TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1151_11_01_1992 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1151_11_01_1992Número da edição1151Data de publicação11 de janeiro de 1992Número de páginas8GeoCoordenada -22.113632629218035 , -56.535072924433834 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1151_11_01_1992 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUnA o nonT # . 01ARIO REGIO AL. MELA VISTA - MATO CR0SO DO SUL reter.a ANO: 20 SMADO, II DE NERO DE 1.992 N?: 1.151 me INCRI ENTREGI TRITOR aos ISSENTDOO:S OI BIIRRI DO ITI O INCRA - lnotituto - Nacional,de Colonização e Reforma Agrária - ntrn véu do Superintendente: Regional de Mato Groooo do Sul, Éduordo Corri lho, fez a entrega de um trator Mauey Ferguon , com grude e nrndo, ooo - o.esentndos do Aoeentamen to da Borro do ltÕ, com: pooto hoje por 45 fom{ - liao de trobnlhadorea, Para a solenidade de entrego do trotar à Asso ciacão de Moradores do Asoentamento vieram à Be ln Visto os Deputados Flávio Derzi (Federal) e Alberto Rondon (Estadu - al), o Diretor do INCRA em Jardim Mar1ano er neck Miranda Rodrigues , em companhia do Superin tendente Eduardo Corri-· lho. O Prefeito Edson Me deiros de Moraes recep - clonou as autoridades no Aeroporto Municipal, de onde seguiram para o As sentamento. Presentes também o vice prefeito - , Fernando de Freitas Eli as, o Secretar1o Munici pal de Obras Marcos Cama ra de Moracs os Vereado rea Roney Moraes SimÕes e Cor los Alberto Ocáriz, entre outros. Conforme o documento assinado pelo Presidente' da Associação de Morado res da Barra do ltâ, o trator MF 272, com grade e arado foi cedido pelo Ministério da Agricultu ra, por comodato, sem - prazo determinado e deve ser usado para atender as necessidades de todos os assentados, não poden do sair dos limites do assentamento para execu tar outros serviços. o óleo combustível e lubrificantes para o tra ter estão sendo custea - dos pela Prefeitura Muni cipal, mas a Associaçao de Moradores esta insti tuindo uma taxa por hora Prefeito Edson Medeiros de Moraes, Mar1ano Werneck e o Superintendente do INCRA Eduardo Carrilho, na Barra do Itâ .... Deputado Federal Flávio Derzi (centro) ladeado pelo Deputado Alberto Ron don, vice prefeito Fernando de Freitas e Prefeito Edson Medeiros de Moraes de trabalho da maquina - para ter um caixa desti nado à sua manutençao pagamento do operador e outras despesas. Nomes mo dia da entrega o tra tor já foi colocado em o peração pelo Presidente da Associação Ataide - Opinião Redescobrir o Brasil e os Brasileiros TENTOU IGRE IM E FOI PRES No dia 16 de Dezembro, por volta das 16:00 ho - ras, o elemento Sepriano Ramires Maciel, vulgo "Sepi", residente a Rua Fernando Fernandes Lei - te, s/nQ,na Baixada Flu minense, tentou agredir a ira Marines Maciel com um cinto. A mae, Me! cedez }tamires Maciel in terviu e "Sepi", embr1a gado, partiu para cima - dela também armado de fa ca, sendo seguro pelo ir mão Sedriano Maciel, com quem entrou em luta cor- poral. - Nesse inter:im 3 irma do elemento ligou para a Polícia e a guarnição da PM comandada pelo Solda do Jul1o Cesar Torres se guiu para o local, quan- do chegaram a mãe e o ir mão já haviam conseguido dominá-lo, estando inclu sive amarrado. "Sepi" foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia, onde após a la vratura do auto de apre ensão foi arbitrada uma fiança de um salário mí nimo, pelo Delegado Jose Raimundo Pinto Filho. Mas no dia 18 "Sepi" conseguiu ser solto sem o pagamento da fiança me diante a apresentaçao de uma declaracão de pobre za feita pelo Defensor - PuÕlico da Comarca de Be la Vista, apôs determina cão do Juiz de Direito - da Comarca, Dr. Jose E - duardo Neder Meneghelli. "Sep1" está i.ndici.ado Greff. Ca:u o recebimento des sa máquina com os equipa mentes os moradores da Barra do Itá passaram. a ter condições proprias - de preparar a terra para o plantio, com isso da - qui para frente não mais se justifica a improdut_! em dois inquéritos poli ciais, um por lesão cor poral e outro por tenta tiva de homicídio, ambas praticadas na pista de bailes Santa Rita, no Bairro Água Doce, estan- vidade de várias áreas , cujos proprietários an - tes tinham a desculpa de falta de condições para plantarem. Quem quiser trabalhar e produzir na Barra do Itá está com a faca e o queijo na mão. (UR). EI RINTE do inclusive com sua pri são preventiva requerida pelo Delegado de Polícia de Bela Vista, mas ainda não de.ferida pelo Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista. Privatização Deve Deslanchar em 92 O Presidente do Banco Nacional de De senvolvimento Econômico e Social, Eduar do Modiano, acredita que, neste ano, o programa de desestatizacão Rvai decolar de vez", mesmo admitindo que há uma que da-de-braço entre o Bando e os setores - petroquímico e de transporte pÚblico. MATÉRIA COMPLETA NA PÃGI:NA - 03 Lendo os Jornal desta e na, obretc', os chamado"grandes Jornal!}, observamo que as notI cIas fala de cólera, denue, MAIS, corrupcao denvios, cries, falcatruas, erros do Governo crime moral, mortes, altos, menores abandona dos, enfim, NADA DE DON EST ACONTECENDO NESTE. - PAIS, negundo parte da chamada "grande Imprenna".' Não oos contra notfefar o que ucontece e criticar o que acontece de ruim. Longe df to.Mas eri_que _nada de bom eti ucontecendo no Ira sil7 Ser que só nos EEUU, Europa, Arentfna, Chi- le e no Japão que nó "ncontccC'!!l. 11 coinnu bo.w? Querer comparar o rsll com o Ch1e, Arentf na ou Bolívia, com todo o renpeito, é uma p1da A cofsa tambêa não anda i muito bem n País do Sol Nancente e muito menos nn terra do Tio Sam, o que é preciso, e urgentemente, é rumesco BRIR O BRASIL ... oo braoilcirou • Existe do1a Brasfn no BraIl, um Branfl qu trabalho e produz e um Dronil de perrni.mlntau derrotados, nlÍufragoo de uma era de inccrte:aw. O Uruguai não produz ouro, mau é o maior e - portador deste metal, oriundo dos generoso a rimpos brasileiros. Já aconteceu o mesmo com a oja no Paraguai exportando em determinada époc11, mais do que Brasil. E os nossos políticos são os que mais r:nnh.ct na América do Sul, beneffctár1os de go.do alá rios e doces mordomias. Está na horo de redeocobrir o nono Pafs, umt Nação com dimensões continentais, sem C01'1J)araço· es, e com problemas da mesma dúneMÕo. Não estamos mais na época do rouba lllllS faz todos os nossos governantes, seja no Município no Estado e, mais do que todos, o Presidente d, República, têm a obrigac;ão e o dever de FAZER sem outro motivo que não seja o de SERVIR o po • vo, com missão. Redescobrir o Brasil implica em cada um d, nós o desejo e a vontade de oudar, de aperfciço· ar tudo o que nos cerca, as mudanças deve.:i acon• :~er de baixo para cil:ul e não de cima para boi'_ 1 O início de todas as mudanças sempre coweça ram ... pelo POVO. O Brasil precisa ingressar no Primeiro Mundo 1 mas com CABEÇA, TRONCO E MEMBROS. Não é privilé gio de um grupo, mas de todo um povo. 1 Se cada um dos brasileiros trilhar, com efL . ciência, competênci.a, honestidade e moral acha .·1 mada linha do Primeiro Mundo, evidentemente qu não elegeremos mais governantes corruptos, in~a pazes e com cabeças terceiro rundistas. 1i Cada povo tem o Governo que merece. Pensem nisso. (PP) . Casiior ler.lar Cora 4o, • No final do mes de Dezembro um leitor <:uviol carta à redação reclamando contra o atendúcento feito por um açougue de nossa cidade, confore transcrevemos abaixo: "Atençao Senhora .-..r.-.- «,t ,+f «+ ± lerta para quando fores coprar arte ez certos çougues, exijam o direito de escolher a carne d sejada, pois muitas vezes o açougueiro se nega fornecer o que lhe é pedido, alegando não poder cortar do jeito que o cliente deseja para nãos prejudicado. Isso aconteceu comigo, fui ao acou gue comparar carne, pedi um pedaço, mas o funci nário alegando cumprir ordens do patrão disse q não podia cortar aonde pedi. No di.a 20/12/91 vo • tei. ao açougue com minha esposa e o próprio pro pretaro, alegou que não podia cortar coro pe se não tomava prejuízo. Esse açougue é a Garota Casa de Carne. Fiquei chateado e fui coprar outro açougue, contei ao outro açougueiro o tinha aconteci.do e ele nâ.o acreditou, di.:;se eu estava brincando. Faço esse alerta para que, principahente mais humildes e as crianças que cuitas vezes ~ .mandadas nos açougues, não sejam prejudicadas p comerciantes que primeiro pensam e maiores lu cros para depois pensarem e atender bem seus clientes". (G.B.). e o -, COMENTANDO Nancy & Eq.:!ipe Pina 08 IQUE SABE D iCLI'i'OU ,,, •1undo in(ormnr;õoo, o produtor rurul- 2sncário GARIBALDI DA ROSA acoitou o con e para ser o candidato da BELA VILl'I'l U A. Presóos inclusive de amigos e fami ,, "º 1 rnoti ViHüll 0 GIM do candidato a pre 1 to de Ldson Morae o. 1TAO... LiJ i Rondon não aceitou; Garibaldi sim n,, v<'rdade monmo, podcrii até acontecer surprea:GARIDALDI E LILI, cundidato a ,[ •Ho e vice. ENQUANTO ISTO ABMAO ZACARIAS continua com a mesma - ratégia, não é candidato, mas diáriamen vloitü lideres de bairros e corregilio rlou, Converoando muito, até com ex-ad ufirioo, Abriuo vai costurando aliançao ortantes. I:M TEMPO Um cundidato a prefeito gastari, por ixo uns 200 milhões de cruzeiros e preci rá ainda, de muitos acertos e entendimen B. VEREADORES laboradores, TRI DUNA CONSOLIDOU-F Já não há mais nada para comentar a respeito da TRIDUNA DE FRONTEIRA, Diário Regional, cot~ conoolidado. Este uno, alcn do aumento d tiragem, vamos partir para - as inovações que se fazem necessarias. A partir de FEVEREIRO circularemos com_ 12 páginno diáriamente, dedicando uma pagina a cada cidade da roqiuo, formando a REDE - BELAVISTENSE DE JORNAIS, Tribuna Jardincn se Tribuna de Donito, Tribuna Murtinhonoe Tribuna de caracol, Tribuna de Antonio Jo ão e Tribuna de Marucaju. E ingrcsoamoo no ano 21. Jà r:sTà EM ClMPANI!