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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1031_06_04_1991
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Clm:.
aro •
BP.LA VISTA MA'l'O GROSSO DO SUL N0:1.031 - AN0:20 ·06/04/91 DIRETOR IIBSPONSÃVIlL: lVAl,DO PI.REI RA Cr$ !JO, no
"rei, ti"
'es, fJ
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IRROMBIDO
No Último dia 24/03,nA
10:30 horns, foi detido e
preso cm flagrante no Res
taurnnte
11
Pnnch<" Alegre"~
nestn cidnde, o elemento
de nome João Apnrecido Fn
chinl Ferreiro Pereirn
brnsileiro, cnsndo, sem
profissão definido, filho
de José Aparecido dos San '
tos e de Emllia Ferreira
Pereiro, nntural de Pontn
Porâ-KS., nnscido cm 10/
12/60, residente à rua
Ru'in Nu, nQ 1.528, nn ci
dade de Pedro Juan Cnbnl=
lero, República do Para
guai.
Na noite do din 23, sa
bado o citado elemento ar
rombou a residêncln de
propriedade do Sr. Victor
Baroldo Lino, situado n
Ruo Deputado Hnrio Van
Den Bosch, de ondr. furtou
dl'crsos jóias e outros
objetos, tendo entrado na
l
João Aparecido F11chJni Ferreira Pereira
ESO EM FL
casa após conseguir ti - ccr, dirigindo-se até o
rnr o aparelho de ar Rcst~urnntc "Pnacho Ale
condicionado de um dos gre", na sr.-!da da chia -
quartos. Após o furto o de, onde encontrava-se -
nrrombador ocultou-se - tranquilamente tomando
à ccrvcjn e aguardando o Õ
nibus para Campo Grande
quando foi detido pelo~
Condições para a
Polícia Trabalhar
num matagal próximo
Ponte soôre o Rio Apa
de onde saiu ao amanhe-
Prcs.da Câmara Ver. Jorge de Souza Rosa
r.ente da Polícia Cl·11 0-
1 h·eira Nicanor da Cunha
pelo Soldado YH Milton
e Carvalho, sendo teste
munha o Sr. Odew1r Lopes
r.arbosa.
João Aparecido possui
J:"lSSagec pela Polícia do
Y:unicÍpio de Jnrdic, tam
t,ém por furto. No noite
'o dia 23 o elemento h,1-
,·ia aind:, lm·adJdo m.1iR -
trêR res!df!ncL,,:; r.ct nosaa
·~OOLnJ_º !_,!s_oo c_09 __,
Cachito quer revisão e
-vistoria da rede elétrica
C Presidente do Càmarn
Xunicipal dr Bela ViRtn ,
Jorse de Souza Rosa, dis
se que hã poucos dias rec.!:_
beu Ofício do Dr. João Ba
tisra Pereira - Coordena=
dor Geral de Planejamento
Finanças e Adm.inistracàn
da Secretaria de Seguron
ca PÜblica, informando
que esse Õrgào está estu
dando a possibilidade de
en•iar uma ·intura pnra fl
destacamento da Polícia
Militar de nossa cidade.
O Vereador apresentou
indicacào, no sentido de
que "não seja estudada a
Possibilidade, que seja
t'osol'ido de imediato o
Problema, pois o po,·o be
la'istense estã intronqui
ln, apesar da bon 'Ontadc
de nossa Pol{cin, tanto n
!'li como A Polcla Civ11 -
tst~o sem condicÕes de a
t@:ndcr o po,·o, nõo temos
tiaturas, equipnmento e
Ptec:isamos., também, de
Rafor efetivo policial". dios. Lembramos, também, de mudanças, o Governo
Foi oportuna a lembran que n nossa PolÍcin está PRECISA e DEVE pagar me
Ca do Vereador, haja is- se portando eficientemen lhor os nossos poli -
ta as inúmeras·ocorrênci- t;e, mas precisa de cond,!_ c!nis, ch·is e militares,
as policiais doA últimos çÕcs pnta melhoràr ainda •SO assim poderemos ter
esns, com assaltos, mor- ma.is n segurança dos ci- bons profissiClnais a ser O Vereador Marcos E
tos e tentafvas de homicÍ dadÕos. E neste quadro ,·ico da segurançR do•po,·o. lias da Cruz está "preocu
Integrar;ão Comera em (Casa ##±
pa. mento de que alguns Vc - ciso dnr condicÕes dig -
O exemplo começa em readoreS ,·ataram contr.:i nas para aquele povo vi-
"Casn" .. Vi•emos num.A ci- o empréstimo de ciiquinas ·e:- e proctuzir, sem iStC
dnde situada na faixn de para a Prcfeirura {Muni- nõo há razão de ser para
fronteira, se não conse- cipalidnd de Bella Vis a chamada refora agrá -
guiniios esta integracào ta (Paraguai) sendo que ria.
nqui, entre duns cidn - estn fornrceria o cC'lmbus RefC'lrm« r1g·rária si:n,
des, onde br;:isileiros e t!Yel. - mas criação de ía,·elas
paraguaios estão ligados Acreditamos que hou,·e rurais não.
atê. por laços famil~ares, mal entendido, e isto se Na sessão dn Câmara -
então cstn ntegracção en ri esclarecido, pois os }1unicipal. desta se.rnann ,
tre os pa.íses do Cone nossos vereadores sao Marcos solicitou no Prc-
Sul será mais uma p!ada conscientes e sabe do feitC'I n construi;Õo dP u-
dns Rcpúblic:bs d(s Bnn_.'.1-· mome:ito histf'rico que es ma casna para o Professor
tos fendo. que 'eciona no Assenta -
menta e o atendimPntn ~~
dico-odontolÕgico pcl;
menos uma vez por sccuma.
Se isto não for poss{yel,
que o médico e um dcntls
ta ·isifali o ltSS<"ntacrnt;
de dez rm dez dias.
Se a preocupação do
Go'ernador "edro Pedros
sian com a ENERSUL é re
lattva a auditoria par!
ver como, onde e por que
a empresa deve tanto, em
nossa cidade o Vereador
Carlos Alberto Ocáriz
(Dr. Cachito) falando cm
nome do povo, solicitou
que se faça o mnis bre,·e
possÍ'el uma 'lstoria e
re'isio da rede elêtrica
que serve (serve?) o Y.u
nidpio.
Eis as pala,·ras do Ve
readorna Cãmara Munici=
pal:
•"A situação da ener -
gia elétrica de nossa ci
dadc é de tal fora pre-
ç-Íria que jâ se tornou
tema de piadas. As lumi
nárias pÜblicns na sua
maioria estão queimadas
e/ou quebradas; nrs ruas
~scuras já propiciam o a
parecimento de vadios e
ladrões. A instabilidaée
dn corrente ê um tonnen
éo para os proprietários
de eletrodomésticos. A
qualquer sinal de nu,·em
que: prenuncie chu,·n, já
VER
e
e id,,dc " Corn tn:nbrm nu -
tor do roubo refd@ncIa
do Sr. José Gor!bnldl da
Rosa Neto, ocn-rrJdo
mê_s de dezrmhro do ano
passndo,dc o'lde foram fur
tados dos revólveres,uma
:u:Íqulnn fotográf icu, um n
parelho de no e uc.1 -
11
guaJac.J". Ao que tudo in
dica o "ar:tlgo do alheio
11
-
,· 1sita,·11 periodlcamente n
cidade pnra praticar seus
nn
d@nc ias "e,colidas" para
seun furtos.
Dentro do poss!,·Pl a
Ptefeüura Municipal de
Bela Vista e não só a
Prefeitura: mas, também,
ªª entidades, clubes, em
Prcsiirios dc'em colabo -
ta '
B t com as autoridades de
•lla Vista (Paraguai). E
v
1
Ce-,•crsa. Afinal, a pn-
"""Ta de orde agora é in
n:&raçao. Temos quatro n-
hs Para preparnr o cnrni
hho, provar que nós, sul
~ricanos, temos condi -
s culturais, políticas
econôtcas para criar o
nonso Merca~o Comum (Mer
ou1) exemplo da Euro-
nas.
Com auitn surpresa, n
tê com certa decepção,E
conheci = m,·ur.os,
llll(A.os MORT~S A TIROS DB GROSSO CALIBRE - CRIME NA VILA
COHAB CHOCOU A COMUNIDADE BBLAVISTBNSB
l
furtos,nuldo loo e
seu Ida parn outras lo
cal idades levando o pro
duto de eu, roubo,,0 e
lemento encontra-te na coa
dd11 pÜl>lJc .. dr lldil Vfc:t,i,
a diposcio da Justiça.O
Delepado lo:,é E.a lruundo -
Pinto l'ilhn inlnrr.,nu ?i r
portnr;e□que estio edo
Invetiadas ainda a prtI
cIpação de alguns ele±n
tons aqui em nossa cLda
de,ao que tudo lr.,Hc., n nr
rombador não har {a ido
fiOL: !nho, pofsderorvstra to
tnl c-onhcclmcnto <l:1a rc:..l_
l-b.rcns Ell;is Rio:; d .. r: Cru;,:
Solicitou, nlcdn, que
SPnsibiHze o Go,·err.~ co
Estado para u atendimen
to permanente aos asse-
I
/
/.
ficamos sem luz, com cor nimn ntenç~o.
tes que não raro attnge A situação é caótica
marcas de record de doze e li chegou ao II!t> to
horas sem energia, co - lerivel. !ão podemos crei
gra,·es prejuízos a todos cer e desenvolver sem um
e,· principalmente ao co- servico de enerin al
mércio. A pontualidade e tura de nossas ecessida
presteza do serYiçn só é des e do ,·n lcir p::.~o p,:, :
obsen·adé na cobrança e- los usuários.
ficientP. de altos valo - Contundo co::::: o no·:o
res, inclusive da taxa espírito de rudança e
de ilumina cão pblica. realização da nova adi
Reiteradas as reclamaces nistração, enians nova
da taxa de fluinação - rente nosso deseperado
ter sido feitns e endere pelo e aguardaros ars!o
cadas à Empresa,sem a mT sos a soluc.iio".
m - [iifif
, [f Lr..J [1LJ
E#
tados"dando condiçe a
ra os aeses zraalhr
e produzirem a!g.
PRDRO PBDRRJ~ . l
~-------------~ª - 03 1
~
1
±:
REIBERTU
REU IRÍ P
O Prefeito de Porto
tf.,rLJnlio, lleltor t!irnndn
dos Santos, esteve com o
Prcfcltn Uroz Halo discu
tindo a renllzaçiio de um
encontro que deverá reu -
ntr, em Dourados, os prc
[e[to de regtoes com ca
poe1dndc para cxportaçio
dc produtos, quando será
nnalisnda u viubilldade -
clu rent_ivuciio do porto
(luvlol de Hurtlnho, A es
colhu de Dourados, segun-:
do Heitor Miranda, deve -
se no fato do município -
ser o mais importante po
lo desta região, com fac!
lidades para envolver pre
feitos, deputados, sccre-:
tórios de Estado e mun1ci
pais, e lideranças polit!
cns nesse projeto.
DE P
EITO.
TO FLUVIIL
M DOURDDOS
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Tratado prevê fim das
barreiras tarifárias cn -
tre Brasil, Paraguai, Uru
guai e Argentina atê 1995
Assunção - O presiden
te Fernando Collor apro =
veitou a cerimônia de as
sinatura do Tratado de As
sunçao, que criou o Mercõ"
do Comum do Cone Sul (Mer
cosul), para anunciar õ"
suspensão da cobrança do
Adicional de Frete para n
Recuperação da Marinha
Mercante (AFPRN) sobre
produtos importados da Ar
gentina, Paraguai e Uru-:
uai. A consequência ime
diata da suspensão e are
duçào do preço dos prod
tos importados dos parcet
ros brasileiros no Merco
sul. O gesto foi entendi
do como uma dcmonstrnçâo
concreta do desejo de se
promover a integraçaÕ pre
vista pelo tratado. -
Collor e os presidcn -
tes Luiz Lacalle (do Ur
~uoi), Andrés Rodriguez -
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10 LINHAS PARA:
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llffll'Olt ►ltnANDA - l'RIWl!ITO UE
fuRl'O HÜK'.flNIKJ
Conforme informocões
do prefeito visitante ,
outroE•·encontros já fo -
ram realizados para ana
lisar as viabilidades
técnicas e econômicas da
reativocào do porto, que
foi fundado há mais de
um século visando aten -
REPRODUZIDO DE "O FSTAOO DE SÃO PAULO"
(Paraguai) e Carlos Me -
nem (Argentina) celebra
ram a assinatura do Tra
tado de Assunção com as
mãos dadas e braços er -
guidos. O acordo prevê a
eliminação das barreiras
para circulação de bens,
mercadorias e pessoas en
tre os quatro países ate
1995.
Até 31 de dezembro de
1994, as tarifas alfande
gãrias dos produtos ven=
didos entre os quatro
países sofrerão redução
de 7Z por trimestre. Em
julho, 47% dos produtos
do comércio regional jÓ
terão uma redução pro
gressiva em suas tarifas
Até janeiro de 1995, ca
da País terá uma lista -
limitada de produtos so
bre os quais a tarifa zc
ro não incidirá. Para -
guai e Uruguai, cm razão
das peculiaridades de sa
as economias, ainda pode
râo manter uma lista re
duzida de produtos até
Das várias inciativas do governo Co11or, ur.:a se destaca pe
ln lmport;mcio ecc1_;Ô:Jica·polftlca no nível internacional: -
Lrediata aproximação cor os países da Aérlca Lat{na a core ·
çar pelos vlzint20s do Cone, Sul. No quadro atual de crescente -
abertura derocritfca dos pulses europeus e dos novos cG"os •
de alianças, Inpoe-se tarbé ao Bras!l acompanhar o estímulo •
da nova política de couidades, nu rundo que não pode e raio
sabe,mais conceber a v!da Isolada de países ou grupos fechados
de n.1çoes. A un Lao dos Esta dos europeus é o gr.1nde r.ode lo e de
saffo para_os denals continentes. A abertura para a democracLi
e a ex.pertencia. que deu certo no pós-guerra, cor.:o exigência !n
terno da Europa, ras tarbém externa. k redlda que a Europa sê"
rcunlfl.ca, ta.:ibern se. nbrc nos outr~s continentes, desde que ha
Ja una correspondente derocratfzaçao dos países coo eleiçÕes
livres, pluripartidarismo .respeito e garantia dos dlreltos -
fundaoentnls da pessos humana e do cidadão, enfi.J!, de::ocrn. -
cfa cfetlvn._e concreta, e nao apenas na letra das constitui -
0s. Para nos, brasllelros, nero sceprc é fácil entender os
significados_da un!ffcação européia: esta:os ligados apenas te
nuaente a patrta portuguesa; não pertencer:os no r:n.mdo (!e fali
esp~nhola (a secunda ::ator 1 ngua do mundo!), o que nos afasta
e nao nos Identifica totalrente co a Aérlca Latina; não rece
beos todas as_Informações sobre as atividades Internas da co
cuntdade
1
turopeia, oas tao-soziente notícLas Jornat!sticos de
atos pol tices externos; talvez só no nível dipl0:':tá.t1co
05
ór
goos governai::enta.1s tenho..~ inforr:açôes burocráticas e depart.a·
"tal!zadas dos atos coun!tártos europeus. Parece que nos •
;#{2,";",$?? ,""si_ge +tvt =eresi&±si, <«e=ts,,e
d Per d1plorãtfco, para propfc!ar o desenvolvi "
cento e w::i.n. cultura c~un1tar1a". Sentl.cos que há de se a -
pli~r o vohme e as especies de informações para que
4
pol!tl
,7?_novo soverno inttuegte todos os e:::-c:a:::centes da nação bra
2,1,["·_"eJa na o=preensão go fenGeo d confedera;i ,es -
.sta os uropeus • seja na visão Lnt d
proxt.C!ação pol!ttc.:i 1 - erna a abertura e alor a
cil ra ouito em re açao nos países vizinhos. Se é difÍ·
êi,'k.vi,, "render o stsntiag 4 untrteasie.eurs
ih#±e±#; :$±
rir«ires +rsss. », '5;";"", +galar ·s ·vetes
barreiras fIslcas aboli.ãe nst!tut!vos, a derrubada da
a tnstttut;i do passa],"? !!ente das trotetras ±Isca!s)
d± (a ECY e sobretudo a _.";"": a 4strutcão de ua só e
O Mercado Comum do Co- conâmico) dever-ão ter to dotada uma política co - trial, fiscal, monetà cao dessas conquistas (cenos «, .uropa 92, cor a_concretiza "
ne Sul (Mercosul), que modo todas as inicio.ti :- m~rcial comum com rela - rio, cambial e de servi- Uc !ato novo vc.io reforça a roeda que se.ra nte o ano 2000).
pre_vl! a eliminação total- coo a terceiros (países ços financeiros. fracasso do Muro de e{ 8 conquistas da Europa Unido: o
d b . vos para que ele possa - nao membros do Merco~ul), * Quanto aos impostos, Leste Europc~ !rata-•e d e o fia: das 11.cútaçÕes políticos do
as arreiros alfandega - vigorar oficialmente a hem como a coordenacao - taxa ou outros tributos- vi4ias s5 ázá c,,,"{2"aurar a Euros tradíe!os1, 4t
rins no comércio entre o partir de 12 de janeiro- de 2osicões em fóruns e- internos, todos os produ judlcando o progresso dá co! ea osts5 araste+, r
Drasil, Argentina, Parn - de 1995. conomicos, comerciais , tos originarios_de um Es e que teve co.:::o f
3t.
0
Qji
1
e: n reapro.xicaçno dos povos,
gua! e Uruguai até 1995., .-. regionais e internactona tado-mebro terão os més E!s por que s relutá_;;;"}j; a_dtvtzio do ovo ale=io _·
* A func;ao principal- is. - mos benef.Ícios nos dema ses, e a lideranç:a assU:iida 1 s Fst:idos, eo C!lt=nos de dez...,!
estabelece sete pontos.· - do Mercosul será a de _ * Políticas macroeco- is territÕrios. ropeu se constituem na pia nova Alccanha no contexto eu
principais. consolidar a livre circu nQmicas e setoriais deve * O Mercosul ficará _ d euréia, s:é «- ?"??"S'? de irreversfí1is@e ás st&+-
Até 31 de dezembro _
1
- - roo ser coordenadas en aberto para a entrada de sw, adesao a Co::unldade Par •, cujos países Ja pleiteara.:, -
acao de bens e serviços tre os Estados-membros. trata, po!s, de era ut6','Roa latino-aer!canos, não se -
de 1994, os quatro países entre os pa~se,; nlcmbros. * Out:.ras polítiças co qualquer país ou grupo - ra a isuai e=aeipaé5'{E"a4záve1, as catnho cerre.g
que integram O Mercosul - * Será criado um im _ ordenadas abrangerao o de países da América La- co da Countdade Latino-A-, ."la e aperfctçoaento deocritl
(riome oficial do blnco e- comercio exterior e os tina. tte deonstrar o 6vt.[cana. A_expertêncta _européta per°
T
-----;--;:::;;;--;::;--;::;------P0-
6
~t·-º-""_·t_c_'=_o_~c~o~m-u __ m_e_a_-_.:_s~etores ngrícola, indus- •••1:nr•••• .... ••••u:u,, ee.nte cst.'l~elG se. n;3Õ
5
~ unf:~~~tc nao h.1ver.i p.:i[!ies econtr.!"1C.,!
Carlos Aurc t lo M. de Souza. -
ta%ã. zeíro d$f
. ~ ·- - ~
~§URAlfÇA,.::....TRANQUILIDADE - CONFOIUQ
Bela Vista, Porto Murtinho, Jardim, Àntonio João,
Ponta Porã, Bonito, Gula Lopes da Laguna, Meracaju,
Aquldauana, Corumb~: Nioaque, Bodoquena, Sldrolân -
dia e Cmpo Grande,
A
. ONIBUS PARA EXCURSSÕES
-----=._r -=
VIAJE BEM, VIAJE C
A ffüJlEIRO
J0E.ISO' PEIXOTO - PREFEITO DE.
J RD
der AS exportações da
Cia, Mate Laranjeira
principal interessada
nesse canal para o trans
porte da produção da épÕ
ca. Existe~ vários orga=
nismos internacionais em
pcnhados na ampliação de
projetos e utilização de
MU:S lilf:NTF. - FF.RNAIIOO COU.OR
janeiro de 1996. A por -
tir daí, todo o comêrcio
na região estará livre -
de qualquer barreira al
fandegária.
Essas metas começam a
ser cumpridas 30 dias a
pós a ratificação do Tra
tado de Assunção pelo L~
EDSON HORMES - PREFEITO DE. -
lilffJ:vffi
hidrovios, entre as qua
is a ALADE (Associação -
Latino-Americana de De -
aenvolvimento), de Monte
vidé,, que Já neocta f?
nanciamentos Junto aÕ
Uanco Interamericnno
(Bird) para esses inves
timentos.
gislativo de pelo menos
três dos quatro países .
Conforme dados do Itama
raty, cm 1990 o Brasil -
exportou para seus par -
ceiros do Mercosul cerca
de US$ l,3 bilhão e im -
portou US$ l,9 bilhão. A
Argentina apresentou ex
portações de USS 1,6 bi
lhão e importações de
USS 900 milhões. A balan
ça uruguaia indicou US$
9?0 milhões de exporta -
çoes e US$ 550 milhoes -
de importações. O comér
cio do Paraguai foi o ma
is equilibrado: exporta=
çÕes de US$ 380 milhÕes
contra importações de
USS 368 milhões. O Merco
sul representa um merca
do de consumo de aproxi
madamente 190 milhoes de
pessoas. O Tratado de As
sunção está aberto à ade
sao de outros países da
Associnçao Int~ramerica
na de Integraçao (Aladi).
Chile e Colombia já mos
traram interesse em fa -
zer parte do acordo. E -
ventuais pedidos serão a
nalisados pelos países=
fundadores do Mercosul -
depgis de cinco anos de
vigcncia do atual tratado.
Atuoln.ente, n n.dorla
das exportações com o
escoan•cn lO da produç,io -
regional, quando não é
feita por via terrestre,
passa pelo porto de Para
naguã. Segundo Heitor MI
ronda, no encontro de
Dourados - que provavel
mente ser~ realizado nn
primeira quinzena de A -
brll - os Municípios par
ticipantes terão oportu=
nidndc de conhecer os re
sultados de recente estu
do que comprova a viabi
lidade de reativação do
porto, por onde poderão
sair mais de 800 mil to
neladas da.produção da
região.
O encontro de Doura -
dos vai envolver lideran
as de todo o Estado e
en part!culnr da3 rc -
Iões de Maracaju, Ponta
Porii; S ldroliind i,,1, Nio11-
quc, Antonio Joôo, Ilelo
Vistn, Guia Lopes, Jar -
d!m, Cnrncol, Anastácio,
Bonito, Dodoqurnn, Dois
lrmiios, Arnl Moreira ,
além de Porto l!urtinho ~
Dourados que já se mal
festaram Interessados no
idêin. "Entendemos que é
poss!vel reativar o por
to principalmente agorn
que o pa!s se nbrc novo
mente às exportações. t
isso que queremos diecu
tirem Dourados, buscao:
do a inclusão do porto -
de Murtinho nesse proje
to", di,;se Heitor Miran
da dos Santos.
LIÇÕES DE U IDADE
PARA A AL
1 '._::-
. .
-=° .,_ i
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;- :.:; Dpt
4 pos!
CARLOS AlJRtLIO MOTA DE SOUZA
JOHN/L TIUDUNl lll 1-'RONT!:Ifü 6 DE A DE 19
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heitor!.::
SERVI(()' .. PÔâii(ô' · FEDERAL f
INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL 1
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RO PED E
o 11,~Pf.lOi: PA l<LC:[!TA FLOl:IIAI, Cl lll.l.A VISTA ESTAIJO bE )!Ai!) C?IJSSO rio 5ll, :10 u•o ~- .... , •.
atrtu!sões faz d1vular una sIntee da INSIRÇlO MO'ATIVA '! 19, de 22.01,91, que prova
formular[os para declaras,ao de rendimentos do Htl'OS1'0 DE RENA PESSOA F!SIC para o Eaerfeio -
de 1991, no qu. al destaca os #euintes pontos principais:
l- A declaraçig do I!POSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA eri entre»ue até 21.05.91;
2- A rede bancaria esta autorizada a receber as declarações das pessoas fffcas na perlodo de
22 OJ: AURII, À 27 DE MAIO DE 1991; '
l· A declaração apresentada fora de prazo com Impostos a paar; a muita deverá ser paga
ocas1ao da entrepa da decolara,ao;
l.• A declaração de rendimentos con restitutção entregue 'fora do prazo, o valor h multa cerâ
dedulld,J da lroportimcl.a a prr rer.tltulda; • • •
5· Quando o valor do lr.ipd:.to a ser restltu[do íor inferior ao dn r::.ult.1, a d1íctcnc;a 1,erá ubJet<l.
de noti flc.1çâoi " Çi •
6- 0 trnldu f1nal do tmpàsto o png.nr poderá ser pavor até 06(efs) quotas Igal, rensais e sueg
svas, observado o segufntet
a)-m·nhuma quota , S<';~ infrrior
será pago de uma ô vez;
l>)·n pricelra quota ou 'luotn Únlc.a será paga até 27 DE MAIO DE 1?91;
7· O IU}or de cada quota será ncrcsc:ido de encargo calculado co base na TRD desde 0 dc
rc.1ro de 1991, ot.é o dia onterlor ao do pa~Mcnto.
8- fica dispensada a Juntndn ô declaração dos conprovantes de rendirentos aprovados pela Inrtru
çÕo Nonnativn RF nQ 01, de 08 de Jnneiro de 1991.
IRJ-' El1 UEI.A VISTA(HS, 02 OE AERIL DE 1991
ROQUE JOAQUUI PAES - RESP. P/EKPEDIEHE
O 1N~PETOR DA RECEITA FEDERAL EH BELA VISTA, ESTADO OE t!ATO GROSSO 00 SUL, no uso de suas
atribulçoeR legais e com a f1nolidnde de prestar orientação nos contribuintes deste Jurisdição,
iníomo quanto da obrlgotorlednde d:1 apresentação d.:i dcc larução de rendirentos do lXPOSTO OE
RE1''D, PESSOA. FlSlCA par., o corrente exerckio:
Er.t~ obrigado ,1 o.prescntnr' dcclnraçiio de Tl'ndlmentos o contribuinte que, em relação ao
de 1990, se enquadrar ern qualquer d,1s situações a sc.-guir:
n)- Recebeu rcndfQcntos tributiivcls de uma ou mnls fontes pa&ndoros, cuja scn:1 !oi supt•rlor
CrS 500.000,00,
b)- Recetcu rendlTJcntos iscntoe, não tributáveis ou tributado~ exclustvru:::entc na fonte, cuja-
soa foI superior o CrS 2.000.000,00.
e)- Apurou g,,nho dP capital nd nllenoçiio de bens ou direitos sujeito a incldêncln do kposto.
d)- Efetuou operações cm bolsos de valores, de mercadorias, de futuros e assere]hadas,
e)- Teve o posse ou proprledade de {cóvels rurais cujas nreas ultrap:assnram, no conjunto 1.000
todos os aspectos, O
assassinatos ocorri -
dos cm nossa cidade ,
quando duas famílias
foram marcadas pela
violência. Não vamos
entrar no mérito da
questão, abominamos a
violência sob todos -
os aspectos, não en
tendemos o porquê de
não manter cm nossa
re,,•- cidade, nos meios re- '
ligiosos, grupos de
familias bem estrutu- . -·
radas orientando Ou- tr. arar«do Eribrto de_orai
tras famílias, que nc, 1UX>
ccssitam de orienta ::- lou a respeito, che- __ ISSO J..: ~1
1
110 ~.!lt;
ções e de exemplos. gou ª nossa cidade c/ São e:..1>•,•;0<;, prc-
Talvez, cm deter- bastante entusiasmo ' cisamoi; d• J., 'JHJRI -
minados momentos,o ho quere
nd
º colaborar pa AS, de EVL~1 ~ CULTU
- ra as mudanças que se
ano mem se julgue abando- e • . RAIS, pai o t» ulur,
nado ' sem saída' a- • azcm nccessar ias' o dos, vida '1, c•,munl-
a cassado, e não consi- ricntou, esclareceu' dade, tud~ i~►o e
• • t mas até agora nada muito mai.. Forjando
ga raciocinar corre a foi feito, na PRÃ'l'ICI
mente, aí então estes jovens puro de 1dói
gestos de loucura. O para AJUDIR os nossos as e de id ~•~, va:
homem não nasce vio- jovens. mos ERRJDT.Ci; a vio
E o leitor pergun -
lento, a sociedade é- taria? - lcncia, no F~f'JRO. O
que o torna violento. que ~e fe7 í rLc de
! fácil criticar, mui ,ia Mas
O
que pode- todo um cor,le/4~O.
lndiv!dual:icnte to fácil, o difícil e ser feito ? Pensem nisto.
Dê uma idéia.
d 1989 d entender, compreender PEDPDSSJA"I r r n
e e ose· e através do entendi- - Neste jornal fa , _J.:I .:.~I~__Q
menta, modificar. Não lamas ª respeito da FI DA UlL'CllfA CUII C/IH
criação de uma GUARDA
cabe a nós julgarmos, HOS OFJCJAJS
mas esta sociedade e- MUNICIPAL - parece-
goísta, falsa, cheia- nos que um vereador - O uso r.~ carros -
de máscaras, cria os reivi
nd
icouª sua im- oficiais oarõ :.ins -
seus próprios meios - plantação - e es
t
á in particulares acabou.
de destruição. Sempre serida na Lei Orgáni=- A determinação do oo
a todo instante, em ca Municipal - fala - vernador Pedro Pe ·-
no uso de suas ntrlbuiçÕes,rcso.!. - mos também da criação d
algum lugar, ha al- de uma GUARDA MIRIM' 'rossian, publicada-
guém que está preci - no Diário Oficial na
1- Prorrogar, até o din 15 de malo de 1991, o pr.:azo para entrega da declaraçio de rcndir.:cntos sando de uma mão ami que seria integrada - semana pi!Sf::Jda, cc:r.c
das ressoas Jur[dicns tribut:id,1s com base no lucro presuoido ou .Jrbltrado, rclntivn ao e- ga, e nem sempre estã por jovens de 10 a 15 çou a ser cu:nnridu. -;
xcrdcio financeiro de 1991, pcrlodo-base encerrado eo ll dc,dczer:ibro de 990. anos t • ...
