TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº981_10_02_1990 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº981_10_02_1990Número da edição981Data de publicação10 de fevereiro de 1990Número de páginas12GeoCoordenada -22.111088065307705 , -56.517164772533675 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº981_10_02_1990 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ·' 'I BILA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - ANO XVIII - NO 981 - 10 DE FEVEREIRO DE 1990 - REDATOR CHEFE: IVALDO PERMIRA NCZ$ 5,00 BERTELLI, OIGNIDIDE E TILENTO Um regime democráti co, puru ser forte, pro gressista e justo, tem que seguir dcterminudas regras, obedecer valo res que so eternos e i nerentes no erescimentõ do homem como ser em e volução. Ética, responsa bilidade e respeito as i d@ias, sem falar na par ticipaço do povo em to dos ns decisoes. Mas en tendemos que n democra cio precisa de quatro pi lnres, sustentáculos dã liberdade - EXECUTIVO, LEGISLATIVO, JUDIClÁ RIO e umn IMPRENSA livre, responsável e é tico. Temos, como exemplo de um judiciário ético , responsável e· talentoso, o trabalho que o Dr. Wíl son Bertelli, Juiz de DT reito de nossa Comarca, vêm desenvolvendo nes ta cidude. Educado, sereno, ami go, sabe, como ninguém separar o joio do trigo . É aquele velho ditado,nu ma analogia, amigos, ami gos, negocios a parle. , i .. . ' Wilson Bcrtclli. ·raCIFICAR O GRÊMIO PEDRO RUFINO Todos na região coo nhecem o GRÉMIO DOS SUB-TENENTES E SAR GENTOS PEDRO RUFINO, um clube que é moti vo de orgulho para to dos nós. Contando com uma infra-estrutura invejável, amplo sa lão de festas, res taurantes,saunas,pis cinas, o GRÊMIO pro moveu eventos que fi caram na história. Localizado na area nobre da cidade, um patrimônio respeitá vel, o clube é um elos maiores, (se não omai or) de nossa região. Atualmente tem na Pre sidência o Sargento Diomedes Sandin de A vila, pessoa humana admirável, simples,a migo de todos e que está realizando um bom trabalho frente a diretoria. Muitos melhoramentos foram implantados, o Grêmio continua a sua traje tória brilhante.Mas, sempre tem um "mas". O Grémio dos Sub-Te nentes e Sargentos Pe dro Rufino está atra vessando uma crise, não administrátiva, mas de relações huma nas. Clube de milita res, mas que obteve o mérito de congre - gar civis, formando ·uma só família, hoje vive dias tensos en tre a atual direto- O PSI e o Momento Político de • MS Com a finalidade de avaliar o quadro polÍtico de Mato Grosso do Sul e to mar deliberações de interesse do partido, reuniu-se na tarde do Último dia 6 no plenarinho da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a Ex"écutiva Estadual do PST - PARTIDO SOCIAL TRABALHISTA - tendo 'contado com a presença de diversas lideranças vindas de todo o Estado, entre as quais Pre feitos, Vice-Prefeitos e vereadores dos mais diversos partidos, todos enjaga dos no processo de tomada de decisíio no sentido de transformar o PST nu ma das grandes forças políticas deste Estado. A reunião presidido pelo líder dn Bancada na Assembléia Legislativa, De putado Ozéias Pereira, foi alvo das atenções do mundo político, que vive mo mentos decisivos no processo de acomodaçao das principais lideranças e aei - ma de tudo, a definiçíio dos nomes que disputarão o Parque dos Poderes, a lém daqueles que concorrerão ao Senado, Cãmarn Federal e Assembléia Legis ln tiva. - O ponto central dos conversações girou em torno=do trabalho de consoli - dação do PST, tendo o Presidente em exercício estimulado seus companheiros n um esforço concentrado para a efetivação do maior número de filiações, com vistas ô formação da Executiva Estadual, a ser eleita na convençao do dia 04 de março próximo. Na avaliação dos presentes, grandes e expressivos lideranças ainda não se decidiram pelas suas filiações pelo fato de que o grupo ainda não tenha defi nido com nitidez, suas propostas e projetos para a sucessão estadual. Enten de a _maioria que e chegada a hora do lançamento de um nome de peso na vi da publica de Mato Grosso do Sul e esse nome e o do jov_em e dinamico em presario FLAVIO DERZI, que _ganhou o consenso dentro do grupo, talhado a encarnar a figura de renovaçao de nossos quadros políticos. O PST esta convicto que a classe política tem q.ue se adequar ao anseio popular que clama e deseja uma mudança radical na conduçao da coisa publi ca, evidenciada nas eleiçoes presidenciais, quando ficou nítida e transparen te a intcnçiio do eleitorado sul-matogrossense, que entre o novo e o velho: prefere ficar com aquele que representa o moderno, elegendo FERNANDO COL LOR DE MELLO, Presidente da República. - Por isso suas lideranças vislumbram em FLAVIO DERZI, a oportunidade Ím par_de colocar para nosso eleitorado, o representante legítimo de uma nova ge raçao de homens publicos, podendo assim, combater ns idéias arcaicas, retro gradas e fisiológicas, mantidás pelas ántigas lideranças. FLAVIO DERZI viria, enfim, derrotar, de uma vez por todas, a oligarquia imperante no seio polÍti co-partidario de Mato Grosso do Sul. - O Dr. Bcrtelli é um Juiz de Direito que se preocupa com a causa dos problemas e busca a ra iz para analisar o por que dos frutos podres. Entrosado com a comu nidade, o seu campo de tr_:-bnlho niio é apenas o .., rum, mas o dia-a- dia ~~ Bela Vista. Preocupa se com o problema do me nor abandonado, o uso das drogas, o abuso no 1 transito, o desajuste fa miliar. Suas ponderaçoes no Rota:y, onde e mem - bro atuan.e, levam sem - pre a pensar que real- mente o mal está no ho - mero e o homem constrói a sociedade. Mudando-se o homem, mudar-se-á • a Sociedade. Bela Vista muito se or gulha, e o Poder Judicia rio ainda mais, de ter eiii seu meio um homem da ex tirpe de WILSON BERTEL LI. • • Sim, nlnda hÓ. esperan ca: Existem autoridades e homens preocupados com o futuro do ser humano. toria, ex-presiden tes e diretores.Mui tos foram expulsos do quadro soclal,ou • tros afastados, ou= tros, ainda, magoa dos, se afastaram do clube. Chegou-se ao cúmulo de recorrer à Justiça, quando a justiça que deveria ser procurada era a do debate, da busca do consenso, da uni ão. A formação do mT li[ar o leva, sem pre, a procurar an tes-.de. mais nada, a disciplina, o res peito, a ordem. Pa ra nós o militar é o protótipo do equili brio e não entende mos posições radica is. COMENTANDO, Por Nancy,· veja na Última p ;7 • a desta edição. O CÉU FOI O LIMITE Os bancos tiveram lu cros fantasticos em 89, mas estao preocupados com o que vira e sepre param para novos nego cios. q exemplo do BRA DESCO, que há três se manas anunciou o seu maior lucro nos ultimos cinco anos, dois outros bancos do clube dos gran des, o ITAU e o UNI BANCO, divulgaram na semana passado seus ba lanços milionários. - MATÉRIA NA 'PÁGINA 09. ---- Brasil Novo Venceu o melhor. Ini cia-se :n do Brasil no vo. A esquerda derro tadn ao invés de colabo rar, ameaça com o caos. Veja mntérin em OPINI AO/DEBATES - 09. Desdobramentos a Política Jàrdinense Parece-nos que a decisão áo Seandor. Wilson Barbosa Mar tins, de abandonar o PMDB e ingressar no PSDB(Tucanos) também provocará vários des dobramentos na poli tica jardinense. Veja a matéria na Íntegra na Pagina 11 desta ediçao. DEPUTIDOS Quem procurar in formar- e a respeito do que estú ocorren do no Gremio, entre os sócios, jovcnn,[i cará estarrecido,nin guém quer ver mais di visões e desencon - tros, querem ver a fa mília gremista UNI DAS, todos Juntcs pro movendo grandes even tos e que o clube vol te a ser a segunda casa de todos os só cios. Está na hora de acabar com tudo isso e partir para uma grande UNIÃO, forta lecendo ainda mais o GREMIO DOS SUB-TENEN TES E SARGENTOS PE ORO RUFINO,clube de todos nós. Vamos paci ficar o GRÊMIO? INFORMETF "Quentíssima" e "apimentada", foi assim a reu niao realizada no ultimo d.ia 12 entre vários mo toqueiros de nossa cidade . Pena que o assun to tratado não era de interesse da maioria dos que se encontravam presentes, muita "roupa su ja" foi lavada e alguns motoqueiros que deixa ram suas casas, namoradas, esposas, para ir à reunião, tiveram de ouvir coisas do arco da ve Ilia. Não sabemos como terminou a "reunião,não tivemos "saco" para ficar até o final. Veja o INFORME TF, por Ubnldino Rodri gues, na Página 02 desta edição. Datilógrafa TRIBUNA DA FRONTEIRA precisa de uma moça para trabalhar no setor de composi cão. É necessário que seja eximia dati lógrafa. Tratar com D. Maria Estela, no horá rio comercial, Rua da República, 564. Outra questão que se coloca no momento é a respeito de quem apoiará quem para de putado estadual. • Em Jardim vários vereadores, segundo informações, apoiam o Deputado Henrique Dedé, que provavel - mente apoiará Pedro Pedrossian ao Gover no do Estado. Mas nfio se descarta a oossi bilidade de surgirem "fatos novos". Veja matéria na Pági na 11 desta ediçao. DONA AURÉLIA, UMA MULHER DE SORTE A Sra. Aurélia Brandão Delvalles, esposa do conhecido Sr. Vicente Delvalles, esta semana. foi sorteada pela BRADESCO CAPITALIZAÇÃO . Tí'tulos de Capitalizacâo do Banco Brasileiro de Descontos. • Dona Aurélia recebeu na agência de Bela Vis ta, no Último dia 12, das maos da Assistente de . Produção do Bradesco, Srta. Mirian, o rprêmio no valor de Ncz$ 324.213,00, o que, convenha- • • mos, em épocas de dificuldades como a que es tamos vivendo, vêm bem a calhar, não? . Para béns à Dona Aurélia, a primeira belavi.stense a ser premiada pela Bradesoo Capitalização. (UR). (COM EN TAN DO JORNAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA HF.l,A VISTA MA'TO GROSSO DO SUL. 10 DE FffBR!lllO D1 lttt PAGINA 02 INFORME Grêmio União t Cam peão do Belavistá d9 Na tarde ensolarada do dia 04 (domino), no Es tadio Municipal Oetvio Fontoura, a equipe do Gré mio Esportivo União spgrou-se campeno do campeo nato de Futebol denominado Belvistao 89 organiza do pela Liga Esportiva Belavistense o derrotnr equipo da Baixadn Fluminense pelo placar de 4X3. Marearam pru o Grêmio União os atletas Betão, LÚdio, Vllln MaJor e Roberlinho, sendo que os três gol da Baixada Fluminense assinalados pelo arti lh iro Demo. A tradicionnl equipe do Birro Costa e Silvn - Nharon - Jogou e venceu com Gato, Lüdio, Laueí dio, Honaldo e Flavio; Betão, Neneca e Rabcrti nho; Villn Mnior, Neguinho e Dnvi, tendo "Fino" substilufdo n Flnvio no segundo tempo da partida que contou com n presença de excelente publico. Estn semana o equipe cnmpeÕ belnvistense este ve jogundo nu cidnde de Jardim, onde está partici pando do torneio Bola e Violo entre equipes da= queln cidnde e convidados. Na sua primeiro parti da viilida pelo torneio o Grêmio União venceu nos penaltis após um empate pelo contagem mínimu no tempo regulamentar, estando ngorn clnssificndn po ra as semi finais, devendo jogar no próximo sÓba do, podendo pussur às finais do torneio caso con sign o vitória contra o forte equipe do Canarinho, de Jnrdim. Os parabéns da coluna à todos os atletas da a guerrida equipe do Grêmio União pela conquista de mais um título de campeão belavisténse de futebol e por engrandecer o futebol belavistense, repre sentando-o bclissimomente nos torneios realizados cm outros cidades de nossa região. Torcemos poro que o troféu "Bola e Viola" venha também para a galeria dessa poderoso equipe de futebol. Cavalos de Paú Os jovens motoristus geralmente sao chegados a fnzer "artes" com seus vefculos, ou poro mostrar nos amigos que dominam por completo os mesmos , ou poro "aparecer" poro as gatinhas. NÕo condena mos os que gostum de se divertirem no volante de um carro ou pilotando suas motocicletas, mos, po ro isso, como em tudo no vida, tém sua hora e lu gor. C_ondenomos sim aquels que adoram "chamar a atençao" fazendo malabarismos com seus veículos em locais de movimento, vins públicas, etc ... co mo e o coso do que so verificou esta semnno quon do alguns "filhinhos de papai" não se importando com o grande numero de estudantes que se cncon travam PITI frente à Escola Ester Silva e numa to tnl demonstração de falto de educaçao, levavam pe rigo o vidas humanas com seus "cavalos de paus". Segundo informnçÕes, os autores são alunos da própria escola, cabendo à diretoria do estabeleci mento escolar providências no sentido de coibir ta is abusos, antes que os "engraçadinhos" venham ã provocar um fato mais grave como o ocorrido no final de semana, quando um motoqueiro foi atrope lado por duas camionetes que transitavam pela Rua Conde de Porto Alegre, segundo testemunhas, em alta velocidade, causando escoriaçoes no piloto e na sua filhu que se encontravam nn moto. Na se mana que vém, após contntos com os autoridades policiais de nossa cidade estaremos trazendo maio res detalhes sobre esse fato. Enquanto isso fica o alerta, ·ara matar esse ti o de "tara" existem ho ra e lugar e um pouquin o mais de educaçiío n o fara mal@alguns_motoristas irresponsaveisque ul .timnmente vem cuculando pela Princesa do Apa. , 1 ' 1 Po é, no'temos asfalto para Jardim, Bela Vi [ ta, Bonito, Porto Murtinho, Caracol, Antonio Jono. enfim, nossas cidades(da regiao) nao e«to ligadas por asfalto, se bem que promessas... ja falamos so bre isso antes... O serviço de agunem diversos mu nicipios da região sao precários, assim como de e nergia eletrica, saneamento; temos problemas com a falta de empregos, o setor educacional anda capen ando, mas, aleluia, aleluia, nenhum leitor pode re clamar dos jornais da regiao no tocante vida so cil. E notícias, muitas notícias a respeito de quem ucontccc ou ir,i acontecer. Promoções mil, Miss disso e daquilo, de files des files disso e daquilo, garota disso e duquilo, nosso regi.no é pródigo cm eventos. E merece elogios nos A primeira vir;ta muito!:: perguntariam po.r so amigo Alexandre Bilo, _ele e o "pai dos eventos'. qve? O noivo ou a noiva morreu? Não, acon- E agora, somando os orgaos de comunicação so tece que num final de semana passado um com cial de nossa regiao, num total de nove, com sete panheiro nosso transitando pela Rua Con- da Rede, vemos que temos nada 1mds, noda rrwnos de de Porto Alegre, no cruzamento com a A- que 14 colunistas, é isto msmo, 14 colunir,tus ~oci venida 'l'eodoro Sativa, distraído pela "noi ais. Quer dizer, e tempo de festa, OBA OBA!!! va" que lhe fazia carinhos, não notou uma E boas vindos 110 Jairo Fontoura, o novo cola· camionete que vinha pela Avenida Teodoro Sa nista sociol do Jornal de Bonito ••• tiva e ucnhou dundo aquela trombada! 1 Rcsu.!_ ,------------------------- E .+± ± ± e±is pr@vala no Vestibular planos de casamento este ano foram por água JI abai.xol Contam algwnas testemunhas que a noiva, muito nervosa, não conseguia parar De parabéns a amiga Alessandro, de rir (é daquelas que quando nervosa em vez aprovada no Vestibular para Pedago de chorar, cai. na ris ada) , ao ser lembrada ia realizado pela_Faculdade de Pon pelas amigas que a acompanhavam de que po- ta Porã. É isso aí baixinha, persis deria não se casar mais este ano devido a- tência, Juta e dedicação sôo fatores os prejuízos, repentinamente, parou de rir e se atracou no choro. Outro fato verifica- fundamentais para que possamos al- do nesse acidenl:e deu-se com uma amiga do cançar os nossos objetivos. Vn.i fir casal que com O susto desceu do veículo às me gatinha, estamos torcendo porvo 'I'° pressas esquecendo-se que estava com um ves cê. Prá quem não sabe, Alessandra e "'"'. z.d;· _f_. filha do Nílson "Caminhoncír"o". tidinho "justo e curto", quando deu por con ta a sua roupa estava pra cima da cintura, #f57si. Fifi te ininarão elavistens em foo 'lROMBADA ACABA COM CASAMENTO' Ultimamente temos verificado quase· que unísso namente inúmeras reclamações quanto aos trabalhos que vêm sendo desenvolvido pela atual administra- Em conversa esta se-----------~ icÕo municipal. Ou melhor, muitos companheiros da mana com o dinâmico f BELA VISTA UNIDA entendem que a atuaçao do E- Presidente do Clube Es :cecutivo estó hoje muito "apagada", sendo raras ss portivo Belavistense, notícias de trabalhos desenvolvidos pelo municipa- Vereador Jorge de Sou- 1 lidnd:?. É simples, falta divulgação, apenas isso!! za Rosa, fomos infor- l mados de que o clube este ano estarâ promo t vendo um carnaval pa= f ra todos os beiavis - tenses participarem na maior animação. Disse nos o Presidente que._ --' os preços das mesas estarão bastante aces síveis, bem como os da bebida. "Não quere mos explorar ninguém, apenas realizar um carnaval digno de nossa sociedade", ressai tou Jorge(foto acima). - Lembramos cue o Carnaval/90 no Belavis t~nse será animado pela excelente banda musi cal do l0? kegimento de Cavalaria Mecaniza do. Outra informação que nos passou o Pre sidente do clube foi a de que já se encon tram inseri tos para o Carnaval do mais tra dicional três blocos carnavalescos, com um total de mais de 120 foliões. t isso aí,em tempos de crise a criatividade e o dinamis mo falam mais alto. - ·Baile Gaúcho POIS, Pu»., MAS TEMOS COLUNISTAS ... Não poderiamos deixar de ressaltar a be leza e_ animação do baile gaúcho realizado pe lo Gremio Pedro Rufino nos últimos dias 03 e O4. Muita gente esteve prestigiando a pro rnoçao que foi animada pelo bom conjunto ER VA NOVA. É mister ressaltar que em matéria' de clubes sociais a sociedade belavistense nao tem do que reclamar,está muito bem ser vida sim senhor, o Beavistense e o Grêmio dao o recado direitinho. EXPEDIENTE JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (Fundado em 20/2/1972 - Fundador: Ivaldo Pereira) Diretora-Administrativa Maria Estela V. Pereira Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira Gerente: Gilson Silva Santos Reportagens: Ubaldino Rodrigues Fotolitos: Job Mello. Impressao: Rudel Soares da Mota Composiçao: Gisele Aparecida Loubet - Rosenilda Rodrigues - Elenir Quintana. Arte: Renata Miranda Silva e Paschoal Mitidiéri. TE±tas: Plana, Abim, AE,·Agência Bras{1ia, Cor respondentes em Campo Grande, Brasília, São Pau lo·e Rio de Janeiro. - Sucursais: Antonio João, Jardim, Bonito, Porto Murtinhó e Caracol. Sucursal em Campo Grande: Rua 26 de Agosto n? 2.179- Fone: 384 - 6977. REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÃFICO: (SEDE PRÕPRIA) - Rua da República, 564 - Caixa Postal 23 - Fone: (067 - 439 - 1410). Propriedade da Rede Belavistense de lornais Ltda CGC.MF 15.513.203/0001-59 Inscrição Estadual: 28.219.0003-1. FILIADO A ADJORI (MS) E ABRAJORl Representante para todo o território nacional: TABULA VEICULOS DE COMUNICAÇÃO - Rua 7 de Abril 282 - 59 andar - Fone: 011-255 - 2579 e 255-1 3499. 