TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1375_30_07_1993 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1375_30_07_1993Número da edição1375Data de publicação30 de julho de 1993Número de páginas8GeoCoordenada -22.115541022017478 , -56.54056902878238 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1375_30_07_1993 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto --· BELA VISTA/MS --- ANO 2I No 1.175 30 DE JULHO DE 1993 - 64 PEIRA - DIRETOR: IVALO PEREIRA l'RLCO UO EXEKPLJI{ O BRASIL TEM NOVI MOEDI A + Presidente REGIONAL ie oaae os. a te m M DIARIO l ໫la.- Itamar Franco Uma decisão re pentina do Presiden te da República Ita mar Franco, aliás própria dele, pôs fim ao desvalorizado (e desmoralizado)cru zeiro na noite de quarta-feira, dia 28 e criou uma nova moe da para o País, Cru= zeiro Real, com tres zeros a menos e que entra em circulação apartir do dia 1 de agosto. Na prática nnd muda, ninguém vai precisar trocar as cédulas de cruzeiros os cheques pré-data dos continuam valen do até o dia 03 de dezembro deste ano, os débitos ou crédi tosem cruzeiros se rão convertidos para o real perdendo ape nas os tres zeros , por exemplo: 10.000,0 O (dez mil cruzeiros) passa a v 1·r 10,00 (dez cruzci.ros rc 's) 100.000,00 (cem mil cruzeiros) &orJ 100,00 (cem cruzei ros Reais),1.000.000,00 (hum milhão do cru zeiros) será1.000,00 (hum mil cruzeiros reais) e assim por diante. Esta, salvo engano, é a vigési ma oitava troca da moeda brasileira Wilson Barbosa Governo é do candidato Estado ao CH$ ?0.000,00 resta saber qu. ndo sr rá a próxima mas toma ra que ado .em uma que se)a me is for e aexem plo do dólar ou do prüprio guarani, par.:i quem não sabe o dinhei ro paraguaio vale qua renta e poucas vezes mais que o nosso po bre e condcnndo cru zeiro, até o peso bo liviano seria uma boa opção. U.R.) Noticías Página - 04 Breves O Dr. Wilson Barbosa Martins con-. firmou sua candidatu ra ao Governo do Es tado nas próximas e leiçôes. Todas as pesqui sas realizadas nos maiores municipios - do Estado deram a preferência para o Dr. Wilson Barbosa Martis.t surpreenden te nos tempos- atuais, quando esta mos passando o Bra Luiz Abreu mas Heitor estendeu não quer as mãos ... entendimento ... O Prefeito Luiz Carlos de Abreu, tão logo assumiu a che fia do Executivo Mur tinhense, pensando - no progresso e no bem estar do povo, a Parou arestas e es tendeu as mãos para o PMDB, adversário - da campanha. "Precisamos de um grande entendimen to, temos de pensar mais na cidade, bus car .alternativas Pa ta melhorar a quali dade de vida do nos so povo, viabilizar todos os projetos,Pa ta isto buscarei so ar forças e vonta des, a cidade esta acima das diferenças Pessoais", afirmava- º prefeito. - o vereador Oso- tio dos Santos, um dos líderes do PMDB, homem sério e respon sável, irmão do e? Prefeito Heitor M}. tanda dos Santos, en tendeu a mensagem e soube captar na mes l!la a vontade do pre feito eleito em tra a1hcr pelo munici Pio. Aceitou a pro Posta de entendimen to. Junto com ele, 0 Semana passada, também vereador FeE O ex-prefeito Heitor ando de Mattos, COD} iranda dos Santos , Cordou com o pacto. Esteve em Porto Mur- Antes de o G? Anho e cobrou dos Vernador Pedro Pe {ntegrantes do PMDB- ..±.. S fie±# 'Porto Murtinho o Pr_E!:. cão Municipal. Nada feito Luiz carlos de de entendimento, de breu e demais lide omar frças, o PDB ranças iniciavam O -----========= ~~---------------===~------ grande processo de entendimento mun1.c1.- pal. • Com a união,ape sar de alguns focos de descontentamento, a Administração Luiz Abreu começou a des lanchar, com muita paz na cidade. . Não se fala mais em divergências,fala se no futuro da cida de, no povo, na con cretização de obras prioritárias,no gren de despertar de Por to Murtinho. HEITOR QUER O PARTIDO NA OPOSIÇÃO . eitor não aceitou o Pacto... deve ser oposição. Em reunião rea lizada na Câmara Mu nicipal, com vereadÕ res, membros do Dire tório, debateu-se Õ assunto. Osório e Fernando, vereadores continuam com o mes mo propósito, o de somar forcas com a Administração Munici pal, sempre defenden do os interesses de Porto Mu.rtinho. Foram oito v_2 tos favoráveis ao ex-prefeito e sete votos concordando c/ a reunião. Não foi uma reu nião tranquila, cr ticas e ataques fo ram desfechados como scuds derrubando principios, mas, no final, ficou patente que, pelo menos em Porto Murtinho, está se buscando o enten dimento. O prefeito -saberã conduzir esse processo. Novas reu niões acontecerão. sil a limpo, ver que há pessoas que criti carn o ex-governador, reserva moral, não só do MS, mas do Bra sil. são suspeitas essas criticas, não correspodem a vonta de popular, pois o povo disse SIM à can didatura do Senador Wilson. Em todos os municípios da região oriundo das bases ecôa o GRITO DE DIG NIDADE J. A candidatura de Wilson Barbosa Mar tins revigora o ver dadeiro PMDB, do po vo, resta esperar a convenção e apoiar u ma candidatura que irá resgatar a con fiança do povo no GÕ verno. Especulações e negociatas não levam a vitória, são os vo tos, é o povo, e povo está com o Dr. . J Wilson. Dr. Wilson Barbosa LEGISLDTIYO MURTINHEN [E ( Da Sucursal de Porto Murtinho) As relações entre o Executivo e o Legislativo em Porto Murtinho são das melhores. Os vereadores cumprem suas missões com competência e mui ta-responsabilidade. O Prefeito Luiz Abreu corresponde a essa confiança repas sando as verbas para a Câmara no prazo previsto em Lei. Nomes de junho foram repassados$ l.400.000.000,00 (hum bilhão e quatrocentos milhões de cruzeiros), em Porto Murtínho um vereador recebe em torno de$ 45 milhões mensais, todos es tão satisfeitos. Isto é bom para o município, onde há paz, há harmonia e a cidade progride. Candidatos do Sudoeste valorização da classe Politica Regional r ---- Ver.Marco Rondon Segundo comentá rios, o vereador Mar co Rondon de Olivei ra será candidato a aeputado estadual , outros nomes estão surgindo. A surpresa maior fica por conta da candidatura de Hei tor Miranda dos San tos ao Governo do Estado, pelo PT.Essa candidatura "ainda não foi confirmada, mas só a lembrança - engrandece a classe política regional. Página - 05 Ser profissional ou ser Humano? Páqina - 03 Sind~_cato Rural de Caracol Promove: * Dia 04-08-93 quarta-feira/ Leilão Cara.corte * Local Tatersal do Sindicato Rural * Realização Sindicato Rural e Porteira Leilões Rurais * Caracol, espera por voce !!! JORNAL, TRIMUNA DA FRONTEIRA - DIiIO REGIONAL. o i -- - -------- - ------------------------------------------- , . Fórum Nacional destaca política cultural de Pedro Pedrossían FÁBRICA OE MALHAS DIANA BE.LA '.. ,. ...... p à y Mantém em estoque malhas para todo os tamanhos, para Colé qio de Bonito e a - coitil cncomcndaQ do outras praças. Confecciona tam - bém: MGASM.HIOS e UNI - FORMES para: Jogado rco e cwcn tos. VISITE-NOS E COMPROVE I FONE: (067)255-1634 RUA PILÃO REBUà BONITO MATO GROSSO DO SUL Casa de Carne Sadia DE: ANTONIO CASANOVA Carne de suinos, bovinos, frangos , linguiças mistas e de suinos, queijos, banhas, geleia de mocotó, torresmos etc. O Açougue no 1 de Bonito. Atendimento "Nota 10" e os preços são convidativos. 