• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1233_01_08_1992

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R0!O DO UI
João Freire de.Oliveira
Uma Administração
Voltada para o Povo
Antonio João - 0 cand1
Jato a Prefeito João Frei
e de Olveira, Ifder nas
pesquisas de op1nfão pá -
Mlca, em entrevista à
fr.prenRn, ( n I ou sobre as
cbras e serviços real!za-
dos durante o perfodo de
1979 a 1985, qunndo foi
Prefeito de Antonio João
p la prlmelrn vez.
Embora sendo nomeado,
sem contar com um vlce -
Prefeito, João Freire -
realizou umo administra­
çáo séria e voltada para
o_accndlmento da populn­
ça0.
PÁGINA - 06
PRES. DO SINDICDTO RURAL
DGRDDECE aos QUE
COLIIBORBRDM COM a EXPOBEL
rf Presidente em exerc-f '
elo do Sindicato Rural de
Bela Vista, Leandro Acio-
ly, disse ontem que "a Ex
pobel é uma festa de Beli
Vista, de seu povo, e
não apenas dos integran -
tes do Sindicato Rural".
Leandro agradeceu a
colaboração da imprensa ,
falada e escrita, que co­
briu o evento, e disse
que "vários fntorcs impe­
diram uma organizaçao 1m­
pecável, sem falhas, mas
Isto é normal, devido as
densas dificuldades que
atravessamos, mas, graças
à Deus, soubemos superá -
las e a 21U Expobcl foi
realizada".
O Presidente do Sindi­
cato Rural agradece aos
expositores, empresários,
cocerciantes, laçadores
enfim, à todos aqueles
que colaboraram para o
sucesso do evento.
Sem citar nomes, Lean­
dro disse, ainda, que "sem
a ajuda de abnegados pro­
dutores rurais seria im -
possível realizar a Expo­
e1".
Para o ano que vem
Mircto Antonio Rodrigues e Leandro Acioly(Presidente do
Stndlc:ito Rural de Rela Vista)
segundo o presidente, ''!!_
mos preparar com bastan­
te antecedência a reali­
zação da exposição, con­
vidaremos diversos seg -
mentos a participarem da
festa, e vocês, da im
prensa, tomarão conheci­
mento destes convites as
sim ninguém poderá recla
mar que não foi convida=
do a participar da orga­
ntzacão".
Chegarão a Bonito no
dta 27 de Agosto, uma
equipe de pesquizadores
franceses do grupo do
cientista Jacques Cos -
teau, com o grupo fran­
ces, virá também uma e -
quipe de reportagem do
"Globo Repórter", que
irá realizar uma
matéria sobre o potenci
al turístico e ecológi­
co do município.
A equipe francesa de
verá permanecer em Boni
to por 17 dias realizan
do estudos nas grutas ,
rlos e demais pontos de
interesse científico e
ecológico. Entre seus
componentes estarão biÜ
logos, mergulhadores -
espeleólogos (especia -
listas em cavernas e
grutas) e demais espe -
clnlistas, inclusive u­
ma equipe de pesquizado­
rcs brasileiros, do gru­
po Bambu{ de Minas Gera­
is.
Quanto ao Globo RepÓ!
ter, Bonito Irá ser br!
dado com uma edição que
deverá Ir ao ar este ano,
dentro da linha ecológi­
ca adotada pelo progra -
ma. A Iniciativa da visi
ta partiu do grupo Bam -
buf de Minas Cernis, que
já esteve em Bonito alu
mas vezes realizando mer
gulhos e pesquis..-is, eles
entrara em contato com
o grupo (rances e após -
o contato a con­
firmação com o Diretor -
de Turismo do Estado. Au
rélio Rosas, que de !me=
diato aprovou a idéia e
está dando todo o respal­
do para que tudo se real!
ze conforme o estipulado.
Dentro da programação
da diretoria de turismo -
estadual e a Prefeitura -
de Bonito, está a fdéta -
de utilizar os caminhões
que irão até o Rio de Ja­
neiro trazer os equipamen
tos da equipe francesa,
pnra maior de divulgação
de Bonito, através de (ai
xas à serem afixadas nos­
mesmos e de panfletos dis
trfbufdos durante todo o
percurso até Bonito.
Tudo isto, vem confir­
mar o fato de que Bonito
definitivamente, está se
firmando como o maior pó­
lo turístico do Estado e
quem cabe futuramente, de
todo o centro-oeste.
N ORME TF
Garibaldi crescendo
Zacarias na parada
Fraude na disputa
PÁGINA - 08
Em diligência realiza
da em conjunto pelas Po­
lícias Civil e Militar
de Bela Vista foi recupe
rada a Motocicleta CG ML,
placas B 176, que havia
sido furtada no ilt!o -
dia 26 do estacionamento
Ancião desaparecido
desde o dia 24 foi encontrado
morto no Rio flpa
PÁGINA 03
do Parque de Exposições
Rio Apa, durante a rea­
lizacão da 21? Expobel.
PÁGINA - 07
t
AGRADECIMENTO E
CONVITE PARA
MISSA DE 70 DIA
A Flia de Marco-
O ancião Henr1·aue lina Gomes de Mello
cerca de duzentos me
Vieira, 75 anos, que tros abaixo da esta agradece as manifes
estava desaparecido ção de caotação de
desde a última sexta i ' tacões de pesar re-
agua do SAAE - Servi
feira, dia 24, foi ço Autônomo de Aguas cebidas por ocasião
encontrado morto nas e Esgoto de Bela Vis
águas do Rio Apa, a ta. PÁGINA -
07
'/de seu falecimento
l [e convida parenteg
IMPORTÂNCIA DA ECRIMINDLOEGIE55
MO COMBATE I ECRIMIRALIDADUE F±
radecem a todos que e r
zere presentes.
---- -
-

-
'" tl !J
. t ••
propota pelo_banco do hra1 M c
fl ,1,, ,! 1 • , • ,, "'1 lfH'.J J,QHtlr<i PI 1ro, •
Ite por ente lufo e tartórlo Judfefal, que nos d1as 0)
e ete oro de 199/, rei/pectfvante, as 1:0 toras, 1O
lo al dentfnado a hntas plicas, no fd±{to dno Fórum lo
l lto na Hua Barao do Ladirfo, 195, nesta idade, o lel
J, i,o n ado levar na publico prezo de venda e arreata
mal der e ator lanço oferecer, Importando a ava
» dos bn e Cr 217,000,000,00 duzentos e dezessete
de cruzeiros), porquanto vao a 1eflo os pen que 4s°
de ureve; a) quarenta novIlhas de dois anos de fdade,
utlae nelore, e detefto tIfcos, e bom estado andtg
rio, , .dJ,,-, M por C:rS 700,000,00, cada una, no otai de Cr
k.OHO.CJfJ0,00; b) trezentos e quarenta vacas de, mstla ne
lore, de três a quatro anos de Idade, em defeftos fscos '
to estado sanf arlo, aval{adas por Cr$ t,t;o.oou,oo, no lo­
t,,1 rlr• C'T lSl.000.0CIIJ.OO: d· um trator Valet mod, 11- I
o 4, motor 0-2250631905, aval1ado por Cr'., )S.000.(100,0'J ;
t)· lia furadeira marca Tatu, com 0) brocas, ano 86, avalfa­
da por tCr$ ),700,000,00; e) • uma roçadelra desbravador Avare
uno flh 11v,1ll11d,1 JltJI' Cr5 1.500.000,CJOi f) - WI ,,n1dor dC' ;1r -
rasto éo cllsc.os, r:,,1rcn Unldun, ano 86, nv.1lludo por CrS
1.0<l0.<)0t1,001 v) • UMíl cnrrNn e/ 01. rod,rn, cnpnclrlnd~ pnra
1 ,0) k ., no H6, aval1ada por d00.000,00; h) • u:" plnnt11 •
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000,00; t) 'ma SemeadeIra Semeato, SG-19-D, com J? llnhos nCJ
15791/10, ano +l, aval1ado por CrS 2.000.000,00; J) • um tn!!
que para combustível, e/ rodas, para s, ooo lltros, 1'!nrcn .. -
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vaçio e funcionamento; 1) - L'nrn fflH1c nrndorn ri:irc:n Holdnn,
com 18 discos de 26", controle remoto, avaliada por CrS 4,000
000 Of) C'M bom estado d~ connc-rvnç;io l' funcionar11C'nto. Os bens
CllC~llt;mft•)H' 11ll Fíl7.Cndns SÃO Fellp<' C Rr<•Ji10 neste IDUntcípto.
No prI iro letão os bens niio scriio nllcnudos por_prC'ç'.? lnf.!:
rtor no~ dn nvn 11 nçiio
I sendo que no s ·gundo, que so tera opor
tuntd.1de ,a, r<'sultnr ncgutlvo o prtrnciro, os bens serno vendi
dos l'f1 (rnnco lctliio, n quem mats der e nnlor lanço oferecer
a Indo <pi• por preço abnlxo da nval lação. ~:iio ho~cndo l'Xpedic!!
te rn quntqucr dos dltis dcntgnndos para os lclloes, t'St€'S rc~
llzar-sc-iio no ncsoo horiirlo e local dos dias Úteis ir.t!dlata-
1!',entc segulntl'IL ,-;o cnso os devedores niio scj,urencontrndos -
flcnm desde já lntlrnodos cor este Edltal, dns dota9 deslinn
das para os leilões. As maquinas constantes deste Edltal cn -
contrnm-sc 1otnr..Yhs tnnbém nos autos de Execuçôo n9 87/89
tendo como exequente o Banco do Brnsll S/A. E para que ntn
ftUét:1 possn alegar lgnoriincla fol expedido o EdltAl com prazo
de quinze dlus, que será publicado e afixado na fonnn da lei.