1 ASSINATURA: 300,00 da Fronteira ,''No Coração da Cidade" Apartamentos coni' flr Condicionado, Café da Manhã Completô -AVENIDA TEODORO SATIVA RESERVAS; 439-1,487 E 439.1366 PouSad - f.J, Anteprojeto da Lei Orgânica de Bela Vi.ta- MS Nós, representantes do povo belavfsten protelo de DEus , a reunte l.i'I onr·f,•;J('A !)() "l''ll(;IP!íl 1)1 li' I.A .. ,,:u . pr ITVLO I DM DISPOSIÇFS PERA'TE.S CAPITULO 1 DA Ol<C/JÍUAÇÃO 'PO IIU'i!ClPIO 1çIO I nos Plt1'.:c1 PIOS Fll'iDA'1[ f A IS «T, 1? - 0Munfe[pfo de Dela Vista-'S, unidade territorfal to Estado de Mato Grosso do Sul, é pessoa jurldIca de direl- 1 ,, pi1bllco itllt.'rno, dotad,1 de- nutonornt.-, polftlcn 1 odmlnl&lr!! va e financelra, e reger-e·i por esta LeI Orgânica, aten Hdos on prlncfpfo~, rntnbe1rctdod no Conraltulçno Ft•drrnl e , 1 c.rnsl l tu Lçiío do Eutndo etc lf,1 Lo Grosso do Sul. 1 J<J • O Munlclplo de• l!c•ln Vista Leo como íundamenlo~: 1 - A nutonomia r:iunlclpnt; li • A cidadania 111 • A dignidade da pessoa humana; tV - Os vnlorcs soclols do trabalho e dn llvrc lnlcintlva; I' • O plurnl!r,mo pol[Llco. . i 22 • J: vedndo a qunlqucr dos Podcrc.s delegar ntrlbulçoe~; $ 3g - O cidadão Investido na função de um dos Poderes nno poderá !xerccr a de outro, alvo nas exceçoes previstos Ot:!Sta Lrl Orgnnlca, .RT. 212 - Todo o poder emana do povo que o exerce por mC'io de represcntnntce eleitos ou diretamente, nos termos do Consti - tulçiio FEdernl, da Constitulção F.stndual e desta Lei Org.'inlta. ART. JQ - São poderes do Mun!dplo, Independente e hnrnÕnlcos entre si, o Leglslatlvo e o F.xecutlvo. AAT 42 - Constituem objetivos blÍsicos do Mun!dp!o: I • garantir o desenvolvimento municipal; II - promover o bem da Comunidade de Bela Vista, St!TII prcco,, ccltos de origem, raça , sexo, cor , iônde e qu.Jlsqucr outras' fomas de dlscrim!naçiío; . Ill • zelar pe}o respeito, em seu te1::ltorio, aos direitos egarantias assegurados pela Constl tulçao Federal; IV • g;Jrantlr o dcsenvolvlm_ento local e reglon~l; V - contribuir para o desenvolvimento est:dual _.e nacional; VI - errn.dicnr a pobreza e n ma.rginalizaçao e reduzir as desigualdades sociais na área urbnna e na área rural; ART. 52 • são slmbolos do Mun!dpio a Bandeira, o Brasão e o lllno nunldpnls, ART. 6Q • Os dlreltos e deveres individuais e colc~ivos, na forma prevista na Constituição Federal, integram.esta ~e! Or gânica e devec ser afixados cm todns n.s repartiçocs publ Lcas do t!un!dplo, nas escolas, nos hospltals ou cm qúalqucr local de acesso público, pora que todos po:1sarn, permanentemente, t~ oar clêncla, c:dglr o se?u cwnprl.tiento por porte das o~torida dcs e CUI!lprlr, por sua parte, o que cabe a .. cada cldadao habi tante d<."ste cunlcÍpio ou que cm seu terrltorio tnmsitc. SEÇÃO 11 DA ORGANIZAÇÃO POL!TICO•ADm!'itSTRATIVO ARr. 7Q • O t1unldp!o tem sua• Sede na cidade de Bela Vlsta. 5 10 - A criação, organização e supressão de Distritos de - pendec de lei, observada a legislação estadual. 1 22 • Qualquer alteração territorial do Mun!dp!o só pode ser (cltn através de lei cst,1dunl, garantido o preservação do <ontlnuldade e da unidade hlstóc!co·culturnl do ambiente urba no e obedecidos os requisito~ previstos ec Lei r.omolcmenta'r !Stndunl consult-adas prévlruncntc as populações interessadas :<diante plcblcito. AR!. 8Q • E vedado no Munldp!o: I • estabelecer cultos rellglosos ou igreja~,subvenc!oná • los, cmbarnçar-lhcs o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou nlionçn, rcs - salvada na foma _da Lei, a colnbor~ção de interf!ssc pÚbl tco; 11 - recusar fe aos documentos publicas; 111 - cri.:ir distinções entre brasileiros ou preferências en trc sf. SEÇÃO Ill DOS BENS E DA CO!IPErtNCIA r d ;:".' 111 ( lc, • J ' • 1 pr t• r• ti 1 r, • r J i, musl · XIX- asssr a l!nça que houver ·i est. ·+' , rrnto cuja atividade ven a a e torr prefudte{ 1 a «a,d , htz!ore a ran,a, ao ss e s oon ! ± X- ordenar as ar!id, s urinas, tf ado mo tlço rarlos para funr!on ·a,to d stanel r,; ,.. f r! d rercHafa de ervfço e outros, aen!idas da l çdo í1•ilr-r,11 npJ fc-,l-,c_-J; XI- oranlzar e manter no serviços d« ff.llzaçio nece rfoJ ao exerIcla do eu poder de po!Ic!a a@Ln!strat!va; X#II - f[cal!zur, nos lacals de venda, pe:,d!#as e con dfãs san!tárlas dos nros aln!fc!os, obervada a lei" lação federal per Inente; XXIII- dispor obre o depôslto e venda de an!a! e rereato rias apreendidas em decorrnfa de transgressão da le !sla,ao unte!pal; _ XXI'- dispor obre rezftro, arda, vcinaça e captura !e .ininl11ln, cem a. finalidade precpu de controlar e erradicar mo lstIas de que po•-;sar: 1'h•r portadores ou transfssore ; XXV .. disclp11nar os serviços de carza e de cara, ben rc ..• , fIxar a tonelagem máx!na peritda a ve[eu!os qwe circule e vlmJ púbIJc.rn mrnlclpaf:.;, Lnchnlvr nas vicina!s cuja conste ço se)a de ua competência; XXVI .. slna11zar nr: v{as urbanas e as estradas mumn!ripais,hem cond reulamentar e flscnllz,tr SUJ utf!l.t1ç;io; XXVrt • regul.wenLnr a utlllzaçiio doa logradouros ri!!cos especialmente no per[metro_urbano, determinar o 1 e os pontos de parada obrigatória de ve[culos de trano.e cole tlvo; _ _ XXVIII - fIxar e sinalizar as zonas de silencio e de transi to e tráfego em condlçÕeG especiais; XXIX ·regular ns condições de utlllzoç:io doJ bens públicos de uso coun; XXX - regular, cxecut,,r, llcenclar, Ciscal11ar, concC'der,pe!_ mitl'r ou autorizar, conforme o caso: a) - o serviço de carros de nlu~uel, inclusive o uso de tax! 1 ,. toetro; b) os serviços funerárlog e os cemitérios; c) os serviços de mercados, feiras e matadouros públicos; d) os serviços de construç.,10 e conservaçno de estradas, ruas vias ou caminhos municipnls; e) • os serviços de ! lur.ilnação pública; , f) a afixação de cartnzcs e anúncios, bem como a utilização de qUatsquer outros rne1os de publicidn1e e pr~Eug,"lnda, nos lo cais sujeitos oo poder de policia nunlclpal; XXXI • flxar os locais de cstacionaoento público de taxls e demais veículos; XXXII - estabelecer servidões :,dmlnlstn1tivas neccssórias à realização de seus· serviços, inclusive à dos seus conccssioná.- rios;., • .. _ XXXIII • adquirir bens, inclusive por melo de desoproprlaçao; XXXIV • exigir do proprietário do solo urbano não edlf!cado , sub·utll lzado ou não utll lzndo, que promova o seu adquado apro- veitnmento, na forma do Pl;:mo Diretor, sob pena, sucesslva~nte de parcclnr:ento ou edi ficnç3:o cot:!pulsÓrios, impostos ~obre a pr~ priedade urbana, progressivo no tempo e dasapropriaçao co paga mento mediante tftulo da divlda pública municipal, co~ prazo de resg,1tc até dez anos, cm parcelas anuais e sucessivas, assegura dos o valor real d.J !ndenização e os juro~ leg.:ils; - XXXV - nssegurur a expedição de certidões, quando requeri.das às repartições municipatr., para dc"c-sa de direitos e esclareci mentos de situações; § U? - As cornpetênc i:is previstas neste art lgo não esgotam o exercícli privativo de outras, na forma da lei, desde que aten da ao peculiar interesse do '!unicÍpio e ao .,cr-estllr de sua po pulnç.lo e não conflite coe a co~petê.ncla federal e estadual. - I 22" .. as nornas de edificação, de lote.1.-::cnto e arruamento a que se refere o inciso XV deste artigo deverão exigir reser va cJe ó.rca destinadas a : a) - zona verde e élem.ais logradouros públicos; b) • vias de tráfego e de passagem de cnnallzação públicas, de csy.oto e de águns pluvlnls; c) • pnssogens de cana l!znção púb Ilcas de esgotos e_ de aguas pluviais nos fundos dos lotes, obedecidas as dir.cnsoes e de - mais condições estabelecidas. ~ 3Q - A leL que dispuser sobre a guarda ~unicipnl, desti nada a proteção dos bens, serviços e Instalações municipais,es ta.bclcccra. sua org.:inizas;ao e competencia. § 4Q • A polftlca de desenvolvimento urbnno, cor., o objetivo de ordenar as (unçéos sociais da. cldade e gar.:lntlr o bem estar de seus t}abita.ntes, di?ve ser consubstancinda cm Plnno Diretor de Desenvolvimento Integrado, nos temos do Art. 182, § 19, da Co'nstitutção Federal. ART. 139 - da compcténcla comuo do lrunlcfplo, da União e do Estndo, na forma prevista em lei cornplc.~enar federal: l - Zelar pela guarda dn Constituição, da leis e das lnsti • tuiçÕcs democráticas e conservar o "PatrlmÕn1o público; . II - cuidar da saúde e .:issistêncla ?Üblicn da proteção e ga· ra.ntia das pessoas portadoras de· dêficiência; III - erotegcr os· uocumentos, as obras e outros bens de va • lor .hist:orico e cultur.:11, os monumentos, as paisagens naturais notaveis e Ofl sítios arqueológicos· IV - impedir a evasão, a desttuiÇão e a descaracterização de obras de. arte. e de outros bens de valor histórico, artisttcos ou cultural; V - proporcionar à ciêncin; VI - proteger o ceio ambiente e cornb.'.lter a poluição en qual qucr de suas fomas; VII - prcserv.a.r as florestas a fauna e a flora· Vl!I - focentar a produção a&ropecuária e demat; atividades economtcas inclusive a ortesann.1 • • • IX - promover programas de construção de moradias e a rlho rin das corld!çoc~ hnbitationnls de saneamentos básicos. X registrar, acompanhnr e ffscn.lizar as cu-.-~ssõeS de di - rei.tos de pesquisa e exploração de recursos h!dricos e olne - ra.ls er.i. seus territórios; • XI • estabelecer e. impl.1ntar polftlc11 de educ.:,ção para n se· surança do trnito. A.tcr 9Q • São bens do Município de Bela Vista os que atualnen te lhe p<!rtencem e os que vier n adquirir. 1ARACRÃFO ONICO - É assegurado ao Município participação no result.:ido da cxploraçao de pctroleo ou gas natural, de? recur sos hldricos para fins de geração de energia elétrica e. de ou tros recursos oinet'ais de seu ~erritório. - A.tcr. l'OQ- O Munidplo, preferentemente à venda ou doação de Jeus b<?ns imóveis, outorgnr3 concessão de direito rcnl do uso ••diante prévia autorização lcglslatlva e llcitni;-ão. 1 >JUCRAFO ONICO • A licitação p8derá ser dispensada por lei quando o uso se destinar a cooccssioniírln de serviço público t entidades assistenciais, ou qunndo houver relcv.Jntc intercs 1 • pübl!co devidamente 'justificada. - .llI, llQ • A aquisição de bens Imóveis pelo }runlcfp!o, por g=pra ou . pcmuta, depender.i de prévia avaliação e üutorizn Çao legislativa. ARI. 12Q • Compete no lrunidplo privativamente: l • legislar sobre assuntos de interesses local; 1I • suplementar a leglslação federal e a estadual, no que, <oubcr· 111 : ela.borar t,>lano plurianual e o orç::imento onunl; IV • Instituir o arrccadnr os tributos mun{cipnls, bea como 'Plicar suas rendas, sem prcjulzo da obrigatoriedade de pres· ar contas e publicar baloricctes nos prnzos il.xados co lei; V· fixar, fiscalizar, instituir e arrecadar tarifas, de s1.1.1 competência· "' ' VI - dispor s~bre organização, administração e cxecuçaõ dos ••rv!ços t1unidpa!s • • d l'Ir • dispor sotré administração, utlllzação e nllenaçâo 0 s bens pÚbl icos; . l'Ill • instituir o qundro, os planos de carreira e o regime Unlco dos servidores públicos; . lX - organizar e prestar, diretamente, ou sob o regime de :•nccssSo ·ou permissão, os serviços públicos locais, inclusl· ART. 149 • O Poder Legislativo do Munldplo é exerctdo pela C@ o de transporte coletivo, que_tem caráter essencial: _ ma.r.o. Municipal. • t X • nanter cot1 a coopernçao tecnica e flnnnccira dn Uni ao PARÃGRAfO ONICO • Cada _legislatura ten _ n duraçiio de quatro n· ! do-Estndo, programo::= de edÜct1çÕo pré-c.scolnr e ·de ensl.no nos,correspondendo cada ano a una sessão tcslsl.'.ltiva. UOda:iental • • t Xl. 1 • instituir , cxecuta..r e apoL:ir progrllli1.ls educ.'.lc!onilis e ART. 15g- A Cinara Municipal copõe-se de representantes da / tura!s que propiciem O pleno desenvolvimento da crlnnçn e populaçno do Hunldpio, eleitos pelo sistena proporcional, na 0 adolescente· fonna da lcgislaçiío apllc.iivel. d :0.I - a.mpar~~, de codo especial, os idosos e 06 portndores § 19 - o número de Vercn~or.,,.~ se.rã fixado pela Cnriar-.i 'hlncl- e d~ficiência• pal, para a. legislatura subsequente, obscrvndo o disposto nn nt;in • prcst;r, com a cooperaçiio técnica e fln,,nce!rn da u- Constituição Fedem! e na Constituição cio Estado dc Mato Cros· 1 - 40 e do Estado, scrvlços de atendimento ii sáúde da popula - so do Sul. 1:• inclusive assistCncia nas emergências cêdlco - hospita - § 2Q - A elciç:io dos Vereadores realiza-se noventa dias an - ?lto de pronto socorro em recursos próprios ou medlnnte .conve- t~sddo m,1ndnto de seus .'.lnte.ccssore.s, e a posse ocorre no dia X COQ ent_ld.ad_e.s especializada.. • 1,1- e Janeiro do ano subsequente. tio lV .. planejar e controlar O uso, 0 pa.rcelamcnto e n ocupa- ART. 162 -Salvo disposições en contrirlo desta LeI Orgânica , XV do solo co seu territÕrJ.o, especialmente o de .,zona urbana; as dellberaç.Ócs d:i C,1r.:.1.r.1 tuncip.11 e de suJs C;,--.:1lssõcs se.rõo mu, . estãbclecer as norpns de cdiflcnçiio, dl'.! lotcan:cnto de to:n.:tdas por 1nniorl.n .1bsoluta c!e seus ner:ibro!.. ' "ento ede zoneaento urbnno e rural, 'en coo as llml- ARI. 17~ .. Ao Poder Legislativo é assegurada a autonomia finan -titta ti.hurbn.n!stlc.l.s convenlc.ntes à. ordenação ,.. 0 seu território, ceir.'.l e a.dmlnistr.1ti1.1 e sua proposta orçaentria será elas- ~r'~das as diretrizes da lei federal; rada dentro do llmlte r,crcentunl das receitas correntes do Mu- 'o1. Instituir, planejar e fiscalizar programas de descn _ ntc!plo, a ser fixado na Lei das Diretrizes Orçanentiras. :"""snro urano nas áreas de hnbitaçÕo ~ sanc.1:nento básico, SEÇÃO 11 ril 1 • ~ rd0 coo., os dlrctrlz.es e.sto.bclccld.a:. nn lcgistnçâo fede to:-:dc~~:. preJu!zo do exercIclo da corpetncla cou corres - XV'lt ·'pr b • ovcr so re a l l.mpcza das v las e logr.:idouron publ i - os meios de?. acesso à cultura, à educação e CAP[TULO H DO PODER LF.CISLATIVO SEÇÃO 1 DA CIARA UNiCIPAL. ART, 18! - A Câmara Mun!e!pa! reunir-se-ã e sessão preparató - ria, en 1! de janeiro do 1? ano de legislatura, para a posse ,l tir!» .... ,. ir po, rq o prazo 1(qui e) ...iT ••l! tr ti, da po e • o readere 'ever d fazer declara;lo de+u4 benn repetHd do trino do andato, sendo ama transcritas e patas próprt os, "çkO II! A° ATRI!:1FS DA CM'A 'UICIPAL. A'T, 192 - CA!e à Cãsra 'unfcipal, co a sanção to Pret ito, I» { lar sobre todas as mtr!as de copencta do unt[pio, clal «nte sobre: I- S!tera Tr!Latirfo M'unicfpa!, arrecada,ão e distr'u';ão da rendas do munfc[pto; 1 r plano plur!awual, diretrizes erçaentarI ,.,, or>,::rcnt.o ,,- .mual, operações de crd!to e d{vida pitlfca; II - planos e progras unfe{pais de desenvolvimento; 1 1 . 1 - bens do do[nlo do unicipi; V -transferêncIa temporária da Sede da Caverno Mtun!e!pal; VI - criac;ão, tr:msíomJ ão e extInio de cargos, empregos e funcêes públicas municipais; Vl r - criaç:io, estruturação e atribuições das Secretarias e Órzâos dil Adl"inlr.traç,io Pública; VIII - organização das funçôe: f[sal!zada do Poder Lep!sla t1vo •:,midpnl; IX - norn.1tizaçíio da cooperação das a!l!:CclnçÕcs rêpn:-sc-ntati vas no pl.anejar:.cnto r ... untcfpal i X • normatlzaç~o dn Iniciativa popular dr projeto de Lei de Interesse cspedf!co do Munlcfl'lo, cln ddodc, de vllas ou de bairro9, através de manifestaçoes de, pelo ~enos, cinco por cento do eleitorado cuniclpal; XI - criar, orgnniznr e :;uprir.ilr distrlto:q XII - criar, transformar, ext {nguir e estruturar errpresn.s eú b l lca,, sociedades de econoola rilsta, autnrqui.1a e fundoc;oen públicas r.runlclpals. XIII• suple~entar a leglslnção federal e n estadual, notada· r.iente no que diz respeito: a) - à saude, à assistênca pública e à proteção a garantia das pessoas portadoras de deficlênc!n; b) • à proteção de·docw,,cntos, obras e outros bens de valor histórico, art!ntico e cultural, como os monumentos, as pafa gens naturais notávels e os sítios arqueoIÓgicos do ~unlc!p!Õ1 c) - a i~pedir a evasão. destruição e dcscaracterl1.nçâo de o bras de arte e outros bens de valor histórico, artf sticos e cultural do Munlc!pio; d) - :t ::ibertura de r,cfos de acesso ã cµltura, à educ,1ç.:Ío e à cfêncIa; e) - à proteção ao relo anbfente e ao combate à polulçaõ; f) - ao incentivo à indu~trla e ao comércio; ) - à criação de distritos Industriais; h) • ao ro~ento da produção agropecuária e à organização do~ bastecln:ento nliment.1r; !) - .] pro:-ioç.:io d<' pro~r.1:'"'a., de construção de corad!.J::, mclho rando as condlçÕ~s habitacionais e de sancn~ento básicos; - J) - ao cobate às causas da pobreza e aos fatores de oargtno 1Ização, promovendo a Integração social dos setores desfavor@ e idos; - 1) - no registro, ão acompanhamento e à fiscalização das con cc.:JSÕc::; de pesquisa e C'Xplornçáo dos recursos h{drlcos e nine r:iis c"'.l SC!U tcrr!tÓrlo; - m) • ao estabelecimento e à icplontação da polit!ca de educa ção para o transito; n) - cooperação com na nlo e o Estado, tendo em vista o equ librio do dcsenvolvincnto e do b<>::i.