• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1383_14_08_1993

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,.
DIARIO REGIONAL
ELA VISTA/HS ANO 21 I4 DE AGOSTO DE 1993 - SÁBADO - DIRETOR: IVALDO PEREIRA No 138) PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 30,00
IDMINISTRIÇIO CONSCIENTE
Falando, ontem,
com o Prefeito Jrãao
Zacarias, ele 1cm
brou dns dificuldades
que atravessam os
municípios, as ver
bas diminuiram, hou­
ve aumento de respon
sahilidadc sociaI
1
~ das Prc foi turas, mas
que, "a médio prazo,
poderá resolver os
mais crusciantes pro
blemas da comunidade 1T
O PrP.feit-.o enxu
gará a máquina admi­
nistrativa, com dcze
nas de demissões, is
to lhe trará proble­
mas políticos, dcs
contentamentos, mas
entende que isto é
preciso para viabili
zar sua Administra=
cão, emperrada por
irregularidades her
dadas da Administra­
cão anterior. Todos
os convênios foram
suspensos por falta
de prestação de con­
tas, atê hoje Bela
Vista não recebeu se
quer uma verba, seja
do Governo do Estado
ou do Governo Fede­
ral.
"Muita gente
ainda não entendeu
que os tempos muda
ram", disse Abraão:
''estou buscando en
tendimcntos a todos
os níveis, se a comu
nidade, como um todo,
não despertar, Bela
Vista ficará depen
dente da Prefeitura:
em todos os aspectos,
isto não é bom".
"A cidade está
limpa, ruas transitá
veis, um novo visual
surgiu, estamos aten
dendo na área social,
as estradas vicinais
foram recuperadas,de
senvolvemos um bom
trabalho educacional
e participamos ativa
mente do programa q/
combate a fome e a
miséria, caminhamos
com os próprios pés:
disse o Prefeito
Abraão concorda
com os problemas na
Adjori Reúne-se em Ponta Porá
1
e
. [
---i ..
lraão Zacarias - Adiministracão Consciente
área de sa6de", "nos
so povo está mais
pobre, não há empre­
gos, os salários não
são suficientes para
se manter uma famí
lia, isto gera de
contentamento, pois
nem sempre podemos
atender a todas as
reivindicações".
O asfalto para
Jardim continua, há
possibilidades de
se obter futuramente
financiamentos para
a construção do Mer­
cado Municipal, Es
tacão RodoviÃria e
_j_
a melhoria da rede E
létrica.
Bela vista está
caminhando, só que
caminha com os pró
prios pés, sem os
sonhos irrealistas -
do passado, que, de
pois, se transforma=
ram em pesadelos.
O importante ho
je , é não contrair
dívidas que não se
poderá pagar.
Assim é uma Ad
ministração conscien
te.
A Associação de
Diretores de Jornais
do Interioe de Mato
Grosso do Sul-ADJORI
-MS- presidida pelo
,Jornalista Jorge Pa­
checo, do Correio da
Fronteira (de Aambai)
reuniu-se em Ponta
Porá no final de se­
mana pp. A reuniao
contou com as presen
cas do Presidente da
ABRAJORI - Associaçãc
Brasileira de Jornais
do Interior - Elson
Ilha de Macedo, do
Rio Grande do Sul
Prefeito de Ponta Po
rã, Oscar Goldoni,De
putado Alberto Ron
don e dezenas de Di­
retores de Jornais do
interior do estado.
Flagrantes da
Reunião na Página/OS
NIS MDTIS DO . PERDIDO
Os Oelicientes M ntai
Adquira o exemplar do livro " NAS MATAS DO PERDIDO ", do Jornalista Ivaldo Pe
reira, na Agência do Banco do Brasil, na Banca de Revistas ou na Redação deste jor
nal.
* BONIÕESPEJO PACÍFICO NA FAZENDA SÃO JOÃO
veja Matéria completa sobre o despejo, na página - 04 desta edição.
Não é de hoje, há muitos e muitos
anos a comunidade bolavis cnse convive
com o problema dos deficientes mentais -­
que perambulam pelas ruas da cidade.
Alguns são cal:nos, não perturbam
mas a maioria, às vezes, e tornem, a
gressivos e ameaçam os que delem se apro
ximam.
Houve a"mortes provocadas p! deficientes r n
tais. E várias tentativas de aqressões.
Sexta-feira, atendendo a convite da
Promotora de Justiça da Comarca, Dra. Ve
ra Aparecida, reuniram-cc rotarianoa, ~~
nhoras da Casa da Amizade e representan-­
tes da Maçonaria, na sede do Rotary
Club.
Não foi a primeira reunião para se
debater o assunto. A esse respPito JU
se fizeram planos, traçaram metas, 0nfí11
tudo foi feito, verbalmente. E nada foi
feito, praticamente.
Nessa reunião, no Rotary, a Promoto
ra colocou bem o problema, a comunidade­
ser cobrada pela omissão. E ta,nbém o
Poder Público, no caso os responsáveis -
pela Sa6de P6blica.
Fizeram uso da palavra, os rotaria­
nos e médicos, Carlos Alberto Ocari2, Rc
nato de Souza Rosa, Roberval Borges e A
zaléa Arlota de Ocariz; o vereador Marc;
Rondon de Oliveira, o Venerável da Lojil.
Maçonica Helbert Basso e a Advogada Ce
leste Costa e Silva. Todos enfocarar: bri
lhantemente o assunto cm pauta.
Entendemos a idéia da Promotora, de
se criar em Bela Vista um albergue para
tratamento preventivo e recolhimento dos
doentes mentais, hoje no total de dez.
Esse albergue teria uma diretoria -
integrada por membros do Rotary, Lyons e
Maçonaria, teria a ajuda da Prefeitura
Municipal e recursos seriam obtidos atra
vês de promoções comunitárias.
Muitos discordaram, entendem que a
solução deve vir da Prefeitura Municipal
afinal a sa6de foi municipalizada e cabe
à Prefeitura atender as reivindicações -
da comunidade.
_ O que não pode haver é a politiza
çao do problema, nos 6ltimos dez anos
NENHUM Prefeito se preocupou com o caso.
Se houve erros e falhas todos erraram
todos falharam.
O que precisa haver é a solução .
A Prefeitura Municipal deve, ela ,
criar uma entidade beneficente para tra­
tar os deficientes mentais, contando com
a ajuda das demais entidades e clubes de
serviços. O presidente dessa entidade de
ve ser um integrante da atual Administra
cao, deve-se também buscar recursos ex
ternos, sensibilizar as autoridades da
area Federal e Estadual e não se preocu­
par se teremos ou não, em Bela Vista um
"Depósito de Loucos", oriundos de outros
municípios. A Promotora colocou bem vai
contatar os demais Promotores para que
ajam da mesma maneira em suas Comarcas.
O caminho é por aí, assim entende
mos a municipalização, cada município re
solvendo os seus dilemas, numa integra
cao Executivo, Legislativo, Judiciário e
a Comunidade. Política à parte.
Esta na hora de arregaçar as mangas
menos discursos e mais ação, menos pala­
vras, mais atitudes, a Promotora indicou
UM CAMINHO, pode não ser o melhor, o me
lhor seria o Estado cuidar do problema
mas, no Brasil de hoje, se à comunidade­
nao agir, esperar'pelo Estado, a própria
comunidade sofrera as consequências.
