• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1286_02_12_1992

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o
20 #-
CIARiO REGIONAL
LA VISTA - MATO GROSSO DO SUL, 02 DE DEZEMBRO DE 1992 NO 1.206 DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR $ 4.000,00
PIDJSSI: IH0S NOJO E KIYM MM MISÉRl
Programa para acabar com Favelas da Capita
Governador - Pedro Pedrossian
Encobrimento
e Impunidade
PÁGINA - 06
O governador Pe­
dro Pedrossian afir
mou, durante a sole
nidade de assinatu­
ra de convênio que
garante fornecimen­
to de alimentos pa­
ra os hospitais be­
neficentes de Campo
Grande, que a par -
tir de janeiro lan­
çará um programa pa
ra acabar com as fa­
velas que se espa
lham pela periferia
da Capital. Segundo
ele, esta será -a
grande arrancada pa­
ra a erradicação da
miséria no Estado
"Nesses dois anos
vou modificar comple
tamente este Estado:
Vamos criar aqui um
mundo difer nte", as
segurou.
Em discurso cm
que foi interrompido
diversas vezes pelos
aplausos dos presen­
tes à solenidade, na
Governadoria, Pedros
sian adiantou que "a
partir de janeiro va
mos assentar 250 fa­
velados por mês em
Campo Grande e, com
a ajuda do futuro
prefeito, m dois a
nos vamos eliinar
compl tament as fa
velas de Caro Gran
de, que começa a
ser sitiada pela mi
séria".
PÁGINA- 0,
MOKD COORDENO CDMPDNHD E ISSEG
IóIi E IUVêNCID EM CAMPO GRA
O Deputado Esta­
dual Waldemir Moka,
novamente confirmou
sua estrela de poli
tico ascendente no
cenário de Ma to Gros
so do Sul. -
• O dinâmico parla
mentar, após enfren
tar uma dura bata=
lha pelos votos no
interior do Estado,
onde colaborou deci
sivamente na elei ,
cão de 07 (sete) pre l
feitos em 03 de ou-
tubro próximo passa
do, concentrou-se
em Campo Grande as­
sumindo com todas
as forças o papel
preponderante de
coordenador geral
na campanha de Ju -
vêncio César da Fon
seca, rumo ao paço
municipal de Campo
Dep. Wõldemir Moka
Grande.
Moka foi um elo
muito importante en­
tre o Prefeito elei­
to, a corrente histó
rica do PMDB e o Go­
vernador Pedro Pe
drossian, aliado fun
damental na disputa
eleitoral, aparando
arestas, resolvendo
problemas e agluti -
nando forças no sen­
tido de impulsionar
a candidatura de Ju­
vêncio César da Fon­
seca.
O resultado deste
esforço concentrado
foi um vitória espe­
tacular em 15 de no­
vembro, consagrando
o Deputado Moka como
um negociador hábil
e competente, posto
que deixou o prefei­
to Juvêncio César da
Fonseca totalmente à
vontade para o tra -
balho de corpo a cor
po nos diversos bair
ros de Campo Grande:
Em suas asserti -
vas, Moka garantiu
que o motivo de
seu sucesso foi a
sua postura de poli
tico pragmático que
repele extremismos,
mas que luta por vo
cação, em nome dos
interesses da maio­
ria, num contexto
democrático de li -
vre participação.
Por último, Moka
reafirmou: "O homem
não pode transigir
apenas num valor
fundamental, que
são os seus princí­
pios, no mais era
fundamental a união
em torno de Juvên -
cio, pois ornes
representava a m
ça e esperanç
novos dias par
po Grande".
(Assessoria
Imprensa)
Baleado no Baile
Eudo dos Santos, 19
anos, foi baleado por
Narciso de tal, duran
te baile que se realI
ava na rua Rosalino
Lino, bairro Vila No­
Va, na noite de sába­
do, dia 28. Segundo
0
s primeiros levanta­
tentos policiais, Eu­
do dos Santos e o ele
ento conhecido por
a Veículos com carga
'cima de três tonela­
{"" estão pro±idos
Vi trafegar pela rodo
a MS-325 no trecho
tre o Moiro do Azei
e e Estação Caranda-
Narciso, se desenten
deram e durante as
discussões Narciso
sacou de um revólver
calibre 22 e dispa -
rou contra Eudo, a -
tingindo-o no braço.
O projétil veio a
alojar-se na caixa
toráxica, entre as
costelas. Narciso de
tal evadiu-se do lo-
zal, na região • do
Pantanal. A medida
adotada pelo Departa
menta de Estradas e
Rodagem de Mato Gros
so do Sul, é neces -
·.sãria em função das
cal e encontra-se
foragido, a vítima
foi encaminhada ao
Hospital São Vicen­
te de Paula, onde
recebeu atendimento
médico, encontrando-se
em estado delicado.
LEIA RONDA POLI­
CIAL NA PÁGINA - 08
~ Maçonaria Propõe· Colaborar com
o Trabalho da Promosul
Ao discursar durante grão-mestre da Gran ção Social de Mato
Solenidade de assina de Loja Maçônica Grosso do Sul (Pro-
ura de convênio que Heitor Rodrigues mosul), no trabalho·
arcou o lançamento do Freire, anunciou desenvolvido junto
Programa de Apoio Ali- que a Maçonaria pre aos meninos e meni-
entar a Hospitais tende colaborar com nas de rua.
iir uiii iiéi r
PESADA NA ROO'VIMA MS-325
obras de recupera -
çâo e construção de
pontes que estão
sendo executadas
num trecho de
quilômetros. •
PÃGINA
24
Zelador Ewiraio gizante às
Margens da A. Teodoro Safira
O zelador da Pra­
ça Castro Alves e
funcionário da Pre -
feitura Municipal Ge
nésio Vargas, 52 a=
nos, morador na rua
Ernesto Escobar, bair
ro Espírito Santo
foi encontrado por
transeuntes, semi-de
golado, às margens
da Avenida Teodoro
Sativa, fundos do
Asilo dos Desampara­
dos de Bela Vista
nesta terça-feira ,
por volta das 10:00
hs.
O Delegado de Po­
lícia José Raimundo
Nos últimos dias
em nossas cidades ,
ocorre um fato de
certa forma, inusita
do, ou seja, há em
diversas localidades
aquilo·que caracteri
zo como Síndrome do
Arrastão.
Pinto Filho informou
que a Polícia foi co
municada que havia
um cadáver às mar
gens da Avenida Teo­
doro Sativa, saída
para o bairro figua
Doce, chegandc;) ao
local encontraram Ge
nésio Vargas ainda
com vida, semi-dego­
lado e com perfura -
cão na traquéia, ime
diatamente ele foi
reovido para o Hos­
pital São Vicente de
Paula e conduzido pa
ra a sala de onera
c;âo na mesma hora
Pelos vestígios en -
Dépois do arran­
jo realizado no Rio
de Janeiro, tendo
em vista deslocar a
preferência munici­
pal pela candidata
à Prefeitura, Bene­
dita da Silva, que
até aquele momento
centrados no local,
possivelmente a ten
tativa de homicídio
ocorreu durante a
noite em virtude de
uma briga. A roupa
da vítima estava to
da rasgada e ensan­
guentada, até o fe­
chamento desta edi­
cão, por volta das
13:00 hs, ele ainda
estava na sala de g
peração.
. A Polícia está
investigando o ca -
so, por enquanto a­
inda não hã nenhuma
pista nem testemnu -
nhas do caso.
ft Síndrome. do Arrastão
tinha a preferência
popular demonstrada
pelas pesquisas de
opinião, pois a par
tir do ..ão o c..­
didato adversário
começou a subirnapre­
ferência culminando cm
sua vitória . ..PAGINA/07
TORNEIO INCENTIVO ABERTO DA llCiA ESPORTIVA BELA VISTENSE/92
PÃG.INA - 04

Vestibular Cesup/93
partir do prózimo dia 0 de dezembro, estarão ater a
a incri;oe para o VESTIBULAR UNIFICADO CESUP/JANEIRO/93
erão 12 cursos superiores, com número de vagas limita­
do, colocados a disponiçâo de ·tudantes da Capina!l,interior
e até de outros Etadons. 0n interessados poderão e inscre -
ver no CESUP (Pua Ceará, ))), Bairro Miguel Couto) ou na Ma-
coe (travessa MACE , 49, centro), das 08:00 as ll:30, das
13:00 às 16:00 o da 19:00 ã 21:00. A taxa de inscrição é
de Cr$ 100.000,00.
A; inscriçoos encerram dia 8 de janeiro do 93 e ao pro
vas começam no dia 18 desse mesmo mes, à 19:30 com as pro­
vas de : Língua Portuguesa e Literatura Brasil·ira, Redação,
P[nica e Biologia. No dia equinte, ou seja, dia 19 de janei
ro do menmo horário (19:30) serão realizadas as seguintes
provas: Língua estranqeira (ingles e espanhol), matemática ,
Química, lli:itória, Geogruíia e OSPD.
