TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1150_09_01_1992 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1150_09_01_1992Número da edição1150Data de publicação9 de janeiro de 1992Número de páginas8GeoCoordenada -22.10917961224395 , -56.53301188530312 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1150_09_01_1992 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto RIEUnA tiiiin noii r i iii o i SIO VICENTE DE PAULI DE DELI como estava sendo atendi da, SÓ se atende boje - problemas grav!esicoa. SÓ para exemplificar, nossa cota de Internação é do 150/mêa, oendo que atend!nmoe mais de 200 internações meneaio, a - carretando mais despesas para o Hospital compl1 - cando ainda mais a situa cao. Fizemos mais uma pro moção no Sessenta Espor te Clube (Motocross) co locando na cidade mais de 2.000 ingressos paro a venda, só que foram vendidos apenas uns 40 ingressos, justificando aí a má vontade de todos em colaborar com a enti dade. Mas mesmo diante - dessa dificuldade nós es távamos firmes procuran- Prefeito Edson Medeiros de Moraes, Engenheiro Ricardo de Souza Rosa e ex do levar a diante aqui 'E!vwy_yret'5"? 1o que a cada dta se tor Secretário de Saude, Dr. ton ranaa .- nava impossível, que é real situação do Tiospi vel vinha se mantendo fazer o pessoal do Hospi tal. bem e atendendo a conten tal trabalhar com condr- Estive pessoalmente to a população de Bela çÕes e tranquilidade. no Ministério da Saúde Vista e região. Apesar de ser uma pes cm Brasília, pedindo en- Fizemqs no final de soa envolvida com a polI tão que fossem recomeç~ Junho de 1991 • o Primeiro tica, nunca usei dessa - das as obras de reforma "Arraia da Solidarieda- entidade para me promo e ampliação do Hospital, de", com o objetivo de ver ou tirar algum pro - fazendo meu papel como arrecadar para o Hospi- veito político, ao con - Presidente. tal, mas por inexperiên- trário procurei ser cor- A nossa preocupação eia nossa arrecadamos reto com todos ali afas- naquele momento era que muito pouco pelo que foi tando a política comple se reiniciasse as obras a festa, mas o objetivo tamente da vida do Tiosp_! Venho através des t a do Hospital nao observan sempre foi de ajudara tal. a um mês do término de do então o dia-a-dia do instituição. Como é do conhecimen- meu mandato como Presi - andamento da instituição, Veio o mês de Julho. to dos Senhores O corpo dente desta entidade, P~ visto que ali se encon - reinauguramos o Hospital clínico dessa entidade - dir meu afastamento def.! trava pessoa de capacida e aí começou uma nova e- pediu ao Conselho Fiscal nitivo de meu cargo por de e de confiança da di- ra para nós. para intervir e fazer u- motivos particulares e reção clínica. Meus Senhores, voces ma auditoria, mas o que outros explicados a se - Em Janeiro de 1991 imaginem se a nossa si - não entendo .por que fizera guir. fui obrigado a demitir a tuaçâo já estava difícil. tudo isso à um mês de mi Como é do conhecimen- Sra Helena Lopes Pereira no Hospital novo as difi nha saída definitiva da to dos Senhores, assumi- visto que não estava cum culdades aumentaram mais entidade. Não vou julgar mos O Hospital em Feve rindo o seu papel de ad ainda. Tivemos que con - ninguém com esta atitu - reiro de 1990, funcionan inistrar bem o Hospi tratar novos funcionari- de, acho que cada um faz do em vários lugares, c~ tal, deixando para nos os, comprar roupas para. o que bem entende e to - mo O ambulatório no Pos- a época uma dívida de pacientes, material para dos são responsáveis por to de Saúde da Prefeitu aproximadamente Cr$..... limpeza, material para aquilo que fazem. só não ra Municipal, o Centro - 10.000.000,00 (dez mi - lavanderia, ajustar o entendo a atitude de cer Cirúrgico na Enfermaria lhÕes de cruzeiros), fru funcionamento dos equipa tos médicos que tem pre do 1O9 RC MEC, as inter- to de uma situação que mentes novos com a vindã tensões políticas e se a nações e administraça proporcionava a ela sem- de técnicos, despesas a- cham no direito de acu = no Hotel são Geraldo. pre a desculpa de estar dicionais como queima de sar sem O mínimo respal- A minha intençao des- bagunçada a vida do Hos- auto claves, dijuntores, do procurando atingir di de O infcio era dar de tal, não dando condi - etc. reto a minha pessoa. Te= mim um pouco para o b~m- çÕes ao Sr. Celso Balta Como nosso faturamen- nho a consciência tran - estar desta instituicao de fazer os nossos Balan to continuou o mesmo, a- quila que fiz O que pude que é fruto do trabalho cetes. pesar de ser pedido novo fazer para o bem do Hos de tantos belavistenses As nossas dificulda - enquadramento do llospi - pital. Sei que não agra ilustres. A nossa gestao des aumentavam quando os tal, as despesas aumenta dei à muita gente, pois começou muito bem, os d~ salários subiam e o INSS ram muito, aumentando único homem que foi a is primeiros meses, Feve atrasava o repasse pa~a déficit mensal, vindo a gradar a todos o crucif! reiro e Março de 1990 , 0 Hospital. A cada mes prejudicar mais ainda a os nossos Balancetes fo nha acumulando déficit nossa situação. ram publicados na imPreP! ois a Receita do Hospi- tas a tudo isto nós sa local, e O Hospital~ tal nao pagava as despe- estavamos.superando bem pesar de tudo, das difi- as. ou mal recebíamos os re- culdades, estava indo Coloquei na época pa- cursos do INSS e pagava- bem. ra administrar o Hosp1 - mos alguns forne.cedores A Administradora do tal O sr. Mário ocãriz. - e a folha de pagamento. Hospital, na época. era de souza Rosa, confiante GOSTARIA DE FRISAR A a Sra. Helena Lopes Pe- +ue ajudaria a entidade OS SENHORES QUE A ENTIDA da tao pe q ar· meios para sair . DE DESDE QUE ASSUMI A reira, indica en - procur •· EN lo Dr. Carlos Alberto O- da"s d.ificuldades. Uma PRESID CIA NUNCA RECE cariz e Dra Azala Arlo- qe minhas determinações BEU AJUDA FINANCEIRA DE ta 0cariz, indicados por ovo administrador é NENHUM POLtnco OU SÕCIO mim para_DrrecãoCnica que fosse feito o livro- DELA. - caz-~, com entrada e saí Para nossa surpresa o do Hospital. da N +Ln1 De abril em diante as da do movimento finance! I SS s p esmente parou co:l.aas começaram a se ro e das compras do Hos- de passar os recursos de complicar para O Hospi pita.l e assim até hoje - todos os Hospitais no j • estava esta· sendo -nnnrida essa Brasil intei~o inv:iabili tal, visto que [a - _U P' zando o funcionamento insuportável a situaçao determinacao. foi quando por meu inter Neste tempo. ainda, o médio fizemos uma repor- q d Hosp-ital a·pesar ·e ter u tagea na TV Morena e - z_. a ma d{vida ja considera - Campo Grande, sobre Exmo. Srs.: Edson Medeiros de Moraes Dr. Roberval Borges Luis Fernando Nunes Ron- don José G. da Rosa Neto llaroldo Braga Cavalheiro Jurandir Festi Filho,me~ bros da Diretoria da Be neficência Hospitalar de Bela Vista, eleita em Ja neiro de 1.990. ,. DIARID REGIONAL l II • Hospital, visto que não teríamos ma.is condições de atender a população - Antonio João - O Ve - resdor Sérgio Mohr foi e leito presidente da cimã ra Municipal desta e.ida= de. A eleição foi no dia l!? e não houve surpresas, tudo estava definido; os Vereadores do PHDB, em sintonia com o Prefeito Ovaldete CoInete, elege ran a tesa Diretora, Sér caram, mas procure com minhas próprias forcas , com no armas que tfnl1r1 fazer o posa!vcl para o bem dessa entidade. Como o Corpo CIInfco citou: estamos em um cu os administrativo, = - será que esoc conceitua do corpo clínico que por serem pessoas de curso superior e entendidas es tão reall:lente fazendo corretamente a sua parte para que o Hospital te nha um bom faturamento - financeiro? Coo d1z na gíria: "o macaco nao enxerga o . próprio rabo" e tem méd.!_ coque não procura cola borar com a entidade só tirando proveito dela e ainda jogando pedras - sem as mínimas condiçÕec para isso. Poderia tranquilamen te ficar até o final de meu mandato, que seria o correto, pois acaba no final de Janeiro, masco mo a minha 1ntencâo des= de o início era de aju - dar esta entidade, sinto que hoje a minha presen ça incomoda muita gente ao ponto de falarem que não ajudam o .Hospital en quanto eu estiver aa Pre s1d@nc1a, notícia esta - espalhada em versos e prosas por toda a cidade pelo corpo clínico desta entidade. Por esses problemas é que resolvi deixar defi nitivamente a Presidên - eia do Hospital, pois a cima de tudo faço isto, para o bem desta entida de, visto que com minha saída, todos poderno aju dar sem que tenham des = culpa de minha presença ali. Muita gente poderá in terpretar diferente esta minha saída e inclusive usar contra minha pes soa, mas tenho a cons ciência tranquila que es tou saindo um mês antes: para que outras pessoas consiga realmente a aju da de políticos, sócios: população, enfim, conse guir tirar o Hospital desta agonia que é a fal ta de recursos para ateÕ der as mínimas necessi.da des. - gio na Presidência; Xirú Bru, Ig Secretar1o, Sel so Penzo na 22 Secretaria e Dirceu Alves, vice pre- sidente. Fal.taram à sessão os Vereadores Venceslau Ca - brera e Celso Lozano. Sérgio Mohr, far±c@u tico de profissão, preten de dinamizar as ati if.a - Dene]o ao meu vice pre1dente, que apora no comando da entidade con tga o mal rápido ponsf vil, conseguir aenfzar a vida de todos al.i no I'anpftal e competêncfa e le tem para isto, poi contara com o apoio de mraIts pente, e eu tenho certeza que todos nós un1do o Hospftal natrá deste quadro difl.cil em que se encontra. Meus senhores, espero que entendam a minha de c1;io e que por ventura tiver que responder por alguma coisa a mais, es turel pronto, polo todo hoem público está sujei to an regras do Jo. " Em tempo: "e muito fá ci1 criticar, atirar pe dras, buscar culpas, às vezes, para encobrir as próprias deficiências aprendi com o meu pai a assunir acertos e erros, tenho a ombridade de ser aquilo que sou. Aos que me criticam, aos que se omitiram, minhas mãos es tendidas, o que importa é Bel.a. Vista". Atenciosamente Eng. Ricardo de Souza Rosa Presidente Fuzilado no Natal com Três Balaços O !3TAL FOI SANGRENTO NO "PROJETO GUAICURUS", LOCALIZADO SETENTA KI LOETROS DO PERÍMETRO UR BANO, NA ESTRADA QUE DE MANDA AO SALOBRA. DURAN TE UMA BRINCADEIRA DAN ÇANTE NA BASE DE TOCA DISCOS, UM JOVEM FOI BRU TALMENTE ASSASSINADO COM TRÊS BALAÇOS. MATÉRIA NA COMPLETA PÁGINA 08 Sérgio Mohr foi Eleito. Presidente da Câ - ara des do Legislativo antol niojuanense traba1han1; d e corum acordo com Prefeito Ovaldete, vis do, segundo suas pala vras, "at-endcr os re~ mos do povo de nossa c1« dade, que quer ver os sd us representantes tra ] balhando pelo bem-estar da pop-ul..:J.çÜo". Defesa da Amazônia MA TtRIA NA PÁCTNA 08 JOF ML TRIUNA D, FRONTEIRA Classificados Murtinhense Hotel Pousada do Pantanal PlJ{h JJHDIM U'MA GRANDE SURPRESA 1 Fealrent o Dai le do Revellion do Esporte Clube Jar dií foi uma grande surpresa para a o ciedadc jardinen - ao, que há muito - tempo não presti - giava mais os even too. o Baile foi a br ilhantaào pelo - conjunto "Casa Dlanca" e quem es perava que fosse - um baile "qualquer r,c enganou, poio - foi um uceso. PARABÉNS... Qucremoo parabe nizar o nosso ami go e Prcoidente zé Preto, polo grande preoente de Final de Ano. Zé já nos mostrou sua grande capacidade, espera mos que continue= assim e ainda me - lhor. 1992 (ponto de vista) Passou-se mais um ano, a princi - pio em cada passa gem de ano existia a perspectiva de - boas novas, proje tos e futuras rea lizações. Por mais que nada fosse bem, restava a esperan a, e baseados nes sa esperança nós - brasileiros bata - lhamos para que a peteca não caísse. Porém 1992 veio ne gro, em cada boca de pollticos, ho - mens de nossa con fiança, os quais - nós intitulamos nossos representan tes falam a uma sÕ voz: recessão, ve jam bem" Recessão não combina com Es peranca, Tranquil? Fu nd acao: 2 0 de Fevereiro dade, Paz e Confi:: CGC.HF 15.513.203/0001-90 anca. Em outras pa Inscrição Estadual: 28. 209 .003-1 lavras tiram-nos o Diretor - Redator Chefe - Ivaldo Pereira nosso sentido de - Diretora-Administrativa - Maria Estela V Pereira vida ou seja a Es- Gerente - Gilson Silva Santos • perança. Conclusão, Redação Administra~;; p - • ..,..o e arque Grafico· Av Tribu rei ..===================================!