Uma comissão vai falar com o Pre
feito, atraves de um entendimento d;;
um Plano Objetivo, temos absoluta certe­
za, o problema será solucionado sem que
seja preciso atirar pedras. (PP
Erra ta
Na página 05 desta edição houve er
ro na montagem ão título da matéria re
ferente aos trabalhos da •câmara Hunici=
pal de Caracol.
Onde se lê Prefeitura Municipal de
Caracol, leia-se Câmara Municipal· de
Caracol.
A Direção.

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Petalozzi de Bonito', tendo como responsável D.
Leonfe Cândido da Silva, cuja senhora exterioriza
um radiante amor s crianças excepcionais, tá te
cebendo expressivo apolo da Prefeitura,
O educandarfo "fora de sérfe" foi Inaugurado em
89 e conta com quarenta e nove alunos m:1trlcul11 - ,
dos, na faixa etária de trs a vinte anos de 1da
de. Entre eles estão deficientes mentnls, audlti -
vos, ffsfcos e deficientes multíplos.
UMA 1.IÇÃO DE AMOR
O mandatário Municipal garante a remuner,1,;:io de
sete professores, uma fisioterapeuta, uma merende1
ra, um motorista, pagamento do oluguil do pridio ,
manutenção e combustível do "Kombi" utilizada no
transporte das crianças.
Ali elas são alimentadas com farta merenda e cs
tudam cm dois períodos, sendo que as mais novas
são submetidas a tratamentos de fisioterapia.
São ministrados cursos de "pré I e II e não tem
tempo determinado de duração, pois não se sabe
quando o aluno se assimilará com os ensinamentos.
OFICINA PEDAGÓGICA
Além da alfabetização, os excepcionais praticam
nà oficina pedagógica, executando trabalhos com re
talhos, madeiras, bordados, pinturas, culinária ;
ainda trabalham na formação de uma pequena horta.
Além da contribuição Municipal, os membros da
"Sociedade Pestalozzi", mantenedora da escoli -
nha, mantim convênios com o MEC, CBIA, SINEB e rea
lizam promoções com a finalidade de arrecadar fun-
dos a fim de cobrirem outros despc1;Js, como meren­
da escolar, material didático, etc, A título de
contribuição, os próprios professores trazem de ca
sa vários gêneros alimentícios. Kesoe trabalho co~
junto já adquiriram equipamentos de fisioterapia e
aparelho de som para entretenimento das crianças.
Convim o prezado leitor fazer uma viAita ã "Es­
cola Caminho da Esperança" e engajar nessa em­
preitada de manter acesa a chama desprendi­
da pelo verdadeiro amor ao próximo.
(Da Sucursal de Bonito)

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Tribuna da Fronteira
Diário Regiànal
(FUNDADO EM 20/02/1972)
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Oi.retora Administrativa: Maria Estela V.Pereira
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Reportagens: .Joii~ Carlos. Velnsquez, André ,'i.valo,
Luiz Henrique (Lile) e Firmino de Barros.
Reqação, Departamento Comercial e Parque Gráfico
Avenida 'I'ribuna da Fronteira, 564 - cx.P. 23
Fone (067) 439-1410 _: Bela Vista-NS
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Bonito, Caracol, Campo Grande e Correopondentes­
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gos assinado ou de origem definida.
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arci· 1
30,00
50,00
600,00
l.800,00
3.600,00
7.200,ÕO
...
<a


JOPMAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL, 19.3
PREFEITO-· E VEREADORES PROCURAM SOLUCAO
PARI I POEIRA DO BIIIIRO COSTI E SILYI
T
etc... podem dormir sossegados que nin de considerável quan ia tem
quém vai tirar os seus "ganha-pão" que são todos o dias.
os caminhoneiros que deixam em nossa cidd me= = =
E o Nosso Amigo Olacyr de Moraes?
r
l
V
Não poderíamos deixar de registrar a
nossa satisfação em ver que as autoridades
municipais, para ser mais exato, o Prefei­
to Abrão Armoa Zacarias, os Vederadores be
lavistenses e o Secretário Municipal do
Obras, Nélio Diório, estão se empenhando­
no sentido de solucionar o grave problema
que vêm enfrentando os moradores do Bairro
Costa e Silva, principalmente os que resi
dem nas ruas Acebíades Bobadilha da Cunha
e Barão do Ladário, por onde o tráfego dos
caminhões que transportam calcáreo da Fa
zenda Itamaraty é bastante intenso, todos
os dias.
O assunto foi amplamente discutido na
Sessão ordinária da Câmara municipal do úl
timo dia ll, quando foi aprovado inclusive
um Requerimento de autoria da Vereadora Or
landa Freitas dos Santos solicitando a mu
dança da rota dos caminhões na parte não
asfaltada das ruas Alcebiades Bobadilha da
Cunha e Barão do Ladário.
Em pronunciamento na Tribuna o Verea­
dor Fernando Jorge de Barros elogiou maté
ria veiculada na Tribuna da Fronteira de
quarta-feira, onde mostrávamos as dificulda
des, os problemas e os transtornos enfren­
tados pelos moradores do Bairro Costa e
Silva e apresentávamos algumas sugestões ,
mostrando os prós e os contra de cada de
cisão que poderia vir a ser tomada pelas
autoridades municipais.
Outra boa noticia veio ainda durante­
ª sessão da Câmara, em telefone ao Verea
dor Fernando de Freitas Elias, o Secretã
rio Municipal de Obras informou que a Pre­
feitura Municipal já havia dado inicio a
construção de quebra-molas na rua Barão do
Ladârio e que estava sendo providenciado -
um caminhão pippa para molhar a rota dos
caminhões constantemente, procurando aten­
der desta forma o verdadeiro clamor dos
moradores daquele populoso bairro, medida
essa que inclusive foi sugerida por nós
no artigo publicadb quarta-feira versando­
sobre o assunto.
Mas,temos ainda alguns pontos a consi
derar, todos nós sabemos que caminhoneiro­
não gosta nem um pouquinho de quebra-molas
e podem ter certeza que eles vão deviar da
Barão do Ladãrio para evitar os obstáculos
e, consequentemente, a rua molhada, com is
so vâo fazer poeira em outras ruas e os mo
radores vão chiar novamente, com toda ra
zão, por isso fica aqui mais uma pequena=
sugestão, criar um sentido obrigatório Pa
ra os caminhões, passando pela Barão do La
dário, que vai ser molhada e onde estão os
quebra-molas, para isso basta a colocação­
de placas verticais em todo o trecho e
principalmente nas entradas da cidade,para
quem chega pela rodovia Antonio João / Bela
Vista e para quem vêm da região das Caiei­
ras. Uma fiscalização policial de vez em
quando vai ajudar muito.
Importante ressaltar que com essas me
didas que estão sendo tomadas pelas nossas
autoridades Municipais, os comerciantes da
Rua Barão do Ladãrio, que tinham grande
preocupação com o assunto, principalmente­
quando se falava em desvios da rota dos ca
minhões, podem ficar tranquilos, segundo
os vereadores nenhuma medida que prejudi -
que o comércio da rua Barão do Ladário vai
ser tomada, proprietários de bares, lancho
netes, borracharias, postos de gasolina
Tivemos a oportunidade de conhecer há
alguns anos, atrás o empresário e produtor
Olacir de Moraes, Diretor Proprietário do
Grupo Itamaraty, um dos mais sólidos de
nosso Pais, sabemos de seu espirito empre­
endedor e de solidariedade na defesa dos
problemas que dizem respeito a sua área de
atuação, na administração do ex-prefeito -
Edson Medeiros de Moraes o empresário mui
to ajudou Bela Vista cedendo parte da Pe
dra brita utilizada para a cxecuçã6 dos
mais 100.000 metros de asfaltamento que o
ex-prefeito implantou aqui.