1.1 Fico prorrogado, paca o dln 15 de abril de 1991, o prezo paro o pagamento da prirelra quo mao aparece para aju- , - es .es Jovens - Todos os veículo:: do
.siso«ris is.p rs s reri@@ • is sr+tj,j in « @e vos +«i is [dar, mas sim, ara a- ,jt?""i;{2;e'i Estado estão sendo - ]
de 15 de dezcr:bro de 1988, devidas pelas pessoas jur{dicas de que trata este itco. tirar pedras. Todos _ nL cadastrados e: sua
1.2 Pcmanecem Inalterados os prazos !ixndos para o pago.:tcnto das dc."l:lais 'iUOtf!S do !oposto e nas firmas e e C it ....
do contrlbu!çiio social. _ nós somos culpados, e s r o- utilização será con-
2- Prorrogar até o dla 31 de raio de 1991, o prn.zo para entrega do decl.lraçao de rcndú:lentos estamos cansados de rios de nossa cidade- tralada pelo Departa
das pesso~s Jurldlcas tributadas com base no lucro real, relativo ao e.xerc!clo flnancelro- dizer isto, .pelo mun- (meio expediente), eg +ento de Tranorte-
de 1991, perlodo-bnsc encerrado en )l de dezrbro de 1990. • cola e O que é mais
d i d id I do que estamos Cri·an- ' ' " Q_Fi'ci'al - --~-o. Secrr._, 2.1 A prorro~nçÕo de que t::r.itn este itea nao abrnngc o pn~o:::ento o oposto, ev o pc as pes- . JJ
,ons juridlcas, que devcr.i ser recolhido co observância dos prazos previstos nn legisla - do, ainda é tempo pa- .importante, aprende - tários e à1.r~tores -=
çã.o co visor vencendo-se o prlmeirn quota ou quota unic.1 m JO de nbrll de 1991. ra se mudar, é preci- riam a viver e:n comu- de autarauias não te
2,2 A pe:sso.:i JurÍdlcn obrlgado no recolhlltento do ic~sto eo doze po.rcclns devera paar a par- nidade Conheci· ui jo -
d d 1,, 1 1 BTI< ,,, apenas que às ho- • m rãa mais carro::; o'-o
cel.1 rclotlv:1 ao mcs de abril sob o foma e duo ec o, p c o r e s o va or, eo. nueero de ,· vem que desde cedo a = _
Flscnl, do duodêcii:io do.r::es de earço, cultipllcado P4?r CrS 126,8621 e ncresddo de encarso roens (e mulheres) pos- Poder Publico.
calculado coro bnse nas TRD, desde 0 de fevereiro ate a data anterior a do pagamento. suam um pouco mais de prendel a trabalhar , Foram r'2colhido::;-
2.2.1 _ A pessoa jur{dlc.i que j:i houver apurado o seu lucro real podera calcular o duodecieo, a foi engraxate o-Ffice
ser paso
00 ce, de abril, tocando por base o soldo do IJ:posto devi~o. RELIGIOSIDADE, vejam b d d ' l ~ . ao pátio co Detran -
2.J Para as dce.:1.ls pessoas jurldicas, todas as parcelas a sere pagas serao calculadas con ba- bem, RELIGIOSIDADE, e oy, ven e or, ivrel. Departarnenc.o Estac!u-
se no imposto devido. , _ não RELIGIÃO _ para _ ro, jornalista e hoje al de Trânsito _
27
'<
).. Fica m.intido O prazo de recolhlcento dn contr1buiçno social, de que trnt..1 a. Lei n<.:? 7.689, é'dono de jornal
de
15
de dezembro de 1988, ben coo do Irposto de renda retido na fonte sobre o lucro il- entender que nós so- • veículos, ~'-'L _,crvi-
nuldo, de que trota o nrt.· 3S da Le:i n9 7. 7ll, de 22 de deze..obro de 1988, devldos pelns - mos um um corpo uma Outro jovem co:ne- am aos ó=1c..õ:~ o, Übli-
1 ' ' ' çou a sua vida como -
pcssonn Juddlcas tributados pelo lucro rcn • - humanidade, e que os cos estaC.1,.;ais r:C::t e;
3.1 Fea mantido o prazo de rccolhicento do contribuiçao social, de que trata a Lcint' 7.689 de fatos se unem como u- camelô,hoje é dono de de a C • D -
15.12.88, devida pelas lcro-epresas e socied:,dcs civl:. de que trata a D.Lei ng 2,397, de ma teia de aranha. •·m estacões de televi- n élpJ. .... a ... - c~ce
21 de dc2.C!llbro de 1987. v - _ total, 19, r.c -
½::===================SOT=AR=º=====================~1to de violência não- sao. Ha muitos exem - nhuna co::C::.~·.:0 :1..,
r é um ato isolado, ele plos.E para tudo há uso, serão leilods ra
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA HA 20 ANOS COM VOCE! está ligado a todos - um começo. dentro de 3 dias
t-----------------------------------------1os atos que ocorrem - CUJ3ES Depois de id..:r.ti:ic
na comunidade. dos os ca=rcs reter=
O mundo esti ca- Os clubes de nos- naro aos se:s ór d
rente de AJo!OR, UNIÃO, sa cidade (Gremio, AA gãos de origer .. , res
ENTENDIMENTO, COMPRE- BB, Belavistense, -ses peitando i1 nccessiã.::
ENSÃO; e hã um tempo- senta, etc...) podem de de caC depara -
para tudo sim, até pa e devem, exercer um rnento do Go••ci-r.o. o
ra entender que o ES Papel de destaque na excedente, secu.~êo e
PORTE é fator de u- formação de nossos jo secretár:~ dc,Ad~i
nião, de companheiris vens, promovendo even nistração, s~rgio
mo, e não fator de de tos esportivo, cursos Bonfim, ~~ rá cesti::c,
suniões, brigas e mor de natação, atletis - do a seguran;a, s.::ú=
tes. Nós acreditamos=- mo, encaminhando os de e ao ~ctor de :is ,::i
que esse estado de jovens para as práti- calização da Secrct~
coisas poderã ser mo- cas esportivas. Aos ria da Fazer.da. Aoc=
dificado, desde que ."violentos" - cursos sar àe ai:;.cl.3 r.:3.o ~i::
como prega o ROTARY, de artes marciais, cu por de nnero, ne -
ESTENDEMOS AS MÃOS,ab nalizando esta "vio - rr.esrno da •ro :: de
dicando do EGOISMO e iência" para o beo , carros de :::..:::,,::lo,
0
da canalhice dos aco- quando encontramos um secretário ,.àj -1.nto _
modados. jovem forte, que gos- de Adnini tração
só PAR. LEIBRAH ta de da.r murros, co- Carlos Osc·o: I.ooes
loquemos em sua fren- acredita oue h~Ve~ú
te um saco de areia-e uma substin::ial eco
deixemos-o esrnurar es nomia àc co~Jstí _
te saco.até fura-lo • vel. "Na primeira
Parece brincadeira •
tas de congraçamento, - - · semana ac Govc:::-no o
mas não é o País da. "as nao e, pois·a priconsuo de corpusti
id@ias riieas. e- [;%,]?es mareia-vi ei 5.+aor ds
bateu-se tanto o ESTA educa o JO- consumido na <~j~na
TUTO DO MENOR E DO {i Vem. Conhecemos cam- que antecedeu a pos
DOLESCENTE -
0
se- P:oes de karate que se do gon:rn dor- Pe
nhor promotor de Jus:- são educados, respei- drossian, nesro com
• . ,;adores !'?.lnt.egrados - todos os "'n., •os -
t1ca, Dr. Eriberto,fa á comunidade. 'Aprendglicos " Y}; P!
s en greve .
a CrS L..l.40,00 e o ir.rposto de t.itor inferior a CrS 8.8 ·0,00
c)-as quotan ncgulntcs vcncl!riio do di.o.•25 (vinte e cinco) de cada mes;
por
ha.
()- No caso de at i ! idade rura 1:
- O r.iontonte de sua pnrtidlpação nas receitas brutas do.s iOOveis explorados
co pnrccria ou condom[nio, otu.,Hzado for superior D CrS S.000.000,00.
- Teve excesso de lnves.tlmento constante da declaração relativa ao ano-base
Je compens,1r co:t o resultado da ativld.ido rural de!ltc C.X<'rc!cto.
- Deseje compensar prejuízos de ano--bose ontcriorc!'I.
O contribuinte, rcesmo não se enquadroódÓ e qualquer das situações acira, deve nprcscntJr
dccl.1raçâo de rcndlr.:entos paro receber o restituiçao de !oposto a que tiver direito.
!RF EH BELA VISTA, OJ DE ABR?L DE 1991
ROQUE JOAQUIM PAES - RESP, P/EXPEDIDó'IE
O lNSPETOR DA RECEITA FEDERAL E11 BELA VISTA, ESTADO DE f!ATO GROSSO 00 Sl:L, no uso de suas a
trlbuiçõcs legais faz DIVULGAR a Intera de Instrução Noratlva n? 20, de 26.03.91, publicada
no 0.0.L'. de 27 seguinte., a qual dlspoe sobre a prorrogaçno do prazo p,u.o. entr-egn de declora -
çÕcs de rcndi~cntos do !oposto de Renda Pesso.1 Juddicn:
O DIRETOR DO OF.PARTA.'!Eh'l'O DA RECEITA FEDERAL - S1/BSI!Tu'l'O,
1
LA!LNIATL
Lamentável, sob
r,,m ,, Ja.::
iplinara
c;c1, Lr.1n .... ;, ado
·! ENIR IA IN RIOI.
1 _<.,(l)[J:'
Nem é p ci o di
zer o qu, o ;,1 o! e.··
sores pou ;ao 'aze •
pcln:1 JO'.'
te; profe
c:i:;ur:io _
ncrado:;
1:11 DIA)
Prego Produtos }
Agropecuários %
.,,
'/
/
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}
/
$
~;
/
/
"
SAL , RAcAo SBMBNTES,
n A CASA DO PRODUTOR RORAL "
ROA MARIO VAN
FONE (D67)
BELA VISTA
DEN BOSCH, 528
439-1391
VASCINAS, ETC ...
VISITE - NOS
MATO GROSSO DO SUL
Este é o País dos
debates, dos discur -
sos bonitos, das fes-
sam ter TE'ULI0A
Dr. e 51:GU.1, 'i ;A p a·il
ensinar. s. «nu.inar -
PAR/ l. VJ !'/.
e
BJ-;LI VJSTI - MITO GRO3SO 00 SUL -
JORNAL 'TRIUNA DhF""F"h" ,
··----- A e o n t e ceu n a
Caserna
untar 4 01:00 de ·?, fto ,
segunda-fera, te estava "tudo
0'5 DE 18iUI, D!: 1991
opfot « o wirero onv·rJor
t, orlo, va o:. contar
1 ,11 ,,.,Jl•. 1 I!
D
All._r, t.l..1 lmlr.r;iiu do SlôtP"• ,
concorrendo com dol s outro.'.. •
candidatos olé!o eleitoral
n•r1u1-ido i._ col 110 nnt f ~•1, C.Otl!O·
n· vê ... ) caterla a mim condu
,t r ao QC do l Exêrcl to o Slo
an vencedor, em o!Ído rC::'.S -
Fste pi«ódio defxa de lado posta que deveria estar datflo
o efxo berna'o-Mato (Grosso rafado e ao{nada desde iba
do ul p'do: fanterente no Jlo':B rlo no nnal do txpcd1l•nte, (rt!
0in Aamtu}a, vez que se passa ando oente a decisão do Cat
o I! MC à pua en que li ser otre o S1opa vencedor, 9
vfa o lu• •1 l ••·•ll fr.r.tro lcn'-!nte- que oci,rr,!rln no cníé da manha
1 Ito Mquis terelra, hoje se de 2e felra, no horário especI
rtirfo particular do Presiden 1 de 05;30 horas, tanto para
, •• J 1 1L Iro«d oo á o (ol ÓÔ r.omts:i~o coro pnro o próprio ..
i l'' ,ld••ml· (,t•lM·l. Coronel Jor-é Cockceirn Lop~s.
f 1u2 era nt do lQ llCC , t::rnn:; e duzentas outrn~ mi-
na Avenfda ira«il, em Bonsuces" nücfns tinham sido ''holndn9
11
-
to, 110 !:lo d" Jrmclro, o Coro .. Jwlo Coronr-1 Codccelr;1 na nol-
• 1 JcPH~ C:od1•c.:dn, l.oJll'fl, vlndo te de r.e.xta {!Dr.t viibndo e ti -
,10 r:ttm· onae !orn lnntrutor - nhm:i uma razao de oert a rensa
~'ºi nov,· nno-=, o que ícr. do i - gera urgcntinnlna de~cmlnava -
111,,t.re 11llttur, vnlc dizer,• um que cada O do I Exercito te ..
1 e. v• lnt1;u 1liivt•l na arte do ria que dar entrada de seu S)2_
''t.t.tudo de ttltu.1çóes
11
, gnm até os 12 horas, no Minls-
?lm1u<•lc.- ,mo, :mlversnrlel R térlo do Guerrn (onde ficavi1 o
+ de Mar,o, e un do:nlngo. e.m I Exército), dnqurle sÃbodo.
pena torre de lllt1 Sheman, d(' • Não soube, Jarnnis, o motivo
:lllh' qlh' n~o ire delx.1 esquecer pelo qual 0 Cul Codece1ra rc -
/ holt1çÕo r,fixln~ do Ccl Codccel r.olveu adiar pnrn segunda-fel:
r.1, a frosa ! Cla de Bnrros , ra (rnadnigada d~ segunda, e
fnn.1d~1 N·d1:,ntt• rodízio de do· bem verdade) o cumprimento de
(,.;. c:nrro., k t.o:o,;lJ..1te de cadn .. deternlnnçúo ct11anada do .Caoos!
una das três Clas do Q0,, du " ssimo Gen 0svino mas presumo
rante toos os dfas do ano, fo.:!_ que o ilustre militar tentou -
«e dfa ante, donIngo ou feria- preservar de uma atltudc con -
do volr., r. o l C.xcrc1to "º! .. tradltÓrl.:i os cnslnnccntos que
Idos de o2, era ua prontidao .. cotldlannrJcnte trnnsnltta n
conrtant ·, o ftJ~ não tHicr de seus oficinls segundo os qun -
t-Un 1m - Olvtn;o Dllndadn'! ls, ''na nrte de dnr ordens, o
~:o c1! :i,tno do!1 O(lclnl:,,
0 tempo é
O r.ielhor conselhclro".
Tu, Uott.n .t:1:dsLla pc-ln TV R nas O Ccl Codcccirn tinha -
lll'.'l ,,xl!JJ,ii.r, th• sou !dolo,
0 nlguns trunfos e lL"..'l deles era
rd.t..r Jot rr? 1 qunndo chego o cst!!_ de que eu devcrl.1 fazer cntrc
feta i saa procura coro oficI - ga da resposta contendo o Slo
.11-<lc-dl·,, cow t•cnsnget1 urgcn - gam num cajor do I Exercito ,
tlasloa, a1;;lnod.1 pelo Ccn. Os- seu ex-aluno na ECEME e lnclu
vino i"crrclr;1 Alves, ait do 1 slvc. Jii contactado pelo ccstre
Cx ~ rei to• e que, por su,1 conta e risco ,
tra una sexta-feira e, colo 41ongara o prazo telcfonlcarne!!.
end,1 o p,1r dC'H ,1contecloentos - te sollcltado.
na qualidade de Superior de A case mesco >tajor (para ha
Jln, inc:i--:icL:i:-,,~ tclefonlcn?r:cn- ver
O integral consclêncin dê
Lt• o Cnt'"L•r.: cu"l r<'sidéncla cm que tudo correra conforme o
Copa abana, para vê-lo en pes - conbinado) cu
1
o portador dn
soa, uma hora depois, no H? ICC, r.:ensngem eCJ moos, deveria per
lnlciar : li 11t!v1dode lntclcctu
a! preferida: o estudo de situa
çao.
rena:en nos era a rim
... .10 Botto) dc teor desconheci
do vez que e r,1 dlrigido confl -
dC'nci.1lrt•ntc :10 Ct:do e, n.ssl.n ,
o.ente no sábado vim tonar co-
nhecimento de seu texto ao
ver Interaate de uma comisso-
para suerir u Slogan para o
111 ncc. Ju:·:.~1 .ente co::i um :apl
tio, vfüvo que :orava no quar -
tcl. de nc.n: C.lpe Ferreiro, e
L1is o S.1b Cnt, Tcn Ccl Roseny
l.cltc do ,=:ar.11 Coutinho.
Le",
1 t.rr,.untF>I e rt-c ... L.i u .. ,, rcs -
posta altante tranquilizadora
pois, (nrt·ndo p:.irt..: d.1 Ca!"tis~itO
de S1onm (tIrel terceiro e ul-
l tr,o tu: r) pm1 ·rln /1Labt1r "so
brando'' nlg.o pura rIn coo dt -
ria una personagem do Jo Soares,
- Dla ao Cel Codecelra que
não se preocupe. De fato, passa
mos o sibado e domino aprecfan
do todos o!I Slogan:; re,wetldos -
e rie hóuvrr c.1dcfn paro al
g@én, não será por motfvo de
quebra de prazo,
A curlosid~de nuncu foi o
rcu (rnco cos aquela z.urorc<"n -
dente revelação merecia de mi "
nhn parte uma "conduta de comba
te" e ossl111, o 1t.r1ls dlploi::ntlc!,!_
mente possível, Indauek,:
- Existe posslbllldod•. de
,;obrnr t...J pnrte para aluem ,
llnJor7
- O Hajor respondeu que ''nn
dn ncs~c sentido i!lnda estava -
decldldo
11
mas que estudava a
posslhllld11de dn hl.pótesc parn
o desaforado (njisio estava sen-
do considerado) Slogam remetido
pelo lntlcoruto Ccl Plfnlo Plt!!_
lug,t, Cmt do lQ R Rec Mec, de
Cnmpinho:
.. SÓ se ioprovlsn besteira.
AN IVERSARJAJWi
Dia 02 de Abril - Sgt Dlnlz;
Dlo 03 de Abril - St F. Santos;
Dln 06 de Abrll - Sgt Mo teus.
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CR$ 50,00
Aids
l°l
i
lo
te---
tl
cl ·,----------------------
L; FXPEDI ENIE
b, JORNAL TRIBUNA IA FRONTEIRA
t
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0
~
11
' ( frndati';=J.;~-de (cvere lro de: 1972)
OIRCTOR-RED,TOR-Cll!,n:: 1VA1.DO PEREIRA
REDAC,O E AD:11SlSTIAÇÃO: AVE:ilDA TRIBUNA DA FRONTEIRA 564 BEL
i_ V !STA (MS) •
e PARQUt GR,FICO: AVEXIDA TRIBUNA DA FRO.'IEIRA 564
t (O67) 439-1410
Sl'GlJRSAt EM Ck'll'O GRA.~DE; RUA 26 DE AGOSTO, 2179
(067) JSl.-6977
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PROGRAME O VElCULO CER'l.'O, ANUNCIE NOS .JORNAIS DA REDE BELAVISTENSE DE .JORNAIS
UMA ORGANIZAÇÃO IVALDO PEREIRA
GRÃFICA - PROMOÇÕES - COMtRCIO - REPORTAGENS FOTOGRÃFICAS
EFICieNCIA - TALENTO - TRADIÇÃO - RESPONSIBILIDADE
*EDITAMOS.JORNAIS PARA FORTALECER; O MUNICIPALISMO, INCENTIVAR A CULTURA RE
GIONAL, REALIZAR A GRAHDE INTEGRAÇÃO DE UMA AM.!!:RICA LATINA UNIDA E PROGRESSISTA,
SEM ABDICAR DO DIREITO DE MANTER O POVO BEM INFORMADo.
* LIGUE PARA NÔS, TEMOS A SOLUÇÃO PARA AUMENTAR SOAS VENDAS OU PROMOVER
SEU PRODUTO.
439-1410 BE.LA VISTA
251-1669 - JARDIM
287-1239 PORTO MORTINHO
454-2277 HARACAJU
.JO!lNA.IS - TRIBUNA DA FRONTEIRA (BELA VISTA)
TRIBUNA DE HARACAJU (HARACAJu)
TRIBUNA MORTINHENSE (PORTO MORTINHO)
TRIBUNA DE CARACOL (CARACOL)
JORNAL DE BONITO (BONITO)
.JORNAL DE ANTONIO .JOÃO (ANTONIO JOÃO)
CORREIO JARDINENSE (JARDIM)
REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA
• QUE o POVO SEJA BEM DiPORMADo.
o
1
«
JORNAL TRIUNA DA FRONTEIRA BELA VI A - MATO CPOSO DO SUL -
- IA;LMA - 0
VARIEDADE-S
d»
.a$.
'I
BONITO
Natureza Desfile
Show aconteceu dia
23/03/91, no Clube -
do Laço Nabileque
(Bonito-MS) realiza
ção Duende Art's ,
produção Paschoal Mi
tidieri, as manecas
que abrilhantaram o
show foram: de Boni
to, Daniele Braga ,
Garota Raly, Eliane
Gomes do Prado, Mar
garete, Katie, Claú-i
dia, Adriana. De Be
la Vista, Ana Pleu -j
tim, Edileyde Pleu -
tim, Miguela, Amé -
lia, Cristina, Marga,
rida Cardoso, Mari
ley Cardoso (Miss Be
Vista/90), e Katia -
Conceição Nogueira -
Miss Fronteira/90.
PONTA POR
Esteve nos visi -
tando Luis Froes ,
coreógrafo de Ponta
Porã, durante troca
de experiências dis
se-nos que na sua cL
dade"recebem ô total
apoio nos eventos ar
tísticos culturais .
"Patrocínio é que
não falta".
PONTO DE VISTA
O Município deve
dar apoio para promo
çÕes artísticas cul
turais e esportivas.
E este colunista a -
poiado pela Escola -
Estadual Vera Guima
raês Loureiro, acha
mos necessário legi
timar o assunto, en
caminhamos propostas
em 10/10/89, para in
clusão na lei Orgãni
ca Municipal. "Eis=
na íntegra a propos
ta".
ESPORTE
- Criar um centro
esportivo municipal.
- Assegurar e a_
poiar a participacao
dos jovens na prati
ca de esportes e ou
tras formas de lazer.
- Garantir atra -
vés de leis, a promg
cão, o estímulo, a
orientação e o apo1o
à prática e a_difg -
são da Educação Fisl
ca e do Esprote.
CULTURA
Criar espaço p§.·
blico, acessíveis ã
população, para li -
vres manifestações
culturais e políti -
cas.
- Dotações de re
cursos para as repre
sentações sociais ~
culturais artisti
cas.
- Incentivo ao in
tercãmbio cultural •
entre os municípios.
Bela Vistá-MS
10/10/89.
CÂMARA MUNICIPAL
Na próxima semana'
estaremos em contac
to com os vereadores,
para conferir o que
foi aprovado na Cons
tituinte Municipal -
no setor de Esporte
e Cultura. •
EDUCAÇÃO
Em novembro/90 ,
edição desta coluna,
foi registrado inte
resse dos secundaris
tas que estão forman
do e que querem uma
faculdade de férias
para Bela vista, ho
je, os alunos do 30
Técnico em Contabili
dade estão mesmo dis
postos em reunir au
toridades e solici -
taro Curso de Gra -
duação de Professo -
res. Justificaram o
seguinte: que o 30
grau será uma conti
nuidade do currículo
escolar na área con
táfel. "E eles vão
criar até Grêmio Es
tudantil para forta
lecer o pedido".
MISS
Arnambai, Jardim,
Guia Lopes da Lagu -
na e Corumbá, já ele
geram suas represen
tantes, que estarão
concorrendo no Certa
me do Miss MS/91. A
qui em Bela Vista es
taremos realizando -
no mês de maio, o
concurso de Miss Be
la Vista/9l. Aoredi
tamos que a nova
miss, terá o total a
poio dos órgãos com
petentes, afinal se
rá a representante
de nossa cidade.
SÃO PAULO
Logo após, a rea
lização do concurso
de Miss Bela Vista/
9l, estarei viajan -
do a São Paulo
com o objetivo de a
perfeiçoar o curso-•
de Passarela e Mode
lo Fotográfico, nã
Academia de Joyce
Kerman, coreógrafa -
exclusiva do Grupo -
Silvo Santos, e para
os colegas interes -
sados em fazer o cur
so: Rua Oscar Freire
no 720/SL, sub-solo
Tel. 881 - 3533 S.P.
"Com isso, este ano
deixarei de lado o
setor educacional
que hoje, está so
frendo muita compli
cação: falta de tu -
do! pagamentos, mate
riais didáticos "1
vros" curso de reci
clagem etc ... E não
gostaria de transfe
rir essas complica -
ções aos queridos a
lunos".
REGISTRO
Com muita surpre
sa recebi notícia do
falecimento do Colu
nista Social Alexan
dre Bilo, sem soma -
de dúvidas BILO, dei
xou caminhos e gran
desmarcas no setor
social e cultural
Foi o maior incenti
vador nos concursos
de Beleza neste Esta
do, tem também, um
griffe particular de
Garoto e Garota Je -
an.
"O que não dá pa
ra admitir que os
grandes líderes du -
ram pouco, na face -
da terra".
RAINHA
Neste sábado dia-
06/04/91, no Grêmio
Pedro Rufino, estará
sendo realizado Con
curso da Rainha Ve -
rão/91, "estaremos -
presentes".
AULAS
Os professores da
Rede Estadual inicia
ram às aulas jogandÕ
no bicho, mais por
amor a arte, só que
não está dando para
ministrar aulas com
super-motivação, até
os alunos estão um -
pouco timidos! "Ain
da bem que o novo Go
vernador usou sua -
competência e criati
vidade, e está cum -
prindo com os_ acor
dos firmados entre
os Servidores PÚbli
cos Estaduais". De
inicio os meus para
béns ao Dr. Pedro -
Pedrossian".
VEREADORES
Nesta quarta fci
radia 03/04/91
estive ouvindo dis
cussões na Câmara -
Municipal, através
da Rádio Bela Vis -
ta, foi válido, al
guns tem razão não
podemos ficar para
dos onde estamos ,
cada ano os vereado
res devem lutar por
conquistas fora do
cotidiano, uma vez
que nos anos ante -
riores a Política -
prejudicou o povo,
perdemos muito com
isso, exer.iplo: Agên
eia de Educação e
mais outras reparti
cães públicas, tam
bém a construção de
12 doze salas de au
las, pedido feito=
em 1986 por este co
lunista. Encaminha=
mos ao sr. Prefeito
Municipal da época,
foi aprovado pela
comissão da Secreta
ria de Educação dã '
Agência de Educação
achei que a respon
sabilidade seria do
novo agente de Edu-'
cação da época. Con
clusão: a obra no
bairro Espírito San
to .não saiu, segun
do informações da
própria Secretaria
de Educação do Esta
do, ninguém voltou=
a reforçar o pedido
é sinal que não es
tão precisando, de
J. 2 sa·las ,· passou pa
ra 9 salas na últi
ma. planilha que ve
rifiquei estava com
5 salas. A própria -
política local cola
borou para que os
alunos ficassem com
O zero salas de au
la.
ZONA URBANA
Destaque da Sem
do".
NÍRCLA LOBO - CAROTA JEANS DE BONITO - ESTEVE PRESENTE
REZA
bairro Espiríto San
to, âeverá ser enca
minhado para o gover
no do Estado.
"Está registra
"As coisas 1
zen sentido, s
colocarmos sen
nas coisas".
(Roque - Schen
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R. Duque de Caxias, 679-Bela Vista-
A responsabiliàa
de das Escolas na
zona urbana é do Go
verno Estadual, Ei
cando para os muni
cípios as Escolas -
da zona rural. Os
questionamentos so
bre a construção da
Escola na vila a Ld...
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a
L, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA
DELA VISTA - MATO GflOSSO DO SUi. -
0 DE MAÇO DE 199!
--------------------------------------------- -,,_ --- - -------------------- ---
REFEITURI MUNICIPAL DE BEL VISTM-IS
urtigo 51, incieo IV, da Lei Municipal
886/90, de 05 de /bril de 1990.
DECRETA
Art. 1o - É considerado ponto facultati
vo nae repartiçõce pública& municipais o
dia 28 de março de 1991,- Quinta-feira -
ON MEDEIROS DE MOR/ES, PREPJHTO MUN_!. Santa.
L, DE DELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO •
ib
., - lh • Art. 20 - As disposições constantes do·
1 JL, no uso de suas atr uiçoes que e
~~onfcrida~ e eonsiderando o disposto - artigo não se aplicam aos serviços que por
tigo 29 e eu parágrafo únicó, da Lei pua natureza não permitam a paralizacão'.
+ipa1 n@ 904/90, de 28 de dezembro de Art. )O - Este decreto entra cm vigor -
l
{ ~ na data de sua publicação rcvpgadas as di~
• posições em contrário.
.TA
- - .
;t. 1o - Este decreto regulamenta a co
~Ga de preços públicos pelo municipio
~~la Vista-MS, como remuneração pela
tacão de serviços facultativos.
~t. 20 - Para os efeitos deste decre -
onsidera-se facultativo o serviço ,
(
• e que sua utilização depender da ven
s do usuário ou de sua livre provoca
, t. 30 - Os valores dos preços públi -
f
os serviços enquadrados nessa catego
ão os constantes da Tabela I, anexa a
o decreto, calculados de conformidade -
o custo estimado dos serviços e trans-
1ado em unidade fiscal do município de
ut Vista-MS (UFIC) .
1 ,
1
1:t. 40 - Este decreto entra em vigor -
ata de sua publicação, revogadas as
posições em contrario.
TO NO 009/91 - GABINETE DO PREFEITO -
Dr: MARÇO DE 1991
equlnmentu a cobrança de preçon públ!
ela prestação do serviços facultati -
elo municlpio de Bela Vista-MS".
-a
TABELA 1
D rtidocs e atestados, por lauda ou !rnçõo
rmos de qualquer natureza, lavrados cm
afros Municipais, por página de livro ou
cação •
glstro de marcas
{xa de alvnrõ., transferência •
I+dedor abulante de outo runic!pio
oit (alvará)
asão de veículos:
1
rl.rtetro urbano
9tras localidades - por kiloetro rodado
"PS " Parques de 4tversoes e eventos 4t-
, ERAco Dr PRED1os
!l."'.:l'T.Jçao de prcdios, por ec::plac.n.ocnto
l }gasto_DE EEg_E SE9OyENIES
to·reenão por spccIe ou unl@de
'-poslt.o, por dln ou frnçao:
[A'veleuios, por untdade
oh animais, por cabeça
1t mercadoria. ou objetos por espécie
sroy1_DE EDIFICA_ES E LOCAIO DE 1ERRE-
a. ·
~
t;t.sto!ln de edlíicnçôcs por c
1
c:pcnçao de terrenos
FERVI. IS E CEMITÉRIOS
pultarento ou enureraio de cadáver
uaa0
r oca •
L{E, •..
5,
bote de celtérlo para adulto
bote de ceitérlo para criança
'lrtLl7.A O DE MEIOS DE PUBLICIDADE
une os lur nos os, por un d.ade
t-núnclos ilumlnndos, por unidade
,.. lc::,.:ils .anúnclos, por unidade
,eas Indicativas de profissionais liberais
;nünc:los cm_pnlnéls, por unldndc e por cês
'eropaganda falada, por d!a
ro paanda falada, por res
l,5
01
02
01
Ol(ao dlo)
05
GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL, AOS 26
MARÇO DE 1991.
EDSON MEDEIROS DE MOR/ES
Pref. Municipal
DE
1,5
0,5
05 (ao dlo)
01
01
l,5
01
01
o,s
01
1,5
OJ
01
01
02
08
05
l,5
02
01
01
l,5
01
OJ
- GABINETE DO PREFEITO -
1991. -
,'Dispensa de licitação a firma ·Alfacar
rulos e Pecas Ltda".
e
t
n:;DSON MEDEIROS DE MORAES, PREFEITO MUNI
eL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSÕ
c;;UL, usando das atribuições que lhe são
fferidas, e de acordo com o disposto em
trtigo 51, inciso IV, da Lei Municipal -
['?86/9o, de os de Abri1 de 1.990.
aETA
~ 10 - Fica
'rma Alfacar -
nrazão da mesma
aos veículos e
(ca Chevrolet.
~ºArt. 20 - Este decreto entra em vigor -J
ddata de sua publicação, revogadas asl
f
~posições em contrário.. 1
ºRETO NO 011/91 - GABINETE
0
DO PREFEITO -.
1
º: 26 DE MARÇO DE 1991. 1
1 • ,
of'Considera ponto facultativo nas repar
ccs públicas municipais, - Quinta- Fei-
rsanta". '
/F.DSON MEDEIROS ::>E MORAES, PREFEITO MUNI
'AL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSÕ
"sUL, no use de suas atribuições legais
:n, lhe são conferidas, e de acordo com o
'
Indica d
Profissio
ADVOGADO
• ~1ARCUS ANTONIO UUll
Rua - 14 de Maio - N!? - 470
I'onc: 251 - 1230 - RcGidêncfo
251 - 1736 - P.scritório
Jnrclim Mato Grosso do Sul
Ccp: 7!1.240
Escritório de Advocacia
dispensada de licitação,i
Veículos e Peças Ltda ,'
ser revendedora autoriza!
peças de reposição dã
Portaria
O doutor José Eduardo Neder•Meneghel
li Juiz de Direito da Comarca de Bela -
Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na
forma da Lei, etc ...