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Em carta endereçada a Pedrossian, o Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Cultura reconhece essa disposição do Estado em imprimir uma nova dinâmica cul tural e aplaude a proposta de criação de uma lei de incentivos fiscais, anunciada - pelo presidente da Fundação de cultura, U lysses Serra Neto. "O florescimento e a re vitalização permanente dos espaços físicos ora garantidos por Vossa Excelência, devem ir acompanhados de investimentos de recur sos que possibilitem a cultura manter-se autônoma", ressalta o documento, assinado pelo Presidente do Fórum Josetito Lindoso, Secretário de Cultura do Amazonas: A Lei de Incentivos Fiscais, em estu dos na área técnica do Governo, garantirá, não apenas a manutenção das edificações CQ mo possibilitará uma "parceria" com o em presariado sul-mato-grossense na preserva ção e restauração do acervo cultural. A au séncia de uma política nacional para a cuI tura e a falta de recursos federais tem prejudicado o andamento dos projetos de tombamento do patrimônio histórico de Ma to Grosso do Sul, como o Casario do Porto de Corumbá, um dos conjuntos arquitetõni cos mais expressivos da região Centro-Oes= te. "Esta medida será um novo passo para o desenvolvimento do seu Estado, com sua afirmação no contexto cultural do Pais" , diz a carta do Fórum a Pedrossian. O Pre sidente da Fundação de Cultura, Ulysses Serra Neto, disse que a "parceria" com o empresariado dará prioridade e restauração do acervo· existente em Corumbá, Pela sua valorização histórica e pelas condições em que se encontram os prédios construídos no século passado. "O Governador Pedro Pedros sian tem um especial carinho por essa re gião", disse Ulysses, lembrando que "foi Pedrossian, "numa decisão firme e moderna~ quem criou, em 1981, a Lei de Tombamento e Preservação do Património Histórico-Artís tico do Estado. Ao voltar ao Governo - lembra o presi dente da Fundação, Pedrossian encontrou o Hotel e Churràscaria Canaã ·-· rr. p'etc DA SILVA BAITA Gov.Pedro Pedrossian rico acervo cultural dilacerado e abandona do por Governos passados. E agora, em mais uma decisão "que vai ficar registrada na história", o Governador determina a elabo ração de uma lei de incentivos fiscais"den tro de uma perspectiva de modernidade do seu governo". Diante de um quadro conside- ' rado "de perplexidade" para a cultura na cional, quando a Ministério da Cultura pa_§. 1 sa a contar com apenas 0,024% da verba or çamentária da União, o apoio do Governo do Estado a Cultura ganhou ressonância no Fórum Nacional. A Lei de Incentivos Fiscais, na ava liação do Presidente da Fundação, será um, instrumento de convencimento do empresari!! 1 do sul-mato-grossense, cuja participação - do fomento das artes regionais. A Presidem l te do conselho Estadual de Cultura, Profes sora Maria da Glória Sá Rosa, também dest!!' cou a iniciativa do Governo Pedro Pedro sian. Segundo ela, a cultura tem que sair da burocracia para se tornar mais dinâmica e autosustentável. "O caminho mais curto para issto é a participação da iniciativa privada como elo de fomento", disse. ===------------====--===============-===-- «e h ... ,...., .e.:-,. Anuncie e Valorize o Jornal de sua Cidade Jornal Tribuna da Fronteira Apartamentos com ar condicionado,fri gobar, TV em cores e Telefone. O único com luxuosas suites. Anexo funciona a t.radicional CHURRASCARIA CANAÃ, que ser veno almoço todos os ias o melhor chur rasco do Brasil. Aos domingos também • funciona o "Bufe",quente e frio com uma variedade de pratos. 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Cr$ 700.000,00 IA', DIÁRIO FC1OAL ---· P 4CTO POLÍTICO O Entendimento é Possível? ) 1 Pedrossian um metro, tem seus tempos doe Administrador o ficiente e revolucionário (afi nal as Universidades do MS o MT foram implantadas por ele)e tem pos de PHd em política. E deu provas disso, a história regis tra. No momento, não se fala em outra coisa no Estado a não ser no pacto político, pregado por Pedrossian. Até ai tudo bem. Es no pacto é viável, até mesmo em Dela Vista, apesar de alguns di zerem o contrário. Mas.,. o pacto pregado pelo Governador omitiu um detalhe im portante, ele deve ser entre - partidos e não pessoas. Lúdio, por ocasião de sua visita a De la Vis ta, colocou bem a questão. Por enquanto,· não se falou em Alianças, em coligações, [a lou-se, sim, em candidatura de consenso, com Schimidt à frente. Acontece que está havendo al quns desencontros, a cúpula fa la uma coisa e o povo (o povo é quem vota) [ala outra. Uma aliança PMDB/PTB, por ma is incoerente que pareça, na verdade não o é, desde que ana lisemos o PTB sob o prisma his tórico, do trabalhismo. Os auténticoo do PMOB, cuja origem é o MDB não aceitariam u ma aliança com conservadores, a [inala bandeira do partido é o progressismo. Com o ingresso de Lúdio no PSOB a situação fica ainda mais complicada e bota complicada nisso. A maioria dos integrantes desse partido - PSDB - são ori ginários ... do PMDB. oá prá en tender? E tem nesta salada todo o pessoal do P, PFL e PT, is o m smo, d o P T , por q u e m Ld.o emproe nutriu simpa ias. Surpre tos? Apesar de produ or rural a bastado, propri tário de milha res de hectares de terras, mui to gado, Lúdio tem admiração pe Jo partido do Lula. Até o momento, Levy Dias, Ri ao, Londres, Flávio, os pesos pesados da política estadual não se manifes aram "de verd de" a rcspci o do PACTO, diz m ue é viável, é bom pra o Esta no. Melhor para todos, a campa rha do ano que vem será milioná ria, (em dólares), uma candida tura de consenso viria a calhar. Enquanto ao cenas desse fil Me se desenrolam, as pesquisas de opinião pública indicam a pre[erência popular: Dr. Wilson Barbosa Martins, em 2o lugar J,údio Coelho. Uma aliança simp.§_ tica PMDB/PSD. Mas o PT o á vivo, .1 vo do que nunca, fala-se qu O x-prefeito de Por o Martinho , Heitor Miranda dos Santos será o candida o do PT o Gverno do E:.;t do. Sua candidatura será Iancada com a ,reença de Lula. pedrosian é, realmente, u! mestre, fica uma dúvida, será que Schimid e o seu candidato? Ou Pedro guardn no Lolso do casaco que sempre lhe deu soito o nome que, afinal, reunirá to das as lideranças do Estado? De todos os partidos com excessão do PT? São conjunturas. Na poll tica tudo é possível. Nós, da imprensa, não compro metida, acompanhamos o povo, c2 tamos assistindo de camarote o das essas manifestações. s ve zes; de chorar,mas este é o nos so Brasil, tudo é carnaval. (P , D REYISIO CONSTIIUCIONIL E D MDFII DO CORPORDTIYISMO .. Luiz Antonio de Medeiros l 1 Alguns setores retrógrados estão - arquitetando mais um golpe contra os interesses da sociedade. Partidos co mo o PT e o PDT buscam articular a poio de outros segmentos, bem inten - cionados mas seduzidos pela falácia - populista, para impedir a revisão constitucional prevista pela própria Constituição de 1988 para outubro des te ano. Para justificar o golpismo,as vanguardas do atraso - de braços da - dos com os profetas da catástrofe envernizaram o velho argumento de que o Congresso Nacional é conservador e não teria legimidade para fazer uma ampla revisão na Constituição. O argumento é capcioso. t verdade que, a