- estamos indo não - na da_Fronteira,564 - SEDE PRÓPRIA _ ' . • - q selltc' li AÇQLJGLJE ESTRELA sabemos para onde! Redaçao-Jardim-Rua 14 de Maio 34 Pone.439-1410 - CAIXA POSTAL-23 _ B la • 2 - Pone:251-1669 to SEMPRE QUE PODE e Vista - Mato Grosso do Sul A galera jardi- SUCURSAIS nense que estuda - Porto Murtinho - Av.Dr. Corrêa si o F - Antonio João - Av. MaE ç, '»' /n-/one:287-1239 fora nao se esque- • na O rosso, 675 ce das maravilho - Haracaju - Av. 11 de Junho, 91 sas águas do Rio Bonito - Rua Pilad Rebu '5, s/no Formoso, quando en Caracol - Av. Brasil, s/n9. qualidade. Temos também linguiça e carne de porco defumado contra-se .em suas- (Correspondentes em Campo Grande, .r,~_ férias colegiais , cipais capitais) Bras.u.ia e pr~ ~ iprodução própria) Rua Guia Lopes,727 - Fone: (067) 439- 1897 como de costume,lo • go após se diverti ASSINATURA ANUAL: 30.000,00 - Ass SEM. l I BELA VISTA - MATO GROSSO DO SOL rem em nossa cida-= PELO CORREIO - 40.000,00 - • 20 .000,00 wE #.5±° • "Canaã" ~.lotrônica Oriental l Iop,·cl11llv,d11 TV, Pll e core e parelho connerto om ena peral. T + Ferreira -- Técnico PORTO HUll'rINIIO - MATO GROSSO DO SUL - de do un 'Travenn da Praça 'Thomn La- rnpetrnn, u/n? CC- 1550271/0001.07 - INC. EST. 28.2141704-3 0LMES FERREIRA COMES DONA MERCEDES VIGTRA G0l1F.S PROPHIETÁRIOS Ruo Alfredo P 1nto, lld FONE: (067) 287 - 1325 - CRP: 79.280 PORTO MURTINHO - MS Casa Americana 1>8: NELSON Rllll!lllO l'RllllS Aceitnmo Cartão Ouro-Card. Dia- Atendimento dine nolto, conocr - tribuldoro COPACAZ, Artigon purn - too de pnoun e cômnrn. proacntoo, roupuo, Supermercado, Li Profer1<lou polon Turlntua vraria, Papelaria, Artigo para Pes ca, armarinho. Seco o molhadoo cm ucrol. Oo melhores proçoo da cidade Ruo J)r. 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Produtos de primei ra ai um dia de lazer jun.o à natureza. Logo aó retornam no final da tarde a 1ará k a is arte±par dyg ndt ladas noites festivas, ou seja,reunioes en casa de amiaos, é o que mis vem acontecer do em nossa cidade, "AN' ARRE MODAS" Lembrando novam n.e que Jardim possui u ma griff de milhas e coton. A nossa amiga Leony continua a .odo vapor, fazendo os mo delos a sua escolha. Annarre situa-se a A. Cel. Camisão, 523 - Centro. LEMBRANDO Que logo oc encontrar~ cm Jardim a mia nova Advogada, estamos falando da Marly Grubert Chaves, que acaba de formar-se em Direito na rnculdndo de s~o Frunoioco, na cidade de Dragançu Pnuliota/SP. A você Marly, um ótimo inicio de correi ra, são oo votos de acuo farniliarco e ami~ gos. ASSOCilÇltO DE IlNSINO DE JARDIM O BIIRDDIL Jardilll - Pré - 12 e 2 Grau - Pré Veot1bulnr Hntr!culao Abcrtno de 05 11 JO de Jnneiro/92 VAGAS LIMITADAS PERfODO MATUTINO Pré-Escolar - Jnrdilll I (até 4 anoo) 20 vngan (maternal) 12 Grau .5!! Série 25 6!! Série 25 7!! Série 25 8!! Série 25 Vagas Vaga Vnapan Vaga 2a Grau l ? Colegial 25 Vaao 22 Colegial 25 Vagas 32 Curninho 30 Vagno- (Scmi-extcnnivo) - PER!ODO VESPERTINO Pré-Escolar - Jardim II (5 anos) - 20 vagae Jardim Jardún 111(6 anoe) 20 vogas (Pré) 1e Grau 25 Vague 28 25 Vagas 31 25 Vagas 4!! 25 Vagos Parque Infantil - Sala Vídeo - Educação Física à partir da I! Série do 1 Grau - Jogos lnternos Apoetilndo pelo curso BARDAL de Curitiba_ PR Direção Geral: Rita e. Braga Lima - Pi1ia1 em podoquena: na.a a. oei Rãriaues de oliveira - no 73 TELEFONE: 268 - 1283 BODOQUENA - MATO GROSSO DO SUL - DE PACIFICO DA SILVA BALTA - Churrascaria "CANAÃ" serve o melhor churrasco te e frio com dezesseis qualidades d do Brasil. "Buffet" queE: Sistema Americano e Rodízio - ie pratbos todos os dias. - mus ca aliente p d _ quem gosta de comer bem. • ara a obrigatoria para Anexo funciona o tradicional "HOTEL CANAÃ" res, ar condiciona.do e frigobar. • • apart:n:ientos c0111 TV em co- Luxuosns suítes a seu di.spor. Rua Pilnd Rebu'â, n9. 1293 F - one para reservas: (067) 255 - 1255 BONITO - MATO GROSSO DO SUL JORNAL 'TRIUNA DA FRONTEIRA Dl/ll!O HE<;J(J',AL RIDUn mUR O GOVERNO DO BRASIL PROVA QUE CONHECE O CAMINHO DO DESI NV MIMENTO. (J ___.r7._..,.,.,__.._..,_,........_ ~ - __.-____. 7 Ninguém melhor do que a iniciativa privada para fazer uma empresa sêino dificar e crescer. E ninguém melhor do que o Estado para cuidar de questões como saneamento básico. saúde, edu cação e justiça É por isso que o Governo do Brasil está privatizando suas empresas. Agora é a vez do Serviço de Navegação da Bacia do Prata - SNBP, criado em 1943, e transformado em Sociedade de Economia Mista em 1967. Com a iniciativa privada no comando, a empresa vai poder.investir para crescer, se modernizar e conquistar mercado no transporte de carga na Bacia do Prata, colaborando para a integração latino-americana A privatização, como tem acontecido em todos os casos, vai beneficiar também os empregados, que se tomarão sócios de um empreendimento promissor, com lucros maiores e melhores salários. E o Estado, cada vez menos empre sário, vai poder se dedicar mais aos investimentos na área social de que• o País tanto precisa. ~ Serviço de Navegação ~ da Bacia do Prata S/A. Iagro quer ntensificar ate Cancro Cítrico. no. Mf$.. realização de trabalhos da do Taboado, Inocênci~ de maior vulto. Mesmo as São Gabriel D'Oeste, Ca sim, no ano passado, coi mapuã, Rio Negro, Corgui 0 auxílio da Empner, o nho, Bandeirantes, Água Governo do Estado atra - Clara, Ribas do Rio Par vês do lagro conseguiu do, Sidrolindia, Tere - fazer a revisão de rcbro nos, Dois Irmãos do Buri ta em 13 propriedades ru ti, Aquidauana, Anastá - rais em Sidrolindia e du cio, Miranda, Bodoquena as em Terenos. Também fo e Nioaque. Estão apenas rrun realizadas barreiras com a zona rural libera em Porto Primavera, Por- da para o plantio: Seh·í to XV de Novembro e Três ria, Rochedo, Bonito - Lagoas. Nessas barreiras Jardim e Guia Lopes da os técnicos do Iagro fis Laguna. Enquanto os ou - calizavam o transporte tros 40 municípios estão de mudas trazidas de São proibidos de cultivares Paulo para Mato Grosso se tipo de planta. do Sul. 9 Com recursos na ordem de Cr$ 12 milhÕes, do Mi nistério da Agricultura e Reforma Agrária, que dev! rão ser liberados a par - '.tir de fevereiro próximo, o !agro pretende começar, no início do segundo tri mestre deste ano, uma caE7 panha maciça de prevençao ao cancro cítrico, A in - formação foi dada pelo chefe de núcleo tecnico: de vigilância fitossanita ria do órgão, Seba st ia~ Ramào de Freitas, A ideia é erradicar uma das prin cipais doenças que ataca os vegetais cItricos que até agora nao tem co trole químico. Aenas ? erradicação da planta capaz de solucionar o pro tblema. A doença chegou ao Es- tado em 1959, atravessa do a fronteira com Sao Paulo e atingindo O muni cIp1o de Bataguassu. Quam do se instala na planta • seja ela um pé de 11mao ' ·laranja tangerina ou se elhante, a baetér1a an lthozonas carpestris pro9 l ca a perda de vitalidade, queda dos frutos, ocasio nando lesões e necrosa nd o frutos, galhos e folhas. Sebastião Freitas lem bra que atê 1989 eram re~ lizadas cumpun1i:is maciças de prevenção da doença ' oas com a política reces sia do Governo Federal esses recursos se torna - a.. ~ é o cidadão. O Iagro confeccionou ~ilhares de cartazes in formativos para distribu ir em locais estratêgi = cosa fim de orientar os produtores interessados ro plantio de laranjas , limões ou tangerinas. Ne le há um mapa do Estado contendo os Estados libe rados e os impedidos de plantat "cicrus". Entre as principais medidas pa ra evitar a propagação - da doença está a compra de 'mudas somente em ca - as especializadas, nun- ao O Rotary é ... - Vaia orant,ação de] l!dl rt.•i d1. nt ,, ", , .. J profissfona!s, un!do no undo intetro, que prese e,.:' >.Cr'lçn :ni: ·1,1lt.,rju, j fomenta um elevado pe [ drão de ét!ca e tclu nas prof!sses e ajud estabelecer a boa vo:tu de e a paz no ando. - Uma a:so{aio de 1.131.734 de 1deres de dfcados a prestação de serviço, que pertences a 25.682 Kotary Club3 e~ 491 distritos e 17 pa[ ses. Os Rotary Clubs se reunem semanalmente pura que seus sócios possa u sufruir de um mútuo espf rito de comp:rnheirl, r.io ;; discutir as pecas de ser. vtco do clube. A aft1la-] ção a um Rotary Club de pende exclu~iva~ente der convite, e e feita na ba se de um representante de cada ramo de ncgÕciosJ profissão e iustituição, f u sistema de classifica] cao que asseura a forma] ao de um, o represenf tativo da c nidade. O Rotary nternacio - nal é a associação de to dos os Hotary Clubr d~ mundo, Para este ano o Iagro já conta com um projeto de atuação junto aosfF==~~========================z:::cm;m111:111m EEE:a;:;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;:;;;;;;;;;;;;;~ E±E#±E] Cruzeiro do Sul Veiculos Ltda. campo no 'município de Ja raguari; serão erradica das as plantações de no ,·e propriedades rurais em Caracol, para a poste rior liberação; e serã concluída a liberação de 43 propriedades e Sidrg lândia, onde será feita a revisão da rebrota. Hoje, no Estado ape - nas 27 municípios _estao liberados Para o Plant!o do genero 'citrus • Sao eles: Corumbá, Ladário , Sonora, Pedro Gomes, Co xim, Rio Verde de Mat.o Grosso, Costa Rica, Cha pado do Sul, Cassilan - UNO CS 89 - Gasolina - Bege UNO S 89 Gasolina - Vermelho UNO S 88 Alcool - Bege OPALA 84 LUXO - Al.cool 4cl - Marron CHEVETT 85 SL - Alcool -·verde Metálico Voyage GL 87 - Alcool - 5 marchas- verd.Met. MONZA 83 HACTH - Alcool Vermelho CBT 76 com lâmina Orfeu Bais caem caminhões ambulan tes. Como forma de in = tensificar o combate es tão proibidas no Estado o cultivo de Limão Gale go, Pomelo e das laran= jas Bahia e Baianinha, que, segundo Sebastião Freitas, são as varieda des mais suscetÍ'eis i doença. Além disso, é importante que o produ tor ou interessado no culti'o de cítricos pro cure o !agro para maio= res orientações. Com o controle da doença a produção de cítricos po de duplicar. Hoje si~ 957 hectares plàncados no Estado. UNO S 90 - Gasolina - Bege UNO SX 85 Alcool Azul Me!:álico UNO CS 87 Campo Grande MS Al.cool ROTAR'{ P flOl-'ORC IONt..: ' - Sen·iços à juventu-! de através do apo1o a] instituiçoes de ensino e'I grupos de escoteiros outras organizações ju'e nis, assim coco através de programas de orienta ção sobre carreiras. - Serviços aos idosos através do apolo a projel tos de habitação de bai-/ xo custo, de assistência, médica e outros serviços' especiais. - Serviços aos defici entes através de trata= menta médico, progranas de reabilitação, de tra tamento profis5ionalizan te e recreativos. - - Serviços profissio nais atra'és da prática e promoção de ele'ados _; padrões de· ética e condu ta nas relações de neg0- 1 cios e profiss!onais. - E ira vartada série de projetos culturais,co munitários e ambientais-; coo a ·finalidade de acenl der as necessidades espe'. cíficas da comunidade.-! ~ Bege BELINA 89 L - Alcool - Branca Caminhão Ford.74/Trucado/Verde F.1000 88- Branca/Preta-Diesel com ca- sã pota fibra-inteira Rua Santa Amélia, no 104 - Fone: 624 - 7055 BELA VJ STA, O'.J DE JA. EIRO "" 7ao "0" """" "" "" Municipal DR 1992 - PAGINA 0 1 Prefeitura Municipal de Jardim li I ((OU' MA# !9 UM/91-6- D I DE. A0TO DE. l','Jl. DL/MI OM! O E AI/IO LO, IVIES 1ELICD, DE JARDIM-M5 o PreteIt, Muntlpal de JardIn, Estado de Mato Crosso do Sul, FMI AMEk que a irara Munfpal aprovou o ele ancfona a se " ) u1nt• l.t l: 1ft 1 - CAPÍTULO NICO - DAS DISPO'SI,E PPELI'AI'AES Art, Ie- Etna Lef Intftui o reire )ur[dto ünfo dos er v1dores públicas do Mtunfe[pfo d Jardim, de sus autarquias pa MI1cas, • Art, 22 - Rele Jurídico, para fefto desta Lei e o confun to de dIre{tos, deveres, protbfç@e e responsabIIIdade estatele c1das com bane nos prinlplos constftucfonals pertinentes e no precetto leyals e reprulaentares que reem as relaçoes entre o M'anfelplo e seus servidores, • Art, 32 - Na aplicação desta 1el serio observados, alem de outros, os seufntes conceftost 1?- Servidor é a pessoa lealmente Investida_em cargo pu bllco no n<l':i1l11t11troçi10 dlr<•U1, nutnrqul:, ou fundaçuo, li - Caro Fibllco, coo unidade bisfca da cetruturn or,.;oni racional, o co)unto de atribuições e responsabilidades _cone tIda ao servidor, criado por lef, denominaçao proprio, nureero· certo e pao pelos cofres públicos; Jll - C1ase a dIv{são bstca da carreira, agrupando os - cargos da resma deno! n[vel de atribuição e complexidade; - IV - quadro é o cojunto de cnrgos e funçoes pcrtcnsentes n r:r,truturn ontnnl;,ncionul dn ndrdnletrnçno direta, autarqu1ca e dns fuodnçõe11 do lhmlclplo, ' § lQ • As cnrrl'lrns scriío organizndns em classes de cargos - • disposto• de acordo com a naturern profissional e conplcxldnd,- de suRB ntrlbulçÕcn, gunrdando corrclaçiio com n flnnlidnde do órgílo ou ont1dndc. , 2Q - As cnrrclrns podcriío compreender clnsseo de cargos do mesiro 11 rupo proflnslonnl, reunidas em sementos distintos, _de acordo coo n escolnrldnde exigida par• lngreoso nos n{vch bas! cos, n:édlo e superior. Art. 4Q • Oo cnr{toS públicos siio de provimento efetivo ou em com1ssõo, § 12 • Os cargos de provimento efetivo serõo nrgsnludo• e providos em carreiro, 5 29 - Os cargos em comissão são os que envolvem ntlv!dades de Dlreçiio e Asseosornmento Superior, bem como de Assl~tend• • Dlretn, e, ressalvados os de Investidura por acesso, sao de li· vre prov!J:lento, satisfeitos os requldtos de quallflcnçno fixa dos em lei. Art, 5Q • Fun~iio de Conílançn é que envolve atividade de chefio lnternedlnrln, de livre deslgnnçno e dispensa, satiofel tos os requisitos legnis e regulamentares. 