• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1381_12_08_1993

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M
DIARIO REGIONAL
ELA VISTA/MS ANO 2I NO 138II2 DE AGOSTO DE 1993 - 5+ FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 30,00
----~--------------------·-------------------
s
Prefeito de Porto Murtinho, Luiz Carlos de Abreu
,,,,
VIDTURIS PIRA IS POLICIAS
FLORESTAL, CIVIL E MILl·TIR
próximo.
Já a viatura que
a'tende a Policia Flo
restal de Porto Mur.
tinho está sendo to
talmente reformada
pela Prefeitura Muni
cipal e assim que fI
car pronta vai ofere
cer maiores condi­
ções de trabalho ,
maior segurança à co
munidade e sem dvi.
das um melhor contro
le das atividades de
caça e pesca em toda
a região.
o Prefeito Luiz
Abreu já está pleite
ando ainda junto às
autoridades governa­
mentais o envio de
viaturas novas para
atender as Polícias
Civil e Militar de
Porto Murtinho, as
quais se encontram
lagro Intensifica
Controle da Febre Aftosa
Através da Portaria no 0006/93, de
03 de junho de 1993, o Departamento de
Inspeção e Defesa Agropecuária de Mato
Grosso do Sul - IAGRO - determinou um
maior controle do gado, bovinos e bubali
nos, com idade inferior a 02 (dois) anos
que transitam a pé e os que se destina
rem a aglomerações, leilões, exposições
etc, tendo em vista a fácil disseminação
da febre aftosa entre esses animais.
Abaixo, na íntegra a portaria do
IAGRO-MS, de fundamental importância aos
pecuaristas, criadores e produtores ru
rais de nossa região.
ART. 10 - Os bovinos e bubalinos c/
idade inferior a 02 (dois) anos, que se
destinarem a aglomerações (feiras, lei
1Ões
1
exposições ou quaisquer outras) ,
bem como aqueles que transitam a pé para
quaisquer finalidades, somente poderão
ser liberados se jã houver transcorrido
um mínimo de 07 (sete) dias e um máximo­
de 90 (noventa) dias da última vacinação
com vacina oleosa, de emulsão simples em
Óleo e água, contra a febre aftosa.
ART. 20 - O cumprimento desta, ocor
re sem prejuizos das normas, regulamen
tos e exigências sanitárias específicas­
de cada evento, desde que não extrapolem
os prazos fixados no art. 10.
ART. 30 - Esta portaria entrará em
M 'vigor a· contar de 15 de agosto de 1993
revogadas as disposições em contrário.
Campo Grande-MS, 04/08/93
Olímpio Crisóstomo Ribeiro
Diretor Geral
44 Leilão
Caracorte
Dia - 18/08/93 - No Tatersal do Sindica
to Rural de Caracol
Realização - Sindicato Rural de Caracol
e Porteira Leilões Rurais
Participe! Caracol espera - voce l
As dificuldades
quanto ao alcance do
perfeito atendimento
dentro dos parâmetros
exigidos pela Organi
zacão Mundial de sa
de é muito grande er
nosso País, mesmo
em centros considera
dos desenvolvidos ,
onde há condições de
urna melhor aplicação
de método imunológi­
cos, com áreas de
fácil acesso e popu­
lação consciente.
Bela Vista, até
pouco tempo atrás, e
ra considerada uma
"cidade padrão",pela
sua capacidade cria­
tiva e equipe com
elevado nível profis
sional, o que fazia
dos responsáveis pe
la saúde pública be
lavitense, verdadei­
ros heróis,principal
mente quando o assun
to era campanha de
véicinação.
No último dia
06 de agosto, teve
início mais uma eta­
pa de vacinação con
tra paralisia infan­
til no município, vo
ce sabia?
E a divulgação
antes intensa, hoje
é zero.
Não estamos sa
bendo, nem a progra­
mação das equipes va
cinadoras, o que tor
na difícil o traba
lho dos próprios fui
cionários do Centro
de Saúde, uma vez q/
em regiões da zona
rural, há necessida­
de de um aviso pré­
vio, para que os mo
radores das proximi­
dades possam concen
trar-se no local de
terminado. -
O desinteresse
O Prefeito Luiz
Carlos de Abreu, a
través de gestões
junto a Secretaria
de Segurança Pública
do Estado, viabili
zou o envio de uma
viatura Marca Toyota
zero quilômetro ,
para atender o Desta
carnento de Polícia=
Florestal de Porto
Murtinho que vinha
enfrentando dificul­
dades para a realiza
cão de operações na
região devido a defi
ciência provocada pe
la falta de um veícü
lo próprio para os
deslocamentos dos Po
liciais. Segundo as
informações a viatu­
ra viabilizada pelo
Prefeito será entre­
gue no mais tardar a
té ornes de outubro
Saúde Públic
e a despreocupação
de atingir-se metas
é total.
Sem divulgação.
Sem viaturas pa
ra acessos difíceis.
Sem esquemas de
trabalho.
Sem organização .
Realmente, te
mos que afirmar, mui
ta coisa mudou.
Explicações?
Sempre teêm.
Aceitáveis?
Bem, quando o
assunto é saúde, as
justificativas nem
sempre são o melhor
remédio.
Há necessidades
de 'se fazer uma re
formulação dentro do
quadro de saúde, on
de o requisito "capa
cidade profissional;
seria a exigência
maior.
* Vereador Mar­
co Rondon de Olivei
ra (foto à direita).
em situação bstante
difícil devido a fal
ta de uma viatura
dequada para as dili
gências em nossa re
gião. -
Segundo o Prefei
to Luiz Abreu" paro
uma maior segurança
da população, ao nos
sas Polícias dever
estar sempre bem e
quipadas, da forma
que se encontra hoje
tanto a PM como Po
lícia Civil em Porto
Murtinho é quase que
impossível a realiza
ção de diligências e
até mesmo do traba
lho normal da Po1
eia que em muitos ca
sos é obrigada a de=
senvolver suas ativi
dades praticamente a
pé" destacou o Pro
feito Municipal.
--
.1
Governador
Receberá Estudos
Constitucionais
em Setembro
O governador Pedro Pedros
sian recebe, no dia 20 de se
tembro, um documento elaborado
por 14 juristas do Estado com
sugestões para a revisão cons­
titucional prevista para outu­
bro. Desde maio, uma comissão
nomeada pela Secretaria de Jus
tiça e Trabalho, vem se reunin
do semanalmente na Escola de
Magistratura de MS ( 60 andar
do Fórum) preparando sugestões
para o que tem sido considera­
do o fato político mais impor
tante do ano.
Matéria na Página-04

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"i· pefelto Mantelpa! d Ala VI«ta-Ms, no uso de
trJglçs le al,
I-Torna Pé!llo para cnhIsento dos Inter+asados, o rsul
tado final dos candidatos dos grupos nfvl superior, 2? na
completo, 1! rau opleto, 1? grau Iroplet e alfabti7a
do, aprovados nas provas erita e prática do Concurso fwll
co para proviento de Carpo do Quadro Perante da PrefeI
tura Municipal d Bela Vis.a-MS;
II- E, no uso da copetncla que lhe confere o gb-Item .l
do EDIÍAL. M9 01/9) de 19 de arl1 de 1993, o Prefeito Muni!
pa1 de Dela V:ta-MS, FAZ SABER que HOMOLGA o referido re
sultado,
Rela Vista,10 de Aosto de 1993..