despeito de uma parcela de par lamentares honestos e competentes, es te não é o Congresso de nossos sonhos. Este Congresso, como os anterio res, foi eleito e constituído dentro de um sistema político marcado pelo - fisiologismo, pela corrupção eleito - rale pela desordem partidária. Nada nos garante, porém, e nesse aspecto - sõ os tolos se iludem, que o Congres so a ser eleito no próximo ano brota rá das urnas purificado de seus víci os, mais progressista ou menos fisio lógico. SÕ existe uma forma de moralizar a vida pública e colocar o Congresso Na cional a serviço dos interesses do Pa {se da sociedade: promover uma ampla reforma política, eleitoral e partida ria, associada a uma profunda reforma do Estado. E para isso é urgente a re Visão constitucional, que nao pode - ser adiada. ·De nada adiantará deixar para a próxúna legislatura essa revi são, se tudo continuar da mesma for - a, se não resgatarmos, realmente, ª ética na política. Os que querem empurrar a reforma - tonstitucional com a barriga nao o fa em apenas por ingenuidade. É curioso 1 Ou-se a votar a ebrar que o PT recus d Constituição de 1988, que, aPsa ' todas as falhas, trouxe inequ voca: conquistas para os trabalhadores. Nu- - La O Partido - ma aparente incoerenc • incólu- dos Trabalhadores quer manter d Re a Constituição que ele chamava " "reacionária". Ou será que ·,"e; deitaria uma revisão constitucona. Congresso os sau em que dominassem no o s órfãos desistas do Muro de Berlim, o da antiga Albânia ou os dinossauros " do estatismo? tista-pede Por detrás da postura pe - h o claro interes tista, na verdade, 1a sor força se de perpetuar teses que, p fi - d,- rporativos, .ze d ação de grupos cO' .a de 1988. Ou ar-se presentes na Ca', "reser ·eia, ceies estão aetend"%%," Gata Vn de merca'tlo" • os. monopo ~s o en - 4+ «e »is se Jstftca,pies1os 8essarento da economia, es uerem - a l!lodernizacão do Pu!s. El q i e d tinue a ser n! ciue o nosso Esta O con i de corpora ficaz e inchado, a serv.co - • i ritarios. Çoes e grupos m no ito mais gra a assere +,[Çás. ± ve nessa manobra P .,sfdade, urzen conspira contra a n"overmos as te, urgentíssima, de P reformas estruturais para debelar a crise, fazer o País retomar o cresci mento e solucionar os graves proble - mas sociais. O País não aguenta mais esperar por reformas que são prometi das mas que nunca vêm. Por quanto tempo os milhões de fa mintos, os aposentados, e os desempre gados terão de esperar pela reforma= do aparelho estatal, condição básica para o resgate da enorme dívida do Es tado? Por quanto tempo mais vamos ter de esperar para acabar para a falên - eia dos·nossos sistemas de saúde, pr! vidência e educacional? Por que aten dendo a quais interesses, temos que esperar por um novo Congresso para fa zer uma ampla d definitiva reforma fIs cal? Podemos continuar impedindo a a - tração do capital estrangeiro, a priva tização dos estatais e o florescimentÕ de uma nova indústria nacional só para atender aos caprichos de segmentos mi noritários da sociedade? Em síntese: adiar a revisão consti tucional é querer adiar as reformas ca pazes de tirar o País do atraso e d~ crise. A sociedade reivindica um Esta- Ana Paula Schimidt Ético profissional. Profissionalis Direitos e Garantias da Pessoa Humana. mo. Cumprimento da função. Temos ouvi Na ocasião, o Advogado propalou que do expressões como essas para justift possui um código de ética pessoal que car condutas "objetivas", livres de o impediu de defender o tal estupra - qualquer valor pessoal. Essa objetivi dor. Tentei lhe perguntar que código - dade, para começo de conversa, não e= de ~tica era esse que lhe permitia,lo~ xiste. Mas constantemente se lança - vadamente, negar a defesa a um estupra mão dela para avalizar a ausência do dor, mas não lhe proibia defender um bom senso, ou para se desconsiderar o homem que estuprou um País inteiro (e código particular de valores. Nem sem agora ainda lhe tira a réstia de espe pre é bom que os rIgidos ditames de rança na Justiça). As peguntas dos par uma profissão se sobreponham à ideol~ ticipantes ficaram sem resposta, jâ gia do profissional. Essa impessoali que o Presidente da Mesa precisou sair dade corre o risco de nos tornar ma - apôs seu discuro de abertura. rionetes dos códigos de ética e de O que interessa é que até o Dr. Ma nos isentar da indignação e contesta- riz possui um código de ética particu ção, duas das melhores qualidades do lar. homem. O seu argumento "humano" existe e Um dos exemplos mais notórios de jâ se sobrepôs ao profissional em pelo "profissionalismo acima de tudo" é o menos uma ocasião. Resta saber qual do Dr. Antonio Cláudio Mariz de Oli - foi o apelo decisivo para o Advogado! veira, o Advogado de PC Farias. Sem - ceitar a defesa de PC Farias. pre que alguém se indigna com o fato E a mim resta lamentar que para PC de ô ex-presidente da OAB Paulista d! não tenha sobrado somente um mau pro - fender esse que foi o maior sócio de fissional, um advogado medíocre. Collor no assalto ao Brasil,ele argu- Enfim, não tenho conhecimento jurí menta: "Eu não defendo o crime, mas dico suficiente para sanar minhas pró~ sim O criminoso". prias dúvidas. Mas isso não me impede Como este espaço é pequeno, vou me de tê-las. eximir de discorrer sobre filosofias O que é pertinente é saber até que de crime e criminoso. Mas me é difí - ponto devemos esquecer o lado humano e cil entender como alguém consegue dis fazer valer o profissional. sociar o ato do praticante. No entan- Li alguma coisa sobre "Direito Al - to, se para o Dr. Mariz existe essa ternativo" na Revista Veja (05/07). distinção, por que ela não Ócorreu Como diz a matéria, é a tese dos quando o Advogado negou a defesa a um juízes que prolatam suas sentenças de estuprador? No Congresso Internacio - olho no espírito de justiça, ainda que nal dos Direitos Humanos, o Dr. Mariz para tanto façam uma interpretação me foi o Presidente da Mesa na palestra nos ortodoxa da Lei. do enxuto e que cuide com eficiéncl.a - da saúde, educação e moradia. Ela quer uma carga tributária mala Justa do que a atual e é contrária à reserva de mercado e ao atraso tecnológico. Ela repudia as verdadeiras máfias do corpo rativismo que, eternamente acobertas= por velhos chvÕes nacionalistas, mani pulam contas e infonnaçÕes para, na verdade, continuarem mamando e enrique cendo às custas dos monopólios esta tais. e para atender à demanda da socie dade que devemos realizar ainda este a no a reforma constitucional. - (Sindicalista} SER PROFISSIONAL OU SER HUMANO E o Juiz Pedro Paulo Castelo Branco declara: "Eu aplico a lógica do razoá vel; a lógica do bom senso". Todavia ainda verificamos que a 'ue- les que mais se atêm ã ortodoxia da Lei são considerados os mas p sionais. Mesmo que esse radicalis margem a injustiças. Mesmo que essa interpretação "ob_ .a tiva" torne viáveis as chicanas jurídi casque livram o criminoso das penas= que o bom senso lhe imputa. Certa vez assisti ao culto nuca po- lêmica igreja, que tem milhares de fiéis. Os pastores "exorcizava" os fiéis, cantavam e faziam pequenos "mi lagres". Estou segura de que apenas poucos - daqueles pastores realmente acredita va no que faziam. A