São necessários para a inscrição, os seguintes docurnen­
tos: Carteira de Identidade (Fotocópia) , comprovante de paga
monto da taxa de inscrição e duas fotos tamanhos 3x4 (iguais
e recentes).
CURSOS OFERECIDOS:
Curso de Graduação de Professores - Licenciatura plcna,200
vngao, turno noturno. Habilitação: Administração.
Curso Superior da Tecnologia Elétrica - modalidade: eletro
tCcnica - 120 vagas, turno: noturno.
Curso Superior de Tecnologia da Construção Civil. Modal ida
de: Ediíicações - 100 vagas, turno: noturno.
* Curso Superior de Tecnologia Elétrica - Modalidade: Telec~
municações - 120 vagas, turno: noturno.
'Curso de Arquitetura e Urbanismo com 50 vagas no período -
matutino e 30 vagas no período noturno.
* Curso de Engenharia de Agrimensura com 50 vagas para o pe­
ríodo noturno.
Curso de Administração com ênfase em análise de Sistemas -
para 80 alunos no período noturno.
* Curso Superior de Tecnologia em Processamento de Dados pa­
ra 80 vagas no período diurno.
* Curso de Ciências Biológicas com ênfêS~ em Ciências Arnbien
tais (Bacharelado e Licenciatura Plena), para 60 alunos no
período diurno.
* Curso de Matemática com ênfase em Ciências da Computação -
(Bacharelado e Licenciatura Plena) para 60 alunos no período
noturno.
Curso de Geografia com ênfase em Planejamento Regional {Ba
charelado e Licenciatura Plena) para 80 alunos no período n2
turno.
* Curso de Letras (Habilitação em Português, Inglese Litera
tura Licenciatura Plena) e (Habilitação em Tradutor de 1n­
gles e Intérprete em Inglês - Bacharelado). São somente 80
vagas para o período noturno.
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1
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UMA ESTRELA BRILHA NA
CONSTELAÇÃO DE MS

. .,. A-
1'
PROSSI: TEMOS NOJO E RIVA M MISÉRIA
Programa para acabar com Favelas da Capital
O Covcrnndor Pedro Pcdron
sian afirmou, durante a oleni
dade de assinatura de convênio
que garante fornecimento de a­
[imentos para o Hospitais be­
neficentes de Campo Grande,que
a partir de janeiro lançará um
programa para acabar com as fa
velas que se espalham pela pe­
riferia da Capital.
Segundo ele, esta será a
grande arrancada para a erradi
cação da miséria no Estado.
"Nesses dois anos vou mo­
dificar completamente este Es­
tado. Vamos criar aqui um mun­
do difrrente", assegurou.
Em discurso em que foi in
terrompido diversas vezes pelos
aplausos dos presentes à sole­
nidade, na Governadoria, • Pe­
drossian adiantou que " a par­
tir de janeiro vamos assentar-
250 favelados por mes em Campo
Grande e, com a ajuda do futu­
ro prefeito, em dois anos va
mos eliminar completa -
mente as favelas de Campo Gran
de, que começa a ser sitiada -
pela miséria". O Governador Pe
dro Pedrossian defendeu ainda=
a necessidade de se· planejar o •
crescimento da Capital, e nes­
se sentido assinalou: "Temos u
ma filosofia de impedir que
Campo Grande continue a cres­
cer desordenadamente. Temos de •
fixar o homem no interior, mas
fixá-lo com dignidade e com to
das as condições para ele viver
bem e poder enfrentar o futuro~
"Temos nojo e raiva da
miséria. Não suportamos a mi­
séria. Isso é uma ofensa à nos
sa consciência", afirmou o Go­
vernador Pedro Pedrossian, des
tacando que muitas das ações e
xecutadas e a serem lançadas=
em seu Governo têm a preocupa­
cão com essa questão. Pedros­
sian falou também de diversos­
outros assuntos. A seguir, um
Governador Pedro Pedrossian
resumo dos principais pontos a
bordados:
EDUCAÇÃO - "Estamos realmente­
fazendo uma revolução, porque­
é através da Educação que va
mos modernizar este Estado.Mon
tamos uma equipe sensacional=
que está mandando a rotina às
favas. Estamos lutando desde -
os primeiros dias, a fim de q/
a nossa Universidade continue­
se interiorizando e novas fa­
culdades sejam instaladas em
Aquidauana, Naviraí, Jardim,Pa
ranaiba e Coxim". -
SAÚDE - "Na parte da saiide o
que se distribuiu no passado -
foram ambulâncias. Com isso os
doentes do Estado inteiro vi
nham para Campo Grande e, des­
sa forma, não há Santa Casa q/
resista, nem hospital que che­
gue". Para resolver esse pro­
blema, o Governo vem construin
do, com recursos do Tesouro Es
tadual, 20 hospitais, sendo q/
os de Paranaíba, Ponta Porâ e
Corumbá estão quase prontos. O
Hospital Geral de Campo Grande
com 350 leitos, está sendo exg
cutado a todo vapor, cor
visão de inauguração para
lho de 94.
r ,_
ju-
SEGURANÇA - "A nossa polícia -
vem cumprindo o seu papel e há
de cumprir melhor no futuro pa
ra que as nossas famílias e­
jam prot gidaa. Paro garantir­
o aperfeiçoamento do serviço
prestado nessa área, o Governo
concedeu importantes melhorias
alariais aos policiais, e re
equipou as policias com novas­
armas e viaturas. Criou ainda,
Tropa Ostensiva de Repressão
Armada (Tora), que oferece po­
liciamento ostensivo 24 horas­
ã população da Capital".
AGRICULTURA - "O nosso Estado­
e viavel; e um Estado produtor
Lancei aos produtores um gran­
de aceno (os programas de Novi
lho Precoce e o Terra Viva)mas
nossa, própria estrutura fun­
diária não permite o desenvol­
vimento Então estamos encrava
dos naquela produção de menos=
de quatro milhões de toneladas
de grãos, o que é uma vergonha
porque estamos bem situados­
junto a vários Estados e a ou­
tros palses integrados nesse -
processo do Mercosul. A nossa­
produção não avança porque não
conseguimos ainda mexer sufici
entemente na cuca do nosso so­
frido produtor. Mas o agricul­
tor está amparado, e vamos pro
duzir!". ­
MEIO AMBIENTE - "Estamos estu­
dando a elaboração de um proje
to ambiental. Queremos prote­
gero meio ambiente. Esses rios
estão sendo degradados, muitas
vezes pelo próprio pescador ,
que não tem culpa disso. Vamos
adotar medidas que vão prote -
gero meio, vamos ajudar o pes
cador, -o profissional que vive
da pesca, e já temos para ele
um projeto com Câmaras Frigorí
ficas onde eles ( os pescado
res) tiverem sindicatos.
Vamos montar um setor de
distribuição aqui em Campo-
Grande, e aquilo que no for
vendido o Estado vai absorver­
para atender aquelas camadas -
mais caren es".
MENINOS DE RUA -- "Tudo na vida
• jogo de pressão e contra­
pressão, e sofro uma pressão -
permanente na minha casa, quan
do tomo café, quando almo/o
qu ndo jan o.
f,o problema do menor a­
bandonado, da miséria e da dro
ga que está degradando a nos­
sa sociedade. Minha mulher é
una guerreira admirável, cheia
de ideal e nós vamos ampará-la
Maria Aparecida Pedrossian
Quando digo·nos e toda a
sociedade.
Não vamos deixar nenhum
menino de rua, vamos identifi­
car todos os meninos de rua de
Campo Grande, arranjar um pro­
jeto que seja pessoal, um pro­
jeto de dignidade para assegu­
rar o futuro dessas crianças.
~ uma briga sem trégua.
Vamos colocar todo o no­
so esforço e toda a nossa
cidade nessa luta".
Dersul limita Tráfego
de Carga Pesada na
Rodovia MS-325
Veículos com carga acima de tres tone­
ladas estão proibidos de trafegar pela rodo
via MS-325, trecho entre o Morro do Azeite­
e Estação Carandazal, na região do Pantanal
A medida adotada pelo departamento de
Estradas e Rodagem de Mato Grosso do Sul, é
necessária em função das obras de recupera­
çãoe construção de pontes que estão sendo e
xecutadas num trecho de 24 quilômetros.
Segundo o Dersul a decisão foi tomada­
porque as condições de tráfego nos desvios-
existentes são precárias. _
A limitação· terá uma duraçao de
dias e neste período, somente poderão
sitar no trecho veículos ou caminhões
carregados, desde que não ultrapassem
mite de tres toneladas.
AS obras fazem parte do serviço de re­
Cuperacão da estrada, para facilitar o tran
sito no local.
Na região, o Dersul está realizando ser
viços de recuperação da rodovia e, conse­
quentemente, das pontes de madeira existen­
tes, bem como implantando pontes de concre­
to.