-estnr, atendidas ns normns fL«adas en lei copleentar federal; o)- ao uso e ao armazenaento dos agrotóxicos, seus componen tes e afins; XIV - obtençaÕ e concessão de c~pr~stimos e operaçéos de cré ditry, bcn COitO sobre a rorej e os r.eios de paganento; XV - concessão de n.uxí Uos e subvenções; X'T - nlienaçâo e concessão de be~1:s. icóvei.s; Art. 20Q - Compete à. câmara Municipal, privativamente, entre outros, as seguintes atribulçÕe:s: I - elegtr sua ~tes.1 Dlret.or,'1, bec. cora-o destituí-Ia na fonn.1. desta Lei Orgânica e do Regimento Interno; II - elaborar o seu Regimento Interno; Ill - fLxar a remuneração do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos Vereadores, observando-se o disposto no inciso V do artigo 29 da Constituição Fedcrnl e o estabelecido ~esta Lel Or,:;inlca; IV • exercer, com o auxfl!o do Trlbunal de~ntas, 11 fiscali zação financeira, orçament5ria, opernctonal e patrimonial do Munidp!o; V - julgar as contas anuais do Mun!c{p!o e apreciar os relató rios sobre a exccuç5o dos planos de Go•,erno; - r o°a ',·! 1 r< !' .t l, 'i'Jl'1 lo ru!'. A±4 V1 - sustar os a.tos nortn.Dtivos do Poder üccutivo que exorbi tem do poder regulaontr ou dos 11.!tl.te!l de. delegação legisla· tiva; - _ • . - VII - _dispor sobre s1;a organlzns;§o, funcion:i..-:.ento, polícia , criaçao, transforaçao ou extlnçao de car~os, empregos e fun ções de seus serviços e fix..'lr ,, r~spectlv.:i rera.:.ncraÇ..Õ.o; VIII - autorizar o Prefeito a se uusent.or do ~nld?lo, qua:1· 'do a ausência exceder a 10 (dez) dlas; lX - mudar te.mporãr La.mente a SWl sede; X - fiscalizar e control.!r, dlretncent<?, os .1tos do Poder Exe cutivo, incluidos os da .1dolnistraçiio lndlreu e fundacional; XI • _proceder a toada de contas do Prefeito Municipal, quan do nao apresentadas a Caoara _ dentro do prazo de 60 (sessenta) di.:1s apos a abertura d.a 5e5sao leg!slatl.v.1; Xl! • processar e Julgar os Vere.idores, na foma de.stn Lei o_r gânic.a; • Xlll - representar ao !'rocurador Geral dn Justiça, medlante a provação de dois terços dos seus mecbros, contra o Prefeito,Õ': Vice-Prefeito e SEcretários Munldpais ou ocup:intes de cargos da mesma natureza pela piática de crie contra a ad:ol.n1str.:i - ça0 publica que tiver- conhecimento; X!V - dar posse ao Prefeito e ao Vlcc-!'refclto, conhecer de sua renuncia e afasta-los deftnit!vaocnte do c.argo,nos ter:os .previstos e.e lei; XV - conceder licença ao Prefeito, ao Vice·?refeito e aos Vg readores para afastamento do cargo; . XVT • criar comissões especiais de lnqu.érltos sobre foto de • terminado qi.:c se inclu.1 na co:npetêncln dn Cã::iara Municipal , "PFe que o requerer pelo enos u terço dos me=bros d Cãg XVII - convoc~r os Secretários '.lunlclpais ou ocupantes de cnr gos da mesma. ~at.ur~z.a. para pre:st:J.r in!omaç.Ões sobre a· Ô.ltér-fa. de 1-:ua coo·petenct.1; XV11I -solicitar formações ao Prefeito Municipal sobre as - unto3 referentes à Ad!ntzruço; XlX - autor!zar referendo e convocar pleb{eito. X - decidir sobre a perda de .... :.í:i.thto cii:: v:.r •ador, po!." voto secreto e palorfa absoluta, nas hipóteses previstas nesta Le! organiea; XX1 • conceder títulos honorífico a pessoas que ter,ho:ra r-~co:,hê cidamente prestado serviço ao M'an!e[lo, mediante decreto Le - glsl~tivo ... :.1.prov.:ulo pela maioria de do!s terços de seus membros. ~ lQ - e fixado cn )O Ctrintn) d!.l.s, pr;,rror;.áv~i!l por t::.tl.s 15 las desde que solte'tado e devida_ente Justificado, o pra z0 para que os responsaveis pelos orgios da Administração dire ta e Indireta do Mune[pio prestem as informações e ena! nh111 os tlocun:çntos rcqu'r.lt.odos !)C}.:J. Ci.1t1.Jra ~"u.~tlclp1t n..1 for:u. d•'.,ln Lei Orgunlcn. ( cont!rui na pi:In1 0.) i.t'.I• vf A ".Á r, Anteproieto da Lei Orgânica de Bela Vis'ta-MS .. ' , ' .. • 1 4 )9 - 0 pio atendimento no prazo estipulado no parágrafo interior faculta ao Prelente da Cãn ra aolfltar, na con , ortdate da legislação vtente, a Intervenão do Poder Ju!I rlárlo para fazer cumprir a lelsla,ao, E.,MO IV- DOS VFMOE Art. 219 - 0 vereadores io Irvlo1iveIs lavra!f <: voloa,no ,-xercícto do mandato e •:unldpio. por sua opintões,A na e I rcun-st•rlç:10 d11 ART. 22º - Silo condiço r. .IJ . "·glbllldadc par.J o c-xc-rcício do mandato de v ereadort r - a ní1ctonalldi1t!l' bnrnJlcirrq li • o pleno exc·rc!clo dos direito• pol!tlco·•1 111 • o 1Jllstnm<'nlo Pldtornl 1 lV .. o donlctlio cl(>ttoral na circum;crJçi',o; V • n (ll lnção purtidárJo; VI • o ldnde r,{nlc,11 de de1.olto anos; Vil • sn nlfobctlzado, Are:. 23~ - Os Vereadores não serão obrigados a testemunhar , sobre Informações recebidas ou prestadas em razao do excret lo do mandato, nem sobre as pessoas que lhe confiaram ou d les receberam Informaçoes, ART, 249 • r lncompatlvcl cort decoro pnrlruncntnr, aler, dos caros definidos no Reimento Interno, o abuso das prc.rrou;tt! vns asG!;!gurnda.fi nos Vereadores ou n percepção, por estes, de vantaens Indevidas. - . ART. 250 - Os Vereadores nao podemo: I • desde n expedição do Dlp 11411 . n) - finnnr ou mnter contrato com pesson Jurfdlca de direi· to pÚbl lco, outnrquln, empresa eúhllcn, socil•dndc _de ccono - r:!lln mista ou coprcsa conccs!llonnrln de acrv!ços .. Publicos mu nlclpnls, snlvo q,wndo o contnto obedeéer n clausulas unt • formes. b) nceitnr . .ou e..xcrccr corgo, funçoÕ ou emprego rccmnerado, ln cluslvc 011 de que sejam d~mlssivcls "ad nutum" nns entidade& comitnnt:cs dn al!nea anterior. 11 - desde o posse: a) .. ser proprietários, c:ontrolodores ou diretores de empre sn que goze de favor decorrente de contrato com pesson_Jur{ ... dlcn de dlrelto publico munlclpnl ou nela c,xercer funçao rc· muncradn. b) ocupar c:argo ou (unção que scjnm deo.iss{vels "nd nutum" , na!:I <"'ntidadcs referidas no inciso I, "a", deste artigo. e) pntrocinnr cnusn em que seja lnteressndn qunlquer dos en tidndes a que se refere o inciso l, 11 0 11 , deste ª!tlgo. d) ser titulado de mola de um cargo ou mandnto publico elet.!,_ vo. ART, 262 -Perderá o mandato o Vereador: I • que lnfrlglr qualquer dos proibições estabelecidas no ª.!: t lgo ~nter ior; 11 • cujo procedimento for declarado lncompat!vel com o dec2_ ro parlo.mentor; III - que deixar de comparecer, em cada se6sÕo Lcglslntivn,à terça parte dos Sessões Ordlniirios da câman1, salvo l icençn ou missão por esta nutorlznda; • • IV • que perder ou tlver suspensos os dlreltos pol[tlcos; V - quando o decretar a Justiça Eleitoral, nos casos consti tucionnlmente previstos i Vl - que sofrer condenaçno criminal em sentença transitada em Julgado, § 19 - Nos casos dos incisos I, 1 I e VI, n perda do manda to será decidida pela Ciimoro MunlclEal, por voto secreto e caloria absoluta, ccdlnnte provocaçao da Mesa ou de Partido Polit{co repre"sentodo na Coso, assegurada ampla defeso. § 2!;! - Nos casos previstos nos incisos III e V, a perda do mandato será declarado pela Hcsa da Càmnrn, de ofício ou Jü<! diantc provocação de qualquer de seus membros ou de Pnrt{do Politico representado na Casa, assegurado ampla defesa. ART, 27!! - Niio perderá o mandato o Vereador: 1 - Invetfdo no cnron de SEcretárlo mJnicipal,S&retãrio de. Est.odo ou Ministro de Estado. II - llccnclnt!o pela câmara por motivo de doença ou para tra tnr, scc rccuncraçlio, de interesse particulnr, desde que, ncS te caso, o afastamento nãô 11ltrnpnsse: cento e vinte dias pÕr SEssão Legfslotlva. § lQ - O Suplente será convocado ec todos os casos de. vaga ou licença superior o noventa. dias. § 2Q - Ocorrendo o vaga niio havendo suplente, for-se-á e leição para preenchê-ln, se faltaren mais de quinze mêses pn ra o tén:aino do mandato, c:om o concurso da Justiça Eleitoral. $ 32- Na hipótese do inciso I, o vereador não poderá op - tnr pelo. remuneração do raandoto. SEÇÃO V • DAS REJ~IÕES ART. 28Q - A cãmnra ~tunicipal reun{r-se-à, anualccnte, na se de do }lunldplo, de 15 de fevereiro a 30 de Junho e de 12 de .agosto a 15 de dezembro. § 12 - As reuniões marcad.is para essas datas serio trans fe ridas para lQ dia Útil subsequente, quando recaírem em s.lba 7 dos domingos ou feriados. S 22 - A Se&SDO Leslslativo niio serii lnterromplda sem a n provaçiio do Projeto de !.els das Dlretrlze;; OrçamentÕt'las. § 32 • A Câmnra ~lunlclpal reun1'r·se-ã em Sessão oe Instala ção da Legislatura a 1? de Janeiro do ano subsequente s e leições, as 10:00 horas, para a posse de seus menbros, do Prefeito e do Vlce•Prefelto e eleição de suo Mesa Diretora confomc REgimento Interno. § 4Q - A convocar-Ão extraordinária dn câmara ~funicipat ':ir se-ã pelo seu Prest<4cm.c, T'elo Prefeito ou a requeric.ento ctã r:iniorla dos VEreadorcs, cm caso de urgência ou interesse pú blico relevante. § S {! - Na sessão Legislativa Ex.traordinár[n, a Cru:lara so mente deliberará s~bre a matéri.a para a qual for convocada. § 6Q ... Serao eleitos por votos secretos, na. primeira. reu nião ordiruirln da legislatura, as comissões permanentes de acordo com o disposto no REglmento Interno. DA MESA E DAS comssõss mwt! + ,;.;, ,, :s, nda m t e [u: t + rlo PâM!!no, para que n p[na1 dos f'raros, , ,0 - A Ui fa s d qu !r d1ante a aprovaçio da !orfa d contratar aste orla epveia!tz lho,redante cc trato, · AR: 1JIJ - Durante rece so, havera s da Ci@rara "unfcipal, o atrfbutçG« d'Idas no ! r!monto I terno, cu]n corpolçio rproduzira,_quanto p ias[vel, propor Iona!Idade da representa;in purtf!arfa. srç:c:, 1'1 • 1)(1 PROCI sso Lf:Gl51.•lff'/() vasrç{o r- nIsrostçAo crAL. 4nT 32 - O Processo Legislativo compreende a +laboração de: I- emendas i Lel 0rãneta do Mante!p!o; II - Lels complementares; III - Le!a or!tnrlast lV • lei• delega1H; V - drcrc-to':i.lPi_!inlntfvos; VI - rctrnluçÓcn; Vil • m1·dld.11; provlsórlns sunsr,çAo 11 - DE PENA À LFI ORr{V!CA no rn ·.1r1r•o ART. 3)2 - Esta Lel Orr;inlc,'l poderá ser emendada mediante pr posto de un terço, mIn[o, dos membros da Câmara ou do Prefet to, § 19 • A proposta será dlacutlda e votnda <·n dois turnos, coe Lntcrstf e.lo m[nino de dez dias, consfdera'o- se .1provad 1 se obtiv<'r, f!r. cndn ura, o voto favor.ivPl de dois terços dos mem bros da Ciimnrn; § 20 - A En:end:> à !.e! Oraãnlca do :tunldµI'? ser,i proc:ul~.,- dn pela Y.esn i.-oJ Câmara, com o re5prctivo nur.iero rle ord<:o; § :,o - A mntérla constante: de propostn de cnenrfa rcJc-lt11da ou hnv'i'dalJor prejudicada n.io pode ser objPtO de nova proposta na ncsma ·sessão Lcgisl.il lva. SUBSEÇÃO 111 • DA LE"IS ART. 34!? - A lnlclatlva das leis conper:,ent,,rc• e -ordtnárlao cabe n qualquer Vereador ou Comissão, ao Prefeito e aos c(da dãos, na fora e nos casos previstos nesta Lel 0rin'na. § l!! - são de inlclatlva privativa do Prefeito as !.els que: 1 Clxem ou modifiquem o efrtlvo da ruarda •:u~lclpul; II- disponhan sobre: _ . n) criaçao de cargos, funçoes ou er::1prcgos publ icos na adninl~ tração direta e autárquica uu,numento de sua rcrnu~1er:1çiio; b) servidores pÚbilcos do )lunldplo, seu rcglme Jur!dlco,pro.!_ b lmento rle cnrgos t cstabi l idnde e nEosentador la; criação. estrutur.1.çâo e ntrihuiçoes das Secrctdrlos ··~1.mlc_!:.. pais e Órgãos ela .,dmlnlstr~çiio pÚbllca munlclp.11; . d) ea·caso de cnlnoldnde publlc,, o Prefeito Municipal podera adotar medidas provisórias com força de lei, devendo subreter de imediato a Camnr.1 que est;1ndo cm recesso sera convocada ex traordInár!arente para se reunir no prazo máximo de dois diaS e) as condiçeos provisÓt).as, erevistns no iten anterior, per derão a eflcÓcin desde n edlçao.sc não forer.i convcrt~da!J en leis, no prazo de trintn di:ts a partir de sun_publlcação, de vendo o Cnmarn Huntclpal dlsclpllnor as rel.1çeos Jurldlcas ~• correntes. ~ 29 - a iniclotiv~1 pooulor pode ser exercida pela apresenta- çãoà Cinara !Municipal de projeto de lei subscrito por, no rn{ núno, cinco por cento do ele! torado do "unlCÍplo. - ART. 359 - Nao sera admitido aumento d,1 despesa pre:vista: I - nos projetos de iniciativa exc:luslva do Prefeito, ressal vado o disposto nesta. Lei Orgãnica; 11 - nos projetos sobre organização dos serviços ndministrati OS da cãrnorn }tunlclpol; - ART 36Q • O prefeito poderá sollcltar ur~êncio e votoçiio crn um só turno para a oorcc·Lnçõo de projetos de sua inicintiv.1. fi l<? - Se a Câmara não se mantfestar, em até qua.rentn e cinco dias, sobre n proposiç-ão, será est.1 inclu{da na Orden do Dia nutomáttcamentc, sobrest.i.ndo-se a deliberação quanto nos de - mais assuntos, para que se ultice a votaçiio. § 2~ -O prazo previsto no parnsraro anterior não ocorre nos períodos de recesso nem se nplica :ios projetos de cÓdlsos; ART. 37Q - O Projeto de Lel •erovodo será enviado ao Prefeito que, aquiescendo, o sancionara. § lQ - Se o Prefeito considerar o proJeto, no todo ou cm p.arte !nconstitucional ou contrário aos interesses públicos, vetól-1~ a total ou parcialmente, no prazo de quinze dias úteis, conta dos da data do rece.biriento,c comunlcarã, dentro de quarenta e oito horas, no Presidente dij Câmara, os ootivos de veto. § 2Q • O veto parcinl sõmcnte abrangerâ texto lntegrar de arti go de .parágrafo, de inciso ou de nl{nea. - § 32 - Decorrido o prazo de 15 dias, o silêncio do Prefolto 1m poitar.ã sonçã.o. - § 4C? - O veto será. apreciado pela Câmara, dentro d~ trlnta dins, n contar do seu receblmcnto, só podendo ser re.1e1tado pelo voto da m.1ioria absolut.:i dos VEreadorcs, era escrutlneo se ereto. - 5 59 - Se_ o veto não !or ~antido, será o projeto envindo p~ra promulgaçao ao Prefeito. § 6Q - Esgotado sen deliberação o prazo estabelecido no 5 42,0 veto sera colocado na C'r~em do Din da Sessao imediata., sobrc:.. tndas as demais proposiçoes, .1té a su._, vot.1ç.3o final. § 7 o - Se ,1 Lei não for promulgada dentro de quarenta e oito horns pelo Prefelto, nos casos dos parágrafos 3g e SQ. o Presi <!ente da Cã:mara a proulgarã e,se este não o fizer e igual prazo cabcrii .:io Vice-h'esider.te fazê-lo. ART. 38Q -~A oat~rla constante.de Projs,to de Lel rejeitado sõ mente podera constitulr objeto de novo Projeto, na resra ses -: s;,o Legls!ativ.:i, mediante proposta da oaior-in absoluta dos oen bros da Camara. - r + .s leis delega.das s~rãe' e!aboradas pelo ?refeito , que solicitar a delegacao a Camara !'unlclpal. 1?- ao serão objeto de delgação os atos de competência ex clusiva a Camara Municipal, a matéria reservada a lei cople- mentar_nen a legislação sobre planos plurinnuais,diretrizes or Ç.'.l.!l:.entarias· e orçaoentos. _ - 22- A delegação ao l"refe.lto terá a foma de Decreto·leglsla tiva do C5rnnrn Munlcipdl, que especificará seu conteúdo e oS temos de seu ·exl.?rc{cio. 5 30 - Se o Decreto - Legislativo deteroinar a aprevinç.Õ.o do ProJHo pel Cãnara Municipal,/esta n fnrii e.:i votação única •~ dada qunlquer emenda. :~~l~~: As leis cor.tplemcntnres serão .iprovadas pela malorla ARI, 292 - A Mesa Diretora da câmara Municipal será conposta de um Presidente, um Vice-Presidente, um primetro e Wfl sc guiido 6ecret4rios, eleitos por voto secreto para mandato de d2is anos, vedada a. recondução para o mesmo cargo na clei - çao lmedlntnment:e subsequento. no curso da Legislatura. ~ 12 -· O Vlce-Prcsldente sõ lntesra n Heso quo.ndo no exer dclo da Presldêncla. § 22 • As co:npetênclas e as otrlbulCÕes dos Membros da Me sa seriio definidos no REslmento Interno da câmara Municipal. A.RI. 302 - A cã,,,ora Hunlclpal ter.i Comissões peronnentes e temponirlas dOnsti!}Íido.n no forma ~ co::, atribuições previs tg no Regimento Interno ou no ato de que résulta.r sua cria - çao .. _ § l!? - Na constitulçiio da Meu Dlre~orn e de cada Comissão, e assegurada, tanto quanto poss!vel, a represcntoçõo propor - cional dos Partidos ou dos Blocos Pllrlm,cntares • que partlc l • par.i da Cm:m,rn. ., J 2Q - Ãs Comissões, em razão da r.iatér!n de sua competência cnbe: I • discutir e votar Projeto de Lel que dispensar na forma do Regimento Interno, a competência do Plenário s~lvo se hou ver re.curso de um terço dos ocobros dn Cimnra ' - II • realizar audiências pÚbllcns co::, entidades da socledadc e lvll do Munldplo, JTI - convocar Secretários Municipais para prestar Informa - çoes. sobre assuntos Inerentes às suas atribuições. TV - sollcltar depol.t:entos de qualquer autorldodc t1unlcloal ou cidAd:io; • V - receber repartições, reclamações ou queixas _de qualquer , pessoa contra atos ou omfssoes das a.utoridndc.s publicns munl dpala; VI • apreciar progro.rnns de obras, planos munlclpals de desen volvl:-.cnto e sobre êles ecitir p:irecer. - ~ W • AS Cooissõcs parlllr::entares de lnquêrlto, que teriio , podetes de lnvestlgaçiio prÕprl.lls dOB autoridades Judlc!Óls,n· lr111 dP outro3 prevtst.os no Regimento Interno, scrao crL1das SECÃO V1I • DA F!.SCALIZAr.ÃI) CO)l'tÃ!ITL Fl.'-ANC!:1!A E OR- CA'l"'.NTÃR.IA , ARI .. 41 - A fiscalização contábil,· flnnnceira, orç.ar:ent.:ifia,o pernclonal e patrlconlal do }?uniclplo e das entidades da adml nlstrnçiio direta e lnrllrct:11, quanto à les~lldade legltlmldnde ec.ol}Ort1lcldade, aplica.cão das subvenções e re.núnc:i.:i de receitas sera excrcida pc..lo <;âmar-a Mun!cip..'11, rncdl..:mtc controle externo, .e pelo sistcm.1 de controle interno de cada Poder. PARÁGRAFO _ONICO • Prestar5 cont-is qualquer pess"'1 fls{ca ou en t idndes publica que ut ll ize, arrecade, guarde, gerencie ou ad ministre dinheiros, bens e valores pÚbl lcos ou pelos: qu.als 0 MunicIpto responda ou que, en none deste, assua obrigações de nnturez.n pecuninria. ARI. 42Q - O cont.rolc externo dn C3:m:iru ~'unlclpal será exerci do com o auxilio_do TrIbuna! de Contas do F.r.tac!o de Mato Gros so do Sul,através de parecer prévio so't:rc .::s contas que. 0 Prefeito deo-e-ra prestar nnu.1loent('. § - 1ç, - As c:on.tJ.s deverão ser aprêsent:u:1.1.s até sessenta dias '10 enccr-rnc~nt.o do exerc!cio Hn:!ncc.Lro. 20 - Se até esse prazo no tiverem sido apresentadas + on tas, a Conlssão Financeira de TLscal!zapio o fará e tr!nr dias. 30- Apresentadas as contas, O Presidente as colocará, pelo prazo de sessenta dias, i disposicão de qualquer contribuinte, para exame e apreciaçio, o qual podera questionar-Ihe leIr!nL dade, na fora da 1 e!. - t'a' al , r ,. 1 ,s. A T. - A tCo f '!os e d D de !rw t·+ e re pons' e! rt-ti" "l.to .. n:;.c. -,.dr. .. 