maioria estava sendo "profissio - nal", trabalhando para o bispo-patrão. Em minha faculdade, um Professor de Jornalismo Opinativo nos deu a tarefa de fazer um editorial defendendo algo como o caso dos poços de Inocêncio. Eu disse que aquele era um exerc{ - cio inócuo, Já que eu jamais defende - ria algo, a ceu ver, indefensável. O Professor insistiu, dizendo que isso poderia vir a acontecer quando - fosseos funcionários de u grande Jor -~- - E aí uma colega finalizou. "Então devemos aprender a redigir nossa carta de demissão". É isso aí. Vaos aprender a descu prir o que o profissionalismo manda mas a sensatez refuta. (Ana Paul.a Scbmidit é estudante de Jornalismo na Faculdade Cãsper Libero) V AMOS APRENDER A DESCUMPRIR O QUE O PROFISSIONALISMO MANDA, MAS A SENSATEZ REFUTA .10' 4A ', +58J IA IMP p É Sr L l J Com boa dose de razão, a impren sa é npon tada como forç,, que, no ano passado , ajudou decisivamente a empurrar pelo abis mo do impcacluncn . o cx-prcnidcnto •crnan do Collor. Da mesma forma, ~ vista, ngo ra,como vetor que e~ tií apressando a cami nhadn rumo no bnnco dos réus do próprio ex-Presidente e de outros membros graú dos dn quadrilha que tendo na primeira fi leira o "empresário" Paulo césar Farias , se serviu do poder - com a desfaçatez e a gula que conhecemos. O debate sobre a éti cana imprensa brasi leira,que deveria ser amplo e permanen te, tornou-se aguda mente urgente depois desses episódios. Urna grande contri buicão para essa dis cussao foi, sem dúvi da,a série de arti = gos e reportagens so bre ética na midia - publicada em março pelo JORNAL DA TAR DE. Houve,então,espa ço suficiente para se analisar com va gar e profundidade o que se chamou de pe cados da imprensa,co mo a arrogância, o culto de falsas ima gens, o assassinato de personagens, a ca pacidade de distor cer fatos,a imprcci são,a parcialidade,a tendência ao sensa - cionalisrno ou a inva são de privacidade.- 'J rdv€, ora, rue e dba e s !as r or ou'r )o veiculo da grande - innpronsa brasileira. , preciso oenfrotar essas questõe do forma mais ampla, e incluir na discussão outra:, especialmen te adequadas aos di as que correm. Será que nó·,, jornaliutai;, efetivamente stamos checando todas as in formações que são pi blicadas,e que atin gem a honra alheia , por exemplo?Será que estamos utilizando - corret, .. unen te o off - a informação que é a presentada sem a men ção da fonte? (A rcs posta, cm um número alarmante de casos,é não: a odiosa práti ca de publicar até acusações pessoais - cm off e entre as pas,inimaginável cm países civilizados , está virando rotina entre nós.) Mas nós,jornalis tas,precisamos fazer mais do que isso. C~ tre outras coisas,in cluir, nesse debate que poderíamos cha mar sobre a Grande t, tica outra ética,que não costuma ser es crita com iniciais - J•taiúsculas,mas sem a qual fica hipócrita e sem sentido falar da outra. Ela abran ge toda uma SP.rie de problemas aparente mente menores que,na verdadc,condicionam fundamentalmente o nosso fazer jornalís tico diário e que in variavelmente são deixados de lado so bretudo quando con frontados com as grandes questões da profissão. J,, ' 1 de intori co ar , • nnar d.n e ciiii po cre e anca- trabalho o públí ela, ga ro endos- 5ando proc 1tos em co merciais de ''V? Jor nalis as pode fazer merchnditing em pro gramas de elevisão aprciS<>llt .e?., como sendo informativos? $ moralmente correto jornalista ter empre go público? Jornal is ta político deve as sessorar candidato , incensar suas quali dades e depois vol tar us redações, sem ter sua isenção pos ta cm dúvida? Jorna lista deve aceitar - presente de políti - cos,cmprcsas e insti tuições no fim do ano? t correto via jar a conte de 92 vernos, entidades e emprcsils'? o relacio namento ele jornalis tas con assessorias de imprensa está sen do limpo, leal e no lntercsse do cliente número um da impren sa - o cidadão lei - tor? Nós jarnalis tas, devemos conti nuar fingindo que não existo, entre co legas, o plágio de i déias, de textos, de reportagers - algo absolutamente corri queiro, e ~cm por is somenos il.loral? - Por essa lista,me ramente exemplifica tiva, já se vê que - não falta o que dis cutir. O problema é que nossos Sindica - tos não parecem inte ressados en nada que não seja i1 briga por erprego e salario,de un lado,e a militân cia político-partid ria,de outro. (Quando não enveredam por projetos delirantes, como a recente e pa titica tcntaLiva de adquirir o controle da Rede Manchete de Televisão juntamente com outros chamados "setores da socieda de civil".)Se a pri moira face da moeda (a luta por emprego e salário)é adequada e boa,a segunda é péssima:não há, por exemplo,o menor sen tido em que o princi pal órgão associati vo dos jornalistas a Federação Nacional - dos Jornalistas (Fe naj)-e os sindicatos mais importantes nos Estados sejam filia dos ã Central Onica dos Trabalhadores (CUT) ,entidade noto riamente envolvida= em política partidá ria e ligada por ner vos,artérias e cora= ção a uma corrente - política específica, o PT. Ora,isso vai con tra algo visceralmen te necessário ao jor nalista:sua indepen= dência política, in dispensável para que exerça seu trabalho com isenção e mereça do leitor,credibili dade.E discutir éti ca,com inicial rnaiús cula ou minúscula , não deve apenas pas sar,mas começar por esse tipo de questão. Estamos nos compor - tando corno a palmató ria do mundo,mas te= mos pés de barro. Ricardo A.Sctt1,Jorn.a11sta, é Oirctor Editorllll DdJunto da F.dltora Abril. Vale ap Noticias Breves na lutar ] elo Brasil "Se os brasileiros se conscientizarem, os problemas serao solucionados e então o País passará a ser o centralizador dos in vestimentos mundiais". Ssto posiçio está sendo defendida pelo Sr.Akihiro Nakae cSn sul do Japão em São Paulo, cm seu livro in titulado "Vale a pena lutar pelo Brasil,na visão de um cõnsul" (Editora Toppan - perss, são Paulo,92). A obra, já em 2a edição, focaliza de modo surpreendentemente favorável nosso País, "sem dúvida hoje a décima maior potência do mundo. (ABIM) NI FIVELI 110 FILTI PÍO ... )(1 Tudo para Caixas de Câmbio BID 11:D recondicionados e peças em ~eral com garanti.a fula 11 de Fevereiro - 87 - V.Carvalho Campo Grande - Mato Grosso do Sul Fone (067) 383-5156 e 382-9990 Lu!z Carlos Azevedo -. ai V ds c a' Em conversa com um reporter a Londres, m v!s!ta a São Paulo, o qual prepara- , va una sr!e de cinco reportagens sobre proh!e- { nas brasileiros, t!ve ocasião de lhe perguntar como um londrIno ve à distancia deste nosso Bra si1 de dimensões continentais. Sua resposta foI mesmo a clássica: 'En geral, na Inglaterra - diz1a-me o reporter - o que se conhece do ilrai; i l são as f ave las, o carnaval e o futebol" ... À medida que a conversa se desenrolava, pude notar que, tanto meu interlocutor, quanto os três ingleses de sua equipe de reportagem, faz! am uCla !déJa de que Sao Paulo 11eria u□c:omo que conglomerado de favelas, pontil~ado, daqui e dal1, por "arquipélagos" de palácios suntuosos como aquele onde nos encontravamoo, de hotefs e lugares de diversão! De permeio com essa visão distorcida da rea lidade nacional, afiguravam-se eles que os habt tantes das favelas seriam uns