encostas e servi - ços congêneres. 37 - Paisagismo, jardinagem e decoração (exceto o fornecimento de mercadorias, que fica sujeito ao ICM). 38 - Raspagem, calafetação, polimento, lustração de pisos, paredes e divisórias. 39 - Ensino, instrução, treinamento, avaliação de conhecimentos, de qualquer grau ou natureza. 40 - Planejamento, organização e administração de feiras, eJtt>osiçÕes, congressos e congêneres. 41 - Organização de festas e recepções: bu.ffet (e~ ceto o fornecimento de alimentação e bebidas, que fica sujeito ao ICM). 42 - Administração de bens e negócios de terceiros e de consórcio. 43 - Administração de fundos mútuos (exceto a rea lizada por instituições autorizadas a funcionar p~ lo Banco Central). 44 - Agenciamento, corretagem ou intermediação de câmbio, de seguros e de planos de previdência pri vada. 45- Agenciamento, corretagem ou intermediação de títulos quaisquer (exceto os serviços executados por instituições autorizadas a funcionar pelo Bin co Central). 46- Agenciamento, corretagem ou intermediação do direito da propriedade industrial, artística ou 1i teraria. - '.J1 5€ CONTINUA NA PÃGINA O 6 1 Prefeitura· Lei Municipal n~ 845/89 • Gabinete d Municipal de Bela-Vista Prefeito • 11 de Janeiro de 1989 enefanento, corretagem ou interuedtagio d to de franqula (franchlse) e de faturação (factorfng) excetuando-e os serviço: pre t dos por Lntftufçoes autorizadas a funcionar pelo Banco Cen I 1 ,,]) , -- Agenciamento, organlzaço, pronoçáo e execu - o de programas de turlmo, passeio excurssóe , pulas de turismo e congéneres, 49 Agenciamento, corretagem ou Intermediação de ben móveis e Imóveis não abrnngido: nos f tens , , b e 4B8. 5O - Despachantes. 51 Agentes da propriedade gentes da propriedade lndnat:-1.il. artística ou iterá ,1 !.dliio. j Reulação de sinistros cobertos por contratos de euros, inspeção e avaliação de riscos para co bertura de contratos de seguros, prevenço e ger@n e1a de rfkcos seguráveis, prestados por quem não seja o próprio segurado ou companhia de seguro. -- Armozenomento, depósito, carga, descarga, ar runmçiio e guarda de bens de qualquer espécie (exce to depósitos feitos cm instituiçÕe,; (!11a11ceiros o~ Lorizndno a funcionar pelo llonco Central). - 56 - Guarda e esiocionamento de veículos outomoto- rcs terrestres, 57 - V1gil5ncia ou seguranca de peseons e bens desde que seja empresa. 58 - Transporte, coleta, remessa ou entrego de bens ou valores, dentro do território do município. 59 - Diversões públicas. a) - cinemas, "taxi dancings" e congêneres; b) - bilhares, beliches, corridas de animais e ou tros jogos; c) - exposiçÔes, com cobrançn de ingresso; d) - bailes, shows, (estivais, recitnls e congêne res, inclusive espetáculos que sejam Lamhém trans mitidos, mediante compra de direitos pnrn tanto pela televisão, ou pelo rádio; e) - jogos eletrônicos; f) - competições esportivas ou de destreza f{sica ou intelectual, com ou sem a participação do cspec tador, inclusive u venda de direitos à transmissã; pelo rádio 011 pela televisão; g) - execução de música, individualmente ou por con Juntos. - 60 - Distribuição e venda de bilhete de loteria cartões, pules ou cupons de apostas, sorteios com prêmios. 61 - Fornecimento de música, mediante trnnsmisssão por qualquer processo para vias públicas ou ambien tes fechudos (exceto tronsmissõcs rudio[Ônicas ou de televisão). 62 - Gravação e mos. 89- Dentistas. 90 - Economistas, 91 - Psicólogos. 92 - Assistentes Sociais. 9J - RelacÕes Públicas. 