Dnc1o o pns:rndo ncstn cidade e Comarca de llcln Vista, Estndo
de Mato Grosso do Sul, oos vinte e seis dins do mCs de Junho
de 1992, Eu, (Ed~nrd !banhes), escrlvão Gubstltuto, o dntllo·
r,rnfd. (o) Pedro Vcrglllo da Sllva), cscrlvão Judlclnl por
dc•trrminnção.
EDITAI. OE PROCLAMAS
Janllde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartório
de Registro Civil desta cidade de Bela Vista-HS,
faz saber a quantos o presente Edital de Procla­
mas virem, que apresentaram os documentos exigi­
dos pelo Artlgo 180 do Código Civil Brasileiro,
incisos, 1, II, 111 e IV e pretendem se casar:
Nestor Florencio Arguelho e Graziela Torales
Ortiz, ambos brasileiros, solteiros, residentes
nesta cidade, ele, filho de Antonino Arguelho e
Juliana Marim, ela, estudante, filha de Jorge Or
tiz e Silvéria Torales.
,v,:; PMLA 'RA, (.!MJ
(
v• nJ4 :,f
r
' '
z. l
!1za r (. 1 ..
Se agluém souber de algum impedimento que
oponha na forma da lei.
Bela Vista-NS., 29 de Julho de 1992
JANILOE ROSA DOS SANTOS
Oficiala
se
Foca - Nomes sobrero­
mum, na acepção de )orn -t
llaL,1 prlnclplrint, ?.
fJCI pr•· O f OC,!, ,,,, J11 ilo -
mem ou mulher.
Nascer a/Nascer em
Antes de dnt·a o uso
ou cm~ Indiferente.
to fa1. nascer a 9 de
lho como nascer em 9
Julho.
/l
Tan
ju­
de
Tgu ln - Do verbo i -
gualur, que é tomar Jgu.-il
nivelar. O subscanttv6 ,
que slgnifico ldentldad
de condiçio ou poslciio -
social, é lgualha: "gen
te de suo lgualha", "so-:.
mos da mesma lgunlhn".
Cal - Nome fem1n'lno
O plural é cais ou ca -
lcs. Usucapiiio também é
feminino. E torquês, pa­
tinete, mascote, grnfi -
te.
TEM
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o ll<>utor A1:1aury da Sll'8 Kukllnskl, Juiz de Dlrelto d11 2~
'nr:t C[vcl/Cr1minal da Comnrcn de Mnrncnju, Estado de Mato
Grosso do Sul, na formn dn l..e1, etc.
FA2 SAJ1ER que, cr.i cuwprlrr.cnto nos tr.initcs tera.is do Pro­
cesso ele Execução co curso pcrnntc este Ju{zo entre partes ,
como Exequente: ARLAN AQUINO DR A7.A>UIWA e cor.:o Executado :
ANTONIO !IIÃCIO fT.RRF.lRA (nutor níJ 041/89), no iitrlo do Edlf!
elo do Fórum desta Co::inrcn, ii rua l.uiz Porto Sonrcs, s/ng ,
nesta cidade, às 13:30 horas do dta 04 de agosto de 1992, sg
rao levados a publ tco prcgao de venda e arrcr.iataçno cc:: pr;1ç..1
pública, a quen mais der acina da n.vallação ncnclonadn abai­
xo, os bens penhorados ao Executado no referido processo, a
seguir descritos: "01 (u:n) lote de terreno urbano, deter:ing
do pelo ng 0 (quatro) da quadra n2 08 (oito) do lotcar.,ento
San Raphael, nesta cldi1dc, coo a .ircn de 525 r.i: (quinhentos
e vinte e cinco metros qundr.:idos) r.intr!culn l.482 do CRI lo -
cnl, avaliado e□CrS 12.922.547,00 (doz~ rnilhÕcs, novecentos
e vlnte d ols nl 1, quinhentos e quarenta e sete cruzeiros) P
01 (ur.) tcrnlna.l telefônico rcHidcnclnl prefixo 454-2754, a­
valia.do cm CrS 7.550.674,00 (sete• olthÕcs quinhentos e cln -
qucntn □il, seiscentos e_setenta e quatro cruzeiros)"., Não
const,1 nos autos a cxistenci.1 de onus sobre os bens e o fei­
to não está sujeito a recurso pendente de Julhar.icnto.
Se nn d;1ta indlcadn, os bens não alcnnçnrc:n lnnço superi­
or à a.vallação, no ccs~o local, às 14:00 horas do dL:1 20 dt•
mtosto de 1992, serão levados hov.imcntc à venda e arreata -
çào cr.J scgund.1 e Últlna praça, dcsprc:r.a.dn a avaliação e ven­
d ido a qucw rn.11s der.
Eu, !'lar la de Jesus Ortiz dos Santos, Escrivã do Juizo ex­
tra{ o presente dos autos indicados, o conferi e subscrevi ,
nesta cidade e Cor.i.arc.1 de HaracaJu, aos vinte ~ dots de ju -
nho de 1992.
DR. AIAIJRY DA SILVA KJlCI.INSl(l
Julz de OI rclto
(fundado cm 20/02/1977)
Publlcnçiio c1n Rede 11<:lnvlstense ele Jornais - AvPnfdo Trl
buno da Fronteiro, 564 - POllll: (067) i,J9 - J/,10 - Cx. P. 21
ll<•lo Visto - tt,,to Gro:.so do Sul
O{rctorts
lv:ilrlo P::rPl?",J
arta Estela Velásquez
Diretor RcsponsiivcJ
!v-1Jdo Pt:rc·lr.1
Rcport,1gens
t:b.1ldlno Rodrl •ucs
LuLz Henrique Nunes Corra LILE)
Pereira
Gerente
Cllso!l Sllvn Sar.tos
Redação, Adcl.nistTação e Parque CrÚfl.co Avenida Tribun.1
do fronteira, 564 - Sede prÓprla - fone: (067) 1,39 - 1410 -
Cx. Postal - 2) - llclo Vlsta - ►lato Gror.so do Sul - Rcd.,çâo
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Antonio Jo.io, Porto ':urtlr:ho, •::irac;iju, Bonito e Car.Jcol
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DIARIO RE,AO! A
IMPORTÃCI DA CRIMIII0LO
NO COMBATE à CR I LIDI E
DA FRONTEIRA
Ao abordarmos a
impor.ancia do nsi­
+ criminológico no
eio policial brasi-
1
1Lo devcmon lni ci­
a1mente definir ·ssa
·iência jovem 'omo -
sendo: "a ciência
que estuda o crime ,
riminoso, criminali
3ade e vitima a fim
ec cs ab 1cc r fato­
res que estão na ori
q<:n do comportamcn to
!i social para ob­
,.,r os melhores mci­
·; de luta contra es
e comportamento as­
nm como as medidas
dcquadas à sua prc-
1 inçiio e os métodos
,ficazes de rcssocia
lizar os delinquen -
tese os criminosos'
Na última década,
o avanço da produção
científica relaciona
da à Criminologia a
nível de resultados
alcançados para
compreensao desta
problemática tem des
pertado um interesse
a
nignifica ivo do6
diferentes campos -
do conhecimcn o que
pesquisam es.a que s
tão.
Diante d·se qua
dro percebemos qu
a Policia Mili ar -
somente poderá es -
rar no século XXI
•xecutando eficaz -
m n e seu trabalho
preventivo e elabo­
rar numa política -
criminal no espaço
que lhe confere a
Scgurarr.a Pública -
s • estudar com pro­
fundidade o crime,
o criminoso, a cri­
minalidade e a viti
ma.
A Policia como -
órgão administrati­
vo e visa, antes de
mais nada, a prescr
vação õa ordem, ã
garantia dos direi­
tos e liberdades in
dividuais e a protc
cão do cidadão con­
tra os "delinquen -
tes". E para aten -
1
. A Compnnhia de Desenvolvimento Eco­
no:i!co de Mato Grosso do Sul - CODEMS,
quer transformar a rcgiiio ele Bonl to cm
1
w:: polo de produção e beneficiamento -
de oármore. A primeira inicintiva nes­
te sentido aconteceu a publicação no
! Diário Oficial, do edital de 11.citaç~o
l
?ara o arrendamento das jazidas de mar
re localizadas no município. As em -
resas interessadas deverão encaminhar
tuas propostas no dia 24 de agosto ,
is 09:00 horas, nn Rua ~larechal Cândi­
lo Rondon 1. SOO, onde funciona a sede
!a entidade.
O diretor de mineração e gás da Co­
'ezs, Yassuo Kasai, adiantou que cerca
le 40 empresas e pessoas físicas já h~
la mostrado interesse, anteriormen -
te, em explorar as jazidas. Por isso ,
tias estão sendo contactadas para par­
ticiparem da concorrência que está
lendo divulgada como determina a lei•
A proposta da Codems é incentivar
extração com recursos financeiros e~
~ os do Fundo de Desenvolvimento para
lCentro-Oeste e a isenção de diferen­
tlal de alíquota do ICMS em máquinas e
~uipamentos. Para a indústria de bene
'leiamento, hã previsão de benefícios
ilscais. Além de gerar empregos e movd
entar economicamente a regao, o mir­
~re de Bonito noderia ser utilizado -
t1:,l,êm pelas indústrias que fazem poli­
eto, cortes e acabamento do material
~ Estado e compram fora o produto. E!
lt ê o caso, por exemplo, de Vânia Ma­
' Medeiros Bachenheimer, proprietária
't !arbras. Instalada há 32 anos em
po Grande, a empresa importa todo o
~l'l::ore que utiliza de outros Estados.
umas peças chegam a vir do Nordes -
, o frete é responsável por 50% do
:eço do produto. A expectativa de Vã­
aê que o mármore de Bonito - cu­
,
1
qualidade ela garante, por _jã ter
•Ido contato com O material - e de que
~e não seja utilizado todo para a ex­
:rtaçào mas sirva também para abaste­
t as empresas locais.