revoltados, apre! IDSpela miséria, e a ponto de desencadear algu DID revolução social, evidentemente de colorido • comunista - para me exprimir assim, uma vez que o vocábulo já está bastante gasto. Fiz-lhes notar que a verdadeira fisionomia - das favelas, bem como o perfil sócio-econômico de sua população têm sido muito desfigurados - por certa propaganda, a qual, ora exagera oca ráter pitoresco delas a nível do inverossimel - quase folclórico, para efeitos de turismo, ora aumenta a suposta.miséria desses aglomerados ur banas para efeitos de revolução social. Insisti com eles para que não se deixassem - enganar pelas aparenc1as externas peculiares a esses barra cos onde nem tudo e pobreza e sobretudo mise ria. Transparecem naquelas edificaçoes, isto sim, certa forma de indiferença e despreocupa ção que pessoas habituadas a um clima ameno têc em relação ao próprio conforto e à apresentação exterior de suas moradias. E que se eles fixassem ª atenção notariam ali água corrente, eletrici dade,televisores, refrigeradores ... e mesmo au- tomóveis. ' Nessa altura da conversa, alguém dos presen tes recordou episódio recente ocorrido numa f! vela paulista: um europeu em visita ao Brasil - com o espírito povoado, em matérias de favelas, por impressões e idéias análogas às desses 1 gleses ficou vivamente impressionado com o que ali encontrou. Em certo momento, 0 dono de um dos barracos ofereceu ao visitante O cafezinho de pr~xe. Mas notou por certos imponderáveis que ele nao havia gostado da rubiácea servida. O fa velado nao teve dúvida: ofereceu ao europeu um copo de uísque escocês original, causando-lhe - grande surpresa e comprazimento ... Aproveitei a ocasião para explicar ainda, aos d~ equipe da BBC, que de certo tempo para cá o tonus geral das favelas brasileiras têm melhora do sensivelmente, devido ã economia informal co mo tambem a uma circunstância lamentável: o ach! tamente da classe média. Com efeito, ponderável número dos componentes dessa classe, opressos pelo achatamento ceo cai do sensivelmente em seu padrão de vida, chegando por vezes a se favelizarem. e O que explica, em parte, a transformação da famosa favela Rocinha, em um novo bairro popular do Rio de Janeiro:a fa vela subiu de tom porque a classe média carioca desceu ate ela. Para encerrar a - C conversa, o reporter da BB informou-me que escava programada uma visita de sua equipe para filmar uma favela onde se real! zava um plano-pilÕto de economia ~lternaciva pa rd~ ª i nd ustrialização do pão. Uma verdadeira in- ustria para a p d, - fu roluçao desse alimento basico ' ncionando a todo vapor A cli • e.:, Lond ••• o menos se ra f 1 res_que, em alguma favela brasileira, não e ta pao! (Agência Boa Imprensa - (ABIM). MOTOR - 3 Pagamentos ( l + 2 ) * Entregamoc seu carango, rapidinho! * Colocação gratuita + Motor com Gararti - - . % 2 7III CO:SUL.TE NOSSOS PREÇOS PARA TODA LINHA ALCOOL. E GASOLINA RE1'1FIC-A E::,; GERAL Rua 13 de Maio, 3. 709 Em frente a Santa casa - Fone (067) 383-2517 e 384-4464 CANDIDATOS DO SUDOESTE Valorização J. .. A renegociação das divi das do crédito rural, que faz parte do pacote agríco la lançado na semana passa da pelo Governo Federal, de verá atender também os pro dutores que acertaram amiga velmente com o Banco do Bra silo parcelamento do mon ~ tante devido. Isso se o Ban roaprovar a proposta apre - sentada pelo Secretário de Agricultura, Pecuária de De senvolvimento Agrário do ES tado, José Américo Flores: do Amaral, durante o 100 F2 rum Nacional de Secretário_ do setor, realizado em Belo Horizonte na quinta e sexta feira da semana passada. Segundo Amaral, essa su gestão tem a finalidade de evitar que aqueles que fize ram acordos de pagamento dos débitos contraídos em safras anteriores não sejam penalizados, em detrimento naqueles que.estão questio nando as dívidas na Justi - ça. De acordo com o secreti rio, o Diretor de crédito: do Banco do Brasil, Sayd Mi guel, se mostrou simpático_ à proposta e disse que ira encaminhá-la à análise da - da classe Nossa maior ban - deira, o Municipal ln no, depois de tantos e tantos anos de lu ta, afinal, foi reco nhcclda, Dende 1973 que a Tribuna dn fronteira prega o Mu nicipalismo, a muni- cipalização de todos os serviços, e não - só dos serviços, tam bém da arrecadação - das verbas e valori zacão da classe poli tica regional. - Estamos cansados dos "caçadores" do votos, os "paraque - distas" e dos oportu nistas de plantão. Segundo comentá - Já tivemos Deputa rios, o Vereador Mar dos, oriundos de nos co Rondon de Olivei sa região. E podere ra será candidato a mos voltar a tê-los. Deputado Estadual , Secretário propõe a ampliação do beneficio da renegociação das dívidas Ver. Marco Rondon politica ' reg,onaf outros nome estão - surgindo, A uurproun maior fica por conta da candidatura de Heitor Miranda dos Santos ao Governo do Estado, pelo PT. Ea candidatura ainda não foi confir mada, mas só a lem - brança engrandece a classe política re - qional. O que precisa ha ver é a união do Su doeste, não permitir a "invasão", cons cientizar os eleito res fortalecendo as candidaturas regio - nais. Vamos acreditar e lutar pelo progresso da região, esse pro- direção da instituição. Em Mato Grosso do Sul , conforme informações de Jo sé Américo Flores do Ama ral, existem cerca de 900 a gricultores que estão ques tionando na Justiça os valo res cobrados pelo asente fi nanceiro. No entendimento - dele, se a sugestão apresen tada no 100 Fórum Nacional de Secretários de Agricultu ra não for aceita, aqueles que procuraram o BB para re negociar as dívidas serão - prejudicados, pois as re gras fixadas agora são bem mais vantajosas. A proposta de recomposi ção dos débitos do Crédito Rural contida no pacote a - qrcola, é de que na renego ciccão o Banco do Brasil a dote o critério da equiva - léncia-produto. Além disso, noderão ser expurgadas • as muitas e taxas de inadim plncia embutidas no_atual saldo devedor. No proprio - entendimento do Ministério da Agricultura, Abastecimen to e Reforma Agrária, "isso perrnitirã que os produtores invistam no plantio com tranquilidade". EQUIVALENCIA-PRODUTO Para José Américo Flores do Amaral, o principal avan ço do pacote agricola lança do pelo Governo Itamar Fran co é a adoção da equivalên cia-produto para pagamento do crédito rural. Essa pro posta foi apresentada duran te o Fórum Nacional de Se - cretãrior. de Agricultura realizado no início do ano em Campo Grande. O grande avanço, na ava liacão do Secretário, é que com-esse critério de paga - mente do crédito o produtor tem a segurança de saber , na data de concessão do crê dito, quantas sacas ou arro bas serão necessãrias para pagar o seu financiamento. _ Amaral disse que a pro - posta apresentada pelos Se cretários no Fórum realiza do em Carpo Grande seria plenamente atendida, caso fosse adotado o preço de mercado ao produto, e não o preço mínimo, como consta do pacote agrícola do Gover no. l. O' A principal causa da inflação, sombra de dúvida, é o problema das con - tas publicas. Deve-se intender por tal não apenas - as contas do Governo Federal, tas Estaduais e Municipais. A ituação d s contas públicas chegou a tal ponto que o atual Ministro da Fa - zenda, o anunciar o novo plano de a;ao do Governo, estabeleceu que o desafio é "colocar a cana em ordem". A impresso que se tem, ao ler a sín tese das principais medidas do plano, t que o Governo está informando que medi das que deveriam ser simples rotina admy nistrativa, não estavam sendo ·xcutadas, tais como comba er a sonegação, cobrar - os créditos da União e v •taro uoo doo Bancos Estaduais para fins políticos e e leitoreiros de modo a comprometer a si - tuacão do sistema financeiro, junto com a aplicação da Lei do colarinho branco o quem não cumprir a lcgi5lação. Tudo d<'V!:?