TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1031_06_04_1991 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1031_06_04_1991Número da edição1031Data de publicação6 de abril de 1991Número de páginas10GeoCoordenada -22.116177147210607 , -56.5336492545465 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1031_06_04_1991 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Clm:. aro • BP.LA VISTA MA'l'O GROSSO DO SUL N0:1.031 - AN0:20 ·06/04/91 DIRETOR IIBSPONSÃVIlL: lVAl,DO PI.REI RA Cr$ !JO, no "rei, ti" 'es, fJ , e!# c5 ' zec:: ,telrel . + ui tr:' ±:s" e" e (l:Y .-e '' $ 4· '+f· eatt" IRROMBIDO No Último dia 24/03,nA 10:30 horns, foi detido e preso cm flagrante no Res taurnnte 11 Pnnch<" Alegre"~ nestn cidnde, o elemento de nome João Apnrecido Fn chinl Ferreiro Pereirn brnsileiro, cnsndo, sem profissão definido, filho de José Aparecido dos San ' tos e de Emllia Ferreira Pereiro, nntural de Pontn Porâ-KS., nnscido cm 10/ 12/60, residente à rua Ru'in Nu, nQ 1.528, nn ci dade de Pedro Juan Cnbnl= lero, República do Para guai. Na noite do din 23, sa bado o citado elemento ar rombou a residêncln de propriedade do Sr. Victor Baroldo Lino, situado n Ruo Deputado Hnrio Van Den Bosch, de ondr. furtou dl'crsos jóias e outros objetos, tendo entrado na l João Aparecido F11chJni Ferreira Pereira ESO EM FL casa após conseguir ti - ccr, dirigindo-se até o rnr o aparelho de ar Rcst~urnntc "Pnacho Ale condicionado de um dos gre", na sr.-!da da chia - quartos. Após o furto o de, onde encontrava-se - nrrombador ocultou-se - tranquilamente tomando à ccrvcjn e aguardando o Õ nibus para Campo Grande quando foi detido pelo~ Condições para a Polícia Trabalhar num matagal próximo Ponte soôre o Rio Apa de onde saiu ao amanhe- Prcs.da Câmara Ver. Jorge de Souza Rosa r.ente da Polícia Cl·11 0- 1 h·eira Nicanor da Cunha pelo Soldado YH Milton e Carvalho, sendo teste munha o Sr. Odew1r Lopes r.arbosa. João Aparecido possui J:"lSSagec pela Polícia do Y:unicÍpio de Jnrdic, tam t,ém por furto. No noite 'o dia 23 o elemento h,1- ,·ia aind:, lm·adJdo m.1iR - trêR res!df!ncL,,:; r.ct nosaa ·~OOLnJ_º !_,!s_oo c_09 __, Cachito quer revisão e -vistoria da rede elétrica C Presidente do Càmarn Xunicipal dr Bela ViRtn , Jorse de Souza Rosa, dis se que hã poucos dias rec.!:_ beu Ofício do Dr. João Ba tisra Pereira - Coordena= dor Geral de Planejamento Finanças e Adm.inistracàn da Secretaria de Seguron ca PÜblica, informando que esse Õrgào está estu dando a possibilidade de en•iar uma ·intura pnra fl destacamento da Polícia Militar de nossa cidade. O Vereador apresentou indicacào, no sentido de que "não seja estudada a Possibilidade, que seja t'osol'ido de imediato o Problema, pois o po,·o be la'istense estã intronqui ln, apesar da bon 'Ontadc de nossa Pol{cin, tanto n !'li como A Polcla Civ11 - tst~o sem condicÕes de a t@:ndcr o po,·o, nõo temos tiaturas, equipnmento e Ptec:isamos., também, de Rafor efetivo policial". dios. Lembramos, também, de mudanças, o Governo Foi oportuna a lembran que n nossa PolÍcin está PRECISA e DEVE pagar me Ca do Vereador, haja is- se portando eficientemen lhor os nossos poli - ta as inúmeras·ocorrênci- t;e, mas precisa de cond,!_ c!nis, ch·is e militares, as policiais doA últimos çÕcs pnta melhoràr ainda •SO assim poderemos ter esns, com assaltos, mor- ma.is n segurança dos ci- bons profissiClnais a ser O Vereador Marcos E tos e tentafvas de homicÍ dadÕos. E neste quadro ,·ico da segurançR do•po,·o. lias da Cruz está "preocu Integrar;ão Comera em (Casa ##± pa. mento de que alguns Vc - ciso dnr condicÕes dig - O exemplo começa em readoreS ,·ataram contr.:i nas para aquele povo vi- "Casn" .. Vi•emos num.A ci- o empréstimo de ciiquinas ·e:- e proctuzir, sem iStC dnde situada na faixn de para a Prcfeirura {Muni- nõo há razão de ser para fronteira, se não conse- cipalidnd de Bella Vis a chamada refora agrá - guiniios esta integracào ta (Paraguai) sendo que ria. nqui, entre duns cidn - estn fornrceria o cC'lmbus RefC'lrm« r1g·rária si:n, des, onde br;:isileiros e t!Yel. - mas criação de ía,·elas paraguaios estão ligados Acreditamos que hou,·e rurais não. atê. por laços famil~ares, mal entendido, e isto se Na sessão dn Câmara - então cstn ntegracção en ri esclarecido, pois os }1unicipal. desta se.rnann , tre os pa.íses do Cone nossos vereadores sao Marcos solicitou no Prc- Sul será mais uma p!ada conscientes e sabe do feitC'I n construi;Õo dP u- dns Rcpúblic:bs d(s Bnn_.'.1-· mome:ito histf'rico que es ma casna para o Professor tos fendo. que 'eciona no Assenta - menta e o atendimPntn ~~ dico-odontolÕgico pcl; menos uma vez por sccuma. Se isto não for poss{yel, que o médico e um dcntls ta ·isifali o ltSS<"ntacrnt; de dez rm dez dias. Se a preocupação do Go'ernador "edro Pedros sian com a ENERSUL é re lattva a auditoria par! ver como, onde e por que a empresa deve tanto, em nossa cidade o Vereador Carlos Alberto Ocáriz (Dr. Cachito) falando cm nome do povo, solicitou que se faça o mnis bre,·e possÍ'el uma 'lstoria e re'isio da rede elêtrica que serve (serve?) o Y.u nidpio. Eis as pala,·ras do Ve readorna Cãmara Munici= pal: •"A situação da ener - gia elétrica de nossa ci dadc é de tal fora pre- ç-Íria que jâ se tornou tema de piadas. As lumi nárias pÜblicns na sua maioria estão queimadas e/ou quebradas; nrs ruas ~scuras já propiciam o a parecimento de vadios e ladrões. A instabilidaée dn corrente ê um tonnen éo para os proprietários de eletrodomésticos. A qualquer sinal de nu,·em que: prenuncie chu,·n, já VER e e id,,dc " Corn tn:nbrm nu - tor do roubo refd@ncIa do Sr. José Gor!bnldl da Rosa Neto, ocn-rrJdo mê_s de dezrmhro do ano passndo,dc o'lde foram fur tados dos revólveres,uma :u:Íqulnn fotográf icu, um n parelho de no e uc.1 - 11 guaJac.J". Ao que tudo in dica o "ar:tlgo do alheio 11 - ,· 1sita,·11 periodlcamente n cidade pnra praticar seus nn d@nc ias "e,colidas" para seun furtos. Dentro do poss!,·Pl a Ptefeüura Municipal de Bela Vista e não só a Prefeitura: mas, também, ªª entidades, clubes, em Prcsiirios dc'em colabo - ta ' B t com as autoridades de •lla Vista (Paraguai). E v 1 Ce-,•crsa. Afinal, a pn- """Ta de orde agora é in n:&raçao. Temos quatro n- hs Para preparnr o cnrni hho, provar que nós, sul ~ricanos, temos condi - s culturais, políticas econôtcas para criar o nonso Merca~o Comum (Mer ou1) exemplo da Euro- nas. Com auitn surpresa, n tê com certa decepção,E conheci = m,·ur.os, llll(A.os MORT~S A TIROS DB GROSSO CALIBRE - CRIME NA VILA COHAB CHOCOU A COMUNIDADE BBLAVISTBNSB l furtos,nuldo loo e seu Ida parn outras lo cal idades levando o pro duto de eu, roubo,,0 e lemento encontra-te na coa dd11 pÜl>lJc .. dr lldil Vfc:t,i, a diposcio da Justiça.O Delepado lo:,é E.a lruundo - Pinto l'ilhn inlnrr.,nu ?i r portnr;e□que estio edo Invetiadas ainda a prtI cIpação de alguns ele±n tons aqui em nossa cLda de,ao que tudo lr.,Hc., n nr rombador não har {a ido fiOL: !nho, pofsderorvstra to tnl c-onhcclmcnto <l:1a rc:..l_ l-b.rcns Ell;is Rio:; d .. r: Cru;,: Solicitou, nlcdn, que SPnsibiHze o Go,·err.~ co Estado para u atendimen to permanente aos asse- I / /. ficamos sem luz, com cor nimn ntenç~o. tes que não raro attnge A situação é caótica marcas de record de doze e li chegou ao II!t> to horas sem energia, co - lerivel. !ão podemos crei gra,·es prejuízos a todos cer e desenvolver sem um e,· principalmente ao co- servico de enerin al mércio. A pontualidade e tura de nossas ecessida presteza do serYiçn só é des e do ,·n lcir p::.~o p,:, : obsen·adé na cobrança e- los usuários. ficientP. de altos valo - Contundo co::::: o no·:o res, inclusive da taxa espírito de rudança e de ilumina cão pblica. realização da nova adi Reiteradas as reclamaces nistração, enians nova da taxa de fluinação - rente nosso deseperado ter sido feitns e endere pelo e aguardaros ars!o cadas à Empresa,sem a mT sos a soluc.iio". m - [iifif , [f Lr..J [1LJ E# tados"dando condiçe a ra os aeses zraalhr e produzirem a!g. PRDRO PBDRRJ~ . l ~-------------~ª - 03 1 ~ 1 ±: REIBERTU REU IRÍ P O Prefeito de Porto tf.,rLJnlio, lleltor t!irnndn dos Santos, esteve com o Prcfcltn Uroz Halo discu tindo a renllzaçiio de um encontro que deverá reu - ntr, em Dourados, os prc [e[to de regtoes com ca poe1dndc para cxportaçio dc produtos, quando será nnalisnda u viubilldade - clu rent_ivuciio do porto (luvlol de Hurtlnho, A es colhu de Dourados, segun-: do Heitor Miranda, deve - se no fato do município - ser o mais importante po lo desta região, com fac! lidades para envolver pre feitos, deputados, sccre-: tórios de Estado e mun1ci pais, e lideranças polit! cns nesse projeto. DE P EITO. TO FLUVIIL M DOURDDOS 1 ir o! tt l e. ] • I C ol o e1 o! t4 cc as i,; <j t-l CH a d a d t Tratado prevê fim das barreiras tarifárias cn - tre Brasil, Paraguai, Uru guai e Argentina atê 1995 Assunção - O presiden te Fernando Collor apro = veitou a cerimônia de as sinatura do Tratado de As sunçao, que criou o Mercõ" do Comum do Cone Sul (Mer cosul), para anunciar õ" suspensão da cobrança do Adicional de Frete para n Recuperação da Marinha Mercante (AFPRN) sobre produtos importados da Ar gentina, Paraguai e Uru-: uai. A consequência ime diata da suspensão e are duçào do preço dos prod tos importados dos parcet ros brasileiros no Merco sul. O gesto foi entendi do como uma dcmonstrnçâo concreta do desejo de se promover a integraçaÕ pre vista pelo tratado. - Collor e os presidcn - tes Luiz Lacalle (do Ur ~uoi), Andrés Rodriguez - e c f 3t d 4p ln la r ±n' :lo' _P 10 LINHAS PARA: r 1 llffll'Olt ►ltnANDA - l'RIWl!ITO UE fuRl'O HÜK'.flNIKJ Conforme informocões do prefeito visitante , outroE•·encontros já fo - ram realizados para ana lisar as viabilidades técnicas e econômicas da reativocào do porto, que foi fundado há mais de um século visando aten - * REPRODUZIDO DE "O FSTAOO DE SÃO PAULO" * (Paraguai) e Carlos Me - nem (Argentina) celebra ram a assinatura do Tra tado de Assunção com as mãos dadas e braços er - guidos. O acordo prevê a eliminação das barreiras para circulação de bens, mercadorias e pessoas en tre os quatro países ate 1995. Até 31 de dezembro de 1994, as tarifas alfande gãrias dos produtos ven= didos entre os quatro países sofrerão redução de 7Z por trimestre. Em julho, 47% dos produtos do comércio regional jÓ terão uma redução pro gressiva em suas tarifas Até janeiro de 1995, ca da País terá uma lista - limitada de produtos so bre os quais a tarifa zc ro não incidirá. Para - guai e Uruguai, cm razão das peculiaridades de sa as economias, ainda pode râo manter uma lista re duzida de produtos até Das várias inciativas do governo Co11or, ur.:a se destaca pe ln lmport;mcio ecc1_;Ô:Jica·polftlca no nível internacional: - Lrediata aproximação cor os países da Aérlca Lat{na a core · çar pelos vlzint20s do Cone, Sul. No quadro atual de crescente - abertura derocritfca dos pulses europeus e dos novos cG"os • de alianças, Inpoe-se tarbé ao Bras!l acompanhar o estímulo • da nova política de couidades, nu rundo que não pode e raio sabe,mais conceber a v!da Isolada de países ou grupos fechados de n.1çoes. A un Lao dos Esta dos europeus é o gr.1nde r.ode lo e de saffo para_os denals continentes. A abertura para a democracLi e a ex.pertencia. que deu certo no pós-guerra, cor.:o exigência !n terno da Europa, ras tarbém externa. k redlda que a Europa sê" rcunlfl.ca, ta.:ibern se. nbrc nos outr~s continentes, desde que ha Ja una correspondente derocratfzaçao dos países coo eleiçÕes livres, pluripartidarismo .respeito e garantia dos dlreltos - fundaoentnls da pessos humana e do cidadão, enfi.J!, de::ocrn. - cfa cfetlvn._e concreta, e nao apenas na letra das constitui - 0s. Para nos, brasllelros, nero sceprc é fácil entender os significados_da un!ffcação européia: esta:os ligados apenas te nuaente a patrta portuguesa; não pertencer:os no r:n.mdo (!e fali esp~nhola (a secunda ::ator 1 ngua do mundo!), o que nos afasta e nao nos Identifica totalrente co a Aérlca Latina; não rece beos todas as_Informações sobre as atividades Internas da co cuntdade 1 turopeia, oas tao-soziente notícLas Jornat!sticos de atos pol tices externos; talvez só no nível dipl0:':tá.t1co 05 ór goos governai::enta.1s tenho..~ inforr:açôes burocráticas e depart.a· "tal!zadas dos atos coun!tártos europeus. Parece que nos • ;#{2,";",$?? ,""si_ge +tvt =eresi&±si, <«e=ts,,e d Per d1plorãtfco, para propfc!ar o desenvolvi " cento e w::i.n. cultura c~un1tar1a". Sentl.cos que há de se a - pli~r o vohme e as especies de informações para que 4 pol!tl ,7?_novo soverno inttuegte todos os e:::-c:a:::centes da nação bra 2,1,["·_"eJa na o=preensão go fenGeo d confedera;i ,es - .sta os uropeus • seja na visão Lnt d proxt.C!ação pol!ttc.:i 1 - erna a abertura e alor a cil ra ouito em re açao nos países vizinhos. Se é difÍ· êi,'k.vi,, "render o stsntiag 4 untrteasie.eurs ih#±e±#; :$± rir«ires +rsss. », '5;";"", +galar ·s ·vetes barreiras fIslcas aboli.