/ E o vereador Sydncy Nunes Leito, do PDT, já estii cm campanha pura a nua reole! cão. ontem ele esteve na Redação conversan do com os diretores informando que conti nuará, este ano, com a mesma linha de atua cão na Câmara Municipal. CANDIDATOS Na proxima semana TF publicará uma re lação dos possíveis candidatos a prefeitos em todos os municípios da região. Em Jar - dim, PIRES representa a certeza da vitória o povo esti cansado de partidos, vai votar mesmo é no CANDIDATO. FALANDO EM CANDIDATO E parece-nos que chegou a vez e a hora de votar em candidatos honestos, o povo esti cansado de trambiques, maracutaias e desvios. o que tem de político safado por ai não está no gibi, é preciso separar o joio do trigo, há os bem intencionados. Segundo informações, um vereador ganha , aproximadamente, Cr$ 700 mil cruzeiros nsais, aumentando o salário de acordo c/ ~rrccudacão do município, quer dizer,com 1 noa invastir na campanha. Para se eleger '4 Bela Vista, o candidato gastari (fazen- muita economia) uns 10 milhões de cru c~ iros. Por isto, é melhor (o mais econômi' pc, ) começar cedo, ao contririo do que pre l ~- o importante é SABER investir, gastar 1''1 rto, e formar um quadro eficiente de co c n~ ~ 1 -------------------------------------1 ti EDITAL COM PRAZO DE 15 (QUINZE) DIAS n«d a. pe da APOSENTADO ORE N FIL ---- ponfãclo de oli- O Senhor Valdo:iro 'on+- , e + fi-- 74 og ogentado, morreu 1a veira, $ anos, i?";'' Rio de Janoi- la da agência do BANERJ, nO ,1A- ·o· qanhav us + ro. Ele esperava en "" {jío aos 147% . i • i e n ~o • i l',l rc • r o rnn r::o ·• ,,_ • • r: ·oríntondcn Ao ser informado do caro, o "h'z.o"nor te do INSS fez o svguinte comon .ar ' rcr faz parte da vida". SUGESTXO sr. Presidente Collor: Por que não privatizar a PREVIDENCIA ? Acabaríamos c/ todas as irregularidades,desvios, falta de aooiotência, etc, etc, te ••• QUtcIAMrzroAIro o deputado Luiz Guohiquc (PT) pode proceooo contra o ministro Mnrcilio Mar - qucs Moreira: ele não forneceu inform~ çõcs sobre o enriquecimento do ex-governa dor Orestes Quércia. O ex-Governador de são Paulo está (ficou?) milionario, oegu~ do o deputado do PT. ENTREVISTA o prefeito de Bela Vista, Edson Mo racs, dari entrevista a TF na próxima se mana. Vai responder tudo, que lhe for per guntado, sem censura. Em tempo, este o nome da nova coluna neste Diiírio SEM CENSURA, onde entrevistare~os políticos , empresirios, enfim, gente que é notícia , Moraes vai estrear. * JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA, O JORNAL VERDADE! PREÇO DESTE EXEMPLAR Cr$ 500,00 r.D:ílLSON BR;':,l ESCOBAR, oflci <'fetivo do Registro do lmÓV! do c;unic!pio ~ Comarca de d lt1, Estodo do Mato Grosso Sul, na foma da Lei, etc ... Fnz saber que :oran apresen Ln1f tas neste Cartório de RegIs - o , do Imóve1o p11u Exame de in =,} esz«dos, de confortdade cok 1 , ,rtigo 19 da Lei 6766, do 19 1 rletembro do 1979 1 o Memorial nh 1critlv0 e a planto, devida • ti te Aprovados pela Prefeitura 1!clpol do Jardin-MS, Certido T1d1, be coo todos os demais d@ lh ventos relst!vos ao "LOTEEI e RESIDECLL II!ARAC!', 1oc@ I :ado nest• cidade de Jardim - O, coposto de 03 (três) qua ino ,, e Sl (cinquenta e um) lo d i ;, co:il área total de 30.000 ma i (trlnta oll oetros quadro • ; ) , de propriedade de Dr. Nel ca i Gonçalves Brandão, brasileI xi; , c,as3do, advogado, residente' ;r e looicillado nesta cidade de ·din-NS, inscrito no CPF sob fé{ Cero ó30.241.134-87; Para so! ,lto de, decorrido o prazo de ma (quinze) dias, contados da :a da ultima publicaçao e no do; &rela de qualquer Impugnação rei terceiros, proceder-se-à ao se retente registro, nos teros Art!o 19 da referida Lei. qu( lo " passado nesta cidade e to , .. rca de Jardlm, Estado de ~ red Grosso do Sul, aos "29" vin- ., e nove dins do rés de noven- t l. S: > do nno de hUD cll no·vccen - net e noventa e u "1991". Eu , do )íILSO~ IlR;1'1 ESCOBAR), 0f1cl • mer' do Registro de InÓvcls fiz Ilografar, subscrevo, dou ré zO 1es!no. IllOBILIÃRIA J ARO DI LIDA 2 1 1 RIJA R u A P. s 1 X o 3 6 1 1 4 h u R A u A s X s o X 5 o A.R.T. - 'Pro : NELSON COSCALVES BRANDÃO Racald:' l!:' l>.000 ASSOCIAÇÃO DE ENSINO DE JARDIM CUR O B Jardim - Pré - lQ e 2Q Graus - Pré Vestibular Matrículas ~ertas de 05 a 30 de Janeiro/92 VAGAS LIMITADAS - PER!ODO MATUTINO Pré-Escolar· - Jardim I (até 4 anos) 20 vagas (maternal) I9 Grau 5 2 Série 25 6! Série 25 7! Série 25 8! Série 25 2a Grau l e Colegial 2Q Colegial---- 3Q Cursinho (Sei-extens±,j - PER!ooo VESPERTINO Pré-Escolar - Jardim II (5 anos) Jardim III(6 anos) 1e Grau l ? 2ê ------- a 4! ------- Parque Infantil - Sala Vídeo a partir da lê Série do lQ Grau ·Apostilado pelo curso BARDAL de :EIMILSON BRUM ESCOBAR - Oficial do Ret? de lcÕVcls ·~== ~ -- - -. Cruzeiro do Sul V eiculos Ltda. ,UNO CS 89 - Gasolina - Bege UNO S 89 - Gasolina - Vermelho UNO S 88 - Alcool - Bege OPALA 84 LUXO - Alcool 4cl - Ma.rron CHEVETT 85 SL Alcool - Verde Metálico • Voynge GL 87 - Alcool - 5 marchas - verd.Met. • .ONZA 83 HACTH - Alcool Vermel.ho ' CBT 7 6 com lâmina Rua Santa ~élia, no 104 - Fone: 624 - 7055 Orfeu Bais UNO S 90 - Gasolina - Bege UNO SX 85 Alcool Azul Metálico UNO CS 87 - Al.cool - Bege BELINA 89 L - Alcool - Branca Caminhão Ford.74/Trucado/Verde pota fibra-inteira F.1000 88- Branca/Preta-Diesel com ca- sã#% Campo Grande MS D 25 Vagas 25 Vagas 30 Vagas- - 20 vagas Jarditl - 20 vagas (Pré) 25 Vagas 25 Vagas 25 Vagas 25 Vagas Educação Física - Jogos Internos Curttiba - PR Direção Geral: Rita e. Braga Lima Vagas Vogas Vogas Vagas Fundaçao: 20 de Fevereiro de CGC.KF !5.513.203/0001-90 Inscriçao Estadual: 28.209.003-1 Diretor - Redator Cb f Diretora-Adminis e e - lvaldo Pereira trativa - Maria Estela V Pereira Gerente - Gilson Silva Santos • Redacâo,Adm.ini - _ na da Fr str açao e Parque Crafico: Av. Trlhn Reda, "Onteira,564 - SEDE PRÕPRIA - Pone:439-141Õ ~ ~~.im-Rua 14 de Maio,342 - Fone:251-1669 23 - Bela Vista - Mato Grosso do Sn1 SUCURSAIS Porto Murtinb A D - Antonic 0 - .:v. r. Correa,s/n!!-Fone:287-1239 Ma o Joao - Av. Mato Grosso, 675 racaju - Av. 11 de Junho, 91 Bonito - Ruà Pilad Rebu'á, s/ng Caracol - Av. Brasil, s/ng (Correspondentes em Campo Grande, Brasília e prin cipais capitais) ASSINATURA ANUAL: 30.000,00 - As.s. SEM.20.<XXl,OO PELO CORREIO - 40.000,00 Não devolvemos originais. O .Jo·rn,ü não se respon sabf.l:iza pela. Artlp DAB1tn:los ou ele ociao- definida Filiado à ADJORI/MS e ABRAJORI JDUn )0 HllI /1110 RIVIITIZIÇIO D VE C/lltf.lJ' i l'llÀIICC> O Hrsidte do Hanco lli1c· lonn l de Dcncnvo lv 1 mento Econólco e Socl nl, Rdunrdo Hodlnno, a crP<l1Ln que, ncntc nno, o propramn de denetatI-- 7f1Çno "vnl cl<:>colur de V<'7.", 1.1rw1110 odm.itlndo que híi 1n•111 quedn-d1:-brn c;o entre u banco e 011 octorN1 pc, tro11uinúco e de Lrnnnportc p~blico, 'E,n <:nlrcvlata excluoi va, ele revelou que ã Compnnhia Siderúrgica Na cionnl, o!mbolo do getu liomo, não oerú leiloado antes da eleições. so resgata ua credfflf dade, abre novan ]Inhas de crédito e posfbIl1ta o desenvolvimento social do Po{n. O concclto prln cipol da privntizacào e esse: a transforr.111ciio de um F.otado ompreaário cm em Eutodo cidodâo, preo cupado em renolver pro - blemna sociais e não cm atuar onde a iniciativa privada tem maio capuci dndo de oferecer um bom produto ou serviço, É e~ te conceito que tem hoje o npoi.o crescente dopo pulação, segundo pesqui sas. CHIR <ln Jnfrn-! ½truturn, qual é subordinado, vorãvel prlatfzaçio.A 1 cho que o SccrPC,Ír!n , 1 11- ve rever sua poslçao, projeto b - • n • n » pr s Quanto ii PC' Lrobrn , nao M,i.l l J, 0 - ili, f to,nao credito que a resisten- aos privatizar a Pelo cone 1 d onom!a propóe cncor - eia parto de ·rnn dirc.>ro- .i:ir,• <lu,, J,-tçÔC' ... 10 • - 1 ll riu, r.ins d.1 corporn~ào. A rc;:<:f 11 PL ' ca e q por te rues reaçoes po- ferecer melhores t r! l'etrobr5s é uma estatal, [t!cas, mus porque nao • tem Ob edecer ns dccia~c~ f,s ~~ohn concuJ io. u haviria tenpe para Isso. +M] • J d de Governo. o mais, a - prob ema e que> to po - Em contrupurIdo, vamos abrir espaço a carteliza queles que ao contra coloca , l Jr,i!:iu,e<Í no têm um caminho mnirl f .:i - cá0, ainda que o preco prl eiro trimestre, seli fetal seja competftivo, cil pnrn se r.1nnHeotnn'!'l, ! (" f ., , de .na a- #% : 12:;° sõo. E olha que ainda Prata, Inda4, Aços F[nos de acordo com as condiçÔ não estamos falando se - , r • il P -- l'lr;•t inl, e , as ert ,'e es dn populaçiio, cabendo quer em privati7.ar a Pe- 1 1 ) Ale: _ tro. ex e ±ranve • às concessionárias redu- trobrãs, mas apcnao o se disso, devemos divulgar - E t d A esar do a •• ~•· z!-lo. Assim, voce obri- e ª 0 - P - tor pctroquímico. - 1 di di E st a d o - Qual foi O poio da sociedade, há rc nos prox..mos .as 0s e - go os empresas a serem - resultado dos privatiza- sistências por parte de Estado - Há também o- toi:; <lc privntizoçoo da competitivas e 11 !nvcs _ çÕes realizadas no ano membros do Governo, como posições ã privatização Companhia Siderúrugica - tir em rnoderniznçiio, r,cm ~atado - Qual n ptt'! passado e qual é a expec Secretário de Nacional da petroquímica por por- de Tubnnio e da Copesul • que o Governo perca o são de desmbol 1o do EN- totivn pura e st c ano? de Transportes, José Hen te dos políticos e empre Estado - As privatiza controle de um setor que DES para 19?2 e quanto - Modiano - As privati- rique D'Amorim, que e sários. çÕes do setor siderúrgi- obedece não só as regras fof desembolsado em zaçÕes da Usiminas, Uai- contra a privatização da Modiano _ Os políti _ co avançaram, agora come econômicas, como sociais. 1991? mec, Celmn, Ma[ersa e Co Rede Ferroviária Fede cos estão defendendo in- çam as do pctroquímico; Acreditamos que, para ttodlano _ F.m 1991 fo- cl G ·ral, e da Petrobra·s, que d i evitar a cartelizaçiio,oo u s oinor ren eram ao over- teresses regionais, sem mas o setor e serv ços ram desembolsados S no o resgate de US$ 1,7 é contra a rédução da perceber que Estados e públicos, que envolve órgãos nonnativos de ca- 2, 5 8 bilhões para projc- bilhiio - o que represen- participação da Petroqui Municípios também ganham concessões, precisa de da setor público devem to•; de du;envolvincnto " ta 0,57, do PIB (Produto sanas centrais petroquI com a privatização, por- regulamentação. O proje- fixar suas próprias re - conômico e social e n Interno Bruto) - em t{tu micas. que O Governo não temi~ to do Senador Fernando - gras. nosso previsão para este los das dívidas interna- Modiano _ Depois que vestido em estatais por Henrique Cardoso e o Estado_ o Presidente ano é a de desembolsar - e externa. Acho estranho privatizamos a Usiminas, falta de recursos. ~ uma substitutivo do Ministé- do BNDES é O Único rema- US$ 3,88 bilhões. quando as pessoas que considero superadas as miopia que atinge também rio da Economia atendem nescente da equipe da ex Acredito que os seco criticam o programo afiE manifestações contrári - empresários, que temem - aos interesses do BNDES? ministra Zélia Cardoso res agrícola e de expor- mam que vendemos as em - as. As resistências que perder privilégios e uma Kodiano _ Temos diver de Mello no Governo. Co- taçâo deve~ liderar os presas, mas não recebe - existem serão superadas. prática de preços que gências em relação à fi= mo tem sido a relação desembolsos. mos dinheiro. Esta ideia o Secretário Nacional de não condiz com o livre ação de tarifa dos dois com O Ministro Marcl1o No ano passado, foram é falsa, porque as moe - Transportes não apresen- mercado. projetos. o do senador - Marques Moreira e porque, liberados USS 168,lJ mi- das (títulos) aceitas tou ainda argumentos ca- Estado_ Há também a Fernando Henrique Cardo- na sua opinião, o Minis- lhÕes para projetos ngri nos leilões representam - ES • 1 1 d tro levou algun tenpo p_a colas de um total de f i- pazes de sustentar sua questao da CSN. O BND· so nao est mu a are u - ""_."G."