90
tran­
des­
o li-
MDÇONDRIII PROP- COUIBORIR COM
O TRDBDLHO DD PROMOSUL
Ao discursar
durante a solenida­
de de assinatura de
convénio que marcou
o.lançamento do Pro
grama de Apoio Ali­
mentar a Hospitais­
Beneficentes,o grão
mestre da Grande Lo
ja Maçonica, Heitor
Rodrigues Freire, a
nunciou que a Maca=
naria pretende cola
borar com a Funda
cão de Promoção So
cial de Mato Grosso
do Sul (Promosul)no
trabalho desenvolvi
do junto aos meni­
nos e meninas de
rua.
Freire disse -
que já solicitou ao
Presidente da Funda
cão Lowtons de Edu­
cacão e Cultura(fun
lec), Adone Collaço
otovia, para que
entre em contato c/
a Presidente da Pro
mosul, Maria Apare=
cida Pedrossian, pa
ra acertar detalhes
dessa integração. O
Grão-Mestre expli­
cou que eles mantém
diversas escolas em
Campo prande e no
Estado, e a inten -
cão é "aproveitar -
melhor uma área de
300 hectares que te
mos na saída p/ Te­
renos,:logo após o
Frigorífico Bordon­
(Swift Armour). De­
senvolvemos ali um
trabalho de ensino­
rural,,e como temos
espaço'pretendemos­
runpliar esse atendi
mento e possibili-
tar que a Promosul
tenha um local para
promover a retirada
dos meninos das
ruas, e dar-lhes u­
ma educação efeti
va".
Segundo Heitor
Freire, a Maçonaria
trabalha apoiando -
instituições filan­
trópicas e as ações
do governo na área­
social. Ele ressal­
tou,no entanto, que
"essa é a primeira­
participação osten­
siva da Grande Loja
Macônica". Heitor­
Freire disse ainda:
"Estamos ajudando o
Governo do Estado -
numa área tão caren
te e que passa por
tanta dificuldade
com este trabalho -
P R E C O D O
CR$
EXEMPLAR
4.000,00
Crianças Hoje, o Futuro Amanhã
que estamos inician
do, com a nossa par
ticipacão efetiva.
No Convénio as
sinado, a Grande Lo
ja Macõnica terá a
função de servir co
mo interveniente. A
ela caberá coorde -
nar e acompanhar a
execução do convê
nio, "administrando
a distribuição e en
trega dos gêneros a
lirnentícios e avali
ar, periódicamente,
a necessidade de re
visão das quantida­
desde cada género,
ou da especificação
dos itens em função
do número de pessoas
a serem atendidas".
As entidades benefi
centes atendidas e
lo Convênio terão=
que comprovar men­
salmente a utiliza­
cão dos produtos for
necidos. - r , -_ -_ -_ -_ -_-_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ --:- -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_-::,-_-::,-_-::,-_::- _
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TORNEIO INCENTIVO ABERTO DA LICiA ESPORTIVA BELA VISTENSE/92
A D
f,1.J ,, • '
•. t· /,, (
l '!
RE<iULAMEHTO
A Diretorfa da Liga Esportiva Jelavlstense, virando estimular a prática
desportiva e promover o congraçamento da octedade através dons meios que lhe
compete administrar, resolve real1zar o Torn lo Incentivo Aberro de 1992, com
o egufnte Regulamento;
Art. lD - O Tornr!o Incentivo aberto do 1992, será real!zado nas modal1da­
den de FUfEllOI., FUTEIJOI. Olc SALÃO, e VOI.E!HOL MASCULINO e FEMININO, com tabela
de Jogos d1rtgtda em datas especIf fcadas.
Art. 2e - Ao rodndos don jogou ner~o TRIPLAS, sempre que possível com uma
partido de voleibol moocnllno ou feminino no ~ltimo jogo da noite.
Art, 32 - Terão condição de Jogo todos os atletas que estiverem Inscritos
na listagem offetal, até a realtzacão do I! j0o da equlpe no competiçno, qun!:1.
do não mais serão permltJdas novao inclusões.
$ hnlco - Poderão ser inscritos atletas que residam por motivo de estudos
ou de trabalho, fora do município de Dela Vista.
Art, 4g - A equipe que por qulnquer motivo abandonar n competiçio, notes
do llCU término oficial, terá os seuo atletas e dirigentes SUSPENSOS por 60 di
uo, de todo a atividade du Liga Eoportiva e dos clubes pelos quais esteja in!
crito oficialmente.
Art. 59 - Os critério para cada modalidade em disputo estão contidos nos
regulamentos específicos, que complementam este Regulamento.
Art. 6g - As eventuais ocorrências disciplinares serão julgados pela Junta
do Justiço Desportiva, da Liga Esportiva Belavistcnse os problemas regulamen­
tares omissos, serão decididos pela Diretoria da Liga e o Conselho Arbitral
dos Clubes ou equipes participantes.
Art. 7g - Todas ns modalidad~s em disputa serão regidas pelas Regras Inter
nacionais, obedecendo as normas contidas neste regulamento. -
Art. 82 - Haverá uma tolerância de 15 minutos, para o início do 12 jogo do
noite, seja ele de qualquer modalidade e que esteja estabelecido na Tgbela
previamente elaborada.
Art. 9g - A eventualidade de acontecer a inscrição de um mesmo atleta na
relação oficial de duns ou mais equipes, serã resolvido sumariamente com a
presença do atleta envolvido na secretaria da Liga Esportiva, quando deverá
fazer a sua VERDADEIRA OPÇÃO por escrito.
§ Onico - Ficará impedido de fazer a sua OPÇÃO, o atleta que, devidamente
UNIFORMIZADO no local do jogo e constante da Súmula tenha sido considerado
presente na competiçaÕ
Art. 102 - Os regulamentos específicos de cada modalidade, ficam assim es­
tabelecidos:
} Me!±or +e1 d!stp!!ar.
c) A categorta felnt. ar disputad por
e Returno, a, rando-se c. pi a e q u i p e que
no
tos 4 a n h o s .
d) r. .. L HJ
eqa!es, p lo
obt!ver o aler
1) FUTEBOL:
a) Os participantes serão divididos
com 4 equipes em cada, jogando entre
cando-se DUAS equipes por chave para
tos ganhos.
b) Em caso de duas ou mais equipes terminarem empatadas, o desempate
decidirá pela forma seguinte:
1) Saldo de gols
2) Confronto direto na fase
J) NÜmero de vitórias
4) Menor número de ocorrências disciplinares
c) Os jogos terão início impreterivelmente, às 15:00 horas - para o 1g fo­
go e 15 minutos apos o seu termino devera ser iniciado o segundo jogo da roda
da.
d) O atleta ou dirigente expulso da partida por agressão física à qualquer
participante ou dirigente, ·sera SUMARIAMENE ELIMINADO da competição indepen -
dente de julgamento pela Justiça Desportiva.
e) Durante os jogos serão.permitidos OS substituições inclusive o goleiro.
f) Todos os recursos impetrados, deverão dar entrada na secretaria da enti
dade dirigente ate 24 horas após a realização do jogo e deverá ser acompanha=
da do comprovante de depósito na conta da Liga Esportiva no valor de Cr$ 50
000,00, no banco credenciado. • •
g) Os jogos ou rodados adiadas por motivo de mau tempo, serão automatica
mente transferidos para o primeiro feriado da semana seguinte e não havendo
pura o final da tabela dos jogos. • '
h) Todas as atribuições inerentes a cada departamento da Liga Esportiva
tais como arbitragens, mesários, policiamento, serão providenciados na melhor'
forma possível. .
1) As finais do certame, serão decididos com a realização dos jogos ENTRE
SI, envolvendo os_4 classificados, sagrando-se campeão o clube ou equipe que
obtiver o maior numero de pontos ganhos, decidindo-se o empate pelos mesmos -
criterios da fase eliminatória.
j) Os casos omissos serão resolvidos pela diretoria.