1? - As funções de con 'ionço sôo criados por lei t observa doo os recursos orçn.'1lentários para eote rtm. § 22 - o exerclcto de funçiio de conrtança é privativo de ti· tular de cargo efetivo; § 32 • Na escolha para o excrddo de funçiio de confiança , scrõ observada a correlnçiio de atrlbulçÕes do cargo efetivo do . servidor e do função a ser exercida. Art. 6Q • A clnsslflcaçiio de cargoo e funções obedece plano· correspondente, estabelecido cm LcL Art 7g - Ê vedado atribuir ao servidor ntividades diversas das cspecl(icodns parn n categoria funcional. Art. SQ • t proibidn n prestaçiio de serviço gratuito, salvo os casos previstos co Lcl. IITIJl.0 lI - DO PROVUIENTO, VACÃNClA, l(E!lOÇÃO, REDlSIRIBUIÇÃO SUBS1IIUIÇÃO E PHOCIU:SSÃO, CAPIIULO l DO PROVI}IENTO SEÇÃO I • DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 9Q - S.Õ.o rcquinltos básicos para ingresso no serviço pu bliCOj l - A nncionoltdadc brasileira ou equiparado; 11 - O gozo dos direltos pollttcos; 111 - A quitação con as obrigações mtlitares e eleitorais: IV - O nlvcl de escotnrldndc exigido pnrn o exerclcto do car • Estatuto dos ti ,, ma ca ,, ll re SC< qu ne: do m;et 70 ver reh!do, 2g-0 erldur do da d!fern,a de v f 3? - Vetado. E,ÃO IV - DA ACESIO FMNC10AL o qual a»li n!reto a 7 a prcar o, tIer dIre! Funcionários Art, 2I - seno Funfonal cn!te na elevação do servi dor classe fredlatarente uper!r ruela a que pertence, de tro da rerpec'Iva cateoria, obedecido o cr!trfo de anttpu!ds de, confor.rc re d161m,cr e;;. lei,.. _ 4 12 - Será de do1s anos, na ült!na refreta da classe • terfor o Intertclo para concorrer a ascensão funcional, s- Aplfca•se i, MCençiio funcional o disposto nos artf - gos 16, 19, 70 e ç Único do urt. J cfost11 lei, SLÇÃO V - DO ACESSO Art, 22 - Acesso é a Investidura de servidor na função de direção chefia, assessoramento e assistenía, que não seja de livre nomeação e exoneração, obedecidos os criterios previstos em lei. SCÇÃO VJ - DA IRANSFf.JlENCIA Art. 23 - Trnnsferêncin é n r.ioviccntaçiío do servidor eat.Í - vcl de llll cnrgo efctlvo de carreira para outro de lguol deno oln~ciio ou de denomlnnçiio dlvcroa, para o meo o ou pau quadro de pes3onl diverso. _ $ 1? - A transferência para cargo de denomlnniao diversa d~ penderá de habllltnção do oervidor em concurso publico e do •! tlofnçiio de exisência do grau de ucolarldade para o exerdclo do novo cargo, _ $ 2g- Na hipótese do EnrlÍgra!o nnterlor, 11 tran•íerencl.,i P!? derá ocorrer com ntteraçao do valor do venctrisnto, § 311 - Na transferência para caro de Igual denominçio, de quodro de p<Booot diverso, nao havera otteraçao de classe ne dc ve nc icnmto, S 40 • Será permitida a transfrréncla de ocupante de cargo· pertencente a qundro em extlnçã'?, poro quadro de outra enttda de observado o disposto nos parasrafos anterloru, 's so - A trnnsferéncln poderlÍ ocorrer "ex·officlO" ou n pe• dldo do oervidor, observndo o interesse do serviço e depende - ró, em qualquer hipótese, dn exlstencl• de vaga. SEÇÃO Vll - DA READAPTAÇÃO Art, 24 - Reada~tação é a lnveotldura em cargo compadvet • com a capacidade !Islca ou mental do servidor, verificada em inspeção médica ortclal. § Onico • A rendnptnção serlÍ efetivada em cnrgo de carrelr.a de atribuições afins, resecitnd• R habilitação exigida. Art. 25 • A rendapataçao oerá feita a pedido ou "ex•oCfldd' e scró. prcocessadn: I - gunndo provisória, medla~t• ato do Secretário de Adml - nlstraçao, considerando a reduçao ou atrlbulçao de novos encar gos ao servidor, na mesma ou em Otl}tra unidade amlnlstratlva , respeltndas a hierarquia e ao funçoes do seu cnrgo; II - quando definitiva, por ato do Prefeito, em cargo de carreiro de atcibuiçÕes afins,_medinnte transferencla, observ! dos os requisitos de habllltaçao exigidos. . § Onico: Nos casos de ocupante de mols de um ~:irgo, deverao ser cumpridos os requ1sitos atinentes a acumulaçao. Art. 26 - Se julgado incnpaz para o serviço publico, o rea· daptodo será aposentado. . s Cnfco: Em qualquer hipótese, a readaptação não acarretará aumento ou reduçno de venc temnto ou remuneraçao do servidor. SEÇÃO Vl II • DA REVERSÃO go; V - A idade o!nion de dezoito anos e Vl - A boa saúde rlslca e mental. S lQ - As atribuições do cargo podem justHicar a exlgéncla- dc outros requisitos estabelecidos em lei. § 2Q - Às pessoas portodoros de deflf:1ênc1n é assegurado o direito de se inscreverem em cone.urso publico para provimento - de cargos cujas ntrlbulçÕes scjan compot!vels com n deficiência de que são portndorns, parn ns quais serão reservadas l°' (dez- por cento) das vagas oferecidas em concurso. . Art. 10 - O provirento dos corsos publlcos far-se-a por oto- • de autor1dade de cada Poder, do d1rigente superior de autnrqutn ou de fundação pÚbllcn, mcd1nnte prévio ciência e deferimento - do Prefeito Munictpal. Art. 11 - A lnvesttdurn em cargo público ocorrerá com n pos- se. Art. 12 • Siio fomas de provi.mente de cargo pÚbltco: I - no::eaç~o; II - progressão; 111 - ascensÜoj IV - acesso V - tr4nsferência; VI .. readaptaçôo; V1I - reversão; VIII - re integração; IX - recondução e X - aproveitamento. SEÇÃO II - DA NO~IEAÇÃO Art. lJ - ~ nq:neaçiio far-se-à: I - eo co:rater efetivo, quando se trata de corso de classe - in1cia.l de carrcir.i; II - e:i:i coolssiio, para ca.rgo de confiança, de livre e.x.oner!!_ ão. $ 12 - A nomeação para cargo de e.lasse inicial de carreira - depende de prévio. habilitaçôo cm concurso público de provas ou- de provas e tltulos, obedecidas a order.i de clnsslflcaçao e o go) - reintegração do anterior ocupante. prazo de sua validade, § 22 _ os demais requisitos para o ingresso e de desenvolvi- § 29 - Encontrando-se. provido " cargo de origem, o servidor cento do servidor de carreira serao estabelecidos em lei espec! será aproveit.ado em outrot obscrvodo o disposto no art. 33. !lca, SEÇÃO Xl - DO APROVEIIA."IEN'IO SEÇÃO III - DA PROGRESSÃO FUNCIONAL Art. 32 - Aproveltnmento é o rclngreoso, no serviço, do ser Art. 14 . A pr~gressiio funcional conBlote na ,:ovtmcntação do vldor em dlsponlbllldade. servidor da ref!,rcncla cm que se encontra, para a outra 1med!.a· Art. 33 - O aproveitamento do servi.dor ec dlsponibUldade - tooentc superior, dentro da respectivm classe, obedecido o cri- ocorrerá em vagas existentes ou que surgirem. ' tério de antiguidade. _ - f$ 12- 0 aprovettaento dar-se-i, tanto quanto poss!vel, e.o Art. 15 _ A antigutdade !er.1 deterci.nadn pela peroanencia e· cargo de natureza e padr.Õ.~ de vcnclc.entos correspondente.a ao fctivn do servidor na. referenc1a., apurada e.m dias. _ que ocupava o servidor, nao podendo ser feito e.o c.argo de pu. • , u'nlco,· Havendo fusão de cla_sses, a nntlguidndc abrangem o driio superior. . • 1 § 22- Se o aproveitamento se dr e cargo de padrao inferi.· per!odo de pemnnõncla na refere n cln anter or. - or ao provento da di8ponlbllldade, terá o servi.dor direito à Art. 16 .. As prosrc:;sões serão realizadas anualu:ente no ces diferença. . - de caio. - id d 4 progres- § 32 - Eti nenhi.m coso podera efetuar-se o a.provelta::ento - Art 17 - Paro todos os efeitos, sera cons era 4 t d sec que, r.iedlnntc !.nspcçao cédlca fique provada a capacidade - são qu; cabia no servidor que vier a falecer ou for aposen ~ o- para o exerdcio do ca-,go. _ . . se que tenh.1 sido conteplado com esta vantagem, no prazo e .. § 49 - Se o laudo cedico noo fcr fovoravel, podera ser proce 1 f dida nova inspeção cédica de aaúde, para o ttesmo fi=, decorri"= ga Ãrt. 18 - Ser.i de dois anos de peranêncta efetiva "" re e - dos no m{nu:,o noventa dias. • • rêncl.4 .0 interst!clo paro progrossao: tn seção 09 lnterst!clos § SQ - Será tornado. oem efeito o aproveltm:en;o e cassada- S Cntco - Para os fins previstos nes, dos corridos conslde· a dlspon!.billdadc -do aer:,,ldor que, 11proveludo, nao tccar pos serão CC!:P,Ut.ados individual.r.lcnte em per1.0 ' se e n4o entrar e: cx.crc{cio dentro do prazo previsto nos art! rnndo·se t'nterrc::ipidos nos seguintes casos: gos J6, i li! e 3 desta lei. . .' I _ licença. co=: perda de vencir.lentos; § 62 - Será aposentado no urso anterior:ente ocupado, • 1 1 ti servidor em dtsponlb!.li~ade. que for julgado lncapa: para o II - suspensao d se p nar; .: se Gnus para Prefel ? i di f!.cial rn _ dlsponlbllldade para outro orgao, ,ttço publico, em nspeçao ce ca o , tura; tepo de serviço seja s~rr 0 xn . DO CONCURSO Ftl!!LlCO IV - nos dea!s afastaentos e que O •• dls onlbltidode. "" considerado ti.o .so::cncc para nposcntado~ia. r:ferê~cia, succssiv! Art. 34 - O concurso será de pr~vns, ou de provas e titu - Art. 19 • Quando oc,,rrer cmpatc, tera P tos, realizado e:, duas eupas, con.ome se dispuser ec regula- cente, o servidor de cais tc::po: , ionnt· IH - e Munte! ente· ,,-o concurso público terá valldade de Até dali anos I - na clisse; II - na cates~:ia (~nc mais' idoso, Art. rorrogado una única vez, por igual per!1;do. pio, nn autarquia ou na fund·ª'ª?t I 0 1 lclal O prtcel· podendo ser P b d dos 5 C!co - No çaso de progressoo no cla!se na·o obtida em con- § O 1 • O puzo de validade do concurso o e eccra o •• - ro •ese::pntc sera dcteminndo pela clnssl.icaç nine~. 111 do artigo 18 dn 1..,1 Ortiiihlca Municipal, e. ,.. C to no _ c so ntlzação serii f!.xada e,, edital, que sera pu curso. direito cal1i4 a condlçoe• de sua re orno• estabelecidas na Lei Ori;Ãnica ~.,! Art. 20 - Er.i bcnef{clo daquele a que por e a hOuver conce· btlcndo, confon:,e as n progressão, seri declarado sen efeito o ato qu cipa.1. dido lndcvldruocntc. • . ld a que se refere sErro XIU • DA pOSSE E DO EXERcI c1~ ; ll? - O bcncflcliir;o da progrcssao lndev n • n mnls hou - "" -----·· - • - este artigo, não ficará obrigado a restitutro 8".--.--.------- J Art. 27 - Reversão é o retorno à atividade de servidor apo- scntado por invalidez quando, por Junta médica ofic1al, forCQ declorados insubsistentcs os motivos determinantes da aposent_! dorin. § Ontco: A reversão far-se-ó "cx-officio" ou a p.edido.., de preferência. no cesmo cargo ou em outro de natureza e vencimen to compat{vels com o antcriorcentc ocupado, ntendendo a habil! taçâo profissional do servidor. Art. 28 - N.Õ.o poderá ocorrer reversão quando o aposentado - contar setenta anos de idade. SEÇÃO IX - DA REINTICRAÇÃO Art. 29 - Reintegração é a re1nvestidura do servidor est.á - vel no ca.rgo anteriorente ocupado, quando invalidada a sua d~ missão por decisão administra.tiva ou judicial, co:n ressarci.me_!! to de todos os direitos e vantngcns. Art. 30 - A reintegração será feita no cargo anteriormente ocupado e, se houver sido transformado, no cargo resultante da. t ro.ns fornação. $ 12 - Se o cargo estiver preenchido, o seu ocupante será - c..xonerado, ou, se ocupava outro cargo, a este sera reconduzido sc.m direito a 1ndentzação. _ .. § 2Q - Se o cargo houver sido extinto a reitegraçoo se fora e.m cargo equivalente, respeitada a habilitação profissional , ou, não sendo possível, o servidor ficará reintegrado e dispg nibilidnde ren:unernda. SEÇÃO X - DA RECO~llUÇÃO Art. 31 ... Recondução é o retorno do servidor estável ao car go anteriorrente ocupado. § 12 .. A reconduçao decorrera de: a) inabilitação em estágio probatório relativo a outro e.ar• Publico Art, - Pease a ar!t' res e reses +±f!f4a4 !rente " pra!ss de di Ai-lo co pr!orl t« e +!entra, foral+da la! ta + ,,e e pelo m s rado pela autor!date e p": ,e rae de trita d1as, contatos ta 4 12 - Aposse ocorrer "V'.rsiels por a!s trinta - publtcaçio do ato lo provfen.o, PI' , nto d 'nteres.ado, - d1as, a reruernen,;4..e edante procuras,ao. s 29- As Pg" ,1',ssr ttsa outro + 4 32- E e trtsndo ? .,tato te término do !mpe!fie fastento ler I, o prazo sera com H"o G hwavri posse nes casos !e provimento de caro por nomeaçio e cesso ' obrlzator!a- $ 52- No ato da posse, o erv!dor apresentar' a patrtà- mente, declaro de bens e valores que constfturm n!o e declaração sobre o exercfefo de outro caro, prego ou função p&blfca. , , a,'de prévta Lspe Art, 17 - A pess e aro pDM!to cependera " Grzo pá±1f o rédea offe1a1 do runtclpto ou, na scn falta de ' co estadual. f J 1 - d •"to 5 l2 - Só poderá ner empossado aquele que for Iuato P' ' tisica e tentalmente porn o ex•rcfcio do carpo. 