ãe nst!tut!vos, a derrubada da a tnstttut;i do passa],"? !!ente das trotetras ±Isca!s) d± (a ECY e sobretudo a _.";"": a 4strutcão de ua só e O Mercado Comum do Co- conâmico) dever-ão ter to dotada uma política co - trial, fiscal, monetà cao dessas conquistas (cenos «, .uropa 92, cor a_concretiza " ne Sul (Mercosul), que modo todas as inicio.ti :- m~rcial comum com rela - rio, cambial e de servi- Uc !ato novo vc.io reforça a roeda que se.ra nte o ano 2000). pre_vl! a eliminação total- coo a terceiros (países ços financeiros. fracasso do Muro de e{ 8 conquistas da Europa Unido: o d b . vos para que ele possa - nao membros do Merco~ul), * Quanto aos impostos, Leste Europc~ !rata-•e d e o fia: das 11.cútaçÕes políticos do as arreiros alfandega - vigorar oficialmente a hem como a coordenacao - taxa ou outros tributos- vi4ias s5 ázá c,,,"{2"aurar a Euros tradíe!os1, 4t rins no comércio entre o partir de 12 de janeiro- de 2osicões em fóruns e- internos, todos os produ judlcando o progresso dá co! ea osts5 araste+, r Drasil, Argentina, Parn - de 1995. conomicos, comerciais , tos originarios_de um Es e que teve co.:::o f 3t. 0 Qji 1 e: n reapro.xicaçno dos povos, gua! e Uruguai até 1995., .-. regionais e internactona tado-mebro terão os més E!s por que s relutá_;;;"}j; a_dtvtzio do ovo ale=io _· * A func;ao principal- is. - mos benef.Ícios nos dema ses, e a lideranç:a assU:iida 1 s Fst:idos, eo C!lt=nos de dez...,! estabelece sete pontos.· - do Mercosul será a de _ * Políticas macroeco- is territÕrios. ropeu se constituem na pia nova Alccanha no contexto eu principais. consolidar a livre circu nQmicas e setoriais deve * O Mercosul ficará _ d euréia, s:é «- ?"??"S'? de irreversfí1is@e ás st&+- Até 31 de dezembro _ 1 - - roo ser coordenadas en aberto para a entrada de sw, adesao a Co::unldade Par •, cujos países Ja pleiteara.:, - acao de bens e serviços tre os Estados-membros. trata, po!s, de era ut6','Roa latino-aer!canos, não se - de 1994, os quatro países entre os pa~se,; nlcmbros. * Out:.ras polítiças co qualquer país ou grupo - ra a isuai e=aeipaé5'{E"a4záve1, as catnho cerre.g que integram O Mercosul - * Será criado um im _ ordenadas abrangerao o de países da América La- co da Countdade Latino-A-, ."la e aperfctçoaento deocritl (riome oficial do blnco e- comercio exterior e os tina. tte deonstrar o 6vt.[cana. A_expertêncta _européta per° T -----;--;:::;;;--;::;--;::;------P0- 6 ~t·-º-""_·t_c_'=_o_~c~o~m-u __ m_e_a_-_.:_s~etores ngrícola, indus- •••1:nr•••• .... ••••u:u,, ee.nte cst.'l~elG se. n;3Õ 5 ~ unf:~~~tc nao h.1ver.i p.:i[!ies econtr.!"1C.,! Carlos Aurc t lo M. de Souza. - ta%ã. zeíro d$f . ~ ·- - ~ ~§URAlfÇA,.::....TRANQUILIDADE - CONFOIUQ Bela Vista, Porto Murtinho, Jardim, Àntonio João, Ponta Porã, Bonito, Gula Lopes da Laguna, Meracaju, Aquldauana, Corumb~: Nioaque, Bodoquena, Sldrolân - dia e Cmpo Grande, A . ONIBUS PARA EXCURSSÕES -----=._r -= VIAJE BEM, VIAJE C A ffüJlEIRO J0E.ISO' PEIXOTO - PREFEITO DE. J RD der AS exportações da Cia, Mate Laranjeira principal interessada nesse canal para o trans porte da produção da épÕ ca. Existe~ vários orga= nismos internacionais em pcnhados na ampliação de projetos e utilização de MU:S lilf:NTF. - FF.RNAIIOO COU.OR janeiro de 1996. A por - tir daí, todo o comêrcio na região estará livre - de qualquer barreira al fandegária. Essas metas começam a ser cumpridas 30 dias a pós a ratificação do Tra tado de Assunção pelo L~ EDSON HORMES - PREFEITO DE. - lilffJ:vffi hidrovios, entre as qua is a ALADE (Associação - Latino-Americana de De - aenvolvimento), de Monte vidé,, que Já neocta f? nanciamentos Junto aÕ Uanco Interamericnno (Bird) para esses inves timentos. gislativo de pelo menos três dos quatro países . Conforme dados do Itama raty, cm 1990 o Brasil - exportou para seus par - ceiros do Mercosul cerca de US$ l,3 bilhão e im - portou US$ l,9 bilhão. A Argentina apresentou ex portações de USS 1,6 bi lhão e importações de USS 900 milhões. A balan ça uruguaia indicou US$ 9?0 milhões de exporta - çoes e US$ 550 milhoes - de importações. O comér cio do Paraguai foi o ma is equilibrado: exporta= çÕes de US$ 380 milhÕes contra importações de USS 368 milhões. O Merco sul representa um merca do de consumo de aproxi madamente 190 milhoes de pessoas. O Tratado de As sunção está aberto à ade sao de outros países da Associnçao Int~ramerica na de Integraçao (Aladi). Chile e Colombia já mos traram interesse em fa - zer parte do acordo. E - ventuais pedidos serão a nalisados pelos países= fundadores do Mercosul - depgis de cinco anos de vigcncia do atual tratado. Atuoln.ente, n n.dorla das exportações com o escoan•cn lO da produç,io - regional, quando não é feita por via terrestre, passa pelo porto de Para naguã. Segundo Heitor MI ronda, no encontro de Dourados - que provavel mente ser~ realizado nn primeira quinzena de A - brll - os Municípios par ticipantes terão oportu= nidndc de conhecer os re sultados de recente estu do que comprova a viabi lidade de reativação do porto, por onde poderão sair mais de 800 mil to neladas da.produção da região. O encontro de Doura - dos vai envolver lideran as de todo o Estado e en part!culnr da3 rc - Iões de Maracaju, Ponta Porii; S ldroliind i,,1, Nio11- quc, Antonio Joôo, Ilelo Vistn, Guia Lopes, Jar - d!m, Cnrncol, Anastácio, Bonito, Dodoqurnn, Dois lrmiios, Arnl Moreira , além de Porto l!urtinho ~ Dourados que já se mal festaram Interessados no idêin. "Entendemos que é poss!vel reativar o por to principalmente agorn que o pa!s se nbrc novo mente às exportações. t isso que queremos diecu tirem Dourados, buscao: do a inclusão do porto - de Murtinho nesse proje to", di,;se Heitor Miran da dos Santos. LIÇÕES DE U IDADE PARA A AL 1 '._::- . . -=° .,_ i s ;- :.:; Dpt 4 pos! CARLOS AlJRtLIO MOTA DE SOUZA JOHN/L TIUDUNl lll 1-'RONT!:Ifü 6 DE A DE 19 lft!:_ i ui 5y;+ 4;:2+ ,Di: s, !u l; at ;:--· heitor!.:: SERVI(()' .. PÔâii(ô' · FEDERAL f INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL 1 ---------- RO PED E o 11,~Pf.lOi: PA l<LC:[!TA FLOl:IIAI, Cl lll.l.A VISTA ESTAIJO bE )!Ai!) C?IJSSO rio 5ll, :10 u•o ~- .... , •. atrtu!sões faz d1vular una sIntee da INSIRÇlO MO'ATIVA '! 19, de 22.01,91, que prova formular[os para declaras,ao de rendimentos do Htl'OS1'0 DE RENA PESSOA F!SIC para o Eaerfeio - de 1991, no qu. al destaca os #euintes pontos principais: l- A declaraçig do I!POSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA eri entre»ue até 21.05.91; 2- A rede bancaria esta autorizada a receber as declarações das pessoas fffcas na perlodo de 22 OJ: AURII, À 27 DE MAIO DE 1991; ' l· A declaração apresentada fora de prazo com Impostos a paar; a muita deverá ser paga ocas1ao da entrepa da decolara,ao; l.• A declaração de rendimentos con restitutção entregue 'fora do prazo, o valor h multa cerâ dedulld,J da lroportimcl.a a prr rer.tltulda; • • • 5· Quando o valor do lr.ipd:.to a ser restltu[do íor inferior ao dn r::.ult.1, a d1íctcnc;a 1,erá ubJet<l. de noti flc.1çâoi " Çi • 6- 0 trnldu f1nal do tmpàsto o png.nr poderá ser pavor até 06(efs) quotas Igal, rensais e sueg svas, observado o segufntet a)-m·nhuma quota , S<';~ infrrior será pago de uma ô vez; l>)·n pricelra quota ou 'luotn Únlc.a será paga até 27 DE MAIO DE 1?91; 7· O IU}or de cada quota será ncrcsc:ido de encargo calculado co base na TRD desde 0 dc rc.1ro de 1991, ot.é o dia onterlor ao do pa~Mcnto. 8- fica dispensada a Juntndn ô declaração dos conprovantes de rendirentos aprovados pela Inrtru çÕo Nonnativn RF nQ 01, de 08 de Jnneiro de 1991. IRJ-' El1 UEI.A VISTA(HS, 02 OE AERIL DE 1991 ROQUE JOAQUUI PAES - RESP. P/EKPEDIEHE O 1N~PETOR DA RECEITA FEDERAL EH BELA VISTA, ESTADO OE t!ATO GROSSO 00 SUL, no uso de suas atribulçoeR legais e com a f1nolidnde de prestar orientação nos contribuintes deste Jurisdição, iníomo quanto da obrlgotorlednde d:1 apresentação d.:i dcc larução de rendirentos do lXPOSTO OE RE1''D, PESSOA. FlSlCA par., o corrente exerckio: Er.t~ obrigado ,1 o.prescntnr' dcclnraçiio de Tl'ndlmentos o contribuinte que, em relação ao de 1990, se enquadrar ern qualquer d,1s situações a sc.-guir: n)- Recebeu rcndfQcntos tributiivcls de uma ou mnls fontes pa&ndoros, cuja scn:1 !oi supt•rlor CrS 500.000,00, b)- Recetcu rendlTJcntos iscntoe, não tributáveis ou tributado~ exclustvru:::entc na fonte, cuja- soa foI superior o CrS 2.000.000,00. e)- Apurou g,,nho dP capital nd nllenoçiio de bens ou direitos sujeito a incldêncln do kposto. d)- Efetuou operações cm bolsos de valores, de mercadorias, de futuros e assere]hadas, e)- Teve o posse ou proprledade de {cóvels rurais cujas nreas ultrap:assnram, no conjunto 1.000 todos os aspectos, O assassinatos ocorri - dos cm nossa cidade , quando duas famílias foram marcadas pela violência. Não vamos entrar no mérito da questão, abominamos a violência sob todos - os aspectos, não en tendemos o porquê de não manter cm nossa re,,•- cidade, nos meios re- ' ligiosos, grupos de familias bem estrutu- . -· radas orientando Ou- tr. arar«do Eribrto de_orai tras famílias, que nc, 1UX> ccssitam de orienta ::- lou a respeito, che- __ ISSO J..: ~1 1 110 ~.!lt; ções e de exemplos. gou ª nossa cidade c/ São e:..1>•,•;0<;, prc- Talvez, cm deter- bastante entusiasmo ' cisamoi; d• J., 'JHJRI - minados momentos,o ho quere nd º colaborar pa AS, de EVL~1 ~ CULTU - ra as mudanças que se ano mem se julgue abando- e • . RAIS, pai o t» ulur, nado ' sem saída' a- • azcm nccessar ias' o dos, vida '1, c•,munl- a cassado, e não consi- ricntou, esclareceu' dade, tud~ i~►o e • • t mas até agora nada muito mai.. Forjando ga raciocinar corre a foi feito, na PRÃ'l'ICI mente, aí então estes jovens puro de 1dói gestos de loucura. O para AJUDIR os nossos as e de id ~•~, va: homem não nasce vio- jovens. mos ERRJDT.Ci; a vio E o leitor pergun - lento, a sociedade é- taria? - lcncia, no F~f'JRO. O que o torna violento. que ~e fe7 í rLc de ! fácil criticar, mui ,ia Mas O que pode- todo um cor,le/4~O. lndiv!dual:icnte to fácil, o difícil e ser feito ? Pensem nisto. Dê uma idéia. d 1989 d entender, compreender PEDPDSSJA"I r r n e e ose· e através do entendi- - Neste jornal fa , _J.:I .:.~I~__Q menta, modificar. Não lamas ª respeito da FI DA UlL'CllfA CUII C/IH criação de uma GUARDA cabe a nós julgarmos, HOS OFJCJAJS mas esta sociedade e- MUNICIPAL - parece- goísta, falsa, cheia- nos que um vereador - O uso r.~ carros - de máscaras, cria os reivi nd icouª sua im- oficiais oarõ :.ins - seus próprios meios - plantação - e es t á in particulares acabou. de destruição. Sempre serida na Lei Orgáni=- A determinação do oo a todo instante, em ca Municipal - fala - vernador Pedro Pe ·- no uso de suas ntrlbuiçÕes,rcso.!. - mos também da criação d algum lugar, ha al- de uma GUARDA MIRIM' 'rossian, publicada- guém que está preci - no Diário Oficial na 1- Prorrogar, até o din 15 de malo de 1991, o pr.:azo para entrega da declaraçio de rcndir.:cntos sando de uma mão ami que seria integrada - semana pi!Sf::Jda, cc:r.c das ressoas Jur[dicns tribut:id,1s com base no lucro presuoido ou .Jrbltrado, rclntivn ao e- ga, e nem sempre estã por jovens de 10 a 15 çou a ser cu:nnridu. -; xcrdcio financeiro de 1991, pcrlodo-base encerrado eo ll dc,dczer:ibro de 990. anos t • ... 1.1 Fico prorrogado, paca o dln 15 de abril de 1991, o prezo paro o pagamento da prirelra quo mao aparece para aju- , - es .es Jovens - Todos os veículo:: do .siso«ris is.p rs s reri@@ • is sr+tj,j in « @e vos +«i is [dar, mas sim, ara a- ,jt?""i;{2;e'i Estado estão sendo - ] de 15 de dezcr:bro de 1988, devidas pelas pessoas jur{dicas de que trata este itco. tirar pedras. Todos _ nL cadastrados e: sua 1.2 Pcmanecem Inalterados os prazos !ixndos para o pago.:tcnto das dc."l:lais 'iUOtf!S do !oposto e nas firmas e e C it .... do contrlbu!çiio social. _ nós somos culpados, e s r o- utilização será con- 2- Prorrogar até o dla 31 de raio de 1991, o prn.zo para entrega do decl.lraçao de rcndú:lentos estamos cansados de rios de nossa cidade- tralada pelo Departa das pesso~s Jurldlcas tributadas com base no lucro real, relativo ao e.xerc!clo flnancelro- dizer isto, .pelo mun- (meio expediente), eg +ento de Tranorte- de 1991, perlodo-bnsc encerrado en )l de dezrbro de 1990. • cola e O que é mais d i d id I do que estamos Cri·an- ' ' " Q_Fi'ci'al - --~-o. Secrr._, 2.1 A prorro~nçÕo de que t::r.itn este itea nao abrnngc o pn~o:::ento o oposto, ev o pc as pes- . JJ ,ons juridlcas, que devcr.i ser recolhido co observância dos prazos previstos nn legisla - do, ainda é tempo pa- .importante, aprende - tários e à1.r~tores -= çã.o co visor vencendo-se o prlmeirn quota ou quota unic.1 m JO de nbrll de 1991. ra se mudar, é preci- riam a viver e:n comu- de autarauias não te 2,2 A pe:sso.:i JurÍdlcn obrlgado no recolhlltento do ic~sto eo doze po.rcclns devera paar a par- nidade Conheci· ui jo - d d 1,, 1 1 BTI< ,,, apenas que às ho- • m rãa mais carro::; o'-o cel.1 rclotlv:1 ao mcs de abril sob o foma e duo ec o, p c o r e s o va or, eo. nueero de ,· vem que desde cedo a = _ Flscnl, do duodêcii:io do.r::es de earço, cultipllcado P4?r CrS 126,8621 e ncresddo de encarso roens (e mulheres) pos- Poder Publico. calculado coro bnse nas TRD, desde 0 de fevereiro ate a data anterior a do pagamento. suam um pouco mais de prendel a trabalhar , Foram r'2colhido::;- 2.2.1 _ A pessoa jur{dlc.i que j:i houver apurado o seu lucro real podera calcular o duodecieo, a foi engraxate o-Ffice ser paso 00 ce, de abril, tocando por base o soldo do IJ:posto devi~o. RELIGIOSIDADE, vejam b d d ' l ~ . ao pátio co Detran - 2.J Para as dce.:1.ls pessoas jurldicas, todas as parcelas a sere pagas serao calculadas con ba- bem, RELIGIOSIDADE, e oy, ven e or, ivrel. Departarnenc.o Estac!u- se no imposto devido. , _ não RELIGIÃO _ para _ ro, jornalista e hoje al de Trânsito _ 27 '< ).. Fica m.intido O prazo de recolhlcento dn contr1buiçno social, de que trnt..1 a. Lei n<.:? 