Usando das atribuições e faculdades -
que são conferidas pelo Estatuto da Cri
ança e do Adolescente (Lei no 8. 069, de
13 de julho de 1990, publicada no Diário
Oficial da União do dia 16 de junho de
1990) e Normas de Serviço da Corregedo -
ria-Geral da Justiça do Estado de Mato -
Grosso do Sul, Capit. II, Seção I, item-
10;
Considerando a necessidade de regula
mentação do acesso e permanência de meno
res em diversões públicas, face aos cons
tantes desrespeitos da legislação em vi
gor frequentemente denunciados,
CARLOS A. NAZARI DOHGllS
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS
Rua: 15 de Novembro - N? 505
Fone: 439 - 1382
Dela Vista -
Mato Grosso do Sul
Escritório Jurídico
NELSON CHAGAS
ADVOGADO OAB - MS
Fones: 251 - 1721 - Escritório
251 - 1712 - Residência
Escritório: Rua T. Bernardes - N~ 825
Residência: Av. Cel. Cnmisôo - N~ G57
Jardi!:i - Mato Grosso do Sul
RESOLVE:
Art. 10 - Determinar que todos os bai
lesou promoções dançantes realizados pe
los clubes tenham acesso e a permanência
de menores previamente regulamentados ,
por meio de alvará judicial;
S 10 - O requerimento de alvará deve
rá ser formulado ao Juiz da Infância e
da.Juventude, com pelo menos 48:00 horas
de antecedência;
$ 20 - A concessão do alvará ficará -
condicionada a prévio exame das condi -
cões físicas e sanitárias dos estabeleci
mentes requerentes; bem como colher-se=
à a manifestação prévia do Promotor da
Infância e da Juventude;
Art. 20 - A infrigência do determina
do no Art. 1, quer seja pela não-solici
tacão do alvará, quer seja pelo não-cum=
primento das determinações do Juiz da In
fãncia e da Juventude, implicará na apli
cação das sanções preyistas em Lei; -
$ 10 - Compete aos responsáveis Lega
is ou Diretores dos Clubese Casas Notur
nas o cumprimento e observância das de -
terminações do Juiz da Infância e da Ju
ventude, segundo o disposto nesta Porta-
ria; •
Art. 30 - A fiscalização das determi
nações imposta fica a cargo do Comissá -
riado de Menores, que poderá solicitar o
auxilio das Policias Civil e Militar ,
tendo livre acesso aos estabelecimentos
referidos nesta Portaria, ficando os res
pensáveis e Diretores obrigados a pres =
tar todo esclarecimento solicitados pe- D~ VERA LO •
lo Comissariado pre'stando-lhe todo o au- UREIRO DR ALMEIDA
xílio indispensável aos trabalhos de fis D~ VII.l','!A DA SILVA
calização, sob as penas da Léi; -
Art. 40 - Determinar que a Delegacia- .!.!!Y.Q G A D AS
de Polícia só forne·ça alvará de funciona - -
mento, para as ativ,i.dades aqui enumera ] Rua: Cuiabã, S/N9 - - - -
das, mediante prévia apresentação do Al- Fone: B~t§rio - 43S - 1290
vará do Juiz da :Infância e da Juventude; Fone: Residência - 439 - 113
Art. 50 - Os alvarás a que se refere- Bela: Vista - Mto
7
esta Portaria Poderão ser concedidos Ba-{feorosso do v !
ra mais de uma atividade, desde que inse ,
rida no calendário ~o Clube ou Casa No=
turna, sempre que hbuver prévia concor -
dãncia do Promotor.
Remetam-se cópia
1
desta aos Diretores
de Clube e Casas Noturnas e as autorida
des municipais. Divulguem-se através dos
meios de comunicação da comunidade. Comu
·niquem-se .a E. corregedoria-Geral de
Justiça do Estado.
Bela Vista, 25 de Março de 1991.
Jost EDUARDO NEDER MENEGRELLI
Juiz de Direito
ADVOCACIA
ITAMAR DA SILVA tluTnA
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COHAB - Fone:
251
ilac - N9 1:6
• • - 1410
Jardim -
Mato Chossn do S'-11
l
•
JOP~"l/L 'J'RllJUN/ Oi l'RO!lTJ:rrv, BEL/ VISTA - MATO GROSSO DO riUL 06 DE ABRIL DE 1.991. l',GIW
AMARA E· NOTICIA
Indicações Verbas
VERP.AOOR PAIJLO llP. KELO
Solicitou no ~refeito Municipal, ~Oe lnfonoe es
ta Cnsn Leglslntiv~, qdnls as prioridades que a Pro
feitura está atendendo atualmente, conforme offcto
enviado á esta Casa, respondendo Indicação ng 038/
91 de sua autoria.
Solicitou ari Prefeito Municipal as seguintes in
fonnncões: à respeito do asfalto da Rua General !:lia
rcs da Rochn; à respeito dn Creche da LBA; i respei
to dn ,·crbn destinada no llospitnl de Bela Vista. -
Solicitou no Prefeito Municipal, no sentido que
nailize o funcionamento das instalações sanitárias
do Colégio Pedro Ajnln no Bairro Água Doce.
Solicitou ao prefeito Municipal para que determi
ne a colocação de bueiros na rua Ala!de da S. Cor=
réa, atendendo solicitação de uma moradora do Bair
ro Novo Horizonte, solicitando ainda,a extensão da
rede de água ao referido Bairro.
VEREADOR CARLOS ALBERTO OCÁRIZ
Solicitou ao Prefeito ~unicipal, o empenho na
'inbilizncio dos recursos,junto ao Governo do Esta
do, paro o asfaltamento dó centro dn cidade.
Solicitou ao Secretãrió de SAÚde do Estado, no
sentido de se fnzer em Bela Vista, um curso de cnpa
citacào profissional. tendo em vista as obras de am=
pliacno e reforma do Hoapital, já cm fase final.
VERF.ADOR JORGE llE SOUZA ROSA
Solicitou ao Prefeito Municipal com cópia ao Se-'
crct~rio de Obras que determine com a máximo urgé~
eia a canalização de uma mina d'água existente em
frente ao Rotory Clube na Rua Geraldo de S. Rosa
solicitando ainda, que n mesma seja cascalhada e p~
trolnda.
Sala das Sessões,
J oào K,i lifo
l!! Secretário
27 de marco de 1.991.
Dr. Jorge de Souza Rosa
Presidente
Projeto e festão "
"Constitui Comissão Permanente da Camara Municipal"
A C~mnraHunicipaldc Beln Vista, Estado de Mato
Grosso do Sul, Resolve:
Artigo IQ)- Na sessão extraordinária realizada
no dia 25 de (e,·crciro de 1. 991 foi eleita e empos
sada a Comissão de Finanças e Orçamento, ficando
assim conRtituÍda:
Presidente: Vereador Paulo de Melo
Vice-presidente: Vereador HoraesºSi~;cs
Membro: Vereador Anselmo Lopes
Artigo 2Q)- Esta resoluciío entra em vigor na da
ta de sua publicação, revogadas ns disposiçoes cm
'ºº"Píoieto ·de. Resolução .. ,,,,
"Constitui 4 Comissão Pc.rmanc.nte
da Gamara Municipal
A Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de Ma
to Grosso do Sul, Rcsoh·e:
Artigo lQ)- Na Sessão Extraordinârla realizada
no dia 25 de Fever~iro de 1.991 foi eleita e em -
possada a COmissào de Legislação, Justiça e Reda -
caõ Final, ficando assim constituída:
Presidente: Vereador Sydyney Nunes Leite
Vice-Presidente: Vereador Carlos A. OCa.riz
Membro: Vereador Marcos Elias Rios da Cruz.
Artigo 22)- Esta resoluçao.entrn_em vigor
na dnta de sua publicaçn<', re,·ogadas
ioi@io ie Rsla»
"Constitui a Comi.sano Permanente
• da Ca11U1ra Municipal"
A ciímora Municipal de Bela Vista, Estado de Ma-
to Grosso do Sul, Resol'"c: .
Artigo lQ)- Na sedao extraordinaria realizada
no dia 25 de fevereiro de 1.991, foi nomeada a Co
'tlissão Permnnc-nte de Licitnçao, ficando assim con.!.
tituída:
Presidente: Vcrendor Jorge de Souza Rosa
Vice-presidente: Vereador Marcos Elias Rios da
Ct-uz
Relator: Vereador João _Kalifc
Arti~o 22)- Esta resolução entra e ,·igor na
d " - d as dispos'icêies
nta de sua publicaçao, revoga as
c•r,, contrário.
"Oi - b AE RetificatGrlo_ao_Pro[to
s oc so re o o
O 01
BS"
Decreto Legislati.-o n_ . .
cara Municipal de Bela Vista, Esta
d
o de ?a
to Grosso dn Sul, fnz saber que o_plcnnrin npro:OU
e. eu pronulgo a seguinte rcsoluç
4
o: _
Arttgn lº)- TC'tido cm ,•istn a extincno do .V.R.
(mator valor referencia), que servia como parame -
tr - do Prefeito e 'ice-
o referencial da remuneracao d di
Prefoitn desce Nunic!plo, ficn retifica o o spog
to no Artigo JQ e seu parirafo inlco do Projeto De Artigo 22)- Ao vice-prefeito seri trlbu!da 11
creto Legislativo ng 0l/ de 03/03/85, passando a ma verba de Representa,ao equfvalente a 50 (ln
ter a seguinte redaçao: quenta por ento) do total da remuneração atrIbaf
Artigo 12)- A rer.runcr,,çno do Prefeito Municlpnl da no PrefP1to .1~unl<:lp1l.
denta cidade, será calculda com base a 1,5! '( um Artigo3!)- Fsta resolução entrri em vigor na
ponto cinco por cento) da Receie,, PPM e ICMS,.ef<'t_! darn de sua publicaçao revogadas ns disposlçoe -
vnmente rrnllznda n~EiR r pagn no mis subs•quente;, em contrirto.
$ Cnfc - A verba de Representação será equiva -
lente a 2/3 (dois terços) de sua remuneração. Sala das Sensóes, 2i de março de 1.99I,
Joiio Knlife l!'! Sec:ré'bÍrio Dr. Jorge de Sou>.n llos,1 - l'l"<'Hld<'lll<'
INf O:ftME TF
"PODA" DE ÁRVORES NA RUA GUIA LOPES
Alguns r.ioradorcs da Ruo Guin Lopes, Ml nossa cldad<', e ta.n
ém pessoas que tran,itao pela rcferi<!ó1 via, trouxera:: à re -:
portnge::, esta senana suas preocupações p.,ra co::> .1 sltunçâo de
perigo vcriftcado noquelê locnl. O eroblema são :u árvores d:i
Rua Gula Lopes, entre a Rua Scbnstlao Crhpln do Rego e Anto
nio Hnrin Coelho, que devido ao tw:,1nho tom•~ totali.:e~te a:t
laterais da rua encontrando-se 1 oJe col'l seus &Alhos quase ar
rnstnndo no chÕo. A foltn de- luninártas nos postes colabora -
para que a escuridão seJnc uci p<•rfclto esconderijo par,1 ele •
entos perniciosos coo arrobadors, que Inclusive, Já agi -
ran naquelas lcediaçoes dios atr.:lS, aler: do pouco esp,tt,o exis
tente pora o trãnsito de ve!culos devido o avanço das "si!'>ipT
na" sobre a via. Fica o reglr.tro, com a palnvra ns autorl-=
dades responsáveis, n solucão s,·ria a ioediata "poda" da5 ár
ores e a colocoçüo de luainárlns no trecho referido, de grtJ_!!
de 1t-ovimento, localizado no centro da cldnde.
ILUMINAÇÃO PÚBLICA
Já que toca.oos na teclo,vao,,s n dianU!. A ENERSUL e Bela
Vista nos Últi.cos tei::no• rleixou culto a desejar, proble."'las -
de todo order., se veriflcarar.i nos scrvlcos prestados pela em
presa de Energia t.létr1ca de Mato Grosso do Sul, coro toda a
populnçiio é sabedora. Mas, a r.uilor injustiça proticad.1 con -
tra .a. nossa populacão, snfadezn, irresponsabilidade, co::o
queiram, é a
11
tooral
11
, ilegal o incorreta cobrança cfa fMige
r.a.da 'tJ'.AXA OE ILt.'MlNACÃO POBLlCA" qu.:indo poucóls restdénc!as
e nossa cidade possuem en frente das resras uma lapada a
ce§:a. Ruas totalmente escuros. 1ã..11padas quebr.1das ou quei.::.a
dos e coopl•to abandono é o que se verifica há te."':pos e::s Be
la Visto. Es_pcr:soo!l que agora, co::i a novil odr.llnlstrac.io da
Emprcs.:i o nlvel estadual a ENERSUL cu:npra co:t1 o papel para o
qual percebe de seus consw:iidorcs elevild3s tilrif.a.s ccnsaloe_!!
te.
O "PAU" COME EM CARACOL
De u lado alguns 'erc.1.dorcs :icus..-1::: o Prefeito Cícero Bar
bosa da Silvo de nbondonnr o SC'U Município e de n.lo estar -=
cu:cprindo co::i os co::ipro:r:iissos nssu::idos eo cru:panhil. Do ou -
tro lado, políticos ligados no Prefeito dizem. que tudo não
possa de "pol1ticalhil
11
dos ndvl"rsârios e de gente querendo -
tirar proveito d.:i st~nção. A verdade é 1mt1 só, isso tudo
não•vat levar .a. nodo e no final queo será 'prcjudic.ado, cais
ltla vez, scrii. o povo caracolense.
PREFEITO "LOUCO"
Esta se::uma esteve vislt.nndo nossa cidttde ut1 velho a.::tgo
jordincnse. Esteve três di.'.ls ilndondo pela. cidade, as pecul.ia
ridades de nosso Munic{eto. Fal.:mdo sobre a odminlstr.1ç,lo cÜ
niclpol o ooigo foi enfattco. "Sou pol{tlco hÓ vários .1nos -;
tooci porte et: viirios movi.m4!ntos desde a épocn de escola, co
nhcç:o Bela Vist.a. desde 1978 e vejo hoje com. alegria a cid.:idê
sendo form.oda rndicalocntc, por todos os lados e.:dste~ obras
da Prefeitur.1, pelo que observei todos os setores da com.mi
dade estio recebendo benefícios da municipalidade e pelo jel
to esse prcfei to é louco, pois não se entende como ele estã
conseguindo realh:.1r esse o.:i:gn!Hco trabalho e .11lnda n;o tcn
do, co::co ~e dissera.,:i. recebido r.cm c.esr:o IJ.04 agulha do ex-go
vernador do Esta.do. t, fica a 1nterrognção, 101.cur.a. ou co::i -
pro=isso, rcsponsabi 1 idnde, criot 1.vidode e co=pctenci:i.
MORAES IMBATfVRL
Essa frase é de ll!:I conhecido -eoi!tico de nossa. ctd.Jde, li
gado a ala dissidente da C.olignç-.10 dos Oposições. Segundo e
lc, "cot:1 os lnwr:cros serviços da Preft!itur.1 espalh.1dos pel.4
cidade, as grandes obras que deverão serena executadas breve
cente, coco asfalto da Rua General Soares d:i. Rocha e trans -
versais, esgoto Jl:mit.Õrio, t.enuin.11 rodovl.irio e outras, po
de.o se Juntar os "turcos", e outros que não ser3o pireos pa
r.l enfrentar o "hoe"! A opintõo e de que sabe o que cst.i
Calo.ndo. •
RECUPHRACÃO DA VIA INTERNACIONAL
O Prefeito Edson_Medeiros de Moraes está ult!ando o pro
jeto parn recuper.nçao do ttccho da via lntcnrnctoru1l dc accs
so a RcpÜbllL.<1 do Paraguai, derde o i::onueento até 4 ponte sÕ
brc o Rio Apa. -
O r(!fertdo u-echo encontro-se coe o seu .ns(.1ltx=::ent.a ccr.n
pletnl!:.cntc dcterior.1do CO.'l enores buracos en'toda a sua. c.x-=
tensão dev!to a Infiltração de água ex!stente no longo da
via de aceso à vizinha República do P:ar.:igll-3.i.
O Projeto para a execução da obra já esti e andaento ,
segundo o Prcfc1to n. v1a. sc.r_; t.ot.al=:cnte reeúpcr.'.lda desde a
Avenida T(!odoro Sat1va at.ê a ponte sobre o R!o Ap.1.
II!! JOGOS DR VERÃO
[st.arã sendo real1z.1do ncstr.s dia:. 06 e 07/0:. no ?raio do
PepIlio e nossa cidade os II? Jogos de Verão, nua prco -
ç.:10 do 'cr~ador Roncy nora.e.s S1.eôcs e.o~ .1poio da Prc!eitur.1
Hunlcip.a.1 de Beltl Vista e 10~ rc M!C.
Durante- os dois d1as estarão sendo disputados vários }o -
os nas nodalidades de volei o!fctal e e dupla, (asculuno
e !eolntno), futebool su!ço :idulto e 1.nfo:1til. To.:Sn!. .:i.s cedi
das para total segurança daqueles que forcr.: até a. tr.'.l.dlcio -=
nal pr.ila do Ap.1 prcst1.gL1:- c::tu re.:ili::a;.:io c,tiio sc>r:<!o to
adas, botes para passeios pelo iUo, corcfas de r.egu-r:mça e
quipes de "s.th•a .. vida.::•• e de segurança, nutto so, alegria e
aniaçio serão os Ingredientes que darão coa certéza tr!
lho todo espccl.1.l a êstc .Jcor.ti'cL·:rcr".tO que. a UC!:lplo do pri
reIro, prorete svtrentar a Princesa do Apa. Vaos li cq;e
rir, lebrando sepre que increras pessoas, entidades e é -
presas participa desa trilhante realizaçao.
ASSASSINATO CHOCA A socmDADH
Toda t1 ::ockd~de bel:avh:en.ce e:-:contr.a ... e chocada co o
brutal assassinato dos Irias !fcolu Afonso e !dc.nir Afonso
ocorrido n:i Vlla Om.i.b no Ültir.o d!:a 06, s:lb.;,.:!o de: Alt-luia
confere reportagea nesta edtço. Os Irãos fora ortos {
ttros'e ex0peta_a!ire 20 e revê!ver calibre 38 Cc: tr.ú--
Ubnldiao Rodrigues
r.eras perfurações pelo corpo, na porta de sua re!dnfa, Enon
tra'!arl'·ae.na ca,r,a ai;ifo do13 irr,ion dn.'t JOV<n11 as~~A,;if,.,.n'1o.:, u; tf
Irra, na rae e uma criança de apenas aluns mexes de fdade, Real
rente chocante e triste o acontecido,Aos fa!!lares da vIr!ra -
nossos sentfrento de pêsames e solidariedade,
POLICIA PEDR SOCOftJtRO
A situação vivida pelas Pol{ciati Civ!l e Xilftar e::i uPJ..t VI··
ta ultioPoe-ntt: é de verdadeira c,11n-,id,1c:!e pÚtJllc,1. 5<. • ., v1-'fcu -
lcs, verbas para cobust[vefs e ramutençio, a Rol[ela de Bela
V1cta pedi" socorro. '- •
Para se ter u::a idéia d3 sltu..1ção, corn.• pelo r:enos q:i:ltro -
cantos do cidade co:::entártos de qut! " filha de u::i do:ii a.:.:.tore~
do cri.rA! dos doi!J in:iôos no Vi la Cohab chegou a lar pura a o
I!cia avisando que o pai estava de .. control.ado e 'tl!e h,1•1111: S!11d;
para :ntar, recebendo ecoo reseosta ,1 ,1{irmaçôo de qu'-! "J FoJI
cto não podia fazer nada por nao dl.Dpor de ve[culo p,,rn !le loco
oover". Por falt.J. de re:1pont.1bilidade, prlr.c!pal!rt.nte ,for. "X·/Õ
vernantes de nosso Estado, responsavefs pelo caos na Segurança
PÚbllca e tor:.bé:i e.o outros setores da a:!11:L'liatra;âo, .icontec,:;:o
caso::i ecoo esse, onde du.as vidas de jovens no nuge de uas ex[«
têncLas poder1ar ser evitadas se os responsives pela Segurançi
?Úbllca tivesseo condições de agircw pront.a=-t•nte qu.i~do ~olJcl·
ta.dos.
MAIS UMA MENTIRA
.2, pois é, receber-os a infor:.JJção de qU(! .:i notfcia (sic) trn
zida nos belnvistense pelo ex-diretor do DETA!-MS, Sr. Ares
Cafure, a pedido segundo ele, do ex-governador Marcelo M!rarda,
d.1.ndo cont.a da viabiliz.aç..ão para Reln Vist.4 d.a e:-uls3o e do 1.rn
perebIl!zante necessário para o asfaltarento da Rua do lgspi
tol Sao Vicente de Paula, nno era verdade. OJ seja, tu.dor.ao •
passou d(! ::ais ~ grande centira desse "povc" que no lon~o c!o
tecpo só praticou de:r.ng.:,gla e eng,n.nação c.on~rn cc~unll"'ade !l,ct.,
vistense. Será que o Ayres Cafure não sabfa que era tudo rentl
ra de safados no fechar das cortinas? Ficou refo chato r.er t.1.x.;
do de .. carreg.ldor de rec.aéo tr.entlroso , n.lo? !-'.as .J rc~.,li'd.H1f" C
ur-..a so, "co:: ajuda ou seo ajuda do Co1.'crno J Co;Jt.1 con cn,,d 1.':11 l !
dade e Mig.os cm todos os luga.re.:;, va::os trabalh.1r e !,1z('r, áê
UQ.4 foma ou de outra, esssa obra de lUif.altnr:ent.o Cn So.!in•1 d~
Rocha", polav-.:Js do Prefeito Edson 1'!ede1ros ~ Mor.ies.
CUDIGO DR DEYESA DO CONSUMIDOR
EM VIGOR
.. O C.Õdigo de De!esa do Cons~iC:or, U!i redE."r.1! n9 B.078 ,Jrí: eE._
ta e::s vigor e o Estado, .1.traves do Hlnl.sterlo Pu~lico (Prv.--..oto
ria de Justiça) tem n Incubéncta de prestar assistência gratuf
t.J aos cidadaos carentes. Co=i isso os consuoidores do:: o.·tls: d{':'
versos produtos - gêneros ali.centlcios, cóve!s, elctrodoeéati -
e.os, peças, aparelhos elétricos cu ranuah, enfio, todos os :.1·
pos de serviços oferecidos vIa corercIalfzaçaô- te agora uma
legislaçao ex.c:lusiva, destinnd.a. o alterar conGider.aveI.r-e.~t.~ us
relações entre !ibr-ic.ant.es, co=.erciantes, prest.Bdores de r.crv t
ços e_consu::iidores. Aos que costuan nfIrar_que a Lei extste ,
a..u .sono pnpel, prlnclpalcente co::i relaç:.ao .o. Sela Vista, !ic.,
o alert.a.: 1E-do engano, cor.hece:::os de perto a ntuação e o cirprol
cisso para co::: o cu:::pri~:1t.o re.1.l ~ irrestrito da.s Leis do Pro7 e
eotor de Justi~ e Co:.,rc.a de Bela Vi:.t.3, Dr. Cernrdo Erl.l>erto
d.! Mor.o.is, o que nos dá a certez..t de que o Mi-,tstério ?Úb!ico ,
pcl~ cenas e~ ~la Vis:t.a., exercerá. r..1. sua t.otnl!d.,c!t! .ia dt!ter.:11 C.
naç-oes da. Lei Federal n2 8.078.
ALERTA AOS FORNECEDORES
~o qu~ avis . .i ai:iso é, fic,1 o alerta aos ece.crcLcl!l:.es 6?j !"
nos!ª cidade que estio se aproveitando, por exeplo, da fnlt:1 -j
de olco de cozinha no rercado para prooverez a venda ca.s.-:-l!;t,ot.:.
seja, só leva o Óleo de cozinhil. que~ .:idqulrl.r u::: "r.:1colÔ::t" de' ' •
ccrc.adoda.s. Essa pr.âtica: cst..i previst..:J no CGdIo de Defesa do
Consu:ldor co:::o proibida e :i pena. p·revist..1 5c.ndo pu:i!çÓC.,:. a~::-1·
nistrativas por parte do Poder Público que inclue::: =ult.D.-;;, .:.i
pree.nsiio de produtos, lnterdiç..ã.o p.arcia.l ou totnl do c:.u.?mle-d
cento, suspensão das atividades, irpos!ção de contratos de ro
pasanda, entre out:ros. As ::ult.ns v.:J.rt.ri de 300 ctl .1. J :::.11!-:Õe;
de vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional -±7- u {dize -
que venha a subst1tu.Í•lo .. O &1viso es:t.á d.J.do, c;ue::. prnt1c.1 o co· !"
ercfo Irregular, coo o cxgplo dado acia, vendas fora ds -
preços t..obelados, e.spccul.'.l;.ão co produtos e escassez, urda
de_ercadorlas co vistas a conseguir melhores preços e cutras
prattco, prefudc{ais aos consu!dores, pode perfeltarente ser
enquadrado no CÕdJ.s:o de Oc!c.!l.1 do C:0:'!..!:U."':1dor. bast;m<!o p.:ir;J i.:;
so u::.1 si:::ples dc.cu:m:L1 do c.ons~do:-- que se !.C.n:tlr ;:::-<"J'.!d!c.J~::>
de alsu=-n .:.:me.ira. O P't"c::otor de Just.lça Or. c~r::r.'"110 Erl!)e?':.o -
de Morn1s afIrou seana passada e reun!ão na Sede do it:lt::-r,· ..
Club de Bela Vista que "se alui te que ccear a fazer e
que essa Lei seja cumprida fntezralente, eu vou coe;ar, pote
ter certeza", colocado seu Gabinete a d!spostão de todes, -
'pois est.a.:::os .:a ~crv.iço do povo , ress.nlt.ou o ..,,1~r.J:1tc Pro::ot.:::-.
E pode ter certeza, a Tr!ara da Fronteira, será o traço !!
reito dessa Le! e nossa cidade, po!s estas cansados de ver-
as Injustiças, as especulações, os atgsos e todos os tipos de
explorações possíveis praticadas por pessoas Inescrupulcsas on
tra o povo sofrido, trab!llh.Jdor e o:-d<-iro de r:os!=.a Õ!:l., Vls:!.J.-
0 NOVO CHEFE DA RECHITA FHDERAL
Eh Bt-ln Vlst:1, Roque P=e!I :ossU!:1U as h:::;óes s:c~~.,. p.lt:!.;:.!, 1
e aluas rudanças ]a estas sendo :,o:..otfa.:: ;,,cl:u: p('r.:-...:,..-.-1;. t;i.:t! c:-J
Z:t!:i a f-Tont.it-ira. Brnstl{Pnr.:J-;Wll ou vlct".-ve.r::'ó.1.. -
SeguIndo_deter!ações_do Caverno Federa! qu prevê a p:te]
ta Integração entre os países vizinhos, a Receita Fedra; de 1..
la Vista, segundo nos disse a eresir!s de mossa cidade, a7!
ara cuprindo o seu verdadeiro pape! de tal!u;o e tia
te ao contrabando e_deixando de 'enh" o saco de quer esti z:a-]
balhando', ao contrirlo do que v[ha acontecendo ator!ore"t
quando alguns funcIsnirips da Receita "Invoca-" :e s3 a
velhinhas vendedoras de "atum", "pusvi", etc. (sais,
"",'> sue cru=rva para o trastipsra sa±sr «1uns =ru=
Ao Roque votos de sucessos frente a Receita Federal em
lo Vhto.
JOHN/L, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA
íl!-:L/ 1/l S'rTI - 11A .O CPOS:~O DO SUL
CONCLUSÃO AS OIS "O CASTE1.O
o Presldente da Câmara Municipal de Bela Vista ,
Veredor do PTI Jore de Souza losa sol icJ tou na
peso do dla I8/0) pp. o endereçamento de exped1en
te no Exmo, Sr, Governador do Estado com captas à
s,,cr,•t;Ídn <lt• Educação de, Estado, I:xmn. Sr. Prefc-i
to MtunfeIpal e aos Deputadon Estadual, Alberto llon
dnn, lnldtmlr l-lnkn, O!.cnr Cnldonl e WnldomJro Con -
alves, pra que se]a agilizada com urgência a con-
1 • 'I •
1
e lusiin rlllf-l obraH da fü;cola- Estadual ~e I e II Graus
"Castelo Branco", "tendo em vista, Ja estunnos no
tal do m@n de março e, até o momento, não temos
~( c~quer prev1u~o cte qunndo Pnsa ohrn ~er~ conclu{da,
sendo que na eunda--feira dia Ol/OG/91, teve in! -
1
1
clD o nno luti'o da referida Escola, com auxílio de
d • - '
h,, virias entidades que cederão salas para que os alu-
nos naP ycjnm prrjudicndns em seu aprrndlzndn.
'1
s
p
A A E NOT C
Na ses4o do a:a zu ae março do lezfmslatio be
lavistense, o Vereador e médico Carlos Alberto Oeá
rLz apresentou Indt ·aço para que se[a end regado
expediente ao Depus ado Federal Valdfr Guerra, soll
citardo empenho do mesmo Junto aos orgnao: competen
tes no sentfdo de vfabil!zar lIberaçao de verba do
SUS, orçada em Cr$ 100.000.000,00 (cen !lhes de
cruzeiros), destinada a copra de equipamentos pa
rn o Hospital São Vicente de Paula, nesta cidade,
"Achamos '1Íl ldo recorr<:r à V. Excin., r:,bcdores
que somos do vosso Interesse em solucionar os ta
ves problemas de aüde do Estado, Pela urgenein
que temos da l!beração desses recursos, ji que da
aquisição do equipamentos, depende o Início do
funciona ento das instalações novas do Hospital ,
com obras praticamente concluídas", disse Cachito,
dr fieu::; f11hnc;
11
, ressaltou Knli!c.
"Para que seja endereçdo expediente ao Exr.m. Sr.
Prefeito Munlclpal, solicitando qu • determino o
cancelwncnto do lPTU do Sr. l.uclann Ferrc:,ira", {o
cegra de outra indlcaçio to Vcr~1odr João Kalifc.
" referldo imposto deve ter sldo lançado por
engnno tendo em vistn que o lotr em questao encon
tra-se forn da irca urbnn, e de acordo com nn Leis
vigentes do Hunic{pio, o JPfU i devldo no pcr!me J
tro urbano", lembrou Kalife.
Preocupado com o estadc das cstrndas de acesso
is propriedades rurais dos seguintes proprietários:
José SImpleio da Costa Mrques, Oscar Salomão, Do
roteu F. Conçnlvcs, Gilberto Alves Correa, Rinoldo
e Otac(liP Corrêa, o Verecdor do PTB Roney Moraes
Simões solicitou através de Indicação ao Prefeito
Edsn Moraes providências urgentes na recuperaçaó
dessos estradas que, segurdo ele, ''encontram-se em
precirias condições de trânsltP, Impedindo até mes
1'10 os sen•lços essenciais", ress:iltou o edil.
1
l
t
I
~~ P'--r-c~s-_l_d_e-.,-,t-~ da Câmara Municipal de Bcln Vista, Ve
.,j rcndor Jorge de Souza Rosa
~
1 Tal situação torna-se incperPnte, tendo em ,·ista
,1 n distância dos locnis cedidos, principalmente, pa-
1 ra o corpo docente, ficando mais de mil alunos pre-
i;ljudicados no an:S~:~:T:-::1~~:tse o Vereador.
l
o No dia 16/03 o Vereador pctebista Jorge de Souza
i. Rosa apresentou indicação endereçando expediente ao
t
Prefeito Municipal, com cópia ao Secretário de 0-
brns, solicitando o cascalhamento das Ruas A. Tri
t buna da Fronteira e Visconde de Tnunay, principal -
~
mente no trecho que liga a Escola Ester Sil•a com a
Avenida Teodoro Sati"l:n e em frente a Serrnria Serra
h sul. -
fJ COLOCAÇÃO DE IllJElROS
lil o Primeiro Secretário da Câmara Municipal, Veren
l
d dor do P)!Dll João Knlife na sessão ordinária d"c:
d dia l8 de marco, pediu ao Prefeito Municipal, atra
vés de Indica;ao a colocaçao de bueiros na rua Gol
[id eia Miranda Lino,_no Bairro Costa e Silva, nás pr~
tximidades da residencia da Senhora Estanislada de
1 Souzn.
11
Tnl solicitação faz-se ncccsi;;Rrin umn ,·ez
·- que, devido _as chuvas forma-se naquele local uma la
'e goa com as aguas in,·adindo ,·arias residências", jus
l - e !ficou Kalife. -
~
REVISÃO ODONTOLÕGICA
De autoria do Vereador Joio Kalife indicncaõ en
dcreçuda .'.IO Prefeito Municipal com cópia à Secretá-:
ria Municipal de Educaçao, solicita que seja deter
r minada a revisio odontológica na clientela estudan-
!
e til da r~dc municipal de ensino, "uma vez que exis
n. te várias reclamaçoes de dor-de-dente e, constata
e do o problema , que os mesmos sejam encaminhadoa. ao
c Posto para o devido tratamento", enfatizou o edil.
f
t TESTE DE ACUIDADE VISUAL
Ti s .. •
!, j _ Tam em atra'CS de indicaçno o Vereador do PMDB
Pi Joao Kalife pede o endereçamento de expediente ao
ln' Prefeito Municipal com cópia à Secretária de Educa
a çaÕ, solicitando que seja determinada com urgência
ri teste de acuidade 'isual na clientcjl;a estudantil do
n;MunicÍpio, e aqueles que apresentarém as dificulda
o' dcs sejam. encaminhados ao médico para providências
p cabÍ-eis, "Tal solicitação faz-se necessária tendo
fo
1 cm 'ista ,·,irias reclamações de falta de ,
1is5o e do
" de cabeça", disse o Vereador.
si DOAÇÃO DE TORRE
fº Outro lndic:iç:io apresentada na Ciimara.Municipal
]o pelo Vereador João Kalife cndereçnda ao Presidente
:, •da TF.LENS, toe: copia ao Prefeito Municipal, solici
o, tn n doacão da antiga torre da referida empresa à
e,Prefeitura Municipal. 'A torre cm questão est;Í desa
rifada pela empresa. Creio que seria de grande 'a
(lia para a Prefeitura instalar suas antenas de tele
ivisão, já que a existente, segundo Informações, en-
,i contr:i-sc com principio de dct<lriorizaçào. lleln Vis
n c ta seria m a i s u m a vez m u i t o grata à TELEMS e f f .c a =
piria orgulhosa, como toda mãe, pelo despreendimento
o
CANCEI.AMF.NTO UE 1 !'TU
RECUPERAÇÃO DI! ESTRAílAS
füCRO ONIBUS PARA AS "CAIEIRAS"
Indlcnçâo endereçado aP Prefeito Municipal, so
licitando a colocação do rrlcro-Õnibus pelo menos u
ma ,·ez por semana para trnsportar moradores da re
giâo dns "CnleirAs" à cidcde, foi apresentada na
Cimnra pnlo Vereador Roney Moraes Simões.