2 Ten PM Alirio V1llasan Romeiro
der essa sua missão
prccípua e indecliná
vcl são necessários
subsídios. E esses -
subsídios serão, cm
granàc parte, forne­
cidos pela CriminolQ
gia.
Portanto torna -
se fundamental o
ensino criminológi­
co para que haja u­
ma modernização na
Polícia Militar, po
(ODEMS AIUER TRA JSFORMA BOJTO E
UM Gl.A IDE PRODUTOR DE MÁRMORE
ou moral. «
ta, pois, de
ques ão de
cia, que tampouco
resolva pela força
prepotê. ci.,, rn,1s por
uma ficácia de aco­
·s, pois a maioria -
das vezes e que a
Políci Militar tem
que intervir, as o­
corrGncias precisam
ser analisadas com -
cuidado para não se
agravarem os proble­
mas que as geraram.
Para resolver essas
situações não é ne -
ccssário somente bom
senso, mas urna boa
dose de conhccimen
tos técnico profis -
sionais.
Todo esse questio
namcnto do ensino de
criminologia visa cm
preender um sen ido­
mair, dinâmico e reno
vador cm matéria de
ensino policial mili
tar criminológico ~
senco que em um pri­
meiro plano entende­
mos que se fazem ne­
ccssári.:is transforma
2
J
Para a Iniciativa
Privada
O Processo de concessao para ex-
trair o mármore na região de Bonito
teve início em l98I, quando a Code­
sul, antecessora da Codems, reque -­
reu ao Ministério de ~inas e Energl
as autorização para pesquisar cincÕ
áreas de mil hectares cada. Em 184 -
foram iniciados efetivamente os tra­
balhos de pesquiso mineral e dois a­
nos depois foi entregue um relatório
final de pesquisa ao Departamento Na
cional de Produtos Minerais contem:
plando apenas três áreas, já que as
duas restantes n;o se revelaram pro­
missoras para esse tipo de extraçiio.
Ensnios e testes físicos feitos -
no Instituto de Pesquisa Tecnológica
de São Paulo revelara que o mármore
de Bonito tinha excelente qualidade
comparável ao de Carrara, considera­
do o melhor do mundo. As cores do
produto de Bonito, também foram con­
sideradas atrativas para sua explora
ção, pois variam entre os vários ma:
tizes de branco, cinza e rosa.
Em 1989, finalmente foi aprovada
a viabilidade econômica da explora -
cão das jazidas. Já a Concessão de
Lavra, foi publicada no início desse
ano. Embora a Codems seja também uma
empresa de mineração, e tenha autort
zação para explorar as jazidas, pre­
feriu repassá-la à iniciativa priva­
da, seguindo as recomendações do Go­
verno do Estado. Conforme explica Ka
sai, um dos objetivos da Codems C
"fomentar, apoiar e desenvolver o se
cor mineral", por isso ela já cura
priu o seu papel ao investir na pes­
quisa e na autorização para a explo­
ração do mármore de Bonito.
Segundo o edital, as áreas serão
arrendadas separadamente, embora não
haja impedimento p9ra que uma mesma
empresa possa explorar mais que uma
área. Nas contas feitas por Kasai, a
produção vai ser gigantesca: os estu
dos calcularam que a reserva total e
de 150 milhões de metros cúbicos. Ca
so apenas 20 por cento desse tota1 -
fosse explorado, isso significaria -
JO milhões de metros cúbicos. Se fos
sem explorados mil metros cúbico~ =
por'mês - o que é considerado uma
produção em alta escala - ainda as -
sim seriam necessários 2.500 anos P!
ra esgotar essa reserva parcial.
Diante
Transite
-
com a
de
em
vla
Escolas e
Velocidade
e Redobre
Hospitais.
Compativel
a Atenção
ções iaternas e, cm
efi
s m-
polici­
al mili tar.
Por fim, dizemos
que o ensino de cri­
minoloqia deve susci
tar o in eresse €
p••rouirlcío de· 1.1titu
d.sinterrogativas ,
lançando-se ao encon
tro de suas respos -
tas, e de claras a -­
b•rturas para um pos
sível e melhor entR
dimcnto da crimin li
dade hoje exis.ente
e, especificamente ,
maior desenvolvimen­
to das gurança PÚ -
blica.
20 TEN PM ALIRIO
VILLASSATI ROMEIRO
PELOTf.O ?M DS RF.LA
VISTA/MS., (é natu -
ral de Porto Murti -
nho).
ASSOCIACO TOS FAMILIARES E AIDOS DAS V(TIAS
COMANDA!TF DO 30
DA VIOLÊNCIA
DE MÃOS DADAS CONTRA A VIOLENCIA PELA PROTEÇÃO DA VIDA CO AIS AMOR E PAZ.
PARTICIPE DE NOSSA CRUZADA EM
BUSCA DE UM MUNDO MELHOR
Ajude-nos a levar PSta rnensngeo a todos os recantos do País!
A AFAVVI é urna entidade composta por pessoas que já tiverao familiar vi­
timado por erices violentos, ou que nao estão de acordo com a iopunidade
reinante para os assassinos.
Os objetivos da AF,VVI são:
- Divulgar a necessidade de se alterar o Código Penal Brasileiro para se
rem punidos com mais severidade os criminosos que cometem delitos graves co
mo: tráfico Je entorpecentes, sequestros, estupros e roubos seguidos de mor
te.
- Pleitear indenização e assistência as famílias das vítimas de assassina
tos e inválidos da violência. Estas devem dirigir-se a AFAVVl.
- Apoiar a criação de muitas associações em todo o País ?ara,
próximo, criarmos a Confederação de Proteção e Assistência às Vítimas e Fa­
mílias.
futuro
SE O PREZADO LEITOR CONCORDAR COM O OBJETIVOS DE NOSSA ASSOCIAÇÃO, IDEN
TIFI'QUE-SE POR CARTA PARA:
CAIXA POSTA 148
CEP 96930-000 CANDELARIA, RS
COLABORAÇÃO

D1KPIC REGI
ELEIG
Instruções sobre Propaganda (Eleições
S 92
de 3 de Outubro de 199 2)
R OIu;ão no 17.891 - Processo n0 12,296
C 100 Brasília - pF - Relator: Min.
Hago Gueiros,
o Tribunal Superior Eleitoral, usando
da atribuições que lhe confere o artigo 2
lX do Códiqo Eleitoral, e o artigo 54, da
Lei n0 0.214, de 24 de julho de_1991, resol
ve expedir as sequin es instruçoes:
ClP!'J'ULO I
D/ PROPJG/NDI EM GI::ílAL
SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINJRES
Art. 10 - / propaganda dos partidos poli
tlcon dao coligações e dos candidatos a
cnr<Jo;; eletivos é permitida nos termos des-
tas instruçõs. .
s 1o - A propaganda, qualquer que se)a a
sua forma ou modalidade, mencionara sempre
a legenda partidária e só poderá ser feita
em língua nacional, não devendo empregar
meios publicitários destinados a criar, ar­
tificialmente, na opiniao publica, estados
mentais, emocionais ou passionais (Código
Eleitoral, art. 242).
20 - Sem prejuízo do processo e das Pe
nas cominadas a Justiça Eleitoral adotara
medidas para fazer impedir ou cessar imedia
tamente a propaganda realizada com infraçao
do disposto no parágrafo_anterior (Código
Eleitoral, art. 242, paragrafo unico).
$ 30 - No caso de coligação, além da le­
genda partidária, poderá ser indicada sua
denominação própria.
§ 40 - Quando realizada pelo rádio ou te
lcvisão, a propaganda eleitoral restringir­
se-à única e exclusivamente ao horario gra­
tuito previsto nestas Instruções, com ex­
pressa proibição de qualquer propaganda pa­
ga. .
S 50 - Será permitida, na imprensa escr~
ta, a divulgação paga de propaganda, no es­
paço máximo a ser utilizado, por ediçao, p~
ra cada candidato, de 1/8 (um oitavo) de pa
gina de jornal padrão, e de 1/4 (um quarto)
de página de revista ou tablóide (Lei no
8.214/91, art. 45).
Art. 20 - A propaganda de candidatos a
cargos eletivos somente é permitida após a
respectiva escolha pela convenção, salvo a
intrapartidária com vistas à indicação pelo
partido (Lei no 8.214/91, art. 30; Código -
Eleitoral, art. 240; Res. 16.271/90).
Art. 30 - t vedada, desde quarenta e oi­
to horas antes até vinte e quatro horas de­
pois da eleição, qualquer propaganda políti
ca mediante radiodifusão, televisão, comici
os ou reuniões públicas (código Eleitoral ,
art. 240, parágrafo único).
Art. 4 - AS entidades ou empresas que
realizarem pesquisas de opinião pública, r~
lativas ãs eleições ou aos candidatos, para
serem levadas ao conhecimento público, são
obrigadas a registrar, no prazo minimo de
três dias antes da divulgação, na sede da
Zona Eleitoral ou no Tribunal Regional Elei
toral, nas capitais, previamente notifica~
dos pelo Juízes os partidos políticos e coli
gaçõcs, as informações mínimas a seguir re­
lacionadas:
I - quem solicitou a pesquisa;
II - de onde proveio o montante global -
àos recursos despendidos nos trabalhos;
III - a metodologia e o período de reali
zação da pesquisa;
IV - o plano amostral e ponderação no
que se refere a sexo, idade, grau de ins -
trução, nível econômico e área física de
realização do trabalho;
V - O nome do financiador do trabalho;
VI - O sistema interno de controle e ve­
rificação, conferência e fiscalização da
coleta de dados e do trabalho de campo. :
§ 10 - As informações especificadas nos
incisos deste artigo ficarão ã disposição
àos partidos políticos, das coligações e
dos canàidatos registrados para a eleição,
gue a elas terão livre acesso.