7.689, é'dono de jornal de 15 de dezembro de 1988, ben coo do Irposto de renda retido na fonte sobre o lucro il- entender que nós so- • veículos, ~'-'L _,crvi- nuldo, de que trota o nrt.· 3S da Le:i n9 7. 7ll, de 22 de deze..obro de 1988, devldos pelns - mos um um corpo uma Outro jovem co:ne- am aos ó=1c..õ:~ o, Übli- 1 ' ' ' çou a sua vida como - pcssonn Juddlcas tributados pelo lucro rcn • - humanidade, e que os cos estaC.1,.;ais r:C::t e; 3.1 Fea mantido o prazo de rccolhicento do contribuiçao social, de que trata a Lcint' 7.689 de fatos se unem como u- camelô,hoje é dono de de a C • D - 15.12.88, devida pelas lcro-epresas e socied:,dcs civl:. de que trata a D.Lei ng 2,397, de ma teia de aranha. •·m estacões de televi- n élpJ. .... a ... - c~ce 21 de dc2.C!llbro de 1987. v - _ total, 19, r.c - ½::===================SOT=AR=º=====================~1to de violência não- sao. Ha muitos exem - nhuna co::C::.~·.:0 :1.., r é um ato isolado, ele plos.E para tudo há uso, serão leilods ra JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA HA 20 ANOS COM VOCE! está ligado a todos - um começo. dentro de 3 dias t-----------------------------------------1os atos que ocorrem - CUJ3ES Depois de id..:r.ti:ic na comunidade. dos os ca=rcs reter= O mundo esti ca- Os clubes de nos- naro aos se:s ór d rente de AJo!OR, UNIÃO, sa cidade (Gremio, AA gãos de origer .. , res ENTENDIMENTO, COMPRE- BB, Belavistense, -ses peitando i1 nccessiã.:: ENSÃO; e hã um tempo- senta, etc...) podem de de caC depara - para tudo sim, até pa e devem, exercer um rnento do Go••ci-r.o. o ra entender que o ES Papel de destaque na excedente, secu.~êo e PORTE é fator de u- formação de nossos jo secretár:~ dc,Ad~i nião, de companheiris vens, promovendo even nistração, s~rgio mo, e não fator de de tos esportivo, cursos Bonfim, ~~ rá cesti::c, suniões, brigas e mor de natação, atletis - do a seguran;a, s.::ú= tes. Nós acreditamos=- mo, encaminhando os de e ao ~ctor de :is ,::i que esse estado de jovens para as práti- calização da Secrct~ coisas poderã ser mo- cas esportivas. Aos ria da Fazer.da. Aoc= dificado, desde que ."violentos" - cursos sar àe ai:;.cl.3 r.:3.o ~i:: como prega o ROTARY, de artes marciais, cu por de nnero, ne - ESTENDEMOS AS MÃOS,ab nalizando esta "vio - rr.esrno da •ro :: de dicando do EGOISMO e iência" para o beo , carros de :::..:::,,::lo, 0 da canalhice dos aco- quando encontramos um secretário ,.àj -1.nto _ modados. jovem forte, que gos- de Adnini tração só PAR. LEIBRAH ta de da.r murros, co- Carlos Osc·o: I.ooes loquemos em sua fren- acredita oue h~Ve~ú te um saco de areia-e uma substin::ial eco deixemos-o esrnurar es nomia àc co~Jstí _ te saco.até fura-lo • vel. "Na primeira Parece brincadeira • tas de congraçamento, - - · semana ac Govc:::-no o mas não é o País da. "as nao e, pois·a priconsuo de corpusti id@ias riieas. e- [;%,]?es mareia-vi ei 5.+aor ds bateu-se tanto o ESTA educa o JO- consumido na <~j~na TUTO DO MENOR E DO {i Vem. Conhecemos cam- que antecedeu a pos DOLESCENTE - 0 se- P:oes de karate que se do gon:rn dor- Pe nhor promotor de Jus:- são educados, respei- drossian, nesro com • . ,;adores !'?.lnt.egrados - todos os "'n., •os - t1ca, Dr. Eriberto,fa á comunidade. 'Aprendglicos " Y}; P! s en greve . a CrS L..l.40,00 e o ir.rposto de t.itor inferior a CrS 8.8 ·0,00 c)-as quotan ncgulntcs vcncl!riio do di.o.•25 (vinte e cinco) de cada mes; por ha. ()- No caso de at i ! idade rura 1: - O r.iontonte de sua pnrtidlpação nas receitas brutas do.s iOOveis explorados co pnrccria ou condom[nio, otu.,Hzado for superior D CrS S.000.000,00. - Teve excesso de lnves.tlmento constante da declaração relativa ao ano-base Je compens,1r co:t o resultado da ativld.ido rural de!ltc C.X<'rc!cto. - Deseje compensar prejuízos de ano--bose ontcriorc!'I. O contribuinte, rcesmo não se enquadroódÓ e qualquer das situações acira, deve nprcscntJr dccl.1raçâo de rcndlr.:entos paro receber o restituiçao de !oposto a que tiver direito. !RF EH BELA VISTA, OJ DE ABR?L DE 1991 ROQUE JOAQUIM PAES - RESP, P/EXPEDIDó'IE O lNSPETOR DA RECEITA FEDERAL E11 BELA VISTA, ESTADO DE f!ATO GROSSO 00 Sl:L, no uso de suas a trlbuiçõcs legais faz DIVULGAR a Intera de Instrução Noratlva n? 20, de 26.03.91, publicada no 0.0.L'. de 27 seguinte., a qual dlspoe sobre a prorrogaçno do prazo p,u.o. entr-egn de declora - çÕcs de rcndi~cntos do !oposto de Renda Pesso.1 Juddicn: O DIRETOR DO OF.PARTA.'!Eh'l'O DA RECEITA FEDERAL - S1/BSI!Tu'l'O, 1 LA!LNIATL Lamentável, sob r,,m ,, Ja.:: iplinara c;c1, Lr.1n .... ;, ado ·! ENIR IA IN RIOI. 1 _<.,(l)[J:' Nem é p ci o di zer o qu, o ;,1 o! e.·· sores pou ;ao 'aze • pcln:1 JO'.' te; profe c:i:;ur:io _ ncrado:; 1:11 DIA) Prego Produtos } Agropecuários % .,, '/ / ? } / $ ~; / / " SAL , RAcAo SBMBNTES, n A CASA DO PRODUTOR RORAL " ROA MARIO VAN FONE (D67) BELA VISTA DEN BOSCH, 528 439-1391 VASCINAS, ETC ... VISITE - NOS MATO GROSSO DO SUL Este é o País dos debates, dos discur - sos bonitos, das fes- sam ter TE'ULI0A Dr. e 51:GU.1, 'i ;A p a·il ensinar. s. «nu.inar - PAR/ l. VJ !'/. e BJ-;LI VJSTI - MITO GRO3SO 00 SUL - JORNAL 'TRIUNA DhF""F"h" , ··----- A e o n t e ceu n a Caserna untar 4 01:00 de ·?, fto , segunda-fera, te estava "tudo 0'5 DE 18iUI, D!: 1991 opfot « o wirero onv·rJor t, orlo, va o:. contar 1 ,11 ,,.,Jl•. 1 I! D All._r, t.l..1 lmlr.r;iiu do SlôtP"• , concorrendo com dol s outro.'.. • candidatos olé!o eleitoral n•r1u1-ido i._ col 110 nnt f ~•1, C.Otl!O· n· vê ... ) caterla a mim condu ,t r ao QC do l Exêrcl to o Slo an vencedor, em o!Ído rC::'.S - Fste pi«ódio defxa de lado posta que deveria estar datflo o efxo berna'o-Mato (Grosso rafado e ao{nada desde iba do ul p'do: fanterente no Jlo':B rlo no nnal do txpcd1l•nte, (rt! 0in Aamtu}a, vez que se passa ando oente a decisão do Cat o I! MC à pua en que li ser otre o S1opa vencedor, 9 vfa o lu• •1 l ••·•ll fr.r.tro lcn'-!nte- que oci,rr,!rln no cníé da manha 1 Ito Mquis terelra, hoje se de 2e felra, no horário especI rtirfo particular do Presiden 1 de 05;30 horas, tanto para , •• J 1 1L Iro«d oo á o (ol ÓÔ r.omts:i~o coro pnro o próprio .. i l'' ,ld••ml· (,t•lM·l. Coronel Jor-é Cockceirn Lop~s. f 1u2 era nt do lQ llCC , t::rnn:; e duzentas outrn~ mi- na Avenfda ira«il, em Bonsuces" nücfns tinham sido ''holndn9 11 - to, 110 !:lo d" Jrmclro, o Coro .. Jwlo Coronr-1 Codccelr;1 na nol- • 1 JcPH~ C:od1•c.:dn, l.oJll'fl, vlndo te de r.e.xta {!Dr.t viibndo e ti - ,10 r:ttm· onae !orn lnntrutor - nhm:i uma razao de oert a rensa ~'ºi nov,· nno-=, o que ícr. do i - gera urgcntinnlna de~cmlnava - 111,,t.re 11llttur, vnlc dizer,• um que cada O do I Exercito te .. 1 e. v• lnt1;u 1liivt•l na arte do ria que dar entrada de seu S)2_ ''t.t.tudo de ttltu.1çóes 11 , gnm até os 12 horas, no Minls- ?lm1u<•lc.- ,mo, :mlversnrlel R térlo do Guerrn (onde ficavi1 o + de Mar,o, e un do:nlngo. e.m I Exército), dnqurle sÃbodo. pena torre de lllt1 Sheman, d(' • Não soube, Jarnnis, o motivo :lllh' qlh' n~o ire delx.1 esquecer pelo qual 0 Cul Codece1ra rc - / holt1çÕo r,fixln~ do Ccl Codccel r.olveu adiar pnrn segunda-fel: r.1, a frosa ! Cla de Bnrros , ra (rnadnigada d~ segunda, e fnn.1d~1 N·d1:,ntt• rodízio de do· bem verdade) o cumprimento de (,.;. c:nrro., k t.o:o,;lJ..1te de cadn .. deternlnnçúo ct11anada do .Caoos! una das três Clas do Q0,, du " ssimo Gen 0svino mas presumo rante toos os dfas do ano, fo.:!_ que o ilustre militar tentou - «e dfa ante, donIngo ou feria- preservar de uma atltudc con - do volr., r. o l C.xcrc1to "º! .. tradltÓrl.:i os cnslnnccntos que Idos de o2, era ua prontidao .. cotldlannrJcnte trnnsnltta n conrtant ·, o ftJ~ não tHicr de seus oficinls segundo os qun - t-Un 1m - Olvtn;o Dllndadn'! ls, ''na nrte de dnr ordens, o ~:o c1! :i,tno do!1 O(lclnl:,, 0 tempo é O r.ielhor conselhclro". Tu, Uott.n .t:1:dsLla pc-ln TV R nas O Ccl Codcccirn tinha - lll'.'l ,,xl!JJ,ii.r, th• sou !dolo, 0 nlguns trunfos e lL"..'l deles era rd.t..r Jot rr? 1 qunndo chego o cst!!_ de que eu devcrl.1 fazer cntrc feta i saa procura coro oficI - ga da resposta contendo o Slo .11-<lc-dl·,, cow t•cnsnget1 urgcn - gam num cajor do I Exercito , tlasloa, a1;;lnod.1 pelo Ccn. Os- seu ex-aluno na ECEME e lnclu vino i"crrclr;1 Alves, ait do 1 slvc. Jii contactado pelo ccstre Cx ~ rei to• e que, por su,1 conta e risco , tra una sexta-feira e, colo 41ongara o prazo telcfonlcarne!!. end,1 o p,1r dC'H ,1contecloentos - te sollcltado. na qualidade de Superior de A case mesco >tajor (para ha Jln, inc:i--:icL:i:-,,~ tclefonlcn?r:cn- ver O integral consclêncin dê Lt• o Cnt'"L•r.: cu"l r<'sidéncla cm que tudo correra conforme o Copa abana, para vê-lo en pes - conbinado) cu 1 o portador dn soa, uma hora depois, no H? ICC, r.:ensngem eCJ moos, deveria per lnlciar : li 11t!v1dode lntclcctu a! preferida: o estudo de situa çao. rena:en nos era a rim ... .10 Botto) dc teor desconheci do vez que e r,1 dlrigido confl - dC'nci.1lrt•ntc :10 Ct:do e, n.ssl.n , o.ente no sábado vim tonar co- nhecimento de seu texto ao ver Interaate de uma comisso- para suerir u Slogan para o 111 ncc. Ju:·:.~1 .ente co::i um :apl tio, vfüvo que :orava no quar - tcl. de nc.n: C.lpe Ferreiro, e L1is o S.1b Cnt, Tcn Ccl Roseny l.cltc do ,=:ar.11 Coutinho. Le", 1 t.rr,.untF>I e rt-c ... L.i u .. ,, rcs - posta altante tranquilizadora pois, (nrt·ndo p:.irt..: d.1 Ca!"tis~itO de S1onm (tIrel terceiro e ul- l tr,o tu: r) pm1 ·rln /1Labt1r "so brando'' nlg.o pura rIn coo dt - ria una personagem do Jo Soares, - Dla ao Cel Codecelra que não se preocupe. De fato, passa mos o sibado e domino aprecfan do todos o!I Slogan:; re,wetldos - e rie hóuvrr c.1dcfn paro al g@én, não será por motfvo de quebra de prazo, A curlosid~de nuncu foi o rcu (rnco cos aquela z.urorc<"n - dente revelação merecia de mi " nhn parte uma "conduta de comba te" e ossl111, o 1t.r1ls dlploi::ntlc!,!_ mente possível, Indauek,: - Existe posslbllldod•. de ,;obrnr t...J pnrte para aluem , llnJor7 - O Hajor respondeu que ''nn dn ncs~c sentido i!lnda estava - decldldo 11 mas que estudava a posslhllld11de dn hl.pótesc parn o desaforado (njisio estava sen- do considerado) Slogam remetido pelo lntlcoruto Ccl Plfnlo Plt!!_ lug,t, Cmt do lQ R Rec Mec, de Cnmpinho: .. SÓ se ioprovlsn besteira. AN IVERSARJAJWi Dia 02 de Abril - Sgt Dlnlz; Dlo 03 de Abril - St F. Santos; Dln 06 de Abrll - Sgt Mo teus. IOCtRCll'O RRASTLHlRO - SECIJRANÇA E IJm:cRAÇÃO CLAUDIUS VIHlVlUS Dll CASillO AL HKIDA RODRIGUES - CAP CA V Relações PÚb!lcos/ lOQ R C MEC PREÇO 00 EXEMPLAR CR$ 50,00 Aids l°l i lo te--- tl cl ·,---------------------- L; FXPEDI ENIE b, JORNAL TRIBUNA IA FRONTEIRA t - 0 ~ 11 ' ( frndati';=J.;~-de (cvere lro de: 1972) OIRCTOR-RED,TOR-Cll!,n:: 1VA1.DO PEREIRA REDAC,O E AD:11SlSTIAÇÃO: AVE:ilDA TRIBUNA DA FRONTEIRA 564 BEL i_ V !STA (MS) • e PARQUt GR,FICO: AVEXIDA TRIBUNA DA FRO.'IEIRA 564 t (O67) 439-1410 Sl'GlJRSAt EM Ck'll'O GRA.~DE; RUA 26 DE AGOSTO, 2179 (067) JSl.-6977 SUCURSAIS !::'!: JAJ;!JlM, il.'TON!O JOÃO, BO~"ITO, HARACAJU, CARACOt O1TO. CORRl.-SPOSDESTES ~ SÃO PAUi.O, BRASltlA E RIO DE JA.~EIR0 0 Previna o que não tem cura UMA IDÉIA LUMINOSA ENERGIA TIRADA DO SOL Márcus César P. Nogueira CSE-<:AMARGO SISTEMAS E ENGENHARIAS.A. I I, , / I / / 1 / I / Eletrifique tudo sem nunca mais ter uma conta de luz a pagar O Sol nasce para todos e é gratuito. . Obtenha sua eletricidade diretamente do Sol. Livre-se da dor de_ ca_beça do ge· rador a diesel com seu eterno consumo de óleo e rev,soes periódicas. Voc;ê pode ter em qualquer lugar: • Agua encanada para casas, animais ou Irrigação. • Iluminação sem fios. Acende à noite e apaga de manhã, automaticamente. Também pode ter Interruptor manual. • • Geladeira, freezer, rádio, TV e antena parabólica. • Cerca eletrificada para gado . • Iluminação automática para pistas de pouso. Rádio comunicação e/ou Telefonia Rural. TORNA ISSO POSSÍVEL Klts-CSE completos para qualquer uma dessas funções. Estou à sua disposição para maiores informações. Telefone para mim, no nú· mero (021) 800-3035, sem cerimônia. A ligação é gratuita! OU ESCREVA. Espero por você. Ligue e ligaremos o sol para você. 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'i3, 203/000I-K9 F!L1All0 À ,!lJo,n E ABR,JORI 1,LPRESE.,!.','.TE ~,CIOXAt: REDE INDEPENDENTE DE COKUSICAÇAO EM.PRESA .JORNALlSTICA .. a Solução PROGRAME O VElCULO CER'l.'O, ANUNCIE NOS .JORNAIS DA REDE BELAVISTENSE DE .JORNAIS UMA ORGANIZAÇÃO IVALDO PEREIRA GRÃFICA - PROMOÇÕES - COMtRCIO - REPORTAGENS FOTOGRÃFICAS EFICieNCIA - TALENTO - TRADIÇÃO - RESPONSIBILIDADE *EDITAMOS.JORNAIS PARA FORTALECER; O MUNICIPALISMO, INCENTIVAR A CULTURA RE GIONAL, REALIZAR A GRAHDE INTEGRAÇÃO DE UMA AM.!!:RICA LATINA UNIDA E PROGRESSISTA, SEM ABDICAR DO DIREITO DE MANTER O POVO BEM INFORMADo. * LIGUE PARA NÔS, TEMOS A SOLUÇÃO PARA AUMENTAR SOAS VENDAS OU PROMOVER SEU PRODUTO. 