5 22- A posse e'wervtdor efetivo que for nomeado para ou tro caro, Independerá de Inspeção médica, deste que se encon trc PO ex.Prc{cio. rt, 38 - São competentes para dar posse: I - o Prefeito, nos secretario, n,unfclpnla e dcs,<lls autorld,!! des que lhe se]a diretamente subordinadas; tt - os sr.cretÁrlo• municipais aos ocuponte• dos cargos co:,hsiio no ibfto das respectivas secretaras, Inclusive aos dlrl;entc• dr. autarquias a rstns vlnculadn•; _ III - Os dirigentes de outnrqulns e fündnç<?~•• irt. 39 - A autor!dade que der pose devera ver!ffcar, sob pena de responsabilidade, se foram satisfeita ns condiços es tabelecld .. e:i lei ou regulamento, para a Ir!Ara no cargo, Art, 40 - Será tornado se:i e fel to o ato de nomeaçao, se • posse não se verificar no prazo estabelecido r.enta lei, _ Art. 41 - l»:rddo é o efetivo de,e::pcnhndo dns ntribulço~• do cargo • . S 10 - O Lnfclo, o lr.!rrn.;l.90 ~ o reinício do •x~rc[cio se· rao registrados no oaaenta~~nto Individual do ••rvldor. § 22 - O início do exerdcio e 41 alterações que ocorrerrm • serão comunicadas, ao órgão co::petente, pelo chefe da reportl - ção ou aervlço em que estiver lotado o servidor. Art. 42 - 0 chefe ds repartição do serviço em que for lotado o servidor é a autoridade co:npetente eara dar-lhe exercício, Art. 43 - 0 exercício do cargo tera início dentro do prazo - de trinta dlns, contado si 1 - da data da posse; II• da data da publicaçiio oficial do ato, no coso de remo - çáo, reintegra,ão, aproveit~ento, reversão, redistribuição, a cesso e transferênci4. 1g - Os prazos previstos neste artigo poderão ••r prorroga dos por trinta dias, a requer1mento do interessado e a Juízo dã autoridade competente, ocorrendo motivo Justificado; § 211 - O exercfcfo e função de confiança dar-se-à no prazo de trinta dias, a parttr da publicaçao do ato de de•lgnaçao. 5 39 - No caso de remoç.ãol o prazo para e.xerc!clo de servi - dor em ferias ou licença sera contado da data ern que retornar - ao serviço. $ 49- 0exercício em cargo efetivo nos casos de reintegra çao, aproveitawento e reversao, dependera da prevln satisfaçao dos requloltos atinentes a capacidade física e Bnnldade mental, comprovados em inspeção médica oficial. § 5Q - No Interesse do serviço público, os prazo previstos - neste art1go poder ao ser reduztdos para detf"rn1nados cargos. § 62 - O sc!:'V'idor que não entrar e~ exercício dentro do pra zo fi.x..ado, sera exonerado. Art. 44 - A transferência ou a aooerão não interrompem o teo po de exercício, que é contado do novo pos1c1onmnento na carre.T rata partir da data da pub11caçiio do ato que transferir ou as cender o servidor. Art. 45 - O serv!dor d~verã apresentar ao órgão competente , os elementos necessarios a abertura do assenta.cento individual. Art. 46- Salvo os casos previstos nesta lei, o servidor que interromper o e.xerc!cio por e.ais de trinta dias consecutivos ficará sujeito a pena de declssão p;,r abandono de cargo. ' § Onlco - Vetado. :1., SEÇÃO XIV - DA FREQU~NCIA E DO HORÃRIO Art. 47 - A f~equenci.a será apurada por ceio de ponto. § 12 - Ponto e o registro pelo qu..al se verificarao dl.a.rla - mente, as entradas e saldas do servidor. § 2Q - l','os registro! de ponto, deverão ser lançados todos os elementos necessarios a apuraçao da frequência. Art. 48 - t vedado dispensar o servidor do registro <'e ponto salvo nos casos e.xpressa.cr.ente previstos eo lei ou re~ulru:ento. 5 12 - Excep<;ionaloente e apenas para elld1r efeito., disci . pllnares, podera ser Justificada falto ao se,viço. § 2Q - A falta abonado e considerada, para todos os efeitos presenç.a ao serviço. ' , i 32 - Vetcado, § 42 - Nos dias Úteis sot1ente por determ!.naçíio do ?refeito poderão deixar de funcionar os aervlç.os públicos ou ie suspen ~ sos os seus trabalhos, no todo ou e.o parte. Art. l.9 - O ocupante de cargo de provirento efetivo, tnte _ 2; ?? {];;" sr·ta, ·ri serro • «wrr+'oro» ·e i 1? - Vetado. 5 2? - Além do clll:!pr!J:,ento do estnbelec!.do neste art!go, o exerc!cfo de cargo e.o co:::,:issão exigirá de seu oc.upa.nt,. tntegrnl dedicaçao ao serviço, podendo ser convocado sempre que 'ouver _ interesse da ad:iinistraçao. , SEÇÃO xV- DO ESTÃClO PROBAIÕRIO Arr. 50 - ·Ao entTar e.o exerc!ci'?, o servidor no:tleado P• -~ cargo de provu:,ento efetivo, ficara sujeito a estágio pro~, ; _ rio_por período de vinte e quatro ceses, durante o qual sua - ti.doo e capacidade serao objetos de avaliação par d do cargo, observados os seguintes requisitos; a o 1eserpe- I - ldone!.dade o:out; II - assiduidade e pontualidade· III - d!.sc!plina e aptidão; ' IV - eftclencla. i 12 - Decorrido o período de vinte meoes e no prazo !:lru<L'"O de quatro reses, a autoridade competente fie.ará obrt~~~ -n : muetar-se sare o_atendi=ente, pelo esta&tárto, dos±e+,[. 4o4s;_P±,g,"isto; is s «ied <íi@rsr-e-si ,~! o se.rv· ç.o pu . co; 2g- 0 servidor não aprovado no estás! • ";"55:±±27i«6 ice ·ri,-.":,27o », SEÇÃO XVI .' DA ESIABlLIDADE Art. 51 • O servidor habilitado e: • sado e cargo de can-e1ra ad u1-1r-~ conct:.r-oo publico e e:?OS· iie se_ysr @is si à.i?""?'$±e s seriss 5± o Art, 52 - O aerv!.dor estável só d • rc cio. se.;: .de sentença judicial transitada ec per era o cargo e virtude - • niatratlvo dlsc.lpUnar no «uai G"!'ado ou de processo a&!- sa. a e assegurada ampla defe - SEÇÃO XVII - DA DISPOl!tBl!.IDADE Art. 53 - O aervtdor será po t tinto o cargo ou- declarada 4 "°_a d1s5nt1114a4e quun4o e 1 12 • A disponibilidade !ua e!n•cesa!.dade. . - § 20 • O servidor em 4y, "orrera co recungeração integral. ou a+enta&s, nos ±era, {"?'?It4a d e oeri ser rsveí±sã- CAPtnn.o n • DA VACCLA Art • 5 - A va.c.incia de ca O - .. I - e<oneração; 11 dec!.uii~ publico d~correra do: fc.rênc.la; VI reada - . o, III a.sce.nsao; IV a.ces:.o; Vtr:r3"" is ii ii?ti?i"?zgv"iir sr·'e= s - ,TOJWAL 'l ll!J!IJ!IA DA FRON"IEIJ1A DIÁRIO Htr.l<)NAJ, - 'H!O 1' Prefeitura Municipal de Jardim • Estatuto dos Funcionários Publico Municipal rt, 55- A exonraco r vldor u 'eu-oft,,, caro efetfvo dar-e-à a pd1do do ~ ~li lco - A xor -' ., . 1 - 4umn4o +;""",["ao '·«-otftto" «ri a»1tg4a: rfo; tlsfeltas as condições do estigfo probató 11 quando por de • 1 Idade para é,,,'orrnfa de praro, ficar extinta a pun!- í Tl - , unnct _sao por abandono de caryo; Art ,, , ao entrar ·n exercfelo no prazo eta!gele!do. I. ,,r. xorernçao de caro en colisão dar-e-à; 11 a Iu!zo da autoridade competente; • 11 pedido do pr<iprlo servidor, fl· ~ Onlco: O nfnntnmento do ne.rvldor de função de direção, eh!_'. a, asesnorarento a assistência dar-se-à 1 • n pedtdo; • • 11 • ruedluntt dlopentta, nos cnnoa de: - promoçao; h • cumprimento de prazo exluldo pnro funciío; e • n ju!zo d11 n11torid11de co!'lpetcnte, Art. 57 • ! vnga ocorrcri na data: 1 • dll vlgt111cl11 do nto de oscenniio funcional, transferêncln, npo"entndorln, exo11ernçiio ou demlssiio do ocupante do cargo; li • do flllc~imento do ocupante do cargo; III • da vlguncln do nto que crlnr o cargo ou pcmltir seu provimento. Ar~. 5B • Quando se tratar de função de confiança, dnr·Ge•à a vacuncln por dispensa ou por fnleclmcnto do ocupante. CAP!TULO 111 • DA REMOÇÃO E DA llP.DISlRlBl/lÇÃO Scçno l • Da Reroçio Art, 59 • Remoçõo é o deslocamento do servidor, n pedido ou "ex•officlo", com preenchimento do cargo vngo, no iímblto do me! mo quadro, com ou sem mudan~n de sedo, Art, 60 - Dar-e-à remoçao dei I - urna Secretaria para outra; 11 • um~ localidade para outra, dentro do território do Hun! cípio, no ambito de cada Secretaria. § li! • A remoçôo destina•sc a preencher vaga existente no uni dnde ou localidade, vedado seu procossnmento quando não houver vnga n ser preenchida, exceto no caso de permuta. 1 2Q • A remoção por permuta será processsdn a requerimento· de ambos os Interessados, com anuência dos respectivos secretá rios ou dirigentes de órgãos, confome prescrito neste capítu • lo, SEÇÃO 11 • Dn Redistribuição. Art. 61 • Redistribuição é a movimentação do servidor, c0111 o respectivo cargo, para Qundro de Pessval de outro Órgão ou entl dnde cujo plano de cargos e vencimentos seja Idêntico, observa do sempre o interesse da_admlnistr~çno e do servidor. § li! • A redistribuiçao der-se-a exclusivamente pare ajusta· mento de quadros de pessoal_às nooooldades dos serviços, Inclust ve nos casos de rcorganizaçao, extinçno ou criaçoo de orgao ou entidade. . . . $ 2 • Nos casos de extinçao de orgao ou dores que não puderem ser redistribuíd~• na sorno colocados em disponibilidade, ate seu forma do art. 31. CArtruLO IV· DA SUBST1Tll1ÇÃO entidade, os servi· foma deste artigo, aprovei tamente, na 4 ftco • A no Ju! s,ão do &to na !sto t !!- curá e aa Inver!an na d{uf a atfa. rt, 7)- O venfrento, a rn.rerio e o roe s e - rio objeto de arreto, exceto nos casos de presto d al! tos resu! ttes da honoloa,io ou d f o jad1 tal, Art, 74 -0 Poder_T±!to é obrlado a pa r os salir!os de teus functor@rfos ate o quinto dia ut!l o n s suh pente, g hnlo - Mo caso do não pau+n.to a a data presta nes- te arttzo o poder público deverá fa-lo corrluldo moretr1a - rente pelos Ind!ces offcfals, devendo o antcdp!o neta hfpte se, efetuar o papamento densos valores no mesmo dfa que proe der o pagamento do alárIo a rasado, CAP l TUI.O I l . • OAS VA~ll AGE:,S Art ... 75 .. Junt.ru:.entc co-:: o venfrento, poderio ser pagas ao sery!dor as eufntes vantagens: l • inde.nizações; 11 • aux{tlos pecuniários; II- ratificações e adfcIonafs. 5 19- As Indenizações e os aux!llos r,ecuntiírioo não se ln· c_o,rpora.rn RO venfrento ou provento, para qualquer efeito. § 29 • An gratlflcaçoes e os ndiclonais lncorpor,m·se ao • venclcento ou provento, no, caso• e condiçÓea ndfcados nesta lei. 5 39 - As vantagens pecunlárins não serão cor.iputad~s r.~~ a· cumuladas para efeito de concessão de qualquer outros acrésci mos pecunlnrlo• ulteriores, sob o cesr.:o dtulo ou idêntico ÍU!! drunento. Seção 1 • Das Indenizações Art. 76 • Constituem indenizações ao servidor: I • ajuda de custo; II • diár!as1 III• transporte. SUBSEÇÃO l • Da ajuda de custo Art, 77 • A Ajuda de custo destina-se n co:npensnr as despe· sns do servidor que, no interesse do serviço, passa a ter exer cício cm nova oede, com mudança de domicílio, em caráter pemn nentc. - ! 12 - Correm por conta da Administração, as despeaas com· transporte do servidor e sua família, assim como de um eprega do dor!!eotlco, c0111preendendo pasong""', bagagem e bens pessoais, ! 22 • à família do servidor que falecer na nova sede, são assegurados ajuda de custo e transporte para a localidade de origem, dentro do prazo de, até UI! nno, contado do Óbito. Art. 7 - Não será concedida ajuda de custo no servidor que se agnstnr do cargo, ou reosswu{·lo em virtude de mandato ele· tlvo. Art. 79 - A ajude de custo é calculada sobre a remuneração· do servidor, niío podendo a impor tiincla correopondente exceder· ao triplo. Art. 80 • Nos casos de afastaocnto para prestar serviços eo Órgiio ou entidade, a ajuda de custo será pega pelo cesaioná • rio. Art. 81 • Não será devida a ajuda de custo, quando se tra - tarde cudança de sede ou domicílio, a pedido do servidor. Art. 82 • O servidor ficará obrisado a restituir n ajuda de custo quando, injustificadn.