ü"ti..· viis·v"ice revicie e ice reme te errei irei, egere±rea.« estio sendo quitadas. I IS$ 262,9 milhões. Também temos expecta tivas em relação ooo fi nanc!amentos para Empre sas multinacionais. Até agora, 28 e~presns Já a presentaram 22 projetos num total de 1nvestlT.en tos de l'S$ I 7_6 nilhÕer, , para una carteira que tem recursos de S$ 300 repassados ao B NDES pelo Banco Intero rer1c·~o de Desenvolvi - meato (BID) e Banco Huo dial (Bird). (Transcrito de O Es tado de são Paulo) 92 :r r s. li relacção como o MInItro Msre{lo Mar que tem sldo favoriv Acho que ele decorou para apof r as privatiza çóes porque entrou €o o processo et curso e u equipe nio estava a J1 ,r dn,:; decir.Õ,,. qu<' l11111L1 - mos tomado. VAI PRIVATIZAR@ N . em' melhor do que a iniciativa mgu .. evadi sra tazeruma erg,z1,"2 dificar e crescer. E ninguém me O - o Estado para· audar de questões :~o saneamento básico. saúde, edu- cação e justiça d B il É por isso que o Governo o ras1 está privatizando suas empresas Agora é a vez do Serviço de Navegação da Bacia do Prata - SNBP criado em 1943, e transformado em Sociedade de Economia Mista em 1967. Com a iniciativa privada no comando, a empresa vai poder favestir para crescer; se modernizar e conquistar mercado no transporte de carga na Bacia do Prata, colaborando para a integração latino-americana A privatização, como tem acontecido em todos os casos, vai beneficiar também os empregados; que se tomarão sócios de um empreendimento promissor; com lucros maiores e melhores salários. E o Estado, cada vez menos empre sário, vai poder se dedicar mais aos investimentos na área sócial de que, o País tanto precisa ~ Serviço de Navegação W da Bacia do Prata S/A. r::it1 A prioriJ,<le EiEI éo ,idadào. PREFEITURA MUNICIPAL D CARACOL - MS PORTARIA N9 011/92 O Dr. Cícero Barbos e d.a Silva, Prefeito H o cipal de Caracol, Esta -, I do de Mato Grosso d nl i.--4-._...i Sul, osando das atrtbe @l uu:.:;a;.;::....i;.::....;._ __ ~ çÕes que lhe confere f l cargo: RESOLVE: l - Exoner=, ,;or ~• 1 JlANDONO DE EMPREGO" o funcionário Sr. CARLO ROBERTO HESYPORT, ocu pante do cargo de Ass tente Adm'inistrativo onJ Secretaria Geral., liced cíado n pedido en 12 d~ Fevereiro de 1991, CON VOCADO para retornar suas funções e::i 18 de outubro de 1991,confor i me Edital de Chamamento e Portaria ~ 10/91, ptt ,· blicado no Jornal TrIl na da "Fronteira n2 1127 de OJ de Nove:::bro de! • 1991. II - Cu:pra-se e Pu-+ bl.ique-sc. 1 1 Paço Municipal, el !º.6 d(! janeiro ele 1992. i NR: Cícero l. da Silva Prefeito Municipal Tribuna de Bonito POETI DE BONITO COMEMOROU CINQUENt I INOS OE CIISIDO t. r' e:, a ' as 'i. 'i: L. D 1~aodorico de Góes Falcão e Dna. Nair comemoraram as Bodas de Ou ro com festinha Famili~;- e Ato Religioso. t.d O Folclórico THEODORICO DE GÔES FALCÃO, popular "BIJO" , que foi cunhado do lendário Silvino Jacques, seguidor do Profeta "Senhorzinho" e primeiro poeta com várias obras publicadas, come morou em grande estilo sua "Bodas de Ouro", abrilhantada com uma festinha familiar e ato religioso que contou com a maciça parti cipacão de parentes e amigos. Theodorico é filho do Desbravador de Bonito, Capitão Lu is da Costa Leite Falcão e de dona Barbara Góes Falcão, nasceu - dia 10 de julho de 1920. Aos 10 de janeiro de 1942, casou-se com dona Nair Nolas co Falcão, nascida aos 26 de julho de 1925, filha de Pedro Nolas coe dona Brasilina Moreira Nolasco. "Bijo" revelou-se um ilustrado poeta , que com versos simples e uma narrativa ao seu jeito, conseguiu publicar tresli vros que relatam os fatos mais marcantes do município, desde o pei' desbravamento , quando as pessoas já brigavam pela disputa da da terra. se hoje os alunos conhecem um pouco da história local de- ve-se a determinação de Theodorico que, além das obras publica - das mantém um acervo de documentos e fotos antigas que vês por outra são utilizadas por outros historiadores. d 1 +a, qull;; nh ,: ti ' ma •, lh ' ' e o mo; <li ) ma e-a xi: re ' ré; so. ma' dox' rei' se 1 que to 1 re tíc ne do mer ;"() ~ ' 1 I jbandono .de Emprego Solicitamos aos Srs. Germil Neves de Oliveira, portador do CPF no 294.574.081-87, e João Caetano de Souza, a comparecer - no prazo máximo de três (03) dias após essa publicação, no Es critório do Sr. Gerson A. Marcondes Junior, para justificar o seu não comparecimento no serviço por mais de 30 dias. O não comparecimento de V. Sas. implicará sua rescisão por justa causa conforme Artigo 482, Letra Ida CLT, sendo seu úl timo dia de trabalho dia 07/10/91. Churrascaria Canaã CHURRASCARIA CANAà serve o melhor churrasco do Brasil. Buffet quente e frio com dezesseis qualidades de pratos todos os dias. Sistema Americano e Rodízio. Musica ambiente.Parada obrigatória para quem gosta de comer bem. 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'» Jurl e outros ervfços obrfzatórlos por 1e!; 'IX ~ lr,rns.tLo pr,ro ter erre[cto em nova ede; a ~{"""{"",7«o ativo, ate o 1wio 4« 1o n • ro ' tom! e u Mn da c-1<:lf UOJ , mandato 1entslattvo ou executtvo, íedira1 ou estadual1 mandato de Prefefto e vice-prefeita; ' XXII-_mandato de vereador, quando não efnttr compatI'I1!da de de horaro entt f' u sr•u r·x'-rr.ic.lo u o rlo c.::argo p,ÍL11co. - XXII - mandato classista, Cnfco: O afastamento previsto no Inelso XII deste urtto depender« de previa autorfzação do Prefefto, "e Art, 15) - Contar-e- apenas para efeito de nposentodorln e rlloponlullldadc; . I • O tPmpo de ncrvlco prcstodo i, Unliío, Estados Distrito Federal e outros muntcIp1os. ' 11 • A prorrO(Jllçiio do licença para tratamento de súde P<'llnon du lamllln do 01•rvldor, ate novcntn dias; 111 • A licença para atlvidndc pol[tkn no caso do ort. 1)8 20; ' 1V • O l<·mpo corronpondentc no desc•mpenho de ranndnto eletivo federal, estadual e municipal, anterior oo Ingresso no oorvlço pulillco munlclp11l; y - O tempo de oorv1ço e111 nt1vldnde p(1vnda, v1nculndo n pre vldencln aoclnl1 - VI - Em dobro, o ternpo de 11cençn•prÕcmlo não goznda1 VII • O tempo de serviço mllltnr prestado üe Forças Annndna, durante ll. poz, computando-se em dobro o tempo de operações de guerra, § lQ • O tempo cm que o servidor esteve aposentado ou cm dls ponllillidnde será contado para novo nposen~ndorin ou dlsponlbl= lld11de, § 2Q • ll vodnda a contagem cumulativa de tempo de serviço • prestado concmnltnntemente em mais de um cargo ou função de Ór• gÜo ou entidade dos poderes da União, Estados, Dlstrlto Federal ou Munlc!plos. de CAPITULO VIII - DA APOSENTADORIA 4 32 trat d· t!r-1 J '"'· s 1@ O rereo se !!,a!, f 22 - 0 recuro ra e dfe da notar!- d+de que etlver fdf tente d, Art, 14 - o prazo para !rterp pd! lo d retas!de ração ou de re uruo é de trtt Mt, a contar da puolfc,ao ou ténia, pelo terei ado, da 'cl lo reorr!da. Art, 165 - 0 recurto poder r concedido co efeito suspe alvo, 11 Juf::o ,Jo Prrll'l lo ?1 :,,!LlJ .1). _ $ Cnlco: E cato de provtento 'o pedido de_regoras!der a,ao ou do recurso, efeftos da dolo retroa!rao a data do nto 1pugnado, - - Art, 166 - A representação sera apreciada, renpre, pelo Pre fole.o tiunldpal. Art, 167 • O dlrc•ltl) d~ petl1,Í.o 1,rrscr,-ve: _ I - em cinco anos, quanto ao atos de demfssao e de casa " çâo de dlnponlbllidadc ou que ,1tet<C Interesse pntrl:-,or:lal e créditos resultantes das relações de trabalho; 11 .. e.n cento e vinte dias, nos tomafs casos, alvo quando outro prn,o for fIado em lef, $ nfco: O prnzo de Jlr«scrl,;én . ••rá contnd<> du data de pu • blfcaçio do ato ou da data da clerfa, pelo Interessado, quan do o ato não for publicado. Art. 168 • O pedido de recono!<I•. llçiío e o n·curso, ~•JAndo - cnblveia, lnterro::ipi,:, o prcocrf,a.,. _ f Cnco: Interronpfda a prescrtao, o prazo recoreçari ser contado, pelo restante, o fh1rt1 r do dl11 Pri que cessar interrupção. Art. 169 • A prescrição é d<: ont~m pública, não podendo ser relevada peln Admlnhtraçiío, Art. 170 .• Poro o cxerddo do dlrelto de petição, é assegu rada vista do processo ou docuntnlo, nn reparth.Õo, ao servi -: dor o..t a procµrndor por ele const 11 u{do. Art, 171.• A admlnistra~áo devcrií rever seus atos, a qual - quer tempo,+quando eivados de Iler!idade. Art, 112•.,.,siio fatais e lr,prorn,,;ávels os pre,os estabelecl_ dos neste <>Jtf tulo, salvo notivo dt· força maior, rrnn.o IV + REGIME DISCIJ'LlNAI( " ct 1 • DOS DEVERES Art. 11J• 1 ~· Siio deveres do servldor: I • exeri!er com zelo e dedlcaç,'io as ntrlbulçÕes do cargo; 11 .. ser leal à instituição que Gervir; III - observn.r ns nonoas l<•.;nis C> rcgulancnto..rc-s; IV .. cumprir as ordenas r.up<'riorcs, exceto quando manifest! mente 1!egals; V - atender com preste-7ll! a) no público en geral, prestando as Informações requeridas rcssnlvalla~ aa erotegldas por sl~llo; b) ;; ,exj,ediçao de cert ldÕes _ n•queridas para defesa de dlrel_ to ou esclarecimento de situaçocs de interesse ~essoal; c) às ,equisiçÕes pnrn n dcf,•sn da Fazenda Pulilica; VI - Levar no conhccint'nto da .1utoridode superior as irre~ laridades de que tiver cfnca em rtão do cargo; VII- zelar pela econool! do ~::t, rlal e o conservação do pa· trl..rnÕnlo pÚbllco; VIII- guarda sigilo sobre é13r:..rntos de repartição; IX - manter condut.H compnt!vc.·1 <"OCI a moralidndc. administra- tiva; • X - ser ass[duo e pontnnl .10 serviço; XI - tratar com urbanidade as pssoas; XII - representnr contrn i1 il~bttlid.1.dc ou .,buso de poder. § Onico: A reprcsentaçiio de que trata o Inciso XII será en· crunnhada peln via lli.c:rnrqulcn e obrir,atorlrunente apreciada pe· ln nutorldnde superior contra a qunl é formulada. CAP111JLO II • DAS P~OU.IÇÕES ore! en. e 1 ;·; - . perceer ta io coletiva, Art. II - O erv1!or co:-:·is<âo ou função de o de nals de un cryio de d Art. Is2 - r!tl do o ervfdor está acu ulana tas neste Estatuto, será ele ôes, e obrigado a rest!tu!r te. f fco - Provada a t,o 1 , o cu funçãv por tp..:~ opt ,,r. 1 • r Art. 16J • o •ervldor responde clIl, penal e t{n!str Ia mente pelo exercfc!o Irregular de uas atrta tães, Art. 181- • A respon,rnbiltd.ade c-1111 dearre de ato to! 4o 1 a culposo, que resulte em pro)uf,o_ao_lrario ou a ,,..,. 