Abraão Aroa Zacarias
Pré!elto ?'unlcip,al
APROVADOS
Relação Final - Concurso Pütlfco(1993) - Eit!da em 02/0 /93
Inscrição No do Candidato Média
205-8 000110100
0200·7
0171•0
0113·5
0120-2
0326·8
0310-7
0392·8
0256·5
0040·8
0205·8
0599-1
Olll·9
0383·4
0226·0
0363·0
0631·3
0225·1
0371·6
0347·0
0081-3
0290·3
0123·7
0218·4
0435·0
0454·5
0334-3
0442·7
052.l-3
0247·1
0529·9
0467-1
0608·5
0131-2
0584·9
0477·3
0395·2
0361·4
0366·5
0408·9
005 7·7
0597·5
0506·0
0533·1
0036·5
0039·0
0483·2
0025·5
0265·9
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0034·9
0425-8
0124·5
0567·0
092-6
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0436-8
0426·6
0441-9
0286-0
0090-7
0176·0
0489-1
0549-2
0404·6
0088·0
0219·2
0447·8
0224-3
0278-5
0337-8
0478-1
0587-3
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0472-2
0449·4
0390·1
00)8·1
0170-l
0399-5
0130·4
0063·6
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Francisco Paulo de Oliveira
Osvalda Cu[mares Benttes
Ivone de Souza
Euzeblo Pereira
Fel!pa Voado Mar In
Aparecido de Toledo
Ana Marta Valdez
Floriana Florentino Ximenes
Rosnlva Urin•s
Edil son Ramiio Per e Ira
Ramona Aparecida Caceres
Armando Rosa da Rocha
Adriana Canlza
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Pascuala Comes
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Maria Rosely Peralta
Ceov.1na Mleres
Fr,mcl.sca T. D. Banza to
Ramona Apareci.da Gonçalves
Rnmona Cgidla Coenc Martins
Llvrada f'.cheverria ~t.,rtlns
Sofla Ortelhado Selxus
Lldlna Cristaldo franco
Ana Rosa Brites
Nair da Sl.lva
Franclsca Fl.gueircdo
Selva lfartlns
Elias Louvelra
Sandra Maria Mendonça
Margarida Franco
Ell,,s de Oliveira
M.irla yenir Garcia
Roslana Apareci.da Cuevas
Juliana Ca:narra Marinho
Selmirn Rodrigues F. Cruz
Ode.mar Lino Moraes
Lucio GM..3rra
Harly Xavler da Rocha Gomes
Tlto Aires áa Rosa
Abadia cedlla F . .11arques
Rosa Prieto Jnr«1
Rosl.nelde Hartlns Fernandes
Alfredo Vaz
Soell dos Santos Borges
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Denlr Cardoso Arce
Pedrosa Arcco Orosco
Sebastião Agul.lera
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.Tribuna da Fronteira
Diário Regional
(FUNDADO EM 20/02/1972)
Diretor-Redator-chefe: Iva1do Pereira
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Secretário de Redação: Ubaldino Rodrigues
Reportagens: João Carlos Velasquez, André !valo,
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Redação, Departa:mento Comerc:i.al e Parque Gráfico
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em Brasília e Sãq Paulo.·
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FILIADO A ADJORI (MS) E ABRAJORI
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1.800,00
3.600,00
1.200,00

JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA 03
BRASILIANAS Isidro Barioni
Ê Pau é Pedra·
' Nos bastidores do Congresso, começou a
acirrada luta entre dois grupos de parla -
mentares. Um quer a revisão constitucional
a partir de outubro, como prev6 a atual
constituição. O outro defende a reforma cm
94, depois de eleitos o futuro Presidente
da República e o novo Congresso.
o governo aponta na revisão ainda este
ano. Mas quem vai decidir a parada é o PHDD
na convenção nacional de setembro. A par -
tir dai, as posições se definem.
Chapa Branca
O Ibope está balizando a ação do Gover­
no federal na preliminar do jogo sucessó -
rio.
O Ministro da Previdência, Antonio Brit
to, sagrou-se campeão da aprovação popu
lar. Conseguiu o indice de 32 de menções
favoráveis. O segundo colocado foi o Mini~
tro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso.
A chapa idealizada no Palácio do Planal
to aproveita a popularidade dos dois Minis
tros. Fernando Henrique como cabeça de cha
pa, Antonio Britto de vice.
Guerra das CPls
Agosto é mês de cachorro louco. E, por
tradição da política brasileira, de crises
constitucionais, de renúncia e até de sui­
cidio de Presidentes da República.
Este ano, o tempo vai esquentar na Cãm~
ra Federal e no Senado, neste mês de agos­
to, por conta de Paulo Maluf, PPR, PT, CUT,
com pedidos de CPIs para apuração_de denun
cias sobre a movimentaçao de fantasticas
quantias em dólares por malufistas e petis
tas de acordo com as escaldantes acusa -
çõe~ mútuas, trocadas nos últimos dias de
julho.
Bala na Agulha
se o Ministro da Justiça, Mauricio Cor­
rêa decidir desembarcar do Governo, em a­
gosto, o Presidente Itamar Franco não vai
perder tempo na escolha de um substituto.
A juíza Denise Frossard, responsavel p~
la condenação de 12 bicheiros cariocas, e
dispavado a favorita de Itamar para o Mi -
nistério da Justiça.
Com a vantagem de recolocar uma repre -
sentante feminina no primeiro escalao do
Governo, depois das desastrada~ experiên -
cias com Yeda Crusius no Planejamento e
Luiza Erundina na Administração.
Enigma Baiano
Semanas depois do encerramento da confe
rência Ibero-Americana, em Salvador, o Go­
vernador Antonio Carlos Magalhães ainda
procura decifrar o sentido de uma frase
que lhe foi dita pelo Presidente Itamar
Franco.
Ao despedir-se dele, após uma visita ao
Palácio de Ondina, no momento em que ACM -
se propôs a acompanhá-lo até o hotel onde
ia ficar Itamar agradeceu com uma enigma­
tica justificativa: "Não faca isso, Gover­
nador. Não faça, senao eu não volto mais
aqui".
Lanterna na Mão .
Ninguém se iluda. Orestes Quércia e Jo
sé Sarney estarão na mesma trincheira, na
convenção do PMDB, em setembro e na campa­
nha política de 94.
O entendimento chegou ao requinte dos
detalhes. se o candidato peemedebista à
Presidência for Quêrcia, o vice virá do
Norte ou Nordeste com as bençãos de Samey.
Se o candidato do PMDB for Sarney, o vice
sairá de são Paulo. Com o aval de Quércia.
Sinfonia Tucana
Os cardeias do PSDB têm como ponto man-
o e pacifico: FHC virou grife para a _ su
cessão presidencial. Segundo_a avaliacao -
dos tucanos, Mario Covas fara em 94 mais
uma incursão como candidato ao Governo de
São Paulo. José Serra disputa o Senado; Tas
so Jereissati se candidata a Governador no
Ceará; José Richa quer voltar ao Governo­
do Paraná; Marcelo Alencar será o candida
to no Rio. -
Na Última reunião do diretório Nacio
na do PSDB, a partitura eleitoral de 94 -
ficou pronta. Nem, por isso, os tucanos -
deixaram de refletir sobre a possibilida
de de o partido experimetar o fenómeno da
inversão térmica política: o Governo Ita­
mar pode chegar às eleições de 94 sem con
dições de eleger missem quermesse.
Dente de Leite
O Rio de Janeiro, pode ter o Governa -
dor mais jovem de toda a história políti­
ca do Estado. Se o Governador Leonel Bri
zola e seu vice, Nilo Batista, se desin -
compatibilizarem para concorrer a cargos
eletivos, vai assumir o Governo o Deputa­
do Fernando Gonçalves.
Ele pertence ao PTR e tem 36 anos.
Idéia Fixa
Confidência da Deputada Federal Ãngela
Amin, do PPR de Santa Catarina, a respei­
to do projeto político de seu marido, o
Senador Esperidião Amin, Presidente do
PPR:
- O sonho da vida dele é a Presidência
da República. Não sei se ele vai tentá-la
em 94. Mas que ele a quer, isso quer.Amim
tem boa biografia política. Começou como
Prefeito de Florianópolis, elegeu-se Go
vernador e depois voltou a ser Prefeito,
pelo voto direto. Da prefeitura saiu para
o Senado.
Raízes Políticas
Jornais e revistas deixaram de identi­
ficar a origem.política do novo secretá -
rio paulista da Agricultura, o Empresário
Roberto Rodrigues, Presidente da Socieda-
de. Rural Brasileira. .
Ele é filho de Antonio Rodrigues Filho
que foi secretário da Agricultura no Go
verno Abreu Sodré, quando substituiu Her­
bert Levy.
Da Secretaria da Aqricultura saltou pa
ra a vice-governança do Estado, em dobra=
dinha com Laudo Natel.
.Dupla Dinâmica
Reconciliaram-se dois antigos adversá­
rios na política do Estado do Amazonas: o
Governador Gilberto Mestrinho e o Prefei­
to de Manaus, Amazonino Mendes.