Em sua Justificati'a, <'isse o edil, "constatei
com moradores daquela reglâo e pre~enclei de perto
as dificuldades de locomoção dos mesmos. Gostaria
de citar por exemplo: existe um funcionário do Mu
nicípio que para vir a cidade receber seu salário,
que é salário mínimo, ten de fretar uma camionete
de um vizinho, pagando at Cr$ 6.000,00 (seis mil
cruzeiros) para se desloc,r atê a sede do MunicÍ -
pio. !lesmo que V. Excia. cobre umn tarifa dos mes
mos, facilitaria em muito suas vidas, tanto econõ
mica como socialmente
1
'.
tlOÇÃO DE AGRADECIMENTO À VALnIR CUl'.RllA
Tl".RMINO DO POSTO ílAS "CAIEIRAS"
Outrn indicai;aõ de autC'ria do Vereador Roney M~
raes Simões, endereçada no Prefeito Edson Horaes -
solicita o término das obras do Posto de Saúde das
"Caleiras". "O problema de locomoçao das Caleiras
é muito sério para seus moradores, por isso pedi -
mos com urgência a concreti.zaçÃn dessn obra para -
que aqueles moradores possam também usufruir dos
benefícios médicos que têw direito" ,afinnou o edil.
CORREDOR BOIADEIRO/RODOVIA
De autoria do Verendor líder do PDT na Câmara -
Municipal Sydney Nunes Lelte, indicação ao Diretor
Geral do DERSUL, com cópis ao Secretório de Obras
do Estado, no sentido de cue sejam procedidos estu
dos necessélrios para transformar em Rodovia o a
tual corredor boiadeiro e,·istente nas divisas do
Município de Bela Vista e Jardim, ligando as Rodo
,·ias Rela Vista/Jardim, Jrrdi.m/Porto Hurtinho, par
tindo das proximidades da Fazenda Santa Vitória e
atingindo as imediações dC' Calcário ~odoquena.
_ "há muitos anos existe o Corredor Boiadeiro na
divisa dos Municípios de Pela Vista e Jardim, qua
se em linha reta. ligando as Rodovias supra cita -
das·, que tem sen·ido para o trânsito de boiadas
conduzidas por terra e con uma distância aproximn
dn de 30 kilÔmetros, margcando as di•isas das c!i -
versas propriedades rurais da região. Tal medida
beneficiaria um grande núrrero de propriedades ru -
rais localizadas nessa reyiâo, e hoje servidos por
péssimas estradas de fazerdas, dificultando o crá
fP.go e o escoamento de pr~dutos locais. A abertura
da rodovia no atual corredor boiadeiro, dará no,·o
estímulo ao progresso e prosperidade dessa_regiio,
melhorando as condições de tráfego e encurtando -
distâncias. Sen·iria como rodo,·ia tronco, de onde
partiriam estradas para as fazendas ou proprieda ·
des rurais da região", justificou Sydney.
SINALIZAÇÃO DA BR 060
O Vereador do PMDB J-1,.1rcos Elias Rio~ da Cruz so
licitou _atrà,·és de indicação na Câmara Municipal -:
em sessão ordinária do dir 26103, o em·io de expe
diente ao Diretor Geral d<' DERSUL, Engenheiro Gil
Aze'edo Leal, para que seja determinada a sinaliza
cão da Rodo,·ia BR 060, trecho asfaltado, inclusi·;
da Ponte estreita sobre o Rio Mnchorra.
CAMPUS AVANÇADO
O Vereador Carlos Alberto 0cariz apresentcu i.n
dicação na Câmara Municipl endereçada ao Prefeito
Municipal, com cópia à Secre.tária Municipal de Edu
caçio, solicitando proposição de se trazer à Bela
Vista um Campus Avançado cu Faculdade de Férias.
"A seriedade e as bo,is intenções da adminiscrn
ca municipal, na área de educação saltam aos o
lhos dos críticos mais se,·eros. A promoçno da me -
lhoria do padrão profissional, resultado natural -
do investimento, complemertaria as acoes e viria
suprir anos de descnso e defonnaçÕcs n('I quadro pro
fissionnl mais vital à sociedade responsã,·el pelã
formação do mesmo povo", disse Cach.ito.
'EQUIPAMENTOS PARA O !lOSPITAL SOLICITADO
EKPENUO DO DEPUTADO VALDIR GUERRA
De autorin do Vereador Carlos Alberto Ocárlz ,
foi apresentada na sessão do dia 20/0)pp., uma Mo
ção de agradecimento ao Deputado Federal Vnldir -
Guerra por seu empenho viabilizando recursos para
as obras de reforma e ampliação do Hospital São Vi
cente de Paula, nesta cidade.
ISENÇÃO DO IPTIJ
Através dP indicaç~o 0 Vereador AnselmP Lopes -
(PMDB), solicitou ao Prefeito Municipal que deter
mine a ise_nção do IPTU da Sr! Margarida Milton, ha
ja ,·isto que a mesma encontra-se doente, conforme
anexo atestado médico.
DOAÇÃo·oE TERRENO
Também de autoria do Vereador Anselmo Lopes, ln
dicação para que seja endereçado expediente ao Pr@
feito Municipal, solicitando que encaminhe à Câma
ra Projeto de Lei doando o terreno onde se encon -
tra a antiga torre da TELEMS, na Vila Ko'a, ã Asso
ciacâo de Moradores daquele bairro. -
BURACO NO ASFALTO
Endereçada no Prefeito Municipal, foi apresenta
da na Câmara indicação de autoria do Vereador dÕ
PDT Sydney Nunes Leite no sentido que deteroine ao
Órgão competente que seja tapado·o buraco existen
te no asfalto, ao lado do meio fio, existente na
Rua Antonio João, entre o Ponto de Táxi e .'.I Casa
do Arroz, "cuja providência deve ser com a máxima
urgência possÍ'el em razão de seu taoanho e dos -
problemas que poderá ocasionar essa cratera, não
sono proprio asfalto, como meio-fio e calçamento~
lembrou o edil.
INSTALAÇÕES SANlTilrAS NO "JOÃO DE BARRO"
O Vereador petista Sydney Nunes Leite, atravis
de indicaçao endereçada ao Prefeito Edson Medelros
de ~oraes, s~licita a edificação urgente de insta
lac:cs_sanitarias (privada e banheiro), no Conjun
to Joao de Barro".
"Segundo consta, existem apenas três casas coe
esse benefício, e os demais moradores do Bairro,~
tilizam-se de um pequeno matagal existente no re
dondeza, para realizar suas necessidades fisiolÓ -
gicas , .ressaltou Sydney.
Indicações Verbas
Sessão Ordinária 27/03/9l
VEREADOR MARCOS E.LIAS RIOS DA CRUZ
Solicitou ao Prefeito Munici l deter-
mine ao Secretári d O pa para que
lhamento d
O
e bras
O patrolaoPnto e case!
Parque a'{";"g «ue !4sa a cate de errada do
xp .coes ate o CLube do Laco ua vez,
que o mesmo tem a d - " '
Dersul. sua isposiçao os caminhões do
VERRAf>oR ANSEI.Ho LOPES
Solicitou ao Prefeito Municipal determine -
ao Secretario de Obras que
menro da Rua Rosali
O
patrolamento e cascalha "
Peixoto e A. ,,,"O Lino entre as ruas Eduardo "
. • eo oro Sativa
Solicitou ao Prefi , • • .
ne ao Secretário de to dunic1pal para que determ!
e cascalhamento da Obras que faça o patrolamento
a Avenida Tri, rua Eduardo Peixoto esquina com
una da Fronteira.
VEREADOR SIDNEY N1JNEs LEITE
Solicitou ao Pref i
a limpeza geral no e to Municipal, que deterzine
do ladário q trecho asfaltado da Rua Barao
ue se cncont b s
pecialmente rei, fI ra co erta de istritos e_
recer, que a li a uvial, atualmente, quer cepa
radentes fica mdpeza e feita somente até a rua Ti-
• n o dali t - r ·T
total abandono. a;e o Bairro Agua Doce e·
VEREADOR_RONEY HORAES SIMÕES
Solicitou ao P f
Chef;;, Regi.on·il d r; eito Municipal com cópia do
1hão nos ai" FEEMS a instalação de u ore
os taboray d
Solicitou ai d e as Prima,·eras.
ta a cste ai,2?g "reteto ateia1 ses <
luminârias n., b i Sli1. local, a r"cuperaçao das
era do Apa.
Contlnuação
na P:Ígin.a - 09
m,
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xaa, i•
MERCOSUR
Empresariado será el principal protag·onista
El empresariado de
nuestros países será
el protagonista indi~
pensable de los dias
que vendran, afirmó -
ayer en su discurso
el presidente uru -
guayo, Luis Alberto
Lacalle Herrera,quien
precisó que los cua -
tro jefes de Estado,
al crear el MERCOSUR;
no hicieron sino "a
brir las puertas a la
oportunidad ". Defi -
nió a los gobernantes
democráticos como "fu
gaces y transitorios"
y agregó que "si algo
queremos recordar pa
ra nuestra propia y
efímera presencia al
frente de nuestros
países, que algún dia,
en virtud de lo que
hoy estamos realizan-
SI NO HAY VIDA IGMA,LOS
PELl<iROS DE RECiRESION
SICiUEN AMENAZANTES
IS
El jefe de Estado, An
drés Rodriguez, resoltÕ -
nyer onte sus colegas de
Argentina, Brasil y Uru -
guni que "está demostrndo
que donde no se dan las
condiciones pnra uno ,·idn
digna, lo libertod es pre
cor ia y J •'S peligros de
regresiõn sigom laten -
tes y amenazantes". Cali
flcÕ ln constituciÕn del
MERCOSUR COMO UN "ineludi
ble desafio de integra. -
ciõn de nuestros países
en una época en que ln u
nidod y la mancomuniõn de
esfuerzos son requisitos
esenciales paro nuestros
comunes objeti•os de de -
sorrollo econômico y so -
ciol, en libertad y demo
crac.io" ..
Rodríguez dio la bien
venida a los jefes de Es
tado visitantes y poste -
rlormente e,q,resõ: "Ali~
pulso de la democracia q/
hoy preside _el destino de
nuestras naciones latinoa
~ericnnas, y como un man
dato inexcusable del tie
po que nos tocn '·iYir, n!!_
ce e~ Mercado Común dcl
Sur para ensanchar nues -
tras posibilidndes y pro
mover la complementncion
de nuestras acti'idades -
produtivas, eliminando
los obstáculÓs que aten -
tan contro el crecimiento
econômico, ~l empleo Y la
libre competencia".
do, alguien nos re -
cuerde y diga, ellos
se preocuparon por a
delantar la aurora~-
Interrumpido en
várias ocasiones por
sostenidos aplausos,
habló el mandatario
oriental, quien en
un pasaje exhortó a
"repensar·nuestras
maneras de trabajar;
tenemos que repensar
nuestras querellas ,
nuestras divisiones,
que necessariamente
en el horizonte del
Mercado Común queda
rán reducidas en su
tamano. Tendremos -
que cambiar y tendre
mos que adaptarnos ã
pensar de manera aun
más amplia, aun más
grande y generosa ca
da uno de nuestros
actos".
Segui.damente sos
tuvo: "Pienso que el
empresariado de nues
tros países, ese pro
tagonista de los di
as que vendrán, hoy
tienen sus mercados
agrandados, hoy tie
nen millones y millo
nes de consumidores pÕ
tenciales. Pues en
él confiamos para
que, agrandada laca
pacidad de crecimien
to, sea ese empresa
riado el que,con sus
obras, nos diga que
hicimos bien en a
brir las puertas a
este nuevo tiempo".
"Pienso en los tra
bajadores. La inte -
gración para ellos
no es esta ceremonia.
Para ellos la inte -
EL D.'.ITO NO DEPENDERA
DE
de lo~ gobiernos o como
fruto de largas negocia
ciones, sino mediante un
compartido anhelo y ac
ciÕn recíprocas de nues-
tiras sociedades, respon
diendo a nuestra herman
dad de origeny a nues -
tros irreductibles dere
chos de vivir en liber -
tad, iqualrlnd y democra
cia como la ,·ia más ode
_cuada pnra arribar· a la
ansiada jus tida social".
- A continuación, sena
lÕ: "La política econõm_!
ca que nos propus imos de
sarrollor desde el ini -
cio de nuestro mandato
se ratifica hoy cpn nues
era firme adhesiõn a los
grandes princípios de lá
integraciõn lntinoameri
cana, cuyo objeti•o prio
ritário .es compntibili =
znr y proyettar la libe.E_
tad y ln democracia al
compleio campo de la actl
·idad econômica". -
"América Lntin~ tiene
que dejar de ser, defini
tivamente, solo una gran
productora de materins
primas. Su derecho nl de
sarrollo es integral, de
bÍendo también ampliar y
mo,dernizar su capncidad -
industrial, y participar
de la evoluciÕn tecnolÕgi
CIJ- El nue·vo ordem mundi=
al debe, en ese sentido ,
caracterizarse no por una
retórico solidariedad, si
no por una real y efecci=
va cooperación internacio
nal". -
Fihalmente,instÕ a sus
demás colegas a trabajar
en mancomunión de esfuer
zos para forjar la prospe
ridad y la justicia que
se merecen nuestros pue -
blos.
MERCOSUR
O MERCADO COMUM DO
CONE SUL-
tos COBIERNOS
Más adelante,Rodríguez
sostu·o: "Es preciso re -
arcar que el êxito' del
MERCOSUR no solo depende
rã de la efectividade de
las.medidas que adopten -
los gobiernos, sino cam -
bien, y eo gran medida,de
lá creatividad, del tale~
to, del esfuerzo y de la
soscenida dedicaciÕn de
los emprcsarios, y aun de
nueatros pueblos en gene
ra1",
"La integraciõn no al
cnnzaremos como resultndo
•xcluslvo de la decisiÕn
trâmite del tercado
Común. Y buenos es -
quizi que nsI ocurra,
porque esta no cs o
bra suceptible de
ser atrapada en lon
estrechos limites de
un mandato, ni pucde
ser patrirr.onio de los
gobernantes democrá
ticos, fugaces y tran
sitorios por defini
ción. Tiene que ser
obra que hagamos po
niendo el oído al pe
cho de país~ de cadi
uno de los países ,
sientiéndonos mera -
mente un eslabón más
en la cadena, sint.i
endo que tenemos es
te momento para de -
cir nuestro roensaje
y que otro vendrá
después a retomarlo
y amplificarlo".
REGIMENES QUE PRETEN
OIERON DAR CERTEZA
OESAPARECIERON
ca dcl r:O•,q{:, 1•1 e!
safio d! la «anane1
o lá pérdda, a
el tr men!o ,«to1
las socid• . n
das parte del mun
do", reflexiono.
"Dr? d II Í , e . 1i
dos amigos, que no
corresponda nono
tros, nada ma y na
da menos, a abrir
las puertas a la o -
portunid.d, que quis
ran nuestros empresa
rios, nuetro traba
jadores transitar
por ellos, que hngan
uso de esas oportuni
dades. --
Eso es lo que hoy
estamos edificando",
pontual.izó en otro
momento.
SEJA
MAIS BEM
00
NE
DA
DA
LEIA
os
REDE
RENSE
o
REGIÃO.
E
Brasil - El presiden
te brnsileno, Fernando
Collor de Mcllo, nbogõ ~
yer en su discurso por
el perfeccionamiento de
las instituciones demo -
crãcicàs; exhorto n dar
lugar a la capacidad ro
creativa y n estimular
las fuer:as dcl merendo
as! la economia. Fue a -
yer nl dirigirse n ln
çoncurrencia, tras fir -
mar e1 'Tratado de Asun
c.1tin". "Este cnc.uentro
que hoy celebramos cons
tituye el mar.eo de ind.is
cutible signUicndo e-;:;
ln historia de nuestros
cuàtro países y de Amêri
cn l.ntina. PrescncL-u!los
en ~~tê acto de for.:,.ali
i:aciõn del·trrtado parn
ln constituciõn del Mer
cado Común dcl Sur, el i
nIelo de 1a material!z.
ciÕn de a lgunas de las
mãs altas y antiguas as-
gración se realiza
rá cuanpo sobre su
mesa haya un poqui
to más de prosperi
dad y para sus hi -
jos un poquito mus
de esperanzas. Esos
son los que van a
marcar el éxito de
lá .integración", a
seguró.
"Pienso en nues
tros hijos,que cuan
do lleguen a las d~
cisiones ya defini
tivas de la vida ,
tendrán esta chance
que no tuvimos noso
tros y, portanto,
pienso en el siste
ma educativo, que
hoy, manana mismo ,
tiene que comenzar
a incorporar en los
programas de estu
dios todo aquello -
que nos vincule· y
prepare, por tanto,
nuevas generaciones
para esta grande y
nueva tarea" ..
Más adelante, La
calle Herrera dijo:
"Amigos, esa tarea
llevará los próxi -
mos 5 anos. Habrán
cambiado las cir
cunstancias de los
gobiernos, ya no es
tará este Presiden=
te del Uruguay cuan
do se concluya eT
"Nuestra preocupación
ya no es una guerra ara
da. Nuestra preocupaci0n
más importante debe ser
la paz. Pero no una paz
inerte, no una paz h!bri
da,sino ln paz del crecI
miento, la poz de la ver
dadera libertad, una paz
creatia", sostuvo oyer
en su discurso el presi
dente argentino, Carlos
SaÜl Menem. Fue luego de
formalizar el Tratado de
As .. nciõc.
Seguidamente, d1jo:"Pa
ra olcanzar este objeci=
,·o, es imprescindible
que ante todo nos reco -
nozcamos )os latinoaoer.!_
canos como una gran na -
ción, capaz de autoges -
tionar nuestro crecimien
to por regiones. Nada de
esto será posible si no
seguimos, precisamente,
el ruitO ~ue nos indica
tanto la historia como
la sabidurín de nuestra
naturaleza, que de norte
a sur extiende sus rins
y su cordtllera en un
mismo cuerpn".
pirncioth?~ de nuestros
pucblos", .nanifestõ Col -
lor de Mcllo.
Seguidamente expresó
que al quedar formalizndo
el tratado, "reafirmamos
la i~nlterable voluntnd
política de los gobiernos
da Argentina, de Paraguay
de Uruguay y dcl Rrnsil,
de sumar esfuerzos en la
tnren solidaria de cons -
trución de una sociedad
is próspera, ris justa y
"Así es que como
lo siento, como creo
que todos los senti
mos. Estamos abrién
dole el campo a una
oportunidad,no a una
certeza. El mundo si
algo ensenã hoy, es
que los regimenes
que pretendieron dar
certeza desaparecie
ron. Y vuelve la éti
,
IL
2E
En c,tro •T"!ornento,
nec .:ifinnó: "Celebra:nos
este mundo más inclina
do a la cooperaciõn que
a la confrontación. em
mundo, en síntesis, que
esperil!:los sea más respe
t-uoso del hobre".
Al abogar por la in
tegraciõn regional, el
Manda~rio argentino se
-ÕalÕ: "r:uestra apucsta
en fa,·or de ln iotcg::;i
ciõn no es ideológica.
Por el contrário, se
trata de un redio para
sumar eficiências".
"Esta es la única y
a la ,·ez la mejor estra
tegia pnra que nuestraS,
sociedades potencien la
recon'ersiõn y den el
ran salto cualitativa
de sus economias":
"Este es el arco a
decuado para que nues -
tras ventajs utuas se
ioterrelncionen de mane
ra tal de asegurar a
estros pueblos el acce
so a más y cejores bie-·
nas".
SALUDABLE COKPETDICIA
nbiertamente cooprometi
da coo las lihertads ;
srnciales de un rêgimen
del!!ocrático". l'osterfor
mente destacõ que "e..st;
ejemplo de cooferación
que hoy exhibfios orgul
Hosarente al mundo ea =R
penas un punto de pnrri
da pnra la realizac1Õn
de obras ayores",
. ,segurá lucgo que su
país sfepre presto y
seguirá prestando su to
Maiores
LP.I'l'OR
IN!'O.Rl-111-
JOIUlAIS
11fl"LAVIS
JORNAI5
infor
Ponc: mações pelo
ASSI-
439-1410
E
PosterJor. ~te, :::...1n!
festó: ''En cl riFxo ser
tido, se Ir.pulsa asf una
r:aludable co::pet<::icia e,,
precios y ser!c1os. E6-
te es un catino s!n r -
torno y es el r:cjnr'
1
•
Refirfênd3se a la cons
tituciÕn d,l MERCOSl/R
expresó: "[rtc .1cto =-~· -
sulta un.a L:<.?C&l;ii.•Í:l c:i"':
ra de la dct :-e ::11cíÓn -
de nuestros pueblcs d 2
vanzar hacta un futuro -
conjunto.De dar inicfo a
una nueva etapa e las -
relaciones de· ::ue,;tro.~
cuatro países, que ccnsa
l1darãn aun ás los laz
de paz y amisrad ertre -
::uestrns dcr::ocrnc:-i.:is".
"Desde el irar de
la lucha por ln Indepen
dencia, muestros h&roes
nacionales sonarn con a
vanzar hacia la cree4,
de un potrln. cc-nju.nt.1.
Este tratado que a,a'
firaos significa u:
paso is haeia la reli
znción de este s-..:..e.:10
1
', e.:..
fa tizÓ.
COLLOR AB0<iÓ-P0R LA LIBERTAD DE MERCAD
tal apoyo s las infetai
vas de irrezrón. Se l
gu[damente d!jo: "ar:a
reros por etapas, en e
preendim!nos acreto ,
conscientes de las rea
les potenei.'iludes de
da país,dencdoano fr
trar alzonas de naestra
is carsesperanzas aso
ciadas a la InteraefGnr
i;icnal".
(OatrLas Traritas do AB
Calor • d,- -"'.;..u,;.Õo).
------ ---------- --- --
JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA
RP.l,A VI !;'I'/-HJ'1'0 GROSSO DO SUL
06 DE ARIL DE 1991
PÁGINA- 10
POR NANCY
»IVER!AR10S
02/04 -- comemorou
·uns I4 aninhos a jo
Volasquoz-
----------------- ---
1
Um delicioso jan-
t(ar (feito pela Sra.
laudetc) para famili
1(res e alguns amigos,
arcou a data. Para -
e, ens !
t 02/04 -- Nessa da
e a também festejou su
s 14 primaveras a qa
tinha Renata Rosa Pi
D heiro. Felicidades!
a 03/04 -Bianca Ve
asquez nesse dia fes
ejou seus 12 aninhos.
~ 04/04 - Um churras
uinho para amigui
1hos e familiares mar
eeou a data cm que a
~~
atinha Gabr~ela Ve -
asquez Pereira come
orou 10 anos!
l'0RRE O COLUNISTA ALE
~- NDRE BILO
i • O colunista social
lexandre Bilo morreu
lia 02/04 às 15 ho -
r'as, no CTI da Santa-
g
f: : --~
t~ ·_:.~··1'·
r º
foi anual o ininter
rupta até o ano pas
sado. Além deste, O4
troo concursos do ge
nero realizados pe
lo colunista social
tornaram-se tradicio
nais como Mulata de
Ouro e a escolha de
misses Campo Grande
e Mato Grosso do
Sul, desde 1986.
Muitas ganhadoras
'destes concursos têm
hoje projeção nacio
nal e internacional,
como Adriana Graeff,
por exemplo, modelo
que fez trabalhos no
Japão e outros paí -
ses.
No jornalismo, A
lexandre Bilo come -
çou pelo Jornal da
Manhã, passou pelo -
Diário da Serra, es
ceveu para o Correio
do Estado, Revista -
Executivo Plus, l
Crítica, Folha de
Campo Grande e ou
tros órgãos de im
prensa, sempre no co
lunismo social. Foi
diretor da Imprensa
trabalhou no Tribu -
nal de Contas. (Cor -
reio do Estado)
"PERERECA"
Foi encontrada
dentro de uma lata
de óleo da Sadia com
prada em Campo Gran
de. A Deleg. de Defe
sa do Consumidor,
agiu rápido ao rece
ber a queixa: desco
briu que o enlatamen
to do óleo foi feito
em Rondonópolis-MT.
Foi instaurado in
quérito policial pa
ra apurar 'crime con
tra a saúde pública!
BlILE 01 lLELUII
Sábado pp., n
Grêmio esteve anima
díssimo. Casa lota
da, Conjunto Musical
Agradou!
E A MARRUA JEANS
·n
te.
~ i~ Ele estava interna
Jo desde sábado ú1i-
• o com problemas de
nsuficiência respira
ora, consequenc1a -
le forte processo in
~cccioso. Logo após -
nua mor Le, o corpo -
·e·oi levado para a Ca
c,ela Monte Fuji da A-
'enida Mato Grosso -
quase esquina com
~ Rua Pedro Celesti -
Po). Alexandre Bilo -
1a,asceu no Espírito -
janto mas vstava no
Plato Grosso dd sul há
P"quase 25 anos e iria
º;omplcta:: 35 anos de
P,dade no próximo dia
"1 de_ju1o.
- Além de uma filha,
1exandre Dilo deixa
'im importante traba -
0
ho de divulgação das
elezas do Mato Gros-
~ !o do Sul, prlncipal-
0
ente revelando mode
'os e manequins atra -
s .de grandes concur
los e desfiles de mo
a.
" Come.,;ou cm 84 com
, Garoto e Garota Je
P•ns, c-uja repetição -
CRIM.P. NI VILA COlllD
CHOCOU A COMUNIDADE
BELAVI STENSE
No último dia JO,
Sábado de Aleluia ,
por volta das 23:30
hs., foram mortos a
tiros de espingarda,
provavelmente cali -
bre 20, e revólver -
calibre JB, os ir -
mãos Nicolau Afonso
(casado, serralhei -
ro, 26 anos, residen
te na Vila Espírito
Santo) e Edenir Afon
so (solteiro, 20 a
nos, soldado do 100
R C MEC!, em frente
à residência da mãe,
senhora Felipa Cáce
res Afonso, locali -
zada à Rua Dcna Rufina
Cáceres, s/no, Vila
Cohab. Os autores
dos disparos, Odemir
Ossuna ("TUCA"l e
Oraldo ssuna ("VA -
DO"), também irmãos,
após o crime evadi -
ram-se do local. e en
centram-se foragidos
da justiça.
OS FATOS
Segundo informa -
cões em depoimentos
~ Polícia Civil de
Bela Vista, tudo co
meçou com uma discus
são na "Lanchonete •
do zé" entre Oraldo
Com muitas novi
dades em jeans, cami}
setas, calcinhas
soutiens. Tudo da m
lhor marca por pre
ços acessíveis e fa
cilidades para com
prar em prestações.
vá e confira. Fica
ao lado da Farmácia
do Jair.
JÃ RETORNOU
Após 2 semanas cm
Salvador a Sra. Maí
sa Escobar Azevedo.
O Reinaldo já estava
com saudades!
Irmãos Mortos a
O DE OSSO CILIBRE
Ossuna e Nicolau A
f_onso, após uma par
tida de futebol ,
tendo ambos partido
para briga, Um <los
irmãos de Nicolau
P.dson /fonso, inter·
viu segundo ele pa
ra "apartar", quan
do foi atingido por
uma cadeira desferi
da por "Tuca". Nes
se momento o outro
irmão, Edenir Afon
so também interviu
batendo com uma ca
deira na altura da
cabeça de "Tuca" ,
'que caiu práticamen
te sem sentidos. O
raldo Ossuna ("va -
do"), segundo infor
mações, teria tam -
bém sofrido machuca
duras pelo corpo d
rante a briga. -
Cessado o inci -
dente os irmãos A -
fonso seguiram para
a residência de sua
mãe, localizada na
Vila Cohab. Mais
tarde, por volta
das 23:30 hs., quan
do Nicolau saia pa
ra ir à sua casa ,
localizada na Vila
Espírito Santo, foi
surpreendido por um
disparo de revólver
calibre 38 que
o atingiu na al
tura da coxa, tendo
Mienlifi:alo assaltante
da lanchonete Xanadú
A Polícia Civil de Bela Vista após inu
ras investigações chegou a identificação::
de um dos elementos autor do assalto à
Lanchonete "Xanadú" ocorrido no último
dia 26.
Trata-se de um elerrento de na•cionalida
de paraguaia, residente em Bella Vista Pa
raguaia cujo nome não .pode ser divulgado
para nao atrapalhar no andamento das in -
vestigações. •
Após a identificação do elemento o De
legado José Raimundo Pinto Filho entrou -
em contacto com as autoridades paraguaias
pedindo a colaboração para elucidação do
caso.
A polícia do pais vizinho esteve na re
sidência da mãe do elerrento sendo informa
do que o mesmo não se encontrava.
Foi armada então uma "campana", (to -
caia) para prender o acusado assim que
chegasse em casa. A noite a "campana" foi
retirada, pois teriam ligado para a poli
cia paraguaia informando que o acusado se
ria apresentado no outro dia cedo. -
Se aproveitando do "descuido" das auto
ridades paraguaias o assaltante "picou a
mula" e encontra-se foragido da polícia -
do país vizinho, que desenvolve operações
em toda a região no sentido de prendê- lo
o mais ~ipido possível. •
caído e arrastado-se
para dentro de casa.
Na sequência do acon
tecido, seu irmão E
dcnir Afonso saiu pa
ra chamar um vizinhÕ
com o intuito dele
var Nicolau ao Jlospi
tal, ao voltar tam -
bém foi surpreendido
com disparos de es -
pingarda que o atin
giram na altura das
nádegas e rosto. vá
rios disparos foram
efetuados contra a
residência da famí -
lia onde também se
encontravd, além da
mãe, mais dois ir
mãos, uma irmã e uma
crianca de pouco -
meses de idade. Por
tas, vidros e cober
tura foram quebrados
a bala, tendo os pro
jéteis atingidos ain
da outras residenci
as vizinhas. Os ir -
mãos foram socorri -
dos por familiares e
vizinhos, levados a
inda com vida ã en -
fermaria do lOQ R C
MEC on<le vieram a fa
lecer logo após. Ni=
colau recebeu dois -
tiros disparados de
revólver e Edenir re
cebeu também dois
disparados de espin
garda "cartucheira".
O Delegado de Po
lícia de Bela Vista,
Dr. José Raimundo
Pinto Filho instau -
rou Inquérito Políci
al para apurar o du
plo assassinato, fo
ram ouvidas várias -
pessoas que testemu
nharam o desentimen
to na Lanchonete do
Zé e os disparos na
Vila Cohab, dependen
do apenas do resulta
do da Perícia Técni-
ex aue esteve no lo
cal do crime e do e
xame necroscópico pa
ra su conclusão. Fo
ram encontrados no
local do crime uma
cápsula de cartuchet
ra calibre 20 e 04
projéteis amassados,
sendo 03 do puro es
tanho o 01 de esta -
nho com revestimento
de cobre.
Informou ainda a
autoridade policial
que os irmaõs Olde -
mir Ossuna e Oraldo-,
Ossuna apresentaram
se dia 02, tcrça-fei
ra ao DPI - Departa
mento de Polícia do
Interior - em Campo
Grande acompanhados
do advogado Cirio
Falcão.
Aquele Departamen
to manteve contacto
com o Delegado José
Raimundo ficando com
binado com o advoga=
do dos acusados de
ser feita a apresen
tação de ambos nes
ta quinta-geira, dia
04, às 09:00 hs e
Bela Vista.
Na quarta-feira,
dia 03, foi decreta
da a Prisão Preven
tiva de "Tuca" e "Va
do", a informação -
"vazou" e a apresen
tação não aconteceu,
estando os crimino -
sos foragidos da jus
tiça. -
t
z
SEJA VOCE MAIS UMA
PESSOA BEM INFORMA
DA.
LEIA E ASSINE O
JORNAL TRIBUNA DA
FRONTEIRA.