11°•. a 5 1? - Nos casos de Indenfza,ao a Fazenda Munfctral, o ser c!or será cbrig.ado a repor, de un só vez fortinta do pre • ju!zo cnusa4o ~m virtude de alcance, desfalque, r 1suo €a .., .. olssâo em efetuar recolhirento ou entrad, de par rfe ni J r l- zos legais. , 4 29 - Ressslvadc,s os casos do para;rafo antertor, n Ldenl- zação de prejuízos causados ao Erirto poderá ser liquidados na forr.:a prevlsta no art, 71. § 3!? •Tratando-sede dano causado n terceiros, por dolo o culpa, e tndenlzado pelo lfiin1c[pl.o, respondopi o •ervldor •' r, te a Fazenda PÚbllca êll! nç.5o re,iresslv8, - § 42 • A obrigação de repnrnr o dano estende-se aos sucesso res e contra eles será executada até o 11.rnít.e do v-..:tlor da hera ça recebida, - Art. 185- A responsabilidade penal abrange c rires e con travenç:Ões 1.r:putsdos so servidor, nessa citn'.ll 1<1.Jrlr•. Art. 186 • A responsabilidade adtllnlotroft lva resul t11 de. nto o~issivo ou comisslvo praticado no dE.s"'ªP"/1'~0 dô Cilr;;..o ou fgn - çao. Art. 187 • Aa sanções civls, penais e ~d~lnlslratlvos pod~ - rão cumular-se, sendo Independentes entre si, assim como as res pectivas instândas. - § 1lnico - A responsabilidade clvll ou adr.l.nistratlva do ser- vidor será afastada no cnso de absolvção criminal que negue a existência do fato ou a sua autoria. Art. 154 • O servi.dor será aposentado: 1 • compulaorlrunente, nos setenta anos de Idade, com proven tos proporclonals ao tempo de serviço; II• por lnvnlldez permanente, sendo os pr~ventos 1ntegrnls quando decorrente de ocidente em SCf':'.lço, molestla profissional ou doença grave, contagiosa ou lncuravel espcciflcoda em lei, e proporclonuls nos demola casos; 111 - voluntnrlnmente: n) nos trlntn e clnco anos de serviço, se homem, e aos tr1n· tn, se mulher com proventos integrais; . b) nos trlntn anos de efetivo exerc{clo em funçoes de mogls· térto, se professor, e vinte e cinco, se professora, com proven tos integrnls; e) nos trinta anos de serviço, se homem, e aos vinte e cinco se mulher com proventos proporcionais a esse tempo; d) noR scsscntn e cinco anos de idade, se homem, e nos ses - sentn, se mulher, com proventos proporclonals ao tempo de servl_ ço' II III " 11 t § lQ - Apllca·sc o disposto rm lnclsos e , a e 'c" • deste ortl.go, ao servidor ocupante de cargo comissionado que , sob esta fonna de vínculo, atenda aos requisitos e prazos ali estabelecidos, § 2Q . No caso de aposentadoria, com base no lnclso TI deste artlgo O retorno do aposentado a qualquer at!vldnde remu~era - da, scjo nn área público ou privada, importara na suspensao au- tomática do pogarnento do benef!clo. . . , • A t 155 . A aposentadoria compulsaria e automatlca e sera dee1arada por ato com vigência na data em que o servidor attn gir n ldnde llmite. Art. l56 . será aposen~ado o servidor que for considerado I.!].' viilido aro O serviço e nao puder ser readaptado. _ Art.p 1.57 . No cálculo dos proventos de aposentadoria serao - considerados: , I - o vencimento basico; Art. 174 A id 'bli • lbid II . 0 ndlclonal por tempo de serviço; • o scrv or pu co , pro o: III _ os acréscimos previstos nesta lei; l - ausentar-se do serviço durnute o expediente, sem prévia IV . as "nntagens inerentes ao c.><erc!cio do C!rgo; nutorizaçâo do chefe Imediato; _ 5 vanta ens Incorporáveis por detcrminaçao legal; II • deixar de comparecer ao serviço sem causa justificada; VVI -ªos •ratificações ou outras parcelas fl.nnnceiras perceb.!_ III • deixar de prestar declnraçÕea em processo adml.nlstra- " tivo disciplinar, quando regulann~nte lntl.mado; das em caráter permanente. .. i 1 r fl.x.o de re- IV - retirar, se.e prévia nnuf!nc!a da autoridade competente, § Onico • Considera-se vencimento bas_co O va ~ I servi· qualquer documento ou objeto da rcr,nrtiçiio,· - d cargo efetivo ou em comissao, ocupa o pe o muneraçao o , a e.m ara a inatividade. V - recusar fé a_documentos pÚbl lcos; dor o sente d,pçzz, k assenaãoria serão revistos, na V1 - opor resistencla lnjustificnda ao anda.ü:ento de docUII:en Art. 158 _Os P data sempre que se Il!Odifique a remu to e processo ou execução de serviço; - me.smn_proporçao e na me. 5 maatividade, sendo também estendidos -= VII - promover mnnifest.açâo de Apreço ou desapreço no recin ncraçao dos setvidores em ef!cios ou vantagens posteriormente. - to da repartição, ou tornar-se solidário co:1 ela; - aos inativos q1.14isquer ben atividade, inclusive quando de~or· VIII • referl.r·se de modo depreclntivo ou desrespeitoso às concedidos aos servid~res emreclassificaçâo do cargo ou funçao - autoridades públicas ou aos atos de." Poder Público, mediante ma rentes da. trans formaçao ou · nifesução escrita ou oral; • • - cm que se deu n aposentadoria. tado com provento proporcional - IX - creter a pessoa estranha it repartição, fora dos casos Art. 1.59 • O servidor apos~~do de qulaquer molestia cspeclf1 previstos em lei, o dese!llpenho de cr.cargo que seja de sua coo· ao tempo de serviço, se ªº 1 fº desta Lei, teró provento integral! petencia ou de seu subordinado •. cada no art. 1.54, inciso • X 7, compeUr ou aliciar outro servidor no sentido de filia· zado. revista neste artigo corresponde çiio a associação profissional ou sindical, ou n partido polit.i § li! - A proporclonnl1da d e P trinta e cinco avos quando • co; - - por ano de efetivo exercício, 0 um Uno e a um trinta avos quan- XI - manter sob sua chef1n lnediat.a CÕt)uge, COl!lpanhelro ou referente a servidor dct sexo mascu parente ate segundo grou., salvo se provado cm concurso publi- do do sexo feminino. d d a natureza especial de servi· co. § 29 - Quando a lei, aten cn ° a 8 8 osentadoria, o proyento, XII - valer-se do c.argo porn lor,rar proveito pessoal ou de ço reduzir o limite de tempo pa~ se~á calculado na razao de outrem, em detrimento da dignidade da função PÚbUca; se' for O ca.so de proporcion:lida :~tos forem necessários para a XIII - particiapr de gerencL:i ou administração de empresa. - tantos avos por ano de serviço qU", privada, de sociedade civil, ou cM:rccr comércio e, nessa quali nposentador1n com provenio i~t:~r~~o de serviço, o_provento • dade, transncionar com o Nunlc[plo: - _ § 38.- ovando roor"??z s cento da remuneraçao da at1vl_ XIV • atuar, como procurador ou lntEr::ediário, junto a rcepar nao ser.i inferior a cinqu , k iio do respectivo plano de tições públicas,salvo quando se tratar de benericios previdefr dode nem ao valor do vencimento . ciár1os ou nssitencia.1s de parente ate segundo grau; c.arr-tlra. id r aposentado será pnsa ... a grn.t:ificaçao - X'l ... receber propina, comiss.lo, presente ou vantagem Art. 160 - Ao serv o 1 ta nesta lei (lJ'2 salar1o); qualquer espécie, em rnzão de .-uas otttbuiçõcs; natalina, na forma prev s • XVI - praticar usura, sob qualquer de suas foras, no ãbi- Sltl'CIA to do servi_ço pub 11co ou fora de I e; • CAP!IULO IX . DA pREVID[NCIA E DA ASSI N . XVII • proceder de foma dcsld ioi,a; municipais cont.ribuirã:o, em regime XVIII - eooeter a outro servi.cor atribuições estranhas às - Art. 161 • Os servidores 'acional do Seguro Social (INSS), na do cargo que ocupa, exceto em sit:=,;Ões de c,,er~éncia ou t:ran· especial, pars o Instituto ~ 32 17 e 122, IV, da Consolida· sitÓrins; foma prevista nos art!so 1 :-so!ial' (CI.PS), aprovada pelo Decre· XIX • utUi=r pessoal ou recursos =te.riais d<l reparti~ão cão das Leis da Prevldenc d• Janeiro de 1984 • c.m serviços ou .:,tlvtdades p.,rtlculnres; to Federal e89.312,,de ? 2 ";os prestados pelo Instituto XX • exercer quaisquer atividades que seja Incompatíveis - b f cios e seL" :r ti - com o e.x.erclci.o do c"argo ou fun;-iio ~ c.ew o hor!irio de tr.ibalha. 5 Onico ~ Os ene ('""SS) conforme previsto no ar so Nacional do Seguro Social ,,. rtlgo são os seguintes: Art. 175 - l!cito criticar atos_da Adinistração do ponto 17 do Decrt!tO referido neste a ., de vt.sta doutrinn:rlo ou da organizcçao dos serviços, e traba- I _ quanto 80 segurado: lho assinado .. o) auxfll.o natalidade. . II . q,;.anto aos dependentes: CAP!nJLo llI - DA ACU~:n.Açi,O n) au.x!Uo reclusno; b) nu.'<[lio funeral;_ ia de falecimento do servidor em at1v.!_ e) pensão cm decorrenc da.de ou aposentado .. b ~fic!Ário.s eo geral: . 1 UI - quanto aos .. en farmocéut.icn e odontolog.ca; a.) as.si.stencla rJedicn, . ó sasisé@eia o,2,çÇ;". a, recasas5e rotsston1. c) a..ssistc.neln ree u CAP1.nn.o X . 00 DIREITO DE pETJÇÃO d n.o servidor o direito de petição, em A:rt .. 162 - t .:isscs.ur.a o corno o de representar. tod,1 sun plcn-tt'Udc, o~sl.Jt • dir'l.gido ao Pref°"'!to.,:Unicl.pa~ li-" iié-ó rurln?"??Co &sétsão, as rsi « que e+t! o c.1•cnninhara 7 par.:a co ver serisás s FegUp""?_aeras5s, i esa qurrt4ade sue 22 - Cnbe pedido e r rofcrido a pr'iPciro dec!s.io, nao po • h-cuvcr cxpcd.ido a ato cu P dendo per renovado. CAPITULO V • DAS PENALIDADES Art. 1.8 8 - São penalldadea dlsclp!1nar~•: I - advertência; II - suspensão; III - de!são; I - cassa ão de dl.sponibilldade; V - deotltulçiío de caro em comissão, Art. 189 - Na apllcnçaÕ dna pennlldades s~r.io consldcrad~, " natureza e a gravidade da l.nfração co:tetlda, os dnr:os que deln provlere.o para o serviço público, as circunstãncJnG agrnvnntes ou .atenuantes e os Dntec.edentes funcio:1.1!5. Art .. 190 - A pena de ndver-têncln. d1?rá aplicada por e.scrlto ., nos casos de indiscip!lna ou falta de cu,r,prlr.~:ito dos devcre• funcionais, previstos no art,. 17!., ltt:.ii I i°l XI. Art. 191 - A pena de suspensão Gerá aplicada em. c:100 d~ reio cl.dencia dns faltas punidas C""1 advertércin e de violação d.os demals proiblç§es gue não tIpiftquen Infração u[e!ta a peral! dade de demissao nao podendo exceder de noventa d!o..s. § lQ - O servidor suspenso, durante o pcdodo da pena, perde rá todas as vantagens e direitos decorrentes do e.xerc!cio dÕ J c:argo. § 2Q - Quando houver conveniénciii pnra o scrv1>o, a pt>n!lli~ll de de suspensão poderá ser convertida en rrultn, na base de ctr quenta por cento por dia de vencioento ou rec;unera;.áo, !fcsodo o servidor obrigado a permanecer em servi;o. ,_,( l § JQ - Será punido, com suspensão de até qu!nze d1as, o ser vidor gue,. injustIffcadarente, recusar-se a ser submetido a !nspeç.ao medica detenninnda pela n.ut.oridnde co!Z;,ctcnte, nas hi póteses previstas no ort. 124, parágrafo in!co, cessando os e- • feitos da penalidade logo que se verifique a fosp~ção cédic1. ! Art. 192 - As penalidades de ad·,crtCnci.o. e de suspensão te .. rãa seus registros cancelados .!Se, após o decurso de três e c!n- -1 co anos, respectivru:ente, de e.fetivo e.x..erc!clo, n.êo for pratica áa nova 1.nfração disciplinar. - ~ § Onico - O cancelar.:.ento da penalid.:,de não surtirá efeito rr- troativos: - Art. 193 - A pena de deoissiío será a;,l!cadn r.o• segul.nt.es Cf!. sos: l - crie contra a administração pública; II - Dbandono de cargo; IlI - inassiduidade hablt11.1l; IV • l.l!lprobidade adl!lini.strntl.va; V - 1ncoatioê.ncia .. pÚb11ca e conduta escandalosa; VI - insubordl.naçao grave e:: servlço; VII - ofensa !