Será que, a exemplo do que já fez, o
empresário desta feita não cederia a pedra
brita necessária para a execução de pouco
mais de um quilômetro de asfalto, pela rua
Barão do Ladário e ajudando a terminar, de
uma vez por todas, com o problema sério
que representa a grande quantidade de poei
ra levantada no Bairro Costa e Silva pelos
caminhões que transportam o calcáreo da
Fazenda do empresário? Pelo que conhece
mos do Sr. Olacyr, temos quase certeza de
que ele jamais se negaria a dar mais essa
parcela de colaboração a Bela Vista, basta
as nossas autoridades entrarem en en erdi­
mento com ele e se dispuserem a fazer essa
obra para viabilizar o asfaltamen o da ro­
ta dos caminhões do calcárso, unica solu
ção definitiva, desvios, obstáculos, cami
nhão pipa e outras medidas serão sempre pa
liativas e na maioria das vezes agrada um
e desagrada outros, ou seja, veste-se um
santo e despe-se outro.
O mais importante é a tomada de uma
atitude por parte do Prefeito, dos Vereado
res e do Secretário Municipal, pois do jei
to que estava não podia continuar, ainda
mais nesse período de clima mais seco e de
frio, quando a concentração de poeira no
ar é bastante intensa e altamente prejudi­
cial aos moradores do Costa e Silva, prin­
cipalmente no que diz respeito à saúde das
pessoas.
Como morador do bairro e, tomo a 1i
herdade, em nome deles, nossos elogios à­
queles que demonstraram interesse em solu­
cionar o problema. Continuaremos atentos
a situação. (UR).
=
HEMOS$II TRMI E
I E POII DE LA. D ESE'W.LUME#
"O Mato Grosso do Sul
está deixando de ser conhe­
cido por seus aspectos nega
tivas e hoje é notícia por
fazer parte de um grupo de
Estados que está mudan<lo a
realidade Nacional".
A afirmacão foi feita
dia 11 pelo Governador Pe
dro Pedrossian ao analisar,
em entrevista coletiva, a
participação do Mato Grosso
do Sul no Conselho de Desen
volvimento e Integração Sul
(Codesul) .
Segundo Pedrossian, "O
Mato Grosso do Sul está par
ticipando em pé de igualda­
de com os demais Estados da
região sul de um projeto q/
vai servir como ponta de
lança para uma nova etapa
de crescimento regional".
Para Relrossian, d Esta
do conseguiu obter essa po­
sicáo após um intenso traba
lho administrativo desenvol
vido para colocar em dia
as finanças estaduais e res
gatar a governabilidade.
"Nós passamos os pri
meiros dois anos de GovernÕ
praticamente colocando
a casa em ordem" - lembrou
Pedrossian, afirmando que
agora o Mato Grosso do Sul
é membro do Codesul, ao
lado de Estados modernos e
bem administrados, como o
Paraná, Santa Catarina e
Rio Grande do Su1".
Para ele, é importante
ainda lembrar que o Merco
sul vai mudar completamente
a realidade local, " dando
ao nosso Estado novas opor­
tunidades de crescimento e
conomico, nos tirando daque
la condição de ser o Estado
mais ao oeste do Brasil pa
ra sermos ponta de lança de
novo processo de desenvolvi
menta regional. -
De acordo com Pedras
sian esse novo processo de
desenvolvimento regional
"coincide com os altos inte
resses da própria nacão bra
sileira". -
Segundo Pedrossian, an
tes da reunião que vai con=
tar com a participação de
praticamente todos os pre
feitos e deputados estaduais
de Mato Grosso do Sul, os
Governadores dos quatro Es-
dinh·iro
Gov. Pedro Pedrossian
tados deverão manter urna
reunião reservada para tra
tarde assuntos como a co­
branca do Imposto Provisório
sobre circulação Financeira,
entre outros ..
Governo MS
O Futuro Agora
Re s tau r a n t C a sino
+ SOB A DIRECO DO EMPRESÁRIO RODOLFO PEREIRA
O Ponto de Encontro da .Sociedade Fronteirica:
BEBIDAS NACIONAIS E IMPORTADAS - AMBIENTE REFINADO
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SERVIÇO A LA CARTE
+ JOGOS - LAZER - MOSICA - O LOCAL MAIS APROPRIADO DA FRONTEIRA
PARA VOCE JANTAR CM SUA FAMILIA E AMIGOS
Bella Vista Norte Paraguai
,.

DESPEJO PACiflCO NI FAZENDA SÃO JOÃO
As oiténta e sete famílias que há
ano invadiram a Pazcnda :ião Joüo, onde
construiram seus barracos e desenvolviam -
auao plantaç6ca, ecmana passada foram doe­
pejadas pacificamente, porque o INCRA ha -
,via desapropriado a área para fine de re -
forma agrária, man terminou perdendo aba­
talha na justiça, uma vez que o proprietá­
rio conseguiu a reintegração de posse. Al­
qumas das familias foram encaminhadas ao
Aoscntamento do Fazenda São Manoel, Munici
pio do Anastácio o as demais estão acàmpa=
das à margem da Rodovia entre Guia Lopes -
da Laguna o Nioaquc, aguardando uma solução
por parte do TERRASUL.
um RECUSARAM PROPOSTA DO INCHA
O "Sindicato dos Trabalhadores Rurais
de Bonito", que tem na presidência Laudeli
no de Jesus Padilha, o "Gaucho", está coor
denando o transporte de duzentas famílias
de "sem terras" devidamente inscritas para
serem assentadas na localidade denominada
"Cotriguaçu", em Juina, Mato Grosso do Nor
te. Há três meses vinte delas embarcaram ,
mas as demais desistiram da idéia e
querem .torra na região. O Sr. Geraldo Tei­
xeira de Almeida, Presidente da Fetaqri ,
bem corno Ana Bisneto, assessora sindical ,
estiveram em Bonito para avaliar o problema.
REQUIÃO DESTICI
PARCERIA DE ESTIDO
(Da Sucursal ds Bonito)
ÃRI:AS DESlPHOPlHAD/S
Antonio Mendes Canalo Filho, President
do TERRASUL, esteve recentemente om Bonito
e informou qu duas grandes áreas estão em
vias de serem desapropri das para serem lo
teadas e dis ribuidas entre os colonos
Municipio. Essa promessa está mantendo a
c a l m a entro e l e s , m a s se o c a s o n ã o f o r r e
solvido de imedia to etá previsto uma ava­
lancha de inv s6es de tcrrns abandonadas.
Os "Sem Terras" justificam que trabalho
está difícil e mesmo quem consegue umJ co­
locação fica impossib ili ta elo de sustentar a
familia,porque a inflação "engole" o salário
mínimo antes mesmo de recebê-lo.
t
O Governador do Paraná, Ro -
berto Requião, disse que a arti
culação dos Estados que formam­
o sistema Codesul é salutar e
gratificante "porque une inte -
resses comuns" e "estabeleceu­
ma parceria, com troca de expe­
riências". Requião desembarcou
em Campo Grande· às 16:00 horas
de quarta-feira, para partici -
par da reunião do sistema Code­
sul con os Governadores de Mato
Grosso do Sul, Santa Catarina e
Rio Grande do Sul.