2) FUTEBOL DE SALÃO:
a) Os participantes serão divididos em DUAS CHAVES de 5 equipes
sificando-se as duas primeiras colocadas para a fase final.
b) Em caso de empate entre duas ou mais equipes, o desempate·se
seguinte criterio:
1) Saldo-de gols
2) Confronto direto na fase
3) Nümero de vitórias
4) Menor nümero de ocorrencias
c) Os jogos terão início impreterivelmente no
bela, permitindo-se uma tolerância de 15 minutos
em DUAS CHAVES denominadas "A" e "B"
si nas chaves correspondentes, classifi­
o fase final, pelo critério de maior po~
se
te.
d) O atleta que receber 3 cartões amarelos, será automaticamente suspenso
por uma partida.
e) O ~tleta ou dirige1;te expulso da partida por agr2ssão, será sumariamen­
te ELIMINADO da competiçao, independente de julgamento pela Junta de Justica
Desportiva.
f) Todos os recurso_s impetrados, deverão dar entrada dentro de 24 horas na
Secretaria da entidade dirigente, acompanhado do comprovante de depósito
conta da Liga Esportiva Belavistense no valor de Cr$ 50.000,00.
g) A atribuiçao de pontos se dará por:
1) VitÕria 2 pontos
. 2) Epate...........l ponto
h) Os casos omissos serao resolvidos pela diretoria.
disciplinares
horário ~stabelecido pela Ta
para o primeiro jogo da n6i-
3) VOLEIBOL:
a) A categoria masculina será
classificando-se as
disputada com jogos
b) O c.ritério de
seguinte:
disputada em DUAS CHAVES de 3 equipes cada
duns primeiras de cada chave, para a fase final, que será
entre si e com as equipes voltando a ZERO PONTO.
desempate na fase de classificação se dará pelo critério
!) Número de vitórias
2) ~I.J.ior número de sets ganhos na fase
3) Saldo de pontos nos "sets" jogados
cada, elas
dará pelo
na
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. Ilg - Serão prefados os campeões, vIce-capeies e 32 colocados de
cordo com a categoria a seguir:
1) Futebol- Capeio, VIce e 3g colocado
2) FUTSAL - Campeão, Vice e 3 colocado
J) VOLEIBOL MASCULINO - Cpeão e Vice
4) VOLEIBOL FEMININO - Capeão e Vice
Art. 12g - Os troféus e premfos de que! trato o artigo anterior, servirão
para homenngear, pol!ticon e dirigentes esportivos, que prestaram relevantes
servicoe ao desporto local,
§ On!co - Os homenageados, serão convidodoa pela diretorfa da Liga Espor­
tiva Belavistense e comunicados oficialmente,
Árt. 132 - Todos OR jogos de voleibol serão disputados cm MELHOR DE 02
SETS VENCEDORES, excessão feita ao disposto no art. 109, letra "D" dente re­
gulnmento.
Art. 142 - A ordem dos jogos está estabelecida nas tabelas e na tabelai!
ral, que faz parte deste regulamento.
Art. 15g - Para o melhor desempenho da promoção, consideram-se todos os
1
participantes, ATLETAS, DIRIGENTES, conhecedores da LEGISLAÇÃO DESPORTIVA E
DAS REGRAS OFICIAIS, não podendo em hipótese algur.ia ser alegada ignorância
em defesa de atos praticados e contrários às suas disposições.
Art. 169 - Todos os casos omissos, serão decididos pela diretoria, sempre
que possível em Conjunto com o Conselho Arbitral das equipes participantes.
Are. 172 - TABELA DOS JOGOS:
Tabela Geral dos Jogos
l'ORN'Y.IO INCF.NTIVO ABERTO DE 1992
DATA MODALIDADE
02.12 VOLEIBOL FEMININO ALI.Af;ÇA "A"
03.12 VOLEIBOL MASCULINO POUSADA
09.12 VOLEIBOL FEM1 Nl/10 FLAMENGUIHO
11.12 VOLEIBOL HASCULI/;0 CACIU'S
14.12 FUTEBOL DE SALIO
.ron:BOL DE SALO
VOLEIBOL FEMININO
21 DE ABRIL
PRIMAVERA
ALIANÇA "A"
16.12 FUTEBOL DE SAÚO
FUTEBOL DE SALÃO
VOLEIBOL MASCULINO
SESSENTA EC
CASA JUANI
TRIBllliA
18.12 FUITBOL DE SAÚO
FUTEBOL DE SALÃO
VOLEIBOL FEMININO
MASTER
BETRA RIO
ALIANÇA "A"
21.12 f1ITTBOL DE SALÃO
FUIEBOL DE SALÃO
VOLEIBOL MASCULINO
PRL'!AVERA
A.A.B.B
SESSENTA EC
23.12 FUITBOL DE SLO
FUTEBOL DE SALÃO
VOLEIBOL FD!ININO
CASA JUANI
SESSENTA EC
5.4
28.12 FUTEBOL DE SALÃO
FUTEBOL DE SALÃO
VOLEIBOL MASCULINO
30.12 FUTTIOL DE SALO
FUTEBOL DE SALÃO
VOLEIBOL FEMININO
SANTA RITA
21 DE ABRIL
BEC'S LANCHES
08.01.93 . FUIEBOL DE SALÃO
FUIEBOL DE SALÃO
VOLEIBOL FEMININO
A.A.B.B
PRIMAVERA
FLA'ENCUINHO
• unco
HASn:R
SESSENTA
11.01.93 FUTEBOL DE SALÃO
FUIEBOL DE SALÃO
VOLEIBOL FU!ININO
13.01.93 FUITBOL DE 5 O
VOLEIBOL MASCULINO
VOLEIBOL FEMININO
f1ITTBOL DE SAÚO
BEIRA RlO
21 De ABRlL
ALIANÇA "B"
15.10.93
18.01.93
VOLEIBOL MASCULINO
VOLEIBOL FEMININO
Fl/1'.EBOL DE SALO
20.01.93
22.01.93
25.01.93
VOLElBOL MASCULINO
VOLEUOL FEMININO
FUITBOL DE SALÃO
VOLEIBOL MASCULINO
VOLEIBOL FEMININO
FlTIEBOL DE SA O
VOLEIBOL MASCULINO
FUTEBOL DE SAúO
VOLEIBOL MASCULINO
SESSENTA EC
12 A
ALIANÇÃ TT T
A.A.B.B
19 B
S"
1g A
22 p
FLA'ENCITo
li'.' 8
22
ALIASÇA "A"
PERDEDOR
22 A --
-
J0CO
X S.4
X . BEC' S LANCIIES
X ALlAWA "B"
X GRAJ
X A.A.B.B
.X NÃUTICO
X ALIANÇA "B"
X SAN!A RITA
X C'RAJ
X POPSADA
X 21 DE ABRIL
X NÁUTICO
X fLAHúS:C.111 Nl!O
X SA.'l'IA RITA
X GRAJ
X CACIU'S
X HASTER
X BEIRA RIO
X ALIANÇA "B"
X N UTICO
X CRAJ
X TRIBUNA
X CASA JU'AI
X BEIRA RIO
X 5.4
X SESSENTA EC
X CRAJ
X C'RAJ
X SA!iTA RIJA
X • CASA JUA.'II
X FLA!ENG1O
X PR!!1AVERA
X 29 B
X ALIA!ÇA "G
X MAS TER
X 2<.? A
X ALLANÇA "B"
X 29
X 19 B
X S.I.
X 2!:J A
X
U! B
X 5.4
X
%9P"
X
<nil'OHEMIES IlAS ClA VES POR KlllALlllADE B
'OLE1ROL MASCULINO
- FUTEBOL. - TABELA
CHAVE A CHAVE A - FLUMINENSE - CRI
- JUVENTLDE - MASTER
Pousada da Fronteira
CHAVE B
- A.A.B.B -
21 DE ABRIL - RACIG - 6O EC
I'r!buna da Fronteira J..Q 06.12
FLUMINENSE
BEC'S Lanches 29 A.A.B.B
X
CRAJ
X
21 DE ABRIL
CHAVE B
13.12

RAC1NC
Cactu' s lnnchonete
JUVENTUDE
X
SESSENTA EC
CR..J
lQ
X AS TER
Sessenta tC
2Q 20.12
JUVENTUDE
A.A.B.B
X
FLUMINENSE
FUTEBOL DE SALÃO: X RACIC
+AVE T.
27 .12
, E
X SESSENTA EC
Sessenta EC X MAS TER
Bcl.rn Rio
J..Q
03/01/93
JUVENTUDE
X GRAI
Santa Rita 22
RACIXc
X 21 DE ABRIL
Náutico 10.01
FLUMINENSE
Pousada da Fronte!ra
A.A.B.B
X ASER
OIAVE B - X 5!:SS:'.1.'TA EC
A.A.B.B.
17.01
SEI FlXAIS
21'de Ar!I li! 12 CHA'E A
X 22 CHA'E B (JOGO li
CRA'
22 lQ qLVE B
X
22 CHAVE A (COCO 2)
Master
24.01
FIXAIS
Casa Juan! PERDEDOR J0co 1 x
PERDEDOR
VOLEIBOL FEITO
EXCEDO J0cO 1 x JOGO 1
PERDEDOR JOGO 2
JOCOS ENTRE SI, COM TRO E RETRO
Parttctpantes:
Capelo
CAPEIO
A1Lança elav!stense A
A1Lança Belavstense B
VIce
VICE CAPEI0
Exportadora S 4
Flarenuin!o
32 COLOCADO
,...... Po:-it.os Coeridos
a r-. a
-
'
GANHADOR
VEC. A
X
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CAXHADOR
VEC
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DA I
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A bela ntrlz e c,odclo Sl lvana Llna
1
n:rn lentes do fotógr:ifo ~,nuct Cullll.'lriics
d d o d u t
e. capacidade,
contribuir uito, por isso
t ando sua confiança.
rI . a
pre
! ldir Godoy nunca pensou e o
lítico porque sepre foi um h •
políticamente. Como Caracol ti.ha um c
didaco à prefeito que vinha trabalhando
há r is de oi o anos, e levava com ele
fam de que era o melhor em Curacol,
não havia adversário pera enfrentá-lo ·n-
t ã o começou a procur. d e u m s e c u n d o c a n d i
da o co:--.'J no início do ano de 1992. !vi
íorr-wdo o p rtido pol 1 ico :,cnuo o p ,t:l 1-
do do PIB. Suraiu o candidato especado
qu0 é Vil ldir Codoy, Ull'.1 surpr :iil p;,r, ,1
população caracolense,
Colocou crn pauta Valdir Godoy: ~ou ciln
didato pela coligação PTD e PFL, pdrR r•­
prcscntar Caracol, e d•fcndcr a pcpulaçn~
Fico aqui pensando, será mesmo derrota
para Val<lir, um honem que nunca pensou m
sor um político? Entrando apenao tróu ~a­
ses antes do dia três de outubro.