439-1410 BE.LA VISTA 251-1669 - JARDIM 287-1239 PORTO MORTINHO 454-2277 HARACAJU .JO!lNA.IS - TRIBUNA DA FRONTEIRA (BELA VISTA) TRIBUNA DE HARACAJU (HARACAJu) TRIBUNA MORTINHENSE (PORTO MORTINHO) TRIBUNA DE CARACOL (CARACOL) JORNAL DE BONITO (BONITO) .JORNAL DE ANTONIO .JOÃO (ANTONIO JOÃO) CORREIO JARDINENSE (JARDIM) REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA • QUE o POVO SEJA BEM DiPORMADo. o 1 « JORNAL TRIUNA DA FRONTEIRA BELA VI A - MATO CPOSO DO SUL - - IA;LMA - 0 VARIEDADE-S d» .a$. 'I BONITO Natureza Desfile Show aconteceu dia 23/03/91, no Clube - do Laço Nabileque (Bonito-MS) realiza ção Duende Art's , produção Paschoal Mi tidieri, as manecas que abrilhantaram o show foram: de Boni to, Daniele Braga , Garota Raly, Eliane Gomes do Prado, Mar garete, Katie, Claú-i dia, Adriana. De Be la Vista, Ana Pleu -j tim, Edileyde Pleu - tim, Miguela, Amé - lia, Cristina, Marga, rida Cardoso, Mari ley Cardoso (Miss Be Vista/90), e Katia - Conceição Nogueira - Miss Fronteira/90. PONTA POR Esteve nos visi - tando Luis Froes , coreógrafo de Ponta Porã, durante troca de experiências dis se-nos que na sua cL dade"recebem ô total apoio nos eventos ar tísticos culturais . "Patrocínio é que não falta". PONTO DE VISTA O Município deve dar apoio para promo çÕes artísticas cul turais e esportivas. E este colunista a - poiado pela Escola - Estadual Vera Guima raês Loureiro, acha mos necessário legi timar o assunto, en caminhamos propostas em 10/10/89, para in clusão na lei Orgãni ca Municipal. "Eis= na íntegra a propos ta". ESPORTE - Criar um centro esportivo municipal. - Assegurar e a_ poiar a participacao dos jovens na prati ca de esportes e ou tras formas de lazer. - Garantir atra - vés de leis, a promg cão, o estímulo, a orientação e o apo1o à prática e a_difg - são da Educação Fisl ca e do Esprote. CULTURA Criar espaço p§.· blico, acessíveis ã população, para li - vres manifestações culturais e políti - cas. - Dotações de re cursos para as repre sentações sociais ~ culturais artisti cas. - Incentivo ao in tercãmbio cultural • entre os municípios. Bela Vistá-MS 10/10/89. CÂMARA MUNICIPAL Na próxima semana' estaremos em contac to com os vereadores, para conferir o que foi aprovado na Cons tituinte Municipal - no setor de Esporte e Cultura. • EDUCAÇÃO Em novembro/90 , edição desta coluna, foi registrado inte resse dos secundaris tas que estão forman do e que querem uma faculdade de férias para Bela vista, ho je, os alunos do 30 Técnico em Contabili dade estão mesmo dis postos em reunir au toridades e solici - taro Curso de Gra - duação de Professo - res. Justificaram o seguinte: que o 30 grau será uma conti nuidade do currículo escolar na área con táfel. "E eles vão criar até Grêmio Es tudantil para forta lecer o pedido". MISS Arnambai, Jardim, Guia Lopes da Lagu - na e Corumbá, já ele geram suas represen tantes, que estarão concorrendo no Certa me do Miss MS/91. A qui em Bela Vista es taremos realizando - no mês de maio, o concurso de Miss Be la Vista/9l. Aoredi tamos que a nova miss, terá o total a poio dos órgãos com petentes, afinal se rá a representante de nossa cidade. SÃO PAULO Logo após, a rea lização do concurso de Miss Bela Vista/ 9l, estarei viajan - do a São Paulo com o objetivo de a perfeiçoar o curso-• de Passarela e Mode lo Fotográfico, nã Academia de Joyce Kerman, coreógrafa - exclusiva do Grupo - Silvo Santos, e para os colegas interes - sados em fazer o cur so: Rua Oscar Freire no 720/SL, sub-solo Tel. 881 - 3533 S.P. "Com isso, este ano deixarei de lado o setor educacional que hoje, está so frendo muita compli cação: falta de tu - do! pagamentos, mate riais didáticos "1 vros" curso de reci clagem etc ... E não gostaria de transfe rir essas complica - ções aos queridos a lunos". REGISTRO Com muita surpre sa recebi notícia do falecimento do Colu nista Social Alexan dre Bilo, sem soma - de dúvidas BILO, dei xou caminhos e gran desmarcas no setor social e cultural Foi o maior incenti vador nos concursos de Beleza neste Esta do, tem também, um griffe particular de Garoto e Garota Je - an. "O que não dá pa ra admitir que os grandes líderes du - ram pouco, na face - da terra". RAINHA Neste sábado dia- 06/04/91, no Grêmio Pedro Rufino, estará sendo realizado Con curso da Rainha Ve - rão/91, "estaremos - presentes". AULAS Os professores da Rede Estadual inicia ram às aulas jogandÕ no bicho, mais por amor a arte, só que não está dando para ministrar aulas com super-motivação, até os alunos estão um - pouco timidos! "Ain da bem que o novo Go vernador usou sua - competência e criati vidade, e está cum - prindo com os_ acor dos firmados entre os Servidores PÚbli cos Estaduais". De inicio os meus para béns ao Dr. Pedro - Pedrossian". VEREADORES Nesta quarta fci radia 03/04/91 estive ouvindo dis cussões na Câmara - Municipal, através da Rádio Bela Vis - ta, foi válido, al guns tem razão não podemos ficar para dos onde estamos , cada ano os vereado res devem lutar por conquistas fora do cotidiano, uma vez que nos anos ante - riores a Política - prejudicou o povo, perdemos muito com isso, exer.iplo: Agên eia de Educação e mais outras reparti cães públicas, tam bém a construção de 12 doze salas de au las, pedido feito= em 1986 por este co lunista. Encaminha= mos ao sr. Prefeito Municipal da época, foi aprovado pela comissão da Secreta ria de Educação dã ' Agência de Educação achei que a respon sabilidade seria do novo agente de Edu-' cação da época. Con clusão: a obra no bairro Espírito San to .não saiu, segun do informações da própria Secretaria de Educação do Esta do, ninguém voltou= a reforçar o pedido é sinal que não es tão precisando, de J. 2 sa·las ,· passou pa ra 9 salas na últi ma. planilha que ve rifiquei estava com 5 salas. A própria - política local cola borou para que os alunos ficassem com O zero salas de au la. ZONA URBANA Destaque da Sem do". NÍRCLA LOBO - CAROTA JEANS DE BONITO - ESTEVE PRESENTE REZA bairro Espiríto San to, âeverá ser enca minhado para o gover no do Estado. "Está registra "As coisas 1 zen sentido, s colocarmos sen nas coisas". (Roque - Schen "TUDO EM JEANS R O ME LHOR PREÇO DA CIDADE" Artigos de Couro(Laços,Calças,Se1 * Biquini Coleção 90 Rio 1 Moda intima,Bermudas,Camisetas,et DE LUISZETHE DUARTE i R. Duque de Caxias, 679-Bela Vista- A responsabiliàa de das Escolas na zona urbana é do Go verno Estadual, Ei cando para os muni cípios as Escolas - da zona rural. Os questionamentos so bre a construção da Escola na vila a Ld... Confecções e Acessórios FONE - 439-1571 Av. Barão do Ladãri No 2.134 Bela Vista-MS tel Po to tCara;ai da tCilate" Apartaienos com r €Condicionado, Café da Manli Completo f AVENIDA TEODORO SATIVA RESERVAS: 439-1487 E 4391366 usada da 1 a L, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA DELA VISTA - MATO GflOSSO DO SUi. - 0 DE MAÇO DE 199! --------------------------------------------- -,,_ --- - -------------------- --- REFEITURI MUNICIPAL DE BEL VISTM-IS urtigo 51, incieo IV, da Lei Municipal 886/90, de 05 de /bril de 1990. DECRETA Art. 1o - É considerado ponto facultati vo nae repartiçõce pública& municipais o dia 28 de março de 1991,- Quinta-feira - ON MEDEIROS DE MOR/ES, PREPJHTO MUN_!. Santa. L, DE DELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO • ib ., - lh • Art. 20 - As disposições constantes do· 1 JL, no uso de suas atr uiçoes que e ~~onfcrida~ e eonsiderando o disposto - artigo não se aplicam aos serviços que por tigo 29 e eu parágrafo únicó, da Lei pua natureza não permitam a paralizacão'. +ipa1 n@ 904/90, de 28 de dezembro de Art. )O - Este decreto entra cm vigor - l { ~ na data de sua publicação rcvpgadas as di~ • posições em contrário. .TA - - . ;t. 1o - Este decreto regulamenta a co ~Ga de preços públicos pelo municipio ~~la Vista-MS, como remuneração pela tacão de serviços facultativos. ~t. 20 - Para os efeitos deste decre - onsidera-se facultativo o serviço , ( • e que sua utilização depender da ven s do usuário ou de sua livre provoca , t. 30 - Os valores dos preços públi - f os serviços enquadrados nessa catego ão os constantes da Tabela I, anexa a o decreto, calculados de conformidade - o custo estimado dos serviços e trans- 1ado em unidade fiscal do município de ut Vista-MS (UFIC) . 1 , 1 1:t. 40 - Este decreto entra em vigor - ata de sua publicação, revogadas as posições em contrario. TO NO 009/91 - GABINETE DO PREFEITO - Dr: MARÇO DE 1991 equlnmentu a cobrança de preçon públ! ela prestação do serviços facultati - elo municlpio de Bela Vista-MS". -a TABELA 1 D rtidocs e atestados, por lauda ou !rnçõo rmos de qualquer natureza, lavrados cm afros Municipais, por página de livro ou cação • glstro de marcas {xa de alvnrõ., transferência • I+dedor abulante de outo runic!pio oit (alvará) asão de veículos: 1 rl.rtetro urbano 9tras localidades - por kiloetro rodado "PS " Parques de 4tversoes e eventos 4t- , ERAco Dr PRED1os !l."'.:l'T.Jçao de prcdios, por ec::plac.n.ocnto l }gasto_DE EEg_E SE9OyENIES to·reenão por spccIe ou unl@de '-poslt.o, por dln ou frnçao: [A'veleuios, por untdade oh animais, por cabeça 1t mercadoria. ou objetos por espécie sroy1_DE EDIFICA_ES E LOCAIO DE 1ERRE- a. · ~ t;t.sto!ln de edlíicnçôcs por c 1 c:pcnçao de terrenos FERVI. IS E CEMITÉRIOS pultarento ou enureraio de cadáver uaa0 r oca • L{E, •.. 5, bote de celtérlo para adulto bote de ceitérlo para criança 'lrtLl7.A O DE MEIOS DE PUBLICIDADE une os lur nos os, por un d.ade t-núnclos ilumlnndos, por unidade ,.. lc::,.:ils .anúnclos, por unidade ,eas Indicativas de profissionais liberais ;nünc:los cm_pnlnéls, por unldndc e por cês 'eropaganda falada, por d!a ro paanda falada, por res l,5 01 02 01 Ol(ao dlo) 05 GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL, AOS 26 MARÇO DE 1991. EDSON MEDEIROS DE MOR/ES Pref. Municipal DE 1,5 0,5 05 (ao dlo) 01 01 l,5 01 01 o,s 01 1,5 OJ 01 01 02 08 05 l,5 02 01 01 l,5 01 OJ - GABINETE DO PREFEITO - 1991. - ,'Dispensa de licitação a firma ·Alfacar rulos e Pecas Ltda". e t n:;DSON MEDEIROS DE MORAES, PREFEITO MUNI eL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSÕ c;;UL, usando das atribuições que lhe são fferidas, e de acordo com o disposto em trtigo 51, inciso IV, da Lei Municipal - ['?86/9o, de os de Abri1 de 1.990. aETA ~ 10 - Fica 'rma Alfacar - nrazão da mesma aos veículos e (ca Chevrolet. ~ºArt. 20 - Este decreto entra em vigor -J ddata de sua publicação, revogadas asl f ~posições em contrário.. 1 ºRETO NO 011/91 - GABINETE 0 DO PREFEITO -. 1 º: 26 DE MARÇO DE 1991. 1 1 • , of'Considera ponto facultativo nas repar ccs públicas municipais, - Quinta- Fei- rsanta". ' /F.DSON MEDEIROS ::>E MORAES, PREFEITO MUNI 'AL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSÕ "sUL, no use de suas atribuições legais :n, lhe são conferidas, e de acordo com o ' Indica d Profissio ADVOGADO • ~1ARCUS ANTONIO UUll Rua - 14 de Maio - N!? - 470 I'onc: 251 - 1230 - RcGidêncfo 251 - 1736 - P.scritório Jnrclim Mato Grosso do Sul Ccp: 7!1.240 Escritório de Advocacia dispensada de licitação,i Veículos e Peças Ltda ,' ser revendedora autoriza! peças de reposição dã Portaria O doutor José Eduardo Neder•Meneghel li Juiz de Direito da Comarca de Bela - Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na forma da Lei, etc ... Usando das atribuições e faculdades - que são conferidas pelo Estatuto da Cri ança e do Adolescente (Lei no 8. 069, de 13 de julho de 1990, publicada no Diário Oficial da União do dia 16 de junho de 1990) e Normas de Serviço da Corregedo - ria-Geral da Justiça do Estado de Mato - Grosso do Sul, Capit. II, Seção I, item- 10; Considerando a necessidade de regula mentação do acesso e permanência de meno res em diversões públicas, face aos cons tantes desrespeitos da legislação em vi gor frequentemente denunciados, CARLOS A. NAZARI DOHGllS CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS Rua: 15 de Novembro - N? 505 Fone: 439 - 1382 Dela Vista - Mato Grosso do Sul Escritório Jurídico NELSON CHAGAS ADVOGADO OAB - MS Fones: 251 - 1721 - Escritório 251 - 1712 - Residência Escritório: Rua T. Bernardes - N~ 825 Residência: Av. Cel. Cnmisôo - N~ G57 Jardi!:i - Mato Grosso do Sul RESOLVE: Art. 10 - Determinar que todos os bai lesou promoções dançantes realizados pe los clubes tenham acesso e a permanência de menores previamente regulamentados , por meio de alvará judicial; S 10 - O requerimento de alvará deve rá ser formulado ao Juiz da Infância e da.Juventude, com pelo menos 48:00 horas de antecedência; $ 20 - A concessão do alvará ficará - condicionada a prévio exame das condi - cões físicas e sanitárias dos estabeleci mentes requerentes; bem como colher-se= à a manifestação prévia do Promotor da Infância e da Juventude; Art. 20 - A infrigência do determina do no Art. 1, quer seja pela não-solici tacão do alvará, quer seja pelo não-cum= primento das determinações do Juiz da In fãncia e da Juventude, implicará na apli cação das sanções preyistas em Lei; - $ 10 - Compete aos responsáveis Lega is ou Diretores dos Clubese Casas Notur nas o cumprimento e observância das de - terminações do Juiz da Infância e da Ju ventude, segundo o disposto nesta Porta- ria; • Art. 30 - A fiscalização das determi nações imposta fica a cargo do Comissá - riado de Menores, que poderá solicitar o auxilio das Policias Civil e Militar , tendo livre acesso aos estabelecimentos referidos nesta Portaria, ficando os res pensáveis e Diretores obrigados a pres = tar todo esclarecimento solicitados pe- D~ VERA LO • lo Comissariado pre'stando-lhe todo o au- UREIRO DR ALMEIDA xílio indispensável aos trabalhos de fis D~ VII.l','!A DA SILVA calização, sob as penas da Léi; - Art. 40 - Determinar que a Delegacia- .!.!!Y.Q G A D AS de Polícia só forne·ça alvará de funciona - - mento, para as ativ,i.dades aqui enumera ] Rua: Cuiabã, S/N9 - - - - das, mediante prévia apresentação do Al- Fone: B~t§rio - 43S - 1290 vará do Juiz da :Infância e da Juventude; Fone: Residência - 439 - 113 Art. 50 - Os alvarás a que se refere- Bela: Vista - Mto 7 esta Portaria Poderão ser concedidos Ba-{feorosso do v ! ra mais de uma atividade, desde que inse , rida no calendário ~o Clube ou Casa No= turna, sempre que hbuver prévia concor - dãncia do Promotor. Remetam-se cópia 1 desta aos Diretores de Clube e Casas Noturnas e as autorida des municipais. Divulguem-se através dos meios de comunicação da comunidade. Comu ·niquem-se .a E. corregedoria-Geral de Justiça do Estado. Bela Vista, 25 de Março de 1991. Jost EDUARDO NEDER MENEGRELLI Juiz de Direito ADVOCACIA ITAMAR DA SILVA tluTnA 1TALO FRANCISCO ESTEFANINI ADVOGADOS Rua: Dr. Ary coai a ois - e 4so Fone: 251 - 1489 Jardim - Centro Mato Grosso do Sul Dr. José Ribamar Cruz da Silva • Consultório Médi~ e GinecoJÓgico • Partos e ClÍnicn Geral "O_MELHOR _ATENDIMENTO DA CIDADE" Rua: General O,Ório _ N!1 593 Fone: 439 - 1248 Ccp: 79.260 Bela Vista Mato Grosso do Sul Escritório de Advocaci'a • '' ..... 