94 - Cobranças e recebimentos por conta de tercei ros, inclusive direitos autorais, protestos e títu los de protestos, devolução de títulos não pagos, manutenção vencidos, fornecimentos de posição de cobrança ou recebimento e outros serviços correla tos da cobrança ou recebimento (este !tem abrange também os serviços prestados por instituições auto rizadns a funcionar pelo Banco Central). - 95 - Instituições financeiras autorizadas a funcio nar pelo llanco Central, fornecimento de talão de cheques, emissão de.cheques administrativ9s, trans ferência de fundos, devolução de cheques, sustaçãÕ de pagamento de cheques, ordens de pagamento e de créditos; por qualquer meio emissão e renovação de cartões magnéticos, consultas em terminais eletrô nicos, pagamentos por conta de terceiros, inclusi ve os feitos fora do estabelecimento, elaboração de ficha cadastral, aluguel de cofres, fornecimento de segunda via de avisos de lançamento de extrato de contas, emissão de carnês (neste item não está a brangido o ressarcimento, a instituições financei ras, de gastos com portes do Correio, telegramas telex e teleprocessamento, necessários à presta çÕes dos serviços). 96 - Transporte de natureza estritamente municipal 97 - Hospedagem em hotéis, móteis, pensões e congê neres (o valor da alimentação, quando incluídos nÕ preço da diária, fica-~ujeito _ao imposto sobre ser pes • viços). - 63 - Fonografia ou gravacão de sons ou ruídos, in- 98 - clusive trucagem, dublagem e mixagem sonoro. : DiS t ribuiçao de bens de terceiros em represen 64 taçao de qualquer natureza. - - Fotografia e cinematografia, inclusive revela çào, amplia~ão, cópia, reprodução e trucagem. - ARTIGO 472 - Para os efeitos d~ incidência do 65 - Produçao, para terceiros, rediante ou sem en- ~~osto, considera-se local da prestação do servi conenda prévia, de espetãculo, entrevista e congê- neres. I - o do estabelecimento p,.estador, ou, na sua 66 - Colocação de tapetes e cortinas, com falta, 0 do domicilio do prestador; material II - o do local onde se efetuar a fornecido pelo usuário final de serviço. 67 - Lubrificação, limpeza e revisão de máquinns , nos serviços de execução de obras de 1 vil. ve culos, aparelhos e equipancnto3 (exceto O fome cimento de pecas e partes, que fica sujeito ao ARTIGO 482 - A incidência e a cobrança do impos IQI). to independem: 6~ - Con~erto, restauração, manutenção e conserva- I - da existência de estabelecimento fixo: çao de maquinas, veículos, motores, elevadores ou II - do cumprimento de quaisquer exigênci;s le- de qualquer objeto (exceto o fornecimento de peças ~ais regu!amentares ou administrativas, relativas e partes, que fica sujeito ao ICM). a pres t açao de serviços; 69 - Recondicionamento de motores (o valor das pe- III - do fornecimento de material· as fornecidas pelo prestador do serviço fica su -p IV- do recebimento do preço ou a 1 d e conomico da prestação. resu..tado e- jdto no lCM). ·o R h - ARTIGO 492 - Contribuinte do i ' : ecauc utagem ou regeneraçao de pneus para o dor do servico. mposto é o presta usuario final. .. 7 1 ARTIGO50g - Res; - +1 • , - Recondicionamento, acondicionamento, pintura d ' 5ponsave e a pessoa que utili beneficiamento, lavagem, secagem, tingimento, gol- zan o-se de serviço de terceir~s ao efetu' - vanoplastia. anodização, corte, recorte, polis4 Ptivo pagamento deixe de reter o one,", Fes plas:ificaçao e cong~neres, de objetos não destina posto devido pelo prestador quando est : o im- d 1 d i l - tir, f_atura, nota fiscal ou outro d e nao emi - o,s a n ustr a izaçao o_u comercializarão. - d ocumento admi i 7 - ~ o ,pela administração. t_ - Lustraçao