Segundo Requião, o encontro -
do Codesul - hoje, a partir das
10 horas, clube dos Servidores
do Parque dos Poderes - vai de­
finir a postura dos quatro Esta
dos sobre pontos conflitantes=
da política da União que a seu
ver necessitam ser reavaliados.
O Governador Paranaense criti
cou ainda o IPMF (Impostos Pro=
visérios sobre Movimentação Fi -
nanceira): Quebra o pacto fede­
rativo e viola a autonomia dos
Estados", segurou. Requião foi
recebido no Aeroporto Interna -
cional pelo vice-governador Ary
Rigo e pelo Deputado Estadual -
Valdenir Machado, do PMDB.
Aos falar aos jornalistas
Requião comentou a aprovação po
pular da administração do Gover
nador de Mato Grosso do Sul, Pe
dro Pedrossian, apurada em pes­
quisa Data Folha.
As últimas pesquisas mostram
que estamos no caminho certo.
O Governador Pedro Pedras
sian aparece com aceitação ex -
cepcional, administrando seu Es
tado com uma visão inteqracionista.
O Sistema Codesul é Salutar e Gratificante
Porque Une. Interesses Comuns
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JARDIM - MATO GROSSO 00 SUL
Carta a Redação
e com orgulho e satisfação, que na sessão ordinária deste -
Lrgis.lativo Municipal realizada no dia 11 p. passado, fora - lhe
apresentado "Moção de Congratulação" cm nome de todos os Edis
desta Casa, pelo lançamento do seu primeiro livro "Nas Matas
do Perdido". Na oportunidade apresentamos nossos cumprimentos
pela brilhante obra. Atenciosamente,
Marcos Elias Rios da Cruz - Pres. Orlanda F. dos Santos - 1a Sc.
Elimiairias Si-Americanas
GRUPO B
DATA JOGO DATA JOGO
18/07 Equador o X o Brasil 22/08 Bolívia X Venezuela
18/07 Venezuela 1 X 7 Bolívia 22/08 Rrasil X Eguador
25/07 Bolívia 2 X o Brasil 29/08 Brasil X Bolívia
25/07 Venezuela o X 1 Uruguai 29/08 Uruguai X Venezuela
01/08 Uruguai o X o Eguador 05/09 Rrasil X Venezuela
01/08 Venezuela 1 X 5 Brasil 05/09 Eguador X Uruguai
08/08 Bolívia 3 X 1 Uruguai• 12/09 Uruguai X Bolivia
08/08 Eguador 5 X o Venezuela 12/09 Venezuela X .Eg:uador t.
15/08 Bolívia X Eguador 19/09 Brasil X Uruguai a•
15/08 Uruguai Brasi.l 19/09
t
X Eguador X Bolivia
CLASSIFICAÇÃO
PG J V E D GP GC s
10) Bolívia 6 3 3 o o 12 2 10
20) Equador 4 3 1 2 o 5 o 5
30) Brasil 3 3 1 1 1 5 3 2
40) Uruguai 3 3 1 1 1 3 -1
50) Venezuela o 4 o o 4 2 18 -16
OBS: Neste grupo classificam-se os dois primeiros colocados
para a Copa do Mundo de 94.
COMO PODE FICAR O GRUPO
A) Bolivia - Ganha do Equador e dispa
ra. Perde ou empata: equilibra o grupo
B) Equador - Perde da Bolívia e fica
mais perto de Brasil e Uruguai. Ganha
ou empata: torna a série mais equili­
brada
C) Brasil - Ganha no Uruguai e melho­
ra sua situação, independentemente de
Bolivia X Equador. Perde ou emoata .
vai depender do que fizerem boi, ··ia :_
nos e equatorianos. Mas corre r ' s.
D) Uruguai - Ganha do Brasil: Dirinui a crise e pode ficar mie
to nos lideres Perde Ou erata· tu, : •
• 'THa :s1uaçao piora bem,mas depende dea Pa.]
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P,

0F!AL, 'TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL
ENCONTRO DEBATE QUESTÃO DO MENOR INFRATOR NO ESTIOO
A Procuradoria Geral de Jus-
t i ; a d o Mato Grosso do Sul pro-
movc a partir do dia 19, junto
mente: com a Promotoria d e J u s t j
cn da Inf5ncin e ldoloocGncin =
de Campo Grande, o II EnconLro
de Intcgraç~o da Juatiça da ln
[5ncia e ldolcsc6ncia. O even -­
to, quo acontece no auditório -
da Tcloma, buoca abrir uma am
pla discussão sobre a qucstãp -
do menor infrator, objetivando
um aprimoramento do atendímen -
to.
Está prevista a participacüo
de magistrados, Promotores de
Pedrossian Convidado a Participar da Solenidade
de Posse do Presidente do Paraguai •
j

O Presidente eleito do Paraguai, Juan­
Carlos Wasmosy, convidou o Governador Pe
dro Pedrossina a participar da sua posse ,
no próximo dia 15, cm Assunción. O convite
foi reforçado pelo Ministro interino das
Relações Exteriores, Celso Amorim. Wasmosy
substitui a Andrés Rodriguez e terá manda­
to de cinco anos.
No convite encaminhado a Pedrossian,
Presidente eleito do Paraguai diz que tem
certeza de que as relações de amizade que
tem ligado os povos do seu Pais e de Mato
Grosso do Sul, se estreitarão durante os
próximos cincos anos em que ele estará no
cargo a que foi conduzido pelos eleitores
paraguaios.
Se a água d1 sua casa r;o
for trad,, (encanada e clara
da), coloque 2 gotns de clo
ro (hlpoclorlto <lc sódio :
2,5:t) para cada litrod'ág,a
e espere )0 minutos para ut{
llzá-Ia.
lnve ~ulto bem ns (ru
tas e verdura, colo
cnndo-ns de i,('lho cm
ngu1 com cloro.
Ju:.t iça, Def ·nsores Públicos
além de policiais Civis E Mili­
t.ares. Segundo a Promotora de
,JLwlica da 1n'f.::incia ,. Jdol<!SCt~•n
cia da Capital, l riadne peron -
di, a abertura será feia com o
pronuncia ncnto da Presiden e do
Promosul, Maria Aparecida e­
drossian, acompanhada do Secre­
tário Estadual de Justiça e Tra
bolho, Ncwlcy lmarilha e a Depã
tada Federal Fátima Pelaees, rê
latora da Comissão Parlamentar
de Inquérito que apurou a vio
léncia contra menores de rua dÕ
Pais.
Ariadne Porondi explicou que
os recursos para realização -
do Encontro foram alocados pelo
Protosul • CDIA-MS (Con·lho Bra
sileiro para a Adolescência
Infância)."A finalidade é ra
çar o perfil da situação no Es­
tado, através de dados seguros
e fundamcntaclon", argu:,-cnlu. o,,
ucordo com ela, os resultados -
pode aubdiniar o aperfeiçoamen­
Lo do atendimento junto aos or
ganismos públicós e privados.Pa
ra a Promotora, o evento será
de grande importincia para a
,' li
e
PARA R
ACOLERA.
Lave as maos antes
de preparar nllmcntos
de come~ e ,pós ir ao
banheiro.
imentos, prina
ruente peixes­
to:; do oar.