S 20 - Em caso de descumprimento do dis
posto neste artigo, os responsáveis pela
empresa ou instituto de pesquisa e pelo
orgao divulgador, no limite de suas respon
sabilidades, estarão sujeitos à pena comi=
nada no artigo 322, do Código Eleitoral
(Lei no 8.214/91, art. 32, Ia VI, §§ 10 e
29). -
. Art._5o: S_vedado aos órgãos da Admi
nistraçao Publica direta ou indireta fede
rais, estaduais ou municipais, realizar
qualguer tipo de propaganda paga, que se
possa caracterizar como de natureza eleito
ral. -
Art. 6o - Independentemente do horário
gratuito de propaganda eleitoral, é facul­
taàa a transmissão, pelo rádio e pela tele
visão, de àebates entre os candidatos re -
gistrados pelos partidos políticos e coli-
SEÇ~O II - DA PROPAGANDA EM GERAL
Art. 70 - Toda propaganda eleitoral s~
rã realizada sob a responsabilidade dos
partidos ou coligações e por eles paga
imputando-se-lhes solidariedade nos exces
sos praticados pelos seus candidatos e
adeptos (Código ELeitoral, art._241)
$ 19 - Em cada municipio serao reg1s -
trados Comitês compostos de tres a cinco
membros, que aplicarão os recursos finan-.
ceiros destinados à propaganda durante a
campanha eleitoral (Lei no 5.682/71, art.
93, I e IX). .
§ 20 •· Em municipios com mais de um mi
lhão de habitantes, o disposto no paragra
fo anterior aplicar-se-á a cada unidade -
administrativa (Lei no 5.682/71, art. 22,
$ 1).
§ 30 - Os Comitês serão constituídos
por partidários que não disputem qualquer
cargo eletivo (Lei no 5.682/71, art. 93 ,
§ 10} .
§ 40 - Um dos membros do Comitê, obri­
gatoriamente, será registrado como tesou­
reiro.
§ 50 - Os Comitês municipais serão re­
gistrados no Juízo Eleitoral, o Tribunal
Regional designará o Juiz competente para
proceder ao registro dos Comitês. .
Art. ao - Nenhum candidato a cargo ele
tivo, sob pena de cassação do respectivo­
registro, poderá efetuar, individualmen -
te, despesas de caráter eleitoral, inclu-
sive com alistamento, arregimentação e
propaganda, devendo processar todos os
gastos através dos partidos ou Comitês
(Lei no 5 . 8 2 /71 , ar t . • 9 3 , § 2 o) .
Parágrafo único - Nos municípios em
que o partido não dispuser de Diretório ,
a propaganda será feita por Comitê desig
nado pela Comissão Executiva Regional ou
Comissão Diretora Regional Provisória.
Art. 90 - Nenhum partido poderá despen
der, na propaganda partidária e na de se=
us candidatos, quantias superiores às que
ele fixar, nem receber, dos seus filiados,
contribuições e auxílios fora dos limites
determinados nos estatutos (Lei no 5.682/
71, art. 89, I e II; Lei no 6.043/74, art
10}.
§ 10 - Antes de iniciar a campanha e -
leitoral, os partidos deverão comunicar -
ao Juiz Eleitoral qual a importância máxi
ma que despenderão em cada eleição e qual
o limite máximo para contribuições ou do­
nativos (Lei no 5.682/71, art. 93, X).
§ 20 - Para cada eleição (Prefeito e
Vereador), o partido deverá indicar o li­
mite máximo de despesas, as quais serão -
feitas em igualdade de condições para to­
dos os candidatos que disputem cargos da
mesma categoria pelo mesmo partido (Res.
7.886, art.· 40, § 20)
§ 30 - Havendo coligação, as Providên­
cias previstas nos parágrafos anteriores
serão adotadas, em conjunto, pelos parti-·
dos coligados.
Art. 10 - t vedado aos partidos:
I - receber, direta ou indiretamente
contribuição ou auxilio pecuniário ou es­
timável em dinheiro, inclusive através de
publicidade de qualquer espécie, proceden
te de pessoa ou entidade estrangeira; -
II - receber recurso de autoridade ou
órgão público, ressalvadas as dotações or
çamentárias destinadas ao Fundo Partidá =
rio:
III - receber, direta ou indiretamente
auxílio ou contribuição, inclusive atra -
vês de publicidade de qualauer esnécie
de autarquias, empresas públicas àu co~
cessionárias de serviço, sociedade de eco
nomia mista e fundações instituídas em
virtude de lei e para cujos recursos con­
corram órgãos ou entidades governamentais;
IV - receber,
sob qu lquer for ou pr
cão, auxílio ou recurso Pr
prosa privad, d finaldi d
tidade de cla se ou sindical
682/71, art. 91, I IV).
Ar . 11 - So ilícito
nanceiros de que tr t - ,
O im como o uxilios e contribuições cu
ja origem não sej mencionada ou
cida (LPi no 5. 82/71, art. 92- v.
222 e 262, IV, elo Código EI i oral).
Art. 12 - A Justiça Eleitor l, través
de odos os sous órgãos, fisc. lizari o
processo lei.oral, fazendo obt var, en­
re outras, as seguintes normos (Lei n@
5.682/71, ar . 93): _
I - obriga.oriedade de só receberem ou
aplicarem recursos financeiros, ·m campa­
nhas politicas, de_c:minados dirigentes
dos partidos e Comitês legalmente consti­
tuídos e registrados para fins eleitora -
',,- caracterização da responsabilida­
de dos dirigentes de partidos e Co:nit6~ ,
inclusive do tesoureiro, que responderão
civil e criminalmente por quaisqu r irre-
gularidades; _ _ .
III - escrituraçao contabil, com docu­
mentação que comprove a entrada e saída -
de dinheiro ou bens recebidos e aplica
IV - obrigatoriedade de ser conservada
pelos partidos e Comitês a documentação -
comprobatória de suas prestaçoes de con -
tas, por prazo não inferior a cinco aos;
V - obrigatoriedade de se depositar ,
no BB, Caixa Econômica Federal e Estadua­
is, ou sociedades bancárias de economia
mista, os fundos financeiros dos partidos
ou Comitês e, inexistinto esses estabele­
cimentos, no banco escolhido pela Comis -
são Executiva, à ordem conjunta de um di­
rigente e de um tesoureiro do partido;
vI - obrigatoriedade de prestaçao de
contas pelos partidos políticos e Comites
ao encerrar-se cada campanha eleitoral;
VII - organização de Comitês Interpar­
tidários de Inspeção, bem como publicida­
de ampla de suas conclusões e relatórios
sobre as investigações a que procedem;
VIII - obrigatoriedade de remessa das
prestações de contas, de que trata o inci
so VI, aos Comitês Interpartidários de
Inspeção ou, ainda, às Comissões Parlame.
tares de Inquérito que as solicitarem (Lei
no 5.682/71, art. 93, I a VIII).
Art. 13 - Os Comitês Interpartidários
de Inspeção serão integrados por três me
bros de cada partido, indicados ao Juiz
Eleitoral pelos Diretórios Municipais ou
respectivas Comissões Provisórias.
§ 10 - No caso de coligações, cada Pª!
tido coligado indicará um membro.
§ 20 - As indicações serão feitas até
trinta dias antes das eleições;
S 30 - Se algum partido ou coligação
não fizer a indicação, o Juiz Eleitoral,
até quinze dias antes da eleição, através
dos registros de filiação partidária, de­
signará os res~ectivos representantes ..
§ 40 - Realizadas as eleições, os Col!I}.
tês partidários deverão enviar suas pres­
tações de contas, no prazo de trinta dias
ao Comitê Interpartidário de Inspeção, 0
qual, no mesmo prazo, deverá examiná-las
e apresentar relatório ao Juiz Eleitoral
para os fins do inciso VII, do artigo 12,
destas instruções.
§ 50 - Caso os Comitês não cumpram as
determinações contidas no parágrafo ante­
rior, ficarão sujeitos, seus responsáve -
is, as penas do artigo 347, do Códiao E -
leitoral, passiveis os candidatos de cas
sacão dos registros e perda dos diplomas
se Ja expedidos.
§ 60 - Qualquer candidato poderá exar-i
nar, na Justiça Eleitoral o relatório do
Comitê Interpartidário e ~s Prestações de
contas anexas, para os fins previstos n?
paragrafo unico do artigo 266 do código
Eleitoral, '
Art. 14- ão será tolerada propaganda: ~-!
l - de guerra, de processos violentos para subverter o r±
7e, a orde política e social ou de preconceitos de raça su V
classe (Código Eleitoral, art. 243, 1); ,
11 - que. provoque antros!dade entre as Força: Aradas _"
contra elas, ou delas contra as clsses e Institutçes cisv+é
(Cod!go Eleitoral, an. 243, li);
11! - de incitru:.c:nto de atentado contra pcsson ou bens cci~
digo Eleitoral, :irt. 243 TII)·
IV- de Instfga;ão à desobeét@neta colet!va ao cuprLent?
de lei de orden pblica (Cdigo E1e!tera1, srt. 23, ty;
V - que t::p11que. oferecIento, proessa ou sol!cltaçlo de
d1nhelro, dádiva, r!ia, sorte!o óu vantagem de qualquer natuT
za (Código Ele!tora1, art. 243, ); . ..