e bens moveis quando o serviço for Prestado para_usuário final do objeto lustrado. S Ig - Trata nd o-se de serviço pessoal d 73 - tnstaloçao e montagem de aparelhos, mãquinas prio contribuinte ou das sociedades a o pro - e equi.p:iroentos, nrestados ao usuário [inal do snr- re o artigo 54, o tomador de serviço e~~eis! refe- #' i bo ou outro documento fiscal e; • ra reci- viço, exclusivacente co~ caterial por ele forneci- e • ~m que constem 0 do. e numero de inscriçao do contribuinte nome 7, ço e a atividade tributada. • seu endere- , - Montagem industrial, prestnâa ao usuário fi - nal do serviço, exclusivamente co material por e- § ~ - No caso de o prestador de serviço não a- le iornecido. prese ar recibo ou outro documento fiscal 75 - CÕpia ou reprodução, por quaisquer processos condiçoes do paragrafo lg deste artigo ' nas d d • do serviço deverá reter·. • o tomador e !ocunentos_e outros papéis, plantas ou desenhos 76 - Composição gráfica, fotocoposição, clicheria l o valor do imposto devido no exe í zincogra(ia,_litografià e fotollto~rafio. 0 preço do serviço lhe for superior· rc cio, se 77 - Colocaça d ld II - 0 valor do preço do servi~o• 5 _ _ o e_o. luras e afins, cncordenaçiio , ferior ao do imposto devido. " • e este for iE_ g.av 3çao e douraçao de livros, rc,·ist,ts. e congêne- § res. 3 g - A fonte pagadora deverá d 78 - Locação de inte, comprovante da retencão. 1ar, ao contrtbu bens 1':IÕveis, inclusive arr~ndarnen ART ~ to mercantil. IGO 512 - O proprietário de bem imõv 79 - Funerais. no de obro e O empreiteiro são res onsãv el, 0 d~ 80 1( i i rios com o contribuinte pelo impospto deveis solid~ _ - , a atar a e costura, quando o materizl f ido tornccido pelo usuario fin.:tl, c,>,ccto avia.":lento, or aos serviços definidos nos !tens 31 32 J quanto 81 - Tinturaria e lavanderia. tigo 46 que 1he forem prestados se á _'' do ar fiscal corTespondente ou sem prova d "uentação v o seu pagamento ,: ,. distribuição de filmes e vídeo-ta- 82 -- Taxldermfa. B8) - Recrutamento, anencIamento, éleçio, colocação ou fornecimento de mio-de-obra, mesmo em caráter temporário, Inclusive, por enupregados do prestador do serviço ou por trabalhadores avulsos por ele con Lrntndos. - Propaganda e publ !cidade, incJ_usive promoção de venda, planejamento de campanhas ou sistemas d publicidade, cl boraçÕo de desenhos, textos e da io materiais publlcltÓrios (exceto suo i1upressiío reprodução ou fabricação). . 85 - Veiculação e divulgação de textoo, desenhos e outros materiais de publicidade, por qualquer meio (cxt'cto em Jp;nuls, periódicoa, rádios e televi - são). . 86 - Serviços portuários e aeroportuários, utiliz! çio, de porto ou aeroporto, atracação, capataz1a , anuq~enugçw iotcrpo, externo e especial, suprimen to dc'ãguo, serviços acessórios, movimentacõo de mercadorias foro do cois, 87 - Advogados. 88 - Engenheiros, arquitetos, urbanistas, agrono - prestaçaÕ • c.onstruçãç ci SI <;ÃO II @LcTio ARTIGO 529 - O Lposto suri c..lculado mente obre o preço dos erviços deffnld tigo 46, à razão de: 1 - !tens JI, 12 e 33: 2I (dois por eto). II - [tem 59 (diversões públicas): 10 (de cento); III - demais Itens: 5 ARTiCO 53g - O imposto mo sero devido anualmente I - !tens 1, 4, 7, 24, 92: 10 OTN; II - {tens 10, 28, 75: 04 0TN; III - demais !tens: 06 OTN. ARTIGO 542 - Quando o serviços dos Itens 1, 4 7, 24, 51, 87, 88, 89, 90, 91 e 92 forem presta. dos por sociedades, o it:lposto será devido anual_ mente na base de 5 (cinco) OTN, multiplicado pelo número de profissionais habilitados, sócios, ez. pregados ou não, que prestem serviços em nome c3 sociedade. 