*
DESEJAMOS
!-
Pronto restabele
cimento ao amigo Mã
rio Rosa que. no dia
S pp., foi a Campo -
Grande para tratamen
to de .saúde! -
PARA REFLETIR
Aproveite ao máxi
mo os momentos de a
legria, para agrade
cer tudo o que tem -
recebido da bondade
divina.
Edi.tal de Proclamas
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Ofieila do
Cartorlo de Registro Civil dn Circunscrição de
Bela Vista-MS., fnz saber que pretendem casar
e apresentaram os Documentos exigidos pelo Ar
t!go 180 do Codigo Civil Brasileiro.
Robe.rto Akita Fukui e Crlstiane Santos Nu
nes, ambos brasileiros, solteiros, e residentes
nesta cidade, ele. estudante, filho de Yasuo -
Fukui e Eva Cardinal Fuku!, e.la estudante
filha de Sebastião Aral Nunes e Elba Santos -
Silva.
Se alguém souber de algum impedimento
que oponha-se na forma da Lcl.
Bela Vista-MS., 06/04/91
Janllde Rosa dos Santos - A Oficlala
Edital
001/91
o Serviço Autonomo de .a
de B
1
. . gu e Esgoto
e a Vista - Mat G
0 rosso do Sul:
FAZ PCBLIcO -
interessados para conhecimento dos-
eri6a a ; 2",grão aterras, no
1991. a ri a 12 de abril de
As inscrições
blico destinado para~ Concurso Pú
ao Provimento a selecionar candidatos
no Plano de cargos efetivos criados
d P cargos e sal - • -
a Portaria no
029
.ar1os, atraves
go de ajudante. de 28/05/90 no car-
SAAE -
BELA VISTA
- MS
-REABERTO O- CASSINO
BELA VISTA •
A fronteira conta"
com mais uma atra Bella Vista Para
çao, e, sem dúvida gvai.
os moradores de a,'. O CASSINO BELLA
dim, Maracaju, .'F- VISTA conta com vii
to, Guia Lo,' "- rias aracões, e a
to Murti,,''s, Por- so a
João ,hho, António Piedade belavis
,oaque e Bel tense o frequenta.
!F?a evidsnee,,"_ Venha a e1ia visa
r prestig; .s e viva uma noite de
Novo é o;{do o sonhos.
NO DELLA VIs+,SSI A sorte te esPe
vizinha cida na ra.
a e dc
Prestigiem!
aro •
BP.LA VISTA MA'l'O GROSSO DO SUL N0:1.031 - AN0:20 ·06/04/91 DIRETOR IIBSPONSÃVIlL: lVAl,DO PI.REI RA Cr$ !JO, no
"rei, ti"
'es, fJ
, e!#
c5 '
zec::
,telrel .
+ ui
tr:'
±:s"
e"
e (l:Y
.-e
''
$ 4·
'+f·
eatt"
IRROMBIDO
No Último dia 24/03,nA
10:30 horns, foi detido e
preso cm flagrante no Res
taurnnte
11
Pnnch<" Alegre"~
nestn cidnde, o elemento
de nome João Apnrecido Fn
chinl Ferreiro Pereirn
brnsileiro, cnsndo, sem
profissão definido, filho
de José Aparecido dos San '
tos e de Emllia Ferreira
Pereiro, nntural de Pontn
Porâ-KS., nnscido cm 10/
12/60, residente à rua
Ru'in Nu, nQ 1.528, nn ci
dade de Pedro Juan Cnbnl=
lero, República do Para
guai.
Na noite do din 23, sa
bado o citado elemento ar
rombou a residêncln de
propriedade do Sr. Victor
Baroldo Lino, situado n
Ruo Deputado Hnrio Van
Den Bosch, de ondr. furtou
dl'crsos jóias e outros
objetos, tendo entrado na
l
João Aparecido F11chJni Ferreira Pereira
ESO EM FL
casa após conseguir ti - ccr, dirigindo-se até o
rnr o aparelho de ar Rcst~urnntc "Pnacho Ale
condicionado de um dos gre", na sr.-!da da chia -
quartos. Após o furto o de, onde encontrava-se -
nrrombador ocultou-se - tranquilamente tomando
à ccrvcjn e aguardando o Õ
nibus para Campo Grande
quando foi detido pelo~
Condições para a
Polícia Trabalhar
num matagal próximo
Ponte soôre o Rio Apa
de onde saiu ao amanhe-
Prcs.da Câmara Ver. Jorge de Souza Rosa
r.ente da Polícia Cl·11 0-
1 h·eira Nicanor da Cunha
pelo Soldado YH Milton
e Carvalho, sendo teste
munha o Sr. Odew1r Lopes
r.arbosa.
João Aparecido possui
J:"lSSagec pela Polícia do
Y:unicÍpio de Jnrdic, tam
t,ém por furto. No noite
'o dia 23 o elemento h,1-
,·ia aind:, lm·adJdo m.1iR -
trêR res!df!ncL,,:; r.ct nosaa
·~OOLnJ_º !_,!s_oo c_09 __,
Cachito quer revisão e
-vistoria da rede elétrica
C Presidente do Càmarn
Xunicipal dr Bela ViRtn ,
Jorse de Souza Rosa, dis
se que hã poucos dias rec.!:_
beu Ofício do Dr. João Ba
tisra Pereira - Coordena=
dor Geral de Planejamento
Finanças e Adm.inistracàn
da Secretaria de Seguron
ca PÜblica, informando
que esse Õrgào está estu
dando a possibilidade de
en•iar uma ·intura pnra fl
destacamento da Polícia
Militar de nossa cidade.
O Vereador apresentou
indicacào, no sentido de
que "não seja estudada a
Possibilidade, que seja
t'osol'ido de imediato o
Problema, pois o po,·o be
la'istense estã intronqui
ln, apesar da bon 'Ontadc
de nossa Pol{cin, tanto n
!'li como A Polcla Civ11 -
tst~o sem condicÕes de a
t@:ndcr o po,·o, nõo temos
tiaturas, equipnmento e
Ptec:isamos., também, de
Rafor efetivo policial". dios. Lembramos, também, de mudanças, o Governo
Foi oportuna a lembran que n nossa PolÍcin está PRECISA e DEVE pagar me
Ca do Vereador, haja is- se portando eficientemen lhor os nossos poli -
ta as inúmeras·ocorrênci- t;e, mas precisa de cond,!_ c!nis, ch·is e militares,
as policiais doA últimos çÕcs pnta melhoràr ainda •SO assim poderemos ter
esns, com assaltos, mor- ma.is n segurança dos ci- bons profissiClnais a ser O Vereador Marcos E
tos e tentafvas de homicÍ dadÕos. E neste quadro ,·ico da segurançR do•po,·o. lias da Cruz está "preocu
Integrar;ão Comera em (Casa ##±
pa. mento de que alguns Vc - ciso dnr condicÕes dig -
O exemplo começa em readoreS ,·ataram contr.:i nas para aquele povo vi-
"Casn" .. Vi•emos num.A ci- o empréstimo de ciiquinas ·e:- e proctuzir, sem iStC
dnde situada na faixn de para a Prcfeirura {Muni- nõo há razão de ser para
fronteira, se não conse- cipalidnd de Bella Vis a chamada refora agrá -
guiniios esta integracào ta (Paraguai) sendo que ria.
nqui, entre duns cidn - estn fornrceria o cC'lmbus RefC'lrm« r1g·rária si:n,
des, onde br;:isileiros e t!Yel. - mas criação de ía,·elas
paraguaios estão ligados Acreditamos que hou,·e rurais não.
atê. por laços famil~ares, mal entendido, e isto se Na sessão dn Câmara -
então cstn ntegracção en ri esclarecido, pois os }1unicipal. desta se.rnann ,
tre os pa.íses do Cone nossos vereadores sao Marcos solicitou no Prc-
Sul será mais uma p!ada conscientes e sabe do feitC'I n construi;Õo dP u-
dns Rcpúblic:bs d(s Bnn_.'.1-· mome:ito histf'rico que es ma casna para o Professor
tos fendo. que 'eciona no Assenta -
menta e o atendimPntn ~~
dico-odontolÕgico pcl;
menos uma vez por sccuma.
Se isto não for poss{yel,
que o médico e um dcntls
ta ·isifali o ltSS<"ntacrnt;
de dez rm dez dias.
Se a preocupação do
Go'ernador "edro Pedros
sian com a ENERSUL é re
lattva a auditoria par!
ver como, onde e por que
a empresa deve tanto, em
nossa cidade o Vereador
Carlos Alberto Ocáriz
(Dr. Cachito) falando cm
nome do povo, solicitou
que se faça o mnis bre,·e
possÍ'el uma 'lstoria e
re'isio da rede elêtrica
que serve (serve?) o Y.u
nidpio.
Eis as pala,·ras do Ve
readorna Cãmara Munici=
pal:
•"A situação da ener -
gia elétrica de nossa ci
dadc é de tal fora pre-
ç-Íria que jâ se tornou
tema de piadas. As lumi
nárias pÜblicns na sua
maioria estão queimadas
e/ou quebradas; nrs ruas
~scuras já propiciam o a
parecimento de vadios e
ladrões. A instabilidaée
dn corrente ê um tonnen
éo para os proprietários
de eletrodomésticos. A
qualquer sinal de nu,·em
que: prenuncie chu,·n, já
VER
e
e id,,dc " Corn tn:nbrm nu -
tor do roubo refd@ncIa
do Sr. José Gor!bnldl da
Rosa Neto, ocn-rrJdo
mê_s de dezrmhro do ano
passndo,dc o'lde foram fur
tados dos revólveres,uma
:u:Íqulnn fotográf icu, um n
parelho de no e uc.1 -
11
guaJac.J". Ao que tudo in
dica o "ar:tlgo do alheio
11
-
,· 1sita,·11 periodlcamente n
cidade pnra praticar seus
nn
d@nc ias "e,colidas" para
seun furtos.
Dentro do poss!,·Pl a
Ptefeüura Municipal de
Bela Vista e não só a
Prefeitura: mas, também,
ªª entidades, clubes, em
Prcsiirios dc'em colabo -
ta '
B t com as autoridades de
•lla Vista (Paraguai). E
v
1
Ce-,•crsa. Afinal, a pn-
"""Ta de orde agora é in
n:&raçao. Temos quatro n-
hs Para preparnr o cnrni
hho, provar que nós, sul
~ricanos, temos condi -
s culturais, políticas
econôtcas para criar o
nonso Merca~o Comum (Mer
ou1) exemplo da Euro-
nas.
Com auitn surpresa, n
tê com certa decepção,E
conheci = m,·ur.os,
llll(A.os MORT~S A TIROS DB GROSSO CALIBRE - CRIME NA VILA
COHAB CHOCOU A COMUNIDADE BBLAVISTBNSB
l
furtos,nuldo loo e
seu Ida parn outras lo
cal idades levando o pro
duto de eu, roubo,,0 e
lemento encontra-te na coa
dd11 pÜl>lJc .. dr lldil Vfc:t,i,
a diposcio da Justiça.O
Delepado lo:,é E.a lruundo -
Pinto l'ilhn inlnrr.,nu ?i r
portnr;e□que estio edo
Invetiadas ainda a prtI
cIpação de alguns ele±n
tons aqui em nossa cLda
de,ao que tudo lr.,Hc., n nr
rombador não har {a ido
fiOL: !nho, pofsderorvstra to
tnl c-onhcclmcnto <l:1a rc:..l_
l-b.rcns Ell;is Rio:; d .. r: Cru;,:
Solicitou, nlcdn, que
SPnsibiHze o Go,·err.~ co
Estado para u atendimen
to permanente aos asse-
I
/
/.
ficamos sem luz, com cor nimn ntenç~o.
tes que não raro attnge A situação é caótica
marcas de record de doze e li chegou ao II!t> to
horas sem energia, co - lerivel. !ão podemos crei
gra,·es prejuízos a todos cer e desenvolver sem um
e,· principalmente ao co- servico de enerin al
mércio. A pontualidade e tura de nossas ecessida
presteza do serYiçn só é des e do ,·n lcir p::.~o p,:, :
obsen·adé na cobrança e- los usuários.
ficientP. de altos valo - Contundo co::::: o no·:o
res, inclusive da taxa espírito de rudança e
de ilumina cão pblica. realização da nova adi
Reiteradas as reclamaces nistração, enians nova
da taxa de fluinação - rente nosso deseperado
ter sido feitns e endere pelo e aguardaros ars!o
cadas à Empresa,sem a mT sos a soluc.iio".
m - [iifif
, [f Lr..J [1LJ
E#
tados"dando condiçe a
ra os aeses zraalhr
e produzirem a!g.
PRDRO PBDRRJ~ . l
~-------------~ª - 03 1
~
1
±:
REIBERTU
REU IRÍ P
O Prefeito de Porto
tf.,rLJnlio, lleltor t!irnndn
dos Santos, esteve com o
Prcfcltn Uroz Halo discu
tindo a renllzaçiio de um
encontro que deverá reu -
ntr, em Dourados, os prc
[e[to de regtoes com ca
poe1dndc para cxportaçio
dc produtos, quando será
nnalisnda u viubilldade -
clu rent_ivuciio do porto
(luvlol de Hurtlnho, A es
colhu de Dourados, segun-:
do Heitor Miranda, deve -
se no fato do município -
ser o mais importante po
lo desta região, com fac!
lidades para envolver pre
feitos, deputados, sccre-:
tórios de Estado e mun1ci
pais, e lideranças polit!
cns nesse projeto.
DE P
EITO.
TO FLUVIIL
M DOURDDOS
1
ir
o!
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a
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Tratado prevê fim das
barreiras tarifárias cn -
tre Brasil, Paraguai, Uru
guai e Argentina atê 1995
Assunção - O presiden
te Fernando Collor apro =
veitou a cerimônia de as
sinatura do Tratado de As
sunçao, que criou o Mercõ"
do Comum do Cone Sul (Mer
cosul), para anunciar õ"
suspensão da cobrança do
Adicional de Frete para n
Recuperação da Marinha
Mercante (AFPRN) sobre
produtos importados da Ar
gentina, Paraguai e Uru-:
uai. A consequência ime
diata da suspensão e are
duçào do preço dos prod
tos importados dos parcet
ros brasileiros no Merco
sul. O gesto foi entendi
do como uma dcmonstrnçâo
concreta do desejo de se
promover a integraçaÕ pre
vista pelo tratado. -
Collor e os presidcn -
tes Luiz Lacalle (do Ur
~uoi), Andrés Rodriguez -
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10 LINHAS PARA:
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1
llffll'Olt ►ltnANDA - l'RIWl!ITO UE
fuRl'O HÜK'.flNIKJ
Conforme informocões
do prefeito visitante ,
outroE•·encontros já fo -
ram realizados para ana
lisar as viabilidades
técnicas e econômicas da
reativocào do porto, que
foi fundado há mais de
um século visando aten -
REPRODUZIDO DE "O FSTAOO DE SÃO PAULO"
(Paraguai) e Carlos Me -
nem (Argentina) celebra
ram a assinatura do Tra
tado de Assunção com as
mãos dadas e braços er -
guidos. O acordo prevê a
eliminação das barreiras
para circulação de bens,
mercadorias e pessoas en
tre os quatro países ate
1995.
Até 31 de dezembro de
1994, as tarifas alfande
gãrias dos produtos ven=
didos entre os quatro
países sofrerão redução
de 7Z por trimestre. Em
julho, 47% dos produtos
do comércio regional jÓ
terão uma redução pro
gressiva em suas tarifas
Até janeiro de 1995, ca
da País terá uma lista -
limitada de produtos so
bre os quais a tarifa zc
ro não incidirá. Para -
guai e Uruguai, cm razão
das peculiaridades de sa
as economias, ainda pode
râo manter uma lista re
duzida de produtos até
Das várias inciativas do governo Co11or, ur.:a se destaca pe
ln lmport;mcio ecc1_;Ô:Jica·polftlca no nível internacional: -
Lrediata aproximação cor os países da Aérlca Lat{na a core ·
çar pelos vlzint20s do Cone, Sul. No quadro atual de crescente -
abertura derocritfca dos pulses europeus e dos novos cG"os •
de alianças, Inpoe-se tarbé ao Bras!l acompanhar o estímulo •
da nova política de couidades, nu rundo que não pode e raio
sabe,mais conceber a v!da Isolada de países ou grupos fechados
de n.1çoes. A un Lao dos Esta dos europeus é o gr.1nde r.ode lo e de
saffo para_os denals continentes. A abertura para a democracLi
e a ex.pertencia. que deu certo no pós-guerra, cor.:o exigência !n
terno da Europa, ras tarbém externa. k redlda que a Europa sê"
rcunlfl.ca, ta.:ibern se. nbrc nos outr~s continentes, desde que ha
Ja una correspondente derocratfzaçao dos países coo eleiçÕes
livres, pluripartidarismo .respeito e garantia dos dlreltos -
fundaoentnls da pessos humana e do cidadão, enfi.J!, de::ocrn. -
cfa cfetlvn._e concreta, e nao apenas na letra das constitui -
0s. Para nos, brasllelros, nero sceprc é fácil entender os
significados_da un!ffcação européia: esta:os ligados apenas te
nuaente a patrta portuguesa; não pertencer:os no r:n.mdo (!e fali
esp~nhola (a secunda ::ator 1 ngua do mundo!), o que nos afasta
e nao nos Identifica totalrente co a Aérlca Latina; não rece
beos todas as_Informações sobre as atividades Internas da co
cuntdade
1
turopeia, oas tao-soziente notícLas Jornat!sticos de
atos pol tices externos; talvez só no nível dipl0:':tá.t1co
05
ór
goos governai::enta.1s tenho..~ inforr:açôes burocráticas e depart.a·
"tal!zadas dos atos coun!tártos europeus. Parece que nos •
;#{2,";",$?? ,""si_ge +tvt =eresi&±si, <«e=ts,,e
d Per d1plorãtfco, para propfc!ar o desenvolvi "
cento e w::i.n. cultura c~un1tar1a". Sentl.cos que há de se a -
pli~r o vohme e as especies de informações para que
4
pol!tl
,7?_novo soverno inttuegte todos os e:::-c:a:::centes da nação bra
2,1,["·_"eJa na o=preensão go fenGeo d confedera;i ,es -
.sta os uropeus • seja na visão Lnt d
proxt.C!ação pol!ttc.:i 1 - erna a abertura e alor a
cil ra ouito em re açao nos países vizinhos. Se é difÍ·
êi,'k.vi,, "render o stsntiag 4 untrteasie.eurs
ih#±e±#; :$±
rir«ires +rsss. », '5;";"", +galar ·s ·vetes
barreiras fIslcas aboli.ãe nst!tut!vos, a derrubada da
a tnstttut;i do passa],"? !!ente das trotetras ±Isca!s)
d± (a ECY e sobretudo a _.";"": a 4strutcão de ua só e
O Mercado Comum do Co- conâmico) dever-ão ter to dotada uma política co - trial, fiscal, monetà cao dessas conquistas (cenos «, .uropa 92, cor a_concretiza "
ne Sul (Mercosul), que modo todas as inicio.ti :- m~rcial comum com rela - rio, cambial e de servi- Uc !ato novo vc.io reforça a roeda que se.ra nte o ano 2000).
pre_vl! a eliminação total- coo a terceiros (países ços financeiros. fracasso do Muro de e{ 8 conquistas da Europa Unido: o
d b . vos para que ele possa - nao membros do Merco~ul), * Quanto aos impostos, Leste Europc~ !rata-•e d e o fia: das 11.cútaçÕes políticos do
as arreiros alfandega - vigorar oficialmente a hem como a coordenacao - taxa ou outros tributos- vi4ias s5 ázá c,,,"{2"aurar a Euros tradíe!os1, 4t
rins no comércio entre o partir de 12 de janeiro- de 2osicões em fóruns e- internos, todos os produ judlcando o progresso dá co! ea osts5 araste+, r
Drasil, Argentina, Parn - de 1995. conomicos, comerciais , tos originarios_de um Es e que teve co.:::o f
3t.
0
Qji
1
e: n reapro.xicaçno dos povos,
gua! e Uruguai até 1995., .-. regionais e internactona tado-mebro terão os més E!s por que s relutá_;;;"}j; a_dtvtzio do ovo ale=io _·
* A func;ao principal- is. - mos benef.Ícios nos dema ses, e a lideranç:a assU:iida 1 s Fst:idos, eo C!lt=nos de dez...,!
estabelece sete pontos.· - do Mercosul será a de _ * Políticas macroeco- is territÕrios. ropeu se constituem na pia nova Alccanha no contexto eu
principais. consolidar a livre circu nQmicas e setoriais deve * O Mercosul ficará _ d euréia, s:é «- ?"??"S'? de irreversfí1is@e ás st&+-
Até 31 de dezembro _
1
- - roo ser coordenadas en aberto para a entrada de sw, adesao a Co::unldade Par •, cujos países Ja pleiteara.:, -
acao de bens e serviços tre os Estados-membros. trata, po!s, de era ut6','Roa latino-aer!canos, não se -
de 1994, os quatro países entre os pa~se,; nlcmbros. * Out:.ras polítiças co qualquer país ou grupo - ra a isuai e=aeipaé5'{E"a4záve1, as catnho cerre.g
que integram O Mercosul - * Será criado um im _ ordenadas abrangerao o de países da América La- co da Countdade Latino-A-, ."la e aperfctçoaento deocritl
(riome oficial do blnco e- comercio exterior e os tina. tte deonstrar o 6vt.[cana. A_expertêncta _européta per°
T
-----;--;:::;;;--;::;--;::;------P0-
6
~t·-º-""_·t_c_'=_o_~c~o~m-u __ m_e_a_-_.:_s~etores ngrícola, indus- •••1:nr•••• .... ••••u:u,, ee.nte cst.'l~elG se. n;3Õ
5
~ unf:~~~tc nao h.1ver.i p.:i[!ies econtr.!"1C.,!
Carlos Aurc t lo M. de Souza. -
ta%ã. zeíro d$f
. ~ ·- - ~
~§URAlfÇA,.::....TRANQUILIDADE - CONFOIUQ
Bela Vista, Porto Murtinho, Jardim, Àntonio João,
Ponta Porã, Bonito, Gula Lopes da Laguna, Meracaju,
Aquldauana, Corumb~: Nioaque, Bodoquena, Sldrolân -
dia e Cmpo Grande,
A
. ONIBUS PARA EXCURSSÕES
-----=._r -=
VIAJE BEM, VIAJE C
A ffüJlEIRO
J0E.ISO' PEIXOTO - PREFEITO DE.
J RD
der AS exportações da
Cia, Mate Laranjeira
principal interessada
nesse canal para o trans
porte da produção da épÕ
ca. Existe~ vários orga=
nismos internacionais em
pcnhados na ampliação de
projetos e utilização de
MU:S lilf:NTF. - FF.RNAIIOO COU.OR
janeiro de 1996. A por -
tir daí, todo o comêrcio
na região estará livre -
de qualquer barreira al
fandegária.
Essas metas começam a
ser cumpridas 30 dias a
pós a ratificação do Tra
tado de Assunção pelo L~
EDSON HORMES - PREFEITO DE. -
lilffJ:vffi
hidrovios, entre as qua
is a ALADE (Associação -
Latino-Americana de De -
aenvolvimento), de Monte
vidé,, que Já neocta f?
nanciamentos Junto aÕ
Uanco Interamericnno
(Bird) para esses inves
timentos.
gislativo de pelo menos
três dos quatro países .
Conforme dados do Itama
raty, cm 1990 o Brasil -
exportou para seus par -
ceiros do Mercosul cerca
de US$ l,3 bilhão e im -
portou US$ l,9 bilhão. A
Argentina apresentou ex
portações de USS 1,6 bi
lhão e importações de
USS 900 milhões. A balan
ça uruguaia indicou US$
9?0 milhões de exporta -
çoes e US$ 550 milhoes -
de importações. O comér
cio do Paraguai foi o ma
is equilibrado: exporta=
çÕes de US$ 380 milhÕes
contra importações de
USS 368 milhões. O Merco
sul representa um merca
do de consumo de aproxi
madamente 190 milhoes de
pessoas. O Tratado de As
sunção está aberto à ade
sao de outros países da
Associnçao Int~ramerica
na de Integraçao (Aladi).
Chile e Colombia já mos
traram interesse em fa -
zer parte do acordo. E -
ventuais pedidos serão a
nalisados pelos países=
fundadores do Mercosul -
depgis de cinco anos de
vigcncia do atual tratado.
Atuoln.ente, n n.dorla
das exportações com o
escoan•cn lO da produç,io -
regional, quando não é
feita por via terrestre,
passa pelo porto de Para
naguã. Segundo Heitor MI
ronda, no encontro de
Dourados - que provavel
mente ser~ realizado nn
primeira quinzena de A -
brll - os Municípios par
ticipantes terão oportu=
nidndc de conhecer os re
sultados de recente estu
do que comprova a viabi
lidade de reativação do
porto, por onde poderão
sair mais de 800 mil to
neladas da.produção da
região.
O encontro de Doura -
dos vai envolver lideran
as de todo o Estado e
en part!culnr da3 rc -
Iões de Maracaju, Ponta
Porii; S ldroliind i,,1, Nio11-
quc, Antonio Joôo, Ilelo
Vistn, Guia Lopes, Jar -
d!m, Cnrncol, Anastácio,
Bonito, Dodoqurnn, Dois
lrmiios, Arnl Moreira ,
além de Porto l!urtinho ~
Dourados que já se mal
festaram Interessados no
idêin. "Entendemos que é
poss!vel reativar o por
to principalmente agorn
que o pa!s se nbrc novo
mente às exportações. t
isso que queremos diecu
tirem Dourados, buscao:
do a inclusão do porto -
de Murtinho nesse proje
to", di,;se Heitor Miran
da dos Santos.
LIÇÕES DE U IDADE
PARA A AL
1 '._::-
. .
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s
;- :.:; Dpt
4 pos!
CARLOS AlJRtLIO MOTA DE SOUZA
JOHN/L TIUDUNl lll 1-'RONT!:Ifü 6 DE A DE 19
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heitor!.::
SERVI(()' .. PÔâii(ô' · FEDERAL f
INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL 1
----------
RO PED E
o 11,~Pf.lOi: PA l<LC:[!TA FLOl:IIAI, Cl lll.l.A VISTA ESTAIJO bE )!Ai!) C?IJSSO rio 5ll, :10 u•o ~- .... , •.
atrtu!sões faz d1vular una sIntee da INSIRÇlO MO'ATIVA '! 19, de 22.01,91, que prova
formular[os para declaras,ao de rendimentos do Htl'OS1'0 DE RENA PESSOA F!SIC para o Eaerfeio -
de 1991, no qu. al destaca os #euintes pontos principais:
l- A declaraçig do I!POSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA eri entre»ue até 21.05.91;
2- A rede bancaria esta autorizada a receber as declarações das pessoas fffcas na perlodo de
22 OJ: AURII, À 27 DE MAIO DE 1991; '
l· A declaração apresentada fora de prazo com Impostos a paar; a muita deverá ser paga
ocas1ao da entrepa da decolara,ao;
l.• A declaração de rendimentos con restitutção entregue 'fora do prazo, o valor h multa cerâ
dedulld,J da lroportimcl.a a prr rer.tltulda; • • •
5· Quando o valor do lr.ipd:.to a ser restltu[do íor inferior ao dn r::.ult.1, a d1íctcnc;a 1,erá ubJet<l.
de noti flc.1çâoi " Çi •
6- 0 trnldu f1nal do tmpàsto o png.nr poderá ser pavor até 06(efs) quotas Igal, rensais e sueg
svas, observado o segufntet
a)-m·nhuma quota , S<';~ infrrior
será pago de uma ô vez;
l>)·n pricelra quota ou 'luotn Únlc.a será paga até 27 DE MAIO DE 1?91;
7· O IU}or de cada quota será ncrcsc:ido de encargo calculado co base na TRD desde 0 dc
rc.1ro de 1991, ot.é o dia onterlor ao do pa~Mcnto.
8- fica dispensada a Juntndn ô declaração dos conprovantes de rendirentos aprovados pela Inrtru
çÕo Nonnativn RF nQ 01, de 08 de Jnneiro de 1991.
IRJ-' El1 UEI.A VISTA(HS, 02 OE AERIL DE 1991
ROQUE JOAQUUI PAES - RESP. P/EKPEDIEHE
O 1N~PETOR DA RECEITA FEDERAL EH BELA VISTA, ESTADO OE t!ATO GROSSO 00 SUL, no uso de suas
atribulçoeR legais e com a f1nolidnde de prestar orientação nos contribuintes deste Jurisdição,
iníomo quanto da obrlgotorlednde d:1 apresentação d.:i dcc larução de rendirentos do lXPOSTO OE
RE1''D, PESSOA. FlSlCA par., o corrente exerckio:
Er.t~ obrigado ,1 o.prescntnr' dcclnraçiio de Tl'ndlmentos o contribuinte que, em relação ao
de 1990, se enquadrar ern qualquer d,1s situações a sc.-guir:
n)- Recebeu rcndfQcntos tributiivcls de uma ou mnls fontes pa&ndoros, cuja scn:1 !oi supt•rlor
CrS 500.000,00,
b)- Recetcu rendlTJcntos iscntoe, não tributáveis ou tributado~ exclustvru:::entc na fonte, cuja-
soa foI superior o CrS 2.000.000,00.
e)- Apurou g,,nho dP capital nd nllenoçiio de bens ou direitos sujeito a incldêncln do kposto.
d)- Efetuou operações cm bolsos de valores, de mercadorias, de futuros e assere]hadas,
e)- Teve o posse ou proprledade de {cóvels rurais cujas nreas ultrap:assnram, no conjunto 1.000
todos os aspectos, O
assassinatos ocorri -
dos cm nossa cidade ,
quando duas famílias
foram marcadas pela
violência. Não vamos
entrar no mérito da
questão, abominamos a
violência sob todos -
os aspectos, não en
tendemos o porquê de
não manter cm nossa
re,,•- cidade, nos meios re- '
ligiosos, grupos de
familias bem estrutu- . -·
radas orientando Ou- tr. arar«do Eribrto de_orai
tras famílias, que nc, 1UX>
ccssitam de orienta ::- lou a respeito, che- __ ISSO J..: ~1
1
110 ~.!lt;
ções e de exemplos. gou ª nossa cidade c/ São e:..1>•,•;0<;, prc-
Talvez, cm deter- bastante entusiasmo ' cisamoi; d• J., 'JHJRI -
minados momentos,o ho quere
nd
º colaborar pa AS, de EVL~1 ~ CULTU
- ra as mudanças que se
ano mem se julgue abando- e • . RAIS, pai o t» ulur,
nado ' sem saída' a- • azcm nccessar ias' o dos, vida '1, c•,munl-
a cassado, e não consi- ricntou, esclareceu' dade, tud~ i~►o e
• • t mas até agora nada muito mai.. Forjando
ga raciocinar corre a foi feito, na PRÃ'l'ICI
mente, aí então estes jovens puro de 1dói
gestos de loucura. O para AJUDIR os nossos as e de id ~•~, va:
homem não nasce vio- jovens. mos ERRJDT.Ci; a vio
E o leitor pergun -
lento, a sociedade é- taria? - lcncia, no F~f'JRO. O
que o torna violento. que ~e fe7 í rLc de
! fácil criticar, mui ,ia Mas
O
que pode- todo um cor,le/4~O.
lndiv!dual:icnte to fácil, o difícil e ser feito ? Pensem nisto.
Dê uma idéia.
d 1989 d entender, compreender PEDPDSSJA"I r r n
e e ose· e através do entendi- - Neste jornal fa , _J.:I .:.~I~__Q
menta, modificar. Não lamas ª respeito da FI DA UlL'CllfA CUII C/IH
criação de uma GUARDA
cabe a nós julgarmos, HOS OFJCJAJS
mas esta sociedade e- MUNICIPAL - parece-
goísta, falsa, cheia- nos que um vereador - O uso r.~ carros -
de máscaras, cria os reivi
nd
icouª sua im- oficiais oarõ :.ins -
seus próprios meios - plantação - e es
t
á in particulares acabou.
de destruição. Sempre serida na Lei Orgáni=- A determinação do oo
a todo instante, em ca Municipal - fala - vernador Pedro Pe ·-
no uso de suas ntrlbuiçÕes,rcso.!. - mos também da criação d
algum lugar, ha al- de uma GUARDA MIRIM' 'rossian, publicada-
guém que está preci - no Diário Oficial na
1- Prorrogar, até o din 15 de malo de 1991, o pr.:azo para entrega da declaraçio de rcndir.:cntos sando de uma mão ami que seria integrada - semana pi!Sf::Jda, cc:r.c
das ressoas Jur[dicns tribut:id,1s com base no lucro presuoido ou .Jrbltrado, rclntivn ao e- ga, e nem sempre estã por jovens de 10 a 15 çou a ser cu:nnridu. -;
xcrdcio financeiro de 1991, pcrlodo-base encerrado eo ll dc,dczer:ibro de 990. anos t • ...