1e- io prestados os c'arecI ts tm af{lentes, a Carl sno p r 1leItará ao Tr!Muna] d Contas prorun! bte a matérfa, em caráter de uruencfa, 29- Fendendo o Tr!bunal de Contas 'rrepular a despesa,a Comissão Peranent de F!sal!zaao, e Julr que o gas pode cor ano frreparável ou erave lerdo à economia pibll ca z Ciara Manlcfpal a sua uutaça0, " AhT, lo - 0, Poderes Legtslat!vo e Fxecut!vo t r fora Integrada sistema de controe Interno Ctl"l 1 de: I- aval!ar os cumprimentos das metas previtas no plano ptu r1anual, a exeuao dos programas de governo e dos or,ae - tos do run!clplo. lt - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficicta e eftetncla da getão orcaentárla, !!nanélra « patrl.n-.onlal nos órg."ios e rntld,1d•~ da adr-lni ·traç:Ít> "'"' lei - pal, ben como da aplicação de recursos pib!lcos runfeIpa!+ por entidade• de dlrcltoa privado. . - 111 - exercer o controle das operaçoes de credftoavair rant!as, bem como dos direitos e haveres do Mturldpfno, IV - apolar o controle externo no exercfelo de rua nfssio institucional. . , 12 - fs responsavefr pelo controle Interno, ao torarem co nhecimento de qualquer Irregllarfdade ou Ilegal!'ade, dela dnriio ci~ncltt a Cor.issiio l'cmanentP r1e !'lsc,lll7JÇ,1o t1n C:,jr-:t ra •!unic:!pol, sob penn e renor,<abllidade aoltr1nrln. $ 22- Qualquer cldadão, Part!rln oolltfco, a-;~oclnção ou sftl dic.aºto ~ parte leg!tlr:'l,1 para, na forra da le!,denunciar tr regular{dade perante a Comissão Permanente de "!scalizsçio da câr::iora ·•unlcfnal. ~ :;~ - A fon!ssão Permanente de FlscaU1.açiio da Cara "un! cipal, tomando conhecimento de Irregularfdade e Ilegal1date, podera sollc:lt:tr a autor!dade responsavel que, no prazo de cinco dias, preste os esclarecimentos necessarIos, aIndo na !om,1 prevista no 5 1? do artiro anterior. § 4 n - Entendendo o trlbbuna de Contas pela lrre~u•,1rt~ade ou Ue~lld.1de, A éoÕisssão Permanente de rtsc111!zaç:!o rroro rã ã VC1.1r.1 ltunlcipal .,s oedJdas que julrnr convenlerite~. - CAP J lüLO li 1 • JJ0 T'OllF.P EX':CL"Tf"O ·~ SF.CÃO 1 - "O PREFEITO F. llO VICF. PR,,O:JT() L• ..... a!de+ rt«al!za,ão rt» conlasfvo 1o ART. 450 - O poder Executivo é exercido pelo Pre'eito "unld ... r paJ, auxiliado OC"! scc:rctiirlor; '1uniclp..1ls. - ATIT t..6º -A 'clei~.,o do Prefeito e do Vlce-Preretto, para rr-111 dao de quatro anos, far-se-á medlnnte pleito direto e sl::uT tanCa realizado n todo o Pns, até noventa dias antes do ""' térm!no do mandato o que devem suceder, § 12 • A eleição do Pre'clto lroportari. ;, do 'llce·?céfrfto con ele reglstrarlo. § 2'! - Ao Vlce·Prefc!to será atrlbuldo un gabinete o, Prefe.!_ ' tura, CO:iJ o rn!n{r:::o de estrutura, ndminlstr.1tlva, para que possa aux.ll1ar o Executivo sempre que convoc..1do.. ~ ARI. 47Q - O Prefeito e o Vice-Prefeito tomarão posse em se_! são da cãmara Municipal, no dia 19 de J.1neiro do ano !:u.bse - :/ quente à elefção, às dez horas. nrest.ando o co-Jpro::iisGo de manter, defender e cumprir a Const1tuiçâ.o Feder,11, a Constl .. tuiçâo Estadu.:11 e esta Le1 Org.ê.nica, observar as lels, pro ver o bem seral do munlcfplo. ~V PARÁGRAFO 0NICO • Se, decorrido de7. dias da data fLxada pa , ... ra a posse, O Pre(e1to, o Vice-Prefeito, salvo motivo de for e! ça maior, ..:;ceito pela Câm.1ra., não tiver assumido o cargo,es tc!serã declarado vago. de ARr 482 - Substituirá o Prefelto,no .. caso de lJ?:pedl.r.:ento, e ' - succder-lhe-il no caso de vag.a, o Vice-P'reíelto. § 12 • O vice-Prefeito, nlém de outras atrlbulç.Ões que lhe ,o, forem cometida por leis complcent.ar, auxiliiira o Prefelto t sempre que por ele convocado para misses especiais. t § 22 • a lnvestldura do Vlce·Prefelto em SE<:retaria Mun!cl· pal não lmpedlrá o exercício das funções previstas no pará- grafo anterior. ARI. 492 • Em caso de lmpedll!:ento do Prefeito e do Vlce·pre· feito ou vncãm:ia dos respectivos cargÔs será chaI:UJdo a0 e xerc[clo do cargo de Prefeito o Preslden~e da câ:,arn ?+.miei· pal. ART. S0Q • Vagando os cargos de Prefeito e Vlce·pre!elto,fo! se-à a eleição novent..1 dias depois de aberta a Úl ti.c3 vaga. §19 - Oc.orrent:!o a vac:ã.ncta nos Últii:nos .inos de aa.ndato,a e· lelção para ru:ibos os ·cargos será feita trinta dlo.s depois de aberta a Últl.m.> vaga, pela ~o.ra !>!!Jolcipnl na forma de lei. 5 29 - Em qualquer dos casos, os eleitos de~erão co::iplet.ilr 0 período dos seus antecessores. ART. 51!? • _o prefeito e o Vlce·Prefelto não poderão, se.:, 11· c:e.nça. da c.:imara Nunlclpal, .:iusc.ntar-se do Muni.c!pio por pe - r!odo superior .a de.z dias, sob pena. de perda do .cargo. SEÇÃO lI • DAS ATlllBUICÕES no Pm ART, 522 • Compete, prlvatlva.cente ao Prefeito: I - no:nc.ar e exonerar os Secretários Municipais; II exercer, co o a.ux.{lio dos SEcret:.ã.rios ~Juni.clpa.is, LI d! reçao superlo,;, da adminlstraç,io munldpal; III - iniciar o processo legislativo, na fora e nos casos previstos nesta lei Organica; IV - sancionar, promulgar e fazer publicar as lels, ben com C-"<-pedir decretos e regulamentos para sua fiel e.xecuça.Ó; V - vetar projetos de leis, total ou p.:1.?"Clalmente; VI - dispor sobre sua organização e o funcionamento d> ndr.:.i • nlstraçno munlclpnl, na fomn da lcl: VII -rcoeter mensagem e plano de governo ã câonr.1. ~tu.~ic1p.:tl por (!Casliio da abertura da Sessão Legislatlvn, expondo n s_! tuaçao do ~nldplo " sollctt.aado as providências que Jul • g.:ir necessarins; VIIl - nomear após nprovaç.ão pela cât.,ar.i Municipal, cs ser .. v-idores que ~ lei assim determlnn.-r; - IX - enviar à C@ara Municipal o Plano Plurianual, o ?ro]eto de Lei de Diretrizes OrçacentÁrlns e as propostllS de Qrç.'.1!:C.:! to previ.stas nes-tn Lei Orgiinlca; X .. prestar, anualente, à C@ara Municipal, dentro de se° - sentn dias apos d:, nberturn d;, Sessão Legislativa,as contai referentes ao exercício .,ntcrlor· Xl -- prover a extinguir os caros públicos runfcfp!s,na f9. CUI dll lei; • X11 - decrcta·r, nos ternos da lei,a desapropriação por 1e2 nld.1dc ou utilidade público., ou por intéresse soci!il; Xlll • permltlr ou au.torlznr o uso de bens ounicipals, por tc.rc:eiros; • XIV - colocar à disposição da Cãara, dentro de 10 (dez)dias de sua requisição, as quantias que devem ser despedidas de uma so vez e até o dia. 20 (vinte) de c.lda mê:s oSn'cu·rs-:,:,: correspondentes no seu duodéci.a:os, cor.iprec_ndc.ndo os c:ré.ditO~ suprezentares_especiais, corrigidas as parcelas pensa!s Pesa proporção do excesso de arrecadação apurado em relas a prcvls:io orçncentari.l. XV : resolver sobre os requc.rlree..-,t.os, rccl!m.lt-Õc.:i e repr~C.!! tnç.oes que lhe forec dld,;.ldos· • XVI - contra!r erprstIro_e réa1Lar operações de er!to • mcdfante prcvln autorlz-0,:<io d:i Câ:ur.1 Hunldpn1: . "'-'VTI "".:iten~c.r convocaçÕc.s ou pedidos de inforr.uc:Õcs dJ (:j;tj ra Municipal, estes no prazo de vinte dias, quando e!tos " t.er::po e r::i forr...n rc-g_ul nr; .. I { Continua na P.iglna- 05) Anteprojeto ·cta Lei Orgânica de Bela Vist , -M ,+, ·tt-:.t•' r:. ' •, III- convorar extraordinirfar nte a @ara MunLe!pai 1X -xercrr outras trileões previstá rena 1ef orgin!ca, .:!,_ÇÃO II f ..:.,.DA lfÇf,V,',A•;J! lJWJr 1)0 rnri-:.rJl'! J .r. Sl .. Sko rrlm , de respom,at,d4de do Prefelto aqueles tintdos pela lelslaão federal. 19- A Camara Municipal,· tomando conhecimento de qualquer to dó Prefeito que possa conflurr Infraçio penal comum ou rir.e dt! n•sponnob l I itfod(', t!o ,r,J a CoMhs110 Es.pf'c L11 pnra purar os fatos e apresentar Relatório Conclusivos ao Plená rlo no prazo de trlnt,1 dlns. f22- Se o Plenirfo Jular procedento as acusações apura na fora do parn,truío nnterlur, promovt:!ra a reessa do re 1turlo u PJocurndorln·Cernl d.o Ju!;t{çn do F.stado de ato rosso do fiuJ, pnr,"l provid~nclns. 1 )() • R1•ccbldn n dl'mj11cf:1 cont.rn o Prc!dto, pelo TrlLun:1.t di• Ju.stlçn do Estado de Mato Grosso do Sul, A ciinura decidi· d, por motorin nobre a convenJt'nria du de·.!lnnnçôo do Vrocu· r,tdur para atuar no Processo dentro de: ct!nto oitenta din11." ,vO'. 54Q • São inCr11çÕct1 polftlco·admlnls-trntlva, do Prcfel· ?O, sujeit4s no Julg.aoento pl'lo eõoar,1 }'.uniclpol e snnclona- JlG pela cniisnçiio do ruundnto: I- Irpedir o funcionamento regular do Poder Legislativo; 11 • nno repaturnr o duodecJmo doo dotaçocs ortarnentJ1rln.s da Cd!lllrn l~tnlclpal, nn forn.:i do lnclso XIV do art,52 desta lei. Oraiinlcn; !II - 11:lpedlr a oçiio ílscallzntórla do Poder Lcglelntlvo; lV - rctnrdar o. publicação ou deixar de publlcnr 113 leis e 1to.ala nton oficinis oujeltos a essn fonnalldadt ; V - dei.Jl:arde oprcsc.ntnr à Cám.ara, no devido t(!t!Jpo, o Projeto Je LcTs de Dlrctr!zcs Orçanentâ.rios e 11 Propostn OrçMentll rlo; n - prnticnr, contrA expressa dlaeosiçã:o de lel, ato do sua ,ompctõncio ou omit1r·sc na sua pratlcni 'i'll - omitir ou negllgênc1or na defesa de bens, rendas, di reitos ou interesses do Munlc1pio, sujeitos D ndmlnistrnçtio ~:unlclpal; • l'lII - proceder de modo lncompat{vcl co,u a dignidade e o de coro do corgo. ART! SSQ - O pr"ocess~ de cassação do i:nnndnto do Prcfeito,pe· hCamarn, por lnfroçao deUnidns no artigo anterior, obedece ra·oo seguinte ri.to: . , - I - a denúncia. escrita d,'l infp1t.ão poder.~ ser feita _por qual quer eleitor, co:::i a ,expoS!çnodos fatos e a indic.nçno das provas. Se o denunciante for Vereador, !lcor.i iopedido de vo tar sobre o denúncia, e de Integrar n Comissão Processante. SE o denuncin.ntc, for o Presidcnte da Cnmaro, p.lssnrã o pre- sidência no substituto legal, para os atos do processo, e só votará se necessário, ·poro. completnr o quorum do Julg.:uten to.Ser~ convoc~do o Suplente do V~reador impedido de votor,õ qual nao podera Integrar a Comissno Processante; II - de_posse da Denúncia, o Presidente da Camara, na prireI ra Scssno Ordlnnrln, dctemlnnrn sua leitura, e consultara. a cãmnrn sobre o seu reccblraentcr. Decidido o recebimento, pelo voto dn. mniorin dos presentes, na mesc.1 Sessiio, será Consti tuída a C.Omissâo Processante, com três Vereadores sorteados, dentre os dcsimpedidos,os quais elegerão, desde logo, o Pre- sidente e o Relator; . lll - recebendo o Processo, o PTcsldcntc d11 Coalssiio, inicia rã os trabalho-! de cinco ~iàs, notificando e denuncinndo,co=i ..1 rencsso do copia da denuncia e dos docur:cntos que n ins - t~{rcm, paro que, no prazo de dez dias, apresente defesa previa, por escrito, indique os provas qué pretende produzir e arrote testemunhos, .o.te o c·u1xi.Qo de oito. OEcorrido do prazo de defesa, n Comissão Processante, emitirá parecer cm ; cinço dLlS , opinando pelo prosseguil:cnto ou nrqui.vrunento da Denuncio: o qual, neste caso, sera subcetido no Plenário. Se .t~Comissao opinar pelo prosscgulc:cnto, o Presidente, designa r;i decic1e logo, o {nicio d.1 instrucão e dcterclnar.i os atos C diligências que se fizcrt'.!Q necessários pnra o dcpol.oento do Denunciado, e inquirição dns testemunhas; IV - O denunciado deverá ser lntloado de todos os atos do Proccss~, pessoaln:ente ou no pessoa do seu procur..1dor, Co::J .1ntecedencia. ipínl.mn de_ vinte e quatro horas, sendo-lhe pemi tido nss{sfi--r as•dillgencia.s,e atldiéncia$,bem coco forouln'r perguntas e rcpel"glntas às testemunhas e requerer o que for de interesse dn defesa. • V .. conclulda a instruÇ.Õo, será aberta vista do Processo no °':nuncindo, rara r.uões finais, no_prazo de cinco dias, e a pos_a Coahsao Processante, ecitira Parecer !ln..tl pela pro cedcncia ou improced~ncin da acusnçõol e sollcitn;n no Presi dente da Cm:ulro, o convocação de Scssao para julgaccnto. N:i Sessao de Julgamento, o processo será lido !ntegralmente e,n seguir, os Vereadores que o desejarem podC!rao onnifcsto.r -se verbalccnte, pelo mâ.ximo de dez minutos e.ida UCl e, ao final. o De.nunciado ou seu Procurador, ter.i o 0.i.xl.mo de duas horas pa.ra. produzir SU.l. defesa or.al; VI - conclu[do a. Defesa, proceder-se-á, tantos votações se - eretas quantas forem as infr.1ções articuladas nn denúncia. Consldernr-se-á.,de!lnltlvruDCnte afostddo do cargo e denunclan do que for declarado, pelo vo,o de-dois terços, pelo cenoa, dos t:eobros da câcara, incurso c:.:i qua.lquer dns infrações de Unidas no Artigo 54, desta Lcl Orgânica. Conclu[do o julg.o ncnto, o Presidente. dn Câr3tirn proclnnar.Õ. tmediat.:u:icnte o re sultado e .fará lavr.ir Ato, que conslgne 3 votoçâ.o secrctn sõ brc cnda infração, e se houver condenação c.xpedir.i o coope :: tente Decreto- legislativo de cou:aç..âo do candoto do 'Prefei- to. • • VII - O processo a. que se refere este artigo, de'Veri estar concluído dentro de cento e vinte dias contndos dn d11ta em que se efetivar n. notiíic.o.çÃo inicial de Denunciado. Trnns - corrido o prazo sem Julg~ento, o Processo ser.i nrquivodo ~ scc prejuho de nov.1. denúncia ainda que sobre os ocscos fa. - tos. PAR.ÃCRAFO O'NlCX> - Caso a Ccolssâo Processante, opine pelo prosacgui1;,ento do Processo, o .. P~feito, !!corá suseenso de IIU4S funçoc& cessando o afastamento, se o Processo nao for Julgado no prazo previsto no Incls? VII deste artigo. SEÇÃO IV - DOS SECRETÁRIOS MUNICIPAIS ARr. 569 - Os Se 0 cretârios Munlcipots, cm,o Agentes Polit!cos, &crno escolhidos dentre brnslleiros, D::Liores de vinte e uc anos e no ex.crc!cio dos di,.-cltoa poli.t!cos. • PAR.A~~ 0?,.iCO _ - Cocpctc nos Secretários t!unl~ipdis, n téa de • outros lltribuicoe.s estabelecidas ne.st.n Lei Organic.n e n4S lets Ordinárias: • t - e.xcrccr a orl.entnç.io, coordcn.1ç.Ão e supervi.s.âo dos órgãos "- cnt f.d.1des de Admini.strnÇ.Õo Mun1cip4l n.:i iircn de sua compe ~:~cln e referendar os Atos o Decre~os nsslnndos pelo Prc(et- Il' • expedir InstTIJçÕcs para e.xecuçâ.~ d.as Leis, De.eretos e Reguiru:cntos; lII .. apr ... o;entn.r ao .Prefeito, rel.ntórto- anual de sua gestão na Secretaria; . ' lV - praticar os 11tos pertinentes às atribuições que lhe fo re outorgadas ou delegadas pelo Prefeito; • ARr. 57g - A Lei disp'.!rã sobre :i cr1oç.lo, cst:ruturAçiio e a. trlbuiçoes dos secrctad.as l-1unicio.ois; $ 1? - Nenhu órgão da ADLnLstração Pública Municipal, dire ta ou ind.ircta, del.xurá d.e' sct vibcU.to<!a à. .U:.il Scc-rct:nrLa. Uu~ clpdl, • 1 ' "~ - A Olef1:1 de. Cablnctc do Prefeito e 4 Advocac1n Cc.ral do Munlc{pÕ, ·t.õo Õrg3.os subord1n.o.do!I dirctn::ic.ntc oo C.ibinete do O,,cfc do Execuri.vo Municipnl. • AR! 569 • A Advococi.o Cernl do M'untc[pio, scrà e.xc.rcido por Advog:ido inseri to na Ordem dos Advogados do .Drnall. S!ÇÃO VI - DA GUARDA /lm<'ICIPAL ÃRI. 592 • A guarda_t1unicip.1l, destlna-!le 4 protcç.5o dO!i bens l"TV"lços e instal;1çoes do !"tuniclpio e te-rã. org;:mizaçllo, fun Clcru,;::c.nto e: corusndo n,1 foma. d~ Lei Co:plr.mc.nt.:lr própria.. t.PIIVLO IV - DA TRIBUTAÇÃO E l)Q ORCA.'<F.!l.'10 SEÇÃO I - DO Slsm-tA TRilllTl'ÃlllO IMIICIPAL "'l .. ,l • ut f ·' .. ! CCJ . • potio; l 1 - ct • r: 1,,!!ç 1o • se ore q <" r ,r:i.o r.r 1 •~ • tu!nt , fault t r.1 co:1h dr • h·t. peltads aos dlre ônfo, os rendia !.,n!nu..•. 20- As tas rio potro ter ae d calculo prrla l t pOr♦LOS, 32- A LI !ação Muntipa1 sobre arta tr!tu+rta tará as disposições da Lef Complementar H rali I - nGbn· crnfl íto de c,.r:--pt tê!lch; II - obre reulamentação is Imitais comete. t der d1• trlhutor; Ir l - n=r non,,,r. gera t ,i: so!ir-e; A) de fln{çÕo de t rlt..uro, t· 1-u !J <·~~d<"". dort>s, b,1sc-r. de cntculoG e cor.trlb,tln►,., r!,· ! ·r-,ar b) obrigações, lançamentos, erdttas, pre crlçio • tr{butJÍrlos; c) adequado tratamento trIhtirlo ao ato toopers·' elas cledades cooperativas; ! 49 - O MtunfeIplo poderá Instituir contr!bufão, eus servidores, para o cutelo, em beneftelo de: , Lc::m de prevldencln E nsslnt<·~cln nodal. SUJISECÃO lT - DAS LIMITACES DO PODFR DR Dtl IA, TA T. 619 - Sem prejulzo de outras arantlas asseguradas aso co tribuint,~, é vedado• .:10 ~1unic!pio: l - cx{glr ou nuncntnr tributO!I se Lef que o estabeleça; II - instl tuir tratamrnto deslnunl í'strc co:1trJ!111{ntE.J ,iut.: !:f:! encontre equiv.ilente, prolbftl3 qu.,lquer dlstioe,..io co ro.1z·l"I df ocupação pro!loslon11l ou função por ele1 Citercldn, fnd('p~nd-ent~ A'l('nte da' dC'nooin.1ç:80 Judd!ca do,: rendlMnt.os tftulo9 ou trI tos; 111 - cobrar tributos: n)•cl'll reloçáo a fatos gc:r.1dorcs ocoiridos nntes do início da. vlgCncin d;i Lcl que os houver instftuido o~4'lLO:ent..,do; b) no r.ies::o exercício financeiro <:..m que hn.Jo ~ido puhlfcada a Lcl que os instituiu ou nucentou; lV - utilizar tributos co:.i efcltos de confisco; V - cstnbclec.cr •ll.r.ilt,,çõcs ou tr.ife.go de pc.sso.:is ou ~ns • por m';:10 de tributos in;ernunlcipais, rcs~a.lv.odn n cobranç.1 de pe •fagio pela utilizaçao de vi.as conscrvadns pelo ~uni"clplo; VI - instituir iciposton sobre: p) patrit".Õnlo, rendas ou sPrviços d.i reunião ou do Estado, b) templos de qu.1lqucr culto; a.} 'léltrirnônto,rend:i ou serviços de Partidos 'Pollt!cor., inclusi vc suas Fundações, dA, tntldades Sindicais dos Trab.1.lh.1dorcs - dns Instituições de É:c1ucaç.Õo e de Assistencf Social se fins lucrativos, atendidos os requinitos d3. Lei; d) :ivros, jornais e periódicos. VII - estabelecer diferença trlbut.nrln entre os bens e servi - ços de qualquer natureza, cm raziio de sua procedência ou deHi no. - $19- A vedação do inciso VI, "a", é exten!llv;i .i.s outarqul.1s e as Fundnçoes instit~ldas «; cantidas pelo Poder Público, no que se refere no pntrlmonio, a rendas e aos serviços vincul.idos à suas flnaltdodes essenciais ou à dela decorrentes. s 2e- As vedações do inciso _J/1 1 "n." é a do parágr3fo anterior nao se aplicao no p:itri.cõnio, a renda e ao! &t!rviç.os rc.l.1rfn nodos con a exploraçio de nttvIdades econôfcas regidas pelas noroas ttpli~.ovels a c.mprcendloentos prlv.1dos ou que '1.1J.1 çon - trn prestncao ou pagamento de preços ou t.Jrif.o.s pele. U!3u:1rlo, nee,. êXoner.1 o promitel]te-cocpr.odor da obrigação de pagar Ipos to relativo ao bem imovel. • § )Q - As ved.1çÕCs expressas no inciso VI, nl(nc.'.I "b" e "" cooprcendeo so::,ente o p.itrtcõnio, li renda. e os serviç.os reln clonados co:::i ns f1no1idndes essenciais nel~1s r:iencion.o.d,,s. § 4Q - A ·Lel detcrnln.irã ClC:didas para que os consucldorcs se ja.o esclnrecidos acerca dos lcpostos so?