Se a paz durar até a leicão casada de
94, formarão uma dupla difícil de ser der­
rotada. Com a perspectiva de levarem para
a política amazonense o estilo Pelé-Couti­
nho com suas inesquecíveis e desconcertan­
tes "tabelinhas".
Com a Bola Cheia
O PT conseguiu a poleposition nas pes
quisas eleitorais para o Governo do Rio
Grande do Sul. Olívio Dutra, ex-Prefeito­
de Porto Alegre, obteve o primeiro lugar
com 31% das intenções de voto.
O levantamento foi realizado pelo Ins­
tituto Gallup. O PMDB tem uma quina do
candidatos: Pedro Simon, Ibsen Pinheiro ,
Nelson Jobim, Antônio Britto e Odacir Kl~
in para lembrar apenas os de maior densi­
dade eleitoral. Nelson Marchezan será o
candidato do PPR.
Ironia do Destino
O Governador da Bahia, António Carlos­
Magalhães,conseguiu dois fortes aliados -
no PPR na articulação da candidatura do
cardiologista Adib Jatene à Presidência -
da República: O Senador Jarbas Passarinho
e o Deputado Delfim Netto.
ACM faz o marketing da candidatura de
Jatene exibindo o resultado de uma pesqui
sa conceitual que aponta como requisitos
básicos para os candidatos presidenciais­
em 94: eficiência e seriedade.
Curioso, o doutor Jatene, um especia -
lista em salvar corações, pode, na campa
nha do ano que vem, condenar os coraçoes
dos adversários à aflição e ao estresse.
Time de Itamar
Mudanças à vista no Ministério e na li
derança do Governo na Câmara Federal, em
agosto. O Governo precisa recompor a maio
ria como ponto de partida para aprovação­
de projetos ligados ao plano de ação ime­
diata do Ministro Fernando Henrique.
Sem uma completa reformulação na área
política, a escolha de um coordenador e u
novo esquema tático no Congresso, o Presi
dente Itamar vai reproduzir o fiasco da
seleção brasileira nas eliminatórias. i;
sua equipe de Ministros não passará de um
Brancaleone Futebol Clube.
(Momento Legislativo)
Secretaria de Educação Começa Repasse
de Verbas para Núcleos e Escolas
A partir do dia 16 de agosto a Secreta­
ria de Educação dará inicio a lo etapa b ras
se de verbas aos 68 núcleos educacionais e
386 escolas da Rede Eistadu'àl de ensino. Os
CR$ 16.856.400,00 repassados nesta primei­
ra etapa são referentes ao bimestre agos
to/setembro e só serão liberados mediante
a aprovação do Plano de Aplicaçao apreser­
tado por cada uma das escolas. Este Plano
deverá chegar à Secretaria até o dia l0 de
agosto para ser analisado pela Diretoria
de Execução Orçamentária e Financeira da
Secretaria que fará a liberação dos recur­
sos.
à repasse financeiro vem consolidar a
posição do Governo Pedrossian de implantar
a descentralização do ensino no Estado ~
través da autonomia pedagógica, administra
tiva e financeira de cada uma das unidades
educacionais da Rede F.stadual. "A autono -
mia financeira é o último passo para ades
centralização. Para executá-lo a Secreta -
ria promoveu de 22 a 28 de julho a capaci­
tação de 225 servidores entre chefes de nú
cleos, diretores das escolas e funciona­
rios administrativos" lembra a Coordenado­
-ra Geral de apoio técnico administrativo,
Thie Higuchi Viegas dos Santos.
O critério para a distribuição da verba
é o número de alunos em cada escola, que
receberá CR$ 50,00 por estudante matricula
do. "Separamos os núcleos em pequenos, m­
dios e grandes que dividirão a cerva de
CR$ 1.610.000,00 de acordo com seus cus­
tos. Já para as unidades escolares serão
repassados CR$ 15.246.400,00. Thie lembrou
que a participação do colegiado na formula
cão do Plano de Aplicação é uma medida a
conselhada pela Secretaria, "porém - disse
ela -faremos o acompanhamento da aplica­
cão dos recursos repassaodos para as
escolas" .
.l. -----====~= ·=· ==============================·====--==============
~ GOVE'l'tNO ~IS '
~ O FnTURO AGORA •
" ======================----===---------------------------------------------

LA VISA, 12 D! AGOS'O DE 1.9'
cIFERENCI VI DISCUTIR QUES1j@
oos RECURSOS HUMINOS NI IREI DE SIUDE
Polo menor. 100
profissionais da á -
roa de todo o Esta -
do, estarão partici­
pando, nos próximos
dias 18,19 e 20 de
agosto, da II Confe­
rência Estadual de -
Recursos Humanos pa­
ra a Saúde, que será
realizada no auditó­
rio da Diretoria Ge­
ral de Desenvolvimen
to do Recursos Huma­
nos da Secretaria Es
tadual de Saúde. Es­
te Encontro será pre
paratório para a Con
ferência Nacional de
Recursos Humanos que
acontece de 13 a 17
de outubro e que tem
por objetivo o forta
lecimento do Sistema
0nico de Saúde, atra
vós da melhoria de -
qualidade doo sorvi­
cos_prestados à popu
lnçao.
Todos os r;etores
direta e indiretamen
te envolvidos com a
questão estão sendo
convidados a partici
par desta conferên
eia estadual, que
não acontece desde -
1984.
Segundo a Direto­
ra Geral de Desenvol
v irnento de Recursos
Humanos da Secreta -
ria de saúde, Maria
Elizabcth Araújo A -
jalla, praticamente
todos os representan
tos dos Conselhos Mu
nicipais de Saúde es
tarão presentes à es
ta conferência, opor
tunidade em que se
fará uma diagnóstico
da situação dos re -
cursos humanos do se
tor de saúde no Esta
do de Mato Grosso do
Sul.
GERENCIIMENTO COLEGIIOO É ftPONT ano
COMO NOVO CAMINHO PARI D EDUCDÇÍO
A decisão do Governo Pedros­
sian de implantar o gerencimen­
to colegiado nas Escolas Esta -
duais, está sendo apontado como
um dos caminhos para a recupera
cão do ensino público. Os pri
meiros resultados mostram uma
queda de 1,9 da evasão escolar
no 10 grau em 91. A reprovação
de alunos caiu 6,9% no mesmo pe
riodo, já no 29 grau a evasão •
caiu 3,8% e o índice de repetên
eia diminuiu 38. -
Segundo o físico e membro do
I11stituto de Estudos Avançados
da Universidade de são Paulo ,
Sérgio Costa Ribeiro, que parti
cipou do Encontro de Capacita -
ção de Diretores e Membros dos
Colegiados das Escolas Estadua­
is realizado no Colégio Esta
dual Maria Constança. de ar -
ros Machado, "as pesquisas rea­
lizadas nas Escolas do Rio de
Janeiro sobre a evasão e repro­
vação mostram que somente o en­
volvimento da soceidade na ques
tão da Educação vai trazer uma
mudança verdadeira para o setor!
Para Sérgio Ribeiro-os dados
Governador Receberá Estudos
Constitucionais em Setembro
O Governador Pe­
dro Pedrossian rece­
be, no dia 20 de Se­
tembro, um Documento
elaborado por 14 ju­
ristas do Estado com
sugestões para are­
visão constitucional
prevista para outu -
bro. Desde maio, uma
comissão nomeada pe­
la Secretaria de Jus
tiça e Trabalho, vem
se reunindo semanal­
mente na Escola de
Magistratura de Mato,
Grosso do Sul (60 an
dar do Fórum) prepa=
rando sugestões para
o que tem sido consi
dcrado o fato polítT
comais importante=
do ano.
Três sub-comissõ­
es de organização
dos poderes, de admi
nistração pública ~
finanças, orçamento
e Municípios e da or
dem econõmica,sooiaT
Segundo Maria Eli
zabeth, o processo -
de municipalização -
da saúde tornou ain­
da mais necessária a
realização desta Con
ferência sobre recur
tos humanos.
"Hoje existem num
resmo local de traba
Jho funcionários do
Governo Federal, Es­
tadual e Municipal ,
cada um com régimes
jurídicos, jornada -
de trabalho e salá
e defesa dos interes
ses do cidadão - fo­
ram criadas para que
sejam analisadas as
propostas enviadas -
pela sociédade.