Será mesno uma grande vitória para o
adversário que vinha trabalhando há mais
de oito anos.
Fico aqui ponoando e repensando: Quem
6 o rei do voto daqui para frente, é o PM
DB ou a coligação PTB, PPL. (J .D.C)
Recados do Coração
Aoa Cr1st1nn Jnra,
AfLro que não te quero, que h.i muito Já te pi;quccl. M.1.:;,
quando r.:enos espero, roe encontro pensando em ti. (S. Aldal.r)
Rosa J.,
Você não é droga, mas estou viciado em você. Vê se r.e pcr-­
cebc. (Garoto do Futuro)
Calrn,
Resta ~o mir.1: una vontade ú:lensa de te dizer que te odoro ,
mas falta em mim a coragem de adftir que voce não me perten­
ce. (Anante AnonLo)
Keler,
. Depols de tudo que voce oe falou, cu ainda te aco. Vou te
ligar. Aguarde. (Alguém)
Pauto,
Quando estou com você meu coração dispara, Quando estou se
vocc ele para. orena)
gu1na1do,
Fazem tres meses que estou apaixonada por você e voce ncn
percebe. (Apaixonada)
Jullo,
Espero que voce seja cuito feliz. Cato até a prÓx.1.na.
(As!r,a)
ll
e
e
Ma!ra,
Ve se não esquece de olm, pois eu nunca. te esquecerei.
(Alr .. =·'
DESFILE
80 SÉRIE
Um desfile de mo -
das está sendo prepa­
Iado para o próximo
tnes de dezembro. A i­
niciativa é do Promo­
tor de eventos e colu
nista social Froilan -
Cardoso. caracol veri
!!!ais uma vez a revela
ão caracolense na
Passarela Mariluce Gu
tieres, que está sen­
do convidada para par
ticipar de Desfile em
Jardim, Antonio João
e Porto Murtinho.
A 80 série estã de parabéns, por tão lindo espírito de campa
nheirismo que se instalou na classe. Entre outros eventos destã
camas: a festa na chácara do Sr. Jobe. E por último agora are­
velação do amigo secreto feito na residência da Nena.
Realmente, ambas as festas sempre bem organizada, destacamos
também a medalha de melhor torcida dos jogos internos da esco -
la. Teve atê a bandeira trazida pelo amigo Deluqui.
continuem sempre assim, ·felizes e contentes, pelo exemplo de
bons alunos, quero ver todos vocês da 80, no lo do 20 Grau.
Parabéns e continuem sempre unidos.
. UMA NOITE INESQUECÍVEL
Muita gente bonita esteve marcando presença no Baile no Clu­
be do Laço Retiro do Caracol, que estava animado pela moçada
nesta vez os jovens ganharam espaço no Baile, cadê os casais,
que nãoapareceram no baile? Sentimos a falta de vocês.
OS JOVENS MAIS APAIXONADOS
I.ú,
O or.:or é cego. A amlzade fecha os olhos, CA.lgué,:,)
Azer,
Voce est.ava uc gato, no baile. Que penlnha que você não re
deu a nfnuoa. (Pant:cra Cor de Rosa)
K.L.L.,
Tudo pode passar, os ccses, os anos, ca.s voce ser.i lnesqu!
cível. Te ar..o. (T.H.O)
~1
r
- l
-1
Celso serena Keller, Flavio e Renata
tiene e Paulo Édeson, Mariluci e Nivaldo.
OS CASAIS DA SEMANA
///*
O casal mais apaixonado: Ailtom, Solange
O casal mais simpático: Neco, Dudá
O casal mais sumido: Cleir, Jari
Os mais desaparecidos: João Vieira e Cuca
o mais solitário: Juliano
Edital de Proclamas
O Sr. João Ar.t3dio Vieira, O!icial do Cartório de Paz: e
Registro CIvII de Caracol-S., faz saber que pretendem se
casar e apresentaran os docurentos ex!idos pelo Artigo
180 do Codlgo Civil Bradlelro:
l - PAULO EDSON SILVA ll'XAS e ETID'.E OVEUR DA SILVA ,
ele br.1s1lclro, solteiro, l:!.ll{or-, filho de Rayr.rundo Pe:-elra
de Lunas e de Marta de Lou.rde.s d.1 Silva. Umas, residentes
e domiciliados nesta ctda.de de Carncol•HS, el.:1, brasilei -
rn., solteira, estudante, filha de Job Du.lrte ~a Silva e
de. Eflgenta Ovelar da Silva, restdc.nt.cs e do::i1c111ados ne!_
t..l cidade de Caracol.
Se alguém souber de algum 1.opedl.r.:e.nt.o que oponha-se OI
forr.ui da Le 1.
j
João Aciidto Vlelra - o Oficial
Corac,,1-~IS., 23 de Novembro de 1992
MOTOR E]
Retífica em Geral:
a#amenos {12)
• ENTREGAMOS SEI! CARACO RAP1D I N!!O !
* CO!.OCAÇÃO GRATUITA! ,
* MOTOR COH CAR/NTI , !
l e
CAMPO GRANDE - MS
Rua 13 de Maio, 3.709
em Frente a Santa Casa
Fone • 383-2517 e 384-4464

II{ AO E10A.
l. ,,:
Encobrimento
e Impunidade
Talvez nunca, na hftorla do parlamento brasIleIro, tenham ocorrido doía
eptádfow to deprimentes quanto foram an CPI da Nec e da Vasp. Eta ült!­
ma, então, atInIu a ralas do Impensável, 'Tornou-se palco de IndescritI
vef, manobras e manipulaçõen: um verdadeiro processo de obstrução da Justl­
ça, de encobrimento poltlco dos responsáveis pela entrepa do valioso patI!
tônlo piblfco a aventureiros e aproveitadores que, como e vê, em poucos e
en, o abalaram, d1lapidaram e, praticamente, destruíram,
Mais que triste, foi repugnante ver uma CPI do Congresso prestar-se ao
papel de Instrumento da Impunidade, de encobrimento das responsabilidades
do Sr. 0restes QuércIa, de Canhedo, de procuradores do Estado de São Paulo
e da Fazenda Nacional e um sem-nmeros de cúmplices Implicados naquela tran
aço ombrfa. Foram, porém, tão escandalosos os fatos que, apesar de tudo,
nll vlernm i tona que, para Jgnorar os parecercn das subcomissões que apon­
tavam responsabilidades criminais contra aqueles envolvidos, o relatório fl
nal da CPI, depois de um empate de ,;eio II seio, foi aprovado por um insóli:
to voto duplo do relntor integrante do PFL do Sr. Antonio Cnrlos Mngolhãer..
Ali,íu, esta foi a mais recente parceria entre quereis tas e carlistas,cer
tamente gratos pelo desfecho p!fio da CP! da Nec. -
Tudo, no CPI da Vasp, foi impunidade e ocultação. Desde o inlcio do que
se chamou de privatização da Vasp, não passou de um processo eivado de vl -
cios:•infrnçÕes ao prescrito no Art.335 do Código Penal, que tipifica o im­
pedimento, a perturbação e a fraude em concorrências, e da legislação que -
rege as licitações públicas. A partir daí, sucederam-se prevaricação, pecu­
lato, crime de responsabilidade, advocacia administrativo, sonegação de im­
postos e um rol infindável de indignidades, cconestodas por aqueles Deputa­
dos, sem que viesse a prevalecer a posição coerente de alguns parlamenta -
res, entre os quais ressalta a ação corajosa e perseverante do Deputado.
Luis Alfredo Salomão.
O escândalo, porém, continua. Agora, anuncia-se que os fraudadores, ao
destinatário dos maiores cheques de PC, vão dar uma trégua de 90 d1as. São
Paulo, que tanto se orgulha de suas conquistas no plano econômico, e a opi
nião pública nacional não hão de se conformar com este absurdo que contra -
diz e nega os mínimos princípios éticos das relações entre Empresários e
administradores públicos e entrega, por nado, a espertalhões, o que é patri
mÕnio do povo paulista. -
Quercismo, Carlismo e Sarneysmo
O vergonhoso encobrimento de Quércia, Canhedo, Roberto Marinho e Antonio
Carlos Magalhães, nas CPis da Vasp e do Nec, desperta em todos as pessoas
dignos e honrados deste país a impressão que muitos - senão a maioria, mes­
mo - daqueles que buscaram, de forma inapelável e indignado, destituir Col­
lor da Presidência, no fundo e na verdade, não se inspirava nos mesmos sen­
timentos e preocupações do povo brasileiro. Para aqueles , como se vê ago -
ra,rao estava em causn, acima de todas as coisas, o defesa da moralidade e
do_êtica ~a vida pública. O que lhes interessa, mesmo, era o poder. Do con­
trario, nao deveria estar também escandalizado e trotando com o mesmo ri -
gor os escândalos da Vasp e da Nec e o indefensável saque de USS 38 milhões
da poupança popular depositada na CEF?