Ísica 1 em serviço, a servidor ou a. particuI o salvo em legiima defesa própria ou de cuttem; j;- Vlll • aplicação .irr-egula.r de dir.hel.ro público ; IX - revelação de segredo .aproprLldo e-o rcio de c..a..rco; 1 1!!!, X. - lesão 40S cofres públicos e d!lapldaçâo do pntr!.oôn.to r;:..i nkl,pnl; • - ll·-.) !. XI :.. corropçno: Xll ..:. acumulação ilegal de c.n:q;c!l.,.ou !i...~;õ .. s C-i!!ll!ca.s; XIII - transS'ressâo dó are. 1.74, ir.eis.os XII à XX; de XIV - Ineftciene!a no eercfc!o do crog. § 1.2 - A pena de de?:1ics2.o :-, . .,,., ~ -;.t • s !! + p!cada eo decorrencin de decisão judlci.al e_-, ;,lzaáo. § 2Q - Conside.rar-se-ã abandono de cargo, o no compareciren to do servidor por o.a.1.s de trl.nta d.1t1.s consecuth•o-:; ao :;l.!rv1;.o-;- sc,:, Ju.st.i c,,usn. • § 32 • Entende-se por inassiduldode h:ibitual e falta ao ,ec viço., sem causa Justif!ca:da, por sc.ssc-nt..l Cl!!.S ir.v":J>oÜ!da..-cc-t~ durt1nte o per·!odo de doze meses. $ 42- A pena de der.i.1.ssÕ:t por ioc-fic:!.êncin no sc~!ç.0 1 só s-a rã ap1lenda qll..'l:ndo verifJc:.dn n L'::?oc.slh!l!c:t~de éc read.::r;a ..... ;~ _ do servldor. Art .. 19.'.. - A acuulaço de que trata o !nc.!so NII do art ir.o a.nterlor acarreta a de.-::::1s siio de un !os caros cu funções; dado se quinze dias ao scrvido·r pn-T.1 opç..'Ío.. - $ 1?- Se_coprovado que a acumulaçio se de,-..:.; p.-or c:i fé, • servidor s.e.ra de..,1t1do de abos os_cargos e o!r!ato a devolver ,- o que hot.NC.r recebido dos cofrc.s ;,;::.llliccs... § 2t> ,hipótese do par@grafo anter!or, s(•:-:::Jo U!: dos ccr - os ou funçao exercido na_ttn!..n.o! Estados, O!.s-t:rtc.os Fe:!e.:-,11 o~ f outro :;anlclpio, ..J. deissao sera comunicada ao curro Grão cu cntid.ade onde oco-rr.1 a ncu=utcçao. Art. 195 ... A dessão nos casos d.os Lncl~os Ir, VIII e X do ..-irt .. 193 ibpllc..1 a IndIson!!!!I!de dos tens e o ressr:Le r3 ao El"Úr1o, sen prejuIzg da a;ão penal c±!ve1. • • - Art.196- A de!ssão por InirLngCc!a ao a:t. 193, Ln!so - XII e XIV, Incoar!!!!!za o ex-servidor para nc. Instftur e cargo ou fun;no publica un!cipal, pelo prazo !nis de in co . .:ino.:;. Art. 197 - No poder retornar ao serv!o pbl! mun!cipa! o servidor que for denIt!do per infrinnc!a o ar 19 1et-- I, IV, VIII, X e Xl. ... .. •• - • -:. ·'- ......... Art. 198 - Atendida a gravidade a alta, a pena de tenlsG- poderá ger aplicada co a nota "aludo serviço !tco" 4 "" constará, obrigatortente, do aio de!sztrl + Hat Art, 176 - Ressalvados os caos previstos na Constituição - Federal, ê vedada a_acumulação remunerada de crecs públicos. § l.Q - ~ pr.-oiblçao de ncu;:-ul:..r t"~tE...'?d':-·s..c ..1 CdT&os, e:t:p--r:c - os e funçoes e autarquias, undacoes publicas e de c-conamia ista, da Uni--ão, dos .. "Esto.do.s, do ::nctrito T.:!tlcal e }:Un.tdptos $ 22- A acumulação de caros, ainda que licita, fica cond.l cionndu à coopor-v:tçÃo d.:l ca:::r::tU 11 iJ:i~I! ct.: hct'".:Í::-!os. - 5 32- A copatLt!!idade de her :-!e:- s .... ~:-.t~ sc.-rã .id:ni.tida qu.1.r.do houver probabtliê:1.dC' ..!e ct. rirento integral da jornada ou do regie de trabalho, n turnor crpletos, .Iates em ra - -zão do horário de funcionscerto do é:-;: lo oc C;Jl1tadc n. que o servidor pc:rt,enccr. Art. 177 - O servidor vinculado ao re·! desta Lei, que a Clllt!Ula:r 11c1t.ru:ente do1s c.!q_;o.,. é .. • c.__rretra., -;:i.1:-:!:o lnv-est.ido em cargo de provimento e cozfsslo ! lcn:r3. _afastado de atos os cargos efetivos e percbera sus tearzçao mos termos da lei referida no o'.l.rt. 98. u ,- e l no·, I I.IílA - JJIA (!() J(I (,!(). M, - - -·-·. ------------ Municipal de 1 r, 'l f•l l ') r,.u 1' 1J ,. . 00- t) to da 1p/0fio da per,lf4d nn!orará s nto lza] e a casa da ano dfrfi! r, - As penal!d4de d1Ip!Irares rio a1f .t r • 1 • lo pn,fol to, .,~ld1 nl: ) no de denlssn e a ação de df ponfM{Ide; ) quando e tratar de detftutio de taro m o no pante de caro efetfvo; ) a u»penso wuper for a trinta d1a; II pelo retiro nos cao de advertnfa e tuspenio d t rlnt II ti lbt1. rr, 22 - A io /ioc!pltnr prescrever: . l- e cinco anos, quanto is Infraçó punve!as con dom'ssia, o de dispo!lIfdade e destftu!ao de cargo e com!as@o; I - e dols anos, quanto à suspensa; _ 1 1{ .. em cento e vfnte das, quanto advertencia, 12- 0 prazo de precrlao começa a correr da data m que , J1k1Lo foi pr•tlcndo. - 0s praros de prescrição previsto na Jd e•Ml ftj>ll - • 1i11 lnfra,Õon dlsdpl1r111reo cnpltulndlO tnr,bér. coo rt 12 - A n1Jertur11 rlc slndtcãncln ou 11 1nstnur4'ÇÕo de procf',;- " ,11:,clvJJn•r fotcrrompc 1t prrscrlçiio. _ . 1 t,r! - lntorr~p!do o curso dn prcDcriçuo, r.nte: rt-cor.:<'._,nr11 "' correr, pelo prazo restante, n partir do d1a em que cessar In terrupio, 0 ) f !lllJl V - DO l'ltOCCSSO DISCIPLINAR - CAP1TIJI.O I • D!SPOSIÇ()CS ' C'AIS e o mo di ma Art. 203 - O processo admlnlotrutlvo dlHclollnar é o Instru l tento destinado a opurnr responsabilidade de servidor por infra i_.~tJ pr,tllcndn no t'xcrc!cio de suns atribuições, ou qut tenha re lus.,do_1t.::.dlatn coin as atribulçÕos do seu cargo. - i u,lco • As disposições deste título opllcnr>·sc a qualquer. <atro cospreendido no Quodro Permanente, Supl~entar ou Provls,2 l rio do :unldplo, de suas nutnrqulas e {undoçeos. rt, 20 - A autoridade que t !ver ctênc ia de I rregu lnr ldnde l' no :;~rv iço pÚbl ico é obrigado a prOTilover n sua apu-ruçõo l.medin ta slndlciincin ou inquérito edclnistrativo disciplinar, asoegu· td rad no acusodo onpln de!esn. An. ZOS - As denúncias sobre as irregul&ridades seriio objeto C~ Jc npurn,iio, desde que contenham a identi!lcação e o endereço - ll. do dc11onciante e sejar, fonnulndas por escrito, con!lmada 1 au- j tcntlcldode. S Onlco - Quando o {ato nnrredo não configurar evidente ln - te frnçiio disclplinnr ou U[clto penol, a denúncia será arqulvudo h vor falta de objeto. c 1 Art. 206 • O processo disclpltnor ser,Í conduzido por cornls - são conpostn de três servidores estáveis, designados pelo pre - Pl,· [clto inunicipul, que indlcorlÍ, dentre eles, o seu presidente. "' § H? - A comissão terá corno secretário servidor designado pc P' lo seu presidente, podendo o designação recair em= dos seus F l l'Cillbros. • J § 20 - Niio poderlÍ participar da comissão de sindicância ou - nq de lmluérlto administrativo parente do acusado, consanguíneo ou t f nflm, em llnhn reta ou colaternl, até o terceiro grau. § 32 • A cor,lssão instalará os respectivos trabalhos dentro de clnco dias da data ~a publlco,iio do ato de.sua constitulçiio. i:1 Art. 207 • A comissao de inquerito exercera suas atividades ~• com lndependêncla e imparcialidade, assegurado o sigilo necessá d,, rio à elucidação do fato ou exigido pelo Interesse da Admlnis :: trnção .. d. Art. 208 - Se, de imediuto ou no caso de processo disclpli - 1'1 1 nnr, flcar .-•ldenclado que o irregularidade envolve crime, a nu , o; 1 toridude instauradora eOt>unlcarii o fato oo Ministério PÚblico.- Art. 209 - Os Órgãos e entidades e:unlclpals, sob pena de n C]lh!t rt•sponsab!lldade de se~s titulares, ntenderõo coo pres;ezn as •~llcitaloes da comlssoo proeesnnte, Inclusive quanto a requ-ls! çno de tecnlcos e peritos, devendo co:r.unicar prontamente a i.rn. - ti possibilidade de atendimento, ec coso de força mllior. . Art. llO • Quando a infração deixar vestlglos serii indispen ma s3vel. o ex.n'!!e pericial, direto ou indireto, não podendo suprl lh • lo n conflssao do acusado. § Cnlco - A autoridade lulgodora niio ficará adstrita ao lau do periclal, podendo aceita-lo ou rejeitá-lo no todo ou em par te. Art. 211 • Secpre que o U[cito proticodo pelo serv ld$r ensc jnr a. imposição de pcnnlldnde. de suspensão por tnois de trinta - dlns, de der:,lssiio, cassoçiio de dlseonlbllldode ou destituição • de cargo em coo1ssâo, scrô. obrigatorla. a instauração do inquêrL C' af to ndrolnlstrativo disciplinar. - xi: re, fé; SO• ma do1 re1 se qu( to re ti nel do me 20 - CAP!rutO II - DA AFASTA'IE1'TO PREVE!iTil-0 Jardim • _ Art. 212 - Com_o r.iedlda cau~elar e a fim de que o servidor • ruio '',nho n influir na npurnço.o de irregularidades, a nutor1dn dc !~t.aurador.a. do inquérito, sempre que julgar nccess,irio, po dcrn ordenar o seu a.ín.stncento do cargo, pelo prazo de ate ses scntll dias, scn prejuízo de sun remuneratao. S 12 - O n.fnstame:nto poderá ser prorrogado por lgua.l prazo , findo o qual cess11rão os seus efeitos, nlnd!l que não conclu!do o processo .. § 22 - 'Cm caso de apl1cuçiio de penal1dade de suspensão será co::-putndo o ilfastnocnto preventivo do servidor. Art. 213 - t assegurada a cont.age.r:i de tempo de scrvico, para todos o.s efeitos, do pe.r!odo_dc afasta.cento por suspensão pre - vcntiva, bec co::no da pt:rcepçao da diferença de vencl.centos e v,:mtn~c:...!J, devidamente corrigido, quando reconhecida. a lnocen - ela do servidor ou n penalidade imposta se limitar n. repreensão, ou multa. Esta'u'o Dfco- o te«te ntal ir-til SEÇÃO III - DA DEFESA dos Funcioriários auto Apartado e p ty 1a9to ur!ela!, rt, 22 - Alta;ão do r[dor sr ata será fefta por na- dato xped{do pelo pre!dente da confio, ao qual se anzari cpfa dos documentos ex!stentg para que o temo toe conhe! - r·no dos motivos do processo discfp!irar, ; (nfo; !ão endo encontrado o acuado ou f morado o eu paradeiro, a citação far-- por rdttal, publfeado três ..(•?t:ó! n, 1· prt n•r, ]Ot'Al ou re!ona!, com prazo de dez 1as, a contar to ált!na publica,io. hrt, l1'3 - ltit,1 a !taçio e não comparecendo o acuado, pr seulr-e-à o processo a rua revelf, lt Cntco: A r vcl!n sri declrada por l<•n,o nos autos processo, - Art. 724 As trst,.,uhhus 1,~rna 1ntirAdrtn n d<:'por reClonLc mandato expedido pelo presidente d comfssao, devendo a segunda via, com o "ciente" dos Interessados, sr anexada aos nut9s ~ 10 .. Se a testemunha for servidor publ l<.o, a t•Xl'edh,dO c!o ,,. intl,1lo r.tr,l 11 1•;.Jl11lú ·,·11tt' cu· nnlcnda 1Jo chefe da rf"p .. lrth~11 on de serve, on [ndlcaço do dia e hc,r:n marcados para a lnqnfr! :: c;do. $ 22 - Quando for desconhecido o paradeiro de aluna testem! nha, o presidente solte!tara, is rpartições competentes, nfor noçoes ncce!fsorios n sun :iotific11c;ro. Art. 225 - lo dfn aprn,odo, !jf:ri, ouvido o dcnLlnclantc, 6e houver, e na mesma udfénela, Interrogado o ncmutdo que, dentro do prazo de de1. dins, oprrsentar,1 ele !t<sa prévin e .O rol de tes temunhas, até o limite de cinco, nr quais seriio 'notificadas. § 19 - !o c,150 de r.1nis de w, ncusado, cnda un '.deles scrii ou vido stparndnr.:t-ntc e, ntr.pre que dlvendre:, cm slJ,liS declarações sobre os fatos ou clrnmstãncin~, será pro::-,ovidci:a ocnrt.açíio entre eles. i § ~Q • Respeitado o llrilte r-encign,,do no par q,fo anterior, podera o acusado, durante a lnlitruçao, subr;tltu a6 tester.:u .. nhos ou indicnr outrn:1 no lugor dnc: que não CO'Tl cerem, § )Q - Havendo dois ou nals indiciados, o pr, de vinte dlus. .