Nesta quinta-fei­
ra (12/08), às 08:00
horas, na Escola de
Magistratura, será -
realizada a primeira
reunião geral da co­
missão, quando as
propostas serão ana­
lisadas conjuntamen­
te. O Mato Grosso do
Sul é o segundo Esta
do a estabelecer uma
Comissão de Estudos
Constitucionais (São
Paulo foi o primei -
ro) visando as modi­
ficações de outubro
prõximo, previstas -
no Artigo 30 do Ato
das Disposições Cons
titucionais Transito
rias, em 1988.-
A Comissão está
diretmente vincula-
Ili
Motor - 3
da à Secretaria de
Justiça e Trabalho e
fazem parte dela os
desembargadores Clau
dionor Miguel Duar
te, Marto Antonio
Cândia, ALécia Anto­
nio Tamiozzo, o uiz
de Direito Francisco
Gerardo de Souza,Pro
curador de Justiça -
Alindor Pereira da
Silva, Procurador da
República Luiz Lima
Stephanini, Procura­
dora da Defensoria -
Pública Heloísa Hele
na Maciel, Procura,Ç
dor do Estado Nelson
Mendes' Fontoura Ju -
nior, Advogados Abrão
Razuk, André Luiz Ma
luf de Araújo, inai.
cados pela Ordem dos
Advogados do Rrasil, •
Wilson Vieira Loubet,
Renato Araújo .Cor -
rêa, Carlos Alberto
de Marques e Vladi -
mir Lourenço.
rios diferenciados"­
explica Maria Eliza­
beth, ao destacar a
lmportãnci de ac
discutir melhor a ca
pacitação deste qua­
dro de pessoal.
Neste sentido, os
dois principais te -
mas a serem discuti­
dos na conferência -
serão a "Gestão de
Recursos Humanos no
contexto da Municipa
lização dos Serviços
de Saúde" e "A Quali
oficiais que vem sendo forneci­
dos pelo Ministério da Educação
apresentam um quadro bastante -
diferente da realidade encontra
da por sua pesquisa. "A tese de
que a metade das crianças aban­
donam a Escola entre o primeiro
e o segundo ano escolar prejudi
ca o trabalho dos educadores.Es
se indice, na realidade é de
28. A diferença existe por não
estar sendo incluídas as taxas
de repetência e rematricula"
afirma o físico.
A problemática apresentada -
A Secretária sta
ual de Saúde, Vera
Fodjaoglanian assi -
nou, com a Prefeita
'e Antonio João, Nil
ce Alves de Oliveira
rreire, convênio que
trata da municipali-­
zacão da Saúde. É o
34 unicipio do Es­
tado a se integrar -
o programa de des -
centralização, execu
tado neste Governo.-
Com isso, os re -
cursos do Governo Fe
deral para o setor -
passarao a ser libe­
rados diretamente pa
ra o Município, tão.
logo o convênio seja
homologado pelo Mi -
nistério da Saúde.·
Com a publicação
da Norma Operacional
Básica do Ministério
da Saúde, em Junho,o
programa de municipa
lizacão entrou em
sua segunda fase, a
partir da criação da
comissão bipartite -
de Mato Grosso do
Sul. Essa comissão -
conta com a partici­
pação dos Governos -
Estadual e Municipal,
tendo como objetivo
principal definir
normas para a opera­
cionalizacão do pro­
grama, fixando crité
rios e emitindo reso
luções sobre cada u­
ma das acções da muni
cipalização.
fica;ão de Recursos
Humanos no Proso
de Transição do Sis­
tema de Sado",
Uma especialis.a
em Recursos Humano,
da Escola Nacional -
de Saúde Pública da
Fundação Osvaldo
Cruz, a Professora -
Maria Helena Macha -
do, será a conferen­
cista que vai falar
sobre o perfil dos
recursos humanos no
sistema de saúde cn
transição.
pelo pesquisador é fruto de uma
cultura da reprovação. "Nosso -
sistema de avaliação é repres -
sor e nao considera o aprendiz
do global do aluno.
Não se mede o conhecimento -
de alguém através da ameaça da
reprovação", disse Sérgio.
"Somente o envolvimento da
sociedade, das autoridades e da
Escola como um todo é que vai
trazer novas formas de avalia -
cão. O Gerenciamento colegiado
é de fundamental importância -
nesse processo", concluiu.
Saúde Municipalizada Também
em antonio João
A primeira tarefa
assumida pela comis­
são, é a realizar;ão
de estudo sobre a -
possibilidade dos ME
nicípios assumirem o
controle e avaliação
do Sistema único de
Saúde (SUS), no sen
tido de viabilizar
convénios com insti
tuições filantrópi -
cas e contratos co
os hospitais priva
dos.
Os Municípios de:
verão ficar responsà
veis, também, pela
Administração das CE
tas de Autorização
de Internação Hospi
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A GUERRA "SANTA" DO PISCO
Os governos não querem aceitar que começou uma nova era,
que se estenderá pelo século XXI.
Não se aceita mais a carga tributária ou a cobrança do
impostos ilegais. Não dá mais para fazer obras por fazer, como
pretexto para acerto de interesses públicos e privados. Bom
pretexto, aliás, porque as obras enchem a vista do povo. As
que não aparecem, ficam para as calendas, Esgoto, por exemplo.
Não dá mais para ampliar poleiros para encaixar apadri­
nhados no serviço público. Quem o fizer estará cavando a sua
sepultura. Mas sempre há os que só acreditam depois do desas
tre. Apoiam-se no FRACASSO das tentaivas anteriores de anea­
mento da vida pública. Os inquéritos de 1964. A forca total tlt•
1968, de antes e depois. Acontece que vivíamos um mercado fe
chado interno e um mundo repartido em economias estanques. Era
possível transferir a ineficiência, a corrupção, os lucros abu
sivos, as comissões a terceiros, os impostos indevidos e até a
sonegação, para os preços. Isto foi esgotando a capacidade a
quisitiva do povo.
Foi gerando a inflação e o achatamento salarial. F'oi au
mentando a miséria. Não dá roais. Não dá para tirar mais da pro
ducão e do consumo. Não adianta guerra "santa" contra os con
tribuintes. O fisco nada tem de "santo" nem de inocente.
Nunca se preocupou com a legalidade. Esta guerra, para a
qual se prepara o fisco destruirá a economia. A sua vitória se
rã derrocada de todos. o cobertor não dá para todos. Enxugar,
primeiro. Reduzir a carga tributária; DEPOIS: E preciso um ce
sar fogo e armistício, ao invés de guerra. Não somos nem sér
vios, pem croatas, nem bósnios. Recomeçar, é que é necessário.
Inclusive com uma nova Primeira Missa para apagar o passa
do de abusos de ambos os lados e começar uma nova história do
Brasil.
+ A ESQUERDA E A REVISÃO CONSTITUCIONAL
A esquerda foi e é a maior força reacionária do mundo de
hoje. Não quer, porque não quer, ver o momento histórico. For­
jou, desde o século passado, dogmas humanos dos quais não abre
mão, ainda quando se metamorfoseia em face do desmorcnamento -
do império soviético. Uma das falácias é que a esquerda expri­
me prioridade social. SÓ no discurso. A prova está na pobreza
dos países socialistas. Só a burocracia do partido e do Estado
tinham padrão de classe média e a cGpula de ambos o padrão dos
novos ricos ocidentais. Não por competência na produção de
bens e serviços, mas pelo controle da máquina de poder. Outra­
falácia é que o anti-esquerdismo é expressão do medo da classe
dominante. Aqui e ali será. Mas boa parte dessa classe dominan
te não tem a menor dificuldade de passar de um lado para ou=
tro. O Lula sabe disso e age em consequência. Seria estranho -
se não o fizesse. Sempre foi assim e continuará a ser, porque
a verdade é que, para uns e outros, o poder é que conta e logo
cessa tudo quanto a aparência de conflito sugeria e todos se
compõem, à custa de alguns bodes expiatórios. Uns ficam com o
lucro; outros com as comissões. O que importa tornar claro é
que a esquerda contraria a natureza das coisas, tanto quanto a
direita. Uma e outra tem no Estado o valor máximo da vida so
cial e apresentam as "razões de Estado" para legitimar as a­
ções denominadas de "interesse p6blico". A direita e a esqu r­
da são irmãs siamesas na rejeição da liberdade do homem, qu, ,
na vida, o valor por excelência.