-:iente, nao se apresentar na nova se de legal, ou ainda, pedir exoneração antes de completar noven-= ta dins de cxerc{cio na nova sede. § Onico - Não haverá obriga.cão de rcst ituir, no coso de exo neração 11 ex:offÍcio 11 , ou quando o retorno for determinado pclã Adoinistrnçao. SUBSEÇÃO II • Dns Dlárins rt. 83 .. O servidor que, u serviço, se nfastar da sede 4:-m .. carater eventual ou tronsitorio, paro outro ponto do territo - rio nacionnl, fará jus a passagens e diárias, para cobrir as despesas de pousada e alimentação. § lQ - A diária será concedida por dia de afastaoento, sen do devida pelo metade quando o dealocru:iento niio exigir pernoi te fora da· sede. • § 2Q - Não poderão ser pagas rn11ts de quinze diárias no mês por servidor, exceto se comprovado estar em aprimoramento fun cional, com autorização do Prefeito, Secretário ou Chefe Autár quico. - Art. 84 - O servidor que receber diárias e na se afastar . da sede,por qualquer cott.vo, ficará obrigado a restitu{-lns - integralcente, no prazo de cinco dias, sob pena de aplicar-se, justificadamente o disposto no art. 70, pela autoridade compe tente. § Onico - Nas hipóteses de o servidor retornar à sede cm p~azo meryor do que o previsto paro o seu afastacento, restitui ra as diorias recebidas ee1 excesso, cc igual prazo. - SUBSEÇÃO III • Do Transporte Art. 85 - Conceder-se-á indenização de transporte no servi dor que ... realizar despesas com a utilização de meio próprio de locooçag para_a execuçao de serviços externos, por força de atribuiçoes proprlas de cnrgo conforme dispwer ec, lei. f 1- A !,-ndenlzaçiio com it~Hzaçiio de i:,eio próprio de loco moçao so sem cabível quando nno houver linha nor:oal de trans-= porte para o local ou seu horário se tornar inc0:tpat!ve1 para a execuçao de serviço. t Art. 62 - Haverá substituição, nos impedlmnos ocaslonnis ou temporários, do ocupante de corso em Corlissão, de direção supe- rior, ou de função de confinnçn. _ .. Art. 63 - A substituiçao Independe de posse e sera autor.inti· ca ou dependerá de ato da Admin1stroçao, devendo recair sempre em 1 servidor do município. . s lQ - A substituição autooiitlca e ~ estabelecido em lei, r~ gulnmento ou regimento e processar-se-a independentemente de nto. - s 2Q . Quando depender de ato da Admlnlstrnçno, o substituto será designado pelo Prefeito. . . s 39 - Pelo tempo de substitulçao, o substituto p~rc:cbera o vencimento e vantagens otribu{dos ao carg~ em cocissao ou fun - ção gratificada, ressalvado o caso de opçao e vedado a percep - ção cumulativa de vencimentos e vantagens. . § 40 _ A substituição remuneraçno dependera de ato da autor! dade c~mectentc para nomear ou designar, exceto nos casos de su bstituiçao previstos em lei. S SQ _ Quando se tratar de detentor de corgo em comissão ou funcão de confiança. o substituto fora jus somente à diferença- de remuneração. T!TIJLO 111 . DOS DIREITOS E VMITAGENS • CAPITIJLO I • DO VEN· ClMENIO E DA RE:-!UNERAÇÃO Art. 64 . Vencimento é a retribuiçiio pecun;iiria pelo exerd· cio de cargo público, conforme s!mbolos, padroes e referências- fixados em lei. - • d f ti 65 _ Remuneraçao e o vencimento o cargo e e _vo acres- cld~r~;s vantagens pecuniárias, pemanentes ou teporarias, es- tabelecidas em le!;ação do servidor investido em cargo em comis . S 12 _. A rcmun forma revista no art. 96. . . . - sao sera paga n~id r ineestido em cargo em comtssao de orgao ou § 22 - O serv d O de sua lotação, receberá a remuneração de entidade diversa b:lecido no art. 146, parÃgrafo Ünlco, acordo com O e st ~ento do cargo e!eti.vo, acn:scido d~s vanta - S 32 • O _venc anente é irredutível e observnra o princí· ses de sr+rer E,,f coser. pio de iaroda+, servidor poderi receber, pensa1ente a t{- SEÇÃO 11 • DOS AUXILIOS PEC!NlÃRIOS Art. 66 • Nen • importãncia superior a dos valores fixados Art. 86 . Sera·o CO", c•didos ao • { tulo de remune,açao, spécie a qualquer titulo pnrn o Prefeito { " ~ servidor ou a sun fa,:, Ua os· coo remuneraçao, em e , seguintes aux 11os pecuniários: i 1 • l • aux{Ho·nlir.entnçÃo; Mun cipn , 1 se dos limites flxados neste artigo o ••ln II _ aux{Ho•transporte; s dtco - ETU,,"aros gratiflcnção natallna, ndiclonaC 111 . snlârio·foc{Ua. rio·fam{Hn, ajudfai c_o por tempo de serviço e ns parcelas de • de ferias, grnti . caça SUBSEÇÃO 1 • Do Aux{Uo·Allmentaçiio caráter indenizntorio. •-uneraçn·o atribuida aos cargos de carrc! { 7 A menor rT' Art. 87 • O aux Uo·all.t!entaçiio serii devido ao servidor ati rt. 6 _ sr ao salário mIniro. - de :tn - ra nao sera inferdio. t~fflporariamcnte, n remuneraçao do seu cor. vo e:o eterm .nadas situaçoes de exercício na fora e condiçôei Art, 6B . Per ern, - estnbclecidns ec, lei. go efetivo o !ervidor~argo em c0111i .. iío da odministra1,ão direta, SUBSEÇÃO 1I • Do Aux!Ho·l'ransporte 1 • nomeaçno pnrn l resoalvado o direito de opçao; Art. 88 • O aux!Ho•transporte será devido ao servidor ati· ·é;e:7$si;; zç".%22/ si r·· vii5sr ; sr+üü+zere ·,irise ris- dos, do Dlotrlt-O feder nra rcstnr serviços em empresa publ,!_ l_ho para • residência, na forma estabelecida ea lei. 111 • quando •~~ st ªdr p i:,ist~ ou fundnção instituído pelo Po· SUBSEÇÃO lll • Do Soliirlo·Fruo{lia ca. sociedade de eonom!a de~ PÜbHco Municlpnl; nho de oondnto eletivo, observado o Art. 89 - O saliirlo·!a,:,{Ua é devido por dependente do ser- 1v- &rate e_!e"E;;rt&is Federai.. .. 'ç?Z,"?}""° ou,tatve, que vtva e sua s=moita os is suas - disposto no art, 4, o 1 o servidor fara Jus as vantagens 5 1g • Siio dependentes do servidor, para efeito deste arti· § 19 - No caso de nc 8 ent;s 00 cargo efetivo; cuja. percep - g·o: de caráter pc~J'ente tner eraçôo do cargo em comissão seja pre- l ... o cônjuge, se inválido; çiio cuoula.tiva coo O re.roun II .. os filhos de qualquer condição, inclusive os 4 dot1vos- v1sta co lei. ervidor na hipótese do inciso I, op- e os Cl}tea.dos, ::tenores de dezoito anos ou, de qualquer !da.de 5 2-~ ±aeuItado ao %,, rige, pe1a retribuição do cargo • se invalidos; ' tar no órgão ou ent1da%1réis'ou entidade de exerfe1o. III- os renderes, se inválidos; em co,:,iauo, 11 aer pag p crderã: 1V • o cur.atê111do p<!p lncap.acldnde civil definitiva. Art. 69 • o ser!do .f',,as gue faltar ao serviço; $ 22- Para efeito deste artigo, equipara,:,•se: 1 - a reunerasão "°<,,ração diária, proporcional aos atra a .. ao pai.. e.•a cac, o padrasto, a madrasta e os representa II - e are1a %%,,É'ceei4as, isunis ou auperiorea .. ª tes legais dos incapnes; - oos auscnc1as e sa.d b - ao cônjuge, a copanheira e o copaneiro invi!ido, e.o:: tr~t4 minutos; ra,ão na hipótese prevista no art. 19 1, e1o cenoa cinco a.nos de vida e.e co::u::, ~e:: o se.rvidor; III - ::e.ta.de da remune e - ª'? filho, o ccnor de de.zoito anos que, cedi.ante autori- 5 29. ' Lpostça legal, repoaiçõea ou i nd enizas zaão Judicial, viva sob_guarda e o sustento_do serv!dor. Art. 70 • Salvo por p candado judicial, nenhuo deoconto • dobr!o3.2 • Pelo filho invnrtdo, o alãrto-ia!lia será pazo ez si as Erário ntetP!±;Z ou_provente. incidirá sobre 4 rci:un torização do servidor, podera haver Art. 90 - Qu.4ndo o pai e a e fore sc.rvldores, 0 salário· s Cie - Me4!mane,f',,aaento a favor de ten:eiros. !ac!Ua será concedido: consignaçiío ea folhA /·P e idnonizaçÕes ao Eriirio Municipal 1 • ao pai, se viverem c cou; Art. 71 - As rcpos ÇQOSrão dcaconto.daa e.!1 parcelas aenaaia - II - AO que tiver dependentes sob sua guarda, se separados; dgvta±ente cerris!d!y_",",e da reuneraci ou provento. III • a a.obos, de acordo éom 4 diatribuiçã::, dos dc;,e-ndcntcs. .niío excedentes 4 viges a p debito co:: o ErÃrio ~lcipal que • Art. 72 - O servidor e7 .,e tiver a sua dtsponb1idade casa Art, 91 • E caso de falecicento do servidor, o :alÃrlo·!a· for de·c.;ttdo, -cxoncr~gºdi!sqpil.rA quitá·lo, não ocorrendo o dea· c{lia serã pllgO diretm:ente ao dépende.nte, salvo se :ne.nor de - da., tera O prazo de rt 70 ~ :1!_1nválido ou curat-elado, hipótese e.:1 que o l::encf{ ... cote a ge.se.rec ° ":"" M.92- No ri de!ds o o!rto-l terefr contrttu!rte da prev1d cia otal, dos r gerada ou perebr pensio, l l tiser outro qual r rnd!mnto i tt or o salárfo foto viente, Ar . +- 0salarfo-ta!1!a nio » pusto, desconto ou contrttutis, ! lusive pars dai. Ar. 9- 0 valor do aslirto-te{'ta será de ) e! cer o calculados sobre o salárlonIntmo, SEDO III - Das rat!!tas,s adietonw«fs Art, 95- A!r do vecInto e das vantagens r! a ta lel, erio d feridas aos srv{ders as seu!ts rs !+ es e ad!clona!s: I- prat!ftcaião pelo exerfo le função de d!rei, ffa, assessoramento ou asslstncIa; II - rtIf!cacção natal1na (d1g sa!irto); !II • a::11cJoc,nl por t<''i'O de serviço; IV - adicfonal pelo exercfcfo de at!vfdees e condi nosas, Insalubres ou peri;asa«; V- adicional pela pi ·ataçio d serviço extrord!iro; VI • ndiclo,i.,1 de ferias; VII • odlclônnl ~oturr.o; VIII- ratificação de produttvtdade fiscal. 5l 1IlSfÇÃO l • Da grntlfl.caçiio pelo exorc!clo de• !ur.pv ,!, re;ão, cheffa, assessoramento ou assistén1a, Art. 96 • Ao servidor lnvcotldo ern funçóo de conf!~r,n, de'lida u::,a gratificação pelo seu exercfclo que será fLxada lei. § 12 • _Lei enpedfica estabelecerá 11 nr:unernçiio dos c , eo co:::tssao de que trata o art. 13, inciso II, inclutl!ve -;, do exercido por 5ervidor. Art. 97 • O funcionário ocupante de cargo efetivo, que e rente 5 (cir.co) anos consecutivo• ou 7 (sete) alternados, 1 ver exercido cargo ou função de direçno, chefia, nss~nsora~ to 6uperior ou internediárlo ou nssitêncin rlln<tn r irtedillth incorpora, def!nitivattente, à remuneração do c.arro, para te º! efeitos leg~i•, as vnntager.s pecuniária• do caro en cor seo ou da funçao de_con!iança 1 observado o seguinte: I - a incorporaçao far-se-a com base naa vantA;~Pnl'J do c,1 mnls alto desempenhado, pelo r:,enos, durante OJ (trê•) anos; II • na hipótese de nenhum dos cargos ou funções ter !d desecpenhndo eor 3 (tr~s) ar.os,• incorporação será cnlculA con base na oedia ponderada do teopo de serviço e dn vantn:; de cada cargo, atribuindo-se o peso l (uo) para cada rês de xerdeio; Ill • o servidor deverá ter co.:,pletodo, pelo nenos ur.: te do teopo de serviço para a oua S?Osentadoria voluntárln. §li!· O funcionário que, apÓs a !ncorporação, vier a fa novtunente Jus a venct.c:icnto da ~es~.l espécie, pcrccllcrii. apen a diferença entre a Inorporação e esta, se rafor. § 2Q - As vantagens incorporadas de ncordo cCJ:"1 o uc:.1p11t 1 ' deste artigo, que passa a ser de c~ráter pemancnt.P, serão vistas na cesma proporção e na mes~a datn, scnpre que se m.o ' fique a re=:1uneração do cargo ou função, lncluCJivc quando c!1, rente da transformação do cargo em que se deu a incorpur., • j~ SUBSEÇÃO II • Da Gratificação :l,ttallna Art. 98 - A gratificação natalina, que equivale ao de terceiro salário previsto na Constituição Federal, correspo dente a UI11 doze avos da runeração a que o servidor {17er no oes de dezembro, por res de exercício, no respectivo a~o~ § Onico • A {ração igwil ou superior a quinze dins será, sidernda co:no ces integral. Art. 99 - O servidor exonerado perceberá sua gratificnçâ( natalina, proporcionalmente aos c.eses de efetivo exercício calculada sobre a remuneração do mês da exoneração. Art. 100 • A gratificação natalina não será cons lderada ç ra cálculo de qualquer vaatagem pecuniário. SUBSEÇÃO 111 - Do Adicional por Tepo de Serviço Art, 101 • O adicional será concedido à razão de 10', (de,: por cento), no pri.t!elro quinquênio e l~ (hum por cento) r.os n'?S subsequentes, incidentes sobre os venc~entos e 1:ratific ~~~~/revistas no art1go 95; itea 1, até o lú:>Jt.e de 40". p § lQ - O servidor contará, para este efeito, todo o te:::.po de ~erviço ~ prestado ao Hunidplo, inclusive na c diçao de contratado. 5 29 - O odic!onal ppr tempo de serviço é devido a partir do dia 1.1:!ediato aquele ea que o servidor co::pleur o qutnuê nio. • § 39 • O s~rvidor investido eo cargo de provl:::ento eo cc:: sao continuara a perceber o adicional P?r te::::ipo de serviço. 5 4Q - Quando ocorrer aproveita.-:ento ou reversão serão e, siderados os quinquentos anteriorente atingidos, bé. coo !raçao do quinquenio interro::pido reta::a.."ldo-se a cont.age:J partir do novo e.xerc{clo. 5 5g- O adicional previsto neste artigo é devido, nas re: mas bases e condlçoes, aos aposentados e disponíveis que te nham coople;ado, na atividade, o te.::po de serviço necessário sua percepçao. SUBSEÇÃO 1V • Dos adtcionai& de insalubridade e de pericu: sidade, Art. 102 - Os servidores que_trabalha e locais Insalutr eo contato permanente com substancias toxi.cas, ou con r!sco e vida, fazem Jus a u,:, adicional de 40 sobre o vcncl.i::ento é cargo efetivo. Art. 103 • O servidor que fizer Jus nos adicionais de In lubrldade e ~e periculosidade dever.i o·pc.nr por u:J deles, nE sendo acu:tuln.veis estas vantagens. $ 1g - considerado coo Insalubre os serv!ç.o, de coleta de lixo. § 2.11 • O direito ao adfcional de fo~alubrldnde ou peculos< dade cessa cc a eli!nação das condições ou dos riscos -é dereo. causa a. sua c.oncessa.o. Art. 104 - ~proibido, à servtdora gestante ou lactante, troba.lho eo atividades ou oper.açoes cansiderz:d:is L,salubr~s 0 perigosas. Art. 105 - Na concessão dos d!c!ena!s de Insalubridade og periculos!dade, serão observadas as situações especificadas lesislai;ao npUcavel no nervldo.r pÚblico. $ Ctco_- O adicional de insalubridade or trabalho e Ra! X ou substa.nciaas ra:dioa.tiv.ns correspondera a qll.'.lrenta. por cc t.o do venciento do cargo efetivo, e ser.i conced!do na !o:::!a • d.a lcgLolnçao pertinente, . Ar:. 106 - Os l.o:;n.ia de t-rnb-.1lho e 03 servidores c:;;u~ operu: e~ Raio X ou substancias radioativas deve ser rant!dos 3r controle peranente, de ::odo_que 45 dose-D de rc:i.d!.