>re r:ierc.Jdoria e servt ços. S 5('1 - Qu.ilquer anlstia. ou ren..issiió que envolva atérfa t.irio ou previdénci.iri.1 só poder.i ser concedida .1través Lei nunicipal cspec{Oc.iJ. Sl/llSEç}.O lll: - DOS POSTOS DO Ml/lllCfPIO SUBSECÃO IV - DAS RF.CEIU.S DUBIJIÁRIAS REPAXnDAS triba dê ARI. 65 - O Estado repassar ao "uni[pi· a aa parcela dos vLn te e cinco por- cento relnt.!va _os d.::= pQ:-- '-:-.t.:::, Q'..!(' a l!ni.io lh E ,"?ç,2,"to 4» +rr=«si» as wsns ssr=se z AR'.!. 66 .. t ,·c.rl.1d,1 .1 :-ctc.n;-ru) ou qualquer restrição à entre ga ~ .oo c:prcro do.:; rccu·rr.o.:; ;ttrlbu!dor. .10 ~'.,m!dplo nest.1 .i:ub i:.e-çno, n<•l(" cc::::pre.en.Hdos os :idlcfon.115 e ~::r;_clJ::o~ T?l.:1tlvoS Al. tli 1 .,.:-} .. ,rr .'!.I 11--, •. ~ ti'. Ir rã a po!{ttca de t ro, 39. O Poder Ecutlvo pui l!sri, ate «err ts de ada tiro tre, rlatri Ç. ..,l.Í.r1-1, 4 - 0'3 l'l6·m:s ~ Pu. ros, refonals o setor!al pr.f ts ne L e!zbor das er cotanán [a com o PI pela Cara Mkunfetpal. i 50 - A l..t•l Or-çR.Qcnt,'ÍrJ.1 cc .. pr'• · 1 •.._ á; I • O 0r, i; ntn I f fC.:J l ,te! r t, e Executivo, «eus fundos, Sr,ics « «4t!d ' direta e Lnd[reta, tnlu Ive fura ! Pútil lco i.. 1 .;.nlcfp.-il. II - 0orç. ·nto de inve tireto das nlcfplo, <!lr,·t, nu l::dir-• l.=.rr• , d• l•••t, tal soei.oi co:.s direito .1 Vl.i'('li III - 0orçamento da seurfd. he ociai ahs cntldac!.t11 e órgãos a ele v!ncultos, d a±ti+tr - ou l''ndlr-cta h :!'! C()"'l)O os fundos fundaçn Ln t ltt, tidos p~lo Poder PÚbl.ko, § 6'1 - A prc.post,1 d.1 Lt·i C.Tç._j -·r.·drl.1 N .. :; :it , .. ,.. demonstrativo regtonal!zado do efeito obre r [tas d pe> r.:u dccorrcnl'C'!t de Isenções, anl tas, refrões e ber»!!elos de natureza Cln.oncC"fr,1 e trlLutiirJ ,. ! 79 - Os orçamentos nos f 5g, I, II ,- r 1 r, e! !it•· art! o, corpat!bilzados com o Plano Pur!amua!, terão, enr .sfan 0es, a de reJuzlr rles!gu.dd.ldrs rntrc• !1!Jtr!·, ., :rr,.;,. ,; giÓe:s, !:Pgundo critério eopulttclonnL - $ 92 - A Lc·i Orçaentárla amual, no conteridfgstfvoeg trnnhos Õ prev!G.?io da recelta e ,; fLxaçio da despe a, nao e incluindo na. prolbtção, ,'l au""ori1..iç,jQ pnra .:it,••rtu:-.l l • cridL to!õ suplementares e contratação de operação da ree!ta, tos terr..os d:i Lt-f. $ 92- Obedecerão as dispos!çães de Lel Cople: rear Fo ral f'Spt-c!ftc,'l a Legl::;tnç.'io ~!unlclp.11 re.f<::r!ntt: ;J! I .. .E:xercfclo Fin,1r:celro: II - Avtg@ncLa, o prazos, a elaboração e aor '» «odo Pl.lno Plurf.inu."ll, d.a LI de DiretrIze Orçamntri.e d4 ' ..:l Orçamentárfa Aual. I!l - ?~on:..:is d.e g•.-:.t:io Cin.mLt:ln1 e p3trfo,onl:il -~ t 1:-:Jt:is tr,1çao direta e lndlrt>ta, b ccn:-o lnst!t:.rlç.:io,. f· ..... !,.• n-=- to de fundo:.. ,,. AR'!. 70- 0s Projetos de 1eI relativos ao Pl::m.,. 1 1 J ! "lJJl, ~s dl'!:etrfzes orç,"L~nt.:irins e ., propo'J.t.1 do orç: , • :. :l e. os credito> adffona!s zpreclades pela C@ara Mtunfzl Lnator a do Pegirento Interro, respeitados os d1sp39!t! ;;; :! ....... ,--:r t!eo. . E? w Cobt"r:Í ii Cor..L;_.jo P, r, .. nente de F[na; s e O- .. I"' , to: I - Exainar e e!tir parecer sobre o Projeto errpnsta.sr» feridos neste artigo e sobre ns contas apresentadas arus! - tt.' relo Prt'fclt.o. II - E.-x.uin.u e r::;ftlr P'11rcc.cr sobre os ?);;niJ:' '- fr· ·.rilr...i~ y.,1- nfc!país, distrftaís, de bairros, rezionals e vetor!:! prevt • to.:;_nest..i. U'I ÇrgE.:n!c..1 e c.xcrct:r o Jco-y,a~:1,1 :.::.:> .~ • •. e. J 1= 7.Jç.no º!'ç..ir..,-nwric1, ~L.;. prt" j•.J!zo d,1 ,1l ·J.'.iÇ-~o ~- oi: ét . ' e· ! .... ; es da Cara Municipal. - ~ 7() - As cendas o ::•:r.10 ,tpre •"lt-.1c!;J1: r,:cr.--."l:. ,1 e.- t· ·ri 'l 1,. nobre c-ln:i e:-:iitlr.:Í_p.'.1rrc.c:- escrito e apreciado pel t.'o, § 32 - As er.endn!i a prnpc-;t do Orçamento anual ot ao .'roo - to'l que- o t:od!flq!lC::l 0rente pode er aprova'os ca ::--: I - Scj.:i.::: co=p.1tiveL:; com o Plcr.o Pluri::-::U-'.'31 o;: CO'"' J !J•1 ,. D.! ret:-lze:. Orç.~ntiiria.s; 11 - Indique.o oa recursos n"ces··5:-!-os, .1d=.!t!do-: ... ,,. ·~ ,""?'entes e amutacio de despesa, ·1uf75 a± que '-. a) - dotações para pessoal e seus encargo; b) - Serviç.ot1 d.:i D{v!cfa ?!i..!.."llcf,;;:il; c) - transferêncfas trfbutárLas para aurarqu.as ef.4 tltuídns e oantld.as pelo Pod,?.c Pu'>llco '''-!:Í~!p:::. II! - St>J4C rel.1clono.d.:1:i: a) - Co:::. a torre-Ç,.Ío de erro; ou o:::!c"'Ó~s; ~i.: Co:i os ditposlt.ivo.:::s do tt:.x::-.:-, C-' ç:-.,:,o~t ... c..1 ~:, ?n .. :.: te '9- AR!'. 62Q - Co::ipete ao ~!'Unic[plo instituir il:ipostos sobre: 1 • propriedade prcdinl e territorial urbnn.1; II - tr.insci.tssão intervlvos, a qualquer título, por ato onero· so de bens icóveis, exceto os de gar.1nti:i, bc::i coco cess4o de direitos ã. suo aquisição; • III_ - vendas a vnrejo de cocbust!veis ·líquidos e g.:isosos, cxcc to oleo diesel; - TY- serviços de qualquçr natureza, niio ccr.::preendidos na co::-.,,-=!: tencl~ do Est..1do, definidos e::a lc-l Co::.ple:ent.iJr Fedcr.:1.l q~2 _podera excJui.r d.1 incidência eo se tr:it.ando de· c.xport.açôe:s de serviços pnr,1 o exterior~ §12 - O 1.cposto __ previsto no_ Inc.lso I, poder.i ser progress tvo • nos ter.os do Código 'fributnrio ~•unicipal, de foTDa a asscgu - rar o C1.Cpri.r:ento da função social da propriedade. §2Q - O lr:iposto prc'visto no Inciso II deste artigo: n.) não incide sobre a transoissão de. b~ns ou ,HrPltos tncorpo 5 4Q_- A~ c:::e.nd.:is <!o Projeto d~ .... -zi de Ul!"':'tr!z,-,o;. <·r-,, ..... --i'-:--1- rodos zio patrimõnio de pess0.1. Jur(dica ec realiz.içáo de ca.piül os no.o poder5o ser aprovadas quando Incopatlveis ras o Pl.mo nco sobre a transmlssolo de bens ou direitos decorrentes de fur Pluri.1n~l. • s4o, 1.ncorporaçâo, cisão ou ·e1<tinção de pessoa Jur!dic:i, salvo 5 52 - O Prefeito MmnIc!pa! pedra enviar respen à CG-: Ma se, nesses c.:isos, a ntivid.1d~ t>reponderéllte do .1dquirente for nicipnl, pua propor r:odlf!caçÕe.<J nos Projeto e Propostas ::a co::,:pr4 e vc.nda. desses bc.ns ou dirc.1.tos, locação dos bens 1.:Ó que se_refere este arfo, enquznro não !n!cisda a voo, na . veis q_o arrendamento rerc.ontili - Cc::ii.ssoo, da. ~rte c.uj.:t :il':.Crnç..jo é propc:::1. J>) Co::ipete no ~!uniclpio co rn.zao da !ocoltzacão do bc.o.. § 62 • O~ projetos de Lei c!o ?l~no Pl"..lrl..,.--::~'11, dia ".1':.!t.r-.zc!t §32 - O l.J:iposto previsto no Inciso III, não exclui a iacidên - orç.a.cc.nt.4ri.as e do orçarento anual, sr?o env!adis rel irefe! ela do !oposto estad411l sobre a c.esma. opcraç..ão_. to nun1cip.:1l à ~":lê).rn ~!u:,fclpal n.:>s ·•.•rr:os d:: .!.A.'1 .. ~.; , . -:-.:-= §_4Q - At1 .. nl{quoto.s dos icpostos prcvist.os nos inclsos rtt e. IV fere o artigo 70, 5 92, desta Le! O:nica. nao poderão ultra.passar o 11.:ute fWdo e::i Lel C:Ot:;ilc.:entar Fe.5 72 -Aplica-ge aos Projeto:. ê ?ro;>osL.l..i =t"ncio:-:.;i •- - :._ .:ir der:11. - tigo, no que 140 cc:1t:-nrl1r o disposto nesta subs, ls te- -:::a.1s nonn.s relntlvos oo p-:-oce.:.s:, 1~1:,!.;.;ti.•o. f B?_- Os recursos que, e decorrência de veto, emenda cu re- ARl'.6-JQ - Perte.nce .10 Hunk..!plo: jefç~o da proposta de orçaento amual, ficarem medes«ser I - O Produto de n.rrecad..1_ç.io do !::posto d.:i IDlf.io i;obre rcn- re.s-J)Ol;de.."ltes, poderiio ser utLILz±dos, confore o cas3, zed!a do. e. proventos de qualquer natureza, lnci.dent:e, n.c. fonte, !lo - • te c.rediton ~spcc.1.a.is ou !:uple.:::-e-n:.?.l;'cs, ccc prévi.:f e espc-c!:{"' ... brc rendirentos pao, a qu,alquer titulo, por ele, su.:i.s .aut.m"- cn DUtoriz,.1ç.;:io le:glsl.'.lt!v.1. qula.s e pel.1s íundnçoes que. institutr ou ?:.:J..,ter; • • ARl'. n .. S!Ío vc.d.aC:os: II - Ctnc~ent.a pOT' cento do produto d.:i: a..rroc.:1da,3:o do lI:!: - I - O ;n!clo de Progr.'.1!"...!1S ou ?roJ<'tos não im:luldo~ n.l 1.cJ. Or posto da. Uni.i.!o sobre n proprlcd.'lde te.rr.ttorl:il rural rel.atl.va- Çll.":'C.nt..ad;.J. n.nu.'11; ccnte aos icove.1.s nele situ..1c:!os; II - A realização de despesas ou a assunçio de obrt;ages d!re III - Cincocnt.1 por cen::o do protuto da arrccn.d.iç:3o do lc- tn.s que cxced..l::l ~~ cr.!dit.o'I ~!';..:i::nimr--.i:1c~ ou ndic!. ... ~'lG; - posto do !!ltado so!>re. o. ... proprl.edade de vc[cutas .aut.o::otores u IIl - A r-c..:ilf=:Jç.ao de operaçoes e credirs que exzz!z o on ccnc{ndos e seu territorio; - tante das despesas de capital, ressalvadas as .l'..::or'w::-::. r- ... :li n, - A_sua p.arcel.o. dos vinte e c:1nco por cento do produt.o da ante creditos suplementares e espec!a!s cn final!±'epre!s&, arrecadacao do IopoG:to do F..stado ::obre opc.r.:1;ÕC:. rel.:it1vns à aprovnd.ls pela Cara Municipal, por ma!orLa a!sature, ctrculnç.'.lo de t:erc.adorias e sobre pre.S""tu;-3o d<: tr.'.lnsport.c.s ln- IV - A vincula;ãg de Receita te iapcsos à órgão, fundo cu Ce..; tercstadu.nl e inc.e.r=u:i!cip:il t: de ccunica;ão. pesa, a destinação de rc-c.u::--:;-.,5 pa-:-:. a -"'n'.:.tcr::ç;i-o ,. ==-L~!•:,"i ARI.6!..2 - ~.CnlÕo entrcsnrã ao !.!urJc::{plo, ntr..n·ês do Fundo a Por antecipação da recetra; Parttcipação dos Mun!e[p!os, en transferênelas tensa!s na pro- •• A abertura de crédito uplentar su c.:--.s--::1.'.ll porçno c!o Índice ;ipurado pelo h1t:unal c!c Cont.Js d.a 'ntãoasu, autorização Ie!slativa e, se !dica5es d&s reé parcela dos vinte e_'1_ols inteires e. circo !êzlzos porcento a Podentes; produto d.o an-cca.d;i;,nu C:os· iq>.:,sros cbre renda e pr-ovent.os '-' 1 - A tr;::::-:..:.pn:sis;.io, o rzane;sento cu a trungf.: e. ..... de qualquer natureza e sobre produtos Ln .. "U.itrl.,ll::mios, deduz ursos de ura catesorig te progressão pars ci...:·-:- .• ..., ?},22ante arre=uses » fere e rerezar· + zsrios G E@; P";our..= !s swtrizss7gás±gy=: - • «t-E; ".5#±%3..o resursos do C"r;;.i:....:nlo !:i . .!...ll r-:-ll <:1 ..... ri:- :: ,.,J .. u ..... #E,2 .±A torizai0 legislar!va. 12- tenha [vestinro cu execução u! cl,• <.parcelro pdri ser iniciado e, r:--~ nc F lur!.n.."1-..:...1 l. oa St.:l Le! que a ~'.li. ... :-;_, ... de rime contra a adLnttris.zê>t- • ,. 116 Anteproieto da Léi Orgânica de Bela ViSta • • . - pinta rodatoa penar{- o mate{pa', no terao to u' dor ne ai f je oi rrditos epefafn e extraorfnirt trio vli+ta trrte, sra e ut!!! in d l F D comute de ris{mos ulterio soh o me p, «[ fw flanralro em que forem autorizada, alvo o s!o e rattaattv lo h lnte, rele ta t'no o; ' to d outorlzação for pro»lado nos ált!mos quatro meu d, VI!I - Colaborará na prote " II -s ventnptos dos servidores mun!tipa!s serio trrtutt qunlr urcllo, caso en que, reaberto nos l!tu deu a] do e do trabalha. h veis e a remuneraio otservará o disposto neste arti dos, rio Incorporados 4ó orçanto do «eréflo fInune'ro ±FG? II!- ' A S15IPC[A_TIME: xextt, o rrtnstrto_da troo!a, a o'rtr+sãs do %3",,, «« roto o««roer4triruo a r @,t sr.-o j@e+ri»,e <tr ++rr'E!: {2"7,'7;{""2,22,'2;; "· "· { al, com recuros da egurIdade acfal, consoante rorats era! tlda para atender as despesas Imprevl[vefs e urentes, d f <, tal na área da assfste vrg • edada a acumulaçio remunerada de_caros plfos, ere rentes da calamidade publica, pelo Prefefto, como medida pro- feera1s, os progrmas de aio ovornamental M "i '' t" "" ' P' =, ·fal to, quando houver cpatt»f1Idade de horarios; vIeórfa na forma do artigo 3, letra d, desta Lef Orinlo. cia oc1ai: ft,d. A, Ite- ·fa social se ) - A de dofs aros de professor; ARI, 12- A depena com o peoal ativo e Inativo do Munte[- $ 12- A entidade benetlc{adas e de ass! tenc14 o' ' ! G "O ' "" " vlo, niio poderá c•«·~cr oa llr.illcr. Mta~l'l•ddo• em co:,pl• r·•'~ dlíl'1M no r,un!dplo, pd< rii•l lntorar oa prngrru-,~s r<:fHléo• no b) • A d<l u::i cor~<> de prorts,or, """'' ·tro técnico nü cr,atlr' tar Federal. "caput" deste art!vo z ,, €o; PARCIAFO CMICO - A concessão de qualquer vantagem ou au- 4 7?- A comunidade uor melo de suas organizações rpresentatI' y- A de dol caros prtvat[vos de méd!co, tento d remuneração, a craçio de cargos ou alteração de es- vas, participarão farulação das polfttas e no controle da8 g -A pro!b!ão de Acumular estende"e a empregos e unes d t rutura de carreira, bn coo a admisio de pessoal, a qual- ações em todos os nvels, abrange autarqu!as, empresas publca, sociedades de econon!j quer título, pelos órgãos e entidades_(ntfttfdas e mantIdas srçow- nt_TtAç/0,_4cvLTvRAr_no prsP0TO m!sta e fundações mantidas pelo Poder Pblteo 'unte!pal; pelo Poder Público Municipal ró podera er feitas: cIo XVI - enhu servidor será designa d o para fures nin constas4 I - e houver prévia dotação orçaent.arta uffctente para a susrçÃnr- n4 rmCACÃO tes das »·ta!cães do cargo que oP4, não ter em ubstttuf 4 tender õn projcç.Õca de despesa d,· pc•i;t,o-'..11 e aos ncresc.lno& d!: Airr. 84 _ 0 Muni[pfo manterá seu «Itera de ensino en colabora ção _acumulada, co gratificação te Lei; ] las decorrentes; ão com a 'nlo e o Estado, prforftar!rente, no ensino funda- KIT- A administração fazendária e_seus servidores ffcaf] 11 - Sr houver nutorlznção espr.c[!icn na Lei de Diretrizes Or ne.ntal e pré-escolar. terão dentro de suas ireas de competência e }urfsdfção obre os ç,m,:nttirlna, rcoanlvadoa os cr:prcsos pÚbllcns e as sociedades s 1o - os recursos para manutenção e rlcsenvolvlr.:.ento do ensino d ois setores ad:..ilnistrntlvos, na forma .. da Lcli de economta mista. compreenderão: XVIII - Sorente por lef especIftca poderão ser rata erre 4 I -Vinte e cinco por cento, no mínimo, da recetta resultante de sas pblfcas, sociedades de economia mista, autarquta ou funda ir!po,aos compree.ndldn e proveniente de transferências; çio publica; .. XtX - Depende de autorização legislativa, em cada caso, 8 cri~ ção de subslrtliirlAdD-S cntid,,dcs:ocnclonodas no lnlcto ª"terlor assim como a participação delas en empresa privada; XX - 'lcssalvados os casos e•pec!Clcadoa no Leglal•çáo re er~ específica, as obras, serviços, compra e lLenações serão tratados mediante processo de licitação p@blica, que assezur Igualdade a todo• os concorrentes, com cláusulas que eRtatele çam obrigações de,pagamento, mantidas_as condições efetivas d proposta, nos terhos da let, a qual somente permitira_as ex! géncfas de qualificação técnfca e_econômica Indispensáveis and rantla ~o cumprlcento ,dns obri(IAçoes. 1 § 12 - A publicidade dos atos, proranas, obras, serviços e e panhas dos órgãos públicos municipais, deverá ter caráter edu cativo, infomatlvo ou de orienta.ç.,o socl.al, dela nao podent constar nomes, s{mbolos ou imagens qu~ carocter1zec prOCJoçã pessoal de autoridade ou servi1ores publlcos. $ 22 - A nÕ.o observãncia do disposto nos lncla'os 11 e II, I plicará a nulidade do ato e a punição da autorldade responaá vel, nos temos da Lei. § )!1 • As rec!Ar.oações relativas à prestação de servidores pú blfcos munfc!país, serão disciplinadas em LeI: . ~ 42 • Os atos de icproibldade adnilnlstratlva .lmportorao atus pensão dos direitos pol!tlcos, a perda da função _pública, • 1 dlsponl~illdade dos bens e o ressorclmento do erarlo, na fone e gradaçiio prevlstn na Legislação federal, sem preju!zo daaç.i penal cn~{vel. 1 § S!1 O ''unidclo, os prestadores de serviços públicos n,unlclp ls, responderao pelos danos que seus agentes, nesta qw,!ldode causarem II tereelros, assegurado o direito de regresso contr.C o responsável r.os casos de dolo ou culpa.. J ART. 97 • Ao servidor pÚbllco municipal em exerdcio de anda to eletivo, apllcaco·se as seguintes disposições: j I - Tratando-se de mandato eletivo federal, estadual ou dlltr toÚ, ílc:ir3 af.1.st.ado de seu caro, emprego ou função; II • lnvestldo no mandato de Prefeito, será afastado do cargo en>prego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua rer.runer çiío; 1 111 • Investido no mandato de vereador, havendo coopatlblllfr• de de horários, perceberá as vantag.ens de seu cargo eletivo não havendo compatlblUdade, será apll<:'1da a norca do Incho terior; IV·- F.!:> qualquer caso que exige o afastamento para o exerdcl essenclals e do mandato eletivo., seu tempo de serviço será. contado para to dos os efeltos legais, exceto para prornoç.ão por cerec!centoj V • Para efeito de bene!kio previdencúÍrio, no caso de afas ment.o, os valores serão detennlnados como se no exercfcfo est vesse. A LA VISA MS ChP!Tll! O V· DA ORDEM ECO~ÕMICA E SOCIAL • Sf.