~ f Art .. 226 - Em audlênc1n o S<'rt'n dcs1~nadas, t'~tr-se-à o de poinento das testt!r.unhns oprcscntac'ns pelo denuôé~ilnte ou arro lada pela COi:llssão e, n seguir, o das testemunhasnozeadas pelo acusado; § l<.? - Não sendo poss!vcl 11 conclusiio da coleta de provas no mesmo dia, poder.i ser dcsiµnndn nova data parn continuação da audlcncla. § 29 - O depo1Meato será preGtacto oralncnte e red4zidc1 n te! r:io, não sendo lícito à testemunho. trazC-lo por escrito. § 32 - As test.--raunhas serão inquiridos scparc1da11eote. § ~! - Na hipótese _d~ depolme~tos controdltÓri71''.çu que se infimec, proceder-se-a a ncareaçao·entrc 05 dcpoe.rx.es. Art. 227 - A testeZlunhn nã.o podcr,i exk:tr-sc de.-.'obrigaçâ.o de depo:, salvo o caso de pro1b1ç.Õ.o lt·gal, nos termos ~o nrtigoXH do Cõdlgo de Processo Penal, ou en se tratando das pessoas cen- cionadus no artigo 206 do referido cÓdl~o. ~- § 19 - Ao servidor público que re recusar a depor sem Justa cnusn será llpllcnda a. sanção cab{vc-1 pela autoridade. cbmpeten - te:. . . § 20 - Quando pessoa estranha ao serviço público se recusar a depor perante a co;.i1ssão, o presidente solicitará à .tutorid.1- dc policial a providência cab[vel, a fim de ser ouvl.t_.yno pol[ clo. § JQ - Na hipótese do parágrafo anterior, o prcsidCnte enca rainhoní à autoridade policial, deduzida por itens, a r.latéria de fnto sobrc o qunl deverá srr ouvidn a tester.:unha, . § 4<.! - O servidor que t f.vcr que depor cor.:o teste!:unha em pro cesso df.scf.plinar 2 fora da sede de. sru exers[cio, terá d'trelto n transporte e dlarias na fornn da legtsl.açao pertinente. Ar;. 228 - Coro ato prelioinor, ou no decorrer do processo , podera o presidente r~presentor Junto a autoridade co:::!petcnte , solicitando n suspcnsno preventiva do acusado. Art. 229 - Durante o transcorrer do processo, o presidente po~cr4 ordenar toda e qunlquer diligência que se afigure convc nlcntc no csclarccl.cento dos fatos. S Onico - Caso scj;i necessário o concurso de técnicos e peri tos oficiais, requisita-los-a a autoridade. co~petente; - Art. 230 - O presidente da comh•sâo poderá der,e:gar pedidos considerados icpcrtinentcs, r.icrn.:r.ente proletatór[os ou de ne nhuo Interesse para o esclarecioento dos !atos. § Ontc~: Sera indeferido o pedido de prova pericial quando a cor.iprovaçno do fato independer de conhccir:cnto especi4l de peri to. - orá roces to ,,i',,,«+tio de Pubíico Municipaf r• ;, 'e1E vld, . Art. ! - tia:do a ftuu!ada «rl o processo d1!pl!ar ,tatrto #blfco irHitr--1r11ç.ii.u Cc .., - <' ;'t-"" 1 ... 1 • •• Art, 2,2 - 0ervtdor que re, der a pr Hnar s poderá sr exonerato o cargo a pdfdo, o volmn tar!aente, apói a oneluso do proessr da per maldade, caso ap!!cada. Art, 23 - No caso de abandono de carro cu funão, Inst ara do o processo e feita a cftação na fora prevfsta no Cap{tu)o IV, e;ã II deste Tftlo, cor.parecendo o eu±ado e to oda as suas de!carajes, ter ele o prazo de der d!as para oferecer_dg fi.:.1u1 ou rec;uerc•r a proc!t.:ç..ao ~4 prova fJ.tH' t!ver, que ó podera ve.rsar fe";rçs t."ialor ou coação i l~t=;íl 1. Cfco: Não coparcendo o ausado ou cncont.r,:r,d ... -~t' -.:, l'l g...,r incerto e nio sahfdo, a confssão fará publicar nas Ir , local ou regional, por três vezes, o edital de chamamento co prazo de quinze dias. rt. 244 - Simultaneamente com a puhlicaç.:Ío dos cdlt-•i• co!ssão deverá: I - requisitar o histórico functonnl e !rt>'jU~ncia do 11;.usr, - do; II • dlll;;enclur • fl.c de localizar o acur.ado; III • ouvir o chefe da divisão od1:1lnlstrativa ou ór 1,j,, cqul volente a que pertencer o servidor; IV - solicitar aos órgãos corpetentes os antecedentes médl - cos, in!ornando, especialc-ente, do ee:tado rental do acusndo fal toso.. - Art: 245 - :'Ião atendidos os editais de citação, ser,-Í o servi dor declarado rcvel e Rer-lhe-á noceado defensor na forra do ar tlgo 229 desta Jcl. - Art. 246 - Comearecendo o acusado e mani {estado o d<>,;P Jo de ple1tt;ar exoneraçao no curso do_processo e antes do Julzarento, devera ser exlgld,1 a apresentaçao de requerlr.cnto de exo:,('lraçjo flmodo pelo próprio servidor ou através de procurador co pode rcs especiais. - CAP!TI1.0 VI - DA REVISÃO Art. 247 - O processo disciplinar poderá ser n,·,[oto, a qu.a_! quer tempo, a eedldo ou "e,;,-of!icio'' quando: I - ~ deci~ao recorrida for contrária a texto expresso lei ou a evider.c1a dos autos; II - após a deci~ão surgira~ novas provas de inocêncfa do pu nido ou de circunstc1nclas que autorizer.i o abrandarr-ento da pena oplicada; III - quando a decisão proferida se. fundar eo depoitientos, r xarees ou documentos corprovadarente !alsos ou eivados de v{cioS In,anaveis. § lQ - E.tl caso de falecloento, ausência ou desaparecimento - dg servidor, qual1uer pessoa da far.,[l!a poderá requerer n revl sno do processo. 6 22 - No caso de incapacidade 1tental do servidor, a revisão sera r~querida pelo respectfvo curador. § JQ - Os pedidos que_nao se !undare::i nos casos contidos no elenco deste artigo, serao indeferidos, desde loho pela autor! dadc competente. , - Art. 248 - O pedido de revisão aerá inter-posto perante a au- toridade que aplicou a pena, cabendo oo requerent<? 0 õnus d..i prova. Art. 2.'..9 - A r~visão, que r.ão poderá agravar a pena Já L.:po1_ ta, proccssar-s.~-a ec .. apenso ao processo originário. Art. 250 - Nao sera Adr:ilss[vel a reitera;;ao do pedido salvo se fundado em novas proas. _ Art. 251 - A simples alegação de injustiça da penalidade _ nao constItu! fundarento para a revisão que requer eler.entos: no vos, .linda nao apreciados no processo_disciplin.nr. - Art. 252 - O requeri.cento de revisao do processo será dirigi - do a~ Prefeito Municipal, que deteminarii a constituição de co7: r.i;1ss3o, na fon::a_prevista no .ort. 206 desta lei. § Onico - Sera_ icpedldo de funcionar na. revisão qu!'.o houver composto a comissao de_proccsso disc1"eli:,11r. rt. 253 - A co::iissao revi!ora tera sessenta. dias p:rro a con clusao dos trabalhos, prorrog.aveis por igual prazo, quando as circunstancias o exigireo .. Art. 254 - Aplicam-se aos trabalhos da cooiss-ão revi--ora r.o que couber, as norcas e proc:cdi.":entos próprios da c.o:-.:is;Õ::, ' de Inqueri to. Art. 2SS - O julgaoento caberã ao ?refeito ~!unic1pal. § 12 - O prazo para julgarento sera de quinze dL:tr. cont.:i~o do recebimento do processo, to curso do qual a autorid.,d,,: j 1 ,5 dora podera deterolnar dillgcr,clas. u i':! § 22 - Conclu[dus as diligênchs, serii renovado - julga::iento. 0 ?• "'º para Art .. 256 - Julg.nda procedente a revis.lo será d efeito a penalidade aplicada, restabelecendo-re. t~cl..1!"i1d.1 ser.2 tos !t1ngid~s, exceto f!.!:! rcloçcio à destitutéá.'4 "·os d1ret- cissao, hlpotese e.: que ocorrerá apenas 'So 'o_caro e co - de eo e.xoocraç.âo.. • c.onversao da pcnalidE_ rtnJLo VI - DA COSIRAIAÇÃO TEPORIRIA SE P0BLICO E DIERC.E..~CIAL DE H;U:RE§. Art .. 2.31_ - Durante o transcorrer da instrução, e assegurada n intcrvcnçilo do ~cusndo ou de seu defensor, constituí~ ou no- neado pela cor.,,issao. 1. $ 1e - O .. defensor constituido, c,u nomeado no interrQi;atÓrio, somente scr-.'.l ndruitido no exercício dil defesa se for ndvogado - inscrito nn Ordem dos Advogados do Br.isil.. ; 5 22- E caso de rcvelta, o presidente da ccmissão designa ra, "cx-officto", u.-:i servidor que deverá ser advogndo inscrito na foma prcvlst.D. no parágrafo nntf'r1or, para proC"tover a de!e - sn. § 3Q - O ~•fen~or do nsu.sado, quando designado pelo preslden te d,1 comissao, nao podera abandonnr o processo senõo por rot! rt, 214 - A. slndic:.iincia, como reto suarfo de verificação, vo Irpertoso, sob pena de responsabilidade .. sera prozov!da: _ 5 4?- Não _h,1vendo servidor advogado, o presidente da coo.is- 1 - cooo prel!mlnar de !nquérito admln1?trativo disciplinar; soo solicitara oo Prefeito provldcnd.as para contratação de de- Il - UJndo nao obrisatoria a instouraç.oo, de.sdc logo, de tn fcnsor para o servidor llCusndo.. • qu~rlto adr,lnlstrativo disciplinar. - § SQ_ - A falta de_co:nporec!oonto do defensor, ainda que r:otl Art. ~l? - A comissão in~bld4 da slndf.ciincla, de lmediato, V.ld.n, 040 detcrmlnar~ o adlnntn::ient.o da instruçao, devendo Õ Art. 257 - Para atender necessidade - procl'der~t no; se.5ulntl!s dillgencias: presidente da eomlssao nomear defensor "ad hoc" para a audfn - de interesse público, poderão ser efet t~::.poraria e e~rtc.ncia.1 I - inqulrlç.ao d3S teste:,unh:is para esclarecicentos dos fa - ela. previa.".lente. desli.mada. so.a.1, para dcten:in.:ida obr4 ou servi O ua as c.ontrat 3 r;Of?.s de pc.!!_ tos re:h•rido:; no ato de 1nstaur~ção e dcpoioento do sindicato , Art .. 2J2 - As diligências externas poderão ser acopanhada4 pelo Legislativo. S> conforn:.e: lei apr.ovada ~~ houver, pennltindo a. indicnçno de: provas; . pelo se:rvtdor acus.i.do e seu defensor.. T!It'LO VII 11 - Conclu{do a fose probatória, o sindicato serii intimado Art. 233 - "Encerroda a lnstniçiio, será, dentro de cinco dil'ls - DAS DISPOSICOES GERAIS E r'ISAIS rara querendo, no prazo de cinco dia.s, oferecer defesa escrlta. d~da vista do processo ao acusnado ou seu defensor, para as ra - di Art. 25id8 - Os prazos previsto.s nesta lei será~ Art. 216 - Coprovada a e.xistCnci.a. ou inc."'t.istCncLl de irre~ zoes de: defeso., pelo prazo de dez dias. : as corr os.. • .... contzdos por 1.:irldades, n co::issno, dentro do prazo de trinta. dias de sua Art. _2J.!.. - Positivada. n nlienaciio cent.41 do servidor acusa _ § 1.9 - Salvo disposição en contrã·te - constltu.is-ão, apresentará. relatório de carÁte:r e...xpositivo, con- do, sera o processo, quanto a este, ic:edi.ota=icntc encerra.do,~ zos excluindo o dia do coeso e ±}? ourar-=e-5 c± prn- tendo, exclusivaente, os elementos fattcos colhidos, abste.ndo- vide:nclndos as cc:did.as r:edlca.s e administrativas ca{veis ia 5 22 - Os prazos SO:'.!!:ente co::-e do O dL'1 do ver.cJ . .r:ento. :1e d<" quni-?q,;er obscrv.iJ:oes ou conclusoes de cunho Jurídico e vrado-se terro circunstahciodo, prosseguir.do O processo;:,, re- utl.1 apos 4 cJ.toção, int1r.uic.