'ARTIGO 552 - Na hipótese de diversas presta - çÕes de serviços enquadráveis em mais de uma all quota, o contribuinte deverá apresentar escrituu ção idônea que permita diferenciar as receitas es pecíficas das várias atividades, sob pena de o b posto ser calculado pela alíquota de maior valor~ ARTIGO 562 - Considera-se serviço pessoal cc próprio contribuinte o simples fornecimentodetra balho do profissional autônomo, com auxílio de nê máximo, 03 (três) empregados, • . ARTIGO 572 - Preço do serviço é a i.oportãncia relativa à receita bruta a ele torrespondente , sem quaisquer deduções, ainda que a título de sub empreitada de serviços, frete, despesas ou kpos: to, salvo os casos específicamente previstos. PARÁGRAFO.ONICO - O montante do imposto tra::, ferido é considerado parcela integrante e iodis~ ciável do respectivo preço, constituindo oseud~ taque nos documentos fiscais simples lndicaçâo de controie. ARTIGO 589 - No cálculo do 1posto será cos! derada: I - a receita mensal do contribuinte quando se tratar de prestação de serviços em caráter pen::J· nente; II - a receita correspondente a prestaçao de serviços descontínuo ou isolado. ARTIGO 592 - Não integram o preço do serviço: I - os descontos ou abatimentos concedidos in· dependentemente de qualquer condição; II - o valor dos materiais fornecidos pelo pre5 tador fora do local da prestação de serviço e e das su~empreitadas já tributadas pelo imposto nos casos de serviços definidos nos itens 31, 32 e JJ do artigo 46; III - o valor da alimentação, quando não inCl_l!. Ído no preço da diária ou da mensalidade no caso de serviços definidos no íte~-97, do artigo 46; Iv - o valor das peças ou partes de máquinas e aparelhos fornecidos pelo prestador do serv-iço • nos casos de serviços definidos nos itens 67, ;ô e 69, do artigo 46; . V - o valor das despesas reembolsáveis, quac d ' devidamente comprovadas, assim entendidas as res lizadas pelo tomador do serviço e que não façt:' parte da atividade tributada· VI -_o valor dos repasses de comissões ou par· ticipaçoes já tributadas pelo imposto dentro dl mesma atividade, desde que se trate da esa 0P° racao, VII (cinco por cento); do profissional autôr.o nas seguintes bases: 51, 87, 88, 89, 90, 91 ria, nos 46. ARTfCO 609 - Nos casos d ,A,e:t 1x '- Ie preços notora nferior ao corrente no mercado de trabalho 1ocal ou sendo ele desconhecido pela autoridade adi%h • trativa, esta, sem prejuízo das demais comiaaçoas ou penalidade cabíveis e respeitadas a ordec a ;:_!.· guir estabelecidas, poderá: I - apura-los, com base em dados ou,eleent"° em poder do sujeito passivo• II - estimá-los 1, a,' ,-s"d rvi • evan o em conta anature se ço presta do 1 - cos 1 qui • 0 va or das instalaçoes e - pamentos, a loc li - . ê -. d :a. zaçao do estabelecimento, numero e empregad o! lançamentos d ios, as despesas efetuadas e e at v1dades 1 UI _ arbi.t • _ 1 _ seme hantes; sul ) ra os, tunda 1 e.-or~' a - ocorrer f d menta mente, s -- ·e· rau e Ou - y e mentos julgados ind' so~egaçao de dados o. b) -o sujeito ,,,'sensiveis ao lacaen'°j, exame de 1, Passivo não exibir ou dificwl",4 _ vros ou de d d ut ·- zaçao obri - ocumentos fiscais e gatoria. 0 valor da aquisição do bilhete de lote· casos de.serviços no te 60, do arti° SEÇÃO III ISEicEs ARTIGO 61g I - - Soo isentos d imp - as empresas ·GB1. 1O osto: e conoia ml pu icas e as sociedades ·t' sta, no cor ore dos a ór·giio .b ncernente aos serviços • s pu licos• II- as er.presas' i espetacu.Ios t ou entidades pro:::ovent•· i • - eatrais ci • -po• coes, concerto • nematogrãficos, e»i",0° para tio,; nsst. s • - recitais e similares• reali:J [ê !it.encinis..