~;.:i., !o:,iz.,e,n tea na.o ultrapasc:J o nível ·ou.imo pre.vi.sto n,1 leR"i.slncé.o p:--Õ • prta. § Cntco: Os servidores a que se refe..re este .r:.rt1E,:> dc:ve.:i ser subettdos a exames clínicos e laboratoriais periódicos. SUBSEÇÃO V • llo Adicional po~ Serv11:o Extrnordln.Ír!o. .. Art. 107 - O serviço extraordinário será rezunerado cem 11 ~~~~~~- de cincoe.nta por cento e relação à hora zorra1 di § _'1nico - O serviço noturno, prestado er horr!o capreeng do entre 22 (vinte e duas) toras de u dia e 5 (cirzo) ±e,,i do di.11 se:sui}tc tera o vnlor-ho·ra 4c.r-csc.ido de 25t.. (vinte cin· co P~'t' cc.nto , c.oc:putll!ldo•se cactn. ho-rn co-o 5., !:l.inu"'o'"' inc:i dente sobre a reuneraão prevista no "-ir" e«ré ará. ;- 1 1 O DB tH'.? PÁGINA - 0( "" ""v "· "A" """ Preiu1tura tuntcipal de Jardim ,,Ã, O MHIIKL DE PP1A Art, Hl adepewtit. ente de uollftação, ri pago ao • er 1dar, a trar d {, .-i .• ,, IJ dffonal de pelo tenos 0 (cinquenta tor cento) da reraio correspondente ao r,t.•r{odo trfaa. , 1•. - 0 adicional In!d'ri, sempre, sobre a remuneração de u tê«, atnda qu o servidor, por força de lel, possa gozar fe 8ris er[o'o s .p,•rJur. . • .. l,, LO ,~1 ,I,> ,,.,r-11 (,110 r,ntt·rtor, o J,rrv!dor pcrccbrrn M, d'e{onl quando do povo da pretro ptrÍorlo de trlntn dlns U ct" ... , l,t .. li ,, 1J - 1) J,f•rvl,'nr, ,. 1 rr J, • d ueuulaio leal perceberá o alfelonal de férias calculado sobre a vencimento dons dois cet o, 4 4,0- 0 n!lfol de que ri 1,, {"f.t.(· ;irtlgo scrd pngo no q prJ~,,1ro ,1l,1 1 w·t o h(r!"•'T 1.•r,trnr em•~º'º Jc rértn,;. 1!+0 Estatuto dos Funcionários Publico Municipal li 1 rt, tu! • rvtço noturno, prestado cr.t horário coroprecn- t) dl1lr" ,11tltl' .'.I C• . .fr e dua ) horas de urt1 dln, e S (cinco) ho - t; r.1• d,, dl.1 11 uilll< .. , •1 i ,ln I-lo u,1 11dlclon,1l dP 25 (vinte e q. Inca) por cento obre os venfréntos do srrvtdor. d ;u1 sc,y, 'l 11 - r ll,Tll IC:A~Ã<l or VRODIJTIVlllADI: FISCAL l ' • - i An._lJ! • <,,,a <lev(,lo i:r.1tlflc,1çao de produtividnde rlscnl que sera {ato n {el, p CI rl Art. 13- O servidor fr Jus, anualmente a trinta d1as c-onM•~•Jtt:,,r. 1lr ,(ri l'-, 1 u• p,.nh•m :ter iicur.,.ulod .. 1s nté o máx!ruo }de do!s perlodos, to caso de necessidade de .oerviço, ressalva r das as hipóteses e que haja lerislaçio especifica. 9 ~ lQ - l'itru o rrl>w'.rc pcd.>~o nd')ul•ltlvo de férins seríio- t <1:dpldoR do:-c r:l'si.?:. dt• ,.-x';rc{clo. .. .( ~ l!! - r. vedJdo ev.1r J conta do ferias qualquer Cnltn no Ç( sorvlço, . tt 311 - r. f,1cult,1tl.l .10 J:rvl<. 1 nr converter 1/l (uro terço) - .... c1a9 férlns l'':1 i1bc:,o pt1cunl.Írlo, desde que o rrquelrn com prlo .... ~ r-(•no:• 15 (q11ln1<') cH<I'.•~ <1, 1 nnt-r<'cdênclu, que será pago Juntamen tqe e-o, o n.Hclv ,! ,, .. t•·l.ól( •n ~,rth;o 110. h 'i ,.{I - V<!t~h.lt,. C( $ 52 - 0 «ert dor quf.' ~ol ic l tnr demissão receberá as férias que t!ver tire!to, Inclusle :.e proporcfonalr;. P~ trt, ll!.. • servidor que operar diret .. 1mcnte e pemanente - tt rente com Salas X e substancias radioativas goznrii, obrlgato • t,c.• rinrn<'ntt>, vlntr dl·H con~t-cutlvos de férias por !eoestrc de n . 1 l1' 1 !dt1cl<- pro:"l'l:·doru1, 11rolbtda, cm quulqucr hipotcs", a acum~ F laçno. n Art. lH - As (érlus r.or.onto poderão ser inten;ompidas por t 1 r~otlvos dr calnrnidudl• pÚl,llca, conoção lntcrnn, ~Yocaçôo pa- r d rn jlÍrl! serviço ou eh"itoral ou por r.iotlvo de sup'Crtor inte - rC':.:C' publlco. a CM!Ttll(• lil c1...' tipo,r ' r dev!do r I4do ervfo trardrár{o pa • , , , , 1 (11, r f ,• : , r( , v l l, !'fio Õ , 1 . .w to{ao ou fur áu de 'Ifouel previsto no rtlo ante CA?11..t.O l'i - l).~s UCE,Ç,~ - srÇÀO I - DlSi'OSJC()F.S GERAIS Art. 116 - Concrc1rr-!:t>--i Uc1..·•1ç:,: I - ara trata·to de 4@d+; t l - i'•'1' reto de doença n pessoa da fnn{lin; !1 l - ;, rt'"'' tl,l •~ ! ' - " l~ <"1 .. 1 ' ' 1 •: de gale, «ri observado o dgfdo sf!lo tre o laudos e a - tentado« 'd1os, Art, 12 - No curso da licença para tratento de ad, o erv{dor abster-se-i de atl/Idade re unerodas, sob pena de f trrrupção da licença, to perda total do ver!ento, desde o flc!o destas atfvfdades a até que te srua o cro, nto - o per[odo compreendido entre Interrupio da lt cena e a reassunção será considerado coro licença pen venL - tento, bem como estará su)e!to as sanções do rt. l8 esta - !d• Àrt. 125 - O cHvidor niío podni• recu,r.r·r-<' á fn,pt•ção eédi cn, sob -pt?nn de susecnsâo do pazarento do IPr.clr:.e!: o, até que we real !,e ,. lnn11eçno. Art, 126 - Consi~orado opto {!Jll Inspeção réd!CA, o s~r•,!dor rênasur,lrÁ o ~xrrc:[c:to, sob pt-nn de S"'re.rl co-~ut1tdos CC':lO fn.J. to.!I os dlns de lllJ9ênc1n. Art. 127 • No curso dn licença, podcrã o ccrvidor rcG•:ercr- lnspc.clÍo rédica, caso e Julgue em condições de reassumir o eYerclcio. Art. 12i! • 5Há sernpre integral o vencii:,énto ~ r•~p,1ctlv3s• vantnPcns do servidor l lcencJado p,,r,q tratnme.nto de saúde-. Art. 129 - F' cuso de acidente de trabolho ou de doença pro rt ss lona!, será tnllntido lntegra Ir.ente, durnnte a 11 cença, Õ vencimento do ucrvidor, correndo ainda por conta do município os despe••• con o trntnmento ,-,;dlco e hosplrnlnr do servidor , que scrl renli1odo, se1T1pre que necensário tn t.'stabelcc1r.,("nto - de nosloti-ncla i:r.édlcn, § 19 - Considera-se ocidente do trabalho todo aquele que se verifique pelo exerclcio das atrlbuiç~es do cargo, provocando, direta ou indiretamente, Jcsiio corporal, perturbnçiio funcionnl ou doença que ocasione n 1'!orte, a perda parcinl ou totnl, pH· mnnente 011 temporíiria do cnpncidode !lslca ou mental pora o trnhalho. § 29 • Equipara-se no acidente no trabalho n ogress.io, qunn do não provocnda, sofrida pelo servidor no serviço ou em rnz.80 drlc e n ocorridn no desloc:oncnto pnrn o serviço ou deste parn a sua rcsldê.nc:la. § 39 - Por doença profisslonnl entende-se a que se deve • - trlbulr, como r-elnçâo de fclto e causa, às condições lnerentt's ao serviço ou fotos nele ocorridos. § 4Q - Nos casos previstos nos l'arágrafos 10 e 2<J deste ar tlgo, o lnudo resultante dn inspeçno, realizada por junta medi cu oficial, deverá esto.bclecer, rigorosamente, a caracteriza': çiio do acidente no trabalho e da doença pro(isslonnl. SEÇÃO III - DA L1CENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FA MIUA - Art. 130 - Poderíi ser concedida licença ao servidor por mo tivo de doença do cônjuge ou companheiro, padrasto ou ondras - ta, asccndente,.dcscendente, entendo e colateral consagulnro , ou afim até o segundo grau civil, mediante comprovação médlc.n.. § li! - A licença so1tente será defcrido se a asslstiôncin d!· reta do servidor for Indispensável r niio puder ser crestada si multaneamente com o exercício do cargo, o que dcve:ra ser a:purã do otravé::1 c1e acompnnhnr!ento socinl. - § 22 • A licença será concedida sem prejulzo da remuneração do cargo efetivo oté noventa dias ao ano, e por r.iois noventa - dl~~ rne,Unnte pa.rccer de Junta médica, excedendo este prazo , sem rcr.luneroção4 - para pus o d srvia :f1!ta; Vl - por 1"1.>l!•·,· llt· a~o-,;in,l1:'l":l•Jtt, d"" cõnJusc ou companheiro; 'll - r,tr.1 {1t.i L·I, .. }(' pol[":h.l~ VI!I- per pulo por s.«tiu 'al; IX- pra o trato de tvrree particular; X - rnrn o•· a•rc{d .. ('i• ,.,t)~· ... , clnssistn. $ 1e- 0 rvltor ·vi.. ·e' pertanecer em liccnca dn. mesma espécie por período super;ex v!te e quatro meses, salvo os cu:;us dos Inetso ! H, 'I! e • , 2°- Seri coas!ter d3 nro:rzção de licença quando o ser vtdor _forular pedf'o, ' re •:--r:, t'Spé.cic, nntes de 60 dins dÕ :.cu te.rmlno. ~ rn!co - O p~dt(!~, 6, -:'ror:-c-c;t..;5o 5cr,1 nprescntndo antes de Indo o prazo de terça; c fnge!crido, contar-se-à como de licença, _sen vencizento, o perlodo compreendido entre a data - de seu 'tcrnino C! ,::, rlo l'C.1h1•cinc:11to oficlnl do desp11cho dcnega torlo. Art. lli - i licença tétlc é concedida pelo prnzo indicado no l.::i:udo ou atcstndo. 2!- De!s dias ates de ter1nado o prazo, haverá nova - inspeção e o_laudo tédio concluirá pclit volta no f.erviço, pe t~ prorros.1çao da 1 lccnça:, pela L1poscntadorio. ou pela readapto Ç",10. - 22- Se o ser!dor e apresentar à nova _ inspeção opôs a epoca prevista no pararafo anterior, caso não se Justifique a prorror:oç1n • .:-er.'.lo con!'ltdcrndo~ cano f:ilto os dtns descober - to. Art. 116 derado coo loç i,.,. Art, li? - q' se ver!tear, coro resultado de Inspeção re:dlc:i ;,elo ori~·i,> cc--::-prl-:-i'tc tlll Muntclpto, TC"duçiio de cnpacida de ílslca do servidor ou estado de saúde que lDpossibillte õ exercito das funçoes Inerentes ao seu c:1.rgo, e desde que não se anfaure a necessidade de aposentadoria nem de licença paro trat.1.r:-cnto de sa~de, podern o servidor ser rcadapt.ado. § ir .. !,'" hlpott!se deste ortlgo, o servidor subrueter-se-á. obrigatoriamente, à_inspeção rédfca, no término do prazo fixa- do para a readaptação. t _ ! 22 ... RcndljUirid..1 ,1 c•1;,.1citl.Jdc- rlstc.n, o servldot" re:tornn rn as .ativid.1dcs prôpr1t1s r1e seu cargo. li 3Q - Pnr ,1to do PT-cf('tto. o servidor poderá. ser rendptlldo de!Intt[vare·, !ede que: reecenda«da essa provtdnela atra - ves da Luc» édica especializada. nh ti ma lh e o moj dil a ,a xi: re, fé: so 1 ma do1 rei se& QU ol res ± ao° e# :-o 7--{ ~ .. O tc-::.po nc,ccs:ijrlo J.i tnspe,;4o será se.wpre c:onsl llccfC'l, 11f'!de qu! n.10 fique cnracterizndll o. slcu- SEÇÃO li - DA LlCT~CA PARA 1'.RAik'G:!n'O D5 SA0DE A.rt .. 120 - A llcr:-:;- .. 1 pura tr:itaoento de saúde será conccdl <!.1 oo ?;t:n 1 l<10:- i:11!-diA.~tr inspcç;o r,,i;dic.a, renlizad:i pelo órgão do ,mic[plo, Ot! na sua falta por órgão público Estadunl, ou a indu, por céclic.o partlculnr, ec Ültlrui hipótese; - S 1?- Incube à che!iu lr::cdlata rac.illt4r a lpresentnção - do zervIdor à Lrupeçio rufa, sc.o:pre que este a solicitar. § 2(} - Caso c :.c.n l<l.:,r e:Jtcj~ _.u.1ente do nunic[pio e absolu t ... r.cn~c L-:iposslbilit.1do o~ loconovcr-se por tiotivo de saúde : pcrlera ver admitido laudo zê!feo particular circunstanciado , desde_te prazo de toes,a pnresta não ultrapasse 30 dfas. • .. :.. - .. Ca ~o ,1 Uo..·r. ,.1 ;,'!"J('IOSta ultrnpasse o prn.zo e.stipul.1. do no p..:r,".-•r,tfo antertor. SO.t'C.ntc :;er:io l'l«'ltos lnudos (lrmo - ..!ao; or /uts C@te+ fita! do loca! onde se ct'contTnr o ser vidor. g- tas hir&te peV!stas nos pnr:igr.o.f'os nnterlorcs o , 1 t-,:·:-!..J ~,~r-ntc, P~ 1•:--.i '..;';:." "'C',"lt.o <!,•:"oi:-, de ho.-:-olo1wc!o pelo õf - o_Pyr'de !ysis ré@!cs o afeto. ' ã: Cao tio e iustiftqu a feença, erio considerados Cf'_~ .. (. 11c, rç.~ r .... , "" !ctrs::::i--ca .••, <'i.c.s :t ~eo;;-êobcrto. r. l!- k 'terça r..r ±sexta dias dependerá - " de Inspsdo re.., +s oor /unta titica. l =--~ • !..2' - • :- J !;,:- :!~o pod..:.r.j pcn::.1necer co l lcenç . a para trireto e, r prazo urer!or a doze meses, exceto - r • .J cr. ,.: '- rcc.1rer,;.~ls e.:: que, por propost.i da .. h ..,r t r. :,Ht..t. •'r ,;-orro"'..Ddo. s f4o - ozraro de 2!. C--C'!:CS, O S.<-rvldor se.rã. GU~ reta nc. '!ca e apo.:.tnt:ido, se julµdo dcí.ini- r h-,r~ .a,,· ·•1 ·.1 ~) a-.nl~ pÜbllco ez:i gcr.a.l e não pu - ,; r . ~o. SEÇÃO IV - DA LlCt.NÇA à GESTA!'ITE Art. 131 - A scrvidor.1 gestante será concedida licença coo vencimento integral, pelo prazo de cento e vinte dlas4 § 19 - A licença será concedido a partir do Inicio do oita vo mês de gestação, salvo prescrição roédtca crn contrário .. § 2Q - No caso de p.lrto ant<;rior à concessão. o prnzo da 1,! cença se contara deste evento. § 3Q - Quando a snúdc do rccéo-nascldo cxlglr .nssisténcia - especial, será concedida à servidora, pelo prazo necessário e nedlante laudo, licença por cotlvo de docnç.4 cm pessoa da fam{ lio. - § 4 Q - A servidora gcst.'.lntc terá direito, mediante laudo cé dico, ao aproveitmnento em função coopnt{vcl coo seu estado ã contnr do quinto rnês de gestação, sco preju{zo do direito à•li cença prevista neste artigo. - § SQ - No caso de !ll loção adotiva, à servidora será. conce dida licença com vcnclmentQ integral do cargo, pelo pr'azo de 60 (sessenta) d1as, contados da data da sentença judicial que c~ncedcu a adoç~o, para a Cinalidnde de se promover a adapta - çao do cdonça a fanifl!a. SEÇÃO V - DA LICENÇA PATERNIDADE Art. 1.32 - Ao servidor varão será concedld.1 licença paternl dode de cinco dias, contada· da dota do parto. - § Onico .... No caso de filiação adotiva, será concedido S (dn co) dias de licença, contados a partir da dota da setença JucIT cial que concedeu t1. adoção. - SEÇÃO VI • DA LICENÇA PARA O SERVIÇO MILITAR OBRICAI'ÕRIO Art. U3 - Ao servidor convocado para o serviço militar ou outros encargos de segurança nocional, será concedida cac:i ven- c ir:lento integral. S lQ - A licença será concedida .