'ADVOGADO Dr. SALVADOR LOUREIRO -=--- OABIMS - 3.369 CIC: 029.875.191 _ 20 ESCRITOR1o: Rua 19 ae Fone: 251 - 1451 Maio - N9 341 RBSID.QNCIA: Rua OJ&vo B COHAB - Fone: 251 ilac - N9 1:6 • • - 1410 Jardim - Mato Chossn do S'-11 l • JOP~"l/L 'J'RllJUN/ Oi l'RO!lTJ:rrv, BEL/ VISTA - MATO GROSSO DO riUL 06 DE ABRIL DE 1.991. l',GIW AMARA E· NOTICIA Indicações Verbas VERP.AOOR PAIJLO llP. KELO Solicitou no ~refeito Municipal, ~Oe lnfonoe es ta Cnsn Leglslntiv~, qdnls as prioridades que a Pro feitura está atendendo atualmente, conforme offcto enviado á esta Casa, respondendo Indicação ng 038/ 91 de sua autoria. Solicitou ari Prefeito Municipal as seguintes in fonnncões: à respeito do asfalto da Rua General !:lia rcs da Rochn; à respeito dn Creche da LBA; i respei to dn ,·crbn destinada no llospitnl de Bela Vista. - Solicitou no Prefeito Municipal, no sentido que nailize o funcionamento das instalações sanitárias do Colégio Pedro Ajnln no Bairro Água Doce. Solicitou ao prefeito Municipal para que determi ne a colocação de bueiros na rua Ala!de da S. Cor= réa, atendendo solicitação de uma moradora do Bair ro Novo Horizonte, solicitando ainda,a extensão da rede de água ao referido Bairro. VEREADOR CARLOS ALBERTO OCÁRIZ Solicitou ao Prefeito ~unicipal, o empenho na 'inbilizncio dos recursos,junto ao Governo do Esta do, paro o asfaltamento dó centro dn cidade. Solicitou ao Secretãrió de SAÚde do Estado, no sentido de se fnzer em Bela Vista, um curso de cnpa citacào profissional. tendo em vista as obras de am= pliacno e reforma do Hoapital, já cm fase final. VERF.ADOR JORGE llE SOUZA ROSA Solicitou ao Prefeito Municipal com cópia ao Se-' crct~rio de Obras que determine com a máximo urgé~ eia a canalização de uma mina d'água existente em frente ao Rotory Clube na Rua Geraldo de S. Rosa solicitando ainda, que n mesma seja cascalhada e p~ trolnda. Sala das Sessões, J oào K,i lifo l!! Secretário 27 de marco de 1.991. Dr. Jorge de Souza Rosa Presidente Projeto e festão " "Constitui Comissão Permanente da Camara Municipal" A C~mnraHunicipaldc Beln Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, Resolve: Artigo IQ)- Na sessão extraordinária realizada no dia 25 de (e,·crciro de 1. 991 foi eleita e empos sada a Comissão de Finanças e Orçamento, ficando assim conRtituÍda: Presidente: Vereador Paulo de Melo Vice-presidente: Vereador HoraesºSi~;cs Membro: Vereador Anselmo Lopes Artigo 2Q)- Esta resoluciío entra em vigor na da ta de sua publicação, revogadas ns disposiçoes cm 'ºº"Píoieto ·de. Resolução .. ,,,, "Constitui 4 Comissão Pc.rmanc.nte da Gamara Municipal A Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de Ma to Grosso do Sul, Rcsoh·e: Artigo lQ)- Na Sessão Extraordinârla realizada no dia 25 de Fever~iro de 1.991 foi eleita e em - possada a COmissào de Legislação, Justiça e Reda - caõ Final, ficando assim constituída: Presidente: Vereador Sydyney Nunes Leite Vice-Presidente: Vereador Carlos A. OCa.riz Membro: Vereador Marcos Elias Rios da Cruz. Artigo 22)- Esta resoluçao.entrn_em vigor na dnta de sua publicaçn<', re,·ogadas ioi@io ie Rsla» "Constitui a Comi.sano Permanente • da Ca11U1ra Municipal" A ciímora Municipal de Bela Vista, Estado de Ma- to Grosso do Sul, Resol'"c: . Artigo lQ)- Na sedao extraordinaria realizada no dia 25 de fevereiro de 1.991, foi nomeada a Co 'tlissão Permnnc-nte de Licitnçao, ficando assim con.!. tituída: Presidente: Vcrendor Jorge de Souza Rosa Vice-presidente: Vereador Marcos Elias Rios da Ct-uz Relator: Vereador João _Kalifc Arti~o 22)- Esta resolução entra e ,·igor na d " - d as dispos'icêies nta de sua publicaçao, revoga as c•r,, contrário. "Oi - b AE RetificatGrlo_ao_Pro[to s oc so re o o O 01 BS" Decreto Legislati.-o n_ . . cara Municipal de Bela Vista, Esta d o de ?a to Grosso dn Sul, fnz saber que o_plcnnrin npro:OU e. eu pronulgo a seguinte rcsoluç 4 o: _ Arttgn lº)- TC'tido cm ,•istn a extincno do .V.R. (mator valor referencia), que servia como parame - tr - do Prefeito e 'ice- o referencial da remuneracao d di Prefoitn desce Nunic!plo, ficn retifica o o spog to no Artigo JQ e seu parirafo inlco do Projeto De Artigo 22)- Ao vice-prefeito seri trlbu!da 11 creto Legislativo ng 0l/ de 03/03/85, passando a ma verba de Representa,ao equfvalente a 50 (ln ter a seguinte redaçao: quenta por ento) do total da remuneração atrIbaf Artigo 12)- A rer.runcr,,çno do Prefeito Municlpnl da no PrefP1to .1~unl<:lp1l. denta cidade, será calculda com base a 1,5! '( um Artigo3!)- Fsta resolução entrri em vigor na ponto cinco por cento) da Receie,, PPM e ICMS,.ef<'t_! darn de sua publicaçao revogadas ns disposlçoe - vnmente rrnllznda n~EiR r pagn no mis subs•quente;, em contrirto. $ Cnfc - A verba de Representação será equiva - lente a 2/3 (dois terços) de sua remuneração. Sala das Sensóes, 2i de março de 1.99I, Joiio Knlife l!'! Sec:ré'bÍrio Dr. Jorge de Sou>.n llos,1 - l'l"<'Hld<'lll<' INf O:ftME TF "PODA" DE ÁRVORES NA RUA GUIA LOPES Alguns r.ioradorcs da Ruo Guin Lopes, Ml nossa cldad<', e ta.n ém pessoas que tran,itao pela rcferi<!ó1 via, trouxera:: à re -: portnge::, esta senana suas preocupações p.,ra co::> .1 sltunçâo de perigo vcriftcado noquelê locnl. O eroblema são :u árvores d:i Rua Gula Lopes, entre a Rua Scbnstlao Crhpln do Rego e Anto nio Hnrin Coelho, que devido ao tw:,1nho tom•~ totali.:e~te a:t laterais da rua encontrando-se 1 oJe col'l seus &Alhos quase ar rnstnndo no chÕo. A foltn de- luninártas nos postes colabora - para que a escuridão seJnc uci p<•rfclto esconderijo par,1 ele • entos perniciosos coo arrobadors, que Inclusive, Já agi - ran naquelas lcediaçoes dios atr.:lS, aler: do pouco esp,tt,o exis tente pora o trãnsito de ve!culos devido o avanço das "si!'>ipT na" sobre a via. Fica o reglr.tro, com a palnvra ns autorl-= dades responsáveis, n solucão s,·ria a ioediata "poda" da5 ár ores e a colocoçüo de luainárlns no trecho referido, de grtJ_!! de 1t-ovimento, localizado no centro da cldnde. ILUMINAÇÃO PÚBLICA Já que toca.oos na teclo,vao,,s n dianU!. A ENERSUL e Bela Vista nos Últi.cos tei::no• rleixou culto a desejar, proble."'las - de todo order., se veriflcarar.i nos scrvlcos prestados pela em presa de Energia t.létr1ca de Mato Grosso do Sul, coro toda a populnçiio é sabedora. Mas, a r.uilor injustiça proticad.1 con - tra .a. nossa populacão, snfadezn, irresponsabilidade, co::o queiram, é a 11 tooral 11 , ilegal o incorreta cobrança cfa fMige r.a.da 'tJ'.AXA OE ILt.'MlNACÃO POBLlCA" qu.:indo poucóls restdénc!as e nossa cidade possuem en frente das resras uma lapada a ce§:a. Ruas totalmente escuros. 1ã..11padas quebr.1das ou quei.::.a dos e coopl•to abandono é o que se verifica há te."':pos e::s Be la Visto. Es_pcr:soo!l que agora, co::i a novil odr.llnlstrac.io da Emprcs.:i o nlvel estadual a ENERSUL cu:npra co:t1 o papel para o qual percebe de seus consw:iidorcs elevild3s tilrif.a.s ccnsaloe_!! te. O "PAU" COME EM CARACOL De u lado alguns 'erc.1.dorcs :icus..-1::: o Prefeito Cícero Bar bosa da Silvo de nbondonnr o SC'U Município e de n.lo estar -= cu:cprindo co::i os co::ipro:r:iissos nssu::idos eo cru:panhil. Do ou - tro lado, políticos ligados no Prefeito dizem. que tudo não possa de "pol1ticalhil 11 dos ndvl"rsârios e de gente querendo - tirar proveito d.:i st~nção. A verdade é 1mt1 só, isso tudo não•vat levar .a. nodo e no final queo será 'prcjudic.ado, cais ltla vez, scrii. o povo caracolense. PREFEITO "LOUCO" Esta se::uma esteve vislt.nndo nossa cidttde ut1 velho a.::tgo jordincnse. Esteve três di.'.ls ilndondo pela. cidade, as pecul.ia ridades de nosso Munic{eto. Fal.:mdo sobre a odminlstr.1ç,lo cÜ niclpol o ooigo foi enfattco. "Sou pol{tlco hÓ vários .1nos -; tooci porte et: viirios movi.m4!ntos desde a épocn de escola, co nhcç:o Bela Vist.a. desde 1978 e vejo hoje com. alegria a cid.:idê sendo form.oda rndicalocntc, por todos os lados e.:dste~ obras da Prefeitur.1, pelo que observei todos os setores da com.mi dade estio recebendo benefícios da municipalidade e pelo jel to esse prcfei to é louco, pois não se entende como ele estã conseguindo realh:.1r esse o.:i:gn!Hco trabalho e .11lnda n;o tcn do, co::co ~e dissera.,:i. recebido r.cm c.esr:o IJ.04 agulha do ex-go vernador do Esta.do. t, fica a 1nterrognção, 101.cur.a. ou co::i - pro=isso, rcsponsabi 1 idnde, criot 1.vidode e co=pctenci:i. MORAES IMBATfVRL Essa frase é de ll!:I conhecido -eoi!tico de nossa. ctd.Jde, li gado a ala dissidente da C.olignç-.10 dos Oposições. Segundo e lc, "cot:1 os lnwr:cros serviços da Preft!itur.1 espalh.1dos pel.4 cidade, as grandes obras que deverão serena executadas breve cente, coco asfalto da Rua General Soares d:i. Rocha e trans - versais, esgoto Jl:mit.Õrio, t.enuin.11 rodovl.irio e outras, po de.o se Juntar os "turcos", e outros que não ser3o pireos pa r.l enfrentar o "hoe"! A opintõo e de que sabe o que cst.i Calo.ndo. • RECUPHRACÃO DA VIA INTERNACIONAL O Prefeito Edson_Medeiros de Moraes está ult!ando o pro jeto parn recuper.nçao do ttccho da via lntcnrnctoru1l dc accs so a RcpÜbllL.<1 do Paraguai, derde o i::onueento até 4 ponte sÕ brc o Rio Apa. - O r(!fertdo u-echo encontro-se coe o seu .ns(.1ltx=::ent.a ccr.n pletnl!:.cntc dcterior.1do CO.'l enores buracos en'toda a sua. c.x-= tensão dev!to a Infiltração de água ex!stente no longo da via de aceso à vizinha República do P:ar.:igll-3.i. O Projeto para a execução da obra já esti e andaento , segundo o Prcfc1to n. v1a. sc.r_; t.ot.al=:cnte reeúpcr.'.lda desde a Avenida T(!odoro Sat1va at.ê a ponte sobre o R!o Ap.1. II!! JOGOS DR VERÃO [st.arã sendo real1z.1do ncstr.s dia:. 06 e 07/0:. no ?raio do PepIlio e nossa cidade os II? Jogos de Verão, nua prco - ç.:10 do 'cr~ador Roncy nora.e.s S1.eôcs e.o~ .1poio da Prc!eitur.1 Hunlcip.a.1 de Beltl Vista e 10~ rc M!C. Durante- os dois d1as estarão sendo disputados vários }o - os nas nodalidades de volei o!fctal e e dupla, (asculuno e !eolntno), futebool su!ço :idulto e 1.nfo:1til. To.:Sn!. .:i.s cedi das para total segurança daqueles que forcr.: até a. tr.'.l.dlcio -= nal pr.ila do Ap.1 prcst1.gL1:- c::tu re.:ili::a;.:io c,tiio sc>r:<!o to adas, botes para passeios pelo iUo, corcfas de r.egu-r:mça e quipes de "s.th•a .. vida.::•• e de segurança, nutto so, alegria e aniaçio serão os Ingredientes que darão coa certéza tr! lho todo espccl.1.l a êstc .Jcor.ti'cL·:rcr".tO que. a UC!:lplo do pri reIro, prorete svtrentar a Princesa do Apa. Vaos li cq;e rir, lebrando sepre que increras pessoas, entidades e é - presas participa desa trilhante realizaçao. ASSASSINATO CHOCA A socmDADH Toda t1 ::ockd~de bel:avh:en.ce e:-:contr.a ... e chocada co o brutal assassinato dos Irias !fcolu Afonso e !dc.nir Afonso ocorrido n:i Vlla Om.i.b no Ültir.o d!:a 06, s:lb.;,.:!o de: Alt-luia confere reportagea nesta edtço. Os Irãos fora ortos { ttros'e ex0peta_a!ire 20 e revê!ver calibre 38 Cc: tr.ú-- Ubnldiao Rodrigues r.eras perfurações pelo corpo, na porta de sua re!dnfa, Enon tra'!arl'·ae.na ca,r,a ai;ifo do13 irr,ion dn.'t JOV<n11 as~~A,;if,.,.n'1o.:, u; tf Irra, na rae e uma criança de apenas aluns mexes de fdade, Real rente chocante e triste o acontecido,Aos fa!!lares da vIr!ra - nossos sentfrento de pêsames e solidariedade, POLICIA PEDR SOCOftJtRO A situação vivida pelas Pol{ciati Civ!l e Xilftar e::i uPJ..t VI·· ta ultioPoe-ntt: é de verdadeira c,11n-,id,1c:!e pÚtJllc,1. 5<. • ., v1-'fcu - lcs, verbas para cobust[vefs e ramutençio, a Rol[ela de Bela V1cta pedi" socorro. '- • Para se ter u::a idéia d3 sltu..1ção, corn.