Mas, não! Fazem ouvidos moucos, indiferentes, cegos e mudos frente às ma
is irrefutaveis provas e evidências. O que o País assiste é o clamor no de­
serto de uns poucos parlamentares. O que dizem disto os Deputados e senado­
res que pontificavam, indignados, na CPI do PC? E certos órgãos de comunica
çao, que_dioriamente escandalizavam a opinião pública? -
Esta e, infelizmente, uma_pequena mas aterrorizante mostra do que seria
o parlamentarismo: un contubernio entre imoralidade ereacionarismo:simbio­
se esdruxula entre a corrupçao e os interesses oligárquicos e antipopula
res. Basta olharmos para os fotos concretos, para as realidades que estão -
diante de nos, e verificaremos que nenhum governo parlamentar em nosso País
poder-se-ia erigir senso sob a egide e o controle de forcas como o quercis­
mo, o carlismo e sa~neyismo que, notoriamente, controlam o Congresso, como
ontem o fez o centroo, maioria que sustentou e prorrogou o famigerado .gover
no Sarney. -
Dia apôs dia, tenho a certeza de que os olhos da Noção hão de se abrir
chocados, diante da perspectiva de consagrar, como forma de Governo do nos:
so País, estes vícios que tanto têm sacrificado a existência e o futuro do
Brasil e do seu povo.
lRIBILHIDOR ORGINIZIDO
E o Sindicalismo de Fronteira como vai?
Aur6lo Bonifacino(Antonio João - MS)
que pensam igual e mos uma humild par-
1
~ ticlu,c-o r.:i. cri~c~c
lutam pe as mesmas '
questões que de uma de "alguns" (Sindica
forma ou de outra in tos e Associações) -
fluencia o cotidiano vimos categorias em
de todos, ou seja, o luta por melhores
poder pertence a to- condiçoes de traba -
dos "Si JUNTOS" ou a lho, o que é sem d@vi
ninguén "SE SEPARA - da o objetivo de uma
DOS" (uma lista tele diretoria sindical ,
fónica rasga-se se quando não há essa
for folha a folha , volução com "melho -
mas se forem todas - rias mínimas" para a
juntos fica bem maia categoria, a partici
difícil, mas o mais pacão dos trabalhado
importante é preser- res nos sindicatos e
var para sempre o mo associações e sem dC1
tivo que resultou na vida nenhuma a iiníc~
sua criação, sabendo forma de preservação
se que os cargos são do mesmo, pois uma
provisórios, e os Diretoria atuante
serviços prestados - nos interesses de
são eternos (sempre sua categoria não
deixados para memó- permite por exemplo
ria). atrasos significati-
SÓ os que tem ser vos no salário de
viços prestados são- seus associados, pe­
lembrados, já os que lo menos· deve lutar
tem ambições pessoa- pela legalização con
is acima das necessi tratual dos seus as­
dades e direitos das sociados, e pelo pa­
categorias, colocam gamento de um mínimo
em risco até a impor que já representa -
tância e o poder po- muito menos do que -
lítico do próprio as necessidades dos
Sindicato, achando - trabalhadores, deve
que o seu poder é conseguir avanços
maior que o do grupo nas áreas de saúde,a
de associados que o lirnentacâo (melhor ã
tornaram dirigente - bastecimento) trans­
na esperança de que porte, moradia e ou­
trabalhasse para o tros.
grúpo principalmente Sindicato parali­
aos menos favoreci - zado é no mínimo es­
dos da categoria, e tranho, pois bandei­
não em favor das su- ras de direitos a
as ambições de poder, conquistar é o que
por isso o trabalha- não faltam na região
dor sindicalizado da fronteira, e para
(todos devem sindica encerrar esta minha
lizar-se) da região- análise, que espero
da fronteira deve e- crie uma nova cons -
xigir maior partici- ciência de sindica -
pação nas decisões - lisrno, farei-o com a
do seu sindicato ou guela frase tão anti
associação, com o ga mais corno urna dose
qual já colaboram pa de verdade maior -
gando porcentagem do que é "TRABALHADOR U
seu salário, o que NIDO JAMAIS SERÁ VEi
da-lhe o direito e a CIDO". -
responsabilidade de
participar e colocar
as suas posições pa-
ra os dirigentes , PANHEIROS TRABALHA -
pois os sindicatos_ DORES.
nascem no intuito de
defender uma catego­
ria, nós que já tive
O posicionamento
dos indicalis s da
Rcoião da rrontcira
cm' geral, 6 de duvJ:
da entre o poder in­
dividual dos seus di
rigentes e o poder -
do sindicato como
instituição de orga­
nização de uma cate­
goria, sem avaliar e
sem saber que o seu
poder (os dirigen
tes) emana do maior
poder que todos os
sindicalizados jun -
tos possam impor co­
mo classe, pois são
em maioria, e com di
reitos a conquistar.
A divisão das res
ponsabilidades sobre
a maioria das deci -
sões, elimina odes­
gaste totalmente des
necessário das dire­
torias nas'decisões
que não são satisfa­
tórias para alguma -
parcela dos associa­
dos, tudo que o deci
dido com maioria tem"
peso político (Assem
bléia), e é de difí~
cil contestação, o
que faz qualquer sin
dicato ou associação
funcionar como urna
máquina bem estrutu­
rada e como conse
quência a conquista
de avanços para as
categorias represen­
tadas, agora quando •
existe jogo de poder
entre os membros do
sindicato ou associa
cão, essa disputa s
tem um resultado que
é o enfraquecer do
poder político de ne
gociacão do mesmo
junto aos patrões
que deitam e rolam
sempre que isto acon
tece. A iinica forma
de evitar-se este ti
pode resultado nega
tivo é a maior parti
cipacão dos associa­
dos nas decisões, pa
ra não permitirem a
luta pelo poder indi
vidual, porque o po­
der de um Sindicato
está unicamente no
núrnero.(maior possí­
vel) de associados -
VAMOS A LUTA COM
Boa Sorte.
#t #ttktttttttttt#tttk
......5%""si.9.. Edital de Proclamas
proposito das imprecaçoes lançadas pelo Sr. liorcello Alencar contra o Banco Janilde Rosa dos Santos Of: • 1 do istado o Civil desta cidade de Bel';1"la do cartório de Registro
6 ado, que, a seguir, transcrevo: 'As notícias veiculados na imprensa _ a E t d
dando conta de comentarias do Prefeito liorcello Alencar a respeito do a , Sul, FAZ SABER a quantos o prese E a. o de Mato Grosso do
ne: , sao inteiramente im rocedentes e tardiamente comentadas. As deficiên- rern,. q':1e apresentaram os Documento "dital de Proclamas vi -
cias do Banco apontadas pelo Sr. Marcello Alencar ja era existentes e vis do Codigo CiviJ. Brasileiro I • exigidos pelo Artigo 180
veis quando ele exerceu a presid;ncia do Banco, sem tomar nenhuma iniciati- dem se casar: • • ncisos I • II, III e IV e prete.E,
va sobre os referidos roblemas. É conhecida a osicao de retaliação do Pre Manoel Luiz Rosa e Marilza Antonia • •
feito em relacao ao presidente do Banerj, desde que, no in cio do ano passa solteiros, residentes e domicili a. Pissurno, brasileiros
do, o presidente da instituicao criticou publicamente a Prefeitura-por apli tar • filho de João Pio da Rosa a D os nesta cidade, ele Mi1i
car recursos através dc aluis distribuidores que se_beneficiar@in@@viu] Rosa, ela, lides do lar, ili ,"?"? Faltacão Domingues da
mente disto e, por esse motivo foram fechadas pelo Banco Central. Quanto a Izabel Centurião. ' 1e Cristóvão Pissurno e Dona
adminsitracaodoBanerjoPrefeito_arcello_Alencar_só_pode_ter_motivos_de Se l
agradecimetc til d guem souber de algum •
en o, uma vez que, depois que passou a aplicar 6s recursos publi _ forma da Lei. :unpedirnento, qu.e se oponha
cos da Pr.efeitura no Banco do Estado, estes assaram a oferecer rendimen -
tos maior d 4., d Bela Vista-MS 30 de N
es cerca e o que no ~er od'O em que isto, era feito a traves de • , ovembro d
E ± E± E±E ± ± ± e , " ' d "", dade Moneta:ia Na~ional. Sobre este fato, foi instaurado processo criminal , tuciala_do_Registro_civil
pelo Ministerio Publico Federal, que está em andamento como • d h i
menta geral. Naquela ocasiao o Presidente do Banco ' e
O
con ec -,
defendeu tao:somente o interesse do Banerj e como lo, n
se ve, da propria Prefeitura do Rio de Janeiro.' "',.e.fl. /t(~
na
Mandado Publicar pelo P O
. LEONEL BRIZOLA
TGovernador do Estado
do RIo de Janeiro
I»EIE E VML.OMITE O
~========JOBKDl __ DE sua CIDADE
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GAROTA NOTA
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Dia 05 de Dezembro/92 à· •
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12 Cervejas. •

J
tk~º
DEJO,NA1$
n Síndrome da ftrrastãa
c'úm:ao 1Jl!-J,:1Tc'i-r
O s j o r n a i s a h l i a d o s à A s s oc i a ç ã o Nacional d e J o r n n s -
AN] comprometem-se a cumprir os seguintes preceitos:
Prof. (;t,rr,an "'•tél in~
- -- -- -- -·--- -~- -
~ S"'"'", lil><nladt de upm,i~
• o íuncionamento sc.m restrições
da Imprensa e o livre exercício
da profissão
2
~ Apurar e publicar a verdade
dos fatos de interesse público,
nüo admitindo que sobre eles
prevaleçam quaisquer interesses
t// " J
f--;fDefender os direitos do ser
humano, os valores da democracia
representnlh'a e a livre iniciativa
/"
{J Garantir a publicação de
l'Onte~ações ohjtfüas da.s pessoas
ou organi1.uç{ies arusadas, fm suas
páginas, de atos ilícitos ou
comportamentos conde.nál'eis
Respeilnr o direito de cada
'indivíduo à sua privacidade,
salvo quando es.se direito
constituir obstáculo à
informação de interesse públlco
cidades, ocorre um fato d cer­
a for: , inusitado, ou s ja,hi
diversas localidades aquilo­
que caracterizo como Síndrome -
do Arrastão.