* GREVISMO POL!TICO
1
1
1
1
Os líderes sindicais estão carecas de saber que greve não
resolve nada. Reduz a riqueza produzida, que não dá para to­
dos. É que greve não gera riqueza para atender as reivindica
ções.- Tem de sair de algum lugar. to de menos. O que importa=
para as"lideranças", consciente ou inconscientemente, é o efei
to político da greve, com olhos na eleição de 94. Os adversa
rios do Lula que se cuidem, sejam governantes ou empresários .
Vão tomar greve de todos os lados. E denGncias. Enfim, a
militância está em todo o lugar à busca de tudo que servir pa
ra abalar os adversários. Não se trata de ver leões no corre
dor da casa. Mas de raciocinar com a natureza das coisas, a
partir das crenças dos que estão no comando das ações em anda­
mento. Não é acusação; é constatação. E não é medo da doença.
t diagnóstico dela. Para que, talvez, se controle o remédio.
Se a doença for cáncer, não adinta diagnosticar dor de
barriga.
REVISÃO CONSTITUCIONAL
A norma que a determima não especifica que deva ser feita
pelo atual Conaress.
_ s6 estabelece que deve ser feita após cinco anos da promul
gaçao. Os oeputados atuarão sob duas pressões básicas: uma re
'ativa s necessidades atuais da populacão, para libertar-se=
da escravidão da miséria e, outra, para criar condições de a
brir passagem para o futuro, que aponta para o ingresso no mun
do, sem isolacionismos políticos ou econômicos.
A questão mais dificíl é a compatibilização das duas: até
que ponto a abertura econômica responderá com rapidez à redu
çao da miseria de amplas camadas e ao estancamento do processo
de empobrecimento que atinge a classe média.
A paciência para esperar não é um hábito da classe média.
O desdobramento político é inevitável, a menos que se a
fastem todos os obstáculos aos investimentos, aproveitando as
vantagens comparativas que o Brasil pode oferecer.
E preciso inteligência viva e ágil para conseguir os ca­
pitais, disputados no mundo todo.
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
* PREÇO DO EXEMPLAR CR$
DLRIO REGIONAL
30,00

JORNAL, TRIPUNA DA FRONTEIRA o
LINDS PISSIRO TER AULAS
SOBRE TURISMO NIS - ESCOLIS
A Embratur (Empre­
sa Brasileira de T'y
rismo) junto com a
Codems (Companhia de
Desenvolvimento Eco­
nSmico do Estado) e
as Prefeituras de 11
Municípios, começa a
desenvolver em Mato
Grosso do Sul o Pro­
jeto de Conscientiza
ção e de Iniciação -
Escolar para Turis
mo, Segundo Leila
Lemgruber, Chefe da
Divisão de Coordena­
cão e Atividades Coo
perativas da Embra -
tur, em novembro se
rá desenvolvido uma
testagem-piloto em
duas escolas de Cam­
po Grande.
Lemgruber fez a
apresentação do pro­
jeto, na sede da Co
dems, aos represen -
tantes das Secreta -
rias Estadual e Muni
cipal de Educução,dÜ
Secretaria Municipal
de Cultura e Despor­
to, do Sena (Serviço
Nacional de Aprendi­
zagem Comercial) .e
da Federação do Co
mércio do Estado. A
reunião contou com
as presenças do Se
cretário Adjunto de
Turismo, Indústria e
Comércio, Paulo Pon­
zini; Presidente da
Codems, Olímpio Tei­
xeira, e Diretor de
Turismo da Companhia
Aurélio Rosas.
De acordo com a
técnica da Embratur,
o projeto prevê o en
volvimento de duas -
Escolas por Municí -
pio, sendo que em Ma
to Grosso do Sul se-
rão atendidos aque -
les credenciados jun
to à Embratur: Aqui
dauana,Campo Grande,
Corumbá,Coxim, Bela
Vista,Bonito, Dou,a­
do.,Miranda,Ponta Po
rã, Porto Murtinho e
Três Lagoas.A idéia
é de que as primei -
ras escolas a se en
gajarem neste traba­
lho,passem a atuar -
como agentes multi
plicadoreo.
Ela explicou que
nao haverão discipli
nas especificas so
bre turismo.A propos
ta é de que em cada
matéria se introduza
informações sobre o
assunto.Nas aulas de
matemática,por exem­
plo,os professores -
poderiam ensinar se
us alunos a fazerem-
Cobrança do Fator Moderador
do Previsul Começa dia 15
Entrará em vigor a partir do
próximo dia 15 de agosto, a co­
brança do Fator Moderador de
Consulta Médica, adotado pelo
Instituto de Previdência Social
de Mato Grosso do Sul(Previsul)
como forma de conter o uso inde
vido dos serviços de saúde ofe=
rcidos pelo Instituto.Portaria
neste sentido foi publicada no
Diário Oficial do Estado. De a­
cordo com a portaria a presta
çao de serviço, tanto na área=
de assistência mêdica, como na
odontológica, será realizada
após o pagamento de uma comple­
mentação fixada em Cr$ 80 mil
denominada "Fator Moderador".
O valor do Fator Moderador -
também foi fixado através de
portaria do Previsul, publicada
no Diário Oficial. O reajuste -
do Fator Moderador será feito
de acordo com o índice de aumen
to salarial dos servidores, re­
ferente ao salário do nível ele·
mentar, no máximo. Com essa me=
dida, o Previsul espera equipa­
rar a receita do órgão com o
montante das despesas. O objeti
vo principal é aplicar mais re
cursos na melhoria dos serviços
prestados pelo Previsul.
De acordo com o Diretor Ge
ral do Previsul, Antonio Carlos
Vasques, o número de guias de
Consulta extra expedidas pelo
orgao tem sido muito grande, re
velando que estão sendo cometi=
dos excessos na utilização dos
serviços prestados pelo Previ -
sul. Segundo Vasques, "somente
no mês de julho foram gastos
cerca de Cr$ 1 bilhão com a ex­
pedição de guias extras".
De acordo com Vasques, a co
brança do Fator Moderador com­
plementa uma série de ações que
o Instituto já adotou para o me
lhor controle do atendimento. A
principal medida neste sentido
foi a instituição da troca dos
selos saúde por cupons de sor
teio, onde o servidor beneficia
rio concorre a diversos prêmios
entre eles até automóveis zero
quilômetro. Após a criação do
Fator Moderador, o próximo pas­
so para o controle do atendimen
to será a adoção de medidas pu­
nitivas, que irão desde a sus­
pensão do atendimento até o des
credenciamento dos médicos fal
tesos, por um período . de
seis meses.
Números de uma Inflação
Brasileira desde 1980
Com a perspectiva de sermos, este
ano,campeões mundiais de inflação (em
92,perdemos apenas para Rússia e Zai­
re), e com o terceiro Ministro da Eco
nomia é fundamental que algo seja fei
to para ao menos reduzir a inflação.­
Temos exemplos muito próximos da pos­
sibilidade de combater a inflação, co
mo a Argentina que reduziu sua infla­
ca0 anual de 4.7007 para apenas 17z ,
utilizando-se da dolarização da econo
mia, A Nicarágua com U1Da inflação anÜ
al de 577, convivia hi anos atrás com
mais de 33.0007 ao ano.
Países como Argentina, Nicarágua e
Peru conseguiram reduzir a inflação -
com um choque sério na economia basea
do em três pontos fundamentais: o eo
portamento de preços, o aumento de
impostos e o enxugamento de ãqufna -
estatal. Este último ponto é o grande
problema no Brasil, precisando de de
cisão política para um Programa sr
de privatização, cadeia para sonegado
res (todos e não apenas alguns), re
forma fiscal e demissão de funcioná
rios. Para se ter um idéia, os Gover­
nadores e Prefeitos devem ao Governo
Federal em dívidas vencidas 17 6 bi-
1hões de dólares, uma sexta parte de
nossa dívida externa.