ão ... o~~~ 1 ;~rreE ª partir d::, lQ diJ. enc.r.:t1n.l'l.nr4 o processo a autoridade instaura.dora pn.ra: lnçao aos deats acusados, se houver. g,, 259- Para efeito desta 1 1 .... caç.c1o .. ,.I .. nplfcoç.no de penaU.dnde de advertência ou.suspensão de Art. 2.35 - Se, na.s rozoe.s de dcfcsn, for aru!da a alfena;:e dom localidade e que- se. situa ! ' C0:'1.Sid~ra-se se.de do ser-:-..!. até trinta dia; mental e, coo prova, for requerido o exare réd!co do ncusa:!o , do e.r: caráter erranete.' repartição onde tenha e:er! II - nbe:rtura dl! inquérito nd:ninistrntivo; a comissão autorizara a per{ta e, após a juntadn to laudo, se: Art. 260 - :;, Assegurado 111 - llrquiva.::ento do proeeoso. positivo, procedera no foroa do disposto n~ arttso anterior. vre associação slndic.al.. ª 0 servidor público o direito à li - 1 Cr.tco - O pra=o referido neste orti.go pode.rã ser prorroga- Art. 236 - Apreciada a defesa, t cor!ssão elaborar relato _ Ar:. 261 - O d.lrtlto de. greve - do por igual per!odo. • rio oinuc!oso, onde resunirá os peç.ns princlpa!s dos autos ta en le! federa!. sera exerc!do na fora previs- oc~cionara ns provaa eo que sc b:isl-ou pnrn forrar a sua eo·nv"!c- Art. 162 - O d'ia 28 de outub,. .- CAPlU.1,0 IV - DO INQUÉRITO ADMINISTRATIVO çô. servidor pGltco unte!pa1, "ro sera consagrado coo o din do ~ 1~ - O rc.latõrio ser.i serpre conclusivo quanto ? toe@seta _. 263 - Fico..:.i .:1.ssesurados todos 05 ou a responsabilidade do servidor.. c.r Ort}C.r:te. 0 es.ta lei. direitos ndG:uir!dos $,!! _ § 2t.? - Reconhecida a rc.sponsab1lld.1dt! do servidor, a cois - Art. 261. - O Poder Executi, . - são Indfeari o dispo!ttvo 1eza1 ou regulamentar trasredtde necessários à execução de±',,,pedira os atos regulamentares bc:n co.~o o.s circunstnnc 1as a.grav.1.ntes ou :1tc.~u:1ntcs. Art. 265 - .Esta lei ent - _ Art. 237 - O processo d1sIpltnr, ca o NlAtÕrio d.a co::üls- c=:o, rc.vog!l~a:: .a.s dis i ~ro. e.e. vtso~ na dntn dê !íl!-'l ;r.J!lltca sgo, sera .rcr::ctido a autor!.d..:idc que dctcr-.-1.no!! .:1 sua !nsta::ra .. Lei rº 307/71 <!e 01 dp.os ço~s e.:::: contra.rio, espec..!aloc.nt.c as :!:: ç.oo pn.ra Julg3r-onto. ·- - e a;;o.sto de 1972. GABl1'UE D0 PREFEUO; E'! 16 D!: ACOSW DE 1931. o;i.. Jo:n.so~ IL"-'1.THEZ PEIXOIO • FREFEITO NICIA celentfsiro Pre!dente do Les!sattvo: ,""",,"Pra te eeunts avessas Eseíêe±a «ue, e: ter- resa:,","?'o l: 4s artso ng 59 4atei or:ãnts leis: '2 is1a.ia."j' parta1ente ss geruttes d!:.posit•os d::, Ato Li' • avo ng 376/91, pelas razões explic!ta±13: CAP!nn.o UI - DA SINDICÃliCIA SEÇÃO l - DISPOSIÇÕES CERAIS Art .. 217 - O tr.quêrtto c.C'l1n1ctrnt1vo scrii contraditório, as segurada ao a.cusndo ru::pla dcfcs.1, eco a ut.Utzntiio dos r.:cios ê' r<"cursos nc:b.it 1.~os C!l direito .. Art .. 21.S - O rc.lntÕrio d~ ~1:'lc!ic.5nc1ll intc_grr..r.i. o inqu.é.rito adLntrat!vo , co:::-o pec;.:i info□.'ltl'n d-1 tnatTUçÔo do preces - co.,rt. 219 - O prazo para a cor:.clusõo do inquérito não excede rl sessenta d1as, cgntades da dara de publicação do nto que cr.n!. t..ituir .1 cc!sao, ad!tida a sua prerrogzçio, por i;ual prazo, quando as circunstancias o exizireg. 1 2- Serpre que necessirto, a comisso dedicará tempo 1ntc ra! as _seus traalhos, fIcado seus rebres d!spensades dG pote atê a entrega t tn..11 c!o t"c.latorlo. SEÇÃO lV !!O JL1.G,.'lC;TO Art. 238 - No prazo de quinze dias, contados da re:cch !t::e.nt.o do processo, a autoridade_Juladora pro;er!ri a sua dets. :. 1'=9 - A decisão deverá conter n Indicação dos zot!vos de to e dr. direito .....:1 que se {uncLr .. " • • JORNAL, TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIARIO REGIONAL - Prefeitura Municipal de Jardim - Estatot dos Funcionários Pública Municipal A?'t. ?O ••••••••••••••••••••••••• , • ·-«ratou o rii@si i&; i :;;; que autorizou a progresio a devolução do mgerir!o pgo Indevdaante ao rv1dor "_"@ 7 g« do veto - 0 correto, er1a, obrigar o ervtdr n d«volver o querer ator e reembola-lo da que perceber a tenor, 'o entanto, o i 1/ e i? beneffe!a os Interezes da a. vld~:• l~e 11 tnnd'l•o_de q1,utquH PORO' onto, porunto é intancehfvr.l p•nAlt7nY " n•.tcr!rade ,,,~ ,,. tortzou a pro«reio, Manter o d!o!tfvo, seria uma verdadeira fncoren!a, vez que o conte»t legal v!a dlcfp1inr uma tatrla e não esta!elecer penas Art, 4/i • , , , •• , , , , , , , , , , , , , , • • • ariggyf@ iio - iis;; ;; i ; i d1as, npgs a cessação do beneffelo previdenctrfo, nem Justificar o not!vo de no o fazer. - Kazoes do veto- O caput do artigo , é atante claro quando previ a pen de denisso - por abandono de cargo por mala de trinta dia, Então previstos nesta Lf, os cs que [unt!!! can os atos, A emendn npresentada, é confusn pois o artigo menclonn abandono de caro e a men da de empreo, portanto, vale ressaltar que ó cargo refere-se servidor estatutirfo- o que o nosso caso· e, emprego servidor c1tlata- que não o caso de que trata esta Lei, lrt, aH ,,»»+»ww+»»«» t tt t t t t d t#t i $ # 4 t$ t 4 32 - 0 rv1dor deverá permanecer em serviço durante as horas de trabalho, Incluslve s ex traordinárias, quando convocado, e se for da aceitação do mesmo, " ·_Razoes do veto • A nova redação acrescida à original, não tem ubfstêncl, yofs a erv! - dor é convocado em ftuaçoen temporárias erergenela1, nos casos de calaridade pública ou por qunlqucr força mnlor, E, nestes casos, Independe da vontndc do servidor, devendo s•opre, prrvn· lecer o Interense da coletividade ao interesse pnrticulnr, rt, 49 •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••··• ~ lQ - O Chcío do llxccutivo, ntendendo oo intereoso da Adminlstro窺• poderá reduzir a cara horara prevista no caput deste artio,_temporariamente, con g excessáo dos serviços esenela - ia, nsll!m considerndos os serviços de impezn Públlca, F.ducnçiio e Saúde, dcpcndondo nindn d,1 aprovaçao do Poder Legislativo, - Rozõos do veto1 O complemento do texto original com a expressão',,,dependendo ainda da a provnçõo do Poder J.eglolativo", é um flagrante desrespeito no princlpio de interdependência en· tre os Poderes, os qunio sõo autónomos, F., o ato previsto no dlopooitivo legal é oerrunente ndml nlstrotivo, competa portanto, ao Execut1vo, de conformidade com o interesse público e II convenT êncla ndminietrntivn, npllcn•lo, Portanto, é II fnculdnde que tem o adminlatrador, em função d poder diocricionãrio, Art. 50 •.•• , ••• , ••• , • , • , , •• , , , , , , •••••.•• , •••••. , , , , . , , .•• , • , •. , • , .• , . , , •• , , •• , , , , , , •..•. , • 1 Jg • A avaliação oerá feita por uma comlaaiio composta pelo seu chefe imediato o mnie J (três) servldoreo, escolhidos pelos própr1os servidores, em elclçiío, 11 cndn início de ano, - Razões do veto: - A análise de que trata os !tens contidos no caput do art, 50, deverão - ser feitas sarnento polos chofeo imediatos, tendo em vista que o servidor estará oempre sob seu comando, Torna-se <lií!cil n elaboração desta avaliação por outros servldorco, uma vez que cstco não fizeram o acompanhamento do desempenho do servidor avaliado no referido período, haja vis " ta, que multas vezes são de setores ou funçoes totalJDente diferentes, o que podera gerar um nto lneficnz, contrnrlo ao intercose publico, Art. 113 .••• .. ,,,,,, .. ,,., ,,,, . § 411 • Poderá a ndmlnlntração municlpal conceder na. férlns coletivas, desde que os serviços essenciola scJan mantidos em funcionamento, e com a aprovaçiío do poder legislativo, - Razões do veto1 O complemento do texto orlgfoal com a cxpressão1 "•, ,e com a oprovaçiio do Poder Legislativo", é uc flagrante desrespeito ao princlplo de interdependência entre os quais são nutõnomos, E, o ato previsto no dispositivo legal é meramente administrativo, compete por • tnnto 1 no Execut1vo, de conformidade com o interesse público e a conveni~ncia adminlstrativa , aplica·lo, Portanto, é 11 faculdade que tem o admlnistrndor do Poder discricionário, Venda da Petroflex A Petroflex, primeira esta- tal do setor petroquímica a ser privatizada, será vendida pelo preço mínimo de Cr$ 352 , 00 por ação, em leilão marcado para o dia 18 de março, por pregão eletrônico nacional cen tralizado na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. O valor se rá atualizado pela Taxa Refe - rencial Diária (TRD) na data de liquidação financeira da operação. O valor total da empresa foi fixado em Cr$ 125,22 bi- 2hães (equivalentes a US$ 112, 6 milhes, pelo cambio comerc1 al) • informou o BNDES, que publicou. no Diário O ficial da União o edital de privatizaçaõ da empresa, con - trolada integralmente pela Pe troquisa. - . No leilão serao oferecidas 806 das acções ordinárias da empresa. os empregados poderao comprar outros 10% entre 10 de fevereiro e 19 de junho,_ ao preço de Cr$ 91,07 por ação. O objetivo é incentivar a parti cipacão de empregados no caP1 tal das empresas. Os funciona- rios que só quiserem comprar - os papéis após o leilão terão que pagar 30% do preço que as ações alcançarem no leilão. Haverá ainda urna oferta ao púhlico, por intermédio da re de bancária, dos 10% restantes do capital. A oferta pública irá de 13 de abril a 4 de maio mas o preço - que deverá ser superior ao estabelecido para os empregados, mas menor que o mínimo do leilão - só será co nhecido no dia 30 de março. A Petroflex opera em Duque de Caxias (na Baixada Fluminen se) e em Triunfq (RS), produ - zindo anualmente 232 mil tone ladas de borracha sintética, a lém de 60 mil toneladas de es tireno, 190 mil toneladas de etil-benzeno, 5 mil toneladas de látex sintético e 15 mil toneladas de enxofre. Com 1. 608 empregados, a empresa apre sentou média anual de vendas , em três anos, de OS$ 350 mi - lhÕes (Cr$ 389,2 bilhões).' =======-------========= , Comunica.do de Extravio A Firma AGROSSOL Com, de Lubrificantes e Filtros Ltda, estabelecida à Run Luiz Costa Leite, s/n2, Bonito/MS., CEP: 79.290, Inscrita no Cadastro Geral de Contribuintes (CGC), ng 15.503.311/0001-40, inscriçao Estadual ng 28.209.373-7, vem de público comunicar o Extravio de seu Liv:o nQ 01 de Re istro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrencias, Bonito - Mato Grosso do Sul., 12 de Dezembro de 1991. NOVEND DE SANTA CLIRD Oh! Santa Clara que seguiste a Cristo com tua 'ida de pobreza e oração - fazei que entregando-nos confiastes à prm.ridên~_ia do 1'ai Celeste no intei to abandono aceitemos serenamente tua divina vontade. Santa Clara bela e formosa iluminais os meus caminhos para a Gloria e para a vitoria, livrai - l ~e dos·inimigos e dos problemas. Peço a milagrosa Santa Clara que cubra mi- 1 nha cabeça em seu Manto Sagrado. Guia-me Santa Clara para que possa- resol - ·er todos os meus problemas. Amém. Reza.r esta oraçao mais 9 Ave Marias du - ra:nte 9 dias com uma ,;•e.la acesa na mão e no 9g dia publicar. Fazer 3 pedi dos l de negÕcios e 2 impossíveis. (F.M) Anuncie Aqui! ' lassificad Murtinhen Eletrônica Orientat TV, PI e a coren e aparelhos IJOt:l C'J (',Otnl. Ferreira Técnico de Rua Travessa d.a Praça Tho::;.aa La rangeiras, a/n! PORTO MURTlNHO -- MATO GROSSO DO SUL - o do r 1 28.2!