Dapoia do arranjo realiza­
no Rio de Janeiro, tendo cm
vista deslocar a preferência mu
nicipnl pela Candidata à Pref .I
tura, Dene<lita da Silva, quu a=
tê aquele momento tinha a prete
r6ncia popular de!":onstr,,da pÜ
lan pesquinas de opinino I pois
a partir de então o candída o -
adversârio começou a subir na
pre[erincia culminando com sua
vitória. O arrastão se trannfor
mou num "Símbolo" nacional. -
Desde o arranjo elaborado-
no Rio de Janeiro, pois neste -
momento uma grande pergunta con
tinua sem resposta: como pôde ã
Rede Globo ter "Adivinhado que­
iria acontecer o fato para es
tar com suas câmeras a postos=
no momentci exato???
Evidentemente, com a nao
resposta a esta pergunta, fica
claro que este fato foi previa­
mente construido, provocado.
A partir deste fato, o ar-
9
• rastão se tornou "mania" nacio-
. _ . _ -· nal, seguiu-se são Luiz, São
t Diferenciar, de forma identificável Paulo e até Campo Grande, numa
· ' . . forma diferente de arrastão. A
pelos leitores, matenal editorial partir deste momento sou obriga
e material publicitário· do a,. colocar a palavra "arras =
tão" entre aspas, pois o mesmo­
pode denotar significados bas­
tante diversos do que foi o "o
riginal" da cidade do Rio de Ja
neiro. - 5.. s. [).....r
àsdiícrentcsversõesdosfalos ' cometidos em suas edições Agora temos um "arrastão"-
comercial, um arrastão político
eàsdiversastendênciasdeopinião um arrastão publicitârio,enfim,
!:
===~d;;;a;s;:oc;l;eil;;;ntd:e~=~~:=::=::-:s~::=~:=:E::::=~~~§~á!;:;;::~==~==d tantas outras formas de '' arras-
tão",
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ulor r
foi apronte ente, d
veronhoso, é irrre
batalha civil, eco to l
racteriza Gilberto Dine te.n
a iraaem tais clara e d inila­
do reflexo dó arrastão. Não
rata apenas daquilo que a
ostrou. Isso foi apena a,ar·n
cia. Mesmo arrisc nlo a i .ge­
da "Cid de Maravilhosa". O RiO
de Janeiro perdeu mui o con a
divulgaço nacional e interna -
cional daquelas imagens. tat, o
que não se faz para ganhar uma
elei ·ii.o. Ca!!!po Crar.c.i'-' que• o d.í.­
qa. Afinal os últimos dias da
campanha foram "exemplares" pa­
ra a classe política. Entende -
vocc, ex. plar como quiser.
Agora nurg• o arrastão fes
tivo. rinal de ano, momrn o dJ
esquecer doo problcman sociaio­
que o Pais vive, momento de o[r
recer e receber prcuenten. E
que presentei
A população braniloira a­
mortece mais uma vez. Neo e mo
mento se realiza o pior arrao
tão, aquele das consciências ,
das vidas humanas que não rela­
tivizadas diante de interescea­
politicos, econômicos mais pod~
rosos.
Neste "arrastão" uma marca
presente e forte tem o nome de
"impunidade".Quem crê que aque­
les que roubaram o País serão -
punidos, vive se "arrastando"pe
la vida social. Ilusão pensar=
ou mesmo acreditar que haja jus
tica para todos. A população sã
be prefeitamente em seu intimo,
embora não acredite nisso, que
os sujeitos vitimas desses "ar­
rastões" serão sempre a classe­
menos abastada, os "dcscamisa -
dos" segundo classificação pa
dão de um dos maiores "arrasta=
dores" que este País já
criatividade brasileira- conheceu.
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RONDA POLICIAL
T .Me, PM RALEAI NAS COSTAS
os profissionais de Imprensa ah%0 d! errava em su do 10° MI stio
inado vem público REPUDIA as ieclara o oldado da Polí Exército efetuavas enO7· ', a,,zi- sendo investigado!
çe maldosas o distorcidas do Jornalista eia Militar de bela disparos de arma de copanhia e conau ara que o
C'
·irlo'.'. VmJeO, que 1lcclnr0u no Oúm Dia M.;- v1·~,t-' Jc.tf'l'Jino Podri f,:,no c,nru o alto, O <:O t,li v ;•c.spilul ·a ' + - a. p,u veis sejam punidos ,
rdi cão desta uequnda-feira - "A Ipren5A que Garcia foi ba - P triatentado de são Vicente de 'a·
!' um
1
d !
1
·rito Po- na forma da Lei.
do Ponta Porá, durante a emana_C!!O!! !h±: leado nas contas no sarmar um dos Solda- .a. No .nqw° " ida" sI tiliti ins Importante resa
eii# d jucría_para_a arty la'. último dia 22, após dos e no meio dos de licia. Mi. :ar 1rs
-I---- d F on d 1, 20 pelo tar que no momento -
jjom da verdade, a Imprensa ta Fr desentendimentos com sentendimentos que tauralo pe..o 't.
e1 -ed. " i' ' ti,ili do incidente várias
teira e também da Capital divulgaram t5o soldado do 10Q RC - s equiu foi balea- tão de Polícia M. .4
mente que a EP foi prejudicado pelo árbi MEC. O [ato deu-se - do nas costas por tar d ela Vist, ?
tro Antonio Flávio, na partida do dia 2l por volta das 04:00 outro soldado, mesmo lém dessas informa
de Novembro pp., com um gol em favor do joras da madrugada - assim o Policial con cães, consta também
Operário em condição totalmente ilegal. na Lanchonete 1ris seguiu efetuar um que houve omissso de
A Imprensa da fronteira, procurou ao Lanches, localizada disparo de pistola - socorro por P rtc de
i ti
" torcedores - l ·ncon dos encontravam-e -
longo da emana ncent var os na Avenida Teodoro- em direção ao e enen pessoas que se -
para comparecer no Estádio Aral Moreira Sativa. to que disparou con- travam na Lanchonete em trajes civis.
inclusivo pedindo para não esboçarem atos Segundo testemu- tra ele, atingindo-o [ris Lanches e que
de agressão para evitar interdição_do Es nhas, o PM Garcia na mão. oe negaram prestar~
tádio. os torcedores tentaram também con- chegou na Lanchonete O projétil perfu- tendimento ao Poli -
tra os profissionais da Imprensa, joga
nd
o fris Lanches, acompa rou o pulmão e se cial ferido.
pedras contra as cabines de rádio e tele- nhado do seu irmão alojou nas costelas Todos os fatos en
visão. Guerino Garcia, no do policial militar, volvendo o incidente
Ressaltamos que em nenhum momento a I~ momento cm que al - ele foi socorrido pe entre o Policial Mi-
prensa incentivou o torcedor pontaporane~ soldados do lo próprio irmão que litar e os Soldados
se para a prática da violência, pois não quns
existe no seio da Imprensa local nenhum PM l BDNDDN ' DA NO INTERI R irresponsável) cm nossos quadros existem
profissionais sérios e experientes.