• pelo r:enos q:i:ltro - cantos do cidade co:::entártos de qut! " filha de u::i do:ii a.:.:.tore~ do cri.rA! dos doi!J in:iôos no Vi la Cohab chegou a lar pura a o I!cia avisando que o pai estava de .. control.ado e 'tl!e h,1•1111: S!11d; para :ntar, recebendo ecoo reseosta ,1 ,1{irmaçôo de qu'-! "J FoJI cto não podia fazer nada por nao dl.Dpor de ve[culo p,,rn !le loco oover". Por falt.J. de re:1pont.1bilidade, prlr.c!pal!rt.nte ,for. "X·/Õ vernantes de nosso Estado, responsavefs pelo caos na Segurança PÚbllca e tor:.bé:i e.o outros setores da a:!11:L'liatra;âo, .icontec,:;:o caso::i ecoo esse, onde du.as vidas de jovens no nuge de uas ex[« têncLas poder1ar ser evitadas se os responsives pela Segurançi ?Úbllca tivesseo condições de agircw pront.a=-t•nte qu.i~do ~olJcl· ta.dos. MAIS UMA MENTIRA .2, pois é, receber-os a infor:.JJção de qU(! .:i notfcia (sic) trn zida nos belnvistense pelo ex-diretor do DETA!-MS, Sr. Ares Cafure, a pedido segundo ele, do ex-governador Marcelo M!rarda, d.1.ndo cont.a da viabiliz.aç..ão para Reln Vist.4 d.a e:-uls3o e do 1.rn perebIl!zante necessário para o asfaltarento da Rua do lgspi tol Sao Vicente de Paula, nno era verdade. OJ seja, tu.dor.ao • passou d(! ::ais ~ grande centira desse "povc" que no lon~o c!o tecpo só praticou de:r.ng.:,gla e eng,n.nação c.on~rn cc~unll"'ade !l,ct., vistense. Será que o Ayres Cafure não sabfa que era tudo rentl ra de safados no fechar das cortinas? Ficou refo chato r.er t.1.x.; do de .. carreg.ldor de rec.aéo tr.entlroso , n.lo? !-'.as .J rc~.,li'd.H1f" C ur-..a so, "co:: ajuda ou seo ajuda do Co1.'crno J Co;Jt.1 con cn,,d 1.':11 l ! dade e Mig.os cm todos os luga.re.:;, va::os trabalh.1r e !,1z('r, áê UQ.4 foma ou de outra, esssa obra de lUif.altnr:ent.o Cn So.!in•1 d~ Rocha", polav-.:Js do Prefeito Edson 1'!ede1ros ~ Mor.ies. CUDIGO DR DEYESA DO CONSUMIDOR EM VIGOR .. O C.Õdigo de De!esa do Cons~iC:or, U!i redE."r.1! n9 B.078 ,Jrí: eE._ ta e::s vigor e o Estado, .1.traves do Hlnl.sterlo Pu~lico (Prv.--..oto ria de Justiça) tem n Incubéncta de prestar assistência gratuf t.J aos cidadaos carentes. Co=i isso os consuoidores do:: o.·tls: d{':' versos produtos - gêneros ali.centlcios, cóve!s, elctrodoeéati - e.os, peças, aparelhos elétricos cu ranuah, enfio, todos os :.1· pos de serviços oferecidos vIa corercIalfzaçaô- te agora uma legislaçao ex.c:lusiva, destinnd.a. o alterar conGider.aveI.r-e.~t.~ us relações entre !ibr-ic.ant.es, co=.erciantes, prest.Bdores de r.crv t ços e_consu::iidores. Aos que costuan nfIrar_que a Lei extste , a..u .sono pnpel, prlnclpalcente co::i relaç:.ao .o. Sela Vista, !ic., o alert.a.: 1E-do engano, cor.hece:::os de perto a ntuação e o cirprol cisso para co::: o cu:::pri~:1t.o re.1.l ~ irrestrito da.s Leis do Pro7 e eotor de Justi~ e Co:.,rc.a de Bela Vi:.t.3, Dr. Cernrdo Erl.l>erto d.! Mor.o.is, o que nos dá a certez..t de que o Mi-,tstério ?Úb!ico , pcl~ cenas e~ ~la Vis:t.a., exercerá. r..1. sua t.otnl!d.,c!t! .ia dt!ter.:11 C. naç-oes da. Lei Federal n2 8.078. ALERTA AOS FORNECEDORES ~o qu~ avis . .i ai:iso é, fic,1 o alerta aos ece.crcLcl!l:.es 6?j !" nos!ª cidade que estio se aproveitando, por exeplo, da fnlt:1 -j de olco de cozinha no rercado para prooverez a venda ca.s.-:-l!;t,ot.:. seja, só leva o Óleo de cozinhil. que~ .:idqulrl.r u::: "r.:1colÔ::t" de' ' • ccrc.adoda.s. Essa pr.âtica: cst..i previst..:J no CGdIo de Defesa do Consu:ldor co:::o proibida e :i pena. p·revist..1 5c.ndo pu:i!çÓC.,:. a~::-1· nistrativas por parte do Poder Público que inclue::: =ult.D.-;;, .:.i pree.nsiio de produtos, lnterdiç..ã.o p.arcia.l ou totnl do c:.u.?mle-d cento, suspensão das atividades, irpos!ção de contratos de ro pasanda, entre out:ros. As ::ult.ns v.:J.rt.ri de 300 ctl .1. J :::.11!-:Õe; de vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional -±7- u {dize - que venha a subst1tu.Í•lo .. O &1viso es:t.á d.J.do, c;ue::. prnt1c.1 o co· !" ercfo Irregular, coo o cxgplo dado acia, vendas fora ds - preços t..obelados, e.spccul.'.l;.ão co produtos e escassez, urda de_ercadorlas co vistas a conseguir melhores preços e cutras prattco, prefudc{ais aos consu!dores, pode perfeltarente ser enquadrado no CÕdJ.s:o de Oc!c.!l.1 do C:0:'!..!:U."':1dor. bast;m<!o p.:ir;J i.:; so u::.1 si:::ples dc.cu:m:L1 do c.ons~do:-- que se !.C.n:tlr ;:::-<"J'.!d!c.J~::> de alsu=-n .:.:me.ira. O P't"c::otor de Just.lça Or. c~r::r.'"110 Erl!)e?':.o - de Morn1s afIrou seana passada e reun!ão na Sede do it:lt::-r,· .. Club de Bela Vista que "se alui te que ccear a fazer e que essa Lei seja cumprida fntezralente, eu vou coe;ar, pote ter certeza", colocado seu Gabinete a d!spostão de todes, - 'pois est.a.:::os .:a ~crv.iço do povo , ress.nlt.ou o ..,,1~r.J:1tc Pro::ot.:::-. E pode ter certeza, a Tr!ara da Fronteira, será o traço !! reito dessa Le! e nossa cidade, po!s estas cansados de ver- as Injustiças, as especulações, os atgsos e todos os tipos de explorações possíveis praticadas por pessoas Inescrupulcsas on tra o povo sofrido, trab!llh.Jdor e o:-d<-iro de r:os!=.a Õ!:l., Vls:!.J.- 0 NOVO CHEFE DA RECHITA FHDERAL Eh Bt-ln Vlst:1, Roque P=e!I :ossU!:1U as h:::;óes s:c~~.,. p.lt:!.;:.!, 1 e aluas rudanças ]a estas sendo :,o:..otfa.:: ;,,cl:u: p('r.:-...:,..-.-1;. t;i.:t! c:-J Z:t!:i a f-Tont.it-ira. Brnstl{Pnr.:J-;Wll ou vlct".-ve.r::'ó.1.. - SeguIndo_deter!ações_do Caverno Federa! qu prevê a p:te] ta Integração entre os países vizinhos, a Receita Fedra; de 1.. la Vista, segundo nos disse a eresir!s de mossa cidade, a7! ara cuprindo o seu verdadeiro pape! de tal!u;o e tia te ao contrabando e_deixando de 'enh" o saco de quer esti z:a-] balhando', ao contrirlo do que v[ha acontecendo ator!ore"t quando alguns funcIsnirips da Receita "Invoca-" :e s3 a velhinhas vendedoras de "atum", "pusvi", etc. (sais, "",'> sue cru=rva para o trastipsra sa±sr «1uns =ru= Ao Roque votos de sucessos frente a Receita Federal em lo Vhto. JOHN/L, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA íl!-:L/ 1/l S'rTI - 11A .O CPOS:~O DO SUL CONCLUSÃO AS OIS "O CASTE1.O o Presldente da Câmara Municipal de Bela Vista , Veredor do PTI Jore de Souza losa sol icJ tou na peso do dla I8/0) pp. o endereçamento de exped1en te no Exmo, Sr, Governador do Estado com captas à s,,cr,•t;Ídn <lt• Educação de, Estado, I:xmn. Sr. Prefc-i to MtunfeIpal e aos Deputadon Estadual, Alberto llon dnn, lnldtmlr l-lnkn, O!.cnr Cnldonl e WnldomJro Con - alves, pra que se]a agilizada com urgência a con- 1 • 'I • 1 e lusiin rlllf-l obraH da fü;cola- Estadual ~e I e II Graus "Castelo Branco", "tendo em vista, Ja estunnos no tal do m@n de março e, até o momento, não temos ~( c~quer prev1u~o cte qunndo Pnsa ohrn ~er~ conclu{da, sendo que na eunda--feira dia Ol/OG/91, teve in! - 1 1 clD o nno luti'o da referida Escola, com auxílio de d • - ' h,, virias entidades que cederão salas para que os alu- nos naP ycjnm prrjudicndns em seu aprrndlzndn. '1 s p A A E NOT C Na ses4o do a:a zu ae março do lezfmslatio be lavistense, o Vereador e médico Carlos Alberto Oeá rLz apresentou Indt ·aço para que se[a end regado expediente ao Depus ado Federal Valdfr Guerra, soll citardo empenho do mesmo Junto aos orgnao: competen tes no sentfdo de vfabil!zar lIberaçao de verba do SUS, orçada em Cr$ 100.000.000,00 (cen !lhes de cruzeiros), destinada a copra de equipamentos pa rn o Hospital São Vicente de Paula, nesta cidade, "Achamos '1Íl ldo recorr<:r à V. Excin., r:,bcdores que somos do vosso Interesse em solucionar os ta ves problemas de aüde do Estado, Pela urgenein que temos da l!beração desses recursos, ji que da aquisição do equipamentos, depende o Início do funciona ento das instalações novas do Hospital , com obras praticamente concluídas", disse Cachito, dr fieu::; f11hnc; 11 , ressaltou Knli!c. "Para que seja endereçdo expediente ao Exr.m. Sr. Prefeito Munlclpal, solicitando qu • determino o cancelwncnto do lPTU do Sr. l.uclann Ferrc:,ira", {o cegra de outra indlcaçio to Vcr~1odr João Kalifc. " referldo imposto deve ter sldo lançado por engnno tendo em vistn que o lotr em questao encon tra-se forn da irca urbnn, e de acordo com nn Leis vigentes do Hunic{pio, o JPfU i devldo no pcr!me J tro urbano", lembrou Kalife. Preocupado com o estadc das cstrndas de acesso is propriedades rurais dos seguintes proprietários: José SImpleio da Costa Mrques, Oscar Salomão, Do roteu F. Conçnlvcs, Gilberto Alves Correa, Rinoldo e Otac(liP Corrêa, o Verecdor do PTB Roney Moraes Simões solicitou através de Indicação ao Prefeito Edsn Moraes providências urgentes na recuperaçaó dessos estradas que, segurdo ele, ''encontram-se em precirias condições de trânsltP, Impedindo até mes 1'10 os sen•lços essenciais", ress:iltou o edil. 1 l t I ~~ P'--r-c~s-_l_d_e-.,-,t-~ da Câmara Municipal de Bcln Vista, Ve .,j rcndor Jorge de Souza Rosa ~ 1 Tal situação torna-se incperPnte, tendo em ,·ista ,1 n distância dos locnis cedidos, principalmente, pa- 1 ra o corpo docente, ficando mais de mil alunos pre- i;ljudicados no an:S~:~:T:-::1~~:tse o Vereador. l o No dia 16/03 o Vereador pctebista Jorge de Souza i. Rosa apresentou indicação endereçando expediente ao t Prefeito Municipal, com cópia ao Secretário de 0- brns, solicitando o cascalhamento das Ruas A. Tri t buna da Fronteira e Visconde de Tnunay, principal - ~ mente no trecho que liga a Escola Ester Sil•a com a Avenida Teodoro Sati"l:n e em frente a Serrnria Serra h sul. - fJ COLOCAÇÃO DE IllJElROS lil o Primeiro Secretário da Câmara Municipal, Veren l d dor do P)!Dll João Knlife na sessão ordinária d"c: d dia l8 de marco, pediu ao Prefeito Municipal, atra vés de Indica;ao a colocaçao de bueiros na rua Gol [id eia Miranda Lino,_no Bairro Costa e Silva, nás pr~ tximidades da residencia da Senhora Estanislada de 1 Souzn. 11 Tnl solicitação faz-se ncccsi;;Rrin umn ,·ez ·- que, devido _as chuvas forma-se naquele local uma la 'e goa com as aguas in,·adindo ,·arias residências", jus l - e !ficou Kalife. - ~ REVISÃO ODONTOLÕGICA De autoria do Vereador Joio Kalife indicncaõ en dcreçuda .'.IO Prefeito Municipal com cópia à Secretá-: ria Municipal de Educaçao, solicita que seja deter r minada a revisio odontológica na clientela estudan- ! e til da r~dc municipal de ensino, "uma vez que exis n. te várias reclamaçoes de dor-de-dente e, constata e do o problema , que os mesmos sejam encaminhadoa. ao c Posto para o devido tratamento", enfatizou o edil. f t TESTE DE ACUIDADE VISUAL Ti s .. • !, j _ Tam em atra'CS de indicaçno o Vereador do PMDB Pi Joao Kalife pede o endereçamento de expediente ao ln' Prefeito Municipal com cópia à Secretária de Educa a çaÕ, solicitando que seja determinada com urgência ri teste de acuidade 'isual na clientcjl;a estudantil do n;MunicÍpio, e aqueles que apresentarém as dificulda o' dcs sejam. encaminhados ao médico para providências p cabÍ-eis, "Tal solicitação faz-se necessária tendo fo 1 cm 'ista ,·,irias reclamações de falta de , 1is5o e do " de cabeça", disse o Vereador. si DOAÇÃO DE TORRE fº Outro lndic:iç:io apresentada na Ciimara.Municipal ]o pelo Vereador João Kalife cndereçnda ao Presidente :, •da TF.LENS, toe: copia ao Prefeito Municipal, solici o, tn n doacão da antiga torre da referida empresa à e,Prefeitura Municipal. 'A torre cm questão est;Í desa rifada pela empresa. Creio que seria de grande 'a (lia para a Prefeitura instalar suas antenas de tele ivisão, já que a existente, segundo Informações, en- ,i contr:i-sc com principio de dct<lriorizaçào. lleln Vis n c ta seria m a i s u m a vez m u i t o grata à TELEMS e f f .c a = piria orgulhosa, como toda mãe, pelo despreendimento o CANCEI.AMF.NTO UE 1 !'TU RECUPERAÇÃO DI! ESTRAílAS füCRO ONIBUS PARA AS "CAIEIRAS" Indlcnçâo endereçado aP Prefeito Municipal, so licitando a colocação do rrlcro-Õnibus pelo menos u ma ,·ez por semana para trnsportar moradores da re giâo dns "CnleirAs" à cidcde, foi apresentada na Cimnra pnlo Vereador Roney Moraes Simões. Em sua Justificati'a, <'isse o edil, "constatei com moradores daquela reglâo e pre~enclei de perto as dificuldades de locomoção dos mesmos. Gostaria de citar por exemplo: existe um funcionário do Mu nicípio que para vir a cidade receber seu salário, que é salário mínimo, ten de fretar uma camionete de um vizinho, pagando at Cr$ 6.000,00 (seis mil cruzeiros) para se desloc,r atê a sede do MunicÍ - pio. !lesmo que V. Excia. cobre umn tarifa dos mes mos, facilitaria em muito suas vidas, tanto econõ mica como socialmente 1 '. tlOÇÃO DE AGRADECIMENTO À VALnIR CUl'.RllA Tl".RMINO DO POSTO ílAS "CAIEIRAS" Outrn indicai;aõ de autC'ria do Vereador Roney M~ raes Simões, endereçada no Prefeito Edson Horaes - solicita o término das obras do Posto de Saúde das "Caleiras". "O problema de locomoçao das Caleiras é muito sério para seus moradores, por isso pedi - mos com urgência a concreti.zaçÃn dessn obra para - que aqueles moradores possam também usufruir dos benefícios médicos que têw direito" ,afinnou o edil. CORREDOR BOIADEIRO/RODOVIA De autoria do Verendor líder do PDT na Câmara - Municipal Sydney Nunes Lelte, indicação ao Diretor Geral do DERSUL, com cópis ao Secretório de Obras do Estado, no sentido de cue sejam procedidos estu dos necessélrios para transformar em Rodovia