ÇÃO I • DOS l'RINC1P10S OERAIS DA ATIVIDADE ECON, E SOCIAL, Al'f. 73 - O Munlclplo, na 114 circun1crição territorl.Bl e dentro da sun compet~ncla conotltuoionol, nsscgurn à todos, d1rntro dos princ!plos da ordem econômica, fundpdn na vatorlzn çõo do trobnlho humano e no livre inlclntlvn, cxlstêncln di&:: na, conforme os ditames da justiça social, observados os se· gulntcs prlndplos: I • Autononila Huntcipal1 11 • rroprledade privado; III • flm~iio aoclnl de proprlednde; IV -1.ivre concor-rêncln; ' V - Defesa do consumidor; VI • Do fesa do !Oe1o ambiente; VII • Reduçiio das desiguatdndcs regionais e sociais; VIII • Busca do Pleno emprego; IX -Tratncento Co.vorecldo para as cooperatlvns e erpresas bra sileiras de pequeno porte e microempresas S lQ • E: assegurado a todos o livre CJterdcio de qualquer atl vldndc cconÕrulcaJ lndepcndenter.ente de autorização dos órgiio'i públicos municipais, salvo nos casos previstos em Lei. S 2Q • No aquisição de bens e serviços, o Poder PÚbllco Huni· clpal, dnr,Í tratan>ento prefcrcnclnl nn forma da Ld, à cmpre· sn broslleirn de cnpltat naclonat. ART. 74 • A exploração direta dn ntlvidades econõnilc:, .. pelo Munlc!plo, sõ sera permitida, em coso de relevante interesse coletivo, no foma. da Lei Complementar que, dentre outras, es pcclClcorá as seguintes exigências para os cnipresos pÚbllcaã e sociedades de economia misto ou entldad,p que criar ou man ter: I • Regime juddlc_o próprio dos empresas pi:_ivados, inclusive quanto as obrigaçoes trabalhistas e tributarias; 11 · Proibição de prlvllégios Hscals, não CJttenslvos no setor privado; tll • Vlnculnçõo o uma Secretaria Hunlcipnl; IV • Adequaçiio do atividade ao Plano Diretor, ao Plano Plurla• nual e s diretrizes orçamentárias; V - Orçon>ento anual aprovado pelo Prefeito. ARI. 75 • MA prestação de serviços públicos, pelo Hunldplo,dl· retamente ou sob regime de concessoo ou permissão, será. regula da. cm Lei Complementar que ossegur.ir.3: • - 1 -A exigência de licitação, em todos os casos; l l .. De(int,ão do caráter especial dos contratos de concessão ou pcrmlssão, cosos_de prorrogação, condições de caducidade, forra de fiscalização e rccisoo; 111 - Os direitos dos usuários; IV • A potltlca tarifária; V • A obrlgaçiio de manter serviço adequado. AR:r. 76 • O Hunidpio promoverá e lncentivnr,Í o turismo co:-o f!! tor de desenvolvimento social e econômico. SEÇÃO II • DA POL!'IICA URBANA t t ... Os recursos rc ícrtctos no parágrafo anterior, po<1erão ser d rlgldos tllJlbém i,s cscoln9 co:nunltiirins, con!eoslonais ou ftla.n .. troplcas, na formo do Lei, desde que, atendidas IS pr1orldodes da rede de ensino ~o rounlCÍplo, ART, 85 - Integra o atendimento ao educando os programas suple nent ares de material didático escolar, transporte, alimentaçao, nssistêncfo ii saúde. • StmSF.CÃO t tT • DA CJL TIJRII• ART.' 8& - o unte[T arfara e Trenfvarã a valorização e a difusão das oanlfestaçÕes culturais, prioritariamente, as dlrc L.1•~tmte llga.das ã história de 'Rela Vlstn, il sua cornunldac.fe e aos seus bens, ART. 87 • Ficam sob proteçiio do ''unlclplo os conjuntos e s[t1os de valor histórico, palsog_lstlco, artlstlco, arqueológico, p;i· 1eontológicos e cientffcd, tombados pelo Poder Pübllco Munlci· pal. - :•ARÃCRAFO Ottrco •Os bens tombados pela Unlao ou pelo Estado me- recerão Idêntico tratamento, rediante convênio. ART. ,88 • O >tunldplo promoverá o levantamento e a divulgação das manifestações culturais da memória da cidade e realizar.i c.on cursos, exposições e publicações para eu3 divulgação. ARI. ela! 89 .. O acesso à consulta dos arquivos dn documentnção oíi do ><unlclpio é livre. SUBSEÇÃO IV • .1)() DESPORTO F. rio LAZER ART. 90 • O ~runic!plo foc,ontarií as prátlcns desporti;a• formais e não forais, dando prJoridade aos alunos da sua rede t1e ensi no e à proroçao desport1vn dos clubes locals. ART. 91 • O MUniclplo incentivará o lazer como foma de prote • çiio social. ARI. 92 • Todos têm dlrelto ;,o melo or.iblente ecologicamente e qulllbrado, bem de uso comum do povo e essencial à sa~la qwill· d ade de vlda, _ impondo·se no eoder público e à comunidade o de· ver de defende-los e preserva-los para as presentes e futuras ge rações. - § lQ - Para:nssegurnr a efetividade desse dlreitoJ incumbe 40~~ nldplo: 1 .. Preservar e restaurar os processos ecolÓglc.os prover o manejo das especlcs e ecossistemas; II · Deflnlr, em Lel Complementar, os espaços terrltorials do Município e seus componentes 4 serem cspecinlnentc protegidos, sendo a alteração e o supressão permitidas, .sómente através de Lel, vedada qualquer utl llznção que comermeta a integridade dos tributos que justlfiquem sua proteçao; III • Exlglr, na forma da Lel, para lnst.alação de obra, ·at1vl· dade ou parcelamento do solo potcncinlmente causadora de signi flcatlva degradação do ~•ia ambiente, estudo prévio de lcpactõ ambiental, a que se dora publicidade; . IV - Controlar a produção, a comercialização e o emprego de têc nicas, metodos e substancias que coci:porte.m risco para a vida,ã qualidade de vldn e o meio ambiente; V - Promover a educ.lçáo acb lenta l na sua rede de ensino e a conscientização da comunidade para a preservação do neto anb! ente; VI - Proteger_ a fnuna e a flora; §_2!! • Aquele que explorar recursos clnerais, Inclusive extra· çao de a.relas, flca obrlgado a recuperar o ceio embiente degra dado de acordo com a solução técnica exlglda pelo Órgão públl~ co competente, na forma da Lei. • § 311 - As condutas e atividades consideradas lesivas aoceioem ~lente ~ajeitarãoos infratores ,. pessoas flsicas ou jurídicas as sançoes ndministrativ.1s e penais, independentece.nte da obri goçâ.o de recuperar• os danos causados, na foma da Lel Federn17 S!Jl!SEÇÃO VI - 00 DEFICIENTE, DA CRIANCA E 00 IDOSO • ARI. 93 • A kl disporii sobre a exigêncla e adaptação dos logra douros dos edlfÍClos de uso público e dos veiculas de transpor te coletivo, a fim de garontlr acesso adequado às pessoas por tadoras de deflclêncla {{slcn ou sensorial. ART. 94 : O Mllnlclplo promove'rii progi'acas de asslstêncla à cri ança e ao idoso. ART. 77 - A pol{tlca de desenvolvimento urbano, executada pe lo Poder PÚbllco ~!unlcipnl, conforme diretrizes gerais fixados cm L<;ls, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funçoes do cidade e seus bairros, dos distritos e dos aglomera dos urbanos e gar.nntir o ben estar de seus habltantes. - $ 1? 0 plano diretor, aprovado peta câmara Municipal, é o lns· ~~:nto ba.sico da política de de_senvolvl.mento e de expansão ur S 21!. • A propriedade cumpre sua função social quando atenda iis exigencias fundamentais de ordenaçao urbana expressas no Plano Diretor. $ 32- Os Iróveis urbanos desapropriados pelo munldplo, serão pagos com previa e justa indenlz.nçao em dinheiro,• salvo nos ca sos do lnclsp 111 1 do parágrafo seguinte. . - S 4Q - O proprletarlo do solo urbano incluído no Plano Diretor com área não edificada ou não utillz.adn nos termos dá Lei Fede rol, dever.i promover seu adequado .nproveltruncnto sob pena su ccss1vamcnte de: l •Parcelamento ou edl!lcnção conipulsória; 11 • 1"'posto sobre a propriedade predial e terrltorfal urbana progressivo no terpo; ' II- Desaproprloçoo co pagamento mediante t{tulos da divida publico municipal, de emis~no previamente aprovada pelo Senado Fcdernl, com prato de. resgate de até dez anos, cm parcelas nnu o!s, iguais e sucessivas, assegurados o valor real dn indeniz~ ão e os Juros leais. - AR:r. 78 - O Plano Diretor do MWidplo contemp'lnrá áreas de a· , tlvldnde rurnl produtiva, respeitadas as restrições decorren - tes da expansao urbana, SEÇÃO It • DA ORDEM SOCIAL • S!Jl!SEÇÃO I • DISPOSIÇÕES GERAIS AR'.r. 89 • A Ordem Soclai tem por base o prl.cado do trabalho como objetivo o bem estar e a justiça social. ART. 8O - O Huniclpio assegurará, em seus orçamentos anuais, a ·sua porcelm de contribuição para financiar a seguridade soclnl. SUBSEÇÃ0-11 - DA SAODE e ARI. 96 • A administração eúl!Uca cÜniclpal, indl.retn ou funda clonal, de.p.:nbos os poderes, obedecer,Í os prindplos da legaU· dade, lmpessoalldade-, moralidade, publicidade e, também ao se· guinte: I - Os cargos, erpregos e funções públicas s.âo acess{ve.1s .aos btaslleiros que preencham vs· requisitos estabeleci~os em Lei• II • A_lnsv~tidura e!O cargos º':! emprego pÚbllco depende de'a provAçaQ prevto. e.m concurso publico, de provas.ou de provas e títulos, ressalvadas as nome.ações pa.rn cargos em comissão de claradn em Lel ou resolução de livre nome.aç.âo e exoneraçõ~ 4 III • O prazo. de validade do concurso púSUco será de até 'dois pre anos, prorrognvel uma vez por !sual, perlodo; IV : Durante o prazo lmprorrogavel p~evisto no edital de convo- caçao, aquele aprovado e.n concurso publico de provas ou de pro .. vas e t{tulos, será convocado coa prior-idade sobre! novos concur sados pnril 3&sumlr cnrgo ou emprego na carreira: - V - Os C4'lrgos cm co:nissâo e as funções de confiança serão exer cidos pref4=:rencialmente, por servidores ocupantes de cargos de carreira tecnica ou profissional, nos cas·os e condições prevls- tos l!l!l Lel; VI - A Lel reservará percentual dos cargos e l!l!lpregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os cz-itéri os de swi :idcissno; - VII - A Lei cst.abelcccrª os casos de contta.tação por tepo de terminado, para atender a necessidade temporária de excepcion.il interesse publico; . VIII • A eL fixará a real;ão de valores entre " :uúor e a menor remuncrnçao dos servidores publicas, observado, coo limite ffl4- xi.lr.o, os va.lorcs percebido como recunernç:õo, em espêcle, pelo Prefeito; IX- A revisão geral da remuneração dos servidores públicos,sem distlnçno de Indlcc, fAr-sc•n sernprcf nt1 mcsoa data; X ... Os vcncincntos doG cnri;tos do Pocte.r Legislativo não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo; XI - ~vedada a vinculação ou equiparação de _vcncir.>entos para e feito de remuneração do pessoal do serviço público municipal ressalvado o disposto no lnclso anterior, e no Artlgo 90, S lQ. trans· Xll - Os ncréscirnos pccunlãrios percebidos por servidor púbU- ,AR'.r. 81 - O Hunlc{pio integra, com a Uni.no e o Estado; com os recursos da seguridode social, o sistea ünfco de saúde, cu jas açoes e serviços públicos na sua circunscrlçiio estadual,são por le dirigidos, com as seguintes diretrizes: , l • Atendlmento integral, com prioridade para as atividades ventivas, sem preju[zo dos serviços assistenciais· II- PartleIpação da countdade. ' S lQ • A ossiatêncl.B à. saúde e õ. livre tnlciativn privada. § 22 ·As instltulÇÕes erlvadas podériio pnrtlclp~r de forma com plcmentar, do sistema "lco de saúde, segundo dlçe~rizes deste-; !Oedlante cont.rlto de direito pÚbllco ou convên.io tendo preferên eia as entld,1des filantróplc,is e as sem flns lucrativos. . $ 39 -É vedado ao Munldplo o de.stlnafiiO dos recursos públicos para ou.·dUo e subveni;ôes iis institulçoes privadas com fins lu· crotlvos. ARI • 82_- Ao slstcca único da saúde corpete, além de outrns a trlbuiçoes, nos terros da Lei: I - Controlar e flscnllz~ proc.edlmentos, produtos e substãnci· ao de Interesse parn a soude e participar da produção de ccdlca mentos, equipamentos, icunob1ologtcos, bcmoderivndos e outros ln sw:::os; - II - Executar as ações de vigIlanta sanitária e epidemiológica bem coo as de s:wdc _do tr,1balhador; !11 .. OrdcnAr a. form.açao de recursos humanos na área de sntÍdc· 11 • Pnrtlclpar da for,:,utaçiio do poHtlcn e da execução dns a;õ. cn de ::am•J.mento b.is!c::o; V - Incrementar, en sua área de atuação, o desenvolvimento cIen t [í1.co e tccnologlco; · VI- Fiscalizar e Inspecionar alimentos, compreendido 'o controle de seu teor nutrielonal, bem coro bebi!s e aguas para consuco huano; • V!t • P.>rtlcfpar do controle e flscoUc.,çiio da produção, SUBSEÇÃO V • 1)() ~IE!O A'llllENTI • 1 1 SEÇÃO 11 • DOS SP.'Vl!JO?.ES P1lllLICOS· HTNTCTPAIS ART. 98 • O regime jur{dico Único dos servidores do adolnistra' çao publica direta, das .outarquias e das fundações públleu ~ o estatutiÍrl.o, vedada qu"1quer outra vinculaçiio de trabalho. § 19 • A Lei assegurara, nos servidores da artclnistraç.oo dl.re· ta; isonon>ia de venci.centos para cargos de atribuli;ôes lgud• ou assemelhadaa do mesmo Poder ou entre servidores do Poder E· xecutlvo e Legislativo, ressalvadas as vantagens de caráter l!!, divldwil e as relativas à natureza og local de trabalho, § 2!! • Ficam garantidos aos servidores municlpois os direitos seguintes: , 1 _ Salário qlnlmo, fixado l!l!l Lei federal; cor., reajustes per1g dlc.os; 11 • lrredutlbllldade de vencimentos ~u salários; · 111 - !Jécimo terceiro salárlo, coe base na rcmWeraçÃo llltql'• ou no valor dn_aposel'tadoria; l IV - Reruneraçao do trabalho noturno súperior ã do diurno; V - Salário-fa[lia para seus dependentes; . • VI .• !>uraçao do trabalho normal niio superior à oito hor•! dl.s· rias e trinta e tres se.canais, para os servidores buroeratieos e quarenta horas semanals para os demai.s; VI1 - repouso semanal remunerado, preferencl.Blmente aos do:ln· gos; . ) VIU • Remunernção dos serviços extraordinários supertor 0"± nimo em cinq~enta por cento a mais do que a remuneraç.Õo nor:t-1 X - Licença a _gestante, remunerada,,de cento e vinte diasí XI • Licença_ a paternidade, nos -temos da Lei; XII - Proteçao do r.ercado de trabalho da mulher nos ter,:os da Lei; . ' AT. 95 • Aos maiores de sessenta e cinco anos é garnntldn ar III • Redução dos rlscos inerentes ao trabalho· l tuldade do transporte coletivo urbano. XIV • Adlclo:.al de remuneração para ns atividad~s penos:iJ, l.llS • -/ r:APt'tlfLO VI - DA ADMINISTRACÃO P!BLICA lubres ou perigosas, na forma da Lei; • • ' Õ XV • Prolblç'!o de diferença de salários, de exercício de 'S SECÃO l • DAS DlS!'OStç,'l!:S GERAIS es e de criterlo de adllltssão por motivo de sexo fdade, cor estndo civll. " ART.99- O venciento dos servidores públicos unte!pais, "$ vera ser efetuado, o c,ais tardar, até O quinto dia útil do "" i subsequente ao vencido { f12- A inobservãncln ·do_ disposto iieste ortigá, sujeiuri O 1 frator a c51rrigir os salados de cada funcionárlo d'wu,:,ent pela Intd@neta do índice oficia1 da correção oária s""5, obrigatorlo CO!!Star discrlmlnada,:,ente do contracheque de ca servidor, no_ ces subaequente da refe.rida o..c,orrêncta. ART. 100- 0.servidor sera aposentado: jus l Por lnvalldez peTmanente sendo os proventos integrúS q do decorrentes de acidentes en.serviço, olestia prof!s" ou doença grave, contagiosa ou I incurnv;·t, especi!tcad.1 e:1 te. e proporciopals aos del!lais casos· II • Compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com pr:r:ell tos propc,rclonais no tempo de serviço; • III - Voluntariarente: A) • Aos trinta e cico anos de serviços, se ho-'..en e ""' trill ta anos se mulher, e0r.1 prove.nto.s i.nteg.rals • ) - Aos t:rlnta anos de efetivo exercício é funções de r#é terio, se professor e vin.te e êinco anos se professora, ccP Ventos integrais; C) - Aos tz-lnt.a anos de serviço se hooe:: e aos v'inte e cln<" se mulher, coa proventos propor€tonais ao tempo de servis°i D) - Aos sessent.a e cinco anos de idade se h.o::>eD e ••• sei senta, se mulher, coh proventos proporétonats ao teao de " V1ç0;5 12- 0 servidor, no exercício das atividades cns!de das penosas, ins'1lubres, perigosas, terá ttduzido o ter° serviço e a ldode, para efelto de aposentadoria, na fora Lei Complecentar federal. 5 22 - O tempo de servl-ço público federal, estadual ou de ? tros muntc[pfos será computado integra1ente para eretto " posentadorin e de dhponibiUdnde. i 3g- gs proventos de aposentadoria serio revtstos, "1, Proporçao e na ltll!sma data, sempre que se moditlc&r a r--9 çao dos servidores em atLvltlade sendo umbém estendldO • .,. ",9, rua!s«uer enéitiok vare±_oser1g;2%zG. ce los aos servidores en atividade, (TIA A PGI ... ' r! j()a'IA[. 7H ll1l?l, IJA I J Ó•,11 J IT,, 1. Anteprojeto. da Lei·Orgânica dt, J sa 1S ,,Inclusive quando decorrente da trnsoração cu rela!fI cnçno do corr.o ou funçuu e q :;,, deu n 11po enta!orla, ta f n na dn L<·l, _ 1 4'1 .. O hcnc(foJo do 111·111.o'io pt f norte• corr• ni-1111,t,•r/1 ~ t'H,dt· iindc: dos venclrii:<·nlnR ou 1>royr1HoA do servidor falecido ate o Infte establecfdo em LeI, observado o disposto no parágrafo , anterior, AlU, lOL - São estávels npós dois 'hinos de c-ft•tlvo rx<:rcícto on sorvldur11e nomcndos .. ('lm vlrt"ud~ de• concurso pÕbl h:o, 1 19- 0 Servidor, puhl1co r.:unic.lpnl l'ütcivcl, aó IJf'rd<·r,í O cnr o, em virtude sentença Judlla! transitada e Juhwdn. ou rn .. ,11 .. {}"?}?",}so attntstrattvo « que 1e se)a «+mura4s apta 1 20 : lnvnlldode por sentença Judictal, a de!sio do i;r.rvl· dor publico tt1unlclpnl, sorii ulo reintegrado C' o c-ventunl ocu - pantc d11 ~ngn, 'r<!tonduzldo 110 cnrgo de origem, O<'J1 t11re1to n lnd~nh:nçno, oprovoit.:1do e.a outro cargo ou posto C'o. dlsponlbl· lldadc, 1 lO ... Extinto o cnrso ou declarada sua desncccsHirlodc, o sf'r vldor estável Ucnrâ cm dhponlbllldnde rernunerndn nté seu ade quado oprovcltnocnto co outro cargo. ARI, 102 • ff livro n nssoclnçiio profloslonnl ou sindica dcr,icr , vldor públco mu~lclpal, nn_formn da L<-1 Federal. - 1 .. Unvern unn so orgontznt-no r.lndlcnl p:arn o.s ser-vldore'& ounl clpal•1 - ART: lOJ - O direito d<! greve assegurado aos el!rvldorcll públi co, a:unlclpals não oc lmplicn ,1on que: c,xercc-n !unçÕco cr.i liC'rYI ,os ou ntlvidndcs cssenclnls, nssl.n dcflnidns cm Le Federa1," ARI. 104 .. A Lei dlsporil, cm coso de greve• nobre o .itcndlrrl•n to dne ncccseldndc~ inodtlvrlR dn conunldndc. ARI. 105 - e lltUCR,Urn~l.l 1 pnrtlclpaçôo do:; tcrv1dorCR rübt ~C:05 cunlclpols, por clelçllo, no,; colc<Jlndo:; dn nc.!mlnlotrn~ao publ.!_ ca e.m que seus intcrcssefi pro'lr.r.lonnJs ou pn~vlrl<'ncló'rSo:i nc·• jom objeto de dlscussão e dt•l 11H'r~1çiio. G Akl, 1D- Todos , dire!to a re - n!puta, Info ações do eu {t re se ol tlvo llJ l'' rnl, que r • fl1 itels, ob nena de resn«ab!1'+a Jo 1:tnllo t;t-Ja Lr-pre::.(ln•Hv,·l 1 r: ,,, r.,, ... ~, Intitules piblla. TITULO II - DAS BISPICE ANCA'LACTO'AIS TUST"IA ART, lQ • O Prcíollu 'Tnltl;-,1 ,. prestarão o compro[sso 'de manter, ' inica do Munfefpfo no ato e m tara d ART, 22 - São considerado estável erv!dor pi!los urI c!pata, cujo Inresso não_seja eonqurn« de concurso páb!to, e que à data da Proul?ação da Constttutçio Federal, onp!eta - rr.a pelo menos clnco ano:: contlnu.J,rlt>.I do xe rc:(dó de funo pi ~Jlco <unlclpnl. • - lQ .. O t ~po de. sei-vlço doa S<'rv1dorrs rcft-rldoa r:eitt.e .1d J. o ocrâ tontndo cor.o tItulo quando se mubeteren a concurso púb!i co, para flns de efrtlvnçoo, na Corrv1 t1,l Lt-L S 20 - C.xcctundos os se:rvlt1ore,r nd.raltldo!: â outro tftuto, ni.-') r.r nel lca o Jtr.posto neste artigo cs nomeados para caros eco .. clssno ou nd'lltldoa pnro funçocs de conflnnça, nem os que a LeI df'clnrc de livre e.xoner.açdo. A]tt. 10 - D<!ntro de l".cnto (' oltentn dfnA procc-dor-,-e-à, r1..""1h:io dos dlreltoa dos sci-vldorcr; pÚbllcoG rmnfclpaln, lnntlvo!' e r..cn sionlr.tns, e nntunllznçllodo:i,provcntoac penr.