_ ria ser uma prática normal, ind pcndcnl<' de qualquer plano. O Governo, pelo menos, pretende agora cumprir com as suas obrigações. Ao anunciar que faria o óbvio, até já causou um impacto positivo na opinião p~ blica. Esperemos que cumpra o anunciado, Quanto ao orçamento, foi divulgado que se cortaria o equivalente a 6 bi lhões de dólares. Mas no momento em que o governo man - tém e considera prioritários os recursos para o metrô de Brasília e para a Linha Vermelha do Rio de Janeiro, pratica uma incoeréncia. E as prioridades dos outros Estados e Municípios, como ficam? Aí começa a con testação dos demais Governadores e Pre - feitos. De repente, tudo continua igual, a - gravado, porém, com nova queda de credi bilidade. Além de tudo isto, há a insistência - do governo em criar o IPMF. Mais um im - posto, o que significa sobrecarregar o contribuinte e aumentar ainda mais o pro blema da recessão. · Querer resolver o déficit das recei - tas públicas pelo simples aumento da re ceita, e não basicamente pelo corte de despesa, é urna ilusão. Aumentar a carga tributária não signi fica arrecadar mais. Mas, com certeza induz a sonegar mais. Exemplos de outros Países comprovam - que com a redução de tributos houve au - mento de arrecadação e menos sone gacão. Mais um equívoco, portanto. Por isso, meu voto contrãrio ao IPMF. Qualquer plano de combate à inflação e retomada do crescimento exige um mini mo de coerência, que o novo Ministro Fer nando Henrique Cardoso estã comprometen do com a insistência em criar mais um im posto, ao mesmo tempo em que libera di - nheiro para obras não prioritãrias. (RS) S ens a e i o n ali s m o Carlos Alberto Di Franco Segundo informação da Deadli ne, newsletter pilotada pelos - jornalistas Paulo Markun e Wag ner Barreira, o Daily Mirror,ta b1óide inglês fundado em 1903, está mudando sua linha editor1- al para se tornar mais sóbrio.O motivo, conforme o editor Step hen Lynas, é uma queda inqu1e tante no número de leitores. A crise do Daily não é um fe nômeno isolado. The Sun, conhe cido por seu marketing do escan dalo, perdeu um milhão de leito nos últimos cinco anos. Na ana lise de Lynas, o tipo de jorna lismo praticado pelo DailyMir ror vive um ocaso em todo 0 mundo: "Os Jornais populares a busam de temas como o sexo, e isso acaba afastando as pesso - as". Os números não mentem. A imprensa sensacionalista esta doente. No Brasil, no entanto, gato escaldado não tem medo de agua fria. Certo telejornalismo, permeado de sensacionalismo ex plicito, manifesta com força a síndrome do avestruz. Escarmen tar a cabeça alheia não faz no~ so gênero. Além disso, alguns - setores da mídia, dominados por esquemas ancrônicos, sucumbem à sedução do padrão Fusca de mo dernidade. . A imagem do mundo transmiti da por alguns telejornais é de seladora. As novelas, um dos es portes prediletos dos brasilei ros, estão programadas na se quência dos noticiãrios_ como forma de aliviar as tensoes acu muladas com a overdose das más notícias. Argumenta-se que a violência faz parte do dia-a-dia e que a mídia não tem a função de apre sentar urna realidade cor-de-ro sa mas de denúncia, de contra ponto. Sem dúvida. E de denún - eia enérgica, contundente. o mundo não anda muito bem Mas será que anda tão mal? A obsessão seletiva pela violên cia e pelo sexo aviltado nao se rã urna forma de desinformação? o problema não está na veicula cão de notícias e imagens cruas. Recentemente, neste Espaço Aber to, não poupei elogios a uma ma téria de Marcos Uchõa, reporter de Cidades do Estado. Tratava e de uma grande reportagem so bre a prostituição infantil. A denúncia, desenhada em cores for- Heitor M. dos Santos gresso, passa pela valorização dos políticos da re - gião. e Choque de Credibilidade Victor_Faccioni Modernidade- j t:es, não resvalava para o sensa cionalismo. Era dura e verdadei ra. Não se trata, portanto, de ê.docicar a realidade. O proble ~1a está no excesso e na apela - ão. Sonegar informação é uma - coisa, orientã-la num único sen tido tem nane: manipulação. O jornalismo i□presso, tradicional mente forte nó tratamento da in formação, tem cedido às regras ditadas pela televisão. Ao atri buirem à tela mágica a responsa bilidade pelo emagrecimento de suas carteiras de leitores, al guns jornais partiram, num erro de avaliação,para um perigoso - mimetismo da frivolidade televi siva. Títulos e fotos com forte apelo emocional ensaiam evoluçõ es num terreno em que a televi são é mais competente. Esse cul to da sensação em detrimento da informação de qualidade tem vi da curta. A credibilidade de um jornal não se sustenta com des cargas de adrenalina, O leitor, cada vez mais exigente,procura informação confiãvel. A passio nalizacão da notícia, festejada num primeiro momento, acaba dei xando cicatrizes irreparáveis no prestígio do veículo. t côm_Q j 1 • do e relativamente fácil provo car emoções. Informar com pro - fundidade é outra conversa. Exi ge trabalho, talento e competé~ eia. "A imprensa brasileira",ad verte o jornalista Marcos Sá Corra, "tem de medir o nível das coisas ruins que descarrega sobre o leitor diariamente". E acrescenta, com boa dose de rea lismo: "Ler jornal não pode ser sinônimo de chateação". A frase dã muito qué pensar. Estou convencido de que boa parte da crise de credibilidade que afeta alguns setores da mi dia pode ser explicada pela sua alienacão da realidade. Obieti vidade e equilíbrio. Luzes e sa bras. Não só aplauso. t prPcisÕ repensar muitas coisas e,sobre tudo, consolidar uma firme con= iccão: a ética é o segredo da verdadeira modernidade e exata mente por isso, a chave do su - cesso da imprensa de qualidade . carlos Alberto Di Franco,Che fedo Departamento de Jornalis mo e Professor titular de Ética Informativa em Cásper Libero, é representante da Faculdade de Ciências da Informação da Uni - versidade de Navarra no Brasil. DIÁRIO REGIONAL, Preleitora Municipal de Bela Vista pi.RETO M271/93- cAIrIr_DO PrrttTo +_2A.0.9y Abraão Armoa Zacarlas, Prefeito Municipal de Bela VIsta, Istado de ''a to Grosso do Sul, uando das atribuições que lhe são conferidas e de a cordo com o disposto do artlpo 68 5 B82 da Lef ng 886/90 de 05 de abril - de 1990 e artigo 3 da Lel Federa1 4320/64, DE.CRETA: Artigo 1g)- Nos termo da Lei MunfcIpa1 ng 936/92 de 10.12.92 e de cordo com a redaço dada pela Lef n2 943/93 de 01,03.93, fica aberto Crédito Adicional Suplementar no valor de Cr 4,200.000.000,00(quatro Ihôes e duzentos m1hões de cruzeiros) a ser designados nas seguintes Lações Orçamentária. 02.00-EXECUTIVO 03.0)- ASSESSORIA JllRfDICA OJ.07,0i0,2.05- ServiçoA Jurídicos 3,1,3.2- Outros Serviços e Encargos....