1.1 Fico prorrogado, paca o dln 15 de abril de 1991, o prezo paro o pagamento da prirelra quo mao aparece para aju- , - es .es Jovens - Todos os veículo:: do
.siso«ris is.p rs s reri@@ • is sr+tj,j in « @e vos +«i is [dar, mas sim, ara a- ,jt?""i;{2;e'i Estado estão sendo - ]
de 15 de dezcr:bro de 1988, devidas pelas pessoas jur{dicas de que trata este itco. tirar pedras. Todos _ nL cadastrados e: sua
1.2 Pcmanecem Inalterados os prazos !ixndos para o pago.:tcnto das dc."l:lais 'iUOtf!S do !oposto e nas firmas e e C it ....
do contrlbu!çiio social. _ nós somos culpados, e s r o- utilização será con-
2- Prorrogar até o dla 31 de raio de 1991, o prn.zo para entrega do decl.lraçao de rcndú:lentos estamos cansados de rios de nossa cidade- tralada pelo Departa
das pesso~s Jurldlcas tributadas com base no lucro real, relativo ao e.xerc!clo flnancelro- dizer isto, .pelo mun- (meio expediente), eg +ento de Tranorte-
de 1991, perlodo-bnsc encerrado en )l de dezrbro de 1990. • cola e O que é mais
d i d id I do que estamos Cri·an- ' ' " Q_Fi'ci'al - --~-o. Secrr._, 2.1 A prorro~nçÕo de que t::r.itn este itea nao abrnngc o pn~o:::ento o oposto, ev o pc as pes- . JJ
,ons juridlcas, que devcr.i ser recolhido co observância dos prazos previstos nn legisla - do, ainda é tempo pa- .importante, aprende - tários e à1.r~tores -=
çã.o co visor vencendo-se o prlmeirn quota ou quota unic.1 m JO de nbrll de 1991. ra se mudar, é preci- riam a viver e:n comu- de autarauias não te
2,2 A pe:sso.:i JurÍdlcn obrlgado no recolhlltento do ic~sto eo doze po.rcclns devera paar a par- nidade Conheci· ui jo -
d d 1,, 1 1 BTI< ,,, apenas que às ho- • m rãa mais carro::; o'-o
cel.1 rclotlv:1 ao mcs de abril sob o foma e duo ec o, p c o r e s o va or, eo. nueero de ,· vem que desde cedo a = _
Flscnl, do duodêcii:io do.r::es de earço, cultipllcado P4?r CrS 126,8621 e ncresddo de encarso roens (e mulheres) pos- Poder Publico.
calculado coro bnse nas TRD, desde 0 de fevereiro ate a data anterior a do pagamento. suam um pouco mais de prendel a trabalhar , Foram r'2colhido::;-
2.2.1 _ A pessoa jur{dlc.i que j:i houver apurado o seu lucro real podera calcular o duodecieo, a foi engraxate o-Ffice
ser paso
00 ce, de abril, tocando por base o soldo do IJ:posto devi~o. RELIGIOSIDADE, vejam b d d ' l ~ . ao pátio co Detran -
2.J Para as dce.:1.ls pessoas jurldicas, todas as parcelas a sere pagas serao calculadas con ba- bem, RELIGIOSIDADE, e oy, ven e or, ivrel. Departarnenc.o Estac!u-
se no imposto devido. , _ não RELIGIÃO _ para _ ro, jornalista e hoje al de Trânsito _
27
'<
).. Fica m.intido O prazo de recolhlcento dn contr1buiçno social, de que trnt..1 a. Lei n<.:? 7.689, é'dono de jornal
de
15
de dezembro de 1988, ben coo do Irposto de renda retido na fonte sobre o lucro il- entender que nós so- • veículos, ~'-'L _,crvi-
nuldo, de que trota o nrt.· 3S da Le:i n9 7. 7ll, de 22 de deze..obro de 1988, devldos pelns - mos um um corpo uma Outro jovem co:ne- am aos ó=1c..õ:~ o, Übli-
1 ' ' ' çou a sua vida como -
pcssonn Juddlcas tributados pelo lucro rcn • - humanidade, e que os cos estaC.1,.;ais r:C::t e;
3.1 Fea mantido o prazo de rccolhicento do contribuiçao social, de que trata a Lcint' 7.689 de fatos se unem como u- camelô,hoje é dono de de a C • D -
15.12.88, devida pelas lcro-epresas e socied:,dcs civl:. de que trata a D.Lei ng 2,397, de ma teia de aranha. •·m estacões de televi- n élpJ. .... a ... - c~ce
21 de dc2.C!llbro de 1987. v - _ total, 19, r.c -
½::===================SOT=AR=º=====================~1to de violência não- sao. Ha muitos exem - nhuna co::C::.~·.:0 :1..,
r é um ato isolado, ele plos.E para tudo há uso, serão leilods ra
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA HA 20 ANOS COM VOCE! está ligado a todos - um começo. dentro de 3 dias
t-----------------------------------------1os atos que ocorrem - CUJ3ES Depois de id..:r.ti:ic
na comunidade. dos os ca=rcs reter=
O mundo esti ca- Os clubes de nos- naro aos se:s ór d
rente de AJo!OR, UNIÃO, sa cidade (Gremio, AA gãos de origer .. , res
ENTENDIMENTO, COMPRE- BB, Belavistense, -ses peitando i1 nccessiã.::
ENSÃO; e hã um tempo- senta, etc...) podem de de caC depara -
para tudo sim, até pa e devem, exercer um rnento do Go••ci-r.o. o
ra entender que o ES Papel de destaque na excedente, secu.~êo e
PORTE é fator de u- formação de nossos jo secretár:~ dc,Ad~i
nião, de companheiris vens, promovendo even nistração, s~rgio
mo, e não fator de de tos esportivo, cursos Bonfim, ~~ rá cesti::c,
suniões, brigas e mor de natação, atletis - do a seguran;a, s.::ú=
tes. Nós acreditamos=- mo, encaminhando os de e ao ~ctor de :is ,::i
que esse estado de jovens para as práti- calização da Secrct~
coisas poderã ser mo- cas esportivas. Aos ria da Fazer.da. Aoc=
dificado, desde que ."violentos" - cursos sar àe ai:;.cl.3 r.:3.o ~i::
como prega o ROTARY, de artes marciais, cu por de nnero, ne -
ESTENDEMOS AS MÃOS,ab nalizando esta "vio - rr.esrno da •ro :: de
dicando do EGOISMO e iência" para o beo , carros de :::..:::,,::lo,
0
da canalhice dos aco- quando encontramos um secretário ,.àj -1.nto _
modados. jovem forte, que gos- de Adnini tração
só PAR. LEIBRAH ta de da.r murros, co- Carlos Osc·o: I.ooes
loquemos em sua fren- acredita oue h~Ve~ú
te um saco de areia-e uma substin::ial eco
deixemos-o esrnurar es nomia àc co~Jstí _
te saco.até fura-lo • vel. "Na primeira
Parece brincadeira •
tas de congraçamento, - - · semana ac Govc:::-no o
mas não é o País da. "as nao e, pois·a priconsuo de corpusti
id@ias riieas. e- [;%,]?es mareia-vi ei 5.+aor ds
bateu-se tanto o ESTA educa o JO- consumido na <~j~na
TUTO DO MENOR E DO {i Vem. Conhecemos cam- que antecedeu a pos
DOLESCENTE -
0
se- P:oes de karate que se do gon:rn dor- Pe
nhor promotor de Jus:- são educados, respei- drossian, nesro com
• . ,;adores !'?.lnt.egrados - todos os "'n., •os -
t1ca, Dr. Eriberto,fa á comunidade. 'Aprendglicos " Y}; P!
s en greve .
a CrS L..l.40,00 e o ir.rposto de t.itor inferior a CrS 8.8 ·0,00
c)-as quotan ncgulntcs vcncl!riio do di.o.•25 (vinte e cinco) de cada mes;
por
ha.
()- No caso de at i ! idade rura 1:
- O r.iontonte de sua pnrtidlpação nas receitas brutas do.s iOOveis explorados
co pnrccria ou condom[nio, otu.,Hzado for superior D CrS S.000.000,00.
- Teve excesso de lnves.tlmento constante da declaração relativa ao ano-base
Je compens,1r co:t o resultado da ativld.ido rural de!ltc C.X<'rc!cto.
- Deseje compensar prejuízos de ano--bose ontcriorc!'I.
O contribuinte, rcesmo não se enquadroódÓ e qualquer das situações acira, deve nprcscntJr
dccl.1raçâo de rcndlr.:entos paro receber o restituiçao de !oposto a que tiver direito.
!RF EH BELA VISTA, OJ DE ABR?L DE 1991
ROQUE JOAQUIM PAES - RESP, P/EXPEDIDó'IE
O lNSPETOR DA RECEITA FEDERAL E11 BELA VISTA, ESTADO DE f!ATO GROSSO 00 Sl:L, no uso de suas a
trlbuiçõcs legais faz DIVULGAR a Intera de Instrução Noratlva n? 20, de 26.03.91, publicada
no 0.0.L'. de 27 seguinte., a qual dlspoe sobre a prorrogaçno do prazo p,u.o. entr-egn de declora -
çÕcs de rcndi~cntos do !oposto de Renda Pesso.1 Juddicn:
O DIRETOR DO OF.PARTA.'!Eh'l'O DA RECEITA FEDERAL - S1/BSI!Tu'l'O,
1
LA!LNIATL
Lamentável, sob
r,,m ,, Ja.::
iplinara
c;c1, Lr.1n .... ;, ado
·! ENIR IA IN RIOI.
1 _<.,(l)[J:'
Nem é p ci o di
zer o qu, o ;,1 o! e.··
sores pou ;ao 'aze •
pcln:1 JO'.'
te; profe
c:i:;ur:io _
ncrado:;
1:11 DIA)
Prego Produtos }
Agropecuários %
.,,
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}
/
$
~;
/
/
"
SAL , RAcAo SBMBNTES,
n A CASA DO PRODUTOR RORAL "
ROA MARIO VAN
FONE (D67)
BELA VISTA
DEN BOSCH, 528
439-1391
VASCINAS, ETC ...
VISITE - NOS
MATO GROSSO DO SUL
Este é o País dos
debates, dos discur -
sos bonitos, das fes-
sam ter TE'ULI0A
Dr. e 51:GU.1, 'i ;A p a·il
ensinar. s. «nu.inar -
PAR/ l. VJ !'/.
e
BJ-;LI VJSTI - MITO GRO3SO 00 SUL -
JORNAL 'TRIUNA DhF""F"h" ,
··----- A e o n t e ceu n a
Caserna
untar 4 01:00 de ·?, fto ,
segunda-fera, te estava "tudo
0'5 DE 18iUI, D!: 1991
opfot « o wirero onv·rJor
t, orlo, va o:. contar
1 ,11 ,,.,Jl•. 1 I!
D
All._r, t.l..1 lmlr.r;iiu do SlôtP"• ,
concorrendo com dol s outro.'.. •
candidatos olé!o eleitoral
n•r1u1-ido i._ col 110 nnt f ~•1, C.Otl!O·
n· vê ... ) caterla a mim condu
,t r ao QC do l Exêrcl to o Slo
an vencedor, em o!Ído rC::'.S -
Fste pi«ódio defxa de lado posta que deveria estar datflo
o efxo berna'o-Mato (Grosso rafado e ao{nada desde iba
do ul p'do: fanterente no Jlo':B rlo no nnal do txpcd1l•nte, (rt!
0in Aamtu}a, vez que se passa ando oente a decisão do Cat
o I! MC à pua en que li ser otre o S1opa vencedor, 9
vfa o lu• •1 l ••·•ll fr.r.tro lcn'-!nte- que oci,rr,!rln no cníé da manha
1 Ito Mquis terelra, hoje se de 2e felra, no horário especI
rtirfo particular do Presiden 1 de 05;30 horas, tanto para
, •• J 1 1L Iro«d oo á o (ol ÓÔ r.omts:i~o coro pnro o próprio ..
i l'' ,ld••ml· (,t•lM·l. Coronel Jor-é Cockceirn Lop~s.
f 1u2 era nt do lQ llCC , t::rnn:; e duzentas outrn~ mi-
na Avenfda ira«il, em Bonsuces" nücfns tinham sido ''holndn9
11
-
to, 110 !:lo d" Jrmclro, o Coro .. Jwlo Coronr-1 Codccelr;1 na nol-
• 1 JcPH~ C:od1•c.:dn, l.oJll'fl, vlndo te de r.e.xta {!Dr.t viibndo e ti -
,10 r:ttm· onae !orn lnntrutor - nhm:i uma razao de oert a rensa
~'ºi nov,· nno-=, o que ícr. do i - gera urgcntinnlna de~cmlnava -
111,,t.re 11llttur, vnlc dizer,• um que cada O do I Exercito te ..
1 e. v• lnt1;u 1liivt•l na arte do ria que dar entrada de seu S)2_
''t.t.tudo de ttltu.1çóes
11
, gnm até os 12 horas, no Minls-
?lm1u<•lc.- ,mo, :mlversnrlel R térlo do Guerrn (onde ficavi1 o
+ de Mar,o, e un do:nlngo. e.m I Exército), dnqurle sÃbodo.
pena torre de lllt1 Sheman, d(' • Não soube, Jarnnis, o motivo
:lllh' qlh' n~o ire delx.1 esquecer pelo qual 0 Cul Codece1ra rc -
/ holt1çÕo r,fixln~ do Ccl Codccel r.olveu adiar pnrn segunda-fel:
r.1, a frosa ! Cla de Bnrros , ra (rnadnigada d~ segunda, e
fnn.1d~1 N·d1:,ntt• rodízio de do· bem verdade) o cumprimento de
(,.;. c:nrro., k t.o:o,;lJ..1te de cadn .. deternlnnçúo ct11anada do .Caoos!
una das três Clas do Q0,, du " ssimo Gen 0svino mas presumo
rante toos os dfas do ano, fo.:!_ que o ilustre militar tentou -
«e dfa ante, donIngo ou feria- preservar de uma atltudc con -
do volr., r. o l C.xcrc1to "º! .. tradltÓrl.:i os cnslnnccntos que
Idos de o2, era ua prontidao .. cotldlannrJcnte trnnsnltta n
conrtant ·, o ftJ~ não tHicr de seus oficinls segundo os qun -
t-Un 1m - Olvtn;o Dllndadn'! ls, ''na nrte de dnr ordens, o
~:o c1! :i,tno do!1 O(lclnl:,,
0 tempo é
O r.ielhor conselhclro".
Tu, Uott.n .t:1:dsLla pc-ln TV R nas O Ccl Codcccirn tinha -
lll'.'l ,,xl!JJ,ii.r, th• sou !dolo,
0 nlguns trunfos e lL"..'l deles era
rd.t..r Jot rr? 1 qunndo chego o cst!!_ de que eu devcrl.1 fazer cntrc
feta i saa procura coro oficI - ga da resposta contendo o Slo
.11-<lc-dl·,, cow t•cnsnget1 urgcn - gam num cajor do I Exercito ,
tlasloa, a1;;lnod.1 pelo Ccn. Os- seu ex-aluno na ECEME e lnclu
vino i"crrclr;1 Alves, ait do 1 slvc. Jii contactado pelo ccstre
Cx ~ rei to• e que, por su,1 conta e risco ,
tra una sexta-feira e, colo 41ongara o prazo telcfonlcarne!!.
end,1 o p,1r dC'H ,1contecloentos - te sollcltado.
na qualidade de Superior de A case mesco >tajor (para ha
Jln, inc:i--:icL:i:-,,~ tclefonlcn?r:cn- ver
O integral consclêncin dê
Lt• o Cnt'"L•r.: cu"l r<'sidéncla cm que tudo correra conforme o
Copa abana, para vê-lo en pes - conbinado) cu
1
o portador dn
soa, uma hora depois, no H? ICC, r.:ensngem eCJ moos, deveria per
lnlciar : li 11t!v1dode lntclcctu
a! preferida: o estudo de situa
çao.
rena:en nos era a rim
... .10 Botto) dc teor desconheci
do vez que e r,1 dlrigido confl -
dC'nci.1lrt•ntc :10 Ct:do e, n.ssl.n ,
o.ente no sábado vim tonar co-
nhecimento de seu texto ao
ver Interaate de uma comisso-
para suerir u Slogan para o
111 ncc. Ju:·:.~1 .ente co::i um :apl
tio, vfüvo que :orava no quar -
tcl. de nc.n: C.lpe Ferreiro, e
L1is o S.1b Cnt, Tcn Ccl Roseny
l.cltc do ,=:ar.11 Coutinho.
Le",
1 t.rr,.untF>I e rt-c ... L.i u .. ,, rcs -
posta altante tranquilizadora
pois, (nrt·ndo p:.irt..: d.1 Ca!"tis~itO
de S1onm (tIrel terceiro e ul-
l tr,o tu: r) pm1 ·rln /1Labt1r "so
brando'' nlg.o pura rIn coo dt -
ria una personagem do Jo Soares,
- Dla ao Cel Codecelra que
não se preocupe. De fato, passa
mos o sibado e domino aprecfan
do todos o!I Slogan:; re,wetldos -
e rie hóuvrr c.1dcfn paro al
g@én, não será por motfvo de
quebra de prazo,
A curlosid~de nuncu foi o
rcu (rnco cos aquela z.urorc<"n -
dente revelação merecia de mi "
nhn parte uma "conduta de comba
te" e ossl111, o 1t.r1ls dlploi::ntlc!,!_
mente possível, Indauek,:
- Existe posslbllldod•. de
,;obrnr t...J pnrte para aluem ,
llnJor7
- O Hajor respondeu que ''nn
dn ncs~c sentido i!lnda estava -
decldldo
11
mas que estudava a
posslhllld11de dn hl.pótesc parn
o desaforado (njisio estava sen-
do considerado) Slogam remetido
pelo lntlcoruto Ccl Plfnlo Plt!!_
lug,t, Cmt do lQ R Rec Mec, de
Cnmpinho:
.. SÓ se ioprovlsn besteira.
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t
-
0
~
11
' ( frndati';=J.;~-de (cvere lro de: 1972)
OIRCTOR-RED,TOR-Cll!,n:: 1VA1.DO PEREIRA
REDAC,O E AD:11SlSTIAÇÃO: AVE:ilDA TRIBUNA DA FRONTEIRA 564 BEL
i_ V !STA (MS) •
e PARQUt GR,FICO: AVEXIDA TRIBUNA DA FRO.'IEIRA 564
t (O67) 439-1410
Sl'GlJRSAt EM Ck'll'O GRA.~DE; RUA 26 DE AGOSTO, 2179
(067) JSl.-6977
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o
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- IA;LMA - 0
VARIEDADE-S
d»
.a$.
'I
BONITO
Natureza Desfile
Show aconteceu dia
23/03/91, no Clube -
do Laço Nabileque
(Bonito-MS) realiza
ção Duende Art's ,
produção Paschoal Mi
tidieri, as manecas
que abrilhantaram o
show foram: de Boni
to, Daniele Braga ,
Garota Raly, Eliane
Gomes do Prado, Mar
garete, Katie, Claú-i
dia, Adriana. De Be
la Vista, Ana Pleu -j
tim, Edileyde Pleu -
tim, Miguela, Amé -
lia, Cristina, Marga,
rida Cardoso, Mari
ley Cardoso (Miss Be
Vista/90), e Katia -
Conceição Nogueira -
Miss Fronteira/90.
PONTA POR
Esteve nos visi -
tando Luis Froes ,
coreógrafo de Ponta
Porã, durante troca
de experiências dis
se-nos que na sua cL
dade"recebem ô total
apoio nos eventos ar
tísticos culturais .
"Patrocínio é que
não falta".
PONTO DE VISTA
O Município deve
dar apoio para promo
çÕes artísticas cul
turais e esportivas.
E este colunista a -
poiado pela Escola -
Estadual Vera Guima
raês Loureiro, acha
mos necessário legi
timar o assunto, en
caminhamos propostas
em 10/10/89, para in
clusão na lei Orgãni
ca Municipal. "Eis=
na íntegra a propos
ta".
ESPORTE
- Criar um centro
esportivo municipal.
- Assegurar e a_
poiar a participacao
dos jovens na prati
ca de esportes e ou
tras formas de lazer.
- Garantir atra -
vés de leis, a promg
cão, o estímulo, a
orientação e o apo1o
à prática e a_difg -
são da Educação Fisl
ca e do Esprote.
CULTURA
Criar espaço p§.·
blico, acessíveis ã
população, para li -
vres manifestações
culturais e políti -
cas.
- Dotações de re
cursos para as repre
sentações sociais ~
culturais artisti
cas.
- Incentivo ao in
tercãmbio cultural •
entre os municípios.
Bela Vistá-MS
10/10/89.
CÂMARA MUNICIPAL
Na próxima semana'
estaremos em contac
to com os vereadores,
para conferir o que
foi aprovado na Cons
tituinte Municipal -
no setor de Esporte
e Cultura. •
EDUCAÇÃO
Em novembro/90 ,
edição desta coluna,
foi registrado inte
resse dos secundaris
tas que estão forman
do e que querem uma
faculdade de férias
para Bela vista, ho
je, os alunos do 30
Técnico em Contabili
dade estão mesmo dis
postos em reunir au
toridades e solici -
taro Curso de Gra -
duação de Professo -
res. Justificaram o
seguinte: que o 30
grau será uma conti
nuidade do currículo
escolar na área con
táfel. "E eles vão
criar até Grêmio Es
tudantil para forta
lecer o pedido".
MISS
Arnambai, Jardim,
Guia Lopes da Lagu -
na e Corumbá, já ele
geram suas represen
tantes, que estarão
concorrendo no Certa
me do Miss MS/91. A
qui em Bela Vista es
taremos realizando -
no mês de maio, o
concurso de Miss Be
la Vista/9l. Aoredi
tamos que a nova
miss, terá o total a
poio dos órgãos com
petentes, afinal se
rá a representante
de nossa cidade.
SÃO PAULO
Logo após, a rea
lização do concurso
de Miss Bela Vista/
9l, estarei viajan -
do a São Paulo
com o objetivo de a
perfeiçoar o curso-•
de Passarela e Mode
lo Fotográfico, nã
Academia de Joyce
Kerman, coreógrafa -
exclusiva do Grupo -
Silvo Santos, e para
os colegas interes -
sados em fazer o cur
so: Rua Oscar Freire
no 720/SL, sub-solo
Tel. 881 - 3533 S.P.
"Com isso, este ano
deixarei de lado o
setor educacional
que hoje, está so
frendo muita compli
cação: falta de tu -
do! pagamentos, mate
riais didáticos "1
vros" curso de reci
clagem etc ... E não
gostaria de transfe
rir essas complica -
ções aos queridos a
lunos".
REGISTRO
Com muita surpre
sa recebi notícia do
falecimento do Colu
nista Social Alexan
dre Bilo, sem soma -
de dúvidas BILO, dei
xou caminhos e gran
desmarcas no setor
social e cultural
Foi o maior incenti
vador nos concursos
de Beleza neste Esta
do, tem também, um
griffe particular de
Garoto e Garota Je -
an.
"O que não dá pa
ra admitir que os
grandes líderes du -
ram pouco, na face -
da terra".
RAINHA
Neste sábado dia-
06/04/91, no Grêmio
Pedro Rufino, estará
sendo realizado Con
curso da Rainha Ve -
rão/91, "estaremos -
presentes".
AULAS
Os professores da
Rede Estadual inicia
ram às aulas jogandÕ
no bicho, mais por
amor a arte, só que
não está dando para
ministrar aulas com
super-motivação, até
os alunos estão um -
pouco timidos! "Ain
da bem que o novo Go
vernador usou sua -
competência e criati
vidade, e está cum -
prindo com os_ acor
dos firmados entre
os Servidores PÚbli
cos Estaduais". De
inicio os meus para
béns ao Dr. Pedro -
Pedrossian".
VEREADORES
Nesta quarta fci
radia 03/04/91
estive ouvindo dis
cussões na Câmara -
Municipal, através
da Rádio Bela Vis -
ta, foi válido, al
guns tem razão não
podemos ficar para
dos onde estamos ,
cada ano os vereado
res devem lutar por
conquistas fora do
cotidiano, uma vez
que nos anos ante -
riores a Política -
prejudicou o povo,
perdemos muito com
isso, exer.iplo: Agên
eia de Educação e
mais outras reparti
cães públicas, tam
bém a construção de
12 doze salas de au
las, pedido feito=
em 1986 por este co
lunista. Encaminha=
mos ao sr. Prefeito
Municipal da época,
foi aprovado pela
comissão da Secreta
ria de Educação dã '
Agência de Educação
achei que a respon
sabilidade seria do
novo agente de Edu-'
cação da época. Con
clusão: a obra no
bairro Espírito San
to .não saiu, segun
do informações da
própria Secretaria
de Educação do Esta
do, ninguém voltou=
a reforçar o pedido
é sinal que não es
tão precisando, de
J. 2 sa·las ,· passou pa
ra 9 salas na últi
ma. planilha que ve
rifiquei estava com
5 salas. A própria -
política local cola
borou para que os
alunos ficassem com
O zero salas de au
la.
ZONA URBANA
Destaque da Sem
do".
NÍRCLA LOBO - CAROTA JEANS DE BONITO - ESTEVE PRESENTE
REZA
bairro Espiríto San
to, âeverá ser enca
minhado para o gover
no do Estado.
"Está registra
"As coisas 1
zen sentido, s
colocarmos sen
nas coisas".
(Roque - Schen
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da zona rural. Os
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L, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA
DELA VISTA - MATO GflOSSO DO SUi. -
0 DE MAÇO DE 199!
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REFEITURI MUNICIPAL DE BEL VISTM-IS
urtigo 51, incieo IV, da Lei Municipal
886/90, de 05 de /bril de 1990.
DECRETA
Art. 1o - É considerado ponto facultati
vo nae repartiçõce pública& municipais o
dia 28 de março de 1991,- Quinta-feira -
ON MEDEIROS DE MOR/ES, PREPJHTO MUN_!. Santa.
L, DE DELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO •
ib
., - lh • Art. 20 - As disposições constantes do·
1 JL, no uso de suas atr uiçoes que e
~~onfcrida~ e eonsiderando o disposto - artigo não se aplicam aos serviços que por
tigo 29 e eu parágrafo únicó, da Lei pua natureza não permitam a paralizacão'.
+ipa1 n@ 904/90, de 28 de dezembro de Art. )O - Este decreto entra cm vigor -
l
{ ~ na data de sua publicação rcvpgadas as di~
• posições em contrário.
.TA
- - .
;t. 1o - Este decreto regulamenta a co
~Ga de preços públicos pelo municipio
~~la Vista-MS, como remuneração pela
tacão de serviços facultativos.
~t. 20 - Para os efeitos deste decre -
onsidera-se facultativo o serviço ,
(
• e que sua utilização depender da ven
s do usuário ou de sua livre provoca
, t. 30 - Os valores dos preços públi -
f
os serviços enquadrados nessa catego
ão os constantes da Tabela I, anexa a
o decreto, calculados de conformidade -
o custo estimado dos serviços e trans-
1ado em unidade fiscal do município de
ut Vista-MS (UFIC) .
1 ,
1
1:t. 40 - Este decreto entra em vigor -
ata de sua publicação, revogadas as
posições em contrario.
TO NO 009/91 - GABINETE DO PREFEITO -
Dr: MARÇO DE 1991
equlnmentu a cobrança de preçon públ!
ela prestação do serviços facultati -
elo municlpio de Bela Vista-MS".
-a
TABELA 1
D rtidocs e atestados, por lauda ou !rnçõo
rmos de qualquer natureza, lavrados cm
afros Municipais, por página de livro ou
cação •
glstro de marcas
{xa de alvnrõ., transferência •
I+dedor abulante de outo runic!pio
oit (alvará)
asão de veículos:
1
rl.rtetro urbano
9tras localidades - por kiloetro rodado
"PS " Parques de 4tversoes e eventos 4t-
, ERAco Dr PRED1os
!l."'.:l'T.Jçao de prcdios, por ec::plac.n.ocnto
l }gasto_DE EEg_E SE9OyENIES
to·reenão por spccIe ou unl@de
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[A'veleuios, por untdade
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ro paanda falada, por res
l,5
01
02
01
Ol(ao dlo)
05
GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL, AOS 26
MARÇO DE 1991.
EDSON MEDEIROS DE MOR/ES
Pref. Municipal
DE
1,5
0,5
05 (ao dlo)
01
01
l,5
01
01
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01
1,5
OJ
01
01
02
08
05
l,5
02
01
01
l,5
01
OJ
- GABINETE DO PREFEITO -
1991. -
,'Dispensa de licitação a firma ·Alfacar
rulos e Pecas Ltda".
e
t
n:;DSON MEDEIROS DE MORAES, PREFEITO MUNI
eL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSÕ
c;;UL, usando das atribuições que lhe são
fferidas, e de acordo com o disposto em
trtigo 51, inciso IV, da Lei Municipal -
['?86/9o, de os de Abri1 de 1.990.
aETA
~ 10 - Fica
'rma Alfacar -
nrazão da mesma
aos veículos e
(ca Chevrolet.
~ºArt. 20 - Este decreto entra em vigor -J
ddata de sua publicação, revogadas asl
f
~posições em contrário.. 1
ºRETO NO 011/91 - GABINETE
0
DO PREFEITO -.
1
º: 26 DE MARÇO DE 1991. 1
1 • ,
of'Considera ponto facultativo nas repar
ccs públicas municipais, - Quinta- Fei-
rsanta". '
/F.DSON MEDEIROS ::>E MORAES, PREFEITO MUNI
'AL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSÕ
"sUL, no use de suas atribuições legais
:n, lhe são conferidas, e de acordo com o
'
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li Juiz de Direito da Comarca de Bela -
Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na
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que são conferidas pelo Estatuto da Cri
ança e do Adolescente (Lei no 8. 069, de
13 de julho de 1990, publicada no Diário
Oficial da União do dia 16 de junho de
1990) e Normas de Serviço da Corregedo -
ria-Geral da Justiça do Estado de Mato -
Grosso do Sul, Capit. II, Seção I, item-
10;
Considerando a necessidade de regula
mentação do acesso e permanência de meno
res em diversões públicas, face aos cons
tantes desrespeitos da legislação em vi
gor frequentemente denunciados,
CARLOS A. NAZARI DOHGllS
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS
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Escritório: Rua T. Bernardes - N~ 825
Residência: Av. Cel. Cnmisôo - N~ G57
Jardi!:i - Mato Grosso do Sul
RESOLVE:
Art. 10 - Determinar que todos os bai
lesou promoções dançantes realizados pe
los clubes tenham acesso e a permanência
de menores previamente regulamentados ,
por meio de alvará judicial;
S 10 - O requerimento de alvará deve
rá ser formulado ao Juiz da Infância e
da.Juventude, com pelo menos 48:00 horas
de antecedência;
$ 20 - A concessão do alvará ficará -
condicionada a prévio exame das condi -
cões físicas e sanitárias dos estabeleci
mentes requerentes; bem como colher-se=
à a manifestação prévia do Promotor da
Infância e da Juventude;
Art. 20 - A infrigência do determina
do no Art. 1, quer seja pela não-solici
tacão do alvará, quer seja pelo não-cum=
primento das determinações do Juiz da In
fãncia e da Juventude, implicará na apli
cação das sanções preyistas em Lei; -
$ 10 - Compete aos responsáveis Lega
is ou Diretores dos Clubese Casas Notur
nas o cumprimento e observância das de -
terminações do Juiz da Infância e da Ju
ventude, segundo o disposto nesta Porta-
ria; •
Art. 30 - A fiscalização das determi
nações imposta fica a cargo do Comissá -
riado de Menores, que poderá solicitar o
auxilio das Policias Civil e Militar ,
tendo livre acesso aos estabelecimentos
referidos nesta Portaria, ficando os res
pensáveis e Diretores obrigados a pres =
tar todo esclarecimento solicitados pe- D~ VERA LO •
lo Comissariado pre'stando-lhe todo o au- UREIRO DR ALMEIDA
xílio indispensável aos trabalhos de fis D~ VII.l','!A DA SILVA
calização, sob as penas da Léi; -
Art. 40 - Determinar que a Delegacia- .!.!!Y.Q G A D AS
de Polícia só forne·ça alvará de funciona - -
mento, para as ativ,i.dades aqui enumera ] Rua: Cuiabã, S/N9 - - - -
das, mediante prévia apresentação do Al- Fone: B~t§rio - 43S - 1290
vará do Juiz da :Infância e da Juventude; Fone: Residência - 439 - 113
Art. 50 - Os alvarás a que se refere- Bela: Vista - Mto
7
esta Portaria Poderão ser concedidos Ba-{feorosso do v !
ra mais de uma atividade, desde que inse ,
rida no calendário ~o Clube ou Casa No=
turna, sempre que hbuver prévia concor -
dãncia do Promotor.