1 ; que perturbe o sossego pÚhlico, co algazarras ou "
so de instrumentos sonoros ou sina!s acústicos CGdtgo Ê!e!ta
ra1, art. 243, VI);
VII - por elo de !pressos ou de objetos que pessoa 1nex
r!ente ou rústica possa confundir co moeda (CGdf±o E!eira»
nrt. 243, VTT);
VIII - que prejudique a htztene e a estétle urbana a» 7
travenha a posturas unlc!pais ou a outra qualquer restriça
"e !!reiro (c±to E1et±orá1, urt. 2«3, Iií;
e'_""? g1untar, dttanar eu injurtar quaisquer Pese" .
(
cõ 1 o.gaos ou e.ntldnde:s qu~ cxcrç.J"'1 auto:-id:dc- ri::.illc.J
digo Ele!tora1, rt. 23, fx).
I
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Pra.
qui,
z

'A lJ/ l il(1' l til',
AI ,.
O Desalio
u
l-
l-
l-
os
Menagem do MInltro
4a Agricultura e Reforma
rrl, os produtores
e 1rnhn'lhndorcn r11rnl11 -
o Dia da Ar!cultura
28 de Julho de 1992, e-­
ectalmente dirigida ao
orna Is aoc .1 ndon dn
AijRA.IOl<T.
A afr 91/92 está
per1tIndo recuperaçio
da econor I n nnc lonn 1 , ln
entfvando os negócios e
a t Lrcul r.iío de rccurnoo
f!nnnccirn!J no Interior
do paf. Neste ano, a
,otor purceln de crcsci­
ento do PIB - Produto -
Jntorno Bruto, (Õrmuln -
que mede a riqueza era­
da pelo trabalho da popu
Inç:io, íicnni por coo tn
da ngriculturn. Os estu­
dos técnicos mostrnm o
quanto II indÚstrln _vai
crescer 1%, a produçao a
gropccuárin crescerá 7%!
Cstn grnnclc safra, de
ls de do!s anos de bat
ra produçao, mostrou que
o agricultor brnsilciro
tc::i muit11 ,·ontnde de tra
bnlhar, e não tem medo -
dos riscos e dos proble­
cns. Ficou comprovado ,
tnmbém, que n agricultu­
ra é uma nti•idndc muito
importante, pan1 o llrn -
sil e par,, todos os bra­
sileiros. Os armazéns e.:!
tão abarrotados de ali
centos, o comércio e
indústria estão rccupe -
i-

a-
,s
rando as suas vendas
as pessoas estão mais
con[iantes no futuro.
e
A
safra encheu, também, os
corações de fé e de espe
rança.
No começo do colhei -
ta, em nlgumas regiões ,
os preços de mercado che
aram a ficnr mnis bni -
xos do que os Preços Mí­
nimos.
O que aconteceu é que
ha,·ia um ex.cesso de ofer
ta. Nuitos produtores es
tava querendo é que sua
safra, mesmo podendo
transformar seu débito -
de custeio cm EGF, com
prazo de 6 meses para li
quidar. O Sistema de ar­
azenagem particular cs-
A Agropecuária, prod~ nbertos - parn contato -
zindo matérias-primas pa permanente do produtor -
ra a indústria e a expor com o consumidor. Com 1.:!
taça0, gerando empregos so, encontraremos uma So
e pagando salários para lucao criativa para fi -
os trabalhadores no cam- nanciar a modernizaçao
po e na cidade, é a me - tecnológica e o aperfci­
lhor mnncira de cstimu - çoamento gerencial, nns
lar o progresso e o de - propriedades e nos esta­
scnvolvimento. E, também, belccirnentos agropecuá -
a base dn segurança ali- rios, transformando-os -
mentar, garantindo à po- em empresas rurais modc!
pulação o abastecimento nas e lucrativas.
regular das suas neccssi A produçao agropecua­
dades, sem depender d; rin de caráter empresa -
produtos importados, que rial tem que estar volt!
sempre custam mais caro da pnra as nccessidndes,
e beneficiam, npenas, os as exigências e a capaci
produtores estrangeiros dadc de pngamento do con
e os intermediários nas sumidor. O endividamento
aquisições. dos produtores rurais
junto á rede bancária
que se avoluma na medida
em que aumenta a difere!
ça entre o custo de pro­
dução e o preço do merca
do, é uma questão de in
teressc comunitário, e
não apenas um problema -
Por isso, convoca to­
dos os brasileiros cons­
cientes, para a grande
tarefa de fortalecimento
do setor rural. Nossos -
companheiros e irmãos
que vivem e trnbalham no
±
Programa Garante
Safra e Integração
s
o
±
d
de
pO
oU
taa ara desestruturado
e no hufa trnsport
uficl(•ntc· para <11co,r,
de uma vez, toda a produ
çao das loura, Esta -
situação empre faz co
que os preços e redu
zmu, prc>JudJcando o pro­
dutor.
A safra 92/93,
Com o "Fronteiras do
Futuro" o Governo Pedro
Pedrossian preterrdc asse
gurar a definitiva inte­
&ração do Sudoeste ao Es
tado e melhor infra-es -
trutura de escoamento da
safra pnra os produtores
sul-matogrossense. O pro
jeto vem comprovar ainda
o espírito empreendedor
de Pedrossian que, com
isso prepara Mato Grosso
do Sul para a sua inser­
ção no Nercosul.
Na área específica do
ERSUL, por exemplo, _o
Ptoj eto de pa,·imentaçao
de Jardim à Porto Murti­
ho tem n finalidade de
arantir uma canal efi -
Ciente de escoamento de
&rnos e minérios, tendo
eo vista que neste ~lti­
"° Município dever.:i ser
Construído ainda um ter­
OinaI portuário, abrindo
desta forma as portas do
l-!ercado Comum do Cone
Sul (Mercosul) paro
Produtos do Estado.
A restaurnçào do tre­
cho da Rodovia Mirnnda /
Bodoqucnn, visa por ou -
tro lado, adequar a es -
rutura rodoviária da re
lo para o incremento
os
CJU • CQ
meça ser plantada no4
próximos 60 d1ai , está -
oendo plnnejndn com o
objetivo pdncip1,l de m(•
lhorar a renda do produ-­
tor. Esta snfra deverá -
ser o ponto de partida
pnro n conquiato dn auto
oomi n. f Inance Ira do se •
tor rural. f multo impor
tnnte que se evite n ln=
terfer@ncfa do Governo -
nos preços, no comércio,
nos ncg6cios.
Vivendo o rcnlidndc -
do Merendo, o Agropecun­
rista pode plancjnr me -
lhor o seu trabalho e ln
gressnr nn Era do Descn­
voh·imcnto Sustcnt,Í,·cl.
Isto signifi~a trnbalhar
a terra, ns agunas, a na­
tureza - de modo Conscr­
vacionista, sem destruí-
çao, paro que a
seja permanente
do tempo.
produção
no longo
que haver.:i a part!r da
entrada cm operaçno da -
fábrica de cimento Eldo­
rado (da Camargo Corrêa
Industrial), que está
sendo construída em Bodo
qucna. O Diretor d: O=
bras do Dersul, Joao Da­
niel Pacheco Leal lembra
ainda, que a pavimenta -
cão da Rodovia entre
Guia Lopes da Laguna e
Bonito, sen·irá para me­
lhorar o turismo na re -
gião e o cana; de escoa­
mento do calcareo, uma
das grandes riquezas de
Bonito.
O asfaltamento da Ro­
dovia Jardim/Bela Vista,
por sua vez, vai repre -
sentar um novo meio de E.
cesso ao Paraguai, um
dos integrantes do Mercg
sul. Com vistas a isso,
o Governo tio Estado vai
pavimentar também n Rod~
via MS-164, passando por
Vista Alegre. Com isso ,
encurta-se pelo metade a
distôncin entre Mnraca­
ju e Ponta Por, na fro
teira com o Paraguai.
Embora não esteja co!
teplado no Programa, o
projeto de asfaltamento
da Rodovin Sidrolnndia /
dem e querer
e precI am d
c.ond !c;Õt" d·
ração Junta, uro ar[
cola effcfer:e, side, e
ducnçiio, lnf,,r· nç:io o l 1
7C'T - como todos os de •
mas brasileiros.
Para consultar esses
justos benef'c'os, temos
um enore desa. lo ii nos­
sa frente: tornnr a pro­
duçÕo ainda moiH cílcJc~
te, capaz de competir
com produtor dr outros -
países, conqui•,tnndo 110-
vos padrões de produtfvI
dade, reduzindo perdas ,
prejuízos e desperdfcI -
os. Com isso, venceremos
os altos custos, ofertnan
do malor qunntldade de!
limentos saudáveis e ma­
ls baratos, melhorando -
as condições de nutricão
e snÚdc da :,opn L,çào de
menor poder aquisitivo.
A burocracia e o a
travessador,prccisnm ser
vencidos, com a implnnt!
çào de mercados livres ,
Escoamento da
dos Municípios
Naracaju complcncotarã
esta integração, facili­
tando também o escoamen­
to da safra.· Esses dois
Municípios são grandes -
produtores de soja na sa
frade verão e trigo, no
im·erno. Além disso, cm
Sidrolandia estão insta­
ladas várias unidades ar
mazcnadoras e cerealis
tas, coo Ceval, Ma tosul
e Coagri.
Para garantir o desen
volvimento do interior -
o Governo Pedro Pedras -
sian está oferecendo a
tra,·és do "Fronteiras do
Futuro", não só infra-es
trutura mos também ince~
tivos fiscais. Para esti
mular a abertura de no=
vas fronteiras agrícolas,
o Go·erno está conceden­
do redução da carga tri­
butária do ICMS em nté -
80 durant os prÕximos
três anos, nquelcs que -
expandirem suas áreas de
lavoura. Esta reduçao
prevista incialmente pa­
ro ntendcr apenas as re­
giões Sudoeste e Sudcs -
te, foi estendida a todo
o Estado a partir de ju­
nho.