Água só tratada (com cloro)
ou fervida por. pelo renos,
2 rinutos.
he multo
Apoio: ROTARY CLUll
jusiça da Infanc .a Adolescên
cia sulmatoarossen e, que p 5a
por momenos dific ±..
"f através do forço "omu
o in eqrado que se pode ch -
gar a resultados satiftori -
os", destacou Ariadne Perendi.
Segundo ela, sta a pr moira
vez que todas as instituições -
vol adas para o menor carente
se reunirão, visando buscar al
ternativas para a solução do pro
blema. OEncontro acontece ainda
nos dias 20 e 21, 1:H•l'"pn) no audi t.ó­
rioda Telems localizado à Rua Ta
pajs60 - Bairro Cruzeiro.
Prefeitura Municipal
de Caracol
'I'V GLOflO
-----
bem
A vereadora Doralina Rodrigu0s ~niLu,
solicitou que seja cncaninhado u.~cQic~
te ao Sr. Fábio Zarhan, Diretor da TV Mo­
rena em Campo Grande-MS, com c6pias ao
Sr. Paulo Cézar da Silveira Braga, Dire­
tor da TV Morena em Ponta Pori-MS. Para
que nos informem o que ocorre com rela -
l
eão a~~ transmissão da TV Globo em nos­
sa Reg1.ao.
JUSTIFICATIVA
"Prezados senhores responsáveis pelo­
canal de transmissão da TV GLobo cm nos
so Estado, venho através desta casa de
Leis notificar às vossas senhorias que
em nosso Municipio a população de um mo­
do geral, por muito tempo não sabem das
noticias que ocorre no Estado, porque a
transmissão da TVMS está precária em nos
sa Região, em fração de minutos estás~,
indo do ar. É preciso juntarmos nossas -
forças, prezados senhores, para que o'
problema seja resolvido. "Disse a verea-1
1
dora.
VERI:ADORA APOIA FACULDADE EM BELA VISTA
A vereadora caracolense, Doralina Ro-1
drigues Leite, manifestou seu apoio à 1
Fundação Educacional de Andradina-SP, pa
ra que sejam realmente implantados os
cursos superiores em Bela Vista-MS.
"Ressaltamos os inúmeros beneficios -
que a implantação desses cursos superio -
res vão trazer para nossa cidade. Tanto
para os jovens, como também como para os
profissionais que tanto anseiam por al
cançar um nível superior. "Disse Dorai­
na.
CONGRATULAÇÃO
Doralina Rodrigues Leite parabenizou
o médico e vereador Fernando de Freitas,
de Bela Vista, pelo empenho na reivindica
ção da implantação da Faculdade em Belãl
Vista.
"Que trará inúmeros benefícios a nos­
sa população pois todos anseiam por al
cançar um nivel superior, a fim de melho
raro seu conhecimento". Afirmou Dorali­
na.
PARQUE PÜBLICO NO MANGAL
Sessão ordinária realizada no dia
04-08-93, foi aprovado pelo Plenário o
pedido verbal do vereador Josélio dos
Santos, solicitando ao Executivo Muníci­
Pal, viabilizar a criação de um Parque/
Publico no Mangal. _Considerando que,exis
tem muitas árvores sombrosas que podem.= .. :­
ser aproveitadas e visto que será de su-]
ma_1mportanc1.a p/ a população daquele,·
bairro, pois há várias crianças que nio
tem um lugar apropriado para as horas de
lazer. "Foi a justificativa do vereador.!
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QNEGA;Ao. _CAUSA_MAIOR. Tudo é moda. Mora há una verdadeira corrida P@
ra a "soluço" da crise do Estado: o combate à sonegação, Por aproxima;ao
o PI brasllelro & de 400 bilhões de dólares, Se o Governo informa que o
arrecadado de 25cerca de 100 bIIhões) e que podera arrecadar outro ta
to, ter-se-la que a carga tributária que está na Lel é de cerca de 507 do
PII, ou 200 bilhões de dólares. Não dá. Ou, então, a estatística não pas­
sa de adivinhação. O combate à sonegação passa pela redução da carga. Frl_
se-e que o dado são do Governo.
* SONEGAÇÃO. SEGUNDA CAUSA. Al~m da carga legal excessiva. (a que seria ar
recada se nao houvesse sonegaçao) outra causa importante e a confessada
cobrança pelo fisco de Impostos ilegais, estimulado pelo fato serem pou -
cos os que discutem em Juízo. O fisco sonega o direito do contribuinte de
só pagar o •1uc for lcg,11, Sonegação recíproca, no mínimo.
* SONECAÇ,.O. E'iTAT!STICA ENGANOSA. O (isco inclui no imposto que conside­
ra 1;one,,;vlo o imposto nao pago mesmo quando declarado. Inclui, também, c~
mo sonegnç~o o imposto cm discussão Judicial, que, pela sua própria natu­
reza é ele duvidosa legalidade e está "sub Judice", Isto é o contrário de
sonegação. Trata-ue de contribuintes que nada escondem mas assumem o seu
direito de acesso ao Judiciário, revelando ao fisco, de boa fé, o seu com
porta~ento tributário. Pelas regras constitucionais não é admissível ai~
posiçao de penalidade, BASTANDO ESTAR A MATÉRIA "SUB JUDICE", sem ncccss_!
dadc de liminar ou depósito. O fisco chaga a classificar de sonegação, pa
ra fins de estatísticas, até mesmo os valores depositados em.Juízo apesar
de a Calxa Econômica deter o MONOPÓLIO DOS DEPÓSITOS, para apuração PRESO.
MIDA em projetos sociais. Não ingressam no erário público, mas no sistema
financeiro estatal, estando a Caixa liberada de pagar juros e de remune -
rar acima da inflação manipulada ou não , ficando com a diferença de ga­
nho financeiro.
* SONEGAÇÃO. EFEITOS ECONÔMICOS. Parte substancial da sonegação decorre -
do baixo poder aquisitivo da população. A Única maneira de vender - e do
povo consumir - é expurgar-o imposto do preço e não pagã-lo. Nesse caso ,
a sonegação repercute no preço, reduzindo-o. O imposto nesse caso fica
com o empresário. Simplesmente, o valor que lhe corresponde desaparece
porque não foi cobrado. Isto quanto ao passado. E o futuro? Se forneces­
sário colocá-lo no preço, para começar a pagã-la, as vendas cairão, a re
cessão aumentará, as empresas que assim atuam fecharão, os empregos dimi
nuirão e os salários se achatarão. Poder-se-ia, designar esta como sonega
cão social, já que é feita em benefício do consumidor carente. -
* SONEGAÇÃO ANTI-SOCIAL. A sonegação, mesmo a defensiva, desorganiza a e
conomia privada assim como a corrupção desmorona o setor público. Além -
disso, são irmãos siameses e se auto alimentam. Produzem efeitos simila­
res nos preços e na remessa de recursos para fora de recursos que poderi­
am servir para investimentos internos,sem causa econômica justificável.
Por isso, é um absurdo que o poder público invista numa política de novos
impostos e de cobrança de impostos ilegais para manter a ineficiência e o
desperdício.Não é só. Onde se concentra a fiscalização? No Sul e em São
Paulo. Além disso, concentra-se em empresas e setores que, em regra, se
localizam no Sul. Deve-se concluir que, proporcionalmente, a sonegação é
menor no Sul, e especialmente cm São Paulo. Essa distorção geográfica tor
na mais difícil a concorrência comercial para as empresas dessa arca. Õ
mesmo ocorre com os segmentos economicamente mais organizados e as empre­
sas de maior porte, É o paraíso da concorrência desleal.