• • 1 &s :' G?..· x, . ..... %e±, MIBUNA DA f RONTEIR --LEIA E A E t- a. Maria Celeste da Costa e Silva - ADVOGADA 0A1/MS 3281 141.490.101-10 ra : ti C1VEIS E CílIMINIIS DIREI o T'.UDALIIJS'l'A - QUES'rõr:s DE 'l'ERMS. ,.;CR[TÕIUO: Rua Coronel Cam1aüo, 638 ",1:: 43? - 1302 Centro. CEI': 79.260 ~RJ,A V1STI - MlTO GROSSO DO SUL. ~SCRITÓRIO JURÍD co; NtLSON CHAGAS OAB-MS 2,q91 - A, 1/26A0 FONE: 251 - l72J ESC. 251 - 1711 RES, fS(RllORIO:RuA ft.NE~iE BERNARDES rF 826 f5/DÉNCIA:A CE. CAMISAO N- 657 JN DIH - r-w.rn GROSSO no SUL s , fscrit ~ ri il V CARLOS A. ZAI BORGfS CAUSAS CfVEIS E CRIMINAJS, iUA: 15 DE NOVEMBRO y, 505 iELEFONE: (067) 439-1382 B E L A V I S T A - íl S E o f ,, tr; C r o o do Su 1 . Lenbr anos,con .lho,o primeiro iniciou a stu +s l±,num c a d crivaninha, duns • Ct /t r. J)](;NJDAUE l' AMOH (1( J(J!<flAl,If'l-1O f Jl sempre normas que os dire ores do jornal it E puseram a empresa , hoje ditando mrs SEIS jur,tr.: n 1 o pcvc de vr r Í1 r I O Jc,cnr.1 s. Tribuna da Fronteira, é 6 r,o , em similares , nao imita e nunca 'cAMARA MUNICIPAL 1 Sessão com plenário Os vereadores e lei os no Último pleito eleitoral co mne;aram os seus tra balhos no dia 15/02, quarta-feira pp. ,com o plenário daquela e grégia Casa de Leis "vazio", até pare- srmi-final Secretário} ; Dr.Sy_Q ncy Nunes Leite -PDT Marcqs d2 Cruz -PMCB Anselmo Lopes - PMDD P6ulo de Mcllo -PMDB e João Kaliffc-PMDB. Ausentes sem Justiti cativa os vereadores Marcelino Cissic Bi glia Acioly - PFL e Dr.Jcrge de Souza Rg Séi - PTB . Dr. Ivan e - e: flfj () ~ ffil • OU t Afon- so da Costa Marques Assessor Juridico da Prefeitura represen tando o Chefe d0 Ex~ cutivo fez explana ção quanto a abertu ra dos trabalhos de 1989 "por força mai or· o prefeito Edson Medeiros de Moraes , não se encontra pre- 5 o xlr.o. 20 d çao a esta Casa de Leis". Logc apos o Assessor Juridico dt Executivo fez a lei tura da mensagem que em seu final cnfati z2va "apresentar..os a nossa expressão de profundo respeito e justo sentimento de consiâeração pelos trabalhos à serem dg senvolvidos em con junto con. o Executi voo que srrá sem d~ vida a base para o exito administrati vo do Município". cc que a da Copa União -trang mltida pela Globo-,. entre Bahia 2x1 In ternacional era mais irrµorLante que a 1n Sessão Ordinária da c3mara Municipal de Vereadores de Bela Vista. Com 2O m!nutos dr atrazo e contandc cem a presença dos! dis Dr.Carlos Alber t0 Ocariz - PFL (Prg sidente} ; Roney Mg sente nesta noite p~ presentou requerime~ raes Simões _ PFL(12 ra dar a sua sauda- ·to verbal ao Prefei- 1r------------------..;.. ;_ .;;._· to Municipal "solic.!_ - tando que este er.ca- REQUERIMENTOS O vereador An selmo Lopes que pelo 2 mandato ocupa uma cadeira na câmara • vaZ10 . minhasse vpediente à i:.n.:rsul ''nu ... nto na recuperação dos lu minarias queimadas nas ruas''. O edil Paulo de Mello apresentou requerimento verbal éndereçado ao Pre feito Municipal so licitando "a urgên cia na viabilização do p aga::ien to dos vencimentos dos fu~ cionários dcmiti àos". Lembrete:Desde a Adm5nistração do Abraão Zc.cari e.s que os vencimentos dos funcionários estão "atrasados". Na Sessão que GOORDENAÇÃO DA: ASSOCIAÇÃO DE ENSINO DE lQ E 2Q GRAUS DE JARDI!1 FUNDADO EM 20/09/88 PR - VESTIBULAR AV. DUQUE DE CAXIAS , 989. "ESCOLA JÁ REGISTRADA E-RECONHECIDA P /MEC" vi SITE-NOS ,ESTUDE NA MAIS NOVA ESCOLA DA REGIÃO. cu;so TODO APOSTILADO DESDE A ia Sl::RIE DO :; GRJ>.u ATE o )Q COLEGIAL. E o "CURSINHO PIIB-VESTIBULAR". voeE ÊSTARÃ PREPARADO PARA RENTAR OS PRÓXIMOS VESTIBULARES EM TODO BRASIL. MATRÍCULAS ,ABERTAS ATI:: 10 DE FE uen -. R0/89. 