o a tual corredor boiadeiro e,·istente nas divisas do Município de Bela Vista e Jardim, ligando as Rodo ,·ias Rela Vista/Jardim, Jrrdi.m/Porto Hurtinho, par tindo das proximidades da Fazenda Santa Vitória e atingindo as imediações dC' Calcário ~odoquena. _ "há muitos anos existe o Corredor Boiadeiro na divisa dos Municípios de Pela Vista e Jardim, qua se em linha reta. ligando as Rodovias supra cita - das·, que tem sen·ido para o trânsito de boiadas conduzidas por terra e con uma distância aproximn dn de 30 kilÔmetros, margcando as di•isas das c!i - versas propriedades rurais da região. Tal medida beneficiaria um grande núrrero de propriedades ru - rais localizadas nessa reyiâo, e hoje servidos por péssimas estradas de fazerdas, dificultando o crá fP.go e o escoamento de pr~dutos locais. A abertura da rodovia no atual corredor boiadeiro, dará no,·o estímulo ao progresso e prosperidade dessa_regiio, melhorando as condições de tráfego e encurtando - distâncias. Sen·iria como rodo,·ia tronco, de onde partiriam estradas para as fazendas ou proprieda · des rurais da região", justificou Sydney. SINALIZAÇÃO DA BR 060 O Vereador do PMDB J-1,.1rcos Elias Rio~ da Cruz so licitou _atrà,·és de indicação na Câmara Municipal -: em sessão ordinária do dir 26103, o em·io de expe diente ao Diretor Geral d<' DERSUL, Engenheiro Gil Aze'edo Leal, para que seja determinada a sinaliza cão da Rodo,·ia BR 060, trecho asfaltado, inclusi·; da Ponte estreita sobre o Rio Mnchorra. CAMPUS AVANÇADO O Vereador Carlos Alberto 0cariz apresentcu i.n dicação na Câmara Municipl endereçada ao Prefeito Municipal, com cópia à Secre.tária Municipal de Edu caçio, solicitando proposição de se trazer à Bela Vista um Campus Avançado cu Faculdade de Férias. "A seriedade e as bo,is intenções da adminiscrn ca municipal, na área de educação saltam aos o lhos dos críticos mais se,·eros. A promoçno da me - lhoria do padrão profissional, resultado natural - do investimento, complemertaria as acoes e viria suprir anos de descnso e defonnaçÕcs n('I quadro pro fissionnl mais vital à sociedade responsã,·el pelã formação do mesmo povo", disse Cach.ito. 'EQUIPAMENTOS PARA O !lOSPITAL SOLICITADO EKPENUO DO DEPUTADO VALDIR GUERRA De autorin do Vereador Carlos Alberto Ocárlz , foi apresentada na sessão do dia 20/0)pp., uma Mo ção de agradecimento ao Deputado Federal Vnldir - Guerra por seu empenho viabilizando recursos para as obras de reforma e ampliação do Hospital São Vi cente de Paula, nesta cidade. ISENÇÃO DO IPTIJ Através dP indicaç~o 0 Vereador AnselmP Lopes - (PMDB), solicitou ao Prefeito Municipal que deter mine a ise_nção do IPTU da Sr! Margarida Milton, ha ja ,·isto que a mesma encontra-se doente, conforme anexo atestado médico. DOAÇÃo·oE TERRENO Também de autoria do Vereador Anselmo Lopes, ln dicação para que seja endereçado expediente ao Pr@ feito Municipal, solicitando que encaminhe à Câma ra Projeto de Lei doando o terreno onde se encon - tra a antiga torre da TELEMS, na Vila Ko'a, ã Asso ciacâo de Moradores daquele bairro. - BURACO NO ASFALTO Endereçada no Prefeito Municipal, foi apresenta da na Câmara indicação de autoria do Vereador dÕ PDT Sydney Nunes Leite no sentido que deteroine ao Órgão competente que seja tapado·o buraco existen te no asfalto, ao lado do meio fio, existente na Rua Antonio João, entre o Ponto de Táxi e .'.I Casa do Arroz, "cuja providência deve ser com a máxima urgência possÍ'el em razão de seu taoanho e dos - problemas que poderá ocasionar essa cratera, não sono proprio asfalto, como meio-fio e calçamento~ lembrou o edil. INSTALAÇÕES SANlTilrAS NO "JOÃO DE BARRO" O Vereador petista Sydney Nunes Leite, atravis de indicaçao endereçada ao Prefeito Edson Medelros de ~oraes, s~licita a edificação urgente de insta lac:cs_sanitarias (privada e banheiro), no Conjun to Joao de Barro". "Segundo consta, existem apenas três casas coe esse benefício, e os demais moradores do Bairro,~ tilizam-se de um pequeno matagal existente no re dondeza, para realizar suas necessidades fisiolÓ - gicas , .ressaltou Sydney. Indicações Verbas Sessão Ordinária 27/03/9l VEREADOR MARCOS E.LIAS RIOS DA CRUZ Solicitou ao Prefeito Munici l deter- mine ao Secretári d O pa para que lhamento d O e bras O patrolaoPnto e case! Parque a'{";"g «ue !4sa a cate de errada do xp .coes ate o CLube do Laco ua vez, que o mesmo tem a d - " ' Dersul. sua isposiçao os caminhões do VERRAf>oR ANSEI.Ho LOPES Solicitou ao Prefeito Municipal determine - ao Secretario de Obras que menro da Rua Rosali O patrolamento e cascalha " Peixoto e A. ,,,"O Lino entre as ruas Eduardo " . • eo oro Sativa Solicitou ao Prefi , • • . ne ao Secretário de to dunic1pal para que determ! e cascalhamento da Obras que faça o patrolamento a Avenida Tri, rua Eduardo Peixoto esquina com una da Fronteira. VEREADOR SIDNEY N1JNEs LEITE Solicitou ao Pref i a limpeza geral no e to Municipal, que deterzine do ladário q trecho asfaltado da Rua Barao ue se cncont b s pecialmente rei, fI ra co erta de istritos e_ recer, que a li a uvial, atualmente, quer cepa radentes fica mdpeza e feita somente até a rua Ti- • n o dali t - r ·T total abandono. a;e o Bairro Agua Doce e· VEREADOR_RONEY HORAES SIMÕES Solicitou ao P f Chef;;, Regi.on·il d r; eito Municipal com cópia do 1hão nos ai" FEEMS a instalação de u ore os taboray d Solicitou ai d e as Prima,·eras. ta a cste ai,2?g "reteto ateia1 ses < luminârias n., b i Sli1. local, a r"cuperaçao das era do Apa. Contlnuação na P:Ígin.a - 09 m, •e +, Is., +; ~p «ar 4. i ti to -;49, r !!! c:i±; v,, 2! !:: . 's ;: ±li. Ls e: II:::.. c:: + L;4< ;ntt l •. ±i se " xaa, i• MERCOSUR Empresariado será el principal protag·onista El empresariado de nuestros países será el protagonista indi~ pensable de los dias que vendran, afirmó - ayer en su discurso el presidente uru - guayo, Luis Alberto Lacalle Herrera,quien precisó que los cua - tro jefes de Estado, al crear el MERCOSUR; no hicieron sino "a brir las puertas a la oportunidad ". Defi - nió a los gobernantes democráticos como "fu gaces y transitorios" y agregó que "si algo queremos recordar pa ra nuestra propia y efímera presencia al frente de nuestros países, que algún dia, en virtud de lo que hoy estamos realizan- SI NO HAY VIDA IGMA,LOS PELl<iROS DE RECiRESION SICiUEN AMENAZANTES IS El jefe de Estado, An drés Rodriguez, resoltÕ - nyer onte sus colegas de Argentina, Brasil y Uru - guni que "está demostrndo que donde no se dan las condiciones pnra uno ,·idn digna, lo libertod es pre cor ia y J •'S peligros de regresiõn sigom laten - tes y amenazantes". Cali flcÕ ln constituciÕn del MERCOSUR COMO UN "ineludi ble desafio de integra. - ciõn de nuestros países en una época en que ln u nidod y la mancomuniõn de esfuerzos son requisitos esenciales paro nuestros comunes objeti•os de de - sorrollo econômico y so - ciol, en libertad y demo crac.io" .. Rodríguez dio la bien venida a los jefes de Es tado visitantes y poste - rlormente e,q,resõ: "Ali~ pulso de la democracia q/ hoy preside _el destino de nuestras naciones latinoa ~ericnnas, y como un man dato inexcusable del tie po que nos tocn '·iYir, n!!_ ce e~ Mercado Común dcl Sur para ensanchar nues - tras posibilidndes y pro mover la complementncion de nuestras acti'idades - produtivas, eliminando los obstáculÓs que aten - tan contro el crecimiento econômico, ~l empleo Y la libre competencia". do, alguien nos re - cuerde y diga, ellos se preocuparon por a delantar la aurora~- Interrumpido en várias ocasiones por sostenidos aplausos, habló el mandatario oriental, quien en un pasaje exhortó a "repensar·nuestras maneras de trabajar; tenemos que repensar nuestras querellas , nuestras divisiones, que necessariamente en el horizonte del Mercado Común queda rán reducidas en su tamano. Tendremos - que cambiar y tendre mos que adaptarnos ã pensar de manera aun más amplia, aun más grande y generosa ca da uno de nuestros actos". Segui.damente sos tuvo: "Pienso que el empresariado de nues tros países, ese pro tagonista de los di as que vendrán, hoy tienen sus mercados agrandados, hoy tie nen millones y millo nes de consumidores pÕ tenciales. Pues en él confiamos para que, agrandada laca pacidad de crecimien to, sea ese empresa riado el que,con sus obras, nos diga que hicimos bien en a brir las puertas a este nuevo tiempo". "Pienso en los tra bajadores. La inte - gración para ellos no es esta ceremonia. Para ellos la inte - EL D.'.ITO NO DEPENDERA DE de lo~ gobiernos o como fruto de largas negocia ciones, sino mediante un compartido anhelo y ac ciÕn recíprocas de nues- tiras sociedades, respon diendo a nuestra herman dad de origeny a nues - tros irreductibles dere chos de vivir en liber - tad, iqualrlnd y democra cia como la ,·ia más ode _cuada pnra arribar· a la ansiada jus tida social". - A continuación, sena lÕ: "La política econõm_! ca que nos propus imos de sarrollor desde el ini - cio de nuestro mandato se ratifica hoy cpn nues era firme adhesiõn a los grandes princípios de lá integraciõn lntinoameri cana, cuyo objeti•o prio ritário .es compntibili = znr y proyettar la libe.E_ tad y ln democracia al compleio campo de la actl ·idad econômica". - "América Lntin~ tiene que dejar de ser, defini tivamente, solo una gran productora de materins primas. Su derecho nl de sarrollo es integral, de bÍendo también ampliar y mo,dernizar su capncidad - industrial, y participar de la evoluciÕn tecnolÕgi CIJ- El nue·vo ordem mundi= al debe, en ese sentido , caracterizarse no por una retórico solidariedad, si no por una real y efecci= va cooperación internacio nal". - Fihalmente,instÕ a sus demás colegas a trabajar en mancomunión de esfuer zos para forjar la prospe ridad y la justicia que se merecen nuestros pue - blos. MERCOSUR O MERCADO COMUM DO CONE SUL- tos COBIERNOS Más adelante,Rodríguez sostu·o: "Es preciso re - arcar que el êxito' del MERCOSUR no solo depende rã de la efectividade de las.medidas que adopten - los gobiernos, sino cam - bien, y eo gran medida,de lá creatividad, del tale~ to, del esfuerzo y de la soscenida dedicaciÕn de los emprcsarios, y aun de nueatros pueblos en gene ra1", "La integraciõn no al cnnzaremos como resultndo •xcluslvo de la decisiÕn trâmite del tercado Común. Y buenos es - quizi que nsI ocurra, porque esta no cs o bra suceptible de ser atrapada en lon estrechos limites de un mandato, ni pucde ser patrirr.onio de los gobernantes democrá ticos, fugaces y tran sitorios por defini ción. Tiene que ser obra que hagamos po niendo el oído al pe cho de país~ de cadi uno de los países , sientiéndonos mera - mente un eslabón más en la cadena, sint.i endo que tenemos es te momento para de - cir nuestro roensaje y que otro vendrá después a retomarlo y amplificarlo". REGIMENES QUE PRETEN OIERON DAR CERTEZA OESAPARECIERON ca dcl r:O•,q{:, 1•1 e! safio d! la «anane1 o lá pérdda, a el tr men!o ,«to1 las socid• . n das parte del mun do", reflexiono. "Dr? d II Í , e . 1i dos amigos, que no corresponda nono tros, nada ma y na da menos, a abrir las puertas a la o - portunid.d, que quis ran nuestros empresa rios, nuetro traba jadores transitar por ellos, que hngan uso de esas oportuni dades. -- Eso es lo que hoy estamos edificando", pontual.izó en otro momento. SEJA MAIS BEM 00 NE DA DA LEIA os REDE RENSE o REGIÃO. E Brasil - El presiden te brnsileno, Fernando Collor de Mcllo, nbogõ ~ yer en su discurso por el perfeccionamiento de las instituciones demo - crãcicàs; exhorto n dar lugar a la capacidad ro creativa y n estimular las fuer:as dcl merendo as! la economia. Fue a - yer nl dirigirse n ln çoncurrencia, tras fir - mar e1 'Tratado de Asun c.1tin". "Este cnc.uentro que hoy celebramos cons tituye el mar.eo de ind.is cutible signUicndo e-;:; ln historia de nuestros cuàtro países y de Amêri cn l.ntina. PrescncL-u!los en ~~tê acto de for.:,.ali i:aciõn del·trrtado parn ln constituciõn del Mer cado Común dcl Sur, el i nIelo de 1a material!z. ciÕn de a lgunas de las mãs altas y antiguas as- gración se realiza rá cuanpo sobre su mesa haya un poqui to más de prosperi dad y para sus hi - jos un poquito mus de esperanzas. Esos son los que van a marcar el éxito de lá .integración", a seguró. "Pienso en nues tros hijos,que cuan do lleguen a las d~ cisiones ya defini tivas de la vida , tendrán esta chance que no tuvimos noso tros y, portanto, pienso en el siste ma educativo, que hoy, manana mismo , tiene que comenzar a incorporar en los programas de estu dios todo aquello - que nos vincule· y prepare, por tanto, nuevas generaciones para esta grande y nueva tarea" .. Más adelante, La calle Herrera dijo: "Amigos, esa tarea llevará los próxi - mos 5 anos. Habrán cambiado las cir cunstancias de los gobiernos, ya no es tará este Presiden= te del Uruguay cuan do se concluya eT "Nuestra preocupación ya no es una guerra ara da. Nuestra preocupaci0n más importante debe ser la paz. Pero no una paz inerte, no una paz h!bri da,sino ln paz del crecI miento, la poz de la ver dadera libertad, una paz creatia", sostuvo oyer en su discurso el presi dente argentino, Carlos SaÜl Menem. Fue luego de formalizar el Tratado de As .. nciõc. Seguidamente, d1jo:"Pa ra olcanzar este objeci= ,·o, es imprescindible que ante todo nos reco - nozcamos )os latinoaoer.!