õcs Õ ele~ dcvlc!c:i :t flf'I de ,,jus-t:,Í-lot. .10 dl:.pqato nc!Jt•l LA?i.., ART. 49 - '>entro de cento e oltcnta dl:u H•r.:l f)ror'!t1ÍRnrf:1 ,, Lei rcJ:ulnr:entnndo a coopntlbillz~çüo.doG oc!""'11orc!I pÚbllco'i .:--lmi clpnto no reglr.c Jurldlco cst.1tutario e n rí'forn:l ,1tbfntstr1tl vn conr.equcnte do Artlr.o 90 e seus parirafos do Titulo t • c1<'~ t,1 Lel. 4. f, ' • ' '" 'a ta t. .... r•u ·, Nu ·r ate ar!n- o para o , e aJJf/9W .TALÕES, C·O N VI TE S , CARTÕES D E VISITAS PER SONA.li ZAODS, DÊNCIA, • 1 TOS, ESTOJOS TROFÉUS OS, BLOCOS LIVROS , ENVELUPf S , DE CORRESPO REVISTAS, FOLHE M.EDA LHAS, PLACAS C PAPELARIA PRESENTES, PU L. - GRÁFICA, EDITORA E p;;-·:::r,ARIA APA - TRADICÃO E QUALIDADE - Ru d Rp&blics, " ':<i o ... "' ... PREFEITURA MUNICIPAL DE DELI VI TI • MS 110S DO PODER EIECÚTIVO ·N· 012/89 cArINtTE t_Iryr@o yM2o rtV±A@II o o, l'i!l" Edo Md iro, d Mor , Prefe. to Municipal (l,• [Jc•l(I V1t,1,,, J_:;I,: i"> (1 • l11l,r) f';ro:. O tl > !'ul, 11,; uno de suas atribui;os leia, e conferidas de acordo can o dispositivo da Li Coarplrent«r I? U7 d•• 20 d,, Jfovu,J,ro ti•• t'l81, !1. [:;_ :!. Q !..'. y _!::: .• • , • /'·'' :l • i', r• d• ú2.01.',{) ,_ :n · y,'u) Dtl'ia t ta to w H '' 01,90.(0r. 03919,de 0/12/69). - Ao funclrr1o Dr,'Iro Er as,rlativas, no P_. riodo i «a/9,i prtir ds 02.01.90 a 11.0J .')0 • Por'. N? 0398/89,0e 08/12/89). -- Ao funcionário Fra!seo Paulo de Oliveira,rla tiva; ao período de 86/67,3 partir do 11.12.89 a O'.l.lll .')0. (J'<>rt. ii~ OJ')•J/69,d• Oô/12/89) • l•.:<l'HJTf·11'li•: _ Ao funeiconárlo Francisco Paulo de Oliveira,rl _ partir de 22 de Dezembro :i. 01 d;• Jl'm·iro, t,. Uva . .; uo periodo de 88/89,1 partir de 11.02.90 a 19!JO,o p;içtl liuniclp,11 d" ll<•h Vi:;L-1 - r ·,estara + 12.03.90.(Porcl .. na ()1100/M,dl' 03/12/09). N.'Cl'GGO,N.'illlCi:mdo LJU'l!.J nllvicbdC'3 n.clrrtlniuLr,ll.l - - Ao funcionário Francisco Paulo de Olivelr.,rvlg vas no dlu O?. de Janeiro de 1990.(Port. 1e 0412/89 t.ivo:.; ao período de 87/88,a partir de 11.12.89 11 de 08/12/89 ). 1 09.01.90.(Port. N 0401/89,de 08/12/09). HESCISÃO or, CC!ITRATO DE TRAOAUIO - À funcionária Cannemn Rodrigues, relativos ao pc rlocio dt• 87/88,à po.rtlr dt• 11.12-.89 a 09.01.90 • _ Do !.mcionnrlo SLlto CacC'!'('S ,dC'vldo a npoSC'nt~ d (Port. N 0402/89,de 08/12/89). dorla por velhice a partir de 28 de Sc•Lembro e - à !.lncionárin CunTlC'm Rodrigues,!'C'lutivas ao pe- 1989.(PorL. N2 0435/89,dc 19/12/89). ricx:lú de 88/89,à purL1r d? 11.01.90 a 09.02.90 . (Port. N 0A403/89,de 'ba/12189). . , 1989 _ À .t.lnclonÚria Dclnlu M<.'dinu,rclatlvas oo período de 87/88,à partir de 11.12.89 a 09.01.90.(Port. N 2 0404/89,dC' ô9/12/89). • _ - À funcionária Demla Mt>dlnu, rolaLivas ao periodo de 88/89,à partir de 11.01.90 a 09.02.90.(Port. N 9 0405/89,de 08/12/89). - Ao funcionário Faustino &>nites,rc•l~tivas ao~ riodo de 87/88,à partir de 11.12.89 a 09.01.90. (Port. N 0406/89,de 08/12/89). - Ao funclonárlo Faustino Denites, relativas ao pe rÍodo de 88/89,à partir de 11.01.90 a 09.02.90 . {Port. Nº 0407/89,de 08/12/89). . ao - Ao funcionário Cc-lino Medina,relativ.:is ao pe - N 2 riodo de 87/86,à partir de 11.12.89 a 09.01.90 (Port. Nº 0408/89,de 08/12/89). ·- Ao funcionário Celino Meclina,relativas ao pe - rÍodo de 88/89,à pa.r;-tir de 11.01.90 a. 09.02.90 . (Port. N2 0409/89,de 08/12/R~). . , - À funclom.ria Carrrem Lino M.· Rohod,relativas ao periodo de 87/88,a partir de 11.12.89 a 09.01.90, (Por-t. N2 0410/89,de 08/12/89). - À funcionária Cannem Lino M. ·Rohod,relatiTcS ao período de 88/89,a partir de 11.01.90 a 0.02.90. (Port. N 0411/89,de 08/12/89). - À funcion3ria Vero LÚcia Plnheiro,relativas ao pertodo de 88/89,a oartir de 02.01.90 a 31.Ól.9C. (Port. I~º .0!113/89,de. 13/12/89). - À funcionária Jandira Balbuen&,relativas ao pe rÍodo de 8e/89,à partir de 02.01.90 a 31.01.90 (Port. Nº 0414/89,de 13/12/89). - À funcionária Castorlna Luiz Veiga Ajala, relatl_ va ao período de 87/88,à partir dê 11.12.89 a 09. 01.90.(Port. Nº '0415/89,de 13/12/8~). - À funcionária Castorlna Luiz Veiga Ajala, relatl_ vas ao período de 88/89,à partir de 10.01.90 a 08. 02.90.(Port. N 0416/89,de 13/12/89). - À funcionária Alexandrina Benites,relativas ao perÍodo·de 87/88,a partir de 11.12.89 a 09.01.90. (Port. N 0417/89,de 13/12/89). - Ao funcionário Marcondes Nareco, relativas ao período de 87/88, a partir de 11.12.89 a 09.01.90. (Port. N 0A19/89, de 13/12/89). - Ao funcionário Marcç.ndes Mãreco , relativas ao período de 88/89,à partir del0.01.90 a 08.02.90. (Port. N '0420/89,de 13/12/89). -·Â funcionária Tereza Corra Mareco,relativas ao TOHNAR SEM EFEITO _ À porLarla Nº 0376/89,dC' 10 de Novembro de (PorL. N9 436/89,d,! 22 de Dczerrbro de ).989). PRORROGAÇÃO - Prorrogar pam o dia 05 de Jao?i.ro de 19~0,o e!! cerramento das inscriçÔC's para o concurso Publico, de que trata o Edital Nº 002/89,de 05 de . Dezerrbro de 1989.(Port. N 0A45/89,de 22/12/89). CWCEDEH FÉRIAS RffiULAMENTARES - Ao funcionário Felix Salina,relutivas ao perio do 88/89,à pc.rtir de 01.12.89 a 30.12.89.(Port. N 2 0385/89,de 01/12/89). - Ao funcionário EzequlC'l Gonçalves,!'C'lativas período de 88/89,à po.rtir de 01.12.89.( Port. 0386/89,de ól/12/89). - Ao funcionário Policarpo Oruê,rc-lativéS ao pe r{o<lo de 88/89,à par-tlr de 01.12.89 a 30.12.89 . (Port. Nº 0387/89,de 01/12/89). - À funcionária Autilia Moraes Ossma , relativas ao período de 88/89,a purtlr de 04.12.89 .a 02.01. 90.(Port, N 0388/89,de 04/12/89). - À funcionária Odenir Centurião Gonçalv<.>s,rclatl_ vas ao período de 87/88,a partir de 04.12.89 a 02. 01.90.(Port. Nº 0389/89, de 04/12/89), - Á, fJnci.orÍárialldC'fonsa Quinhones Salina, relati vas ao período 88/89,u po.rtir de 04.12.89 a 02.01. 90.(Port. N2 0390/89,de.04/12/89.) - Ao funcionário lJeato Sali-na,relativas ao perío do de 88/89,à partir de 04.12.89 a 02.01.90.(Port. Nº 0391/89,de 04/12/S~). - À funcionária Guilherma Freitas Arce, relativas ao periodo pe 88/89,a partir de 02.01.90 a 31.01, 90.(Port. N9 0392/89,de 08/12/89). - À funcionária Emiliana_Coronel Paredes, relati - vas ao período de 88/89,à partir de 11.12.89"a 09. 01.90.(Port. N2 0393/89,de 08/12/89): - À funcionária Carmem de Almeida Turine, relati - vas ao perÍOC:o de 88/89,À partir de 01.12.89 a 30. 12.89.(Port. N? 0394/89,de 08/12/89). - À funcionárl;:l. Geralda de Souza Santc;,s,relativas ao periodo de 88/89,a partir de 01.12.89 a .·30,12. 89.(Port. N2 0395/89,de 08/12/89). . - À funcionária Claudia de Leão,relativas.ao pe, ríodo de 88/89,à partir d<.> 02.01.90 a . 31.01.90 . (Pbrt. N2 0396/89,de 08/12/89). - À funcionária Neuza r-hria Borges Barbosa.relal:_!_ período d 67/8, 1v ' . .'ü.(J ,·t. 1: u: !/,'', _ A !'!"•CiC ~ ~--', _ --2,, ., 1 i' ,V • ao pr'odo d /89, par 3,01,9O0 a 8, 02.90.(Port, 1 A22/69,d 13/12/89). fune oria :1 • • r.l.1,n l·,- "C"a = 6 Ti.e.. a 09.01.90.F. 3is+,d 13/12/8). - À nneia.ria ena· _±wr±o da ±oct, l tiv,.c.:;. o período de 8/89,partir de 10.0190 a 08.02.'JO. (Pnrl. ti' CY.2<.J/F'J,r!r l'l/1?./,}J). j fur ioriria Livr l trreir+ Louveira,rela-. i to a Gira rrrã17v.o+ O'J,01.90.(PorL. ll° 04?.'/f.l' ,<k 13/J?/tl~). _ À für.cion-:'u-la ~ -'-•''! t •lm l./J1Jvc·ir-.1,r •lr, tiva o período de 88/89,a partir de 10.01.90 'l. OU.02,90.(Port. li~ 042,·,;:-,tJ,d.' 13/12/cJ9), . _ À funcionária t-'.é.!I'i~1 ViC'M,rclaLiva:i ao pcrlo do de 87/8,à pari o T.2.89 a 09.01.90 . (Port. 1~2 0427/89,dc 13/12/89). , - funcionaria Maria Viera,relativas ao JX::rlu do de 88/89,à p::irLir de 10.01.90 a 08.02.90 . • (PorL. llº 0428/89,clc.: 1.3/12/89). - Ao funcion&rio Horeildo Chaves,relativas ao pe rído e7/ee,à p .1.G a 09.01.90. (Port. Nº 0429/89,de 14/12/89). - À funcion:Ír:1a 11ari::i RC'gino. ílodri!'UPS·, relati vas ao período do 88/89,~ p:rrtlr de 15.12.89 a 13.01.90. (Por-t. rP ()11:!0/B'l,d•· 14/12/89). "r Ao funcionário Hor~,ldo Chavé's,!'C'lativas ao~ rÍodo de 88/89,à partir de 10.01.90 a 08.02.90. • (Port. N 0A31/69,d 1'1/12/89). - À funcionária Síria Guedes Corrêa, relativ.:is ao período de 88/89,à partir de 02.01.90 a 31. 01.90.(Port. Nº. 0432/89,de 14/12/89). - Ao fJncionó.rio HC'menC'gildo Valdez, relativas ao periodo de 87/88,à partir de 15.12.89 a 13. 01. 90. (Port. Nº 0433/89 ,de 15/12/89). - Ao funcionário Valério Femandes,relativas ao p<.>rÍodo de 88/89,à partir de 18.12.89 a 16.01.90 (Port. N? 0434/89,18/12/89). - funcionária olgnda Ocampog, relativas ao pe rjodo de 87/88,à partir de 19.12.89 a 17.01.90 • (Port. N 0437/89,de 19/12/89). - Ao funcionário Simião Martlnez,relativas ao período de 88/89,à partir de 18.12.89 a 16.01.90 (Port. 1? 0438/89,de 19/12/89). - À funcionária i.-'.:iri= Barreto Lino , relativas ao período de 88/89,apartir de 02.01.90 a 31. 01.90.(Port. N? 0A39/89,de 19/l2/89). - À funcionária Tertuliana Valdez Aristiriu.IP.ho, relativas ao período qe 88/89,a partir de 02.01. 90 a 31.01.90.(Port. N 0440/89,de 19/12/89). - À funcionária Veriana Ranona Torres,relativas ao oeriodo de 88/89,à partir de 02.01.90 .. a 31. 01.90.(Port. N? 04A1/89,de 19/12/89). - À funcionária Juracy Har::ona Bc>nites Raneiro, relativas ao período de 88/89,à partir de 02.01. 90 a 31.0Í.90.(Port. N2 0442/89,de 19/12/89). - o , nP - A funcionaria Lecy Lino Leite,relativas ao riodo de 88/89,à partir de 02.01.90 a 31.01.90 • (Port. N 0443/89,de 19/12/89) . - A funcionária Iracy dos Santos.L1nô,rélativa5 -ao período de. 88/89,à pá.rt:ir de.02.01.90 a21. 01.90. (port .. N~ 0444/89,de."207..12/89) _- EDSON MEDEIROS DE MORAES: PREFEITO MUNICIPAL VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL SEGURANÇA TRANQUILIDADE CONFORTO • ÜNIBUS PIRI EXCUR iES *LINHAS PARA: BELA VISTA, PORTO MORTINHO, JARDIM,- ANTONIO JOÃO, PONTA. PORÃ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJO, AQUIDAUANA, CORUMB • NIOAOUE I BODOQUEN"A I SIDROLÃNDIA E CAMPO GRANDE •• AJE BEM, CRU Z EITO 1O VIAJE' COM SIJJ ... pn nu do de est l uc SI crc dcs raa: do r• 2 que ria ra , fob1 ta e cha des tem toda no H que fa p se a n-op lanç, ana te :i..r r r:; () ) ão Ora Os ad o d au qu c na b- AO/ I O Céu F.oi o Lir.aite Os bancos tiveram lucros fantásticos em 1989, mas estão preocupados cano que paro novos negócios, A exemplo do Bradcsco, que há três semanas a nunciou o seu maior lucro nos Últimos circo anos, dois outros bancos dos clubco dos grandes - o Itaú e o Unibnnco - divulgaram na semana passada balan ços igualmente milionôrios,O Unibanco, o quarto ma ior banco privado do pnís,exibiu um lucro líquid; de 832 milhões de cruzados novos. Em relação a 1988, esse lucro cresceu 977. reais, um salto fabuloso. O lucro do Itaú - o segundo maior do ranking - den um salto de 807, batendo a marca dos 2,8 bilhões de cruzados novos,Todos os bancos grandes tiveram um desempenho semelhante.Os lucros do Bonespa cresce ram 867, os do Bamerindos, 43%, e o Banc;o do Esta do do Rio Grande do Sul - Banrisul - bateu o maior recorde de sua história com um lucro que engordou 2317..Esses números demonstram que 1989, o ano cm que o país amargou a maior inflação da sua histó ria representou uma excelente, fartíssima- safra pa rn o setor, 11 Foi renlmentc um Ótimo ano", brindava" na Última quinta-feira o diretor-presidente do Itaú, José Cnrlos Mornes Abreu. Em qualquer lugar do mundo, uma empresa que dobre seu lucro de um outro para outro pode servis ta como um fenômeno.O que explica e boa parteofn chaço dos lucros dos bancos é a inflação.Os gran= dcs bancos, que têm r.,~itos clientes e servem de n g, termediários no pagamento de muitas contas, lucra; 1toda vez que algum dinheiro estaciona alguns dias nos seus cofres - nesse período, o banco aplica o dinheiro no over e ganha.O jogo é fácil, exiate s<?m que os bancos tenham culpa no processo,mas nad a da preocupando os próprios banquetrosEles sabem que, se a inflação cai, seus lucros desabam na :esna Proporção - por isso, na semana passada, lanços eram vistos com cuidado entre os próprios ~anqueiros."'amos ter que npcrtar o cinto c2s0 a in(lac;êio despenque", avaliava na semana passada o o vicc-prasldentc do Unibanco, Carlos Alberto Frc derico, "tsse jogo está SI! esgotando", concordã Moraes Abreu, do ltaú. Os próprios banqueiros não querem mais sor ver dinheiro da ln(lacão. O que ~lcs desejam é rc tornar no seu ·1clho -;crviço, o de captar ~<?curso~ no mercado para financ lnr bons negócios .. "Banquei ro não é especulador", d!zia na semana passada o presidente do llamcrindus, José Edu,1rclo de Andrade Vieirn. "Estamos prontos para emprestar assim que a inflnçno baixar." :,(~o é só lloncrindus que está se armando parn retomnr os negócios nOTmnis. O ·Banespa Já ten tudo pronto para oferecer, a par tir do próximo mês, um novo produto aos seus cli entes, as cadernetas de poupançn. Até ngora,o Rn ncspa estava forn desse merendo, que, numa situa cio normal, é n maior fonte de cnptnçno do sist"c mn bnncãrio .. O banco quer tnmbém ampliar neste a no os seus empréstimos, que cm 1989 cresceram ape nas 207. "O nosso pro_ieto é esquecer o vice-presi dente do Bancspn, Saulo Rodrigues.. - Ao □enos tempo que a inflação atuava a seu fa vor, muitos ancos trataram de suar a camisa para gnrantir o futuro de maneira segura. O Bamerindus abriu 309 agências no ano passado. Se resolvesse participar da inauguração de todas elas, Andrade Vieirn, o seu presidente, gastaria quase todos os r.cus dins de tnthal.ho só nisso .. O Itnú deu uma ta cada diferente: apostou e ganhar velocidade. G ano passado, o 1taú gnst-0u 200 milhões dcdõlares, ura bolada respeitável, na copra de computadores e na automação de suas a@nc!as. Hoje, o banco tem cpncldade para processar diariamente 4 milhões de cheques - quase o dohro do número de cheques que transita pelo Bradesco,o cnmpeiio dos bancos privados. Brasil Novo da, e .. ri ll t ,, saques de » ·o [ae são, alfás e vezetros.Grelo que contra a deordem é necessário opor-e a disciplina, !s preventI vamente do que para restabelecer a ordem, A maforía depositou con'Ianç em Co 1 lor e gora é necessário ter pacf@ncfa e dar tempo de organ! - zar-e a nova estrutura governamental, enxugar a burocracia, extinguir as mordomias, Iniciar o rio so combate à Inflação, renegociar a d{vida eterna e acertar a Interna, ccombater duramente a sonega - ;ão , Icentivar o desenvolvimento erador de empre gos tanto no campo como nas cidades, gerador de a lImento farto e acessível. Mas par tudo isso é ne cessárto um mínimo de se!s meses, quando um pacto social entre o governo o~ pol!tlcos, o comérclo,a indústrin,os nindicntos e os representantes das co munidades sentarem mesa, acertarem com boa von tade, o que é o melhor pora o Brnsil.Queo quer que fosse o vencedor isto deveria ser feito,emborn muJ to di'!cil para n Frente Popular de Lulu, que, e tremista, iria querer impor a moratória, o calote total, o arrocho salarial que só combate quando na oposição. llresser Peretra,nuoa entrevistei à TV,dis se que um economista do ?T reconheceu que anunclan o aumento dos salários para os trabalhadores ape - nas para fins eleitorais. De qualquer maneira, fcliznente Deus mostrou ser brasileiro e niio aquele das CEBs e dos teólogos da libertação; este Deus Verdadeiro nos deu como pre sidente um homem íntegro e combativo de quem, todo o Brasil poderá orgulhar-se.E assún cooo caiu o mu rode Berlio e estiio caindo todos os governos comu nistas da cortina de erro, aqui tabêm não se er gueu o Muro de Brnsflin que Lula iria levantar, re trógrado e ultrapassado. É preciso que são Paulo - escolha um governador à altura de Collor e não se dê chance a tentativa de ressurreição do PT. E ainda teremos as eleições para deputados e se nadores, sendo oue a previsão será a renovaçio de 907 dos atuais representantes. O povo não acredita mais nos que fizeram uma Constituição inexequível e demagógica. ~asuís~o protetores de cartórios e oordomias estão enxertados e a tendência estatizan te imposta pelos esquerdistas totalitários aicda - predomina. Ela terá que ser revista e reformada pe los futuros representantes do povo Brasileiro. - José C. Ferraz Salles. Para os países da América Latina e Ca ribe, entre eles o Drasil, não parece ter chegado a hora de se proclamar o fim das i t• deologias. O sopro de liberdade que areja o mundo comunista não tem sido suficiente ara abrandar por esta paragens a dicoto ia esquerda-direita,que em determinados .omentos assoma com enorme grau de. radicular! ;ão, como ocorreu durante a campanha elei- oral no Brasil, particularmente na propa anda do segundo turno de eleições para es olha do Presidente da República. A uni.ao 'as esquerdas foi clara e declarada,enquan o as correntes liberais e de centro, nas uais está· incluida a elite de duvidosa cul ra, que só pensa em levar vant.êlgc>r.i -~1:1 ··;f 1 ô o que faz, sendo, por isso mesro, urn::i ~ te oportunista, ,que foi incapaz de seu r para garantir por antecipação a derro a do candidato das esquerdas .. Enquanto isso, a concentração das es derdas facilitou o radicalismo, dificultou o debate em torno· dos grandes problemas ~ Pai~, tornando irnpossivel a ad'lllnistra ao dos conflitos da sociedade nacional, ora e no futuro próximo. A ideologização os prcblemas brasileiros permanece. viva e adical. Ela se acentuou ainda mais em tor do velho contraste entre capital e tra lho, mui.to bem explorado pelas esquerdas, quanto o candidato à 2residente da Repu- lica tido como conservador, nµma atitude fanti', renega o apoio do empresariado , no se fosse possivel governar o Pais sem le. • As esquerdas sabem que mesmo que che rsem ao poder _pelo voto r,ão podcriai.1 fa r uma 'renoluçao socialista, porque a is se ope c grosso da sociedade.As esque JS são suficientemente inteligentes para o ter: tarem algo acima das ., forças to tcas e da sua capacidade de organi.:a.,;ao <le mcissas. s-, chegassem ao poder, pelo v~ to, procurariam isolar o segmento mais re trõgrado da sociedade,os grandes latifun diários, que se opõ_em à re-forma agrária e às demais reformas q/no Brasil estão a trasadas pelo menos trinta anos.Ocorre, no entanto,q/no Brasil é muitodificil en contrar-se um latifundiário puro ou um dustrial puro.Um e outro são, ao mesmo tempo, industrial e lati~undiário e vice -versa.Esse fenômeno não raro é encontra do,trunbém,entre empresários de grandepÕr te -dos setores do comérci-o ou de serviços. Assim, esse dualismo das grandes for tunas brasileiras tem ajudado a impedir - ou pelo menos ter retardado as reformas ele q.ic o Pa:'.s precisa, para acelerar o ri! 1:10 do seu desenvolvDtlento econômico e so cial,de forma global e intearada. ,, Lu:li Ferrcfrn J,ina, é jornaÍistn e diretor da Agência Planalto d Artigos e Notícias. ~M='~-wi~- .,::cuu::,J<A..._:7 ~· 4d.rtu cu»s uno •'ir {1,R4 04ui! ? i ,,__ ' ! $@} • ~ í • ~ fx ; L . ,~ iii..