T
prt nto
r onslderdos co o
reponab II Idade conjun­
Llt da,; 1u-,t1Lul(..Ô ·;, <lo
Governo, do sfntema ff -
nancefro e dos agropecua
rfsta.
Os trIbu os, Ipotos
e axas, aplicado à a -
ropecuária, precisam le
var em consideração os
n[veis de risco e a redu
zidn rentnbilldnde do ·e
e agropecuárfa, e truturn­
da de fo a empresarfal
rodernn, terá que huscnr
tlSROCincÕcs, cooperncDo,
pnrcerlas e nuto-njudn -
parn consolidar posições
rn rcndol6gicns adequo
l'or outro lado, n a das - fugindo da depen -
griculturn brasileira - dência do Governo, cons­
prccisa transformar-se - truindo com suor e lágr!
numa vendedora de produ- mas,
0
seu caminho paro
tos lndus t rializdos, e
O
a::ianhà.
não apénns rnntérlas-pri-
mas, aumcn tnndo o valor A sol ucão e a ef iciêE_
das mercadorias e multi- c!n, n produtividade, o
plicando a renda obtidn. dc-s<.>mpenho. Mesc:o na mnis
Parn isso, é necessá- simples das ntividndes ,
rin urnb 1ntegraçio agro- ninguém chegará a lugar
industrial, que conte - algum sem produtividade
com a pnrtlcipação do e sem competição pela
mnior número possfrel de qualidade. Não se fará !!
produtores, em busca dn gricultura coderna, sem
nmpll.,çno das cxportaçÕ- que
O
produtor tome a de
es que trazem divisns e cisão pessoal de buscar
recursos para investime eIhor desempenho, u. re
tos de longo prazo e em sulcado mais favorável ,
condições vantajosas.
tor, cobrando n justa
ndequndn pnrt1cipnr.5o
que no pode ser a mesa
dr. Cf,pl'cul:1r.:io f J noncci-
ra ou dos ganhos de capI
tnl.
podemos descuidar
de Pesquisas, L bor -
tórlos e As fsténcfa
Têcnlca Epeefalfzada
para vencer o atraso te
nolá] fco. Voltada para a
liberdade dom rcodo, a
urna reco::ipensa c:elhor P!,
lo seu trabalho, pelos -
de.
A p
c for
terra a
nent que
ve, quebra do n har nfa
da convivêncfna, de! .ando
um rastro de /esolação e
pobreza . No luzar desa
pressões, precisamos pro
mover a cooperação,
participação social e ln
tegrnr a crintivldnde
com a CIencfa e Tcno­
looln, devolvendo no rr
balhador a força da ntu
rezo e a mafor das Iber
dades- o d!rdto vI
da, no trabalho e á pn~.
llrnsHin - 28 de .Julho -
de 1992 - Dl/ DA AGRJCU!.
TUltA
Antonio Cabrera
Ministro da Agricultura
e
Reforma Agriíria
A história
A análise criterioso e isentn de acontecimentos pretéritos contribui pnra,
que umn ~ação estabeleca valores, enalteça heróis, trace, enfim, o seu per -
fil histÕrico, instrumento valioso para v·ivencinr-se o presente e forjar-se
o pon·ir. Constitui dever indeclinâvel do bom historiador rctrntar, com fide
lidnde, os episÕdios como efetivamente ocorreram, abstendo-se de emoções ;
radicnlisrnos, que terminam por distorcê-los e geram imensos hiatos entre o
fato e a versão. Essas considerações tên muito a ver com fenõrneno que vem
sendo percebido no panorama cultural brasileiro. Homentos de um passado re - 1
ccnte, que tiveram sua origem na Revolução Deocrtica de 1964 - movimento
que, cumpre enfatizar, foi deflagrado pelo clamor popular, a exigir a preser
'ação de uma nação amençada pelo passional ismo ideológico, ,·ê!!J sendo reescri
tos segundo Õtica deturpada, porquanto tendenciosa.
A atuação pronta e determinada dos mecanismos de defesa da Nação, naquela
oportunidade, consubstanciou o inconfon:iismo de esmagadora naioria da socie­
dade com os descaminhos impostos por ninoria radical, inspirada eo doutrino
que 1-oje agoniza, vítima de seus próprios erros, dos quais avulta o de preten
der impor-se pela ,·iolência. Frustrados con oais aquele .fracasso, reedição -
do epílogo da malfadada intentona de 1935, os agentes da desordem lançaram -
se à sutn•crsão indiscriminada, causadora de angústia e sofrimento em tontos
lares brasileiros. Como seria de esperar, a sociedade brasileira negou apoio
aqueles sub'ersh·os ! cornpromissados com o terrorisno internacional, corpos -
estranhos a uma Nação amante da Paz. A memória dos "re,·isionistas de plan -
tao , propositalmente, nno registra que o estopim de quase dez anos de emba­
tes fraticidas foi a ação tresloucada de jovens iludidos pelos membros deu­
ma "nova ordem",_ que, cm soturnos ,·alhacoutos, engendravam a desestabiliza -
çao do Estado - unica forma ,·islumbrada para cooquistareo o poder, tornando­
se títeres da tirania internacion~l. Estudantes recé-saídos da adolescência, 1
espírito contestador e rebelde proprio da idade, foram presas fáceis daque _
lcs arquitetos do horror, em sua maioria incógnitos sob
O
manto da co,·ardia.
'
Àqueles mentores dq caos deve ser debitado o flagelo de muitos brasileiros
que tanto teriam a dar ao País, não th·essem sido le,·ados para os des,·ãos do
barrli tismo irresponsâ,·el. ·
Não foram_a5 forças legais que doutrinaram ingênuos sonhadores, a ponto -
de transforma-los em assaltantes, sequestradores e homicidas. Não forao sol­
dados que perpetraram atentados, que mutilaram e oataram inocentes e logra­
douros publicos. Nao vieram dos quarteis as ordens de "justiçaoento" (cínico
eufemismo p~ra o as~assinato a sangue-frio de companheiros que ousaram aban­
donar as açocs ou nao mais sen·iam à "causa"). - Ath·ado,
0
poder cilitar a _
giu energicamente, sim. Foi compelido, sim, a combater,
005
caopos e nas ci­
dades, ato de legítioa defesa de um Estado e de seu povo, ,-ulneráveis aos pro
sclitos do vandalismo. Esta postura, necessariamente coercith·a, não ir.ipediÜ.
contudo, que o cidadao fardado continuasse a ,·elar pelos irnãos desassisti _
dos, ampar~ndo-os apoiando-os nas horas de angústia. Vítimas houve, lastioa
das por amoos os antagonistas. Afinal, lâgrinas não são ,·ertidas de um só lã
do da face. A nossos mortos, bravos abatidos traiçoeiramente, ou er., confron=
tos, de,·otac:os oracoes, as oesmas que dedicamos a fortuitos ad,·ersârios. Di­
f:rcntenente agem os que exploram a oemoria destes, tentando com·ertê-los en
r.10rti::es e deles ,·alendo-se, pusilanincmente, para tentar conspurcar
O
n=c
do F~ercito, arguindo-lhe suspeição sobre crimes hediondos co
O
·
trei nd b • , ::i se nomens -
. n. _os pnra com ater o bom combate, descendo ao nível de seus mnlsinados
adersarios, fossem capazes de praticar gestos d:sumanos contra naturnis de
seu País, rnesoo que eventualmente e contraposição id »lA 1 ...-
Í • ..,e eo og ca. Lentavel que
neste exerc cio de maniqueísmo, sejam iludidas consternadas famílias '
algum lugar do passnd, , Ilud. 4. como,em
g'. .s sa.o, ;oram idos os seus entes queridos A hi - i d
Exercito sempre foi escrita cora o sangue de seus heróis desde.G stor a o
rarapes, sítio heróico da formacão de nossa nacionalidade· G uarnra?es.Gu~
porto do Re Jf l d s ·uararapes,aero
• c. e., pa co te uma das mais cn1éis demonstrações de vilania d~-
se tem notícia em nossa Pátria. Guararapes,imae s{bolo ara 1,,_.,"i!e
chec!da, que iaa!s esquecer ou desamparará os 1ue pum- ""tuicio
dn que .-, ~ncao brasi1cira ficasse ii c:ercê de deÍ1-nq~ent~s .• ,.:, p .. rda i:::pe -
lndin 5 o •• ,ravesci os de
·+ 10s. momento nacional está a exigir conc!lação e concGrd±, Pa
s suaves ventos da anistia que lograram sufocar a proceIa a, >;· Rara isso,
que abateu sobre o País durante quase uma década,tingindo a_ o 6,
hnci d<' nossa t-.,rr:t,de'em continuar a soprar t:b, Bda ta111en: • • • • • ~"b•u," 1
• 7---r-- {O Serra«cete do OG
que não foi contada

o
JOIO FREIRE
UMA ftOMIHISIRAÇAO VOL l
efeito João Fred
1 , 1 1 11 , l [der nas
de opfnfáo pi -
1 l't1Lr<'Vlülll n l111
prema, falou obre a
e serviços renlfza­
de durante o per[odo de
1979 1985, quando fol
Prefeito de Antonto .Joao
pu la primeira vez.
hora endo nomeado
nem contar com um vfce­
prefeito, Joao Freire rea
l f : ou o seu primeiro man­
dato, Joo Frefre mostrou
a populaçao antonio juanen
e ser um bom administra­
dor e com grande capoc Ida
de de trabalho, juntamen­
te com toda a sua equipe
UI a nova i m a g e m f o L dada
à cidade e às regiões ru­
rdl~ dn munlcÍplo, onde
[oi levndo o atendimento
no homem do cdmpo, Assls­
têncln tiio descjnc!a e ln!:_
Kistenlc anteriormente
priorizou-se a educação ,
a saide, a comunidade e a
nsslstincia social e com
IRSO 11m:i grande transfor­
tn(l<;ào, para melhor, foi
promovida no município de
Antonio João, evidencian­
do-se a luta Incansável -
do Prefeito João Freire
sempre atento, atencioso
e humnuo no trato com to­
dos os m11n{cipes, rígido
na hora das decisoes mais
importn1,t•!S e fazendo uma
ampla contenção de despe­
sas para que o dinheiro
público fosse gasto ape -
n1as em ntendimcnto ao po­
vo e distante das mordomi
as tão comuns em nosso Pa
{s. Jono procurou si;
modernizar a cidade, Anto
n f_o J,,:io em sua admlnis :::
r,
0 candt
EIRI
PARA O POVO
1
-
João Freire e Dona Nilcc, Dona lones e José F.l,iJ
tração ficou mais boni­
ta, mais saudável e ma­
is gostosa de viver.