* SONEGAÇÃO. FISCALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE RENDA. Apenas cerca de 57 dos
contribuintes sao fiscalizados, conforme alguns dados. O País seria, se
verdadeiros, o poraiso da anistia forçada, automática e sem Lei que apre
veja. Cinco anos sem fiscalização corresponde a uma anistia total, não -
sô de penalidades, MAS DO PRÕPRIO IMPOSTO. Esta anistia automática e ins­
titucionalizada anti-social é uma das causas da injusta distribuição da
renda Nacional. Os assalariados, de fato, não tem como escapar do imposto
ao receber o salário, e como fugir da ineficiência e o desperdício gover­
namentais, que aumentaQ o preço dos produtos, pois do preço saem os impos
tos para custear os gastos de Governo. -
* SONEGAÇÃO E ANISTIA. A grita Nacional contra a palavra anistia esquece
que todo o ano há uma colossal anistia não-declarada, pela decadência do
direito do fisco de constituir o crédito tributário, em relação a todos -
os não-fiscalizados. Sob este aspecto, o acesso ao Judiciário é de grande
interesse público. Na sociedade civilizada a Lei tem prestigio garantido,
através da utilização intensivo do Judiciário. 0 ajuizamento, por outro -
lado, permite ao fisco conhecer os procedimentos pelos contribuintes que
litigam. Assim, o fisco pode evitar a decadência. Os contribuintes que in
gressam em juízo, são FISCAIS DE SI MESMOS. Declaram ao fisco o que consi
deram duvidoso. Se perdem a ação, irão pagar o imposto. -
Poderiam aguardar a fiscalização. Se não fiscalizados, ganhariam um
ano de imposto por ano não examinado. Ingressar em juízo é prova de boa -
fé e ATÊ DE PATRIOTISMO. Demonstra aos acionistas que não houve omissão -
~qs administradores na defesa dos direitos legais.
* SONEGAÇÃO. SOLUÇÃO FINAL. Hitler chamou de "solução final" o seu plano
'de eliminar os judeus. O fisco brasileiro certamente não quer eliminar os

1
iontribuintes. Quer apenas domesticá-los. A solulão final, para o passado
de culpas de ambas as partes, é o da anistia recíproca e abrangente. Opa
gamento de uma porcentagem sobre o patrimônio dos contribuintes, como for
ma de obter a anístia, zeraria o passado. Além disso, o fisco perdoado pe
los anistiados dos impostos que tivesse recebido indevidamente. A arreca­
dação da anistia formaria um fundo de reserva para a transição para um no
vo sistema tributário de quatro impostos e uma contribuição social (com­
isenção para produtos BÁSICOS de alimentação, habitação, vestuário saúde
e educação). Tudo acompanhado de nova e rigorosa legislação penal ~ributã
ria. Com a exclusão de todas as incidências de imposto sobre os demais,nã
mesma etapa de produçao. Nao seriam cumulativos, não podendo haver cobran
ça de_correção monetária antes do prazo de vencimento dos tributos, para­
que nao haja custos financeiros adicionais forcando os preços para cima.
Uma soluçao final do bom senso. A guerra "santa" fiscal, fará da economia
a sua economia a grande vítima.
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Ennlnn Emmanuol, com sua proverbial oabcdoria, cm pnJcogra­
fia de Francisco Cándido Xavier:
"O cnmcntiirio cm torno do- mal fi sempre o mal a expandir-se:
Infcllzmcntc, é o que mais se faz, atualmente, sob a n•gên -
eia doo mcioo de comunicação, particularmente a televisão, cs­
LD [ofoquclra eletrónica que revela insuperável vocação para
deter-se nos ângulos mais escuros do comportamento humano.
Objetivo: conquistar audiência.
Montada sobre dispositivos mercantilistas, é mínimo o espa­
ç0 nessa "mfiquina de fazer doidos", corno dizia Sérgio Porto ,
para os programas de cunho educativo e muito menos os espiri -
tualizantes.
Atendendo à preferência dos telespectadores, consagra-oe o
que há de chocante, mórbido e deplorável no comportamento huma
no.
Isso está bem caracterizado no jornalismo televisivo, parti
cularmente no noticiário policial, que enfatiza os crimes he -
diondos, cometidos com requintes de crueldade.
Com isso multidões poêm-se a especular sobre as pessoas en­
volvidas. Amplia-se a fofocagem tão longe quanto alcançam as i
rnagens transmitidas. Muito além do reduzido espaço em que as
"comadres" outrora se aventuravam, "pichando" gente de sua
rua, Bairro ou cidade. Hoje corno ontem- revela-se a mesma sem
cerimónia da molecada que picha muros alheios.
A maledicência corre solta. Falam de pessoas que não conhe-
cem a intimidade; de acontecimentos que não presenciaram; de
situações, motivações e influências que escapam à percepção
desses "promotores" da injustiça.
"O adensamento da atmosfera psíquica de uma cidade, a par­
tir das fixações da população e.m torno da violência, favorece
o aumento significativo de acidentes, tragédias, crimes, aten­
tados".
Contrariando a orientação evangélica, reprovam o comporta -
mento alheio, sem reconhecer o muito de reprovável que há em
si mesmos.
Quando o céu escurece, carregado de nuvens, logo ribombam
trovões e despencam raios destruidores.
Da mesma forma, o adensamento da atmosfera psíquica de uma
cidade, a partir.das fixações da população em torno da violên­
cia, favorece o aumento significativo de acidentes, tragédias,
crimes, atentados,
ta lenha da inconsequência a propagar a fogueira do mal.
Por outro lado, as discussões em torno da criminalidade pri
rnam por absoluta falta de religiosidade, ainda que se digam re
ligiosos os que delas participam.
Os indivíduos que se comprometem no chamado crime hediondo
tão logo rebaixados a monstros, como se houvessem perdido a
condição humana e a filiação divina, aberrações antinaturais.
- t melhor acabar com eles! - sugere considerável parcela -
da população, aplaudindo-se os ·linchamentos e a iniciativa dos,
matadores que atuam à margem da lei, embora não raro a repre -
sentem. Conta-se, num dos evangelhos apócrifos, que, após a
crucificação, a primeira preocupação de Jesus foi descer ao in
ferno (diríamos umbral), para socorrer Judas.
Pode existir dúvida quanto á autenticidade da ocorrência ,
mas não quanto ã possibilidade de ter ocorrido. Está de bem de
acordo com o pensamento de Jesus.
o criminoso precisa de ajuda. Foi vitimado pelo pior de to­
dos os males: infringiu a Lei Divina.
Amargas reparacões o esperam.
Consideremos outro aspecto, talvez o mais importante: a si­
tuação daqueles que desencarnam em face da violência que sofre­
ram. Regressando ao plano· espiritual na condição de vítimas ,
habilitam-se a amplo amparo de benfeitores espirituais carinho
sos e atentos.
Mas há serio problema.
A pressão vibratória densa, deletéria,· que se abate sobre~
les na medida em que as multidões se põem a fofocar sobre sua
desdita.
Isto lhes impõe indesejáveis lembranças relacionadas com as
circunstãncias trágicas que determinaram sua desencarnaçao.
Paradoxalmente, certamente enviariam uma mensagem para am·­
pla divulgação pelos meios de comunicação.
Breve, dramática, desesperada: "Imploramos um pouco de paz.