&:~ --- .. .. · .. . .. •• ' ar. ar ai la.nas. Por elite devemos entender nao os que tenham mais recursos, ·mas sim os que tenham, por seu mai ore melhor conhecimento, maior capacidade para dirigir, para cocandar. Quando, M iniciativa pri vada, em qualquer tipo de erpresa,mesmo as de 2- bito familiar,se procura eficácia e desenvolvimen to, sempre se alcança esses objetivos cercê do co:: mando dos que sejam mais competentes e melhor pre parnãos p-ara as funções. - No campo da política, cesco em se consideran do que, às vezes,o processo eleitoral é mais sujei to à cmpolgação dos que sejam melhor atores e nã realmente os mais capazes,qunse se::pre o povo, na sua soberania;pe1..o- menos procura,acravés do voto, chegar iiquele qu~•-,:,elhor possa dirigir o MunicÍp.!_ o,o Estado, a ~ação. , eleiçio de Fernando Collor de Mello parece ter sido a opção por aquele que castrava ser mais competente.Sendo claro q.ue um percentual conside ãvel e temor pelas idéias sectãrias e atrasadas no terpo e no espaço, professadas pelo candidato da Frente Bras!l Popular,ainda que se devn, fazen do Justiça co Lula, lembrar que foi considerável a sua participação na complementação dotprocesso· de transição e,além do oais,uma extraordinária de i,ons tração de.-:iocráti cn do Brasil, apresentando eo mo ccir.didato à Presi~êncía da República e quase gnnhand~uo metalúrgico,um operário,um líder sindi cnl .. Pois essa foi, sem dúvida, a Última oportuni: dade q/se concedeu às elites brasileiras p/que e- las mostrem,na prática.terem essa copetencta e , ais do q/isso,a sensibilidade necessária p/enten der q/o Brasil precisa cudar,devc mudar p/que nãÕ naufrague de vez e no venha a se inserir,e def; nitivo,no mundo catastrófico dos países atrasados. Ferr.nndo CoUor de '.·felto deveria atcnt:ir,p.u:1 essa ;eaiidade.E realizar uma administração de cu primento das promessas eleitorais,notada:ente de dedica;o iregral causa da libertação do Bras'! do prcblz::as que fã se.ornara permanentes. Paulo Planet Buarque, é presidente do Tribu nal de Contas do Município de São Paulo e colaboia dor da Agência Planalto. - 1 iionu ri <@fM%% " /7U/ U»%: "F 9ata. e 'pceoaçãc ê1fj %:7- fá l] ·h,e.e»d a. o.o.no» J)( -) A PA l•H{)110VC-:ASFJ 15 J /' O GHÊIHO J:llPC:RT[VO UiHiO,qi,t' Lrrn cc,mo pr.::_ . • . , ' - DIA: 17/02/90 eí sldcnt.t• o St'C1'<'lr1rio de Edt..c..c_;iío e Cullu- LOG/L:GRf.rUC; P. H. ra,ELDER BASSO,foi ccnsarado Campeão da Estará ,c » a acontecendo nas dependenc ias Taça lklu Vi::iL.1 89,rnvrc·cld: .. menLc. do G!&MJO PEDRO RUl·Ill0,dli1 l'/ do c.orrt'n.v Todas as equi per; da Lio prticiparam de; ~g,o grande concurso HAII/HA DO APA, nurn,, te rand torneio organizado pela nossa romoção da ASPJMS(Associação dos Servido Ll13c,qu<' L<'rn como prc-sidcnLe O Sr,ROBERTO es do Poder Judieirio de Mato Grosso do OCARIZ DE SOUZA ROSA(CHIPA 92),que vem de Sul-Srcional ürln VisLn). envolvendo ano ótimo trata!no, a""},"", A Produção do ·vento rica a cargo d pelo seu incansável secretário,Sr. M EURÍPEDES MAMEDE. 'DUENDE ART' S E PUBLICIDAl>E, quo prorne te J"lOr- trar uma super produção com coreografias chocantes. • O troféu para a Rainha é uma cortrsln da CONFECÇÕES EDUARDO(NABHAN) e para o S<'- BELAVISTÃO 89 gundo lugar é ofrrtado prlos promotores do Do Belavistão participaram quatro eguipes: eve"nto. Q .. Grêmio Esport.ivo União,Fluminense,Palmei- AM STUDIO FOTOGRÁFICO ofertará um li!.! rase AABB. do BOOCK para a 1a colocada. Na decisão ficaram GrêmLo e Fluminense p~ Contamos com Apolô da REDE BELAVISTE~ ra decidir o granáe título.Foi vitorioso SE DE JORNAIS,na pessoa do brilhante jorn~ o Grêmio,qu<' venceu o Fluminense por qua- lista IVALDO PEREIRA. troa três(4X3),numa grande partida. Também a PREFEITURA MUNICIPAL E HOTEL O troféu para o campeão do Belavistão foi POUSADA DA FRONTEIRA. 1 gentilmente oferecido pelo S~.LUIZ CARLOS, Abalxo,um close de algumas concorren- representante da BRAHVISTA - Distribuido- tesa· este grande~título. ra dos Produtos BRAHMA; ÇA BELA VISTA H!J. Os troféis de 19,2° o 3° lugar,ccmo tum - bérn do melhor artilh<:>lro foram ofertados pela LIGA. :rcDdVê:439·1190 58 tg 5sS±. à oú..f:a. ;t'fÍ" J d?u.a:cltntôtz.i.o João, 450 dv'f C lm • , JO O troféu para o Vice-Campeão foi ofertado pelo nosso dinâmico vereador DR. SIDNEY NUNES LEI'rE, um homem de grande valor, que vem incentivando hà muito tempo o nosso esporte C' lazer,contribuindo assim para o desenvolvimento geral do seu povo e da sua querida Bela Vista. ARTILHEIROS Vila Maior •·2 Neguinho(Brahvista) 1 LÚdio Ossunu 1 +➔+++++++++➔++++ R<:>n""to 2 Jucelinc 1 ! E N $Visite a 'Tulipa para ttas .,ttue chcgcr2m. '! ''VAMOS PEESERVAR E _CUL'rIVAR O A todos que participaram destes maravilho sos torneios,fica aqui o nosso carinho e admiração,porque o que vale é competir e participar dos eventos da nossa TERRA. "UM POVO SÓ SE TORNA GRANDE E INDEPENDEN TE,QUANDO TEM SUA ARTE,SEU ESPORTE E SUA CULTURA PRESERVADA". 9erigrefie.-.- CECÍLIA MORAES,estará ministrando dentro de poucos dias,um maravilhoso Curso de SE RIGRAFIA E ARTES GRÁFICAS,para crianças carentes.As vagas serão limitadas,· e as inscrições estão abertas no Centro de Ati vidades com a Sr LOURDES. O professor deste curso é este seu colu - nista,pr-oprietário da DUENDE ART'S. Este curso profissionalizante ensinará a arfe de imprimtr em superfícies planas e . cilíndricas .. Como imprimir camisetas,adesivos,cartÕes, cartazes,convites,lembrancinhas,etiquetas, Loalhas de plástico,panfletos,troféus,ch~ veiros,circuito impresso,etc ... Será o melhor curso jamais ministrado nes ta cidade. O PRONAV/LBA conta com apoio da PRiFEITU RA MUNICIPAL' para levar adiante esta bri lhante iniciativa que desenvolverá nossas crianças que são o futuro da nossa cidade e do nosso querido BRASIL. +++++++++++++++++++++++++++++++++-++++++++++ e e ~ e ! GENTE FINA t • : '3e_g, -1A 1 ~ - + --- --- 01€ W-Ué tp ss,:± } Fol um dcscornunal prazer ter conh<?cidot A Floricultura Tulipa <:>stá numÍnovo ende +pessoalmente o nosso dignissimo Juiz de! reço para melhor atdnder a sua clientela." {rei to,DR: '/ILSON DERTELLI e ESPOSA. t Agora está ao lado da UDR, na Rua Antônio t Pessoas f'ini sslmas, educadas e hospi ta-:1'. João. ' leiras, que sabem receber rbito bem os a-l ver as bonitas plan- kmigos em sua residência. { + - + + Ao casal.desejo milhoes de felicidadE>st PIZZARIA• SERVIÇO A LA CARTE E CC= {paz e Aleria. 41 MERCI • a. ! ? ±AL. AV. TEODORO SATIVA 1.339 ++++++++++%+++++++++++++++++++++++++++++++raia-e VERDE" A ALIA -lo lat.reza DeS ARIA file Shoa. HONDA - YAMAHA - AGRALE - - - - - - R: Barão do Diamantina, B: Baixada Corinthíana BELA VISTA - MS INDUSTRIA E ccMÉRCIO DE MADEIRAS EM GERAL lo , n 7aç LTA /- •• ?ed1 ov ni , ibi um ESPECIALIZADA EM PALLES E DORMENTES PARA FERROVIAS. RUA DA REPÚBLIÇA, 401 - FONES(067l439-1016 439-1296 'IEI.ÉX 67-4336 F<:!.A VISTA-MATO GROSSO 00 SUL ran já 'i( s• ESPECIALIZADA EM CONCERTOS DE GELADEIRA FREEZERS,. CONDICIONADORES DE AR BALCÕES E ELETRO-DOM.ÉSTICOS. , GUIMARÃES RUA DA REPÚBLICA, 1820 - ao 1ado JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA FONE:(067)439-11 BELA VIS'.I'A .:_ MS Jll.í,/ 'lf ;,'PJ INDIC-10 O·R • PROF ISS DESDOBRAMENTOS NA POLÍTICA JIRDINENSE Parece-nos que a isào do Senador son Barbosa Mar- de abandonar o e ingressar no (Tucanos) tam provocará vári esdobrarnentos na itica jardinense. Todos os politi- ligados à Wil , em Jardim, de ão acompanhá-lo, f im como os car ~(/ de confianca de nhados pelos sistas"·em nos idade e região ião ser coloca a disposição do • Economia Brasileira CNVMI CIVI E CMINA RUA 15 DE NOV.MO NO 50° TELEFONE, 439 - 132 DELA VISTA - MATO ROsO DO U:. .,. Governador Marcolo Hi randa. 'l'arnbém os car gos ocupados por cor religionários(e ami= gos) dos Deputados Da cha, Otsubo e Jona than, os três sairam do PHDB. Resta saber qual será o posicionamento do Prefeito Joelson, dos vereadores do par tido e de outras li= derancas municipais, exemplos de Ernando Martins Barbosa, Er nestina Grubert e ou tros. - (Na foto o Sena dor Wilson Martins). Após observar que vêm ocorrendo sensí veIs alterações no cor por Lumen to da 1•cc,r10- ic,..-------------------"" «...,,.....,._, mia brasileiraau nos 111 ti mos anos a:v:cciou estagnação e até mes mo rC'cessao ú n flacfonária sce:d tcs, o deputnao Jorge Arbagc(PDS-PA) chegou à conclusão de que o efeti vo combate ao fe nômeno da inflação s~ é possiv.el combinand~ se o aumento da produ1------------------------~ - -- çao com a preservaçao do poden aquisitivo dos· trabalhadores. O parlamentar dis se, ainda, que apes_ar de ser :favor-áve]. à eli minação de_.subsÍdios~ porque defende as te ses de livre mercado, baseada na concorrên- cia e na não interfe trando nos terrenos rência do Estado,acha&=---------~---------~=--=-~ conquistados por De que os subsídios não de, mas e bom lem- devem ser retirados de brar as palavras de uma só vez,mas sim de um vereador jardi - nense: "Estou com O forma gradual,progres Henrique Dedé,minha siva ou por etapas, a família e meus aini- fim de não criar impac gos também, pois e- tos violentos sobre as le é uma pessoa nos taxas de inflação. sa, do povo, chega em sua casa e vai to Segundo o parlamen Rua: Dr. Ary Coelho de Oliveira, 480 mar terere - com voc~e tar, retirar o subsi- Centro - Fone: 251 - 1849 ,. nos fundos. do quin- dio da farinha de tri y - Município de Jardim - S A tal. E: povo". go e do pao significa e--~------------~-=--====-'-,..,; Enfim, estamos em transferir para a po- ~ ','.•Y fevereiro e os pro- -pulação de menor It] @/0G4DA palados' fatos novos • l } [s} l' que e t · 1 da os pesados bonus da l.i- is2;;", rearda, ou sJa_. co vEN aN rxoro cRwr partir de janeiro,es o subsidio ao pao,dis tão ocorrendo. - tribui-se entre toda t DEPUTADOS a IS a [1J OlVI Z~l:Ll I>fll'Xô'l'O n~inF:!''I' CflO/M0 14 '1!l CLINICA CERA E TNTAINTO DT CANM, ATENDE+ 0O HORA MlRCJDA, RUA I4 DE MAIO 710 FONE 251 - 1151 JJllDIM - }IS Escritírio hrili NELSON CHAGAS ADVOGADO OA - 2,491 - l FONES 251 - 1721 - ESCRITÓRIO .• 251 1712 - RODNCIA ESCRITÕRIOt RUA T, 7ERNARDE - 826. RZIDNCIM AV. CTL. CAI6ÃO N0 657 JARDIM ·- MATO GROEIBO 00 SU!, Outra questão que coloca no momento respeito de quem iará quem para De ado Estadual. Os eadores Odilon do o, Vital, Alcir e eno, segundo in ações, apoiam o A utado Dedé, que, • D vavelmente, apoi~ Pedro Pedrossian Governo do Estado. não se descarta a ibilidade de sur l um "fato novo"-:- ramos que em Jar g já se lancaram ã1 E) ídatos a Deputa- Dep. Henrique Dedé. stadual o ex-Pre so sem falar no métli to Pires e o ex-v co Alberto Rondon -; dor Luiz Ribas.Is que também está pen~ 1 t Collqr de Mello vai acabar com a Espe cuJação Financeira Advocacia TTMAR DA TIVA DURA ITALO FRANCISCO STEFANINI A D V o o A e o e =====-= Presidente eleito ndo Collor de Mel ujas v!Lgens à vã pafses da Éuropã ·obtendo sucesso e nquistondo a confi .zhl dos europeus nas J . nc1alidodes do. Bra 1 .o,> com isto atraindÕ 2' [os investimentos, na u que acabará com açao na primeira na de seu Gover - ryNos primeiros 100 a inflação baixará 10% ao mês" ,o que quase um milagre, hoje a perspectiva que chegue nos 70 cento em fevereiro. ollor áfirmou taxo ente que os recur para colocar n eco brasileira em or virá dos mais ri - É aquele velho n a, tirar muito de tem muito, pouco uem tem pouco e na da, muito pelo contrá rio, dar a quem não ten nada. à sociedade o custo A D V O G A D A = = = = = ::: = = CÍVEL AGRÃRIO CRIMINAIS RUA 10 DE MAIO , 341. FONE: 251-1451 CEP: 79.240 , /' JARDIM MATO GROSSO DO SUL'. '':. desse alimento básico, muitas vezes,Único na mesa dt> milhões de bra sileiros.Dessa manei Da, declarou que IaO reouraers errarrraro..a] podia concordar [ g4d a tal decisão, sobretu- rtfi voga,('l'.10 do porque o momento, W~ IÜl. .r de elevada inflação, l , DR, SlLVM)OR T,OUREillO deve ser utilizado pa ra a adoção de medi das que consolidem a possibilidade de vitÓ ria sobre a inflação~ nunca para exarcebá la. ' Collor de llcllo. O Presidente eleito cri ticou a concentração de riquezas nas mãos de uma elite privilegiada (o que é verdáde), e a desen freada especulação finan ceira em detrimento a a tividade produtiva .. Collor quer ver os em presários investindo, r@ formando, ampliando, ge rando empregos, para is to é preciso acabar com esta· malfadada e crimino sa polÍtica de juros assas sinos e terminar com . a vagabundagem provoca - da pelos investimentos no over, etc., etc. Concordamos, no Bra sil ninguém quer • mais trabnlhár, pois o traba lho para os. adeptos da inflação alta, nao get:a l!! cros. LFTA 'E ABSINR OAB/MS , 3.369 CIC - 029.875.191 - 20 ESCRITÓRIOi RUA 1O DE MAIO, 341 FONE1 251 - 1451 RESIDENCIAi RUA OLAVO DILAC, 146 COllAn,- FONE: 251 - 1410. JARDIM - NTO GROO DO 'L REMUNERAÇÃO D Os Ministros do Es tado do próximo gover no terão o va1or de suas remunerações fi xados em valores cqui valentes queles gos aos administrado res do Poder Judicia rlo, segundo propõe , em projeto de dereto legislativo, o deput do Manoel Mor ira(P:DB ·P).Dc acordo com i proposição, o valor#ié6mo sendo a so equivalente a.30 de ma dos valores per setembro dei98g g cebidos a qualquer rta de cs é,i7ô..{tal6.á roosts.a ad4st34o2.nas eg penas xccuta as dia ms 11dices. adota-: rias.eajudas-ce-cus dos para os servi.do to. - res da União. - Na justificativa O projeto veda a o parla:tentar obser ir.cluso de outras vou que seu pro; to src+tas ao c&puto é idêntico a ouro pera! da /remunera es,teflnlndo a mes NISIRO presentado pelo _ :.dor J. assri.lo. JORNAL, 'TRI BUMA DA FPONTEIRA ELA VI'TA JESSICA KARINE Filha do Sqto Vidal e Marlene, come morou com parentes e amigos seu lo aninho no dia 03pp. A festa preparada pelos pais da anivernariante foi linda com muito som e alegria proporcionando às crianças. Jés sica Karine ora só risos nessa noite. Fe licidados à fofinha Jéssica e aos papais, parabéns pela bonita festa. • Bolo de chocolate, assim como as :or tas foi foi ta por Maísa Escobar Azevedo. l decoração levou a griffc de Ana Regina Sá. MÓ 0 "Parabéns à voei" entre brigadeiros, olho no sogra quo estavam sendo servidos as meninas ganharam uma Tiara onfeitada com enormes flores coloridas o saquinhos surpresa para todos as crianças. NISCIMENTO Vânia Escobar Azevedo a mamãe mais feliz da semana: é que na noite do dia 06 de fevereiro, nasceu o garotão Guilherme. Felicidades e muita saúd.e é o que deseja mos ao babyl Traficália Foi o nome da Decoração do aniversã - rio de Maíra, que comemorou seu 50 aninho no dia 03pp, porém nasceu no dia 27/01. A colorida papagaia assim.dizia: Muitas mamães com seus lindos pimpo lhos anotei: Leila Miranda FigueirÓ,Eloi sa Moraes, Iara, Leda Nunes, Jacira Pi nheiro, ,Tane Rondon, Diva Lino, Eliza Za carias, Rernadete Rondon, Neire Simões Madu Nunes, Fátima Pinheiro, Professora ~andra, Durvalina Qpucidar (a filha India - ra está se tornando uma linda mocinha). Flagrante Do aniversário de Maíra. MARIANO TAGARELA COMO NUNCA, A PAPAGAIA NÃO ESQUE CE DE NINGUÉM. - CONVIDA TODOS PARA A FESTA DE MA!RA. Local: Rotary Clube Data : 03/02/90 Horário: 19:30 ,, A MRA DE. Doces e a parede tinham na decoração em cores vibrantes muitos animais, frutas e árvores,tu feito em papel crepom e isopor. NA ENTRADA A cesta para os presentes e uma mesa com balas e algodão doce. NO TETO, AO CENTRO Muitos balões coloridos e nas pare - des balões amarelo· e laranja davam um vi sual muito lindo. AOS CONVIDADOS I Foram servidas deliciosas Tortás de batata e -Torta frla de camarão, além ,, do tradicional cachorro quente, refrigeran - tes, cerveja, wisky e um carrinho de pico les que estáva sempre rodeado de "fregue ses". "TILIM" - Filmou toda a festa, minuciosamente organizada pelos papais corujas Miguel e Heith Delvalles, assim como registrou os momentos de alegria de Maíra e seus convi dados o fotógrafo Altair. que os p cantavam rarabêns à você" p Decreto n· 14/90, GABINETE no PREFEITO EM 19 JANEIRO DE 1.990. EDSON MEDEIROS DE MORAES,Pr to Municipal de Rela Vista Esta! Mato Grosso do Sul,usando das At ões que lhe são conferidas e de do c/o disposto em Artigo 120 de complementar n 07 de 20 de Nove del.981. DECRETA: APTICOIO) - nos termos da Lei Mu pal n" 830/89, artigo l ~ fica aber crédito adicional suplementar no v de NCZ$ 10.000, 00 (Cento quarentt cruzados novos a ser des1fnado nas guintes Dotações Orçamentárias 02.00 EXECUTIVO 02.01 - GABINETE DO PREFEITO 3 .132 - Outros serviços e Encar • •••• ••••··· .40.000,00 2.08 - SECRETARIA DE VIAÇÃO E O E SERVIÇOS PUBLICOS 3.120 - ater1a1 de Consumo .... . . . . . . . . .. .. . 50.000,00 3.131 - Remuneração serviços Pes is ••••............. 30.000,00 02.09 - SECRETARIA DE DESENVOLVI TO ECONOICO 3.131 - Remuneração serviços Pes is 20.000,00 SOMA •••.......... 140.000,00 ARTIGO 2°) - para cobertura do pr Fe crédito suplementar fo! cance a importância de NCZ$ 140.000,00 to quarenta mil cruzados novos) seguintes Dotações Orçamentariai 02.00 - EXECUTIVO 02.08 - SECRETARIA DE VIACÃO E Q -· E SERVIÇOS PUBLicos·· . 4. 110 - Obras e Instalações .... • ·......... 140. ººº·ºº SOMA••........... 140.00,00 ARTIGO 39) -- Este Decreto entra: vigor na pata de sua public.acão gadas as dÚ!posiçÕes ec contr3• BELA VISTA-MS, 19 DE JANEIRO ·EDSON MEDEIROS DE MO " Prefeito Municipal FUNDAÇÃO ROT Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº980_03_02_1990 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº982_17_02_1990 Voltar para a lista de itens