A inflação brasileira tem outros
problemas sérios. Como a inflação por.
perspectiva, que leva o mercado a es­
tipular o preço imaginando o que virá
pela frente; ou o conflito por dinhei
ro, que se resolve geralmente por gre
ve, mas em outros Países esta greve e
xige um pedaço do lucro do patrão, ou
passo que no Brasil, o patrão con­
cede um aumento salarial de 1007 e
reajusta os preços em 1207. Por tudo
isto, alguns economistas já definem a
inflação brasileira como um mecanismo
de transferir renda dos pobres para
os ricos e da sociedade para
Estado.
o
cálculos eotutíoti -
cos e,os de geogra -
fia,repassar informa
ções turísticas so
bre a Região estuda­
da. Leila Lemgruber
disse que as Secreta
rias de Educação e
que irão definir as
escolas a serem aten
didas,e como será
feita a preparação -
dos professores para
este trabalho.Segun­
do ela,as testagens­
piloto é que vão de
finir estas questões":
Para Aurélio Ro
sas,"talvez esse se=
ja o projeto mais im
portante desenvolvi=
do até agora, porque
ele envolve a crian­
ça,que é um agente
crítico e modifica -
dor". No entendimen­
to dele, o principal
aspecto a ser desta­
cado,é que esse tra
balho trará como re­
sultado a conscienti
zacão sobre a impor­
tancia do turismo e
da conservação do
meio ambiente. De a
cordo com Leila Lem­
gruber a testagem-pi
loto sera desenvolvi
do em novembro cm
Campo Grande, para que
o projeto possa ser
executado efetivamen
te a partir do próxi
mo ano.
o Projeto de Cons
cientizacão e de Ini
ciação Escolar está
voltado,num primeiro
momento,para alunos
de lo e 29 Graus das
Escolas Piiblicas.Mas
a intenção, segundo
Aurélio Rosas,é anga
riar o apoio também
A Inflação Provoca a
Criação do Cruzeiro Real
A desvalorização da moeda­
brasileira é tão rápida,por cau
sa da inflação de mais de 30% =
ao mês, que os zeros se multi -
plicam
A nova moeda brasileira, o
Cruzeiro Real, a quinta moeda -
diferente desde 1980, surge por
causa da necessidade de simpli­
ficar as operaçoes feitas em
cruzeiros. Com uma inflação acu
mulada em 93 de mais de 300%, õ
cruzeiro se transformou num mon
te de algarismo mas sem nenhum­
poder aquisitivo.
A rredi.da provisória eliminan­
do três zeros a partir de 12 de
agosto, deve ser encarada como
uma necessidade,· além de já es
tar sendo utilizada na prática
em diversos setores. No comér -
cio, por exemplo, as etiquetas
indicando o preço dos,orodutos
aparecem com a inscriçao "mil"
substituindo os três zeros, co­
mo forma de não assustar o con­
sumidor com a quantidade de ze
rosque um produto de maior va
lor necessitaria para expressar
o preço integral. Enquanto espe
rava pela eliminação dos zeros­
o comércio buscou alternativas:
Em algumas lojas os dois zeros
dos centavos, foram suprimidos­
da caixa registradora. Os três
zeros só não foram eliminados:
nas etiquetas dos preços, para
evitar problemas com a lei de
defesa do consumidor enganosa a co
dos estabelecimentos
de ensino da rede
privada.Para o apre;
dizado nas salas d
aula, s rão utiliza­
dos como material v{
doo produzido polo
Senac Nacional, car­
tilha pedagógica so
bre iniciação esco
lar para turismo, e
manual do professor,
que contém instru
çÕes para a aplica:
cão do vídeo o da
cartilha. Segundo
Leila Lemgruber,além
de conscientizar os
alunos sobre a im
portância do tu:
rismo, o projeto -
tem como objetivo
motivá-los a opta­
rem por prof is
sões no setor
turístico.
locação parcial do preço do.;
produtos.
"É uma medida acertada a eli
minação de três zeros" afirmou­
um lojista , enumerando vários -
problemas que o excesso de alga
rismos provocava. Para os usuá:
rios dos cheques, o espaço do
valor nominal e do extenso,eram
insuficientes em muitos casos,
além do trabalho do caixa de
banco a ser prejudicado com as
calculadoras que, na maioria,só
tem capacidade para 12 dígitos.
"As próprias autenticadoras não
comportam valores acima de Cr$
9 bilhões e multiplicações de
valores elevados não podem ser
feitas"
REAL - Através de medida provi­
sor1a o Governo Itamar decide
cortar três zeros do cruzeiros,
dando origem a quinta moeda • do
País desde 1980. Surge o cruzei
ro Real, que transforma Cr
1.000,00 em CR$ 1,00, em vigor
desde lo de agosto. os cheques
em cruzeiros já emitidos,terão
valor ate o dia 3 de dezembro -
e as cédulas de cruzeiros serão
recolhidas pelo Banco Central a
medida que chegarem aos bancos.
As cédulas em produção serão cA
rimbadas com a inscrição cruze±
ro Real, começando a ser impres
sa as primeiras cédulas do cru­
zeiro Real em agosto.
Veja o Preço sem o corte
dos sers zeros
. ,
feito Ja
Produto • 1980
1993
Sem o corte dos zeros
Cafezinho. 15,00
15.000,00
Leite 16,73
24.000,00
21.932.991.960.000.000,00
Fogão 7.290,00
5.700.000,00
24.462.597.032.000.000,00
Geladeira 9.900,00
17.000.000,00
10.659.434.092.560.000.000,00
Televisor 35.400,00
19. 000. 000,00
1
4
.607.372.645.360.000.000,00
51.747.239.030.960.000.000,00
* De 1980 a 1993, o Brasil já t
-
gelamentos de_precos/salário ""?"" moedas diferentes 5 con-
n@mica_11 indices para medir'4 {";os de estabilizacão eco
riais diferentes, 21 propostas a 'lacão, 16 políticas sala
e 54 mudanças de política de e pagamento da divida externa
preços.
* A inflação acumulada de
1980 até junho de
946.3009. 1993 de 146.219.

1
..
.,
3y
l
le

#PONTEIRA - DIÁRIO RECOAI,
º'
f
1 Tr·aição do Cabo Eleitoral
I-
i
a
ElcicJo cm Porto Murtinho nio 6 fi­
cil,na campanha política o povo se transfor
ma, os ânimos ficam acirrados, velhas di­
uorg6nciau voltam com força total,familias
se dividem, amigos passam a ser adversári­
os. Uma guerra.
Aquela, especialmente, era uma campa­
nha das maio difíceis, tr6s candidatos a
Prefeito, o rico fazendeiro, pelo PDS; O
Presidente de um Sindicato de Pescadores
polo P'l' e o candidato preferido pelas mo
ças da cidade, o belo Antonio.E o nome era
este mesmo, Antonio. Pinta de gali de nove
las da Globo, de olhar penetrante, atleta­
consagrado noo torneioo de voleibol, só ti­
nha um defeito, sem dinheiro. Seu emprego
na Florestal mal dava para viver, arrumava
uns bicos no Hotel do Maria, dando uma de
guia turístico. Era o candidato do PL.
, ~ No início da campanha os três candida
• too se reuniram e trocaram compromisso de
manter alto nível nos debates, nos comi
elos, nada de ataques pessoais, de baixa -
rias.
O primeiro comício foi no Fundia, o
candidato do PDS, o fazendeiro Arruda, pre
parou una carreata monstro, dezenas de sacQ
lÕes, muitos fogos e uma aparelhagem de
som que daria inveja à candidato ao Senado.
Foi um sucesso. Muita gente. E depois
do comício, baile, com o Conjunto do Mané­
Corneteiro, cabo aposentado do Exercito.
Os outros dois candidatos foram assis
tir, Antonio ficou com uma turma do Bocaiu
val, na maioria jovens; o candidato do PT,
Marcos, preferiu a companhia do pessoal do
porto.
Arruda falou a respeito dos problemas
do Município, da fome, da miséria do povo,
e disse que só um homem corno ele poderia
resolver os problemas, ninguém mais, ele
era um exemplo de competência, vencera na
vida, não era igual aos outros candidatos,
sem condições de administrar Porto Murtinho.
Foi o estopim da campanha, que pegou
fogo. Sobrou prá todo mundo.
- "Ficou rico porque grilou terras e
fez contrabando".