/lo lado do Prefeito
João Freire, sempre es­
teve umn pessoa que e
considerada ati hoje a
mãe dos pobres, sua es­
posa, Dona NIlce, coor­
denadorn do PRONAV Muni
cipal e que sem dÚvid;;­
em muito ajudou a admi­
nistraçio do seu espo -
so. A difusão do espor­
te na ala jovem, parti­
cipação em todos os e -
ventos cívicos munici -
pal e nacional, assis -
tência social aos mais
carentes e necessita -
dos, distribuição de
roupas, remédios e brin
quedos para as crianças
são alguns dos Inúmeros
trabalhos descnvolvtdos­
por Dona Nilce durante o
admlnistra<;io João Frei­
re de Oliveira. Por ou -
tro lado, juntamente com
voluntários, introduziu
os trabalhos manuais e
obras de artezanato vi -
sanda a angariação de
fundos para a assistên -
eia aos carentes e inega
velmente a Primeira Dama
desempenhou um papel de
primordial importância
no campo da assistência
social aos menos favore­
cidos pela sorte do seu
município.
Entre as muitas obras,
realizações e serviços -
desenvolvidos na admlnis
tração João Freire, podi
mos destacar a constru -
çào da Praça Carolina
Wilder Penzo, parque in­
fantil, implantação do
sistema de comunicações
DDD/DDI, início da pavi­
mentação asfáltica, sin~
lizacão urbana, constru­
ção da Creche Dona "Li -
li" - obra pioneira exe­
cutada pela Primeira Da­
ma - construção da Esco­
la Municipal Ubaldo Ba -
rém, Escola Municipal R~
ral Neres B. Prestes, im
ncha,
rede de ene
ca, Imp 1
u can l
ra recep
ti
reira dos anto, cons -
t rução de quatro escolas
rurais, construçao do Pa
;o Municipal, construção
da clube comun!tárfo, re
forma do prédlo da Cama­
rn '!unJc!pal, crln~ "to do
slstema de assistnc1a
soc!nl, distribuição de
terras no Distrito do
Campestre - uno luta de
r.:uitos unas travado e e!
ninistrnç6es anteriores.
Com João Freire de
0liveiru, Antonio João
teve ordem, tranquilida­
de e trnbalho, uma novn
Imagem, novos rumos eu­
ma cidade que se rnodernl
zou, mnis bonita mais
saudável e mais gostosa
de se viver".
"l!oje acredito que te
remos possibilidades de­
realizar culto mais, po­
is tenho ao meu lado um
homem como o José Elói
dos Santos, um homem sé­
rio, honesto e coerente"
disse João Freire, res -
saltando que "ao nosso
lado teremos também a es
res-
que "t os u
de governo que
bran e as necessidades
do unte!plo n s áreas -
de saúde, educa io, hab!
tacão, além da criação -
de uma cooperativa al! -
ment {ci,1, construçao da
rodoviária ínfctpal ,
cons ruçao do posto odon
t0lógico, mercado municf
pal, asfaltamento, conv
n1o agrícola, privatiza­
ção da coleta do lixo ,
albergue noturno, en -
cre outros''.
A unfão João Freire/
José El Ói ten somente u:n
objetivo, trabalhar pelo
engrandecimento do muni­
cfp!o, haja visto que
essas duas pessoas ji de
monstraram suns quollda:
des, vontade, competên -
eia administrativa e ho­
nestidade, com a vitória
em 03 de outubro de João
Freire e Zé Elói Antonio
João estará recuperando
o progresso que o povo -
há tanto tempo espera.
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pela Virta - P diligência r1{­
z ada em Conjunto peles Polícias Ci­
vil e Miliwr a..-. Bela V iota foi ro
cuperada a Motocicleta CG MI,
placas BV 176, qu havia sido
furtada no Ültimo dJa 26 doca
tacionamento do Parque de Expo
fiiçocs Rio /pa, durante arca=
li2ação da 21 EXPOBEL. A mo.o
cicleta foi encontrada na resi
dência de um dos au ores do
furto, o adolescente R.R. 7 a­
nos, morador no Bairro An onio
João. Ramão Casanova, vulgo
"Nik-Nik", que já responde a
dois inquéritos policiais por
roubo, foi acusado pelo adolcs
conte d participação no furto
da motocicleta e ainda ontem o
Delegado de Polícia requereu a
prisão preventiva de "Nik-Nik"
e o in ternarnen to do adolcscen­
te, devido a gravidade do deli
to.
Segundo as informações, na
segunda-feira, dia 27, o Solda
do PM Nogueira, Comandante ai
Guarnição da Polícia Militar -
que estava de serviço, foi co­
municado pelo proprietário da
motocicleta furtada que "Nik­
Nik" e o adolescente R.R. fo -
ram vistos empurrando o veícu­
lo no estacionamento do Parque
de Exposições na noite do fur­
to. Imediatamente esse fato
foi comunicado ao Delegado de
Polícia José Raimundo Pinto Fi
lho e ao Comandante do 30 Pelo
tão de Polícia Militar, Tenen­
te Villasanti, que deram novos
rumos às investigações, já que
a princípio a Policia acredita
va que a moto roubada tinhas!
do levada para o Paraguai.
Nesta quinta-feira o Delcg~
- -
J
do de Polícia José Raimundo
Pin:o filho, em Companhia do A
gente de Polícia Nery Gonçal
vos e dos Soldados Pms Noguei­
ra e Oliveira, inves iqando a
residência do adolescen .e RR.,
lograram -xi ·o na op ração e
localizaram a mo ocicleta fur­
ada escondida cm um dos cõmo­
dos da casa localizada na Rua
José Lemes Bugrc, Bairro Anto­
nio João, próximo ao Conjunto
Residencial "Joio de Barro".
Ao ser conduzido à Delega -
eia de Polícia, o adolescente
R,R. admi iu a autoria do deli
to, a motocicleta foi apreendi
da, constatou-se que tentaram=
fazer ligação direta no veícu­
lo que, após o exame pericial
será entregue ao seu proprietá
rio. -
Com a prisão dos dois "mãos
ligeiras" e a recuperação da -
motocicleta as Polícias Civil
e Militar de Bela Vista compro
vam mais uma vez a sua eficiên
eia e agilidade nas investiga=
ções dos delitos, no mês passa
do a PM prendeu em flagrante=
um paraguaio que tentava fur -
tar um automóvel em pleno cen­
ro da cidade, durante a EXPO -
BEL outro elemento, residente
em Ponta Pori, foi preso cm
flagrantc por Policiais Pms
quando tentava furtar outro au
tomóvel do estacionamento do
Parque.
Também os homicidas não es-
tio conseguindo escapar das
garras da Lei, basta recordar
os crimes ocorridos nos Ülti
mos meses e que foram esclare­
cidos rapidamente pelas autor!
dados policiais de Bela Vista.
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Bela Vista O an
cião Henrique Viei -
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encontrado morto nae
águas do Rio Apa, .a
cerca de duzentos me
tros abaixo da esta=
cão de captação de á
gua do SAAE - Servi=
ço Autônomo de Aguas
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ta. -
Nesta quarta-fei­
ra, por volta das
15:30 horas o solda­
do da Aeronáutica
Wagner Brizola comu­
nicou à Polícia que
estava nadando no
Rio Apa e encontrou
o corpo de um homem
de idade avançada Importante ressal
g"": e-ire2 ;" "" """ri
@ €CRUZEIRO DO SUL
.'4 A0 HAIS UI SEI
JN +SOL
±±±!]
e
1
na margem do Rio.
Imediatamente a
Polícia providenciou
a retirada do corpo
constatando que tra­
tava-se do ancião
Henrique Vieira, que
estava desaparecido
há quatro dias. O De
legado de Polícia de
terminou a realiza=
cão do exame de cor­
po de delito e foi
revelada que a causa
mortis foi afogamen­
to. Foi aberto inqué
rito policial para=
se investigar as cir
cunstâncias da morte
do ancião que desapa
receu misteriosameh­
te na Última sexta -
feira.
DE
DO
do, assim que foi co
municado o desapare­
cimento do ancião
as Polícias Civil e
Militar concentraram
as investigações no
Rio Apa, que foi vis
toriado várias vezes
no trecho desde a se
de do 60 EC até are
gião da cancha, ten­
do em vista o ancião
residir na Baixada -
Fluminense, imedia
cões do Rio Apa.
Acredita-se que
o corpo estava en­
roscado no fundo
do rio, por isso
não foi localizado -
nas buscas efetua­
das anteriormente.