·.······ 200.000.000,00 02.0lt-SECHETARIA D!'. ADMINISTHAÇÃO 03,07.021.2.06- Serviços de Administração Geral J. 1.2.0.- Material de Consumo 500.000.000,00 J.l.J.2- Outros Serviços e Encargos ........•...•...•••••• 500.000.000,00 J.2.8.0- Contribuição ao Pasep , , ..•.•••••• 200.000,000,00 02.05-SECRETARIA DE FAZENDA 03.08.021.2.0B- Manutençao da Secretaria 4.3.5.1- Amortização da Dívida Controtoda ........•.••••• 1.000.000.000,00 02.06 - SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO 08.42.187.2.15-Manutencao do Desenv. do Ensino do 1g Grau ) . 1. 2. O-Material de Consumo............................ 800.000 .000, 00 02.08-SECRETARIA DE VIAÇÃO, OBRAS E SERVIÇOS POBLICOS 16.88.534.2.22- Manutençao dos Serviços da Secretaria 3.1.2.0-Material de Consumo : ........•........ l.000.000.000,00 Artigo 22)- Para cobertura do Crédito Suplementar foi cancelada a impor tância de Cr$ 4.200.000.000,00(quatro bilhões e duzentos milhões de cru zeiros) das seguintes Dotações Orçamentárias. 02.00-EXECUTIVO 02.08-SECRETARIA DE VIAÇÃO, OBRAS E SERVIÇOS P0BLICOS 10.50.325.l.16-Aquisiçao de Equip. p/ Coleta de Lixo 4.1.2.0-Equipamento e Material Permanente 1.148.000.000,00 16.88.534.1.18-Aquisição de Equipamentos Rodoviários 4.1.2.0-Equipamento e Material Permanente J.052.000.000,00 Artigo 32)- Este Decreto entrará cm vigor na data de sua publicação, re vogadas as disposições em contrário. Bela Vista-MS 21 de junho de 1.993 Abraão Armoa Zacarias Prefeito Municipal ºº ma is apa ixon doe: Marcilio,Keler. a- Maria. Os mna is sinceros: Abner, Roa um bi Os mais fiel: Ri·w ,Nildiolc. G Os mais sumido: Junior, Leda. Os mais românticos: Anderson, Mar ilucy. os mais solitá rios: Ruberval, Andreia. Os mais charmosos: Alain, Rosineia. Os mais tímidos: Joscmar, Miria1c1 de Fátima. PT Ministra Curso de Formação Política em Guia Lopes da Laguna L 1 Tendo como monitores Luiz Carlos Batista de Aquidauna,Val mir Ortega, Vera Muller e Nedi na Stein de Dourados e com a presença do Deputado Zeca do PT, a Secretaria de Formação da Executiva Regional do Partido - dos Trabalhadores realizou nos dias 10 e 11 de julho, na cida de de Guia Lopes, um curso de formação política, dirigido à militância partidária. Com a participação de petis tas e simpatizantes de cinco Mu nicípios, constituindo um grupÕ bastante heterogêneo, formado - por professores, estudantes, co rnerciantes, trabalhadores ru rais e donas de casa, entre ou tras ocupações, mesmo assim, no entender dos monitores, "trans correu num bom nível e teve co mo retorno um ótimo aproveita~ mento". "O que inicialmente, era um curso para principiantes, diz Luiz Carlos que é o Secretário de Formação do PT- não foi. To das as pessoas mesmo as nao fi liadas, vinham de trabalhos en gajados em movimentos popula res, tais corno Associações de Moradores,movimento sindical e outros, saindo de lá,com a pro posta de trabalharam na forma - cão de outras pessoas,repassan do e que aprenderam e ampliando as bases do Partido". Ainda segundo Luiz, partici param,alérn de Guia Lopes,"compa nheiros de Antõnio João, Aqui dauana, Jardim e Nioaque". Fina lizando, o Secretário' de Forma cão disse que "mais que nunca , estou convencido que estamos no caminho certo, que é formar qua dros, capacitando-os a contrI buir efetivamente na construçãÕ do Partido dos Trabalhadores". (Assessori* ensa d~ PTJ ---· - ---- - ----- ·- -- ·- --1 Caracol em Sociedade 1 KE'V..R TANTA "Ter coragem é viver cada dia como se esse ca oportunidade de viver...' OS MAIS MAIS DA SEMAA CURTINDO FÉRIAS Em nossa cidade, as jovens: Josianc, Ncreida, e também o jovem Dorival Jara. Façam bom proveito. TROCANDO IDADE Neste último dia 24pp., o PM Deluqui. Parabéns!I FÉRIAS ESPERADAS os jovens do 19 ano da Escola DR.Rubens de Castro Pinto,fi zeram uma festinha em comemoraçao a chegada da tao so~hada f~ rias de julho. Uma excelente festa organizada pelo lider da classe Raul Bambil, participaram todos os professores e tam - bém o Diretor da Escola. Nossos elogios ••• CURTAS E RÁPIDAS Ficamos sabendo que a Irmã Esperança foi para o Paraná,jun to com a Irmã Odete, levando com elas quatro moças para um teste na Pastoral Vocacional. Essas moças ficarão urna semana corno experiência na Pastoral, se elas passarem, serão as fu turas Freiras de nosso Estado. As moças são das cidades de Bela Vista, Guia Lopes e duas da cidade de Bonito. Quem achar que vocação para ser freira, procure a Irmã Es perança na Igreja de nossa cidade. *Os jovens estão super chocados com a situação em que a a nossa Quadra de Esporte se encontra. Pois até já machucou - algumas pessoas. É hora de acordarem, para o progresso de Ca racol. *Depois de um longo tempo em Brasília, a jovem MADALENA PU CHETA, está de volta. Pois é garotinha, é super bom rever pes soas como você. RECADO DO CORAÇÃO De: Xuca Para: S.G.T. (Bernardo) Foi bom conhecer você, um amigo super legal, continue sem pre assim e seja feliz. De: alguém Para: Gerson O tempo que ficamos juntos foi pouco, sei que te magoei por certas atitudes, peço que me desculpe. Porque você é im portante na minha vida. Te curto muito!! De: Alguém Para: Josiane Não consigo te esquecer, te curto de montão ... De: Alguém Para: Zeca (Engenheiro) Desde a primeira vez que te conheci, você não sai da minha cabeç~, soque voce nao sabe que eu existo. PÕ moreno, te cur to muito. O NOVO COLEGIADO FICOU ASSIM FORMADO: DIRETOR Roberto Galeano. REPRESENTANTES DOS PROFESSORES João Galeano, José Ricardo Ricalde Eliza Barnbil Leite,Od~ te Chisk, Huilza de Fátima Fernandes.' REPRESENTANTES DOS FUNCIONÃ.RIOS ADMINISTRATIVOS d _Haro1Aâo 1 ' .MedGeirdos,· MMar~a Tere~inha Leite Correia, Maria Me e1ros, 1na io.oy, aria de Fatima da Silva Gutierres. REPRESENTANTES DOS PAIS Iracy da Silva, Necy Godoy Leite, ANtonio Dinis Leite San tos, Zely Rodrigues Jara, Eide Jesus Rodrigues Leite. REPRESENTANTES DOS ALUNOS José Marcilio dos parecida Cavalcante, Alves Coelho. Santos, Adair de Arruda Amarilha Edna A Joana Ma • Q • ' - ria uintana, Roberto Rivanildoj PREÇO DESTE EXEMPLAR: CR$ 20.000.00 J EFICIÊNCIA - AGILIDADE - HONESTIDADE Rua !mirante Barroso, n%. 189 Bela lista - M ato Grosso da Sul c(J'WEC.ÇOP.:; E :11.JOfJ'l"I-.H:/'.; /OUT,'l'O E Hll'/lll'l'ff, f1irrt mono do Rio o último: J,1n'~1J1'l<>n lor, '. <.:cm junto::; <lc Unho , j<'i11l r. . Poupa:, em ralha, short:s, cami setas, pijamas, calcinhas, bermu - das, cores e modelo: c::colher. Rua Conde de Porto Alegre, fone (067) 439-1 846 t OS MIU,IIOHP,;, PHP.ÇO5 D/ CIDJf)J,'. 1 B?.L/ Vl::i'l'J - KQ Modas 7 }/ Till10 t71 .IF.A~S Cll'1 O 'iEI.IKlR Pl'lr,"O l>A CIDAOI: ! RI'A ODE DE TORTO ALFCRE- FONE (067) 4,19-116, ôíY-uá fJa b TIO EM ODA TFATH., DE O J.. 14 AO!,, ARTICOS F. COl'l«l KIQl'!'<IS Rl'A lll'IJL'F. llF. !".AX!AS (AO I.A!)() llA FAlt.'iÃCIA 00 JAIR) FJ(l(O'AI. (ffll'l.t:TO PARA ~a• 11rnr. ! Ô'TIMO AIT'lll'irNTCl. VISITF.