1N1CIO DAS AULAS 13 DE FEVEREIRO. *"BREVE" CURSO DE INGLES DO e.e.A.A.* ,'/ "ALoru:s ÇONGELADOS I NAS MENSALIDADES 'DE JANEIR0/89. ~:~~UQUE DE CAXIAS, 989 - ANTIGO INCRA - AO LADO DA ENERSUL. INFORMAÇÕES: 251-1862 ORA GERAL - PROF<! RITA CARMEM BRAGA LIMA. - . Em março todas as idades - durou 104 minutos a inda foramn eleitas a& Comissões que e laborarão à Consti tuinte M1.:nid pal. LH E X P E D I E N T E JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (FUNDADO EM 20 DE FEVEREIRO DE 1972)°. FUNDADOR: IVALDO PEREIRA REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA GERENTE: GILSON SILVA SANTOS REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE NUNES CORREA. NOT!CIAS: ABIM, AE, PLANALTO E CORRESPONDENTES. REDAÇÃO, ADXINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: Rua da República, 564 - Caixa Postal 23 - Fone:(067) - 439-1410 - Séde Própria - Registro no Cartório de Títulos e Documen'tos oQ 35, ~tLIADô Á ADJôR! E ÃBRA.JORI. UM SEMANÁRIO DA REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS. CGC MF - 15.513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28. 219. 0003-1. Dl!tf:TORA:. 'MARIA ESTELA VELASQUEZ PEREIRA. Quando termina um sonho ... Começa a realidade e só' quem acredita em sonhos sabe o que é ine lhor para si ·r-. Nós acrsditamos no progresso e temos o que é melhor Para você o- HOTEL POUSADA DA FRONTEIRA tem '" Apartarnentos cor .ar condicionado o mo'derno érican Bar - Lanchonete com um. delicioso Chopp ~Ven1da Teodoro Sativa - Bela Vista Mato Grosso do Sul Reserva • Ao 1487 e 439-1366 • , r • ~ e de Le as de Cam Grande (PUC onde leciona oria da Literatu €,e ·,a, citora raiiéi o'' roas ti«ratara 1ai O Gerente do Banco do Drnsil Francisco Braz es posa o tilhos, foram recepcionados no dia 10 pp, na sede da AABB com gostoso jan tar, suculento chur rasco e muita cerve ja. Os funcionários do Banco do Brasil organizaram a reu nião para as despedi das da família, que residirão no inte rior de São Paulo. dos bancários mui - tos amigos compare - coram, e também usa ram da palavra para desejar felicidades à flia e enaltecer o trabalho do Bráz ,frente ao Banco do Brasil em Bela Vis - ta. Felicidades é o que lhes desejamos. PENSAMENTO Em qualquer ativi dade edificante, con - vêm lembrar que idéi as e palavras, ações e atitudes dos outros pertencem a eles e não a nós. POESIA Nesta Edição trans 'crevernos a Poesia Nunca-Te-Vi, de auto ria da poetisa Ra - quel Naveira.Para me lhor conhecimento de nossos leitores de quem é Raquel, segue seu curriculum: Raquel Maria Car valho Naveira é casa da, nasceu em Campo Grande em 23/09/57 e mora na Rua 14 de Ju lho 1689(centro)-Cam po Grande-MS. relefone. 383.3004,é nembro da Academia Sul Matogrossense'de Letras. ESCOLARIDADE: -Formada em Direito ela FUCMT; -Formada em 2ela FUCMT; -Curso Superior de :ivilização,Língua e iteratura 'Francesa :,ela Faculdade de 8ancy (Franca). Letras BELA na. -Colaboradora do jor nal "Correio do Rata do" há 08 anos. -Colaboradora do "Programa Mulher",c~ nal 08,TV Campo Gran de, há OS anos. - -Diretora Cultural do Rádio Clube. r da sra Heith Delval le aconteceu no dia 11 pp. A família e amigos foram até sua residência cumprirnen tá-la. Parabéns!! - PRECE MILAGROSA 60 Com um selo, Sem que pudesse nhecê-lo. Nunca te vi ... Nuncá, Nunca mesmo, Nuht:a é urna palavra que tem peso de eter nidade, Tem fatalidade distância; Nunca te vi