GAROTIDA BOA DE L ÇO
t
__ , ..... Ibald1no kodr 1ue
f DNDE NI DISPUTR
Por ocasfio do l
n•nl1u•!u dur," a
tenses que na
foram uma a a
<l 1 n
de parabên
uem pena que o can
d1dto do PL, Frande da
SIlvna Coutinho vnal ser­
vIr de "bof de piranha"
n o próximas elelçôes -
ui icpais, está redon-
d, te enganado, o seu
note m tendo uma ran
de aceltacio em todos -
o segmentos da ocleda
de elv1tens e poder{
surpreender os grupos -
polItlcos considerados u
mts forten, Frnde Cou
tInho fol um do funda­
dores da Asoclaço Co­
,.,, rclnl ÔL llcln Visto ,
bastante conhecido por sua amabilidade no trnto
con oa mais hum1Jdcs, aos quais sempre esteve de
mos estendidas para ajudar e confortar, muito an­
tes de ser candidato II qunlqucr cargo. Além disso
o cnndldato do Pnrtldo Liberal cm Beln Vistn pos -
aul um grnndc poder de comunicnc;ão com as pcssons,
multos que nem mesmo conheciam Frnnde, depois de
um conversa com o cnndidato, afirmaram qu<' "é de
um homem como o Coutinho que Bela VIsta precisa,
le conhece o problema dos mais carentes, dos peque
nos produtores, dos chacareiros, sabe o que Bela -
Visto precise pnra se desenvolver e tem cnpacidadc
pnrn procurar o progresso que todos desejamos".
Cnndldnto ~ Prefeito
Frnndc dn Silvo Coutinho
O candidato à Prefei­
to JosJ Garibaldi dn Ro­
sn Neto está com o sua -
candidatura ganhando es­
paços a cada dia, nos
Bairros e periferia da
cidade muita gente que -
só tlnhn visto [alar cm
José Gartbaldi tiveram a
oportunidade de conheci­
lo nos ~ltimos dins e cs
tão aderindo o sua candi
datura, uma moradora n6 •
B.iirro Costa e Silva, f;,
1
lando à reportagem, afir
r:1ou que "apôs conhecer
seu Gnrlbnldi Já decidi
que vou votar nele, é un..t
ho:em sério e que inspi- Candidato i "refeito
ra confiança". Garibaldi da Rosa Neto
O ex-prefeito Abraão
Arroa Zacarias também es
ti na parada nas pró •
mos 0leiçÕcs municipais,
tem o seu eleitorado
fiel e vai tentar vencer
todos os obstáculos que
encontrar pelo caminho -
para voltar ao Paço Muni
cipal. -
Segundo muitos eleito
rcs fiéis de Abraão, "
turco não perde essas e­
leicões de jeito nenhum,
é só ndar pelos bairros
e periferia do cidade
que comprovamos isso"!
C,.ndidnto á Prefeito
Abraão Aroa Zacarias
VI FUMIR
O Dr. Athanázio Lemos
Seco, Advogado e Pecua -
risco do Município de
Jardim e um dos pionei -
rosna fundação de Clu -
bes de Laço cm nosso Es-­
tado, é o novo Presiden­
te da Federação de Clu -
bes de !.aço de Mato Gros
so do Sul.
O Dr. Athanázio ,·cnccu
a eleição realizada no -
ISQ encontro de Clubes -
de Laço realizado pelo -
Clube de Laço Portão Que
brado, no Último dia 25
I
de junho e foi empossado
no [6Q Encontro realiza­
do pelo Clube de Laço Be
la Vista durante 212 -
EXPOBEL.
O belavistense Dr. I­
rineu do Amaral Cardinal
é integrante da nova di-
Pelo andar da carruagem, estas eleições cm Bela
Visto será uma das mais disputadas dos Últimos 08
anos e aquele papo de que "vamos fazer uma campa -
nhn de alto n:h·el, sem atacar ninguém", usado por
todos os candidatos, é só para inglês ver, quando
a cobra começar a fumar, podem ter certeza, vai so
brar labareda por todos os lados.
'ItInho Ro'as (Clube de la,e
0 raTT T Tu±ar TT+Ti
$5o GraTaT T. Tu.ar 7GGATrL
71a2o Cufabano (1u!e de La0 -
f6Ta Ta7 7T Tgar +a.Tri
·FEDERACÃO DE CLUBES DE LACO , ,
retoria da Federação on­
de ocupa o cargo de
Uma Grande Festa
Digna dos maiores elogios a real!
zação do 16Q Encontro de Clubes de -
Laço em Bela Vistn, tendo como anfi­
trião o Clube de Laço Bela Vista
que através de sua diretoria e cola­
boradores deram um exemplo de garra,
fibra e muita dedicação culminando -
com uma perfeita organização da gran
de festa do homem do campo. Temos
l!-!PUGSADA CANDIDATURA DE DARCI BIGATON EM BONITO
Se undo noticias veiculados pela imprensa da ca
pital do Estado, o ex-prefeito de Bonito, Darci Bl
gaton, que queria voltar à Prefeitura nas próximas
eleições, te,·e a sua candidatura impugnada pela Jus
t iça eleitoral e ainda terá de devolver aos cofres
do município a .9uantia de um bilhão de cruzeiros ,
valor esse que o ex-prefeito teria desviado duran­
te o seu mandato.
Se tudo o que ncusam Bigaton for verdade, a Jus­
tica Eleitoral tirou do páreo um grande corrupto ,
pena que geralmente esse tipo de crime sempre fica
por isso mcsoo e pnra a cadeia, onde é o lugar des
se tipo de político, ningucm vai. Muitos ainda de::
fendem o ex-prefeito e dizem que ele está sendo I
Li~~ de perseguição poiitica. Coisas da política.-
Dr. Athanazio Lemos Neto
Primeiro Secretário.
certeza que todos os int~grantes
dos Clubes de Laço de to
dos os recantos de nosso Estado, que
participaram do Encontro em Bela Vis­
ta, le,·arão daqui as melhores impres­
sões possíveis, pois a arte de bem re
ceber, característica marcante do po­
vo belavistense, esteve presente em to
dos os oomentos da grande festa capeira.
n lmporiância das Barreiras
Uma motocicleta foi furtada duran
te a 21ª EXPOBEL e um larápio fo1 -
preso ao tentar furtar um veiculo no
estacionamento do Parque, junto com
outro elemento. Os dois casos ocorre
ram no mesmo dia, o elemento preso -
pela Polícia é residente cm Ponta Po
rã· e suspeita-se que a moto foi le,·ã
da por integrante do mesmo grupo que
tentou furtar o veiculo. Essas ocor­
rincias só vim reforçar a grande ne­
cessidade de se manter as barreiras
policiais existentes nas Rodovias de
nossa região e que podem ser extin -
tas pelas autoridades estaduais, a
título de contenção de despesas. Pa­
ra se ter uma idéia mais clara dn ne
cessidade que representa as barrei:
ras policiais em nossas Rodovias bas
ta dizer que caso ocorra u furto ou
outro crime em qualquer cidade de
nossa região, a Polícia tem tempo su
Sucesso absoluto a
realização do rodeio du
rance a EXPOBEL, tanto
em touros como en cava­
los, sentimos apenas -
não termos nenhum bela­
vistense classificado -
entre os cinco finalis­
tas, afinal de contas -
nossa cidade possui qu~
tro grandes campeões br~
sileiros de montaria,~
lém da tradição de sem­
pre marcar presença coo
, excelentes cavaleiros -
.J nas finais de rodeio d;:
rance a nossa exposi -
çao.
ficiente, se comunicado a tempo,·de -
se comunicar com essas barreiras e fe
char o caminho dos marginais. Com a
extinção, como pretendem algumas auto
ridades que ,·h·em nos gabinetes e não
conheaem nossa realidade, vamos ter
com certeza, todo o sudoeste do Esta­
do cranformado em rota de contraban -
do, tráfico de entorpecentes, roubos
de carros, etc ... Ê só quererem enxer
gar como era essa região de fronteirã
antes da instalação das barreiras po­
liciais e todas as nossas Rodovias ,
so nao enxerga isso quem não quer, ou
quem quer que isso aqui seja entregue
aos marginais e delinquentes de todo
tipo. Entendeoos que existem muitas ou­
tras maneiras de se fazer contenção -
de despesas que nao sejam cão prejudi
ciais a segurança e a tranquilidade da
populac;;ao ordeira e trabalhadora do -
Sudoeste do Estado.
RODEIO DE
BRAVOS
A
OI
o
DO
s
Essa assistimos de
camarote quando v!nha -
mos do Parque de Expos!
çÕes de circular. Ao
ser solicitado a pagar
a sua passar e n: pelo co­
brador, um passageiro -
(com uns goles de cach
ça a mais na cabeça)
prontamente respondeu
"pagar o que o eu, es­
se Õnibus é do ~!oraes ,
ele tá pagando tudo, eu
voto nele, não vou pa "
gar nada"! ! ! O cobrador
ainda insistiu coo o -
"João Cana Brava", i -
zendo que a circular e­
ra particular, mas não
teve jeito, ele insis -
tia que o ônibus era do
Moraes e que por isso -
não pagava nada. 0 ei
to foi o cobrador desi
tire deixar o ilustre
passageiro deseobarcar
sem pagar a passageo, e
ainda insistiu "pensa -
que eu não sei que esse
Ônibus é do Horaes ! ! "
CDNDIDITURI IMEaçaoa
Uma granrlc bomba pode ameaçadn e, segundo in-
- as co:n a J ti -1 i - tu e.
estourar nos proximos d_!: fornaçÕes, atê o rr:omen- tal. u~ ça t. e to TF esta se.pre ate
as em'Bela Vista, a can- to o candidato não con- - a qualquer novidade to
didatua de um dos líde- seguiu regi1trar
O
seu caremos a bola de ri -
rcs de nossa cidade cst:1 nome, de,·ido à Prole-, io vaos dar maiores neira para os nossos
etnlhes, mas o IKFOR!-!E leitores.
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