- AO longo da partida, nossos profis -
sionais pediram por várias vezes para os E SEM COMBUSTl~VEL HD~ MESES torcedores não jogarem garrafas e pedras
no campo de futebol.
Mesmo sabeno da falta de segurança no
Estádio Aral Moreira, a Federação Sul Ma­
togrossense de futebol autorizou a parti-
da. . _
- o Jornalista Carlos Voges, no afa de
achar um culpado para tragédia de domingo,
quer jogar a culpa na Imprensa loca..,_ sem
conhecimento real dos acontecimentos por­
que não estava no Estádio Aral Moreira
na hora do incidente.
A Super Rádio Fronteira, inclusive foi
a única emissora que com unidade móvel
deu informações do Hospital Santa Izabel
sobre o bstado de saúde do Eduardo e tam­
bém do João Garcia (Ropeiro do Operário -
que teve parada cardíàca).
Nossa Emissora,abriu campanha de soli­
dariedade (o que é comum para nós, pois -
realizamos campanhas todos os dias) em fa
vor do atleta do Operário.
O Departamento Jurídico de nossa Emis­
sora, pedirá a retratação do Jornalista
Carlos Voges, e o direito de resposta no
Bom Dia MS.
pessoas se encontra­
vam presentes na Lan
chonete 1ris Lanche
tanto o Policial Ili
litar como os Sold-
O PM ferido
removido pi1ra acida
de de oouradoo, ona;
encontra-se interna­
do, sob cuidados mé­
dicos, mas já fora -
de perigo de vida.
ASSINAM A NOTA:
Super Rádio Fronteira
Jarbas Pereira
Celso Portiolli
Luis Henrique Corrêa
Robson Quadros
Mareio Santos
Antonio Marcos,
Fernando Romeiro
Elite José Sandri
· Ferido pelo Irmão com
Garrafa Quebrada
Rádio Ponta Por
Moacir_ Antonio
oécio Cruz
Temos assistido nos Jornais, Rádios e
Televisão, noticiários do Governo do Esta­
do dando conta dos investimentos feitos pe
la Secretaria de Segurança Pública no se -
tor, como aquisição e distribuição de via­
turas, formação de novas euipes de policia
mento, aquisição de armamentos, treinamen­
tos, etc ... Bem, isso pode ser verdade lá
prás bandas da Capital, porque em nossa re
gião as coisas são bem diferentes, o qua -
dro em praticamente todos os Municípios do
Sudoeste nos mostram uma PM desaparelhada,
desequipada e sem nenhuma condição de de -
sempenhar o seu papel a contento.
Em Bela Vista, por exemplo, como em vá­
rias outras cidades da região, as Viatu
ras, quase sempre em preéarias condi~ões ,
estão com seus fornecimentos de gasolina -
cortados nos postos de abastecimento devi­
do a falta de pagamento que há quase três
meses não são feitos, comprometendo total­
mente os trabalhos de policiamento preven­
tivo, como rondas e patrulhamentos diári -
os, essenciais para a segurança e tranqui­
lidade da população, que paga os seus im -
postos ao Governo do Estado, o qual tem na
seguranca dos cidadãos, uma de suas maio -
res obrigações, infelizmente não cumpridas
em nossa região.
Para se ter uma idéia da situação de a­
bandono em que se encontra a nossa Polícia
Militar, quando nos finais de. semana a Via
tura consegue circular pela cidade é gra -
ças às doações de combustíveis feitas por
Empresários e particulares que, além de
pagarem altos impostos ao Governo do Esta­
do, ainda dispõem a colaborar com a Poli -
eia, já que o Governo não cumpre com o de­
ver de oferecer segurança e tranquilidade
aos cidadãos, previsto inclusive na nossa
Constituição.
Os irmãos Ramão Rocha e Arlindo Rocha,
filhos de Dona Julia Canteiro, envolveram­
se numa briga no último sábado, dia 28 à
noite, no "Bar do Mineiro", localizado na
Rua Alvares Cabral, em nossa cidade. O sal
do do confronto entre irmãos foi os graves
ferimentos sofridos por Arlindo Rocha, pro
vocados por urna garrafa quebrada usada co­
mo arma por Ramão Rocha.
Segundo as informações policiais, duran
te a briga entre os irmãos, Ramão Rocha ar
mou-se de uma garrafa, quebrou o fundo e
vançou contra Arlindo, provocando-lhe vá=
rios ferimentos, sendo o mais grave na re­
gião abdominal, onde Arlindo, popularmente
conhecido por "Polozi", sofreu corte pro -
fundo e perfuração dos intestinos.
A vítima encontra-se internada no Hospi
tal são Vicente de Paula, em estado grave,
o seu irmão, Ramão Rocha, que já teria as­
sassinado o próprio pai há alguns anos a -
trás, evadiu-se do local e encontra-se fo­
ragido.
PREFEITO RECUPEROU MOTOR DA VIATURA
Importante ressaltar também qu·e a Polí­
cia Militar de Bela Vista só não está à pé
graças ao Prefeito Edson Medeiros de Mora­
es que, há cerca de dois meses atrás, assu
miu todas as despesas para a recuperação=
do motor da viatura, caso contrário, nem
com as doações de combustíveis a PM teria
condições de desenvolver as diligências ne
cessárias e, provavelmente, o velho cambu­
rão já estaria encostado no ferro velho,pe
lo menos esse seria o seu destino se fosse
esperar a boa vontade dos chefões lã dos
Gabinetes, que não enxergam, ou. não querem
enxergar os sérios problemas enfrentados -
pelos Municípios do interior no que diz
respeito à segurança pública. Com a pala
vras os responsáveis.
foi
em outras épocas ofereciam segurança
tranquilidade à milhares de pessoas, vêm
sendo relegadas ao total abandono nos úl­
timos meses, senão vejamos:
- A barreira do Tupã, instalada no entron
camento das Rodovias Apaporé e BR 162 (0ar
tlim/Porto Murtinho), criada há vários a -
nos devido aos inúmeros furtos de gado e
também para Policiar, _fiscalizar e ofere­
cer segurança ao grande número de viajan­
tes que cruzam por essas duas Rodovias
bem como também às centenas de caminhonei
rosque transportam o Calcáreo Bodoquena,
se encontra hoje totalmente desativada
não sabemos por que, provavelmente para -
contenção de verbas na Secretaria de Segu
rança Pública do Estado:
- A barreira da Ãgua Amarela, localizada
na BR 060, trecho Bela Vista/Jardim está
funcionando- precariamente, Policias estão
ali mais para cumprir a obrigação pois
não dispõem de nenhuma estrutura, como e­
quipamentos, viaturas e comunicação ime -
diata, se algum delinquente resolver for­
çar passagem e cruzar pela barreira vai -
conseguir seu intento facilmente. Há cer­
ca de 15 dias atrás, arrastadores furta -
ram um veículo na cidade de Bonito e cru­
zaram pela barreira da Ãgua Amarela facil
mente, em dois veículos, altas horas da
madrugada. Culpa dos Policiais, não, cul­
pa do Estado que nao oferece as devidas
condições para o bom desempenho das fun -
ções policiais militares·
- Já a barreira sobre o Córrego Estreli -
nha, na Rodovia Bela Vista/Antonio João ,
é que funciona em melhores condições, lã
pelo menos existe um Radio transmissor e
a rede de energia, com iluminação, cruza
em frente a sede da barreira, permitindo
um melhor desempenho das suas funções. A~
lem de todos esses motivos negativos ex -
postos acima, existe um mais grave, que
em muito colabora para que o desânimo to­
me conta da maioria dos Policiais Milita­
res, sao os vencimentos cada vez mais de­
fasados, o_corte nas gratificações e tam­
bem nas diárias que os PMs destacados nas
barreiras anteriormente. Só mesmo com mui
to amo: a farda· para continuar nesse tra
balho ingrato e, muitas vezes • -
· - per1goso.
ROUBOS DE CARRO, CONTRABANDOS E TRÃFICO
e
Muitos não tem notado, mas de uns tem­
pgs para ca a região sudoeste do Estado -
vem tendo uma incidência maior no número
de_furtos de veiculos, contrabandos e
trafico de entorpecentes, basta analisar
e comparar as ocorrências policiais reis
tradas pelas Delegacias de Polícia3
nossa regiao. Essa situação é fruto da de
sestruturação cada : -
p .l' • vez maior das nossas -
ç??"?_e, caso o desleixo continue de­
~ e em pouco tempo poderemos voltar a
s:r novamente_um corredor da delin ên -
c1a, com um numero cada, ve . gu
tipos de crimes - . z maior desses
onde a falta a,' Proprios de localidades
realidade. te es
t
rutura policial é uma
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A SITUAÇÃO DAS BARREIRAS POLICIAIS
Já qu~ estamos abordando o assunto Poli
eia Militar, vamos mais longe um pouco nÕ·
decorrer das últimas semanas temos percor­
rido todas as cidades de'nossa região e ob
servamos que as barreiras Policiais, que
e'
à
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n
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