à vista do documento ofici al que prova. a incorporação. § 22 - Do vencimento descontnr-se-ã a importÜncln que o ser vidor perceber na qualidade de incorporado, salvo se optar pe=- 2.]2;"ç" do sertss atar, que 11te+ri na eras 4o § 3Q - Ao servidor desincorporado conceder-se-á prazo n3o excedente a trinta dias pnra reassumir o e.xerc:Icio do cargo , ser.li p('rda do vencimento. Art. !,34 - Ao servidor oflci.al da reserva das Forças Arn.l - das, sera concedido. licença com vencimento integral durante - os estiigios de serviço militar obrigatório não re~e.rado, pre vistos pelos regulamentos cllitares. - S Onlco - No caso de estâgio re.muner.ldo, fic.n.•lhe assegura do o dlreito de opçao. RO SEÇÃO Vll - OA LICENÇA PAR. ACOMPA.'111,R CÕSJUGE OU COIIPAXHE,1 Art. 135 - Podcrã se.r c~ncedldn l iccnça se.::ri vencimentos ao servidor para acompnnhlt' conju~~ ou companheiro que for deslo cado para outro ponto do trrrl torto nacional, p4ra o cxerc{clo de mandato eletivo municlpol, estadual ou federal. '§ Ontco - A llcenç.1. previsto ne.ste artigo sc •. i por prazo 1n dcte~lnndo, dependendo de pedido devidacen-tc lnst:ru{do, quê devern ser rcnov3do de dois eo dols anos .. Art. 136 ... Find:i n causa da licença, o servidor deverá rc.:is sumir o_cxcrclciC? dent:t"o de trinta. dl.aa, a pnrttr dos qll.'.lis 3 sua ausencia. sern computada coo falta ao serviço .. Art. 137 - O servidor l)Odera ren.ssu:::i.tr o exerc{cto do seu .. cargo a_ qun.lquer tempo, C!':ibora não esteja findn a Cüusa da 11- cenç.o nno podendo, neste c.n.so, renovar o pedido exceto decor rido o prazo previsto no pnr-:Ígrüfo Ünlco do ar. 135 .. SEÇÃO VI11 - DA LICENÇA PARA ATIVIDADES POL1TICS Art. lJS - O servidor te,râ direito ·o. llcençll seo re::iune.raç.Õo durante o per·[odo que mcdinr entre sua cscolha 1 e= c.onvcn_ç.aÕ - partidaria, co::o cnndidato n ce1rgo ele.tiv·o e vespce'3 do regis ... tro de SUJl candidnturn pcrn.ntc. a Justiça tlcitor3l. . 1g : O servidor c.1.ndldnto a corso eletivo que c.xe.t"ÇA c!lrgo de dlreç.ao, c.hefi,.1, assessor,1r.:.cnto ou ... assl!it.ência., ou de.sen:pe ... nhc .. ntividodes referentes a .1rr~cadaçno ou fl&cali;,:-;;1ç~o, deles sera 4f.1stndo a partlr do d-ia 1.r.cdlato a.o ret;·istto de sua candi dntura perante ,1 Justiça Eleitoral, ;lté b dl:i se,-gutntf" ao plet"= to. § 29 - A p.utir do registro d.t cnndidaturn e :at~ o 159 dia - se·~uintc no da (:elção, o servidor fari jus à licença remunera da, coo !:C etl c.-fcltvo e..-<crcfcio estivesse. SEÇÃO lX - DA LICENÇA-PRIO POR ASST'Dt:ll)ADE .. i 1, , , r te ore! e. ; ' • 4, 13%- Ao s ° t!tolo te pre- e ser1dr +a r jus a tret t 5 11 e .. .1, • 1 e .-.. { • c 1z , . r-lo; :- r ,J<!Jfr' t!-. e,. 1.t-·cl-- • t, ,: ( 1~ t;&..r: tes ao cato ogpaó à época do tufe!o da_I!ns"· 4asr Art. l~<. - • .. 0 e .e ó•r,, 11<.c .,a ,r"'""'il •· t:r'rl no per{odo squtft!o. - I- frer pen!!de dfslp!ln»r te suspensas; IJ - f star-e do C.'11.- J t' vtr::.:-:! 0 t'i'! J -., _ a) I!cena para trt, nto em pessoa da fa! !!na por P •uperior • 90 ti••; b) licençn pura tratar do ['reses parttu]ares; c) condena;is e penas prfntta te liberdade por entena dg (lnitiva; d) licença para acompanhante do inlue ou parceiro 4 12 - As faltas njunt!fIcadas ao ervf;o retardarao a co cP.iJt1ão d.a l Icena prevista neste artto, na proporçao de um rês p,1ra cada faltA, § 2'.! • Em co•o de Interrupção to perfoJo aqutsttvo, por qualqu<·r rnzdo, a co-ntl'.l rm dv nQvO qulnq:,f>fdo C.Q1"".'•·c~r, 1 no 111 'l em que o servidor reassumir o exercdclo. · - Art. 14l - o n.l;Jr' .. ra de erv!dores de tum mesmo_orao ou en tfdade em ozo simultâneo de licença-prfo f!cara Itnftado na seulnte fora: I • nté 20 ,ervldor•s, 20% do total; II - aclna de 20, até 40 servidore1, 15"< do tot,11; III • aclm,, de 1.0 servldore,, 10, dó totnl; § Cnlco • O crlt1'.r!o de ordem p::ira o de(cr!r.cnto dn llc~nça, terá cor.:o base a data e ":orá.rlo do recel.ilr.;{'nto do rr:querJ~!'ltO pelo Setor de Pessoal. Art. 142 • Pnra efeito de nposentndoria e dlnponlhilldJó,, , será contndo e,:, dobro o tc:-po de llccr.ça-prr-:-fo que o Rervl~ur não houv<"r nozndo .. SEÇÃO X • ílA LJCESÇA PARA TRATO DE H/n:RJ:SSE PARllCULAR Art. 143 • A cxltério dn Adninlstraçiio, pod«r,Í •er conc<'di da no servi.dor eFtâvel lfcem-a pnro1 o trato de assunto~ partl culares, pelo prazo de até dots anos consecutivo!t, sem rernine raçáo. § 12 - A llunça ?Oder;Í ser lnterro:ipida a qu.tlquer te,;,po , a pedido do servidor ou no Interesse do serviço. § 2Q - 1.iio se concederá nova 11cença antes t1e dfl-corrldoa do ls anos do témino d.i nnterior. - Art. 144 - Ao onnte de caro em comfssão ou funçaó df' con fiança, não se conceder.ó, nessa qualidade, J lcenç;i pAra trnt.or' de Interesse partlcu~lr. TA SEÇÃO XI - DA LICEIÇA PARA O J}ESEl'IPf.'lllO DE MANDATO CLASSIS- Art. 145 • O servidor Rern lic~nciado para o deser.tpcnho de mandato e~ confederaçao, associaçao de classe ou sindicato re p~esentatlvo de categoria ou entidade fisc.alizadora rla profis sao, sen prejuízo do vercnento e vantagPns de cargo. .,S 19- S00€ntc podera.o ser lic-enciados servidores estávef 5 , ate o J?axi.mo de dois, eleitos para cargo de direção ou repre .. sentaçao. § 2Q - A licença terá duração, igual a do mandato, podendo ser prorrogada no caso de reeleição e por UP'la. únfco1 ;ez § JQ - O per{odo e.e que o servidor eermanecer afnstndo para o desempenho de nandato classista, ,;era co~putado para todos - os efeitos. CAPÍTULO V • DO AFASTAMENTO PARA SERVIR EM OUTRO ÓRGÃO ENTIDADE Ol! Art: 1~6 - O servidor poderá ser cedido para exercício eo outro erga.o ou entidade dos poderes da Cnião, dos Estados rlo Distrito Federal e dos Mun1c!pios, n.1s s~guintes hlpÓtese~: a - para e.x..crc!cio de c.:irgo em coo!ss,10 ou função de confi ança; h - nos casos pr<;_vlstos ec te.is espc.c!f1cas 4 Cntco - Na hipótese da alInea "a" deste nrtigo, 0 ônus dn remuncraçao sem do org.ao ou entidade ccsstonária. CAPITULO VI - DAS COSCESsôES Art. 147 - Sem qwilquer preJufzo poder.i o servidor ousentn_r se do serviço: I - por ur., dla, para doação de sangue· II - até uni dia, para se alistar cotto 'eleitor· Til - 3tê oito dias, por cotivo de: ' a - casamento; b - fa.leclment..o do cônjuge, companheiro pais madrasta padrasto, fflhos, enteados ou irmãos.. ' , ou IV - durante o per{odo ec que estiver &ervindo 110 T lb I- do Jurl. r una Art. 148 - Ao servidor licenciado para tratacento de saúde que deve ser deslocado ~o m.mic{pio par~ outro ponto do ter-ri~ , torlc tn:ionol, P!?r exigencla de laudo a?edico, poderá ser conce dldo transporte a conta dos cofres cun1cipals, inclusive - uma pes.soa de sun fam[lia. para CAJ>lIULO Vll - DO TEMPO DE SERVIÇO Art. 11,9 _ • A apuração do teo,po de serviço será feita ei:, di- as, que scrao convert.idos C!l o.nos, coo.siderado o ano co::io d trezentos e sessent4 e cinco di.os.. e § Onico - Fei~ a. co~versão os dlns rest.antes, até c:.ento e . oitenta e dois, na.o serno cçeputados, arrendondando-se iara ano quando e..,c.cedereo este nu?:?ero, pnra. efeito de aposen~ador~ Art. 150 .. Os d!as d~ efetivo exerc.Icio serão apura.dos • vista de docu:oet~ç.ao propria que co=prove a frequêncta. " S Onlco - Sera considerado como de efetivo e.xerc! todos os bencflcios previstos neste estatuto 0 tez: e!~, pa.ra- ço inlnt.errupto prestado a reretura tí,a; ~;;g_"erv± celctista. r- e ar .u..i Cc>::!O _ Art. 151 - Ad!:litlr-se-.i co:o doeu::entaç.ão - torta do tempo de serviço; propria c.o::iprob:1- I - certidao circunstancla.da, fl.mada por nut.o-ri tente, contendo todos os eventos registrados nos dade c~pe- cionnls do lnt~ressndo, p~r!odo por período. assentos fun- Il • certidao de _f'requencia; UI - Justlfic:nç..:io Judicial, nos cnsos de •-osslbU'd de ouc.ros meios de provas. .__.., 1. ade S 'llrúco: A Justific,,ç.io judicial vi sr.grise, ises ±seríssâ' k"2" ,«o m1__ g.,o publico c:uniclpal for devi,fon:entc inti=d ;,o se o _or cia. 0 para .a .-iud1cn - Art- lSÍ - Ser.i c.;nsiderado co:::o de cfutivo trun:ento -eor motivo de: e.xerc!cio o afag I - ferias; .. l_I - C4S.l.t::C:ot.o e lut.o, .até oi.to dias; III - exerdciQ de outro carso f - di're-ção de provlc.ento e= cosi.ssk ! E"ao de severo ou t!e ço 'PÚl>!-i.co ':W'iclpal, Inclusive nas resp!"~sltitulçao, no servi fundnçoes publicns· e vas aut.Jrqu!as e IV - e.xerc{cio de outto cargo ou fu .. - direção, de provtrento en corlssã ·na0 de governo ou de viço publico d::i On.ião, do Estndo .° substituic:no, no ser do o o.fastaccnto houver sido autortuid outr~s ~ntc:Ipio-s. ql!.1n Ju!za 4 ve<tenro.e vara:ens ..,E}? teretro, se re V - - llccnça•premto poi- nss-tduidnde· , VI liccnçu a best.nnte; ' ~i - . llcenç..:i paternldnde; 1X I l.1cenç.a parn t-r,,t~ento de saúde,· - 1 ic.cn;n por t-;Oti'o de: d de ~ue nõo exceda a 90 dLa, "onça em pessoa da ±aí1ia, de X - .:ictdente CD serv-i~o u d XI - doença de notfI-, • 'onça profissional; xIt-±tssão ortéi,{"ao copu1sorta; Xlil - c.studo no cxt~rl _ rio ns=ieai, desde que ,"? _sua1quer parte d te·nitõ - tn?,n.sse do::.c ncses;- n eres .. e da Ad=iinlstr:Jçao e n~o u1 ------~ ... -=---a:-~ . ~ .... ~ ~ JORNAL TRIBIJNA DA Prefeitura Municipal de Bonito • MS Balancete Financeiro do Mês de Outubro de 1991 ---- ryo ~----------· RECr:I A:i ORÇ/llE!:Tlíll [A REt;ElTAS COR!U.li'fr.S Receita TrIbutir Ias Rncoltno Potrimonlnln Rncaiton Induatrlnio Trnnu[nrôncinn Corrantcu Outrou Roccltnn Corrcntoa RECEITA DE CAPITAL OPEllAÇÕES 1)1'. CRl!DITO Allonncõo dn Dono Amortizncõo do Empréntlmon TransferêncLan de Capital Outrno Raccituu do Cupltnl SOMA REClnTA EXTRAORÇAMENTÁRIA Convênio DapÓnltoo INAMPS DcpÓniton IRRF Fundo p/ apooontadoria ~ FAS Denpoaun a Pngnr (Contrnportldo) Rc.apon!lob1.l.1dru.lc apurar-Dv. Resp, Antocipacão do Recoita Centribuicão Sindicnl-SSPMB Sub-Total SALDO DO EXERC!CIO ANTERIOR Caixa Bcos Conto Movimento Bcos Conto Especial Bcos Conta Vinculado TOTAL GERAL l,),163,270,71 1.640,865,20 --0-- 338,162.298,SO 2,010,977,89 -0- 230,000,00 -0- -0- 753,612,52 385.961.024,82 5,829,200,00 7,814.590,30 -0- 1.976.714,98 239,B49,B63,16 99,922,80 -0- 581. 984, 20 642.113,320,26 12. 722,233,88 39,600,00 -0- 57,81.0,202, 72 170.407,68 -0- -0- -0- -0- 45,658,90 70.818,103,18 45,000,000,00 2.075.218,65 -o- 524,032,18 7,164,299,00 -0- -0- 165, 135, 10 125,746. 788,11 650.244,12 5.211,943, 71 --0- @S ãci.Ln@] rT.LO· + DESPESAS ORÇAMENTÁRIA OI - CÂMARA MUNICIPAL 55.885.504,9 Despesa de Cu te!o 1.60.465,20 Transferências Correntes --0- Irvetfrentos 39(L002.501 ,22 02 - EXECUTIVO 2. J 81 . 385, 5 7 DFSPESAS CORRENTtS Despesas de Custeio -0- Trnnofcrinciao Corrcntco 230,000,00 DESPESAS DE CAPITAL -0- Irvcatimcntoo -0- Invcrr,Õca Financeiros 799,271,42 Tronofcrõnc1on de Capital 456,779,128,00 SOMA 50,829.200,00 9,889,808,95 -0- 2.500.71+7,16 247,014.182,16 99,922,BO --0- 747,119,30 767.860.108,37 DESPESA EXTHAORÇAMF.NTÁllIA Convênio Despesas a Pagar Pagrento) Reateo a Pagar Solá rio Fnm!l ia Solário Mntcrnidadc Re sponvsab !1 1dde apurar-DIv, Remp, Fundo de aposcntl!dorfo - FAS Recolhimento do INPS Cotrtbutção SINDICAL - FAS Sub-Total SALDO PARA O MES SEGUINTE 34,355,21 · Suprimento de Fundo Caixa 5 _ 862 , 187 , 83 Bcoe Conto Movimento Bcoe Contn Especial 773,756,651,41 Bcos Conto Vinculado Ativo RcaJ.i.zá,,,c].-tJodéc!rrodaeiim::?n-i 327,836.630, 12 J0.858.!!tt,,t.O 76.654,016,lil 2).000,000,00 3.240.)86,69 441.589.879,62 5.605.200,00 142,719.891,02 14.537.623,)7 275,095,06 138.812,50 99.922,80 -o- -0- 374.475,26 605,340,899,63 29,955.000,00 TOTAL GERAL -e- 10,616.566,17 Jl0.47J,l96,99 423.646,60 11, 82.493,00 13.157.628,49 -0- 1.J21.852,JJ 25.541.696,19 467.131.575,8l 42.997.831,1 52.91J,802,21, -0- 80.640,48 -0- -o- -0- -o- -0- 121.5J3.970,05 192.310,93 4.558,43),99 2.757,050,00 7.500.000,00 89.811,646,90 2).000.000,00 4.564.239,02 l,8.60J,0Jl, 14 195.633.693,26 l!,,537.623,)7 355.735,54 138.812,50 99.922,80 -o- -0- 374,475,26 726,871,,869,68 1.918,986,81 7.507.794,92 37,455.000,00 773.756.651,41 PREFEITURA MUNICIPAL DE DONITO-MS., Jl DE OUTUBRO DE 1991 NAUDEMIR XAVIER - Prefeito Municipal CARLOS ARAOJO BEZERRA - Tesoureiro HERCULANO ALVES SANCHES - Contador o EDITAL COM PRAZO DE 15 (QUINZE) DIAS EDILSOS BRUM ESCOBAR, of!e! al efetivo do Registro de Inove ia, do munlc!pio • Comarca de Jardim, Eotado de Mato Grosso do Sul, na foma rla Lei, ate.,, Faz saber que ::oram apreaen· tados neste Cartório do Rogis - tro do Imóveis para Ex11mo de i!)