<1/0',-J ·T. !S , DONA MIR EDIS VI,IRA COMES PROPRIETÁRIO Jua Alfredo P!to,14 (067) 287 - 1325 C:lP: 19.2L0 PORTO MURTINHO - l"' ,., Casa Americana DE: NELSON RIBEIRO PERES Aceitamoa Cart.Õo Ouro-Cord. Dh tribuidora COPAGAZ. Artigoa para presentes, roupas, Supemercado, Li vraria, Papelaria, Artigos para Peg ca, armarinhos, Secoo e rolhados em geral. 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Produtos de primei ra qualidade. Temos também linguiça e carne de porco defu:nado (produção própria) Rua Guia Lopes,727 - Pnre: (O~~ A39 - 1897 BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL Come d e F__n e - PNEUS NOVOS E RECAUCHUTADOS PARA TODAS AS MARCAS DE VEÍCULOS Rua No:v-a Jerusalém no 215 - Fone: 255 - 1472 BONITO/MS e Filial em Bodoquena: Rua Manoel Rodrigues de Oliveira - nQ 73 TELEFONE: 268 - 1283 BODOQUENA MATO GROSSO DO SUL -'OMEN a' 1 1, a, nh l:i J!l!)i, QUB J•AHA TODOS Ns eja ui ano de ma I prosperidade, mal es peranças e multo reconhe eIento pelo trabalho de todon nós, brasileiros! APO ALGUNS DIAS De merecido descanso cá entmos para mais um no de comentirlos, infor ações, aviso, etc,,· NA ÚL'l'IMA Edtcão do nosso Diário Trlbunn do Fronteiro, nio foi ponnÍ'cl o.grndoccrmos mais votos de Boas Festas. Agrndccemoo e rntribui tnos: * Gentil Vnrgna e Zulema Mlnml - Estados Unidos. * Dcp, lfoldir Gucrro llrnn!Uo, SLnd. Ind, Grof, de MS C. Grande. * Poetisa Neida John Pitt * Pntrícia Pereira Mori sot - FrÓjus - França, Ver Carlos A. 0cáriz e Fla - B. Vista, * Ccl. Jcsiel G. Ribeiro cmt. do 10g RC Mec - Bela Vista. # Núcleo Avançado de Edu caco Supletiva - Bela Vis tn. Dep. Est. Moka - Campo Grande. * José Luiz, Jncqueline e Joanna - B. Vista. * Pnschonl Mitidiéri- Du ende Art's 7ubl. - B. Vis tn. BAILE DO REVEILLON ,JÁ NO DIA 11 O llu il l' dg llmrny no Grêmio recebeu multa ente bonita! Muitas fru tas decoravam as me9s e n juventude agitando prn valer! NOSSOS SENTIMENTOS Aos familiares de: Tomnsaito Vieira que fa lcccu no din 25/12/91 e do Sr. Vicente Dclvnl - les que fnlcceu no dio 01/01/92. AGRADECIMENTO AGRADECEMOS Bonito Cartão Postal - enviado do xtco pelo ca sal Gentil Vargns e zule ma, que estavam em Miami visitando a filha e gen - rol Belo Vista, 10 de Ja neiro de 1992, No Grêmio foi sucesso total! Casa lotada, Con - junto musical animadíssi mo. Parabéns à Diretoria! favorecendo o crescimen to harmonioso das área básicas que constftu! - suo unidade pcnooal: f! s1ca, Intelectual, epI ritual, social e emocto nal assim cumpriremos a tnrefa formativa que a Educnçiio exige. Comunicamos que ao matriculas catiio abcr - tas e o número de vagas é limitndn, ntendcndo LI lunos do Pré-Eocola ntc 72 série do l? grau. Sem amfs agradecemos, A Direcôo. Jnnc de Mcllo Louro! rode Almcidn. Shirlcy Godoy Loure_! ro. Prezado Senhores, O Corpo Administrnt! vo do Instituto de Edu cação de Belo Visto vem agradecer a confiança e o apoio que recebemos dos senhores pais de a lunos dessa Escola. "A Educação não é ta refn só da Escola, mos responsabilidade sol1di rin da Sociedade intei ra". Nossos agradecimen - tos a Diretora de Caste lo Branco e seu colegia do que nos cedeu a "A tiga Paraibana" onde funcionará a Escola, Também queremos agra decer o apoio do Prefe! to Edson M. de Mornes e a Secretario de Obras , que mui gentilmente vem reparar os danos do prédio, com material e mão de obra. O Sr. Edson mais uma vez vem demonstrar sua preocupação e priorida de com a Educação. Enfim nossos agrade cimentos à Secretária de Educacão de Bela Vis ta, bem como: Todos a quem nós recorremos,nos fornecendo orientação , apoio e incentivo. Nossa meta de traba lho é conseguir atuar sobre o educando de to das as formas possíveis AMOR Você é estrela que ilumina o meu caminho , quando me encontro na escuridão ... Você foi um pássaro maravilhoso que cantou a melodia do eterno a mor quando eu estava triste .. , Você foi a sombra do felicidade que cobriu - me quando o sol me que! mava... Você foi a lindo ro sa da roseira, que co - briu o meu jardim do a- mor ... Você 'eio dar espe - rança ao meu desespero. Dar felicidade a mi nha infelicidade, por isso eu continuo te a - mando. 429 LEILÃO APA COR TE Será no Parque de Exposições no dia 16/01/92 50 feira). Nesse leilão tam bérn serão vendidos os animais doados em benefício do Hos pital. O Sindicato Rural de Bela Vis ta, aguarda sua presença. EDITAL DE PROCLAMAS O Sr. João Anãdlo Veira, Oficial do Cartório de Paz e Registro Cl.v1l da cidade de Caracol MS., f.iz saber que pretendem se casar e apresentnrnl'il os documentos exigidos pelo artigo 180 do Cdigo C!VII Brasileiro: VASIIINCTON LUIZ ALVES UITill e CLAIDA DE MELIO, cle brasileiro, l tclro, tnotorlstõ., filho de Tirson Fene.ira têlte e de dona Evantr Alves Leite e ela do lar , solteira, filha de Manoel F'ranciUno de Mello e de dona Cleonice Rocha de Me1lo, ambos resI - dentes e domiciliados nesta cidade. VITORINO MARTINEZ. e C!.atIU>E AJAU., ele brasileiro, solteiro, cocercfonte., filho de dona Cild;i furtlnez e ela do lar, solteira, filha do Sr, Antonio Mario AJala e de dona EILza Rodr gucs, nobos residentes e dcciclllados nesta cidade de Caracol-S. Se alguém souber de algum impedirento que se oponha na fora da Lei. JOÃO AMÃDIO VIEIRA • O Ofic14l Carocol-.'15., 02 de Janeiro de 1992 TESTE BIBL.IO N9 1I 71 - E que pols se ajoelhou e orou 11m_ApÕstolo? 72 - Qual foi o profeta que em uma visao contemplou 4 ferreiros? 73 - Quais vidas foran salvas por um fio ven:,elho? 74 - Qunls !or.Jl!I os dol.s homens que dcco.pit.oram u.~ prlncipc. quando dormia en sua casa? 75 - Oz anigos de que sentaram-se co o seu Migo 7 dias set1 f:ila.r'? 76 - Quem r.wrreu pelo :fnatrume.nto com que pretendia mtnr na seu a!o? 77 - Qual foI o rei judeu cujos olhos foram vosndos por seu c.aptor? COLABORAÇÃO DO ESCJUl'ÕRIO VASCOXCELOS panema Moda s· Confecçoes e ijoutcrinas - Adulto e inrantu Diretamente do Rio os Últimos lançamentos: conjuntos de linho, jeans, bijouterius. Roupas em malha, shorls, camisetas, pijamas, cnlcinhns, bermudas, eo i:-cs e modelos ii escolher. RUA - Conde de Porto Alegre, 368 FONE - 439-1846 Bela Vista - Mato Grosso do Sul Variedades RU{LN CARL00 CADA ANO Que passa é um ponto positivo, que ajuda na reflexão do homem, par que ele possa progredir, corrigir as faltas e bug cor o npcrfeicoaoonto , ncjn, no estudo, no tra bolho, na famf11a, na re 11g1ão, na polítfca e principalmente na admf - n!straco pública, São ns esperanças do povo pg r este novo ano, acredl tamo que os dirigentes terão consciência de fu tiçn em distribuir os recursos públicos satis íotoriamente aos setores onde mais necessitamos , snúde, educação, seguron ca, habitação, salários, cultura e esporte... f tudo que o povo espera e o nacão questiona. PROMOÇÕES Segundo o opinião pú blica, em termos de Con cursos nossa Equipe fi - cou em lQ lugar, sempre apresentando novidades e criatividade, não prome temos muito e sempre o e'ento proporciona além do esperado, isso compro va, pois, após o evento os locutores da Rádio Be ln Vista, divulgaram mes mo, agradecemos no Dire:: torda Rádio Sr. Alberto Benites Nunes (Betão), ao Gasco, Gildo, Júlio Cé - sar, em especial a Leda (Flor do Som) por esse a to de justiça e seriedn:: de. ENCONTRO Acredito que a idéia do Dr. José Raimundo Pin to Filho, MD. Delegado - de Polícia Civil, entra rã em contacto com a Sra Enoly Loureiro de As sis, Secretária de Educã cão Cultura e Esporte - convocando uma reunião com todos os Produtores de EYentos Artísticos e Culturais, para uma reu nião à mesa redonda, com objetivos de traçar me - tas sobre o assunto. Se gundo o Delegado isso fcrtalece e poderá até beneficiar os interessa dos, uma vez que o art. 86, da Lei Orgânica Muni cipal estabelece apoio - para tal. "Ótillla a idéia, dessa forma não haverá - brecha para ninguém, dis torcer e nem entrar em meio campo". EDUCAÇÃO "EDUCAR é promoYer , com segurança, o futuro de País." Senador Mendes ROJISON DF. LI>IA - ISTHER_FRONTEIRA/91 E HICUELA HORIN_HISS I6 II Canale. Estamos aguardando e de olho no liberação da Último etapa da 'erba destinada para a reforma do Escola Estadual de I? Grau Prof? Vera Guimarães Loureiro. A opimào dos servidores de Educação da Escola, é de nio iniciar o ano letivo, sem a esco ln pronta, passamos o 2Q semestre de 91, minis - trnndo aulas em galpões, fundos de quintais etc .. "Nossos ·ereadores o assunto é de fundamental interesse da comunidade escolar, como nossos re - presentantes queremos, ajuda," CURSO DE FÉRIAS Está tudo confirmado o reinício da faculdade - de férias em Jardim, a partir do dia 20.01.92 à 03/02/92. "Aos universitários desejamos muito su cesso nos estudos". ELENILSON DA SILVA (SORÔ) O nos~o conceituado atleta de corrida partici pou da Sao Silvestre em São Paulo, e como não po deria ficar por menos, está classificado para trei nnr no Clube Atlético de São Paulo, após teste - com vinte corredores um de Minas Gerais e outro de Mato Grosso do Sul foram convocados, parabéns Elenilson, e porque nós bela'istenses, estamos coo tentes por essa conquista. - AGÊNCIA DE EDUCACÃO Estamos preocupados com a volta da Agência Re g1onal de Educação para Bela Vista, só temos u ano de chance, ja que o Governo Estadual como cu do indica esrã ao nosso lado políticamente, e rol promessa de palanque, os educadores já aguardaram muito, com 20 anos de trabalho a nossa Agências~ me. A justificatiYa se prende nos seguintes pare ceres, l)atrazo nas correspondências, 0 malote par- te de C:ampo Grande, chegando eo Jardim fica em i torno de uoa semana até chegar em Bela Vista 2) i 1 Para se conseguir ligações no ng 251-1370, em ré dia e perdida uma tarde, isso se conseguir, 3) Te/: mos educadores capazes ?e dirigir os nossos desti ! nos_educacionais e outras séries de competências, na epoca o_Governo alegou contenção de despesa ,' mas, nos nao queremos funções gratificantes pode: mos trabalhar ur t - " - , m urno ate de graça mas queremos um direito e respeito por parte da Secretaria de Educaçao e Governo do Estado. "Nada temos contra os educadores de Jardim, e acredito que os repre sentantes políticos de Bela Vsta, já coe;ara os famosos entendinentos". FONE: (067) 439-1165 RUA CONDE DE PORTO ALEGRE RUA DUQUE DE CAXIAS BELA VISTA - MA TO GROSSO DO SUL * TUDO BM JEANS E O MELHOR PREÇO DA CI DADE! * ARTIGOS BM COURO: - Lacos, Calças, Selas • BIQUINIS MODA ÍNTIMA, BER MUDAS, CAJlISET AS E ETC ..• DE: LUISZBTHE DUARTE Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1150_09_01_1992 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1152_15_01_1992 Voltar para a lista de itens