Pedimos a bênção de uma oração. Quanto ao mais, 'por Deus! Es
queçarn!".
CARACOL, EM CHOQUE
Segundo informções que sta
nos recebendo da vizinha c1dado
c'c Caracol, p.riltÍ.Cill'.J_nlc Leda E_
qucla população se encon ra cho
cada com o caso da mãe solteira
que para esconder o fa o de que
iria ser mãe, deu a luz ·m uma
privada e jogou a criança no bu
raco. Não só Caracol, Dela Vis-
DELEGADO TRANSFERIDO
Depois de mais de tr6s anos Policia de D,la Viata. Ao Dr.
de cxce lcn tcs serviços presta - Raimundo nossos desejos de or­
dos à Dela Vista, o Delegado de te e sucessos nas suas nova,o
policia José Raimundo Pinto Fi- funções e esperamos que todos
lho foi transferido, por promo- os obstáculos que i;c lh,• upn: -
cão, para a cidade de Aquidaua- sentarem sejam trannpo~,LOc; con
na. Dr. Raimundo corno é mais co altivez e detc:rrninJçiio, co:'!O o
nhecido, ainda se encontra cm fez em Bela Vista ao longo dos
Bela Vista e sõ deverá se apre- tris anos que aqui prrslou •·~u~
sentar em Aquidauana após o seu relevantes serviços, tendo mui­
periodo de férias. Não sabemos, tas vezes de enfrentar at~ ~~G­
por enquanto, qual o Delegado - mo a falsidade de alguns r 1, in
que vai assumir a Delegacia de compreensão de outros.
CÀMARA DÁ UM EXEMPLO DE MATURIDADE
Desde o inicio da atual le -
gislatura temos acompanhado o
trabalho dos Vereadores belavis
tenses e podemos afirmar com t~
da certeza que a julgar pelas -
primeiras sessões deste segundo
semestre Legislativo, os nobres
representantes do povo belavis­
tense estão dando um verdadeiro
exemplo de maturidade política.
Parece-nos que alguns tipos de
ressentimentos políticos estão
sendo deixados de lado para dar
lugar cada vez mais ao verdadei
ro papel do Vereador, legislar
em prol do povo, de maneira ge­
ral, independentemente de co
res, siglas ou partidos. A per­
feita integração entre Vereado-
ta inteira esta a o. ita, cd
um que .om conhece n nto do fac
lo ch·aa a sentir um frio D
pinha só de imaqin r tonho
mons ruosidade con ra tu.n p br
e inocente er humano rcc -1
cido.
cm comentários esa de, uma­
nidade.
rcs da situação e da oposiçiio -
nas discussões que dizem respel
to aos interesses da população
belavistense, dos moradores aos
Bairros ou de uma determinada -
parcela de nossa comunidade,que
está existindo hoje na Câmara -
Municipal de Bela Vista, é um
exemplo a ser seguido pelas de­
mais cãmaras Municipais de nos­
sa região. Desde a êleição dos
atuais Vereadores já dizíamos -
que o povo de Bela Vista estava
de parabéns por ter escolhido u
ma cãmara Municipal de alto ní­
vel, e é isso que estamos veni­
do no desenrolar· dos tra -
balhos legislativos de Bela
Vista.
INCENTIVO AO CJCLISMO
Temos visto que mais de qua­
renta ciclistas, na maioria
jovens, estão treinando diaria­
mente na Avenida Teodoro Sativa
e procurando se aperfeiçoar nes
te esporte que a cada dia ganha
maior projeção em toda a nossa
região. Para se ter uma idéia,
no próximo dia 29, estará acon­
tecendo uma prova ciclística na
vizinha cidade de Caracol e de­
verá contar com a participação
de mais de 100 ciclistas de vá­
rias cidades do sudoeste do Es­
tado; em nossa cidade teremos -
outra corrida no próximo dia OS
de setembro e outras que estão
sendo programadas.
Segundo os próprios ciclis -
tas, o maior problema em Bela -
Vista é a falta de um local ade
quado para os treinamentos dos
corredores, a Avenida Teodoro -
Sativa além de ter um considerá
vel movimento de veículos encon
tra-se com o asfalto bastante=
deteriorado, o que prejudica em
Muito a obtenção de um melhor -
desempenho por parte dos ciclis
tas. -
Parece-nos que estava na ho-
ra das autoridades Municipais ,
Vereadores, empresários, comer­
ciantes, enfim, aqueles que po­
dem fazer alguma coisa pelo ci­
clismo belavistense, darem a
sua parcela de colaboração, o
primeiro passo seria realização
de provas para escolher os cin­
co melhores ciclistas belavis -
tenses, os quais poderiamn repre
sentar a nossa cidade em corpe­
tições que normalmente aconte -
cem em outros Municípios. Gente
interessada e dedicada à esse -
esporte temos de sobra em Bela
,Vista, a exemplo do "Zé Cario -
ca", morador do Bairro Ãgua Do­
ce, que todos os dias treina
com vários jovens que, como ele,
almejam um futuro melhor para o
ciclismo belavistense.
Pensem no assunto, só a ti -
tulo de informação, centenas
de pessoas, entre atletas, fami
liares e adeptos, estão envol =
vidos direta e indiretamente
neste tipo de modalidade espor­
tiva em nossa cidade, para as
quais qualquer apoio será sem -
pre bem vindo.
Prefeitura Municipal de Bela Vista
COMPLEMENTAÇÃO DO EDITAL Nº 14/93, PUBLICADO NO JORNAL TRI.BUNA DA FRONTEIRA NQ 1381, DE 12 DE AGOSTO DE 1.993, REFERENTE AO CONCURSO PDBLICO PARA PRO­
VIMENTO DE CARGOS DO QUADRO PERMANENTE DE PESSOAL DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA - ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
601 - 8 - AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS INSCRIÇÃO NOME DO CANDIDATO EDIA ISCRIçXO NOE DO CANDIDATO MEIA

INSCRIÇÃO
096-9
0097-
0143-0
0331·9
0417-2
0602-6
0623-8
0150-8
0075-
0228-6
0335-1
0568-8
01.17·1
Olli-L.
0351-2
00,1·8
0236-1
0527-2
0071-1
0590-8
0019-6
04.!.8•6
0469-8
0501·0
NOl1E DO CANDIDAIO
Ro:r.eu Cezar Mendes
Marinete Tereza A. Orosco
Zilda Ojeda Freitas
AuzenI Ncanor da Cunha
RomI Ida Dava los
MarIlene Boelra de Oliveira
Ze ferina Palacio Cardosa
Ercotildc.s C:lbr.tl DLas
11 ton Orosco
Leonora Coene
Ze ferina Caceres
Claudete dos S. Balta
TertulLa Areco Freitas
Maria L. Gonçalves Barbosa
Concelçio de Melo Teixeira
Manoel AriIha
Cl:.rndi.1 de Lclio
Verginta Mui lera ar;as
LuLz Marfo Martinez
O1avo untzel
Raio Od!1 Marques Leite
De Jaira Mendonça
Max!:o Medina
Mercedes Vilalva
NE:OlA
81.00
81.00
81.00
Sl..00
81.00
81.00
81.00
79.00
79.00
79.00
79.00
79,00
79.00
79.00
79.00
77 .00
76.66
76.66
76.66
76.66
75.00
74.66
74.66
7.66
018-0
0035-7
0162-6
0238-8
0328-4
0611-0
0089-9
0129-6
0368-1
0607-7
0369-0
0173-6
0301-3
0054-2
0060-1
0142-2
0416-4
0127-0
0365-7
0159-1
0535-8
0033-0
0140-6
0163-4
Cosr.ie Dam.1.lo D.Jvn los
Bernardina Coene
RoselI Colareas Valdez
Ze ferina Roelro Vasques
Onorln.:i Iba.nhe_s Centur ion
Tclm.:t M..'lrla B.u-:-cto flores
Eraso Benitez Cruz.