E, no entanto, Isso que nunca vi ta coisa mais impor - tante da minha vida, minha essência, t tudo que me falta. Confio em Deus com todas as minhas for- NOSSOS SENTIMENTOS as, por isso peco a flia de Narciso Ro Deus que ilumine o cha, pelo falecimen meu caminho, conce - to da filha Ely ocor dendo-me a graça que rido dia 15/2•. Exten= tanto desejo. Mande sivos ao esposo Rosa publicar e observe lino Barbosa. o que acontecerá no 40 dia. TIVIDADES PROFISSIO AIS: - - Professora da Esco La Nossa Senhora·Au. <iliadora durante o eriodo de 1975 a L986, onde lecionou ?ortuguês, Literatu ra Brasileira e Lite ratura Infantil. - -Professora da Alian a Francesa de CampÕ rande. Professora da Facul E.F.F PRECE MILAGROSA Confio em Deus com todas as minhas for ças, por isso peco a Deus que ilumine o meu caminho, conce dendo-me a graça que tanto desejo. Mande publicar e observe o que acontecerá no 40 dia. Y.M.F. NUNCA-TE-VI Nunca te vi ... Ai, mundão de Deus! Cheio de mato crespo De porteiras rangen tes, De garças longiline as, De bois opacos Balançando as papa - das. Lá de perto da fron teira Havia um lugar chama do "Nunca Te Vi" Nunca te vi ... Parecia que o passa rinho mudara de can to • E agora, quando Su - bisse na amoreira Ou passasse rasante no telhado, Deixaria recado mui to mais sofrido: "Nunca te vi ... " Nunca te vi ... S possível amar quem nunca se viu? Amar sem conhecer? Duas Almas podem se conhecer Sem nunca se visto? Imaginava, então,uma histõria de amor Feita de longas car tas, De trocas de juras , De poemas e pétalas de rosa Entre homens e mulhe res Que jamais se toca - tf',V1 Seria um lugar longínquo, Perdido, Que nem as botas de sete léqu.s poderiam alcançar? • Nunca te vi..· Imaginava unt fantas ma ao meu lado, Grudado no meu aves ,,' terem ' de ASILO DOS DESAMPARA DOS de Bela Vista está passando por sérias dificuldades,A dire cão do mesmo conta com espírito de cola boração do povo bela vistense para auxi liar com gêneros ali rnentícios, .matéria! de limpeza, roupas etc ... E AS AULAS estão iniciando. esqueça: você que vai comprar cadernos suJ.fite, almaço, tolinas,ao lado nossa ·redação está ' um Festival de Pre - ços Baixos. Cadernos de.vários tamanhos. Visite-nos 1 9 NOSSOS PARAB~S (lf - Isis e Marisa - - (2)- Marly seu filho Daniél,Dra v à Sra Lêa Bianchi da. dia, Evilásio, Melito e Sra. Vera,Elpí- dinal Borges, peig ( 3 )-_Noinfanti,no Relavistense Octacílio vitória no vestibu - P@a de P1naco alegrando os baixinhos lar p/Direito.· Suces -Ivaldo e Estela • sos! (5)-Luciene Proença (6)-Fatirna Pistori (~l-Amarildo Corrêa e a filha ... rêa. 1ariana Cor- (8)-- Rei Momo do Carná/89 Jean Pierre. no Belavistense: (9)- Euerney-Kika, Rosita (0)-Cb.Mundiel e Sra. e Estela. (11)- Alegres fol.iãs no Grêmio. TAMBtM DE ,; ~ parabens o jovem Mau ro Kalife, que pas - sou no Vestibular de Medicina: MÃRIO OCARiz'oE sou- NOSSAS.ADMIRAÇÕES ZA ROSA, ao casal José s.da C filho, mais velho do "??? que neste ai " st a Marques e F ilhos no: l8/02 entre am;" saudoso Dentista Dr. • ras, qenros e neto: Vagos Geraldo de Souza Ro Sua Bodas de Ouro- c s comemoraram e churras ' om mui ta • sa, passou no Vesti- . co. Parabéns u bular p/Direito. vida do casal sirva' d e O e•:e:r.plo os que estão comecana espelho para Parabênslll ---------------~- agora. sezu. ! hã' 'ta , dure! aa, 's Re - +mm! sy. .. Seg: 2zen ,7 era are, zaE' $ esa> ?e '< ± tss ·±± <> - Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº935_11_02_1989 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº937_25_02_1989 Voltar para a lista de itens