_ canos como una gran na - ción, capaz de autoges - tionar nuestro crecimien to por regiones. Nada de esto será posible si no seguimos, precisamente, el ruitO ~ue nos indica tanto la historia como la sabidurín de nuestra naturaleza, que de norte a sur extiende sus rins y su cordtllera en un mismo cuerpn". pirncioth?~ de nuestros pucblos", .nanifestõ Col - lor de Mcllo. Seguidamente expresó que al quedar formalizndo el tratado, "reafirmamos la i~nlterable voluntnd política de los gobiernos da Argentina, de Paraguay de Uruguay y dcl Rrnsil, de sumar esfuerzos en la tnren solidaria de cons - trución de una sociedad is próspera, ris justa y "Así es que como lo siento, como creo que todos los senti mos. Estamos abrién dole el campo a una oportunidad,no a una certeza. El mundo si algo ensenã hoy, es que los regimenes que pretendieron dar certeza desaparecie ron. Y vuelve la éti , IL 2E En c,tro •T"!ornento, nec .:ifinnó: "Celebra:nos este mundo más inclina do a la cooperaciõn que a la confrontación. em mundo, en síntesis, que esperil!:los sea más respe t-uoso del hobre". Al abogar por la in tegraciõn regional, el Manda~rio argentino se -ÕalÕ: "r:uestra apucsta en fa,·or de ln iotcg::;i ciõn no es ideológica. Por el contrário, se trata de un redio para sumar eficiências". "Esta es la única y a la ,·ez la mejor estra tegia pnra que nuestraS, sociedades potencien la recon'ersiõn y den el ran salto cualitativa de sus economias": "Este es el arco a decuado para que nues - tras ventajs utuas se ioterrelncionen de mane ra tal de asegurar a estros pueblos el acce so a más y cejores bie-· nas". SALUDABLE COKPETDICIA nbiertamente cooprometi da coo las lihertads ; srnciales de un rêgimen del!!ocrático". l'osterfor mente destacõ que "e..st; ejemplo de cooferación que hoy exhibfios orgul Hosarente al mundo ea =R penas un punto de pnrri da pnra la realizac1Õn de obras ayores", . ,segurá lucgo que su país sfepre presto y seguirá prestando su to Maiores LP.I'l'OR IN!'O.Rl-111- JOIUlAIS 11fl"LAVIS JORNAI5 infor Ponc: mações pelo ASSI- 439-1410 E PosterJor. ~te, :::...1n! festó: ''En cl riFxo ser tido, se Ir.pulsa asf una r:aludable co::pet<::icia e,, precios y ser!c1os. E6- te es un catino s!n r - torno y es el r:cjnr' 1 • Refirfênd3se a la cons tituciÕn d,l MERCOSl/R expresó: "[rtc .1cto =-~· - sulta un.a L:<.?C&l;ii.•Í:l c:i"': ra de la dct :-e ::11cíÓn - de nuestros pueblcs d 2 vanzar hacta un futuro - conjunto.De dar inicfo a una nueva etapa e las - relaciones de· ::ue,;tro.~ cuatro países, que ccnsa l1darãn aun ás los laz de paz y amisrad ertre - ::uestrns dcr::ocrnc:-i.:is". "Desde el irar de la lucha por ln Indepen dencia, muestros h&roes nacionales sonarn con a vanzar hacia la cree4, de un potrln. cc-nju.nt.1. Este tratado que a,a' firaos significa u: paso is haeia la reli znción de este s-..:..e.:10 1 ', e.:.. fa tizÓ. COLLOR AB0<iÓ-P0R LA LIBERTAD DE MERCAD tal apoyo s las infetai vas de irrezrón. Se l gu[damente d!jo: "ar:a reros por etapas, en e preendim!nos acreto , conscientes de las rea les potenei.'iludes de da país,dencdoano fr trar alzonas de naestra is carsesperanzas aso ciadas a la InteraefGnr i;icnal". (OatrLas Traritas do AB Calor • d,- -"'.;..u,;.Õo). ------ ---------- --- -- JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA RP.l,A VI !;'I'/-HJ'1'0 GROSSO DO SUL 06 DE ARIL DE 1991 PÁGINA- 10 ** POR NANCY** »IVER!AR10S 02/04 -- comemorou ·uns I4 aninhos a jo Volasquoz- ----------------- --- 1 Um delicioso jan- t(ar (feito pela Sra. laudetc) para famili 1(res e alguns amigos, arcou a data. Para - e, ens ! t 02/04 -- Nessa da e a também festejou su s 14 primaveras a qa tinha Renata Rosa Pi D heiro. Felicidades! a 03/04 -Bianca Ve asquez nesse dia fes ejou seus 12 aninhos. ~ 04/04 - Um churras uinho para amigui 1hos e familiares mar eeou a data cm que a ~~ atinha Gabr~ela Ve - asquez Pereira come orou 10 anos! l'0RRE O COLUNISTA ALE ~- NDRE BILO i • O colunista social lexandre Bilo morreu lia 02/04 às 15 ho - r'as, no CTI da Santa- g f: : --~ t~ ·_:.~··1'· r º foi anual o ininter rupta até o ano pas sado. Além deste, O4 troo concursos do ge nero realizados pe lo colunista social tornaram-se tradicio nais como Mulata de Ouro e a escolha de misses Campo Grande e Mato Grosso do Sul, desde 1986. Muitas ganhadoras 'destes concursos têm hoje projeção nacio nal e internacional, como Adriana Graeff, por exemplo, modelo que fez trabalhos no Japão e outros paí - ses. No jornalismo, A lexandre Bilo come - çou pelo Jornal da Manhã, passou pelo - Diário da Serra, es ceveu para o Correio do Estado, Revista - Executivo Plus, l Crítica, Folha de Campo Grande e ou tros órgãos de im prensa, sempre no co lunismo social. Foi diretor da Imprensa trabalhou no Tribu - nal de Contas. (Cor - reio do Estado) "PERERECA" Foi encontrada dentro de uma lata de óleo da Sadia com prada em Campo Gran de. A Deleg. de Defe sa do Consumidor, agiu rápido ao rece ber a queixa: desco briu que o enlatamen to do óleo foi feito em Rondonópolis-MT. Foi instaurado in quérito policial pa ra apurar 'crime con tra a saúde pública! BlILE 01 lLELUII Sábado pp., n Grêmio esteve anima díssimo. Casa lota da, Conjunto Musical Agradou! E A MARRUA JEANS ·n te. ~ i~ Ele estava interna Jo desde sábado ú1i- • o com problemas de nsuficiência respira ora, consequenc1a - le forte processo in ~cccioso. Logo após - nua mor Le, o corpo - ·e·oi levado para a Ca c,ela Monte Fuji da A- 'enida Mato Grosso - quase esquina com ~ Rua Pedro Celesti - Po). Alexandre Bilo - 1a,asceu no Espírito - janto mas vstava no Plato Grosso dd sul há P"quase 25 anos e iria º;omplcta:: 35 anos de P,dade no próximo dia "1 de_ju1o. - Além de uma filha, 1exandre Dilo deixa 'im importante traba - 0 ho de divulgação das elezas do Mato Gros- ~ !o do Sul, prlncipal- 0 ente revelando mode 'os e manequins atra - s .de grandes concur los e desfiles de mo a. " Come.,;ou cm 84 com , Garoto e Garota Je P•ns, c-uja repetição - CRIM.P. NI VILA COlllD CHOCOU A COMUNIDADE BELAVI STENSE No último dia JO, Sábado de Aleluia , por volta das 23:30 hs., foram mortos a tiros de espingarda, provavelmente cali - bre 20, e revólver - calibre JB, os ir - mãos Nicolau Afonso (casado, serralhei - ro, 26 anos, residen te na Vila Espírito Santo) e Edenir Afon so (solteiro, 20 a nos, soldado do 100 R C MEC!, em frente à residência da mãe, senhora Felipa Cáce res Afonso, locali - zada à Rua Dcna Rufina Cáceres, s/no, Vila Cohab. Os autores dos disparos, Odemir Ossuna ("TUCA"l e Oraldo ssuna ("VA - DO"), também irmãos, após o crime evadi - ram-se do local. e en centram-se foragidos da justiça. OS FATOS Segundo informa - cões em depoimentos ~ Polícia Civil de Bela Vista, tudo co meçou com uma discus são na "Lanchonete • do zé" entre Oraldo Com muitas novi dades em jeans, cami} setas, calcinhas soutiens. Tudo da m lhor marca por pre ços acessíveis e fa cilidades para com prar em prestações. vá e confira. Fica ao lado da Farmácia do Jair. Jà RETORNOU Após 2 semanas cm Salvador a Sra. Maí sa Escobar Azevedo. O Reinaldo já estava com saudades! Irmãos Mortos a O DE OSSO CILIBRE Ossuna e Nicolau A f_onso, após uma par tida de futebol , tendo ambos partido para briga, Um <los irmãos de Nicolau P.dson /fonso, inter· viu segundo ele pa ra "apartar", quan do foi atingido por uma cadeira desferi da por "Tuca". Nes se momento o outro irmão, Edenir Afon so também interviu batendo com uma ca deira na altura da cabeça de "Tuca" , 'que caiu práticamen te sem sentidos. O raldo Ossuna ("va - do"), segundo infor mações, teria tam - bém sofrido machuca duras pelo corpo d rante a briga. - Cessado o inci - dente os irmãos A - fonso seguiram para a residência de sua mãe, localizada na Vila Cohab. Mais tarde, por volta das 23:30 hs., quan do Nicolau saia pa ra ir à sua casa , localizada na Vila Espírito Santo, foi surpreendido por um disparo de revólver calibre 38 que o atingiu na al tura da coxa, tendo Mienlifi:alo assaltante da lanchonete Xanadú A Polícia Civil de Bela Vista após inu ras investigações chegou a identificação:: de um dos elementos autor do assalto à Lanchonete "Xanadú" ocorrido no último dia 26. Trata-se de um elerrento de na•cionalida de paraguaia, residente em Bella Vista Pa raguaia cujo nome não .pode ser divulgado para nao atrapalhar no andamento das in - vestigações. • Após a identificação do elemento o De legado José Raimundo Pinto Filho entrou - em contacto com as autoridades paraguaias pedindo a colaboração para elucidação do caso. A polícia do pais vizinho esteve na re sidência da mãe do elerrento sendo informa do que o mesmo não se encontrava. Foi armada então uma "campana", (to - caia) para prender o acusado assim que chegasse em casa. A noite a "campana" foi retirada, pois teriam ligado para a poli cia paraguaia informando que o acusado se ria apresentado no outro dia cedo. - Se aproveitando do "descuido" das auto ridades paraguaias o assaltante "picou a mula" e encontra-se foragido da polícia - do país vizinho, que desenvolve operações em toda a região no sentido de prendê- lo o mais ~ipido possível. • caído e arrastado-se para dentro de casa. Na sequência do acon tecido, seu irmão E dcnir Afonso saiu pa ra chamar um vizinhÕ com o intuito dele var Nicolau ao Jlospi tal, ao voltar tam - bém foi surpreendido com disparos de es - pingarda que o atin giram na altura das nádegas e rosto. vá rios disparos foram efetuados contra a residência da famí - lia onde também se encontravd, além da mãe, mais dois ir mãos, uma irmã e uma crianca de pouco - meses de idade. Por tas, vidros e cober tura foram quebrados a bala, tendo os pro jéteis atingidos ain da outras residenci as vizinhas. Os ir - mãos foram socorri - dos por familiares e vizinhos, levados a inda com vida ã en - fermaria do lOQ R C MEC on<le vieram a fa lecer logo após. Ni= colau recebeu dois - tiros disparados de revólver e Edenir re cebeu também dois disparados de espin garda "cartucheira". O Delegado de Po lícia de Bela Vista, Dr. José Raimundo Pinto Filho instau - rou Inquérito Políci al para apurar o du plo assassinato, fo ram ouvidas várias - pessoas que testemu nharam o desentimen to na Lanchonete do Zé e os disparos na Vila Cohab, dependen do apenas do resulta do da Perícia Técni- ex aue esteve no lo cal do crime e do e xame necroscópico pa ra su conclusão. Fo ram encontrados no local do crime uma cápsula de cartuchet ra calibre 20 e 04 projéteis amassados, sendo 03 do puro es tanho o 01 de esta - nho com revestimento de cobre. Informou ainda a autoridade policial que os irmaõs Olde - mir Ossuna e Oraldo-, Ossuna apresentaram se dia 02, tcrça-fei ra ao DPI - Departa mento de Polícia do Interior - em Campo Grande acompanhados do advogado Cirio Falcão. Aquele Departamen to manteve contacto com o Delegado José Raimundo ficando com binado com o advoga= do dos acusados de ser feita a apresen tação de ambos nes ta quinta-geira, dia 04, às 09:00 hs e Bela Vista. Na quarta-feira, dia 03, foi decreta da a Prisão Preven tiva de "Tuca" e "Va do", a informação - "vazou" e a apresen tação não aconteceu, estando os crimino - sos foragidos da jus tiça. - t z SEJA VOCE MAIS UMA PESSOA BEM INFORMA DA. LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA. ******* DESEJAMOS !- Pronto restabele cimento ao amigo Mã rio Rosa que. no dia S pp., foi a Campo - Grande para tratamen to de .saúde! - PARA REFLETIR Aproveite ao máxi mo os momentos de a legria, para agrade cer tudo o que tem - recebido da bondade divina. Edi.tal de Proclamas JANILDE ROSA DOS SANTOS, Ofieila do Cartorlo de Registro Civil dn Circunscrição de Bela Vista-MS., fnz saber que pretendem casar e apresentaram os Documentos exigidos pelo Ar t!go 180 do Codigo Civil Brasileiro. Robe.rto Akita Fukui e Crlstiane Santos Nu nes, ambos brasileiros, solteiros, e residentes nesta cidade, ele. estudante, filho de Yasuo - Fukui e Eva Cardinal Fuku!, e.la estudante filha de Sebastião Aral Nunes e Elba Santos - Silva. Se alguém souber de algum impedimento que oponha-se na forma da Lcl. Bela Vista-MS., 06/04/91 Janllde Rosa dos Santos - A Oficlala Edital 001/91 o Serviço Autonomo de .a de B 1 . . gu e Esgoto e a Vista - Mat G 0 rosso do Sul: FAZ PCBLIcO - interessados para conhecimento dos- eri6a a ; 2",grão aterras, no 1991. a ri a 12 de abril de As inscrições blico destinado para~ Concurso Pú ao Provimento a selecionar candidatos no Plano de cargos efetivos criados d P cargos e sal - • - a Portaria no 029 .ar1os, atraves go de ajudante. de 28/05/90 no car- SAAE - BELA VISTA - MS -REABERTO O- CASSINO BELA VISTA • A fronteira conta" com mais uma atra Bella Vista Para çao, e, sem dúvida gvai. os moradores de a,'. O CASSINO BELLA dim, Maracaju, .'F- VISTA conta com vii to, Guia Lo,' "- rias aracões, e a to Murti,,''s, Por- so a João ,hho, António Piedade belavis ,oaque e Bel tense o frequenta. !F?a evidsnee,,"_ Venha a e1ia visa r prestig; .s e viva uma noite de Novo é o;{do o sonhos. NO DELLA VIs+,SSI A sorte te esPe vizinha cida na ra. a e dc Prestigiem! Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1030_30_03_1991 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1032_13_04_1991 Voltar para a lista de itens