ar I1da To·rres
Mar Ina 0ssuna
Arnaldo de SOuza
Izaura Hoffezeister
Candida Mendes Aruilera
F.:'udo Ro:::ero
Verinha Lescano M!randa
Aristc:u Ajnla
A1r:1ndn. Tc.t.xc:ira Ah'ê..S
Nl ld:i Xcdln.1
Severino Maciel
Tereza Caarra
Diva Medina
Juli:t Ortl: Ht'5a
RoseveL. Felix de Souza
Lonard.a Medina Crista!do
Scrr;io Xir.::e.ncs
72.66
72.66
72.66
72.66
72.66
72.66
70.66
70.66
70.66
70.66
68.66
68.66
68.66
68.66
68.66
6s.66
68.66
é .J3
66,66
E-.6u
6o.J2
6.1
64.33
6.:.. 3J
0232-9
0103-3
0014-5
0458-8
0356-3
0207-4
0280-1
0302·1
0370-B
0520-5
0026·3
0264-0
OJS0-0
MarLa N!!za Roch. Mar:::
Copr inno Ab..:Jd te
Jo.io C..•ldino Ci t
NerocIr Hoffzelster
Batista Luzardo H. dos Santos
Tcodoro Coronc: I
Francisco Chaves Alves
Mar Ia OIirpla Medina
Dorali cc :rcc
Joseni!de P. de Souza Moura
Aristfdes Cabanhe Arco
Miguel Felipe de Capo
Maria ClaudIna de Souza
64.JJ
64.33
64.33
6',.))
62.33
€2.33
62.13
(:. Jl
62.33
62. )J
ô0.00
58.).)
5.00

JOF!AL 'TRIBUNA DA FRO'TEIA D1PIO REGIOSA
- ----
1
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1
1
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1
1
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Encontro da lldjori
Sucesso absoluto o Encontro da ADJORI -
{MS) - Associação de Diretores de Jornais
do interior - realizado em Ponta Porá no
iiltimo final de semana.
PRESENÇAS
Presenças do Presidente da ABRAJORI
Associação Brasileira de Jornais do Inte -
rior - Elson Ilha de Macedo; dos Deputados
José Carlos Monteiro e Alberto Rondon, do
Prefeito Oscar Goldoni e diversos assesso­
res, entre eles Francisco Lagos, Secretá -
rio de Comunicação Social da Prefeitura de
Ponta Porá:
POPULARIDADE
Comentada a popularidade do Prefeito Os
car Goldoni e seu relacionamento com a im­
prensa interiorana. Oscar foi homenageado
pelo trabalho que vem desenvolvendo naque­
la cidade fronteiriça.
JORNALISTAS
Dezenas de Jornalistas (Diretores de
Jornais)e repórteres estiveram presentes,
destacamos João Natalício (Ponta Porá); Pe
dro Arizoli (Nova Andradina); Rosário Con­
gro Neto (Três Lagops); Duprê Garcia Coe -
lho (Campo Grande); Irineu Ferrari (Miran­
da); Alvaro Pereira (Jardim); Jairo Alves
(Mundo Novo); .Ivaldo Pereira, Maria Estela
Velásquez Pereira e João Carlos Velásquez,
representando Bela Vista, Jardim, Porto
Murtinho, Caracol, Bonito e Antonio João ;
Adiles Torres (Dourados); DorivalQuintana
(Dourados); Vitor (Dourados~ Iguatemi e Fá
tima do Sul}. Tivemos representantes de co
rurnbá, Naviraí, Chapadão do Sul, enfim, de
todas as cidades do MS. Sucesso absoluto o
Encontro promovido pelo Presiàente da ADJO
RI, Jorge Pacheco e apoio do Prefeito Os=
car oldoni e Josê Carlos Monteiro (Deputa
do). -
Flagrantes do Encontro da Adjori
1
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,,:J ·.,···.
r-
l
.....

Prefeito Oscar Goldoni e Deputado Alber­
to Rondon, ao fundo o Jornalista Joao Nata­
lício de Oliveira
PALESTMS
Valeu a pena participar do Seminário
promovido pela ADJORI, ABRAJORI e SEBRAE,
palestras a respeito dP. Circulação, Adrni
nistração, Marketing e Comercialização ,
ministradas por Eládio Vieira da Cunha, do
Jornal do Povo, do Rio Grande do Sul e Hen
rique Chalegre, Consultor do Jornal Zero=
Hora, também do Rio Grande do Sul.
NO JANTAR
No Jantar de encerrnrnento fizeram uso
da palavra o Presidente da ADJORI, Jorge -
Pacheco; da ABRAJORI, r.lson Ilha de Mace
do, Prefeito Oscar Goldoni e Duprê Garcia
Coelho.
ELOGIOS
Duprê elogiou o nosso Diretor, Ivaldo -
Pereira, pelo lançamento do livro "Nas Ma- '
tas do Perdido", "o primeiro trabalho de
um jornalista do interior, agora também es
critor, o nosso amigo, nosso companheiro ,
Ivaldo", disse Duprê.
Os convidados e palestrantes recehoram
um exemplar, também o C.omandante do 110
RC MEC, presente no Jantar.
ATE: SÃO PAULO
Sob todos os aspectos o Encontro de Pon
ta Porá foi um sucer:so, nos próximos dias
20, 21 e 22, acontecerâ o Congresso Nacio­
nal, em São Paulo, na flespedida um "até
São Paulo, companheiros".
Veja alguns Plagrantes do Encon-
tro da ADJORI
Rosário Con ro Neto ('Tre Laqoas) o I -
va1do Pereira (Bela Vista) os ãoi 16e@r
ram dos tempos em ruo rGrio era Dcpütado
Pedcral. O r presentante de 'I'r«:>s r.a ou:; .:
quer uma reunião da Adjori em sua cidaao ,
com a articiacao de Jornal ias (convida
dos) do Noroeste do Estado do o p1
Eládio, do Jornal do Povo, do(Rio Gran­
de do Sul) e Inna, do Jornal Enfoque, de
Dourados
4
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t
.,,., __ ., e
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• à s -oo li
Comandante do 110 RC MEC Valmir Gallo,
esposa e Maria Estela Velasquez Pereira
1
de Bela Vista
Elson e Pacheco, ouvindo atentamente as
palestras no auditorio da Prefeitura Munici
pal de Ponta Porã, vendo-se ainda Duprê e
Ferrari
11 r.
aos presentes, no jantar o
Prefeito Municipal Osca.r Gol
Restaurante cnopão La Sis
Advocacia
Duprê
ferecido
doni, no
CLÁUDIA L. 0CARIZ ALMIRXO
Advogada
Rua Guia Lopes, 550
FONES: Esc. (067) 439 1363
Res. (067) 439 - 1356-
CEP: 79.260.000
ela vista MS
•·-----i
1
VACINE
DIA:
NÃO ESQUEÇA;
SEU FILHO DE O A 5 ANO
25
DE AGOSTO DE 1. 993
-)
-