Remetam-se cópia
1
desta aos Diretores
de Clube e Casas Noturnas e as autorida
des municipais. Divulguem-se através dos
meios de comunicação da comunidade. Comu
·niquem-se .a E. corregedoria-Geral de
Justiça do Estado.
Bela Vista, 25 de Março de 1991.
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AMARA E· NOTICIA
Indicações Verbas
VERP.AOOR PAIJLO llP. KELO
Solicitou no ~refeito Municipal, ~Oe lnfonoe es
ta Cnsn Leglslntiv~, qdnls as prioridades que a Pro
feitura está atendendo atualmente, conforme offcto
enviado á esta Casa, respondendo Indicação ng 038/
91 de sua autoria.
Solicitou ari Prefeito Municipal as seguintes in
fonnncões: à respeito do asfalto da Rua General !:lia
rcs da Rochn; à respeito dn Creche da LBA; i respei
to dn ,·crbn destinada no llospitnl de Bela Vista. -
Solicitou no Prefeito Municipal, no sentido que
nailize o funcionamento das instalações sanitárias
do Colégio Pedro Ajnln no Bairro Água Doce.
Solicitou ao prefeito Municipal para que determi
ne a colocação de bueiros na rua Ala!de da S. Cor=
réa, atendendo solicitação de uma moradora do Bair
ro Novo Horizonte, solicitando ainda,a extensão da
rede de água ao referido Bairro.
VEREADOR CARLOS ALBERTO OCÁRIZ
Solicitou ao Prefeito ~unicipal, o empenho na
'inbilizncio dos recursos,junto ao Governo do Esta
do, paro o asfaltamento dó centro dn cidade.
Solicitou ao Secretãrió de SAÚde do Estado, no
sentido de se fnzer em Bela Vista, um curso de cnpa
citacào profissional. tendo em vista as obras de am=
pliacno e reforma do Hoapital, já cm fase final.
VERF.ADOR JORGE llE SOUZA ROSA
Solicitou ao Prefeito Municipal com cópia ao Se-'
crct~rio de Obras que determine com a máximo urgé~
eia a canalização de uma mina d'água existente em
frente ao Rotory Clube na Rua Geraldo de S. Rosa
solicitando ainda, que n mesma seja cascalhada e p~
trolnda.
Sala das Sessões,
J oào K,i lifo
l!! Secretário
27 de marco de 1.991.
Dr. Jorge de Souza Rosa
Presidente
Projeto e festão "
"Constitui Comissão Permanente da Camara Municipal"
A C~mnraHunicipaldc Beln Vista, Estado de Mato
Grosso do Sul, Resolve:
Artigo IQ)- Na sessão extraordinária realizada
no dia 25 de (e,·crciro de 1. 991 foi eleita e empos
sada a Comissão de Finanças e Orçamento, ficando
assim conRtituÍda:
Presidente: Vereador Paulo de Melo
Vice-presidente: Vereador HoraesºSi~;cs
Membro: Vereador Anselmo Lopes
Artigo 2Q)- Esta resoluciío entra em vigor na da
ta de sua publicação, revogadas ns disposiçoes cm
'ºº"Píoieto ·de. Resolução .. ,,,,
"Constitui 4 Comissão Pc.rmanc.nte
da Gamara Municipal
A Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de Ma
to Grosso do Sul, Rcsoh·e:
Artigo lQ)- Na Sessão Extraordinârla realizada
no dia 25 de Fever~iro de 1.991 foi eleita e em -
possada a COmissào de Legislação, Justiça e Reda -
caõ Final, ficando assim constituída:
Presidente: Vereador Sydyney Nunes Leite
Vice-Presidente: Vereador Carlos A. OCa.riz
Membro: Vereador Marcos Elias Rios da Cruz.
Artigo 22)- Esta resoluçao.entrn_em vigor
na dnta de sua publicaçn<', re,·ogadas
ioi@io ie Rsla»
"Constitui a Comi.sano Permanente
• da Ca11U1ra Municipal"
A ciímora Municipal de Bela Vista, Estado de Ma-
to Grosso do Sul, Resol'"c: .
Artigo lQ)- Na sedao extraordinaria realizada
no dia 25 de fevereiro de 1.991, foi nomeada a Co
'tlissão Permnnc-nte de Licitnçao, ficando assim con.!.
tituída:
Presidente: Vcrendor Jorge de Souza Rosa
Vice-presidente: Vereador Marcos Elias Rios da
Ct-uz
Relator: Vereador João _Kalifc
Arti~o 22)- Esta resolução entra e ,·igor na
d " - d as dispos'icêies
nta de sua publicaçao, revoga as
c•r,, contrário.
"Oi - b AE RetificatGrlo_ao_Pro[to
s oc so re o o
O 01
BS"
Decreto Legislati.-o n_ . .
cara Municipal de Bela Vista, Esta
d
o de ?a
to Grosso dn Sul, fnz saber que o_plcnnrin npro:OU
e. eu pronulgo a seguinte rcsoluç
4
o: _
Arttgn lº)- TC'tido cm ,•istn a extincno do .V.R.
(mator valor referencia), que servia como parame -
tr - do Prefeito e 'ice-
o referencial da remuneracao d di
Prefoitn desce Nunic!plo, ficn retifica o o spog
to no Artigo JQ e seu parirafo inlco do Projeto De Artigo 22)- Ao vice-prefeito seri trlbu!da 11
creto Legislativo ng 0l/ de 03/03/85, passando a ma verba de Representa,ao equfvalente a 50 (ln
ter a seguinte redaçao: quenta por ento) do total da remuneração atrIbaf
Artigo 12)- A rer.runcr,,çno do Prefeito Municlpnl da no PrefP1to .1~unl<:lp1l.
denta cidade, será calculda com base a 1,5! '( um Artigo3!)- Fsta resolução entrri em vigor na
ponto cinco por cento) da Receie,, PPM e ICMS,.ef<'t_! darn de sua publicaçao revogadas ns disposlçoe -
vnmente rrnllznda n~EiR r pagn no mis subs•quente;, em contrirto.
$ Cnfc - A verba de Representação será equiva -
lente a 2/3 (dois terços) de sua remuneração. Sala das Sensóes, 2i de março de 1.99I,
Joiio Knlife l!'! Sec:ré'bÍrio Dr. Jorge de Sou>.n llos,1 - l'l"<'Hld<'lll<'
INf O:ftME TF
"PODA" DE ÁRVORES NA RUA GUIA LOPES
Alguns r.ioradorcs da Ruo Guin Lopes, Ml nossa cldad<', e ta.n
ém pessoas que tran,itao pela rcferi<!ó1 via, trouxera:: à re -:
portnge::, esta senana suas preocupações p.,ra co::> .1 sltunçâo de
perigo vcriftcado noquelê locnl. O eroblema são :u árvores d:i
Rua Gula Lopes, entre a Rua Scbnstlao Crhpln do Rego e Anto
nio Hnrin Coelho, que devido ao tw:,1nho tom•~ totali.:e~te a:t
laterais da rua encontrando-se 1 oJe col'l seus &Alhos quase ar
rnstnndo no chÕo. A foltn de- luninártas nos postes colabora -
para que a escuridão seJnc uci p<•rfclto esconderijo par,1 ele •
entos perniciosos coo arrobadors, que Inclusive, Já agi -
ran naquelas lcediaçoes dios atr.:lS, aler: do pouco esp,tt,o exis
tente pora o trãnsito de ve!culos devido o avanço das "si!'>ipT
na" sobre a via. Fica o reglr.tro, com a palnvra ns autorl-=
dades responsáveis, n solucão s,·ria a ioediata "poda" da5 ár
ores e a colocoçüo de luainárlns no trecho referido, de grtJ_!!
de 1t-ovimento, localizado no centro da cldnde.
ILUMINAÇÃO PÚBLICA
Já que toca.oos na teclo,vao,,s n dianU!. A ENERSUL e Bela
Vista nos Últi.cos tei::no• rleixou culto a desejar, proble."'las -
de todo order., se veriflcarar.i nos scrvlcos prestados pela em
presa de Energia t.létr1ca de Mato Grosso do Sul, coro toda a
populnçiio é sabedora. Mas, a r.uilor injustiça proticad.1 con -
tra .a. nossa populacão, snfadezn, irresponsabilidade, co::o
queiram, é a
11
tooral
11
, ilegal o incorreta cobrança cfa fMige
r.a.da 'tJ'.AXA OE ILt.'MlNACÃO POBLlCA" qu.:indo poucóls restdénc!as
e nossa cidade possuem en frente das resras uma lapada a
ce§:a. Ruas totalmente escuros. 1ã..11padas quebr.1das ou quei.::.a
dos e coopl•to abandono é o que se verifica há te."':pos e::s Be
la Visto. Es_pcr:soo!l que agora, co::i a novil odr.llnlstrac.io da
Emprcs.:i o nlvel estadual a ENERSUL cu:npra co:t1 o papel para o
qual percebe de seus consw:iidorcs elevild3s tilrif.a.s ccnsaloe_!!
te.
O "PAU" COME EM CARACOL
De u lado alguns 'erc.1.dorcs :icus..-1::: o Prefeito Cícero Bar
bosa da Silvo de nbondonnr o SC'U Município e de n.lo estar -=
cu:cprindo co::i os co::ipro:r:iissos nssu::idos eo cru:panhil. Do ou -
tro lado, políticos ligados no Prefeito dizem. que tudo não
possa de "pol1ticalhil
11
dos ndvl"rsârios e de gente querendo -
tirar proveito d.:i st~nção. A verdade é 1mt1 só, isso tudo
não•vat levar .a. nodo e no final queo será 'prcjudic.ado, cais
ltla vez, scrii. o povo caracolense.
PREFEITO "LOUCO"
Esta se::uma esteve vislt.nndo nossa cidttde ut1 velho a.::tgo
jordincnse. Esteve três di.'.ls ilndondo pela. cidade, as pecul.ia
ridades de nosso Munic{eto. Fal.:mdo sobre a odminlstr.1ç,lo cÜ
niclpol o ooigo foi enfattco. "Sou pol{tlco hÓ vários .1nos -;
tooci porte et: viirios movi.m4!ntos desde a épocn de escola, co
nhcç:o Bela Vist.a. desde 1978 e vejo hoje com. alegria a cid.:idê
sendo form.oda rndicalocntc, por todos os lados e.:dste~ obras
da Prefeitur.1, pelo que observei todos os setores da com.mi
dade estio recebendo benefícios da municipalidade e pelo jel
to esse prcfei to é louco, pois não se entende como ele estã
conseguindo realh:.1r esse o.:i:gn!Hco trabalho e .11lnda n;o tcn
do, co::co ~e dissera.,:i. recebido r.cm c.esr:o IJ.04 agulha do ex-go
vernador do Esta.do. t, fica a 1nterrognção, 101.cur.a. ou co::i -
pro=isso, rcsponsabi 1 idnde, criot 1.vidode e co=pctenci:i.
MORAES IMBATfVRL
Essa frase é de ll!:I conhecido -eoi!tico de nossa. ctd.Jde, li
gado a ala dissidente da C.olignç-.10 dos Oposições. Segundo e
lc, "cot:1 os lnwr:cros serviços da Preft!itur.1 espalh.1dos pel.4
cidade, as grandes obras que deverão serena executadas breve
cente, coco asfalto da Rua General Soares d:i. Rocha e trans -
versais, esgoto Jl:mit.Õrio, t.enuin.11 rodovl.irio e outras, po
de.o se Juntar os "turcos", e outros que não ser3o pireos pa
r.l enfrentar o "hoe"! A opintõo e de que sabe o que cst.i
Calo.ndo. •
RECUPHRACÃO DA VIA INTERNACIONAL
O Prefeito Edson_Medeiros de Moraes está ult!ando o pro
jeto parn recuper.nçao do ttccho da via lntcnrnctoru1l dc accs
so a RcpÜbllL.<1 do Paraguai, derde o i::onueento até 4 ponte sÕ
brc o Rio Apa. -
O r(!fertdo u-echo encontro-se coe o seu .ns(.1ltx=::ent.a ccr.n
pletnl!:.cntc dcterior.1do CO.'l enores buracos en'toda a sua. c.x-=
tensão dev!to a Infiltração de água ex!stente no longo da
via de aceso à vizinha República do P:ar.:igll-3.i.
O Projeto para a execução da obra já esti e andaento ,
segundo o Prcfc1to n. v1a. sc.r_; t.ot.al=:cnte reeúpcr.'.lda desde a
Avenida T(!odoro Sat1va at.ê a ponte sobre o R!o Ap.1.
II!! JOGOS DR VERÃO
[st.arã sendo real1z.1do ncstr.s dia:. 06 e 07/0:. no ?raio do
PepIlio e nossa cidade os II? Jogos de Verão, nua prco -
ç.:10 do 'cr~ador Roncy nora.e.s S1.eôcs e.o~ .1poio da Prc!eitur.1
Hunlcip.a.1 de Beltl Vista e 10~ rc M!C.
Durante- os dois d1as estarão sendo disputados vários }o -
os nas nodalidades de volei o!fctal e e dupla, (asculuno
e !eolntno), futebool su!ço :idulto e 1.nfo:1til. To.:Sn!. .:i.s cedi
das para total segurança daqueles que forcr.: até a. tr.'.l.dlcio -=
nal pr.ila do Ap.1 prcst1.gL1:- c::tu re.:ili::a;.:io c,tiio sc>r:<!o to
adas, botes para passeios pelo iUo, corcfas de r.egu-r:mça e
quipes de "s.th•a .. vida.::•• e de segurança, nutto so, alegria e
aniaçio serão os Ingredientes que darão coa certéza tr!
lho todo espccl.1.l a êstc .Jcor.ti'cL·:rcr".tO que. a UC!:lplo do pri
reIro, prorete svtrentar a Princesa do Apa. Vaos li cq;e
rir, lebrando sepre que increras pessoas, entidades e é -
presas participa desa trilhante realizaçao.
ASSASSINATO CHOCA A socmDADH
Toda t1 ::ockd~de bel:avh:en.ce e:-:contr.a ... e chocada co o
brutal assassinato dos Irias !fcolu Afonso e !dc.nir Afonso
ocorrido n:i Vlla Om.i.b no Ültir.o d!:a 06, s:lb.;,.:!o de: Alt-luia
confere reportagea nesta edtço. Os Irãos fora ortos {
ttros'e ex0peta_a!ire 20 e revê!ver calibre 38 Cc: tr.ú--
Ubnldiao Rodrigues
r.eras perfurações pelo corpo, na porta de sua re!dnfa, Enon
tra'!arl'·ae.na ca,r,a ai;ifo do13 irr,ion dn.'t JOV<n11 as~~A,;if,.,.n'1o.:, u; tf
Irra, na rae e uma criança de apenas aluns mexes de fdade, Real
rente chocante e triste o acontecido,Aos fa!!lares da vIr!ra -
nossos sentfrento de pêsames e solidariedade,
POLICIA PEDR SOCOftJtRO
A situação vivida pelas Pol{ciati Civ!l e Xilftar e::i uPJ..t VI··
ta ultioPoe-ntt: é de verdadeira c,11n-,id,1c:!e pÚtJllc,1. 5<. • ., v1-'fcu -
lcs, verbas para cobust[vefs e ramutençio, a Rol[ela de Bela
V1cta pedi" socorro. '- •
Para se ter u::a idéia d3 sltu..1ção, corn.• pelo r:enos q:i:ltro -
cantos do cidade co:::entártos de qut! " filha de u::i do:ii a.:.:.tore~
do cri.rA! dos doi!J in:iôos no Vi la Cohab chegou a lar pura a o
I!cia avisando que o pai estava de .. control.ado e 'tl!e h,1•1111: S!11d;
para :ntar, recebendo ecoo reseosta ,1 ,1{irmaçôo de qu'-! "J FoJI
cto não podia fazer nada por nao dl.Dpor de ve[culo p,,rn !le loco
oover". Por falt.J. de re:1pont.1bilidade, prlr.c!pal!rt.nte ,for. "X·/Õ
vernantes de nosso Estado, responsavefs pelo caos na Segurança
PÚbllca e tor:.bé:i e.o outros setores da a:!11:L'liatra;âo, .icontec,:;:o
caso::i ecoo esse, onde du.as vidas de jovens no nuge de uas ex[«
têncLas poder1ar ser evitadas se os responsives pela Segurançi
?Úbllca tivesseo condições de agircw pront.a=-t•nte qu.i~do ~olJcl·
ta.dos.
MAIS UMA MENTIRA
.2, pois é, receber-os a infor:.JJção de qU(! .:i notfcia (sic) trn
zida nos belnvistense pelo ex-diretor do DETA!-MS, Sr. Ares
Cafure, a pedido segundo ele, do ex-governador Marcelo M!rarda,
d.1.ndo cont.a da viabiliz.aç..ão para Reln Vist.4 d.a e:-uls3o e do 1.rn
perebIl!zante necessário para o asfaltarento da Rua do lgspi
tol Sao Vicente de Paula, nno era verdade. OJ seja, tu.dor.ao •
passou d(! ::ais ~ grande centira desse "povc" que no lon~o c!o
tecpo só praticou de:r.ng.:,gla e eng,n.nação c.on~rn cc~unll"'ade !l,ct.,
vistense. Será que o Ayres Cafure não sabfa que era tudo rentl
ra de safados no fechar das cortinas? Ficou refo chato r.er t.1.x.;
do de .. carreg.ldor de rec.aéo tr.entlroso , n.lo? !-'.as .J rc~.,li'd.H1f" C
ur-..a so, "co:: ajuda ou seo ajuda do Co1.'crno J Co;Jt.1 con cn,,d 1.':11 l !
dade e Mig.os cm todos os luga.re.:;, va::os trabalh.1r e !,1z('r, áê
UQ.4 foma ou de outra, esssa obra de lUif.altnr:ent.o Cn So.!in•1 d~
Rocha", polav-.:Js do Prefeito Edson 1'!ede1ros ~ Mor.ies.
CUDIGO DR DEYESA DO CONSUMIDOR
EM VIGOR
.. O C.Õdigo de De!esa do Cons~iC:or, U!i redE."r.1! n9 B.078 ,Jrí: eE._
ta e::s vigor e o Estado, .1.traves do Hlnl.sterlo Pu~lico (Prv.--..oto
ria de Justiça) tem n Incubéncta de prestar assistência gratuf
t.J aos cidadaos carentes. Co=i isso os consuoidores do:: o.·tls: d{':'
versos produtos - gêneros ali.centlcios, cóve!s, elctrodoeéati -
e.os, peças, aparelhos elétricos cu ranuah, enfio, todos os :.1·
pos de serviços oferecidos vIa corercIalfzaçaô- te agora uma
legislaçao ex.c:lusiva, destinnd.a. o alterar conGider.aveI.r-e.~t.~ us
relações entre !ibr-ic.ant.es, co=.erciantes, prest.Bdores de r.crv t
ços e_consu::iidores. Aos que costuan nfIrar_que a Lei extste ,
a..u .sono pnpel, prlnclpalcente co::i relaç:.ao .o. Sela Vista, !ic.,
o alert.a.: 1E-do engano, cor.hece:::os de perto a ntuação e o cirprol
cisso para co::: o cu:::pri~:1t.o re.1.l ~ irrestrito da.s Leis do Pro7 e
eotor de Justi~ e Co:.,rc.a de Bela Vi:.t.3, Dr. Cernrdo Erl.l>erto
d.! Mor.o.is, o que nos dá a certez..t de que o Mi-,tstério ?Úb!ico ,
pcl~ cenas e~ ~la Vis:t.a., exercerá. r..1. sua t.otnl!d.,c!t! .ia dt!ter.:11 C.
naç-oes da. Lei Federal n2 8.078.
ALERTA AOS FORNECEDORES
~o qu~ avis . .i ai:iso é, fic,1 o alerta aos ece.crcLcl!l:.es 6?j !"
nos!ª cidade que estio se aproveitando, por exeplo, da fnlt:1 -j
de olco de cozinha no rercado para prooverez a venda ca.s.-:-l!;t,ot.:.
seja, só leva o Óleo de cozinhil. que~ .:idqulrl.r u::: "r.:1colÔ::t" de' ' •
ccrc.adoda.s. Essa pr.âtica: cst..i previst..:J no CGdIo de Defesa do
Consu:ldor co:::o proibida e :i pena. p·revist..1 5c.ndo pu:i!çÓC.,:. a~::-1·
nistrativas por parte do Poder Público que inclue::: =ult.D.-;;, .:.i
pree.nsiio de produtos, lnterdiç..ã.o p.arcia.l ou totnl do c:.u.?mle-d
cento, suspensão das atividades, irpos!ção de contratos de ro
pasanda, entre out:ros. As ::ult.ns v.:J.rt.ri de 300 ctl .1. J :::.11!-:Õe;
de vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional -±7- u {dize -
que venha a subst1tu.Í•lo .. O &1viso es:t.á d.J.do, c;ue::. prnt1c.1 o co· !"
ercfo Irregular, coo o cxgplo dado acia, vendas fora ds -
preços t..obelados, e.spccul.'.l;.ão co produtos e escassez, urda
de_ercadorlas co vistas a conseguir melhores preços e cutras
prattco, prefudc{ais aos consu!dores, pode perfeltarente ser
enquadrado no CÕdJ.s:o de Oc!c.!l.1 do C:0:'!..!:U."':1dor. bast;m<!o p.:ir;J i.:;
so u::.1 si:::ples dc.cu:m:L1 do c.ons~do:-- que se !.C.n:tlr ;:::-<"J'.!d!c.J~::>
de alsu=-n .:.:me.ira. O P't"c::otor de Just.lça Or. c~r::r.'"110 Erl!)e?':.o -
de Morn1s afIrou seana passada e reun!ão na Sede do it:lt::-r,· ..
Club de Bela Vista que "se alui te que ccear a fazer e
que essa Lei seja cumprida fntezralente, eu vou coe;ar, pote
ter certeza", colocado seu Gabinete a d!spostão de todes, -
'pois est.a.:::os .:a ~crv.iço do povo , ress.nlt.ou o ..,,1~r.J:1tc Pro::ot.:::-.
E pode ter certeza, a Tr!ara da Fronteira, será o traço !!
reito dessa Le! e nossa cidade, po!s estas cansados de ver-
as Injustiças, as especulações, os atgsos e todos os tipos de
explorações possíveis praticadas por pessoas Inescrupulcsas on
tra o povo sofrido, trab!llh.Jdor e o:-d<-iro de r:os!=.a Õ!:l., Vls:!.J.-
0 NOVO CHEFE DA RECHITA FHDERAL
Eh Bt-ln Vlst:1, Roque P=e!I :ossU!:1U as h:::;óes s:c~~.,. p.lt:!.;:.!, 1
e aluas rudanças ]a estas sendo :,o:..otfa.:: ;,,cl:u: p('r.:-...:,..-.-1;. t;i.:t! c:-J
Z:t!:i a f-Tont.it-ira. Brnstl{Pnr.:J-;Wll ou vlct".-ve.r::'ó.1.. -
SeguIndo_deter!ações_do Caverno Federa! qu prevê a p:te]
ta Integração entre os países vizinhos, a Receita Fedra; de 1..
la Vista, segundo nos disse a eresir!s de mossa cidade, a7!
ara cuprindo o seu verdadeiro pape! de tal!u;o e tia
te ao contrabando e_deixando de 'enh" o saco de quer esti z:a-]
balhando', ao contrirlo do que v[ha acontecendo ator!ore"t
quando alguns funcIsnirips da Receita "Invoca-" :e s3 a
velhinhas vendedoras de "atum", "pusvi", etc. (sais,
"",'> sue cru=rva para o trastipsra sa±sr «1uns =ru=
Ao Roque votos de sucessos frente a Receita Federal em
lo Vhto.
JOHN/L, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA
íl!-:L/ 1/l S'rTI - 11A .O CPOS:~O DO SUL
CONCLUSÃO AS OIS "O CASTE1.O
o Presldente da Câmara Municipal de Bela Vista ,
Veredor do PTI Jore de Souza losa sol icJ tou na
peso do dla I8/0) pp. o endereçamento de exped1en
te no Exmo, Sr, Governador do Estado com captas à
s,,cr,•t;Ídn <lt• Educação de, Estado, I:xmn. Sr. Prefc-i
to MtunfeIpal e aos Deputadon Estadual, Alberto llon
dnn, lnldtmlr l-lnkn, O!.cnr Cnldonl e WnldomJro Con -
alves, pra que se]a agilizada com urgência a con-
1 • 'I •
1
e lusiin rlllf-l obraH da fü;cola- Estadual ~e I e II Graus
"Castelo Branco", "tendo em vista, Ja estunnos no
tal do m@n de março e, até o momento, não temos
~( c~quer prev1u~o cte qunndo Pnsa ohrn ~er~ conclu{da,
sendo que na eunda--feira dia Ol/OG/91, teve in! -
1
1
clD o nno luti'o da referida Escola, com auxílio de
d • - '
h,, virias entidades que cederão salas para que os alu-
nos naP ycjnm prrjudicndns em seu aprrndlzndn.
'1
s
p
A A E NOT C
Na ses4o do a:a zu ae março do lezfmslatio be
lavistense, o Vereador e médico Carlos Alberto Oeá
rLz apresentou Indt ·aço para que se[a end regado
expediente ao Depus ado Federal Valdfr Guerra, soll
citardo empenho do mesmo Junto aos orgnao: competen
tes no sentfdo de vfabil!zar lIberaçao de verba do
SUS, orçada em Cr$ 100.000.000,00 (cen !lhes de
cruzeiros), destinada a copra de equipamentos pa
rn o Hospital São Vicente de Paula, nesta cidade,
"Achamos '1Íl ldo recorr<:r à V. Excin., r:,bcdores
que somos do vosso Interesse em solucionar os ta
ves problemas de aüde do Estado, Pela urgenein
que temos da l!beração desses recursos, ji que da
aquisição do equipamentos, depende o Início do
funciona ento das instalações novas do Hospital ,
com obras praticamente concluídas", disse Cachito,
dr fieu::; f11hnc;
11
, ressaltou Knli!c.
"Para que seja endereçdo expediente ao Exr.m. Sr.
Prefeito Munlclpal, solicitando qu • determino o
cancelwncnto do lPTU do Sr. l.uclann Ferrc:,ira", {o
cegra de outra indlcaçio to Vcr~1odr João Kalifc.
" referldo imposto deve ter sldo lançado por
engnno tendo em vistn que o lotr em questao encon
tra-se forn da irca urbnn, e de acordo com nn Leis
vigentes do Hunic{pio, o JPfU i devldo no pcr!me J
tro urbano", lembrou Kalife.
Preocupado com o estadc das cstrndas de acesso
is propriedades rurais dos seguintes proprietários:
José SImpleio da Costa Mrques, Oscar Salomão, Do
roteu F. Conçnlvcs, Gilberto Alves Correa, Rinoldo
e Otac(liP Corrêa, o Verecdor do PTB Roney Moraes
Simões solicitou através de Indicação ao Prefeito
Edsn Moraes providências urgentes na recuperaçaó
dessos estradas que, segurdo ele, ''encontram-se em
precirias condições de trânsltP, Impedindo até mes
1'10 os sen•lços essenciais", ress:iltou o edil.
1
l
t
I
~~ P'--r-c~s-_l_d_e-.,-,t-~ da Câmara Municipal de Bcln Vista, Ve
.,j rcndor Jorge de Souza Rosa
~
1 Tal situação torna-se incperPnte, tendo em ,·ista
,1 n distância dos locnis cedidos, principalmente, pa-
1 ra o corpo docente, ficando mais de mil alunos pre-
i;ljudicados no an:S~:~:T:-::1~~:tse o Vereador.
l
o No dia 16/03 o Vereador pctebista Jorge de Souza
i. Rosa apresentou indicação endereçando expediente ao
t
Prefeito Municipal, com cópia ao Secretário de 0-
brns, solicitando o cascalhamento das Ruas A. Tri
t buna da Fronteira e Visconde de Tnunay, principal -
~
mente no trecho que liga a Escola Ester Sil•a com a
Avenida Teodoro Sati"l:n e em frente a Serrnria Serra
h sul. -
fJ COLOCAÇÃO DE IllJElROS
lil o Primeiro Secretário da Câmara Municipal, Veren
l
d dor do P)!Dll João Knlife na sessão ordinária d"c:
d dia l8 de marco, pediu ao Prefeito Municipal, atra
vés de Indica;ao a colocaçao de bueiros na rua Gol
[id eia Miranda Lino,_no Bairro Costa e Silva, nás pr~
tximidades da residencia da Senhora Estanislada de
1 Souzn.
11
Tnl solicitação faz-se ncccsi;;Rrin umn ,·ez
·- que, devido _as chuvas forma-se naquele local uma la
'e goa com as aguas in,·adindo ,·arias residências", jus
l - e !ficou Kalife. -
~
REVISÃO ODONTOLÕGICA
De autoria do Vereador Joio Kalife indicncaõ en
dcreçuda .'.IO Prefeito Municipal com cópia à Secretá-:
ria Municipal de Educaçao, solicita que seja deter
r minada a revisio odontológica na clientela estudan-
!
e til da r~dc municipal de ensino, "uma vez que exis
n. te várias reclamaçoes de dor-de-dente e, constata
e do o problema , que os mesmos sejam encaminhadoa. ao
c Posto para o devido tratamento", enfatizou o edil.
f
t TESTE DE ACUIDADE VISUAL
Ti s .. •
!, j _ Tam em atra'CS de indicaçno o Vereador do PMDB
Pi Joao Kalife pede o endereçamento de expediente ao
ln' Prefeito Municipal com cópia à Secretária de Educa
a çaÕ, solicitando que seja determinada com urgência
ri teste de acuidade 'isual na clientcjl;a estudantil do
n;MunicÍpio, e aqueles que apresentarém as dificulda
o' dcs sejam. encaminhados ao médico para providências
p cabÍ-eis, "Tal solicitação faz-se necessária tendo
fo
1 cm 'ista ,·,irias reclamações de falta de ,
1is5o e do
" de cabeça", disse o Vereador.
si DOAÇÃO DE TORRE
fº Outro lndic:iç:io apresentada na Ciimara.Municipal
]o pelo Vereador João Kalife cndereçnda ao Presidente
:, •da TF.LENS, toe: copia ao Prefeito Municipal, solici
o, tn n doacão da antiga torre da referida empresa à
e,Prefeitura Municipal. 'A torre cm questão est;Í desa
rifada pela empresa. Creio que seria de grande 'a
(lia para a Prefeitura instalar suas antenas de tele
ivisão, já que a existente, segundo Informações, en-
,i contr:i-sc com principio de dct<lriorizaçào. lleln Vis
n c ta seria m a i s u m a vez m u i t o grata à TELEMS e f f .c a =
piria orgulhosa, como toda mãe, pelo despreendimento
o
CANCEI.AMF.NTO UE 1 !'TU
RECUPERAÇÃO DI! ESTRAílAS
füCRO ONIBUS PARA AS "CAIEIRAS"
Indlcnçâo endereçado aP Prefeito Municipal, so
licitando a colocação do rrlcro-Õnibus pelo menos u
ma ,·ez por semana para trnsportar moradores da re
giâo dns "CnleirAs" à cidcde, foi apresentada na
Cimnra pnlo Vereador Roney Moraes Simões.
Em sua Justificati'a, <'isse o edil, "constatei
com moradores daquela reglâo e pre~enclei de perto
as dificuldades de locomoção dos mesmos. Gostaria
de citar por exemplo: existe um funcionário do Mu
nicípio que para vir a cidade receber seu salário,
que é salário mínimo, ten de fretar uma camionete
de um vizinho, pagando at Cr$ 6.000,00 (seis mil
cruzeiros) para se desloc,r atê a sede do MunicÍ -
pio. !lesmo que V. Excia. cobre umn tarifa dos mes
mos, facilitaria em muito suas vidas, tanto econõ
mica como socialmente
1
'.
tlOÇÃO DE AGRADECIMENTO À VALnIR CUl'.RllA
Tl".RMINO DO POSTO ílAS "CAIEIRAS"
Outrn indicai;aõ de autC'ria do Vereador Roney M~
raes Simões, endereçada no Prefeito Edson Horaes -
solicita o término das obras do Posto de Saúde das
"Caleiras". "O problema de locomoçao das Caleiras
é muito sério para seus moradores, por isso pedi -
mos com urgência a concreti.zaçÃn dessn obra para -
que aqueles moradores possam também usufruir dos
benefícios médicos que têw direito" ,afinnou o edil.