-~OS F. (X)NrlRA Policia Balanço da Operação Expobel q h ocorrência ar4vi'ad foi reaistrad, daí o f to do período er considrado bis an to calmo pelo Dele+rio J • ·, r, ~ mundo, visto que neste per iodo sempre é cumum a incidência d furtos mediante arrob nto d residências, comércio e con tra v iculc:;, o D leqado con idrra qe a4 ranquilidade r innt deveu principalmen.e ao rabalho de policiamento preven ivo e oten sivo desenvolvido pela Policia Mili tnr de nos. " cid,1d,, cc:"l o reforço de policiais militares da 7~ CIPM de ,1,1rc1ir:, e pela pró pria Civil, que concentrou o po liciamento durante a noi e ar to na .íreu cen ral como nos bair ros da cidade, rovozando-su c:o~ a Polícia-Militar. Com rclaçiio as oc:orr~u:i,. v envolvendo brigas, principillm~n te naquelas que rcsullara~ e~ lesões corr,ori.lis, dentro do Par que de ExpÔsiçõcs, o Delegado= Josi Raimundo Pinto filho dPstn cou a brilhante atuaçiio dob policiais militares que sempre interviram com rigor e responsa bilidade, impedindo com isso Õ formação de tumultos que pode riam resultar em fatos mais gra ves, principalmente quando cõ mandados pelo Sargentos PMs Sa~ tos e Castilhas, enfatizou o Delegado. Economia e. Segurança Mercado Sacolão DE J. L. LOPES * Frios, frut.:is, verduras , enlatados, produtos de lla pcxa, bcbld;u, artlgos para· presentes e o aals coc:iplc to sort11:1CfltO de gCncros ii 11.i:icnticlos coa os r::,c:lhorcS preços da praça. * Rl.l..'l Santo Afonso, 1113 * fone - {067) 439-1661 Bcln Vista - HS () u l.ll. ' cia de Bela Vs a, Joé Raiman do Pinto Filho, considerou Las tante calmo o período da expot ção agropecuária de nossa cid de realizada de 17 à 25 de )u lho, em con ac o com a r :...ort., gem de a Tribuna da Fronteira o Delegado i for!"c,u o i; )do da d nominada "Operação EXPOBFL, 93", deser.c..idcnda pelas Tolicius Ci vil e Militar de nossa cidade de5de o último dia 16, vésp,...ra da abertura dara ior fsta bela 'JÍGtensc. Foram registrados os sn guintes casos denlro do Poroun: de Exposições: 03 lesões corpo rais e uma vias cJ, fato, decor rentes de brigas; 01 ameoca; 01 tentativa de estupro; 01 porte de arma de fogo; 04 porte de ar mas brancas (facas e punhain) i 07 embriaguês e desordem e ol furto de cheque. Já na cidade, fora do Par que de Exposições, registrou-se 01 vias de fato decorrente de briga, 01 embriaguês e desordem 01 tentativa de furto e 04 da nos materiais decorrentes de embriaguês. Destes casos, todos os ele mentes detidos, quando foi o caso, foram encaminhados à Dele gacia de Polícia e aqueles que não foram autuados em flagrante foram indiciados em inquérito - policial sendo que os casos es tão agora sendo devidamente apu rados pela Polícia Civil. -------==---===============~=== ------------==~=-============== Você vai sair de· CARRO NOVO: * MONZA KJDET, OMEGA, IPANEMA, C!IBVRTTE, CHEVY 5C0 , PICK-UP. *'Nós temos a FÓRMULA MAGICA para voce adquirir seu Chevrolet O KlL Compre direto de quem fabrica, Consórcio Nacional Chevrolet- O caminho mais fácil, seguro e económico de conquistar o seu CIIEVROLET O KM- * Novos Grupos - Novas Regras - Planos de 10, 25 e 50 meses! * Garantia de entrega de Fábrica. * O seu carro usado de qualquer marca é aceito como lance! * Informações e Vendas - (067) 439-1247 - APAVEL VEÍCULOS BELA VISTA - ~~~'O GROSSO 00 SUL 1 I J 1 l l O P t d Enc ontro da Sociedade Fronteiriça . on o e * BEBIDAS NAC!ON/!.IS E IMPORTADAS - AMBIENTE REFINADO Saboreie o Melhor Filet'à Parmegiana e à Cubana M ATENDIMEN:r<> SERVIÇO A Ll CARTE * JOGOS - LAZER - M1)SICA - O LOCAL MAIS APROPRIADO DA FRO!TEIRA * PARA VOCE JANTAR CM SUA FAMILIA E AMIGOS Bella • Vista Norte Paraguai -- ----- FAZENDA OCAIU 'A 'Município de A PartfIpação da FAZENDA OCAIUVA, de J0A qUIM PEREIRA TOMAZ, através de ELÓI LOUREIRO na Expobe1 93, fol marcante, Um dos filhos de bela Vista, de tradicio na1 famlfa belavitense, volta à terra, Lnd! cando caminhos a percorrer para transformar a nossa cidade num polo promissor. EIs algumas fotos dos SANTA GERTRUDIS que estiveram expostos na Expobel Uma nova opção para os produtores rurais de neta Vlota, altornntlvn para aprimorar o nosso rebanho, A rospe ito do SANTA GERTRUDIS temos a d1 zer o segufnte: Formada através de cruzamentos entre bovi nos de origem zcbu[na e europiia, a raça Santa Gertrudis foi desenvolvida para produzir carne nas rústicas e áridas pastagens do Sul do Te xas, nos Estados Unidos. Os trabalhos de cruzamento foram iniciados em 1910, nas Fazendas King Ranch. Seus proprie _tários utilizaram seu melhor rebanho Shorthorn, para cruzamento com Brahman, cujos produtos lo go mostraram excelente conformação e resistên = eia ao clima e parasitas. Em 1920, chegou-se ao primeiro reprodutor da raça, com formação 3/8 e 5/8 de sangue Brah man e Shorthorn, respectivamente. Deram-lhe o nome de Monkey e havia nascido no próprio Texas, próximo a um rio que se chama va Santa Gertrudis. - Em 1940, a raça Santa Gertrudis foi ofici almente reconhecida nos Estados Unidos como a primeira raça sintética de bovinos desenvolvida no Hemisfério Ocidental .. Aproximadamente, 150 filhos de Monkey fo ram utilizados para formá-la. Hoje, está repte~ sentada em 53 países das américas do Norte Central e do Sul, Europa, Ásia, África e Ocea nia, constituindo-se·numa raça universal, com amplo mercado para comercialização. f ERTILIDIIDE A raça Santa Gertrudis é extremamente fér til. Novilhas bem criadas podem ser cobertas ou inseminadas dos 14 aos 18 meses de idade, dan do sua primeira cria até mesmo antes de comple tar dois anos de vida. Com manejo adequado dos rebanhos, há plan téis puro em que o índice de parições se mantém próximo aos 907. As fêmeas Santa Gertrudis parem com fac.ili dadc e protegem suas crias zelosamente. Desta cam-se por sua longa vida produtiva, chegando a produzir mais de dez crias durante sua vida u til. Os bezerros Santa Gertrudis nascem com um .p_eso médio de 37 kg e são desmamados aos sete meses, com 240 kg, o que comprova a excelente - capacidade leiteira da raça. GINHO DE PESO Com um ganho de peso médio diário de peso acima de 1,00 kg, os animais Santa Gertrudis al cançaram em dez anos consecutivos (1981/1990) lugar de maior destaque na Prova de Ganho de Pe so, realizada em Sertãozinho, São Paulo, demons trando grande precocidade e rápido acabamento de carne. Os bovinos Santa Gertrudis proporcionam u ma carne magra, com um mínimo de gordura, possi bilitando cortes de melhor qualidade. Seu rendi menta de carcaça é de 537 em média. - DDIIPTDÇIIO Bela Rústicos e versáteis, os animais Santa Ger trudis são capazes de se adaptar a qualquer cli ma, formando uma raça cosmopolita, criada em diferentes regiões com as mais diversas caracte rísticas, Os bezerros são fortes; ativos e rapi çamente já estão mamando. - São animais bastante resistentes ao ataque de insetos e parasitas. Essas características marcante de adapta - cão vem permitindo sua rápida expansão de Norte a Sul do País, onde são encontradas as mais va riadas condições climáticas. SUporta muito bem o frio e as geadas do Sul, o calor e a seca do Nordeste e a umidade - do Brasil Central. CONTACTOS ELÓI H. LOUREIRO FONE (067) 439-1058 Vista - Proprietário: . - ' " -- Joaquim Novilhas Fêmeas Santa Gertrudis L - . .:. Pereira Tomaz 1 1 - ' -, 3 J • , • & ., Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1374_28_07_1993 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1376_31_07_1993 Voltar para a lista de itens