- "O belo Antonio é belo demais para
um homem, tipo suspeito, nem mulher tem".
- "Candidato que usa dinheiro do Sin­
dicato para se promover".
Cada comício, reunião, era um Deus
nos acuda, valia tudo, até armas foram usa
das(era só para dar uns tiros para o alto­
saudando o Dr.) .
O Delegado de Polícia, Dr. Marcondes,
já não sabia corno agir, não tinha soldados
suficientes para garantir a segurança do
povo, num comício no Bocaiuval o povo é
que botara para correr três Agentes da
Lei. O caos!
As pesquisas indicavam, apesar de tu­
do, o candidato do PT, Marcos, em primeiro
lugar; Antonio, com a fama de bicha(de bi­
cha não ~inha nada) e tudo, em segundo,
Arruda, o fazendeiro, em terceiro.
Acontece que Marcos tinha um cabo e
leitoral da pesada, o Ananias, sujeito in­
sinuante, com dezenas de compadres e coma
dres, pai de muitos filhos, muitas mulhe
tes, curandeiro(diziam que dos bons), cai­
ara, sim senhor; pescador com muitas his
tõrias prá contar. Nas . rodas do te rerê -
quando ele falava todos ouviam em silêncio.
A chave da campanha estava nas mãos -
do Ananias.
- "Quem tem o Ananias não precisa de
dinheiro, nem de discursos", afirmava Mar-
1
cos.
Mas Ananias tinha um defeito, ou
lhor, um DESEJO, hã mais de dois anos
, nha cobiçando a linda menina filha do
drigues, Lia, uns 17 anos, menina linda
cabelos pretcs compridos, cintura de gaze
la, coxas grossas, andar maroto.
Com os seus 40 anos, Ananias era con­
Siderado um verdadeiro "poroú", não podia
Ver rabo de saia. Este era o defeito(defei
to?) de Ananias. -
Arruda, para quem d.inheiro não era
Problema tentara de todas as formas "acer­
tar" com Ananias, mas dera em nada. Sem .2,
certo.
"Desculpe Dr. mas tenho compromisso -
com o compadre Marcos", respondera ele à
Proposta de $10 milhões no ato e mais$ 20
ma semana antes das eleições.
Por incrível que pareça, não se passa
tam vinte dias, e Marcos, todo acabrunha -
iº• vivia pelos bares tomando cachaça e fa
ando cobras e lagartos do compadre Ananias.
,, - Traidor, safado, sujeito sujo, ven­
do, não é que me abandonou!
- Que barbaridade, então se
esmo para o Dr Arruda?
me
vi
Ro
vendeu
PEDRO PEDREIPA
- Que nada, ele esã trabalhando para
aquela bicha do Antonio.
Ninguém entendeu a mudança, apoiar An
tonio cm troca de quê?
. Os eleitores de Ananias eram fiéis
não queriam saber de explicações de nin­
guém, se o compadre resolveu apoiar Ano
nio, deve ter os seus motivos, CD aWOJ com
ele. Ele sabe o que é melhor para nós.
SÓ D. Sinhá, vizinha de Rodrigues, é
que notou algo de diferente,a menina Lia -
estava saindo todos os dias, à tarde, ali
pelas 18 horas, e se encontrava com Ananias
na casa de Petrúcia, uma cafetina muito co
nhecida. -
- Não é que o Ananias conseguiu mesmo
a menina. Sujeito porrctal
E a eleição em Porto Murtinho deu no
que deu, naõ adiantou Arruda gastar mi
lhÕes, nem o Marcos conclamar os trabalha=
dores, venceu mesmo o Antonio, uma vitória
difícil, apenas 300 votos de vantagem, mas
venceu.
Fiquei sabendo direitinho da história
numa cervejada com o Beto, ele me chamou
num canto e disse - Se cu te contar voce
não vai acreditar?
- O que foi?
- Você sabe corno e porquê o Ananias -
resolveu apoiar o Antonio?
- Prá falar a verdade,não sei rem imagím.
- Pois bem, pode não acreditar, nas e
verdade. O Antonio tinha um caso...
- Quer dizer que o cara é bicha ?
Bich nada, tinha um caso con a Indi­
an.a, prima d Lia, fez a cbeça da moca ,
boazuda de corpo, mas fraca de cabe, de
tanto a prima falar, começou a se interes­
ar pelo garanhão da fronteira.
Num tarde quente, Antonio procurou
Ananias.
- Vou direto ao assunto, se u te ar­
rumar a Lia, vocé r.e npoía?
Ananias remeu nas bases, era o rue mais
desejava no mundo. "Impossível, já tentei
tudo", disse ele.
Pois bem, concorda ou não?
- Se me arrumar a menina, tudo bem.Fi
co até pen sando, posso até morrer do cora
aquilo tudo de mulher.
- Morre nada.
Encontro marcado, promessa de um en­
prego na Prefeitura, casa montada, nada de
filhos.
E aconteceu. Ananias fez Lia mulher. i:
Antonio Prefeito.
PS: Estorinha de ficçio, mas serve de exem
plo para muitos políticos que gastam mi­
lhões, gastam erradamente, quando, às ve
zes, até tu:1 rabo de saia resolve.
CAMPO GRANDE MS
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JORNAL, TRIHUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL.
OI
-
~MIA'OL EM SOIEME!
KENER E T!TA
PARA REFLETIR
"o ódio e a hum!lhçio o motivos par que muitas pesoas vençam na
vda; Ma também são motivos de fracasos para outras.
ANIVERSARIOU
A(versnrIou neste último d1a 03, o garotinho WVESLEY CODOY, e para co­
mcmornr, foi nervldo um delicioso bolo aos convidados, Ao WESLEY, aosnos
parabéns.
CURTAS E RÁPIDAS
*Semmn passada convernando Engenheiro da firma rcnponsável pelo Asfal -
to, o Sr . José Lus, o mesmo no informou quais a~ ruan que serão asfalta­
doo. Pote tem gente que não sabe e está muito curioso, As ruas que serao
asfaltadas são: Rua POnta Por, LIbindo Leite, Tiradentes e Av.• Mato Gros-
O,
o oofnlto fienrá num total de 7 mil metros quadrados, e daqui 30 dias
estará tudo pronto, (Lembramos de um velho ditado: Quem viver verá...)
Depois de muitos pedidos a nossa Quadra de Esportes está sendo
da. Um dos colaboradores é o nosso amigo Almir, que doou os tintas
pintor o assoalho da quudra.
*Para estrea-lá, será feita a 22 Taça Bamerindus de fut-sal.,está pre
visto oito ou nove times. Quem estiver interessado em participar, procur~
o jovem Alcedir no Banco Bamerindus, que ele dará maiores infonnações.
*O Supermercado Brilhante está sob nova direção, agora o proprietári.o
é o Sr. Jari Souza Neto, Em breve estará com o Bazar e Papelaria, nomes­
mo local, aguardem ...
*O Banco Bamerindus de nossa cidade está de Gerente novo, e o
Almir Camargo Stein. Estamos torcendo que faça bom trabalho.
arruma
para
jovem
*Já em circulaçdo o táxi do Zé do Bar. Corridas aqui na cidade, chãca­
ra, e fazendas e atê a barranca do Apa.
AGRADECIMENTO
Venho de público agradecer, ao Sr. Prefeito Municipal (Juvino Godoy)
de favores e oportunidade a mim concedidas, em uma Escola do Município
cito "Camila Dias".
Deixo bem claro as minhas aptidões: Sou Professor com Registro no M.E.
C. sob NQ 0715, Registro no Coren sobo NQ 21276, Registro na Secretaria -
de Segurança e Medicina do Trabalho sob NQ 4488 Brasília-DF.
"Não sou político, poréni, sei agradecer o grande homem e amigo que me
serviu no hora certa em que mais EU precisava".
Dentro das minhas habilidades procurei servir esta comunidade. Aprovei
to a oportunidade para me por ao seu inteiro dispor. Altruísta, desprete:ii:
cioso, devotado. Obrigado!!
Bartolomeu Simeão Ignãcio.
DIA DOS PAIS
Neste dia 08 de agosto comemorou-se o DIA DOS PAIS. À todos os Pais -
deixo o meu carinho de um feliz Dias dos Pais. Pai se voce nao existisse,
eu não tecia vida.