CORREDOR BOIADEIRO/RODOVIA
De autoria do Verendor líder do PDT na Câmara -
Municipal Sydney Nunes Lelte, indicação ao Diretor
Geral do DERSUL, com cópis ao Secretório de Obras
do Estado, no sentido de cue sejam procedidos estu
dos necessélrios para transformar em Rodovia o a
tual corredor boiadeiro e,·istente nas divisas do
Município de Bela Vista e Jardim, ligando as Rodo
,·ias Rela Vista/Jardim, Jrrdi.m/Porto Hurtinho, par
tindo das proximidades da Fazenda Santa Vitória e
atingindo as imediações dC' Calcário ~odoquena.
_ "há muitos anos existe o Corredor Boiadeiro na
divisa dos Municípios de Pela Vista e Jardim, qua
se em linha reta. ligando as Rodovias supra cita -
das·, que tem sen·ido para o trânsito de boiadas
conduzidas por terra e con uma distância aproximn
dn de 30 kilÔmetros, margcando as di•isas das c!i -
versas propriedades rurais da região. Tal medida
beneficiaria um grande núrrero de propriedades ru -
rais localizadas nessa reyiâo, e hoje servidos por
péssimas estradas de fazerdas, dificultando o crá
fP.go e o escoamento de pr~dutos locais. A abertura
da rodovia no atual corredor boiadeiro, dará no,·o
estímulo ao progresso e prosperidade dessa_regiio,
melhorando as condições de tráfego e encurtando -
distâncias. Sen·iria como rodo,·ia tronco, de onde
partiriam estradas para as fazendas ou proprieda ·
des rurais da região", justificou Sydney.
SINALIZAÇÃO DA BR 060
O Vereador do PMDB J-1,.1rcos Elias Rio~ da Cruz so
licitou _atrà,·és de indicação na Câmara Municipal -:
em sessão ordinária do dir 26103, o em·io de expe
diente ao Diretor Geral d<' DERSUL, Engenheiro Gil
Aze'edo Leal, para que seja determinada a sinaliza
cão da Rodo,·ia BR 060, trecho asfaltado, inclusi·;
da Ponte estreita sobre o Rio Mnchorra.
CAMPUS AVANÇADO
O Vereador Carlos Alberto 0cariz apresentcu i.n
dicação na Câmara Municipl endereçada ao Prefeito
Municipal, com cópia à Secre.tária Municipal de Edu
caçio, solicitando proposição de se trazer à Bela
Vista um Campus Avançado cu Faculdade de Férias.
"A seriedade e as bo,is intenções da adminiscrn
ca municipal, na área de educação saltam aos o
lhos dos críticos mais se,·eros. A promoçno da me -
lhoria do padrão profissional, resultado natural -
do investimento, complemertaria as acoes e viria
suprir anos de descnso e defonnaçÕcs n('I quadro pro
fissionnl mais vital à sociedade responsã,·el pelã
formação do mesmo povo", disse Cach.ito.
'EQUIPAMENTOS PARA O !lOSPITAL SOLICITADO
EKPENUO DO DEPUTADO VALDIR GUERRA
De autorin do Vereador Carlos Alberto Ocárlz ,
foi apresentada na sessão do dia 20/0)pp., uma Mo
ção de agradecimento ao Deputado Federal Vnldir -
Guerra por seu empenho viabilizando recursos para
as obras de reforma e ampliação do Hospital São Vi
cente de Paula, nesta cidade.
ISENÇÃO DO IPTIJ
Através dP indicaç~o 0 Vereador AnselmP Lopes -
(PMDB), solicitou ao Prefeito Municipal que deter
mine a ise_nção do IPTU da Sr! Margarida Milton, ha
ja ,·isto que a mesma encontra-se doente, conforme
anexo atestado médico.
DOAÇÃo·oE TERRENO
Também de autoria do Vereador Anselmo Lopes, ln
dicação para que seja endereçado expediente ao Pr@
feito Municipal, solicitando que encaminhe à Câma
ra Projeto de Lei doando o terreno onde se encon -
tra a antiga torre da TELEMS, na Vila Ko'a, ã Asso
ciacâo de Moradores daquele bairro. -
BURACO NO ASFALTO
Endereçada no Prefeito Municipal, foi apresenta
da na Câmara indicação de autoria do Vereador dÕ
PDT Sydney Nunes Leite no sentido que deteroine ao
Órgão competente que seja tapado·o buraco existen
te no asfalto, ao lado do meio fio, existente na
Rua Antonio João, entre o Ponto de Táxi e .'.I Casa
do Arroz, "cuja providência deve ser com a máxima
urgência possÍ'el em razão de seu taoanho e dos -
problemas que poderá ocasionar essa cratera, não
sono proprio asfalto, como meio-fio e calçamento~
lembrou o edil.
INSTALAÇÕES SANlTilrAS NO "JOÃO DE BARRO"
O Vereador petista Sydney Nunes Leite, atravis
de indicaçao endereçada ao Prefeito Edson Medelros
de ~oraes, s~licita a edificação urgente de insta
lac:cs_sanitarias (privada e banheiro), no Conjun
to Joao de Barro".
"Segundo consta, existem apenas três casas coe
esse benefício, e os demais moradores do Bairro,~
tilizam-se de um pequeno matagal existente no re
dondeza, para realizar suas necessidades fisiolÓ -
gicas , .ressaltou Sydney.
Indicações Verbas
Sessão Ordinária 27/03/9l
VEREADOR MARCOS E.LIAS RIOS DA CRUZ
Solicitou ao Prefeito Munici l deter-
mine ao Secretári d O pa para que
lhamento d
O
e bras
O patrolaoPnto e case!
Parque a'{";"g «ue !4sa a cate de errada do
xp .coes ate o CLube do Laco ua vez,
que o mesmo tem a d - " '
Dersul. sua isposiçao os caminhões do
VERRAf>oR ANSEI.Ho LOPES
Solicitou ao Prefeito Municipal determine -
ao Secretario de Obras que
menro da Rua Rosali
O
patrolamento e cascalha "
Peixoto e A. ,,,"O Lino entre as ruas Eduardo "
. • eo oro Sativa
Solicitou ao Prefi , • • .
ne ao Secretário de to dunic1pal para que determ!
e cascalhamento da Obras que faça o patrolamento
a Avenida Tri, rua Eduardo Peixoto esquina com
una da Fronteira.
VEREADOR SIDNEY N1JNEs LEITE
Solicitou ao Pref i
a limpeza geral no e to Municipal, que deterzine
do ladário q trecho asfaltado da Rua Barao
ue se cncont b s
pecialmente rei, fI ra co erta de istritos e_
recer, que a li a uvial, atualmente, quer cepa
radentes fica mdpeza e feita somente até a rua Ti-
• n o dali t - r ·T
total abandono. a;e o Bairro Agua Doce e·
VEREADOR_RONEY HORAES SIMÕES
Solicitou ao P f
Chef;;, Regi.on·il d r; eito Municipal com cópia do
1hão nos ai" FEEMS a instalação de u ore
os taboray d
Solicitou ai d e as Prima,·eras.
ta a cste ai,2?g "reteto ateia1 ses <
luminârias n., b i Sli1. local, a r"cuperaçao das
era do Apa.
Contlnuação
na P:Ígin.a - 09
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xaa, i•
MERCOSUR
Empresariado será el principal protag·onista
El empresariado de
nuestros países será
el protagonista indi~
pensable de los dias
que vendran, afirmó -
ayer en su discurso
el presidente uru -
guayo, Luis Alberto
Lacalle Herrera,quien
precisó que los cua -
tro jefes de Estado,
al crear el MERCOSUR;
no hicieron sino "a
brir las puertas a la
oportunidad ". Defi -
nió a los gobernantes
democráticos como "fu
gaces y transitorios"
y agregó que "si algo
queremos recordar pa
ra nuestra propia y
efímera presencia al
frente de nuestros
países, que algún dia,
en virtud de lo que
hoy estamos realizan-
SI NO HAY VIDA IGMA,LOS
PELl<iROS DE RECiRESION
SICiUEN AMENAZANTES
IS
El jefe de Estado, An
drés Rodriguez, resoltÕ -
nyer onte sus colegas de
Argentina, Brasil y Uru -
guni que "está demostrndo
que donde no se dan las
condiciones pnra uno ,·idn
digna, lo libertod es pre
cor ia y J •'S peligros de
regresiõn sigom laten -
tes y amenazantes". Cali
flcÕ ln constituciÕn del
MERCOSUR COMO UN "ineludi
ble desafio de integra. -
ciõn de nuestros países
en una época en que ln u
nidod y la mancomuniõn de
esfuerzos son requisitos
esenciales paro nuestros
comunes objeti•os de de -
sorrollo econômico y so -
ciol, en libertad y demo
crac.io" ..
Rodríguez dio la bien
venida a los jefes de Es
tado visitantes y poste -
rlormente e,q,resõ: "Ali~
pulso de la democracia q/
hoy preside _el destino de
nuestras naciones latinoa
~ericnnas, y como un man
dato inexcusable del tie
po que nos tocn '·iYir, n!!_
ce e~ Mercado Común dcl
Sur para ensanchar nues -
tras posibilidndes y pro
mover la complementncion
de nuestras acti'idades -
produtivas, eliminando
los obstáculÓs que aten -
tan contro el crecimiento
econômico, ~l empleo Y la
libre competencia".
do, alguien nos re -
cuerde y diga, ellos
se preocuparon por a
delantar la aurora~-
Interrumpido en
várias ocasiones por
sostenidos aplausos,
habló el mandatario
oriental, quien en
un pasaje exhortó a
"repensar·nuestras
maneras de trabajar;
tenemos que repensar
nuestras querellas ,
nuestras divisiones,
que necessariamente
en el horizonte del
Mercado Común queda
rán reducidas en su
tamano. Tendremos -
que cambiar y tendre
mos que adaptarnos ã
pensar de manera aun
más amplia, aun más
grande y generosa ca
da uno de nuestros
actos".
Segui.damente sos
tuvo: "Pienso que el
empresariado de nues
tros países, ese pro
tagonista de los di
as que vendrán, hoy
tienen sus mercados
agrandados, hoy tie
nen millones y millo
nes de consumidores pÕ
tenciales. Pues en
él confiamos para
que, agrandada laca
pacidad de crecimien
to, sea ese empresa
riado el que,con sus
obras, nos diga que
hicimos bien en a
brir las puertas a
este nuevo tiempo".
"Pienso en los tra
bajadores. La inte -
gración para ellos
no es esta ceremonia.
Para ellos la inte -
EL D.'.ITO NO DEPENDERA
DE
de lo~ gobiernos o como
fruto de largas negocia
ciones, sino mediante un
compartido anhelo y ac
ciÕn recíprocas de nues-
tiras sociedades, respon
diendo a nuestra herman
dad de origeny a nues -
tros irreductibles dere
chos de vivir en liber -
tad, iqualrlnd y democra
cia como la ,·ia más ode
_cuada pnra arribar· a la
ansiada jus tida social".
- A continuación, sena
lÕ: "La política econõm_!
ca que nos propus imos de
sarrollor desde el ini -
cio de nuestro mandato
se ratifica hoy cpn nues
era firme adhesiõn a los
grandes princípios de lá
integraciõn lntinoameri
cana, cuyo objeti•o prio
ritário .es compntibili =
znr y proyettar la libe.E_
tad y ln democracia al
compleio campo de la actl
·idad econômica". -
"América Lntin~ tiene
que dejar de ser, defini
tivamente, solo una gran
productora de materins
primas. Su derecho nl de
sarrollo es integral, de
bÍendo también ampliar y
mo,dernizar su capncidad -
industrial, y participar
de la evoluciÕn tecnolÕgi
CIJ- El nue·vo ordem mundi=
al debe, en ese sentido ,
caracterizarse no por una
retórico solidariedad, si
no por una real y efecci=
va cooperación internacio
nal". -
Fihalmente,instÕ a sus
demás colegas a trabajar
en mancomunión de esfuer
zos para forjar la prospe
ridad y la justicia que
se merecen nuestros pue -
blos.
MERCOSUR
O MERCADO COMUM DO
CONE SUL-
tos COBIERNOS
Más adelante,Rodríguez
sostu·o: "Es preciso re -
arcar que el êxito' del
MERCOSUR no solo depende
rã de la efectividade de
las.medidas que adopten -
los gobiernos, sino cam -
bien, y eo gran medida,de
lá creatividad, del tale~
to, del esfuerzo y de la
soscenida dedicaciÕn de
los emprcsarios, y aun de
nueatros pueblos en gene
ra1",
"La integraciõn no al
cnnzaremos como resultndo
•xcluslvo de la decisiÕn
trâmite del tercado
Común. Y buenos es -
quizi que nsI ocurra,
porque esta no cs o
bra suceptible de
ser atrapada en lon
estrechos limites de
un mandato, ni pucde
ser patrirr.onio de los
gobernantes democrá
ticos, fugaces y tran
sitorios por defini
ción. Tiene que ser
obra que hagamos po
niendo el oído al pe
cho de país~ de cadi
uno de los países ,
sientiéndonos mera -
mente un eslabón más
en la cadena, sint.i
endo que tenemos es
te momento para de -
cir nuestro roensaje
y que otro vendrá
después a retomarlo
y amplificarlo".
REGIMENES QUE PRETEN
OIERON DAR CERTEZA
OESAPARECIERON
ca dcl r:O•,q{:, 1•1 e!
safio d! la «anane1
o lá pérdda, a
el tr men!o ,«to1
las socid• . n
das parte del mun
do", reflexiono.
"Dr? d II Í , e . 1i
dos amigos, que no
corresponda nono
tros, nada ma y na
da menos, a abrir
las puertas a la o -
portunid.d, que quis
ran nuestros empresa
rios, nuetro traba
jadores transitar
por ellos, que hngan
uso de esas oportuni
dades. --
Eso es lo que hoy
estamos edificando",
pontual.izó en otro
momento.
SEJA
MAIS BEM
00
NE
DA
DA
LEIA
os
REDE
RENSE
o
REGIÃO.
E
Brasil - El presiden
te brnsileno, Fernando
Collor de Mcllo, nbogõ ~
yer en su discurso por
el perfeccionamiento de
las instituciones demo -
crãcicàs; exhorto n dar
lugar a la capacidad ro
creativa y n estimular
las fuer:as dcl merendo
as! la economia. Fue a -
yer nl dirigirse n ln
çoncurrencia, tras fir -
mar e1 'Tratado de Asun
c.1tin". "Este cnc.uentro
que hoy celebramos cons
tituye el mar.eo de ind.is
cutible signUicndo e-;:;
ln historia de nuestros
cuàtro países y de Amêri
cn l.ntina. PrescncL-u!los
en ~~tê acto de for.:,.ali
i:aciõn del·trrtado parn
ln constituciõn del Mer
cado Común dcl Sur, el i
nIelo de 1a material!z.
ciÕn de a lgunas de las
mãs altas y antiguas as-
gración se realiza
rá cuanpo sobre su
mesa haya un poqui
to más de prosperi
dad y para sus hi -
jos un poquito mus
de esperanzas. Esos
son los que van a
marcar el éxito de
lá .integración", a
seguró.
"Pienso en nues
tros hijos,que cuan
do lleguen a las d~
cisiones ya defini
tivas de la vida ,
tendrán esta chance
que no tuvimos noso
tros y, portanto,
pienso en el siste
ma educativo, que
hoy, manana mismo ,
tiene que comenzar
a incorporar en los
programas de estu
dios todo aquello -
que nos vincule· y
prepare, por tanto,
nuevas generaciones
para esta grande y
nueva tarea" ..
Más adelante, La
calle Herrera dijo:
"Amigos, esa tarea
llevará los próxi -
mos 5 anos. Habrán
cambiado las cir
cunstancias de los
gobiernos, ya no es
tará este Presiden=
te del Uruguay cuan
do se concluya eT
"Nuestra preocupación
ya no es una guerra ara
da. Nuestra preocupaci0n
más importante debe ser
la paz. Pero no una paz
inerte, no una paz h!bri
da,sino ln paz del crecI
miento, la poz de la ver
dadera libertad, una paz
creatia", sostuvo oyer
en su discurso el presi
dente argentino, Carlos
SaÜl Menem. Fue luego de
formalizar el Tratado de
As .. nciõc.
Seguidamente, d1jo:"Pa
ra olcanzar este objeci=
,·o, es imprescindible
que ante todo nos reco -
nozcamos )os latinoaoer.!_
canos como una gran na -
ción, capaz de autoges -
tionar nuestro crecimien
to por regiones. Nada de
esto será posible si no
seguimos, precisamente,
el ruitO ~ue nos indica
tanto la historia como
la sabidurín de nuestra
naturaleza, que de norte
a sur extiende sus rins
y su cordtllera en un
mismo cuerpn".
pirncioth?~ de nuestros
pucblos", .nanifestõ Col -
lor de Mcllo.
Seguidamente expresó
que al quedar formalizndo
el tratado, "reafirmamos
la i~nlterable voluntnd
política de los gobiernos
da Argentina, de Paraguay
de Uruguay y dcl Rrnsil,
de sumar esfuerzos en la
tnren solidaria de cons -
trución de una sociedad
is próspera, ris justa y
"Así es que como
lo siento, como creo
que todos los senti
mos. Estamos abrién
dole el campo a una
oportunidad,no a una
certeza. El mundo si
algo ensenã hoy, es
que los regimenes
que pretendieron dar
certeza desaparecie
ron. Y vuelve la éti
,
IL
2E
En c,tro •T"!ornento,
nec .:ifinnó: "Celebra:nos
este mundo más inclina
do a la cooperaciõn que
a la confrontación. em
mundo, en síntesis, que
esperil!:los sea más respe
t-uoso del hobre".
Al abogar por la in
tegraciõn regional, el
Manda~rio argentino se
-ÕalÕ: "r:uestra apucsta
en fa,·or de ln iotcg::;i
ciõn no es ideológica.
Por el contrário, se
trata de un redio para
sumar eficiências".
"Esta es la única y
a la ,·ez la mejor estra
tegia pnra que nuestraS,
sociedades potencien la
recon'ersiõn y den el
ran salto cualitativa
de sus economias":
"Este es el arco a
decuado para que nues -
tras ventajs utuas se
ioterrelncionen de mane
ra tal de asegurar a
estros pueblos el acce
so a más y cejores bie-·
nas".
SALUDABLE COKPETDICIA
nbiertamente cooprometi
da coo las lihertads ;
srnciales de un rêgimen
del!!ocrático". l'osterfor
mente destacõ que "e..st;
ejemplo de cooferación
que hoy exhibfios orgul
Hosarente al mundo ea =R
penas un punto de pnrri
da pnra la realizac1Õn
de obras ayores",
. ,segurá lucgo que su
país sfepre presto y
seguirá prestando su to
Maiores
LP.I'l'OR
IN!'O.Rl-111-
JOIUlAIS
11fl"LAVIS
JORNAI5
infor
Ponc: mações pelo
ASSI-
439-1410
E
PosterJor. ~te, :::...1n!
festó: ''En cl riFxo ser
tido, se Ir.pulsa asf una
r:aludable co::pet<::icia e,,
precios y ser!c1os. E6-
te es un catino s!n r -
torno y es el r:cjnr'
1
•
Refirfênd3se a la cons
tituciÕn d,l MERCOSl/R
expresó: "[rtc .1cto =-~· -
sulta un.a L:<.?C&l;ii.•Í:l c:i"':
ra de la dct :-e ::11cíÓn -
de nuestros pueblcs d 2
vanzar hacta un futuro -
conjunto.De dar inicfo a
una nueva etapa e las -
relaciones de· ::ue,;tro.~
cuatro países, que ccnsa
l1darãn aun ás los laz
de paz y amisrad ertre -
::uestrns dcr::ocrnc:-i.:is".
"Desde el irar de
la lucha por ln Indepen
dencia, muestros h&roes
nacionales sonarn con a
vanzar hacia la cree4,
de un potrln. cc-nju.nt.1.
Este tratado que a,a'
firaos significa u:
paso is haeia la reli
znción de este s-..:..e.:10
1
', e.:..
fa tizÓ.
COLLOR AB0<iÓ-P0R LA LIBERTAD DE MERCAD
tal apoyo s las infetai
vas de irrezrón. Se l
gu[damente d!jo: "ar:a
reros por etapas, en e
preendim!nos acreto ,
conscientes de las rea
les potenei.'iludes de
da país,dencdoano fr
trar alzonas de naestra
is carsesperanzas aso
ciadas a la InteraefGnr
i;icnal".
(OatrLas Traritas do AB
Calor • d,- -"'.;..u,;.Õo).
------ ---------- --- --
JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA
RP.l,A VI !;'I'/-HJ'1'0 GROSSO DO SUL
06 DE ARIL DE 1991
PÁGINA- 10
POR NANCY
»IVER!AR10S
02/04 -- comemorou
·uns I4 aninhos a jo
Volasquoz-
----------------- ---
1
Um delicioso jan-
t(ar (feito pela Sra.
laudetc) para famili
1(res e alguns amigos,
arcou a data. Para -
e, ens !
t 02/04 -- Nessa da
e a também festejou su
s 14 primaveras a qa
tinha Renata Rosa Pi
D heiro. Felicidades!
a 03/04 -Bianca Ve
asquez nesse dia fes
ejou seus 12 aninhos.
~ 04/04 - Um churras
uinho para amigui
1hos e familiares mar
eeou a data cm que a
~~
atinha Gabr~ela Ve -
asquez Pereira come
orou 10 anos!
l'0RRE O COLUNISTA ALE
~- NDRE BILO
i • O colunista social
lexandre Bilo morreu
lia 02/04 às 15 ho -
r'as, no CTI da Santa-
g
f: : --~
t~ ·_:.~··1'·
r º
foi anual o ininter
rupta até o ano pas
sado. Além deste, O4
troo concursos do ge
nero realizados pe
lo colunista social
tornaram-se tradicio
nais como Mulata de
Ouro e a escolha de
misses Campo Grande
e Mato Grosso do
Sul, desde 1986.
Muitas ganhadoras
'destes concursos têm
hoje projeção nacio
nal e internacional,
como Adriana Graeff,
por exemplo, modelo
que fez trabalhos no
Japão e outros paí -
ses.
No jornalismo, A
lexandre Bilo come -
çou pelo Jornal da
Manhã, passou pelo -
Diário da Serra, es
ceveu para o Correio
do Estado, Revista -
Executivo Plus, l
Crítica, Folha de
Campo Grande e ou
tros órgãos de im
prensa, sempre no co
lunismo social. Foi
diretor da Imprensa
trabalhou no Tribu -
nal de Contas. (Cor -
reio do Estado)
"PERERECA"
Foi encontrada
dentro de uma lata
de óleo da Sadia com
prada em Campo Gran
de. A Deleg. de Defe
sa do Consumidor,
agiu rápido ao rece
ber a queixa: desco
briu que o enlatamen
to do óleo foi feito
em Rondonópolis-MT.
Foi instaurado in
quérito policial pa
ra apurar 'crime con
tra a saúde pública!
BlILE 01 lLELUII
Sábado pp., n
Grêmio esteve anima
díssimo. Casa lota
da, Conjunto Musical
Agradou!
E A MARRUA JEANS
·n
te.
~ i~ Ele estava interna
Jo desde sábado ú1i-
• o com problemas de
nsuficiência respira
ora, consequenc1a -
le forte processo in
~cccioso. Logo após -
nua mor Le, o corpo -
·e·oi levado para a Ca
c,ela Monte Fuji da A-
'enida Mato Grosso -
quase esquina com
~ Rua Pedro Celesti -
Po). Alexandre Bilo -
1a,asceu no Espírito -
janto mas vstava no
Plato Grosso dd sul há
P"quase 25 anos e iria
º;omplcta:: 35 anos de
P,dade no próximo dia
"1 de_ju1o.
- Além de uma filha,
1exandre Dilo deixa
'im importante traba -
0
ho de divulgação das
elezas do Mato Gros-
~ !o do Sul, prlncipal-
0
ente revelando mode
'os e manequins atra -
s .de grandes concur
los e desfiles de mo
a.
" Come.,;ou cm 84 com
, Garoto e Garota Je
P•ns, c-uja repetição -
CRIM.P. NI VILA COlllD
CHOCOU A COMUNIDADE
BELAVI STENSE
No último dia JO,
Sábado de Aleluia ,
por volta das 23:30
hs., foram mortos a
tiros de espingarda,
provavelmente cali -
bre 20, e revólver -
calibre JB, os ir -
mãos Nicolau Afonso
(casado, serralhei -
ro, 26 anos, residen
te na Vila Espírito
Santo) e Edenir Afon
so (solteiro, 20 a
nos, soldado do 100
R C MEC!, em frente
à residência da mãe,
senhora Felipa Cáce
res Afonso, locali -
zada à Rua Dcna Rufina
Cáceres, s/no, Vila
Cohab. Os autores
dos disparos, Odemir
Ossuna ("TUCA"l e
Oraldo ssuna ("VA -
DO"), também irmãos,
após o crime evadi -
ram-se do local. e en
centram-se foragidos
da justiça.
OS FATOS
Segundo informa -
cões em depoimentos
~ Polícia Civil de
Bela Vista, tudo co
meçou com uma discus
são na "Lanchonete •
do zé" entre Oraldo
Com muitas novi
dades em jeans, cami}
setas, calcinhas
soutiens. Tudo da m
lhor marca por pre
ços acessíveis e fa
cilidades para com
prar em prestações.
vá e confira. Fica
ao lado da Farmácia
do Jair.
JÃ RETORNOU
Após 2 semanas cm
Salvador a Sra. Maí
sa Escobar Azevedo.
O Reinaldo já estava
com saudades!
Irmãos Mortos a
O DE OSSO CILIBRE
Ossuna e Nicolau A
f_onso, após uma par
tida de futebol ,
tendo ambos partido
para briga, Um <los
irmãos de Nicolau
P.dson /fonso, inter·
viu segundo ele pa
ra "apartar", quan
do foi atingido por
uma cadeira desferi
da por "Tuca". Nes
se momento o outro
irmão, Edenir Afon
so também interviu
batendo com uma ca
deira na altura da
cabeça de "Tuca" ,
'que caiu práticamen
te sem sentidos. O
raldo Ossuna ("va -
do"), segundo infor
mações, teria tam -
bém sofrido machuca
duras pelo corpo d
rante a briga. -
Cessado o inci -
dente os irmãos A -
fonso seguiram para
a residência de sua
mãe, localizada na
Vila Cohab. Mais
tarde, por volta
das 23:30 hs., quan
do Nicolau saia pa
ra ir à sua casa ,
localizada na Vila
Espírito Santo, foi
surpreendido por um
disparo de revólver
calibre 38 que
o atingiu na al
tura da coxa, tendo
Mienlifi:alo assaltante
da lanchonete Xanadú
A Polícia Civil de Bela Vista após inu
ras investigações chegou a identificação::
de um dos elementos autor do assalto à
Lanchonete "Xanadú" ocorrido no último
dia 26.
Trata-se de um elerrento de na•cionalida
de paraguaia, residente em Bella Vista Pa
raguaia cujo nome não .pode ser divulgado
para nao atrapalhar no andamento das in -
vestigações. •
Após a identificação do elemento o De
legado José Raimundo Pinto Filho entrou -
em contacto com as autoridades paraguaias
pedindo a colaboração para elucidação do
caso.
A polícia do pais vizinho esteve na re
sidência da mãe do elerrento sendo informa
do que o mesmo não se encontrava.
Foi armada então uma "campana", (to -
caia) para prender o acusado assim que
chegasse em casa. A noite a "campana" foi
retirada, pois teriam ligado para a poli
cia paraguaia informando que o acusado se
ria apresentado no outro dia cedo. -
Se aproveitando do "descuido" das auto
ridades paraguaias o assaltante "picou a
mula" e encontra-se foragido da polícia -
do país vizinho, que desenvolve operações
em toda a região no sentido de prendê- lo
o mais ~ipido possível. •
caído e arrastado-se
para dentro de casa.
Na sequência do acon
tecido, seu irmão E
dcnir Afonso saiu pa
ra chamar um vizinhÕ
com o intuito dele
var Nicolau ao Jlospi
tal, ao voltar tam -
bém foi surpreendido
com disparos de es -
pingarda que o atin
giram na altura das
nádegas e rosto. vá
rios disparos foram
efetuados contra a
residência da famí -
lia onde também se
encontravd, além da
mãe, mais dois ir
mãos, uma irmã e uma
crianca de pouco -
meses de idade. Por
tas, vidros e cober
tura foram quebrados
a bala, tendo os pro
jéteis atingidos ain
da outras residenci
as vizinhas. Os ir -
mãos foram socorri -
dos por familiares e
vizinhos, levados a
inda com vida ã en -
fermaria do lOQ R C
MEC on<le vieram a fa
lecer logo após. Ni=
colau recebeu dois -
tiros disparados de
revólver e Edenir re
cebeu também dois
disparados de espin
garda "cartucheira".
O Delegado de Po
lícia de Bela Vista,
Dr. José Raimundo
Pinto Filho instau -
rou Inquérito Políci
al para apurar o du
plo assassinato, fo
ram ouvidas várias -
pessoas que testemu
nharam o desentimen
to na Lanchonete do
Zé e os disparos na
Vila Cohab, dependen
do apenas do resulta
do da Perícia Técni-
ex aue esteve no lo
cal do crime e do e
xame necroscópico pa
ra su conclusão. Fo
ram encontrados no
local do crime uma
cápsula de cartuchet
ra calibre 20 e 04
projéteis amassados,
sendo 03 do puro es
tanho o 01 de esta -
nho com revestimento
de cobre.
Informou ainda a
autoridade policial
que os irmaõs Olde -
mir Ossuna e Oraldo-,
Ossuna apresentaram
se dia 02, tcrça-fei
ra ao DPI - Departa
mento de Polícia do
Interior - em Campo
Grande acompanhados
do advogado Cirio
Falcão.
Aquele Departamen
to manteve contacto
com o Delegado José
Raimundo ficando com
binado com o advoga=
do dos acusados de
ser feita a apresen
tação de ambos nes
ta quinta-geira, dia
04, às 09:00 hs e
Bela Vista.
Na quarta-feira,
dia 03, foi decreta
da a Prisão Preven
tiva de "Tuca" e "Va
do", a informação -
"vazou" e a apresen
tação não aconteceu,
estando os crimino -
sos foragidos da jus
tiça. -
t
z
SEJA VOCE MAIS UMA
PESSOA BEM INFORMA
DA.
LEIA E ASSINE O
JORNAL TRIBUNA DA
FRONTEIRA.
*
DESEJAMOS
!-
Pronto restabele
cimento ao amigo Mã
rio Rosa que. no dia
S pp., foi a Campo -
Grande para tratamen
to de .saúde! -
PARA REFLETIR
Aproveite ao máxi
mo os momentos de a
legria, para agrade
cer tudo o que tem -
recebido da bondade
divina.
Edi.tal de Proclamas
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Ofieila do
Cartorlo de Registro Civil dn Circunscrição de
Bela Vista-MS., fnz saber que pretendem casar
e apresentaram os Documentos exigidos pelo Ar
t!go 180 do Codigo Civil Brasileiro.
Robe.rto Akita Fukui e Crlstiane Santos Nu
nes, ambos brasileiros, solteiros, e residentes
nesta cidade, ele. estudante, filho de Yasuo -
Fukui e Eva Cardinal Fuku!, e.la estudante
filha de Sebastião Aral Nunes e Elba Santos -
Silva.
Se alguém souber de algum impedimento
que oponha-se na forma da Lcl.
Bela Vista-MS., 06/04/91
Janllde Rosa dos Santos - A Oficlala
Edital
001/91
o Serviço Autonomo de .a
de B
1
. . gu e Esgoto
e a Vista - Mat G
0 rosso do Sul:
FAZ PCBLIcO -
interessados para conhecimento dos-
eri6a a ; 2",grão aterras, no
1991. a ri a 12 de abril de
As inscrições
blico destinado para~ Concurso Pú
ao Provimento a selecionar candidatos
no Plano de cargos efetivos criados
d P cargos e sal - • -
a Portaria no
029
.ar1os, atraves
go de ajudante. de 28/05/90 no car-
SAAE -
BELA VISTA
- MS
-REABERTO O- CASSINO
BELA VISTA •
A fronteira conta"
com mais uma atra Bella Vista Para
çao, e, sem dúvida gvai.
os moradores de a,'. O CASSINO BELLA
dim, Maracaju, .'F- VISTA conta com vii
to, Guia Lo,' "- rias aracões, e a
to Murti,,''s, Por- so a
João ,hho, António Piedade belavis
,oaque e Bel tense o frequenta.
!F?a evidsnee,,"_ Venha a e1ia visa
r prestig; .s e viva uma noite de
Novo é o;{do o sonhos.
NO DELLA VIs+,SSI A sorte te esPe
vizinha cida na ra.
a e dc
Prestigiem!