_ teressados, de conformidade com o nrtigo 19 da Lei 6766, da 19 do dezembro do 1979, o Memorial Doacrltlvo o a rlanta, devida - rente aprovados pela Prefeitura Municipal do Jordlm-MS, Cortld2 ao bem cone todos os dcrnnia do éuíentos relattvos ao "LOTE!E TO RESIDEYCIL ITAMARACN', 1oc@ Uzndo ncot/ cidade do Jardic - MS, composto de 03 (três) qua - dras e 51 (cinquenta e um) lo tes cOl!l área total de 30.000 ' (trinta nil retros quadra - dos), de propriedade de Dr. Nel son Gonçalves Brandao, brosilc! ro, casado, advogado, residente e domlcilhdo nesta cidade de Jardil,•MS inscr1to no CPF sob o núr:ero 030.241.134·87; Paro c[clto de, decorrido o prn.zo de 15 (qulnze) dias, contados da data da ültia publicação e a ausencLa de qualquer frpugnaao de te.rc:e.iros, proceder-se-a ao competente registro, nos ternos do Artigo 19 da reforido Lei. Dado e passado nesta cidade e Ccmar<:a de Jardim, Estado de na to Grosso do Sul, aos "29" vIn- te e nove dios do cês de novem- bro do ano de hum ril novcccn - tos e noventa e un "991', Eu, Munlcl (EDILSON BRIM ESCOBAR), OfIel- P.J- J.I- TRIBUNAL REGIOÃl DO 1RLO Dà IGs RIO a1 do Registro de lr.:Õvels Hz JUNTA DE CO~CILIAÇÃO E JULGAMENTO DE AQUIDAUA."A-:-15 1 dat Uografn.r, subscrevo, dou (é e assino. • EDITAL DE KOI:IFICACÃO 1,g 09/91 NU PUU!""" "Ui ,, .± tesos...s nu«sr- » - Junta de Conciliação e Jultento -e quidauuna - Estado de Mato Grosso do Sul, na foma da lei, etc .... Faz saber a todos quantos vIren o presente edital, expedi do nos autos de Peet.-.---.-·+. - •/a oroposta pe las reclamantes R!DONA SELVANLLlui 1-·.LA e RANAA DOS SAN - ros CASl:RO con~ra 11 rec.la.,:,ada ASSOCIAÇÃO JIE!(EFICENIE SÃO LDU - e.AS, pessoa Jur!dica de direito privado, e= atividade hospi tala.r, inscrit.a no CCC/MF so!> o n? 03.492.147-0001-34, na pessoa de seu representante legal, que se encontra en luar - incerto e. nao sab.tdo, que c.ste fie.o. citado du existê.ncia. dã demanda e notificado para copargcer à audfncta designada pa ra o dia 27 de Janeiro de 1992, às 13:00 horas, a realizar-ze nesta JCJ, sita a Rua Jono de Alccidil C..'lstro, 75, nest....1 c:1.dn de de Aqutdauana, para prestar depoimento pessoal, sob pena - de conftssao, devendo trazer defesa por escrito co as pro - vas que Julgar necessirtas, Lrportando o seu_nã coparefen to na aplicação da pena de revelia_e confissão quato à rz ria de fato. O presente edital será afixado na sete do Juízo e publicado na fora da le! e seu prazo correr da priretr; - publicaçao,_considerando-se vencido ssi que decorra o pra- 70 d cita;g. Dado e passado nesta c!dade Aqutdauns-'t, ao O ... dias do es de deze.::bro de 1991. (a) Eu, Jcio Et!sra da SIIva - Diretor de Secretaria dar1ografe! e nssir:o .. (n) rbr- c!o Eurico Vitral Aaro- Ju!: Presidente. IHOBD.IÃIUA JARDIM LTDM 2 l 1 RUA R u A P. s l à o 3 SANTA 1 1 4 l: u R A u A s à s o à 5 o 6 EDITAL DE CITAÇÃO COM PRAZO DE 30 (TRINTA) DIAS O Doutor Jonu lias• Silva Júnior, J_uiz de Direito da ecoar ca do Porto Murtinho, Estado de M4to Crouo do Sul, na foma da Lei, etc.,, FAZ SABER a todos quntos o presente Edital virem ou dele conhecimento t!verem, expedido nos autos n? 441/91 de Usuca! oo Extraordinor!o, er.i que fi~ura coroo requerente SOClEDADI! Dll INSTIWÇÃO B BENEYICE!iCIA CX>r<;RI:CAÇÃO DAS IRMÃS FR}J;C1.SCA/Wl DA Il!AO/LADA CX>NCl!lÇÃO e COSlO requerido ESPÕLIO DR mumsm ll1l LlO 00 PRADO, ern tramite por este Ju!zo o Cartório C!vel 1 po-: lo preoente Edital fica::, CIIAOOS: o Eopóllo de Ernesto llelio do Prado, oua cspooo D. JõiiTrliãcho do Prado e oo herdo!roo os interessados auocntc•, incertos e desconhecidos, que por ven tura posuo alcr,or direito sobre o ir.Óvel uoucapiendo constan to de tooio (1/2) lote do terreno urbano, situado à. rua I:t-, Cos to !-'.arques, quadro 30, n 68, t:edlndo quinze (15) metros de frente por cinquenta (50) r-etroo de fundos, lir.ltando-ae ao norte COtl o lote nO 701 oo sul, cen o reso lote n? 68; A lcs to, com o lote nQ 69 e a oeste, co::, o i!uo Dr. Cesta Marque, 7 Registrado sob o n2 933, FIs. +6, L? 3-C, e data de 10,11.50 no Cartório de Registro de Ioóveis de P. ~rtinho-MS. Ficando ainda, o Espólio de Ernesto Hélio do Prado, sua esposa Jonlr Bocha do Prado, os herdeiros, oa interessados ausentes incer tos e: desconhecidos, r:-.TI}(.AOOS, para co:npn:recerem perante es te Ju!zo no dln 04/mnrço/1992 1 às ll.:30 horns, para l!udiéncia preliminar, ficando 2utrossim, cientific.oJdos que poderão con testar a referida a~.:ao, no prazo de 15 (quinze) dias, conta - dos da data de audiencia preliminar, sob pena de revelia e conflssao, valendo a c!taç.10 para todos os atos do processo , advertidos ficam que, não sendo contestada a ação, presti::lirão como verdadeiros e aceftos os fatos articulado pelo autor no inicial. E para qu!: chegue ao conhccioento de todos e nlngué..:: possa alegar ignorancta, randou expedir o presente Edital que sera afixado no lugar de costu::-e e publica.do na leprensa Ofi cial do Estndo. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Por- to Murtinho, Estado de MAto Grosso do Sul, aos trinta e W'J - (31) dias do mês de outubro de rnll novecentos e noventa e t.:r.J (1991). Eu, Escrivã Substituta que datilografei. Eu, Escriviio JudlcÚll que conferi e subscrevi. DR. JONAS HASS SILVA JUNIOR Juiz de Dl..rdto t Comuni do Tribuna da Fronteira - Diário Regional, sas todas as assinaturas CORTESIA. . _ Comunica, outrossim, que as publicaçoes dos mesmos (antecipadamente). As matérias A PEPIDO so serao de acordo com a Tabela de Preços Não nos responsabilizamos por comunica que a partir de hoje ficam suspen de EDITAIS serão feitas após o pagamento - publicadas após o pagamento (antecipado) das mesmas do jornal. matérias ASSINADAS ou de ORIGEM DEFINIDA. A DIREÇÃO . IVALD0 PEREIRA - Diretor p, PJIESERVE O PANTANAL SULMATOGRO o rib una Fuzilado no Natal com Três Balaços O Natal foi sangrento no "Projeto Guaicurus", localizado há tenta quilometro do perímetro urbano, nd estrada que demanda ao Salobra. Durante uma brincadeira dançante na base de toca-dig coo, um jovem foi brutalmente assassinado com tres balaços. Com confundo, gritaria e cenas e esterismo estabelecidas, os impli cados no bárbaro crime evadiram-se. A ocorrência foi atendida pe lo agente Damião e o guarda municipal Andrade. i. ; o t , r d s ! n t me 1 cl e b V ' .. ti d r 1 r., el (" ti Grande multidão ermaneceu ao lado do cor o o rias pessoas desmaiaram, sent..ram-se mal e foram enfermeiro "Careca" BRINCADEIRA DANÇANTE Em comemoração ao dia de Natal, os elementos "Pedro Gordo" e Cícero Domingos, resolveram realizar ama brincadeira dançante em "Carraranchão" coberto de "Bacuri", de propriedade da Associa ão dos moradores daquela localidade. Segundo depoimento õa testemunha Pedro Donizete dú Oliveira - (34 anos, solteiro, lote no 31), "Pedro Gordo" havia tomado em ·stado um cristal de toca-discos do lavrador Lírio de Souza nos, solteiro, lote no 32) e este foi o estopim da tragédia. BARRADO NA PORTA Consta que por volta das 17:00 horas, Lírio de Souza foi até ao local para participar da brincadeira, mas foi barrado na en - trada por ·•nedro Gordo", porque estava com uma faca na cinta e o mesmo queria que ele lhe entregasse a arma. Em consequência, hou ve acirrada discussão e "Pedro Gordo" sacou de um revólver. FUZILADO COM TRÊS BALAÇOS O fato despertou a atenção dos presentes e Lindomar Bernardo Tavares, conhecido por "Chico Preto" (20 anos, solteiro), empre gado de "Pedro Gordo", também empunhou um "38" e desfechou três tiros contra Lírio de Souza, que foi atingido com um balaço no rosto, um no coração e outro na nuca. Mesmo assim saiu cambalean do e tombou morto a trinta metros do local. FUGA E REVOLTA d é· r p s t q d t 1 r t n d "Pedro Gordo" e o seu empregado "Chico Preto", de armas em pu nho, ainda ameaçaram parentes do morto e em seguida fugiram, to mando rumo ignorado. Houve uma grande revolta e os irmãos da vítima declararam urna ameaça para os moradores. POLICIAMENTO URGENTE n e d s Alguns representantes de classe declararam à reportagem que - rn t as autoridades precisam providenciar com urgência um policiamen z o· to preventivo para o "Projeto Guaicurus", nem que seja nos fins a ' de semana, pois a maioria das pessoas anda armada com facas e re r. vólvercs, "desde que desativaram o Posto Policial da Polícia Mi litar", as quest6es estão sendo resolvidas na base da força bru ~; ta e salve-se quem puder!, afirmaram. (Firmino de Barros) I ri c de vá pelo -A andono .de Emprego Solicitamos aos Srs. Germil Neves de Oliveira, portador do CPF no 294.574.081-87, e João Caetano de Souza, a comparecer - no prazo máximo de três (03) dias após essa publicação, no Es critório do Sr. Gerson A. Marcondes Junior, para justificar o seu não comparecimento no serviço por mais de 30 dias. O não comparecimento de V. Sas. implicará sua rescisão por iusta causa conforme Artigo 482, Letra Ida CLT, sendo seu úl timo dia de trabalho dia 07/10/91. AIDS! Previna· o que não tem Cura! Bonito NOIICIÍRIO GERAL - CLEUZIMIR MIZINI - tt r, ! VERÃO t iuso ai galera, chegou o Verão com muita alegria, porque " junto a ele vem ao férias eocolarcs. os Íi r epletos de peaooao que Rios, os campos, as fazendas .cam z4 ao delícias dao fcr ao saem a procura da natureza para gozar com muito sol e muita agua fresca. O VERÃO Pode ser gozado em toda a sua plenitude com os seus rios b 1 naturaio cantando e mares, céu azul e todas as suas e .ezas cantando aos olhos e a alma. PORTANTO A NATUREZA sábia só tem a fazer o bem a todos. GHOST-DANCETERIA Inaugurou na noite de 20/12, em Bonito a Danceteria Ghost. PARABÉNS Aos sócios prprietários Odiley Soares, Amiltton Gritth e Ro berto {TV Color). GRAÇAS A eles Bonito ganhou mais um espaço onde a sociedade possa - deleitar-se nas noites bonitense. NOVA LANCHONETE DO PEDAÇO Estamos falando da mais nova Lanchonete, que é a Carandá Lan ches de propriedade dos amigos Pedro Cardoso de Moura e sua es posa Edileuza. Aos novos Empresários desejamos boa sorte e uma feliz clientela. A ACÁCIA BRANCA Promoveu o Baile do Hawai que foi realizado nas dependências do Clube do Laço Nabileque. Foi sucesso. O Clube decorado com muitas frutas e animação foi da Bando OZ. EXPORTAÇÃO ILÍCITA DE . RIQUEZAS E IMPA TRIOTISMO Após classificar impatriótica a expor tacão ilícita de ri queza de privilegia das pessoas físicas brasileiras, que, se gundo informou, já a tingiu em depósitos de Bancos no exteri or a soma de US$ 55 bilh6es, o Deputado Jones Santos Neves - {PL-ES) encaminhou - requerimento à Mesa da Câmara solicitan do que o assunto se ja examinado pela Co missão de Economia.O Parlamentar citou o livro "A Suica Lava Mais Branco" de auto ria do Professor de sociologia da Univer sidade de Genebra e Deputado Federal,Jean Ziegler, que enume - ra várias denúncias contra o narcotráfi coe o sigilo banca rio e comenta ainda a existência de con tas numeradas de brasileiros em ban cos suíços. "A si - tuação é muito gra ve, nas veias de nossa economia", a lertou o Deputado. Jones Santos Ne ves informou ainda ter participado da 78a Reunião da Con ferência Internacio nal do Trabalho,rea lizada em Genebra , onde pode constatar uma imagem do FMI - bem diferente da que usualmente apre senta ao cenário in ternacional,dirigin do mensagem aos paf:" Polícia ses industrializados para que apliquem "o mesmo rigor na condu cão de suas economi as que aqueles que - reclamam dos outros paises". O parlamentar in formou que o diretor geral do FMI, Michel Camdessus,abriu fran camente o debate so bre as subvenções protecionistas e condenou os paises - que se permitem redu zir artificialmente os precas dos produ tos de primeira ne - cessidade, insistin do para que as sub - venções não sejam suprimidas de forma linear, o que, para Jones Neves, será de sastroso". Federal o en- Nelson Trad (PTB-MS) fez um apelo ao Ministro da Justica·pa ra que faca o Governo cumprir dispositivo constitucional, pro - porcionando à Policia Federal as condições materiais necessári as para combater o narcotrafico. Segundo o Deputado, em Cor':mhã, por exemplo, existem apenas 20 Agentes para combater o tráfico de drogas na divisa com a Bo livia, numa área de cerca de 300 km? e com todas as dificulda des inerentes. a uma operaçao eficiente. . Defesa da Amazônia Antonio de Jesus (PMDB-GO), ao condenar qualquer tentativa de internacionalizacao da Amazônia, sustentando que "a soberania na região e intocável , ressaltou o trabalho que vem sendo realiza do pelo Exercito, Marinha e Aeronãutica em defe d Ama - i e' de nossas fronteiras. sa ª zona .PRESERVE I FIUNI Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1149_24_12_1991 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1151_11_01_1992 Voltar para a lista de itens