MENSAGEM AO MEU QUERIDO PAPAI:
Milton Luis Bender.
Melhor do que pensar em você, é estar com voce. Beijos!!
De sua filha ... Adriana Bender.
De: Olhar 43
RECADO-DO CORAÇÃO
Para: Rodrigo.
SÓ hã duas maneiras de te esquecer, de jeito nenhum e de nenhum jeito.
AS DOENCAS TRANSMISSiVEIS .,
PARA EVITAR MOL~STIAS, LEVE OS ANIMAIS AO VETERINÃRIO,
LAVE SEMPRE AS MÃOS DEPOIS DO CONTATO COM ELES E
OS VACINE REGULARMANTE'
CACHORRO - Raiva, micoses, brucelose, psoríase, leishmanio­
se, salmonela, rinite alérgica, bronquite asmática, doença
de Lyme, toxocaríase
GATOS - Toxoplasmose, rinite alérgica, bronquite asmática
síndrome de arranhadura, micoses.
PARAGAIOS E PERIQUITOS - Tuberculose e broncopneumonias'
COELHOS E HAMSTERS - Micoses e infecções intestinais
TARTARUGAS E PEIXINHOS - Infecções intestinais
ANIMAIS SILVESTRES - Raiva e viroses
FONTE: Departamento de Medicina
Veterinária Preventiva e Saúde Ani
mal de Universidade de São Paulo e
Centro de Controle de Zoonoses.
UIDE BEM DE SEUS ANIMAIS
CARACOL
NOTÍCIIS DO LEGISLITIVO
SESSMO ORDINÁRIA DO DIA 0-08-93
Vereadores Presentes: José Carlos Barcelos, Joulfo dos Santos, are!­
Souza Neto, Evaldo de Moura Pereira, Tirson Ferreira Leite, Milton Lu!z -
Bender, Pascoal Pucheta, Estanislau Nunes, Doral!a Rodrigues Leite.
Após um mês de recesso, deu-se reIn[cio os trabalhos na Camara Mune!
pal de Caracol. Os vereadores mostram o porque foram eleitos, buscando
lhorfas para os caracolenses.
REQUERIMENTO!2063/93/064/93.
Após ser do conhecimento dos Pares deste Casa e aprovado, o vereador -
Trson F. Leite, pediu que seja enviado en expediente ao Sr. Prefeito Mu­
nfcipal, no sentido de andar fazer raspagem na estrada da Fazenda da Bar
ra do Caracol de propriedade do Sr. Ralfe Pereira Lfa, e solfelta o cut
nhâo cnscalhadeira. _
O vereador justificou que, essa estrada está em péssimas condiçoes de
tráfego, sendo que o proprietárfo doará o combustível e a alimentaçao pa-
ra ser transportado nos lugares que for necessario. .
O vereador também reforçou o requerimento n2 053/93, do ver. José Car­
los Barcelos, que seja feita com urgência as raspagem das estradas das se
guintes fazendas : Jaraguá do Sr. DécIo Godoy, Faz: Céllo Poveda até a
fazenda do Sr. Antonio da Silva. Justifica que essas estradas estao quase
intransitáveis devido a cortes profundos no que vêm causar dificuldades ,
para os proprietários daquela Região.
PROJETO LEI N? 014/93 DO DIA 29-07-93.
Em Sessão Ordinária realizada no dia 04-08-93. Após ser
aprovado por unanimidade o Projeto Lei N2 014/93 do dia 29
que autoriza o Poder Executivo a contratar parcelamento de
com o PASEP.
Art.lQ- Fica o Poder Executivo autorizado em nome do Município de Caracol
MS, contratar parcelamento de dívida para com o PASEP, através da Secreta
ria da Receita Federal do Ministério da.Fazendo, equivalente nesta data
Cr$ 893.646.161.53(oitocentos e noventa e três milhões, seiscentos e qua­
renta e seis mil, cento e sessenta e um cruzeiros e cinquenta e trs cen­
tavos), correspondente a 21.398,01 UFIR(vinte e um mil trezentos e noven­
ta e oito vírgula uma UFIR).
Art.2g- 0 Poder Executivo consignará nos orçamento anual e plurianual do
Município,durante o prazo a que vier ser estabelecido para o parcelamento
dotações suficientes a acessórios resultantes do cumprimento desta Lei.
Art.3g- Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
ouvido foi
de julho de 93
dívidas para
SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DO DIA 30-07-93.
Em Sessão extraordinária realizada no dia 30 de julho de 93, foi ouvi­
do e aprovado por maioria absoluta o Projeto de Lei n2 OlJ/93 de autoria
do Sr. Prefeito Municipal, que autoriza o Poder Executivo a contratar par
celamento de dívida para o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço FGTS. -
Art.lQ- Fica o Poder Executivo autorizado a, em nome do Município de Cara
col contratar parcelamento de dívida para com o FGTS através da Caixa Eco
nômica Federal, na fonna da resolução n? 100, de 26/05/93,(D.0. de 01.07.
93), do conselho Curador do FGTS, equivalente nesta data a Cr$ 5.039.14l.
076,65(cinco bilhões e trinta e nove milhões cento quarenta e um mil se
tenta e seis cruzeiros e sessenta e cinco centavos). -
Art.2g- Para garantia do principal e acessórios, fica o Poder Executivo -
autorizado a utilizar parcelas do fundo de participação dos Municípios -
FPM, durante o prazo de vigencia do parcelamento autorizado por este Pr~
jeto de Lei.
Art.3g- 0 Poder Executivo consignará nos orçamento anual e plurianual do
Estado, durante a prazo a que vier a ser estabelecido para
O parcelaren -
to, dotaçoes suficientes a amortização do principal acessórios resultao -
tes do cumprimento deste Projeto.
Art.4Q- Esta Lei entrará em vigor a partir da data de sua publicação, re
vogadas as disposições em contrário. -
DIVERSOS
PEDIDO VERBAL DO VEREADOR DARCI SOUZA NETO.
Solicitando o Executivo Municipal, aterrar e colocar tubos de boeiros,
na rua Marcionilio Martins Leite, nas proximidades da Chácara do Sr. Za!­
dete, se nao for consectado com urgência poderá vir ocorrer sérios acideo
tes, devido a um enorme buraco. -
PEDIDO VERBAL DO NOBRE VEREADOR:EVALDO DE MOURA PEREIRA, solicitando ao f
xecutivo de marcar os terrenos que foram doados 1 p f d
do Correio e abrir ruas, sendo que os proprietárie a reieitura na Qua ra
mesmos. os prec sam registrar os
PEDIDO VERBAL DO VEREADOR MILTON LUIS BENDER r f d
ng 050/93 de data de 18-05-93 de autoria ao ,"""/° o requer1enr.,
M i i 1 - o, so citando ao Execut
vo une pa, a colocaçao dos boeiros na entrad d F -
do que o mesmo j doou o cimento e a refertaa ","azenda Progresso,se
cárias condições de passagem. sra a encontra-se em pre
REQUERIMENTO Ng 002/93.
Após ser lido e aprovado pelos Pares deste Poder
d D i S N d Legislativo, o verea
or are ouza eto, pe iu que seja encaminhado em
feito Municipal, no sentido d expediente ao Sr. Pre
G d
e mandar colocar uns tubos de boeiros nas se
guintes ruas: Maurílio {o oy, esquina com a rua Dom Ped I ,, __ :; :
Fernandes, esquina com a rua Dom A in -. ro , rua 1dDa O
qu ° Correa, saída para Bela Vista.
JUSTIFICATIVA
Justifico aos nobres vereadores, que nessas ru •
tas profundas que pode causar sérios acidentes as citadas acima há vale -
aos motoristas.
OF!CIO NQ 023/93.
Após ser ouvido e aprovado em Plenário, seja
te ao Sr. Prefeito Municipal, no sentido de encaminhando em expedien
denominada CDHU/MS. viabilizar a limpeza na área
Sendo que aproxima-se os dias festivos nesta cidad
de varios lugares estarao participando e e muitas pessoas
to visto, por estar próximo d 1
1
conosco, e
O
referido lugar é ~ui
ta). 1o oca da festa ••• (Vereador Pascoal Puche-
1
LEIA E ASSINE O JORNAL DE SUA CIDADE